Traição com holandês numa república de Coimbra

que em Coimbra preguei a meu namorado Rui e que nunca lhe contei aconteceu num fim-de-semana dos inícios do Verão.
Um colega de curso, morador numa república de estudantes, ia passar o sábado e o domingo a casa e meu namoradinho conseguira que ele nos emprestasse o quarto desde que nos comprometêssemos a não sujar-lhe os lençóis. Como o único que raramente se aproveitava da minha condição de menina fácil era o meu namorado, e já há muito tempo não o deixava meter, concordei em dormirmos juntos no quarto da república nesse final de semana. E para me achar mais receptiva a satisfazer-lhe tanto tesão acumulado, num gesto de boa vontade até prescindi de me prostituir nesses dias que para as putas são geralmente os mais rentáveis, ainda que para dizer a verdade não tenha ficado muito convencida do acerto da decisão.
Jantámos na cantina e fomos tomar café ao Mono, um bar muito frequentado pela malta universitária. Foi aí que conhecemos o Frank. Este era um holandês transportando uma mala de viagem, dos seus vinte e pouco anos, enorme e aspecto de jogador de basquetebol. Apesar de ser loiro coisa que não me atrai muito num homem, o seu aspecto entroncado, o facto de ter as mãos e os dedos grandes e ser moreno levaram-me a achá-lo muito gato. Com o bar estivesse cheio ele pediu licença para se sentar na nossa mesa a fim de comer e beber qualquer coisa. Palavra puxa palavra insistiu que bebêssemos umas cervejas com ele e ficamos a saber que era natural de Amesterdão, formara-se recentemente em Arquitectura, de momento andava pela Europa fazendo inter-rail e era a primeira vez que estava em Portugal. Disse-nos também ter acabado de chegar a Coimbra e se lhe poderíamos indicar uma pensão barata onde dormir. As pensões da baixinha eram pousos de putedo durante o dia mas à noite eram sossegadas o suficiente para se dar uma trepada ocasional ou para se dormir sem pagar muito desde que o cliente não fosse exigente. Como as conhecia todas garanti-lhe que lhe arranjaríamos uma pensão barata se quisesse e ele mandou vir mais cervejas.
Eu conheço Amesterdão pois trabalhara lá poucos anos antes no bordel de Mrs. B.., e já um pouco desinibida pelas cervejas bebidas e pela presença do namorado a que se sempre me habituei a cornear, resolvi lançar o isco. Disse-lhe então que para economizar dinheiro para os estudos já trabalhara na sua cidade durante um ano como ama-seca, numa agência que lhe disse não me lembrar o nome mas ficar situada num determinado endereço que nomeei e era precisamente o da casa de Mrs. B..,, num notório bairro conhecido na Holanda como zona de casas de putas. Frank rindo-se disse não conhecer naquele local nenhuma agência de colocação de amas-secas ao que lhe pisquei o olho fazendo um pequeno aceno na direcção de Rui, como se quisesse fazer ver a Frank não me interessar que o meu parceiro soubesse a verdade. A conversa era em inglês e Rui domina muito pouco o inglês, por isso estava à vontade. Ele acenou com a cabeça e vi logo que o excitou saber que eu tinha sido puta durante algum tempo. Era já perto da meia-noite, várias cervejas tinham sido bebidas e Frank perguntou-nos se o poderíamos conduzir à tal pensão barata. Dissemos-lhe que sim e ele muito simpaticamente levantou-se pagando toda a despesa. Foi enquanto ele pagava no balcão que decidi que nessa noite a minha foda não seria mais uma vez com Rui.
- Querido – disse-lhe – o Frank é tão simpático e estou certa ser de tanta confiança que não me parece correcto levá-lo a dormir numa pensão de putas. Que impressão ele vai ficar da sua primeira noite em Portugal? Porque não o deixamos dormir no quarto da república? Certo que isso significava não passarmos a noite juntos mas garanto-te que não te vais arrepender com a punheta que te vou tocar. Além de ser muito cavalheiro da tua parte. Esta semana o negócio tem-me corrido bem mas por isso mesmo trago a rata toda inchada de tanto levar nela, que me ia custar muito transar contigo apesar de teres a pila bem pequenina – nunca perco a oportunidade de lhe lembrar que considero a sua pila uma coisa irrisória.
