Dicas de trabalho

10 palavras-chave para conseguir um emprego

Se você está atrás de emprego, sabe muito bem que as coisas não estão fáceis.

Nesse caso, que tal algumas dicas para lhe ajudar a ser bem sucedido nessa busca?

Especialistas apontaram 10 palavras-chave para um bom currículo (e uma boa entrevista):

1 – Persistência

O cara pode ser o maior gênio que já pisou na Terra: se não souber persistir, desiste facilmente e acaba virando uma promessa não cumprida. Quando se candidatar a uma vaga, mostre que é persistente – e, se for contratado, cumpra, é claro.

“Funcionários persistentes não desistem com facilidade e geralmente produzem resultados melhores”, diz o professor de gerenciamento e recursos humanos Timothy Wiedman, da Universidade Doane (EUA).

Como ser profissionalmente elegante quando a empresa permite um traje mais casual

Existe um fato real no cotidiano de milhares de profissionais existentes no mercado de trabalho hoje em dia: poucos sabem se vestir apropriadamente quando a empresa não exige o paletó e gravata ou quando há a famosa casual friday. Para começar existem aqueles que confundem casual com esportivo e dá-lhe usar roupas apropriadas para um clube e péssimas para um ambiente profissional. Além disso, existe um problema mercadológico no Brasil: "aqui, a moda masculina é ou muito streetwear e surfwear ou é ela é terno Ricardo Almeida. Não existe meio-termo porque não vivemos esse meio-termo", disse Chiara Galetta, consultora de moda do canal GNT e uma das apresentadoras do programa Tamanho Único.

Aprenda 10 truques que vão melhorar o desempenho no trabalho

Trabalhar nunca será tão divertido e prazeroso quanto qualquer outra coisa que você possa fazer no seu tempo livre. Mas nem por isso precisa ser um sacrifício. Enquanto estiver no trabalho dê o melhor de si e aproveite o máximo possível, assim você vai se sentir mais satisfeita com os resultados. Confira a lista de dicas surpreendentes (e algumas aleatórias) publicada pela revista Cosmopolitan para mudar sua rotina e garantir uma boa performance profissional:

1. Marque suas férias
Pode parecer contraditório, mas estudos mostram que antes das férias as pessoas sentem uma dose extra de alegria. E quando você está feliz trabalha melhor. Então, agende algumas pequenas viagens e para curtir essas boas vibrações.

Ter um parceiro desempregado pode afetar seu desempenho no trabalho

Muitos estudos já mostraram que o estresse pode ser mortal. Entre seus males, já foi associado a ataques cardíacos e doenças, além do estresse no trabalho estar ligado a um maior peso corporal.

Agora, uma pesquisa descobre que nem precisa ser você o estressado para que sofra consequências na sua saúde. Com as altas taxas de desemprego mundiais, os que ficam em casa estão afetando negativamente muitos dos que ainda estão trabalhando, especificamente aqueles que dormem ao lado deles todo dia.

Segundo o estudo, a dependência dos desempregados pelo apoio de seus parceiros pode adicionar estresse aos que trabalham e, potencialmente, afetar seu desempenho no emprego.

A pesquisa analisou as tensões diárias sentidas pelos casais nos quais um dos cônjuges estava desempregado, e como esse estresse afetou cada um deles.

O estudo mostrou que o aumento dos níveis de estresse sobre o cônjuge empregado levou a problemas, tais como: aumento nas discussões com colegas de trabalho; constante sensação de estar sobrecarregado e insatisfação geral com o trabalho que está produzindo.

Segundo os pesquisadores, agora mais do que nunca os empregadores precisam ser sensíveis aos empregados que têm um cônjuge desempregado. Infelizmente, muitas empresas estão reduzindo os serviços de apoio às famílias por causa de seus custos.

Especialistas acreditam que a conscientização é fundamental para ajudar os casais a aliviar um pouco desse estresse. Eles precisam estar conscientes do seu estado emocional, o que nem sempre é o caso; muitas pessoas negam ou fingem que não há nada com o que se preocupar.

Os especialistas encorajam os casais, sejam por si mesmos ou com ajuda de um conselheiro, a reservar um tempo em uma base regular para ter discussões francas sobre seus medos e propor estratégias para tentar lidar com eles. Essa “liberação de energia” é importante.

Claro que isso nem sempre é fácil. Como os casais são tão emocionalmente entrelaçados, é complicado evitar que o estresse e os problemas em casa afetem as experiências de trabalho, por exemplo. Mas existe sempre a chance de melhorar nossas emoções.

Os pesquisadores dão dicas de coisas que os parceiros de desempregados podem fazer para reduzir seus níveis de estresse, como não falar sobre a busca de emprego de seu parceiro durante as horas de trabalho, apoiar-se na família e nos amigos para sustentar a situação, e almoçar com colegas para tirar a mente dos problemas de casa, mesmo que brevemente. [LiveScience]

 

Pesquisa revela que 77% das pessoas se sentem mais produtivas fora do escritório

A Citrix Systems realizou uma pesquisa informal com os visitantes de seu website durante um período de quatro dias, recebendo 350 respostas de pessoas do mundo inteiro, nas quais 77% dos entrevistados revelaram se sentir mais produtivos trabalhando fora do escritório.

