Hetero

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Heterossexualismo
heterossexualidade

Morena inesquecível

Nos fundos da minha casa morava minha prima junto com a minha avó, eu e minha prima nos dava muito bem sempre saíamos juntos, ela e minha avó eram testemunha de jeová, e quase todo domingo elas recebiam visitas em casa pra almoçar, num sábado ela me pediu se eu podia assar uma carne pra ela no domingo pois ia receber tres amigas e tava com vontade de comer uma carne assada, eu disse que sim que nao tinha problema.

No domingo por volta de 10:00hs ela chega com suas tres amigas e entre elas tinha uma morena linda de 1,70 cabelo enrolado magra corpo todo durinho, ela tava usando uma saia abaixo do joelho e uma blusa que mostrava que ela estava sem nada por baixo e os seios durinho, me apaixonei por ela no primeiro momento, ela estudava na mesma escola que eu, mais nós nunca tinha se cruzado antes. terminei de assar a carne e almocei junto com elas, ficamos a tarde toda assistindo filme, eu nao tirava os olhos dela e percebi que ela tambem tava envolvida.

No dia seguinte na escola procurei por ela e conversamos o recreio inteiro, eu estava cada vez mais apaixonado por ela e ela por mim, uma semana depois estava namorando com ela, como ela tinha uma educação rigida tive que pedir ela em namoro pro pai dela, feito isso namoro liberado mais com algumas restrições, não podiamos sair sozinho, sempre a irma dela estava junto, tinhamos alguma liberdade na escola. Só depois de 3 meses o pai dela deixou ela ir sozinha na minha casa.

Durante seis meses o nosso namoro era só beijos e abraços sem muita pegação, aquilo tava me deixando maluco, mais devido a educaçao que ela tinha sido criada e o fato dela ser testemunha de jeová, ela nunca me deu liberdade, so 7 meses depois é que consegui passar a mão em sua bunda, a partir desse dia ela começou a se soltar mais e nossos encontros estava ficando cada vez mais quente, a primeira vez que consegui passar a mão em sua bucetinha foi no recreio da escola, aquilo me deixou louco, ela tinha uma buceta muito gostosa com poucos pelos, durante essa semana todos os dias eu passava a mão em sua xaninha mais só ficava nisso.

Como meus pais sempre foram muito liberais, quando ela foi almoçar em minha casa depois do almoço convidei ela pra ir no meu quarto, na hora ela não aceitou com medo dos meus pais ate que convenci ela dizendo que não teria problema nenhum, fomos até meu quarto e começamos com os amassos, tirei toda roupa dela e pela primeira vez chupei sua xaninha que era uma delicia, quando me preparei pra meter meu pau em sua xaninha, ela não deixou dizendo que nao estava preparada, foi um balde de agua fria, insisti mais nao teve jeito, até que convenci ela a me chupar pra aliviar meu tesão, ela me chupou com vontade ate eu gozar na boca dela, deitei do lado dela e dormimos ate as cinco da tarde.

Ficamos alguns meses com ela só deixando eu chupar ela e ela me chupando, como ela morava em uma casa de madeira antiga quando eu ia na casa dela a gente sempre ficava na cozinha ou na sala sozinho, e sempre quando eu ia na casa dela ela já ficava sem calcinha pra facilitar, quando estavamos na casa dela os pais dela achavam que nós se comportava, sempre que a gente ficava sozinho ela me chupava e me fazia gozar em sua boca e eu metia a mão em sua xaninha mais sem penetração, e essa situação tava me deixando louco eu nao aguentava mais de vontade de comer aquela buceta.

Quando faltava uma semana pra gente completar um ano de namoro ela me disse que ia se entregar pra mim, foi a semana mais demorada da minha vida, mais tinha que esperar, durante toda essa semana nos excitamos muito e eu pedi que ela se depilasse pois queria sua xaninha lisinha, ela me disse que ia pensar.

O grande dia chegou era uma quarta feira, ela trabalhava numa casa de familia e como eu nao trabalhava na época, sempre estava em casa, ela pediu a tarde de folga e foi até minha casa, ela chegou por volta das 12:30hs e eu ja tinha deixado tudo preparado e estava esperando ancioso, ela chegou usando um vestido um pouco acima do joelho, estava linda. Chamei ela pra ir até o quarto, ela estava nervosa mais aos poucos foi relaxando, começamos a nos beijar e aos poucos fui tirando seu vestido e revelando uma langerie preta que a deixava muito sexy, quando tirei sua calcinha uma surpresa ela estava lisinha do jeito que eu tinha pedido pra ela, comecei a chupar ela bem devagar e com muito carinho, passava a lingua por toda sua xaninha e as vezes enfiava a lingua nela, em pouco tempo ela teve um orgasmo que ela chegou a chorar.

Ela pediu um tempo pra se recompor, e logo ela veio me chupar, ela tava bem experiente nisso, deitei na cama e pedi pra ela colocar a camisinha e sentar no pau pra controlar a penetração, ajudei ela a colocar a camisinha e ela foi sentando no meu pau bem devagar, na hora ela reclamou que tava doendo mais não parou foi sentando ate que meu pau estava todo dentro daquela xaninha, ela começou a cavalgar bem devagar ate que eu vi que ela tinha finalmente perdido a virgindade pois tinha um pouco de sangue escorrendo de sua xaninha, estavamos descobrindo o sexo juntos, pois eu tambem não tinha muita experiencia, ela ja tava totalmente em extase ja nao tinha mais nenhum medo, pedi pra ela ficar de quatro e coloquei meu pau, fui enfiando devagar e aumentando os movimentos em pouco tempo gozamos os dois juntos. Estava realizado.

Depois desse dia, não paramos mais de transar, sempre que ela ia na minha casa passava a tarde toda no meu quarto transando, a gente tinha muita quimica, e como ela sempre usava saia devido sua religião sempre que tinha uma oportundiade a gente transava, ela sempre saia sem calcinha pra facilitar, era na escola, na casa dela enfim onde dava, até hj eu guardo diversas calcinhas dela que eu fazia ela deixar comigo pra ficar sentindo seu cheiro e sua bucetinha sempre estava lisinha a meu pedido.

A primeira vez que fizemos sexo anal foi em minha casa pra meu espanto ela não teve medo e gozou dando o cuzinho pra mim, e depois disso nossas transas nunca podia terminar sem sexo anal pois ela viciou em sexo anal, começamos a comprar alguns brinquedos em sex shops pra apimentar nossas transas ate que um dia compramos um penis de borracha pois ela queria ser penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo e isso foi uma loucura pois ela teve multiplos orgasmos com dois pau dentro dela.

Nós já estavamos juntos há mais de 3 anos e cada vez mais apaixonado e nossas transas cada vez melhor, ja tinha conseguido a confiança do sogro e podiamos sair sozinhos como eu ja tinha conseguido comprar minha moto fomos ha quase todos os moteis da cidade, transavamos quase todo dia e sempre faziamos coisas diferentes, mais como nem tudo é perfeito por causa de uma única pulada de cerca minha que ela descobriu terminou o namoro. Eu sofri muito pois amava ela de verdade.

Hoje estou com 29 anos, estou casado, ela tambem esta casada, mais eu nunca esqueci essa mulher....
o grande amor da minha vida

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marcio_011@hotmail.com

 

Um vulcão adormecido

Casada ha 24 anos, Marisa é uma mulher que se descobriu há pouco tempo. Criada sob uma educação rígida, cresceu cercada de todos os tabus da sociedade. Homens em sua vida, apenas um: seu marido. Filhos, teve só um.
Vivia um casamento sem maiores preocupações, o sexo era raro. E Marisa era uma mulher bonita. Pele morena, cabelos lisos na altura dos ombros, olhos castanhos. Os seios fartos, decorados por mamilos escuros e bicudos. Suas pernas, lisinhas, chamavam a atenção. Coxas roliças e pés bem cuidados.
Os amigos de seu filho estavam sempre em sua casa. Todos conhecidos desde crianças, e mesmo assim ela evitava roupas mais curtas perto deles.
Vivia com sua família em uma casa espaçosa, com algumas arvores na frente, e no fundo uma piscina, pequena, mas que recebia os amigos de seu filho muito bem durante os finais de semana de calor intenso.
Num destes dias de calor, com a casa cheia, Marisa andava pela casa viu Roberto, amigo de seu filho, sentado no sofa. Era um rapaz de 22 anos, jogador de vôlei, pele morena, cabelos curtos, a barba por fazer, olhos claros e penetrantes.
Aproximou-se por trás do sofá, e ficou olhando seu corpo. Ele usava apenas uma sunga, enquanto falava ao telefone. Passava os olhos por seus ombros, descendo pelo peito liso. Seus olhos percorreram suas pernas, grossas e definidas, antes de pararem sobre sua sunga. Observava o volume que existia entre suas coxas, e esta visão mexeu com seu corpo. Parecia ser bem dotado, e o fato de nunca ter sentido outro homem, que não fosse seu marido, aguçou ainda mais sua imaginação. Diante daquela imagem, soltou um suspiro profundo, e como estava envolvida em seus pensamentos, não percebeu quando Roberto virou-se, e agora olhava para ela. Quando voltou de onde sua mente se encontrava, virou-se e saiu da sala sem dizer nenhuma palavra.
Passaram-se alguns dias depois deste fato, e aquela imagem não saia de sua cabeça. Imaginava Roberto nu, com sua pica dura, grande, inchada, uma cabeça avermelhada e grossa, em sua cama, ou em seu sofá, ou em qualquer lugar que fosse, acariciando seu corpo, sentindo seu perfume, penetrando-a profundamente, como nem seu marido fizera nestes anos todos. E, num momento, decidiu que iria realizar seu desejo, sua fantasia.
Com o passar dos dias, passou a se vestir de modo um pouco mais ousado, principalmente quando seu filho estava com os amigos em casa, e Roberto estava junto. Usava shorts mais curtos do que os de costume, decotes generosos, que faziam os rapazes interromperem a conversa quando ela passava por eles. Mas seu alvo era apenas um.
Em um dos finais de semana de um calor quase insuportável, onde seu marido havia viajado e só voltaria dali alguns dias, os rapazes estavam na piscina, e se preparavam para sair, quando fosse mais tarde. Ouvindo os planos deles, Marisa decidiu que, naquela noite, realizaria seu desejo.
Foi para seu quarto, tirou o short jeans que vestia, juntamente com a calcinha branca. A blusinha branca foi logo parar no chão, e em segundos estava completamente nua. Procurou seu vestido mais curto, e encontrou-o. Preto, cobria apenas um pedaço de suas coxas, não muito justo, de tecido leve e com alças finas. Não fez questão nenhuma da calcinha na hora de colocar o vestido, afinal de contas, não pretendia ficar com ela naquela noite.
Foi para a cozinha, preparou algo para servir aos rapazes e antes de servi-los, foi até a piscina e pediu ajuda de algum deles na cozinha. Como ninguém se manifestou (e isso foi perfeito para seus planos) ela mesma escolheu seu ajudante.
Quando ele chegou perto dela, para ir com ela até a cozinha, Marisa saiu andando na frente. Caminhava devagar na frente de Roberto, que já não tirava os olhos de sua bunda. Quando ela olhou para trás, falando com ele um assunto sem importância, viu que ele a olhava com outros olhos, e maliciosamente, com um sorriso no rosto, perguntou se estava tudo bem. Ele disse que sim. E ela adorou.
Chegando na cozinha, ela disse que ia precisar de ajuda para pegar algo em cima do armário, e pediu que ele segurasse a pequena escada que guardavam ali por perto. Ela foi subindo, devagar, passo a passo, até o último degrau. Percebeu que ele ficou quieto de repente.  Imaginou que ele estivesse gostando da visão que estava tendo naquele momento. Podia ver sua bunda toda debaixo de seu vestido, e viu que ela não usava calcinha. Para melhorar a visão de Roberto, Marisa se inclinou um pouco para a frente e , com este movimento, conseguiu deixa-lo louco. Agora ele não via só sua bunda, redonda e morena, mas também sua boceta.
Desceu da escada, virou-se e se encostou na pia. Ele fez o mesmo, ficando do lado dela, de onde podia ter uma boa vista de seus seios, que já se mostravam excitados, pela visão dos bicos dos seios durinhos através do tecido de seu vestido. Quando ela olhou para o lado, em direção ao pau de Roberto, percebeu que havia conseguido o que queria. Ele tinha um volume enorme, que tentava disfarçar colocando a mão na frente. Neste momento ela olhou Roberto no olhos, e disse: “Hoje sua noite vai ser ótima. Principalmente se você desistir de sair com os meninos, e, depois que eles saírem, tocar esta campainha.”
Saíram da cozinha, ele levando algumas cervejas, e ela uma tabua com frios numa das mãos, e na outra, alguns copos. Colocou a tábua a mesa, e foi distribuindo os copos, deixando o de Roberto por último. Disfarçadamente, passou dois dedos em sua boceta, que já estava completamente molhada, e passou os mesmos dedos, lambuzados com seu mel na borda do copo que dera a Roberto, depois olhou fundo em seus olhos e saiu.
Uma hora depois, todos saíram, inclusive Roberto, e Marisa ficou sozinha. Sentada em sua cama, livrou-se do vestido e ficou nua. Todo aquele clima criado para seduzir Roberto havia funcionado. Seu corpo queimava, como há muito não acontecia, seu mel já escorria entre suas pernas.
Minutos depois, ouviu a campainha tocar, e viu pelo interfone que ele havia voltado. Abriu o portão com o controle remoto, e correu para o quarto. Ele já conhecia a casa e, como não viu Marisa na sala, nem na cozinha, dirigiu-se até os quartos. Todos estavam com as portas fechadas, menos um. E neste, quando ele empurrou um pouco a porta, teve uma visão que mexeu com seu corpo todo.
Marisa estava pelada, deitada em sua cama, com as pernas abertas, e sorria, enquanto as mãos passeavam por todo seu corpo. Com uma das mãos acariciando levemente a boceta, usou a outra para chama-lo.
Roberto parou ao lado da cama, próximo dela, e ficou olhando para o corpo da mãe de seu amigo, um corpo que esbanjava desejo, que ardia de tesão, tesão por ele.
“Está gostando, querido?” perguntou Marisa;
“Você me deixou louco naquela hora, na cozinha” disse ele, já com a respiração acelerada;
“Era isso oque eu queria, desde aquele dia que estava te observando no sofá”
E de repente, num pulo, ela estava arrancando a calça dele, fazendo saltar um pau duro, grande, cheio de veias, grosso, bolas grandes, e todo depilado. Sem pensar, abocanhou aquela pica deliciosa de uma só vez, e começou a chupar com força, parando as vezes, lambendo a cabeça avermelhada. Chupava com fome, engolia o pau todo, babando nele todo, depois descia para as bolas. Lambia e chupava, colocando as duas na boca. Roberto gemia e suas mãos já estavam em seus cabelos. Ficaram assim por um bom tempo, Marisa se deliciando com sua pica deliciosa, esfregando aquela maravilha em seu rosto, e Roberto gemendo, sendo engolido por aquela mulher faminta.
Parou de chupa-lo, ficou punhetando seu pau duro, e olhando em seu olhos, ordenou: “Chupa minha boceta!” soltando ele, e deitando na cama, abrindo o máximo que conseguia as pernas, deixando a mostra sua boceta. Ele não titubeou, e logo estava enfiado entre as pernas de Marisa, lambendo toda sua boceta, uma boceta bonita, carnuda, com lábios salientes e um grelo que se escondia entre eles. E completamente depilada.
Depois de lamber ela toda, Roberto afastou seus lábios usando dois dedos e deixou o grelinho livre, desprotegido. Deu uma lambida lenta e forte nele, oque a fez soltar um gemido longo e alto, e em seguida levar sua mão até a cabeça dele, e empurra-la contra sua boceta. Logo esta mexendo o quadril, procurando a língua dele, que agora aumentava a velocidade das lambidas no grelo. Aproveitou o movimento e meteu um dedo em sua molhadíssima boceta. E assim, Marisa gozou na boca de Roberto. Um orgasmo intenso, alto, que molhou todo seu rosto com o mel dela.
Ainda com os olhos fechados, e a respiração ofegante, depois do orgasmo, ela implorou:
“Me fode Roberto! Enterra esse pau gostoso na minha boceta! Me fode!”
Ela nem acabou de falar, e se sentiu sendo invadida por ele. Depois de brincar com o pau no grelinho dela, Roberto meteu o pau todo de uma só vez em sua boceta apertada e quente. Metia com força, fundo, fazendo suas bolas baterem na bunda dela. E começou a aumentar o ritmo das estocadas, ficando cada vez mais forte e mais rápido. Marisa gemia cada vez mais alto, dizendo palavras desconexas. Enquanto metia, segurava suas pernas e erguia, segurando pelos tornozelos, ou afastando elas o máximo que podia. Depois levou uma das mãos até o clitóris de Marisa, e com dois dedos, começou a acaricia-lo lentamente, enquanto seu pau continuava a fodê-la com força, e profundamente. Não demorou muito, e Marisa começou a gemer muito alto, quase gritando, anunciando novamente um orgasmo intenso, que desta vez fez suas pernas tremerem, e seu melado molharam o pau de Roberto, e também sua cama.
Mesmo depois de gozar novamente, Roberto continuou fodendo sua boceta, e entre muitos gemidos de ambos, ela fez um pedido pelo qual ele não esperava:
“Roberto, come meu cuzinho?”
Como se fosse uma maquina, na mesma hora Roberto saiu de dentro dela, e num movimento rápido, colocou Marisa de quatro, na beirada da cama. Ela se abaixou, empinou sua bunda morena, e esperou sentir aquela vara enorme entrando em seu cuzinho virgem. Mas antes de penetrá-la, Roberto abaixou –se e começou a beijar e lamber sua bunda toda, passando pela boceta, até chegar em seu cuzinho. Passava a língua por ele todo, e, as vezes, enfiava um pouco. Estas carícias deixaram Marisa totalmente relaxada:
“Vem delícia...vem comer meu cuzinho vem!! Enterra esse pauzão no meu rabo!!”
Logo ela sentiu a cabeça forçando a passagem em seu cuzinho. Foi devagar, e ao mesmo tempo, ela empurrava seu corpo para trás, procurando ser penetrada assim. Quando sentiu que ele estava todo dentro dela, soltou um gemido profundo, e começou a rebolar no seu pau. E em meio a gemidos altos, sussurros, alguns tapas em sua linda bunda, Roberto metia, com força, fazendo Marisa se sentir totalmente preenchida pela primeira vez em sua vida. A cada estocadas que Roberto dava, seus seios dela balançavam.
Aos poucos, ele aumentava a velocidade das estocadas no cuzinho de Marisa, e pouco tempo depois gemeu dizendo que iria gozar. Num movimento rápido, ela se ajoelhou na frente de Roberto e passou a chupa-lo e masturba-lo.
“Quero sua porra toda na minha boca, gostoso!”
E assim ele gozou, urrando, direcionando o pau para a boca de Marisa, que recebia os fortes jatos de porra, quente e cremosa, no fundo de sua garganta. Marisa não deixou escorrer nenhuma gota, e continuou chupando Roberto por mais um tempo, até deixa-lo limpo.
Depois jogou-se na cama, exausta, cheirando a sexo, e com um sorriso que ia de uma orelha à outra. Se sentindo a mulher mais feliz do mundo.
Após esta noite, Marisa se tornou uma nova mulher, cheia de desejos, fantasias, e o mais importante...um parceiro que satisfaz todas as suas vontades.

 

Coroa maravilhosa

O QUE VOU RELATAR AGORA ACONTECEU EM 2004, EU TINHA 22 ANOS, CONHECEI A LÚ EM UM RESTAURANTE AONDE EU TRABALHAVA COMO GARÇOM ELA É UMA LOIRA NA ÉPOCA COM 36 ANOS, 1,60 DE ALTURA COXAS GROSSAS SEIOS MEDIOS E UMA BUNDA MARAVILHOSA, ELA TINHA UM CORPO MUITO BONITO APESAR DE JA TER 3 FILHOS.
ELA ERA CASADA MAIS MORAVA SO COM OS FILHOS, O MARIDO TRABALHAVA EM UMA FAZENDA E SO VINHA DE VEZ EM QUANDO PRA CASA O QUE TORNAVA ELA UMA MULHER MUITO CARENTE.
NOS TORNAMOS AMIGOS E ELA COMEÇOU A ME FALAR DE SUA VIDA, CONTAVA QUE SEU CASAMENTO ESTAVA INDO DE MAL A PIOR E DO QUANTO ELA ERA INFELIZ, NÓS SEMPRE IAMOS EMBORA JUNTOS POIS MORAVAMOS PERTO. DEPOIS DE ALGUNS DIAS CONVERSANDO COMEÇAMOS A FALAR DE SEXO, ELA ME DISSE QUE SEU MARIDO FOI O PRIMEIRO HOMEM DA SUA VIDA E ISSO ME DEIXOU COM MUITO TESÃO.

