Hetero

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Heterossexualismo
heterossexualidade

Exibicionismo de uma esposa recatada na praia

Bom pessoal! o que vou relatar agora é uma estória real que aconteceu comigo e minha esposa numa viagem que fizemos à praia.

Somos de mato grosso,estamos na casa dos trinta anos me chamo Marcos e sempre tive vontade de conhecer praias,mas minha esposa Andreia de tão recatada não usa roupas curtas e mal se quer coloca um biquine ,apesar de ser muito gostosa com seios fartos,bunda arrebitada cintura fina e quadris largos disse q não se sente muito à vontade; mas em cima de muita insistência está sempre bronzeada, com biquine grande é claro.

Ela mexeu com minha solidão

Me chamo Arthur, tenho 47 anos e moro sozinho em uma casa um pouco afastada da cidade, sou separado há vários anos e desde então tenho vivido sozinho, raramente pessoas vem aqui me visitar, e sinceramente não sinto falta de ninguém e nem mesmo de sexo, mas semana passada aconteceu algo que resolvi compartilhar e a melhor forma e escrever esse conto.

Virei safada casada na Webcam

Sou uma morena, gostosa de 31 anos de bumbum grande e coxas grossas , desperto o tesão dos homens quando posso pela rua de vestido curto, veja na foto, adoro me exibir. Eu e meu marido já curtimos de tudo um pouco , realizamos muitas fantasias, mas agora foi uma fantasia inédita para mim, ser uma striper virtual. Pensamos nessa ideia para amadurecermos antes de realizar.

Fui convidada para participar em site de stripers virtuais. Fiquei fascinada e conversei com meu marido sobre o assunto e ele logo me incentivou, então fiz o cadastro e preenchi o contrato com o site!

Contos eróticos com minha escurinha

Minha história é a seguinte: eu morava sozinho em uma cidade do interior e lá não existia prostituta, garota de programa, e eu era viciado para chupar uma buceta, depois de muito tempo que estava naquela cidade, encontrei uma escurinha que se interessou por mim. Ela morava com um cara e em conversa eu a convidei para ir onde eu morava, se possível, à noite. Era uma escurinha muito enxuta, nova, um corpo muito perfeito, bonita e tinha um par de maminha durinho que parecia ser de uma virgem. Certa noite, lá pelas nove horas, ela chegou. Convidei-a para entrar e logo fechei a porta. - Que bom você ter vindo, agora vamos tomar um banho e depois vamos nos deitar. Tiramos nossas roupas, ficamos apenas com as roupas íntimas e entramos para o banheiro. Que corpaço era o dela. Eu já fiquei tarado e a rola começou endurecer. Ela notou e me deu um abraço e terminamos de nos despir e tiramos uma de pé mesmo entes do banho. Gozamos rápido e ligamos o chuveiro.

Minha mulher cagou no pau do amigo

Minha esposa é chamada “falsa magra” e possui uma bunda redondinha e maravilhosa. Com calça jeans justa de cintura-baixa faz com que os homens a devorem com os olhos. Praticamente, eu a iniciei em todo tipo de sacangem.
Após um ano de casado, consegui convencer minha esposa a fazermos algumas experiências de ménage. As primeiras envolveram mais mulheres em nossa transa e minha esposa gostou bastante. Adorava gozar tendo a bucetinha chupada por outra gata e curtia ficar de namorico com outra mulher.
Passado um tempo ela começou a exigir que fizéssemos ménage agora com outro homem. Minha mulher adora sexo anal e começou a nutrir a idéia de uma dupla penetração e de mamar dois cacetes ao mesmo tempo. Bem, conclui que o pedido dela era legítimo, afinal de contas: direitos iguais.
Garimpamos na net e nos encontramos com um cara solteiro e que se dizia experiente com casais.

A mulher do meu cunhado

Pra quem ainda não me conhece, meu nome é Alex, tenho um caso com uma menina que trabalha lá em casa a algum tempo, Ritinha veio trabalhar conosco ainda virgem, fizemos varias brincadeirinhas e até anal mas a virgindade ficou para o futuro esposo que é da Igreja, bom, mas isso está escrito em outras histórias que vocês poderão encontrar com os seguintes títulos (chupando buceta virgem por R$50,00) e (pagando R$300,00 por um cuzinho virgem) hoje ela é casada, nos tornamos amantes e fazemos de tudo, Ritinha tem mais ciumes de mim que minha própria esposa, mas vamos lá.
Vamos agora a minha nova aventura, tenho um cunhado com a minha idade 45 anos, um cara muito bacana, ele morou um tempo na minha casa quando solteiro, sujeito muito amigo e prestativo, era pra mim como um verdadeiro irmão. Jorge recebeu uma proposta para trabalhar em S.

Uma coroa maravilhosa e muito gostosa

Gente, meu nome é Mauro, e sempre tive uma tara especial por mulheres mais velhas do que eu. Sou Negro, corpo tratado, nada demais, mas pela minha simpatia consegui algumas experiencias sexuais muito legais que vou contar para vocês em outras ocasioes, pois agora vou contar pra vcs o que me aconteceu no mês passado( abril). Tenho uma irmã que mora em um bairro proximo ao meu e hoje fui lhe fazer uma visita à noite. Cheguei as 20:00hs e ao chegar tive uma surpresa: Estava com a minha irmã uma coroa morena, magra, simpatica mas não era bonita de rosto mas tem um corpo maravilhoso e tem 54 anos chamada Alda. Eu já tinha cumprimentado ela pelo bairro mas nunca tive uma conversa de verdade com ela. Minha irmã me apresentou a Alda e rimos pois ja nos conheciamos e ficamo ali em um bate papo descontraido e comemos uma torta.

A anã gostosinha do busão

Olá galera, esse negócio de esvrever contos vira realmente um vício, parece que tudo que acontece com agente, já estamos imaginando como vamos escrever e publicar no dia seguinte.
Bom, mas vamos ao acontecido, minha esposa trabalha com vendas de cama mesa e banho, viajamos sempre juntos para Ibitinga, uma cidade do interior de SP onde tem várias fabricas desses produtos.

