Hetero

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Heterossexualismo
heterossexualidade

Corneando o marido na Rua

Minha mulher na época com 36 anos, trabalhava á em períodos noturno em e Belo Horizonte e sempre saía para jantar . Ela tem a pele branca, um corpo bem formado, cabelos e olhos pretos e como nome A.C.
No início achei estranho a mudança de comportamento dela, demora mais na hora de jantar do que de costume e notei outras atitudes diferentes com a de beber mais do que eu estava acostumado a vê-la fazer além de passar a usar roupas mais apertadas, saias curtas, decotes esse tornou muito comum ele a não usar mais sutiã.
Mal sabia que ela era safada e estava me corneando!!!!

Começou a sair sozinha a noite, fora do horário de trabalho dizendo que ia encontrar com as amigas.
Certa vez precisa falar com ela e liguei no celular, ela atendeu meio nervosa e pelo som de fundo vi que estava em um bar, mesmo estando de serviço, ela me perguntou o que eu queria e lhe perguntei algo sem muita importância.
Passado um tempo liguei de Nov e desta vez ela me disse não me ligue mais que você esta me atrapalhando e que me ligaria assim que pudesse, eram 19:30 horas, lembro-me até hoje com exatidão!
Recebi a uma hora da manhã o seu telefonema de retorno me dizendo que já havia retornado ao serviço, perguntei se ela sabia que horas eram ela me disse que sim e desligou.
Em um dado momento de nossa vida conjugal perguntei que havia acontecido naquela noite ela me disse, eu dei pra outro na rua e começou a me contar:
Eu o conheci a alguns dias num bar perto do trabalho onde ia jantar e disfarçadamente ele fez um contato comigo através de um olhar eu gostei dele de imediato era claro d cabelos pretos, 1,80 m e tinha 39 anos, tinha a camisa aberta e mostrava o seu peito cabeludo . Era muito gostoso.
Como estava perto de conhecidos sai disfarçadamente e ao passar pela mesa dele ele me olhou eu sorri e pisquei para ele, ele entendeu e me segui em pouco tempo.
Comecei a conversar e ele meio safado, já foi pegando Ana minha mão e eu meio sem jeito deixava, mas logo ele já me abraçava pela cintura enquanto caminhávamos pela rua .

Como já era trade para mim, troquei o telefone e me despedi com um beijo gostoso de língua que deve ter durado uns bons minutos e foi muito bom sentir a mão dele apertando as minhas nádegas!
Na data marcada fomos a um bar, mais longe de onde trabalho e ficamos conversando e eu me desinibi e sentei ao lado dele que de imediato pegou minha mão e começou a me beijar e aliás como ele beijava gostoso, começou a passar as mão em minhas pernas e ele me convidou depois de um tempo para caminharmos.
Para quem conhece o Bairro de nome Barro Preto tem pouca iluminação e as poucas existentes são mascaradas por grandes árvores.
Fomos caminhado e em dado momento ele me abraçou forte me encostou em uma árvore e começamos a nos beijar . Ele passava as mãos em meus seios, minha bunda e me convidava para ir a um motel ali perto.

Eu respondi que não tinha tanto tempo e que não poderia ir, assim mele me pegou firmou contra a árvore e começou beijar o meu pescoço, ao mesmo tempo em que uma das mãos procura o meio das minas pernas.
Tentei falar que estávamos na rua e sua boca achou os meus seios, como estava de camiseta, propositadamente sem sutiã, ele descobriu facilmente um dos seios e começou a sugar o bico e a dar leves mordidas e sua mão já abrir o zíper da minha calça que era colada e começa a me masturbar.
O Tesão aumentou e eu já não me controlava mais quando ele abriu o botão da calça e pos a mão toda dentro da minha calcinha alcançando a minha xaninha e começou a enfiar os dedos.

Eu gemia e fazia movimentos de subir e descer e ele colocou o pau pra fora e começou a se esfregar em mim, depois rapidamente ele abaixou a minha calça jeans até o joelho e junto com ela a calcinha, falei aqui não, mas senti uma estocada forte ele enterrou tudo de uma vez, era grande, gostoso.
Ele me pegou de jeito segurou a minha bunda com as duas mãos e meteu forte até me esqueci que estava ma rua ele fazia movimentos gostosos de vai e vem e ai começou a bombar forte e eu vi que ele e eu íamos gozar, comecei a gozar, você sabe que gozo fácil , e disse a ele que não gozasse dentro pois não tomo remédio e ele não estava usando camisinha, mas não deu ele aumentou o ritimo e começou a gemer e falou, puta casada merece uma buceta cheia!!!!
E num instante socou forte e eu gozei de novo e senti a minha xaninha se encher do gozo dele.
Ficamos uns instantes unido enquanto ele gozava até que ele tirou para fora e me pediu o meu lenço e quando ia lhe entregar ele falou, você limpa. Primeiro com a mão.

Limpei aquele pau gostoso e melado ainda meio duro e quando fui usar o lenço ele me prensou junto á árvore e falou: usa a boca para lavar a sua mão, lambi minha mão toda melada de nosso gozos e assim que fui me limpar do gozo dele que começava a escorrer de minha xaninha ele não deixou, puxou a minha calcinha para cima e falou que eu ia gozada para o trabalho.
Vesti a calça e saímos de mão dadas, quis correr mas ele não deixou, me levou até perto do serviço para se certificar de onde eu trabalhava e antes deu ir embora ele me beijou e me fez masturbá-lo um pouco e falou que essa era a primeira de muitas que agora ele sabia que a casada era uma mulher fácil , gostosa e safada.
Se leu e acha que sabe mais sobre A.C. mande um email semanticus@hotmail.com

 

Sedução Virtual, Sexo Real

Nossos caminhos inicialmente se cruzaram numa sala de bate-papo, e agora já era a terceira vez que eu papeava com esta garota chamada Teca. Da sala de bate-papo para o popular programa de mensagens instantâneas foi um rápido pulo.
De frase em frase as afinidades estavam sendo descobertas paulatinamente, só que eu desconhecia que estava causando tão boa impressão assim na moça. Como sempre acontece, gosto de grafar bem nosso idioma e tenho relativa facilidade no assunto: esse fato por si sempre provoca ótima empatia, já que se percebe ter alguém culto e letrado do outro lado, porém evito parecer pedante na minha escrita.

Ela mora num bairro próximo ao centro da cidade, ao passo que eu moro no subúrbio a cerca de 10 km aproximadamente de distância. Nada complicado quando se tem um carro, mesmo para um trânsito caótico como é o da nossa cidade (São Luís do Maranhão), só para dizer o mínimo.
Teca estava nos seus 40 e poucos anos, branca, cabelos castanhos claros e lisos, e como era de biótipo magro estava com boa aparência e bem conservada, talvez pelo fato de eu gostar de mulheres magras, sei lá. Ela era separada e tinha um filho adolescente que morava com o pai. Como costuma acontecer com as mulheres nesta faixa etária, estava com o tesão à flor da pele e doida para foder (vim descobrir isso posteriormente, claro).
Quase que diariamente nos encontrávamos no WLM, mesmo que por breve tempo, e devo confessar que sua prosa não era lá das melhores, eu é que segurava a peteca nos nossos diálogos. Ela demonstrava deleitar-se com nossas conversas, que depois de algum tempo começou a resvalar para assuntos sexuais, como já era de se esperar.

Desde o início havia notado que ela tinha uma webcam, contudo não pedi para ela abri-la até que houvesse conquistado a sua confiança, mantendo um perfil bem discreto e cometido (o que de fato sou). Em dado momento dos nossos papos ela por iniciativa própria abriu sua webcam, e a partir de então ela sempre abria a sua webcam, mostrando sua face e o ambiente que a cercava. Até aí nada demais, mas eis que de repente, sem aviso, ela começou a exibir seu seio de forma casual, quase sem querer, fingindo mesmo ser incidental (ah, as mulheres quando querem dar...).

Aquilo me deu um feliz choque erótico e a partir de então passei a provocá-la sempre que podia pedindo para ver mais e mais. Confesso que não sou adepto de sexo virtual, seja lá o que isso for, mas aquilo estava fazendo um bem danado à minha libido, isso devo confessar.
Sou muito desconfiado com as “facilidades” que nos surgem via internet, especialmente ofertas sexuais mesmo que veladas. Veio-me à mente algumas possibilidades: seria ela garota de programa, ou algum tipo de vigarista querendo fisgar-me com propósitos melífluos? Aquilo me pôs na retranca e me deu uma cisma danada. Entretanto, segui com a dança da sedução virtual, só pra ver no que daria (ah, os homens quando querem conquistar...).
No geral, sempre acesso o WLM a partir de casa (gosto de ser bom professional e separar as coisas), todavia naquela noite no final de expediente eu estava com um tesão danado e não por acaso abri o WLM esperando encontrar a Teca. Para a minha surpresa ela não estava online, assim resolvi demorar mais algumas dezenas de minutos no PC e ver o que aconteceria.

Com cinco minutos passados online a Teca entrou, e de imediato entabulamos um papo que foi resvalando rapidamente para a sacanagem, no melhor estilo provocativo que conheço. Pedi pra ela exibir seus seios, o que ela fez, embora por poucos segundos, só pra me provocar. Segui instigando-a, e como notei que ela estava de vestido, indaguei se estava com calcinha, ao que ela respondeu positivamente. Perguntei como ela usava a sua xota, se depilada, tosada ou peluda. Ela um pouco acanhada disse-me que a sua xana estava depilada e aquilo me deixou de pau duríssimo. Maliciosamente e audaciosamente disse que gostaria de ver a sua xaninha depilada, mas ela ficou receosa, mesmo tímida, creiam. Insisti no tema e para meu grato espanto ela se levantou da cadeira onde estava, levantou o vestido, baixou a calcinha e mostrou a boceta lisinha com os pequenos lábios róseos salientes.

Ao contemplar aquela xota glabra creio que a minha pressão arterial subiu e mal pude crer no que via! O desejo de foder aquela fêmea foi puramente instintivo, afinal mulher nenhuma mostra a xota na webcam impunemente. Sugeri que nos encontrássemos pra tomarmos um chope logo mais, afinal a casa dela não era longe do meu trabalho, coisa de 10 minutos de carro. Ela relutou, mas terminou aceitando, passando-me seu endereço e eu acertei de pegá-la dentro de 20 minutos.
Fui encontrar a moça e durante o trajeto no carro imaginava se aquilo não seria uma pegadinha, ou coisa pior, quem sabe um assalto? Tomei todas as precauções possíveis, marquei o ponto de encontro num local público com movimento, mas nunca se sabe, vivemos tempos bicudos, e era noite...
Felizmente correu tudo bem, e ao chegar ao local combinado liguei no celular e a Teca veio ao meu encontro célere. Cumprimentamo-nos, ela entrou no carro onde eu e minha cisma já a esperava--com o motor ligado, só por via das dúvidas.

Levei-a a um barzinho razoavelmente próximo de minha casa (isso ela desconhecia), e começamos um papo regado à cerveja, buscando nos conhecermos mais um pouco, para além do WLM. Trocamos experiências e ela pareceu-me uma pessoa simpática, dada e confiável, logo, quando já contávamos com umas três ou quatro cervejas bebidas decidi que era hora de irmos para o “rala e rola”, por assim dizer.
Paguei a conta e rumamos pro meu apê no meu carro. Teca a tudo aquiescia, já parecia conhecer o roteiro. Ao chegar lá, fui logo oferecendo mais um chope, o qual depois de servido e sorvido foi o prenúncio da foda. Comecei a beijar e a bolinar a Teca, fui despindo a sua blusa e explorando seu corpo, desnudei os seus seios e parti pra desabotoar-lhe a calça jeans, com o firme intuito de acessar a sua boceta lisa.

A boceta da Teca já estava úmida e meus dedos patinaram naquela umidade. Friccionei seus lábios e clitóris, e levemente introduzi meu dedo médio na sua racha gulosa, ao tempo em que beijava vorazmente sua boca e sugava sua língua dardejante. Meu pau parecia uma tora de tão duro, eu tinha mesmo a impressão de que ia explodir devido à sua pressão interna.
Teca ronronava e demonstrava gostar das nossas preliminares, e enquanto isso aproveitava para massagear meu pau ainda preso na calça, mas não por muito tempo, já que ato contínuo eu liberei o caralho que saltou pra fora e que parecia ter molas e mesmo vida própria.
Ela sentou-se na borda do sofá e começou a sugar meu pau da glande à base com sofreguidão, deixando-o salivado e fazia barulhinhos com a sugação, ao passo que massageava carinhosamente minhas bolas. Ela sabia como chupar um caralho, isso eu podia ver, pois estava uma delícia! Segurei sua cabeça e comecei a estocar a sua boca com minha vara indo até a garganta, ela aguentou bravamente minhas investidas nas suas amígdalas.

Ficamos nesse jogo algum tempo, mas eu queria mesmo era meter naquela boceta. Empurrei-a para trás no sofá, tirei-lhe a calça junto com a calcinha num único movimento, e suspendi-lhe as pernas pondo-as nos meus ombros, deixando assim sua xana totalmente exposta ao meu rombudo e vermelho cazzo. Posicionei a roxa glande na entrada da molhada vagina e arremeti com gosto, sentido as paredes vaginais se dilatarem para dar passagem ao meu caralho. Teca suspirou fundo com prazer e eu iniciei um lento movimento de entra e sai no seu túnel: meu pau saiu todo lambuzado de seu mel e chegou a luzir na meia-luz do abajur da sala.
Sua boceta exalava um excitante cheiro de fêmea no cio que me deixava mais arretado ainda. Bombeei meu pau impiedosamente por vários minutos naquela xota como um monomaníaco, enquanto ela delirava de prazer e gozo, e ainda sussurrava que era grande demais e que tais. Aproveitei o fato de que ela estava superexcitada e sugeri no seu ouvido pra fazermos anal, ao qual no princípio ela relutou, mas ao final cedeu.
Dei um salto e corri para pegar o KY-Gel no quarto, e ainda aproveitei pra trazer a câmera fotográfica digital, pois estava decidido a registrar toda foda. Felizmente ela não se incomodou com a câmera, e eu habilmente besuntei meu cazzo de gel e as pregas de seu ânus também, aproveitando pra introduzir de passagem um dedo no cu dela. Sou um tarado por sexo anal, adoro enrabar uma guria,  eis aí algo que me excita sobremaneira.

Teca pediu-me pra ir devagar, pois já fazia algum tempo que não dava o cuzinho, ao que eu tranquilizei-a dizendo que ela estava nas mãos de um analista experiente. Ela continuava deitada no sofá e assim posicionei meu porraz na entrada do seu ânus, depois de novamente jogar-lhe as pernas sobre meus ombros, e fui metendo devagar... Verdadeira delícia sentir seu esfíncter de dilatando a fim de acomodar meu pênis entumecido. Progressivamente fui arregaçado seu rabo quentinho gostosamente, saboreando cada dobra do seu reto apetitoso. Enfiei o pau até onde deu e a partir daí comecei o erótico movimento de vai e vem, sem pressa alguma.
Ela suspirava e gemia dizendo que estava gostoso e pedia pra eu arrombar seu rabo, metendo tudo até o cabo, sem pena. Fiz o que pude, é claro, pra atender ao pedido da moça: estocava até minhas bolas ricochetearem nas pregas do seu ânus, enquanto isso eu fazia malabarismos pra fotografar firmemente toda a devassa cena, quadro a quadro. Gozei copiosamente no seu reto guloso, deixando minha porra quente inundar aquele canal, chegando mesmo a transbordar na entrada do cu o excesso, que escorreu pelo rego da bunda abaixo.

Resumindo tudo, fodemos até às 5h30 da manhã, depois dormimos exaustos algumas horas. Acordamos lá pelas 10h, tomamos banho, tomamos o café da manhã e finalmente fui deixá-la em casa, agora em plena luz diurna esfuziante. Depois desse encontro não nos vimos mais, muito embora ela tenha insistido em querer repetir a fodelança nos nossos breves encontros posteriores no WLM.

 

R$50,00 reais para chupar buceta virgem

OLÁ AMIGOS LEITORS, EU SOU ALEX E TENHO 43 ANOS, 21 DE CASADO. JÁ PUBLIQUEI AQUI AGUMAS EXPERIENCIAS MINHAS, GOSTARIA DE COMPARTILHAS COM VOCÊS MAIS ESSA QUE TEM ACONTECIDO NOS ULTIMOS DIAS.
COMO JÁ DISSE NOS OUTROS CONTOS, MINHA ESPOSA É MUITO RESERVADA E NÃO GOSTA DE MUITAS PRELIMINARES, COM ELA É SÓ PAPAI MAMÃE MESMO, ATÉ JÁ FIZEMOS AGUMAS COISINHAS A MAIS, MAS EU TENHO QUE INSISTIR MUITO PRA ISSO ACONTECER, ULTIMAMENTE TENHO DEIXADO COMO ELA QUER.

BOM VAMOS LÁ, Á UNS TRES MESES MINHA ESPOSA RESOLVEU PROUCURAR UMA MENINA PARA TRABALHAR LA EM CASA, COMO ELA TEM A LOJA DELA E TEM TRABALHADO MUITO, NÃO TEM TIDO TEMPO PARA OS SERVIÇOS DOMÉSTICOS. UMA CLINTE DELA INDICOU UMA MOÇA MUITO TRABALHADORA E DE CONFIANÇA.
A MOÇA COMEÇOU A TRABALHAR E POR UNS QUATRO DIAS EU AINDA NÃO À CONHECIA (INCOMPATIBILIDADE DE AGENDA), MINHA ESPOSA ESTAVA ADORANDO A MOÇA, MUITO LIMPA, CAPRICHOSA, ALEM DE COZINHAR MUITO BEM, MOÇA DE FAMÍLIA DO INTERIOR DA BAHIA.
NUM DETERMINADO DIA EU SAIRIA MAIS TARDE DE CASA E ELA CHEGA, MINHA ESPOSA ME APRESENTOU, AMOR ESSA É A RITA, QUANDO VÍ A MOÇA QUASE DESMAIO, LINDA DE MAIS, MORENINHA, BABELOS DE INDIA, CORPO DE MODELO, DISFARCEI MEU ESPANTO E A COMPLIMENTEI SEM MUITAS PALAVRAS.

PASSEI A SAIR MAIS TARDE DE CASA SÓ PARA VER A RITA CHEGAR, SEMPRE QUE POSSÍVEL QUANDO MINHA ESPOSA NÃO ESTAVA PRESENTE EU DAVA UMA OLHADA NELA DE CIMA EM BAIXO, FAZENDO QUESTÃO QUE ELA PERCEBESSE QUE EU A ESTAVA ADMIRANDO E CHEIO DE TESÃO.

O PAGAMENTO DELA FICOU POR CONTA DA MINHA ESPOSA, DEPOIS QUE ELA RECEBEU O PAGAMENTO EU DEI A ELA MAIS R$ 50,00 E PEDIR PRA ELA NÃO DIZER NADA PRA MINHA ESPOSA, POIS ERA UMA GRATIFICAÇÃO MINHA, ELA ADOROU E PASSAMOS A FICAR AMIGOS.
PASSEI A VIR EM CASA NO MEIO DO DIA COM UMA DESCULPA QUALQUER, A LOJA DA MINHA ESPOSA FICA PERTO DE CASA, PASSO PRIMEIRO NA LOJA PARA CONVERSARMOS UM POUCO E DEPOIS DIGO QUE VOU EM CASA PEGAR UM DOCUMENTO OU OUTRA COISA QUALQUER.
TODA QUARTA FEIRA EU SAIO MAIS CEDO DO TRABALHO E COSTUMO IR PARA CASA DESCANSAR UM POUCO, BOM AGORA EU TENHO UM MOTIVO A MAIS PARA FAZER ISSO, MEUS FILHOS ESTUDAM A TARDE E SÓ CHEGAM AS HS 17:00 MINHA ESPOSA ESTÁ NA LOJA E A RITINHA ESTÁ EM CASA, DELÍCIA!
NA PRIMEIRA QUARTA FEIRA JÁ COMECEI A CONVERSAR E FAZER UM MONTE DE PERGUNTAS, RITA TEM 19 ANOS É NOIVA DE UM RAPAZ DA IGREJA, ESTÃO PENSANDO EM SE CASAREM ATÉ O FINAL DESSE ANO, PASSOU A TRABALHAR PARA AJUDAR O NOIVO NA CONSTRUÇÃO DA HUMILDE CASA.

AS PERGUNTAS VÃO FICANDO MAIS ÍNTIMAS, ELA ME DIZ QUE É VIRGEM E QUE O NAMORADO À RESPEITA MUITO, FALO COM ELA DE VÁRIAS COISAS SOBRE SEXO E CONFESSO QUE SOU TARADO POR ELA, ELA SE ESPANTA MAS EU DIGO PARA FICAR TRANQUILA QUE EU NÃO VOU DESRESPEITA-LA.
NOSSA INTIMIDADE VAI ALMENTANDO, QUANDO ELA PASSA POR MIM FAÇO QUESTÃO QUE PERCEBA O VOLUME DENTRO DA MINHA CALÇA. PROMETO AJUDA-LA NA CONSTRUÇÃO DA CASA SE DEIXAR EU DAR UMA CHUPADA NELA, ELA RESISTE E DIZ QUE JÁ MAIS, POIS AMA MUITO O NOIVO.
EM OUTRA QUARTA FEIRA INSISTO E DIGO QUE ELA CASARÁ VIRGEM, PROMETO NÃO PASSAR DOS LIMETES, TOCO EM SEUS SEIOS ELA FINGE RESISTIR MAS ACABA DEIXANDO, ELA ESTÁ LAVANDO LOUÇA, EU CHEGO POR TRÁS E DOU UMA ENCOXADA E PEGO EM SEUS SEIOS DURINHOS.
ELA RESPIRA FUNDO E DIZ. PARA SEU ALEX!! NEM O MEU NOIVO NUNCA FEZ ISSO COMIGO! EU À DEIXO TIRO UMA NOTA DE R$ 50,00 E DOU PRA ELA. OLHO DENTRO DOS OLHOS DELAS E DIGO, VOCÊ PODE AJUDAR MAIS AO SEU NOIVO SE QUISER. SE DEIXAR EU TE DAR UMA CHUPADA EU POSSO TE DAR UMA NOTA DESSA A CADA VEZ
ELA PEGA NOTA E GUARDA, ME AGRADECE E DIZ QUE VAI PENSAR, FICO LOUCO SÓ DE PENSAR. A QUARTA FEIRA SEGUINTE LEVA UM ANO PRA CHEGAR!! QUE LOUCURA! MAS EMFIM CHEGA. CHEGO EM CASA E ELA ESTÁ NO TERRAÇO, LA É ROUBADA POIS OS VISINHOS PODEM VER.

CHAMO ELA PRA FAZER UM SUCO E ELA VEM, QUE LINDA QUE ELA ESTAVA! NUMA SAINHA JUSTA E BLUSA FININHA, TODA ARRUMADINHA, PERECE QUE ESTAVA ME ESPERANDO. ELA CHEGA NA COZINHA E VAI FAZER O SUCO DE MARACUJÁ, EU CHEGO POR TRAZ E DOU UMA ENCOXADA NELA.
E AÍ PENSOU NO ASSUNTO? HÁ, SEI LA! ACHO QUE ISSO NÃO TA MUITO CERTO! VEM CÁ VEM, LEVO ELA ATÉ O SOFÁ E FALO, VOCÊ NÃO É OBRIGADA A FAZER NADA QUE NÃO QUEIRA, VAMOS FAZER UMA VEZ SÓ, EU PROMETO QUE SE VOCÊ NÃO GOSTAR EU NÃO TOCO MAIS NO ASSUNTO.
ELA PENSA, PENSA, PENSA E DEPOIS DIZ, O SENHOR PROMETE NÃO ME FAZER MAL? CLARO! VOCÊ VAI CASAR VIRGEM, EU GARANTO. SE PEDIR PRA PARAR O SENHOR PARA? PARO, ENTÃO TA. VALE DIZER QUE NESSE HORÁRIO É SUPER TRANQUILO E FORA DE QUALQUER PERIGO DE UMA FLAGRA.

CHAMO ELA PARA O MEU QUARTO, ELA DEITA E EU VOU TIRANDO A SUA ROUPA BEM DEVAGAR SEMPRE COM MUITO CARINHO, NOSSA QUE PETINHOS MARAVILHOSOS! BEIJEI, MORDIR COM OS LÁBIOS E FUI DECENDO E TIRANDO O RESTO DA ROUPA, ELA ESTAVA COM UMA CALCINHA MINÚSCULA.
CERTAMENTE JÁ ESTAVA RESOLVIDA A FAZER AQUILO, FUI TIRANDO AQUELA PEÇINHA BEM DEVAGAR, QUE XANONHA LINDA! POUCOS PELOS QUE DELÍCIA DE GAROTA! ABRIR SUAS PERNAS E FUI BEIJANDO CENTÍMETRO POR CENTÍMETRO ATÉ CHEGAR EM SUA BUCETINHA VIRGEM, ELA MUITO TÍMIDA, EU CHEIO DE TESÃO.
QUANDO CHEGUEI LÁ FUI LAMBENDO BEM DEVAGAR, PAGAVA SEU CLITÓRIS COMOP SE FOSSE UMA LINGUA E CHUPAVA BEM GOSTOSO, ELA SE TORCIA TODA, QUANDO PERCEBIR QUE ELA ESTAVA PARA GOZAR ENCOSTEI A PONTA DO DEDO EM SEU ANUS SEM PENETRAR, SÓ MASSAGEANDO DE LEVE, ELA GOZOU.
PEDIR PRA ELA ME MASTURBAR MAS ELA NÃO ACEITOU, PEDIR QUE ELA FICASSE PELADINHA COMO ESTAVA EM QUANTO EU ME MASTURBAVA, QUANDO EU VÍ QUE IA GOZAR, CHEGUEI MAIS PERTO DELA E JOGUEI UM JATO DE PORRA EM SUA BARRIGUINHA, ELA SÓ APERTOU OS OLHOS E NÃO DISSE NADA.

NOS VESTIMOS E ELA VOLTOU AO SEU SERVIÇO, E DEI O QUE PROMETIR, UMA NOTA DE R$ 50,00. PERGUNTEI SE TINHA GOSTADO ELA NÃO DISSE NADA, PODEMOS FAZER NOVAMENTE NA PRÓXIMA QUARTA? VOU PENSAR. ENTENDIR COMO UM SIM. E NÃO FOI DIFERENTE. CHEGUEI E FOMOS DIRETO PRO QUARTO.
ISSO TEM ACONTECIDO TODA QUARTA FEIRA, ELA AGORA JÁ ME MARTURBA, ESTOU TENTANDO CONVENCE-LA PARA UM 69, ELA JÁ CHEGOU BEM PERTO, CREIO QUE VOU CONSEGUIR, NÃO QUERO FORÇA-LA A NADA. JÁ DISSE A ELA QUE DEPOIS QUE ELA CASAR PODEMOS IR UM POUQUINHO MAIS LONGE, ELA CALOU.
TENHO VIVIDO MOMENTOS MARAVILHOS COM ELA E CREIO VAMOS NOS TORNAR MANTES NO FUTURO, MAS ISSO EU CONTO DEPOIS.

SE VOCÊ É VIRGEM, TEM MAIS DE 18 ANOS E NUNCA LEVOU UMA CHUPADA BEM GOSTOSA , TEM VONTADE MAS TEM MEDO DE QUE O CARA TIRE SUA VIRGINDADE, FAÇA CONTATO COMIGO, PROMETO SÓ FAZER O QUE VOCÊ PERMITIR, SEM FORÇAR A BARRA. ME ADC PARA NOS CONHECERMOS MELHOR. SE VOCÊ QUISER AINDA PODE LEVAR R$ 50,00 rayketo@hotmail.com

 

História de um encontro com uma mulher casada

.Nos conhecemos pela internet, através de um site de relacionamentos. Eu sou casado e ela também é. Enviei uma mensagem e ela me respondeu, a partir daí passamos a conversar quase todos os dias. Aos poucos a conversa foi ficando mais quente, fomos nos descobrindo. Uma noite, já bem tarde, conversávamos quando ela ligou a web cam. Já havíamos trocados fotos, mas aquela foi a primeira vez que conversávamos com a web cam ligada. A conversa foi esquentando e ela baixou a câmera até mostrar o seu sexo por inteiro, completamente molhado de tesão. Nos masturbamos e mostramos o nosso gozo ao vivo, para que nenhum dos dois tivesse mais dúvidas.

Foi então que resolvemos marcar um encontro. Eu morava em uma cidade, ela em outra e depois descobri que ela era natural da cidade em que eu morava, mas havia casado e mudado de local. Fui ao encontro dela então. Era um sábado, e como eu tinha outros compromissos na cidade durante a semana e o início da seguinte, foi fácil ficar por lá. Ela fazia um curso de especialização sempre aos sábados, mas naquele dia tinha uma folga. Nos encontramos e a sensação do “ao vivo e a cores” é sempre melhor do que pela lente do computador. Ela usava um vestido lindo que demonstrava toda a sua sensualidade. Fomos até um restaurante e almoçamos. A conversa foi bastante divertida, pois estávamos deixando de lado a tensão do primeiro encontro, mas havíamos combinado de que neste primeiro encontro nós não faríamos nada além do encontro, do almoço, ou seja, nada de sexo. Mas aquela mulher me enlouquecia e sentia todo o seu desejo por algo além do almoço também.
Paguei a conta e ao descermos pelo elevador, não me contive e beijei-a suavemente, ao que ela respondeu e me apertando contra o seu corpo. Já fora do restaurante, entramos no meu carro e percorremos um pouco a orla da cidade enquanto continuávamos a conversa. Paramos em um trecho da orla, descemos do carro, fomos até um bar na beira da praia, tomamos uma cerveja e já mortos de tesão, resolvemos sair dali. De volta ao carro eu perguntei se poderia sequestrá-la, ao que ela me respondeu que não haveria problema, desde que ela estivesse em casa ao final da tarde. Esta foi a senha.

Entramos no primeiro motel que encontramos, já não tínhamos tanto tempo assim. Chegando lá dentro, desatei os laços que sustentavam o vestido dela e ao cair nos seus pés, me vi diante de uma deusa, bela, cheirosa, charmosa, sensual e que conseguia bater com sobras qualquer garotinha de 20 anos. Eu já estava na casa dos 40 e ela se aproximava dos 32.

Retirei-lhe o soutién com cuidado e ao ver aqueles lindos e maravilhosos seios na minha frente, não resisti e passei a acariciá-los lentamente, percorrendo-o em cada milímetro com minha língua, enquanto ela suspirava de tesão. Mordiscava-o, provocando-a. Passando a mão em seu sexo, senti o quanto ele estava encharcado, completamente úmido a espera de outra coisa que não fossem os meus dedos. Neste instante, ela passou a me beijar. Ela se ajoelhou, retirou o que restava da minha roupa e ficou diante do meu membro, que aquela altura estava totalmente duro e pulsante. Sem cerimônias, ela passou a chupá-lo com volúpia, com desejo, parecendo que iria me devorar naquele instante. Eu já não aguentava mais de tesão.

Ela se levantou e eu a carreguei até a cama onde retirei-lhe a calcinha e coloquei-a com as pernas levemente abertas, deixando-me diante daquela visão do paraíso. Passei a chupá-la com carinho e aproveitando para saborear todo o seu néctar delicioso; ela gemia, gemia e anunciou que estava gozando. Neste instante, apertou a minha cabeça com as suas pernas e me segurou com mais força pedindo para não parar. Foi o gozo feminino mais alucinante que tinha presenciado até aquele momento. Beijei-a, deixando que ela sentisse um pouco do seu próprio sabor. Ela foi à loucura.

Lentamente, foi se virando, deitou-se de lado, foi se agachando e se encaixando em mim. Pegou novamente o meu membro e foi então que ela, ainda deitada, colocou o meu cacete dentro do seu sexo. Ah como era quente e úmida aquela grutinha deliciosa. Beijei a sua nuca, virei um pouco o seu rosto, beijei-a novamente e ela então afastou-se de mim, ficou de quatro e disse-me: vem, me come de quatro, esta é a posição que mais gosto. Fui à loucura novamente.

Passei então a minha língua no seu sexo outra vez, o que a deixou mais alucinada ainda, coloquei uma camisinha e então penetrei-a outra vez, só que agora de forma mais profunda, sentindo todo o seu sexo se contrair apertando o meu membro, uma sensação única, especial. Ela falou: ai que rola gostosa, que cabeça grande e macia, me come vai, me fode com gosto. Fui aos poucos aumentando o ritmo das estocadas, ela já gritando de prazer, anunciando outro gozo, me pedia para gozar junto com ela. Ela apertava mais ainda as suas pernas, contraindo a sua vagina e apertando o meu membro dentro dela. Não aguentei e anunciei que iria gozar e ela também disse que estava gozando. Gozamos juntos e acho que se não estivesse de camisinha teria ejaculado e inundado toda a sua vagina com o meu sêmen.
Deitamos um ao lado do outro, exaustos e descansamos um pouco. Depois fomos tomar um banho e repetimos tudo novamente, de forma mais intensa ainda. Nos encontramos outras vezes, em outros locais e nos divertimos bastante, mas esta é outra conversa.

