Hetero

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Heterossexualismo
heterossexualidade

Transa gostosa no busão

Olá
Meu nome é Camilla tenho 21 anos, tenho 60 kg distribuídos em 1,75 de pura gostosura.
Vou logo contando a minha história já faz 2 anos que estou na faculdade, como morro em uma cidade distante da faculdade tenho que pegar o ônibus todos os dias para ir para facul.
Em um dia desses acordei descontrolada porque já fazia 3 meses que eu não transava, literalmente era uma seca total, como tenho o costume de quando estou sem fazer sexo há algum tempo costumo tocar uma siririca, como estava assim passei o dia todo tocando-me.
De noite fui para a faculdade, sempre tive o costume de sentar ao lado das minhas amigas, mas hoje foi diferente, logo que eu entrei dentro do ônibus vi Pedro que era o gatinho do busão, estava sentado sozinho, então sentei ao seu lado e batemos um longo papo, senti que rolou o maior química entre nós.
Chegamos na faculdade, nos despedimos e fomos cada um para a sua sala. A aula acabou e eu fui para o busão, Pedro me viu e pediu para que eu sentasse ao seu lado, quando conversávamos Pedro perguntou se poderia fazer uma coisa que ele estava muito afim.
- Sim disse eu
Então ele fez, começou a me beijar, e cada vez mais o clima esquentava, de repente sinto que seu pau já estava muito duro, então parou de beijar ele e pergunto:
- Posso fazer algo com você que eu estou muito afim?
- Sim disse Pedro
Então fui logo chupando o seu pau que estava latejando de tesão, de repente veio aquela porra gostosa em minha garganta, engulo tudo sem reclamar. A essas horas minha calcinha já estava toda molhada, peço então para ele me comer no banco daquele busão meio sem jeito começo a cavalgar em cima daquele pau que é grosso e grande mais ou menos 25 cm, cavalguei tanto que gozei umas três vezes.
Consequentemente eu tinha que fazer aquele homem gozar de novo. Então comecei a rebolar em cima daquele pau muito gostoso, foi quando senti aquela porra quente e gostosa dentro de mim, depois disso ficamos nos acariciando até chegar em nossa cidade.
Depois desta vez rolou e rola até hoje transa gostosas dentro do busão com o meu gatinho.

 

 

 

Negócios e negociantes

A  senhora Antônia era uma mulher solteira, muito pobre, porém muito bonita. Aos domingos  costumava ir à feira de troca de aves,  conquistava um dos frequentadores e o levava para a sua casa. Também ela só convidava aquele que ainda tinha a mercadoria: Um frango, uma galinha, um passarinho... Imediatamente ela colocava a pobre ave em sua pequena bolsa para garantir o almoço.
Um certo dia de domingo...
-- Dona Antônia... Sua boceta é muito pequena. ..
-- Pequena?!
-- Sim. Sua boceta é tão pequena que não cabe o meu pinto.
-- Cabe sim!
-- Não cabe...  Você não está vendo que o bichinho está sufocando!
-- Com um jeitinho cabe.
-- Você acha que cabe?
-- Claro que cabe... A semana passada eu levei a pomba de seu Joaquim.
-- Uma pomba?!...  Uma pomba é muito pequena!
--Pois,  essa não era. Ela era muito gordinha, até!
-- Mas, mesmo assim...
-- Mas mesmo assim nada! Uma pomba gorda é como um pinto!
-- Uma pomba gorda não pesa  meio quilo, mas meu pinto está com quase um quilo.
-- Só que seu pinto não tem ovo. Bem diferente da pomba de seu Joaquim que tinha dois ovos. Comi a pomba com os ovos e tudo. Se eu soubesse que ia dar essa confusão toda por causa de um pinto, eu tinha deixado para comer os ovos da pomba de seu Joaquim hoje.
-- O meu pinto está crescendo e  você pode até deixá-lo crescer muito mais, e quando estiver um galo, você pode comer por vários dias.
-- Você está com muitas voltas... Vai ou não vai botar o pinto?... Vamos tentar botar de novo!
-- Poxa, sua boceta é muito pequena... Está vendo que não cabe?  Vai matar o pinto sem fôlego!
-- Ô, homem mole! Bota logo!
-- O meu pinto vai morrer aí dentro. Não vou botar o meu pintinho, que cuidei desde novinho,  dentro de uma boceta tão apertada... Deixa que eu levo o meu pinto na mão até a sua casa. Se eu chegar com o pinto morto em sua casa não terá  nenhuma valia para nós.
Após tanta confusão, Dona Antônia caiu fora soltando fogo pelo nariz e  o dono do pinto arrependido concluiu:
-- É melhor matar o pinto na boceta do que vê-lo crescer na minha mão... Dona Antônia venha cá!!

 

Joerlândio Cordeiro

joerlandio1@yahoo.com.br

 

Descansando da correria

Esse conto é veridico e aconteceu em abril de 2010.Meu nome é Renata,tenho 26 anos,sou solteira,não sou saradona,mas sou um mulherão,1,77m e 79kg.Olhos verdes,cabelos castanhos e a minha característica preferida,tenhos seios muito grandes(o meu orgulho).

Minha amiga Mah e eu combinamos de passar um final de semana na praia pra descansarmos da correria da semana.Escolhemos a praia do Estaleirinho-SC,pegamos um ape de frente pro mar e fomos na sexta feira.Tudo estava perfeito,a gente só não achou que seria um tédio ficarmos La só nós duas,e nisso nos surgiu a idéia de convidar alguém pra ir pra La conosco,eu tenho um amigo *Marcio,um negao,mais u menos 1,80,todo sarado,e a gente já tinha se pegado algumas vezes,e lembrei de um primo dele,*Junior,que eu sei que a Mah ia gostas,era mais baixinho,mas muito bonitinho.Liguei pra eles que toparam na hora.Depois de meia hora estavam La,antes de eles chegarem a gente foi cada uma pro seu quarto tomar um banho e se arrumar.Ja no chuveiro eu não agüentava mais de tanto tesao,ficava imaginando aquele homem deitado na minha cama,me chupando,me fodendo...e ali mesmo eu já me masturbei,gozei gostoso pensando nele...ahhhh a noite ia ser grande.

Quando eles chegaram trouxeram Vodka e suco,bebemos um pouco e eu fui até a varanda, meio que um convite pra ele,eu estava de vestidinho e tinha um vento muito gostoso...nao demorou muito pra que eu sentisse aquelas mãos na minha bunda e aquela voz grossa no meu ouvido:”HOJE TU NÃO ME ESCAPAS”E muito mais rápido eu respondi:”NEM DE LONGE ESSA ERA MINHA INTENÇÃO”.Na hora senti aquele pau que devia ser enorme na minha bunda,senti minha bucetinha encharcar.Fui andando até o quarto que ficava de frente pro mar,e ele foi indo atrás de mim,quando cheguei perto da cama ele me agarrou e me deu um beijo que cheguei a ficar tonta,quando me soltou me empurrou pra cama,fechou as portas,e ficou ali em pé na minha frente,tirou a camisa,depois o short e por ultimo a cueca Box preta liiinda e eu já não conseguia mais agüentar,engatinhei até ele e comecei um boquete que o levou a loucura,eu chupava ele todo,desde a cabeçinha ate as bolas,ele me pegava pelos cabelos e me fazia chupar aquele pau enorme todo de uma vez,eu queria que ele gozasse na minha boca...enquanto eu chupava eu ia escutando entre os gemidos “SAFADA,GOSTOSA,CHUPE VAI...ENGOLI TUDO SUA SAFADA”isso me deu um tesao,eu me sentia assim mesmo,uma safada.Chupei até ele gozar gostoso na minha boca,a porra dele escorreu pros meus peitos,mas eu queria ele me fudendo,levantei,me limpei e voltei.

Quando eu cheguei na cama o pau dele tava ainda maior e u só ouvi ele dizer”VEM MINHA PUTINHA,EU SEI QUE QUERES ESSE PAU AQUI,ENTÃO VEM”,respondi na hora”EU QUERO QUE ME COMAS DE 4 AGORA”,ele me puxou pela cintura e me pôs de 4 na beirada da cama e ficou de pé,se abaixou e enfiou a língua na minha buceta,mordia,chupava,lambia...meu gemidos já eram quase gritos de tanto prazer e não agüentei e gozei na boca dele,quando eu pensei em relaxar o corpo escutei”NEM PENSA,EU VOU TE FODER AGORA,ASSIM,TODA GOZADA”..mesmo sem fôlego eu ainda disse”ME FODE,ME FODE PQ EU NÃO AGUENTO MAIS” ele não esperou,agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás,enfiou só a cabeçinha e disse”ME PEDE ENTAO SUA CADELA,DIZ PRA MIM QUE TU É MINHA PUTINHA SAFADA E ME PEDI PRA TE FODER”...”FODE ESSA PUTINHA AQUI FODE,COME ESSA PUTINHA SAFADA QUE É SÓ TUA” e enquanto eu ia falando essas coisas eu realmente me sentia assim,uma puta safada.

Ele enfiou tudo num trepada desenfreada,ele agarrava meus peitos,puxava meus cabelos e a cada estocada dele eu achava que não ia agüentar,gozamos praticamente juntos.Deitamos,e quando eu pensei que eu ia poder descansar ele vem no meu ouvido e diz quase que sussurrando “VOU NO BANHEIRO E JÁ VOLTO.QUERO TEU CUZINHO MINHA PUTINHA”
Mas essa é outra história.

refloressc@gmail.com

 

Tudo começou na internet

Oi, meu nome é Nil, tenho 50 anos, e modéstia à parte estou muito bem, sou alta ( 1,72 ), magra, tenho cabelos pretos e bem compridos, quase pela cintura, não me considero bonita, mas segundo meu namorado, sou gostosa, tenho seios pequenos, cintura fina, mas uma bunda grande.
Bem é o primeiro conto que escrevo, e se não sair legal, me avisem, mas gostaria de contar minhas aventuras com meu namorado.

Sou separada há 14 anos e desde a separação dediquei minha vida exclusivamente ao meu trabalho e a criação dos meus dois filhos, durante todo esse tempo, risquei a palavra “ sexo “ do meu vocabulário e da minha cabeça, negava veemente que eu precisava ir para a cama com alguém. Até que no começo do ano passado, comecei a me sentir sozinha, já que as crianças haviam crescido e tomado cada um seu rumo, e devidamente acompanhados por suas namoradas e esposas, decidi então que estava na hora de encontrar alguém, só que eu não tinha coragem de sair, tinha medo e vergonha. Então parti para a Internet, me cadastrei em alguns sites de relacionamento, conheci vários homens, mas nada que fosse muito adiante, pois comecei a perceber que no mundo virtual quase nada é o que parece ser, ainda bem que até ai, ninguém saiu da telinha do pc e veio para o mundo real. Depois de muitas mentiras e decepções, já estava quase desistindo, quando entrei no site Badoo, era minha ultima tentativa, precisava de alguém, queria que alguém gostasse de mim, mas não queria apenas uma aventura. Pensando assim comecei a passear pelos perfis, procurava homens de mais de 50 anos, que estivessem interessados em um relacionamento sério (que piada, sério na Internet? ). Alguns me chamaram a atenção, e logo percebi que eram apenas homens procurando uma mulher para passar a noite. Até que no dia 18 de Setembro de 2009, localizei alguém, seu nome Isaias ele não estava procurando um relacionamento apenas amizade, e além do mais é casado a mais de 30 anos, tem uma família tradicional, o que para mim era estranho pois também sou muito radical no que diz respeito a família, por isso tratei de sair do perfil dele assim que visualizei a aliança na mão esquerda, mas para minha surpresa, tão logo sai, recebi uma mensagem dele, agradecendo pela visita e me convidando para conversarmos um pouco mais. Iniciamos um papo gostoso e em pouco tempo trocamos e-mail, passamos então para o MSN, e ficamos o dia todo conversando.