Chupando a virgem

OLÁ AMIGOS LEITORES, EU SOU ALEX E TENHO 43 ANOS, 21 DE CASADO. JÁ PUBLIQUEI AQUI AGUMAS EXPERIENCIAS MINHAS, GOSTARIA DE COMPARTILHAS COM VOCÊS MAIS ESSA QUE TEM ACONTECIDO NOS ULTIMOS DIAS.
COMO JÁ DISSE NOS OUTROS CONTOS, MINHA ESPOSA É MUITO RESERVADA E NÃO GOSTA DE MUITAS PRELIMINARES, COM ELA É SÓ PAPAI MAMÃE MESMO, ATÉ JÁ FIZEMOS AGUMAS COISINHAS A MAIS, MAS EU TENHO QUE INSISTIR MUITO PRA ISSO ACONTECER, ULTIMAMENTE TENHO DEIXADO COMO ELA QUER.

BOM VAMOS LÁ, Á UNS TRES MESES MINHA ESPOSA RESOLVEU PROUCURAR UMA MENINA PARA TRABALHAR LA EM CASA, COMO ELA TEM A LOJA DELA E TEM TRABALHADO MUITO, NÃO TEM TIDO TEMPO PARA OS SERVIÇOS DOMÉSTICOS. UMA CLINTE DELA INDICOU UMA MOÇA MUITO TRABALHADORA E DE CONFIANÇA.

O cunet da minha esposa

Olá, meu nome é Alex, tenho 42 anos e sou casado ŕ 20. Tenho uma vida conjugal muito sólida, minha esposa é maravilhosa, porém muito recatada.
Eu adoro sexo oral e acho que entre 4 paredes vale tudo para o prazer, ela até já fez sexo oral algumas vezes, mas parece năo gostar muito.
Em todo esse tempo de casado eu ainda năo a tinha levado a um motel. Um dia resolvi fazer uma surpresa uma surpresa, convidei ela para dar uma volta, e sem dizer nada entrei num motel. Ela ficou calada, quando já estávamos lá dentro eu disse que queria realizar esse sonho.

Ela estava meio tensa mas foi relaxando aos poucos, talvez pelo ambiente, os espelhos, etc. senti que a minha esposa estava diferente, com mais tesăo, mais solta, mais liberal. de cara ela me fez um boquete maravilhoso sem que eu pedisse, isso em casa era impossível.

Fomos para a piscina, estava uma delicia pois era Verăo e a água estava numa temperatura super agradável. Fizemos amor ali mesmo.

Puta por profissão

Estou escrevendo este conto para contar a todos como é minha vida, especialmente hoje que já tive que dar conta de três faturas divida de meu querido esposo. Ele é dessas pessoas que primeiro faz a divida depois todo mundo tem que se virar para fazer o pagamento. Para começar deixa eu me apresentar a vocês meu nome é Livy, tenho trinta e seis anos, tenho cabelos castanhos longos abaixo do fecho de meu sutian, tenho peitos bem pequenos e bicos e mamilos rosadinhos bem clarinhos, tenho uma cintura bem fino a brasileira tenho uma bunda enorme mais ou menos um 1.09cm, tenho cocha grossas, não sou bonita, mas sou bastante cativante, adoro uma roupa justa, principalmente calça jeans e leg, tenho várias, de muitos modelos, blusas já gosto das mais decotadas, soltinhas e curtas, pois tenho uma barriga lisinha.

Sexo virtual... que loira deliciooosa!!!

Olá, meu nome é Alex e passo a contar aqui o que aconteceu comigo bem recente, como alguns entre vocês possivelmente já sabem, eu tenho o costume de escrever e publicar minhas aventuras sexuais, me viciei nesse negócio depois que li alguns contos maravilhosos aqui nesse site, é claro que tem muita imbecilidade, mas muitos são realmente bons, publiquei o primeiro em 2009 e de lá pra cá não parei mais.
Verdade é que esses contos acabaram por atrair algumas picantes amizades, mulheres que me adicionaram com o desejo de tc comigo para trocarmos experiências, sempre tive um desejo de tc com alguém que se mostrasse na intimidade na cam, mas até então nenhuma topava, apareceram algumas louquinhas, mas eram menores de idade, to fora!!
 
Obs. P. favor! Se você é menor de idade, não me adicione, não tenho nada pra você.

Orgasmos múltiplos aos 40 - Gozada em alta velocidade

Orgasmos múltiplos aos 40.
Junho de 2011,
Tenho 40 anos, casada há pouco mais de 20. Sempre achei que era a mulher mais feliz e mais realizada do mundo. Tenho a família perfeita.
Há dois meses conheci um homem maravilhoso que modificou completamente a minha vida. Ele é quase seis anos mais novo que eu e também é casado. Um moreno lindo, super simpático, atraente, atencioso e milhares de outros adjetivos que me fariam passar horas e horas descrevendo.
Conhecemos-nos de uma forma inusitada e nos sentimos perdidamente atraídos um pelo outro. Tudo aconteceu muito rápido e num curto espaço de tempo, nós já estávamos íntimos um do outro. Íntimos demais.
Foi num desses deliciosos encontros, que tive o melhor de todos os orgasmos de minha vida. Nunca acreditei nessa historia de orgasmos múltiplos. Sempre achei que era exagero ou sensacionalismo das revistas, sites ou outros meios de comunicação que fazem de tudo para prender a atenção de seu público. Estava enganada.
Meu homem foi capaz de arrancar de mim três deliciosas “gozadas” seguidas. Foi um turbilhão de sensações.
Primeiro veio às preliminares (vale lembrar que ele beija deliciosamente bem), muito beijo, caricias maravilhosas: ele beijava minha barriga, sugava meus mamilos, desceu até minha menina e com aquela boca maravilhosa brincou com ela ora beijando,ora lambendo e me fazendo delirar de desejo. Eu me contorcia toda de tesão ai veio o primeiro orgasmo. Em seguida ele me colocou de quatro na cama e me penetrou deliciosamente por trás. A essa altura eu já estava fora de mim de tanto desejo. Ele me penetrou com tanta tara que eu consegui gozar mais duas vezes seguidas. Foi inexplicável, a sensação que senti. Ele não saia de cima de mim. Metia como um garanhão cobrindo sua fêmea. Muita loucura. Eu não conseguia acreditar, mas havia gozado três vezes seguidas. Eu me contorcia e gemia feito uma louca. Acho que cheguei a gritar de tanto tesão. Ele me cobria de beijos e dizia estar maravilhado comigo. Eu me senti a mulher mais gostosa, mais maravilhosa do planeta. E sentir isso depois dos quarenta, posso garantir que é realmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-o-o-o-o-o.
É como diria meu amor: “foi show de bola”.