Encoxando até gozar no metrô

TEM COISAS QUE PARECE QUE SÓ ACONTECEM COM OS OUTROS, OU ENTÃO DAR A IMPRESSÃO DE SER UMA GRANDE MENTIRA, MAS COMO ACHO UMA VERDAEIRA IMBECILIDADE ALGUEM INVENTAR UMA HISTÓRIA SÓ PARA IMPRESSIONAR, NÃO TENHO ESSE COSTUME, DE MODO QUE TODOS MEUS RELATOS SÃO VERDADEIROS.

PEGO O METRÔ TODOS OS DIAS SENTIDO CENTRO DO RJ ATÉ A ESTAÇÃO PRES. VARGAS. QUANDO OUVIA ALGUEM CONTAR OU LIA UMA HISTÓRIA SOBRE ENCOXADA, CONFESSO QUE NUNCA ACREDITEI MUITO.
NÃO CONSEGUIA ACREDITAR QUE UMA MULHER SE DEIXA ENCOXAR EM UMA CONDUÇÃO LOTADA. EU ATÉ JÁ DEI UMAS ENCOSTADINHAS MAS NA MEDIDADA QUE MEU PAU IA ENDURECENDO, ME AFASTAVA , MORRO DE MEDO DE UM ESCANDALO.
EU SOU SIMPLESMENTE LOUCO POR SEXO, SEI QUE MUITOS VÃO ME ACHAR TARADO, MAS SOU CAPAZ DE GOZAR MUITO FACILMENTE. APESAR DE MEUS 43 ANOS E 21 DE CASADO, FAÇO SEXO TODOS OS DIAS, E QUANDO MINHA ESPOSA NÃO PODE, EU ME MASTURBO, REALMENTE SOU MEIO TARADO MESMO.

BOM, MAS VAMOS AO QUE ACONTECEU. ESSA SEMANA EU PEGUEI O METRÔ COMO SEMPRE LOTADO, MAS PRECISAMENTE NO DIA 06/07 EM IRAJÁ. NA ESTAÇÃO DE DEL CASTILHO ENTROU UMA MULHER DE UNS 30 ANOS , MORENINHA 1.65 DE ALTURA APROXIMADAMENTE CABELOS LISOS, NA CINTURA , COM UM VESTINHO CURTO DESSES DE PANO MOLE QUE MODELA AS NÁDEGAS.
ERA TODA GOSTOSINHA E PARECIA MUITO SÉRIA, DEVIA SER CASADA, POIS TINHA UMA ALIANÇA NA MÃO ESQUERDA. ELA SE POSICIONOU DE LADO NA MINHA FRENTE, DE MODO QUE PARTE DA SUA COXA ENCOSTAVA EM MIM LEVEMENTE.
EM MARIA DA GRAÇA ENTROU MAIS UMA PORRADA DE GENTE E ELA SE ENCOSTOU MAIS UM POUCO, COMECEI A ME EXCITAR, FIQUEI NERVOSO POIS TINHA MEDO QUE ELA NOTANDO MEU PAU DURO, ME CHAMASSE DE TARADO E FIZESSE UM ESCANDALO, PÔ! ISSO DAR ATÉ LINCHAMENTO! TA LOUCO?!!!

PERCEBIR QUE ELA FAZIA MOVIMENTOS QUE PARECIAM DE PROPÓSITO, MEU PAU ESTAVA ESTOURANDO DE DURO, E COMO EU ESTAVA COM UMA CALÇA SOCIAL E UMA CUECA FOLGADA ERA NOTÓRIO O VOLUME.
AINDA BEM QUE COMO ESTAVA LOTADO, NINGUEM PERCEBIA NADA. ELA USAVA UMA BOLSA QUE ANTES ESTAVA NA FRENTE DO CORPO, ENTÃO ELA A COLCOU DE LADO E APOIOU A MÃO SOBRE A MESMA.
FAZENDO ISSO ELA FICOU COM A MÃO NA ALTURA DO MEU PAU, E COM AS COSTAS DA MÃO ELA COMEÇOU A ME TOCAR SUAVEMENTE, QUASE VOU A LOUCURA! ANTES PENSEI QUE PODESSE SER POR ACASO OU DESCUIDO, MAS DEPOIS VÍ QUE ELA CONTINUAVA ME APALPANDO COM VONTADE.

PASSOU A AGARRAR MEU PAU E PASSAR UM DOS DEDOS SOBRE A CABEÇA QUE ESTAVA PARA ESTOURAR, ERA GOSTOSO DE MAIS, ELA ENCHIA A MÃO E APERTAVA, UUUMMMM!!! QUE DELÍCIA!!! SE ALGUEM JÁ PASSOU POR ISSO, SABE O QUE EU ESTOU DIZENDO.
ELA ME APALPAVA POR BAIXO, SEGURAVA MEUS TESTÍCULOS E DEPOIS PARAVA NO CABEÇÃO E APERTAVA, QUE LOUCURA!! PARECIA QUE QUE NUNCA TINHA VISTO UM PAU DURO, ESPECIALMENTE EM SUAS MÃOS.
DE VEZ EM QUANDO ELA DAVA UMA OLHADA PRA MIM COMO SE ESTIVESSE PERGUNTANDO, TA GOSTANDO? SEUS OLHOS EXPRESSAVAM SEU TESÃO. ELA SE VIROU DE FRENTE PRA, MEU PAU SE ENCAIXOU NO MEIO DE SUAS PERNAS, BEM COLADO EM SUA BUCETINHA.

NESSA POSISSÃO EU CONSEGUIR ABAIXAR MEU BRAÇO DIREITO E DAR UMA SEGURADA EM SUA BUNBINHA E PUXA-LA PARA MIM, COMO NAQUELE APERTO NINGUEM PRECISA SE SEGURAR QUE NÃO CAI, COM A OUTRA MÃO EU LHE TOCAVA OS SEIOS FIRMES.
SÓ TOCAVA POR CIMA DA BLUSA, ELA ESTAVA SEM NADA POR BAIXO, TOCAVA EM SEUS BIQUINHOS E APERTAVA ENTRE DOIS DEDOS MUITO DISCRETAMENTE, O TESÃO ERA DE MAIS, SUA RESPIRAÇÃO FOI FICANDO OFEGANTE, A MINHA TAMBEM.
ELA SE VIROU E EU ENCAIXEI EM SUA BUNBINHA, COMO TANTO O VESTIDO DELA E MINHA CALÇA ERAM DE TECIDOS FINOS, O ENCAIXE ERA PERFEITO, ELA CONTRAIA AS NÁDEGAS COMO SE QUISESSE ME MORDER COM A BUNDINHA. NOOOSSA! ERA DE MAIS!!!
ELA ME EMPURRAVA PARA TRAZ E EU A EMPURRAVA PARA FRENTE DANDO AQUELAS BALANÇADAS GOSTOSAS. PEGUEI ELA PELA CINTURA E FIRMEI MEU PAU EM SUA BUNDA ESFREGANDO BEM GOSTOSO. GOZEEEEEI COMO UM LOUCO.
ELA PERCEBEU E REBOLAVA NA CABEÇA DO MEU PAU, NÃO SEI SE ELA GOZOU, MAS SEI QUE SENTIU MUITO TESÃO. DEPOIS DE GOZAR , ME AFASTEI UM POUCO PARA NÃO SUJAR MINHA CAMISA QUE ESTAVA POR CIMA E CONSEQUENTEMENTE SEU VESTIDO. DESCIR NA PRES, VARGAS, ELA CONTINUOU A VIAGEM.

CHEGUEI NO TRABALHO TODO SUJO E TIVE QUE JOGAR A CUECA FORA, AINDA BEM QUE NO CENTRO É MUITO FÁCIL COMPRAR OUTRA. ONTEM A ENCONTREI NOVAMENTE E ELA ME RECONHECEU MAS DESTA VEZ NÃO DEU PORQUE O METRÔM ESTAVA VAZIO. ESPERO ENCONTRA-LA NOVAMENTE, OU OUTRA QUEM SABE?
RAYKETO@HOTMAIL.COM

 

A lição do professor de matemática

Vou contar minhas aventuras com meu adorável professor de matemática e aproveitar este conto para dar umas dicas de como seduzir seu professor. Foram coisas que fui descobrindo ao longo de minha vida escolar. O primeiro ponto é que todos são homens e os homens observam nossos corpos, ainda mais o professor que fica numa posição de destaque. Tudo começou quando o calor era insuportável e resolvi ir à aula com uma saia que ia até o meio das minhas coxas. Notei que cada vez que eu mexia as minhas pernas os olhos dos professores eram atraídos para ela, uns mais discretos outros mais ostensivos. Gostei da brincadeira de tentar os professores e fiz eles babarem no meu corpo. Cruzava as pernas deixava minhas coxas à mostra, abria a pernas levemente e, algumas vezes, deixava aparecer minha calcinha, senti que alguns professores ficaram loucos, devem ter se masturbado pensando em minhas pernas. Coloquei blusa e camisetas sem soutians, via-os devorarem meus seios com os olhos, isso me excitava. Colocava camisetas baby look e calça de cós baixo, aproximava da mesa quando eles estavam sentados e deixava minha barriga o mais próximo possível de seus rostos, alguns ficavam vermelhos, mas esse jogo de sedução era apenas uma brincadeira sensual que me excitava muito, às vezes eu mesmo me masturbava de tanto tesão que sentia no cortejar dos professores.

Quando estava no terceiro ano do colegial, conheci um professor que chamou minha atenção, não pelos dotes físicos, mas pela sua maneira de ver a mulher, em algumas situações ele demonstrava saber como tratar uma mulher, ser carinhoso e ser gentil. Aquilo que atraiu, comecei a sentir tesão pelo professor, queria que ele me desse uma aula, não de sua disciplina Matemática, mas de sexo, ele deveria ser um excelente amante. Resolvi torturar esse professor, coloquei uma mini saia e sentei no centro da sala na última fileira, onde eusabia que ele podia ver minhas pernas, comecei cruzando as pernas, notei que, embora tentasse disfarçar, ele comia minhas pernas com os olhos. Cada vez que eu movia minhas pernas, seus olhos me devoravam, resolvi ser mais ousada, abri levemente as pernas e percebi que ele engoliu seco. Ele não conseguia me olhar nos olhos,mas não tirava atenção das minhas pernas, por algumas vezes até errou as contas na lousa. Fingi que procurava alguma coisa no meu material e virei para apanhar alguma coisa que nem mesmo eu sabia o que era na minha bolsa pendurada atrás da carteira, nesse movimento, abri minhas pernas e deixei minha calcinha bem a vista. Quando olhei para o professor, percebi que ele deveria estar muito tarado, doido para devorar minha xaninha.

Percebi que ele ficou mais meu amigo, vinha conversar comigo, coisa que nunca tinha feito, mas enquanto falava, percebi que ele observava cada centímetro do meu corpo. Resolvi aumentar a pressão, fui sem soutian na aula, sentei na primeira carteira, desabotoei o botão superior da minha blusa e, por várias vezes, debrucei sobre sua mesa para perguntar alguma coisa sobre o exercício, cada vez que eu debruçava meus seios ficavam à mostra e ele os devorava. Chegou a dizer: Meu Deus! Eu estava conseguindo aquilo que queria, seduzir e aprender segredos do sexo com aquele experiente professor. Eu sabia que ele ficaria apenas como vouyer se eu não lhe desse ocasião para me cantar. Então resolvi dar-lhe esta oportunidade. Pedi para ele se não poderia falar com ele em particular, pois precisava de um conselho sobre um problema pessoal que estava passando. Ele prontamente se ofereceu para me ajudar, pediu para que o procurasse num determinado dia que ele estava sem aulas. Procurei e ele me levou até a biblioteca da escola e disse para que eu contasse o meu problema. Falei que estava muito interessada em uma pessoa, mas que esta pessoa não sabia e eu não sabia como fazer. Ele disse que homem é assim mesmo, desligado, não percebe quando uma mulher esta interessada nele , principalmente jovens da minha idade. Disse que não era da minha idade, era mais velho que eu. Ele disse que eu deveria demonstrar com sorrisos, insinuações sutis, criar situações para ficar a sós com ele, encheu-me de conselhos. Perguntei para ele se ele teria coragem de sair com uma garota da minha idade, ele disse que o problema não era sair como uma garota da minha idade, mas a discrição. Tomei coragem e disse: “eu não contaria nada para ninguém.” Imediatamente ele se e=levantou e disse assustado, você teria coragem de transar com um velho como eu?:Respondi que se ele fosse muito carinho e me ensinasse, eu toparia. Ele fechou a porta da biblioteca, me levou para o meio das estantes de livros e começou a me acariciar os seios com delicadeza e maestria, beijou suavemente os meus lábios, passou sua língua sobre meus lábios, enquanto sua mão descia em direção à minha barriga com suavidade e acariciando cada parte que tocava, procurou a fenda da minha calça e atravessou minha calcinha, suavemente me beijava e acariciava meu corpo, sem pressa e sem brutalidade, delicadamente como eu previa. Beijou minha boca várias vezes e me ensinou alguns segredos de como tornar o beijo mais gostoso, eu começava a aprender mais do sexo. Mandou que eu me curvasse e senti seu dedo se aproximar de minha bucetinha, suavemente ele tocou, sem penetrar, procurou meu clitóris, senti minhas pernas amolecerem e uma sensação que eu nunca tinha sentido percorreu meu corpo,parecia um arrepio misturado com uma sensação fria, ouvi ele murmurar: “isto é tesão”. Tenho muito mais para você, mas não pode ser aqui. Amanhã você vem para a aula normalmente, só que não venha para a escola, me espere no ponto de ônibus da praça da matriz, passo lá, finjo que te reconheço e ofereço carona, vou fazer de você uma mulher de verdade.

Fizemos como combinado e ele me levou para um motel. Fez algumas perguntas básicas sobre masturbação e orgasmo, pois queria saber como e com quem lidar. Diferente dos garotos da minha idade, ele foi mais calmo, começou me beijando e tocando o meu corpo som suavidade, como se quisesse conhecer cada centímetro, aos poucos foi tirando a minha roupa e fascinava-se ao ver e sentir meu corpo, aquilo me deixava louca de tesão, eu estava sendo curtida, amada, explorada e acariciada. Quando eu estava peladinha e excitada, perguntou se eu já tinha tido um orgasmo, disse que achava que sim. Mandou que eu deitasse pelada, ajoelhou-se na lateral da cama e acariciou todo o meu corpo, sua língua quente deixou minha boca e escorregou suave em direção da minha buceta, não havia pressa nem vagareza, era a velocidade ideal, eu contorcia meu corpo de um tesão que nunca tinha sentido, nenhum garoto havia me feito sentir tal tesão. Sua língua parecia conhecer o caminho do prazer, suas carícias eram deliciosas. De repente um tremor misturado com uma sensação de frio começou a invadir meu corpo, parecia que ia me amortecer toda, como se fosse um vulcão, senti pela primeira vez, meu corpo tremer e uma sensação gostosa de prazer me invadir, eu queira ser penetrada naquela hora, agarrei seus cabelos e puxei-o para mim, ele compreendeu e abriu minha pernas mais ainda e penetrou seu belo pau duro na minha buceta, começou um vai e vem rápido, minha ansiedade aumentava mais e mais, meu se contorcia e eu perdi o controle dos meus movimentos, uma paz suave e deliciosa me fez saber que eu estava gozando pela primeira vez naquele pau gostoso. Descobri que as sensações que eu tinha na masturbação não era gozo. Ele continuou a bombar minha buceta, era uma sensação muito boa, relaxava e dava prazer. Parecia que ele queria absorver cada gota do meu gozo. Deixei o corpo solto com uma sensação de estar nas nuvens. Ele se levantou abriu o frigobar retirou dois refrigerantes, me deu um. Quando acabei de tomar o refrigerante, ele apanhou a latinha e me disse: “agora é sua vez de me dar prazer”, ofereceu seu cacete para eu chupar, meti a boca como já havia feito com outros garotos, de repente ele segurou minha cabeça e disse: calma,não é assim que se faz oral. Pegou meu dedo e levou até a boca e mostrou como eu tinha que fazer. Voltei a abocanhar aquele cacete e sentir sua glande roçar o céu da minha boca, fiz como ele me ensinou e pude observar o prazer ir crescendo, senti como se aquele cacete inchava em minha boca, de repente, minha boca foi invadida por uma porção de esperma que me afogou, tossi, guspi esperma, me lambuzei toda. Então ele me disse como deveria fazer quando sentisse que o pau fosse soltar o esperma. Eu estava aprendendo a fazer sexo sem me sentir envergonhada, pois ele era gentil ao me ensinar. Ele ficou acariciando meu corpo enquanto me ensinava alguns segredinhos. Reiniciamos a troca de carícias, fiquei muito excitada, ele me colocou por cima e me fez encontrar a posição que seu pinto me causava mais tesão, pela segunda vez explodi num gozo gostoso. Ele não gozou, disse que iria reservar o esperma para um “gran finale”. Mandou que eu deitasse de bruços e começou a acariciar minha bunda, fiquei com medo, pensei: “vai doer para caralho!”

Ele sentiu minha tensão e me acalmou disse que era apenas carícias e se eu sentisse qualquer incomodo, ele pararia. Relaxei, senti sua mão acariciar minha bunda, seu dedo rodear meu cu, entrar suave na minha buceta, fechei os olhos como ele recomendou e passei a curtir o carinho, ele me colocou de quatro e entrou entre as minhas pernas, chupou gostoso minha buceta, enquanto sua mão acariciava meu cu, senti que seria enrabada, quando aquele dedo começou a tentar penetrar no meu cu, com movimento circulares suaves, ele ia pedindo passagem e entrando devagar no meu cu, ele pediu para eu prestar atenção no carinho de sua boca na minha buceta, mas aquele dedo insistia em invadir meu cu, quando percebi, o dedo estava atolado no meu cu e eu estava trêmula de tesão.Foi então que percebi que um segundo dedo tentava invadir meu cu virgem, sempre como movimento circulares, meu cu ia cedendo e eu estava com dois dedos no cu, percebi que ele estava laceando meu cu enquanto chupava minha buceta. Depois de enterrar os dois dedo no meu cu, ele me manteve de quatro e posicionou atrás de mim. Guspiu na cabeça do seu pau, pequeno,mas grosso, passou sua mão na minha buceta e usou o liquido vaginal para ajudar a lubrificar meu cu. Colocou a cabeça daquele pau na porta do meu cu e disse para que eu controlasse a penetração, mandou que eu fosse me afastando aos poucos com muita calma, sem forçar muito, empurrei meu cu naquele pau e senti doer para caralho, gemi e fiz careta, ele mandou que eu parasse, meteu a boca no meu cu, lambeu bem, salivou, deixou meu cu bem molhadinho e retornou a posição anterior, enfiou novamente o dedo no meu cu com movimentos circulares e depois colocou aquela cabeça na porta do meu cu e me mandou empurrar. Fui empurrando aos poucos, agora, a dor era muito pequena e suportável, fui sentindo aquele cacete invadir meu cu, enquanto uma de suas mãos acariciava meu seios e a outra minha buceta, era um misto de dor com muito tesão, empurrei minha bunda naquele pau, até engolir ele todo. Sua mão saiu da minha buceta e empurrava minha anca, depois senti as duas mãos levando e tirando meu cu daquele pau.

Sua mão escorregou suave procurando meu clitóris, aumentando de mais meu tesão, pensei em gozar com aquele pau no meu cu. Senti que o tesão dele aumentava a cada instante e seu pau pareceu tomar conta de todo meu cu, foi quando senti aquele liquido quente encher meu cu. Não consegui gozar e ele percebeu minha frustração, mas disse que dificilmente eu iria conseguir na primeira vez, mas que ele iria me ensinar a gozar com um pau no cu. Foram quatro horas ininterruptas de sexo, coisa que eu jamais havia feito. Até o final do ano fomos mais três vezes ao motel. Quando os alunos faziam paredão, dávamos uma metida rapidinha numa das salas de aula ou na biblioteca. Sempre eu estava lá dizendo que tinha que fazer prova. O ano acabou e o meu melhor diploma foi no sexo, aprendi segredos que muito me ajudam na vida sexual, hoje eu sei levar um homem à loucura e excitar qualquer um deles usando apenas palavras ou gestos sutis, tudo isso devo ao meu adorável professor, que comecei excitar com uma brincadeira e acabei arrumando um excelente amante. Saudades dele. Não se esqueça, durante sua vida você precisa transar com uma pessoa mais velha para aprender segredos que te darão prazer na cama, foi bom aprender, pois acho que desfruto melhor os prazeres do sexo.

A Minha Longa Iniciação - Parte 2

Como eu disse no conto anterior, estou relatando acontecimentos reais da minha vida. Sempre pensava em fazer algo assim, mas faltava-me coragem. Embora não pareça nos relatos, sou uma mulher discreta e muito tímida, mas reuni forças e estou colocando minhas aventuras no papel. Quando postei esse conto em outro site, recebi dezenas de e.mails elogiando, o que, em parte, deu-me força para continuar. Já respondi a todos. Sendo uma história totalmente real, a não ser com alguns ajustes no tempo da ocorrência dos fatos, às vezes ela poderá parecer longa, até porque não se trata de um simples conto, mas sim, dos capítulos iniciais do meu livro, que terá um total de 12 (doze) capítulos. Não deve ser lida de uma única vez, até porque estará sempre aqui, disponível para leitura, e em qualquer hora. Também aviso que não relata sacanagens explícitas, sem fundamento algum e que surgem do nada, porque a realidade é diferente da fantasia, e afinal, sacanagens explícitas é o que não falta nos sites da internet, concordam? Além disso, a vida pessoal de uma mulher comum não iria ter nada de muito interessante, se não fosse o acontecido entre quatro paredes. E é aí que estão as surpresas, que podem chocar alguns e agradar outros. Leia e tire suas conclusões. Aposto que você não se arrependerá...
Explicado isso, vamos à PARTE II :

Quando completei dezessete anos, meu pai avisou que iríamos nos mudar novamente. Fomos para Maringá, no Paraná. Ficamos quatro anos lá. Novos amigos, e uma grande reviravolta na minha vida. Matriculei-me numa das escolas locais e em poucos dias notei que a nova cidade era um lugar muito animado, pois as pessoas adoravam bailes, torneios, exposições e festas diversas.

Só sei que quando lá cheguei, a agitação local era por conta da eleição da miss da cidade. Nem me importei muito com isso, até porque sempre achara esse assunto uma cafonice. Entretanto, mesmo sabendo da minha opinião a respeito de tais concursos, algumas colegas ficaram me dizendo para eu me candidatar, que eu teria grandes chances de sair vencedora, que eu era muito bonita e tal. Acabei cedendo à ideia, no início por diversão mesmo. Talvez até me tivessem aflorado aquelas vaidades comuns aos adolescentes, que gostam de motivos para aparecer, chamar a atenção ou sentir-se importantes. Desnecessário dizer que tive a opinião contrária de toda a minha família, pois diziam que eu iria ridicularizá-los e tal.

Na verdade, embora aos dezessete anos já tivesse boa estatura para uma mulher daquela época (1,72m), além de ser loira, com olhos verdes, ligeiramente magra, coxas roliças, bumbum redondinho e um pouco avantajado (que ainda tenho até hoje, modéstia à parte), os meus seios eram considerados grandes, para os padrões de beleza da época. Qualquer pessoa de meia idade sabe que as mulheres de seios pequenos eram super valorizadas. Ao contrário dos dias atuais, a moda era cirurgia para a redução das mamas, ao invés do silicone para aumentá-las. Confesso que eu também pretendia isso (a redução) e ficava sonhando, achando que o dinheiro do prêmio, mesmo não sendo uma grande quantia, já seria o suficiente para custear a plástica.

Logo que me candidatei, começaram a correr boatos na cidade que eu seria a vencedora, sem dúvida nenhuma. Assim, passei a ser parada na rua pelos populares, pois, até então, não sendo moradora daquele lugar, poucos ainda me conheciam. E, com isso, eu me achava a “tal” ou, a “Rainha da Cocada Preta”, como dizem. Porém, infelizmente, como quase tudo que acontece ainda hoje no Brasil, eu apareci na hora errada e no concurso errado. Meus pais foram procurados pela diretora da minha escola, a mando de pessoas importantes da cidade. Ela — diretora — pediu-lhes que eu desistisse do certame, porque, se eu saísse vencedora, não teria condições financeiras de passar vários dias em Curitiba, na disputa do Miss Paraná. Além de que, para representar bem a cidade, eu deveria ter muitas aulas de passarela, etiqueta, gastar com roupas de grife e frequentar salões de beleza. A outra candidata, dentre as muitas, mas que diziam ser a minha rival direta, era de classe média também, só que contava com o patrocínio de uma grande rede de supermercados da cidade e de uma boutique de luxo, além de ter o apoio da rádio FM. Em resumo, propuseram pagar o dinheiro do prêmio à minha família, mesmo sem eu participar de nada; a rede de supermercados nos daria ainda cesta básica mensal para quatro pessoas, durante um ano, com dez itens, e a boutique me forneceria um par de roupas por mês, à minha escolha (também durante um ano), desde que a minha desistência fosse mantida em sigilo, isto é, que ela teria sido da minha livre e espontânea vontade, sem eu ter recebido pressão alguma por isso.

Lógico que era uma excelente proposta e, infelizmente, não tive outra opção, senão a desistência. Afinal, quem me poderia garantir a vitória? E, se de fato eu ganhasse, quem iria custear-me a permanência no concurso estadual? Enfim, o que era previsto aconteceu. Aquela que diziam ser a minha concorrente venceu em Maringá, depois em Curitiba, e ainda ficou em quinto lugar no Miss Brasil. Fiquei feliz pelo sucesso dela, mas, em parte, aquilo me abalou, porque eu era a todo momento cobrada pelas pessoas na rua pela minha falta de coragem em lutar por algo. Pior é que o dinheiro pago ficou todo com os meus pais e o meu único lucro direto foram as vestes recebidas da boutique. Desde então, não quis saber de mais nada; muito menos de namorar, apesar de receber inúmeros convites para isso. Enfim, eu evitava o contato com as pessoas. Fechei-me novamente. Quatro anos de reclusão. Meu pai brigava comigo porque eu não saía. Preferia ficar em casa, com os meus livros.

Na semana em que iria completar vinte e um anos, cheguei a Jaraguá do Sul, de volta a Santa Catarina, onde, depois de algumas mudanças, ainda tenho raízes. Era uma cidade bem diferente, com seu povo muito fechado. Já estava no terceiro ano da faculdade. Fizera o primeiro semestre em Maringá e deveria completá-lo em Jaraguá. Lembro-me bem de que todo mundo me olhava estranho. Os homens pareciam tímidos diante de mim. Cada professor que entrava na sala pedia que eu me apresentasse, como se eu ainda fora uma estudante do colegial e não universitária. Tinha vontade de sumir!!! Quando me perguntavam, e eu lhes dizia, a minha média de notas, alguns da sala mudavam de atitude comigo, começavam a me adular. Um saco!!!

No ano seguinte, já enturmada, comecei a me soltar mais. Fiz mais amigos, alguns dos quais tenho até hoje.

No outro ano, terminei meu curso de Pedagogia e comecei a trabalhar fora. Fiz vestibular para Economia, passei, mas não o frequentei, pois era em outra cidade, e não tinha como ir todo dia para lá. Deixei para estudar depois. Já tinha um diploma mesmo.

Quanto aos homens… bem, sempre do mesmo jeito. Eu me interessava, mas logo percebia que me tratavam mais como objeto de desejo ou algum troféu. Riquinhos exibindo o carro novo dos pais me assediavam, com a mais absoluta falta de assunto, falando infantilidades e infâmias. Como eu não tinha o mínimo interesse por eles, os de mente mais sensata eu fazia com que virassem meus amigos. Tinha receio de me transformar em objeto sexual, tipo uma Marilyn Monroe tupiniquim (rss). Sempre sem namorado, nem ficante. Dá para ver que amigos eu tinha bastante…

Decidi voltar a estudar. Resolvi fazer o curso de Letras, em Joinville, pois havia ônibus que levavam os estudantes. Algumas paqueras, novos amigos… sempre assim. Amigas pegavam no meu pé porque eu ainda era virgem. Foi um período danado para mim. Era muita pegação no pé. Eu não iria dar para ninguém só porque era fora de moda ser virgem.

Aos vinte e cinco anos, no ano de minha nova formatura, eu fazia inglês aos sábados e tinha um grupo de amigos. Nos finais de semana, sempre viajávamos juntos.
Certa vez, fomos para uma praia, num camping.

Nesse grupo, havia um rapaz muito bonito, chamado Carlos, que fazia pouco tempo estava saindo conosco. Antes, ele vivia me dando umas olhadas diferentes, se chegando. Ficamos algumas vezes. Ele chegou a me pedir em namoro, mas não rolou nada mais sério, além de muitos beijos. Mais tarde descobri que ele trabalhava numa filial da mesma empresa que eu.

Nesse dia em particular, estávamos em cinco pessoas, sentadas, bebendo, conversando e rindo. O restante do grupo tinha saído para dar uma volta. Eram 23h e ninguém tinha sono. Uma noite meio chata, pois estava nublado. Tempo assim é um saco para quem está acampando. Quando me dei conta, estávamos a sós, pois os outros já haviam saído. Ele foi se aproximando… e me deu um beijão daqueles. Pensei: é hoje!!!

Ele sabia que eu era virgem, pois os meninos tinham o maior cuidado com as meninas do grupo, principalmente comigo, que era a amigona de todos. Fui até carinhosamente apelidada por eles de “Miss”. Após uns longos amassos, outros apertões, algumas passadas de mão nos meus seios e na minha bunda, fomos para a barraca.

Entretanto, o problema logo começou, porque, diferente de quando estávamos lá fora, ele pareceu vir sobre mim como um bicho doido, sem se preocupar comigo. Como ele estava de calção, sem a menor cerimônia tirou-o na minha frente e pude ver seu membro rígido. Era de tamanho médio. Em espessura, acho que se assemelhava aos dois com os quais eu já tivera alguns contatos antes. Eu estava sentada no chão da barraca. Ele, segurando o pênis com a mão, dirigiu-o à minha boca, como se me oferecesse para eu chupá-lo. Recusei, lógico. Jamais tinha feito algo assim e, além do mais, sentia muito nojo.

Então ele desistiu da ideia, sentou-se ao meu lado, parecendo se acalmar um pouco, e beijamo-nos. Desta vez, com ele já menos afoito, pude sentir suas mãos acariciando minhas costas. Com sutileza, ele soltou o laço do meu top, deixando-me os seios desnudos. Depois os chupou sofregamente e, agora sim, senti um enorme tesão. Enquanto ele me sugava os seios, eu acariciava-lhe os cabelos. Estava muito gostoso. Não resisti e peguei no seu pau… Afaguei-o com vontade. Depois ele se ajoelhou ao meu lado e passou a beijar-me a barriga. Percebi o toque da sua língua no meu umbigo e uma das suas mãos puxando o meu shortinho, pernas abaixo, deixando-me somente de calcinha, que na verdade era a parte de baixo do biquíni… Senti sua mão lá dentro tocando o meu sexo já molhado. Esperto, breve ele me deixou livre da “calcinha”, tirou sua camisa e ficamos os dois, lado a lado, completamente nus, naquela barraca de vinil, numa noite morna e de céu nublado.

Em seguida, ele passou a beijar-me nas pernas. Subia com a língua até os meus joelhos e subia ainda mais, lambendo-me uma coxa, depois a outra, até que, finalmente, pude experimentar o toque molhado e quente da sua língua na minha bucetinha virgem. Fiquei doida. Abri as pernas todinha para ele e o seu rosto se agasalhou no meio delas. Segurei o seu pau e o percebi todo úmido na cabeça. Daí ele se virou por cima de mim, em posição invertida, cabeças com pés, e eu, de novo, peguei-lhe o pau duro, colocando-o entre os meus seios, enquanto ele me chupava lá em baixo… Não resisti e passei a beijar-lhe o bumbum e minha língua esteve perto do seu ânus. Senti vontade de tocá-lo com a língua, mas minha inexperiência venceu e não o fiz. Enquanto isso, ele esfregava o pau duro nos meus seios, continuando a chupar-me a bucetinha. Logo senti seu dedo massageando-me o cuzinho. Achei uma delícia aquilo. Rápido, ele levantou um pouco o corpo, tirando o pau dos meus seios, ficando com o tronco um pouco arqueado. Não resisti e passei a lamber-lhe as bolas… Nessa hora ele penetrou o dedo todo no meu rabinho. Daí agarrei seu pau e passei a punhetá-lo, até sentir seu esperma quente inundar-me os seios e o pescoço. Depois, ele mudou de posição e passou a esfregar o pau ainda molhado nos bicos dos meus peitos, até acabar de sair todo o seu gozo quente sobre mim. Fiquei ali deitada na barraca, todinha lambuzada.