Rui lá despejou o discurso habitual. Era sempre assim dizia ele, de cada vez que arranjava uma maneira de passarmos a noite juntos logo surgia um contratempo que o fazia ficar na punheta, mas consolado com a minha promessa de nessa noite lha tocar eu, e sem outra alternativa, aceitou. Eu adorava ouvir tais lamúrias pois me faziam ficar com mais vontade de dar para os outros o que lhe negava a ele. Assim quando o Frank voltou à nossa mesa disse-lhe que se quisesse lhe arranjaríamos dormida num quarto de uma república estudantil onde poderia passar o fim-de-semana sem pagar, o que ele aceitou encantado. A república era perto do Mono e quando lá chegamos e o levámos ao quarto ele não manifestou intenção de se ir deitar logo, antes voltou a insistir para lhe continuarmos fazendo companhia pelo que continuamos conversando. Pela maneira como se me dirigia constatei com agrado que Frank ficara na expectativa que poderia rolar algo entre nós e que isso lhe agradaria mas que a presença de Rui o inibia. Bom, eu ia dar um jeito de resolver isso.
- Ruizinho, meu querido – disse-lhe – depois das cervejas que bebi estou precisando de comer alguma coisa. Que me dizes de ires ao S… e trazeres uns pregos no pão para todos? E já agora traz mais umas cervejas para acompanhar os pregos.
Aborrecidíssimo sugeriu irmos os três, podíamos até comê-los num bar mais perto e mostrar a vida nocturna ao nosso novo amigo, mas eu usando um tom de voz que levou logo Frank a perceber que Rui andava às minhas ordens disse-lhe que os pregos do S.. eram os melhores de Coimbra e ali na república estaríamos melhor. Não lhe dei dinheiro, é claro, já que afinal por sua causa eu deixara nesse sábado de ganhar a vida. Era justo que além dos cornos que estava disposta a meter-lhe ele ainda pagasse os pregos e as cervejas que iriam retemperar minhas forças e as do holandês depois do acto consumado. Por isso Rui ainda não tinha fechado a porta do quarto e já eu piscava um olhar cúmplice a Frank. Este riu-se. Ainda ficava mais gato quando se ria.
- Pelos vistos as cervejas abriram-te o apetite – comentou.
E eu rindo-me, o que também sei me faz ficar mais bonita, concordei com ele.
- Sim. Estou esfomeada por um bom naco de carne de macho holandês.
Frank aproximou-se de mim, enlaçou-me, apertou-me contra si. Seu pau estava pulando nas calças e ele tratando de o esfregar em mim por dentro delas passou-me as mãos pelo corpo todo.
- Serve-te o meu? – perguntou.
- Estás a ver aqui outro, meu Hércules da Holanda?
- Quanto tempo temos até o corno chegar?
- Três quartos de hora, mais ou menos – disse-lhe.
- Era capaz de ficar mais tempo fodendo contigo. – gabou-se. E eu com um ar de dúvida.
- Isso quero ver. Olha que lá por teres o curso de Arquitectura e saberes trabalhar com o estirador não quer dizer que sejas macho na cama a trabalhar com o pau.
Aqueles meus comentários de puta ainda mais o excitaram. Dizendo que para ser meu macho nem precisava de me levar para a cama Frank começou então beijando-me o pescoço enquanto suas mãos me faziam tombar as alças da blusa, deixando-a cair pelas minhas pernas abaixo. Ficou encantado por não usar sutiã.
- Lindas mamomas, beautiful – exclamava apalpando-as e sorvendo nelas enquanto sobre o fecho das calças minhas mãos lhe apalpava a área genital.
- Sim, meu holandeszinho, tenho umas mamas peitudas e bonitas, não tenho? – perguntei-lhe saracoteando-as. - Ahh, como adoro sentir-te mamando nelas como um menino. Ohh, sim! Mama mais! Mas tu também tens um senhor caralho e a minha boquinha vai querer prová-lo.