Gozada em alta velocidade
Julho de 2011
Vocês devem estar lembrados da minha história anterior. Tive orgasmos múltiplos com um homem maravilhoso com quem estou me relacionando há pouco mais de dois meses.
Estamos super apaixonados e cada vez mais tarados um pelo outro.
É maravilhoso quando estamos juntos.
Hoje nos encontramos e foi excepcionalmente inexplicável.
Do meu trabalho, liguei para ele logo cedo. Falei de como eu o estava desejando. Disse-lhe que estava muito excitda e o quanto estava louca para estar com ele.
Combinamos nos encontrar na hora do almoço.
Eu estava com um vestidinho e por baixo um lingerie sensual. Fui ao local combinado e ele foi me pegar de moto, como sempre.
Fomos para o nosso cantinho. Um motel discreto próximo ao local de trabalho dele. Tínhamos, como sempre menos de uma hora para aproveitar. Quando entramos no quarto, começamos a trocar caricias e beijos. Parecíamos dois adolescentes no fogo do primeiro encontro. Ele pediu um tempinho para tomar um banho e eu o esperei cheia de tesão.
Recomeçamos nossas caricias ele deitou, lindo totalmente nu, maravilhoso. Eu comecei a acariciá-lo, primeiro beijando e mordiscando seu peito, barriga, coxas e por fim, comecei a brincar com aquela delicia de membro. Comecei beijando, lambendo... ele se contorcia de tanto tesão. Em seguida, tirei o vestido e sentei sobre ele roçando meu corpo no dele. Em pouco tempo eu estava totalmente nua nos braços do meu amor. A essa altura ele já estava com o membro completamente duro. Sentei sobre ele “engolindo aquilo tudo que era só meu”. Ele foi ao delírio. Começamos um movimento gostoso. Ele agarrava e beijava meus seios, minha boca e logo veio meu primeiro orgasmo.
Ele saiu de baixo de mim e me colocou de quatro. Penetrou-me com loucura, por trás, do jeitinho que eu gosto. Eu estava enlouquecida e gemia, ou melhor, urrava qual uma fêmea no cio. Ele seguro o gozo por um bom tempo com a deliciosa intenção de me fazer gozar o máximo de vezes possíveis. Não lembro se tive múltiplos, mas perdi a conta de quantas vezes gozei. Foi lindo vê-lo gemer de tesão de olhos fechados, mordendo os lábios e por fim me enchendo com seu gozo quente. Ficamos um pouco abraçados nos beijando. Eu queria mais. Meu corpo pedia mais. Comecei a me esfregar nele e gozei novamente pressionando meu grelo na perna dele. Podia ver seu olhar de satisfação. Puxei a mão dele e coloquei entre minhas pernas. Eu estava completamente molhada, diria encharcada com nosso gozo e pasmem gozei mais uma vez. Confessei para ele que estava um pouco envergonhada por estar tão tarada. Fiquei com medo que ele me achasse maluca. Muito embora eu saiba que ele acha isso. Fizemos o sexo mais gostoso que já havíamos feito. Pena que o tempo foi curto. Nem tivemos tempo para conversarmos um pouco como fazemos sempre depois do amor. Porém foi intenso, diria inexplicavelmente maravilhoso.
Estávamos voltando. Ele tinha que voltar para o trabalho e eu também. Já estava atrasado. Ele sabe que tenho medo de velocidade, mesmo assim acelerou um pouco. Agarrei-me a ele sentindo uma mistura de medo e satisfação. E foi incrível porque comecei a sentir um tesão inexplicável. Meu corpo que ainda sentia o gosto dele pedia mais. Estremeci. Ele acelerava. O vento batendo em nós dava uma sensação maravilhosa de liberdade. Adrenalina a mil. Senti que ia ter mais um orgasmo. Apertei com tanta força as pernas dele que achei que o estava machucando. Sentia meu grelo apertado sobre o banco da moto. Contorci-me um pouco soltei um gemido rouco e explodi num gozo maravilhoso. Sei que é difícil acreditar, ele também não estava acreditando. Foi inacreditável. Até prometemos não contar nunca para ninguém, pois achamos que não acreditariam.
Mas, acreditem foi muito bom. E prometemos repetir quantas vezes forem possíveis.
Sempre gostei de sexo, mas com ele está sendo muito especial.

 

A secretária

Meu nome é Giancarlo, sou branco, olhos azuis, calvo, tenho 1,70 de altura, 71 quilos.  Conforme mencionei no conto anterior (A filha do Arquiteto), houve uma deixa da secretária da firma para mim, quando da minha saída do escritório para ir ao encontro da arquiteta Tereza: o selinho com ponta de língua e a resposta dela (leiam no conto anterior) foram o suficiente para mim.