Ele deixou nosso cafofo, pelado mesmo, agora com o pau não muito duro. Estando lá fora, foi até um varal improvisado, onde havia algumas roupas e pegou algo para eu me limpar. Retornou com uma toalha. Assim que adentrou a barraca, seu pênis parecia ainda mais teso do que antes. Eu, já deitada, limpei-me e lhe agradeci. Em seguida, ele veio deitar-se por cima de mim e já tentou enfiar o membro duro na minha bucetinha. Ainda com o pau na minha porta, antes que forçasse alguma coisa, eu falei:

— Não, amor… Eu sou virgem, assim não posso…
Eu o escutava dizer que eu relaxasse, que eu iria gostar.
— Vamos com calma, então — disse eu.

Ele forçou um pouquinho, eu me assustei. Mas me retorci e… nada!!! Ele forçou novamente. Ele era muito forte!!! Tentei. Mas não dava certo. Ele pareceu cair em cima de mim como um bicho doido de novo, dessa vez sem sequer preocupar-se comigo. Fiquei com medo e já não queria mais. Pedi-lhe que parasse, pois não tinha mais tesão algum. E ele não parava. Eu tentava tirá-lo de cima de mim e ele não saía. Notei que ele suava em bicas, com o esforço que estava fazendo. Só sei que, em dado momento, ele segurou o pênis com uma das mãos, encostando sua cabeça bem na portinha do meu canal vaginal. Forçou muito e, por último, soltou todo o peso do corpo sobre mim. Foi um desastre. Senti um ardor imenso, e o membro dele entrou de uma vez, rapidamente, parecendo rasgar-me por dentro.

Enfim, perdi a virgindade. Com muita dor e nenhum prazer. E ele não conseguiu gozar. Quando senti a forte dor, desesperada, empurrei-o de um jeito tal, que ele caiu fora da barraca. Mandei-o embora. Foi um final de noite horrível.

Logo depois chegou Roberta, uma das minhas amigas.

Contei-lhe o acontecido. Ainda sentia dor. Um tempo depois, já vestida, vi sangue na calcinha. Fui tomar um banho e só pensava na dor. Meu corpo todo doía.

No dia seguinte, quando acordei, ele tinha ido embora. Ninguém soube de nada, só minha amiga. Durante a semana, ele me procurou (trabalhávamos na mesma empresa) e pediu desculpas. Nem me lembro do que falei, mas comentei-o com Roberta. Só sei que ainda sentia dor, quando me sentava. Tinha ido ao médico e ele me dissera que estava tudo bem, que a dor era mais muscular, por causa da força que ele fez.

Depois disso, ele ainda viajou conosco e tentou uma vez aproximar-se de mim. Eu, seguindo os conselhos de Roberta, não deixei. E ficou por isso mesmo.
Bom começo eu tive, né?

Lá fui eu me fechar de novo!

 

 

D

epois desse acontecido, Roberta revelou-se uma pessoa bacana, uma verdadeira amiga, na qual passei a confiar inteiramente. Os conselhos que dantes recebia dos meus pais, e sequer lhes dava ouvidos, eram praticamente os mesmos de Roberta. Só que a ela eu obedecia, até porque não me falava com ares de repressão e dever. Falava simplesmente como amiga. Ela sempre me dizia:

— Sabe, Tânia, por você ser muito bonita, a maioria dos homens vai querer mesmo apenas se aproveitar de você para fazer sexo e se divertir.

Eu dizia a ela:

— Mas eu também sinto falta de conhecer alguém, né?
— Conhecer quem? — ela me perguntava.
— Sei lá... alguém especial. De repente, até um dia eu possa me casar, ter casa, filhos…

— Nisso concordo com você. Você tem que arranjar um bom casamento, mas para isso precisa ser uma moça reservada, assim como eu e tantas outras também. Você deve pensar nas frutas das prateleiras dos mercados: aquelas em que todos põem a mão, ninguém compra. Mas as escondidas no fundo das caixas, todos as querem. E pagam mais caro por elas.

Tive de concordar com Roberta. Mas era sempre assim. Aparecia algum cara que eu achava interessante, logo vinha ela a me desanimar:

— Nossa… fulano de tal é muito feio pra você. Dispensa.
Aparecia outro, a mesma conversa:
— Muito novinho.
— Baixinho.
— Velho demais!

Até que um dia ela me falou:
— Sabe, Tânia, eu estive pensando bem e acho que nós duas precisamos mesmo é dar um passeio para longe, perto do Rio de Janeiro e São Paulo, e conhecermos melhor os ares da civilização, porque aqui neste buraco onde moramos nunca vamos arranjar alguém que seja legal para nós duas.

— Até que não seria mal. Nas férias poderíamos sair, sim — concordei.
Mas acrescentei:
— Só que Rio de Janeiro não, né, Rô. Lá só tem praias de interessante, e praia seria a última coisa que eu iria querer visitar, até porque morei muito tempo em Balneário, você sabe…
— Não, querida — disse ela. — Não precisa ser especificamente a cidade do Rio de Janeiro, nem a de São Paulo. Elas são apenas exemplos, entende? Mas poderíamos ir a Minas Gerais e conhecer suas cidades históricas, pois elas ficam lá perto do Rio de Janeiro e de São Paulo, entendeu? Ou quem sabe a Bahia e o Espírito Santo, onde faz calor o ano todo, e muitas outras mais.

Concordei com ela mais uma vez.

Combinamos alguns detalhes, e antes mesmo das férias viajei com Roberta para São João del-Rei (MG). Ela providenciou tudo: passagens, reserva de hotel, etc. Fomos de avião de Florianópolis até o Rio de Janeiro e lá pegamos um ônibus para São João. A continuação da viagem seria durante a noite e chegaríamos a Minas pela manhã.
Embarcamos num ônibus leito, muito confortável. Só sei que eu estava exausta, devido às estressantes entradas e saídas de aeroportos e rodoviárias, carregando bagagem. Dentro do ônibus, pegamos duas poltronas juntas, e eu, já na minha poltrona-cama, caí no sono.

Após uns trinta ou quarenta minutos de viagem, ainda dormindo, tive a impressão de estar sendo tocada no seio, por cima da blusa. Abri um pouco um só olho e não vi nada anormal, a não ser a escuridão do ambiente e algumas pessoas roncando nas poltronas.
Fingi dormir.

Passado algum tempo, senti novamente o toque no meu seio. Era Roberta, minha companheira de viagem, com a mão por dentro da leve coberta que eu usava. Pensei repreendê-la, mas já estava muito cansada para arrumar algum tipo de briga àquela hora. Ela passava suavemente a mão por cima da minha blusa, escondida pelo cobertor, enquanto que eu, já começando a gostar da sua carícia, fingia-me adormecida. Logo percebi que ela desprendia, bem devagar, os botões da minha blusa. Depois, abriu-a cuidadosamente e, como eu tinha tirado o soutien, de antemão, porque não gosto de dormir apertada, senti o toque dos seus dedos diretamente no meu peito esquerdo. Arrepiei-me toda. Ela percebeu e passou a tocar suavemente ora o biquinho de um, ora o do outro. A essa altura, ambos já estavam bem durinhos. Eu, vigiando-a, com um só olho meio aberto, vi quando ela enfiou o rosto e sumiu por baixo da pequena manta que me cobria. Logo senti seus lábios sugando-me os mamilos duros. Eu me retorcia toda, abri os olhos e olhei bem para os lados. Pareciam todos dormir e a poltrona ao nosso lado estava vazia.

Nessa altura, já com a blusa aberta na parte de cima, senti o hálito quente de Roberta e os seus lábios beijando meu pescoço. Ela não foi até a minha boca. Voltou novamente para beijar-me os seios e percebi sua mão lá embaixo, tentando soltar o fecho da minha calça. Encolhi a barriga e ela conseguiu. Depois, desceu o meu zíper. Feito isso, puxou minha calça, junto com a calcinha, um pouco para baixo e passou a acariciar-me a bucetinha, a essa altura já bem úmida. Senti o seu dedo me penetrando… abri um pouco as pernas… Ela o enfiava lentamente e o tirava… acabei gozando em silêncio, com as pernas entreabertas, deitada naquela cama improvisada de um ônibus a rodar.

Depois ela parou os movimentos, subiu minha calça de qualquer jeito, abotoou minha blusa e virou-se quieta para o outro lado, para o lado do corredor das fileiras de poltronas.

Eu ajeitei melhor a calça e voltei a dormir.

Chegamos antes do amanhecer. No táxi, a caminho do hotel, pensei no ocorrido. A confusão mental pela noite mal dormida às vezes fazia-me pensar e perguntar se eu não tinha sonhado. Roberta estava sentada no banco da frente, ao lado do motorista, e eu atrás, com algumas de nossas bolsas. Passei a observá-la com certa atenção que não tivera antes. Era uma bonita moça, nos seus vinte e seis anos. Morena, estatura mediana (talvez 1,60m), ligeiramente mais magra do que eu, mas sem aparência franzina, tinha cabelos compridos, abaixo dos ombros, olhos escuros, nariz fino, lábios carnudos, dentes perfeitos, seios de médios para pequenos, dando a impressão de serem pontiagudos. Embora sentada naquele momento, já sabia de antemão que ela também tinha pernas grossas e bumbum meio avantajado, como o meu.

Logo chegamos ao hotel e gostei do que vi. Roberta nos reservara um local bonito, no centro da cidade, às margens de um rio, próximo a uma pracinha com coreto e inúmeras casas comerciais, àquela hora todas fechadas, obviamente. O rio e as praças situavam-se no meio e ao longo de duas largas avenidas, ambas calçadas com paralelepípedos. O casario colonial, de portas e janelas largas, dormia solenemente, dando ares de que o tempo por ali não tinha passado. Não fossem os automóveis parados nas ruas, juraria que estávamos no século XVIII ou algo assim. Porém, em pouco tempo, a cidade iria despertar e, com certeza, a modernidade surgiria de alguma forma.

O porteiro nos ajudou com as bagagens e nos levou ao nosso quarto, um belo e grande quarto, diga-se de passagem, com todo o conforto possível à época atual. Tinha uma grande cama de casal e, ao lado desta, uma de solteiro. O banheiro era de sonho, com uma enorme jacuzzi cujo aquecimento era por caldeira, segundo nos informou o funcionário. Pedi-lhe a gentileza de ligar a água quente da banheira, porque estava doida por um bom banho, logo cedo mesmo, após horas viajando.

Enquanto isso, Roberta abria suas malas e ajeitava algumas roupas no armário. Eu nem quis mexer nas minhas coisas por enquanto. Com a banheira enchendo, o porteiro me deu rápidas instruções sobre a regulagem da temperatura da água, eu dei-lhe uma gorjeta e ele se foi.

Pegando uma toalha, eu me despi e me dirigi ao banheiro, ou melhor, à banheira. Passados alguns instantes, do quarto, Roberta perguntou como estava a água.
— Está uma delícia, amiga — respondi sorrindo. — Acho que é o melhor banho que estou tomando na minha vida.
— Cabe mais uma aí nessa banheira? — perguntou ela em tom de brincadeira.
— Cabe, sim, claro.
— Então me espera — disse ela. — Já vou.

Passados alguns instantes, o trinco da porta se mexeu e ela surgiu completamente nua, andando devagar em minha direção. Chegou, tocou levemente um dos pés na água, para sentir a temperatura, e disse:

— Nossa, Tânia, parece que a água está muito quente, né?
— Não está não — repliquei. — É só você entrar que se acostuma.
Ela entrou, sentou-se ao meu lado e depois escorregou o corpo todo para dentro d’água, ficando molhada por inteiro. Ficamos algum tempo pegando água com as mãos e jogando-a sobre nossos seios, relaxando. Notei que, embora pequenos, os seios dela eram mesmo duros e pontiagudos. Às vezes nossos pés se tocavam acidentalmente. Passamos um longo tempo assim, sentadas e imóveis, apenas curtindo o banho, até que ela me perguntou:

— Tânia, quer que eu lhe esfregue as costas?
— Quero, sim, querida. Obrigada.
Ela pegou o sabonete e, quando iria começar a passá-lo nas minhas costas, disse:
— Deixe-me massagear seus ombros.

De lado mesmo, começou a massagear-me perto do pescoço, chegando com as mãos até a minha nuca e os ombros. Depois, senti sua mão passando por baixo do meu braço, vindo por trás, até que tocou o meu seio. Senti um arrepio e coloquei a minha mão sobre a dela, que já segurava o meu seio. Nossa! Percebendo isso, nessa hora ela me deu um chupão no pescoço, até que eu me virei e acariciei-lhe o rosto. Não teve jeito… Nossas bocas se encontraram e nossas línguas passaram a brigar uma com a outra. Depois ela se ajoelhou de frente para mim e passou a beijar-me os seios enquanto sua mão descia lentamente pelo meu corpo até alcançar minha bucetinha… Agora de perto, pude confirmar que os seus seios eram mesmo pontiagudos, mamilos escurinhos. Toquei a mão neles… Só a ouvia dizer:

— Chupa meu peito, gostosa… chupa, vai…
Obedeci-lhe, tentando enfiá-lo todinho na boca. Era bem menor que o meu. Quase consigo. Fiquei com um tesão imenso e levei a mão ao encontro da buceta dela, encoberta pela água. Senti então que toquei em algo. Levei um susto.
— Pega no grelinho, Tânia. Pega nele!
— Nossa… o que é isso? — perguntei. — Isso é o seu clitóris?
— É, sim. Quer ver?
Ela levantou-se e meu susto foi grande. Mostrou-me sua vulva toda lisinha, que, na parte superior, parecia ter um “piruzinho”, de cinco ou seis centímetros de comprimento, mais ou menos. Com ela ainda de pé, eu, sentada, observava-a, até que ela chegou com a vulva bem próxima do meu rosto, e ordenou:
— Vem, põe a boca nele… Chupa, vai.
Nem fora preciso nova ordem. Caí de boca naquela buceta. Chupei-a feito uma doida, enquanto acariciava o seu bumbum.
— Vamos para a cama, querida. Venha, Tânia! — chamou-me ela.

Enxugamo-nos apressadamente, deixamos a banheira, voamos para a cama. Deitamos lado a lado e beijamo-nos com paixão. Depois ela foi descendo com a boca, lambendo-me todinha até alcançar minha buceta. Nossa! Como ela chupava gostoso. Depois nos viramos e fizemos um sessenta e nove. Eu não parava de lamber aquele grelinho duro. Engolia-o todinho. Gozamos as duas quase ao mesmo tempo. Depois, cansadas, mudamos de posição e ficamos deitadas e abraçadas, em silêncio, durante alguns minutos. Aos poucos ela foi se mexendo de novo. Soltou-me do abraço e sentou-se no meio da cama. Ouvi sua voz dizendo:
— Vem cá, querida, sente-se assim como eu.
— Assim como você de que jeito, Rô? — perguntei.
— Assim, amor: frente a frente.
— Entendi! — exclamei.
Ficamos sentadas as duas na cama, uma de frente para a outra. Daí ela me falou:
— Levanta uma perna, querida, uma só.
Eu levantei a perna esquerda e ela entrou com sua perna direita por baixo da minha e jogou o corpo para o meu lado. Nossos sexos se tocaram assim e senti seu grelinho duro, tocando minha pélvis.
— Chega mais para o meio da cama, Tânia, chega — pediu ela.
Obedeci.
— Agora curve seu corpo para trás, querida. Vou fazer o mesmo.
E fez.
Nossa!!! Que delícia. Bastou uma simples mexida e o grelinho dela entrou em mim. Nossas pernas ficaram cruzadas e presas, como se fôssemos uma tesoura. Enquanto fodia minha bucetinha, ela beijava-me os pés.
— Ai… ai… ai… ai… — passei a gemer muito.
— Safada… tá gostando de dar a buceta assim, tá, Tânia?
— Não para não, Rô… tá muito bom… — respondi.
— Geme gostoso, minha putinha… geme…
Ela mandava; eu obedecia.
— Aiii... uiiii… uuuiiii... que delícia está isso tudo…
— Tô gozando... Você me mata de tesão, Rô...
E gozei mais uma vez… Senti-a mordendo-me o dedão do pé… Ela estava gozando também.
Depois eu me levantei e fui ao banheiro limpar-me e escovar os dentes. Ela também foi ao toalete. O sol já estava alto lá fora quando, finalmente, o sono chegou. Dormimos ambas nuas e abraçadas, apenas cobertas por um fino lençol.

Fui acordada com a língua de Rô lambendo-me o bumbum. Eu já estava deitada de lado, enquanto ela beijava e lambia minha bunda. Ao ver que me acordava, ela me deu boa tarde e nos beijamos na boca.

Disse a ela que precisaríamos sair para comer algo, porque havíamos perdido o café da manhã do hotel. Daí ela me disse, brincando:
— Por mim, eu só como você!
E completou:
— Quero mais, gostosa. Esperei tanto por esses momentos com você. Ninguém sabe o que passei.
— Hummmmm... safadinha!
— Diga que você é só minha, Tânia, diga.
— Sou sua… Quero você também, Rô.
Virei-me de bruços para relaxar, enquanto ela me acariciava os cabelos, a essa altura completamente embaralhados. Acho que estranhei um pouco a cama, pois sentia o corpo todo doído. Vendo-me de bruços, ela deitou-se sobre mim, agora passando a esfregar a buceta no meu bumbum, enquanto me mordia a nuca. Inevitável não sentir o “carocinho” dela a me roçar. Depois ela foi descendo, passando a língua nas minhas costas. Senti um calafrio na espinha, com o toque da sua boca. Ela foi descendo mais, separou minhas nádegas com as mãos e senti um forte arrepio quando sua língua quente tocou o meu ânus. Ela o lambia e o massageava com um dedo. Depois pegou em minha mão e puxou-me um pouco para trás, dizendo:
— Vem cá, querida… Vem de costas para a beiradinha da cama, vem, amor.
Eu obedeci e fiquei como uma cachorrinha ajoelhada na beirada da cama, com os pés voltados para o lado de fora. E ela foi para o chão. Ajoelhou-se atrás de mim, beijou novamente minha anca, meu cuzinho, enquanto dava passadas de língua na minha bucetinha. Depois ela levantou um pouco o seu corpo, curvou-se para o meu lado e encostou o bico do seio duro na minha buceta. Nossa… foi uma loucura aquilo… Ela me apertava com os braços, enquanto esfregava o bico do seio na minha bucetinha… hummmmm… que delícia era aquilo. Depois ela ficou de pé por trás de mim e, sussurrando no meu ouvido, disse-me:
— Olha, amor… Vou tentar enfiar meu grelo no seu cuzinho, mas você tem que me ajudar, ok?
— Ajudar como assim, querida? O que eu tenho que fazer? — perguntei-lhe com voz bem suave.
— Eu vou me encostar em você, por trás e você o sente, tá…
Respondi com um gemido:
— hummmmm…
— Eu não consigo espiar, porque ele é muito pequeno, mas, quando você sentir que ele roça o seu cuzinho, você me avisa, ok? — sussurrou ela de novo.
— Aviso sim, Rô.
Daí ela se posicionou com a vagina no meu bumbum e eu fui guiando-a:
— Um pouquinho mais pra baixo, Rô... desceu demais... sobe…
— Calma — dizia ela. — Assim não vamos conseguir.
Até que, numa mexida, eu o senti e avisei:
— Pronto, Rô. Ele tá na entradinha.
— Não mexe — disse ela.
Em seguida ela o introduziu no meu rabinho e prendeu-me num forte abraço.
— Agora não se mexa. Fica paradinha, senão ele “sai de dentro”.
Ficamos assim, engatadinhas, com ela comprimindo o seu corpo contra o meu. Então ela me falou:
— Aperta o cuzinho nele, Tânia. Dá mordidinhas com ele no grelinho, dá, amor.
Eu obedeci e notei que ela ficava doida com aquilo. Logo senti o dedo dela na minha buceta. Eu só conseguia gemer:
— Ai… ai… que delícia, Rô… Você é demais…
— Geme, minha safadinha… geme… Tá vendo como a sua Rô sabe te dar um carinho bem gostoso?
Estava difícil aguentar mais tempo daquele jeito: o grelinho no meu cu; ela me apertando muito; seu dedo mexendo na minha buceta, àquela altura toda melada. Com tudo isso ao mesmo tempo, não deu outra: acabei explodindo num gozo intenso:
— Ai, Rô, mete, vai… que delícia… Noooooooooooooossssa...
Nessa hora ela cravou os dentes nas minhas costas e soltou um gemido forte:
— Huuuuuuuuuuu… huuummmmmmmm...
Gozou como um animal satisfeito. Aos poucos, ela foi me soltando do aperto do abraço. Deitamos exaustas, e depois no espelho pude ver que os seus dentes marcaram minhas costas…
Naquela hora, nem tivemos coragem de descer para o saguão do hotel ou até mesmo conhecer a cidade. Ligamos para a portaria, e o porteiro nos levou alguns menus de pizzarias que faziam entregas no hotel, bastando fazer o pedido pelo telefone.
Pedimos uma pizza grande e coca-cola. Não tivemos ânimo, nem mesmo para sair à noite. Por volta das 21 h, após outro banho, dessa vez separadas (rss), descemos até o refeitório do hotel, jantamos e fomos dormir.

No dia seguinte, a minha história teimou em continuar, de diversas formas, mas a terceira parte fica para uma próxima vez...Na continuação da minha história, os leitores ainda terão aqui a sua Parte III, mas poderão acompanhá-la até o final dos 12 (doze) capítulos, adquirindo o meu livro. Se gostaram do que viram até agora, posso dizer-lhes, com certeza, que o melhor e o mais surpreendente estará por vir. Vou aceitar proposta de pedidos por e. mail ou MSN silvinhaalm@hotmail.com e a venda será direta pela editora, via Correios. Breve vocês ainda verão aqui a Parte III . Obrigada, Sylvinha.

Minha primeira traição

Meu nome é Cíntia, casada há 17 anos e já tenho um filho dessa idade. Hoje tenho 36 anos e o meu marido tem 46. Sou morena, olhos amendoados, corpinho bem malhado, 1,65 m de altura, 57 k cabelos bem escuros e na altura dos meus ombros, peitinhos empinadinhos, cintura bem marcada, quadris arredondados e a bundinha bem empinada. Meu marido até fala que minha bunda é "oferecida", está sempre saliente. Eu acho legal isso, mas a verdade é que ele não satisfaz metade dos meus desejos. Já faz algum tempo que venho sentindo desejos e os homens que mais me atraem de uma faixa etária bem menor do que a minha. Confesso que tenho o maior tesão por rapazes de 18 a 25 anos. Próxima à minha casa, existe uma academia de musculação que é muito frequentada por pessoas de fino trato e dentre eles, na turma de 2ª, 4ª e 6ª, existem um rapaz que, realmente, abalou as minhas convicções de Dona de Casa exemplar.
Seu nome é Carlos moreno escuro,cabelos raspados,peitoral definido,barba feita pés e mãos grandes,braços longos e fortes,deve ter 170 de altura ... tem 24 anos .. !

Carlos é muito observador,sempre que passo proximo do mesmo ele me come com os olhos mau ele sabe que isso me excita muito
ja vi ele conversando com muitas alunas pelos gestos é falas deve come-las com frequencia,sinto um pouco de inveja em saber disso ...
Com o passar dos dias me sentia mais atraida por Carlos,e me imagiando nos braços dele,sendo possuida .. as vezes quando transava com meu marido ficava fantasiando pra sentir mais tesão isso me fazia gozar mais gostoso pois raramente isso acontecia nesses ultimos anos, a rotina estava me matando há algum tempo,a convivencia as transas sempre a mesma coisas o sexo era casual .. !
nunca toquei no assunto que queria experimentar coisas novas para ascender a chama do nosso Amor que havia começado há anos atráz,ter um marido tradicional é ruim chega a ser estressante as vezes ..então eu me via no direito de me realizar de alguma forma ele não me desejava mais como antes,mesmo eu me cuidando sempre me arrumando toda esperando por meu marido é ele mau olhava se deitava é dormia isso me irritava tanto que as vezes chorava achando que havia algo de errado comigo porque meu marido não sentia mais o mesmo tesão de antes ...
Com o passar dos dias fiquei imaginando se deveria puchar conversar com Carlos pois mal nós falavamos era sempre um oi boa tarde,nada além precisava arrumar um jeito de me aproximar dele fazer amizade é no futuro tentar algo mais audacioso,na minha cabeça ele ja havia me comido de várias formas e jeitos ...
em uma quarta feira quando fui pra academia os donos reuniram todos os alunos e alunas é fizeram um convite que a academia estária complentando mais um ano de existência
que no Sabado haveria uma festa de comemoração que todos estáriam convidados a comparecer as 20:00 horas,haveria um Dj bebidas,comidas tipicas da região e uma aprensentação de dança do ventre ....
Pensei comigo que essa séria uma otima aportunidade de aproximação de Carlos ia ser festa ia ter bebida todos iam estar mais relaxados ...!
Nesse mesmo dia na hora de ir embora era umas 18:30 fui para o vestiário tomei banho me troquei sai fiquei na porta observando se o Carlos iria sair tambem,passado uns 5 minutos depois vejo ele vindo,não tinha planejado nada então tirei meu relogio do pulso rapidamente coloquei na nescesseire me virei de costas estava com uma calça de lycra justissima branca,um top azulado sem sutien marcando bem meus mamilos,já havia reparado que ele adorava olhar minha bunda,quando Carlos passou por mim o chamei ...
Psiuu Carlos se vira fica parado,pergunto as horas ele da um pequeno sorriso e me respondeu a hora o agradesci,quando passei por ele,me perguntou qual era o meu nome
respondi que era Cintia,Carlos me disse que sempre me via malhando me elogiou falando que eu era uma morena muito linda com todo respeito,quando ouvi isso meu coração disparou respirei,dei um sorriso meio sem graça o agradesci dizendo muito obrigada Carlos, ele me pergunta-rá como sabia o seu nome,disse que já havia ouvido que ele era bem popular entre as alunas da academia,Carlos da um sorriso responde que não,e apenas impressão sua Cintia,respondi que era normal porque ele era um moreno bem lindo é qualquer mulher ficaria encantada por um homem assim ...
Começamos a caminhar na calçada fui fazendo perguntas para Carlos,qual era sua idade,se tinha namorada curiosidade feminina,ele super atencioso e simpático foi respondendo disse que era solteiro mais tinha um filho de um relacionamento anterior que não deu certo,perguntei o motivo da separação ele respondeu que era por ciumes da sua ex isso desgastou toda a relação então ambos chegaram em um acordo de cada um seguir vidas separadas ....
depois foi a vez do Carlos fazer perguntas,me perguntou se era casada,quase respondi que não mais fui honesta falei que era casa é mãe de um adolescente,Carlos me olhou no rosto e falou vc esta brincando Cintia tem um filho adolescente com esse lindo corpo,fiquei sem graça é feliz por receber tal elogio do Carlos .. !
Respondi que sim era mãe é casada,estava vivendo uma rotina então resolvi começar a malhar para elevar um pouco minha alto estima que com o passar dos anos havia quase que acabado ...

Chegamos perto do prédio onde eu morava disse para o Carlos eu fico por aqui,gostei muito da nossa conversar vc é um rapaz muito gentil é atencioso,Carlos sorrindo me disse que havia gostado tambem que foi um prazer é me perguntou se iria na festa de aniverário da academia,respondi que não ia ter companhia para ir,meu marido não gostavaa muito de me acompanhar em festas,que meu filho tinha a turma adolescente dele esse tipo de evento não o agradaria muito ..
Carlos me disse que não tinha uma acompanhante ainda que se eu quizesse me faria companhia,fiquei meio sem jeito é pulando de alegria por dentro ...
Respondi que seria uma honra ter sua companhia,Carlos me disse que se não teria problemas com meu marido,respondi que não teria problema algum era apenas uma companhia nada além né dando um sorriso,Carlos responde que era isso mesmo apenas uma companhia,nos despedimos com 3 beijos no rosto me virei abri o portão do condominio dei uma olhada para tráz por cima do ombro vi que Carlos como sempre me comia com os olhos dei um tchauzinho adentrei é entrei,no elevador fiquei respirando fundo estava excitada é suava um pouco a testa ...
cheguei no meu apartamento meu marido sentado assistindo tv fui direto tomar um banho frio,não aguentei e acabei me masturbando no banho gozei gostoso imaginando O Gostoso do Carlos .. sai do banho parecia que havia tirado um peso dos ombros,fui para o meu quarto passei creme no corpo me perfumei é me vesti,cheguei na sala perguntei onde estava nosso filho meu marido respondeu que ele estava no quarto,perguntei se ele queria me acompanhar na festa que teria na academia,ele como sempre falou que estaria cansado que se eu quizesse chamaria nosso filho ou iria só que era perto não teria problema algum,fiquei feliz era isso mesmo que eu queria,que ele não fosse mesmo,nesse dia jantamos fomos dormir eu ainda excitada precisava descarregar minhas energias o meu tesão,nos deitamos eu sempre durmo de camisola sem calcinha,ficamos de conchinha empurrei bem minha bunda contra o pau do meu marido,mechendo as vezes para ver se ele ficaria excitado e me comeria,vi que não ia dar em nada me virei comecei a beija-lo fui descendo o virei de barriga pra cima segurei seu pau meio mole,comecei a massagea-lo é chupa-lo logo foi criando forma,o pau do meu marido e e grosso com a cabeça pontiaguda em forma de flexa,com uma leve curva,17x5 de espessura no maximo,quando ficou duro chupei mais um pouco deixei ele bem babado passei as mãos é me sentei em cima fechei meus olhos é fiquei rebolando,imaginado o Carlos me comendo gozei gostoso,sai de cima do meu marido me deitei é consegui dormir com uma felicidade imensa !
Passou quinta feira,na sexta fui pra academia encontrei o Carlos na entrada,nos comprimentamos,Carlos me pergunta se estava de pé o convite que me fez para ser a minha companhia para a festa,Cintia tudo certo para amanhã? serei o seu par?Respondi que sim estava tudo certo que eu iria sim ha festa é que ele seria o meu par a minha companhia,malhamos na sexta tudo normal ele me acompanhou até a portaria do comdominio nos despedimos ...
Chegando o grande dia,acordei cedo fui no salao de beleza,arrumei o cabelo,fiz as unhas,saindo do salão fui na depilação,me preparei bem cheguei em casa era 19:00 horas já havia passado o dia todo na rua,meu filho havia saido foi em uma matine com os amigos,meu marido estava em casa assistindo futebol é bebendo cerveja ..
Fui para meu quarto escolhi a roupa que iria vesti,foi um vestido preto nem muito longo nem curto demais,altura dos meus joelhos,uma calcinha da mesma cor minuscula com uma leve transparencia na frente é uma sandalia com amarras com o salto 10 transparente,entrei no banheiro tomei meu banho,sai passei um creme bem perfumado por todo meu corpo coloquei a calcinha bem enfiada na bunda,vesti meu vestido é coloquei a sandália,passei meu perfume Florata no pescoço atráz das orelhas é nos pulsos,olhei no relogio era 20:15 estava atrazada já,peguei minha bolsa pequena apenas leva-rá documentos pessoais algum dinheiro,batom é blache
me despedi do meu marido que nem me olhou nem um elogio recebi,não em importei muito quando estava saindo da portaria ouço alguem me chamando ..
Cintia psiuu,me viro olho era o Carlos estava mais lindo ainda,ele estava com sapatos pretos bem lustrados,calça social preta.uma camisa lilás colada na quele lindo corpo,nossa cheguei a suspirar olhando aquele Deus de Ebano,Carlos me elogiou falou que eu estava Belissima é Sexy,dei um sorriso sem graça o agradeci,disse que pegasse em sem braço é fomos,sentia o seu perfume era bom demais ali do seu lado não falamos muito no caminho,eu nem palavras teria tambem estava feliz,excitada é tremula ...
Chegando na academia que estava bem linda não havia nem um aparelho dentro,apenas uma longa mesa na lateral com muitas frutas,mesas com cadeiras no outro canto ,algumas bebidas no gelo as alunas mais novas quando me viram com o Carlos logo vi que começaram a fofocar,não gostei da atitude delas mas não dei muita importancia,tinha alguns casais dançando a iluminação era de uma boate mesmo gostei muito,Carlos pegou minha bolsa tinha um guarda volumes bem no canto onde não atrapalhava em nada deixou lá.veio em minha direção pegou na minha mão é foi me levando para o centro,estava tocando uma musica bem romantica do cantor bryam adms ( (Everything I Do) I Do It For You ) colou seu corpo no meu com as mãos segurou minha cintura,começamos a dançar confesso que fiquei excitada quando sentir seu corpo e suas mãos me tocando ...
Fiquei com a cabeça encostada no seu peitoral ele era bem mais alto que eu,tocaram outra em seguida não desgrudamos continuamos assim,não tinha notado mais ja chega-rá muitas pessoas quase todas dançando,senti Carlos me apertando precionando seu corpo contra o meu,eu gostando muito acabando essa musica eu sentindo um calor que vinha de baixo para cima,falei pro Carlos que queria beber alguma coisa estava com sede,ele bem gentil pediu que eu me sentasse que ele pegaria algo pra gente tomar,
depois de uns 2 minutos ele veio com duas carrafinhas de ice smirnof bem geladinhas é um cacho de uvas,ficamos bebendo é saboreando as uvas veio um garçom com champagne chandon nos serviu quando acabou estava tocando sertanejo universitário,Carlos me pergunta se queria dançar mais um pouco,Cintia quer dançar mais um pouco nos levantamos,senti uma leve tontura sou muito fraca com bebidas,não falei nada fomos dançar,Carlos colocou sua cocha bem no meio das minhas pernas meu vestido subiu um pouco senti sua perna encostar bem na minha buceta,começamos a dançar é parecia que ele fazia de proposito quando nos mechiamos ele roçava sua cocha com mais intensidade,isso me deixava louca de tesão apertava minha cintura com uma mão a outra ficava bem no centro das minhas costas,a luz era escura as vezes,ele descia sua mão ficava acima da minha bunda encostando quase me alisando,ai subia novamente me apertava e roçava sua cocha fiquei ofegante,Carlos percebeu perguntou se eu estava bem,Tudo bem com vc Cintia? suspirei Ufa ! Não Carlos estou otima,ele me curvou um pouco para tráz ficou com a cocha precionada na minha buceta e ficou me olhando ai me puchou novamente,estava excitada pedi pra ele parar esperar eu me recuperar estava um pouco cansada,ele disse vamos respirar um pouco então,peguei minha bolsa
Carlos pegou 4 garrafinha de ice é uma garrafa de chandon é duas taças saimos pelos fundos do outro lado da rua tem uma praça com algumas arvores um play para as crianças é alguns bancos !
Nos sentamos ele me deu uma garrafinha de ice colocou as outras no chão junto com a de chandon,começamos a beber,Carlos faz uma pergunta ..
Porque ficou ofegante quando dançavamos Cintia ?
RESPONDI __ Foi o ritimo que vc colocou na nossa dança Carlos !
Carlos __ Me pareceu que vc gostou Cintia .. !
Respondi __ Adorei sóh não dançava assim ha algum tempo ..
Carlos sorriu é me elogiou Cintia vc esta tão linda com esse vestido,passou a mão sobre meu rosto depois colocou sua mão na minha cocha direita,não respondi nada fiquei em silencio virei a garrafinha de ice bebi de uma vez,senti um calor,olhei pra ele quase sorrindo ja estava um pouco tonta,ele continua-rá com a mão na minha cocha havia subido um pouco a mão estava quase no meio da minha cocha com o vestido levantado,ele segurou minha mão direita colocou sobre seu peitoral disse que eu havia deixado ele com o coração acelerado que era pra mim sentir,abri bem minha mão é apertei quase o arranhando,fechei meus olhos,molhei a calcinha,ele foi descendo minha mão,passando por sua barriga sarada até chegar no grande volume da sua calça,foi gostoso demais sentir seu pau duro por mim,Calos beija meu pescoço abro meus olhos viro meu rosto ele me beija,continuo com a mão sobre seu pau,ele ja com a mão passando o dedo na minha calcinha sentindo o quanto estava molhadinha já,ele se afasta eu ja mais avontade falei que queria chupa o pau dele..
Quero chupar seu pau Carlos !
Carlos me beija novamente agora perta meus peitos,peguntei se ele saberia de um lugar onde pediamos ficar mais avontade,ele respondeu que sim do outro lado da praça tinha um lago é mais ao fundo uma pequena area de preservação ambiental,que aquela hora não havia ninguem que ele ja tinha ido lá antes...
nos levantamos me recompus peguei minha bolsa fui andando na frente,Carlos pegou a garrafa de chandon deixou as de ice pra tráz,atravessamos a praça nos beijando,sentindo sua mão apertar minha bunda ..!
chegando nessa area havia uma cerca arrebentada,perguntei se ele tinha certeza que ningue iria nos encomodar,Carlos disse que ninguem iria nos encomodar pra mim ficar tranquila ..
falei que confiava nele,entramos andamos uns 10 passos havistamos duas arvores com os troncos bem largos ficamos atráz delas,Carlos ja veio me beijando passando suas mãos sobre meu corpo,tirou as alças do meu vestido foi caindo meus peitos ficando expostos apertava um com a mão,o outro chupava e passava a lingua,com minhas mãos fui tirando seu cinto é abrindo sua calça,Carlos foi abrindo sua camisa,tinha uma luz do outro lado que dava uma certa claridade,terminei de tirar sua camisa,enquando ele tirava sua calça,comecei a beijar seu peitoral forte masculo,passei a lingua no seus mamilos é mordisquei ele suspirava,fiz em ambos,desci mordendo sua barriga sarada,segurei na sua boxer branca fui puchando até seu pau sair pra fora,que pau lindo sem pelos é com a cabeça toda exposta pra fora segurei com as mãos olhei pra ele,suspirei é disse ...
Além de lindo tem um pauzão gostoso Carlos .. !

