Pesquisas e Estudos

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Bebês bonitos podem virar adultos feios

Seu filho nasceu e é o bebê mais lindo que o mundo já viu? Não se anime, porque ele pode muito bem ficar feioso quando crescer.

Um estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA) colocou estranhos para avaliar a beleza de um grupo de pessoas quando ainda eram bebês (de até 2 anos) e na adolescência (entre 16 e 18 anos). O que descobriram? Que a beleza do povo nos primeiros anos de vida não dava a menor indicação do quão belos eles seriam quando adultos.

Boa notícia para as criancinhas feias, né?

Pesquisadores criam fórmula que prevê duração dos casamentos de famosos

E dizem eles que funciona. Eles, no caso, são o jornalista John Tierney, repórter de ciência do jornal New York Times, e o estatístico Garth Sundem.

A fórmula, que já previu corretamente o divórcio de casais como Britney Spears e Kevin Federline (na foto), Demi Moore e Ashton Kutcher e Pamela Anderson e Kid Rock (e acertou que outros, como Ben Affleck e Jennifer Garner, continuariam juntos), é a seguinte:

Macacas usam sexo para subir na vida

As fêmeas dos bonobos, primatas bem próximos dos chimpanzés e encontrados apenas na África, fazem o que podem para chegar com tudo quando entram para um novo grupo — o que costuma significar fazer sexo com a fêmea líder (é, a fêmea) da turma.

O conservadorismo é zero, e a discrição também.

Segundo pesquisadores da Universidade de Emory (EUA), quando se engraça com a líder, a fêmea novata anuncia seu sucesso para quem quiser ouvir, emitindo sons nada discretos (ouça aqui) enquanto se esfrega na parceira e manipula seus órgãos genitais.

Homens realmente preferem as loiras

Um estudo feito com quase 250 homens em Londres confirmou o que Marilyn Monroe já sabia muitos anos atrás: as loiras fazem mesmo mais sucesso com o público masculino.

Pesquisadores da Universidade de Westminster (Reino Unido) armaram o teste: levaram uma mulher a três bares diferentes e ficaram à paisana observando quantas cantadas ela recebia. Ah, detalhe: antes de cada saída, ela pintava os cabelos de loiro, castanho escuro ou vermelho.

O resultado: loira, a moça foi abordada 60 vezes; morena, 42; ruiva, apenas 16.

Gente rica é mais propensa a roubar doce de criança

Olha que sacanas. Um estudo das universidades da Califórnia (EUA) e de Toronto (Canadá), do qual participaram mais de mil voluntários, constatou que as pessoas endinheiradas tendem a mentir, trapacear, passar a perna nos colegas de trabalho, fazer barbeiragens no trânsito e, sim, roubar doces de crianças com mais frequência do que os pobres.

Em um dos experimentos da pesquisa, por exemplo, os mais ricos pegaram duas vezes mais doces do que os mais pobres de um pote que, todos sabiam, era para as crianças. Em outro, quase metade dos motoristas de carros caros ignoraram pedestres que esperavam para atravessar na faixa — nenhum dos que dirigiam carros velhos fez o mesmo.

Mulheres preferem homens sem barba

Má notícia para os barbudos: pesquisadores do Canadá e da Nova Zelândia constataram que as mulheres acham os homens mais atraentes quando eles estão de barba feita.

Eles pegaram 19 homens que não se barbeavam há mais de um mês e os fotografaram. E aí botaram todos para fazer a barba, e os fotografaram de novo. Depois, mostraram o antes e o depois para cerca de 200 voluntárias e perguntaram o que elas achavam — e sim, as mulheres de ambos os países disseram que os rostos lisinhos eram mais atraentes.

Mas a barba também tem seu lado bom. Quando pediram a opinião de outros homens, os pesquisadores ouviram que, com barba, os caras pareciam mais velhos e bravos, mas também mais poderosos — ou seja, a barba pode não seduzir, mas pelo menos impõe respeito.

Palavras digitadas no lado direito do teclado são mais positivas

É o chamado “efeito QWERTY”.

Pesquisadores ingleses dizem que, aparentemente, a gente dá significados mais positivos a palavras em que predominam letras que ficam do lado direito do teclado.

A explicação é que, como no lado direito há menos teclas com letras, as combinações feitas por ali são mais fáceis de digitar. E o nosso cérebro, que gosta de uma tarefa fácil, percebe isso e já trata de associar uma certa emoção boa àquela palavra.