EM UMA QUARTA FEIRA RESOLVI INVESTIR, COMECEI A ELOGIAR O SEU CORPO DIZENDO QUE ELA ERA MUITO BONITA E PODERIA ARRUMAR O HOMEM Q ELA QUISESSE POIS TINHA UM CORPO MUITO BONITO, QUANDO CHEGAMOS PERTO DE SUA CASA RESOLVI DAR UM BEIJO NELA, QUE NO COMEÇO TENTOU RESISTIR MAIS LOGO CEDEU AS MINHAS INVESTIDAS E CORRESPONDEU OS BEIJOS, FICAMOS MAIS DE UMA HORA TROCANDO BEIJOS E CARICIAS ATE QUE ELA RESOLVEU IR PRA CASA, FIQUEI ANSIOSO PRA CHEGAR O OUTRO DIA LOGO SÓ PARA VÊ-LA. NO DIA SEGUINTE QUANDO CHEGUEI PRA TRABALHAR ELA ME RECEBEU COM UM SORRISO MALICIOSO, DURANTE TODA NOITE FICAMOS TROCANDO BEIJOS ESCONDIDOS E ISSO NOS DEIXOU MUITO EXCITADOS, QUANDO SAIMOS PARAMOS EM UMA RUA DESERTA NOS AGARRAMOS E ALI MESMO COMEÇAMOS A NOS TOCAR E QUANDO CHEGUEI EM SUA BUCETINHA QUASE ENLOUQUECI DE TÃO MOLHADA QUE ESTAVA, FIQUEI BRINCANDO COM ELA ATE ELA GOZOU NA MINHA MÃO NOSSO TESÃO ERA TANTO QUE ESQUECEMOS QUE ESTAVAMOS NA RUA EU TAVA LOUCO PRA METER MEU PAU NAQUELA BUCETA, MAIS ELA FICOU COM MEDO E MARCAMOS PARA O OUTRO DIA NA CASA DELA DEPOIS QUE OS FILHOS DELA NÃO ESTIVESSEM MAIS EM CASA, FUI PRA CASA DE BATI UMA PUNHETA PENSANDO NAQUELA COROA, AS 08:30 DA MANHA JA ESTAVA EM SUA CASA QUANDO CHEGUEI ELA TAVA NO BANHO E SAIU SÓ DE TOALHA, ME MANDOU ENTRAR E ESPERAR UM POUCO DEZ MINUTOS DEPOIS ELA APARECEU USANDO UMA CAMISOLA PRETA E UM FIO DENTAL, MEU DEUS ELA ERA MAIS LINDA DO QUE EU IMAGINAVA COM UMA PELE BRANQUINHA, LISINHA, NOS AGARRAMOS ALI MESMO NO SOFÁ, BEIJEI CADA CENTIMETRO DO SEU CORPO ELA GEMIA DE PRAZER FUI TIRANDO SUA CAMISOLA E DEIXANDO ELA SO DE CALCINHA, COMECEI CHUPANDO SEUS SEIOS ENQUANTO PASSAVA A MÃO EM SUA XANINHA POR CIMA DA CALCINHA, DEITEI ELA NO CHÃO E COMECEI A BEIJA-LA, FUI DESCENDO PELA BARRIGA ATÉ QUE CHEGUEI EM SUA BUCETA, FUI TIRANDO SUA CALCINHA BEM DEVAGAR E REVELANDO UMA BUCETINHA LINDA BEM LISINHA QUANDO FUI CHUPAR SUA BUCETA ELA EMPURROU MINHA CABEÇA DIZENDO QUE SEU MARIDO NUNCA TINHA FEITO AQUILO POIS TINHA NOJO, ENTAO EU DISSE QUE SERIA SUA PRIMEIRA VEZ E COMECEI A CHUPA-LA ELA SE CONTORCIA DE PRAZER E NAO DEMOROU PRA GOZAR, QUE BUCETA CHEIROSA E GOSTOSA, ELA TAVA MUITO MOLHADA QUE CHEGAVA ESCORRER PELA PERNA, DEI UM TEMPO PRA ELA SE RECOMPOR, POIS ELA ESTAVA SEM FORÇA. PERGUNTEI SE ELA JA TINHA CHUPADO UM PAU E ELA DISSE QUE NUNCA, POIS SUA VIDA SEXUAL ERA MUITO RESTRITA, NAO ESPEREI MUITO E OFERECI MEU PAU PRA ELA CHUPAR, ELA MEIO SEM JEITO COMEÇOU A LAMBER E FOI COLOCANDO NA BOCA AQUILO FOI ME DEIXANDO LOUCO DE TESAO, EM POUCO TEMPO ELA JA TAVA CHUPANDO COMO UMA PROFISSIONAL E NAO DEMOROU MUITO EU ANUNCIEI O GOZO, ELA TIROU DA BOCA E COMEÇOU A BATER UMA PUNHETA E EU GOZEI NOS SEUS SEIOS DESCANSAMOS UM POUCO E FOMOS TOMAR UM BANHO, EU JA ESTAVA A PONTO DE BALA DE NOVO, FOMOS PRO QUARTO DELA E FIZEMOS UM 69 DELICIOSO ATE QUE ELA GOZOU DE NOVO, COLOQUEI ELA DE QUATRO E FUI ENFIANDO MEU PAU NAQUELA XANINHA APERTADINHA E COMECEI UM VAI E VEM MARAVILHOSO DANDO TAPAS EM SUA BUNDA E PUXANDO SEU CABELO, CHAMANDO ELA DE VADIA, ELA GRITAVA DE TESAO ME MANDANDO METER MAIS FORTE ATE QUE ELA GOZOU DE NOVO E PEDIU PRA EU DEITAR NA CAMA ELA VEIO POR CIMA E COMEÇOU A CAVALGAR NO MEU PAU E A ARRANHAR MEU PEITO ATE QUE EU DISSE Q IA GOZAR ELA ACELEROU O RITMO E GOZAMOS JUNTOS ELA CAIU EXAUSTA DO MEU LADO E COMEÇOU A AGRADECER POIS NUNCA TINHA GOZADO TANTO E ESTAVA MUITO FELIZ, FICAMOS ABRAÇADOS POR MAIS OU MENOS UMA HORA TROCANDO CARINHOS, EU TAVA EXAUSTO E DISSE QUE PRECISA IR POIS JA ERA QUASE 1 HORA DA TARDE, ELA ME PEDIU PRA FICAR E ALMOÇAR COM ELA POIS OS FILHOS SO VOLTAVAM A TARDE, LEVANTAMOS TOMAMOS OUTRO BANHO ELA COLOCOU SO A CAMISOLA E FOI FAZER ALMOÇO.

DEPOIS DO ALMOÇO DEITAMOS NA CAMA E COMEÇAMOS A FALAR DO QUE TINHA ACONTECIDO, ELA ME DISSE QUE NUNCA TINHA GOZADO TANTO EM UMA UNICA TRANSA E QUE SE SENTIA REALIZADA, E NISSO ELA COMEÇOU A BRINCAR COM MEU PAU DIZENDO QUE QUERIA MAIS E LOGO CAIU DE BOCA ME DEIXANDO COM MUITO TESÃO, PUXEI ELA PRA CIMA DE MIM E COMEÇAMOS UM 69 EU CHUPAVA AQUELA BUCETA COM TANTA VONTADE ENFIAVA A LINGUA E ELA GEMIA DE PRAZER, COMECEI A CHUPAR SEU CUZINHO, ELA SE AFASTOU DIZENDO QUE NAO QUERIA EU PUXEI ELA DE NOVO E COMECEI A BRINCAR COM SEU CUZINHO PASSANDO A LINGUA E O DEDO, MOLHEI BEM O CUZINHO DELA E ENFIEI UM DEDO E COMECEI A FAZER UM VAI E VEM BEM DEVAGAR ATE QUE ELA RELAXOU E SE ENTREGOU, PEDI PRA ELA SENTAR DE COSTAS PRA MIM E CONTROLAR OS MOVIMENTOS, ELA FOI SENTANDO BEM DEVAGAR ATE Q ENTROU A CABEÇA E ELA DEU UM GRITO E PAROU EU SEGUREI ELA PELA CINTURA E FUI PUXANDO ELA PRA CIMA ATE Q MEU PAU ENTROU TUDO, ELA COMEÇOU A REBOLAR BEM DEVAGAR E FOI AUMENTANDO OS MOVIMENTOS, PEDI PRA ELA FICAR DE QUATRO E COLOQUEI MEU PAU E COMECEI UM VAI E VEM BEM RAPIDO ENQUANTO ELA ENFIAVA DOIS DEDOS EM SUA BUCETA, NAO DEMOROU MUITO GOZAMOS OS DOIS JUNTOS ENCHI SUE CUZINHO DE PORRA E CAIMOS SEM FORÇAS NA CAMA. FOI A MINHA MELHOR TRANSA ATE HOJE, FICAMOS NOS ENCONTRANDO PELO MENOS DUAS VEZES POR SEMANA DURANTE UM ANO, REALIZAMOS MUITAS FANTASIAS INCLUSIVE UMA TRANSA A TRES EU ELA E UMA AMIGA MINHA, MAIS ESSA E OUTRA HISTORIA.

QUEM GOSTOU DESSE CONTO ME ESCREVA PARA TROCARMOS EXPERIENCIAS
marcio_011@hotmail.com

 

A mulher do cachaceiro

Tudo começou quando minha mulher viajou junto com o irmão, a cunhada dela e as crianças para visitar minha sogra (credo). Como eu nunca me dei bem com a jararaca fiquei para poder cuidar dos cachorros, enfim por uma semana teria apenas a companhia do meu fiel amigo. Às vezes até que é bom, só para mudar um pouco de rotina. Enfim a nova rotina seria trabalhar durante o dia, voltar para casa, tomar banho, dar comida para meu cachorro e depois ir até a casa do meu cunhado para tratar o cachorro dele. Eu seria o último a jantar. Próximo a casa dele morava um casal com quem eles tinham muita amizade, quer dizer, amizade com a mulher do casal, por que o cara ou estava trabalhando, ou estava bêbado. Já a mulher dele vivia na casa do meu cunhado de papo com os dois, por conta disso eu e minha mulher acabamos por fazer certa amizade com ela. A filha dela de 10 anos também foi junto com meu cunhado. Ela viva reclamando do marido e certa vez disse que minha mulher e minha cunhada é que tinham sorte, pois tinham maridos decentes.

Apesar dessas conversas nunca percebi qualquer insinuação dela para meu cunhado ou para mim. Ela também nunca me chamou a atenção, apesar de não ser feia, acho que é por que sempre estava pouco ou nada “produzida”. Voltando aos cachorros tudo rolou normal até a terça-feira (minha mulher viajou no sábado de manhã), ou seja, foram 3 dias na mesma rotina, lá pelas sete da noite dar comida para os cães. Porém na terça cheguei um pouco mais tarde, lá pelas 20:30, e lá estava eu dando comida para o cachorro do meu cunhado quando ouvi o portão abrindo, achei estranho e fui verificar, para minha surpresa era a vizinha, mulher do cachaceiro, dizendo que iria apenas dar uma olhada se não estava faltando água nas flores. Abri a porta e deixei-a entrar, ao passar por mim vi que estava com o cabelo molhado, cheirando a banho e muito arrumadinha para quem iria apenas molhar as plantas, então perguntei se as plantas mereciam tanta preocupação assim, ela não respondeu. Dei uma boa corrida de olho e vi que estava com um vestido de tecido fino, daqueles que deixam a gente perceber o que está por baixo e o que estava por baixo era uma calçinha bem enfiadinha na bunda, ressaltando um bumbum que ainda não havia notado. Dei uma olhada lá fora, voltei e fechei a porta, mal intencionado e de pau duro fui até a área de luz onde ela estava aguando uns vasos, esperei ela se virar e sem dar tempo para reação meti-lhe um beijo de língua forçado e fui empurrando-a até a parede, para que sentisse meu pau duro por baixo da roupa.

Ela resistiu me empurrou e começou a reclamar, meti-lhe outro beijo dessa vez mais longo, ela acabou soltando o regadorzinho que tinha na mão e aí acabou a resistência, me puxou de encontro a seu corpo, se esfregando no meu pau duro. Peguei-a pela mão e fomos até o sofá, antes de continuar ela me fez jurar que seja lá o que acontecesse naquele dia ficaria somente entre nós. Ficou convencida após eu dizer que se ela abrisse a boca eu nem sei o que faria com ela e ainda confessou que foi lá para me provocar, dito isso foi a vez dela atacar, me empurrando para o sofá. Puxou minha bermuda e a cueca para baixo e literalmente engoliu meu pau, fiquei surpreso com a destreza dela para chupar meu pau, ela sumia com meus 16 cm facilmente, só parou para me dizer que fazia 6 meses que não fazia sexo e 3 anos que não chupava o pau do marido dela, então eu respondi, vou acabar com seu atraso. Puxei seu corpo por cima do meu, empurrei seu vestido para cima, puxei a calcinha de lado e iniciamos um sessenta e nove delicioso. Aquela mulher era uma delícia, cheirosa, lábios carnudos e um belo grelo, chupei tudo aquilo com o cuzinho rosado dela bem na minha cara, no qual eu coloquei a pontinha do meu dedo. Só de pensar em comer aquele cú meu pau quase estourava. Não demorou muito para ela gozar, o que fez esfregando sua xoxota na minha cara, grunhindo e gemendo.

Depois disso a mulher ficou doida e eu fui no embalo, nem lembramos de camisinha. Ela se desvencilhou de toda a roupa, ajoelhou, me disse que hoje ia se acabar naquele pau e voltou a chupar. Agüentar como, nem falei nada, logo depois simplesmente esporrei na boca dela, sem nenhuma surpresa ela continuou chupando meu pau prazerosamente, com ele todo na boca, no fim sem dizer nada se levantou, foi no banheiro lavou a boca e passou creme dental com os dedos, aproveitei para tomar um fôlego. Ficamos conversando por algum tempinho, ela me contou que seu marido só transava quando não estava bêbado, o que acontecia poucas vezes por ano, porém até então ela nunca teve coragem de traí-lo. Disse que não chupava mais ele por falta de vontade e que ele não chupava ela a mais de 10 anos. Perguntei se ele já havia gozado na boca dela, ela disse que ele achava isso errado e nunca fez, mas que sempre foi uma tara dela e que gostou muito quando eu gozei sem avisar. Também perguntei se já havia dado aquele cuzinho lindo, ela disse que não, dei um sorriso maroto e ela desconversou. Disse que estava preocupado por estar sem camisinha, ele me tranqüilizou tanto sobre gravidez quanto a qualquer doença. Foi pouco mais de meia hora papeando, até que ela se deitou de bruço e começou a lamber meu pau, depois chupar de leve e depois engoliu novamente, a coisa acabou caminhando para outro 69, que durou até ela gozar novamente, da mesma forma que dá primeira vez. Depois de gozar sentou no meu pau e começou a cavalgar, a danadinha mexia bem, não tão bem como minha mulher, mas sabia fazer direitinho. Aproveitei para chupar sua boca, sua língua, seus peitinhos pequenos e durinhos, com mamilos pontudinhos, de vez em quando voltávamos ao 69 e depois ela cavalgava novamente, virei ela de quatro, meti com força, batendo minha virilha na sua bunda, enfiando a ponta do dedo no cuzinho,chupando sua orelha, sua boca, mordiscando sua nuca, mudamos de posição e ela sentou de frente com meu pau todinho dentro, volteia pegar ela de quatro, deitei ela sobre o encosto do sofá, dava a altura certinha, comi de frente, por trás e de frango assado gozou mai uma vez.

Toda vez que gozava ela endoidecia. Depois de gozar ela queria chupar meu pau e eu disse que ela tava me devendo, que eu ia comer o cuzinho dela. Ela não queria, mas convenci quand o disse que se doesse eu parava. Comecei lambendo aquele cuzinho rosado na posição de frango assado, depois fui enfiando o dedo lentamente, sempre lubrificando com saliva, bem tranqüilo, sem pressa. Acho que levou mais de meia hora até eu conseguir colocar dois dedos sem ela reclamar, foi quando botei meu pau na portinha e lentamente empurrei para dentro, todinho. Quando ela percebeu que encostei meu saco na sua bunda ela sorriu e disse: Serviço bem feito, quase sem dor. Eu já estava com dor no saco de ficar tanto tempo de pau duro sem gozar, mas antes de gozar quis aproveitar bem, ela também, já que ficou massageando a xoxota e gozou novamente quando eu já estava socando com força, quando gozei foi com muita força, meu saco batia na sua bunda fazendo um barulho delicioso. Ficamos ali, nos beijando, até meu pau sair de dentro dela todo amolecido. Perguntei se o marido dela percebeu que ela saiu, ela só respondeu que estava bêbado e dormia feito um porco. Tomamo s banho, esperamos secar sem toalha mesmo. Fomos de volta para o sofá e chupei aquela buceta tesuda até ela gozar mais uma vez. Ela perguntou se eu ainda agüentava mais uma gozada, eu falei tenta. Ela caiu de boca, demorou um pouco, mas ele ressuscitou, dei certa canseira nela, mas consegui novamente gozar naquela boca insaciável. Fomos embora felizes, já de madrugada, eu estava tão esgotado que de manhã perdi hora do trabalho. O chefe veio me perguntar se havia algum problema, pois eu estava pálido e com olheiras, respondi que tive uma disenteria a noite, mas que trabalharia normalmente. Além da bela trepada ainda ganhei moral com o chefe.

Na quarta, quinta e sexta repetimos a maratona sexual, na sexta de presente ganhei mais uma vez o cuzinho. Na volta do pessoal nem um pio, sempre que ia a casa do meu cunhado e ela estava lá não havia o menor sinal que tivesse ocorrido algo entre nós, esse foi o trato. Vez por outra ainda nos encontramos, até hoje ela nunca traiu o marido com outro cara, apesar do cara ter brochado de vez. Disse que nunca vai se separar dele, por dó. Continua adorando quando gozo na boca e aprendeu a gostar de dar o cuzinho rosadinho. O mais interessante que para ambas as partes é apenas sexo.

 

Vizinha recém chegada

Edu, tenho 27 anos, 1,65 altura, moreno bem claro, olhos e cabelos castanhos, me considero bem atencioso e carinhoso, sou acadêmico, atualmente moro em Barreiras interior da Bahia.

Eu, sempre fui um cara atencioso com as pessoas e sempre muito prestativo. Ao lado da casa dos meus pais, havia um imóvel a ser alugado, é uma casa com três quartos, sala, cozinha, banheiro, uma área de serviços e um enorme quintal. Em setembro de 2009, chegou uma família de uma cidade que fica a quase 70km de Barreiras-BA, essa família é composta por Mae, mais três filhos sendo um menino de 10 anos, duas meninas uma de 15 (L)e outra de 19(N) anos. Ate então, tive um contato, ou melhor, aproximação mais rápida com a mãe deles, pois, ela assumiu a direção de uma escola municipal e como eu estava estagiando trocávamos idéias... Então conheci sua filha mais nova de 15 anos(L) e fortalecemos nossa amizade. Ao passar quase um mês, estive na casa delas num domingo a tarde e a mais nova (L) percebeu que eu olhava diferente pra sua irmã(N) mais velha.

Quando estava indo embora ela me perguntou se havia interesse pela sua irmã, sem saber responder apenas sorri. E sempre que eu passava na rua la estevão elas sentadas na porta de casa, pois, havia uma arvore e uma sombra bem gostosa. Numa sexta feira sentei com elas e fui me enturmando e lhe ofereci uma cerveja a mais velha topou e começamos a beber e trocar idéias e nos conhecemos melhor... ali comecei a perceber sua beleza, olhos pretos e bem escuros, cabelos castanhos e cacheados, seios fartos e uma bela bunda, e assim continuamos a beber... Ela perguntou sobre minha namorada, respondi não tinha, que já tinha meses que havia terminado com minha namorada. Eu perguntei: E você tem namorado? Ela sorriu e respondeu sim, ele esta querendo noivar. Fiquei meio sem graça, mas percebi que ela sentiu meu comportamento mudar... e falou que não queria noivar, pois não gostava mais... Certo dia chegando da faculdade, estava (N), sentada na porta enrolada numa toalha dizendo que estava com calor e que não conseguia dormi. Aproveitei a situação e convidei pra tomar cerveja, ela respondeu trás pra ca que bebemos, fui até um barzinho mais próximo e comprei 6 cervejas. Começamos a beber e percebi que em sua casa todos já dormiam e ela já se soltando só de calcinha e sutiã enrolada na toalha, as vezes ficava olhando o seu decote sem que ela percebesse e meu pau já... Quando percebi que ela já estava mais a vontade, já estava com a cabeça feita lhe pedi um beijo e ela na hora me beijou, enconstei na parede e começamos a nos beijar bem forte e sentia que ela estava mais do que carente, pois, levantava sua perna esfregando em mim e meu pau já a mil convidei ela pra sair dali.

Ela topou so que não havia lugar. Ela me deu uma idéia pra eu saltar o muro de casa que sairia em seu quintal, assim fiz. Quando saltei estava ela já esperando e comecei beijá-la novamente, foi quando a percebi tirando meu pau da bermuda e disse: Esse seu pau é de responsa, que pau enorme e delicioso, agachou e começou a chupar e pedi pra ela fica de quatro, pois queria chupar sua xana, ela gemia sem parar e senti ela gozando e melando minha boca... me sentei e pedi pra ela engolir meu pau com sua buceta que já se encontrava toda molhada. Sentou e começou a cavalgar e eu chupando aqueles seios enormes, coloquei de quatro novamente e metendo com força e ela dizia nunca ter visto um pau igual...

Coloquei no seu cuzinho que por sinal estava muito gostoso e quando fui gozar ela pediu pra eu gozar na sua boca e assim fiz, foi tudo de bom... Fui dormi cansado e satisfeito naquela noite. Bjao!!! Mulherada vamos manter contato. Meu MSN: sozinho_quer_na_cam@hotmail.com

 

Com a prima de Goiás

Ola, Bem meu nome é Edu, tenho 27 anos, 1,65mt, moreno bem claro, olhos e cabelos castanhos, me considero bem atencioso e carinhoso, sou acadêmico em Educação Física atualmente moro no interior da Bahia. O conto que irei contar agora aconteceu ano de 2009. Bem, um certo dia a tarde de março de 2009, estava em casa com meus familiares quando de repente para um carro em frente minha casa, era minha avó que acabara de chegar do GOIÁS, para fazer uma surpresa pro meu pai, em sua companhia estava meu tio que irei  chamar de G e minha Dea. Como eu estudo em outra cidade que fica aproximadamente 40 km, eu nem pude dar muita atenção, pois, estava já em cima da hora, cumprimentei a todos pedi licença, pois teria que ir pra facul. Sempre chego por volta de meia noite em casa, daí janto ou as vezes faço lanche antes de dormi.