Fui passando a lingua em seu orificio senti aquele gosto salgadinho de macho com tesão,passei a lingua em volta da cabeçona,dei uma chupadinha é fui colocando na boca até onde consegui,acho que tinha uns 20x6 espessura,não passou da metade na minha boca,Carlos forçou bem minha cabeça,cheguei a lacrime-ja,fui tirando aquele pauzão da boca todo babado brilhando,passei as mãos ele ficou bem molhado,Carlos me puchou e me beijou,afastou minha calcinha,afastou sua boca da minha,colocou seu dedo na minha boca.chupei ele tirou seu dedo da minha boca,com a outra mão afastou minha calcinha,mandou eu abrir as pernas,e colocou seu dendo longo dentro da minha buceta quente bem molhada depois se abaixa,chupa forte minha buceta,passa a lingua,me chama de gostosa,aperta minha bunda,abrindo-a as vezes,me vira morde minha bunda,da uns tapas,me elogia falando que tenho um rabo lindo é durinho pra minha idade,aperta minhas cochas passa sua lingua bem no meu cú,desce até minha buceta,abre bem com suas mãos,se levanta,passa seu pau na minha bunda bem no meio dela,passa no meu cúzinho desce até minha buceta,peço que ele me coma que me foda com vontade que não aguento mais de tanto tesão,ele estava me torturando ..
Carlos manda eu me curvar um pouco,pega o chandon,o abre é joga na minha bunda,me arrepio toda,ele joga no seu pau bate na minha bunda depois coloca bem na entrada da minha buceta,eu não espero vou logo empurando minha bunda para tráz sinto que aquela pica enorme esta entrando em mim,rebolo Carlos fica louco de tesão joga mais chandon é me da dois tapas,me chama de cachorra é fala que eu estou fazendo do jeito que ele gosta,apenas suspiro é dou gemidos cada vez mais altos,seu pau entra todo,ele joga a garrafa no chão pucha meus cabelos,enfia com força seu pauzão na minha buceta,ouço o barulho quando seu corpo vai de encontro com o meu,Carlos tira seu pau é me manda chupa-lo Cintia vem chupa meu pau agora vem safada,minha puta gostosa,me ajoelho seguro firme seu pauzão,dou umas chupadas em sequencia sem tira-lo da boca,depois coloco ele encostado na sua barriga é chupo suas bolas,desço a lingua até seu cúzinho,Carlos urra de tesão,me pucha pelos cabelos me coloca de 4 em cima da sua camisa,pega o resto de chando joga na minha bunda é no seu pau passa no meu cú desce até minha buceta e enfia de uma vez seu pau em mim,quase não aguentei,deu uma ardencia na hora,Carlos segura minha cintura é me fode com força,toma sua safada,cadela,gosta do meu pauzão te fudendo com força,respondo que estou adorando aquele pauzão dentro de mim,que enfie com mais força,me faz gozar como nunca gozei,me da uns tapas na bunda,rebolo pra ele me fuder mais gostoso,depois de algum tempo carlos tira seu pau me vira é manda chupa-lo,que ele vai comer meu cú agora
respondo que nunca dei meu cú que seu pau era grande demais ia me arrebentar por dentro,Carlos me pucha pelos cabelos manda eu me calar ...
Fica calada minha puta eu sei oque eu estou fazendo,Carlos passa sua lingua no meu cú é enfia um dedo morde minha bunda é logo esta colocando dois dedos longos dentro do meu cú foi uma sensação diferente,me arrepiei toda ele veio com seu pau mandou eu chupar é deixar ele bem babado que iria fuder meu cú virgem,chupei aquele pauzão gostoso por uns 5 minutos deixei como Carlos havia mandado,ele veio por tráz passou aquela cabeça enorme no meu cú é foi forçando,me dava tapas mais leve na bunda mandando eu relachar meu cú que a cabeça iria entrar mais facil,tentei relaxar o maximo possivel fui sentindo seu pau entrando,uma ardencia encomoda,pedi que parasse que não aguentaria seu pauzão no meu cú,Carlos não se importou e foi empurrando seu pauzão com força me sentia sendo aberta por dentro ha ardencia aumentando puchei minha bunda,sentir uma dor maior por tirar seu pau de uma vez,Carlos pediu pra tentar novamente que iria até onde eu aguentasse,respondi que se fosse assim tentariamos mais uma vez ...
Carlos cuspiu no meu cú o deixou bem molhado o fez com o seu pau tambem,se posicionou e foi enfiando,foi dolorido
mais aguentei a metade do seu pau é pedi para parar que não o aguentava mais,Carlos enfiou e tirou algumas vezes logo tirou,veio ficou em minha frente mandou eu o punhetalo que queria gozar,limpei bem com as mãos chupei senti o gosto do meu cú na quele pauzão grosso gostoso,enfiei na boca,enfia e tira seu pau fico passando minhas mãos,olhando pra ele,vejo suas feições de tesão,fala que vai gozar pra chupar mais rapido,sinto seus longos jatos de porra na minha boca,quase engasgo tento tirar seu pau mais ele me segura é vai ficando mais lento seus gemidos até gozar tudo,Carlos vai tirando seu pau eu vou babando sua porra ja escorrendo pelos cantos da boca,ele tapa meu nariz sem respirar engulo quase toda sua porra ...volto a respirar,estou toda suada é Carlos tambem,fico sentada ali por alguns minutos me recuperando da quela foda gostosa,ha anos que não me sentia assim,disse para Carlos,ele me respondeu que eu estava perdendo tempo com meu marido,que qualquer homem sentiria atração por mim !
Peço que ele me ajude a me levantar,pego meu vestido a calcinha nem faço ideia de onde foi parar,não me importei apenas me vesti,tentei arrumar meus cabelos,Carlos se vestiu mais ficou sem camisa com aquele peitoral é barriga de fora,peguei minha bolsa sai primeiro olhei se não teria ninguem nos olhando,passei a cerca ele veio logo atráz,perguntou se havia gostado da nossa transa,respondi que não havia sido transa é sim uma trepada bem gostosa,que não iria esquecer tão cedo,não voltamos pra festa fomos direto embora,chegando proximo a portaria nos beijamos mais um pouco,nos despedimos eu subi fui no quarto do meu filho vi que estava em casa já,meu marido estava roncando,fui pro banho,fiquei quase 1 hora imaginando todo o acontecido e como foi gostoso,excitante é prazeroso minha noite com o Carlos ...!
Me deitei é desejei muito sonhar com ele me comendo novamente ...

Raquel

Conheceram-se em um bate-papo pela internet. Começaram a conversar, e desta conversa nasceu uma amizade. De cara, Marcos sentiu uma grande atração por Raquel, que no começo, resistiu.
Raquel, 42 anos, casada, com filhos, tem uma pele morena, lábios carnudos, seios e coxas apetitosos. Uma mulher muito sensual. Marcos, 28 anos, branco, olhos azuis, recém separado, e com uma imaginação muito fértil.
Por conta desta imaginação de Marcos, as conversas entre os dois começaram a ficar mais interessantes, e chegavam a durar longas e prazerosas horas. Depois de mais de um ano, decidiram que fariam com que tudo aquilo que faziam através do computador, agora seria colocado em pratica, ao vivo e a cores.
Combinaram de se encontrar na casa dela, num fim de semana em que seu marido estaria fora,juntamente com os filhos. A casa seria toda deles. Era tudo oque ambos queriam.
Passava das 22:00, quando Marcos telefonou para Raquel, combinando onde ela iria pegá-lo. Teria que ser discreta ao chegar em casa, para não levantar suspeitas. Chegando ao local marcado, viu Marcos, que vestia uma calça jeans e uma camiseta, e, no mesmo instante, seus olhos brilharam. Ele era como ela imaginava.
Marcos entrou no carro, e mesmo na escuridão, conseguiu observar Raquel. Vestida com um vestido curto, um belo decote, que valorizava seus belos e fartos seios, e um perfume delicioso. Raquel era como ele imaginara, uma mulher madura, extremamente atraente.
No caminho, conversaram amenidades, com Marcos correndo os olhos por seu corpo todo, enquanto Raquel tentava se concentrar no caminho. Chegaram e entraram direto na garagem sem serem vistos, pois não havia ninguém na rua naquela hora. Quando desligou o carro, Raquel foi surpreendida por um beijo em sua boca, que a deixou desconcertada, mas que ela retribuiu com vontade.
Quando chegaramna porta, Marcos passou os braços em volta de sua cintura, e no mesmo momento, Raquel sentiu um arrepio percorrer seu corpo todo, e em seguida ouviu ele dizendo sussurrando em seu ouvido: “Hoje você é minha. Vai ser a melhor noite da sua vida.”. Ouvindo isso, jogou a cabeça pra trás, e se entregou. Sentiu o corpo dele colado no seu, a respiração quente em seu pescoço, as mãos apertando suas carnes. Desta forma, entraram e foram até a sala.
Logo que entraram, Raquel pediu que Marcos fosse até a cozinha, buscar uma garrafa de vinho que ela comprara especialmente para a visita que receberia naquela noite. Enquanto isso, ela aproveitou para se acomodar confortavelmente numa poltrona que estava ao seu lado. Quando voltou, trazendo a garrafa de vinho e dois copos, viu Raquel sentada, com as pernas cruzadas, as coxas totalmente a mostra, fixamente em seus olhos azuis. Marcos serviu vinho para os dois e sentou-se numa outra poltrona, próxima àquela onde Raquel estava, ficando de frente para ela.
Ficaram algum tempo em silêncio, apenas olhando um para o outro. Os olhos de Marcos percorriam cada pedaço do corpo de Raquel. Imaginava como seria aquele corpo nu, quente, querendo ser tocado, possuído. E Raquel também passeava com os olhos pelo corpo de Marcos, e os pensamentos que passavam pela sua cabeça faziam com que um calor tomasse conta de seu corpo e ondas de desejo se espalhassem pelo corpo todo, fazendo-a sentir uma umidade crescer entre suas pernas.
Ela descruzava as pernas, deixando-as um pouco afastadas, o que fazia com que Marcos pudesse ver sua calcinha branca. Logo, Raquel descruzou as pernas, e deixou-as afastadas, fazendo com que Marcos fixasse sua atenção entre suas coxas.
“Gosta do que vê, Marcos? Sou como você imaginava?” perguntou ela, fazendo com que ele despertasse de uma espécie de transe onde se encontrava.
“Adoro oque estou vendo. E você é ainda mais bela pessoalmente”
Enquanto Marcos falava, Raquel percorria seu corpo com suas mãos hábeis, passando devagar pelos seios, ainda cobertos pelo vestido que usava. Lentamente ia descendo pelo corpo até que as duas mãos pousaram sobre suas coxas. Lentamente ergueu uma das pernas, apoiando no braço da poltrona, proporcionando à Marcos uma visão muito excitante, e logo ergueu a outra, ficando assim com as duas pernas abertas, apoiadas na poltrona. Marcos já estava louco para ataca-la, mas queria ver até onde iria. As mãos de Raquel, agora entre suas pernas, acariciava lentamente sua boceta por cima da calcinha, que já estava molhada de tanto tesão que ela sentia.
Pediu para que Marcos fosse até ela, para encher seu copo que já estava vazio. Ele estava em pé, já de seu lado, enchendo seu copo, quando foi surpreendido. Num gesto rápido, Raquel logo abriu sua calça e abaixou-a junto com sua cueca. Estava com o pau de Marcos a poucos centímetros de sua boca. Segurou-o com uma mão, e com a outra acariciava suas bolas. Começou a mexer devagar naquela pica, que estava dura, quente. Enquanto masturbava lentamente Marcos, olhava em seus olhos, e sorria, um sorriso safado, mordendo os lábios.
Sem falar nada, Raquel engoliu de uma vez aquela rola, que tinha visto antes pela webcam, e agora estava com ela ali, na sua frente, na sua boca, pronta pra lhe dar todo o prazer que ela merecia. Marcos não tinha uma pica enorme, mas era grossa, com uma cabeça grande e vermelha, que agora estava toda dentro da boca faminta de Raquel. E ela engolia tudo, chupava com força. Lambia a cabeça depois ia lambendo todo o pau de Marcos, até chegar em suas bolas, que lambia e depois chupava, e voltava lambendo até a cabeça, pra depois engolir tudo de uma vez. Marcos já gemia alto com aquela chupada fantástica que recebia, e segurava-a pelos cabelos, as vezes metendo em sua boca. Quando sentiu que iria gozar, tirou seu pau da boca dela, lhe deu um gostoso beijo na boca e ajoelhou-se entre suas pernas.
Na posição que Raquel se encontrava, sua boceta estava totalmente exposta, só coberta pela calcinha que ainda usava, esperando Marcos.

 

Quando Marcos aproximou o rosto de sua boceta, pode sentir uma mistura de seu perfume com o cheiro que exalava dali, e isso o deixou ainda mais excitado. E sem pensar, faminto, puxou de lado sua pequena calcinha branca, e deu uma chupada gostosa nela. Raquel se contorceu, e gemeu alto, com os movimentos de sua língua por toda sua boceta, que estava completamente molhada. Depois de lamber muito toda sua boceta, Marcos, usando dois dedos, afastou os lábios e deixou exposto seu clitóris. Em seguida, passou levemente sua língua por ele, o que fez Raquel estremecer e rebolar com força, procurando sua língua. Aos poucos foi aumentando a velocidade, e quanto mais rápido eram os movimentos da língua de Marcos em seu clitóris, mais altos os gemidos de Raquel. Sendo chupada assim, Raquel gozou duas vezes na boca de Marcos, gemendo e se contorcendo muito, esfregando a boceta na boca dele, deixando seu rosto todo lambuzado de seu gozo.
Marcos se levantou, e deu outro beijo em sua boca. Agora Raquel sentia o sabor do seu próprio mel em sua boca, e isso a deixou ainda mais excitada.
Depois de um beijo longo, Raquel pegou Marcos pela mão e puxou-o até outra sala. Nesta sala havia apenas uma mesa com o computador, que ela usava para conversar com ele, e, do outro lado da sala, um piano. Marcos reconheceu a sala na hora, e sorriu. E de repente, pegou Raquel em seus braços e caminhou com ela assim. Foram em direção ao piano.
Marcos colocou Raquel deitada em cima do piano, e possuído pelo tesão, ergueu suas pernas e enterrou de uma vez só todo seu pau naquela boceta quente, molhada e apertada, que esperava ansiosa por este momento. Raquel só teve tempo de soltar um grito, que com certeza foi ouvido por algum vizinho. Marcos socava sua pica, suas bolas batendo em sua bunda, e Raquel gemia e mexia o corpo, procurando sentir Marcos todo dentro de seu corpo. Seus seios balançavam com as estocadas fortes e profundas que recebia. As vezes, ele tirava todo o pau, e metia de volta de uma vez, e outras vezes, colocava apenas a cabeça dentro de sua boceta, o que a deixava louca, procurando engolir o pau todo. E desta forma, em cima do piano, Raquel gozava vezes seguidas, sendo fodida por seu amante virtual.
Depois de alguns orgasmos, Raquel pediu para Marcos:
“Quero sentar nessa tua pica...deixa eu montar nesse seu pau gostoso, deixa...”.
De imediato, ele deitou-se no chão, e ela veio por cima, abaixando-se em direção ao pau duro que esperava por ela. Descia rebolando, e quando a cabeça do pau estava na entrada de sua boceta, Raquel começou a rebolar, deixando-o louco de tesão. Em seguida, soltou o peso de seu corpo de uma vez só, o que fez com que sua boceta engolisse toda a pica de uma vez, dando início a uma deliciosa e alucinada cavalgada. Raquel sentava com força, e rebolava demais, com o pau de Marcos todo enterrado em sua boceta. Ele lambia seus seios, mordia os mamilos, segurando ambos com suas mãos. Enquanto isso, Raquel subia e descia, sem se preocupar com mais nada, apenas queria aproveitar ao máximo todo o prazer que estava sentindo.
Saiu de cima de Marcos, e se colocou de quatro, sua bunda linda toda aberta, suada, empinada. Olhava para trás, com cara de safada, e sorrindo chamou Marcos:
“Vem!!.....Me pega de quatro, vai!!
Marcos levantou rapidamente, e penetrou Raquel com fome, com desejo, como um animal, metendo forte, puxando seus cabelos. Raquel rebolava e pedia mais, e mais, com uma manha extremamente sensual, oque fazia Marcos meter ainda mais forte em sua boceta. Em poucas estocadas, Marcos anunciou que iria gozar, e Raquel pediu para que gozasse dentro de sua boceta.
Quando sentiu os jatos da porra de Marcos invadirem seu corpo, Raquel teve um orgasmo intenso, que fez com que suas pernas ficassem moles, e ela deitasse ali mesmo no chão, ainda com Marcos dentro dela.
Ficaram um bom tempo deitados, um em cima do outro, a porra de Marcos escorrendo, ambos suados, mas extremamente satisfeitos, apenas curtindo aquele momento, que há tanto tempo desejavam realizar, e que, finalmente, saiu do virtual, e se tornou real.

hardreams@gmail.com

 

