Esposa infiel - parte IX

Após me casar apesar de ser ainda muito novinha sabia muitas coisas a respeito de sexo mesmo sem ter praticado pois vivia em fazenda gerenciada por meus pais e lá era constante ver as cabritas gemendo embaixo dos bodes,os cachorros grudados os galos catando as galinhas e muitas vezes flagrei meu irmão transando com as cabritinhas,sem falar nas noites em que acordava com o corpo em chamas e vendo todos dormindo subia para o sótão por onde entrava no forro me arrastando ate o quarto de mamãe onde contemplava ela gemendo embaixo de papai ou engolindo tudo aquilo que sufocava ela deixando a quase sem fôlego para inundar sua boca com aquela gosma branca que me causava nojo vendo mamãe babando com aquilo escorrendo em seu queixo onde ela lambia engolindo o Maximo possível..
Sempre que isto acontecia saia dali rapidinho com a bocetinha molhada e sabendo que devia casar virgem,que sexo somente após o casamento e esses blá blá blá que mamãe vive nos ensinando corria para meu quarto tendo na mente a cena nojenta de mamãe com a boca toda suja de porra onde acabava dormindo.
Na festa de casamento quase perdi o cabaço com um primo de meu marido que não fosse minha tia chegar a tempo tinha dado ali mesmo pra ele encostada numa arvore no meio do pasto vestida de noiva porem minha tia por ser boazinha aliviou para nos dando me muitos conselhos comigo puta da vida com ela que quebrou meu barato.
Na festa que durou três dias já no segundo dia estava subindo pelas paredes muito mais por ansiedade creio eu com meu boizinho querendo somente beber e dançar e sempre que conseguia ficar sozinha com ele sempre apagava depois de alguns beijinhos me deixando cada vez mais ouriçada e acessa.
Minha sorte mudou quando mamãe antecipou nossa viajem onde passaríamos vinte dias numa pousada em ilha bela e dez dias em são Paulo onde aproveitaríamos para assinar um contrato de vendas de gado do meu sogro.
Estava muito eufórica e tesuda não vendo a hora de sentar gostoso no porrete de meu homem.
Na viajem,ate a rodoviaria levamos duas horas com meu marido enchendo a cara de cachaça incentivado por meu irmão que dirigia o carro.
Estava puta da vida e sabendo que minha única esperança era quando estivéssemos no quarto do hotel esqueci completamente dos dois filhos da puta e ficando de joelhos no banco do carro pus o tronco para fora sentindo o vento esvoaçando meus cabelos enquanto levantava o fino tecido de minha blusa deixando meus seios totalmente a mostra.
Vendo que meu irmão dividia sua atenção no trajeto e em meus seios pulei para o banco da frente ficando na mesma posição tendo ele a visão total de minha bunda quase desnuda coberta somente pela minúscula saia com a calcinha toda atolada na bunda.
Como sou muito sem vergonha e estando louca para entrar numa vara puxei discretamente a saia pra cima ficando somente de calcinha branca e transparente que de tão molhada e apertada salientava muito minha boceta já totalmente exposta.
Estava alheia a tudo sentindo como que algo represado dentro da boceta pronto para explodi quando meu irmão numa freada brusca quase me jogou pra fora do carro.
Quando me recompus me preparando para dar um esculacho,ele virou para mim mostrando o imenso volume dentro de sua calça enquanto dizia:-assim não dá,maninha!olha o estado que você me deixou.
Fiquei cega neste momento e como que possuída por uma pomba gira espalmei tudo aquilo já babando de desejo em ter tudo aquilo dentro de mim.
Com muita calma e carinho meu irmãozinho me acalmou apontando para meu marido que babava no banco do carro dormindo feito pedra.
Sem me importar dando sinal com os ombros para meu irmão tirei tudo aquilo pra fora e sob as orientações de meu maninho fiz meu primeiro boquete na vida.
Estava extasiada tendo muito mais prazer em contemplar as caretas de desejo que meu irmão fazia enquanto engolia fundo seu porrete deixando ele me sufocar socado em minha garganta.
Estava delirando mamando gostoso em tudo aquilo quando senti a mão mágica de meu homem afastando minha calcinha pro lado e ao espalmar minha boceta quase mordi seu porrete tal a gozada avassaladora que tivera gemendo abafado enquanto ele dedilhava minha boceta.
Em certo momento espremi seu porrete entre minha boca e língua sugando forte fazendo meu irmãozinho se esticar todo e enquanto gemia encheu minha boca de porra onde sorvi tudo lembrando de como mamãe fazia achando a coisa mais saborosa do mundo.
Lambi lambi e lambi deixando tudo aquilo limpinho e de pé novamente e quando ele me tirou dali tentei me recompor estando totalmente saciada quando ele me puxou pra fora do carro me pondo inclinada sobre o capo deixando me totalmente aberta e após arriar minha calcinha afundou a boca em minha boceta fazendo me estremecer com sua língua funda em mim.
Estava nas nuvens quando senti ele esfregando a cabeça do seu porrete em minha boceta e quando gemi alto ele empurrou para dentro de mim quase me matando de tanta dor.
Vendo meu sofrimento ele pediu que relaxasse ficando quietinha que iria tirar de mim, porem ao me abrir toda ele empurrou de uma só vez enchendo meu canal com seus vinte e um centímetros fazendo me chorar copiosamente.