Procurei chegar ao escritório bem antes do horário, pois sabia que ia encontrar a secretária já trabalhando.  Ao chegar dei-lhe um selinho e ela se levantou de sua cadeira, indo à cozinha preparar um cafezinho para mim.  Ao receber a xícara perguntei-lhe se eu a convidasse para sair mais cedo, ela toparia sair comigo? Iríamos a um local bem discreto, e longe das vistas do pessoal do escritório.  Ela olhando em meus olhos, respondeu-me: o que achas?  Claro que sim, mas a que horas?  Então eu falei que o horário seria ela quem iria estabelecer.  E ela então respondeu que às 15 horas ela estaria defronte as Lojas Americanas na Rua Uruguaiana.  Ótimo, respondi.
Peguei minha pasta e fui à luta.

Procurei visitar os clientes que eu tinha no centro da cidade, evitando com isso, ter que ir para outro bairro, e demorar a chegar ao ponto de encontro com a secretária.  Vou chamá-la de Olga, pois este também é um nome muito usado pelas mulheres na Alemanha, e a minha secretária, é de origem alemã, pois viera criança para o Brasil.  Cheguei ao local marcado cerca das 14h35mm.  Procurei um bar perto dali, de modo a tomar um cafezinho.  Após saboreá-lo, dirijo-me finalmente ao local marcado e espero em torno de 15 mm, quando a vejo vindo toda serelepe para o local.  De longe parecia a nossa modelo Gisele desfilando na Rua Uruguaiana.

Ao avistar-me, abriu um sorriso de “orelha a orelha”.  Sorri também, abraçando-a e dando-lhe um beijo “caliente” em plena via pública, sem me importar se tinha ou não alguém nos vendo.  Saímos dali abraçado, caminhando pela rua, até chegar-mos ao Largo da Carioca e tomar-mos a direção de um hotel modesto, limpo, seguro, e principalmente discreto.

Ao nos aproximar-mos, perguntei-lhe se aquele local estaria de acordo com ela, tendo então respondido que sim.  Subimos a escadaria do hotel, registrei-me na portaria, peguei das mãos do porteiro a chave do quarto, e então adentramos o corredor e paramos defronte a porta do quarto.  Abracei-a por trás, enlaçando-a pela cintura e encoxando-a na bunda (eu já estava de pau duro), quando ela então falou: olha que eu começo a tirar a roupa aqui mesmo. E  eu falei: NÃO.

Abri a porta, e finalmente entramos no quarto.  Mas antes de entrar em definitivo, dei uma olhada para a portaria, e observei que o porteiro sorria e fez um sinal com o polegar para cima, como uma forma de dizer “tudo legal”.  Fechei a porta do quarto por dentro e pedi que ela não se despisse logo, pois eu queria observar uma coisa.
Apaguei a luz do quarto, e procurei me aproximar de um espelho tamanho grande que existia no quarto, de modo a verificar da existência ou não de uma câmera secreta por detrás do espelho, filmando-nos em todos os nossos movimentos enquanto ali estivéssemos.

Nada constatado. Pedi que ela se despisse no banheiro e depois do banho, saísse enrolada na toalha e mantivesse a luz do cômodo apagada, o que ela prontamente me atendeu, deitando na cama.  Liguei o som bem baixinho e dirigi-me ao banheiro para também tomar um banho. Após o banho, enrolei-me também na toalha e fui deitar-me ao seu lado na cama, não sem antes apagar a luz do banheiro.  Quando eu a abraço na cama, vejo que através do espelho surge um pequeno ponto vermelho.  Levanto-me e peço a ela que se mantenha deitada que eu irei à portaria resolver um pequeno problema que houvera surgido.  Fui com a toalha enrolada no corpo, trazendo o porteiro até o quarto e amostrei a ele o tal ponto vermelho que aparecia no espelho, indo depois com ele ao quarto anterior ao meu, quando eu arrombo a porta com os pés, e encontro um elemento com uma filmadora apontada para o meu quarto.  Tiro o camarada de dentro do quarto no tapa, jogando a filmadora ao chão e danificando o rolo de filme, Volto ao quarto e vejo que a Olga se refugiara no banheiro, tendo inclusive se arrumado toda.  Arrumei-me também, peguei meu dinheiro de volta, e saímos daquele hotel, indo para um outro que não tivesse espelho no quarto.

Infelizmente, tudo muda nesta vida, até nós mudamos.  Andamos apenas dois quarteirões e encontramos um outro hotel, que a primeira vista, parecia ser um hotel confiável.  Entramos, e me registrei, recebendo as chaves do porteiro e fui para o quarto.  Como sempre faço, procedo a uma vistoria, para que não venha a acontecer de novo aquele fato desagradável de “voyeur”.  Nada encontrando, mantenho a luz do quarto apagada, e começo então uma seção de beijos na minha secretária (naquela hora ela era minha, só minha), abrindo sua blusa botão por botão.  Ao chegar aos seios, não os toco com amassamento, como até a maioria dos homens fazem, Fico, ora lambendo seus mamilos, ora chupando-os, inclusive, mordendo-os com os lábios.  Continuo com os beijos pelo seu corpo, braços, axilas, barriga, umbigo, e volto corpo acima, até chegar ao seu pescoço, virando-a de barriga para baixo, e continuar a beijar, agora a sua nuca.

Pego minha pasta de trabalho, e retiro do seu interior uma pena de pombo.  Com ela ainda deitada de barriga para baixo, começo a passar a pena leve e suavemente em suas costas, descendo até a linha da cintura, e tornando a subir.  Este tipo de carícia, provoca nela uma reação de arrepios, bem como o contorcionismo do seu corpo de forma bem profunda, semelhante ao movimento da cobra quando se desloca, arrancando dela fortes suspiros e gemidos guturais.  Ainda passando a pena em seu corpo, começo a retirar sua calcinha com a mão esquerda, e em seguida inicio uma seção de beijos, somente com o roçar dos meus lábios e a ponta de minha língua em suas nádegas, procurando a direção do rego de sua bunda. E ai sim, desce a pena até a entrada do seu cuzinho, o que a faz levantar o seu quadril, deixando à amostra sua bundinha rosadinha, e o seu buraquinho também rosinha e fechadinho.  Não me contive e coloquei minha cara no meio de suas nádegas, enfiando a pontinha de minha língua naquele buraquinho convidativo a ser penetrado.  E ela gemia alto de prazer dizendo em voz alta:  você assim vai me matar de tesão.  Enfia logo esta piroca em meu cú e me rasga toda.  Vai!