Deslizei entre os seus braços e com a cabeça à altura das virilhas dele desapertei-lhe o fecho tirando-lhe o caralho fora. Ohh, que grande era, vinte e tal centímetros, grosso, circuncidado, com uma cabeça bem rosa-vivo, quase tão morena como o resto do corpo.
- Sempre que posso faço nudismo – esclareceu. Claro, pensei. Homem com um caralho tão bonito como aquele decerto aprecia fazer nudismo. Eu fizera bem em trocar a trepada com o meu namoradinho por aquela.
Depois de tirar fora o pau do Frank punheteei-o um bocado e ia mamando nele. O holandês tirara entretanto a camisa e eu enquanto o mamava desapertei-lhe as calças, apalpei-lhe e sorvi-lhe os tomates.
- Chupa o meu pau, ama-seca – suas mãos estavam de novo apalpando-me as mamas – Chupa-mo e diz-me se quando eras ama-seca também chupavas muitos paus.
Huuumm, siiiim, dizia-lhe abanando a cabeça pois que com o seu cacete ou as bolas na boca eu não podia falar nem Frank queria que parasse de o mamar.
- E também ficavas numa montra com as mamas à mostra a anunciar os teus serviços de ama-seca, lá na tal agência onde trabalhaste?
Huuumm, siiiim, fazia-lhe novamente com a cabeça. E o caralho dele ia ficando cada vez mais duro e melado.
- E o teu namoradinho apesar da tua roupa toda provocante não desconfia de nada? E ainda faz tudo o que lhe mandas, não é?
Huuumm, siiiim grunhia eu mais uma vez. Frank ria-se muito. Rui estava por dentro de tudo mas perante estranhos sempre gostei de passar a ideia que além de corno tinha um namorado que era cego. – Tiveste sorte com o corno que arranjaste, não haja dúvida.
Isso também eu sei, só não o disse pela razão apontada.
- Quero meter-te na rata. Aposto que o teu namorado passa a vida tocando ao bicho pensando quereres chegar virgem ao casamento. Vou começar por te meter na posição de ponte, queres?
Por mim nada tinha a opor, para começar queria era que metesse aquele caralhão todo dentro dela independentemente da posição. Com as mãos e os pés tocando no chão, as costas na perpendicular, Frank puxou-me a saia e a calcinha para baixo.
- Gordinha apetitosa – voltou a exclamar passando as mãos vagarosamente entre minhas coxas e fazendo-me abrir mais as pernas. Depois bolinou-me a rata antes de começar metendo cuidadosamente seus dedos nela – Como tens a coninha aberta! Já muito caralho entrou nela. Só um caralho abonado com o meu te consola, não é mesmo? Aposto que o teu namoradinho o tem muito pequenino, e por isso aprecias tanto ser puta não é?
Suspirando de prazer e toda embalada pelos seus movimentos manuais dizia-lhe a tudo que sim. E mais uma vez podia notar que isso o entesava tanto a ele como a mim.
- Olha que não temos todo o tempo do Mundo – observei-lhe. – Não me digas que além de te gabares conseguires fazeres-me gozar sem me levar para a cama também te queres gabar de me fazeres gozar sem me meter o pau.
- Nem pensar – redarguiu-me – Agora nem que o teu namoradinho aparecesse escapavas de apanhar com o meu pau na greta.
Não o tinha eu mandado comprar pregos no pão e cervejas tão longe se não fosse para isso, lembrei-lhe. E foi rindo-se muito que com as mãos agarradas no meu peito e o meu corpo fazendo de ponte Frank me penetrou por trás depois de ter posto uma camisinha.
- Toma ama-seca, prova do meu caralho na tua rata – e o caralho entrava e saía. Ohhh, sim, que booom, dá-me mais meu macho holandês pedia-lhe.
- Aposto que lá na agência de amas-secas era mais vezes o cliente por cima e tu por baixo, não era?
Sim era, confirmei, mas também cheguei a fazer de ponte e noutras posições.
