Humilhação na república da cozinha

Quando cheguei a Coimbra para frequentar o 1º ano do curso de Direito, não tinha onde me alojar pois que o dinheiro que levava comigo não dava para mais de três refeições na cantina da Universidade. Não fiquei contudo na rua nem passei fome pois por um golpe de sorte conheci o Tomás, um rapaz bexigoso estudante de Medicina e morador na república académica … que me ofereceu guarida no seu quarto. Percebi imediatamente o que ele esperava de mim mas habituada até então a ser fodida pelo meu padrinho e como não tinha onde ficar, aceitei.
Dormi com ele durante dois meses como pagamento do tecto que o Tomás me dispensava e essas foram as piores trepadas da minha vida pois que o futuro médico mal me metia a pila logo se estava a vir. Foram dois meses de insatisfação sexual completa até conhecer o Rodrigo. Este era igualmente estudante de Medicina, mais velho que o Tomás, e tinha acabado de cumprir o tempo de tropa pois que o tinham chamado para servir o Exército antes de concluir a formatura. Rodrigo era um homem dominador e mal soube que eu andava dormindo com o Tomás, a quem ele detestava, logo exigiu que eu lhe passasse a fazer companhia na cama, exigência que passei a satisfazer com agrado. Deixei assim de dormir com o Tomás e embora o meu novo parceiro fosse muito mais bruto que o anterior sabia pelo menos muito bem satisfazer uma mulher, pelo que nunca me queixei da troca apesar de com ele ter ganho a fama da puta da república de .. . Foi com Rodrigo que pratiquei a minha primeira DP, que perdi a virgindade do cu, e que fui fodida em público pela primeira vez depois de uma tentativa de violação na cozinha da república. As coisas passaram-se assim.
Eu fora a primeira moça que o Tomás arranjara em Coimbra, e acho que na vida, e como ele agora se encontrava sem boceta onde se aliviar pois nunca conseguia arranjar namoradas, não ficou nada satisfeito por ter voltado a dormir só. Despeitado para se vingar sempre que me apanhava sozinha na república passava a vida a tentar apalpar-me e a mandar-me bocas, chamando-me de puta fácil e de universitária da perna aberta, a quem ele ainda haveria de voltar a montar. Nunca o fazia na frente do Rodrigo a quem eu já por diversas vezes contara a facilidade com que o Tomás se esporrava quando me metia, nem de nenhum dos seus amigos mais íntimos pois era um covarde e eu para evitar problemas lá em casa durante bastante tempo procurei ignorar as suas atitudes. Mas um dia em que ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e me apalpou a rata dizendo que já a tinha comido e um dia destes voltaria a fazê-lo, achei que as coisas estavam indo longe de mais e além da bofetada que lhe preguei denunciei os seus abusos a Rodrigo que além de meu macho era o presidente da república, na esperança que este conseguisse a sua expulsão.
Rodrigo porém era de outra opinião.
- Com que então o esporra barato quer-te voltar a comer como noutros tempos? Pois bem Sandra, vais ajudar-me a dar-lhe uma lição que o vai fazer compreender que tipos como ele quando querem despejar os tomates o melhor que têm a fazer é irem às mulheres da vida, que essas é que ficam satisfeitas por um homem se vir depressa.
Pensei que Rodrigo o quisesse apanhar em flagrante e receei vir a ser a causa de uma feia briga de galos, mas não foi bem isso que aconteceu. A humilhação do Tomás foi ainda muito maior do que esperava embora a minha reputação também não tenha saído muito bem deste episódio.
Duas ou três noites após esta conversa, já bem depois do jantar, encontrava-me com a restante malta da república a beber umas cervejas no Mono. Tomás não era grande bebedor e foi o primeiro a retirar-se. Foi depois dele sair que Rodrigo de repente me disse:
- Sandra, volta para a república e toma um bom duche que quero ver-te bem cheirosinha quando chegar.