O questionário apresentou uma série de perguntas sobre como e onde os funcionários preferem trabalhar, quais são os dispositivos utilizados, suas percepções sobre a computação em nuvem e até que ponto a atenção é desviada enquanto desenvolvem suas atividades pela Internet.
A pesquisa também revela que:

• 67% dos entrevistados utilizam dispositivos pessoais para realizarem tarefas profissionais
• 69% preferem usar smartphones durante viagens de negócios
• 87% afirmaram que o trabalho remoto é aceito em suas empresas
• 54% trabalham remotamente durante um ou dois dias por semana, e 27% por três dias ou mais
• 87% alegaram que resolvem seus próprios problemas de TI, sem o suporte da empresa
• 64% dos entrevistados usam entre três e quatro dispositivos diferentes por dia

Para a Citrix, esses resultados evidenciam a tendência das empresas em migrarem para a virtualização de desktops. “A virtualização oferece mais flexibilidade e mobilidade aos colaboradores, permitindo-os acessar seus desktops corporativos personalizados de qualquer lugar. Além de gerar economia em infraestrutura e energia para as empresas, a virtualização também auxilia os colaboradores no equilíbrio de tempo pessoal e corporativo”, destaca Enrique Pla, vice-presidente da Citrix para a América Latina e Caribe.
O levantamento também aponta que uma porcentagem crescente de tarefas do dia a dia é feita online. Entre os entrevistados, 57% afirmaram realizar suas atividades bancárias, compras, reservas em restaurantes, suporte técnico, além de outras atividades, por meio da Internet.

 

Para a pergunta ‘você reconhece o valor da computação em nuvem?’, 43% dos entrevistados disseram que sim.

 

Conheça os 5 amigos imprescindíveis para se ter no trabalho

Em muitos casos, funcionários passam a maior parte do dia trabalhando num mesmo ambiente, cercado por colegas de trabalho. Tantas horas de convivência levam a relacionamentos que podem ser superficiais ou amizades mais profundas.

Independentemente do caso, ter amigos no trabalho torna as tarefas diárias mais satisfatórias e deixa as pessoas mais felizes e mais dispostas. O resultado é de uma pesquisa do instituto Gallup que mostra que a satisfação no trabalho é até 50% maior quando se mantêm amigos por perto no escritório.

A partir daí, o site especializado em carreira feminina Excelle listou cinco amigos que, além de tornar seu dia mais agradável, ainda podem ser de grande ajuda na manutenção ou crescimento da carreira. Isso não significa que seja necessário incluir essas pessoas na lista de amigos para o happy hour, mas apenas manter bom relacionamento, como maneira de unir o útil ao agradável. Confira:

Gerente de tecnologia
Você até pode ter conhecimentos de informática, mas não escapa de panes no sistema, como travas ou perda de emails arquivados. Muitas vezes, pode precisar de ajuda para alterar configurações ou consertar programas que não estão funcionando direito. Nessas horas, o gerente de tecnologia é um bom aliado. Pode ser também técnicas de empresas terceirizadas que dão plantão em empresas ou são chamados em caso de necessidade. Manter bom relacionamento com ele significa que você deve ser gentil quando o computador pifa no dia de uma apresentação importante e não surtar na frente dele, cobrando resultados imediatos. Manter conversas mesmo quando não precisa de ajuda também é uma boa maneira de contar com uma assistência rápida e eficiente em momentos de crise. Ele pode até dar dicas sobre programas e novidades tecnológicas do mercado e manter você informada sobre atualizações e novas tarefas dos programas que usa diariamente, facilitando muito a vida no trabalho.

Veterano
Contar com alguém mais experiente do que você na empresa pode ser de grande ajuda. Os veteranos conhecem a história da companhia há mais tempo do que você e também os funcionários e todas as políticas internas que talvez você ainda não tenha percebido ou tido a chance de experimentar. Eles também podem ser a fonte de informações para dúvidas que você não tem coragem (ou pegaria mal) perguntar para o chefe. Apenas escolha com cuidado quem será seu amigo na categoria, pois nem todos podem estar dispostos a colaborar. A melhor opção é a pessoa que se mostrou mais receptiva desde seus primeiros dias de trabalho e com quem mantém coisas em comum.

Alguém de outro departamento
Não adianta dizer que não faz. Todos, em algum momento, desabafam sobre coisas, atitudes ou pessoas no trabalho. Antes de fazer isso, pense nas consequências. O ato pode funcionar como fator de desmotivação no trabalho e até mesmo prejudicar seu relacionamento com outros colegas ou atrapalhar em oportunidades futuras, como prêmios ou promoções. Não conte com a discrição e a lealdade dos colegas. Um funcionário de outro departamento, no entanto, pode ser uma boa opção para conversar sobre coisas que a incomodam. Ele provavelmente dará uma nova perspectiva sobre o assunto, pois está longe dos acontecimentos. Mesmo assim, tome cuidado com o tom dos comentários, pois eles podem chegar aos ouvidos do chefe ou de pessoas importantes no processo de tomada de decisões.

Secretária ou recepcionista
Não fale com ela apenas quando precisa de algo. Elas mantêm a vida do escritório e da maioria das pessoas em ordem, desde garantir que não falte café até fornecer canetas e lápis novos à equipe. Portanto, não a ignore, recorrendo a ela apenas quando precisa resolver algum problema. Inclua essa peça importante do dia a dia em sua rotina, convide-a para almoçar e colabore para manter as coisas em ordem, como repondo os copos de água no bebedouro, mantendo sua mesa limpa e ajudando a preservar os utensílios de uso geral. Ela, com certeza, vai perceber isso e ficar feliz com você.