Nesse dia quando cheguei em casa, liguei a TV e estava preparando um lanche, quando percebi a porta que dar acesso a cozinha se abriu, pra minha surpresa era minha prima só de baby doll se queixando que não conseguia dormi e perguntou se poderia ficar ali me fazendo companhia... Sem pensar respondi, sim, claro, pode e deve, ela não imaginava que eu não resisto a uma mulher de baby doll. Minha prima Dea, deve medir  1,70mt, magra, corpo bonito e bem comunicativa. Se se sentou ao sofá, e começou a me questionar, como eu estava? Como andava o curso? Se eu já tinha casado, enfim esses tipos de coisas. Ao responder que não tinha casado ela perguntou por que, responde a não encontrei ninguém certo e até brinquei com ela, falando “ acho que ninguém quer casar comigo” ela sorriu e disse: “ quem não quer casar com um cara inteligente, boa pinta, que sabe tudo que quer”. Nesse momento saquei que conseguiria algo. Perguntei a ela: Você se casaria comigo? Ela rep. Sim, por que não? Fiquei sorrindo e quando percebi-a estava fazendo cafuné em mim. Ao virar percebi que ela atava ligada e eu olhando aquela gata de baby doll, meus 20cm já se manifestava na calça Tactel.

Tentei beijá-la e ela correspondeu. Acariciando meu corpo e pegando no meu pau, e eu já doido pra traçar minha priminha, meio que preocupado em entrar alguém na sala de TV e nos pegar no maior amaco. Perguntei se ela estava a fim de ir até a garagem, ela respondeu que sim, entrei no meu quarto, peguei camisinhas e fomos pra garagem. Ao chegar ela se agachou e começou a chupar meu pau, que naquele momento ocilava de tão duro e de tanto tesão com única vontade de penetrar na minha priminha safada, ao pegar em sua bucetinha percebi que estava enxarcada. Coloquei de quatro e comecei a esfregar so a cabeça do meu pau nos lábios da sua xana, ela gemia e pediu pra eu meter com força, daí levantei sua perna e meti com muita força e ela gemia bem alto e eu com medo de alguém escutar mas não conseguia parar de fuder aquele rabo tão gostoso, quando senti ela gozando no meu pau e delirando, o meu tesão aumentava mais ainda onde acabei gozando. Ela me beijou intensamente e agradeceu dizendo que iria dormir e desejou-me uma boa noite.

Ela ficou por uma semana em casa e todos os dias trepavamos sempre quando chegava da faculdade. Foi muito bom... Até hoje ela me chama pra ir em sua cidade no Interior de Goiás.

Tenho mais contos: Atenção EU adoro sexo virtual ou quem sabe real tenho webcam meu MSN: sozinho_quer_na_cam@hotmail.com quero manter contato com MULHERES CASADAS, SOLTEIRAS, de toda BAHIA e BRASIL.

 

A ilha de Cosmos

Uma doce brisa soprava, penteando e dando contornos cristalinos ao mar calmo daquelas paragens. Coqueiros e amendoeiras se debruçavam livremente sobre a praia, e suas sombras nos convidavam ao descanso enquanto caminhávamos. Um dia lindo de sol e céu azul celebravam àquela viagem que por tantos anos planejamos. Sonhávamos com uma lua de mel, onde pudéssemos curtir e explorar o mundo com grande intensidade.

Gostávamos de caminhar, pois assim conhecíamos mais profundamente os lugares visitados, e a Ilha de Cosmos possuía muito a ser desvendado. Tudo por lá era exótico e estupendo, suas águas calmas e translúcidas, sua fauna, flora e quanto à população, bem pequena e composta por poucos nativos descendentes dos antigos Maias. Havia também imigrantes vindos de todo o planeta, em busca de tranqüilidade, condições naturais e humanas que estimulassem o processo de ampliação da mente. No passado, houve muitas guerras entre os povos originais e invasores oriundos das outras ilhas caribenhas, até que o império Maia se estabeleceu acima de todos e prevaleceu com seus costumes até meados do século XIII. Posteriormente os espanhóis chegaram e nada encontraram além de descendentes distantes que viviam da pesca e agricultura rudimentar.

Cosmos passou por um novo processo de colonização, assim como todo o “Novo Mundo”, se tornando já no século XX o destino perfeito para pessoas agnósticas que buscavam liberdade de expressão, opinião e o direito de exercerem seus valores e costumes sem o braço forte da sociedade julgando e marginalizando os diferentes.

Suas areias ainda preservavam contornos originais e variavam entre branco e muitos tons de rosa. Suas águas fantásticas desfilavam exuberantes no vai e vem das marés, se transformando a cada hora num tom diferente entre o azul e o verde, sem falar da vida animal presente, seres raros e endêmicos, aves multicoloridas, crustáceos e peixes como nunca vistos em nenhum lugar do planeta. Possuía também picos nevados de até seis mil metros de altitude e infinitas cachoeiras com quedas de até oitocentos metros, além de floresta tropical e predadores como Leopardos e Onças Pintadas.

Cosmos adquirira moeda própria e independência do mundo, não possuía governo, mas um conselho de anciãos formado por alguns nativos dentre outros que vieram de fora e ali se estabeleceram há muitos anos. Sua economia era voltada totalmente para o eco-turismo, suas terras não estavam à venda e tudo o que se produzia comercialmente era distribuído igualmente entre todos, de maneira que nada faltava à sua população e mantinham um altíssimo nível de educação, saúde, lazer e moradia. O PIB era tão forte que podiam sair para qualquer parte do mundo quando quisessem, mas raramente o faziam. Tecnologia e reciclagem, tudo em perfeita sincronia, viviam os prazeres do mundo moderno, mas sem agredir a base de sua sociedade, o meio natural e a liberdade de pensamento. Era de fato uma cultura baseada na construção eterna e no ciclo filosófico da experimentação e da novidade.

A ilha era muito pouco visitada, pois suas acomodações ricamente adornadas e contraditoriamente simples custavam valores acima do padrão internacional. Porque os turistas deixariam de ir à Polinésia dentre outros tantos lugares lindos e mais econômicos para visitar Cosmos? Sendo que a cultura de valores exóticos e livres era também extremamente condenada pelos demais países e culturas do mundo. Consideravam Cosmos uma Ilha excêntrica, de valores perigosos e confusos, local onde loucos viviam, pessoas sem Deus e sem religião.

Assim decidi que este cenário era perfeito pra mim, buscava uma parte do planeta onde pudesse pensar, dialogar com pessoas que acumulavam conhecimentos, que estavam muito além dos dogmas e que viviam a vida experimentando e gozando sua verdadeira essência. Sabia que aqueles que visitavam Cosmos pensavam como eu, buscavam a independência da mente, a libertação intelectual e moral.

A princípio, minha esposa Juliana resistiu um pouco, não estava preparada totalmente para o que viveria e veria, questionou acerca do que lhe contei sobre o lugar, mas por outro lado, percebi que havia mais que apreensão em seus olhos, havia lá no íntimo, um delicioso coração querendo palpitar mais forte, porém não preparado para se tornar imoral, amoral, alternativo e livre dos olhos alheios do mundo onde vivíamos.

Caminhando naquelas areias, nos sentimos no principio da humanidade, cruzando com pessoas saudáveis e lindas, educadas que alegremente nos brindavam com um "bom dia" espontâneo e verdadeiro. Por todo o caminho que trilhamos, pessoas se cumprimentavam e dialogavam formando pequenos e grandes grupos, praticando esportes diversos, namorando livremente e se curtindo como no Jardim do Éden. Alguns não usavam roupas e expunham seus corpos bronzeados e de contornos perfeitos ao sol, outros desfilavam uma moda praia mais sedutora e atraente, com cortes onde ângulos e partes dos corpos ignorados no cotidiano eram ricamente explorados. Biquines minúsculos onde pelos pubianos dourados apareciam e combinavam com suas cores, sungas pequeninas e curtas que cobriam apenas os membros sexuais masculinos, valorizando-os com a também exposição dos pelos pubianos bem cortados e queimados ao sol.

Tudo isso vimos ao longo de uma hora de caminhada, o suficiente para aquecer nossas almas. Vidas aprisionadas pela malícia do mundo, onde vivências como aquela eram inimagináveis. Sentimos-nos livres verdadeiramente pela primeira vez, respiramos fundo, olhamos em volta e nos beijamos delicadamente, aquecidos pelo sol e úmidos de um recente banho numa das muitas piscinas naturais da ilha. Nosso sexo acordou como nunca e como estávamos colados um no outro, pudemos sentir nossos volumes e curtir nossas presenças. 

Sentamos abaixo de uma árvore bicentenária e de copa larga e iniciamos um longo diálogo, curtindo toda a perfeição daquele lugar. Logo percebemos a presença de dois rapazes que caminhavam livremente como nós. Ambos pararam perto, nos cumprimentaram de maneira descontraída e se sentaram. Por incrível que pareça, foi tão natural que nos sentimos confortados com àquelas companhias. A maldade, o desrespeito e o desamor não estavam ali, definitivamente seus olhares eram tenros, doces e meigos e os traços gregos não negavam suas origens. Seus trajes mais lembravam pequenas tangas da mitologia, corpos grandes e bem torneados dificilmente passariam despercebidos de qualquer mulher. Um deles possuía cabelos negros e escorridos pelos ombros e se chamava Átenes, o outro loiro com um corte mais moderno e jogado entre as orelhas e espalhado pela testa era Prófecis.

Percebendo nossa expressão latina, iniciaram em espanhol um diálogo conosco. Juliana estava linda, sua pele e pelos dourados proclamavam sua beleza, seu corpo seminú e bem torneado por anos de treinamento de musculação eram um convite a arte sexual. Iniciara um diálogo com os dois enquanto eu me refogava naquelas águas lindas. Retornando, adentrei no bate-papo e percebi que estavam todos descontraídos e Jú muito à vontade. Usava um biquine à moda brasileira, menos exposto que os utilizados por lá, mas não maior e menos atraente. Seus seios rígidos e bem esculpidos com a dosagem certa de silicone pareciam falar por ela em muitos momentos e percebi que discretamente, ambos a admiravam tenramente.

Átenes falava e descrevia seu país, e comentava os prós e contras da vida em Cosmos. Ambos nasceram lá e eram filhos de um grande médico e professor de filosofia grego.

- Viajamos por todos os lugares do mundo e nossa educação foi fundamentada nas doutrinas, filosofias e mitologias humanas. Acredito que vimos de tudo, de maneira que temos a liberdade de pensar e viver como acreditamos.

- Vocês não acreditam em Deus? Juliana estava confusa, porém perguntava muito mais por curiosidade em saber como eles enxergavam o mundo que por preconceito e uma opinião formada.

- Sim, cremos que Deus está em tudo, na energia Cósmica que conduz a vida, o nascimento, crescimento, envelhecimento e morte, portanto, está em nós, mas antes que me faça uma nova pergunta, é importante que saiba que fazemos o que queremos e construímos nossos valores baseados no princípio do respeito aos direitos do outro, da convivência plena e da harmonia entre os povos e as pessoas individualmente.

- O mundo de vocês é cheio de regras, de mitos e lendas. A sociedade se bloqueia e mente para si mesma a todo instante. Vocês não percebem que, por exemplo, o ser humano não é monogâmico?

- Eu sou monogâmica, nasci para um homem apenas e vivo para ele, não tenho olhos para outra pessoa!

- Isso é o que você diz. No fundo, você sente atração química por outros homens e se permitir mentalmente, poderá se apaixonar por mais de um simultaneamente. E não há nada de errado nisso. Os antigos polinésios eram livres e sem sentimento de posse, não viam maldade no ato sexual, assim como quase todos na antiguidade. As religiões transformaram o ato sexual em algo pernicioso e como se tratava de algo básico e fundamental entre seres humanos, impuseram o pensamento de impureza no ato, como algo realizado por obra do Deus negativo, Demônio, Satanás, ou como queiram chamar essa ilusão criada no Cristianismo e em tantas outras religiões.

- Irmão, deixe-me complementar! Prófecis se pronunciava pela primeira vez, era visível sua paz, e com muita harmonia e numa entonação perfeita, discursou sobre o tema.

- Olhem os casamentos pelo mundo, quase todos traem seus cônjugues, pois não suportam a monogamia. Precisam mentir uns para os outros, construindo uma relação sem cumplicidade e sem amor. Olhem os líderes religiosos, quase todos envolvidos em escândalos sexuais, e os que assim não procedem, são tão aprisionados que precisariam fechar os olhos e expulsar os demônios para não ver uma bela e sedutora mulher lhe conduzindo ao leito de sexualidade.

- Desculpe-me por lhe interromper Prófecis, mas penso exatamente como vocês. Os que se libertam de toda essa escravidão psicológica, se tornam pessoas sexualmente desmedidas, descontroladas, pornográficas. Vivem suas vidas controladas por um sexo sem respeito, sem amor, sem harmonia com o semelhante e com seus parceiros. São raros os casos de pessoas que se descobrem independentes das regras sociais e que não descambam para a pornografia. Por essa razão que estamos aqui, que busquei tanto e estudei tanto, pois queria ser livre fisicamente, além de livre mentalmente.

- Então era isso que você tanto queria? Quer transar livremente? Quer sexo fora do nosso casamento? Eu não estou preparada pra lhe ver com outras mulheres, não gosto de dividir o que é meu e se assim for, é melhor separarmos.

- Não querida, não quero dizer que farei algo assim, busco inspiração, estar entre pessoas que entendam e compartilhem de valores diferentes de onde vivemos. Teremos tempo e você descobrirá por aqui muito mais que liberdade sexual nas pessoas, verá que não buscam simples orgasmos como onde vivemos e talvez, compreenda melhor como penso e se torne algo diferente do que é hoje.

Prófecis e Atenes acompanharam nossas últimas palavras com muito interesse. Já haviam presenciado muitos diálogos assim e tinham em suas mentes toda uma seqüência de explicações e exemplos, além de estímulos visuais que pudessem fazer pessoas como Juliana entender melhor a si mesma e a história real do mundo em que vive. Assim sendo, Atenes deu sequência ao diálogo.

- Juliana, você conheceu sexualmente outros homens antes do seu marido?

- Não, me apaixonei por Kauan aos dezessete anos e ele foi e tem sido meu único amante.

- E você Kauan, teve outras mulheres?

- Sim, muitas outras, mulheres de todos os tipos e valores. Passei por toda essa jornada que discursamos anteriormente, pela pornografia, orgias, ménages, transei com casais que buscavam em mim a realização das suas fantasias sexuais e percebi ao longo de tudo isso que muito do que fiz foi vazio, efêmero, não tinha base e não me projetava para a independência e para a felicidade plena, precisava de amor além de sexo!

- Ele sempre me disse isso, mas não creio que precise viver o que ele viveu, que precise de outros homens ou mesmo mulheres para me descobrir sexualmente.

Prófecis e Átenes a perscrutavam profundamente, seus olhares denunciavam que já nos amavam, eram sutis com as palavras e suas vozes soavam como sussurros, era como se nos compreendessem individualmente e respeitassem nossas decisões. Prófecis seguiu expondo seus pensamentos, mas num tom pacífico, não buscava o convencimento de Juliana, somente opinar livremente acerca dos temas abordados.

- De fato, nenhum de nós depende de quantidade de sexo ou de muitos parceiros. O mais importante é estar pleno, satisfeito consigo mesmo e com quem buscamos para estar ao nosso lado. Porém, precisamos também aceitar as opiniões alheias e respeitar outras maneiras de viver, além de não julgar os que estão ao nosso redor. Juliana, você está preparada moralmente para nos amar como seus irmãos, aceitando como somos e entendendo que te respeitamos e que nossas ações não acontecem e não acontecerão para te expor, ou mesmo te estimular a ser como nós? Se conseguir isso, entenderei que de fato é feliz e completa na sua maneira de ser, pois não se influencia por outros estímulos, tampouco se ofende por mais diferente que seja o comportamento alheio.

- Sim Prófecis, te entendo e acho que vocês são homens magníficos, sensíveis, assim como Kauan. Ocasionalmente penso como a maioria onde vivo em muitos aspectos, já Kauan não. Fiquem tranqüilos, viemos aqui para aprender, serei uma expectadora da sua cultura e valores e não julgarei vocês, por mais estranhos que me pareçam. Sinto que são pessoas honestas, boas e verdadeiras, vamos em frente, creio que com o tempo saberemos mais profundamente a diferença do discurso e da realidade, se existir de fato alguma diferença.

- Posso lhes convidar para um jantar na nossa casa, com nossos pais e nossa irmã hoje à noite?

- Claro, será uma honra. Estou ansiosa para conhecer seus genitores, devem ser pessoas incríveis, foi um prazer enorme conhecer vocês, tenho certeza que nossa estada por aqui será ainda mais agradável daqui pra frente.

- Nós vamos, mas a que horas e onde nos encontramos? Eu e Juliana estamos na pousada do Arco-íris, vocês nos pegam?

- Sim, às 20h então passamos por lá.

Despedi-me com abraços e apertos de mão e Juliana com beijos e abraços suaves. Depois de um diálogo como o que tivemos, imaginei que poderia existir uma certa malícia por parte dos dois, e isso me incomodou, mas o que vi foi realmente o oposto. Escorregaram suas mãos pelas costas de Gabriela, acariciaram delicadamente seus cabelos e a beijaram no rosto com uma ternura incomum, eram homens grandes e fortes, mas seus movimentos leves, suaves e delicados. Tranqüilizei-me, percebi que estava entre pessoas fora de série e com a mente tranqüila seguimos calados até a pousada.
Por quase uma hora não conversamos, tomei banho, me arrumei e deitei na cama para ler um livro. Assim, observei discretamente cada movimento de Juliana. Havia saído de um banho demorado e estava deslumbrante. Aderira à moda da ilha vestida com um vestidinho que havia lhe presenteado como saída de praia. Era branco e transparente e vi que sua calcinha era daquelas que não possuía costura, minúscula e bem desenhada por entre suas nádegas. Fitou-me com um olhar sedutor e me perguntou como estava.

- Deslumbrante, não me recordo de te ver tão bonita nos últimos 12 anos.

- O sol de hoje me deixou com muito calor, não estou disposta a roupas maiores e mais pesadas. Como aqui todos se vestem com poucas roupas, não creio que agrida nem chame tanta atenção como onde moramos.

Ela tinha razão quanto ao tamanho das roupas, mas dificilmente passaria despercebida entre nossos anfitriões. Descemos para o saguão onde nossos amigos já nos aguardavam. Prófecis estava com uma calça esporte fino branca e sem camisa, vestia apenas um colete branco aberto no meio, dando vistas ao seu peitoral e abdômen perfeitos. Átenes estava mais composto, vestia uma camisa de seda também branca e uma calça de tecido para mim desconhecido, muito elástica, aparentemente macia e colada no seu corpo, dando mostras perfeitas para as formas das suas pernas e genitália.

Abraçaram-nos carinhosamente e seguimos numa charrete coberta e lindamente adornada com o mesmo tecido da calça de Átenes. Sentamo-nos de frente para eles, naquela posição ficou difícil não enxergar as curvas do corpo de Juliana. Ela percebeu nossos olhares inclinados admirando sua beleza e sem graça, disfarçou e desviou nossa atenção para um assunto qualquer.

- Qual a idade de vocês?

- Eu tenho 28 anos e Prófecis 31. E vocês?

- 29 anos e kauan também.

- Entendo que estamos todos na idade áurea da vida! No momento de descobrirmos tudo o que nosso corpo e mente pode nos proporcionar, para depois da maturidade, descansarmos tranquilamente sintetizando e afunilando nossos pensamentos. Nosso pai é um homem incrível e nossa mãe, a maior de todas as mulheres. O ritmo sexual deles é 30 vezes mais
lento que o nosso. Já passaram da nossa fase, agora concentram energias para viver intensamente a atividade com plenitude e orgasmos cósmicos.

- Como assim? Com sabem detalhes da vida sexual dos seus pais?

- Em nossa casa conversamos abertamente sobre esse tema, que não se constitui um tabú por aqui. Temos nossas regras para as atividades sexuais. Como somos homens, já vivemos a sexualidade com a presença do nosso pai, mas não da nossa mãe. Temos uma irmã e ela já viveu momentos sexuais na presença da nossa mãe, mas não na nossa e do nosso pai. Fazemos de maneira natural e nos sentindo bem, porém respeitamos a diferença de sexo na nossa família e não misturamos o masculino e feminino.

- Quer dizer que já viram seu pai com outra mulher? Sua mãe sabe disso?

- Sim e nossa mãe também já o viu. Não estranhe, mais uma vez lhe peço que entenda quem somos para depois guardar para si suas impressões.

- Chegamos! Átenes anunciou nossa chegada para sua família. Era uma linda casa, quase um palácio, com jardins na fachada e chafarizes clássicos em forma de Deuses gregos nus. Uma das estátuas possuía seu pênis ereto, algo que sei, chamou a atenção de Juliana. Havia também estátuas pelo jardim principal de casais fazendo amor nas mais variadas posições, era possível analisar pequenos detalhes, como os membros masculinos penetrando os membros femininos.
- Olha Kauan, são muito perfeitas. Aqui eles realmente cultuam a sexualidade.

Apresentaram-nos aos seus lindos pais e a Páris, irmã mais nova. Uma música fina vinha de fundo, parecia o som de harpas e outros instrumentos de cordas antigos, o que vim a confirmar com o Sr. Zeus. Era um homem grande, forte, com mais massa muscular que seus filhos, de cabelos semelhantes ao de Prófecis, loiro e grisalho. Sua fisionomia possuía marcas de maturidade, porém muito pouco de envelhecimento. Era um homem muito atraente, assim como sua esposa Atenas, que parecia de fato a deusa do amor. Olhos amendoados, cílios grandes, boca perfilada e levemente grossa, cabelos negros escorridos até a cintura, seus seios estavam à mostra por baixo de uma blusa de um incolor esbranquiçado e o restante do seus corpo também, pude ver até a cor e o corte dos seus pelos pubianos por baixo do já citado tecido. Páris era também linda, muito parecida com a mãe, mas sua beleza não atingira a maturidade perfeita.

Após longas, carinhosas e delicadas apresentações, fomos convidados a sentar à mesa e nos ofereceram um tipo de bebida decorada com lindas flores multicoloridas, chamavam-na de Lópus. Juliana adorou, lembrava as “Roscas” brasileiras feitas com Vodka e frutas. Eu preferi a cerveja que possuía um sabor cremoso e com um leve sabor de mel ao fundo, além é claro, da cevada. Os olhares de todos estavam em nós, percebemos que nossas belezas os atraíam, nunca me achei um cara bonitão, nem mesmo para Juliana, mas tinha meus dotes, como pernas bem torneadas e grossas, tórax forte e braços bem musculosos. Mas diante dos homens daquela casa, parecia um anão. Ainda assim, algo me fez sentir mais lindo que nunca e percebi que o mesmo se passava com Juliana. Através de um delicioso bate-papo, percebi que os olhares masculinos estavam direcionados para ela, quando falava, a olhavam com ternura.