Pensei que aquilo fosse um pretexto para me ter lavadinha para uma boa noite de sexo já que Rodrigo gostava de evidenciar perante todos as fodas que me dava e as posições em que me colocava, e como fazia eu tudo o que ele mandava despedi-me do pessoal e regressei à república onde tratei de tomar um duche, embora algo contrariada por saber que o Tomás provavelmente lá se encontraria e quase de certeza iria tentar algo. De facto estava, já que a luz do quarto dele se encontrava acesa e o rádio ligado por isso entrei sem fazer barulho e despi-me às escuras para não lhe chamar a atenção. No quarto de banho fechei a porta à chave e pendurei o toalhão de modo a tapar a fechadura para ele não me poder espreitar procurando lavar-me o mais rápido e silenciosamente possível para o barulho da água não o atrair. Quando entrei no meu quarto ainda molhada e enrolada no toalhão de banho vi que ele assomou à porta do quarto e como estava sozinha tratei de me vestir o mais rápido possível sempre coberta pelo toalhão. Calcinha preta, saia rodada comprida, uma t-shirt branca e uma blusa estampada pois embora ele já me tivesse visto nua muitas vezes no tempo em que dormia comigo não queria correr o risco de ser surpreendida pelo Tomás em traje de dormir. Uma vez que estava vestida e Rodrigo e os outros não voltavam decidi regressar ao Mono e foi assim que dei de caras com o meu-ex esperando-me no corredor.
Não vou reproduzir o diálogo que se travou, apenas direi que o Tomás me agarrou pelo braço e sempre esfregando-se todo em mim fazendo-me sentir-lhe o caralho teso debaixo das calças puxou-me para ele tentando beijar-me, chamando-me de puta vadia que o tinha trocado só porque Rodrigo me mandara abrir-lhe as pernas. Eu batia-lhe no rosto e no peito mandando-o parar até ele me segurar nos pulsos e empurrar-me contra a parede do corredor.
- Quieta, puta – seus pés pisaram os meus para não lhe poder desferir nenhum pontapé nas canelas ou nos tomates e completamente encostado a mim beijava-me agora o pescoço e o peito – Puta, há quanto tempo não me deixas provar-te? E que saudades eu tenho de te comer. Vês como estou teso com fome do teu buraquinho? Hoje não te vais negar a mim.
Rápido como era a foder não admirava que me conseguisse dar uma queca antes de Rodrigo e os outros chegarem se estes demorassem mais de um minuto. Não foi isso que felizmente aconteceu. O Tomás dizendo-me que já que eu gostava de homens brutos me ia mostrar o que era ser bruto, puxou-me pelos braços arrastando-me na direcção da cozinha que era a divisão mais próxima.
- Vou-te comer em cima da mesa da cozinha, puta – disse-me – Foi na cozinha que o Rodrigo te exigiu que passasses a dormir com ele quando eras a minha miúda, não foi? Pois vai ser na cozinha que vou comer a puta dele.
Eu ia-o arranhando mas mesmo assim ele conseguiu arrastar-me até à cozinha e deitar-me na mesa com o peito para baixo fincando-me os cotovelos nas costas.
- Vou-te foder por trás, à cão, vadia – rosnou – O Rodrigo diz que te fode muitas vezes por trás. E até o cu te come, não come puta? A mim nunca me deixaste ir-te por trás apesar do que me deves.
As suas mãos já me estavam levantando a saia e me faziam descer a calcinha. Quando conseguiu puxar-ma para baixo com a mão livre abriu o fecho e tirou a pila para fora esfregando-ma nas coxas.
- Que saudades o meu caralho tinha das tuas coxinhas gordinhas, Sandra – dizia-me ele – E da tua coninha, então…E tu, também tinhas saudades dele?
Eu já arrependida de ter voltado para a república procurava humilhá-lo. Chamando-lhe de esporrador precoce que demorara mais tempo a arrastar-me à força para a cozinha e a tirar-me a calcinha do que o que ia demorar a comer-me já pensava que não ia ter jeito de não dar para ele, ainda que na base da força. Foi por isso com um grande sentimento de alívio que quando o Tomás esfregava a sua palma da mão aberta na minha greta do entre pernas ouvi a voz de Rodrigo na porta perguntando o que aquilo queria dizer. Virei a cabeça na sua direcção e vi que vinha acompanhado dos restantes repúblicos e de mais alguns amigos que tinham estado connosco no Mono.
Covarde como era, o Tomás ficou todo atrapalhado. Embora a tivesse grande tratou de guardar a pila até porque estavam ali algumas raparigas e ainda disse que tinha sido eu a desafiá-lo para me montar em cima da mesa da cozinha. Ia negar tudo como era evidente mas o Rodrigo não me deixou falar.
- Não acredito que a Sandra tendo-me a mim para a montar, e depois de ter dormido já contigo alguns meses te fosse pedir tal coisa. E sabes porquê? Porque tenho a certeza de ser muito mais eficiente do que tu a cobri-la já que além de te fechares no banheiro batendo punhetas nunca ninguém te vê com miúdas no quarto. Nem às putas vais. Se queres que te diga, Tomás, a ideia que faço da tua capacidade de foder é que deves ser o tipo de homem para quem até os colhões estorvam na hora de montares uma mulher. Queres ver porque razão a Sandra te trocou por mim? Querem ver todos? Então deixem-se estar que vou foder com a Sandra na vossa frente e quero que me digam se há muitos homens a fazerem-no como eu o faço.