Virei-a de barriga para cima e observei que sua xaninha estava totalmente depilada, lisinha, sem um pêlo para atrapalhar. Voltei a passar a pena, agora em sua barriga e nos seios, deixando-a com maior tesão.  Começo então uma seção de beijos, com pequenas mordidas com os lábios nos seus mamilos.  Venho lambendo e beijando seu corpo, sua barriga, seu ventre até chegar à sua xaninha, a qual já se encontrava toda melada de tesão.  Não conversei e enfiei minha língua em sua vagina, recolhendo de lá, todo o seu gozo, e obviamente, engolindo-o todo, sem deixar uma gota.  Em seguida procuro seu clitóris, dou uma seção de lambidas rápidas, deixando-o durinho, mordendo-o com os lábios, deixando-a louca de tesão.

Observo que no quarto existe um frigobar.  Pergunto a ela se ela costuma bebericar alguma bebida quente, no que ela responde que sim.  Levanto-me e vou ao frigobar.  Abro-o e não encontro nenhuma bebida, porém encontro vários sorvetes de pauzinho, o que me dá uma idéia tremenda.  Pego um deles e volto para a cama e falo que hoje faremos sexo com picolé.  Ela rindo pergunta como, no que eu respondo: aguarde, pois verás como é.  Observo que o picolé está um pouco mole, o que vai facilitar de sobremaneira o meu intento.  Retiro o invólucro e enfio o picolé em sua vagina.  Ela sem esperar esta minha atitude, solta um grito e ao mesmo tempo profere vários impropérios.  Imediatamente coloco minha boca em sua vagina, e começo a lamber o caldo do picolé que começa a escorrer de sua buceta.  Que maravilha!  Enfio de novo o sorvete, demorando alguns segundos a mais, de modo ficar maior quantidade de sorvete derretido em sua vagina, e volto a sorvê-lo com sofreguidão.  Então ele pede que eu enfie minha caceta logo, pois ela ficou com mais tesão e ela não está agüentando mais.

Atendendo a seu pedido, enfio minha piroca em sua buceta geladinha do picolé e ela pede que eu enfie tudo, até o fundo, porque ela não estava sentindo a minha penetração, e eu explico que era o efeito do picolé gelado.  Continuo socando até ela me sentir dentro, o que leva uns cinco minutos, quando ela pede que eu soque com mais força, pois já estava quase gozando.  Digo para ela se segurar e a viro de bruços, e sem passar nada em seu rabo, forço a entrada até a cabeça passar, quando ela me pede que eu a maltrate, que eu a rasgue; que eu a arregace toda.  Fico socando por alguns minutos, quando eu peço que ela monte sobre mim, como se fosse cavalgar.

Ela assim faz e começa seu movimento de subir e descer. Bem como fazia ao mesmo tempo um movimento circular, o que me deu mais tesão ainda.  Ela intensifica seus movimentos, numa demonstração que vai gozar, quando ela dá um grito abafado e arfando, chega ao momento supremo de uma relação, que é o orgasmo final, mais conhecido como gozo.  Ela relaxando seus nervos que ainda estão tensos, deitasse sobre minha barriga, e começa a me beijar com muita ternura, carinho, me elogiando pela tarde maravilhosa em que passamos juntos, fazendo-me prometer que aquela seria a primeira de uma série de tardes que poderíamos nos amar, como aconteceu.

Após termos nos relaxado bem, ficamos trocando carícias por um tempo, quando olho para um relógio que se encontrava pendurado em uma parede do quarto, e vejo que o relógio marcava exatamente 17 horas. E então falo para ela que deveríamos tomar um banho, pois o horário já era bastante adiantado, e ela iria encontrar uma fila no ponto de ônibus muito grande, no que ela concorda.  Nos dirigimos ao banheiro para nos banharmos, logo em seguida saímos do hotel e caminhamos em direção ao ponto final do ônibus.  Fiquei com ela na fila até o momento em que embarcou no coletivo.  Despedindo-me dela com um beijo, dei um até segunda, pois aquele dia era sexta-feira, e não trabalhávamos no sábado, isto é, eu não trabalhava.

Saio dali e vou a direção à Central do Brasil, de modo a embarcar em um trem de volta para casa, pois aquele dia fora um excelente dia para mim, e eu queria completar esta minha satisfação, metendo muito e gostoso com minha esposa, o que seria feito em um motel, com direito até a banho de champagne.  É. Esta noite promete.  Vou amanhecer com a cabeça da piroca toda esfolada, mas eu vou.
Ah!  E como vou!!!

Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

A filha do arquiteto

Após sair do escritório da esposa do arquiteto, dirigi-me de volta ao lar, tendo em vista que o horário já ultrapassava das 18 horas.  Durante o trajeto de volta, vinha pensando sobre o ocorrido.  Como pode uma mulher, tendo o cargo de arquiteta, bonita, uma empresária bem sucedida, não ter o menor cuidado com sua higiene pessoal.  Acredito que ela já sabia de sua situação, mas porque deixou que tal fato acontecesse?  E enquanto viajava de volta para casa, aquele odor não saia de minhas narinas.  Lembrei-me que em certa ocasião, em companhia de um amigo, visitei uma criação de porcos (pocilga), e o odor que exalava daquele local era forte e o mesmo impregnava nossas narinas.  E por incrível que pareça, o cheiro só saia de nossos narizes, cerca de três a quatro dias depois, da mesma forma, acontecia com nossas roupas, pois o cheiro também as impregnava.