Castigo e recompensa do meu dono e senhor

Há cinco anos atrás tive durante muito tempo um caso extra-conjugal com um individuo de nome Carlos, que combinava muitas das taras do meu actual amante Renato, e do corno de meu marido, Rui. Tal como o primeiro dos dois era muito dominador, como aliás sempre foram todos os meus namorados e amantes, pois talvez por ter casado com um submisso sou mais atraída por homens dominadores, muito mais dominador até do que ele pois além de me estar constantemente lembrando que eu não passava da sua puta pessoal, não perdia ocasião de me castigar fisicamente, violência que cavalheirescamente Renato apenas exerce no corpo de meu conjugue já que não gosta de praticar sevicias em fêmeas. E embora muito mais avantajado de pau e colhões do que Rui, tal como este não era nada exclusivista no que ao uso íntimo de meu corpo dizia respeito, já que igualmente voyeurista como ele tinha grande prazer vendo-me fodendo com outros. Dir-se-ia até que uma das minhas funções como sua puta pessoal era precisamente o de ser igualmente a puta de todos os homens que ele me indicasse, ainda que não gostasse de me saber traindo-o por minha iniciativa, algo que enquanto andei com ele nunca fiz, e que é das coisas que mais entesa meu marido.
Por várias vezes provara minha total submissão a meu amante, a quem nos momentos íntimos apenas podia tratar por Meu Dono ou Meu Senhor, tal como passear nua nas ruas enquanto ele me seguia de carro, muita vezes masturbando-se com minhas exibições, embora tomando sempre as devidas precauções para não ser reconhecida e muito menos agarrada. Nessa tarde estava no escritório com um casal que me viera consultar por causa de um processo de herança quando a secretária me comunicou pelo intercomunicador que Meu Dono estava em linha e me queria falar. Marília, assim se chamava a miúda, tinha ordens expressas de me passar o telefone sempre que ele ligasse não porque eu o desejasse mas porque Carlos assim o impusera. Por isso pedi desculpa, peguei na extensão e depois de nos cumprimentarmos, eu um pouco recatadamente uma vez que estava perante clientes e não me interessava que se apercebessem de minha condição de adúltera, ele efusivamente dizendo que me amava, até me perguntar se eu continuava disposta a provar-lhe minha total submissão aos seus desejos.
- O facto de te atender o telefone mesmo nestas alturas em que estou ocupada, não é só por si uma boa resposta à tua pergunta? – retorqui-lhe. Carlos mandou-me então ir ter com ele imediatamente a uma determinada morada nos arredores de Guimarães, explicando-me como lá iria ter uma vez que a não conhecia. Mandou-me ainda passar por casa, tomar um banho, vestir uma calcinha preta fio dental, umas meias escuras de ligueiros transparentes cobrindo-me as pernas, botas pretas de cano alto, e que não levasse sutiã, peça que de facto nem sempre uso pois tenho as mamas ainda bem empinadas. E me despachasse. Procurei fazer o que me mandava mas não podia mandar os clientes embora, e como o assunto fosse algo complicado, ainda me demorei mais de meia hora com eles. Quando saí, corri a casa, tomei um duche, produzi-me de acordo com suas instruções, deixei um recado a meu corninho e filhos dizendo-lhes não saber a que horas voltaria, e carreguei no acelerador pois até Guimarães distavam mais de 50 kms. Aproximava-se o final da tarde, o movimento começava a ficar intenso e demorei-me mais do que supunha. Quando finalmente lobriguei a morada e toquei à campainha quase hora e meia depois de ele me ter ligado, fui recebida por um amante muito furioso. Uma bofetada sonora, dada com toda a vontade, de palma completamente aberta, foi a primeira coisa que recebi em vez de um beijo como esperava. Com a força cambaleei e tive de me segurar no batente para não cair pela pequena escadaria que conduzia à porta da entrada, acabada de subir. Como sempre, Meu Senhor nem se preocupou que sua bofetada fosse testemunhada por quem passava. Puxando-me por um braço fez-me entrar e já dentro do corredor enquanto fechava a porta desferiu-me outra bofetada na face que ainda não lhe sentira o peso dos dedos.
- Minha grande puta! Estou há mais de uma hora esperando por ti. Onde andaste para demorares tanto? Não me digas que encontraste o cornudo de teu marido e tiveste de lhe abrir as pernas para ele te deixar vir.
Sabia que não seria poupada por lhe fornecer uma desculpa plausível, mas sabia igualmente que ele a queria ouvir. Estou convencida que mesmo que tivesse chegado três quartos de hora mais cedo, Carlos diria que me demorara só para me castigar com mais rigor. Aliás quando me pregara as bofetadas seu caralho por baixo das calças insuflara porque esses eram os seus preliminares para o amor. Mesmo assim procurei fazer-lhe compreender a dificuldade que tivera em despachar os clientes e dar com o local, mas ele mandou-me calar. Com um gesto brusco tirou-me o casaco de couro que atirou para o chão, rasgou-me a blusa – tantas blusas e calcinhas me rasgou – deixando-me com os marmelos à solta, puxou meus braços para trás das costas e com as tiras rasgadas de pano atou-me fortemente os pulsos, sempre chamando-me puta e cadela. Arrancou-me então a saia pelas pernas, sem me descalçar as botas e pareceu ficar satisfeito com minhas calcinhas e meias.
- És mesmo uma puta Sandra! – comentou – Não tens vergonha? Uma mulher casada como tu e usar lingerie de puta! É o que és, não é mesmo?
Sabia bem o que meu amante queria ouvir, e como de facto gosto de me imaginar uma puta quando estou fodendo, acho mesmo que é para me sentir mais puta que adoro meter os galhos na cabeça de Rui, disse-lhe que sim, que era a sua puta e o quereria ser sempre para o poder satisfazer da forma que ele muito bem entendesse.
- E como puta que és paraste no caminho a dar o pito a alguém? – voltou ele a perguntar. Assegurei-lhe que não, que só dava o pito a quem Meu Dono e Senhor mandava, e ele retorquindo-me que logo veríamos isso colocou-me uma coleira de couro com espetos metálicos, em tudo idêntica às coleiras com que os pastores envolvem o pescoço dos seus cães para os protegerem das mordeduras dos lobos, mandando-me pôr de joelhos. Esticou-me a extremidade da coleira prendendo-a nos meus pulsos manietados, de maneira que ao conduzir-me eu era obrigada a manter os braços completamente levantados, e de seguida com uma corda de nylon atou meus tornozelos por cima das botas.
- Vamos cadela – disse então ele agarrando –me pela coleira – vamos lá para baixo na posição que as cadelas devem andar.
De pernas amarradas não era fácil caminhar nem descer as escadas que levavam à cave para onde estava sendo dirigida, senão esfregando meus joelhos no chão que ficaram bastante esfolados. Ao menos as cadelas apoiam as patas da frente no chão o que lhe sempre facilita muito a deslocação, mas eu tive de andar de quatro apenas com duas pernas. Como me deslocava muito lentamente Carlos cobrindo-me insistentemente com os impropérios mais vis, ia-me desferindo com seus sapatos de biqueira quadrangular pontapés no cu que quase me fizeram tombar pela escadaria abaixo, ou então chibatava-me as costas nuas com a guia do chicote.
- Anda mais depressa puta, que quanto mais demorares a chegar maior será teu castigo – dizia-me – Vou-te ensinar a fazeres esperar o Teu Senhor.
É evidente que seus pontapés e correadas me magoavam bastante. Mas é igualmente verdade que devido sobretudo a eles o suminho que começara a escorrer da minha parreca era já visível na calcinha. Quando finalmente chegamos à enorme cave apenas um foco de luz vermelha incidia sobre uma enorme cruz de madeira em forma de X com uma mesa ao lado em cima da qual lobriguei um chicote às tiras, deixando tudo o resto na escuridão. Vendo o látego e imaginando não tardar muito a senti-lo mordendo-me na carne estremeci de medo mas também de tesão pois desde que dormia com Meu Dono ele ensinara-me a apreciar o efeito de um chicote antes do acto sexual. Mantendo-me amarrada e de joelhos, Carlos mandou-me fazer-lhe uma mamada. Pensei que ele tirasse a piça fora mas Meu Dono ordenou-me que fosse eu a fazê-lo com os dentes. Não foi fácil conseguir-lhe abrir o fecho, enfiar minha boca pela abertura da calças, afastar-lhe as cuecas e abocanhar-lhe o cacete inchadíssimo.
- Não te esqueças de me chupar os tomates – exigiu-me ele quando já lhe sacara a pila. Com a pixota roçando-me os lábios e o nariz e besuntando-os com a esporra que lhe melava a ponta circuncidada, lá voltei a enfiar a boca no fecho aberto repetindo o mesmo procedimento, até lhe tragar as bolas que devido às suas dimensões me enchiam a dita por inteiro. Todos os meus amantes foram sempre bem abonados de pendentes pois o único pila pequena com quem fodi foi o cornudo com quem casei e acho que o facto de ele ser tão escasso de dotes é uma das razões que me faz desejar tanto encorná-lo. Felizmente que Carlos tinha os instrumentais bem lavados e eu estava gostando muito de estar mamando no seu pau e bolas. Mas Meu Dono não apreciava um broche convencional. Não tardou que me estivesse agarrando pelos cabelos, obrigando-me a permanecer com meu nariz espalmado contra sua barriga, quase me impedindo de respirar, enquanto com a corrente da coleira me continuava fustigando algo severamente nas costas, deixando-as cobertas de dolorosos filamentos vermelhos. Mas era uma dor deliciosa que me fazia endurecer os mamilos, me excitava sobremaneira e me levava a desejar que ele metesse seu caralho em mim, algo que o sacana não parecia ter pressa em fazer. Quando começou a sentir estar depositando mais esporra na minha língua, puxou-me um pouco a cabeça para trás começando a foder-me a boca, chegando a meter nela simultaneamente o cacete e os colhões bem fundo. Nessa altura já me largara os cabelos. Com uma mão apertava-me agora as mamas, e torcia-me os mamilos embora me proibindo de soltar um gemido que fosse, dizendo que me cortaria a pele com o chicote se me ouvisse proferir um ai, e com a outra apertava-me o nariz mais uma vez me tentando asfixiar. Quando se sentiu esporrar não o fez sem primeiro ter libertado uma mijadela na minha língua coisa que gostava muito de me fazer quando lhe fazia uma mamada. Só então deixou vazar seu leitinho quente e salgado.
- Engole o mijo, puta, que é o que as boas cadelas como tu apreciam!- mandou-me – Mas a minha esporra não. Vais conservá-la na boca por mais algum tempo sem a engolires.
Filho da puta! Carlos sabia bem que não me importava nada de lhe beber a esporra mas nunca apreciei comer merda ou beber mijo. Mas como uma boa escrava sexual que sempre gostei de ser para ele, e para todos os amantes que tive incluindo o actual, obedeci-lhe sem ripostar. Também como o poderia fazer com a boca cheia das suas excreções? Verdade que com o mijo, mais quente, salgado e ácido do que a esporra e que me soube bastante mal, tive de engolir também alguma desta mas não a suficiente para me tirar o gosto horrível da urina. Carlos mandando-me abrir a boca certificou-se que ainda tinha muito do seu líquido branco e começou a desamarrar-me finamente. Que alívio! Meus pulsos estavam devidamente marcados com os nós que fizera, por ser mulher Carlos não era mais meigo a amarrar-me. Desamarrada finalmente, Meu Dono agora de cacete murcho, mandou-me tirar a calcinha e deitar-me no chão de madeira na posição de frango assado. Pensei que me fosse comer naquela posição, e por mim só esperava que ele tivesse tesão para me penetrar após a brochada que lhe fizera, mas a sua ideia era outra.
- Agora minha cadelinha puta, vais verter a minha esporra na tua própria cona e cu como se estivesses a fazer um minete a ti própria.
Sou gordinha mas flexível pois nunca gostei de descurar minha condição física. No entanto duvidava conseguir lamber minha própria pássara como ele pretendia. E não consegui apesar da ajuda de Meu Dono procurando fazer-me vergar toda sobre mim própria. Por mais que me procurasse esticar nunca consegui tocar com minha língua na minha greta, embora andasse lá perto, e ainda menos no meu cu, apesar das suas palavras ameaçando-me de um castigo extra devido à minha incapacidade. No entanto apesar de não lhe conseguir tocar podia verter na pássara a esporra que se me atulhava na boca e foi o que fiz. Como se estivesse cuspindo procurei fazer pontaria para a racha de minha coninha e fui deixando cair lentamente sobre ela em grossos fios a esporra guardada na boca, que com minhas mãos Carlos me mandou espalhar não só naquele buraco mas igualmente no do cu, empurrando-a para dentro com os dedos o que me deu a oportunidade para masturbar um pouco aqueles dois canais. Meu Senhor, cujo cacete começava ficando de novo em pé, depois de me mandar que com minhas mãos meladas antes de as lamber o punheteasse um pouco, ordenou que me levantasse e amarrou-me de pés e mãos na cruz, mas de cabeça para baixo dizendo que era para não pingar a esporra no chão. Mais uma vez me amarrou fortemente de modo a não me conseguir mexer, e satisfeito com o resultado começou a prender-me molas da roupa nos seios e nos lábios vaginais. De cada vez que gemia ele dava-me outra bofetada e apertava a mola com mais força, só parando quando eu cessava de gemer. Quando me prendeu uma dúzia ou mais de molas no meu corpo, agarrou em minha calcinha do chão, limpou-lhe seu caralho e servindo-se dela como mordaça atou-me a boca por baixo dos maxilares. Compreendi porque me amordaçara daquela forma: assim poderia ouvir meus queixumes de dor e castigar-me mais severamente por isso como parecia estar disposto a proceder naquele final de tarde, coisa que uma mordaça que me mantivesse a boca cerrada não permitiria. Só quando me deixou bem imobilizada é que o vi empunhar então o chicote pela primeira vez, começando a percorrer-me o corpo com ele. E como só sentindo-o aflorar-me na pele nua com suas tiras de couro, apesar do medo que me causava, me fazia desejar sentir-lhe a força tanto como desejo o peso de um caralho quando me apetece foder.
- Desobedeceste hoje duas vezes, cachorra – acusou Meu Senhor – Não viestes logo que te chamei, nem conseguiste lamber a cona e o cu como te mandei. Sabes bem que não posso tolerar tal comportamento a uma puta minha. Vou-te ensinar a nunca mais o repetires.
Como só sua mão direita segurava o chicote, Carlos ia dando uso à esquerda, tão depressa me afagando o clítoris e as nádegas com ela, como me penetrando com os dedos todos juntos os dois buracos, o que deixava ainda mais louca de tesão, roçando-neles o seu caralho meladíssimo que eu ia sentindo ficar outra vez duro e em pé. Suas mãos pousando o chicote abriram-me o olho do cu para trás, Meu Dono cuspiu nele dizendo que nessa noite aquele seria meu lubrificante anal, e quase sem avisar meteu seu pauzão enorme todo dentro dele, apertando seu corpo contra mim como se me quisesse comprimir na cruz onde me amarrara. Seus colhões pareciam colados no meu cu. Meu Mestre puxou-me os cabelos obrigando meu pescoço a dobrar-se para trás e apertando-me o nariz com uma das mãos livres, impedindo-me de respirar começou a insultar-me enquanto me socava:
- Cadela gosta mesmo é de apanhar no cu, não é mesmo? Pois então apanha no cu como tanto gostas, minha puta de cu largo. Apanha que ainda me vais voltar a lamber a piça hoje.
Quando libertou a pressão dos dedos sobre meu nariz permitindo-me respirar nem assim me deixou mais aliviada pois que logo eles se encarregaram de começar a torcer-me as molas obrigando-me a deixar escapar uivos de dor, perfeitamente audíveis sobre a mordaça improvisada. Carlos continuando a enrabar-me bem me avisava que lhe estava de novo desobedecendo pois ele não queria ouvir gemidos e por isso receberia castigo mais severo, mas era impossível conter-me. Quando tirou o cacete de meu cu sem se ter vindo postou-se na minha frente e exibiu-mo. Antes de me tirar a calcinha da boca e me obrigar a dizer que aquela era a melhor piça que já provara na vida apesar de ser uma puta que já provara piça de muito homem, e o voltar a chupar, esfregou-o longamente nas minhas mamas.
- Até agora – voltou ele a falar – o Teu Senhor apenas ainda te obrigou a fazer coisas que ele espera que uma puta lhe faça, e que tu como uma que és estás habituada a fazer. Mas agora vai deixar de te tratar como uma puta vulgar, e tratar-te como escrava desobediente que és. E agora podes gritar à vontade que eu quero ouvir-te gritar.
As tiras do látego voltavam a passear-se por minhas costas, eu não esperava outra coisa que não fosse sentir começando sua dança para que satisfeito com minha total submissão meu doce Senhor, no final, me recompensasse como sempre servindo-se de minha racha do meio das pernas, e levando-me ao orgasmo que há tanto tempo vinha retendo. Mas Carlos não se apressou e é isso que eu mais aprecio num homem: a calma e a suavidade fazendo render cada momento de erotismo como se o tempo estivesse parando nele. Cada chicotada era desferida quando eu menos esperava embora não me poupasse nenhuma parte do corpo, seguida de longos minutos em que o chicote ficava só me acariciando ou em que as mãos de meu amante sádico apertando de novo as molas prendendo-me as mamas e os lábios vaginais obrigavam-me a gemer com mais intensidade, enquanto seu cacete me voltava a preencher o olho do cu. Apesar da autorização que me dera procurei segurar meus gritos pois sabia bem que nestas alturas quanto mais gritasse mais ele me chicotearia. Quis gozar mas Carlos percebendo-o proibiu-mo e eu voltei a conter-me. Quando parou de me chicotear tinha minhas costas, rabo e pernas totalmente a arder e adivinhava-as completamente vermelhas, nem sentar direito iria conseguir nos próximos dias. Quando meu corninho marido me visse naquele estado iria ficar de pau feito e eu no mínimo teria de lhe tocar uma punheta para o sossegar. Mas que orgulhosa estava por meu amante me ter feito suportar um castigo mais rigoroso que todos os outros porque já me fizera passar. Carlos apalpou-me o entre-pernas. Suas mãos ficaram húmidas.
- És mesmo uma puta – comentou deliciado – Mesmo depois de teres sido enrabada e espancada tua cona não perde o tesão. Tem-la tão húmida que aguentavas com meia dúzia de caralhos dentro dela. Estás com sorte, cadela. Não posso ver uma cona húmida que não se me ponha o caralho em pé. E tendo uma puta como tu à disposição seria uma parvoíce não o satisfazer, não achas?
Achava sim, só tinha pena de ter as mãos amarradas e não lhe poder conduzir a pila para dentro de minha greta como tanto gostava de fazer. Com uma perna de cada lado da intercessão dos dois braços do X da cruz para aceder mais facilmente à minha pássara, penetrou-me com a mesma raiva com que me fora ao cu, e como aprecio um homem dominador deve comer uma mulher, palmatoando-me o rabo com as mãos. Gozamos intensamente ao fim de pouco tempo. Sentia o sangue todo na cabeça e só queria que me libertasse. Mas Carlos não manifestou vontade em aceder meu pedido.
- Diz-me uma coisa, cadela: gostas mais de ser tratada como uma escrava desobediente ou como uma puta cumpridora?
Sendo para o satisfazer de facto não me importava nada de ser tratada de uma forma ou de outra, mas respondi-lhe:
- De ser tratada como uma puta cumpridora, Meu Senhor, muito embora aceite todos os castigos que me queira dar.
- Óptimo! – respondeu-me então satisfeito – Pois como me satisfizeste tão bem consinto que te continues a divertir como puta por mais algum tempo.
Uma luz acendeu-se então enchendo toda a cave de luminosidade e encandeando-me por momentos. Quando consegui lobrigar melhor na claridade vi que num canto da parede, até então cobertos pelo negrume do espaço três indivíduos enormes e bem entroncados, com um gorro negro de carrasco cobrindo-lhes o rosto, e uma comprida capa da mesma cor envolvendo-lhes o corpo tinham assistido a tudo, silenciosos como ratos. E no fundo dos seus ventres, ainda que coberto pela capa, a protuberância em riste do molde dos seus caralhos erectos, tão encorpados como o de Carlos.
- Meus amigos – dizia Meu Dono voltado para eles – ouviram as palavras da cadela. Já viram do que ela é capaz. Aproveitem. Comam-lhe a cona, o cu as mamas ou a boca, não importa. Mas tratem-na como uma puta que é!
Todos eles usaram preservativos e embora se tivessem servido de mim amarrada na cruz, tiveram o bom senso de me virar de cabeça para cima, pois que senão estou certa que acabaria por desmaiar. Despindo as capas e revelando-se nus por baixo delas, mas conservando seus gorros de algozes, desataram-me os tornozelos e dois deles penetraram-me simultaneamente pelo cu e pelo pito, enquanto eu mamava no pau do terceiro. Quando os dois se esporraram, o terceiro tomou o lugar do buraco da frente dando-me nele a última foda da noite. Vim-me mais uma vez. Valia a pena ser a escrava de Meu Dono e Senhor Carlos, como ele me dizia constantemente. Por mais cruéis que fossem suas punições os prazeres com que me compensava por elas superavam-nas largamente.

Beijos para todos. Poderão visitar-me igualmente em www.contosintimosdesandra.blogspot.com
SANDRA

Carla - fodida na casa de shows

Sou a Carla, tenho 42 anos, casada há 21 anos com Carlos, tenho 165 de altura, 60 quilos, peitinho pequeno, bumbum grandinho e coxas grossas, minha xana e meu rabo sempre são totalmente depilados, depois que fui liberada por meu maridinho hà 4 anos atrás, até então meu único homem, tive alguns casos, alguns amantes, algumas surubas, que deixaram lembranças deliciosas.

No sábado a noite finalmente meu corninho aceitou sair comigo para dançar numa casa de shows daqui de Curitiba, aproveitando o clima agradável coloquei apenas um vestidinho curto, uma calcinha fio dental pequenininha e uma sandália salto agulha, meu corninho já ficou sentado de forma a entender que não estávamos juntos, enquanto um grupo musical muito bom tocava um pagode muito gostoso, não demorou muito para que um rapaz alto, educado e bem apessoado me convidasse para dançar, convite aceito, já na segunda música nós já estávamos dançando coladinhos, eu sentindo seu pau já duro contra mim, além de me cantar descaradamente, Paulo o nome dele pediu um beijo, sem vacilar enlacei seu pescoço e nos beijamos gostoso, ele sabia beijar divinamente e suas mãos passeavam por todo meu corpo, não terminamos a terceira música, pois Paulo me levou até os fundos, um tipo de camarim, com um sofá velho num canto e enquanto me beijava tirava meu vestido, fez eu ficar de quatro no sofá, puxou minha calcinha de lado e chupou gostoso minha xana meladinha e doida para ser fodida por seu pau, depois de me judiar um pouco chupando-me muito bem, deixando-me mais tarada ainda, finalmente ele tirou seu pau duríssimo para fora da calça e socou de um golpe só aquele mastro delicioso dentro de mim, tirando meu fôlego e encharcando minha grutinha, segurou-me pelo quadril e me fodeu muito gostoso, elogiando minha grutinha apertadinha e quente me fez delirar de prazer, terminamos comigo cavalgando seu pau duro e me acabando num orgasmo divino e recebendo dentro de mim sua carga de porra que escorreu para o chão e depois escorreu pelas minhas coxas, além de deixar minha calcinha melada, voltamos ao salão e dançamos mais algumas danças, agora mais íntimos ele fazia eu colar meu corpo ao dele, demonstrando aos outros que eu lhe pertencia e trocavamos beijos bem quentes, não demorou e ele me carregou de novo até aquele cantinho e sem preliminares, tirou minha calcinha e guardou no seu bolso, para guardar de lembrança minha, eu na mesma posição anterior penetrou meu cuzinho tão gostosamente que nem senti dor com a sua penetração vigorosa, muito excitada eu gemia sem pudores, sendo sodomizada por sua vara deliciosa, atingi vários orgasmos que faziam meu corpo todo formigar, além de me deixar molezinha, de repente o Paulo acelerou ainda mais suas metidas e gozou muito forte dentro de meu rabo, dessa vez percebi que muito de seu esperma que saía de meu rabo totalmente saciado, escorreu pelas minhas coxas, enquanto recuperava meu fôlego, levei um susto ao deparar com outros cinco homens devorando-me com os olhos, eu pelada e toda melada de porra, Paulo rapidinho apresentou-me aos seus amigos, João, Antonio, Luis, Gerson e Pedro, trabalhavam na casa de shows e estavam de olho em mim fazia um bom tempo.

Rapidinho eles tiraram as roupas e exibiram para mim suas ferramentas duríssimas prontas para a ação, um deles deitou no sofá e fez eu cavalgá-lo, parando o tempo suficiente para o outro penetrar meu cuzinho, enquanto o outro me servia seu pau deliciosamente duro e quente para eu chupar, assim com três paus me fodendo ao mesmo tempo liberei meus instintos mais selvagens, chorei, gemi, gritei de prazer, unhei as costas deles, perdi a conta de quantas vezes gozei, sendo preenchida com suas cargas de esperma, tão logo um deles gozava em mim outro pau já me penetrava, sei que todos eles me comeram minha xana e o meu rabo pelo menos uma vez, e vários deles gozaram também em minha boquinha sedenta de porra, depois de horas finalmente saciados eles se retiraram, deixando-me apenas com o Paulo, tomei uma ducha no pequeno banheiro, vesti apenas o vestido e me encontrei com meu corninho que já estava aflito com meu sumiço, no caminho para nossa casa contei-lhe tudinho o que tinha me acontecido e terminei chupando seu pau duríssimo de tesão engolindo seu esperma todinho, já que minha xana e meu cuzinho estavam esfolados e ardidos de tanto serem fodidos pelos meus machos deliciosos.

carlasapphys@gmail.com

 

Boa noite

Ela chegou me olhando com um rosto maroto, um leve sorriso, que demonstrava claramente outras intenções e certamente, dormir, não estava entre elas. Deitou-se ao meu lado, aninhando-se, encaixando-se como só uma mulher sabe fazer, tive a impressão de que aquilo era só uma maneira que ela encontrou para tentar me agradar e estava conseguindo.
Seu sorriso insistente, naquela boca sensual, a respiração quente e próxima dos meus lábios, me excitava, senti seu perfume inebriante, uma sensação boa, o calor do seu corpo junto ao meu, numa conexão perfeita, despertava emoções que aceleravam meu coração.

O beijo foi longo e demorado, seus lábios quentes e úmidos, apertados junto aos meus, sua língua atrevida invadia minha boca fazendo um balé frenético e deliciosamente saboroso, trocávamos nossos fluidos, misturávamos nosso desejo, a respiração tornava-se cada vez mais rápida, nossos braços e pernas se entrelaçavam roçando nossa pele, sentindo o calor dos nossos corpos, que exalavam o aroma do desejo.

Sua mão, pequena e delicada, naquele momento, deslizava suave e atrevida, buscando pontos mais íntimos, explorando meu corpo, como se fosse à primeira vez, chegou entre minhas coxas e ali parou, segurando firmemente o que seria o instrumento do seu prazer, nesse momento a excitação era muito grande, suas palavras sussurradas ao meu ouvido, só contribuíam ainda mais para isso.
Ela elogiava minha ereção, dizendo que meu falo estava maior, mais volumoso e isso contribuía ainda mais para nossa excitação, queria saciar sua vontade, sua sede de desejo. Nesse momento ela que já se acariciava, começou a se masturbar, beijava minha boca com vontade, chupava meu pescoço murmurando palavras picantes ao meu ouvido, retirou a mão de sua vulva e levou até minha boca o néctar do seu desejo, trazendo o delicioso sabor do seu prazer, demonstrando seu real interesse.
Tamanha era a excitação, que seus pedidos soavam como ordens, prontamente atendidas. Seu corpo, todo arrepiado, contorcia-se a cada toque que recebia, ela pedia, implorava, exigia, mais e mais minhas caricias. Sem o menor pudor, esfregava freneticamente minha mão em sua intimidade, ela por sua vez, já não tinha mais coordenação, seu pensamento estava focado apenas no sexo e prazer, suas mãos apertavam meu corpo, trazendo-me para junto de si.
Convicta das suas intenções, ela segurou meu falo e começou a sugar gulosamente, engolia, tirava, sugava novamente, lambia, batia-o contra seu rosto, sua boca, sentia seu cheiro, beijava-o com carinho e ao mesmo tempo com voracidade, deslizava seus lábios, engolia-o inteiramente, deliciando-se, que a essa altura latejava de tanta excitação.

Finalmente, ela exigiu,
"- Não agüento mais, entra de uma vez, forte e gostoso, coloca tudo, sacia meu desejo."
Posicionei-me de frente a ela, com suas pernas entreabertas, encostei meu falo rígido, a ponto de explodir na entrada daquela vagina quente, úmida e latejante, suplicando para ser tomada, esfreguei a ponta na entrada provocando-a mais um pouco, o que aumentava mais ainda sua excitação, ela continuava a se contorcer e querendo ser penetrada a qualquer custo, coloquei suas pernas em meus ombros, o que a deixava em uma posição mais favorável para o ato.
Comecei a introduzir o meu falo, que ia abrindo espaço naquela vagina pulsante em um ritmo delicioso, ela se contorcia e me puxava para dentro engolindo de uma só vez aquele membro duro e latejante. A partir dai nada mais fazia sentido, ela gritava, urrava, pedia para que não tirasse e que fosse mais fundo, dizia que eu era seu macho, seu homem, seu dono, que era somente sua, que a fizesse mulher.
Explodimos loucamente de prazer, na busca de saciar nossa vontade, continuamos abraçados, com a respiração ofegante, naquele momento, o mundo poderia acabar, pois estávamos satisfeitos, ficamos ali por algum tempo ainda abraçados, juntos, descansando, mas como se faltasse algo, já com saudades daquele instante maravilhoso.
Tentamos dormir, mas, de fato, ainda estávamos empolgados, passei minha mão em suas nádegas, senti a contração de seus músculos internos, foi aí que percebi, de fato, faltava algo, ela relutou, estava com medo, disse que não, que era errado, mas, era tamanha a sua excitação, que a abracei confiante e carinhosamente, ela acabou cedendo, a cada contração, a cada movimento, a emoção aumentava, permitindo assim uma deliciosa penetração anal.
Ela foi relaxando e cedendo devagar, percebia gradativamente que a sensação ficava melhor, até o ponto em que ela não resistiu mais e começou a arfar suas nádegas de encontro ao meu corpo. Ela urrava, num misto de dor e satisfação, dizia que se era dessa forma que a queria, assim fosse, que não ofereceria mais resistência, pois a sensação era maravilhosa.
Sentia como se a estivesse rasgando, rompendo sua resistência à penetração, a essa altura era ela quem me engolia, sem aquele medo inicial, propiciando uma sensação deliciosa, puxava-a forte pelo quadril, suas nádegas batiam diretamente contra o meu corpo, provocando sons característicos que aumentavam ainda mais a excitação.

Não pude acreditar na excitação que essa mulher demonstrava, por varias vezes, senti seu corpo vibrando nos momentos de êxtase, ela colocava o rosto contra o travesseiro, na tentativa de abafar seus gritos, contorcia-se freneticamente de prazer, cada vez mais forte, tamanha era a voracidade dos seus movimentos, superando a dor ou pudor.
Aquela delicada mulher, com olhar singelo, lábios carnudos, boca sensual rostinho meigo emoldurado por lindos cabelos louros, jeito de menina, demonstrava ali, naquele momento, ser uma fêmea em toda sua plenitude, apaixonada e ao mesmo tempo devassa, sem pudor, objetiva e direta, ciente de suas intenções, querendo ser tratada como tal, satisfazendo seus desejos mais íntimos e também aos de seu homem.

Nessa noite alucinante, estávamos insaciáveis, continuávamos clamando por mais sexo, intenso, interminável e já sem forças, adormecemos abraçados, desejosos por mais prazer, como o carvão em brasa que a um novo lampejo faz brotar novamente a chama, intensa e renovada a cada dia.

Amanheceu, estávamos cansados porem felizes, pelas travessuras sexuais daquela noite, nos despedimos, sem nos esquecer de demonstrar carinho mútuo, tivemos alguns contatos durante o dia, mantendo acesa a recordação da paixão única, já estávamos com saudades, ansiosos por um novo encontro, alimentávamos a esperança de uma nova aventura prazerosa. Essa noite promete!

Comi minha cunhada no Puteiro

Sou casado a sete anos e sempre tenho muito tesão por minha esposa. Ela tem duas irmãs lindas, sendo uma delas lésbica. Sempre tive uma curiosidade em cima das minhas cunhadas, mas nunca as desrespeitei.
Um dia briguei com minha esposa e fui até a casa de um parente dela, pois já tinha combinado que apareceria por lá pra beber cerveja e bater um papo. Me viram chegando sozinho e perguntaram sobre minha mulher, e respondi que havíamos discutido e ela preferiu ficar em casa. Depois fui até a cozinha, e vi que minha cunhadinha lésbica estava lá também.
Ela estava bebendo mas ainda tranquila. Eu estava com tão chateado com minha esposa e decidi que logo mais iria até a Vila Mimosa (puteiro no RJ) para "descarregar" a raiva. Sabendo que minha cunhada curte mulheres, tinha vontade de conhecer a Vila Mimosa e nunca tinha ido num puteiro, decidi chamá-la. Já eram 2:30hs da manhã.
Eu disse: "Vou numa parada. Quer ir?".
Ela respondeu já sentindo qual era a parada: "Estou contigo pra qualquer lugar!".
Então arrumei uma desculpa e saí, e logo depois ela disse que iria pra casa. Já estávamos quase embriagados, mas conscientes. Pegamos um táxi e fomos ao puteiro.
Ao chegar lá deixei bem claro que o que ocorresse ficaria lá mesmo; esse seria nosso segredo, ela respondeu que era isso mesmo.
Perguntei se ela tinha coragem de ir pro quarto nós dois juntos, e ela respnodeu que não tinha problema. Deixei ela escolher a mulher. Foi uma negra linda e gostosona que cobrou apenas R$50,00 meia hora para ficarmos à três, afinal já eram quase três da manhã, dei um papo legal e praticamente era fim de festa.
Ao chegar no quarto, todos ficamos pelados, e pude ver que minha cunhadinha é uma delícia, magrinha e assim como eu, não tinha um corpo perfeito. Apaguei a luz, mas a puta falou que era pra deixar acesa. Eu estava meio constrangido, pois sou gordinho e não sou alto, mas a rola não me faz vergonha! A puta colocou a camisinha no meu pau e começou a me mamar, enquanto minha cunhada ficava apalpando a puta todinha.
Até que botei a puta pra fazer umas graças com minha cunhada. Aquela cena das duas fazendo safadeza, me deixou com mais tesão ainda! Deixei a puta com ela e resolvi tentar comê-la, mesmo sabendo que ela curte mulheres.
Fui por trás dela e comecei a dar beijinhos e mordidinhas e ao mesmo tempo acariciando seus seios, buceta e o corpo todo. Ela ficou surpresa com minha atitude, mas se estava rolando uma sacanagem das boas, ela acabou deixando eu fazer o que queria.
Depois, fui mais abaixo e dei uma linguadinha no cú dela e depois fiquei lambendo sua buceta rosadinha quase virgem e com cheirinho natural de buceta com tesão!!! Senti que ela gemia pelo duplo prazer comigo e com a puta.
Ficamos em pé, e enfiei meu pau por trás enquanto a puta ficava mamando seus seios e ela acariciando a vadia. Logo mais, coloquei a puta deitada, ela em cima da puta e eu bombando mais ainda por trás.
Quando a coisa está boa, o tempo passa rápido e a vadia já queria sair, pois já havia cumprido os 30 minutos. Mas eu ainda não havia gozado e minha cunhada estava cheia de tesão também! Perguntei pra puta se podíamos ficar no quarto mais um pouquinho, e ela disse que podíamos.
Logo minha cunhada deitou de barriga pra cima com as pernas arreganhadas, aí rolou o papai e mãe enfiando até o talo. Dei muitos beijos em sua boca deliciosa ao mesmo tempo que enfiava. Me dava mais tesão vendo a cara de prazer que ela estava. Mesmo sendo lésbica, o prazer era tão intenso que a vontade dela era que eu bombasse cada vez mais. Um tempinho depois, dei uma acelerada e gozei com meu pau dentro, claro que ainda estava com camisinha.
Nos vestimos e sem conseguir um encarar o outro descemos do quartinho. Comprei um refrigerante e passei em minha boca por fora para ver se tapeava o cheiro de buceta e cuzinho que minha cara estava. Não adiantou...
Entramos num táxi para ir embora e a deixei na porta do prédio. Como eu estava muito doido e com aquele cheiro de buceta na cara, mais o pau todo melado de gozo e óleo da camisinha, decidi que não podia ir pra casa. Já eram um pouco mais de 4:00hs da manhã.
Voltei pra casa do parente e ainda estavam bebendo, minha sorte! Pedi para dormir lá, pois estava muito louco e minha mulher ia "acabar" comigo. Deixaram na boa.
Acordei quase meio-dia, tomei um banho e cheguei em casa com a cara de que nada havia acontecido. Minha esposa mesmo ainda chateada, falava só o necessário comigo. E disse que minha cunhada havia viajado para a casa de praia do pai dela (meu sogro), pois minha esposa queria ir na casa dos pais (onde minha cunhada mora) pra pegar alguma coisa. Senti um alívio...
Depois de uma semana, quando a vi novamente, ela fingia que nada havia acontecido. E a chance dos parentes desconfiarem é praticamente nula, pois todos sabem que ela só gosta de mulheres. Me sinto "o cara", por ter dado um prazer tão louco para uma lésbica!
Nunca mais consegui comer ela novamente, mas estou esperando uma outra boa oportunidade. Afinal, se forçar acaba dando merda! Além do mais, do nada e na cara de pau, eu não consigo chamá-la para fuder novamente. Sinto no olhar que ela quer, mas assim como eu, espera uma boa oportunidade.
Não vejo a hora dessa oportunidade aparecer. Por enquanto só fico batendo uma punheta lembrando dessa loucura toda e sonho realizado!!!

A Minha Longa Iniciação - Parte 1

Essa é parte da minha história verdadeira, donde relato todas as minhas experiências vividas entre quatro paredes.Também é o primeiro capítulo do meu livro, de um total de doze. Desde já, aviso que, talvez por retratar acontecimentos estranhos e reais da minha preadolescência, ela é longa, por não ser um simples conto, mas o capítulo inicial de um livro. Se possível (e se conseguirem), deve ser lida aos poucos, até por que, estará sempre por aqui, disponível para a leitura, em qualquer horário. Não há pressa. Os detalhes são mantidos tais quais na obra original, haja vista que, sem eles, seria mais uma história banal.

 

Conforme irão perceber, procuro narrar, no formato original, os fatos mais marcantes da minha vida, e o faço não só do modo que realmente aconteceram, mas com o porquê deles acontecerem. Caso apreciem essa primeira parte, os dois capítulos seguintes estarão nesse mesmo site, se assim sua proprietária o permitir, claro.

 

 A continuação de toda a minha história, até o Capítulo 12, os leitores poderão apreciá-la adquirindo o meu livro a ser brevemente publicado. Para tanto, basta  simples mensagem e/ou contato  no e.mail  ou MSN    silvinhaalm@hotmail.com  

 

Pois bem, explicado isso, vamos a  PARTE I  :

 

 

 

Sou natural de Santa Catarina, descendente de imigrantes portugueses e alemães e a primeira de cinco filhos, sendo três meninas e dois meninos. Sempre fui reservada, muito na minha. Desde pequena, preferia ficar sempre nas internas, pois achava que ninguém iria gostar de mim. Eu era gordinha e considerava-me feia por isso. Quando entrei para a escola me lembro bem: Fiquei no cantinho da sala, bem quietinha, só observando...assustada. Desde cedo achava que tinha que ser diferente para me destacar no grupo, e que se eu fosse somente ficar esperando por algo,  nunca iria conseguir nada. Daí passei a  dedicar-me mais aos estudos, e vi que tinha uma certa aptidão. Descobri que era inteligente, e comecei a usar isso para conquistar os colegas na sala.

 

Na sexta série escolar  nos mudamos para Balneário Camboriu, bem no meio do ano. Isso para quem está na escola é um saco! Passei quatro  anos nesta cidade. Lá fiz mais amigos e comecei a me soltar um pouco. Só um pouquinho! Brincava muito na rua com os meninos e as meninas que moravam perto. Minha mãe ficava louca da vida comigo. Falava-me  que eu não deveria brincar tal qual um menino. Neste período emagreci bastante, de tanto correr pelas ruas de Balneário.

 

Aos quinze anos tornei-me uma adolescente interessante, como diziam as pessoas, pois me tornara uma loira esbelta, com cinturinha definida, coxas roliças, seios salientes, com mamilos rosadinhos, olhos verdes e muitas sardas no nariz. Tive meu primeiro namoradinho. Era um menino que estudava comigo. Uma gracinha. Loiro também, olhos escuros, ligeiramente magro e bem alto para a sua idade. Namorico de criança. Foi o primeiro que beijei. Saía da aula e logo depois do almoço já ia até a casa dele, estudar e namorar. Chamava-se Paulo e era somente um ano mais velho do que eu, embora já aparentasse ser um jovem de dezoito anos.

 

Certo dia  estávamos estudando na casa dele e acabamos ficando a sós, porque sua mãe teve que sair para fazer umas compras. Estávamos os dois sentados numa mesa da copa, próximos à cozinha. Era verão e eu ainda trajava o uniforme da escola, porque fui direto do colégio para a casa dele. Ele, porém, havia trocado de roupa e usava um calção tipo “surfista”, chinelos e uma camiseta branca. Eu me concentrava nas questões escolares, mas, num certo momento percebi que ele me olhava de maneira estranha, parecendo meio inquieto. Foi quando que, por uma distração, deixei minha caneta cair no chão, sob a mesa, e abaixei-me para apanhá-la. Assim que me abaixei, levei um susto, porque pude perceber que Paulo estava com o pênis ereto, dentro daquele calção, que mais parecia uma barraca armada. Confesso que aquela situação de início me chocou, mas aquilo me deixou muito curiosa também.

 

Tentei continuar escrevendo, mas não conseguia mais me concentrar nos cadernos e Paulo, que se sentara à minha frente, mudou-se de posição, vindo a sentar-se ao meu lado, na mesa. Já ao meu lado, em dado momento, colocou sua mão esquerda sobre a minha mão direita. Aquele ato seu deixou-me super apreensiva, o que não era para ser, até porque já havíamos nos beijado antes. Ali, naquele momento, ele acariciou minha mão e a pegou, levando-a para baixo da mesa, fazendo-me tocar suas pernas. Depois ele a colocou sobre seu calção, até que pude senti-la encostando-se no seu membro, que permanecia ereto lá dentro. Quis removê-la, mas ele não deixou e aos poucos fui cedendo e acabei apalpando-o por sobre o tecido mesmo, sentindo-o pulsar lá dentro. Aquilo acabou mexendo comigo e logo minha mão já estava dentro daquele short. Pude sentir o pênis dele rígido e quente nela. Era o meu primeiro contato com o mundo externo carnal. Ele ficou inquieto quando passei a segurá-lo firme com a mão. Não tive coragem de abaixar-me sob a mesa e olhar aquilo. Mas estava gostando de pega-lo e ele se contorcia cada vez mais com o meu toque. Logo, comecei a puxá-lo para cima e para baixo e daí a pouco senti um liquido quente e pegajoso escorrer-me na mão. Era escasso e branco, e também quentinho. Depois disso, vi que ele se sossegou e até tirou a minha mão de lá.