A maioria das moças presentes, namoradas dos outros repúblicos, disse logo não querer ficar a ver aquela sessão de sexo ao vivo, o que fez os namoradas imitá-las. Mas os rapazes que não tinham namoradas presentes e que eram uns sete ou oito, e quatro das moças, quase todos estudantes de Medicina, ficaram.
- Então vou-vos mostrar como um homem consola uma mulher. – disse Rodrigo. – E tu Sandrinha para me estimulares ainda mais o desempenho é melhor começares por me lamberes muito bem o instrumento.
Dando a volta à mesa para se acercar da minha cabeça Rodrigo baixou as calças e sem qualquer pudor chegou-me o caralho na boca. As moças algo constrangidas desviaram o olhar para não lhe verem o membro erecto. Eu também estava algo embaraçada já que nunca fodera nem chupara com gente a assistir e até me tentara opor mas quando Rodrigo antes de mo meter na boca me começou a bater com ele na cara chamando-me de putazinha gostosa todo a timidez me desapareceu.
- Chupa-me putazinha deliciosa, mostra a estas meninas como se chupa o caralho de um homem e a estes meninos o que é ter uma mulher que nos sabe chupar bem o caralho e os tomates.
Com o peito deitado em cima da mesa fiz-lhe um gargarejo que o deixou tesíssimo. Os rapazes vendo aquilo deviam também estar no ponto de rebuçado e não fosse a presença das colegas estou certa que muitos deles se masturbariam ali. Então o Tomás, pelo que eu conhecia dele, devia estar pingando tanto nas cuecas que já as devia ter todas molhadas.
- Então o Tomás queria-te comer por trás? Pois também te como por trás – e ao mudar de posição, dando a volta à mesa, exibia o seu caralho insuflado. As moças mais uma vez procuraram desviar os olhos mas Rodrigo exibicionista como era chamou-lhes a atenção para ele.
- Que é isso? Se querem comprovar como um homem de verdade fode uma mulher não podem ter vergonha de ver uma piça com tesão. Ainda para mais estudantes de Medicina.
As moças coradas mas progressivamente mais à vontade lá lançaram uma olhada ao caralho do Rodrigo, rindo-se muito e confirmando que de facto a olho nu ele parecia um ferro tão teso se encontrava. Como fiquei orgulhosa por as ouvir dizendo aquilo.
Rodrigo pôs-se então atrás de mim e levando-me a saia até aos quadris penetrou-me com um dedo, vagarosamente fazendo-me gemer de prazer.
- É assim que se começa por satisfazer uma mulher, Tomás – gabou-se – Vou-te abrir um pouco esta rachinha minha putazinha deliciosa. Vais precisar de a ter bem aberta já que quero meter muito nela.
Quando mo meteu, desabotoou-me a blusa e levantou-me a t-shirt interior apalpando-me as mamas até as deixar durinhas.
- Estás tão tesa como eu, não estás putazinha deliciosa? Então toma lá pau e goza nele – e os seus movimentos de vaivém dando-me na rata por trás eram mel para o meu corpo. Huuumm, haverá alguma coisa melhor do que aquilo? Para mais Rodrigo tinha uma maneira curiosa de foder que nunca vi em mais homem nenhum. À medida que o seu caralho entrava em mim ele deixava sair pequenos jactos de esperma mas sem se vir todo de uma vez o que me fazia dizer-lhe que ele se esporrava a conta-gotas. Mas eu adorava aquilo e com as mãos dele mas minhas mamas não demorei muito a gozar. Huuumm!
- Já, minha putazinha? – comentou Rodrigo –Estavas mesmo a precisar de pau. Mas eu não te tenho faltado com o meu.
Era verdade. Quase todas as noites o Rodrigo me dava uma queca. Este voltou-se então para a nossa assistência chamando-lhes a atenção para o facto e para o seu cacete ainda estar bem insuflado.
- Como notaram a Sandra já se veio e eu ainda continuo com os tomates cheios. O que quer dizer que a foda ainda não acabou e que ela ainda vai voltar a gozar comigo.
Mandou-me então voltar de barriga para o alto em cima da mesa e desta vez tirando o resto da roupa que o cobria, o que fez as quatro moças voltarem a corar e a desviarem o olhar embaraçadas, começou a beijar-me e a trincar-me as orelhas e o pescoço descendo por ele abaixo até às minhas coxas semi-tapadas pela saia. Alguns dos rapazes pediram-lhe que ma removesse mas Rodrigo não lhes fez a vontade.
