Pesquisas e Estudos

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Cigarros mentolados aumentam chance de derrame

Se você consome cigarros mentolados, cuidado. Um estudo recente mostra que aqueles que preferem esses cigarros têm mais chance de ter derrame.

Segundo o autor da pesquisa, Nicholas Vozoris, do Hospital St. Michael, em Toronto, Canadá, os cigarros normais não são indicados para ninguém, mas aconselha-se que todos fiquem bem longe dos mentolados, em especial.

Para o estudo, Vozoris utilizou informações de pesquisas de hábitos de saúde e de vida de mais de 5 mil fumantes. Os dados foram analisados de 2001 a 2008 e constatou-se que apenas 26% tinham preferência pelos cigarros mentolados. Desse grupo, 3,4% tiveram derrame, contra apenas 2,7% dos fumantes de cigarros convencionais.

Depois de considerar outros fatores, como idade e número de cigarros fumados por dia, Vozoris descobriu que os cigarros mentolados dobram os riscos de se ter um derrame.

Ser exposto ao vício pode ajudar a esquecê-lo

Quem já tentou parar de fumar sabe que se torna mais difícil se abster do vício quando exposto ao cigarro, seja vendo ou sentindo seu cheiro.

Mas, de acordo com pesquisa feita por um grupo de pesquisadores da China e dos Estados Unidos, tal exposição ao vício ajuda a frear o hábito porque a memória do vício é corrigida.

Terapeutas sabem de longa data que expor os viciados ao cheiro da droga, por exemplo, sem expô-los aos efeitos delas, pode enfraquecer a associação entre vício e viciado.

Mas esse é um reparo de curto prazo, pois os desejos retornam. Mas agora pesquisas mostram que a memória pode ser alterada mais permanentemente, se reparada antes.

“É como abrir um documento no computador, fazer algumas alterações e salvar”, comenta David Epstein, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos Estados Unidos.

Treinamento

Obesidade e pouco sono andam de mãos dadas

Falta de sono pode levar à obesidade? Uma pesquisa feita na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e publicada no periódico especializado “The American Journal of Human Biology”, revela ligação entre obesidade e insônia, e explora como a falta de sono impacta a regulação de apetite, debilita o metabolismo da glicose e aumenta a pressão sanguínea.

“A obesidade se desenvolve quando a quantidade de energia que entra é maior que a quantidade gasta. Uma dieta inadequada e a falta de atividade física têm um papel importante quando se fala de obesidade, mas um fator adicional pode ser a falta de sono”, afirma a antropóloga biomédica Kristen Knutson, líder do estudo. “A insônia geralmente desregula o apetite e leva a um consumo maior de energia”.

Água é o segredo para notas melhores nas provas

A típica semana de provas das faculdades está para chegar. Quer saber como ir melhor, mesmo sem ter estudado tanto? Mantenha-se hidratado.

Isso foi o que um grupo de pesquisadores descobriu, analisando 447 estudantes universitários, de diferentes anos, e seus comportamentos: se traziam algo para beber nas provas e qual tipo de bebida.

Os veteranos, claro, tinham mais experiência e acabaram se mostrando mais aptos a levar água. Analisando as notas finais, foi constatado que os que se hidrataram durante os exames foram melhor.

“Os resultados implicam que o simples ato de levar água para as provas está ligado a notas maiores. Há uma série de razões psicológicas e fisiológicas que podem explicar esse benefício”, afirma Chris Pawson, um dos pesquisadores.

Os homens preferem vaginas rosas

Quero ver os debates nos comentários! Um novo estudo científico afirma que os homens são mais atraídos por, hum, como vou dizer isso? Órgãos genitais femininos rosados do que vermelhos.

Apesar da fama do vermelho em todo o processo de sedução – batom e lingerie, por exemplo, e da teoria de que essa cor atraí os homens pela semelhança com as partes femininas, o estudo da Universidade de Kent mostra que isso é pura lenda urbana.

“É muito simplista dizer que os homens são atraídos pelo vermelho porque seus parentes primatas possuem genitais dessa cor”, afirma a pesquisadora Sarah Johns.