 

Após, guardou o pênis e foi em direção ao banheiro, e eu limpei a mão num pano que se encontrava sobre a pia da cozinha. Ele ainda estava no banheiro, quando ouvi um barulho na porta da rua, que fica no início da escada de acesso ao apartamento e, logo em seguida, ouvi alguém batendo na porta da cozinha. Era sua mãe que retornava da rua. Aproveitei a chegada dela, recolhi meu material escolar e fui embora sem sequer me despedir dele.

 

Em casa ninguém sabia de nada. Cada vez que chegava, era uma bronca que levava. Quando meu pai chegava na sexta-feira (ele viajava muito), minha mãe fazia o relatório completo. Foram as únicas vezes que meu pai me bateu. Naquele dia fiquei muito pensativa no meu quarto, pois não conseguia tirar da cabeça o fato acontecido na casa do Paulinho. Se alguém soubesse disso, principalmente os meus pais, acho que morreria.

 

No dia seguinte, sequer tive coragem de ir à escola, com medo de encontrá-lo. Mas como já era sexta-feira, simulei estar doente e fiquei em casa. Minha mãe ficou apreensiva com essa minha doença súbita e uma amiga dela chegou a dizer que eu estaria com início de desidratação, recomendando que eu tomasse bastante líquido. Como não apresentava febre, passei o final de semana tomando muitos sorvetes, especialmente liberados para mim...rs

 

Difícil mesmo foi enfrentar a segunda-feira na escola e ter que encará-lo, depois daquilo. Passei todo o final de semana só pensando nessa hora terrível, mas fui. Ou melhor, tive que ir. Criei coragem, vesti minha roupa de colegial e novamente partia para vida de sempre, apesar desse percalço que tive.

 

Embora estudássemos na mesma sala,  não tive coragem de falar com ele, que logo percebeu isso. Tentou se aproximar de mim o tempo todo, mas, naquele dia não nos falamos. Raquel, uma amiga nossa que às vezes também freqüentava a casa do Paulinho chegou a me perguntar se tínhamos brigado e eu lhe respondi que não. Apenas falei que minha mãe não estava gostando dessa minha amizade com ele, porque já estava parecendo namoro e eu não tinha idade para isso. Por medo dela falar alguma coisa para o meu pai, estava evitando conversar com ele, Paulinho. Só isso. Naquele momento, ela pareceu ter me entendido, mas logo voltou a me procurar trazendo recado dele, que a todo custo queria falar comigo. Ele chegou a me procurar em casa, mas eu, arredia, o evitei.

 

E assim passei toda aquela semana, só falando o estritamente necessário com ele. Nem acreditei quando finalmente chegou a sexta-feira e poderia ficar livre da escola todo o final de semana. Infelizmente, fiquei livre da escola, mas não dele. Ele tornou a ir em minha casa para falar comigo, e daí cheguei a  pedir  à minha irmã do meio para dizer-lhe que eu não estava, que tinha saído para a rua, que talvez estivesse na casa da Raquel. Os assédios dele em se aproximar de mim, já não eram tão insistentes muito embora continuassem seus recadinhos, transmitidos pelos nossos colegas. Quando eu ficava sozinha, evitava ter a lembrança daquela coisa horrível que eu tinha feito. Jurei a mim mesma nunca mais entrar naquele apartamento.

 

Mais outra semana se passou tranquila para mim. Estava feliz, e até passei a freqüentar mais a casa de outros amigos e amigas.

 

Na escola, num certo dia, a professora de Português marcou trabalho em equipe e, como era costume da minha turminha, esses trabalhos eram feitos na casa do Paulinho, porque lá era um local mais tranquilo, sem gente por perto. Ele só tinha uma irmã mais velha, mas durante a semana morava em Florianópolis, com os avós paternos. E também não eram todos os finais de semana que ela retornava para  casa. Seu pai era dono de uma imobiliária, lá mesmo em Balneário Camboriu e a mãe dele o ajudava no negócio, ficando pouco tempo em casa. Raquel, aquela amiga que falei, não sei se pela intenção de me socorrer, retrucou meus outros amigos quando eles falaram em fazer o trabalho escolar na casa do Paulinho, dizendo que seria melhor fazermos em outro local, porque, toda vez, só o fazíamos na casa dele.

 

Porém, fora em vão a sua tentativa de me “ajudar”. Ninguém concordou em mudar de local. Teria que ser lá mesmo, como sempre o  fizéramos. Eu fiquei calada. Não dei minha opinião, nem contrária, nem favorável.

 

Depois da aula fui direto para casa e no caminho encontrei-me com dona Selma, a mãe de Paulinho, que veio me cumprimentar alegremente dizendo:

 

—Tânia, que saudade!   Há quanto tempo que não a vejo menina!  Você sumiu lá de casa. Eu lhe respondi:

 

— Pois é Dona Selma, não tenho saído muito de casa, porque tenho que ajudar minha mãe, e também o meu pai quer que eu estude mais, porque minhas notas pioraram. Mas amanhã iremos à sua casa, com nossa turma, fazer mais um trabalho escolar, junto com o Paulinho.

 

  —Nossa que ótimo você voltar lá!  Vou até preparar um bolo bem gostoso para vocês.  Você é como uma filha pra mim, sabia? Sinto tanta saudade da Lenice, que agora vive em Floripa e você parece que veio para ficar no lugar dela. Disse-me aquela senhora sorridente. Despedimo-nos, e ela se foi.

 

 À noite no meu quarto, não teve jeito. Voltou à mente o acontecimento daquele dia,  com ele lá no apartamento. Até parecia sentir novamente seu membro duro entre os dedos da minha mão. Acabei acariciando meu sexo e senti minha vulva um pouco inchada, parecendo que queria se entreabrir sozinha. Passei a acariciá-la e aos toques dos meus dedos, contorcia-me todinha na cama. Um líquido meio pegajoso deu de sair na portinha dela, inclusive chegando a molhar meus tenros pelos pubianos.

 

Lembrava da minha mão tímida segurando aquele membro quente dentro do calção e me excitava mais ainda. Nessa hora fiquei pensando arrependida por não ter tido coragem de ter espiado como ele seria. Pelo tato pareceu-me grosso e comprido. Parecia até mesmo maior do que o palmo da minha mão aberta. Infelizmente a surpresa e o medo fizeram com que eu não o olhasse. Que só o sentisse em minha mão.

 

Pensando naquilo, minha vulva aos poucos foi ficando toda úmida e eu já me contorcia na cama, experimentando um prazer diferente, proporcionado pela carícia dos meus dedos em meu sexo virgem. Nesse dia tive meu primeiro orgasmo e pensei que já era uma mulher adulta,  e que deixara de ser criança. Não imaginava que minha vulva pudesse se molhar tanto assim, a ponto de me fazer ir ao banheiro me secar e trocar de calcinha.

 

No dia seguinte, acordei mais cedo do que de costume,  e pela primeira vez, desde aquela marcante data, fui à escola toda feliz, lembrando da gostosa descoberta que fizera, na noite anterior. Estava mais solta e mais alegre, sentindo novamente o prazer de ir ao colégio, bater papo, reencontrar os amigos, e também doida para poder ficar sozinha de novo, na minha cama, no meu quarto.

 

Terminada a aula fomos todos da nossa turminha para a casa da dona Selma, fazermos o trabalho da escola já programado. Ela nos recebeu com muita simpatia e havia preparado uma mesa farta para todos nós. Parecia festa de aniversário. Adorei uma torta de morango que ela fez. Disse-nos que os morangos vieram da fazenda dos pais dela, de Blumenau. Também nos disse que em qualquer oportunidade poderíamos passar um final de semana lá, com Paulinho e toda a turma do colégio. Adoramos a idéia, mas não saberia dizer se meus pais deixar-me-iam ir sozinha, com eles. Após nos deliciarmos daquelas iguarias, começamos, enfim, o nosso trabalho escolar. Dentro de duas horas mais ou menos, conseguimos terminá-lo.

 

Dona Selma já havia nos deixado porque seu esposo a chamara na imobiliária, por telefone. Ao todo éramos cinco pessoas, mais o Paulinho. Um a um eles foram  nos deixando, até que ficamos somente eu, Raquel e Paulinho. Raquel me convidou para irmos embora, mas Paulinho  disse-me para ficar porque a mãe dele, Dona Selma, estava voltando e queria me dar uns doces que sobrara, para eu os levar para mamãe, lá em casa.

 

O apartamento que eles moravam ficava em cima de uma loja e o acesso até ele se fazia por uma escada grande, de degraus largos. Lá embaixo, havia uma porta que dava para calçada da rua e, na parte de cima, no fim da escada, existiam duas portas; a da cozinha e a da sala. Por precaução decidi sair junto com a Raquel, e quando estávamos descendo a escadaria, disse a ela que iria esperar por Dona Selma, sentada ali no degrau,  já do lado de fora do apartamento. Raquel me disse:

 

— Tudo bem, você pode ficar, mas eu tenho que ir embora porque já é tarde para mim.  Avisei em casa que não iria demorar muito. Tchau, beijos amiga.

 

Despedi-me dela e fiquei sentadinha no degrau esperando por dona Selma. Passados uns minutos, Paulinho surgiu lá em cima, no topo da escada e me chamou:

 

— Vem pra cá sua boba. Vamos esperar mamãe aqui dentro.

 

Eu lhe disse:

 

— Melhor não.  Aqui está bom pra mim. Se você quiser sair pra rua, pode ir, que eu espero sua mãe aqui.

 

Ele retrucou:

 

— Eu não iria fazer algo assim com você né? Deixá-la aí sentada, sozinha, na escada, a esperar. Posso ficar aí junto com você? — ele me perguntou.

 

 — Sim pode. respondi-lhe.

 

E daí sentou-se ao meu lado, no degrau. Logo veio me dizendo:

 

 — Nossa você sumiu daqui hein. Senti tanto sua falta. O que aconteceu com você?

 

Eu lhe dei aquela mesma resposta de sempre, que estava estudando, ajudando minha mãe em casa, etc.

 

 Notei que ele usava quase a mesma roupa daquele histórico dia, qual seja, bermuda de surfista, chinelos e camiseta. Em cidades praianas, no verão, as roupas usuais dos rapazes são praticamente sempre essas. Logo ele disse no meu ouvido:

 

— Sabia que te amo muito? Acho você um doce!

 

Deu-me um beijo no rosto e fiquei corada, com vergonha mesmo. Também estava preocupada, porque a mãe dele estava vindo da imobiliária para casa. Depois daquele beijo na minha face, ele deu-me outro, em meu queixo e logo nossas bocas se encontraram, como às vezes fazíamos algum tempo atrás, ali mesmo na escada. Eu lhe disse:

 

— Melhor pararmos Paulinho. Sua mãe irá chegar! Ele me respondeu:

 

 — Que nada, ela avisou que só voltaria mais tarde e que era pra eu arrumar os doces numa cesta pra você levá-los pra sua casa depois. Eu lhe disse:

 

— Não acredito!  Seu mentiroso. E ele:

 

— Calma amorzinho!  Não tem nada demais ficarmos conversando aqui né.

 

Acabei concordando, mas só que pedi pra ele trancar a porta lá de baixo direito, porque  Raquel havia deixado-a entreaberta. Bastava bater o fecho que depois ela só abriria com o trinco, pelo lado de dentro, ou com chave, pelo lado de fora. Ele desceu, fechou a porta e sentou-se ao meu lado de novo.

 

Eu estava com aquele mesmo uniforme de sempre, blusa branca, saia azul de pregas e calcinha de algodão branca, toda rodeada por rendinhas. Aliás, eu tinha um monte dessas calcinhas...rs

 

Logo retornamos aonde tínhamos parado, ou seja, beijo na boca. Ele me beijava não só a boca, mas meu rosto todinho. Olhos, pontinha do nariz, queixo, tudo. Senti uma sensação estranha quando, beijando meu ouvido, ele colocou sua língua molhada lá dentro. Logo ele começou a acariciar minhas pernas. Achei gostoso sentir sua mão passando por minhas coxas. Depois ele subiu minha saia e quando quis tocar na minha calcinha, tirei a mão dele. Fiquei um pouco com vergonha quando ele viu minha calcinha. Acho que a rendinha dela o excitou mais ainda.

 

Nisso, ele jogou seus chinelos pela escada abaixo e também se livrou daquela bermuda, ficando somente de cueca e camiseta. Facilmente percebi, de novo, seu membro rígido lá dentro.

 

Agora ficou mais saliente, porque, ao invés de uma bermuda grande e larga, se aconchegava numa minúscula cuequinha de lycra, que se esticava toda para fora, com o aparato que tinha lá dentro.  Daí  chegou mais perto de mim, e naquele largo degrau da escada,  recomeçamos nossos beijos.

 

Ele voltou a passar a mão nas minhas coxas, e quando o senti  tocando o elástico da minha calcinha, novamente peguei-lhe na mão  para tirá-la de lá. Só que ele segurou  a minha mão e a levou direto para dentro da  cueca. Estremeci quando senti novamente o contato com aquele membro teso. Não resisti e apertei-o bastante. Foi quando ele num rápido lance, abaixou sua cueca até a altura dos joelhos e finalmente pude vê-lo, ali bem de pertinho. Daí, agora de pau duro, voltou a  sentar-se no degrau. Achei-o imenso naquele momento, pois a única comparação que poderia fazer era com meus dedos. Compará-lo com aqueles que eu já vira em alguns livros e revistinhas eróticas era muito difícil, porquanto uma coisa é vislumbrar fotos  frias e sem vida, outra é vê-lo pulsando, ao vivo, e em três dimensões.  

 

Tinha algumas veias salientes pelo seu corpo e uma cabeça larga, inchada e toda úmida. O furinho central era ligado a uma capinha de pele que, quando eu a puxava, fazia a cabeça vermelha sair por inteiro. Passei a mão bem gostoso naquele monumento, agora sem tanto medo assim, e desci a mão até a sua bolsa, que tinha uma pele rugosa,  passando a acariciar suas bolinhas, que mais tarde eu soube  chamarem-se testículos.

 

Ele ficou olhando para mim, enquanto admirava aquilo, mas, quando o percebi olhando nos meus olhos, fiquei com vergonha e tirei a mão do seu falo.  Nessa hora ele me beijou novamente e eu, parecendo apaixonada, correspondi-me feito uma doida, querendo devorar sua boca. Logo, senti novamente sua mão tocando o elástico da minha calcinha.  Dessa vez não tentei tirá-la de lá. Ele queria puxá-la para baixo, mas não conseguia, porque eu estava sentada no degrau.

 

Nisso, tive um arrepio: Ele enfiara a mão lá dentro e pude senti-lo tocando meus pelinhos vaginais. Estremeci de prazer e voltei a segurar-lhe o membro, enquanto ele, com os seus dedos, acariciava minha vulva. Levei um susto e tive dor quando seu dedo tocou meu hímen. Ele percebeu que não gostei e não repetiu o ato. Ficou com sua mão gostosa acariciando minha vulva,  tentando esticar  seus  finos pelos dentre os dedos, como se estes fossem um pente.

 

Quando ele tentou de novo puxar minha calcinha, colaborei e levantei meu bumbum do degrau da escada. Daí ele a puxou entre minhas pernas,  tirando-a finalmente. Foi quando também se livrou daquela cueca, ficando somente de camiseta. Comecei a masturbá-lo com prazer  e durante todo tempo ele tentava se abaixar para poder colocar os olhos embaixo e ver o meu sexo, mas eu não deixei. Mesmo nessa hora, morria de vergonha de ter minha intimidade toda exposta daquela maneira. Minha vagina ficou super molhada, sendo que ele inclusive enxugava a mão e os dedos que a tocavam, em minha coxa. Logo ele começou a gemer e novamente minha mão fora inundada pelo seu esperma quente. Eu também tive um gozo intenso com a mão dele lá, um prazer igual ao acontecido no meu quarto, na noite anterior. Não resisti e passei seu esperma nas minhas coxas, lambuzando-as.

 

Depois  entramos no apartamento para nos secarmos e tivemos que ir meio rápido porque o telefone já estava tocando. Era sua mãe pedindo-lhe para tirar algo congelado do freezer, porque ela logo viria para casa.

 

Pedi minha calcinha de volta e ele não quis devolvê-la. Fiquei apavorada, só de pensar em ter que ir para casa de sainha curta e sem calcinha.  Daí ele foi ao quarto da sua mãe e  trouxe-me uma calcinha  da Lenice, sua irmã.  Aquela era meio grande para o meu físico e pedi-lhe que trocasse por uma menor. Logo ele retornou trazendo-me outra. Essa era  minúscula, um fio dental.  Embrulhamos os doces que sobraram, e rapidamente, fui-me embora para  casa.

 

Quase sempre, quando eu estava sozinha no meu quarto, lembrava-me do ocorrido e tal lembrança sempre resultava no gostoso gozo de uma siririca. Ao contrário do acontecido naquele meu primeiro encontro, em que parecia ter ficado com medo de tudo e de todos, agora eu já me sentia mais tranquila, a ponto dos meus colegas já acharem que eu e Paulinho estivéssemos mesmo namorando. Realmente, ficávamos sempre juntos no colégio, trocando beijinhos e dando alguns amassos. Ele sempre me convidava para irmos novamente ao apartamento dele, mas eu evitava isso, porque temia algum possível flagrante da sua mãe, em nossa intimidade.

 

Certo dia, logo cedo no colégio, ele veio ao meu encontro, todo feliz, e disse-me que seus pais teriam ido de manhã para Florianópolis e retornariam somente pela noitinha. Eu até fiquei com certa pena dele, preocupada se ele iria ou não almoçar, após a aula. Eu não teria a coragem de convidá-lo para o almoço lá em casa, porque já sabia que minha mãe iria me fazer mil perguntas. Falei com ele sobre isso, mas ele falou para eu não me preocupar, porque sua mãe deixaria a comida pronta na geladeira, bastando que ele a esquentasse em banhomaria (naquele tempo ainda não existia o prático forno de micro-ondas). Sendo assim, fiquei mais tranqüila, sabendo que ele ficaria bem. Entretanto, ele me convidou a ir para casa junto com ele, logo após a aula, e daí eu poderia ajudá-lo a preparar sua refeição. Lógico que eu recusei porque não avisara a ninguém lá de casa sobre isso e seria evidente que mamãe sairia à minha procura pela cidade toda. Disse isso a ele, que compreendeu e até acabou me convencendo a ir lá depois do almoço.

 

Fui para minha casa tranquila, almocei com minha família, como sempre o fazíamos. Troquei meu uniforme de colegial por um shortinho jeans e uma camisetinha estampada e, quando me vi sozinha, logo dei um jeito e saí apressada, com destino à casa do Paulinho. Lá chegando, toquei a campainha, esperei um pouco e ninguém atendeu. Insisti novamente e nada. Daí fui perguntar na loja, que fica embaixo do apartamento deles e me disseram que ele, Paulinho, teria ido para Florianópolis, ao encontro dos seus pais, porque a sua avó paterna, estava muito doente. Eles o viram saindo de carro, com um funcionário da imobiliária do pai.

 

Só sei que nessa história, quem ficou super mal fui eu. Só me recordo que era mês de outubro e na próxima sexta-feira iria ter festa e baile, da semana dos professores. Eu estava ansiosa esperando esse baile há um tempão. Como já era esperado, devido à doença da avó, Paulinho nem sequer tocou no assunto. Logo na quinta-feira, após a aula já voltaria para Floripa novamente. Na sexta, não teríamos aula, por ser o dia dos Professores. Como não éramos namorados, fui sozinha ao baile.

 

Lá chegando, achei minha turma e a minha amiga Raquel me apresentou um primo dela, de Mato Grosso do Sul, que iria prestar concurso público, em Joinvile, mas que ficaria na casa dos pais dela, até o sábado, véspera do exame. Ele era um rapaz alto, moreno, magro, de uns 24 ou 25 anos. Prestaria concurso para delegado de polícia. Chama-se Ângelo e segundo soube, era noivo na sua cidade natal e esperava apenas arranjar alguma colocação para se casar.

 

Desde o inicio notei que ele era muito educado e gentil com todos. Em resumo, era uma pessoa agradável. O papo com o grupo estava até legal, ele contando sobre as coisas do seu Estado, pantanal, pescarias, etc.

 

Entretanto, aos poucos as pessoas do grupo iam nos deixando, a medida que chegavam os seus namorados. Ficamos somente eu e Raquel conversando com ele e daí ela disse que nos deixaria a sós, porque não gostaria de ficar segurando vela para nós dois.

 

Fiquei super ruborizada, até porque mal nos conhecíamos e, lógico, sequer namorávamos. Isso sem contar que eu tinha 16 anos e ele era bem mais velho. Mas a verdade é que acabei me simpatizando com ele. Ficamos batendo papo e quando a orquestra tocou uma música lenta, ele me tirou para dançar. Mas eu recusei, dizendo que nunca tinha dançado. Mas ele disse:

 

— Posso te ensinar, se você quiser. E fomos.

 

Quando ele me abraçou, senti um arrepio, iguais àqueles que tivera antes com o Paulinho. Mas sei lá. Notei que ele me transmitia  mais segurança, além de me abraçar bem mais gostoso. Só sei que logo estávamos agarradinhos, ali naquele salão meio escurinho, com muitas luzes coloridas. Parecia  até que o fino vestido  que eu usava fora feito de propósito, para  me ajudar a senti-lo melhor, me tocando muito. Dançar mesmo, nada. só mexíamos os nossos pés. Logo senti o volume do seu membro grosso roçar por entre nossas roupas. Aquilo não poderia estar acontecendo.

 

Enfim, nossos rostos se colaram, e ele beijou-me a face, parte do meu pescoço, fui ficando mole e nossas bocas viraram uma só. Ficamos um tempão assim, ele roçando o membro duro nas minhas coxas, enquanto dançávamos abraçadinhos. Depois parou a musica. Daí um tempo a orquestra voltou a tocar, mas uma musica quente, agitada. Não deu para dançarmos juntinhos mais. E naquele burburinho de gente, como não dançávamos mais, ele me convidou para sairmos dali um pouco. Lá fora ele me convidou para darmos um passeio de carro, mas eu estranhei e perguntei:

 

— Mas como, se você não tem carro?

 

 Daí ele respondeu que o seu tio, pai da Raquel lhe emprestara o dele, para que levasse  Raquel e colegas ao baile.

 

Saímos de carro. Demos umas voltas na orla e paramos numa pracinha escura, embaixo de umas árvores. Mal paramos e ele já veio me beijar. Não era como o Paulinho, que precisa de um monte de brincadeirinhas antes, até me pegar. Logo após alguns beijos, a mão dele já roçava minhas pernas, sob meu vestido. Eu tentava tirá-la, mas em vão. Tentei afastá-lo, mas não resisti muito.

 

Acabei me virando de frente para ele e nos beijamos gostoso. Quando desgrudamos nossos lábios, para descansar daquele beijo, senti a mão dele nas minhas costas, soltando o fecho do meu soutien. Senti também sua boca quente beijando meu pescoço e, em seguida, aqueles lábios tocando o biquinho do meu seio, que ficou duro de tanto tesão.

 

Ele passou a beijar-me intensamente nos seios, ora um, ora outro. Depois  abriu sua camisa social,  mas sem tirá-la. Então pude sentir o gostoso o abraço do seu tórax nu, ao encontro das minhas tetas.

 

Daí ele me falou que ali onde estávamos poderia ser perigoso, porque toda cidade já tem assalto, etc,  e que ele conhecia um motel ali perto. Eu desconversei, fiz que não entendi e continuamos com nossos beijos. Ele me beijando muito os seios também. Até que daí a pouco  tirou o pênis para fora da calça e me fez pegar nele.

 

Daí abri o jogo para ele, disse que era virgem e não pretendia deixar de sê-la. Ainda mais em algo tão passageiro assim. Ele me perguntou se eu já estive num motel antes, e eu falei que claro que não né. E repeti que era virgem. Mas ele falou que isso não era problema, que não tem nada a ver ir em motel, com perder a virgindade; que muitas garotas também fazem assim; e que isso é normal rolar.

 

Nisso notei que passou bem devagar, uma viatura da polícia perto de nós e achei melhor sairmos dali mesmo. Daí não teve jeito. Vesti novamente meu soutien, mas com o tesão e a curiosidade que eu estava deixei-o me levar para onde ele quisesse. E fomos.

 

Nossa! Nunca tinha visto um local como aquele. Paredes vermelhas, e espelhos para todos os lados. Fiquei até com vergonha na hora. De repente, ainda de pé o senti  abraçando-me por trás,  esfregando-se na minha bunda. Eu lhe pedi que parasse com aquilo, pois estava me incomodando. Ele não me obedeceu e me apertou mais ainda,  vindo por detrás, mordiscando-me  a nuca, e o pescoço. Logo a mão dele já estava tocando-me num seio, por cima do vestido.

 

Ficamos ali,  de pé  e na entrada do quarto, aos beijos intensos, quando ele  puxou-me pela mão até uma cama, enorme, por sinal, e redonda. Então ele  pegou-me no colo, deixando-me sobre aquele colchão macio. Deitamo-nos um ao lado do outro e retornamos aos  beijos.

 

Em seguida, recebi novas caricias nos seios, agora com as mãos, que foram descendo até o meu umbigo, fazendo-me carinho nele. Não passou muito e ele já estava desabotoando o meu vestido, pelas costas.  Foi colocando sua mão ali dentro. Arrepiei-me quando senti aquela mão acariciando o meu sexo. Contorcia-me toda, de tanto desejo. Ele percebendo isso, tirou sua calça, e no início ficou só de camisa e cueca. Porém, logo já estava totalmente nu, na minha frente. Ele pegou-me a mão e a colocou sobre o seu membro duro. Não me contive e o apertei cuidadosamente. Nisso, ele terminou de tirar meu vestido e eu fiquei somente de calcinha, já com ele ao meu lado,  totalmente nu, naquela imensa e macia cama. Notei que ele foi ficando cada vez mais excitado diante da situação. Logo, tocou sua mão em  minha calcinha  e foi abaixando-a, lentamente. Quando me dei conta de que eu estava ali naquela cama, peladinha ao seu lado, segurando aquele  gostoso cacete com a mão, minha bucetinha ficou toda molhada

 

Nisso, ele subiu em cima de mim e beijou minha boca freneticamente. Lá embaixo eu sentia aquele membro duro se esfregando, ora nas minhas coxas, ora na porta da minha bucetinha virgem. Daí ele falou no meu ouvido:

 

— Abra as pernas amorzinho, deixa-me colocar meu pau na porta da sua bucetinha.

 

 Aí eu disse:

 

— Não querido, isso eu não quero fazer!  Não podemos, você sabe:  Sou virgem!

 

Ele insistia:

 

— É só na portinha amor... Eu não coloco dentro não.... Deixa, vai...

 

Daí ele voltou a beijar minha boca, depois meu queixo, foi descendo, lambendo todo o meu corpo, até que eu o sentisse em meu ventre..Fui ficando toda molhada, perdi a vergonha e abri totalmente minhas pernas, deixando minha vulva completamente exposta para ele. Logo senti sua língua lambendo minhas coxas, em volta dela, e estremeci quando senti seu toque nos meus lábios vaginais e seu beijo no meu clitóris.

 

Ele passou a me lamber intensamente, eu fui me retorcendo, sentindo algo quente preso em minhas entranhas, tentava a todo custo rebolar bastante naquela boca gostosa, mas a minha posição deitada atrapalhava um pouquinho. Aí eu o segurei pelos cabelos, e com muito custo conseguir tirar o seu rosto da minha bucetinha.

 

Muito experiente, ele entendeu que a minha posição não estava muito legal. Mandou-me mudá-la  que ele queria fazer mais gostoso. Pediu-me que ficasse de quatro na cama, que ele iria me chupar mais gostoso ainda. Eu fiquei e ele pareceu ter gostado daquela nova posição, deixando a cama e  ajoelhando-se no chão.

 

Eu entendi o que ele queria e fiquei de quatro virada para ele, igual uma cachorrinha, na beiradinha da cama.  Ele, no chão,  de joelhos, veio lamber minhas coxas por trás e logo sua língua estava novamente em minha buceta quente e úmida. Agora, a posição era super confortável. Eu rebolava intensamente na sua boca.  De vez em quando, a ponta do seu nariz tocava-me o ânus, o que me dava mais tesão ainda, até porque eu nunca experimentara nenhum toque naquele local.

 

De repente, senti uma sensação super agradável, que fez meu corpo tremer por inteiro. Ele havia tocado a pontinha da sua língua no meu ânus. Foi uma sensação deliciosa. Agora ele já me chupava alternando a língua entre a bucetinha e meu cuzinho....aiiiii, que delicia que era... Às vezes, me dizia:

 

— Rebola mais amorzinho...hummm...  Como é lindo seu cuzinho...

 

A mim parecia que a minha bunda toda estava pegando fogo. Como era deliciosa aquela situação. Quando ele tentava colocar a pontinha da língua no meu cuzinho, eu ficava maluca; rebolava como louca na boca dele, doida para língua entrar lá...

 

Ele percebendo todo aquele meu tesão, ficou de pé e encostou a cabecinha do seu pênis, na porta do meu cuzinho. Eu me arrepiei toda..fiquei tensa...Só notei que ele tentava empurrar aquela cabeça para dentro do meu buraquinho...Eu sentia que ele forçava, me comprimindo mas, daí um pouquinho, ela escapava...Daí ele me disse:

 

 — Aí Tânia....quero seu cuzinho....Deixa eu só colocar a cabecinha nele.... Deixa....

 

Daí eu disse:

 

— Não Ângelo.....  Aí não é lugar.  Isso dói.... ele retrucou:

 

— Deixa benzinho..... Se doer, você fala, eu tiro...

 

Antes de eu dizer qualquer coisa, ele falou novamente:

 

— Espere aí que vou pegar algo pra gente usar...

 

Deixou-me de quatro na cama e saiu, logo retornando com um pequeno sabonete, trazido do banheiro. Eu me arrepiei de tesão só de imaginar o que poderia acontecer..

 

Nisso, ele se posicionou novamente atrás de mim, pegou um pedaço do sabonete, misturou com saliva e com os dedos e passou ao redor do meu ânus, inclusive na portinha dele. Em seguida untou seu pau com o produto e mais saliva e veio por trás de mim. Pedi-lhe que parasse mas ele não me obedeceu. Ele me disse que só iria encostar-se em mim. Que se eu não gostasse, parávamos na hora. Daí deixei um pouquinho só.

 

Logo senti no meu cu aquela cabeça rígida querendo adentrá-lo, sem sucesso. Bastava que ele forçasse um pouquinho a entrada, que a cabeça do seu membro escorregava e saía para o lado.

 

Ele foi ficando todo suado, com a respiração ofegante, e eu, já meio frustrada com aquela situação. Ele falou que era para eu forçar o ânus para fora, que ajudaria. Aí, num ímpeto de coragem e ardor, resolvi colaborar com ele. Curvei mais meu corpo para a frente, para o colchão e forcei meu ânus para fora, como se fosse fazer cocô. Ele percebendo minha ajuda, voltou a encostar a cabecinha na minha entrada virgem e quando percebeu que eu forçava o cuzinho para fora de novo, deu uma estocada firme e a cabeça do seu pau me invadiu, pela primeira vez.

 

Gritei de dor, pois ardeu à beça e disse:

 

 — Para, para, para....tá doendo....tira....

 

Ele me falou:

 

— Calma amorzinho, sossega...  Não vou colocar mais não....

 

Nossa!! Que dor horrível eu senti naquela hora...Quanto arrependimento de ter feito aquilo! Ele não enfiou mais, mas também não tirou a cabecinha de dentro de mim. Ficamos ali parados, os dois, sem mexermos um músculo sequer.

 

Aos poucos a dor foi passando, e logo me acostumei com a situação. Comecei a sentir um calor intenso por dentro. Parecia que estava com água quente no interior do meu corpo... Aí ele me perguntou:

 

 — Ainda está doendo querida?

 

— Não está não... Mas não coloque mais não tá?  Disse a ele.

 

— Quer que eu tire então?

 

— Não... Deixe assim. Respondi-lhe

 

— Então está bom? Perguntou-me

 

— Sim, está.

 

Nós dois permanecíamos ali parados, feito estátuas. Acho que já tinham se passado uns cinco  ou dez minutos, ou talvez até mais. Suas mãos ainda me seguravam pela cintura, eu quietinha, de quatro, na beira da cama, com a cabecinha do pau dele, dentro do meu cuzinho...