- Isso queriam vocês! – observou-lhes – Estão tão pouco habituados a verem a rata a uma moça que se eu tirasse a saia à Sandra aposto que sujavam logo as calças – esta observação verdadeira fez com que agora fossem pelo menos alguns deles a ficarem corados e as moça a rirem-se.
Quando Rodrigo me começou beijando as coxas, e apesar da presença deles, não se inibiu de me fazer um curto minete que me voltou a despertar o tesão mas que motivou alguns comentários dos rapazes, do género que eu era uma mulher com sorte pois que tinha um homem que não se importava de me passar o chão da minha privada a pano e que ele até com a boca gostava de provar da minha latrina. Mas o que me soube mesmo bem foi quando Rodrigo depois de me beijar os mamilos os começou a trincar levemente e os sugou como se fosse um bebé mamando neles. Ohhh! Adoro que me mexam nas mamas.
- As pernas ao alto, tesuda – ordenou-me no final. Mas não tive de as levantar pois ele mesmo se encarregou de o fazer com as suas mãos agarradas aos meus joelhos e naquela posição fodeu-me demoradamente. De vez em quando tirava o cacete fora, esfregando-o nos meus lábios e nas minhas coxas, voltando-o a meter, enquanto com a boca me voltava a morder as mamas. Eu delirava de prazer sentindo-lhe o pau entrando e saindo sempre duro e forte, e os seus pequenos jactos de esporra quente e húmido molhando-me o canal.
- Aprende Tomás – dizia Rodrigo entusiasmado – é assim que se fode uma mulher, não é meninas? É assim que a Sandra gosta que a fodam. Aposto que os vossos namorados nunca vos foderam assim.
Os rapazes estavam excitadíssimos pois se tinham sentado e estavam de pernas cruzadas para não se lhes ver o inchaço genital. As moças também deviam estar e mais uma vez procuravam desviar o olhar das cenas mais quentes mas eu agora estava completamente à vontade. Senti que me estava novamente começando a vir-me. Rodrigo também já ameaçava o jorro final.
- De pé, Sandrinha – disse saindo de cima de mim – vou-me vir de pé para que todos vejam o meu gozo escorrer por ti abaixo.
Com os seus braços em cadeira como gostava de os colocar quando me fodia em pé, carregou-me até à parede, encostou-me a ela e eu com o meu pé direito encostado ao seu pescoço deixei que me penetrasse pela terceira vez até gozarmos ambos em simultâneo.
- Cheguem um bocado de papel senão o chão vai ficar cheio de esporra – ordenou Rodrigo no final, ainda eu estava sentada nos seus braços, as costas na parede fria, seu caralho murchando ia saindo de dentro da minha vagina muito lentamente e aquele leitinho que tão bem me soubera também. Dois dos rapazes estenderam uma toalha de papel entre os nossos pés, tendo aproveitado para me darem uma espreitadela à minha vagina sem o Rodrigo se aperceber. Depois vestindo as calças mandou-me lavar as partes mas não me demorasse o que mais uma vez tratei de fazer. Alguns dos presentes incluindo as quatro raparigas quiseram sair também, os rapazes provavelmente para tocar punheta ou para irem arranjar parceira com quem tentar fazer o mesmo, mas Rodrigo não o consentiu dizendo que o espectáculo ainda não acabara. Quando voltei à cozinha percebi que Rodrigo se gabava dos seus talentos de fodilhão e por isso não tinha problemas em que lhe vissem a ferramenta ou que o vissem em acção como acabara de provar.
- Não sei é se todos os meninos presentes poderão dizer o mesmo – continuou mal me viu entrar – Em especial os que têm o costume de mandar bocas e apalpar as namoradas dos outros quando os namorados não estão. Tomás, há pouco quando não estava ninguém na república quiseste comer a Sandra, não quiseste? Pelo que me pareceu ela não estava com a mesma vontade que tu, mas mesmo assim quiseste comê-la. Segundo ela diz quando a comias nunca a fizeste gozar um orgasmo. Pois bem, prova-nos que as acusações dela são falsas. Se não te passou o tesão, se a presença de público não te inibe, e ainda se não tens nos teus atributos de macho nada a esconder de ninguém, então faz agora o que não fizeste há pouco e come-a. Mas na frente de todos como eu fiz e não te comportes como um tarado para nos mostrares que és tão capaz de o fazer como eu. Já vistes como a Sandra gosta que a fodam por isso não te acanhes e afinfa-lhe como um homem se é que o és. E se a conseguires foder como eu então eu devolvo-ta e podes voltar a dormir com ela. Vamos. Podes mandar colocá-la na posição em que a querias foder quando entramos.