No dia seguinte, era um sábado e eu não precisava ir trabalhar, por isso logo cedo entrei no MSN, com esperança de encontrá-lo, eu havia gostado dele, apesar de ele não ser bonito, era muito falante e muito inteligente. Assim que entrei, ele me chamou para conversar, agora com a webcam ligada, quando o vi levei um susto, decididamente não era meu tipo, mas sua voz era doce e ele dizia que eu era mais bonita do que na foto do site, conversamos a manhã toda e só paramos para almoçar, depois quase no final da noite voltamos a nos falar e ele me pediu para que eu ficasse em pé na frente da cam, porque ele queria me ver inteira, eu já estava com roupa de dormir, mas tudo bem, vestia uma camisola salmão curta e fina o que deixava meu corpo bem a mostra.
Quando ele me viu, disse que ficou excitado, e começamos um jogo de sensualismo até que ele me convenceu a fazer sexo virtual, no começo resisti, mas depois topei. Foi muito bom.

No dia seguinte, um domingo, dia 20 de Setembro, novamente no pc, nos falamos e trocamos telefones, na hora do almoço ele me ligou, e durante a conversa ele pediu meu endereço dizendo que estava trabalhando e que talvez viesse me conhecer. Que loucura, dar o endereço para um homem que eu mal conhecia, mas tudo bem, eu achei que ele nem ia aparecer, acontece que por volta das 18:00 o telefone de casa tocou, atendi, era ele, me perguntando qual era o numero da minha casa, eu muito burra falei o numero do meu telefone, ele riu, e disse que estava na minha rua, mas não conseguia localizar a casa, fiquei em pânico, não estava preparada para conhecê-lo, pedi uns 10 minutos para me arrumar e sair.

Corri para o banheiro tomei uma banho rápido, escovei os cabelos e passei um pouco de batom, coloquei um roupa simples mas bem bonita e sai no portão, ele estava lá, parado ao lado do carro, com um sorriso encantador. Dei-lhe um beijo no rosto e pedi para sair dali, fomos para uma rua próxima, ele parou o carro e pegou na minha mão, começamos a conversar, e ele disse que estava com vergonha pelo que tínhamos feito na noite passada, eu concordei e disse que também estava sem jeito. Mas atração entre nós era muito forte, e então ele me agarrou e me beijou, colocando a mão por dentro da minha blusa e acariciando meus seios, o que me deixou completamente louca de vontade de transar com ele.

Eu disse que ali não era lugar, e ele perguntou se tinha algum motel por perto, por sorte moro a três quadras de um. Quase não agüentamos chegar lá, tamanho era o nosso desejo.
Mal entramos no quarto, ele foi me beijando e tirando a minha roupa, enquanto eu tirava a camisa dele. Logo estávamos na cama, pedi a ele que fosse delicado comigo, pois há 14 anos eu não sabia o que era o toque de um homem. Ele sorriu e me penetrou devagar, mas firme, senti uma dor gostosa, o pau dele é muito gostoso e rijo e a minha buceta não estava acostumada com aquele pau maravilhoso, eu rebolava e ele continuava metendo quando eu senti a cabeça do pauzão dele encostar no meu útero, me senti toda penetrada, preenchida e gozei, gozei, gozei, ele ficou parado em cima de mim e eu gozei...ele esperou eu me acalmar, ai começou o vai e vem, começou a meter e tirar, ele me comia com força, com tesão, com gosto, vi nos olhos dele o prazer que ele estava sentindo em me comer, enquanto suas mãos percorriam todo o meu corpo, como se quisesse explorar cada centímetro. A sensação que eu tinha era de uma felicidade sem fim. Ele era tudo de bom. Ele me beijava o tempo todo. eu pedia para ele não parar. Não demorou muito, ele soltou um urro, com um animal, e começou a gemer e a socar ainda mais forte, senti então que ele estava gozando dentro de mim, mas aquilo era só o começo, ele queria mais. Partimos então para o anal, ele ficou surpreso, pois a maioria das mulheres da minha idade não curte muito. Mas eu estava alucinada com tanto carinho de uma vez só, queria tudo que ele pudesse fazer. não queria deixar nada para depois. Então ele me colocou de quatro na cama, e começou a forçar a entrada do meu cuzinho. Eu nunca tinha feito sexo anal, fiquei com medo e queria fugir, mas ele me agarrou pelo ombro e me puxou entrando tudo de uma vez, senti um misto de dor e prazer, ele então me empurrou e me colocou deitada de costa sem tirar do meu cu, e foi socando, primeiro devagar, mas eu queria com força, e ele me atendeu, e logo eu disse que ia gozar novamente, foi quando ele disse que queria gozar junto comigo, começamos então um frenesi maravilhoso, eu empurrava e ele meia, até que gozamos juntos.

Ficamos ali, deitados, abraçados, ele me beijava, demostrando todo o carinho e o amor que hoje ele sente por mim.
Depois de alguns minutos, fomos tomar banho e ali embaixo do chuveiro, ganhei coragem e fui abaixando até conseguir colocar o pau dele na boca, queria chupá-lo, ele me olhava espantado, não acreditava, dizia que eu era uma mulher completa, sem restrições. Eu continuei chupando até que gozar de novo, desta vez na minha boca, engoli seu leite com satisfação, depois ele me deu um longo beijo, e disse que dali para frente ele iria me querer sempre.

Voltei para casa feliz, e no dia seguinte recebi uma mensagem dele no celular dizendo que não tinha conseguido esquecer o que fizemos, e queria repetir sempre que pudesse. Daí para frente não ficamos uma só semana sem nos ver, sem transar, e a nossa transa está cada vez mais gostosa. estamos juntos a mais de um ano, e ele quer que eu mude para a cidade onde ele mora, para podermos nos ver durante a semana também.

Ele continua casado, mas sou eu quem ele come, e eu o amo sem limites.
Paro por aqui, mais para frente conto pra voceis como foi o dia que ele enfiou a mão todinha na minha bucetinha.
Beijos, pessoal

O Motorista

Olá, esse é meu primeiro, espero que vocês gostem...
Sou branquinha, 22 aninhos, cabelos pretos, 1,60 de altura, magrinha, mas muito gostosa. Tenho um enorme fetiche por motoristas e cobradores de ônibus, já faz bastante tempo que pego sempre os mesmos ônibus pra trabalhar ou para voltar pra casa, nisso começa já um 'amizade', um 'oi, tudo bem?', depois começa a troca de olhares provocantes, e quando menos esperam to pedindo o telefone rs.

O caso que vou contar é de um motorista que sempre passava no sentido oposto do que eu esperava, e só faltava quebrar o pescoço pra me olhar. Não era exatamente o meu caminho, mas comecei a pegar esse ônibus mais tarde pra ir a faculdade, dava aquele 'boa noite', depois ficava olhando pelo retrovisor e ele tbm não parava de me olhar. Ele é lindo, 30 anos, mas uma carinha de 20, um corpo perfeito. Depois de um tempo comecei a ficar lá na frente mesmo, e comecei a puxar papo, como ele é do horário da noite, ele me convidou para ir com ele até o ponto final no horário da janta. Não pensei duas vezes, já estava subindo pelas paredes, molhada de tesão. Chegando, tomando cuidado para os outros motoristas não me verem (um não precisa saber que saí com o outro rs), fomos para o fundo do ônibus, quando ele tira aquele pau delicioso pra eu chupar. Que delícia! Chupava sem parar, e ele ficando cada vez mais duro, aquela cabecinha rosadinha e suculenta, passava a lingua bem devagarinho, sentindo todo seu sabor, chupava suas bolas... até que não aguentei mais e pedi pra ele meter bem gostoso na minha buceta. Nossa quase morri de tesão, ele naquele vai-e-vem frenético, mordiscando minha orelha, depois mamando nos meus peitos. Uau!! Ele era realmente demais. Queria mais e mais, o pau dele todinho em mim, até as bolas...

Virei de quatro e foi aquela loucura, ele tirava tudo e depois metia de uma vez, me fazendo delirar de prazer, falava que eu era sua putinha, me dava tapinhas na minha bunda empinadinha, puxava meu cabelo, até que não aguentamos e gozamos deliciosamente... Foi incrível!

Repetimos a aventura várias vezes, mas isso já história pro próximo conto!

Beijos da branquinha!

 

O lobo e a chapeuzinho

Vou iniciar descrevendo o lobo um moreno lindo, porte másculo, forte e muito gostoso, de um sorriso encantador, e viciado em sexo, com 33 anos acredito que tenha seus 1,75cm; já a chapeuzinho é morena com 1.60cm, 39 anos, cabelos longos, boca apetitosa, seios volumosos, e louca por sexo. Bom o caso entre ambos aconteceu há pouco mais de 04 meses, quando o lobo devorava a chapeuzinho com um simples olhar, mas sem nada falar, o mesmo acontecia com ela, o observa de longe e imaginava mil loucuras, mas tinha algo que fazia com que ela ficasse sempre na dela, ate que certo dia uma simples pergunta fez mudar os pensamentos da chapeuzinho “VC TEM ALGO PARA ME FALAR?” e chapeuzinho respondeu com outra pergunta, mais os seus olhos a traíram, falaram mais que as palavras e ela desejava cada vez mais o lobo; porém ficaram só nos olhares, ate que surgiu a oportunidade de ambos ficarem um bom tempo juntos e falando sobre a vida um do outro, fazendo pequenas descobertas ou quem sabe grandes, até que o lobo atacou e deu sua cartada, pois o mesmo sabia que mexia com a chapeuzinho e a partir desse momento começou as investidas e ela sempre dizendo não, que é era melhor deixar quieto, mas na realidade ela estava louca para se jogar nos braços do lobo e ela não tinha mais como fugir, a vontade o desejo já a dominava, até que ela simplesmente liga para ele e desliga não teve coragem de ir em frente, mas o lobo retornou sua ligação e a perguntou quando ela iria convidá-lo para almoçar ou jantar, no qual ela respondeu que se dependesse dela eles não iriam sair, mais o lobo foi ousado e a convidou para sair e ela respondeu que não dava e ele já a intimou para a segunda, sem deixar nenhuma saída e ela aceitou.

Chegando a segunda dia 30/05, ela estava nervosa, ansiosa e com um pouco de receio, mas deixou tudo isso lado e os dois foram “almoçar”. O nervosismo continuava, mas na hora em que ele a pegou e os dois se beijaram, era como se nada e ninguém existisse, só os dois entregues, cada um com mais tesão que outro, se despiram e ele, fez ela delirar com sua língua deslizando em sua boceta e sugava ela com todo desejo que existia nele, ela também não se fez de rogada, pegou o seu pau que era super gostoso e se deliciou em chupadas maravilhosas e fizeram um 69 maravilhoso; mas ela queria sentir ele todo dentro dela, sentir seu pau pulsando e num vai e vem frenético, que fazia com que ela o quisesse cada vez mais, ate que ele anunciou que iria gozar e urrou feito um leão com sua presa, ela também gozou, mais quieta e ficaram trocando caricias e beijo, depois almoçaram e logo após começaram tudo outra vez, pois cada segundo parecia uma eternidade e sentir aquele homem cheio de tesão, insaciável era o que ela mais queria, porque a bastante tempo ela não sentia tanto tesão e assim veio a segunda gozada e mais a terceira; bom ambos tiveram um almoço indiscutivelmente fascinante, e ate agora o lobo ainda devora a chapeuzinho.