Não senti ciúmes, percebi que o mundo ali era diferente, sem maldades, sem hipocrisias, me senti muito bem. Juliana falava com nunca, explicava sobre nosso país e naturalmente o assunto chegou ao mesmo ponto onde parou na praia. Entre algumas taças de Lópus, ela colocou seus pontos de vista sobre sexualidade e que não estava preparada para a poligamia. Mas não esperava ouvir da Srª Atenas o que escutou posteriormente.

- Minha vida é plena, hoje sei e sinto isso. Vivi de tudo e pude sintetizar e praticar o que me faz bem. Tenho clareza suficiente para optar por caminhos que me confortam e que tornam minha vida mais atraente e feliz. Sexo para mim não é apenas a interminável busca pelos múltiplos orgasmos que as mulheres podem ter. É a possibilidade de conhecer alguém profundamente, e com ela trocar experiências necessárias para a vida, ampliando o foco e abrindo a mente para novos processos espirituais.

- A senhora teve outros homens além do Sr. Zeus?

- Sim, muitos e no princípio, com a presença do meu marido. Eu não era capaz de imaginar isso no início, quando vivíamos na Grécia. Meu marido me mostrou essa faceta da vida e por isso, nos mudamos para cá, para longe dos olhares maldosos e dos julgamentos.

- Vocês não sentem ciúmes, nojo, repulsa por assistirem seus parceiros com outros?

- No princípio sim, mas com o passar do tempo, percebemos que o ciúme é um sentimento dominado pela insegurança, pelo medo de perder o parceiro ou mesmo de ser humilhado pelos terceiros que se aproximam e vivenciam algo conosco. Percebi que não tenho o direito de aprisionar os desejos sexuais de meu marido, tampouco os meus. Eles podem demorar a vir minha filha, mas um dia, você será tragada pelo desejo de se entregar a outro homem e se não estiver pronta e sublimar isso, estará aniquilando parte de você mesma e travando algo natural no ciclo da vida. Seguindo indiretamente os preceitos das religiões, que tanto pregam perfeição, mas que pouco fazem para a construção do verdadeiro amor e fraternidade entre os seres humanos. Quanto mais livre nós formos, mais perto estaremos do “Amai-vos uns aos outros”, do “Amem seu próximo como a si mesmos”. Certas filosofias têm sido muito mal interpretadas e o reflexo disso é um mundo dominado pelo ódio, incompreensão e egoísmo. Muitos desses sentimentos residem e se proliferam em função das mentes estarem aprisionadas e impedidas moralmente de serem e executarem sua ordem natural, de serem seres humanos plenos e poderem entender o amor também pela sexualidade livre.

Pude verificar o deslumbre nos olhos de Juliana, pela primeira vez ela não questionava, mas também não aceitava. Estava em sua face certa incredulidade, não entendia claramente e estava confusa. Sua moral estava acima das possibilidades de vivências além das que possuía. Tinha medo de arriscar e de sofrer as conseqüências, mas estava encantada com a força daquela mulher, tinha algo nela que jamais havia visto no Brasil. Suas palavras soavam como relâmpagos e atingiam em cheio seu coração, que palpitava forte, seu estômago revirava num frio que subia pela espinha dorsal em forma de pequenos espasmos e calafrios. Mas não pensava, não imaginava, sequer se permitia isso.

O diálogo prosseguiu entre Juliana e a Srª Atenas, todos nós observávamos uns aos outros e escutávamos o lindo duelo travado entre as duas. Por um momento fiquei sonolento e distraído olhando o céu lindo e estrelado de Cosmos quando Páris me interrompeu perguntando se eu gostaria de dar uma volta e conhecer o entorno da casa. Olhei pra Jú e a mesma consentiu com a cabeça, levantei-me e segui pelos jardins com minha anfitriã. Disse-me para não me preocupar com Juliana, que ela estaria bem com sua família e que os dias se passariam tranquilamente na ordem natural do universo. Um minuto se passou e Páris irrompeu o silêncio afirmando que poderíamos permanecer com eles como seus convidados por quanto tempo quiséssemos.

Pouco mais adiante do jardim onde estávamos avistei outros jardins lindos repletos de espreguiçadeiras, camas árabes onde lençóis refinadíssimos e lindas almofadas bordadas em estilo persa requintavam o ambiente. Páris comentou que há muito não recebiam visitas e que era para eles um enorme prazer compartilhar das suas vidas e do seu lar. Mostrou-me a casa que mais parecia um palácio grego, com pilastras arredondadas e perfiladas sustentando a rica e detalhada arquitetura superior. Visitamos o salão de arte, com quadros, esculturas e obras colecionadas por seu pai ao longo de todas as suas viagens internacionais e também o parque aquático que mais parecia um oásis do Saara. Havia Palmeiras orientais, areia e no lugar do lago, uma piscina com deck de jacarandá perfeitamente polido. No centro da piscina, um bar mergulhado com o balcão acima do nível da água aproximadamente trinta centímetros. Num dos cantos uma cascata finalizava a obra, um dos lugares mais lindos que já vi construídos pelas mãos dos homens.

Paramos por lá um instante e quando percebi, já havia quase uma hora que estávamos ausentes.

- Lindo passeio, a casa de vocês é incrível e sua companhia é muito agradável. Já se passou algum tempo desde que saímos... Podemos retornar? O papo tava bacana também e quero me reintegrar ao grupo.

- Claro Kauan, me siga, retornaremos aos jardins.

Seguimos por um caminho inverso e ao longe pude avistar a entrada do primeiro jardim. No caminho encontramos a Srª Atenas cuidando de algumas plantas e perguntei se estavam todos ainda sentados a dialogar num dos jardins. Ela me observou profundamente e sutilmente nos indicou que procurássemos no jardim de descanso. Páris ficou ajudando a mãe com as plantas, nos despedimos carinhosamente e segui até o indicado jardim. Já podia ouvir as vozes misturadas, imaginei então que a discussão havia tomado proporções maiores e mais profundas. À medida que me aproximava, ouvia as vozes ainda mais altas, mas não entendia o que diziam.

Por um momento pensei em não aparecer de surpresa, poderia de certa forma inibir as opiniões de Juliana, acho que nesse primeiro momento seria importante que ela não me visse e decidi subir numa árvore mais próxima onde poderia ver e escutar perfeitamente a conversa deles sem ser visto. Escolhi o ponto e escalei a árvore, ao me virar de frente para o grupo vi Juliana ajoelhada e cercada pelos três homens da casa que se posicionavam de pé e de frente pra ela. Chupava desesperadamente o pênis do Sr. Zeus manipulando-o com uma das mãos e com a outra masturbava Profécis de maneira confusa e desordenada. Átenes se alternava com seu pai oferecendo seu magistral membro para que Juliana também o chupasse. Meu coração disparou, não acreditava no que via.

Minha menina puritana, que sempre condenou todos os meus pensamentos, que sempre assumiu uma postura semi-virgem e de monogamia estava cercada por três grandes homens e dominada, oferecendo prazer aos mesmos e loucamente. Parecia que não transava há anos, mas na verdade seu comportamento era a reação a um estímulo tão intenso que nunca sozinho poderia lhe oferecer. Zeus tinha o maior pênis dos três, uns 20 cm acredito, com um diâmetro bem largo, quase o dobro do meu. O membro de Profecis um pouco menor que o do seu pai e o de Átenes, menor que o de Prófecis, porém mais grosso que o do seu irmão. Os três eram extremamente rígidos e retos e de uma coloração avermelhada pela exposição ao sol e sua cabeças possuíam uma coloração rósea que brilhavam molhadas pela saliva de Jú.

Juliana hora chupava, hora acariciava, às vezes chupava dois ao mesmo tempo como se quisesse engolir aqueles membros incríveis. Foi então que o Sr Zeus a levantou e beijou saborosamente minha querida, suas línguas se entrelaçaram umidamente enquanto seus filhos a abraçavam por trás acariciando sua vagina e sua bunda. Insatisfeita, beijou Prófecis depois Átenes, parecia necessitar estar com os três simultaneamente em todas as ações.

Eu malmente conseguia respirar, estava em estado de profunda excitação. Meu pênis explodia por dentro da minha calça e latejava como nunca. Não sabia o que fazer, se parava com aquilo, se me mostrava e observava o comportamento de Jú... Deixei que continuassem, sem ser importunados, afinal, tudo aquilo poderia ser a chave para o que sempre desejei, encontrar em Juliana uma amiga e cúmplice além de esposa. Voltei a mirá-los e a vi de quatro sendo chupada pelo senhor Zeus que estava embaixo dela em posição de 69. Juliana sugava seu pênis com uma voracidade estupenda e rebolava urrando alto. Os dois irmãos mamavam nos seus seios, beijavam sua boca, esfregavam os pintos no seu rosto e esparramavam os corpos por cima dela, de maneira que pudesse sentir os peitos, abdomens e braços lhe possuindo e lhe preenchendo. A cada estímulo que lhe davam, era surpreendida e reagia como um animal no cio, rebolava freneticamente e com a boca sempre preenchida a sugar algum daqueles pintos, urrava com a boca cheia não suportando o altíssimo nível de prazer.

Não suportei mais, tomei coragem e desci da árvore em direção a eles. Parei há dois metros de distância e por alguns segundos continuaram executando suas tarefas sem me ver. De todos quem me viu primeiro foi Juliana, se assustou, estava quase gozando na boca do Sr. Zeus e com o pinto de Átenes na boca e o de Prófecis na outra mão, me encarou com um olhar de súplica e penitência. Por um instante parece que o tempo congelou, li seus olhos, me diziam que eu entendesse sua loucura, pois era como se estivesse explodindo e respondendo há anos de negação de si mesma. Pedia-me com os olhos mais um pênis, me pedia para não parar com aquilo, queria mais, se pudesse, gostaria de possuir todos ao mesmo tempo e saciar àquela sede de prazer acumulada por tantos anos. Fazia tudo isso com o olhar, sem parar de executar uma belíssima chupada no pinto de Átenes.

O Sr. Zeus estendeu sua mão e segurando a minha, me posicionou em seu lugar. Neguei com tranqüilidade e lhe disse que fizessem o máximo que pudessem para que Juliana esgotasse toda sua sede de prazer, que possuíssem ela como nunca havia sido possuída. Tirei minha roupa e entreguei meu falo pra que ela me chupasse. Juliana continuava de quatro e de frente pra ela, me debrucei por cima de suas costas, posicionei seu bumbum pra cima arrebitando sua vagina e pedi que o Sr. Zeus lhe penetrasse com seu incrível pênis grosso e rosado. Ele se aproximou e iniciou a penetração aos gemidos de súplica de Juliana que a essa altura, pedia que enfiasse forte e rapidamente. Ajudei na penetração abrindo suas nádegas e logo depois ele estava socando seu grande pinto nela num vaivém perfeito e ousado.

Quando enfiava todo o seu falo, encostava seu abdômem e o esfregava na porta da vagina de Juliana que urrava de prazer, olhando pra mim e pedindo os três pintos em sua boca. Obedecemos e ela chupava os pintos, os sacos, beijava o abdômen dos irmãos e rebolando muito, chegou ao seu primeiro orgasmo aos berros. Pediu para ser chupada pelo Sr, Zeus e que chegasse também ao orgasmo oral. Em poucos segundos estava gritando de prazer e atingindo o clímax clitorial. Dali pra frente passei a dar as cartas, fazendo coisas que sempre havia sonhado e expondo minha menina ao máximo que nós quatro poderíamos oferecer. Pedi que prófecis segurasse uma das pernas de Jú que de pé foi fortemente penetrada por trás pelo irmão, enquanto eu massageava e beijava seus seios e sua barriguinha e ela me masturbava e ao Sr. Zeus. Todos gemiam alto e o prazer era absoluto, muito intenso, descomunal. Átenes gozou intensamente, molhando a bunda de Juliana com uma grande quantidade de esperma, em seguida orientei que Prófecis experimentasse a deliciosa vagina de Juliana que de quatro, foi mais uma vez preenchida enquanto chupava a mim e ao Sr Zeus. Foi então que pediu em tom forte e rude que Prófecis a penetrasse por trás enquanto seu pai se posicionava abaixo dela para penetrar-lhe a vagina.

Fiquei surpreso, já havíamos feito sexo anal, ela até gostou em pequenos momentos, mas dali pra frente não mais experimentamos, pois ela dizia que doía muito e a dor lhe tirava o prazer. Os dois a penetraram num vaivém frenético e intenso, ela rebolava nos dois pintos grandes e pedia que eu lhe enfiasse meu pinto em sua boca. Dizia-me entre urros de prazer, que não era mais virgem, que adorava aqueles pintos grandes lhe penetrando e que queria muito mais. Calei sua boquinha linda com meu pênis, ela sugou muito e escorregava sua boca de cima para baixo o engolindo inteiramente, o que me deixou à beira do orgasmo. Os dois explodiram e gozaram juntos, melando ainda mais seu corpo.

Por fim, ainda insatisfeita, me pediu que gozasse com ela e desse sequência às estocadas rápidas que Zeus lhe impunha. Penetrei e em menos de dez segundos, gozamos juntos, o maior orgasmo de nossas vidas, pôde sentir a explosão do meu sêmem por dentro e uma vibração desconhecida até então para ela. Seu olhar não era mais aquele que conhecia, era instintivo, desejoso e forte, se levantou, beijou cada um de nós um beijo molhado, chamou para perto de si os quatro machos que a satisfizeram e no meio de nós, acariciou com as mãos, com a boca, os peitorais de cada um, as nádegas, hora abraçando de frente, hora de costas. Percebi em seus olhos que ainda não estava satisfeita por completo, mas começaria a acumular imediatamente suas energias para experiências posteriores, afinal, nossas férias estavam apenas começando...

 

Diana, virgem e com desejo de sexo

Diana tinha completado seus dezoito anos, ainda virgem, pois não aparecera um homem a quem ela se sentiria bem ao fazer sexo, esperava alguém especial.
Fazia faculdade de administração a noite e durante o dia trabalhava em um escritório de contabilidade.
Diferente um pouco das meninas da sua idade, ela era recatada, não falava palavrões e teve sua tesão despertada desde os dezesseis anos quando fora beijada por um ficante, cada beijo acendia um fogo interior em que ela se entregava vertiginosamente às caricias, porém, não permitia que os meninos passassem do sarro.
Beijo aqui, ali, uma passada de mão, um abraço apertado e lá ia Diana tentar dormir morrendo de tesão.

Se descobriu masturbando inconscientemente no banho, água quente no clitóris, dedos massageando levemente e assim começou a conhecer os portais de entrada do prazer, a masturbação em sua vida estava virando um vicio, toda a noite no banho era uma motivação para se tocar, durante o dia muitas vezes se sentia molhada ao ver um trabalhador braçal suado, nu da cintura pra cima.

Estava namorado o Alcides um colega de faculdade e este insistia em fazer sexo com ela, três encontros e notava que este começara a se afastar, ela não lhe disse que era virgem, isso a entristecia contar? E ser motivo de gozações de todos, perder o namorado ou se entregar a ele, afinal era apenas um pouco de pele o seu hímen.

Diana tinha um vizinho de uns cinqüenta anos, Milton, casado, que ela admirava muito, seu porte elegante, ligeiramente calvo, uma bonita voz, um jeito de falar e olhar para seu corpo, sim ela notava que ele ficava incomodado perto dela, as vezes olhava seus seios, as vezes suas pernas, o certo que Diana sentia que mexia com o coroa, ele a comia com os olhos, Diana se divertia com a situação, mas começou a pensar que se entregasse a um homem mais experiente teria varias vantagens:
1- A primeira a experiência natural, acreditava que homens maduros são pacientes e que poderia ser prazeroso e não traumático,
2- A segunda é que este querendo continuar o relacionamento iria ser discreto, não falaria pra ninguém até pela sua situação de casado;
3- E a última vantagem que ela acreditava, é que adquiriria experiência para sair com homens mais jovens.
Assim Diana tomou uma decisão definitiva, iria “seduzir” o vizinho casado.

Começou a cumprimentá-lo com um acenar de mãos sempre que o via, ia a casa dele com um pretexto de conversar com a esposa dele sempre em horários que ela o via chegar de carro, com saias curtas e decotes generosos, conversava com a esposa e fingia ignorar o coroa, mas o objetivo era provocá-lo, ela sentia seus olhares discretos.

Um dia conversando com a esposa descobre que esta vai com os filhos passar uns dias na praia, Diana comenta com astúcia, estratégia: ----“é bom a família toda ir descansar, diminuir o estresse!” Nisso a esposa comenta que antes fosse assim o Milton era advogado estava cheio de serviço não ia com a família, pronto! A Diana com muita astúcia descobriu o que queria!
Ligou para o Milton mais tarde perguntando se poderiam conversar, pois uma amiga estava em uma situação complicada com a justiça e ela queria ajudá-la, marcou para a noite, a família tinha viajado para a praia pela manha.

Não fora trabalhar, foi a manicure e fez pacote completo, manicure, pedicure, limpeza facial, cabelos e depilação, quando estava sendo depilada pensava naquele homem e começou a ficar úmida de desejos.

A noite colocou uma lingerie sex lilás, se perfumou, blusa de malha e calça jeans comum, afinal não queria parecer uma “oferecida”, assim tocou a campainha da casa do Milton as 21h00, este há esperava de bermuda, chinelos, camisa leve ela percebeu um cheiro de banho tomado e um gostoso perfume.

Ele a convida a sentar, pergunta se ela tomaria um vinho com ele, ela concorda e daí há pouco ambos estão tomando vinho e comendo um especial queijo do reino cortado em cubos.

Sentados com um espaço de cinqüenta centímetros entre um e o outro, depois da segunda taça de vinho que Milton habilmente enchera, ele pergunta pela amiga que está com problemas, ela até hoje não sabe onde conseguiu coragem para dizer: ---“Não tem nenhuma amiga, tudo foi um pretexto; eu quero você”! Assim ela colocou a taça na mesa de centro inclinou o corpo e ofereceu seus lábios ao Milton que não resistiu aquela boca macia, linda e ávida por um beijo.
O lábios se tocaram, acenderam a chama do tesão em questão de segundos, beijavam-se loucamente, era como se fosse uma competição cada um querendo dar e receber carinhos mais do que o outro, as mãos passavam do rosto para nuca, desta para os cabelos de Diana, era um momento mágico, quanto tempo Diana sonhara com aquilo!

Milton passa-lhe a mãos nos seios por sobre a roupa, começa a tirar a blusa, desabotoa o soutien lilás e vê aqueles seios maravilhosos, com um biquinho saliente, auréola morena e não resiste começa a beijá-los com tesão, sugá-los, Diana geme baixinho: ---“ai, uuuuiiiii, delicia, gostoso, que bom Milton, suga meus peitos com força”!
Ficam em pé se beijando, a bermuda do Milton é retirada junto com a cueca pela Diana, esta pela primeira vez pega em um caralho que irá penetrá-la, como vira nos filmes e comentários das colegas abaixa-se e começa a chupar com carinho, a principio de leve, mais em seguida com força, com tesão, chupando e passando sua mão pra cima e pra baixo, o cacete está duro, rígido pronto para penetrar sua buceta, Milton continua beijando-a em seguida começa a morder sua calcinha tirando ela com os dentes, Diana está louca de tesão, Milton a deita, abre suas pernas e começa a passar a pontinha da língua naquela buceta virgem, nunca fora chupada, passa a língua sem pressa, Diana estremece, aperta os dentes com vontade de gritar alto que está gostoso, que o Milton é tudo o que ela sonhara e este sem pressa começa introduzir a ponta da língua, língua quente que parecia querer penetrá-la, a buceta depilada de Diana permite que Milton sugue os lábios da xoxota entre sua boca, suga com vontade deixando o clitóris ou o grelinho por último, em seguida pega o grelo intumescido e começa a chupá-lo como se fosse um pirulito e ele uma criança que não queria que este acabasse, Diana goza, jorrando toda seu tesão na boca de Milton, este coloca uma camisinha abre as pernas dele e começa a introduzir sem pressa, dizendo que se doer ele para, ela fecha os olhos em uma mistura de medo de doer, expectativa e muita tesão, sua buceta contraia,fechava e se abria ao ser introduzida pelo caralho do Milton, este não sabia que ela era virgem, mas viu que ela era apertadíssima, carinhoso e experiente teve cuidado e daí a pouco tinha introduzido tudo e mexia dentro de Diana gostosamente, ela gozava de forma incontrolável um orgasmo, um gozo um atrás do outro, todo o seu corpo gozava, Milton a perguntou se ela estava gostando ela só dizia: ---“hum, hum, hum!” Milton ao enfiar o cacete dava uma reboladinha que ela adorava. Depois de meia hora de fudida papai e mamãe ela a coloca sentada em cima do seu caralho e ela cavalga gostosamente, sentindo “apenas” um pouco de ardor na buceta toda molhada, cavalgando e gozando durante uns vinte  minutos Diana está exausta, molhada de suor, Milton a coloca de quatro e diz pra ela que é hora dele também gozar, pois ela já havia gozado muito, a visão que Milton vê é maravilhoso, aquele corpo, aquela cintura convidando-o a agarrar nela e introduzir o pau naquela buceta apertadinha, começou a introduzir o pau e este apesar dela muito apertada entrou gostosamente. Milton começou o movimento de pra frente e para trás e Diana rebolava como uma louca no seu caralho, que prazer Diana estava tendo!