Ao chegar a casa, a minha primeira preocupação era tirar a roupa, e jogá-la direto no tanque para serem lavadas, sem dar tempo de deixá-las no cesto de roupas sujas.  Minha esposa notou meus movimentos e perguntou-me o que estava acontecendo, porque eu joguei a roupa no tanque, então expliquei a ela que eu fui visitar um cliente em Piabetá, e ele era um criador de porcos, e durante minha estada naquele local, o proprietário fez questão de me mostrar sua criação, a maternidade, o local de desmame, etc.... O cheiro das fezes e urina dos porcos fica em nossos corpos e roupas, e eu não queria que o cheiro passasse para as roupas as quais se encontravam no cesto.  Após o banho, lavei também os sapatos, pois eles eram os piores, pois foi com eles que eu pisei nas fezes.  Lògicamente, tudo o que eu estava fazendo era uma encenação, pois eu não fora a nenhuma criação de porcos. 

No dia seguinte, indo para o escritório, encontro o cartão que a filha mais nova do arquiteto houvera me dado.  Vou chamá-la de Tereza (nome fictício).  Ligo para ela, e na quarta chamada ela atende ao telefone, e quando me identifico, noto que a voz dela passa de um tom para outro, e a forma de tratar-me  também, passando a ser com um pouco mais de intimidade (o que nunca houve entre nós).  Perguntou-me quando eu poderia visitá-la, pois ela precisava muito conversar comigo, e o que ela tinha a tratar comigo, eu iria gostar muito.  Pronto.  Acendeu a “lampadinha do desconfiômetro”, e da sacanagem.  Perguntei se poderia ser na segunda-feira.  Ela disse que sim, então falei: está combinado, mas a que horas, e ela falou que estaria a minha disposição o dia inteiro.  Tudo bem!  Como era quinta-feira, trabalhei até sexta-feira, e ao meio-dia, encerrei o meu trabalho indo direto para casa.  Ao chegar a casa, digo para a mulher preparar as crianças, pois iríamos para Friburgo passear de teleférico, visitar meu irmão e alguns lugares pitorescos na cidade, e que só voltaríamos no domingo à noite.

De volta a realidade, começo a semana com mais disposição, pois o final de semana com a família, foi uma injeção de ânimo.  As crianças voltaram maravilhadas com o passeio, principalmente minha filha que não se cansava de falar do teleférico.  Vou ao escritório pela manhã pegar mais catálogos, verificar se existe algum recado para mim de cliente, verificar se houve alguma alteração de preço na tabela, tomar aquele cafezinho que só a secretária do gerente sabe fazer (o único que elogia o cafezinho da secretária, sou eu, e por isso ela me dá oportunidades de lhe passar uma  “cantada”, o que até a presente data, tenho-me segurado, pois não quero pagar “mico”).

Olho minha agenda e vejo que eu tenho um encontro com Dª Tereza, a arquiteta.  Arrumo minha pasta, tomo outro cafezinho, fazendo aquele ruído bucal de estalar língua, quando a secretária olha para mim, dá um sorriso, levanta-se dirigindo para a porta, dizendo que vai fechar a porta à chave quando da minha saída, pois ela estava sozinha na firma.  Ao passar pela porta, paro, olho para ela e dou um até amanhã, seguro sua cabeça pela nuca, e dou-lhe um selinho com a ponta da língua para fora, introduzindo-a em sua boca.  Antes de fechar a porta totalmente, ela ainda fala: eu quero desse beijo em outro lugar.  Sorri por entender muito bem suas palavras, e dirigi-me ao elevador.

Já na rua, caminho em direção ao ponto de ônibus que me levará à Tijuca, bairro onde a filha do arquiteto montou o escritório dela.  Ao chegar ao local, observo que é um edifício residencial.  O porteiro pergunta se eu vou a algum  andar e eu digo que vou ao escritório de Dª Tereza, o que ele responde que tudo bem, e pergunta  se eu sei qual o andar, e eu respondo que sim.  Embarco no elevador e aperto o botão do andar correspondente.  Ao chegar ao andar encaminho em direção do apartamento e vejo que a porta é de vidro e tem uma moça sentada atrás de uma escrivaninha.  Era a atendente.  Chego a ela e pergunto se a arquiteta Tereza se encontrava, no que ela responde que sim e pergunta a quem devo anunciar.  Dei meu cartão e ato contínuo ela leva o cartão para a arquiteta.

Na volta, com o cartão na mão, diz que eu posso entrar.  Ao entrar observo que existe um casal na sala, e a arquiteta levanta-se da sua cadeira e vem me cumprimentar, e ao mesmo tempo apresenta-me ao casal, dizendo que eles são sócios de uma empresa que está sendo montada, e que estão precisando do mobiliar a empresa, e ela, a arquiteta é quem iria especificar o mobiliário.  Imediatamente, abro a pasta e retiro dela um jogo de catálogos de mobiliário da sala da diretoria (é lógico que eu peguei o mobiliário mais caro) e passo às mãos da arquiteta.  Ela por sua vez, toma a frente da conversa e começa a dissertar sobre os móveis ora apresentados, e foi aquele blá. blá, blá.

O casal se levanta e diz que adorou os móveis e, que a arquiteta preparasse o projeto em forma de planta.  Então se dirigindo para mim, agradecem pela ajuda que foi formidável, quando mos cumprimentamos com um aperto de mão.  A mulher segurou minha mão com as duas mãos e olhando-me nos olhos diz que nos encontraremos outra vez, pois ela viu uns móveis que ela poderá comprar para usá-los na casa dela.  Aproveitando a oportunidade, peguei um cartão de visita dos meus e dei para a senhora.