 

Sexo e muita zoação

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito,bissexual e atraente) 3° ano colegial, hormônios a flor da pele e nós ali com nossos 17 anos .
Sempre estudei no período da manha mas neste ano resolvi passar pra noite, em minha sala tinham varias garotas mas uma se destacava por sua beleza e inteligência. Rebeca Gusmão, uma garota um pouco safada, namorava firme já a uns 3 anos,eu morava a uns três quarteirões a frente da sua casa , por esse motivo conversava bastante comigo, na saída eu sempre a acompanhava até em casa. e ela sempre me confidenciava alguns segredos, esses dias me disse que havia traído seu namorado com um cara da rua com o dobro da idade dela, ela ainda me contava detalhes do acontecido o que me deixava um pouco excitado.
Por fim ela acaba terminando com o namorado e começa a pegar geral no colégio, ela sempre me dava umas olhadas , eu por minha vez nem ligava, num imaginava que fosse dar em alguma coisa, o que uma garota como ela iria querer comigo.
Numa quinta feira, dia em que a aula acaba mais cedo, ela me chama pra fazer companhia a ela até sua casa, aceito numa boa , nos despedimos do pessoal , Renata nos olha e da um largo sorriso, Renata era a melhor amiga de Rebeca e sua principal confidente. Seguimos rua afora com papos sobre a escola. até que rebeca me pergunta se eu a achava bonita, meu deus que pergunta era aquela ja que a resposta era certa, imagino que ela queria tirar uma da minha cara, então lhe digo que ja fiquei com garotas mais bonitas do que ela, na cara dura, ela que já imaginava a resposta fica toda sem graça. e se cala por um tempo. chegamos próximo a sua casa e paramos perto de seu portão e nos sentamos para conversar, ela era muito interessante , e conseguia se abrir facilmente comigo, ela me diz o motivo de ter terminado com o namorado, fala que não sentia nada por ele , e que agora ela estava a procura de quem a fizesse feliz. nos rimos, brincamos examinando alguns candidatos promissores até que ela diz meu nome. eu fico encabulado e me calo.
Ela me pergunta o que eu achava, se nós dois daríamos certo, eu dou uma risada mas não digo nada . Então ela me encara e encosta seus lábios nos meus, aproveito a situação e me esbanjo em sua boca, por uns 4 minutos nos beijamos sem parar , sua língua corria pela minha e eu adorava a sensação.
A beijava enquanto acariciava seu corpo e sentia seus seios se enrijecerão , enquanto isso ela passava a mão por dentro de minha camisa alisando meus mamilos . me deixando ainda mais excitado. De repente ela para se levanta pega em minha mão abre o portão e entramos em sua casa. Rebeca morava só com sua mãe a qual dormia no sofá enquanto a TV estava ligada. Ela me leva a seu quarto, um local pequeno com sua cama, um guarda-roupa e uma mesa onde havia um computador. tranca a porta por dentro pega meu material e juntamente com o dela coloca-os em cima da mesa.
E logo tarraca em mim novamente tirando minha camiseta, ela passa a boca por todo meu corpo , chupa meu pescoço e morde minhas orelhas, então se ajoelha no chão diante de mim abre meu zíper abaixando minha cueca, nesta hora meu penis pula pra fora. eu olhava de cima enquanto ela abocanhava meu penis com a boca , ficava passando a língua desde a grande ate o talo sua saliva quente o fazia brilhar , depois passou a chupar meus testículos, a sensação era anormal, nunca ninguém havia feito comigo o que agora ela fazia. então tiro completamente minha calça. e parto pra cima dela retirando sua brusa e em seguida seu sutiã. a deito em sua própria cama abaixo sua calça revelando um fil. dental que só escondia um pouco de sua vagina, rosada ,linda , não era totalmente depilada, tinha um pequeno bigode tipo Hitler. pirei quando vi aquilo.
Me posicionei e aprofundei minha língua em sua vagina sentindo tudo o que não via por olhar, a qual lambia em movimentos suaves e rápidos , sentia minha língua roçar naqueles pelos e aquilo me arrepiava. coloco três dedos em sua buceta e começo a masturba La. ela gemia de prazer. então resolvo aproveitar daqueles lindos seios grandes e fartos,subo seu corpo com os lábios,sentindo o sabor de suor ,ate chegar em seus peitos onde passava minha boca por um o lambendo por inteiro, parecendo uma criança esfomeada querendo leite ,enquanto massageava o outro.
Ficamos ali por um tempo. então ela me pergunta se quero experimentar seu traseiro .fico meio apreensivo mas aceito então ela fica de quatro e eu me ajoelho, passo minha boca por seu rabo o que faz ela gemer. enfio minha língua em seu cu, e o lubrifico com muita saliva. então levo a cabeça de meu penis ate a porta de seu rabo e em um só movimento enfio tudo, ela geme de dor e isso me alucina ainda mais. me deito sobre seu corpo,passando as mãos por seus seios e fazendo movimentos com o quadril , dou mordidas em sua orelha e beijo sua nuca. nossos corpos ali roçando um no outro, era demais.
O tempo passa meu penis já estava doendo de tão duro , e sentia que ele ia explodir ,então o retiro de seu cu e peço pra ela se levantar, a levo até a mesa do computador coloco ela sentada na beirada, me aproximo , ela abre as pernas e me envolve , eu ali de pé, coloco meu pau em sua vagina, e ali ficamos , enquanto nos movimentávamos , a beijava , e passava minha boca em seus seios rijos como nunca, e ela adorava , sua mão caminhava lentamente desde meu pescoço ate minha virilha passando também por minha bunda e acariciando meu rego .
Os movimentos foram se intensificando, nossos corpos ja estavam colados pelo suor, então sinto-me subindo até a lua, minha perna amolece meu corpo desaba,minha porra já inundava a camisinha. mas não paro já que ela ainda não chegou ao orgasmo , um tempo depois e ela grita , me abraça. ficamos uns vinte minutos sem nos movermos, meu penis ali dentro dela. corpo X corpo.

O ano passa fico mais algumas vezes com Rebeca mas para por ai , hoje em dia o que sei de sua vida é que esta casada e tem um pequeno filho. deve estar Feliz .

bom se gostaram do conto me escrevam, ivo-81@hotmail.com Itajubá, MG

 

Sexo, amor e muito tesão

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito, bissexual e atraente), já moro em Itajubá há algum tempo. Bom... Meu irmão, dois anos mais novo do que eu sempre teve mais sorte nos seus relacionamentos. E ele adorava empurrar suas ex - ficantes pra cima de mim.
Precisava trabalhar e quando consigo um emprego numa loja de confecções, 15 dias após minha entrada, Beatriz (Bia) uma garota a qual ficava com meu irmão e era apaixonada por ele, começa a trabalhar comigo. Já nos conhecíamos e como sempre eu já tinha dado em cima dela por via de meu irmão o qual apos tela abandonado ficava com outra garota e a empurrava pra mim. porem ela me rejeitara com uma simpatia impressionante.
E agora trabalhávamos juntos. os meses se passam e uma incrível amizade surge. Bia era linda, 18 anos, um ano mais nova do que eu , e nem de perto era aquela garota infantil e apaixonada por tudo, que tinha conhecido a alguns anos. Seu corpo era lindo, descendente de orientais , olhos verdes cabelos castanho claro um pouco miudinha tipo top mo Del, magra mais muito bonita.

Naquele ambiente só trabalhavam pessoas jovens entre 17 e 25 anos. Flavia outra funcionaria sempre colocava lenha na fogueira dizendo pra Bia que eu era apaixonado por ela e vice - versa. Porem sempre levava tudo na esportiva e sabíamos que ela estava zoando de nossa cara. Agora adorava aquela guria, sua amizade, suas palavras me confortavam sua presença me deixava aliviado.

Sempre rolavam brincadeiras entre a gente, mãos bobas que passeavam por corpos, insinuações, abraços arrebatadores palavras que enfeitiçavam. mas achava que não passava de brincadeira.

Gostava muito dela e tinha medo de querer me aprofundar um pouco mais e perder o clima da amizade. então só ficávamos nas palavras ser ter coragem de transforma - las em ação.

Anualmente contamos todo o estoque da loja, porem temos de aproveitar os dias que a loja fica de portas fechadas para tal controle. Num domingo comum onde ao certo folgaríamos Eu, Bia e Flavia somos escalados para tal serviço. Nosso chefe, que mesmo sabendo de nossa idade, confiava na gente e nos deixa com a chave da loja para fazermos a contagem.

Às 8:00 de domingo me encontro com Beatriz , a qual diz que Flavia não vira e já tinha avisado nosso chefe. as horas se passam ficamos largados ali no chão tirando e colocando os produtos nas prateleiras . até que num momento numa de nossas brincadeiras Bia me abraça e toca meus lábios com os seus, sua boca era doce, num perfume inebriante, sua língua passeava e se encontrava com a minha, sinto seu coração e percebo que ele esta muito acelerado. ficamos ali nos encarando, olhando nos olhos um do outro por um bom tempo. Não queria forsa-la a nada que ela não tivesse vontade , e somente correspondia aos beijos que ela me dava.

Então ela abre o jogo, me diz que nunca tinha experimentado um relacionamento envolvendo sexo com outro homem, e que ela achava que eu era muito especial para ela, então resolveu se entregar a mim e ali estava ela , anteriormente ela havia ligado para Flavia e pedido pra ela não vir trabalhar. Então me dei conta do que estava acontecendo e aquilo me excitara muito. porem tinha de ser algo especial na vida dela.

Eu lhe perguntei se aquilo era realmente algo que ela queria fazer ali e comigo, sem pensar duas vezes ela disse que sim, ela já sabia de minha orientação sexual, e disse estar ciente e que não via nada de errado. nós dois ali deitados no chão frente a frente. Eu esperava por aquilo fazia muito tempo e agora estava prestes a se realizar, algo tomou conta de mim e eu a beijei sufocante mente e aquilo nos êxitou . passava a mão por seu corpo e sentia suas curvas, sua pele macia e quente , ela correspondia com a mão por dentro de minha camisa passeando por meu corpo.

Saímos dali e fomos para o escritório, paramos no sofá que ali ficava retirei sua brusa com cuidado revelando seu corpo era lindo, lhe abraço e retiro seu sutiã. seus seios eram pequenos mas de uma delicadeza surreal. me abaixo e com carinho retiro sua calça , dando luz a uma calcinha vermelha minúscula, olho em seus olhos e ela balança a cabeça. então a deito por sobre o sofá seu corpo semi nu ali somente pra mim.

Começo beijando por sobre sua calcinha e subo vagarosamente passando por seu umbigo e chegando em seus seios os quais passo minha boca e em suaves movimentos os acaricio ela se contorcia, continuo beijando seu pescoço e voltando a sua boca. aquele sabor único e arrasadoramente incomum que deixava seus lábios passando aos meus. ela se levanta e desta vez me deita por sobre o sofá, retirando cuidadosamente minha camiseta e em seguida minha bermuda, meu penis latejava de tanto tesão , ela carinhosamente o apanha com as mãos suaves e retira minha cueca. o massageia e em seguida com sua boca de fada sobe beijando meu corpo comessando por meu penis o qual acaricia com a língua passando a virilha, chega por sobre meu rosto e da um sorriso.

Se levanta com as pernas abertas sobre mim e retira a calcinha que revela sua vagina, linda , totalmente depilada, sem nenhum traço de irritação. sento - me sobre o sofá e carinhosamente passo meus lábios por sobre sua vagina e ali penetro minha língua, fico meio apreensivo pois é a primeira transa dela e não sei o que ela esta achando. peço para ela se sentar me ajoelho e com suaves movimentos , penetro-a com a língua novamente ela adorava a situação, sua pele era realmente macia um gosto delicioso tomava conta de minha boca, ficamos nesta situação por uns 10 minutos e então lhe pergunto se posso lhe mostrar o que seria sexo. e ela mesmo apreensiva me responde que sim.

Com suas mãos delicadas , coloca uma camisinha em meu penis e se deita por sobre o sofá, com muita calma me deito por sobre ela colocando a cabeça de meu penis na entrada de sua vagina. forço um pouco e ela grita de dor, eu lhe explico que por ser sua 1° vez devera doer um pouco mas será só no começo. então em suaves movimentos continuamos nos esfregando, nossos corpos juntos, quentes, nossas bocas unidas, e então chegamos ao tão esperado ponto , eu já todo suado, Souto minha porra dentro da camisinha em sua vagina, continuamos por um momento e ela atinge o auge do orgasmo . nos beijamos e nos acariciamos , ficamos ali abraçados, um sentindo o corpo do outro por bastante tempo.

 

Continuamos Amigos até hoje, e Beatriz é muito especial para mim, hoje em dia ela namora firme. ja não trabalhamos mais juntos .