Sentia tudo girar ao seu redor, parecia que estava desfalecendo, morrendo, mas pensava se eu estou morrendo, quero morrer recebendo este caralho na xoxota, Milton sinalizou que ia gozar e ambos gozaram juntos, Diana mais uma vez gozou louca de tesão, Milton fudeu-a gostosamente gozando e gritando palavras que são permitidas aos amantes dentro de quatro paredes: ---“Diana gostosa, safada, sabia que você queria meu caralho, delicia, buceta apertadinha” Diana dizia: ---“Eu era virgem você me comeu hoje e me fez mulher, agora mete com força este caralho, come esta buceta que se guardou pra você, come, mete, arregaça, me bate,faz comigo o que você quiser puto, safado, coroa sem vergonha, come esta xoxota, come mesmo, sacia minha vontade”! Assim o que se ouvia era: ---Ohhhhhh, ahhhh, uuuuuuiiiiii, bom demais gostosa, tesuda, 0hhh, aaaaaaaaaa, uuuuuuu, delicia come esta xoxota come muuitoooo, vamos gozar, vamos Milton? Sim, estou gozando aaahhhhhhh, tome tuuuuuddddo para você, gosttttoooossssssaaaa, ai, ui, ahhhhhhhhhh.

Assim Diana se entregou a um homem experiente e hoje quem mete com ela fica apaixonado.

wilsonmartins@r7.com

 

Minha namorada e a prima dela

Ola, caros leitores. Meu nome é Junior e sou moreno, magro, 1,80 com 75 kg digamos q tenho um físico definido. O que vou contar é como comi minha namorada Ana e a prima dela Camila q por sinal são muito gostosas as duas.  Numa noite a gente tava na casa da Camila vendo filme junto com a mãe dela, era um filme tipo American Pie com algumas cenas de sexo. Nessas horas Ana ficava mais agarrada em mim e em uma delas ela me disse q tava ficando com vontade e segurou meu pau. Acabando o filme a mãe da Camila disse que ia dormir pois ia trabalhar cedo no outro dia, então resolvemos ir p garagem conversar, durante a conversa entramos no assunto sobre o filme e as cenas engraçadas e eu disse que as de sexo também eram boas. Nessa hora Ana percebeu que eu já tava de pau duro de novo e pegou nele dizendo que eu tava muito safadinho e Camila ficou sem graça, mas eu não sabia que ela era bem mais safada que eu.

Quando vi o jeito que Camila ficou falei pra ela não se importar porque Ana tava fazendo graça, mas pro meu espanto ela disse que ficou sem graça porque tava sozinha e eu na hora falei pra ela que ia chamar um amigo meu se ela topasse, mas Ana disse pra ela que não importava em me dividir com ela naquela hora. Ai que meu pau ficou duro mesmo ai Camila disse que se eu topasse tudo bem. Nessa hora Ana já tava abaixado minha bermuda deixando meu pau a mostra pra Camila ver. Camila disse que não via um pau assim na frete dela a muito tempo, foi ai que Ana disse pra ela chupar. Sem perder tempo Camila veio com a boquinha dela me sugando todo o pau dentro dela e me chupava tudo e lambia a cabeça dentro da boca dela enquanto eu beijava Ana. Estava prestes a gozar quando tirei o pau da boca dela e dei um beijo forte e bem molhado naquela boquinha macia e Ana começou a tirar toda a roupa ficando peladinha e abaixando a saia da Camila, fiquei com mais tesão ainda quando vi as duas gostosas peladas na minha frente.

Deitei no chão e Camila veio devagar sentando no meu pau enquanto Ana sentava na minha cara já com a xana toda molhadinha de desejo e gemia a cada enfiada da minha língua dentro dela. E Camila sentava e rebolava com meu pau dentro dela que logo senti o gozo dela escorrendo ai que fui enfiando com mais vontade a língua dentro da xaninha da Ana que logo gozou também. Foi uma sensação incrível foder as duas gostosas e sentir o gozo delas. Depois disso foi a vez de comer Ana de quatro enquanto ela chupava a xaninha da Camila, bombava forte da xana da minha gata e quando fui gozar avisei p ela que na hora me pediu pra tirar porque queria chupar meu pau pra gozar na boca dela, Camila também já não agüentando mais também levantou e ficou na frente do meu pau enquanto eu me punhetava pra poder gozar na cara delas, senti a porra saindo e vi o jato indo direto na boca de Ana que passou a língua e engoliu tudo enquanto jorrava mais na cara da Camila. As duas limparam toda porra que ainda tava no meu pau. Nos vestimos e fui embora com Ana e chegando na casa dela rolou mais sexo. Bom isso fica pro próximo.....
Gatas que curtiram a historia e que gostem de uma conversa quente no msn, adicionem ca_junin@hotmail.com

 

Do Chat para a Cama (Luana)

Olá safadinhos e safadinhas!
Como também sou fã dos contos eróticos decidi dedicar um tempo para escrever algumas das minhas aventuras sexuais. Essas histórias aconteceram há pouco tempo e todas elas vão está sob o título “Sexo Casual – Do Chat para a Cama” apenas trocando o nome FICTÍCIO da menina em questão. Irei também omitir as idades por não concordar com certas leis dessa sociedade hipócrita. Quero deixar claro que também sou fã de chats, como o da UOL e da BOL, e por meio dos quais já fiz e ainda faço grandes amizades virtuais, algumas até se tornando amizades bem reais.
Bom ...
Pra iniciar digo que tenho 30 anos, 170 cm, 82 kg bem distribuídos, pernas e bumbum bonitos e olhos que chamam atenção. Não sou nenhum gato de cinema, mas também nunca fui chamado de feio. Tenho um excelente emprego e moro [praticamente] sozinho. Não tenho filhos e nunca fui casado (ainda bem!).
Em certa tarde, entrei com o nick de fotógrafo em um desses chats e enviava uma mensagem para todos perguntando se “alguma menina se interessava em ser fotografada nua sigilosamente por um fotógrafo safadinho”. É claro que a intenção nunca foi de fotografar, e sim de ter sexo casual, mas o tema iria abrir margens para uma gostosa conversa quente.
Entrei em várias salas até que em uma delas uma menina começou a puxar assunto. Ela perguntou como, onde e o que ela iria ganhar se aceitasse posar para tais fotos. Tivemos uma ótima conversa, expliquei tudo direitinho e trocamos MSN.
Quando a adicionei no MSN, tive uma grande surpresa! Ao ligar a webcam pude perceber que ela não era “ela”, e sim, era “ele”. Fiquei sem entender nada e puto de raiva por está conversando com um suposto “viadinho” que se passava por mulher. Mas, eu controlei minha raiva e me dei uma chance. Perguntei pra ele o porquê dessa pegadinha e ele respondeu que sua irmã iria explicar melhor. Foi nesse momento que ele saiu da cadeira dando lugar a Luana (será o nome FICTÍCIO) ficando de frente para webcam.
Ela começou a dizer que o irmão dela tinha entrado no chat apenas para “zoar com a cara dos otários” e que eu já era a décima vítima. Mas, de alguma forma, ela tinha sentido algo diferente em minha conversa e quando eu pedi o MSN a ele, ela pediu ao irmão para dar o MSN verdadeiro dela, e assim ele fez.
A partir daí, conversamos por quase duas horas se conhecendo e falando praticamente de todos os assuntos. Também tive que revelar que, como o irmão dela, eu tinha entrado no chat para “zoar”, que a história do fotógrafo era pura fantasia virtual e que nem câmera eu tinha, kkkkkkkk. No final da conversa, trocamos telefone.
Nossa amizade continuava crescendo dia após dia e, depois de dois meses, Luaninha se sentiu segura em me encontrar. Marcamos em um local perto da casa dela onde pudéssemos ter ao mesmo tempo um ambiente movimentado (no caso de eu ser um seqüestrador) e um ambiente deserto (no caso da química entrar em cena). E foi assim que aconteceu.
De cara notei que a menina era mulher (ou a mulher era menina, rsrsrs). Seios pequenos, rosto angelical, branquinha, cabelos lisos na altura da marca do sutiã, olhos grandes e cheios de sonhos, pernas grossas, magrinha, bundinha em formação (bem redondinha) e voz aveludada como seus lábios. Digamos que eu tinha achado uma rara princesinha. De pronto disse “Oi” e a beijei.
Nesse dia a química rolou e acabamos saindo do lugar movimentado para o lugar deserto. Demos uns “amasso legais” e pela primeira vez a fiz pegar em meu pau já quente e duro. Aaahhh! Que emoção! Aquelas mãozinhas lisinhas por dentro de minha calça com o zíper aberto só com a blusa cobrindo por cima! Ensinei a ela como subir e descer, massageando o meu pênis. Ensinei sim. Não se surpreendam! A Luaninha era totalmente virgem.
Para um primeiro encontro, acho até que rolou um clima quente demais, mas foi exatamente esse momento que deixou a saudade dentro de nossas almas. Continuamos a nos falar por telefone quase todos os dias e prometíamos um ao outro que a cada encontro ela aprenderia algo diferente. As conversas por telefone já me deixavam excitadíssimo.
Nosso segundo encontro foi em uma universidade. Na época ainda cursava minha graduação e eu já tinha percebido que por volta do meio-dia as salas ficavam abertas e sem ninguém por perto. Era o lugar perfeito! Ela chegou e eu fui ao seu encontro. Logo entramos em uma dessas salas e fechamos a porta. Pronto! O cenário estava armado. Nossas bocas já não eram tão tímidas e nossas mãos já não possuíam qualquer pudor. Ela já sabia onde encontrar o que queria (o meu pau) e não se fez de arrogante. Como prometido e com a coragem de principiante, ela se ajoelhou em minha frente e (mesmo sem saber fazer direito) me fez um maravilhoso sexo oral. Noooossssaaaaa! Como era macia aquela boca e como era quentinha e úmida. Impressionante! Desculpem-me as mulheres que estão lendo, mas eu não agüentei e gozei no fundo daquela garganta. Eu mordia a minha própria blusa para não gemer tão alto ao ponto de ser flagrado por algum segurança. A Luaninha, coitada, ficou sem reação. Ela não sabia o que fazer e eu vendo aquilo, disse:
- Se quer aprender de verdade, então tem que engolir e sentir.
Ela engoliu, fez uma carinha de nojo e revelou:
-É amargo, quente, ruim, mas foi uma das sensações mais legais que já tive. E sorriu!
Poxa! Aquela menina tinha me conquistado de verdade. Fomos ao banheiro e conversamos por mais de uma hora sobre outros assuntos e tomamos aquele “sorvetão” para refrescar o nosso juízo.
Os dias rapidamente passaram e logo estávamos em nosso terceiro encontro. Esse teve que ser bastante rápido, pois os pais dela só a deixava sair à noite se fosse junto com sua irmã mais nova. O jeito era levar a tal irmã pro shopping também. Chegando lá, kkkkkkkk, tivemos que subornar a irmãzinha com 50 reais para ela comer e brincar onde quisesse. A irmãzinha topou na hora. Pegamos um taxi e fomos para o meu apartamento (na época eu morava realmente sozinho). Já chegamos naquele clima de saudade e nossos corpos pediam mais e mais. Em dois minutos as roupas já estavam no chão e então perguntei:
-Hoje você quer perder a virgindade comigo?
-Sim, amor. Será hoje. Mas, ainda não será o da frente. Será o de trás. Quero ver e sentir se realmente é o que dizem.
Confesso que não entendi direito, mas assim fizemos. Pedi pra que ela ficasse de quatro no sofá (já perceberam como as virgens não sabem ficar de quatro na primeira vez? Rs), peguei um tubinho de KY, passei um pouquinho no meu pênis logo após a Luaninha dar aquela chupadinha mágica, passei também um pouco na entrada do ânus dela, massageando e enfiando o dedinho, aproveitando para ensinar como seria a sensação de ser penetrada. Fiz de tudo para ela relaxar. Depois de tudo lubrificado, encostei o meu pênis na entradinha do orifício dela e disse:
-Luaninha, não vou lhe enganar! Irá doer um pouco. E só tem um jeito de ser prazeroso: é você tentar relaxar ao máximo. Sei que será difícil, pois a tensão da primeira vez sempre nos deixa nervosos, mas se acalme que eu serei bem paciente. Aos poucos você verá que o prazer tomará o lugar da dor, até que em determinado momento, você só sentirá prazer.
Fui penetrando de pouquinho em pouquinho, dando tempo pra ela respirar, e de vez em quando mexendo pro meu próprio prazer não ir embora. Aos poucos o meu pênis foi entrando até que, enfim, entrou tudo. Luana, ainda gemendo bem baixinho de dor e prazer, curtiu devargazinho a nova sensação. O ritmo do vai e vem aumentou um pouquinho, mas sempre com aquela cautela por ser a primeira vez. Sentindo que eu já iria gozar, Luana novamente me surpreendeu e pediu pra que eu gozasse na boca dela. É claro que eu não ia rejeitar. E no momento máximo, no clímax, retirei meu pau de dentro dela, bati umas quatro ou cinco vezes e gozei em sua boca. Aaaahhhh! E é por isso que estou escrevendo agora! Foi inesquecível! Tomamos banho, vestimos as nossas roupas e voltamos ao shopping. Engraçado! Ainda deu tempo de brincar de autopista ... realmente ... inesquecível!
Então, enfim, chegou o grande dia! Ela tinha chegado de viagem e tinha decidido perder a virgindade da bucetinha. Luaninha não via a hora desse momento chegar. Nem eu. O local seria novamente o apartamento, o nosso ninho de amor. Desta vez, a mãe dela já me conhecia e confiou a Luaninha aos meus cuidados. A confiança perfeita! Hehehe.
Fomos ao apartamento e já no elevador os beijos rolavam quentes e as mãos percorriam todo o corpo. Decididos, combinamos não perder tempo e fomos direto ao assunto. Peço desculpas novamente as leitoras, mas pela primeira vez me lembrei de ensinar a Luaninha o prazer de um bom sexo oral. Deitei-a na cama e comecei a percorrer toda a extensão de sua vagina com minha língua sedenta de desejos, ora sentindo o hímen com a pontinha, ora mordendo devargazinho os grandes lábios, ora estacionando no clitóris fazendo movimentos circulares. Poxa! Pela primeira vez a Luaninha sentiu o orgasmo vir e não agüentou. Ela gozou forte na minha boca mordendo o travesseiro. Quanta emoção de participar do primeiro orgasmo de uma mulher. Sou fã disso e experiente no assunto [sem me gabar].
Luaninha estava ainda sentindo os espasmos das contrações que seu orgasmo proporcionava e nem percebeu quando me posicionei no meio de suas pernas, já pronto pra descabaçá-la. Por um instante, ainda de olhos fechados, ela pôs a mão no meu peito e me pediu calma. Nesse instante, aproveitando para deitar por cima dela, encostei minha boca perto de sua orelhinha e falei:
-Não existe momento mais mágico do que esse. Vou aproveitar esse momento de seu orgasmo para continuar lhe dando prazer. Não se preocupe! A noite é sua. E da mesma forma que foi no sexo anal, aqui também o prazer tomará o lugar da dor. Não será uma dor tão grande assim, pois você já está tomada pelos os seus desejos mais íntimos.
Não perdi tempo mesmo. Enfiei devagar ao som dos gemidos de dor e prazer, e, ao ultrapassar o hímen, comecei um lento vai-e-vem (não acho justo fazer um sexo animal na primeira vez). Deste modo, Luaninha, mesmo sem abrir os olhos, conseguiu atingir o seu segundo orgasmo.  Ficamos olhando pro teto e conversando coisas sem sentido, riamos a toa, como duas crianças. Depois tomamos banho, limpamos a sujeira do sangue (beeeeem pouquinho, mas saiu), comemos alguma coisa e na saída, claro, a Luana me retribuiu com mais uma chupada mágica. Só assim conseguir gozar. Venho aqui revelar as mulheres que é muito difícil para um homem conseguir dar e ter prazer na primeira vez de uma mulher. Pois normalmente ou se consegue um, ou se consegue outro. E deixo o recado que o importante mesmo é a pessoa com quem você se relaciona.
Estava feito!
Desde aquele dia até esse momento Luana já tinha aprendido muito e nossos encontros, apesar de raros, eram muito prazerosos. Passamos muito tempo ficando dessa maneira até que as coisas foram esfriando e perdeu o brilho. Uma lástima, mas creio que tudo na vida é assim mesmo. Cada um seguiu o seu destino. Mas, com certeza, esse nosso passado, essas nossas emoções, ninguém nos tira, nunca vamos esquecer. Os momentos estão enraizados em nossa alma e nos faz lembrar que ainda estamos vivos e que ainda temos muito pra viver e aprender.
E pensar que tudo isso, toda essa história, saiu de uma simples conversa em um desses bate-papos, em uma simples conversa virtual.
Eu sei que muitos safadinhos devem está batendo uma punheta agora, como também muitas safadinhas estão com as mãos nos seios e na xoxotinha. Para essas safadinhas que gostaram do conto, deixo um recado: “Não esqueçam que vocês possuem uma vida real, sendo assim, não a troque pela vida virtual. Saia de frente desse computador! O que você irá contar depois?”
Deixo o meu e-mail [supremo_descabacador@yahoo.com.br] SOMENTE para as safadinhas [até 20 anos] [de Fortaleza] que desejam sair dessa chata vida virtual e curtir uma emocionante vida real. [As virgens serão muito bem ensinadas]. Espero o seu contato!
Obrigado a todos!

 

Vingança

Após varios anos atrelada a um casamento carregado de despresos e maus tratos, estou sozinha no meu apartamento. O dia foi longo, foi como aqueles que vemos nos cinemas onde o personagem está numa tenda no meio do deserto, está só e o que lhe resta é esperar ajuda, o calor do sol não o deixa dormir e uma mosca faz o único ruido num entorno lacrado pelo silencio e a solidão. Tomo um gole de uisqui. Não sou um perssonagem de ficção, sou uma pessoa real, e se bem o calor é tremendo, o meu uisquie com gelo atenua a imensa solidão e silencio que saem de dentro de mim. O apartamento ficou para mim. Tomara! Cada dedalhe foi meticulosamente escolhido, é um apartamento antigo, com o pé direito alto e com vidraças enormes por onde entra sem pedir licença o dia e a noite. Estou nua fa horas, a nudez me faz sentir livre e, agora, trafegar pela liberdade tem um único sentido: euforia. Sinto meu corpo sutil. Depois do ocorrido mais cedo, percebo como os últimos acontecimentos me deixaram leve, penetrada de mim.

Sinto  uma sutileza abstrata. Agora meu corpo só importa porque serve para o uso de conduzir a minha alma, que serve para o uso de guardar a minha memória, mergulhada, agora, pela gravidade de minha decisão. A ancora rompeu sua corrente, nenhum barco gosta de chão, mesmo as movediças areias das profundezas marinhas não servem para o barco que precisa navegar, salvo as embarcações velhas e enferrujadas são as que ancoram para sempre nas areias que fazem de chão, de cimitério. Hoje navegou solto meu barco. O vento foi seu timão, o vento que penteia as aguas salinas onde eu acrescento minhas lágrimas foi timão e timoneiro. Saber-me livre para fazer qualquer coisa, até as mais crueis, ridiculamente pungentes, como regar as fotos de meu casamento numa jarro preenchido de alchool, prender-lhes fogo e dançar em volta das anatomias deformadas, com um copo de uisquie na mão equelibrada por um corpo embalado numa dança desconhecida, hermética e que tem como melodia um blues é algo há doze anos impensável.

         O telefone toca, suspiro, flutuo entre o teto e o chão, encorajo alguns passos, sinto torpes as minhas pernas, me detenho em frente ao som. Não tenho costume de beber. Meu pai nunca me consentiu que bebesse. Ele também não. Ultimamente aceitava de bom gosto que eu tomasse uns tragos, assim ele me possuía, possuía a única parte com quem ele ainda mantinha um diálogo, as minhas carnes, os meus orifícios, os meus fluidos, os meus gemidos; sou sua puta, a rameira que ele despreza depois que solta sua tensão. Seu pau latejando no palco, como um virus, como um alien; ele invadindo o meu corpo resignado e embriagado, sem paixão, nem desejo. Tenho asco, arquejo, quase vomito as doses de malte que acabei de ingerir. São muitas horas bebendo, comemorando a minha vitória. É ele! Levanto a mão como se estivesse brindando. Do outro lado do toque estão oscilando suas cordas vocais, escuto elas vibrando o som, cuja onda ainda não circula, rebota na sua cabeça, como um grito dado numa caverna: atende essa porra, sua vadia! Atende essa merda de uma vez. Quero dizer que te amo, não é disso que você reclama, não é desse gentil homem que você precisa, uma fábula para teus sonhos, um mequetrefe, um boneco de pano para você brincar? Seguindo o jogo das suposições respondo. De que adianta agora? Não quero teu amor atrazado, você não presta, nunca prestou, é um enganador, engana a todos, até a você mesmo consegue enganar, acredita nos seus sentimentos que tem data de validade, e para muitas coisas é tão perecivel como uma viscera fora do corpo.Fôda-se o telefône, fôda-se você, fôda-se  o passado, quero meu futuro para mim sozinha, não quero compartir nenhum pedacinho dele com você.

O telefone não para de tocar. Aumento o volumem da música. Tenho vontade de urinar. No banheiro escuro acerto o vazo com precisão, preservo um bom traseiro, redondo, empinado. Ùltimamente uso roupas cinjidas ao corpo para provocar os ardores, tal vez provocasse nele o ciume que nunca teve. Sei que minha silhueta fomenta o apetite másculo, sinto como o vulto inrrompe na pelve, os lábios se untam  de saliva, os olhos se perdem na lassidão de uma ilusão erótica que me coloca como fêmea no viço. Para ele tanto fazia mostrar-me como freira ou como puta. Sinto nesse detalhe seu desprezo, ele podia ter todas as mulheres que teve; já eu, bem, de mim ele sabia de minha infantil honestidade, nunca soube mentir, nem sequer esconder, a minha cara desde criança denunciou minhas peraltices, fico corada, tal vez por isso, por essa sinceridade nunca a vida me castigou até que me apaixonei. Ontem ele levou suas últimas roupas, livros, discos, não trocamos uma só palavra. Pasei a noite em claro, de madugada decidí tomar uns ansiolíticos e, por fim, conseguí dormir.