Para testar, provavelmente pela primeira vez, se o rosa ou o vermelho sairiam vencedores, os pesquisadores encontraram um site onde as mulheres podiam postar fotos de suas vaginas anonimamente, como parte de um projeto para promover a diversidade e melhorar a autoestima. Cada foto foi retocada para obter quatro cores: rosa pálido, rosa claro, rosa escuro e vermelho.

Porque você deve fingir ser outra pessoa no trabalho

Já pensou poder falar e fazer o que quiser no trabalho? Chegar para o chefe e desabafar tudo aquilo que você apenas imagina em uma discussão? Bom, eu já pensei. Mas com certeza não é uma boa ideia.

E uma nova pesquisa mostra que, apesar da autenticidade ser importante para a felicidade, no trabalho a coisa não é bem assim.

O pesquisador Oliver Robinson e colegas da Universidade de Houston usaram um questionário online com 533 pessoas para saber onde e quando eles eram verdadeiros. No geral, a situação de mais autenticidade foi nos relacionamentos, e a de menor foi no trabalho.

Depois, os voluntários fizeram uma escala relacionando satisfação e bem estar com a autenticidade das situações. Apesar de em outros contextos a relação de honestidade acontecer para o melhor, no caso do trabalho não.

Porque algumas pessoas desenham melhor do que outras?

Desde o despertar da humanidade, existe uma divisória bem clara entre aqueles que podem esboçar alguns poucos objetos e outros que passam horas a fio tentando conseguir as proporções certas e os ângulos corretos. Resumindo: o mundo está dividido entre aqueles que sabem desenhar e os que não sabem.

A que se deve isso?

Pesquisas recentes da Universidade do Brooklyn e da Universidade da Cidade de Nova York, ambas nos Estados Unidos, revelam que a habilidade de desenhar depende de três fatores: como a pessoa percebe a realidade, como ela lembra de informações visuais de um momento para outro, e que elementos de um determinado objeto ela escolhe para desenhar.

Esperança para você

Mas caso você seja como eu – restrito a figuras palito –, não se desespere. As boas novas são que, de acordo com pesquisadores britânicos, qualquer um pode melhorar esses processos mentais (descritos acima) com prática.

Exame simples pode prever quanto sexo você vai fazer e quanto vai engordar

Dentre os muitos absurdos que pensamos, você já imaginou que uma ressonância magnética do cérebro pudesse prever quanto sexo você fará e quanto vai engordar? Pois é. Isso é possível, segundo pesquisa da Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos.

Publicada no periódico “The Journal of Neuroscience”, a pesquisa indica que esse simples exame pode dar dicas sobre o apetite e futuros comportamentos das pessoas.

“É a primeira vez que um estudo utiliza imageamento cerebral para prever consequências importantes do mundo real durante um certo período de tempo”, diz o neurocientista Todd Heatherton, um dos autores do estudo.

Fazendo uso da ressonância magnética, os pesquisadores focaram suas análises em uma região do cérebro conhecida como nucleus accumbens – ou centro de recompensa do cérebro, que exerce um papel importante no prazer, riso, agressão, medo, vício, entre outros.

Um em cada dez homens preferem ter um iPad a uma namorada

Um em cada dez homens preferem ter um iPad a uma namorada. Chocante? Então você não viu nada. Na China, pessoas literalmente dão órgãos para colocar as mãos nos dispositivos da Apple, o que remete a uma cena bastante parecida do filme Brüno, em que ele troca um celular por uma criança africana. Mas, no ocidente, as pessoas iriam tão longe para conseguir um iPad?

A resposta aparente parecer ser ‘sim’. Pesquisa de opinião recente feita pelo cassino online britânico RoxyPalace.com aponta que 11% dos 600 homens entrevistados prefeririam um iPad a uma namorada. E 3% trocariam suas namoradas pelo dispositivo.

Parece absurdo? Que nada! Outras pesquisas sugerem algo pior: uma em cada três pessoas preferem desistir de sexo em troca de acesso a internet e 5% se divorciariam para poder trabalhar em casa. E você?