Tentei opor-me pois ele me estava tratando como uma vulgar mercadoria embora a proposta de Rodrigo me tivesse deixado algo entesada mas este ameaçou de imediato expulsar-me da república. Submeti-me não tanto por medo da ameaça mas por ter a certeza que Tomás depois daquilo que vira esporrar-se-ia todo só de encostar a pila na minha greta.
A maioria dos rapazes alinhou pelos argumentos de Rodrigo e Tomás pressionado por eles não quis dar parte de fraco embora já devesse saber que ia sair-se mal. Dizendo ser tão macho como o primeiro para me comer, baixou as calças mostrando a todos ter o caralho quase tão grande como o do Rodrigo, embora estivesse de facto bastante melado, e mandou-me colocar na posição em que me colocara quando foi surpreendido. Em seguida baixou-me a saia e a calcinha expondo a todos o meu rabo o que confesso não me agradou.
- Abre as pernas – obedeci-lhe embora procurando apertar ao máximo os músculos vaginais para lhe dificultar a penetração e fazê-lo esporrar-se mais depressa, truque que mais tarde como prostituta voltaria a usar mais vezes, em especial quando os clientes eram rapazes inexperientes. Em todo o caso não foi preciso tal expediente. Tomás estava excitadíssimo e assim mal começou a esfregar o seu bacamarte na minha brecha do prazer logo lhe senti a cabeça tremendo e em dez segundos ou menos, antes mesmo de a meter, já se vinha envergonhadíssimo tanto mais que estavam moças testemunhando a sua fraqueza.
- Ò Tomás, foder é bom, não foi? – comentou Rodrigo fazendo todos rirem-se – O Lucky Luke dispara mais rápido que a sombra mas tu esporras-te mais depressa do que levas a meter a piça. Agora é que o chão e a mesa da cozinha vão ficar sujos de esporra. Não admira que com a pressa com que despejas a Sandra te tenha trocado por outro homem na primeira oportunidade. E vocês meninas digam lá se não faziam o mesmo.
Com excepção da São, uma brasileira, as restantes três estavam demasiado embaraçadas de novo para dizerem fosse o que fosse. Tomás tentou defender-se, dizendo que se excitara demasiado e que eu apertara as coxas propositadamente para o fazer despejar e que se o Rodrigo permitisse que eu o chupasse ele voltaria a ficar com a piça em pé e então eles poderiam ver se ele sabia foder ou não, mas Rodrigo dizendo-lhe que ele perdera a sua oportunidade de provar que era homem mandou-o subir as calças e limpar o chão. Foi o primeiro homem que humilhei e a fama de esporrador precoce que tal humilhação valeu a Tomás fez-me sentir vingada da sua tentativa de violação e das suas apalpadelas furtivas. Foi a partir dessa noite que na república o Tomás ganhou a alcunha de Lucky Luke da esporrradela.
Nessa noite voltamos ao Mono que só fechava às duas da manhã, mas Tomás encerrou-se no quarto e durante uns dias só saiu dele para comer. Pelo menos nessa noite já aliviara os tomates e não precisaria de bater punheta. O mesmo não posso dizer dos outros três rapazes que assistiram à minha trepada com Rodrigo e que viviam na república. Nessa noite antes de se deitarem fizeram fila à porta da casa de banho e pelo tempo que cada um demorou podia ter a certeza que não estavam apenas a despejar a bexiga. Pelos vistos e apesar das quatro parceiras que também tinham estado na cozinha connosco, nenhum deles arranjou fêmea disponível a aliviá-los na cama pelo que tiveram de se desenrascar à mão estimulados com as imagens que lhes proporcionáramos. Rodrigo quando nos fomos deitar e viu dois deles perfilados à espera de vez na porta da casa de banho trancada ainda lhes fez uma sugestão que eles não aceitaram.
- Eu nem à porta de uma casa de putas esperaria tanto tempo para foder, quanto mais para esfolar uma punheta como me parece é isso que vão fazer. Porque não fazem como eu e a Sandra fizemos e não a tocam todos juntos?
Um deles, o Berto, olhou para mim e pelo olhar entendi o que ele quis dizer. Nenhum homem gosta de tocar punhetas em público. Já foder com a namorada do presidente da república estudantil, isto é eu, seria outra coisa. Se Rodrigo em vez de mandar o Tomás fazê-lo tivesse mandado qualquer um deles comer-me, tenho a certeza que o final desta história teria sido diferente.

SANDRA

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