Seu melhor amigo
Mesmo se você for um superfuncionário, precisará de ajuda em muitos momentos. Não pense que dá para sobreviver sozinho no ambiente de trabalho. Isso fica ainda mais evidente quando acontece algum problema e você precisa faltar ou sair mais cedo. Nessas horas, conte com a pessoa com quem mais tem afinidade. Pesquisas apontam que o funcionário que mantém um amigo próximo no escritório é até sete vezes mais engajado no trabalho, ou seja, é mais produtivo também. Seu melhor amigo também pode ajudar a pensar em ideias e projetos novos, pode ser confidente sobre problemas e pessoas, até mesmo ouvir comentários indiscretos que não faria para outros. Essa amizade pode até evoluir para fora do ambiente de trabalho, como em happy hours ou eventos particulares e familiares.

 

 

Saiba quais são as cores boas para o trabalho

Quer melhorar seu rendimento no trabalho ou escrever um livro? Escolha bem a cor das paredes de seu escritório ou quarto, inclusive o do fundo de tela de seu computador. O sucesso e avanços da atividade e os projetos que empreender dependerão em certa medida das cores que o rodeia. Um recente estudo elaborado por cientistas da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, apontou que os ambientes nos quais o vermelho predomina tornam as pessoas que os frequentam mais precisas e aptas para tarefas que requerem o uso da memória e da atenção como, por exemplo, a correção de um material escrito.

Por outro lado, se o que se deseja é fomentar ou aumentar a criatividade, convém trabalhar e se movimentar em ambientes de cor azul, que é o mais indicado para conseguir bons resultados em situações como "uma tempestade de ideias", destinada a avaliar um novo produto ou a encontrar a solução para um problema determinado, segundo os autores da pesquisa realizada com 600 pessoas.

Os participantes deste estudo foram divididos em três grupos e tiveram que resolver vários testes com as palavras ou as imagens que visualizavam em um computador, cujo fundo de tela era vermelho, azul ou de cor neutra.

Os pesquisadores descobriram que aquelas pessoas que trabalharam com um fundo vermelho em seu monitor, alcançaram melhores resultados nas provas de memória e atenção, enquanto que aqueles que utilizaram o fundo azul em sua tela foram superiores nos testes relacionados com a criatividade.

A pesquisa, liderada por Juliet Zhu, professora-assistente na Escola de Negócios da Universidade da Colúmbia Britânica e publicada pelo jornal The New York Times, mostrou outros resultados surpreendentes como os de um teste que consistia na solução de diversos anagramas.

As tonalidades influem no ânimo
Um anagrama é um trocadilho, que consiste em formar um novo vocábulo ou frase, ao alterar a ordem das letras de outra palavra ou frase anterior. Nesse teste apareceram termos como "perigo", quando o fundo de tela era vermelho, ou "aventura", quando era de cor azul.

Em outro dos testes foram analisadas as reações dos participantes perante diferentes mensagens publicitárias, encontrando que aquelas mensagens que mencionavam qualidades de produtos ou proibiam determinadas ações chamaram mais a atenção quando apareciam sobre fundos vermelhos, enquanto que aqueles que tinham desenhos criativos ou destacavam certas atividades positivas tiveram mais repercussão em fundos azuis.

O uso de determinadas cores, aplicadas sobre o corpo, a roupa ou o ambiente, em forma de banhos gerais ou feixes de luz muito precisos de diferentes tonalidades pode ajudar a melhorar a saúde e o bem-estar, assinala o médico Miguel Pros Casas, um dos fundadores da Associação Espanhola de Médicos Naturistas (AEMN).

De acordo com ele, "a cor influi no comportamento e no humor da pessoa e exerce um forte efeito fisiológico, e existe uma relação entre as preferências em matéria de cores e a personalidade das pessoas".

Concretamente, os duas cores usadas no estudo canadense têm efeitos bem estudados pela denominada cromoterapia, uma medicina alternativa que aproveita a influência das cores sobre a pessoa, para prevenir e tratar diferentes transtornos do corpo e da mente.

De acordo com os cromoterapeutas, a cor vermelha estimula e ativa a vitalidade, o fígado e o baço, além de exercer um efeito benéfico sobre a depressão e o desânimo sobre a bronquite crônica - propício para os casos de digestões lentas ou preguiçosas (prisão de ventre).

Já o azul, fresco e relaxante, ajuda a diminuir a tensão nervosa, a eliminar as ideias obsessivas e a conseguir uma melhor estabilidade emocional, usado contra dores de qualquer tipo, em estados infecciosos e em ferimentos e queimaduras.

 

 

Insegurança atrapalha mulheres no trabalho

Apesar das conquistas femininas no trabalho, assuntos como preconceito e competição com os homens sempre vêm à tona. Mulheres e carreira foram tema de uma nova pesquisa realizada com 3 mil mulheres pelo Institute of Leadership and Management, entidade inglesa de consultoria de carreira.

O resultado principal é o de que se existe algo que impeça que se chegue ao topo não é a questão de gênero e sim insegurança por parte de muitas profissionais, na comparação com os homens. Confira os principais dados do levantamento:

1) 75% das entrevistadas em posições mais elevadas acreditam que têm "teto de vidro" (metáfora para espécie de "barreira" do mundo dos negócios), o que as impediria de galgar postos mais altos na carreira, mas apenas 36% acreditam que suas carreiras sofreram prejuízos reais por conta desse "teto";

2) A pesquisa concluiu que as mulheres demonstram níveis mais baixos de ambição e autoconfiança do que os homens, fator que prejudica avanços a postos mais altos;

3) Apenas 30% das entrevistadas com menos de 30 anos admitiram que esperam se tornar diretoras ou gerentes em níveis mais altos. Entre os homens, 45% disseram que têm essa meta;

4) Metade das mulheres em nível de gerência disse ter alto nível de confiança nelas mesmas, já mais de 70% dos homens afirmaram a mesma coisa;

5) 38% dos entrevistados homens acreditam que existe discriminação em relação às mulheres;

6) 47% das pesquisadas afirmaram que gostariam que existissem cotas de vagas para mulheres em níveis de diretoria e de comando;

7) As mulheres mostraram-se mais confiantes em relação a abrir um negócio próprio do que disputar cargos altos nas empresas onde trabalham atualmente;

8) Uma em quatro mulheres com menos de 30 anos pretende abrir um negócio próprio nos próximos 10 anos.