 

Hoje, passado o meio dia, acordei como um zumbi. A feira estava instalada, todas as sextas é montada uma feira bem em frente ao predio onde moro. Coloquei um vestido solto, arejado, calcei umas chinelas baixas e descí para dentro da feira. Um rapaz ofereceu-se para carregar as minhas compras, era um sujeito jovem, forte, com uma musculatura exercitada, tinha os olhos duros, os lábios grossos, os dentes brancos, as mãos grandes e firmes. Disse quem sim, que precisava da ajuda dele. Perguntou a distancia até onde deveria levar minhas compas, apontei com o dedo. Acertamos seu pagamento. Paguei adiantado. Não tinha  intenção de comprar nada, estava lá para abastecer-me dos desejos mundanos, precisava fruir meu corpo na miscelânia de cheiros, de cores, de vozes, precisava sentirme nessa vitamina humana que se reune numa feira para comerciar, para comprar e vender, para ludibiar e enganar, para abastecer.

Depois de trafegar a esmo tendo o rapaz como meu acólito, depois de perguntar as corriquiras perguntas de quanto custa aquilo, ou de onde veio isto, como posso preparar aquilo outro, numa barraca de verduras agarrei uma cenoura quase cilindrica, para ser mais precisa era ligeiramente mais grossa no inicio que no fim, olhei para o rapaz, ele olhou para mim, descí a visão até as suas entrepernas e pisquei um de meus olhos, ele sorriu marotamente. Paramos numa barraca que vendia caldo de cana, pedi dos copos que vieram cheios do caldo açucarado, ele perguntou se no convite estava incluido um pastel, acenei afirmativamente, ele pediu um de franco com guariroba. Bebeu e comeu com impetuosidade. Lá, enquando palitava os dentes, disse para ele: quero que me leve no colo, eu sou a compra; quero que me carregue como se dois noivos recem casados fossemos; quero que abra a porta do meu apartamento e diga: em fim sós; quero que tire sua roupa para mostrar suas qualidades, enquanto isso eu tiro as minhas, pausadamente, assim as suas virtudes se multiplicam e, uma vez nus, quero que me penetre delas e pocure pelas minhas bem no fundo, como se meu corpo fosse um labirinto e na sua saida você gozasse a liberdade que ele deu as suas paixões. O rapaz só entendeu o principal, eu queria ser devorada pela sua jibóia.  

No apartamento perguntei o seu nome. Pedro, ele disse. Coloquei música, falei para o Pedro ficar a vontade. Fui até a cozinha e preparei duas doses de uisquie on the rocks, coloquei um pastiche de frutos secos num recipiente de cristal. Voltei, ele estava nú, sua roupa jogada no chão ao lado do kilim. O rapaz era do tipo viril, tinha um falo proporcional, nem grande, nem pequeno, nem grosso, nem fino, um pau perfeito, saudável e limpo. Pedro tomou a sua dose de um trago, triturou os gelos com os dentes, sorriu, disse ser a primeira vez em sua vida que tinha esprimentado uma bebida granfina, que no seu bairro, nos fins de semana ele enchia a cara com pinga, pinga da boa, replicou.

 Abaixei meu vestido, seus os olhos ficaram apertados, reunindo os detalhes de minha estampa. Bastou ver meu corpo nú para seu falo ficar terso. Bebí uns tragos. Ele, agachado, massageou meus pés. Seu tato era aspero, seus movimentos delicados, havia lá uma contradição, mas não era o meu propósito estabelecer qualquer correlação entre uma coisa e outra. Sua mão acariciava minha pele meticulosamente, igual um alfaiate toca o pano antes de retalhá-lo. Acho que ele não acreditava no que estava acontecendo. Senti seus labios beijando meus joelhos, subindo pelas minhas coxas, parando na virilha. Sua saliva fria me encheu de frenesi, explodí num orgasmo, um orgasmo eu veio rápido e curto. Como dizem os gourmets: um acepipe. Logo ele sugou minha vulva igual uma ostra, o rapaz era inculto mas virtuoso, parecia ter prática no coito oral. Veio outro orgasmos, este mais longo e profundo. Meu corpo flutuava empurrado suavemente pelos espasmos do prazer. Eu na ponta dos pés, ele de joelhos. Eu acariciando seu cabelo crespo, ele lambusando-se na pitança servida entre minas pernas. Me lançou sobre a chese e me penetrou. Sentí seu falo abrindo minhas entranhas lubricadas, sentí como sua glande socava uma e outra vez, como esmurrando rudimente a porta, a porta de uma fortaleza, até abrí-la em outro extase, este onírico, pois meu castelo havia sido invadido pela cavalaria amiga cujo fim era libertar-me da torre onde estava confinada. Estava no paraiso quando ele gemeu ferozmente, seu pau, como a cana, espremeu todo o seu sumo dentro de mim. O mar, agitado, conduzia suas ondas gigantescas até a praia onde explodiam em cortinas de espuma branca sobre as areias.

 Entramos em um estado de torpor, dormimos, ele sobre o chão, eu na chese. Acordei primeiro. Impulsada pelo deleite de tê-lo alí, sobre meus pés como uma presa abatida, fui até o meu cuarto e do armário retirei um cachecol, com ele vendei os olhos de meu jovem e desconhecido mancebo, acariciei seu peito limpo de pelos, com a boca começei a beijar seus mamilos, seu umbigo, sua cintura, precisava me alimentar, tinha que dar fuga a toda a fome contida e provocada pelo canalha de meu marido. Vingança! Uma vingança consciente. Precisava chupar outro macho, sentir os guinchos de sua linfa batendo em minha gargata. E assim foi. Engasguei, tosi, vomitei. No chão, nua, começei a chorar, as lágrimas caiam no tapete se misturavam aos nossos fluidos. Repentinamente uma melancolía invadiu minha consciencia. O Pedro, assustado, perguntou se eu estava bem. Disse que sim, que queria ficar sozinha. Ele pegou sua roupa e saiu batendo a porta com força.  

Agora estou aqui, nua, só, com o corpo preenchido por outro homem, já é noite, falta pouco uisquie para terminar a garrafa, a musica acabou, o telefone não para de tocar. É ele, ele precisa de mim, e eu preciso dele, preciso terminar minha tarefa.

Aló? Sim, pode vir, estou te esperando.     

 

Tudo começa no trabalho

Tudo que narrarei e pura verdade, vou descrever sou moreno 1,77 não tenho nada com o corpo atlético, mas não tenho inveja de ninguém. Mais vamos ao que interessa, comecei a trabalhar em uma empresa no interior do Brasil, um ano antes da minha colega. Os nomes vão ser fictício (Hilton, Rosana) porem tem que preservar os verdadeiro eu sou casado e ela separada há pouco tempo. Tudo começou quando a mesma pediu para jantar no mesmo horário, depois de alguém dias agente começamos a conversa sobre casais que se separaram. Uma coisa que não sabia ate então, eu pensava que era casada, quando ela mesma falou que estava passando por o processo de separação e a quilo era muito dolorido pra ela. Mais só o que tinha falado para mim suou no meu ouvido foi pura sacanagem. Então eu pensei, porque não, vou investir em um quebra gelo. (aventura fora do casamento)    
   Então com papo vai papo vem sobre casais, ela mim féis uma pergunta em relação à traição, tomei um susto, porque o nosso diálogo estava fugindo do controle. Olha a pergunta que ela féis, você tem coragem de trair sua mulher?(eu) Depende da situação, e com você? Eu toparia com certeza, ela ficou vermelha com a resposta.
   Passaram-se alguns dias, voltei a  conversar, como não sou mane fui dando corda pra ela mesma ficar sem argumento em relação a nos dois. Minha paciência e muito grande, passara-se três meses, quando ela falou que estava pronta pra se entregar. Eu não fiquei tão surpreso. Porque já notava, olhares, falava que queria algo só pra ficar perto, porque nos últimos três meses eu ficava alimentando um sonho. (que virou realidade) ela não e nem um monumento, mas e do tipo que contagia o ambiente, contente e ti faz bem, entende.
   Marcamos o primeiro encontro, lembro ate hoje, foi em dia de sábado no final do expediente. Na época eu tinha um Chevette velho mais quebrava um galho tão grande, que nossa primeira vês foram no carro, não foi como eu sonhei. Ficou mesmo só em amassos, ela estava muito nervosa, pensava que o ex: ia aparecer a qualquer minuto pra falar mal com palavrões e participar tudo que via para sua mãe, por esse motivo não prestou. No dia seguinte ela pedia desculpas e falava do nervosismo que era muito grande e eu falava pra ela que ia ter mais vezes.
   Quinze dias depois, acontecia evento de rua, eu sem maiores intenções encontro ela assistindo a banda de forro, por sinal, ótima. (magníficos) começamos a conversa, pouco tempo depois toco no assunto e ela com cara de safadinha responde (demorou) de uma forma que eu fiquei muito alegre. Saímos separados para não chamar atenção de quem estava por perto com o ex: as amigas, mais entre as colegas dela tinha uma que sabia que a mesma tava tendo um envolvimento com uma pessoa casada, mas não sabia que era eu, pois nos trabalhamos juntos e deu o maior apoio. Chegamos ao motel ela tomou o maior susto, a mesma tinha informação que um motel era um cabaré. O ex: passou pra ela que motel não e para mulher casada e sim para mulheres de programa, difícil convencer a entrar no recinto, quando eu consegui fazer ela a entrar ela ficou abobalhada. Na verdade era uma senhora suíte com tudo que tem de direito, eu pergunto se estava tudo bem, ela fala que sim, e quando eu aproveito a situação vou mostrando cada canto do recinto e beijado e tirando a sua roupa e minha também ela nem se toca da situação quando percebe ta só calcinha e sutiã e continuávamos em um amasso gostoso ela pediu para tirar a minha roupa tirou a camisa, a calça, quando tirou a cueca entrou em desespero, da primeira vez ela não tinha percebido o tamanho (19 cm) dizendo que ia ser aberta ao meio, mas argumento vai e vem ela aceitou, mais pediu para colocar devagar  pois nuca tinha sentido uma rola daquele tamanho dentro dela, e aquele tamanho só tinha visto em filmes pornô. Eu fui tiro a parte superior, o que vejo,  um dos seios mais lindo que eu já tinha visto. Pereciam seios de adolescente. Nem parecia, ela tinha uma filha de oito anos na época. Eu comecei a chupalos como se fosse um bebe com fome
Os bicos estavam bem durinhos era uma excitação só, tiro também a calcinha e tenho a visão do buceta toda perfeita, com poucos pelos, não agüentado mais ver aquilo tudo na minha frente comecei a chupar a sua chama, ela não queria porque achava nojento aquilo, mais eu nem estava ai para o que falava. Chupei e chupei tanto que ela teve vários orgasmos. Demos um tempo por alguns segundos para podemos nos recompor dez minutos depois começamos tudo novamente, dessa vês eu apenetrei bem devagar a pedido dela na posição de papai e mamãe, quando entrou a cabeça ela deu um suspiro e pediu para colocar toda, eu estava em estase com o sonho realizado e ela pedindo mais e mais a esta altura eu avisei que estava quase gozando ela pediu que gozasse na sua bunda, neste momento a mesma estava completamente entregue não só por estar vivendo aquele estande mais por, estava sentindo ser mulher por inteira pela primeira vês em sua vida, são palavras dela mesma.
   Demos um tempinho para podermos começar tudo novamente, dessa vês ela tomou o controle da situação. Ela pediu para nos dois iniciar em um 69 porque ela falava que o não queria fazer sexo oral e muito menos anal aquilo mim deixou uri sado respondi a ela que agente ia fazer de tudo.
Eu chupando aquela buceta gostosa e passando o dedo no orifício rosadinho (cu) quando comercie a introduzir o dedo ela pediu para parar, porque estava doendo. Realmente eu não tinha passado nada a tara era grande de mais, então passei a minha própria saliva e entrou todinho. A mesma não sabia se gritava ou chorava de tanto prazer e eu não parava de chupar e socar o dedo no cusinho dela foi quando eu falei que ia botar em seu cusinho ela retrucou falando que ate pouco tempo era virgem que era para eu ir com cuidado pra não machuca La eu disse para não si preocupa que tinha no carro um creme pra aquela situação, passei o produto no seu cu lindo e no meu pau e fui introduzindo e a mesma dizia que estava doendo mais não era pra eu parar que era uma sensação muito gostosa. Comecei a bom bar de leve quando ela pediu pra mais rápido porque queria gozar com uma tora no cu, não perdi tempo bom bei com fossa ate ela gozar e eu também  foi gostoso demais. Ela confessou que sempre quis fazer algo parecido com o ex mais o cidadão não queria fazer e falava pra ela que aquilo era coisa de prostituta. Por isso e que tem muitas mulheres
Pulando a cerca pra sacia as suas fantasias, porque tem quem fantasie com elas. Tem muitos homens que preferem o tradicional eles não sabem que as mulheres hoje são completamente independente e por isso que eu a amos. hoje eu vivo uma relação amorosa com a Rosana a 10 anos. Mesmo eu sendo casado e ela sabendo de tudo, só existe isso porque não houve mentiras.

 

Espero que alguém goste de uma historia de verdade.                

Sogra do meu amigo

Meu primeiro conto, sou o Stilers, moreno corpo atlético, atraente, bonito.....
Este conto aconteceu no ano passado, 2009, tenho um amigo chamado JOAO, e ele namora com a DEYSE, que é filha da JOANA.
No começo não conhecia a JOANA, só a filha dela a DEYSE,
Nos fins de semana, sempre bebo umas brejas no barzinho perto de casa com os amigos, e sempre passava pela rua, umas 3 coroas lindas voltando da caminhada, e o bar parava para contempla-las;
Certo dia, eu bebendo uma cerveja com o JOAO, e de repente as 3 coroas passaram, e como sempre o bar parou, porém foi diferente, umas das 3 coroas era a JOANA, e ela falou algo com o JOAO que era seu genro e foi embora.
Logo que ele voltou, perguntei quem era, e ele me disse que era sua sogra, e era solteira.
Fiquei interessado, e ele me disse que quando tivesse um churrasco me chamaria;
Como esse churrasco nunca chegava, sempre que o via ficava perguntando da JOANA, até mesmo em frente a DEYSE, e ela não achava nada bom, pois ela me conhecia, pois já tinha saído com varias de suas amigas, e ela tinha um baita ciúmes da MAE;
Certo dia, eu tinha chegado primeiro no bar e estava esperando a galera, e no nada a JOANA passa na rua sozinha, voltando da caminhada, e eu nada bobo, falei, andou sozinha hoje, e ela me respondeu que as amigas não puderam ir, e como ela queria manter o corpo sarado, resolveu caminhar sozinha, eu fiquei conversando com ela, falando que caminharia com ela, para marcamos um dia, e fui dando umas entradas, e ela sempre se esquivando, não quis me passar o telefone;
Sempre encontrava ela pela rua, parava e ficava conversando e ela sempre se esquivando;
Até que certo dia, já tinha bebido umas brejas a mais, ela passou e ficamos conversando, e logo falei que ela era muito melhor que as meninas e que estava louco por ela, ai convenci-a a me passar seu numero de telefone para marcamos de sair e ela aceitou;
Depois de 3 dias liguei, nos falamos um pouco, e convidei-a para beber umas brejas, e ela aceitou, fiquei esperando na esquina casa dela, pois ela não queria que a filha nem a vizinhança vissem ela, saindo comigo, pois o pessoal conhecia meu carro;
Ela entrou e após poucas palavras, dei um beijo nela, um beijo bem molhado, e ela me retribuiu, saímos e andamos um pouco, perguntei se ela queria beber umas brejas e ela falou que não estava afim, perguntei aonde queria ir, e ela falou para eu escolher, eu até que tentei, deixa-la escolher, mas ela não quis, então eu falei sei de um lugar, e ela perguntou onde, e eu falei surpresa, fui direto pro motel;
Entramos, logo joguei-a na cama, e começamos a nos beijar, sem nenhuma palavra, beijava sua nuca, sua orelha, enfiava a língua molhada dentro da sua orelha, e ela me acariciando na barriga, e nos peitos, logo tirei a camiseta e ela começou a beijar minha barriga e passar a mão no meu cacete por cima da calça, todo aquele volume, tirei sua blusinha também comecei a beijar sua barriguinha, tirei no seu sitiem seus seios e comecei a chupa-los com vontade, ela gemia de tesão, e falava eu não parar;
Tirei minha calça e fiquei só de cueca boxer, com o cacete duro pra caramba, fazendo aquele volume, ela começou a beijar meu cacete por cima cueca, tirei a calça dela, ela estava com uma calcinha bem pequena, muito sensual, ela enfiou a mão dentro da cueca e tirou o cacete para fora, e se assustou, e me falou, tudo isso é seu, e começo a fazer uma chupeta maravilhosa, eu delirava de prazer, virei coloquei ela por cima, afastei sua calcinha e começamos num 69 sensacional, chupava aquela buceta com gosto, ele ela gemia, e se contorcia de prazer, e falava que ia gozar e para eu não parar, e eu estava adorando, ele chupava minas e bolas e engolia minha caceta, quase se engasgando;
Ela se contorceu deu um grito e gozou, se espreguiçou, e eu falei, não foi nem o começo, eu ainda estava com a caceta dura, coloquei-a de 4, coloquei a calcinha de lado e coloquei na bucetinha toda molhadinha, comecei com movimentos de leve, e fui aumentando os movimentos e ela rebolava e impulsionava a bunda para trás, falei que ia gozar e ela falou que queria leitinho, dei mais umas bombadas tirei a caceta da bucetinha dela, ela virou abriu a boca e começou a fazer uma chupeta, e logo gozei dentro da boca dela, ela engoliu todo o gozo, quase se engasgando;
Dei uma respirada, ela deitou em cima da minha barriga e começou a me dar beijinhos, e não demorou muito, o cacete estava duro de novo, pronto pra outra, ela deitada, puxei mais para a beirada da cama, joguei suas pernas perto do ombro, e coloquei o cacete na bucetinha maravilhosa, beijava-a e enfiava sem dó, até que ela gozou de novo, aquela bucetinha toda molhadinha, que delícia, minha caceta deslizava que era uma delícia;
Saímos da cama e fomos até a hidro, lá coloquei ela de quatro e comecei a comer sua bucetinha de novo, e ia passando a mão no anelzinho dela, jogava agua e ia passando a mão, depois coloquei um dedo, para ver se ela ia falar alguma coisa, e não falou nada, coloquei 2 dedos e ainda bombando na bucetinha, falei q queria o anelzinho e ela falou, me come gostoso, como tirei o cacete da bucetinha toda molhadinha, ele estava meio que lubrificado, e fui colocando bem devarzinho no anelzinho dela, e ela gemia, gemia muito, coloquei até a metade e fui estocando-a, e ela rebolada no cacete, nos movimentos o cacete já estava todo dentro dela e ela gemia e rebolava, dei umas estocadas e falei que ia gozar, tirei o cacete e gozei tudo no anelzinho dela, enchi de porra;
Depois fomos pra ducha tomamos um banho, e fomos pra cama, o onde brincamos um pouco antes de dormir, na manhã seguinte, antes de irmos embora brincamos um pouco mais e deixei-a na esquina de sua casa.
Quando ela passa pelo bar, todos param e falam, que coroa gostosa, escuto aquilo e penso, é gostosa e quem come sou eu!!!!!!!
Ninguém sabe de nosso caso.
Me escrevam, Stilers, São Paulo, transarino@gmail.com

 

Comi a loura no hotel

Estávamos no mesmo hotel em Brasília, eu ia participar de um treinamento de vendas, ela supervisora de negócios virtuais de uma faculdade on line.
Ao chegar e me registrar a vi no hall do hotel e pude observar, (aliás nenhuma mulher escapa da minha observação dos pés a cabeça) que a loura que estava passando tinha uns trinta no muito uns trinta e três anos, era gordinha e gostosinha ao mesmo tempo, coxuda, seios fartos, lábios carnudos e bem vestida.

Subi ao apartamento que me deram e ao tomar um banho fiquei de pau duro só de pensar na loura passando e sua bunda se “jogando para um lado e outro” vocês me entendem, não é mesmo?  A loura tinha aquele rebolado, pois bem não me contive e acabei batendo uma punheta em “honra” daquela deusa loura, na verdade creio que a maior honra para uma mulher é saber que um homem pensou nela, a comeu em uma punheta.

Após o banho coloquei uma bermuda leve, camisa de malha e tênis e desci porque me anunciaram que o jantar seria às dezenove horas, neste momento ainda era dezoito horas.
Chegando ao hall com objetivo de ler os jornais e revistas encontro a loura sentada lendo, sento-me perto dela naturalmente com o tradicional, “dá licença?” ela me olha e afirma com a cabeça que tudo bem, começo a ler, mas meus olhos sempre voltavam a examinar a loura, eu sentia que ele percebia meus olhares, olhares safados dos peitos ao rosto.
A loura em dado momento olhou para mim se levantando e pedindo licença, pois ia jantar eu disse: “se não se importa vou com você, meu nome é Wilson”! Levantamo-nos e fomos jantar e sentamos próximo ao outro.
Comecei aquele papo que vocês conhecem muito bem de onde você é, o que a faz ficar viajando, dormir em cama que não é da gente é uma chatice coisas assim.

A loura tinha uma voz rouca (adoro mulheres de voz rouca), um belo sorriso e boa de papo, disse-me que sim era ruim viajar, mas como ela era “separada” e tinha um filho para cuidar tinha que trabalhar para ganhar a vida, adorei; entendi o que ela me contava como um deixa, tipo “me canta que eu vou”.
Terminamos o jantar eu a convidei para dar uma volta, bater um papo em uma praça próximo ao hotel, ela concordou, fomos andando e na praça nos sentamos e começamos a conversar, ela era um pouco carente, tinha uma necessidade de desabafar e me contou que era separada há seis meses, depois de cinco anos de casada não se entendia mais com o marido, sexo nem pensar, era um sacrifício quando ele queria, porque chegava da rua bêbado com aquele bafo e insistia em fazer sexo, além disso, não tinha responsabilidade com as contas da casa, não há convidava para sair, não a deixava trabalhar fora e também não dava dinheiro para suas necessidades básicas como roupas, cabelos, manicure e coisas assim.
Na realidade ela não sabia com o que ele gastava dinheiro, pensava serem mulheres, mas vasculhava seus bolsos, celular e computador e não encontrava indícios de nada.