Andar de montanha-russa deixa as pessoas mais fáceis

Quem está de paquera e tem vergonha de dizer, aproveita e tenta a sorte… Na saída da montanha-russa. Pesquisadores da Universidade do Texas (EUA) abordaram 300 homens e mulheres em um parque de diversões — metade enquanto esperavam na fila para entrar e os outros logo após saírem do passeio na montanha-russa.

O teste era simples: os participantes viam uma foto de uma pessoa do sexo oposto e tinham que dizer o quão atraente achavam que ela era. Alguns avaliavam também o sex appeal da pessoa que iria ou tinha acabado de ir no brinquedo ao seu lado.

E, segundo os pesquisadores, o pessoal saía da montanha-russa muito mais facinho: eles tendiam a achar os modelos das fotos (e também os parceiros de carrinho) consideravelmente mais bonitos do que quem ainda estava na fila para entrar.

Mulheres passam 33 anos da vida mal humoradas por causa do cabelo

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos  —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

Álcool deixa as pessoas mais conservadoras

É provável que, enquanto lê isso, você esteja aí se lembrando de barbaridades coisas bem liberais que já fez depois de beber umas e outras. Mas, surpreendentemente, de acordo com um estudo da Universidade do Arkansas (EUA), a gente fica mais conservador quando bebe.

Por essa ninguém esperava, né? Mas os pesquisadores constataram que, quanto mais alto o nível de álcool no sangue dos voluntários, mais conservadoras eram suas opiniões em relação a sexo, educação e posicionamento político.

Ver junk food melhora o gosto da salada

Ótima dica para quem está de dieta. Um estudo feito lá na Suíça testou o paladar de 14 voluntários logo após eles terem visto fotos de alimentos saudáveis, como melões e vagens, ou de guloseimas supercalóricas, como pizzas e doces. Na hora do teste, nada de comida: para estimular as papilas gustativas do pessoal, os pesquisadores deram pequenos choques nas línguas de todo mundo (achou que vida de voluntário de pesquisa científica era fácil?), o que, diz o estudo, causa uma sensação de sabor neutro — nem bom, nem ruim.

Pessoas que lêem são mais legais

Pesquisadores da Universidade de Washington e Lee (EUA) constataram esse efeito com um teste bem simples: colocaram voluntários para ler uma história bem curtinha, fizeram algumas perguntas para identificar o quanto cada um tinha curtido o que leu e aí derrubaram, sem querer querendo, um monte de canetas no chão. O estudo conta que, quanto mais “transportadas” para dentro da história as pessoas tinham sido, maiores eram as chances de levantarem o bumbum da cadeira para ajudar a recolher as canetas.

Quem come chocolate com frequência é mais magro

Fala a verdade, você passou a vida inteira esperando por essa notícia, né? Calma, os cientistas ainda não estão recomendando que você se atire de cabeça nos bombons. Mas um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) apareceu para, ao menos, diminuir a sua culpa. Depois de analisar a dieta e o índice de massa corporal (IMC) de mais de mil voluntários, os pesquisadores constataram que as pessoas que comiam chocolate com moderação, mas regularmente, tendiam a ser mais magras do que as que nunca comiam chocolate nenhum.

Ver filmes tristes deixa você alegre

Vocês eu não sei, mas eu lembro de não sair nem um pouco feliz do cinema depois de ver, por exemplo, o Jack morrer em Titanic. De toda forma, pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio (EUA) dizem que ver filmes tristes deixa a gente mais feliz, sim — supostamente, porque as tragédias da ficção nos fazem pensar em quem amamos, e aí rola um efeito gostoso do tipo “que sorte eu tenho de ter essas pessoas na minha vida”.

Mulheres baixinhas têm mais orgasmos

Os dados vêm de dois estudos superantigos, feitos em 1924 e 1940, mas duas pesquisadoras da Universidade de Emory (EUA) se debruçaram sobre eles em 2010 e reconfirmaram as conclusões: quanto menor é a distância entre o clitóris e o canal vaginal da mulher, maior é a probabilidade de ela ter orgasmos durante o sexo.

E sim, essa distância tende a ser menor em mulheres menores. Apesar de isso não ser uma regra, a maioria das mulheres altas está em clara desvantagem.