Calmamente ele deitou em cima de mim e enquanto pedia calma lambia minha nuca orelha e pescoço e quando virei para ele com os olhos cheios de lagrimas ele grudou sua boca na minha e socando fundo fez me explodi num orgasmo forte e intenso com as estocadas rápidas e fundas em mim fazendo me chorar muito porem agora de prazer.
Sentia me como que sendo jogada para o alto explodindo enquanto caia e quando ele segurou em minha cintura socando forte e gemendo muito mordi seu porrete com minha vagina caindo para o lado com ele grudado em mim enquanto enchia minha boceta de porra.
Estávamos abraçadinhos com ele acariciando meu corpo enquanto beijava minha boca quando avistamos um carro vindo em nossa direção e rindo muito nos recompomos e fomos embora dali.
Já estava de noite quando chegamos na rodoviária e enquanto meu marido foi trocar os bilhetes da viagem corri com meu irmão para o banheiro onde demos mais uma rapidinha enquanto jurava que ia dar sempre que ele me quisesse.
Sentia uma brandura na alma com o corpo leve deitada na poltrona do ônibus com meu boizinho alisando minhas pernas indo com as mãos ate minha calcinha e ao me perguntar o que era aquela molhadeira toda sorri pra ele informando que era porque estava louca de vontade de dar pra ele.
Neste instante meu marido levantou minha saia deitando em cima de mi sem importar com as pessoas ao nosso lado e enquanto beijava muito minha boca afundou gostoso todo seu pinto em mim fazendo me gemer descaradamente atraindo a atenção de todos a nossa volta.
Quando tentei sair dele na intenção de sentar em tudo aquilo o filho da puta gemeu alto enchendo minha boceta de porra caindo em seguida para o lado me deixando com a calcinha na mão,como dizem.
O filho da puta roncava comigo puta da vida ao seu lado e ao levantar para ir ao banheiro fui seguida por cinco homens que ficaram na espreita do ldo de fora do banheiro.
Após uma deliciosa mijada onde saiu muita porra e sangue me lavei e ao sair tive que passar entre dois homens um de cada lado do corredor e quando me virei de lado dando as costas para o outro este me empurrou colando me praticamente no homem a minha frente e antes de qualquer reação de minha parte tive a boca beijada enquanto eles apalpavam meu corpo deixando me louquinha de tesão.
Em pouco tempo tinha um pinto na boca com outro socado fundo em minha boceta me rasgando de tanta fúria que era socado em mim.
Por sorte ele gozou rápido e quando tentei sai dali fui segura por outro que com algumas poucas tentativas afundou em mim de um jeito gostoso e tranqüilo me fazendo gozar muito.
Em certo momento o homem no qual estava fazendo um boquete me puxou fazendo me sentar em seu porrete que devia ter uns vinte cinco centímetros e enquanto eu chorava gemia e pedia mais fui deitada em cima dele enquanto outro tentou de todo jeito comer meu cuzinho.
Estava entregue e cada vez mais alucinada não vendo a hora de ter dois porretes dentro de mim,porem para minha decepção ele não consegui entrar em mim comigo chupando muito ele que em poucas lambidas inundou minha boca de porra.
Gemia descaradamente com tudo aquilo na boceta e tendo a boca toda suja de porra,muito mais por sacanagem,beijei meu invasor esperando qualquer reação contaria porem para minha surpresa ele beijou me avidamente dividindo comigo a porra do outro cara.
Fiquei muito excitada com ele beijando me lambendo meus lábios enquanto sentia seu pinto crescer muito em mim descarregando rios de porra em minha boceta e sem deixar ele sair de mim abocanhei o porrete de um rapaz em pé ao meu lado forçando ele ir um pouco pra cima onde dividir com meu invasor o porrete que era disputado muito por nossas bocas sedentas e sem mesmo me mexer senti encher minha boceta de porra novamente deixando me plenamente saciada.
Foram dois dias de viajem com meu boizinho querendo saber porque ia tanto ao banheiro e quando chegamos ao hotel ele ao me jogar na cama levantou minha saia perguntando porque estava sem calcinha e antes mesmo de responder ele meteu a boca em minha boceta lambendo muito deixando me maravilhada com a habilidade de sua língua.
Acho que o filho da puta percebeu algo estranho mesmo porque mesmo eu implorando que me comece ele preferiu apenas lamber minha boceta.
Ficamos vinte e dois dias neste paraíso e quase todos os dias íamos a praia comigo socada nos minúsculos biquínis fio dental dado por ele que chegava na praia deitava na areia para um merecido descanso enquanto eu ia a caça dando pra quem quisesse me comer e ao voltar pra casa meu boizinho não deixava eu me lavar sorvendo toda minha boceta deixando a limpinha comigo ao berros em sua língua de veludo.
Uma da poucas vezes que ele me comeu foi quando transei descaradamente com um rapaz dentro d’agua a vista de todos e ao voltar para a areia ele praticamente me arrastou para casa onde socou com força em mim deixando me toda dolorida.
Por culpa dele hoje sou devassa e safada dando ate pros cachorros.
Beijos
Deborha.

 

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