Como tomar decisões mais racionais

Essa é da série “descobertas científicas que não fazem sentido para nós”: pesquisadores concluíram que, embora à primeira vista possa parecer irracional, pessoas que falam duas línguas tendem a tomar decisões mais racionais quando pensam na sua língua não nativa.

Os cientistas da Universidade de Chicago, EUA, chegaram a essa descoberta após realizar uma série de experimentos cujos resultados foram publicados em um artigo da revista Psychological Science (“Ciência Psicológica”).

Intuitivamente, a maioria de nós acharia que não importa em qual idioma estamos pensando enquanto tomamos uma decisão, mas os pesquisadores descobriram exatamente o oposto.

Eles acham que isso ocorre porque quando as pessoas pensam em uma língua na qual precisam de mais esforço, elas tendem a ser mais analíticas e menos emocionais em frente a uma escolha.

Metade dos casais comete traições… financeiras

O mundo agora é tão moderno que as traições entre casais não acontecem apenas nos motéis ou quartos: elas também acontecem com as contas bancárias. Um novo estudo mostra que 46% das pessoas já cometeram infidelidades financeiras, ou seja, mentir sobre dinheiro para o companheiro.

Você tem uma chance para adivinhar qual foi o caso mais comum. E provavelmente acertou: mentiras sobre shopping e suas compras. E quem saiu vencedor? As mulheres. Mais de 25% das mulheres e 8% dos homens entrevistados fingiram que algo no armário estava velho e precisavam comprar um novo. Além disso, 32% das mulheres afirmaram ter escondido algo que haviam comprado.

“Nossa pesquisa mostra que o dinheiro pode ser um grande problema nas relações, caso o casal não pare um tempo para conversar sobre isso francamente”, afirma Martin Wolk, do site Today.com, um dos envolvidos na pesquisa.

Como um sorriso pode ajudá-lo a conseguir um emprego

Pesquisas científicas sobre o mundo do trabalho geralmente vêm confirmar hipóteses que as pessoas já comentam e imaginam. Uma delas, a de que uma aparência “boa” e enérgica pode ajudar na hora da entrevista, agora foi confirmada. Deixar as emoções negativas de lado é essencial.

O estudo foi realizado com 177 pessoas desempregadas, que estavam procurando um trabalho. A equipe de pesquisadores acompanhou a batalha semanalmente, realizando testes para verificar o nível de procura e a saúde mental.

No começo da procura, a média de busca por um emprego foi de 17 horas por dia, e a saúde mental estava em escalada – ou seja, as pessoas estavam na fase “esperançosa”. Entretanto, como acontece depois de esforços que não trazem retorno, no quarto mês a média caiu para 14 horas por semana, e a mente começou a decair.

Ateísmo e crença em Deus: Veja os percentuais dos países

Pesquisadores investigaram os dados coletados de diversos países em uma ou duas oportunidades entre 1991 e 2008. Foi perguntado sobre suas crenças em Deus.

O estudo — que foi baseado em uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos EUA — foi efetuado em 30 países e não incluiu o Brasil.

Os participantes foram questionados se são crentes em Deus ou ateístas, a mudança em suas crenças de acordo com o tempo e suas atitudes sobre a noção de Deus intervir diretamente em suas vidas pessoais.

As informações abaixo vieram apenas dos extremos “estou certo da existência de Deus” e “não acredito em Deus”:

Tornozelo é o lugar mais gostoso de coçar

É sério: um time de pesquisadores dos EUA, do Reino Unido, da Arábia Saudita e de Cingapura (ufa!) se reuniu para descobrir qual parte do corpo a gente tem mais prazer em coçar.

Na hora do estudo, eles ficaram pinicando 18 voluntários, que estavam terminantemente proibidos de se coçar, em várias partes do corpo. Depois de 5 minutos de tortura, eles puderam cravar as unhas na pele e avaliaram a sensação de cada local numa escala de 0 a 10.

Sobre o que você deve falar (ou não falar) em um primeiro encontro?