 

Usar decote é um dos maiores erros da mulher no trabalho

Se você ainda não se convenceu de que discrição é regra de ouro no quesito roupa de trabalho e não perde a chance de usar decote, inclusive no escritório, é melhor pensar melhor. Caso contrário, sua carreira pode estar em perigo. De acordo com uma pesquisa inglesa, esse costume é um dos maiores erros que uma mulher pode cometer no trabalho.

O estudo proposto pelo empresário Peter Jones contou com a opinião de 3 mil gestores e funcionários. Constatou que um em cada cinco gerentes admitiu ter despedido alguém por não se vestir adequadamente. Além disso, quase metade dos chefes deixou de promover ou aumentar o salário de algumas pessoas pela mesma razão.

Segundo o jornal Daily Mail, 80% dos empregadores disseram que as roupas podem realmente ter efeito sobre a vida profissional. A maioria deles rejeita candidatos que aparecem desalinhados na entrevista.

 

10 comportamentos insuportáveis no trabalho

Um bom relacionamento com as pessoas dentro do ambiente de trabalho é essencial tanto para a carreira como para a qualidade de vida. Mas manter um clima amistoso com os colegas profissionais nem sempre é fácil. Desagradáveis e até mal intencionados, alguns perfis desafiam a convivência com piadas excessivas, reclamações ou mesmo puxando o tapete dos outros. A psicóloga Juliana Saldanha, consultora de recursos humanos do Grupo Soma, orienta sobre as melhores reações. Selecionamos dez comportamentos insuportáveis no trabalho e dicas para lidar com cada um deles:


1. INJUSTIÇADA

"Eles não gostam de mim"

Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. É extremamente sentimental e não tem foco no trabalho. Geralmente deixa a desejar profissionalmente, mas, mesmo assim, jura que é muito competente.

“O perseguido é um perfil difícil até porque não se sente assim só no profissional. Se um carro espirrar água de poça nela, também vai achar que é pessoal. Mas fugir das responsabilidades, ser a vitima, às vezes é insegurança”, aponta Saldanha. O segredo é não entrar na onda e começar a reclamar dos chefes também.
 

2. FALSO BONZINHO


"Essa é a equipe mais bonita do prédio"

Parece um anjo à primeira vista. Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos. Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome. Ele vai negar tudo e sair pela tangente. Mas não se engane, mês que vem tem mais!

O famoso “duas caras” é mais um caso de insegurança, segundo a consultora. “Acredita que para crescer não pode ser ele mesmo. Devemos evitar generalizações, mas normalmente essa pessoa tem segundas intenções e quer levar vantagem”, diz ela. Mas não tente desmascarar o “anjinho”. É melhor manter distância.
 

3. FOFOQUEIRA INCORRIGÍVEL



"Tenho uma boa pra contar"

Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades. Critica a roupa e cabelo das colegas, mas no fundo inveja cada centímetro.

“Falamos que a pessoa tem que ter bom senso, mas isso é relativo porque as experiências de vida são diferentes”, avalia Juliana. Sair de fininho das conversas sobre terceiros é a melhor forma de agir. A fofoca só existe porque alguém está ali para ouvir. “Não precisa dizer que não quer falar com ela, mas sinalize que tem outras prioridades e não seja conivente. Busque neutralidade”, orienta.

4. PUXA-SACO BAJULADOR 



"Seu corte de cabelo está incrível"

É um clássico no mundo corporativo. Em suas relações, classifica as pessoas por cargos – e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado.

Nada de fazer igual para ganhar pontos! “Um chefe com vivência maior consegue perceber que está sendo bajulado”, diz Juliana Saldanha. Portanto, ninguém perde pontos para o puxa-saco. Existem pessoas solícitas naturalmente, sem forçar a situação. “Não se iguale nem seja ingênua”, recomenda a consultora.
 
 

5. OVERSHARING



"Alguém tem remédio para prisão de ventre?"

Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece.

Se você der a mínima corda, a “oversharing” vai explicar seus problemas em detalhes, sem perceber que você está olhando para o outro lado. No limite, entram em assuntos constrangedores – escatológicos, sexuais, patológicos. “Ambiente corporativo não é consultório sentimental. Mas as pessoas só falam muito porque alguém escuta”, diz Saldanha. Com medo de passar por chato, quem ouve as histórias excessivas nem sempre consegue sinalizar que aquilo invade a liberdade do seu ouvido. A dica é cortar o assunto e não fazer comentários que vão aumentar o diálogo.

6. CARREIRISTA ESPERTINHO



"Veja os meus projetos"

Está no jogo para ganhar. Ser bem sucedido é quase uma obsessão. Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas.

A dica aqui é simples: nunca compartilhe ideias e projetos com ele, por mais bacana que possa parecer na mesa de bar. Ele vai roubar seus insights, não duvide disso. Se apegue aos assuntos genéricos, comente sobre o tempo, o programa de TV, o futebol...