 

bom se gostaram do conto me escrevam, ivo-81@hotmail.com Itajubá, MG

 

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha
(Uma história de masturbação)
Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina, tinha na época apenas 18 anos e Carlos 27. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? – O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. – Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. - Você não vai rir de mim, vai? – Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: - Agora? - Na sua frente?
- Claro disse! – Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? – E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: - Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. - Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

 

Um coroa no ônibus

Ola pessoal o que vou contar a gora já aconteceu comigo, meu nome e PSICO®, bem sou moreno claro tenho 1.80 gosto muito de fazer sexo na loucura (louco), tenho 30 anos, com um pênis de 20,50 cm, bem a historia que vou relatar aconteceu mas ou menos em 1995. Tudo começou quando eu falei para a mina que estava saindo que iria da uma volta, ai eu fui para santos encontrar uns amigos e foi quando e encontrei com (VAMOS CHAMAR ELA) de MARTA que tinha 42 anos na época, uma senhora coroa muito gostosa com 1.68 uma bela bunda e uma deliciosa buceta, bem ai agente pegou o ônibus, ate ai tudo bem mais as coisas foi esquentado e agente começamos a se agarrar ali dentro sem menos se preocupar com os passageiros do ônibus que estava lotado de gente, foi ai que eu vir que o ônibus tinha dado uma parada, fui ver ele já tinha chegado no ponto final, agente não deu a mínima, para o que estava acontecendo e nos só mudamos de lugar e fomos para na ultima cadeira e continuamos a nos agarra sem problemas, e ela pegava no meu cacete e dizia que estava com muita saudade dele, e eu pegava na xoxota dela e fala que ela era a minha puta predileta e ficamos assim um bom tempo, foi quando ela colocou o meu cacete para fora e começou a chupa, eu não conseguir me controlar e comecei a chupa os seus peito, que era bem gostoso, foi que eu levantei a sai dela e começamos a fazer sexo ali, e sem perceber que estava dentro de um coletivo, e cada bombada que eu dava a vontade aumentava, porque eu não estava muito preocupado com o lugar ou o local eu queria era meter, trepa bastante aquela buceta quente que a cada estocada que eu dava ela gozava maravilhosa mente que já estava escorrendo pelo meu pau e até que eu cheguei ao orgasmo loucamente e sem preocupar com o local que a gente estávamos e continuamos depois de eu te gozado como um louco dentro da buceta dela, foi quando ela pegou o meu pau e começou a chupa meu cacete de novo, e ela pagou uma bela de uma gulosa para mim, ela me fez gozar na boca dela que tomou todo o meu liquido como se tivesse tomando leite condensado foi ai que eu fui para nas nuvens, depois fomos para o motel ai e outra historia.

ai gatinha, que gostem de sexo louco estou a disposição para vocês. tenho muitas outras historias para contar das minhas loucura de sexo. tchau.

wcoliveira@yahoo.com.br

 

Clube dos prazeres

Sou uma menina muito aberta, gosto de falar sobre todos os assuntos e gosto muito de curtir a vida. Tenho uma amiga assim como eu, acho que por isso nós vivemos juntas.

Bem, irei fazer uma descrição minha e de minha amiga, meu nome é Fernanda, conhecida pelos, mas íntimos como Nanda, tenho cabelo preto e longo, pele branca, mas bronzeada, olhos castanhos claro e lábios um pouco carnudos, seios pequenos e durinhos, a bundinha é redondinha e arrebitadinha, não tenho barriguinha, mas também não me mato em academia apenas cuido de minha alimentação e gosto de correr todas as manhãs. Minha amiga se chama Camila, ela é branquinha pois não consegue bronze já que fica vermelha se quando exposta muito tempo ao sol, tem olhos castanho esverdeado e cabelos castanho claro com mexas loiras, e bem comprido, seus lábios são pequenos , mas chamam atenção pois são lindos, seus seios são maiores que os meus, seus biquinhos mais puxados para o rosa e pequeninos, tem o bumbum grande e chama muita atenção.

Era uma manha de verão e como sempre nas férias aproveitamos que o dia estava lindo para ir ao clube. Chegamos lá e fomos direto ao banheiro para trocar nossas roupas, eu coloquei meu biquíni branco com desenhos azuis e vermelhos. Já a Mila que é como chamo minha amiga estava com biquíni rosa choque bom bolinhas brancas.

Como era cedo o clube estava vazio, nos deitamos na espreguiçadeira e ficamos pegando o solzinho, não demorou muito e as pessoas começaram a chegar e fomos para a água. Ficamos nadando até próximo a hora do almoço. Saímos da água e nos enrolamos em nossas cangas e fomos ao restaurante do clube. Ao chegarmos percebemos que tinham dois garotos que não tiravam os olhos da gente, pareciam quererem nos comer com os olhos, ficamos um pouco incomodadas com isso mas deixamos pra lá.

Depois de descansarmos voltamos a piscina, desta vez percebemos a presença dos meninos na água, não ligamos e entramos na piscina.

Os garotos não demoraram pra puxar assunto com a gente e demos trela já que pareciam ser legais, nadamos juntos e curtimos as brincadeiras até que em certo momento o mais velho deles começou com brincadeiras de passar por baixo de nossas pernas, percebi que em uma das passadas ele passou algo em minha bucetinha, tentei não demostrar o constrangimento pois imaginei que foi sem querer. Um erro meu claro...

Logo ele estava passando novamente mas desta vez ele não passou, mas acariciou minha bucetinha, aquilo ao mesmo tempo me irritou e deixou com tesão, era uma situação perigosa, estávamos em um local publico e alguém poderia ver e também nem o conhecia direito, mas ao mesmo tempo isso me provocava, sempre tive curiosidade de transar com uma pessoa que mal conhecia. Acho que foi nesta hora que o amigo dele percebeu o que estava acontecendo e resolveu não perder a oportunidade de ganhar a Mila. Ele a abraçou por trás e pelo que percebi enquanto beijava levemente seu pescoço ele passava a mão em seu corpo. Mila estava com uma cara de assustada, mas em seguida olhou pra mim e deu uma piscadinha, o sinal que usávamos pra dizer que iriamos aprontar. Nos soltamos dos meninos e dissemos que iriamos ao banheiro.

Ao chegar lá a primeira coisa que ela falou foi:

- Amiga, esses carinhas são uns gatos, mas são bem abusados também né?

- Eu também achei eles meio ousados, mas sei lá amiga, fiquei um pouco interessada na brincadeira, onde será que isso vai acabar?

- Onde você acha? No lugar de sempre amiga?

- Claro, vamos para o nosso cantinho.

Claro que vocês não entenderam o que estávamos pensando, bom, aqui no clube temos uma turma de amigos e algumas vezes a gente acaba ficando claro, e quando isso ocorre algumas vezes acabamos transando também, então tem uma parte no clube que a turma do nosso grupo chama de motel, mas na verdade não passa de um quiosque onde se tem as churrasqueiras, quando não estão sendo utilizadas elas ficam com os toldos abaixados ficando então escuro e com privacidade.

Saímos do banheiro e chamamos os meninos. Falamos que estávamos cansadas de ficar na aguá e que gostaríamos de dar uma volta pelo bosque do clube. É claro que eles entenderam que isso era uma desculpa para irmos ao um lugar mais reservado, mas eles nem imaginavam o que iria acontecer.

Andamos pelo bosque e os meninos ficaram atirados, ficavam nos provocando com passadas de mãos, beijos no pescoço e por ai vai, mas eles não tinham bem a pegada, Bom, depois conversando com minha amiga chegamos a conclusão de que com certeza eles eram totalmente inexperientes, mas voltando ao assunto, logo percebemos que eles não tinham aquela pegada que normalmente os homens tem que deixam as mulheres doidinhas, então conseguimos enrolar os meninos e leva-los exatamente onde queríamos. Ao chegar perto das churrasqueiras falei:

Nossa, nunca percebi que tinha essas churrasqueiras aqui, vamos quero ver como são.

A Mila sorriu pra mim e me seguiu, os garotos vieram atras meio desaminados pois acharam que não iam conseguir nada. Assim que entraram já fomos agarrando eles, estava um pouco escuro, mas conseguíamos ver uns aos outros. Mila já tinha agarrado o mais novinho deles e estava beijando loucamente ele enquanto pegava no pau do carinha, eu estava ajoelhada pegando naquela rola que já estava dura. Pelo que percebi os meninos estavam assustados, não estavam esperando essa atitude nossa, mas vamos deixar claro aqui para vocês leitores, gostamos muito de curtir a vida então, sempre transamos juntas inclusive uma com a outra, então somos bem putinhas na cama, ainda mais pegando dois gatinhos cabacinhos ainda. Quando puxei a bermuda do menino vi aquela rola saltando pra fora mirando meu rosto. Não era muito grande, um pouco grossa, quando coloquei aquela rola em minha boca senti ela pulsando, fiquei chupando aquele pau enquanto o menino acariciava minha cabeça. Passava a mão em seu corpo pois já estava com muito tesão. Mila fazia o mesmo que eu só que o carinha que ela estava chupando estava deitado sobre a mesa e pela sombra do pau dele parecia ser maior, Conseguia ver a sombra do rosto de minha amiga subindo e descendo da rola do carinha.

O rapaz que eu estava chupando começou a respirar mais forte, sabia que logo ele iria gozar então parei de chupar pois não queria apressar tudo. Deitei e mandei o carinha me chupar. Ele prontamente desamarrou meu biquíni deixando meus seios e minha bucetinha amostra. Começou uma chupada meio desajeitada, mas logo foi pegando o jeito pois quando ele fazia certo eu gemia para mostrar que estava bom. Quando ele colocou a linguá em minha bucetinha foi demais, ele lambia tudo, os lábios, o clitóris, parecia mais um esfomeado com um prato que estava prestes a comer. Aquilo estava muito gostoso, depois de muita chupada senti meu gozo chegando, meu corpo se contraia de prazer, Mila que não gosta de perder tempo já estava colocando a camisinha que a gente sempre carregava em nossas bolsas por não saber o que o dia iria nos proporcionar. Bom quando vi minha amiga subindo na mesa e encaixando aquela rola em sua bucetinha fiquei completamente doida de tesão, puxei minha bolsa pegando a camisinha, empurrei meu macho para poder me levantar e ajoelhei em sua frente, tirei a camisinha da embalagem e encaixei na cabecinha de seu pau e terminei de colocar com a minha boca, fiquei então de quatro no banco com os peitos apoiados na mesa e pedi para ele me fuder de quatro. Ele tentava encaixar o pau na binha bucetinha porém tinha um pouco de dificuldade, então peguei aquele pau e encaixei e ele meteu de uma vez só. Nossa isso me deixou maluca, enquanto ele metia eu rebolava naquele pau, doía um pouco acho que pela grossura, não pelo tamanho.

Mila gemia muito, pelo jeito o carinha estava metendo gostoso nela. Sempre achei que ela gostava mais de pica do que eu se bem que isso é meio complicado. Aquela rola me deixava doida, mas queria saber porque minha amiga gemia tanto. Depois de muita meteção pedi para meu macho trocar com seu amigo. O pau do mais novinho era realmente maior, não era apenas impressão, ele me colocou de quatro e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, quando ele foi encaixar pedi pra ele colocar no cuzinho.

Acho que o menino não acreditou na sorte dele, ficou meio que esperando pra ver se eu ia falar que ela brincadeira, mas como não falei ele colocou na entradinha e foi metendo devagar, senti aquela pica entrar inteira no meu cuzinho que piscava de tesão, ele encaixou completamente e começou metendo devagar. Falei pra ele que gostava de força então ele mandou ver, Bombava muito meu cuzinho enquanto eu esfregava a minha mãozinha em minha xana, gozei algumas vezes me esfregando e não demorou muito o rapaz tirou o pau de meu cuzinho, arrancou a camisinha enquanto eu ficava ajoelhada, então senti o primeiro jato de porra vindo direto em meu rosto, sujando meu cabelo meus seios. Acho que o rapaz mais velho viu a gente fazendo isso e quis o mesmo, minha amiga ficou na mesma posição e fui me ajoelhar ao lado dela. O cara gozou muito, mas muito mesmo, quanto terminou o rosto de minha amiga estava escorrendo muito, nos olhamos e rimos e para terminar nossa brincadeira nos beijamos.