Mulheres bonitas demoram mais para conseguir emprego

Sabe aquele seu currículo com a foto 3×4 mais bonita que você já conseguiu tirar? Então, ele está te atrapalhando.

Dois pesquisadores de Israel, Bradley Ruffle e Ze’ev Shtudiner, enviaram mais de 5 mil currículos fictícios para 2,5 mil vagas reais. Cada currículo tinha duas versões: uma com foto e outra sem. Os homens bonitos fizeram sucesso – eles receberam quase o duas vezes mais convites para entrevistas que os homens comuns. Já as mulheres atraentes não se deram muito bem nessa. Em comparação com currículos sem fotos, as chances de resposta reduziram em 30% para as bonitas. Quando não eram tão atraentes assim, a perspectiva também reduzia, mas para 22%.

Homofóbicos podem ter sentimentos homossexuais secretos

Pessoas que têm sentimentos fortes contra homossexuais podem estar lutando contra seus próprios desejos secretos por pessoas do mesmo sexo.

Uma nova pesquisa desenvolvida na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que possuem visões hostis em relação à homossexualidade podem ter essas tendências, mas lutar contra elas e escondê-las de outras pessoas. A homofobia pode se originar também a partir de pais autoritários, com opiniões fortes contra os gays.

“Esse estudo mostra que se você tem aquele sentimento de reação visceral em relação a um grupo (social), se pergunte ‘por quê?’”, explica o pesquisador Richard Ryan. “Essas emoções intensas deveriam servir como uma chamada para auto-reflexão”.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology.

Quem espera viver pouco se casa mais cedo

Pessoas que esperam viver muito tempo tomam decisões diferentes das pessoas que acreditam que irão morrer jovens. O fenômeno pode ser subconsciente, o que faz com que os indivíduos nem mesmo percebam o padrão de suas decisões.

“Não é como se você estivesse pensando sobre quanto tempo você tem que viver”, explica Daniel Krupp que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema na Queen’s University, no Canadá. “Não tem que ser o tipo de decisão lógica, fria e racional. Também pode ser emocional. Você sente que você quer ter um bebê logo; você sente que você que se casar agora.”

As escolhas afetam, por exemplo, maiores ou menores investimentos em educação e a idade em que a pessoa decide se casar. Indivíduos que esperam viver menos se casam mais cedo e se dedicam menos aos estudos.

Comidas com cheiro forte nos fazem comer menos

Se emagrecer fosse fácil, o mundo inteiro seria magro. Mas como perder aqueles quilinhos extras é complicado, é bom ficarmos atentos a dicas que podem nos ajudar com a dieta.

De acordo com uma nova pesquisa desenvolvida na Holanda (na Universidade Wageningen), as pessoas comem menos quando o aroma do alimento é forte. Temos a tendência de darmos mordidas maiores em alimentos com os quais estamos familiarizados, e mordidas menores quando a comida precisa ser mastigada mais vezes. E essas mordidas menores permitem que o estômago sinta saciedade mais rapidamente, reduzindo a quantidade de alimento ingerido.

Mas, o estudo mostrou que pessoas também dão mordidas menores quando o alimento sendo ingerido tem cheiro forte, e acabam comendo menos. A descoberta indica que a infusão de aromas fortes na comida pode ajudar indivíduos a manterem seus regimes e finalmente chegarem ao seu peso ideal.

A pesquisa foi publicada no periódico Flavour.

Ser destro ou canhoto influencia na tomada de decisões

Estudos têm mostrado que há muitos fatores internos e externos que influenciam no modo como pensamos, sentimos, comunicamos e tomamos decisões. Agora, estudo publicado na revista científica Currente Directions in Psychological Science diz que uma influência particularmente poderosa pode vir do próprio corpo.

A chamada “hipótese da especificidade do corpo”, desenvolvida pelo cientista cognitivo Daniel Casasanto, mostra que as peculiaridades do corpo afetem o pensamento de forma previsível nas mais diferentes áreas da vida. Uma da formas como o corpo parece moldar a tomada de decisão é através da lateralidade, ou seja, ser destro ou canhoto.

Segundo Casasanto, ser destro ou canhoto pode influenciar os juízos sobre ideias abstratas, como valor, inteligência e honestidade. Os experimentos mostraram que, em geral, as pessoas tendem a preferir as coisas que se encontram do mesmo lado de sua mão dominante.


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