7. ULTRASEXY



“Eu já fui modelo”

Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage. No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente. Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso.

“Provavelmente ela não acredita na sua competência profissional. É preciso que a equipe seja assertiva para mostrar que não gosta daquilo”, recomenda Juliana. E evite qualquer elogio à maquiagem ou roupas que possa inflar ainda mais esse ego.

8. GALÃ OFICIAL



"Cheguei, garotas!"

Ele não anda pelo corredor, desfila. Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu.

“Não fique achando que você é a rainha da cocada preta só porque o cara fez uma brincadeira”, diz a psicóloga. Geralmente não é pessoal, esse tipo tende a repetir as gracinhas com todas as outras meninas do andar. Mas se ele extrapolar ou passar dos limites, então expresse seu sentimento com clareza, mas de forma suave. Não é preciso brigar com o garotão bobo e ficar marcada no andar pela sua agressividade.

 
9. MATRACA SOLTA



"Isso me lembra uma história ótima"

Ela não para de falar e tende a ser inconveniente. Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas.

Não entre no enredo que a pessoa está contando. Deixe que ela fale (quase) sozinha e mantenha os olhos na tela do computador ou folha do caderno. Dessa forma, ficará claro que você não está disponível e o assunto acaba mais facilmente. “Aos poucos as conversas vão diminuindo”, aposta Juliana.

 

10. PIADISTA SEM GRAÇA





"Entenderam o trocadilho?"

Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido. Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue. O problema? Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas.

A principal lição é parar de dar risadas forçadas. O sorriso, mesmo amarelo, prolonga o constrangimento coletivo e dá corda para o falso comediante continuar seu show. “A comunicação envolve as duas pessoas. Se o cara está vendo algum sinal de espaço ali, então vai falar mesmo”, aponta Juliana Saldanha.

Os 7 pecados profissionais da mulher no trabalho

Originalmente dominada por homens, a cultura corporativa ainda está se adaptando ao estilo feminino – e vice-versa. Para muitas vagas, a preferência é delas, inclusive. “Já acompanhei uma seleção em que o chefe acreditava que por ser mãe e executiva, a pessoa teria mais consciência da sua responsabilidade e seus papéis”, diz Gerson Correia, sócio da Talent Solution. O conceito de comportamento saudável no trabalho não tem a ver com copiar o modelo masculino – que também apresenta pecados específicos, mas diz respeito à superação de algumas tendências de conduta. Conheça sete delas:

1. Demonstrar fragilidade
Para muitas posições, sobretudo de liderança, é necessário ter pulso firme. E isso significa não fazer rodeios nas ocasiões em que a repreensão é necessária ou simplesmente dizer “não” com segurança. “Historicamente, a mulher tem um estereótipo mais fragilizado”, afirma Álvaro Gazda, office manager da empresa de recrutamento Michael Page. “Especialmente em vagas que pedem pulso mais forte.” A mulher que almeja esse tipo de cargo precisa estar disposta a mostrar que não é o sexo frágil e deixar claro a que veio.

 2. Ser muito agressiva
Parece contraditório com o item anterior, mas o erro está na dose. Ser firme é fundamental, mas há limites. “Algumas executivas, para se impor, são até mais agressivas com seus pares e subordinados do que seriam os homens. A melhor maneira de dosar é ouvir feedbacks da equipe”, esclarece Correia, da Talent Solution. Mas se o perfil da mulher é mais agressivo, vale tentar aproveitá-lo na vaga certa. “A dica é ser você mesma. A mulher tem que ter uma postura de segurança. Quem tenta parecer o que não é acaba sendo pego em algum momento”, diz Gazda, da Michael Page.

3. Extravasar a intimidade
Vale para uma entrevista ou para a rotina profissional: detalhes pessoais devem ficar em casa. “O entrevistador que faz uma pergunta pessoal não está pedindo para ela se abrir. É um erro estender-se demais, porque é fácil começar a falar de problemas”, diz Garzda. No ambiente de trabalho, também vale ter cuidado. Isso evita comentários maldosos, fofocas e intimidade indesejada por parte de pessoas desagradáveis.

4. Ser informal demais
A informalidade precisa ser domada. “Mulheres em cargos de média gerência tendem a ser um pouco menos formais do que os homens”, afirma Gazda. A linguagem e a forma de abordar os colegas de trabalho são dois momentos que normalmente denunciam a falta de adequação. Para ele, é puramente questão de tempo para as mulheres assimilem melhor essas nuances, já que entraram nos níveis gerenciais mais recentemente.

5. Misturar compromissos pessoais e profissionais
Atualmente, boa parte das empresas tem certa flexibilidade para gerenciar situações pessoais do funcionário. Apesar de contar com a colaboração do parceiro, a mulher é muito requisitada pela família, talvez pelo seu jeito prático e rápido de resolver problemas. Levar o filho doente ao médico é perfeitamente negociável e aceitável, o problema é quando a vida pessoal invade com muita frequência a profissional.

6. Reclamar da vida
Segundo o consultor Laerte Leite Cordeiro, a mulher peca nas ocasiões em que reclama demais da vida. Cumprir jornada tripla (trabalho, casa, filhos) realmente não é fácil, mas este é um problema pessoal, e não do chefe ou dos colegas de trabalho. Acredite: ninguém suporta ouvir lamentações. Além de prejudicar o desenvolvimento pessoal, também costuma ser muito chato. E para aquelas que ficam mais irritadas durante o período pré-menstrual, a dica é simples: segure a barra com elegância.