Nos levantamos e lavamos nossos rostos e limpando onde mais tinha voado porra e fomos saindo. Os meninos vieram atras quando demos o fora neles. Já tínhamos conseguido o que procurávamos, estávamos com tesão ainda, e iriamos procurar novas vitimas para curtir já que mesmo tendo uma transa maravilhosa com os dois ainda não havia nos saciado, apenas aguçado nossas vontades.
Voltamos a piscina para tirar o cheiro do sexo e quem sabe...

Bom, esse foi o relato, apenas o inicio de um dia maravilhoso que teria ainda muito mais diversão.

Gostamos de escrever, espero que tenham gostado.
Edu e Mari

 

Fazendo-a gozar no trem

Certo dia, como de costume, voltava do trabalho para casa de metrô e dentro da estação percebi que uma morena muito bonita e gostosa, com cerca de vinte e dois anos, lançava-me olhares gulosos. Ela usava calça branca de algodão, bem enfiadinha no rabo e dava para ver o fundo vermelho da calcinha, trajava também um jaleco branco, com emblema do curso de Enfermagem da USP. Entramos no mesmo vagão lotado e claro que não por coincidência ela posicionou-se atrás de mim, jogando levemente a bunda para trás, quando a mesma encostou e apertou meu pau, este endureceu como titânio e comecei um esfrega muito gostoso naquele bundão, inclinando fortemente meu corpo.

Ela gemia baixinho e notei o grande rubor em sua face e pescoço, eu beijava sua nuca e orelhas e dizia sacanagens baixinho em seu ouvido. Quando ouvi um suave: minha xoxota tá encharcada, não resisti e enfiando a mão sob o jaleco, abri o zíper de sua calça e pus a mão em sua deliciosa bocetinha que molhou meus dedos. Iniciei uma frenética e ritmada siririca na minha putinha do metrô e a senti gozar muito em minha mão, os pelinhos ralos do púbis se arrepiaram todos. Depois de um tempo, tirei minha mão e conduzi meus dedos à sua boca, falando baixinho: sente o mel dessa xoxota faminta de pica, agora vamos fazer o seguinte, descemos na próxima estação, entramos num motel e vou te dar uma surra de piroca que vai deixá-la grata pelo resto da vida. Não deu outra, fomos.

Quando nos despimos no quarto, ela até rezou para o meu pinto, nunca fui chupado nem senti tesão por chupar uma mulher como naquele dia. Passei uma hora fazendo-a ter espasmos com meus lábios e língua naquela deliciosa xoxota semi-depilada. A trepada, então, foi um espetáculo divino, eu a comi até suspensa no ar, quando comi seu cu não foi preciso sequer lubrificá-lo de tanto gozo que já escorrido pela boceta, fazia um ruído impressionante, esfolei o pau naquela bundona branca que ficou vermelha como pimentão. Nunca vi uma mulher gozar daquela forma, foi minha melhor trepada.

fepace@uol.com.br

 

Comendo a menininha de 19 aninhos

Vou contar algo que aconteceu comigo no meu serviço. Sou casado a 7 anos e conheci uma meninha de 19 aninhos, + ou - 1,75 uma delicia de mina com um lindo corpo, uma boca fora do normal e um rostinho meigo, muito meigo. Desde quando eu vi essa mina que vou chamar ela de bebe, ja senti um desejo, um tesão incontrolavel por ela imaginava meu pau na boca dela que tem uns labios muitos carnudos e uma rabo redondinho perfeito que toda hora eu ficava me imaginando comendo ela. Certo dia ela me chamou e me perguntou o que significava o meu olhar para ela, naquela hora perdi a fala, respirei fundo e disse que tinha muita atração por ela e principalmnte pela boca dela, dai rolou o clima e marcamos de nos encontrar, fomos direito para o motel a minha ansiedade era tanta que tive um pequeno problema com o carro durante o trajeto para o motel, mais prefiro não contar, vamos ao que interessa.

Entramos no motel e meu tesão era tanto que meu pau parecia que ia estourar minha calça, quando nos beijamos no quarto eu pude sentir sua respiração o tesão dela o cheiro da pele dela o perfume nossa fiquei loko, fiquei ofegante meu tesão era tanto que minha vontade era rasgar toda a roupa dela, mais eu tinha que ir com jeitinho e carinho para não assustar meu bebe afinal fazia muito tempo que eu não comia uma menininha de 19 aninhos a nossa diferença de idade é de 14 anos então tinha que ter muita calma nessa hora. Rolamos na cama e meu pau muito duro a ponto de estourar roçou na bucetinha dela, naquela hora notei que ela tambem estava com muito tesão mesmo ela de calça jeans meu pau roçava e cutucava a bucetinha dela,tirei sua blusinha e comecei a beijar sua costa e seu pescoço as coxas dela seu pezinho chupei ela todinha e dava mordidinhas notei que ela se contorcia de tesão e tirei sua calça e pude notar que corpo esse bebe tinha ela ali apenas de calçinha e sutiã na cama de um motel pronta para ser comida nossa eu estava louco de desejo e tesão meu pau ja babava so de ver aquele bundão empinadinho na minha frente para ser comido. Comecei a tocar nela com os dedos e ela ja estava em ponto de bala pronta para ser comida sua bucetinha estava toda molhada.

Chupei seus peitos e dava beijinhos e ela toda arrepiada. Comecei a beijar e chupar sua virilha entre as coxas passava perto da bucetinha dela eu apenas dava uma lambidinha de leve que levava ela ao delirio, comecei a chupar com mais força ela se virava na cama e sussurava de prazer tanto que ela puchava meu cabelo apertava meu corpo de tanto tesão e eu ali chupava aquela bucetinha lisinha depiladinha com aquele cheiro de sexo cheiro de prazer de puro tesão, mas quando eu percebia que ela ia gozar ela tirava o corpo de perto de mim e pedia calma, mas eu não deixava ela escapar e chupava cada vez mais e ela gemia gostoso com minha lingua chupando, mordendo e beijando aquela bucetinha. Dai ela começou a chupar meu pau bem delicadamente com aquela boca de labios carnudos eu tive que me segurar para não gozar na boca dela, Meu tesão era tanto que eu parti pra cima coloquei ela de 4 comecei a comer aquela bucetinha na hora que meu pau entrou me senti nas nuvens, por ter conseguido comer aquela menininha, a cada socada que eu dava ela gemia de prazer, comi de varias posições, eu sentia meu pau todo molhado de dentro da bucetinha dela. ela estava toda molhadinha de tesão.

Eu comia devagarzinho e aumentava a socada e ela ali na cama toda entregue com meu pau enterrado nela,e eu ali metendo com muita vontade e força e tesão até que eu não mais aguentado o tesão sussuro no ouvido dela que vou gozar peço pra bater uma punheta pra mim, ela mal pegou no meu pau deu uma punhetadas e eu gozei forte e com prazer na mão dela, ela estava com a mão cheia da minha porra quente, nossa que metida gostosa da proxima vez conto como foi na casa dela e sobre o segredinho dela ...

Sempre que leio este conto bato uma punhetinha pra ela.

kakau.july@gmail.com

Transa safada

Olá me chamo Lívia, tenho 20 anos, vou me descrever para você me conhecer melhor e poder me imaginar e porque não ter fantasias comigo... tenho 1,65, olhos castanhos, pele branquinha levemente bronzeada, uma boca bem carnuda, cabelos castanho escuro, comprido e liso, um bunda grande bem durinha e redondinha e seios grandes, um corpinho bom... modéstia parte sou uma morena bem gostosa, que qualquer homem se interessaria....

Antes de começar a contar minha história devo confessar que sou tarada por sexo, e por isso resolvi escrever, pra compartilhar minhas transas, safadezas, desejos e fantasias.... isso me excita.. contar as loucuras que faço a cama... e em outros lugares também...como estava dizendo adoro sexo... adoro prazer... então transo praticamente todos dias com meu namorado Ricardo (que nem sonha que estou escrevendo e contando tudo isso), namoramos há 3 anos e nossa vida sexual é muito boa.. o Ricardo também é bem safado na hora do sexo.. transamos em vários lugares, várias posições... e essa história que vou contar é uma dessas transas bem gostosas que tive com meu namorado.... Em uma terça-feira a noite Ricardo me propôs pra irmos pegar um filme pornô na locadora eu claro aceitei na hora porque ver filmes pornô sempre me excitou muito, então chegamos na casa dele e ele foi logo colocando o DVD, fomos começando a nos aquecer... começamos a nos beijar e o clima foi ficando quente... ele foi passando a mão na minha bunda e tirando o meu micro- vestido rosa, eu já tava com minha bucetinha toda molhada e quentinha louca por um pauzão nela, ele já tava de pau duro e que pau ele tem uns 16 cm... e bem grosso... do jeitinho que eu gosto..então tirei a camisa dele e baixei suas calças, comecei a passar a minha boca na sua pica por cima da cueca pra excitá-lo mais então tirei sua cueca e meti a boca no seu pauzao , nossa que delícia xupei muito com muita vontade meti todinha na minha enorme boca.... ele dizia: Vai gostosa, xupa essa rola bem gostoso, xupa... vou gozar em voçÊ vadia... ah..aaaahhhh.. ta demais.. muito bom ahhh.. não demorou muito ele gozou em mim, pedi pra que gozasse nos meus seios e lambi tudinho.. toda porra gostosa que ele gozou em mim... enquanto xupava ele ouvia os gemidos do filme pornô, onde uma loira gostosa era penetrada por dois homens...entao ele tirou meu sutiã vermelho (sua cor referida) me jogou no sofá e foi lambendo meus seios loucamente, então começou a tirar minha calcinha fio dental vermelha que tava bem enfiadinha na minha bunda, e começou a xupar minha xoxota... eu delirei.. gemia gostoso... ahhh.. aaaaahhh, vai ai mesmo.. vai me fazer ter um orgasmo seu safado...ahh aaaahahhh.... depois de um delcioso sexo oral ele pediu pra esfregar o seu pau entre meus seios..ele sentou em cima de mim e passei um óleo pra deslizar bem, começou a esfregar o pau dele entre meus enormes seios, e eu xupava a cabecinha da rola dele apertei bem meus seios e ele gozou bem na minha cara.

Que delícia.... engoli muita porra gostosa.. e fiquei com os seios todo lambuzado de porra.. depois montei em cima dele, sentei minha bucetinha bem rosada, quentinha e molhadinha no pau lambuzado dele.. e comecei a mexer e rebolar gostoso.. ahhh...aaaahhhh.. ta gostoso....tive um orgasmo atrás do outro... ele me virou de quatro e disse agora vou te meter por trás que é o que tu gosta né vagabuda?! Gosta de uma pica na xoxota... ele me penetrou com força.. e mais me deixava louca... enquanto me enfiava na buceta passava a Mao nos meus seios e na minha bucetinha me deixando louca... Ahhhh aaaahhh, mete esse caralho seu safado... mete gostoso.. goza na minha xoxota... goza pra mim caralhão... aaaahhhh.... depois dei mais uma xupadinha no caralho dele pra deixar bem durão e me deitei na mesa da sala e ele levantou minhas pernas e meteu o pau bem fundo enlouquecidamente gozamos juntos... depois pra terminar fomos tomar um banho no chuveiro dele.. ele me encostou na parede de costas e me meteu denovo.. dizia: gostosa essa xotinha é muito boa bem apertadinha... vou gozar nela.. vou encher ela de porra.. você quer?? Quer né safada,gostosa, adoro te fuder gostoso... aaahhh .... gozou na minha bunda deixou ela branquinha e molhada de tanta porra... aahhh aaaahhhhh mete , mete gostoso me fode... me fode.. seu caralhão... gozei muito... depois terminamos o banho e dormimos porque estávamos exaustos...

