Márcia Rocha

A prima da minha vizinha

Eu tinha apenas dezenove anos. Durante minha adolescência, nos tempos de colégio, era magricela, desengonçado e usava aparelho nos dentes, o que me garantiu uma virgindade quase total até aquela idade. Digo quase, porque tinha beijado e dado uns “amassos” com uma garota uma única vez em uma festa. Ela estava bêbada, claro.

A noitada

A Kawasaki Ninja recortava velozmente por entre os carros no horário de pico do trânsito paulistano. Negra, como negro era o macacão do piloto e seu capacete. Agressivo! Não se poderia encontrar outra palavra melhor para definir o modo como ele pilotava, levando na garupa uma bolsa presa com extensores.

Casal

Os relatos abaixo foram feitos em meu consultório psiquiátrico por um casal que fez terapia comigo durante algum tempo. Costumo gravar todas as seções de terapia de meus clientes e resolvi escrever esses relatos, por serem muito interessantes e inéditos.
Meus pacientes procuraram-me para que os ajudasse a resolver um problema que os afligia. Resolvi aceitar o caso e recebia-os separadamente uma hora por semana.

Seduzida pela vingança

Foi a aproximadamente três anos que descobri que meu marido me traía. Criada dentro de rígidos valores morais, namorei durante quatro anos e me casei sem jamais ter conhecido outro homem. Levava casamento e fidelidade com enorme seriedade, jamais sonhando que um de nós pudesse sequer tocar em outra pessoa.

A festança

Ronaldo tinha quatro companheiros. Não eram propriamente amigos, mas companheiros de putaria. Há anos faziam festinhas e trocavam entre sí as mulheres que conquistavam.