7. Vaidade do jeito errado
A palavra é adequação. Não importa se a empresa exige um código mais clássico ou informal, a chave é não querer se destacar demais por meio das roupas entre os colegas de trabalho. “Na dúvida, não ouse. Você nunca vai perder pontos por ser discreta”, diz Álvaro Gazda. Por conta do repertório de moda mais restrito, os homens levam vantagem. “O maior erro que ele pode cometer é errar na cor da gravata, mas isso nunca o desqualifica num processo seletivo, por exemplo.”

 

Veja oito dicas para encontrar emprego pela internet

 Mandar e-mails com currículo para recrutadores e rezar para que eles os acessem está ultrapassado. O novo modelo de contratação veio para ficar. Confira as dicas dos especialistas para conquistar um emprego por meio das redes sociais

Por Flávia Gianini

 

1 - Invista em visibilidade digital

Crie perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook, Google e em outras redes sociais. Relacione todos os seus perfis (por meio de "links"), de modo que a busca pelo seu nome seja fácil.

2 - Informe que você está procurando emprego

Use palavras-chaves como emprego, oportunidade, seleção, vaga, etc. e outras relacionadas à sua área para aumentar as chances que um recrutador seja direcionado para os seus perfis.

3 - Venda um "bom produto"

Saiba quais são seus pontos fortes e que tipo de empresa você gostaria de trabalhar, e só então crie um perfil sólido para que as empresas vejam que você é o candidato certo.

4 - Organize e promova sua presença online

Gerencie sua reputação na internet. Use as configurações de privacidade que não permitem que outros marquem você em posts e fotos.

5 - Produza conteúdo

Manter um blog atualizado pode ajudá-lo a compartilhar informações sobre temas que interessam a você, e cria um filtro que atrai oportunidades.

6 - Participe ativamente, mas com critérios, das seleções nas redes

No novo modelo de seleção não dá para atirar para todos os lados. Escolha as vagas que realmente interessam e dedique-se.

7 - Cuidado com cada clique

Se você está em comunidades, bom senso nunca é demais. Se a máxima “você é aquilo que come” é verdadeira, o mesmo pode valer “você é aquilo que posta”.

8 - Valorize seu passe

Não adianta a presença na internet sem boa formação tradicional. Recrutadores são unânimes ao afirmar que língua estrangeira, formação cultural e acadêmica de qualidade são fundamentais.

Fontes: Across; Jobvite; Robert Half; e Dan Schawbel

 

Para norte-americanas, boa aparência aumenta chances na carreira

A maioria esmagadora de norte-americanas no mercado de trabalho acha que a boa aparência é vital para o sucesso no trabalho, e uma em cinco executivas diz que segurou uma promoção ou um aumento por causa do modo de vestir de determinado subordinado, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira.

A pesquisa descobriu que 98% sentem que a aparência afeta suas carreiras, e que apenas 2% discordam.

A pesquisa foi feita com profissionais do sexo feminino, gerentes seniores e donas de negócios pela revista PINK, uma publicação destinada a mulheres no mercado de trabalho, e pela Corset Personal Styling, empresa de serviços para mulheres.

55% disseram que costumam achar que não têm nada para vestir, e 40% dizem que costumam comprar roupas que se parecem.

Quase metade das entrevistadas disseram usar muito preto, e pouco mais da metade disseram que têm dificuldades em encontrar roupas modernas e mais apropriadas à idade.

A pesquisa, conduzida pela internet pela PINK e pela Corset de 29 de setembro a 11 de outubro, entrevistou 137 executivas, donas de empresas, gerentes e profissionais.
 

Reuters

 

5 Exercícios para reduzir as dores de quem trabalha em escritório

Um treinamento simples ajuda a reduzir a dor e melhorar o funcionamento do músculo trapézio, que vai da parte de trás do pescoço até a parte superior das costas. Os exercícios foram criados a partir de um estudo dinamarquês que tem como objetivo diminuir as lesões causadas por movimentos repetitivos no ambiente de trabalho – conhecida como LER.

Os autores do estudo citam duas pesquisas realizadas recentemente na Dinamarca, que descobriram que mais da metade das mulheres que trabalham em escritórios têm dores freqüentes no pescoço. O outro estudo mostrou que mais de dois terços das trabalhadoras que têm este tipo de dor sofrem com dor muscular no trapézio.

A equipe de pesquisadores conseguiu encontrar cinco exercícios de força podem reduzir muito a dor no pescoço. Ao perceber os motivos que levam à dor no músculo e como melhorar o problema com os exercícios, os cientistas desenvolveram uma espécie de reabilitação para os músculos danificados.

Cinco exercícios fáceis que acabam com as dores

O estudo foi realizado com 42 mulheres que trabalhavam em escritórios, realizando tarefas repetitivas no computador, por exemplo, e que afirmavam ter dores fortes na área do pescoço, além de rigidez muscular. Os pesquisadores dividiram as mulheres em três grupos, aleatoriamente.

Um grupo de 18 mulheres realizou cinco exercícios com halteres – as imagens dos exercícios podem ser encontradas aqui, onde você também pode encontrar vídeos de cada exercício, em ângulos diferentes. Os exercícios fortalecem a musculatura do ombro, e foram realizados em três séries, três vezes por semana. O peso dos halteres foi adequado à força de cada uma das participantes e foi aumentado no decorrer das dez semanas em que o estudo foi realizado.

Outro grupo de 16 mulheres realizaram exercícios na bicicleta ergométrica, com base em outros estudos, que afirmam que a melhora da condição física geral ajuda no alívio de dores musculares. Com estes exercícios, os pesquisadores dinamarqueses queriam verificar se a força e rapidez ao mover os músculos melhoraria. As mulheres deste grupo realizaram três sessões de exercícios 20 minutos por semana.