- E não pedias por mais caralho ou pedias, ama-seca?
- Às vezes se o caralho me agradava tanto como o teu. Mas foram poucas. - E quando lhe dizia isto o seu caralho dava-me com mais forças o que ainda me sabia melhor pois naquela posição eu sentia-o entrando todo em mim, o que era delicioso. Era porém cansativa para mim e ao fim de algum tempo mudámos de posição.
- Ali, senta-te ali em cima da escrivaninha. Vou-te comer em cima da escrivaninha – mandou ele. Esta estava coberta de manuais de Direito que arrumámos para trás e quando me sentei nela ele levantou-me as pernas todas para cima.
- Ah cona boa – proferiu voltando a massajá-la – nunca imaginei que as moças portuguesas a tivessem tão acessível.
- Algumas têm-na como estás vendo. Tiveste sorte na que encontraste esta noite.
Com as pernas levantadas, o seu rosto enfiado entre elas e a língua fazendo-me um minete nas mamas, voltou a meter. Naquela posição ainda me soube melhor a foda. Vim-me quase logo e Frank como não tinha ainda gozado pegando em mim deitou-me no tapete do chão onde colocando-me na posição de frango assado concluiu o que eu lhe deixara começar, esporrando-se profusamente. Que booom que foi! Mesmo uma puta como eu não se podia queixar.
- Uma boa foda dá-se mesmo sem ser na cama – disse-me no fim, já plenamente satisfeito - Não concordas? E isto, onde o posso deitar?
Isto era o preservativo. Indiquei-lhe a casa de banho da república tendo ambos aproveitado para lavar nossos órgãos do prazer. Quanto à primeira pergunta que me fizera eu concordava plenamente. Tanto que até lhe disse que se ele quisesse passar mais uma noite em Coimbra e uma vez que o quarto na república continuaria livre no dia seguinte eu não me importaria de voltar a fazer-lhe outra visita.
- E desta vez sem tempo marcado para terminar pois não vou mandar o namoradinho às compras. Vou deixá-lo em casa - prometi.
Frank evidentemente depois daquela primeira trepada não ia recusar a oportunidade de uma segunda naquelas condições. Ficou combinado.
- Agora sim – disse-me quando voltamos para o quarto esfregando a barriga – Já comia os tais pregos e bebia as cervejas que o teu corninho foi buscar.
Ainda tivemos de esperar mais algum tempo pois Rui demorou um pouco mais de uma hora. Mas a carne estava bem grelhada como sempre acontecia com os pregos no pão da S.. e souberam-nos muito bem. Quando eu e Rui abandonámos a república estudantil já passava das três da manhã.
- Onde é que me vais tocar a punheta? – foi logo a primeira pergunta que me fez mal saímos, tal como aliás eu já esperava. A sua ingenuidade fez-me rir. O corninho já me devia conhecer o suficiente para saber que se o convencera a não dormirmos juntos é porque também e muito naturalmente nem me passava pela cabeça tocar-lhe uma punheta. Depois de ter tocado e provado do caralho avantajado do Frank nem pensar. E tocando-lhe num dos seus pontos fracos, objectei-lhe:
- Uma punheta, Ruizinho meu amor, não me parece que seja boa ideia. Não só porque de certeza que depois da quantidade de cerveja que bebeste a tua pila não só não está tão dura que não possa aguardar mais umas horas por ela, como ainda te arriscas a ter uma congestão. E não ias gostar nada de sofrer uma congestão só por eu te estar batendo uma punheta, pois não queridinho? Por isso é melhor ir cada dormir para a sua cama que já é tarde, e deixamos essa tua punhetazinha para amanha à tarde, está bem?
Que remédio, tinha de estar pois na nossa relação fui sempre eu a mandar. Umas horas naquele caso significa que fiz Rui esperar pela sua adiada punheta até à tarde do dia seguinte quando finalmente num canto do Jardim da Sereia lha toquei. Mas nessa noite voltei a transar com Frank na república. Ou não fosse a última que ele passou em Coimbra.

 

SANDRA

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
6 + 9 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4