Bom essa foi uma das minhas diversas transas.. outra hora volto pra contar outras.. tenho muitas outras histórias, do meu namorado.. minhas fantasias que já realizei outras que não, que adoro me masturbar... minhas transas com outros homens... e muitas outras safadezas.. Contar essa historia pra você me excitou tanto... que agora estou tirando minha calcinha fio dental rosa... e estou alisando minha bucetinha... estou me masturbando.. aahhh aaahaahhh que gostoso axo que vou ter um orgasmo.... aahhh delicia gozei gostoso.... bom então é isso vou deixar meu email, para quem quiser contar alguma história.. ou safadeza.. pra mim.. ou pra eu contar outras coisas pra você... me escreva responderei com maior carinho e prazer... me conte se você ficou tão excitado como eu fiquei contando essa história pra você.. Beijos... Lívia....

livia_delicia@yahoo.com.br

 

Fodendo no estúdio

Meu nome é Hebert, tenho 18 anos, moreno claro, olhos castanhos e músico, tenho uma banda de rock, e como todo mundo sabe, mulher molha por músico. Conheço várias mulheres. Mas tem uma em especial que sempre vai aos ensaios da banda. Ela se chama Lauane, é morena, tem mais ou menos 1,50M, olhos castanho-claros, 19 anos, estuda na mesma escola que eu.
Eu sempre ficava na sala de aula na hora do recreio pra fazer a lição de casa pois meu tempo era bem corrido já que eu estudo, trabalho e faço shows à noite, um dia ela ficou na sala também, só eu e ela, eu estava concentrado fazendo o dever até que escutei um barulho de plástico sendo amassado, era ela abrindo um pirulito, ela colocou o pirulito na boca e começou a chupa-lo com uma habilidade profissional, eu ali olhando ela se insinuando com o pirulito, meu pau ficou duro na hora. Eu já estava todo melado quando bateu o sinal e todos entraram na sala.
Nesse mesmo dia chegou um convite pra minha banda tocar em uma festa da escola no final de semana, meus companheiros de banda e eu, combinamos de ensaiar no outro dia. A Lauane ficou sabendo que ia ter ensaio, então ela apareceu no estúdio, todos cumprimentaram ela normalmente, mas quando ela veio me cumprimentar, ela esfregou a xoxota no meu pau despistadamente e me deu um beijo no canto da boca, fiquei louco na hora, mas me contive.
Ela sentou em um dos sofás e focou seu olhar em mim, cada olhar que parecia que ela me imaginava fodendo ela todinha. A gente ensaiou por meia hora, meus colega já sabiam do meu interesse nela, por isso eles disseram que iam tomar um ar e me deixaram sozinho com ela, eu coloquei o baixo no pedestal e fui pra cima dela no sofá, pedi pra que ela levantasse, eu me sentei e falei pra ela sentar no meu colo, ela sentou e nós nos beijamos loucamente, eu coloquei a mão por dentro da calcinha dela e fiquei acariciando a xoxota dela, ela ficou toda molhada. Calculei mais ou menos o tempo que eles levariam pra voltar, foi a conta, quase que eles me pegam com a mão dentro da calcinha dela.
Eu levantei e continuamos com o ensaio, no próximo intervalo eu falei pros caras pra eles demorarem porque eu ia foder ela ali mesmo no estúdio. Eles sairam, eu fui em direção à ela e disse que agora ninguém iria nos interromper, tranquei a porta do estúdio e tirei a blusa, ela tirou a blusa e o sutiã e nós nos abraçamos, eu deitei ela no sofá e fui por cima dela, mamando os peitinhos dela que estavam com um cheirinho de suor que estava me excitando mais ainda. Depois de mamar bastante, tirei a calça e a calcinha dela, cai de boca na xoxota, raspadinha e apertadinha.
Ela já estava toda molhada e meu pau estava quase estourando a cueca até que eu tirei ele pra fora e mandei ela chupar igual aquela pirulito que ela estava chupando na sala de aula. Ela sentou no sofá e pegou o meu pau, primeiro ela bateu uma punhetinha depois colocou a boca nele, ela chupou meu pau gulosamente, me olhando nos olhos e sorrindo satisfeita, mandei ela parar e sentei, ela veio por cima e sentou no meu pau, cavalgou gostoso, quando eu estava quase gozando, falei pra ela que queria comer ela de quatro, ela ficou de quatro no sofá e eu comi a xoxotinha dela por trás, dei uns tapinhas na bunda dela de vez em quando, eu já não agüentava mais, estava pra gozar, ela gemendo alto e eu metendo com força naquela pererequina molhadinha, gozei, nela todinha, depois tirei o pau de dentro dela e dei pra ela chupar, ela chupou gostoso até não ter mais porra.
Nós no vestimos e eu abri a porta, meus colegas entraram, ela disse que tinha que ir embora porque tinha outros compromissos, ela se despediu dos meus colegas e na hora de me despedir ela susurrou no meu ouvido que aquela tinha sido a transa mais louca dela e que estava doidinha por outra. Quando isso acontecer eu escrevo.

hebertmnks@hotmail.com

 

Tempo de amor

Havia um ano já que Rafael e eu estavamos apaixonados, nos amavamos muito e tinhamos uma relação amorosa e sexual como mais ninguem haveria de ver. Sempre gostei muito de ler e como Rafael era professor de História sempre chegava em casa com alguma indicação de livro novo. Em uma terça feira, Rafael chegou em casa diferente, estava excitado e quando perguntei o que havia acontecido disse que uma aluna estava dando a muito em cima dele e naquele dia não conseguiu resistir, levou a menina até a casa dela e acabou dando um beijo na mesma. Na hora fiquei furiosa e me senti traida de uma forma que ninguem consegue imaginar, disse a Rafael que sairia dali e que nunca mais queria olhar para ele.

Ele suplicou, me implorou e mesmo assim eu fui, cheia de raiva. Quando cheguei ao hotel que ficaria hospedada até Rafael voltar a casa da mãe, ele me mandou uma mensagem me perguntando aonde eu estava, eu respondi, pois comecei a pensar na história de outro modo e senti muito tesão com aquilo pois sempre sugeri a Rafael para fazermos sexo a três e ele nunca aceitara. Quando Rafael chegou eu estava nua sobre a cama me masturbando, Rafael entrou no quarto e não entendeu nada. Quando me perguntou se não estava brava eu apenas disse:
- Meu amor, se deite e faça amor comigo.

Ele se deitou e me deu um beijo como no começo de namoro, intenso e muito apaixonado, eu despi Rafael rapidamente, segurei seu membro em minha mão e estava duro como se já estivesse me penetrando. Abocanhei seu membro devagar passando a lingua e sentindo seu membro quente, quando Rafael sentiu que estava prestes a gozar, me deu um beijo e me penetrou rapido, eu estava molhada pois sempre gostei de chupar um pau enorme como o de Rafael, ele se deitou pondo seu corpo masculo em cima do meu e fomos a loucura juntos, gozando os dois ao mesmo tempo. Rafael se ajoelhou, me pos deitada e se pos a me chupar ele passava a lingua lascivamente sobre minha buceta me fazendo gemer muito alto. E outra vez a explosão, gozei de novo nos braços do meu amado.

Ele se recuperou e me colocou de 4 passando agora a comer meu cuzinho, Rafael me fez gritar indo devagar e fundo dentro de mim. Até a minha terceira explosão de prazer e a segunda do meu amor, eu estava exausta já, mais Rafael era incansavel. Me pus a chupar seu membro novamente e Rafael gozou em minha boca, quente e doce como um bolo que acabara de sair do forno. Rafael se cansou e se pos ao meu lado me fazendo carinhos e me beijando delicadamente. Dormimos um ao lado do outro como se nada mais na Terra existisse.

 

Começou como num filme pornô

Era domingo. Como de costume estava em casa curtindo aquela preguiça. Eu havia passado esse fim de semana sozinha, todos de casa tinham viajado, então eu estava com vontade de conversar com alguém. Entrei no MSN e teclei um pouco com uma amiga, mas logo ela saiu e não aparecia ninguém para bater um papo e me distrair.

Fui até minha estante e procurei algum filme antigo pra assistir. Foi então que achei um filme pornô e morri de vontade de vê-lo. A primeira cena era de um casal. A mulher loira e muito bonita com seu namorado na história. A mulher, com seus longos cabelos loiros, lembrava a mim mesma, e eu comecei a me imaginar naquelas cenas e a ficar muito excitada. A segunda cena, era de um casal, realizando a fantasia sexual da mulher de transar com um negão. Na cena, os três se divertiam, se beijando, se masturbando, se lambendo... a essa altura eu já estava toda molhadinha e começava a me tocar, me imaginando entre aqueles dois gostosos de picas grandes e duras, sentando naquele negão com o maior cacete que já vi na vida.

De repente, ouvi o barulhinho do MSN, alguém tinha puxado conversa comigo. Fui ver, meio contrariada, pois já estava suando no sofá da sala. Pra minha surpresa, era um rolo meu, dos mais gostosos e que já tinha um tempão que a gente não ficava junto. Ele perguntou se eu estava ocupada, pois meu status estava ausente. Eu disse que estava vendo um filme e ele perguntou que filme. Quando eu disse qual era o filme, ele ficou muito surpreso e imagino que muito excitado também. Então me perguntou se eu estava gostando e eu disse que sim, mas que se estivesse acompanhada, seria bem melhor. O homem ficou louco. Perguntou se podia ir ver o filme comigo e é claro que eu queria.

Tomei um banho e vesti apenas uma blusa de malha comprida. Voltei pro sofá e continuei vendo o filme, pra estar bem excitada quando ele chegasse. Em mais ou menos 40 minutos, minha campainha tocou. Abri a porta, e não dissemos nada um pro outro. Ele entrou, eu tranquei a porta e ali mesmo ele me agarrou. Me encostou na parede e me pressionou com seu corpo me dando um beijo longo e molhado. Ele me beijava a boca, o pescoço, percorria todo meu corpo com suas mãos. Tirou minha blusa e me vendo ali toda nua, ele ficou muito excitado. Continuou me beijando a boca, me lambendo o pescoço, segurava os meus seios com força e os chupava como bezerro faminto. Eu morrendo de tesão, apertava a bunda dele forçando mais seu corpo contra o meu, descia beijando seu peito, sua barriga e dando mordidas em seu pau muito duro por cima da calça. Aí ela não se conteve e tirou de uma vez sua calça e a cueca, me prendeu na parede, me segurando pelas coxas, me penetrou de uma só vez. Soltei um gemido de prazer, eu estava morrendo de tesão por aquele homem, que levantou minhas pernas e me encostando na parede, me comeu da forma mais safada e deliciosa. Me senti uma puta ali, dando pra ele no corredor da minha casa, de pé, e nem um "oi" havíamos trocado um com o outro. Gozamos muito rápido, e ao mesmo tempo, mas antes que nossas respirações voltassem ao normal, olhei nos olhos dele e disse apenas: "quero mais".

Aquele homem parecia não acreditar estar na frente de uma mulher tão sedenta de sexo. Mas ele não titubeou. Peguei ele pela mão e o levei até o sofá da sala, onde antes eu via o filme e me masturbava sozinha. Liguei o filme que estava pausado, e ficamos vendo os dois aquelas cenas provocantes, de pessoas se pegando de tudo quanto é jeito e fomos ficando excitados de novo.

Segurei o membro dele, e fui sentando devagar, rebolando suavemente, até ele entrar todinho na minha buceta molhadinha. Fiquei rebolando devagar ali, com aquele cacete todinho dentro de mim e servi meus seios pra que ele chupasse. Adoro quando chupam os meus seios com vontade. Então, enquanto ele ia chupando meus seios, pegando neles e apertando, eu ia rebolando mais rápido, beijando o pescoço dele, passando as mãos pelas suas costas, peito e coxas. Quando dava, colocava a mão por trás e pegava em suas bolas, o que o fazia gemer. Fiquei muito excitada novamente e comecei a subir e descer cavalgando aquela pica maravilhosa. Subia e descia aumentando aos poucos a velocidade e ele me segurava pelo quadril, me fazendo aumentar a força e a velocidade da minha cavalgada. Eu cavalgava feito uma puta safada, louca de tesão, gemia de prazer e em pouco tempo gozei, ficando com o corpo mole e me deixando relaxar sobre ele. Mas o meu homem ainda não tinha gozado, e depois de ter me dado tanto prazer, eu senti que devia a ele seu segundo gozo...