O terceiro grupo, composto por oito mulheres, recebeu conselhos individuais e em grupo sobre ergonomia no ambiente de trabalho, alimentação, saúde e relaxamento, além de dicas para controlar o stress. As sessões eram realizadas durante uma hora todas as semanas. Elas não receberam nenhum tipo de treinamento físico.

Antes e depois do fim do estudo, os participantes tiveram a força e rapidez de movimento no trapézio testadas. Além disso, os cientistas analisaram amostras dos músculos das mulheres, para observar como o treinamento afetaria as fibras musculares e os níveis de dor a cada sessão.

Segundo a pesquisa, o exercício na bicicleta ergométrica não teve efeitos significativos sobre a força e rapidez do músculo estudado. Já o treinamento com os halteres diminuiu a dor em 50%, além de aumentar a rapidez de ativação do músculo e aumentou o número de fibras musculares ligadas à força.

Para a realização de exercícios físicos, é sempre importante a orientação de pessoas especializadas, que possam ajudar para que os resultados sejam benéficos e permitam que a dor muscular melhore — e não seja substituída por outra! [Science Daily]

 

Dicas para relaxar no trabalho. Mas só depois do trabalho...

Você está aí no estágio, já fez todas as sua pendências e não tem mais nada para fazer mas mesmo assim não tem coragem de ligar o f***-se e abrir os joguinhos em flash?

O papibakigrafo publicou algumas técnicas de “como vadiar no trabalho” que vão ajudar a sua vida a ficar menos intediante:

1 – Esconder todas as janelas: use o programa eFreeSoft Boss para minimizar todas as sua janelas caso seu chefe apareça de surpresa. Uma técnica alternativa a este programa é o famoso “windows+d” que minimiza todas as janela e deixa visivel apenas o destop (windows = aquele botão com bandeirinha do windows)

2 – Bate-papo discreto: baixe o Trillian e faça uma personalização que o deixe invisivel aos olhos do seu chefe.

3 – Twitter em planilhas: com o SpreadTwitter você consegue utilizar o serviço mais pop do momento sem chamar atenção.

4 – Parada para o café: com o Progress Bar você pode sair e usar a barra de progresso como uma bela desculpa para demorar.

5 – Lendo sem neura: no NZ Book você finge que trabalha enquanto lê, neste aqui os livros estão em formato power point.

6 – Jogando: o Work Folder disponibiliza vários jogos em uma paste cheia de blocos de nota (mas tome cuidado, o joguinho ainda representa um certo risco para a sua imagem caso seu chefe apareça).

7 – Poker no bloco de notas: para viciado em poker o NotePad Poker permite que você se divirta sem chamar atenção.

Gostou ou quer mais?

 

 

Ser gentil abre portas no trabalho

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. "Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado", diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. "A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos", afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. "Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada".

Exemplos
No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio - gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. "Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo", conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. "Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência", revela.

Problema de imagem
A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? "É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito", diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. "Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões", conclui.

Pratique
A frase "Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós", do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. "Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo", avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis
Coleque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 - Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo "obrigado" aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil - e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 - Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. "Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados", respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 - Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 - Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 - Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

Confira dicas para não errar na hora de contratar um arquiteto

A necessidade de curtir a casa e receber os amigos cresce junto com a valorização da figura do arquiteto. De acordo com o Instituto Brasileiro de Arquitetura (IAB), existem hoje 82 mil arquitetos formados no Brasil, profissional cujo objetivo maior é buscar a relação do homem com o espaço - papel essencial na melhoria da qualidade de vida. Portanto, na hora de construir, reformar ou decorar a casa vale pensar na contratação do arquiteto, que pode ser requisitado para uma simples consultoria ou até para o gerenciamento total da obra.

Nívea Mara Gonçalvez não abre mão dos serviços de um arquiteto para reformas e construções em sua pousada em Monte Verde (MG). "Antes, meu pai fazia tudo por conta própria. Quando assumi a pousada, há dois anos, prefiri ter sempre ajuda de um profissional. O resultado é melhor, mais aconchegante", diz. Ela já construiu chalés, piscina, sauna e agora é a vez um bangalô para leitura. "O projeto arquitetônico aproveitou bem a paisagem, o carro-chefe do local." Além do projeto, Nívea contrata o acompanhamento da obra, com visitas periódicas do profissional. "Tem coisas que a gente só descobre fazendo. Por exemplo, uma porta de vidro para a varanda que ficou pequena foi mudada a tempo", conta.

Já o metalúrgico Valdir Ramalho, de São Bernardo do Campo (cidade da região metropolitana de Sâo Paulo), contratou um arquiteto para o projeto da casa de praia, mas sem o serviço de acompanhamento da obra. "Me arrependi, pois o projeto foi seguido pelos pedreiros e ocorreram erros no meio do caminho. E, como eu só ia à obra nos finais de semana, não deu tempo de consertar", conta.

Como escolher
A primeira medida é escolher o profissional. Para a presidente do IAB, a arquiteta Rosana Ferrari, de Jundiaí (SP), é como procurar um médico: vale seguir indicação de amigos, pesquisar em sites e revistas especializadas e visitar mostras de decoração. Tudo isso vai mostrar o trabalho do profissional para que o cliente sinta se tem afinidade de estilos - contemporâneo, clássico, despojado. Além disso, ajuda a treinar o olhar e a aumentar o repertório de informações na hora de verbalizar os desejos ao profissional contratado. E, se não se sentir seguro com as orientações, vale procurar uma "segunda opinião".