 

 De repente, sinto uma das suas mãos acariciando minha bucetinha. Achei aquilo gostoso, contorci um pouco o meu corpo, até então inerte e por incrível que pareça, a dor que eu senti, quando fiz esse movimento, foi bem pequena, quase imperceptível.

 

Ele permanecia imóvel. Somente acariciava-me o sexo. Dei mais uma reboladinha e senti algo gostoso...ele tirou a mão da minha bucetinha e a colocou no meu seio. Apertou-lhe suavemente o biquinho. Rebolei de novo naquele pau gostoso. Ele percebeu meu rebolado e, com medo do pau acabar saindo do meu cuzinho, deu outra estocada em mim....

 

Doeu de novo, mas menos do que da primeira vez, quando tive a sensação de que ele estava me abrindo toda. Daí, mesmo assim, o repreendi e disse:

 

— Ai amor...  Tá doendo, por que você fez isso? Fica parado por favor!

 

— Calma amorzinho...já foi quase a metade...acho que agora não tem mais perigo de sair....

 

— Mas fica parado por favor...  Não enfia mais. Disse a ele.

 

Assim permanecemos mais um tempinho naquela posição. Logo veio a mão dele na minha bucetinha, de novo....Era inevitável: Voltei a rebolar, por causa disso....Por sua vez, ele também passou a rebolar, junto comigo, seguindo o mesmo ritmo que eu. Meu rebolado foi se tornando mais intenso e o dele me acompanhando. Sua mão na minha buceta, quando encostava no meu clitóris, fazia com que eu empurrasse meu corpo para trás e num desses empurrões, ele fez força contrária, dando-me uma última e forte estocada!

 

 Nossa, dessa vez a dor for demais. A pior delas.....nem tive forças pra gritar... Ele pareceu ter entendido meu transtorno e ficou parado, todo engatado em mim,  e sem se mexer. Apenas soltou devagar seu tórax sobre minhas costas e me abraçou suavemente. Fez-me algum carinho, dando-me beijinhos na nuca. Eu só lhe pedi:

 

 — Não mexa por favor, porque senão acho que não aguento a dor.

 

 — Mas está doendo mesmo sem eu me mexer? Perguntou-me.

 

— Sem você se mexer não dói muito. Eu disse.  

 

Assim ficamos. Ambos parados e o pau dele inteiramente dentro do meu cu. Até sentia até suas bolas tocando-me as nádegas. Nós dois continuávamos quietos, até que ele me falou:

 

 — Que delicia é o seu cuzinho Tânia, tão apertadinho...

 

Daí retruquei :  

 

— Agora seu pau também está gostoso amor....

 

— Ainda está doendo? Perguntou-me

 

— Agora dói pouco. Tá  melhor. Respondi-lhe  

 

Aí ele me disse:

 

— Diga pra mim amorzinho....que o seu cuzinho é só meu, diga....

 

Daí eu me lembrei dos diálogos que ouvira em filmes pornôs que assistira algumas vezes escondida e passei a aproveitar aquele momento:

 

— Ai Ângelo, seu safado, ele é seu sim..Respondi-lhe com tesão.

 

Cada minuto que se passava, com ele dentro de mim, fazia a sensação de calor aumentar mais ainda..Atrevi-me a fazer um pequeno movimento de quadril. A dor havia se atenuado e a situação já não era tão desconfortável. Em resposta à minha mexida do quadril, ele aliviou um pouco a pressão do seu pau em mim, tirando uma parte dele. Minha resposta foi mais um reboladinho. E ele enfiou tudo de novo. Continuei a rebolar, estava ficando muito bom. Até que não resisti e disse:

 

— Aí.....Faz gostoso querido, faz....

 

— Isso meu amorzinho, rebola gostoso vai.... _hummmm. Respondeu ele.

 

Liberei-me totalmente, como se fora uma mulher  vadia e experiente, dizendo-lhe :

 

— Vai seu sacana..enfia........ Come gostoso.....Come....

 

Ai ele começou um pequeno movimento de vai e vem....Estava ficando super bom...

 

— Tá gostando de dar o cuzinho pra mim Tânia, está?

 

—  Humm como vc é sacana heim.....

 

Ângelo passou a me dar estocadas firmes, o movimento de vai e vem foi ficando cada vez mais intenso....Sentia que meu cu agora estava todo aberto e o pau dele entrando e saindo cada vez mais rapidamente...

 

— Come meu cuzinho gostoso .... Come — eu dizia

 

 Daí ele passou a massagear meu clitóris e não resisti de tesão.

 

— Goza agora no meu cu, que eu estou gozaaaaaaaaaaaaaaando

 

— Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

 

Em poucos instantes senti um jato de esperma quente me lavando as entranhas, com a sensação de ter um esguicho lá dentro. Em seguida ele me abraçou por trás e ficamos nessa posição vários minutos. Fui sentido o pau dele amolecer aos poucos, ainda dentro de mim, até que ele o tirou.

 

Ele se levantou, foi ao banheiro e me jogou uma toalha para eu me limpar. Sentia minha região anal toda dolorida e caminhei vagarosamente até lá. Fiz minha higiene,  e voltei novamente para a cama. Logo ele voltou a me rodear, mas eu lhe disse que não me sentia bem. Ele compreendeu minha situação, fez-me carinhos, deu-me alguns beijinhos. Tentou  pedir-me desculpas, mas eu não disse nada, até porque, aquilo que acabávamos de fazer não era somente culpa dele.

 

Sinceramente, eu não esperava que fosse acontecer tudo aquilo,  pois a minha intenção era somente dar mais alguns amassos, como das vezes anteriores, com o Paulinho. Infelizmente acho que fomos longe demais naquele dia. Afinal eu mal fizera 16 anos.

 

Fiquei feliz por ainda continuar virgem e não ter que conviver com o medo de uma gravidez indesejada. Depois daquele final de semana, não tivemos mais nenhum contato  pois, na manhã seguinte, ele viajou logo cedo para Joinvile. Depois que fez o exame, de lá mesmo retonou para a sua terra, e nunca mais o vi. Hoje com certeza já está casado.

 

Enquanto isso, naquele domingo, eu nem podia  sentar-me direito, que ainda doía.  Passei o dia de “molho”. Na segunda já estava bem melhor,  pois tive a idéia de colocar gelo na região retal. Na segunda-feira não vi o Paulinho na escola, porque a avó dele, infelizmente, veio a falecer.

 

E assim terminou esse primeiro episódio da minha iniciação sexual. Depois, Paulinho voltou a me procurar, mas eu  perdera o interesse por ele. Eu havia me interessado por um motorista de um ônibus escolar, mas não rolou muita coisa, porque tive medo, devido ao fato de  ele ser casado.

 

Enfim, consegui manter íntegra minha virgindade. E a minha amiga Raquel, como já demonstrava algum interesse pelo Paulinho, sem a minha presença, finalmente, teve o seu caminho livre.

 

Quando eu completei dezessete anos, meu pai nos avisou que iríamos mudar novamente. Fomos para Maringá (PR). Ficamos mais quatro anos lá. Novos amigos....nenhum namorado sério. Fechei-me  um pouco novamente. Quatro anos de reclusão. Meu pai brigava comigo porque eu não saía. Preferia ficar em casa com os meus livros. Na semana em que iria completar vinte e um anos, cheguei em Jaraguá do Sul (SC) onde após algumas mudanças, ainda moro. A partir daí minha história teve continuidade, mas isso fica para uma próxima vez... Agradeço comentários  no endereço   silvinhaalm@hotmail.com

Adoro xixi

Eu e minha namorada Alexandra eventualmente já praticamos sexo com xixi e cocô(uma vez só). Particularmente adoro o xixi, que também chamam de pissing, mas uma vez, dormindo em uma barraca no meio da madrugada ela fez cocô junto com o xixi, como eu já escrevi em outro conto. Mas desta vez a coisa foi maior...
Eu e Alexandra decidimos passar um final de semana em Laguna, reservei um hotel e já fiquei imaginando todas as fantasias sexuais que poderíamos fazer sozinhos na praia em Março que tem pouco movimento. Na quarta-feira ela me disse que iria levar uma amiga junto, imediatamente não gostei da idéia pois iria atrapalhar tudo que estava planejando, mas não teve jeito, ela insistiu muito e acabei ligando pro hotel e pedindo um quarto tipo “família”com uma cama de solteiro a mais. Só conhecia a moça pelo nome, Karen, mas sabia que eram muito amigas.
Na madrugada de sábado passo na casa de Alexandra e me surpreendo quando as duas entram no carro, Karen é muito bobina, loira, cabelos lisos, 1,70m, no peso ideal e também muito legal de conversar, a viagem foi perfeita, animada e descontraída. Chegamos a tempo de curtir uma praia(que estava quase deserta) e um pouco fria, ficamos bebendo cerveja, comendo uns petiscos e jogando conversa fora. Quando já estávamos bem alegres e com muita latinha vazias na volta a Alexandra diz precisa fazer xixi e eu pensei: pena que essa outra esta junto, senão poderia fazer aqui mesmo, embaixo do guarda-sol, não tem ninguem num raio de 50 metros. Interrompendo meu pensamento, Karen fala que tb quer fazer e completa: “Paulo, não esquenta, a Xanda já me falou tudo, que você fazem xixi na frente um do outro e eu quero fazer também.” Olhei com ar de interrogação pra Alexandra e ela confirmou “Desculpa meu amor, mas eu tinha que contar pra Karen, ela é minha melhor amiga e eu confio nela e ainda ela ficou louca pra praticar conosco”. “OK, se vocês estão de acordo eu só posso aceitar” respondi inseguro. Nós três estávamos sentados em cadeiras de praia virados para o mar e Alexandra puxou o biquíni pro lado e mostrou aquela xeca peluda que eu já estava com saudades e chamou, “venham, quero os dois bem pertinho pra ver o meu jatinho saindo” Eu e Karen chegamos bem perto e percebi que relamente ela esta excitada com a coisa. Alexandra não demorou e soltou um mijão como eu nunca tinha visto, formou um arco de uns 2 metros, foi bem longe. “Agora eu, agora eu...venham bem pertinho também”. Ai Karen puxou o biquini pro lado mostrou sua xequinha linda, com pentelhos pretos(era loira falsa, eu acho) chegou bem pra frente na cadeira e começou a mijar fraquinho e tipo uma torneira aberta sem jato. “Para, para, para....”gritou Alexandra, “não é assim, deixa que eu te ensino”, colocou a mão na xeca da Karen, abriu bem o grandes lábios puxando um pouco pra cima e deixando o buraquinho do xixi bem amostra e esticadinho, “vai agora, com força...”e Karen mijou bem forte e ainda mais longe que o da Alexandra.
Foi uma risada geral, que loucura. “E você não vai fazer também? Quero te ver também” perguntou Karen. A essas altura eu já estava de pau-duro e disse que não daria. “da sim, mostra pra ela, ela já sabe que o teu pau é bem grande e ta louquinha pra ver” disse Alexandra, puxando meu pau pra fora e mostrando a amiga. “Não vai dar pra mijar, antes eu tenho que gozar” eu disse. “deixa com nós duas”. E começaram a me chupara, ajoelhadas na frente da cadeira onde eu estava sentado. Uma chupava um pouco e colocava o pau na boca da outra e vice-versa, não resisti muito e gozei na boca da Alexandra (que adorava engolir tudo), ela tirou o pau pra fora e mostrou pra Karen, “olha que legal, ele ta gozando, vai chupa um pouquinho” e ela chupou o restinho de porra, e lambeu tudinho. Uns 5 minutos depois eu já estava pronto pra mijar e tirei novamente o pau pra fora, agora mole, mas ainda grande, elas foram logo segurando e pedindo pra mim mijar, rapidamente comecei a mijar pois senão iria endurecer de novo. Assim que comecei a fazer elas ficaram brincando de mangueira e mirando em tudo. Fiquei mais de 1 minuto mijando e elas apavoradas com a quantidade que saiu e se divertindo muito.
“Agora ta na hora de ir pro hotel meninas, antes que aconteça algo aqui mesmo” disse a elas.
O clima entre nós estava muito legal, ninguém forçando nada, chegamos no quarto, cada um tomou seu belo banho e conversamos sobre vários assuntos, como se nada tivesse acontecido. Deitamos um pouco e dormimos até umas 8 da noite, quando então levantamos e fomos jantar em restaurante bem legal. Bebemos algumas cervejas e a língua foi se soltando novamente “Faz tempo que vocês conversam sobre o que eu e a Xanda fazemos a sós? “ perguntei a elas “Faz um pouco, desde que nós fizemos aquele outro negócio, sabe, o número 2, no camping, lembra?” , “claro, mas você contou isso tb?” , “claro, a Xanda ficou muito entusiasmada e eu não resisti e implorei que ela me contasse tudo, no inicio fiquei em choque, não sabia o que era, mas ao mesmo tempo fiquei excitada” disse Karen. “Agora eu é quem estou em choque!!!” disse bem baixinho.
“Calma meu amor, voce já viu que a Karen é super legal e super minha amiga, nunca vai contar nada pra ninguém, ela só quer se divertir junto com a gente, e eu também quero”. Passou a tremedeira e o jantar também e então continuamos a falar sobre o assunto que passamos a chamar de Kaviar. Elas confessaram que haviam planejado tudo para esse final de semana e que teria que ter kaviar também, não só pissing e que estavam a uma semana se preparando, comendo bastante frutas e fibras pro kaviar ficar bem bonitinho. “Fazem 5 dias que eu não faço”, disse Alexandra, “e eu 6, nós vamos ver que faz o maior, e tu vai ter que escolher o melhor também”. A essas alturas já estava tudo liberado e o amor entre nós já era latente.
Pagamos a conta e fomos correndo pro hotel pois elas já estavam segurando o kaviar por muito tempo e eu estava louco pra ver, e seriam dois juntos, é bom demais.
O banheiro do quarto éra bem grande e tinha uma banheira de hidro também. “já imaginei tudo, tu deita na banheira e nós duas fazemos em cima de ti”ordenou Alexandra já tirando a roupa. “vamos rápido que o coco já esta na porta, e vai ser bem grandão”completou Karen. “então vem você primeiro” eu disse já deitado na banheira.
Aquela loira linda tirou a roupa e eu pude ver ela nua pela primeira vez, “da uma voltinha pra mim te ver bem” eu disse. Então ela subiu na banheira e ficou em pé, de frente para onde eu estava, abriu bem a xeca e mijou direto na minha cara e pelo peito todo. “primeiro o xixi, agora vem o numero 2” disse Karen, virando de costas e mostrando o cuzão já um pouco aberto, onde aparecia uma ponta marrom escuro começando a sair. Xanda estava em pé ao meu lado e observando tudo bem de perto. Já tinha saído uns 3 cm de coco e cu da Karen se abria cada vez mais, pois o coco estava engrossando. “abaixa bem em cima da boca dele, eu quero ver cair direto na boca” ordenou xanda já se masturbando enlouquecida. Karen segurou a merda e se abaixou lentamente ficando com bunda a uns 30cm da minha cara e começou a fazer força pra o coco continuar a sair. “vou fazer bem devagarinho, olha ele saindo, olha...” murmurava Karem e o kaviar começou aumentar de novo. Então Alexandra abaixou do meu lado e segurou a bunda da Karen guiando pra que aquela lingüiça, agora com uns 15cm e bem grossa fosse na direção da minha boca. O coco continuou a crescer e eu nunca tinha imaginado que um coco pudesse ser tão grande. Quando chegou perto da minha boca já tinha mais de 20cm e continuou a sair, entrando dentro da boca. “Karen, para, para,ele já ta dentro da boca do Paulo, olha só” vibrou xanda. “Ainda tem mais um monte, vou continuar...”respondeu. E para meu desespero continuo a sair merda daquele cu. Fui empurrando sua bunda pra frente e o coco foi saindo mais e mais até que soltou do cu dela e a outra ponta caiu no meu peito. Ela levantou e veio admirar sua obra. É uma lingüiça marrom, quentinha e grossa com uns 2 palmos de comprimento, acreditem, isso da mais de 40cm. “Olha que lindinho, valeu a pena guardar por todos esses dias...” disse ela, pegando pela ponta e sentido o cheiro e a textura da obra, as duas começaram a brincar com a merda e eu explodi em uma punheta deliciosa, que nunca vou esquecer.
Não acabou, são somente 11 da noite de sabado e ainda tem o presente da Xanda, que esta guardado a 5 dias....

jpspee@hotmail.com

Comendo a esposa do amigo...

vai eu cair numa gandaia; assim foi estes dias; eu estava viajando e fui visitar alguns amigos da velha guarda, gente do meu tempo de criança quando não tínhamos muito compromisso com a vida.  Visitei um amigo aqui, uma amiga ali até que cheguei na Soraia, uma ex-colega de escola que sempre foi conhecida por ser hiper deliciosa. Soraia era uma garota gostosa que aos 15 anos perdeu a virgindade com um amigo nosso de escola; eles namoraram e a garota acabou engravidando e vivendo apenas para manter o casamento e o filho.

 Passados tantos anos, hoje Soraia tem 40 anos, mas manteve-se com um corpinho sensacional, como se pode observar na foto, que é real e autorizada por ela. Na última semana eu encontrei seu filho adolescente e este me disse que sua mãe estava trabalhando num banco daquela cidade. Fui até a agência e encontrei uma “cavala” deliciosa vestida em saia de executiva, óculos e cabelos presos. Confesso ter ficado excitado, de pau duríssimo, mas eu necessitava manter a compostura, afinal de contas ela é casada, mãe de um jovem amigo e esposa de um velho conhecido.  Conversamos um pouco no banco e ela me convidou para almoçar; falamos tudo, rimos, lembramos o passado e quando eu lhe perguntei sobre seu casamento ela me disse que estava de mal a pior. Falou que seu marido bebia muito, saia de casa e voltava dois, três dias depois e que inclusive, ela já soubera que ele tinha dois filhos com outras duas mulheres. Eu não tive muito o que dizer e segui conversando.  Para encurtar a história ela me pediu para sairmos dali e rumarmos a sua casa, onde ela trocaria de roupas e iria até a academia; eu lhe disse que sim, mas achei chato, caso o marido e os vizinhos nos vissem entrando na casa; ela me disse que na vida dela quem mandava era ela; rimos um pouco e lá fui eu levar a gata sexy para trocar a roupa.

 Quando entramos em sua casa ela foi tirando o blazer e jogando no sofá; minha cabeça doente esperou que ela tirasse o restante da roupa e ficasse nua. Eu fiquei imaginando como eram aqueles seios, como eram aqueles pelinhos pubianos de sua buceta, como eram suas pernas após tantos anos e como estavam aquela bunda linda que sempre me fez praticar a velha masturbação.  Soraia entrou num quarto e me pediu para esperá-la um pouco; logo notei um barulho de chuveiro; de repente a voz da gata sexy me chama e pede para eu levar algo até ela; juro que pensei que ela estivesse vestida, mas para minha surpresa, ao chegar na porta do banheiro, notei a mulher peladinha, água caindo sobre seu corpo e ela passando sabonete na xoxtota mais deliciosa da cidade; estava lisinha, sem pelos e brilhando com a água do chuveiro.  Fiquei estático, imóvel, o pau endureceu na hora, o suor começou a cair e ela, sem perder o rebolado me disse: meu marido está viajando, meu filho na casa da avó e eu aqui, com tesão e o garoto que eu sempre quis comer no tempo da escola!  Tirei toda a roupa e cai no chuveiro; entre beijos, chupões, esfregas e ralações, meu pau parecia que ia explodir. Soraia esfregou a bunda em meu pênis duro, pediu para eu não dizer nada; depois esfregou a buceta, abaixou-se e fez o mesmo com os seios e mais baixo ainda, colocou meu pinto inteiro na sua boca.

 Chupou meu pau por vários minutos e quando viu que eu ia gozar, saiu rapidamente e apertou bem a cabeça do mastro para estancar o gozo; ela me disse que queria tudo aqui em outro lugar. Soraia ficou quase de quatro e pediu para eu enfiar tudo, mas que eu não gozasse. Entrar naquela buceta era como ganhar na loteria; meu pau entrava a medida que meu sangue fervia e ela gritava, uivava e gemia.  Ficamos naquela ralação por mais alguns minutos e depois saímos do banho; fomos para a cama do casal namorar; foi lá que Soraia me pediu para enrabar ela com força; me disse que o pinto de seu marido não a satisfazia a pelo menos 5 anos e que seu tesão era desde então solitário. Com carinho e sem timidez ela umedeceu a cabeça de meu pau com sua saliva e ficou aberta, receptiva a receber 17 cm de músculo cheio de veias latejando em sua bunda. Comecei devagar e logo aumentei o ritmo; ela gritava mais e tentava rasgar seus lençóis.  Após algumas boas estocadas no cuzinho da moça eu gozei e ela pediu para não tirar o pau de dentro; Soraia começou a bolinar a sua buceta e meu pau voltou a crescer; quando fui meter forte ela gritou e disse que estava gozando; eu segurei, mas não consegui; ao notar o gozo forte daquela mulher linda de 40 anos e 5 de cio, gozei mais uma vez e quase morri.  Deitamos um pouco, ela sobre meu corpo, tomamos outro banho e ela enfim vestiu-se para ir a academia. Levei-a até a academia e para minha surpresa, seu professor era seu marido, que aliás, me recebeu muito bem e sorridente. Soraia falou algo baixinho ao seu ouvido e ele sorriu mais ainda; tentei sair o quanto antes, mas na saída o marido dela me disse: Obrigado! Fiquei sem entender nada e fui embora sem ao menos me despedir direito da gata.  

Quando cheguei em casa recebi uma ligação deles e ele, o marido, me disse que somente daquela forma a mulher dele ficava feliz, ela também pelo visto. Disse-lhe que não sabia do que ele estava falando, mas ele sorriu e me afirmou que eu sabia sim. Me convidaram para jantar naquela noite, mas eu não podia por motivos pessoais.  No dia seguinte nos encontramos e fomos os três para sua casa e lá, rolou novamente uma orgia; eu e o marido de Soraia comendo ela ao mesmo tempo. Foi sensacional e novo para mim. Marcamos de nos encontrar mais vezes.

 

Verônica deu para o ginecologista

Verônica vinte e oito anos, tinha um corpo lindo: morena clara, bundinha arrebitada, seios médios, um metro e sessenta e cinco, um rosto lindo com um sorriso cativante, boca carnuda, dentes perfeitos.
Iniciou sua vida sexual aos dezoito anos, fodia com seus ficantes dentro do carro com muita freqüência, infelizmente ia pouco a motéis, os caras tinha carro, mas faltava o dinheiro para o motel. Desinibida, chupava e adorava ser chupada, tinha uma tesão enorme, porém não atingia o orgasmo, seus parceiros a fodiam de todas as maneiras e ela não gozava, sabia que o homem adora a idéia da mulher gozar e assim “fingia”, gemia alto, gritava com escândalo dizendo que o companheiro era gostoso, delicioso, mandava meter tudo, pedia para ser xingada e não abria mão de uns tapas na bunda, mas não gozava; o parceiro gozava muito, ela fingia e terminava a foda com o coração disparado, xoxota em brasa pedindo mais e muitas vezes se masturbava em casa após ser fudida, se assim não fizesse não dormia, só gozava se masturbando!
Fazia de tudo para gozar com os homens que fodia, não conseguia.
Marcou uma consulta no seu convenio e assim foi ao ginecologista achando que tinha alguma coisa errada com ela, lá chegando teve uma surpresa de encontrar um ginecologista Dr. André na faixa dos cinqüenta a sessenta anos, cabelos totalmente grisalhos, ele a recebeu com educação perguntando de uma forma bastante natural qual era seu problema e assim Verônica deixou claro que “não sabia o que era um orgasmo”, o médico Dr. André fez lhe algumas perguntas sobre se ela ficava excitada naturalmente com caricias ela relata que sim, sem chegar a detalhes; ele a pede que tire a roupa e deite na maca solicitando imediatamente a presença da enfermeira para acompanhá-los no exame local. Verônica se despe, coloca uma espécie de bata aberta na frente e se deita colocando as pernas no aparelho na posição de exame. A enfermeira presente auxiliando o Dr. André, este chega examina sua xoxota pegando de uma forma profissional nos lábios e aperta um pouco o clitóris (o grelo) que era um pouco avantajado, pegou no grelo com uma leve pressão, examinou o de perto, Verônica teve a impressão que ele soprava no seu grelo, mas parecendo respiração normal, afinal a enfermeira estava em pé vendo a ser examinada, Verônica sentiu tesão “com a impressão do sopro”. O celular da enfermeira tocou ela pediu licença e foi atendê-lo, Dr. André com a mão enluvada introduziu um dedo lubrificado na xoxota de Verônica perguntando se ela sentia dores, ela disse que não e aproveitando a saída da enfermeira sussurrou: “O senhor tá me deixando excitada Dr!”, Dr. André tirou a mão Verônica se sentiu envergonhada, a enfermeira
retorna quando o Dr. Já estáva usando os  aparelhos observando o interior da vagina.
Terminado o exame local o médico solicita exames de sangue e de urina rotineiros, Verônica vai embora, seu carro no estacionamento, resolve tomar um lanche, telefonar, ver umas vitrines no shopping ao lado coisas assim, demora umas duas horas e quando vai entrar no seu carro descobre que está com um pneu furado, fica um pouco furiosa porque não sabia trocar um pneu, nunca trocara, abre o porta malas e para sua surpresa uma voz lhe pergunta se podia ajudar, era o Dr. André  o ginecologista, ele vê o pneu furado e diz que vai ajudá-la, com uma energia incomum para sua idade ele troca o pneu em minutos, suja as mãos e vai ao shopping lavá-las quando Verônica agradecida o convida para o almoço, era o mínimo que ela podia fazer por ele que a ajudara, ele diz que topa porque terminou seu plantão na clinica e lá vão os dois almoçar.
Verônica e Dr. André conversam muito sobre filmes, livros e curioso é que ele era atualizado, antenado com o mundo ao seu entorno.
Seu olhar fascinava Verônica principalmente quando ele “pousava” os olhos no seu decote, olhava muito, sempre com discrição, Verônica começa a sentir tesão por aquele senhor de cabelos brancos e fica com o biquinho do seio intumescido debaixo da blusa de malha, mesmo com o soutien ela nota que o “danado do biquinho do seio” está “aceso”.
Começam a falar da vida, de relacionamentos e ele conta pra ela que está separado há seis meses, como trabalha muito não tem se relacionado com ninguém neste tempo, com tesão Verônica começa a imaginar ele na cama, será carinhoso, fala palavras bonitas, gosta de ser chupado, chupa gostosos, mete devagar, demora fudendo? Ela lera em uma revista que homens mais velhos não têm a tesão de um garotão, mas que suas fodas têm mais qualidade, paciência com a parceira e que “naturalmente demoram a gozar”, estava sentindo a xoxota se contrair de tesao ao ter estes pensamentos quando inesperadamente diz ao Dr. André: ---“Nunca namorei um homem da sua idade, mas gostaria”! Imediatamente o Dr. André dá um sorriso bonito, dentes perfeitos e diz aproveita “estou solteiro”! Assim conversando ele diz que ela é bonita e que ele ficou de pau duro ao examiná-la principalmente quando viu que ela tinha o grelo grande, a conversa dele deixou Verônica com mais tesão, além do bico do seio demonstrando que ela estava pegando fogo, a xoxota se contraindo debaixo da calcinha Verônica ficou com a respiração ofegante dizendo que estava com muita tesão naquele momento. O Dr. André disse que também estava com vontade de beijá-la, acariciá-la, mas que ali pegava mal para ele, medico vestido de branco um senhor de cabelos brancos acariciando uma mulher jovem, ele disse que se sentia mal e disse: ---“Vamos a um motel fazer amor bem gostoso, sou velho mais sei tratar uma mulher”! Verônica não pensou duas vezes, passou a mão na bolsa e disse ---“vamos”!
O Dr. André a levou em um motel chique, Verônica se sentiu valorizada como mulher, o local era lindo, cortinas, quadros, cama redonda, luz negra no teto, TV de plasma, frigobar em que ela abriu e retirou uma garrafa de vinho e duas taças geladas.
Começaram a se beijar e beber e Verônica adorava o beijo do coroa, ele começava a roçar os lábios Verônica se chegava querendo beijar forte, ele puxava o corpo, apenas roçar para tesar mais a Verônica, em seguida puxou a para si beijando com força, línguas se tocando e de vez em quando ele sussurrava: “gostosa” de uma forma que arrepiava, voz rouca um sussurro!
Roupas espalhadas pelo chão e um explorar de corpos contínuos, ele adorou seus seios e começou a “mordiscar” o biquinho inchado de tanta tesao, às vezes era suave, às vezes um pouco selvagem parecia querer engolir seus seios, Verônica desceu a mão no seu pau e sentiu o duro, pulsando, latejando em suas mãos, imediatamente desceu pegou aquele cacete cheia de tesão, olhou-o, um cacete bonito levemente curvado para cima e com uma cabeça no pensar dela “apetitosa”, começou passando a língua suavemente Dr. André gemia: ---“Oh, uuuuiiii, aaaai delicia, chupa gostoso, chupa meu bem”! Verônica passava a língua suavemente ajoelhada aos pés do Dr. André, de vez em quando chupava e olhava pra ele de uma maneira safada, seu sorriso prometia que ia ser uma tarde daquelas!
André deita a na cama beija todo o seu corpo, dá uma bitoca na xoxota e desce até seus pés, em seguida pede a para virar de costas e começa a subir beijando e mordiscando, beija as panturrilhas, morde de leve a bunda, abre suas nádegas e introduz a língua no cuzinho, Verônica geme baixinho quando ele passa a língua durante uns dois minutos no seu cú: ---“aaaaaaaa, ohhhhhhh, hummmm delicia, nunca fui chupada no cu”! Andre sobe passando a língua no meio da coluna, subindo e descendo, Verônica tá que não se agüenta mais de tesão e pede: ----“Me fode!”, André diz que não, que ainda não é à hora, beija sua nuca lentamente e vai da nuca a boca, Verônica sente seu pau duro latejando no meio da sua bunda, até seu cuzinho pisca de tanta tesão, Andre a vira, abre suas pernas e diz assim: ----“Que xoxota linda, xoxota vou lhe dar um chupada daquelas”! E começa a passar a ponta da língua de baixo para cima, de cima para baixo, mordisca os lábios da buceta prendendo-os entre os seus lábios, introduz a ponta da língua dura como se fosse fodê-la com a língua, em seguida começa a sugar seu grelinho que já e grande e agora parece que ele cresce mais na boca do Dr. André, Verônica excitada sente o calor da boca daquele macho maduro e experiente no seu grelinho, toda a sua xoxota treme, queima e deseja aquele macho, realmente o danado sabe chupar uma mulher!  pede a Verônica que fica por cima ao contrario e fazem um sessenta e nove daqueles, Verônica nunca sentira tanta tesão, não se agüenta mais e diz que quer cavalgar aquele garanhão, quer sentar em cima do caralho e senta e este vai entrando naquela buceta quente, macia, apertada, parece que o caralho entra e o Dr. Andre sente que seu cacete está sendo mastigado, a buceta da Verônica se contrai e relaxa de segundo em segundo, entra tudo! Verônica sente o saco do homem sendo pressionado e começa a rebolar e arremeter para frente e para trás sobe e desce gostosamente, sente que aquele caralho um pouco inclinado para cima fricciona o seu grelo e começa a gozar um gozo longo, continuo e único, Verônica começa a gritar, a urrar louca de tesao e de gozo FINALMENTE: ---“aiiii, uuuuiii, deliciaaaaa, estoooooouuuuuu gooooozzzzzzaannnndoo, aiiii , gostoso, me fode, delicia da mmmmmiiiiinnnnhhhhhhhha vidaaaaaaaaaaa”, André fica alucinado de tanta tesao, de ver aquela fêmea subindo e descendo, gritando, balançando seus seios, sacudindo a cabeça pra direita e pra esquerda e urrando: ---“Delicia de coroa gostoso, você é meu, me fode gooooossooootttttooossso, mais, me fode, agora sim sou mulher completa, fode meu amor, fode sua puta, sua escrava, sua cadeeeellllaaaa”! André por baixo, força a entrada da “pica” naquela buceta louca e força e o caralho entrando cada vez mais naquela fêmea rebolando em seu caralho, Verônica pela primeira vez goza, goza durante uns dez longos minutos, Andre ordena: ---“Fica de quatro minha puta, quero te enrabar, te comer como um cachorro fode uma cadela”! Verônica fica de quatro e Dr. André que há muitos meses não fodia, fode aquele mulherão com força, seu caralho entra totalmente e no vai e vem houve-se o plec, plec, plec do caralho batendo na xoxota e ambos gozam deliciosamente durante horas, Dr. André deu três fodas em quatro horas de muito amor, carinho, conversas, risos, vinho e respeito, Verônica agora via novos horizontes, via possibilidades de ser feliz, de gozar, de ser uma mulher completa.
Por razoes varias Verônica casou-se com um empresário evangélico, se tornou evangélica, praticava a religião era uma verdadeira santa para os irmãos da igreja, mas não conseguia gozar com seu marido que extremamente religioso dizia que sexo é para aliviar o homem e procriar, Verônica fingia que aceitava as idéias dele, cantava na igreja, pregava, visitavas pessoas doentes, uma santa! Porém, toda semana ela inventava uma desculpa e ia “foder” com Dr. André, a última foda ela ficou na cama do motel deitada com soutien e calcinha vermelha, fumando um cigarro aromático em uma longa piteira e, exigiu que o Dr. André entrasse a visse deitada e perguntasse quanto que era o preço da foda, fazendo-se de puta, era uma fantasia que ambos adoravam, e fodiam, fodiam, fodiam como um homem e uma mulher devem foder sem medo, sem preconceitos, se entregavam ás delicias do amor.
E assim, vivendo uma vida dupla Verônica na igreja era uma santa, bem vestida sem decotes até parecia uma beata, mas em determinado dia da semana, em um determinado motel; ela fudia e atendia aos apelos da sua buceta “caliente”.
E assim, a vida vai passando, cada um com seus desejos, frustrações e satisfações.
A vida é bela! Não acham?
wilsonmartins@r7.com