Virei de costas pra ele e me sentei novamente naquela pica gostosa do homem que estava doido pra gozar em mim. Ele segurava meus seios e ia ditando o ritmo de sobe e desce que eu fazia assistindo ao filme. Inspirada na cena que estava passando na hora, fiquei de quatro no chão na frente dele, que veio de joelhos e me comeu por trás com tanta vontade que eu parecia sentir a cabeça do seu pau bater em minha barriga do lado de dentro. Ele acelerou as estocadas, enquanto eu falava pra ele: "vem meu tesão, me come como essas mulheres do filme, hoje eu sou sua puta e você pode tudo nesse corpo..." Ele foi ficando louco de tesão, então tirou da minha bucetinha, e se ajoelhou na minha frente. Foi só o tempo de eu abrir a boca pra ele jorrar toda sua porra lá dentro. Eu chupava e lambia seu pau todinho, engolindo todo aquele líquido delicioso, sem deixar desperdiçar nem uma gotinha, como fazem aquelas atrizes dos filmes pornôs.

Depois que deixei seu cacete limpinho, peguei uma bebida para nós, descansamos um pouco e ele foi embora. Ao se despedir de mim, ele quis marcar uma sessão "vale a pena ver de novo" na próxima semana, mas eu prefiro não marcar e deixar as coisas acontecerem naturalmente no momento em que devem acontecer...

Quer ser fonte de inspiração pra mais um de meus contos?
Me escreva! yara_bhz@hotmail.com

 

Delícia de sonho

Mais um dia inteiro na net, teclando com várias pessoas. Uma delas, um gatinho com quem trocava vários e-mails com fotos normais, picantes, ousadas... além de material erótico. Fiquei até de madrugada teclando com meu gatinho e fui dormir muito cansada. Rapidamente peguei no sono.
Quando acordei no dia seguinte, senti algo estranho, uma sensação de excitação muito grande e notei que minha calcinha estava úmida. Parei e tentei lembrar do meu sonho, pois se passasse muito tempo eu não conseguiria me recordar. Foi assim:

Eu caminhava por uma rua deserta, em um lugar que parecia uma cidade bem pequena, de interior. Era noite e fazia frio. De repente, começa a chover. A chuva estava muito forte e eu comecei a procurar abrigo. Entrei em um casebre abandonado, e pouco depois entrou um rapaz que também fugia da chuva. Nos sentamos em um canto do casebre que não tinha nenhum móvel. Conversamos e como eu não parava de tremer de frio, ele se encostou em mim e me abraçou, a fim de nos aquecermos com o calor do corpo um do outro. Estávamos muito próximos, de rosto colado. O rapaz era muito atraente e aquela situação, parecendo cena de novela era muito excitante.

Fui virando o meu rosto e ele virou o seu também. Nossos lábios se encontraram em um beijo inocente, outro um pouco mais demorado, até o beijo de língua, quente, molhado, profundo. Nos abraçamos mais apertado e nos beijamos loucamente, beijos longos, cheios de desejo. Ele então começou a passar suas mãos pelo meu corpo: costas, cintura, quadris, barriga. Arrepiada pelo frio e pelo tesão que começou a me invadir, passeei também, com minhas mãos pelo corpo dele.

Aos poucos, ele tirou minha blusa e meu sutiã. Ele tocou de leve os meus seios, molhados, geladinhos e durinhos pela chuva e pelo frio. Depois beijou de leve a pontinha de um deles. Labeu o biquinho, beijou. Passava a língua em volta e aquilo me enlouquecia. Em pouco tempo, abocanhou-o com vontade, chupando, mamando como uma criança faminta. Com a mão, acariciava o outro com força. A essa altura eu já tinha entregado meu corpo, me dado a ele, pois já tinha perdido o juízo, a razão, o controle... o tesão tomou conta de todo meu ser. Eu o beijoava e o apertava contra o meu corpo, sentia ondas de prazer percorrerem meu corpo e cada vez mais desejava aquele homem dentro de mim.

Ele então tirou minhas calças, me deixou deitada completamente nua e bijou todo o meu corpo. Se colocou entre minhas pernas e beijou minha bucetinha. Beijou, lambeu, chupou toda minha bucetinha que já estava tão excitada que ao seu toque parecia que emitia uma corrente elétrica pelo meu sorpo. Ele chupava minha bucetinha e meu grelhinho de uma forma muito gostosa que não consegui segurar, gozei na boca dele. Ele lambia o meu gozo e dizia que eu era deliciosa. Então ele se deitou e pediu que eu fizesse o mesmo com ele. Peguei o seu cacete duro e latejante, e comecei a chupar com vontade, colocava ele todinho na boca, sentia-o bater em minha garganta, e achava muito gostoso. Eu olhava pra ele e via a experssão de tesão em seu rosto e isso me fazia querer chupar ainda mais gostoso aquela pica maravilhosa. Até que ele disse: "não vou aguentar!" e gozou fundo na minha garganta. Eu continuei chupando, saboreando aquele caldo gostoso e quente que preencheu minha boca, me deixando cheia de satisfação. Chupei até não deixar nenhum gota de porra em seu pau, e ele continuava duro, meu gatinho disse então que queria mais.

Pediu que eu me sentasse em seu pau e o cavalgasse. Assim que me sentei, senti todo o tesão tomar conta de mim novamente e cavalguei feito uma puta doida. Eu subia e descia, rebolava pra frente e pra trás naquele cacete que me fazia perder o controle de minhas ações. Gozei gosotoso naquela posição, meus peitinhos ficaram arrepiadinhos e meu gatinho pediu que eu me abaixasse que ele queria chupá-los daquele jeito. Enquanto ele chupava eu aproveitava o êxtase em que meu corpo se encontrava. Mas meu gatinho ainda não tinha gozado e me pôs de quatro dizendo"agora quero seu cuzinho, minha cadelinha!". Ai... ele comeu meu cuzinho com força, dava estocadas firmes, fortes e aumentando a velocidade, senti a porra quente enchendo meu cuzinho, depois escorrendo dele pelas minhas pernas....

Caímos cansados e ficamos ainda abraçados um tempo. Nem notamos que pessoas passavam, olhavam e algumas haviam entrado no casebre para se proteger da chuva, nos vendo ali nus, nos comendo enlouquecidamente como dois animais no cio... não me lembro até quando esperamos, ou se a chuva passou. Só sei que a lembrança desse sonho delicioso ainda me inspira para noites solitárias de prazer...

Quer ser fonte de inspiração pra mais um de meus contos?
Me escreva! yara_bhz@hotmail.com

 

Quem ama trai? (um doce engano)

By Aventura. Ctba.

Olá amigos leitores meu nome é Carlos. Os nomes foram trocados para proteger as identidades das pessoas envolvidas. Sei através da minha esposa que a protagonista desta estória, é leitora assídua de contos eróticos. Tenho certeza que a pessoa que viveu comigo essa aventura, ao ler este relato, vai se identificar com ele, e ficaria muito feliz em receber um comentário dela.