Também é bom pedir ao profissional o seu portfólio e uma lista de clientes e referências para que se possa checar pessoalmente as informações. É importante ainda avaliar a formação, o treinamento, a experiência e as entidades das quais o profissional faz parte.

Funções
É preciso, antes de tudo, ter claras as funções do profissional. O arquiteto faz projetos de arquitetura, que vai desde a avaliação do terreno para a implantação do projeto, passando por detalhamento de interiores (paginação de piso e azulejos, luminotécnica e instalações hidráulicas e elétricas), até o gerenciamento da obra. Além disso, esse profissional pode fazer projetos de interiores, paisagismo e até a parte urbanística. "O arquiteto pode planejar desde uma cadeira até uma cidade", brinca Rosana.

Necessidades
Antes de contratá-lo, no entanto, recomenda-se verificar sua real necessidade. Você precisa somente de um projeto? Ou do projeto mais acompanhamento e gerenciamento da obra? Saiba que é possível contratar apenas serviços avulsos, como uma consultoria. Veja as etapas:

Projeto: é possível contratar o profissional apenas para criar o projeto arquitetônico, que inclui mudanças e soluções para o espaço de acordo com o que o cliente necessita. Segundo Rosana, dentro dessa fase estão previstos estudo preliminar, projeto pré-executivo, projeto executivo e detalhamento. De forma simples, significa que o projeto contém plantas e perspectivas, cálculos e projetos de estrutura e instalações elétricas e hidráulicas, além de opções de materiais para estruturas e acabamentos. O arquiteto também realiza o planejamento da obra e o cronograma (com tempo para conclusão de cada fase). Isso tudo deve ser seguido por quem vai executar a obra, que pode ser o próprio arquiteto. Ele cobra uma porcentagem do custo estimado da obra, calculado pela metragem quadrada da área a ser reformada ou construída e pela complexidade dos serviços.

Acompanhamento da obra: nessa fase, o arquiteto acompanha cada etapa para checar se tudo está sendo seguido de acordo com as especificações do seu projeto. Geralmente, o profissional visita a obra uma vez por semana e, se o piso foi colocado errado, por exemplo, é possível mudar a tempo. Para a presidente da IAB, o ideal é que o cliente contrate também o arquiteto que fez o projeto para acompanhar a obra, mesmo que esse profissional não faça o gerenciamento. "Caso contrário, o projeto deve estar muito detalhado para que a construtora entenda o execute corretamente", explica.

Gerenciamento da obra: o arquiteto faz cotações de preços em três fornecedores, compra materiais, contrata de profissionais e acompanha toda a execução dos serviços. Esse serviço também pode ser feito por outros profissionais ou até pelo próprio dono da casa.

Consultoria: se a intenção é apenas uma reforma simples, como troca de revestimentos, o arquiteto pode ser contratado para uma consultoria. Nesse caso, ele sugere opções de acabamentos, produtos e mão-de-obra, sem necessidade de plantas e detalhamento técnico. Essa situação não é comum no mercado, muitas vezes por falta de informação de que isso é possível.

Contrato e prazos
Depois de tudo resolvido, é hora de colocar no papel. E isso inclui serviços a serem prestados, preços e prazos. "è necessário que tudo fique muito claro. Inclusive para o cliente, que precisa ter em mente que os prazos também dependem dele. Por exemplo, a aprovação de um layout para dar continuidade à obra", diz Rosana.

Quanto custa
Os preços podem ser baseados em metragem quadrada, porcentuais sobre o valor da obra ou hora técnica. E essa variação está ligada à experiência e status no mercado. "Sou contra usar o preço como critério único de escolha de um arquiteto. Há profissionais experientes, de renome no mercado, que realmente podem cobrar mais. O importante é haver empatia", diz Rosana. Para facilitar, as associações de classe, como a IAB, oferecem tabelas para nortear a cobrança, mas é apenas uma referência mínima.

Reserva técnica
Procedimento comum no mercado, a reserva técnica é um desconto que os fornecedores (lojas ou prestadores de serviço) costumam oferecer ao arquiteto como um "prêmio" por indicar seu produto ou serviço. Alguns profissionais gostam de repassar metade desse desconto para o cliente, mas o importante é sempre haver clareza nesse tipo de relação.
 

Ser gentil abre portas no trabalho

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. "Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado", diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. "A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos", afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. "Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada".

Exemplos
No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio - gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. "Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo", conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. "Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência", revela.

Problema de imagem
A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? "É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito", diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. "Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões", conclui.

Pratique
A frase "Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós", do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. "Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo", avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis
Coleque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 - Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo "obrigado" aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil - e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 - Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. "Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados", respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 - Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 - Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 - Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

Uma pergunta pode mudar sua vida!

É impressionante como “perguntar” é importante no sucesso da vida de qualquer ser humano! Da fase do gugu dada, ou o que é icho, ou o que é akiu, com o dedinho apontando pro avião no céu, até a fase adulta aonde você esta numa audiência com centenas e até milhares de pessoas em um seminário, e tem a coragem de pegar o microfone e perguntar o que não entendeu.

Aprenda a falar no elevador

Manter contato com gente importante é difícil. Essas pessoas são muito ocupadas e vivem cercadas de secretárias e assistentes que atuam como verdadeiros cães de guarda. O mais complicado da história é que se você tiver algum negócio de peso para resolver só elas é que poderão decidir.

Por isso, um contato inesperado fora do quartel-general onde os manda-chuvas costumam se alojar pode significar a solução de meses de tentativas malsucedidas.


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