Um dia ela foi a um velório de uma amiga que falecera,  ao ligar para ele disse que iria passar a noite velando a amiga, ele disse que ia chegar tarde em casa, mas que tudo bem.
No velório lá pela meia noite ela começou a sentir frio pediu a uma amiga que a levasse a casa que ela ia pegar um agasalho, chegando a casa abriu a porta e ouviu vozes, sussurros coisas assim, assustada e curiosa ao mesmo tempo começa a andar pisando bem leve e com cuidado, notou que as vozes vinham do seu quarto e na porta entreaberta ela vê algo que a deixa parada, perplexa: “seu marido estava sendo enrabado por outro homem e dizia “fode, me fode meu macho, come este cú, estraçalha, me arromba gostoso!” ela não pensou nada, teve a atitude de entrar no quarto xingando seu marido de viado e dizendo que não ficaria com um homem bicha, viado e sem vergonha, o macho que enrabava o marido pulou da cama, vestiu-se de qualquer maneira e disse, “assim não dá Camilo, você falou que ela não viria, fui”!

Após a cena ela joga suas roupas de qualquer maneira em uma mala e foi para a casa da amiga, chorando e contando a cena, “ver seu marido dando o cú para outro macho foi demais para ela”!

Ela ao me contar a história senti pela sua voz que a revolta ainda morava naquele peito, segurei suas mãos e disse: “coitadinha, deve ter sido uma cena terrível”! Fui subindo as mãos até chegar aos seus ombros, passei a ponta dos dedos na sua nuca arrepiando um pouco seus cabelos, ela me olha e diz assim: “foi melhor, hoje sou uma mulher livre que cuida da sua vida”, continue a passar a mão na sua nuca, olhei a nos olhos e não resisti, puxei a para mim e dei-lhe um gostoso beijo na boca, a principio notei que ela tentava resisti, mas logo a sua boca carnuda cedeu e nossas línguas se tocavam, enroscavam-se e não queríamos parar de beijar, eu parecia um polvo alisava seu pescoço, passava as mãos nos seus seios fartos por cima da roupa, descia para a cintura pernas e levava a mão a sua xoxota, ela permitindo que eu passasse os dedos na xoxota por cima da roupa.
Naquela agarração uma vontade louca de chupar seus peitos, mordê-la, fudê-la toda, a convidei: “vamos para o hotel esquecer tudo o que é ruim e fazer amor bem gostoso, safado, ou seja, sexo animal dentro de quatro paredes?” ela disse: ---“Olha, sarrar é uma coisa, fazer sexo é outra, tem que ter confiança e eu apesar de seis meses que não faço sexo, preciso me sentir segura”. Não insisti e continuamos o sarro.

Estava frio e ela propôs que fossemos para o hotel. Lá chegando trocamos os números de celulares e propomos de nos encontrar no outro dia à tarde.
Tomei um banho de pau duro, não bati mais uma punheta; xinguei a mentalmente “aquela vaca” me deixou com tesão, será que vou dormir? Depois que me deito o telefone toca é e ela que me diz: “Não estou conseguindo dormir, vamos conversar?”, pensei: demorou!
Bati na porta ela abre de camisola longa, preta e quando entro, me agarra e diz: “seu bobo quero você!” e começamos a nos beijar, a camisola, sua calcinha sex, minha bermuda e camisa voam quarto a dentro, em um louco beijo a levei para a cama, ela se deita e eu como um animal faminto me atiro a ela, beijando sua boca, seus seios com aqueles mamilos “rosadinhos e grandes” e chupo gostosamente, que delicia”, passo a língua em toda a sua barriga, abro suas pernas e começo a chupá-la e vejo que ela esta toda tensa se segurando para não gritar e só dizia: “que boca gostosa, que chupada, como eu estava precisando disso, chupa gostoso”, sua xoxota era toda raspadinha e tinha um cheiro delicioso, ela não agüentou muito e deu o sinal que ia gozar e eu dizia: “goza gostosa, aquele seu marido viado não te chupava gostoso, não te deu amor e um caralho gostoso, agora vou te dar tudo isso, goza, tesuda, gostosa, loura cheirosa, delicia de buceta”. E ela rebolava os quadris como uma louca, em seguida ela começou a tremer como uma gelatina, todo o seu corpo tremia e a respiração era rápida e curta fiquei assustado e a perguntei se estava passando bem, ela respondeu: “estou com muita tesão, sinto uma vertigem, mete na minha buceta, estou “necessitada” de pau nela, não pensei duas vezes comecei um papai e mamãe, quando introduzi ela estava tão atrasada que começou a gozar novamente e dizia: “fode, me fode, come esta buceta louca que está com fome de caralho, fode amor, fode até o fundo, com força” eu a fudendo com força e ela rebolando como uma louca, que buceta apertada, gostosa e macia!
Sem falar nada dei uma paradinha e coloquei uma perna dela no meu ombro olhando a nos olhos, coloquei a outra também e começamos um frango assado delicioso, beijava seus pés, passava a mão nos seus seios e dizia que ela era gostosa, linda e cheirosa olhando-a nos olhos vendo ali toda a sua tesão enquanto meu pau entrava e a xoxota agradecida o recebia se molhando toda, fudemos muito nesta posição, em seguida pedi a ela: “deixa eu te fudê como o cavalo fode uma égua, fica de quatro gostosa!” Ela ficou e eu introduzi lentamente meu caralho na sua buceta e falando para ela: “agora meu bem tem que ser como um sonho inesquecível vamos meter bem devagar e fui colocando devagarzinho e dizendo: “adoro você gostosa, tesuda, maravilhosa, que bunda você tem, delicia, gostosa, tttttteeeeeessssssuuuuudddddaa, gostossssssaaaaaaaaaaaa”, ela dizia: “coloque com força, tudo, me arromba a xoxota” eu dizia: “não amor calma, tem muito caralho pra você esta noite, pra que pressa? Vamos meter conversando” (adoro fazer isso!), perguntava pra ela metendo bem devagar, “tá gostoso amor? Já meteu assim, bem devagar o pau entrando e saindo da sua xoxota, ele está sendo educado com a sua xoxota, meu pau tá feliz e ela também não é mesmo”? Ela sussurrava, querendo que eu acelerasse, “sim, sim, tá gostoso, muito gostoso”, parei de fude-la com o pau dentro mexendo na xoxota e falei “olha como ele mexe dentro de você”, ela dizia “estou sentindo que gostoso”! Eu dizia “então responde contraindo sua buceta como se ela fosse mordê-lo”, ela me dizia “não consigo”, eu falava “consegue sim, se concentre eu começo a mexer meu pau dentro de você e você responde contraindo a xoxota”, eu mexia e mexia e daí a pouco ela começou a responder com a xoxota, eu mexia, ela contraia como se sua buceta fosse cortar meu pau estrangulando-o que gostoso! Ela diz: “amor tá gostoso, mas mete nesta buceta com violência, me fode, estou quase louca de tesão!”e eu arremessei com fúria, com raiva, com desejo, “você quer caralho né sua vaca, sua puta, toma caralho nesta buceta” e a fudi gostosamente, ela gozava muito e dizia: “ohhhhh, ahhhhh, ggggooooosssttoooosssooooo, foooooddeeddddeee, foooooddddde maaaaiiiisss, maaaaaiiiiiiss ffffffuuuuuunnnnnndo quero tudo, estou gozazzzzzzzaaaannnnnddoo, ai que ddddddeeeeelllllllliiiiiiiiiccccciiiia isto é que é caralho, mais quero mais, quero você todos os dias meu macho, commmmmmeeee sua eeeeeggguuuuua, come sua égua, come tarado, ela gozou muito, paramos e ela arrancou a camisinha e me chupava como uma louca engolindo tudo coloquei outra camisinha e falei com ela: “tou cansado, vem cá e senta no meu pau”, sentou-se e me fodeu gostosamente assumindo o controle, subindo e descendo, seus peitos balançavam ela colocou as mãos os segurando e eu falei: “deixa os peitos balançarem, adoro isso”, fomos metendo e daí a pouco falei pra ela “vou gozar, goza junto comigo? Ela disse que siiiiiiimmmmm, eu estou prrrroooonnnnnttttaaaa” e comecei a gozar junto com ela: “ahhhh delicia, gostosaaaa, toma pooorrarrraaa nesta buceta, aiiiiii, hummmm, ohhhhhhh, toma tudo, tudo seu, vou encher sua xana de porra, tommmmmmaaa tuuuuuuddddooooo ssssseeeeeuuu tudo, gostosa tesuda, rebola, rebola gostosa, isto com força, com força me fode, ohhhh, aaaaaiiiiiiii DELICIA.

No outro dia nos despedimos à tarde, prometendo nos encontrar o que acontece até hoje nos vários motéis de Belo Horizonte.

Foi uma foda inesquecível (mulheres que queiram conhecer a técnica da contração da vagina entrem em contato comigo, vocês vão dar mais prazer aos seus homens!).

wilsonmartins@r7.com

 

A colega de trabalho era uma delícia

Trabalhava em uma farmácia em Belo Horizonte o dono me deixava dormir em um apartamento dele, vazio; que ficava em cima da drogaria. Nesta drogaria tinha uma colega de 22 anos, seios grandes, coxas grossas, 1m65, bunda redondinha e arrebitada.

Ela adorava quando eu começava a falar das minhas ficantes e como eu fazia amor com elas, contava em detalhes, ela dizia que gostava de tudo no sexo, mas não se abria, porém me motivava a falar sobre minhas transas.

Eu fim de comê-la ia falando e notando que às vezes ela ficava assim com a respiração cansada, respirando rápido. Queria muito fodê-la, mas tinha certo receio de ela me denunciar para o patrão, pois eu tinha o dobro da sua idade.

Um dia ela estava limpando umas prateleiras e me pediu que a ajudasse, comecei ajudando-a e falando: ---Érica, você gosta de beijo na boca, de língua? ---Adoro, respondeu! Eu continuava olhando-a nos olhos: ---Adoro beijar uma boca carnuda, beijar o pescoço e descer aos seios e colocar o mamilo da mulher na minha boca e sugar, sugar um tantão, ela disse: ---Eu adoro quando um homem chupa mmmmmuuuuuuiiiiiiiiittttttooooooo meus seios. E eu continuava: ----Adoro beijar uma barriguinha bem de leve, de leve com a ponta da língua e em seguida descer, abrir as pernas da mulher e começar a passar a ponta da língua na xoxota de baixo para cima, de cima para baixo, morder os lábios ao lado, sorvendo-os com meus lábios, mas é bom também chupar o grelinho e deixar a mulher gozar na minha boca, ela dizia: ----Olha, você gosta de tudo o que eu gosto, eu dizia, pois é e depois virar a mulher de bruços passar a língua nas suas costas e não dispenso uma “linguada” no cuzinho e depois fazer amor a principio Érica ela sentando no meu caralho e cavalgando e depois fudê-la de quatro, adoro gozar de quatro. Nisto chegou um cliente e paramos de conversar.

O patrão teve que viajar inesperadamente.
A Érica saiu do trabalho às dezoito horas e praticamente esquecemos, ou seja, eu esqueci aqueles momentos de intimidade, de confidencias sexuais, fechei a drogaria as vinte uma hora, fui para o apartamento tomar um banho comer alguma coisa e dormi, entrei no banho e a lembrança da Érica povoou meus sentidos, fiquei com tesão comecei a bater uma punheta em honra da Érica e quando estava quase gozando dizendo seu nome baixinho, Érica, Érica, ai Érica o telefone tocou me assustando, parei com raiva e fui atender o telefone, era a Érica dizendo que tinha perdido o último ônibus (ela morava na periferia, bairro muito distante) e perguntando se eu deixava dormir no apartamento, o que você leitor acha?
Abri a porta ela entrou me contando uma historia que tinha ido à igreja com uma amiga e saindo de lá foram comer algo em um shopping e esqueceram-se do tempo, fazendo com que ela perdesse o último ônibus, disse a ela que tudo bem, mas que só tinha um quarto limpo o resto do apartamento estava bastante sujo e empoeirado, então ela teria que dormir no meu quarto em uma das camas, ela disse que tudo bem, confiava em mim e não teria problema.

Me pediu a toalha e quando eu a vi envolta na toalha, o meu caralho levantou-se de vez, foi ao banheiro e quando eu ouvi o xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii do seu xixi (o som do xixi me dá tesão) fiquei ainda com mais tesão, ela ligou a água e em seguida tive a impressão de ouvir uns gemidos, eu estava na cozinha do apartamento preparando uma omelete, vou checar e mais uma vez ouço gemidos. Gente, a Érica estava se masturbando com a porta entreaberta, fui bastante curioso e pela fresta eu a vejo ora massageando o clitóris, ora enfiando o dedo na buceta, não me agüentei, entrei e quando ela me viu fingiu vergonha e pediu desculpas eu disse que estava tudo bem, mas que iria ajudá-la a tomar banho arranquei a bermuda já de pau duro e entrei no chuveiro com ela, beijando-o, chupando seus seios de dizendo a ela que antes dela chegar estava batendo uma punheta pensando nela, ela gemia, arfava, dizia que me desejava a muito, que sonhava comigo e tinha tomado uma decisão: não ia passar aquela noite sem me dar, fiquei com mais tesão ainda, tirei-a do banheiro secando-a com a toalha (adoro receber mulheres do banho com uma toalha), e ao mesmo tempo beijando a nuca e todo o corpo, ela desceu a mão no meu pau, começou a lamber a cabeça bem suave e eu só gemia de prazer, em seguida ela começou a engolir lentamente, eu de olhos arregalados venda aquela fêmea ardente de desejo engolindo tudo, chamei a vencer um sessenta e nove, que coisa boa vendo aquela buceta na minha cara, eu chupando tudo e vendo aquele cuzinho piscando de tesaõ e sentindo a boca dele me engolindo o caralho, chupando meu saco e gemendo gostoso, “ai, gostoso, tesudo, vai dar tudo isso pra mim? Eu dizia: “sim Erica e´tudo seu, como eu te desejo, chupa tudo, chupa gostoso”.

Fizemos o sessenta e nove durante uns vinte minutos, ela gozava na minha boca, sentia pelo cheiro, pelos gemidos e por sua buceta estar bastante molhada, ela parou e disse que queria caralho na buceta, sentou em cima dele e começou a galopar, pra cima e pra baixo, arremetia pra frente e pra traz e falando: “gostoso, tesudo e bom é que você não goza rápido, hoje vou ter uma indigestão de caralho, mete safado, mete tudo, você ficava me deixando tesudo com aquelas historias, mostra agora que você é macho mesmo”!
E eu metia, rebolava e ela cavalgava até gozar como uma louca sacudindo a cabeça pra direita e para a esquerda falando assim: ---“Oh, oh, oh, ai, ai, gostoso, muito gostoso, ooooohhhh, ooooohhhh”. E eu nada de gozar só a incentivava, ela gozou muito, toda suada e paramos por cansaço físico, tomamos um banho eu ainda de pau duro, agarrei pelos cabelos e falei alucinado, parecendo um louco: ---“Agora você vai me fazer gozar tesuda”! Ela abaixou pegou meu pau e sorveu gostosamente, eu falei que não conseguia gozar e que ela ficasse de quatro (adoro finalizar de quatro) ela ficou, dei uma cuspida boa no pau e enfie naquela xoxota quente, macia e apertada, a medida que eu ia enfiando ouvia ela: ---“Ahhhh, ohhhh, ohhhhh” e fui colocado até colar as bolas na xota, e comecei pra frente e pra traz segurando-a pela cintura e fomos bombando ela xingando ---“goza porra, solta esta porra na minha buceta, goza tesudo, viado, safado, mete o pau nesta xana, mete, fode gostoso” eu mandando o pau na xoxota, suando muito em seguida ela grita: ---“vou gozar, goza comigo amor, goza, goza porra”, meu gozo estava chegando e senti “aqueles arrepios” e o alivio de sentir que minha porra ia toda para aquela buceta que há muito desejava, gozei, gozei gostoso até cairmos para o lado.

Daí pra frente transformei a Érica em minha amante.

Mulheres sou de perto de Belo Horizonte, querem me contatar? E-mail/MSN wilsonmartins@r7.com

 

Minha primeira suruba

Tenho 55 anos, moro em uma cidade há uns 40 kilômetros de Belo Horizonte, dou estes dados porque se alguma mulher tesuda ou um casal querer me conhecer estou sempre à disposição para sexo.

Bem, eu e a Lúcia tínhamos um caso há mais de um ano, ela era casada,  quando agente estava metendo ela adorava que fizemos fantasias assim: As vezes ela estava me chupando e eu falava: -- “Já pensou meu bem você me chupando e chegando por trás aquele homem, aquele que você quer dar para ele, entrando e vendo você me chupar? Ele ficaria morrendo de tesão e eu diria para ele: tira o pau e mete nesta buceta, ela tá doida pra dar pra você, pensa nisto todos os dias, aí ele vinha tirava o pau e enfiava nela e dizia --- Ai que buceta gostosa apertada e ela me chupando e ele dizendo assim, oh! Oh! Oh! delicia, como ela é gostosa!” Lucia ficava louca de tesão. As vezes eu falava:  ---- “Já pensou Lucia uma colega sua que tem tesão por mim, nós três em uma cama, você pegava meu pau chupava, dava um pouco pra ela e depois você pedia pra ela ficar de quatro e ela ficava e você pegava meu pau e passava na buceta dela de baixo pra cima e de cima pra baixo em seguida colocava a cabecinha e empurrava minha bundinha e eu enfiava tudo, tudo”, Lucia ficava louca de tesão e dizia: ---“ você tem coragem de comer uma amiga minha? Eu dizia tenho! Nunca fiz uma suruba e não quero morrer sem ter feito uma”!
Um dia ela me disse que uma amiga sua a Zélia disse que eu era “gostosinho” e ela disse a Zélia que eu também achava ela um tesão, ambas eram casadas. Quando ele me contou isso, neste dia, nos metemos imaginando a Zélia estar presente e eu trabalhei a cabeça da Lúcia assim: ---“Fala com ela, pergunta se ele tem coragem de fazer sexo nós três” e ela cheia de tesão disse: “vou falar com ela”.

Mais tarde ela me ligou e disse: ---“A Zélia topou vamos nos encontrar naquele bar perto do fórum e de lá nós vamos para um motel”.
Mais à tardinha ela aparece com a Zélia, Lúcia de saia curta, seios volumosos a mostra e Zélia em um vestidinho branco rendado bem comportado, nos cumprimentamos, sentamos e começamos a beber algo, em seguida disse no ouvido da Lúcia: ---“Vá ao banheiro e demore uns dez minutos”.  A Lúcia foi, olhei a Zélia nos olhos e disse assim: “Tenho um carinho, uma tesão enorme por você”. Comecei a passar a mão em suas pernas e ela parecia que estava crescendo na cadeira e dizia assim: ---“Aqui não! Tem muita gente, vamos logo para o motel”! Chegando ao motel as duas ficaram um pouco envergonhadas e eu falei: “Vou tomar banho, continuem a tomar suas cervejas”. Após o banho vim enrolado em uma toalha e elas olhando assim desconfiadas, agarrei a Lucia e comecei a beijá-la nos lábios, arranquei a sua blusa e comecei a chupar seus peitos e ela tirou a toalha e começou a me chupar e dizendo: “Zélia olha que pau gostoso”! A Zélia estava assim em um misto de espanto e tesão, a Lucia disse: “Tadinha, tá com vergonha, vamos tomar banho,” as duas foram tomar banho, voltaram envoltas em toalhas e eu comecei de novo a beijar a Lucia e de quebra passar as mãos em Zélia, parei com a Lucia e tasquei um beijo de língua em Zélia e aí ela se soltou começaram as duas a me beijar, me chupar, uma chupava meu pau e dava para a outra, que tesão! Em seguida comecei a chupar a xoxota da Lucia na frente da Zélia e ela começou a lamber os seios de Lucia, ela não gritava “urrava” e falava assim: “Oh que delicia, um chupe minha buceta e outra chupa meus peitos, não parem seus putos, quero gozar assim, mais, mais, chupa, chupa”.

Parei de chupar a Lucia botei a camisinha no pau e comecei com ela um papai e mamãe e falei pra Zélia: ---“Esfrega esta buceta na cara dela, vai cachorra, puta, tesuda, gostosa!” e ela foi e assim Lucia era fudida por mim e bebia o suco da buceta da Zélia que ficava assim: “Ai, aiaiai, gostoso, chupa, chupa, mais, mais, quero pau na buceta, Wilson me fode, me fode”. Eu dizia: ---“Agora não sua cachorra, tarada, safada é a vez da Lucia, deixa encher a buceta dela de porra em seguida te como”! Fudi a Lucia com muita tesão, parei pedi a ela que sentasse em cima do meu pau e a acariciasse a Zélia, ela assim fez e ficou alucinada chupando os peitos da Zélia e cavalgando em cima do meu pau até gozarmos.

Levantei-me tomei banho rápido e quando voltei encontro a Zélia chupando a buceta da Lucia, meu pau levantou de vez ao ver aquela cena. Falei que era de fuder a Zélia, mas queria do jeito que agente fantasiava,botei outra camisinha, Zélia ficou de quatro e Lucia veio pegou meu pau esfregou bastante na xoxota dela e ela implorava pra Lucia colocar e a Lucia dizia assim: ---“Coloco não! Implora, pede, se humilha fala que você vai ser nossa escrava, nossa puta diz!” e Zélia dizia tudo isso, assim Lucia colocou a cabeça do meu pau na bunda dela e empurrou minha bunda lentamente e eu fui enfiado naquela buceta apertadíssima. Zélia rebolava e dizia: ---“Que delicia esse pau, fode, fode, fode meu branquelo, fode sua escrava, bate em minha bunda!” e eu enchia sua bunda de tapas, nós gritávamos palavrões: ---“Caralho, que buceta gostosa, toma você queria dar pra mim toma, vamos colocar um chifre naquele corno do seu marido, toma”! Quando olho para o lado Lucia enfiou um vibrador na xota e eu comendo a Zélia de quatro e vendo a Lucia usando o vibrador este entrava e saia, entrava e saia Lucia pingava sua porra nos lençóis sujando tudo parecia urina porque saia aos esguichos e eu com a Zélia ela dizendo: ---“Goza, goza dentro de mim, me enche com sua porra, vou gozar aaaaaiiiiii, aaaaiii, goza Wilson, goza gostoso e eu metendo e suando quando dei por mim comecei a gozar, que sensação! Delicia! Gozei e batia na bunda da Zélia e gritava toma cachorra, porra nesta buceta, aiiii vou gozar, vou gozar, estou gozzzzaaaaaannnddddoooo, ai delicia, gozaaaaaannnnnddddoooo, ai, ai, ai. ai. Lúcia urrava de prazer e gritava: --“Ai, ui, gostoso, delicia, ahhhh,ahhhh,ahhhhhhh, delicia”!