 

Segredos que as esposas contam para os psiquiatras

Tenho atendido tantas clientes insatisfeitas no casamento, que resolvi fazer uma análise, para tentar ensinar aos maridos como tratar suas esposas. Julgo que com isso, poderei levar a felicidade a muitos lares que estão prestes a serem desfeitos.
Resolvi gravar todas as consultas, e depois do expediente, eu os ouço, e transcrevo em meu computador do consultório, sem identificar as pacientes, com intuito de editar um manual aos maridos. Por enquanto, ainda estou coletando os dados e agrupando em casos semelhantes, para facilitar a análise. Já são mais de 400 gravações.
Como ainda deve demorar algum tempo, para poder lançar o Livro de Ajuda aos Maridos, resolvi escrever aqui, como um teste da recepção que o livro terá e também para ouvir sugestões e críticas de vocês.
Vou transcrever alguns casos, e da mesma forma que estou escrevendo no livro, colocarei na forma de pergunta e resposta, quando eu pergunto, escrevo “Psiq:” e quanto a paciente responde escrevo um “Nome:” e quando eu fizer uma Observação para facilitar o entendimento por vocês, escreverei “Obs:” darei nome fictício às pacientes, para preservar a identidade delas.
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Caso 1 :
Obs: Para vocês poderem imaginar, a paciente deste Caso 1, Lucia, é uma esposa com 33 anos, magra, 1,63 m de altura, 48 Kg, rosto lindo, sorriso que derrete qualquer pessoa, se veste com extrema elegância e bom gosto, tem braços e pernas longas, finas e torneadas, sempre com vestidos justos, e cintos que realçam sua cinturinha, separando seus seios fartos dos quadris arredondados, adora andar em sapatinhos de saltos altos. Enfim, é uma mulher que chama atenção e admiração em qualquer lugar. Está casada há 2 anos e ainda não tem filhos.
Ela adora se sentar na poltrona do meu consultório, expondo um pedaço de seu par de coxas alvas e bem torneadas, envoltas em meias cor da pele, com sapatinhos de salto alto, enquanto faz sua terapia. As vezes, ela tira os sapatos, e dobra suas pernas sob as coxas, fazendo suas saias e vestidos subirem, expondo ainda mais os belíssimos par de coxas. Mas eu não me abalo, estou acostumado a consultar pacientes lindíssimas e muito elegantes.
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Lucia: Dr., ultimamente, meu marido, durante nossas relações sexuais, tem feito uns pedidos, que acho muito estranhos, e gostaria de saber sua opinião Dr., e saber como devo reagir. Meu marido começou a me perguntar quantos namorados eu já tive, como eu perdi a virgindade, quem me ensinou a chupar e a ser chupada, idem para sexo anal, 69. No início, levei na brincadeira, mas vi que ele fala sério, quer saber em detalhes. E noto a como ele fica excitado nessa hora.
Psiq: E você tem contado o que ele quer saber?
Lucia: Eu falo só um pouco de cada pergunta, mas ele quer saber em detalhes. Eu fico em dúvida, se eu devo contar tudo, como ele pede, ou se é melhor eu mentir para não criar problema conjugal. Fico com medo que ele, ao saber toda verdade, possa pensar que eu seja uma mulher vulgar e perca o respeito que tem por mim.
Psiq: Isso depende muito do tipo de relação que você tem com seu marido. É uma relação sólida? Ele tem a mente aberta para aceitar as coisas?
Lucia: Sim, temos um ótimo relacionamento, em todos os sentidos, inclusive na cama. Para nós, entre 4 paredes, não há limites, desde que seja com consentimento mútuo.
Psiq: Você teve muitos namorados antes dele? O que você já contou sobre seu passado?
Lucia: Quando começamos a namorar, eu não contei, por exemplo, que já não era mais virgem, pois achei desnecessário, ele perceberia na primeira relação que eu já não era virgem, assim, ele sabia que eu já tive outros namorados, mas nunca falei quantos eram, ou como eram meus namoros.
Psiq: Na verdade, Lúcia, todo marido gostaria de saber em detalhes tudo o que se passou na vida da esposa, o passado delas, principalmente no tocante a sexo, mas eles não tem a coragem de perguntar, pois temem ouvir coisas terríveis. Seu marido, não é nenhum anormal, somente ele teve a coragem de dizer.
Lucia: Mas morro de medo de contar tudo, como ele pede, por isso resolvi vir pedir sua opinião Dr.
Psiq: Mas há algo muito forte, no seu passado, algo que você fique com receio do seu marido não entender? Você não deveria ter medo de nada, pois a grande maioria das mulheres, tem tido muita experiência sexual, com outros, antes de se casarem. Elas simplesmente, não contam aos marido, e por isso acontece essa falsidade toda entre casais. O marido morre de vontade de conhecer em detalhes tudo o que a esposa já fez, e a esposa fica mentindo e escondendo. Os maridos também não contam seu passado. Se os dois tiverem maturidade suficiente, o melhor é usar isso a favor de um relacionamento bem mais sólido. Seu caso é muito mais comum do que você imagina. Muitas pacientes, que resolveram contar tudo, começaram a ter uma vida sexual mais intensa, melhorando a vida do casal em todos os sentidos. Mas porque você tem tanto medo? Conte para mim, como se eu fosse seu marido, assim, você já vai se preparando para quando for contar a ele, com todos os detalhes, como ele pediu.
Lucia: Tive alguns namoradinhos quando adolescente, como toda menina, mas nada de mais acontecia. Eles me abraçavam, beijavam. No máximo, enfiavam as mãos dentro da blusa e do soutien e seguravam meus seios, apertando os mamilos. Só uns 2 namoradinhos, conseguiram abrir minha blusa, tirar meus seios para fora do soutien e beijá-los. Eles tiravam seus pênis e mandavam eu segurar. Na primeira vez, fiquei toda trêmula ao segurar um pênis na mão, quente, grosso, duro mas macio ao mesmo tempo. Eles mandava eu apertar e ficar fazendo um vai-vem, até que eles ejaculavam na minha mão.
A primeira vez que ejacularam na minha mão, levei um susto, achei que estavam fazendo xixi, mas vi que era um líquido branco, gosmento. Foi assim que conheci o pênis e vi como eles gozavam. Na minha vagina, eles só passavam as mãos por cima da roupa, pois eu lutava muito e não deixava passar disso.
Tinha um dos namoradinhos, que tirava meus seios para fora, beijava, lambia, tirava seu pênis, levantava minha saia, mesmo sob meus protestos, colocava o pênis entre minhas coxas, e ficava me beijando, até eu sentir um jato de esperma quente, molhando minhas coxas. Acho que minha mãe,chegou a ver restos de esperma na minha saia, mas nunca falou nada.
Tem outro rapaz, que conseguiu arrancar minha blusa e meu soutien, no banco de trás do carro do pai dele, depois colocou o pênis dele entre meus seios, apertou um seio contra outro cobrindo o pênis, e ficou indo e vindo, até que ejaculou no meu pescoço, cabelo, colo e seios.
Nessas noites, ao chegar em casa, na cama, me lembrava de tudo isso e me masturbava até gozar umas duas vezes seguidas, para me acalmar, fazendo um esforço, para não gemer de tesão, na hora de gozar.
Psiq: Quantas vezes voce goza para se sentir satisfeita?
Lucia: Quando me masturbo, as vezes uma vez me acalma, se estiver muito excitada preciso gozar umas duas vezes para me acalmar.
Já tive namorado que me fazia ter tantos orgasmos, que eu chegava a desmaiar.
Drpsiq: Quando deixou de ser vigem?
Lucia: Tive meu primeiro namorado sério, aos 19 anos, quando vim estudar na faculdade em SP. Meus pais eram do interior e eles alugaram um apartamento para eu ficar, assim que fui aprovada na faculdade, onde com o tempo, conheci e comecei a namorar um rapaz, cuja família também era do interior e que morava numa república, com mais 4 rapazes. Com o passar do tempo, ele veio morar comigo, mas escondido, pois meus pais não podiam saber, então, ele só trazia pouca roupa.
Psiq: Lucia, seu marido disse que queria que você contasse todos os detalhes, mesmo os mais íntimos. Você está só contando para mim, sem entrar em detalhes.
Lucia: Desculpe Dr., é que fico envergonhada em falar certas coisas.
Psiq: Mas é justamente esses detalhes íntimos que todo marido quer saber e não tem coragem de perguntar. Já que seu marido perguntou, conte em detalhes para mim, como se eu fosse seu marido.
Lucia: Conheci o Mauro (nome fictício), e fui atraída, pela beleza, pela masculinidade, ele era tão diferente dos outros alunos da classe. Depois começamos a estudar juntos na biblioteca, a tomar lanches juntos. Até que quando vimos, já andávamos abraçados, beijávamos muito, ele beijava tão gostoso, tinha uma língua quente.
Psiq: Você ainda era virgem? Como era sua vida sexual, assim que se mudou para SP?
Lucia: Sim, eu ainda era virgem, isto é, eu tinha o hímen intacto, apesar de já ter segurado uns pênis, e meus namoradinhos terem gozado entre minhas coxas e entre meus seios. Bom, acho que minha vida sexual, era como de todas as garotas, me acariciava no chuveiro ao passar sabonete pelo corpo, e às vezes, me deitava nua e me masturbava na cama.
Psiq: Com que freqüência você se masturbava?
Lucia: No chuveiro, sempre esfregava com sabonete nos seios, coxas, e vagina, isso me dá muito prazer. Na cama, eu me acariciava pelo corpo, toda noite, pois tenho costume de dormir nua. Mas acho que só duas ou três vezes por semana, eu me acariciava até gozar.
Um final de semana, meus pais tinham ido viajar para Europa, e tinha certeza que eles não apareceriam, fomos ao cinema eu e meu namorado Mauro. Na volta, ele me levou para casa. Eu o convidei para tomarmos um lanche. Depois que entramos no apartamento, ele me abraçou e começou a me beijar, ficamos travando uma batalha de línguas, por vários minutos, esquecendo o lanche. Só sei que, quando vi, estávamos no quarto, ele somente de cueca e eu só de calcinha, com os seios de fora, os mamilos rígidos esfregando nos pêlos do tórax dele o que me excitava ainda mais. Era visível nossa excitação, minha calcinha toda molhada e a cueca dele quase estourando as costuras devido aquela enorme ereção.
Ele não parava de segurar e beijar meus seios, arrancando gemidos de mim. Ele pegou as laterais da calcinha e abaixou, e quando apareceram meus pêlos pubianos, ele foi beijando tudo, os seios, minha barriga, meu ventre, meus pêlos pubianos, minhas coxas. Ele ajoelhado aos meus pés, seus braços enlaçando meu quadril, suas mãos segurando minhas nádegas e sua boca, beijando cada um dos pêlos vaginais.
A seguir, ele tirou sua cueca e liberou aquele pênis enorme como eu nunca tinha visto, (apesar de já ter visto e segurado alguns nenhum deles tinham aquele porte), duro, apontado para cima.
Falei a ele, para não me possuir, pois eu era virgem.
Ele até se assustou pelo fato de eu ser virgem ainda, com 19 anos. Mas ele foi muito cavalheiro, me disse para não preocupar, que eu continuaria virgem. Na cama, eu deitada, ele veio por cima, mas com a cabeça nas minhas pernas e os pés dele junto a minha cabeça. Ele começou a beijar minhas pernas, e eu retribuía, beijando as pernas dele.
Até que ele foi se posicionando, beijando meus joelhos, eu retribuía beijando os joelhos dele, depois ele subiu beijando minhas coxas branquinhas e eu as coxas peludas dele. Até que ele abriu minhas coxas arregaçando os lábios vaginais e eu vi o enorme pênis dele, balançando junto ao meu rosto.
Ele falou: “amor, me chupa, engole meu pau amor, lambe ele”. Assim que eu segurei o pênis dele e comecei a lamber e a colocar na boca, ele arregaçou os lábios vaginais e colou sua boca na na fenda, fazendo um barulhão a cada chupada que dava, e dizia “puta merda, amor, que bucetão lindo, delícia de buceta, amor”. Acho que ambos estávamos excitados demais, eu comecei a gozar na boca dele quando a língua dele lambia meu clitóris. O pênis dele se contraiu na minha boca e começou a lançar jatos de esperma na boca, no meu rosto, molhando meus cabelos, meu travesseiro, meu pescoço e seios. Foi demais.
Ele se virou e nos abraçamos e nos beijamos, ele com a boca e face toda molhada com meus líquidos vaginais e eu toda lambuzada com o esperma dele. Resumindo, ele ficou o final de semana e também a semana seguinte, sempre, nós dois dormindo juntos pelados, mas eu continuei virgem, por quase um mes.
Gozávamos um na boca do outro, ou ele gozava entre meus seios quando fazia espanhola, ou entre minhas coxas. Depois de gozar, ele espalhava o esperma no meu corpo, eu tomava um verdadeiro banho de porra como ele dizia, nos seios, coxas, nádegas.
Psiq: E quando ele conseguiu romper sua virgindade?
Lucia: Foi depois de quase um mês, desde que começamos a gozar um na boca do outro, nos seios e coxas. Eu até já conseguia engolir o esperma que ele lançava na minha boca.
Foi numa quinta feira, era aniversário do Mauro. Eu caprichei num jantar com vinhos, a luz de velas, coloquei um vestido lindo.
Depois do jantar, falei a ele, que daria um presente que eu nunca tinha dado a ninguém, a minha virgindade.
Ele arregalou os olhos e falou: “eu não mereço tanto, imagine um cabacinho”!
Fomos para a cama, nos deitamos totalmente nus, depois de muitas carícias, depois de fazermos um 69 sem gozar. Eu forrei a cama com uma toalha branca, me deitei em cima, abri minhas coxas, e falei: “amor, guardei essa virgindade só para você amor, me come amor, me faz mulher.”
Ele entrou nas minhas coxas, ajeitou a cabeça do pênis no buraco da minha vagina. Quando sentir a glande encaixar e pressionar, ele se deitou sobre mim, para me beijar. Ele perguntou: “amor, tem certeza disso? Posso arrebentar seu cabaço?”. Eu o beijei e falei: “me come amor, me faz mulher, quero sentir esse seu pau entrar todo em mim, me rasga toda amor, me come, me come amor”. Ele começou a aumentar a pressão no ventre enquanto me beijava.
Seu pênis começou a pressionar a membrana do hímen, e comecei a sentir dores e também a sentir muito tesão. Até que num dado momento, ele falou: “agora amor, vou te comer todinha, abre sua bucetinha, relaxa para meu pau entrar mais fácil amor, abre sua bucetinha que vou tirar seu cabaço, amor!”, ele lançou seu ventre para frente com tanta força que acabou rompendo o hímen e o pênis dele pulou todo dentro da minha vagina, até seus pêlos baterem nos meus pêlos.
Eu soltei um grito de dor e o agarrei, abraçando com as pernas e braços, foi uma dor terrível, além de romper o hímen, ainda aquele pau enorme arrombando minha vagina tão apertadinha, mas também me veio uma onda de tesão, ao sentir sendo alargada por dentro, um pau quente e grosso dentro de mim, pela primeira vez.
Ele não agüentou meu canal vaginal tão estreito ficar apertando seu pênis grosso em toda extensão e gozou, me inundando meu canal vaginal e meu útero de esperma pela primeira vez. Ele falou: “amor, não agüento mais, vou gozar, abre a buceta que to gozando, puta eu o pariu, que bucetinha mais apertada, caralho. Tá sentindo meu gozo amor?,
Tá sentindo meu pau dentro da sua bucetinha sem cabaço?”
Ficamos longo tempo abraçados, até que o pênis dele ficou flácido e saiu da vagina. Mas continuamos abraçados, trocando juras e beijos, sem pensar nas conseqüências.
Quando levantamos, vi a toalha manchada com resto de sangue misturado com esperma. Eu guardei essa toalha por um bom tempo, como lembrança da minha virgindade. Dr., o Sr. Acha que meu marido vai querer que eu conte isso com esses detalhes todos?
Psiq: Lucia, tenho certeza que ele irá adorar ouvir tudo isso. E foi o Mauro que iniciou você no sexo anal?
Lucia: Não, o Mauro só fazia o sexo convencional. Sexo anal, iniciei, com outro namorado, depois que terminei com o Mauro, após 2 anos de namoro. Nesses dois anos, transávamos quase todas as noites e dormíamos pelados como dois casados, só não nos encontrávamos, quando meus pais vinham a SP.
Psiq: Lucia, isso que aconteceu com você, é o que acontece com quase todas as moças, na primeira relação sexual, tenho certeza que seu marido vai gostar de ouvir. E você tinha medo que seu marido não gostasse de você ter perdido a virgindade assim?
Lucia: Dr., é que além disso, tem outros namorados, só com o Mauro, eu dormi com ele, transando por quase 2 anos. Tem outro namorado, que me ensinou sexo anal, com quem também, vivi por 1 ano. E tem também uma moça que morou comigo por um semestre.
Psiq: E você transou com essa moça?
Lucia: Sim, eu jamais imaginei que pudesse fazer sexo com outra mulher, mas ela era cativante, simpática, linda, corpinho para ninguém botar defeito, elegante, era a mulher que todo homem deseja.
Ela me conquistou e mostrou como é gostoso, delicado, o sexo com outra mulher.
Psiq: Lucia, novamente, você está deixando de contar os detalhes, tanto do sexo anal como desse amor lésbico.
Lucia: Desculpe, Dr., vou começar pelo meu outro namorado que me ensinou os prazeres do sexo anal…..
Obs: Caros leitores, essa historia esta ficando longa demais para contar aqui. Digam o que vocês acharam. Você acha que transcrição dos depoimentos das pacientes, como esta amostra, pode ser repetida em todo o livro que estou escrevendo? Pretendo colocar a confissão de umas 30 pacientes, procurando caso diferentes um do outro, para não ficar muito repetitivo. Mandem sugestões, para : drpsiq@hotmail.com

 

Enrabei a sobrinha como penitência, esposa gozou como puta

Certa noite e mina mulher, uma linda morena de olhos verdes, 29 anos e delicioso corpo, estávamos em ardentes preliminares sexuais, Quando Mariana, sua sobrinha de 18 anos, ouviu um ruído, no que levantou prontamente da cama, abriu a porta da varanda e qual não foi sua surpresa? Flagrou Simone se masturbando só de calcinha na varanda. Sua reação foi irascível: de modo furioso puxou a adolescente pela mão e enquanto vociferava ofendendo-a, colocou de quatro na cama, pegou meu cinto no armário e estalou nas duas nádegas da menina com toda a força por diversas sem piedade, após quatro lambadas, Simone já chorava de modo suplicante, mas Fernanda estava descontrolada, possuída pela ira: vagabunda ordinária, toca siririca vendo a própria tia transar com o marido, puta safada, vou arrancar a pele da sua bunda no couro do cinto e continuou batendo, quando intervi por dó da garota, embora estivesse descontroladamente excitado com aquela situação inusitada.

Muito tempo depois desse evento, tomei um susto ao chegar em casa e flagrar Mariana dando outra surra como essa em Simone, dessa vez estava mais furiosa ainda, quando perguntei o motivo, afirmou que tinha pego o diário da menina, onde confessava uma fantasia comigo, incluindo sexo anal e tudo mais. É isso que quer, né putinha ordinária? Dar esse rabo de vadia, então vai levar rola até o talo, ela chorava muito. Não agüentei de tesão, tirei a roupa inteira, Mariana ordenou: fique quieta aí, se você se mexer vai apanhar como uma escrava sua cadela. Então Simone choupou meu pau com um tesão inesperado, babou cuspiu e ordenou: mete sem dó no cu dessa puta. Nem ousei desobedecer, meti o pau naquele cuzinho que se retraía todo. Quando entrou inteiro ela berrava e chorava, até arfava: aaaaaaai tá doendo muito, eu nunca dei o cu, para por favor, tia pede pra ele parar, esse pinto tá me rasgando.

Ah é, sua puta? Pois vai rasgar mais ainda. Mariana abria bem a bunda da sobrinha pra rolar deslizar cu adentro, me pediu para sodomizar aquela adolescente em todas as posições, especialmente de frente e com as pernas para cima, de cabeça para baixa, ela me fez foder a menina em posição invertida, com a piroca entrando como uma parafuso e arrobando aquele orifício. Simone se peidava de nervoso e saíam gotas de sangue de seu ânus, não parava de implorar: para não agüento mais, vou desmaiar, tira esse pau do meu cu, por favor, faço qualquer coisa. Mariana teve um orgasmo assustador enquanto se masturbava com a situação .

No fim, gozei em sua boca e ordenou que Simone lavasse minha rola com a boca. Depois daquele dia, a sobrinha rebelde tornou-se a adolescente mais bem comportada que já vi. Mariana, por sua vez, passou a me dar a bunda frequentemente, gozando muito, ato que antes não tinha coragem de fazer. Depois disso, em determinada época, passamos a fazer ménage e com prazer sexual coletivo, irrestrito e já despojado de ciúme, nós nos tornamos uma família feliz, mas essa já é história para outra ocasião.

Contato: fepace@uol.com.br 

 

Casada Fogosa

CASADA FOGOSA

 

TUDO ACONTECEU EM 2002 QUANDO EU TRABALHAVA EM UM RESTAURANTE, EU ERA O ÚNICO HOMEM ENTRE OS 17 FUNCIONÁRIOS; (ESTAVA NO PARAÍSO).
NUM BELO DIA COMEÇA A TRABALHAR UMA LOIRA (JANETE) DE 1,60 OLHOS VERDES, COXAS GROSSAS E UMA BUNDA REDONDINHA, ELA ERA LINDA, ME ENCANTEI COM ELA NO PRIMEIRO DIA, ELA ERA MUITO SIMPATICA SEMPRE COM UM SORRISO NO ROSTO.
COMO EM TODO LUGAR SEMPRE FALAVA-MOS MUITA BESTEIRA DURANTE O TRABALHO E EM POUCOS DIAS ELA FOI ENTRANDO NAS BRINCADEIRAS E EU COMECEI A ME APROXIMAR DELA E NOS TORNAMOS AMIGOS, NÓS SEMPRE SAIA DO RESTAURANTE POR VOLTA DAS 15:00 HS E COMO ELA MORAVA NA ZONA RURAL DA CIDADE SÓ TINHA ONIBUS AS 18:00HS, NÓS SEMPRE FICAVA-MOS EM UMA PRAÇA CONVERSANDO ELA ME CONTOU TODA SUA VIDA INCLUSIVE QUE NÃO AMAVA O SEU MARIDO QUE SÓ CASOU PORQUE ESTAVA GRAVIDA E SEU PAI A OBRIGOU A CASAR.
APÓS ALGUNS DIAS ESTAVA DIFÍCIL DISFARÇAR O CLIMA QUE ESTAVA ROLANDO ENTRE NÓS, TODO MUNDO NO RESTAURANTE JÁ TINHA PERCEBIDO, ATÉ QUE RESOLVEMOS QUE NÃO PODIAMOS MAIS ESPERAR E DECIDIMOS MATAR NOSSO TESÃO E MARCAMOS DE IR HÁ UM HOTEL.
NO DIA MARCADO ELA VEIO TRABALHAR COM UM VESTIDO QUE A DEIXAVA MUITO GOSTOSA, QUASE NÃO CONSEGUI TRABALHAR NAQUELE DIA IMAGINANDO COMO SERIA AQUELA MULHER. QUANDO TERMINOU O EXPEDIENTE CORRI ME TROCAR E FIQUEI ESPERANDO ELA DO LADO DE FORA, NÃO DEMOROU ELA VEIO E FOMOS AO HOTEL QUE FICAVA PRÓXIMO AO RESTAURANTE, EU JÁ TINHA RESERVADO O QUARTO.
CHEGANDO NO QUARTO FUI LOGO AGARRANDO ELA E A BEIJANDO COM MUITO TESÃO, FICAMOS TROCANDO BEIJOS POR UM LONGO PERÍODO, QUANDO TIREI SEU VESTIDO ME DEPAREI COM UMA MULHER LINDA USANDO APENAS UM FIO DENTAL BRANCO TRANSPARENTE NA FRENTE DEIXANDO A MOSTRA UMA BUCETA LINDA, TIREI MINHA ROUPA E FOMOS TOMAR UM BANHO, NEM NOS SECAMOS E FOMOS PRA CAMA, ELA FOI DIRETO CHUPANDO MEU PAU E ME OFERECENDO SUA BUCETA, FIZEMOS UM 69 MARAVILHOSO, QUANTO MAIS EU CHUPAVA MAIS ELA GEMIA DE PRAZER EU NAO ESTAVA MAIS AGUENTANDO DE TANTO TESAO, AQUELA BUCETA ERA MARAVILHOSA, ENQUANTO CHUPAVA SEU CLITORIS FUI ENFIANDO MEU DEDO EM SUA BUCETA ATE QUE ELA NAO AGUENTOU E GOZOU NA MINHA BOCA, EU NAO AGUNTEI E ENCHI SUA BOCA DE PORRA, QUE ELA ENGOLIU TUDO, O MEU TESAO ERA TANTO Q LOGO ESTAVA PRONTO PRA COMER AQUELA BUCETA, COLOQUEI ELA DE QUATRO E FUI COLOCANDO MEU PAU NAQUELA BUCETA Q TAVA ENCHARCADA DE TESAO ELA REBOLAVA E PEDIA PRA METER COM FORÇA E PUXAR SEUS CABELOS, ATE QUE ELA PEDIU PRA SENTAR NO MEU PAU, DEITEI NA CAMA E ELA FOI SENTANDO E COMEÇOU A CAVALGAR NO MEU PAU E A GRITAR DE TESAO, EM POUCO TEMPO ELA TEVE UM ORGASMO MULTIPLO , EU NAO AGUENTEI E ENCHI SUA BUCETA DE PORRA POIS O TESAO ERA TANTO QUE NEM USAMOS CAMISINHA.....FOMOS TOMAR OUTRO BANHO POIS ESTAVA NA HORA DELA PEGAR O ONIBUS. A PARTIR DESSE DIA NOS TORNAMOS AMANTES, E EU ATE FIQUEI AMIGO DO SEU MARIDO QUE NAO DESCONFIAVA DE NADA, OU FAZIA DE CONTA QUE NAO DESCONFIAVA, NÓS TIVEMOS MUITOS ENCONTROS INCLUSIVE EM SUA CASA.
NO PRÓXIMO CONTO CONTAREI O DIA EM QUE COMI SEU CUZINHO QUE ATE ENTAO ERA VIRGEM....

 

CASADA FOGOSA 1

COMO NARREI NO CONTO ANTERIOR, JANETE ERA UMA LOIRA MUITO GOSTOSA E DEPOIS DA NOSSA PRIMEIRA TRANSA NOS TORNAMOS AMANTES E TODOS NO RESTAURANTE JA SABIA DO NOSSO CASO, POIS NAO CONSEGUIA-MOS DISFARÇAR NOSSO TESAO UM PELO OUTRO COMO LÁ SÓ TINHA UM BANHEIRO PARA OS FUNCIONARIOS SE TROCAR DIVERSAS VEZES ENTRAVA-MOS JUNTOS NO BANHEIRO E TODA TARDE DEPOIS DO EXPEDIENTE FICAVA-MOS ATE A HORA DELA IR EMBORA E SEMPRE QUE DAVA IA-MOS AO HOTEL E NOSSAS TRANSAS ESTAVAM CADA VEZ MAIS EXCITANTES, POIS ELA SEMPRE TINHA UMA SURPRESA PRA MIM, COMO ROUPAS, ACESSORIOS, FANTASIAS, ETC.. EM TODAS AS NOSSAS TRANSAS EU TENTAVA COMER SEU CUZINHO E ELA SEMPRE PULAVA FORA POIS NUNCA TINHA DADO SEU CU E TINHA MEDO ATE QUE UM DIA TEVE UMA CONFRATERNIZAÇÃO PARA OS FUNCIONARIOS COM DIREITO A ALGUMAS BEBIDAS ESTAVA-MOS COM MUITO TESAO E RESOLVEMOS IR AO NOSSO HOTEL(JA ERAMOS CLIENTES ASSÍDUOS), NESSE DIA ELA IA NO ONIBUS DAS 22:00 HS ENTAO TINHA-MOS BASTANTE TEMPO PRA FICAR JUNTOS E EU ADOREI POIS DECIDI QUE SERIA NAQUELE DIA QUE EU TERIA SEU CUZINHO. NESSE DIA ELA ESTAVA USANDO UMA CALÇA JEANS BEM APERTADA E ESTAVA SEM CALCINHA, EU TIREI SUA ROUPA E FUI DIRETO CHUPAR SUA BUCETA QUE JA ESTAVA MOLHADINHA DE TESAO CHUPEI COM TANTA VONTADE QUE ELA GOZOU EM MINUTOS, CONTINUEI CHUPANDO SUA BUCETA E FUI PASSANDO A LINGUA NO SEU CUZINHO ELA SE CONTORCIA DE TANTO PRAZER E NESSA HORA ELA JA TINHA SE ENTREGADO PRA MIM, FUI CHUPANDO SUA BUCETA E BRINCANDO COM SEU CUZINHO ATE QUE FUI COLOCANDO UM DEDO ELA TENTOU ESCAPAR MAIS LOGO FOI RELAXANDO E MEU DEDO FOI ENTRANDO NAQUELE CUZINHO VIRGEM QUE EU TANTO QUERIA, CONTINUEI CHUPANDO SUA BUCETA E COLOQUEI MAIS UM DEDO NO SEU CUZINHO ABRINDO BEM ELE PRA RECEBER MEU PAU, ELA GEMIA DE PRAZER E PEDIA PRA CONTINUAR CHUPANDO POIS ELA TAVA ADORANDO, PEDI PRA ELA CHUPAR MEU PAU PRA FACILITAR A ENTRADA NO SEU RABO, COLOQUEI ELA DE QUATRO NA CAMA E FUI COLOCANDO MEU PAU BEM DEVAGAR ATE Q ENTROU, ELA DEU UM GRITO DE DOR NA HORA MAIS LOGO FOI RELAXANDO E SE ENTREGANDO EU COMECEI DEVAGAR E FUI AUMENTANDO OS MOVIMENTOS, ELA GRITAVA, ME XINGAVA, MANDAVA EU ARREBENTAR SUAS PREGAS POIS ELA ERA MINHA PUTA E EU ERA SEU MACHO QUE EU PODIA FAZER O QUE EU QUISESSE COM ELA, COMECEI A PUXAR SEUS CABELOS E A DAR TAPAS EM SUA BUNDA CHAMANDO ELA DE PUTA, CACHORRA DIZENDO QUE AGORA EU SEMPRE IA COMER SEU CUZINHO, AO MESMO TEMPO QUE EU COMIA SEU CUZINHO ELA SE MASTURBAVA E ENFIAVA OS DEDOS NA BUCETA ATE QUE ANUNCIOU QUE IA GOZAR EU AUMENTEI OS MOVIMENTOS E GOZAMOS JUNTOS, EU ENCHI SEU CUZINHO DE PORRA. CAIMOS NA CAMA E ELA DISSE QUE NAO IMAGINAVA QUE SERIA TAO BOM DAR O CU, A PARTIR DESSE DIA ELA VICIO EM SEXO ANAL.
DEPOIS DESSE DIA REALIZAMOS MUITAS FANTASIAS, INCLUSIVE UM SEXO A TRES COM UMA FUNCIONARIA DO RESTAURANTE QUE CONTAREI EM UMA PROXIMA VEZ...

Se gostou desse conto me escreva, pois tenho varias historias picantes.
marcio_011@hotmail.com


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