A arquiteta acompanha o casal à porta do escritório e na volta diz para a atendente que não vai atender mais ninguém.  Se alguém perguntar se eu estou, diga que sai para atender clientes.  Entra na sala dela e fecha a porta por dentro, vindo a se sentar ao meu lado no sofá.  Perguntou-me se aceitaria um cafezinho, o que eu respondi que sim, e ao trazer-me a xícara, se curva para frente de tal maneira, que deixa amostra seus seios, e eu olhei-os admirado, sendo que ela percebera meu olhar.  Perguntei a ela se era casada, ela disse que não, pois ainda era muito nova (tinha 25 anos) e queria aproveitar a vida de todas as maneiras possíveis e imagináveis, custasse o que custasse para ela.  Então perguntei se nessa lida de querer aproveitar a vida da maneira que ela queria e viesse a ficar grávida. O que ela faria?

Em seguida, levanto-me do sofá, pego as duas xícaras e levo para uma pequena sala que foi transformada em cozinha.  Ela mais que depressa se levanta também e corre ao meu lado pegando as xícaras levando-as  para a cozinha.  Ao virar-me, nossos corpos estão quase que colados, pois a distância entre nós dois é quase nenhuma.  Olho-a nos olhos, passo as mãos na sua fronte e trago seu rosto em direção ao meu e toco em seus lábios bem de leve, só roçando, quando ela abre a boca e me oferece a sua língua.  Abraço-a pela cintura, trazendo seu corpo para junto do meu, encostando-o completamente, quando deu um tremor no corpo dela, pois sentira que eu estava de pau duro.  Continuamos a nos beijar, já agora com mais volúpia, pois não se prendia só nos lábios, mas sim orelha, pescoço, olhos, queixo,
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Mesmo agarrado a ela, conduzo-a para o sofá e ao sentá-la começo a abrir sua blusa lentamente, botão por botão, e sempre beijando e lambendo seu colo.  Após ter aberto sua blusa, começo a mordiscar-lhe os biquinhos dos seios por cima do sutian., sem fazer questão de tira-los.  Minha mão direita começa a soltar a blusa que está por dentro da saia.  Em seguida, começo a lamber sua barriga, descendo lentamente até chegar ao seu umbigo, o que provoca nela um tremor no corpo violento, fazendo com que ela peça que não a maltrate mais, pois ela já está a ponto de explodir de tesão.  Abro o fecho da saia dela que está nas costas e, começo a tirar-lhe a saia.  Já sem saia, toco-lhe por cima das calcinhas a sua região genital, fazendo movimentos para cima e para baixo no seu reguinho da xereca.  Volto a sua boca e começo a sugar sua língua que está cheia de saliva e engulo tudo.  Volto a descer minha boca pelo seu corpo e a mão direita ainda continua na sua região genital, bolindo sobre a calça, quando percebo que a calca está toda encharcada de gozo dela.  Não perco tempo e vou tirando lentamente sua calcinha, e minha boca vai acompanhando o movimento.  Tiro sua calcinha por completo e caio de boca naquela bucetinha totalmente depilada, sugando aquele néctar que escorria de suas entranhas.  Meu movimento se alternava entre sugar sua buceta e morder seu clitóris, puxando-o com os dentes, arrancando dela gritos e gemidos de tesão.

Levanto-me, tiro minha camisa, minhas calças e minha sunga.  Deito-a no chão do escritório, e então me coloco sobre ela e começo com uma seção de beijos, levanto-lhe as pernas, colocando-a na posição de frango assado e começo a penetrá-la, no início lentamente, para depois ser um pouco mais rápido, até chegar ao orgasmo.  Notei que durante os movimentos, ela gozou 3 vezes.
Ficamos deitados no chão durante algum tempo, quando ela falou que gostaria de marcar outro dia para darmos continuidade ao que houvéramos começado naquele dia, pois ela adorou demais.

Depois me falou que a mãe dela comentara sobre o incidente que houve quando estive no escritório dela.  Falou-me também que a mãe dela houvera ficado chateada com o ocorrido e que enviava seu pedido de desculpas e que gostaria de marcar um encontro comigo (que beleza de família: mulher traiu o marido, conta para a filha e tudo fica bem. Coisas de gente rica)

Para contato, use: giancarlomartelli@bol.com.br.

Conto enviado por desejoso.

 

 

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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Chupado por uma anã gostosa no ônibus

Olá galera, esse negócio de esvrever contos vira realmente um vício, parece que tudo que acontece com agente, já estamos imaginando como vamos escrever e publicar no dia seguinte.
Bom, mas vamos ao acontecido, minha esposa trabalha com vendas de cama mesa e banho, viajamos sempre juntos para Ibitinga, uma cidade do interior de SP onde tem várias fabricas desses produtos.

Em setembro precisamos viajar e no dia da viagem minha esposa pegou uma infecção de garganta e não pode ir, eu nunca tinha viajado sem ela, até porque não entendo muito dessas coisas, meu ramo é outro totalmente diferente.
Ela me pediu que eu fosse e me deu uma lista dos produtos encomendados por suas clientes, como não eram muitos eu fui, e até que não me sair muito mal, conseguir comprar tudo que ela pediu, mesmo porque já conheço as lojas.
O ônibus que sempre viajamos pertence à uma empresa voltada para essas finalidades, o ônibus saiu as hs 17:00 a poltrona dos fundos estava vazia, como eu pensava em dormir me acomodei ali achando que ficaria com as duas poltronas só pra mim.
Passamos em Nova Iguaçu pra pegar mais passageiros e a minha alegria duraria pouco (na verdade foi o contrário pois durou a viagem inteira) pois certamente alguém oucuparia a outra poltrona, e não foi diferente. aguem se aproximou e sentou do meu lado.
Pensei que fosse uma criança, até estranhei pois não costuma vijar crianças conosco, não que não possa, mas por se tratar de viagem para compras não tem muita lógica levar crianças, a viagem costuma ser muito cansativa.