Fale sobre viagens. Conte das suas últimas férias, do que viu em outros países, das aventuras que viveu. Mostre como você é viajado e legal. Mas evite falar sobre cinema — a não ser que você queira arriscar terminar a noite como o casal da foto.

Quem dá a dica é o psicólogo inglês Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido). No livro Esquisitologia: a estranha psicologia da vida cotidiana, ele conta os resultados de um estudo que analisou o sucesso de primeiros encontros a partir dos assuntos mais abordados pelos casais.

Homens são capazes de identificar mulheres “naqueles dias” pela voz

Vamos combinar: menstruar é bem chato e difícil para as mulheres. Mas também afeta (e dificulta um pouco) a vida dos homens. Mas, ao menos, parece que o sexo masculino, em algum nível e parte do tempo, sabe com o que está lidando.

Em testes feitos na Universidade de Albany-SUNY (EUA), pesquisadores colocaram 3 grupos de homens para ouvir a gravações de 10 mulheres contando de 1 a 5, simples assim — cada uma delas em um ponto diferente do ciclo menstrual.

Eles adivinharam corretamente quais das mulheres estavam, hum, “naqueles dias”, em 35% das vezes — um “resultado significativo”, segundo os cientistas.

Cientistas explicam por que músicas tristes fazem tanto sucesso

Pensa bem: se uma música triste nos deixa, bem, tristes, por que ela faz sucesso? Não faria mais sentido que a gente evitasse ouvir o que nos faz sentir mal?

A questão é essa: elas também nos fazem sentir bem. O neurocientista Robert Zatorre, da Universidade de McGill (Canadá), constatou que músicas emocionalmente intensas, tipo aquela que faz você lembrar do pé na bunda que levou, liberam dopamina, o neurotransmissor que promove a sensação de prazer, no cérebro. O efeito é parecido com a satisfação que comida, sexo e drogas garantem. Observando as reações de voluntários, ele viu que, quanto mais arrepios o povo sentia enquanto ouvia canções cheias de emoção, mais dopamina era liberada.

10 dicas científicas para fazer alguém se apaixonar por você

A coisa não está fácil para o seu lado? A gente dá uma mãozinha. Respire fundo, tome coragem, passe aquele perfume irresistível e anote aí.

Para conquistar uma mulher, mantenha flores por perto. Em um estudo da Universidade do Sul da Bretanha (França), voluntárias avaliaram homens que viam pela primeira vez como mais interessantes e bonitos (e se mostraram mais propensas a toparem sair com eles) depois de verem imagens de flores. Ah, parece que usar aliança ajuda também…

Pensar em sexo deixa você mais inteligente

Já viu essa? A dica é do pessoal da Universidade de Amsterdã (Holanda).

Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários, homens e mulheres, pensarem em sexo. Depois, colocaram todo mundo para resolver problemas de lógica e matemática. E, surpresa, o desempenho dos que estavam com ideias safadinhas na cabeça foi melhor.

É que, segundo os cientistas, quando pensamos em sexo, nosso cérebro ativa uma área “projetada” pela evolução para ajudar a gente a se reproduzir. Daí em diante, começamos a prestar mais atenção nas outras pessoas, a achá-las especialmente atraentes, a tentar identificar sinais de interesse sexual quando flertamos com alguém, e por aí vai.

Retomar o namoro com o ex é cilada

Lá no fundo, todo mundo sabe disso. É provável que, mesmo assim, você já tenha pensado em voltar a investir em um relacionamento que acabou. Talvez já tenha até mandado alguns e-mails desesperados no meio da madrugada. Pôxa, mas vocês formavam um casal tão bacana. Esse tempo separados deve ter mudado alguma coisa. Se voltarem, dessa vez, as coisas vão ser melhores. Têm que ser. E é tão ruim ficar só. Vale a pena tentar, né?

Não, amigos, é uma má ideia. É UMA MÁ IDEIA. E não sou só eu quem diz: a pesquisadora Amber Vennum, da Kansas State University (EUA), analisou casais que terminaram e depois retomaram o relacionamento e constatou que o resultado quase nunca é legal.


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