Terminamos bastante cansados.
Depois dessa foda deliciosa Lucia estava tendo dificuldades em me ver por causa do marido ciumento, me abandonou e a Zélia nunca mais vi. Mas as duas me deixaram saudades, por onde vocês andam gostosas?
Mulheres de BH querem me contatar: wilsonmartins@r7.com

 

Comi minha primeira enfermeira

Mary (nome fictício) me conheceu quando eu trabalhava em uma farmácia, um dia estava com pouco movimento, ela entrou e imediatamente eu a olhei: morena, peitos grandes, cochas grossas, bunda empinada, é claro que ela chamou a minha atenção e ela viu que eu a olhava com “fome”. Começamos um papo bobo dizendo que não há conhecia e ela me disse que trabalha como Enfermeira no hospital quatro quarteirões acima, eu disse que precisava ir aquele hospital consultar um urologista, pois pretendia fazer uma vasectomia, na hora ela disse: ---“Você é perfeito pra mim, sou ligada, fiz laqueadura de trompas”!
Na hora eu não acreditei no que ouvia uma mulher gostosa, tesuda, se oferecendo a mim, assim sem mais nem menos!

Ela me disse: ---“Tenho vários amigos médico no hospital, marco um urologista pra você e em seguida vamos tomar uma cerveja, o que acha?”
Não pensei duas vezes, falei: “Combinado”! A partir daquele momento fiquei de pau duro a manhã inteira, a tarde ela me liga e diz que estava marcado para as 20h00.

Fui me consultei com o médico e quando estava na recepção ela já estava me esperando. Fomos a um bar ali perto começamos a beber e em seguida ela me pediu um beijo e eu cinqüentão fiquei um pouco envergonhado e falei: ---“Aqui”? ---“Por que não”, eu disse: ---Vamos a um motel? Ela topou na hora. Fomos a um motel há uns dois quarteirões dali, chegando eu comecei a agarrá-la beijando e esfregando meu pau já duro naquele vestido de tecido fino e sentido ali todo o calor da sua buceta, ela me mordia meus lábios, enfiava a língua na minha boca com uma fome enorme de sexo, começamos a tirar nossas roupas, ela tirando a minha e eu tirando a dela.

Eu me deliciava de ver aqueles seios grandes, duros e olha não era silicone, não agüentei e comecei a sugá-los ela gemia: “ai, gostoso, que chupada gostosa, come meus seios, come, gostooooosssssoooooo”. Ela começou a beijar meu pescoço, desceu e começou a morder o bico do meu peito (adoro mulher morder ali) eu gemia de tesão, continuou a descer passando a mão no meu pau, em seguida ajoelhou-se e começou a lamber de leve, bem de leve, um roçar com os lábios, uma passada de língua bem suave, eu me arrepiava todo, em seguida ela começou a sugar a cabeça e fui enfiando a boca lentamente, engolindo tudo, eu a observava pelo espelho, muitas vezes estive a ponto de gozar na boca dela, mas me continha e ela começou a acelerar e meu pau entrava e saia daquela boca carnuda.
Ela me jogou na cama continuando a me chupar e eu disse: ---“Traz esta xoxota aqui quero chupá-la”! Ela veio passou a perna em cima da minha cabeça e eu tive aquela visão i n e s q u e c í v e l, a xoxota e o cuzinho piscando de tesão! Chupei engolindo aquele grelo enorme, enfiava a língua, sugava e o barulho gente, era intenso eu gritava, ---- “oh, oh, delicia, chupa, chupa, gostosa, tarada, tesuda, sabia que você era gostosa! eu sabia”, ela só chupava e rebolava e gozava na minha boca.

Em seguida ela abandonou o meu pau, peguei uma camisinha coloquei e ela sentou em cima de meu pau e ele entrou macio, gostoso.
Ela rebolava, subia e descia, como uma louca, puxava para traz, vinha empurrando a buceta para frente, às vezes achava e até tinha certo medo que ela quebrasse meu pau, fudemos muito assim, aliás, eu dizia a ela: --- Me fode, me fode, gostosa, cachorra, bucetuda, delicia, puta!”, aiiiii, aiiii, vamos gozarrrr, gozarrrr, me enche com a esta porra que jorra de sua buceta, ai, ai, ui, ui, ahhhhh,ahhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

Como agente não gozava pedi a ela que ficasse de quatro, aquilo era o paraíso, não era uma bunda qualquer, aquela bunda deliciosa na minha frente, eu de pau duro fui enfiando, enfiando e ela dizendo: “Come esta buceta corno, safado, sem vergonha, eu hoje decidi dar pra você, come safado, come muito, se não vou dar para outro!” Meti como nunca e eu não conseguia gozar ela dizia: ----“Vou gozarrrrr, goza comiiiiiigggggoooo! Gozzzzaaaa! Eu não conseguia e ela gozava, gozava aponto de sair “aquele cheiro” da buceta, ela me dizia: ----Não agüento mais, goza puto, safado, tarado, mete, mete fundo, só isto que tem pra me dar? Arromba minha buceta, mete, mete gostoso” daí a pouco eu vi que o gozo vinha, “ai delicia, vou gozar, você queria caralho toma puta, safada, gostosa, toma porra nesta xoxota, toma, toma tudo, ahhhh, ahhhhh, hummmm, delicia, ahhhhh, estouuuuuu gozzzzzaaaannnnndddddooo, gozaaannnnnddddooo, gozei como nunca, foda inesquecível!

Mary, você sabe que este nome que lhe dei é fictício, mas meu nome é verdadeiro, onde você está? Se você me reconheceu me procure!
Contatos: wilsonmartins@r7.com

 

Elisa tinha uma buceta que chorava

Eu tinha 52 anos e Elisa 26 começamos a nos relacionar, eu encantado com aquela morena de cabelos longos, seios pequenos e durinhos, pernas bonitas e bunda arrebitada junta tudo isto com um sorriso maravilhoso. Ela curiosa e se perguntava: “Como deve ser fuder com um homem de cinqüenta?”

Começamos a sair e nossas “fodas” eram de uma selvageria imensa, cheia de tapas, xingos, e muito suor, mais Elisa tinha uma particularidade que a principio me deixava vaidoso. Era assim, começávamos a nos beijar, ela adorava que eu chupasse seus seios, descia para sua barriga com a ponta da língua e em seguida caia de boca na xoxota, que xoxota!  A xoxota da Elisa não era uma xoxota qualquer era a XOXOTA, linda, cheirosa, raspadinha sempre, com um grelo que dava vontade de chupar, começava a chupá-la e ela tinha o gozo fácil, começava a gozar depois de uns dez minutos de preliminares, porém gozava inundando a buceta de liquido, enchendo mesmo, eu adorava falar assim: ---“Goza amor, deixa esta xoxota chorar de tanto gozar,goze, goze muito, vamos deixar uma marca neste lençol para a camareira ficar morrendo de inveja” e ela gozava muito, sendo chupada, sentando em cima de meu pau, fazendo um frango assado, ou metendo de quatro.

A primeira vez estávamos em um cinema e ela soprou no meu ouvido ---“Vamos para o motel”? Aquilo pra mim foi uma surpresa apesar de estar beijando-a de língua há muito tempo, bolinando seus seios e já ter lhe enfiado um dedo na xoxota abaixo das saias e ela estava a ponto de não está agüentando mais. Eu disse vamos. Chegamos a um motel e imediatamente começamos a nos agarrar, chupar, fizemos um sessenta e nove daqueles e em seguida ela se deitou eu comecei um papai e mamãe, passando para um frango assado, que delicia! ela com as panturrilhas nos meus ombros eu fudendo e olhando-o nos olhos e vendo toda a tesão dela, olhos embaçados, gemendo assim, ---“ai, ui, gostoso, me fode, poe tudo, mete, mete fundo gostoso, aiiiii, aiiii” e eu dizendo ----“Toma cachorra, gosta de pica né? Então toma cacete nesta buceta, toma, safada, eu vi nos seus olhos que você gostava de caralho, delicia, gostosa, tesuda”. Pedi-a que virasse de quatro e aí aconteceu a surpresa, falei para ela ---“Poe dois travesseiros pra você se apoiar que vou te fuder muito, muito tempo”.

Comecei a enfiar o cacete até no fundo, parei e comecei a contraí-lo dentro dela (adoro fazer isto), ela gostou e começou a responder contraindo a xoxota, começamos a bombar para frente, para traz, pra frente, para traz, ela rebolando gostoso e perguntado se eu era macho ou viado, disse que era macho e ela dizia: ---“se é macho mete, mete forte, me arromba,estraçalha esta buceta, me enche a bunda de tapas, vai fresco, viado, cachorro, puto e safado”. Enchia sua bunda de tapas e ela dizia: ---“só isto? bate forte cachorro” e eu como um louco fudendo a ponto de meu saco estar fazendo plec, plec, plec na sua buceta e ela gritando como uma louca, daí a pouco a surpresa, começou a dizer que ia gozar e começou a inundar a xoxota com um jorro quente, macio, delicioso, cheiroso, cheirava a sexo e este liquido pingava molhando a cama, que delicia!

Fudemos muito e gozávamos alucinadamente. Eu fui apenas duas mulheres assim uma maravilha!
Tenho boas lembranças da Elisa (nome fictício).
CONTATOS/MSN: wilsonmartins@r7.com

 

Observei a gata dando gostoso

Sempre tive um tesão enorme por observar cenas de sexo. Pessoas transando e eu podendo observar a cara de prazer delas é algo que me leva à loucura. Estar na posição de espectador e ver cada movimento da cena me dá um prazer, na maioria das vezes, maior do que se eu estivesse participando. Não gosto de ver filmes pornográficos. Gosto da cena e do prazer reais. Foram raras as oportunidades em que pude satisfazer este meu desejo. Uma delas foi quando fiquei em um hotel em Belo Horizonte e no meio da noite perdi o sono e resolvi ir a janela. Lá vi um casal no quintal de uma casa debaixo de uma árvore se pegando. Estava meio escuro, não deu para eu ver direito, mas a sensação foi muito estimulante e gostosa. Presenciei outras situações como esta. Todas aconteciam em situações casuais, não planejadas.

Entretanto, apesar de eu não ser muito corajoso, um dia decidi planejar algo para que eu conseguisse ter este meu desejo realizado de uma forma que me desse mais prazer. Tive uma idéia, mas não sabia se teria perspicácia suficiente para realizá-la. Mas eu estava decidido. Eu iria passar as férias na casa de praia dos meus pais com minha namorada e uns amigos nossos. Falei para ela que eu iria na frente para arrumar algumas coisas e fazer alguns reparos que a casa estava precisando. Combinamos que ela iria depois com umas amigas. Ela não desconfiou de nada.

Chegando lá, fui colocar meu plano em prática. Lá era um lugar que eu só ia uma vez por ano, no máximo. Ninguém me conhecia. Então era fácil por para fora minhas fantasias. Procurei um anúncio num classificado de garotas de programa. Entrei em contato com uma moça de uma Cidade a 50km. Por telefone, expliquei para ela o que eu queria. Ela topou, com a condição de que eu providenciasse a ida dela à cidade onde eu estava. Ela também não conhecia ninguém lá, o que facilitava as coisas. O que eu queria é que ela se passasse por minha namorada. A gente sairia na noite, como namorados de mão dadas. Mesmo estando comigo, ela se insinuaria para algum cara, como se ela tivesse a intenção de me trair. No decorrer da noite, ela me deixaria e iria conversar com ele. É uma sensação que me daria muito prazer. O cara ter a certeza que estava pegando a minha mulher e ela sentindo prazer com o prazer do cara, que estava achando que estava fudendo a mulher de um corno.
Quando ela chegou, fiquei surpreso. Era uma morena de 1,75m de altura, 20 anos, muito bonita e gostosa. Não tinha cara nem jeito de garota de programa. Era uma universitária, estudante de direito, falava muito bem. Além de bem articulada, era muito gata e bem humorada. Confidenciou-me que fazia programa porque tinha que se sustentar e pagar a faculdade. Apesar das circunstâncias em que nos conhecemos, tivemos uma afinidade imediata. Afinidade sem cunho sexual mesmo. Ela era muito simpática e agradável. Com seu bom humor, quando eu falei que ela era bonita, ela me disse: “ainda bem que você também é um gato porque senão ninguém acreditaria que nós somos namorados e não podemos por o plano em prática”.

A gente foi em alguns barzinhos para tentar fazer o que pretendíamos. Ela se mostrava muito interessada e disse que achava aquilo muito excitante. Não conseguimos achar ninguém nos bares. Tivemos a idéia de ir a uma boate pois seria mais fácil. No caminho, quando estávamos dentro do carro circulando pela orla da praia, ela falou comigo algo que eu já estava esperando pois sentia suas insinuações desde o início. Ela disse que se não achasse ninguém e se eu não quisesse perder o dinheiro, eu poderia transar com ela. Aí, com educação, eu disse que ela era muito bonita, mas eu era fiel à minha namorada e não tinha necessidade nem desejo de fazer sexo com outra mulher. O meu desejo e fetiche é somente ser voyeur e assistir as pessoas transando.

Após eu dizer isto, vi um cara sozinho, sentado em um quiosque tomando um refrigerante. Eu disse para ela que seria aquele. Parei o carro. Sai de mãos dadas com ela. Chegamos no quiosque e sentamos num local próximo a ele. Percebi que ele deu umas olhadas para ela. Ela estava de mini-saias e tinha as coxas bem torneadas e gostosas. Depois de sentados, eu falei para ela, de forma que ele ouvisse: “Meu bem, esqueci a carteira em casa, estou sem grana nenhuma, me espera que vou lá buscar”. Saí e fiquei de longe observando. Ela se insinuou e ele, que parecia ser um cara bem sacana, não se importou por ela estar com um namorado e entrou na dela. Eu voltei. Perguntei se ela tinha falado algo para ele. Ela disse que só tinha conversado com ele e jogado charme. Eu fiquei me fazendo de bobo na mesa, mas percebi que os dois estavam em constantes trocas de olhares. Aquela situação me deixava muito excitado.

Combinei com ela algo muito interessante. Saí da mesa, paguei a conta, e caminhei com ela em direção ao carro. Ela olhou para trás e trocou olhares com ele. Dei um beijo nela, entrei no carro e saí. Ela ficou me dando tchau. Conforme eu tinha combinado com ela, foi em direção a ele. Ela disse que eu iria viajar e ela ficaria sozinha em casa naquela noite. Eles foram para minha casa. Quando eles chegaram, eu já estava lá. Escondi do lado de fora e através de uma janela eu iria ver tudo que eles iriam fazer no quarto, sem ele perceber que estava sendo observado.

Eles chegaram. Nem bem conversaram e ele já partiu para o ataque. Só ouvi ele perguntando que dia o corno iria voltar. Nem ouvi o que ela respondeu. Só ouvi que ela começou a gemer. Eu tinha combinado que ela levasse ele para o quarto pois seria mais fácil para eu assistir. Mas ele era bem dominador e teria de ser onde ele queria. Eu mudei de posição. Fui para a janela da sala e vi que os dois já estavam completamente nus. Ele já tinha arrancado a roupa e ela já tinha virado a presa e estava sendo devorada. Ele a tinha posto de quatro, agarrado nos seus cabelos. Ela com as mãos apoiados no sofá, estava levando rola sem dó. O cara era bem musculoso e tinha uma rola muito grande. Depois ele deitou no sofá e mandou ela cavalgar. Os dois foram para o quarto. Eu mudei de janela novamente. A minha visão agora era melhor. Ele abriu bem as pernas dela e começou a meter na posição papai e mamãe. Ele metia com muita força. Ela gemia muito alto. Foi um tesão assistir aquela cena. O cara tava com um tesão imenso. Imagino que o tesão dele estava grande daquele jeito não só porque estava comendo uma tremenda gostosa, mas porque tinha pegado a mulher de outro cara, uma patricinha com cara de bem comportada mais que na verdade era uma putinha que ficou afim de abrir as pernas pra ele, desde o primeiro momento em que o viu naquele quiosque. O cara ficou uns 5 minutos metendo e gozou. Tirou a camisinha, disse que ia tomar um banho e voltava. Além de tudo, ele era espaçoso. Pegou a toalha, entrou no banheiro e foi tomar banho.

Eu entrei na casa sem que ele visse. Conversei com ela e pedi para ela entrar no chuveiro e tomar um banho com ele. Eles transaram no banheiro mas não pude ver. Assim que saíram, foram novamente para a cama. Eu ouvi ele dizer: “gata, vou ter que ir”. Nisto eu entrei no quarto, fingindo que eu estava nervoso e chegando naquele momento. Ele saiu correndo, apavorado, só de cueca, pegando a calça e a camisa. Acho que ele vai ficar com medo de me ver pelo resto da vida dele.
Foi uma sensação gostosa ter visto aquela transa da forma como foi. Só não foi tão bom porque era uma garota de programa. Por mais que ela me dissesse que estava gostando da situação, no fundo, fica a sensação de que ela só fez por dinheiro. Na verdade, eu queria é que ela tivesse feito por puro prazer. Se fosse assim, acho que eu acharia mais gostoso e excitante ainda.
Eu a paguei, a coloquei no taxi e ela foi embora.

Se você é exibicionista, entre em contato: ob-servador10@hotmail.com

 

Inverno de 2002

Tudo começou do inverno de 2002. Eu tinha 22 anos e Luana 25. Nós nos reunimos com um grupo de amigos e fomos passar um fim de semana na serra. Eu que achava ter minha sexualidade totalmente definida, não sabia que aquele fim de semana iria mudar toda a minha vida.

Nós combinamos de passar no meio do caminho para pegar Luana, uma moça que até aquele dia eu não conhecia. Pois bem, quando chegamos ao local combinado, Luana esta a nossa espera. Só que para a minha surpresa, ela era a moça mais linda que eu já tinha visto.

Ela tinha 175, cabelos levementes encaracolados, olhos cor de mel e a boca mais carnuda que um morango suculento, e ainda um corpo que parecia ter sido desenhado a mão. Ahhh!!!!!! Isso me fez viajar nos desejos mais secretos que eu tinha.

Entramos para o carro e fomos conversando a viagem inteira. Luana muito sorridente e simpática, eu estava encantada com aquele jeito doce dela. Mal podia esperar chegar a nosso destino para poder ficar sozinha com ela.

Quando chegamos a nosso hotel combinamos de nos reunir a noite para tomar um vinho e jogar conversa fora....Na hora marcada formos para um lugar próximo a lareira tomar vinho. Luana chegou com um perfume que estava irradiando todo o local. Eu não conseguia parar de olhar para aquela boca deliciosa. Ela começou a perceber que eu a estava olhando de forma diferente. Para a minha grata surpresa Luana correspondia aos meus olhares. Então eu tomei coragem e a chamei para conversar em outro lugar. Saímos e fomos para uma sala reservada. Quando cheguei à sala eu disse que achava ela a mulher mais linda que já havia visto, ela me agradeceu...naquele momento fiquei admirando as formas que Luana tinha...fui chegando próxima dela, segurei na cintura dei um beijo no pescoço, pude sentir aquele delicioso cheiro e comecei a beijar levemente aquele pescocinho e ao mesmo tempo apertava a cintura de Luana. Minhas mãos não se continham, então eu subi até os seus seios, que naquela altura estava parecendo que iam explodir de tão excitados. Luana correspondia a todas as minhas caricias....Foi então que comecei a desabotoar levemente a blusa de Luana, ahhh que seios lindos ela tinha, abri toda a blusa e comecei a beijar todo o seio dela, dei varias mordidinhas no bico dos seios de Luana, que estava cheia de tesão....lambi os bicos dos seios dela e ela gemia de prazer eu não estava mais conseguindo me conter de tanto prazer, foi então que fui beijando sua barriga...fui descendo e descendo até que cheguei próxima ao paraíso...A boceta de Luana era uma delicia...comecei a chupar seu clitóris fazendo leves movimentos com a língua, movimentos de cima para baixo, em círculos...Luana gemia pedindo para não parar e dizendo que queria mais, mais e mais...Eu não conseguir resistir em ver Luana com tanto tesão, na hora que ela pedia mais eu explodia de prazer e gozei....Luana estava com tanto tesão que mal conseguia falar, quando eu percebi que ela já havia gozado coloquei meu corpo em cima sobre o dela e beijei muito, com o calor do meu corpo sobre o dela Luana começou a se arrepiar de prazer novamente, ela fui abrindo as pernas e pedindo para eu entrar dentro dela...eu não pensei nem por um segundo, fui escorregando as minhas mãos sobre o corpo dela até estar totalmente dentro dela. Que sensação gostosa que eu estava sentindo, estava enfiando tudo dentro de Luana ela gritava e pedia mais e media meus dedos dentro dela, girava tudo dentro dela e a safadinha gemia querendo mais....até que ela disse que iria gozar na minha mão...ahhh Luana, sua danadinha!!! Ela gozou muito gostoso na minha mão....depois dela ter gozado ficamos ali por horas tentando nos refazer de toda a energia que gastamos....fiquei acariciando Luana, dando beijinhos nele, alisando os seus cabelos e ela disse assim para mim: -“ Me come novamente.” Eu fui com tudo........Mais isso é para um próximo relato....

Por: Forrest Gump
Contato / MSN: forrest.gump@msn.com

 


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