Na verdade depois pude perceber que não era uma criança e sim uma anã, não devia ter mais de 1.30, branquinha e muito linda, ela estava com uma sainha curtinha e quando sentou suas perninhas ficavam à mostra, me disse que era sua primeira viagem e não conhecia nada em Ibitinga.
Perguntou se eu poderia ajuda-la o que naturalme me coloquei a disposição. Eu não sabia se olhava pra ela ou pra suas perninhas grossas, ela percebeu mas não se importou muito, parece ter gostado de está chamando a atenção de um homem bem maior que ela.
Me disse que já tinha sido casada com outro anão, mas o casamento não deu certo pois ele era muito grosso e ignorante, já tinha mais de três anos de separada e depois disso nunca mais se envolveu com nenhum outro homem, tinha 32 anos e um corpinho lindo.
Ao cair da noite e com o ar condicionado ligado o ônibus ficou um verdeiro gelo, ela como nunca tinha viajado, não tinha levado nada, só uma bolsa feminina e sacolas para trazer as mercadorias, percebi que ela estava toda arrepiada de frio, peguei minha manta para me cobrir.
Ela esfregava os braços pernas e mãos. Dizia... que besteira a minha! Como pude fazer isso? Sempre fui tão prevenida, como fui esquecer de trazer um cobertor? Nem mesmo um casaco, que droga! Vou congelar aqui dentro desse ônibus!!
Aí foi a minha vez.. Como fiquei contente ao ver que ela não tinha levado nada! Perguntei... vc quer dividir minha manta? Ela é de casal, sempre trago ela quando venho com minha esposa e dar tranquilamente. Vou aceitar sim, pegou a ponta da manta e começou a se cobrir.
Tivemos que levantar aquele braço que divide as poltronas para que ficássemos mais juntos a fim de a manta poder cobrir nossos corpos. Continuamos a conversar, fiz várias perguntas, entre elas se ela já tinha se envolvido com um homem de tamanho normal.

Disse que não, que os homens parecem ter vergonha de sair com uma anã, na sua adolecencia chegou a ter um namoradinho bem mais alto, mas os colegas dele começaram a fazer bricadeiras sem graça do tipo, leva ela no colo Beto! Ele morria de vergonha e acabou terminando tudo. Eu não gosto de ser muito direto, mas eu uma frese e outra deixava claro que ela me atraia, o ônibus parou as hs:20:00 para janta, eu a convidei e ela topou. Voltamos para o ônibus que saiu as hs:21:00 falei pra ela que tinha-mos que poucurar dormir um pouco pois o dia seguinte seria de muito trabalho. Pegamos a manta que já lhe tinha oferecido e nos cobrimos, ela ainda disse.. sua esposa não ficaria com ciumes se visse essa cena? Eu falei.. certamente, mas ela não está vendo e eu não poderia deixar vc aqui morrendo de frio, ela agradeceu e fechou os olhos para dormir. Eu não sou de dormir em viagem mas gosto de fechar os olhos para descansar um pouco. Depois de um certo tempo já estava quase cuchilando quando sinto um peso sobre mim, ela parecia está dormindo, se jogou um pouco sobre mim e seu braçinho curto ficou entre minhas pernas, eu estava com uma calça de moleton e uma cueca folgada, gosto de viajar assim pois é mais confortável, qundo sentir o contato do braço dela meu pau começou a se manifestar, fiquei meio receoso com medo de ela acordar e ficar constrangida com a situação, meu pau já estava estalando de duro, percebir uma leve pressão sobre ele e esperei pra ver no que ia dar. Ela movia o braço e meu pau já estava ao alcance de sua mãozinha, o tesão era enorme, pensei que ela fosse segura-lo mas ela não fez isso, fiquei na dúvida, estaria ela dormindo mesmo?

Resolvir agir, levantei um pouco a calça e sua mão deslizou para dentro, ela passou a fazer pequenos movimentos, nossa que loucura! Era gostoso demais! Passei a mão seus seus seios e fui acariciando seus biquinhos, fui descendo a mão e enfiando entre suas pernas, ela estava molhadinha mas era difícil enfiar o dedo pois suas pernas grossinhas impediam, ela então colocou os dois pés em cima do banco e assim suas perninhas ficaram abertas, que bucetinha fofinha! Parecia uma bolachinha, pequeninha mas inchadinha, fui deslizando meu dedo e penetrando ali, ela me punhetava com sua mãozinha, meu pau não é grande (15 cm) mas é grosso, sua mão quase na conseguia abraçalo, ela ia subindo e descendo, fazendo carinho na cabeça, nossa que delícia. Onde nós estava-mos dava pra ver todo o ônibus, assim quando ágüem vinha ao banheiro nós ficava-mos imóveis com aquilo na mão e mão naquilo. Perguntei no ouvido dela, quer dar uma chupadinha? Ela disse que sim mas tinha medo de alguém ver, falei... se vir alguém eu te aviso, ela então veio com se fosse deitar em meu colo, eu a cobrir totalmente com a manta e ela começou então o seviço. Que gostoso! Que boca macia! Meu pau lateja dentro de sua boquinha, ela chupava e me punhetava ao mesmo tempo, passei a fezer movimentos de vai e vem como se estivesse fudendo a sua boquinha, ela ficou paradinha só recebendo meu cacete duro que ia até sua garganta e voltava, não demorei muito e gozei como nunca, enchendo sua boquinha de porra, ela esperou até a ultima gota e depois cuspiu no chão do ônibus. Gostaria de fazer o mesmo com ela mas no meu caso era complicado pois se viesse ágüem seria difícil, não sei como tem gente que conta que transou dentro de ônibus, pra mim é tudo mentira. Mas coloquei meu dedo em sua xaninha e a fiz gozar também. O ônibus parou e descemos para esticar as pernas um pouco, falei pra ela que tinha adorado e que queria denovo.

Foi a melhor viagem da minha vida, ela me fez gozar umas 4 vezes e eu a ela também, ela dizia que nunca tinha visto um pau como o meu (e olha que não é grande) que o do ex marido era do tamanho do meu polegar rsrsrs falei que ela ia gostar mais quando eu o enfiasse em sua bucetinha, quando chegamos peguei o número do seu celular, mas não sei se anotei errado, até hoje não conseguir falar com ela. Um dia que sabe? rayketo@hotmail.com

 


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