Tem coisas que acontecem na vida da gente que contando ninguém acredita. O fato que vou narrar a seguir é a mais pura verdade. Claro que em algum momento a imaginação fala mais alto para dar mais eloqüência a narração e tentar transmitir aos leitores um clima de mais erotismo e tesão.
Para muitos casais com mentes e relacionamentos abertos, é apenas mais uma aventura envolvendo sexo e prazer com outros parceiros, mas pra quem foi criada num regime mais rígido onde desde criança as mulheres da família foram educadas para fazer sexo só com a pessoa amada, uma aventura fora deste relacionamento, na cabeça de muitas delas pode ser um pecado mortal.
Começo este conto fazendo uma pergunta aos leitores. Quem ama trai?
Posso garantir aos leitores que em certos momentos, os sentimentos de ódio e vingança falam mais alto que o amor. Por tanto caro leitores, posso afirmar com conhecimento de causa, que, não existe mulheres nem homens totalmente fiéis a seus parceiros. O amor e o ódio andam lado a lado. Mesmo dizendo ser completamente apaixonada ou apaixonado pela pessoa amada, basta apenas uma leve desconfiança para o ódio sobrepor ao amor. Leiam até o fim e deixe seus comentários.
Estava quase uma semana fora de casa. As viagens a São Paulo e Rio se tornaram uma constante na minha vida, pois tenho vários clientes nesta região, e por uma questão de economia com transporte, sempre viajo com meu carro.
Resolvi pegar estrada naquela noite para tentar reorganizar meus pensamentos e refletir sobre minha vida. Os últimos anos de certa forma não foram tão bons como eram no início do meu casamento com Júlia. Apesar de ainda amá-la, sentia que nosso relacionamento estava indo de mal a pior, portanto precisava fazer alguma coisa para novamente reascender a chama que existia dentro de nós.
Tinha que arranjar mais tempo pra nós, pois a vida não se resume só em trabalho, mas como minha empresa como muitas outras, também está atravessando uma fase não muito favorável devido à recessão econômica que assola o País, tenho que correr atrás do prejuízo para tentar transformá-la em uma empresa mais sólida, daí sim, dedicar mais tempo à família.
Insisti muito para que Júlia trabalhasse comigo. Tenho uma empresa prestadora de Consultoria, mas como ela mesma diz: - Minha Avó lecionava, minha mãe foi professora, então está no sangue, não consigo me imaginar fazendo outra coisa, e ela é mesmo muito dedicada a sua profissão.
Júlia também vive cheia de trabalhos para corrigir, fica até altas horas preparando aulas, pois sua primeira aula tem início às 08h00 e a última às 21h45min, por tanto, sai cedo de casa e só volta após as 22h30min.
O serviço dela também não deixa sobrar muito tempo pra nós, pois as poucas horas de descanso são na parte da tarde, horário que estou na empresa ou viajando a negócio.
Após oito anos de convivência com Júlia, ela continua linda e sensual. Morena clara, olhos cor de mel, cabelos castanhos claros na altura dos ombros, coxas grossas, 1,65m 58 kg bem distribuídos, seios médios e firmes. Hoje mesmo com seus 29 anos, ela conseguiu manter o corpo de quando a conheci.
Júlia sempre foi uma mulher de um caráter incrível. Talvez por vir de uma família religiosa e ter tido uma boa educação, ela modelou sua conduta dentro dos preceitos morais, legais e éticos.
Talvez por isso, na nossa roda de amigos poucos se atrevem a elogiar suas formas físicas, mas, mesmo assim, muitas vezes flagro alguns amigos discretamente lançando olhares famintos em seu corpo, principalmente quando Júlia desfila por entre eles, com uma roupa mais justa ou uma saia mais curta, e entre eles o Paulo, meu melhor amigo.
Mesmo atravessando uma fase ruim no nosso casamento, nunca tive motivo pra desconfiar da sua fidelidade, na verdade nunca imaginei Júlia se entregando a outro homem, muito menos para Paulo, embora sabendo que uma mulher linda e inteligente como ela, deve ser muito assediada por alunos e professores na faculdade.
Paulo é casado com Adriana, uma loira lindíssima de corpo escultural, mais ou menos 1,70m, olhos verdes e uma cabeleira loira muito bem cuidada quase na cintura. Adriana além de ser muito bonita e sexy, também é dona de uma simpatia fora do comum. Resumindo, é quase impossível olhar para ela e não pensar em sexo, Adriana realmente é muito gostosa. Já perdi as contas de quantas punhetas bati pensando nela, mas comê-la, só mesmo na imaginação, pois nunca vi um casal tão apaixonados como Adriana e Paulo, na verdade, os tínhamos como exemplo.
Adriana é dois anos mais nova que Júlia. As duas fazem aniversários no mesmo mês, apenas dois dias de diferença, e por isso, quase todos os anos comemoramos os aniversários delas no mesmo dia.
A estrada estava com pouco movimento, e se tudo transcorresse normalmente chegaria a Curitiba antes das 09:00hs, descansaria um pouco e iria pro escritório na parte da tarde.
As 8: e55min entrei na rua de casa. Quando faltavam duas quadras para chegar, estranhei o carro do Paulo estacionado em frente de casa. Eu parado no sinal vermelho, vi quando minha esposa saiu de casa com um casaco no ombro, trancou o portão, entrou no carro do Paulo e seguiram em frente.
Confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha, pois há esta hora era pra Julia estar na faculdade dando aula. Tinha alguma coisa errada ali, então resolvi investigar.
Mesmo confiando na minha esposa não tive dúvidas, resolvi segui-los para ver aonde iriam.
Não dava para ver o que se passava no interior do carro a minha frente, pois os vidros eram cobertos por uma película muito escura.
Eles nem desconfiavam que a poucos metros atrás eu os seguisse, pois pra minha esposa eu ainda estaria em São Paulo.
Na saída do nosso bairro, o carro do Paulo entrou numa rodovia e foi em frente. Minha desconfiança aumentou, pois o caminho que percorriam não tinha nada a ver com a faculdade onde Julia lecionava e nem onde ficava a imobiliária do Paulo, muito menos com a residência dele.
Um pouco mais adiante sinalizaram que iam virar a direita, então pra não me notarem diminuí a velocidade e meu coração quase veio parar na minha boca quando vi o carro a minha frente se dirigindo para a entrada de um motel.
Num impulso peguei meu celular e filmei a entrada deles.
Fiquei sem saber o que fazer. Não sabia se entrava e acabava com a farra deles, se ficava ali esperando para dar o flagrante quando saíssem, fiquei mais injuriado ainda, em pensar que há pouco tempo tinha levado Julia naquele mesmo motel onde passamos momentos maravilhosos juntos.
Como estava perto da casa do Paulo e eles com certeza iriam demorar ali, decidi ir a casa dele, pegar a Adriana pra juntos desmascararmos aqueles dois filhos das putas na saída do motel.
Chegando à casa do Paulo, como o portão da rua estava destrancado, entrei e comecei esmurrar a porta gritando por Adriana.
Adriana levantou as pressas assustada e veio me atender. Quando abriu a porta eu fui logo entrando e dizendo:
- Sabe onde seu marido e minha esposa estão neste exato momento?
Antes que ela respondesse Disse:
- Paulo e Júlia estão neste momento num motel fodendo e rindo de nós na maior cara de pau.
Contei a Adriana como descobri que eles estavam no motel, então ela me perguntou: - Você tem certeza do que está falando? - Não pode estar enganado?
Peguei meu celular e mostrei o filme deles entrando no motel.
Adriana passou várias vezes, e para confirmar pegou um documento para checar o número da placa do carro do Paulo, e devido às evidências não teve mais dúvidas.
Os olhos de Adriana se encheram d’água. Ela me abraçou e disse:
- Como eles podem fazer isso com a gente? - A Julia é, ou melhor, “era” minha melhor amiga, e o safado do Paulo também diz que tem você como seu melhor amigo. É muita safadeza e falta de consideração por parte daqueles dois canalhas.
Adriana agora chorava copiosamente sabendo que seu marido estava transando com sua melhor amiga.
Adriana ainda chorando largou se de mim e foi até a cozinha tomar um copo de água com açúcar para se acalmar, só então percebi que ela estava vestida apenas com uma camisola branca de seda transparente que não escondia nada do seu corpo, e como ela estava sem calcinha, podia dizer que estava completamente sem roupa.
Devido ao escândalo que fiz para chamá-la, ela se vestiu as pressas e nem notou que estava quase nua na minha frente.
Vendo aquela gata de parar o trânsito com seios grandes bem rígidos, com uma bundinha perfeita, com a bucetinha toda depilada do jeito que eu gosto, totalmente desprotegida, com a alta estima baixa, um pensamento invadiu minha cabeça. Já que Paulo naquela hora estava transando com minha esposa, porque pelo menos não tentar foder a dele também?
Meu pau logo reagiu e já estava me machucando por dentro da calça, Adriana se virou pra mim bem na hora que estava tentando ajeitá-lo, e não teve como disfarçar o volume que fazia na minha calça social. Só então ela percebeu que estava com o corpo completamente exposto ao meu olhar guloso.
Adriana na hora ficou com o rosto vermelho e me pediu desculpas dizendo que levantou apresada e nem percebeu seus trajes tão ousados.
Disse a ela para não se preocupar com isso, pois tínhamos coisas mais sérias para resolver.
Quando Adriana se virou para por o copo sobre a pia da cozinha me aproximei dela por trás, empalmei seus dois seios e encoxei-a esfregando meu pau naquela bundinha deliciosa.
Adriana disse: - Carlos, você está louco? Tentando se desvencilhar.
- Louco por quê? Não é isso que Paulo e Júlia estão fazendo neste momento? Nada mais justo pagar na mesma moeda.
Adriana disse: - Mas assim estamos nos rebaixando ao nível deles.
A voz dela saía meio embargada quase um choro.
Eu continuava prensando Adriana contra a pia, agora beijando seu pescocinho e sussurando em seu ouvido pedindo pra ela relaxar e deixar fluir, pois só estávamos devolvendo o que Paulo e Júlia estavam nos dando.
Tirei uma das mãos do seu seio e desci pelo seu corpo até chegar à sua bucetinha apetitosa que agora pedia para ser devorada.
Quando enfiei o dedo no interior da sua grutinha, percebi que estava completamente alagada, não só pelo tesão que teimava em esconder, mas também porque Paulo com certeza tinha comido aquela bucetinha antes de sair de casa.
Pensei comigo, que filho da puta, acabou de comer a mulher dele e vai pegar a minha? Confesso que invejei o fôlego do desgraçado do Paulo.
Conforme enfiava os dedos na bucetinha da Adriana e ia brincando com seu grelinho, a porra que estava dentro dela escorria por suas pernas longas e loiras inebriando a cozinha com um cheiro forte de sexo.
Abri o zíper da minha calça, botei meu pau pra fora e quando posicionei a cabeça na bucetinha da Adriana, ela percebeu que aquele caminho não tinha mais volta, então ela deu uma relaxada e se curvou sobre a pia deixando aquela delícia ao meu bel prazer.
Senti um suspiro profundo que saiu do fundo da sua alma quando meu pau penetrou sem muita resistência, mas preenchendo completamente até o fundo daquela gruta que segundo ela, só tinha sido explorada por seu marido até aquele momento.
Adriana aos poucos foi se soltando e gemia cada vez que sentia meu pau forçando seu útero.
Ela começou a rebolar no meu pau e eu fodia por trás sua bucetinha num ritmo alucinante, e quando senti seu corpo tremer anunciando que estava gozando, não agüentei e despejei uma quantidade enorme de porra na sua bucetinha. Era tanta porra junta que escorria abundantemente por suas pernas.
Após termos gozados, Adriana ainda com os olhos vermelhos e relutando em esconder um choro que teimava em sair da sua garganta, se desvencilhou de mim evitando olhar nos meus olhos e foi para o banheiro de cabeça baixa, não sei se arrependida por ter se entregado a mim ou pelo fato de estar sendo enganada por seu marido e sua melhor amiga.
Dei um tempo e fui até o banheiro, e pra minha surpresa a porta estava aberta. Entrei e Adriana ainda estava no banho.
Meu pau novamente deu sinal de vida vendo aquela gostosa se esfregando sob o chuveiro. Tirei minha roupa, e quando fui entrar no Box Adriana já estava de saída, e pela primeira vez ela me viu nu na sua frente.
Percebi um olhar de aprovação, pois seus olhos fixaram em meu pau por alguns segundos, talvez analisando o intruso que tinha invadido suas entranhas há poucos minutos.
- Me desculpe Adriana, mas também preciso de um banho disse.
Tentei abraçá-la e levá-la pro Box novamente ela se esquivou, mas percebi que estava bem mais calma.
Enquanto estava no chuveiro Adriana ficou se secando, e ainda com a voz meio embargada perguntou:
- E agora, o que vamos fazer?
- Minha primeira idéia foi de pegar você e juntos darmos o flagrante neles na saída do motel, mas agora não sei mais se vale apena.
- Vale apena sim, disse Adriana.
- Também gostaria de ver as caras de pau daqueles dois sendo desmascarados.
- É uma ótima idéia, mas antes de irmos quero fazer algumas coisas que está na minha cabeça disse Adriana.
Fiquei curioso pra saber o que se passava na cabeça da Adriana e meu pau nada de amolecer, pelo contrário, estava cada vez mais duro pensando no que ela acabava de me dizer.
Mais ou menos já imaginava o que era, pois agora bem mais calma, ainda continuava nua no banheiro passando creme pelo corpo na maior naturalidade.
Terminei meu banho e saí.
Adriana totalmente nua e cheirosíssima aguardava-me do lado de fora do Box.
Quando viu meu estado de excitação deixou escapar um – ‘Nossa como está grande’!
Confesso que minha alta estima ficou elevada com o comentário da Adriana.
No banho após o futebol já tinha visto o pau do Paulo. Era um pouco menor que o meu e bem mais fino, talvez por isso o espanto dela.
Sequei-me e perguntei a Adriana:
- Posso saber o que está se passando por essa cabecinha linda?
Sem me responder, Adriana pegou na minha mão e foi me levando por sua casa, abriu a porta do seu quarto e me puxou pra dentro.
A sua cama ainda estava toda desarrumada e por estar com as janelas fechadas, ainda exalava um cheiro forte de sexo naquele ambiente.
Confesso que fiquei ainda mais louco de tesão com aquela situação. Já não estava nem aí que Paulo e Júlia estavam trepando no motel, que fossem as favas aqueles dois.
Não sei, e também nem perguntei o porquê Adriana trancou a porta do quarto sendo que estávamos a sós na sua casa, vai saber o que se passa na cabeça de uma mulher traída.
Delicadamente Adriana me abraçou colando seus peitões no meu corpo e disse:
- Agora vamos dar o troco naqueles dois.
- Quero que você me possua na mesma cama que aquele filho da puta do meu marido me fodeu pouco antes de ir pro trabalho dizendo que eu era a única mulher da vida dele.
- Posso até me arrepender depois, mas, agora quero devolver um par de chifres bem grande na cabeça daquele canalha e na puta da sua mulher.
Adriana foi me forçando para que deitasse de costa em sua cama. Senti que em algum lugar a cama ainda estava molhada de porra que escorreu da sua bucetinha resultado da foda com Paulo ainda há pouco.
Adriana se agasalhou no meio das minhas pernas e quase fui às nuvens quando senti sua boquinha tentando engolir o meu cacete enquanto sua língua serpenteava na cabeça do meu pau.
Ela chupava maravilhosamente bem.
Como não conseguia engolir completamente meu pau, enfiava a cabeça na boca e com uma mão batia uma punheta enquanto que com a outra mão brincava com meus testículos.
Adoro quando uma mulher faz isso comigo.
Meu corpo retesava e eu gemia de tesão enquanto Adriana me levava ao paraíso com sua boca maravilhosa.
Disse a ela que estava quase gozando. Pensei que ela fosse parar, mas, pelo contrário aumentou a intensidade da chupada e em pouco tempo enchi sua boquinha de porra.
Mesmo ela tentando engolir tudo, a terceira golfada a surpreendeu e molhou seu rosto lindo e loiro. Adriana só parou de chupar quando percebeu que meu pau estava limpinho.
Para retribuir, enquanto me recuperava daquela gozada deliciosa na boca da Adriana, deitei-a de costa e comecei mordendo seu pescocinho.
Suavemente, enfiava minha língua na sua orelha, voltava pro seu pescocinho, chupava e voltava para sua orelhinha dando leves mordidinhas.
Adriana com seus braços me apertava forte contra seu corpo suspirando e gemendo baixinho em meus ouvidos.
Desci mais, abocanhei e mordia levemente os biquinhos dos seus seios que estavam rígidos demonstrando toda a excitação que estava sentindo com minhas carícias.
Dei mais um pouco de atenção àqueles seios maravilhosos motivo de tantas punhetas, e passeei com minha boca por sua barriguinha linda e sarada até chegar ao seu umbiguinho. Enfiei minha língua, e brinquei um pouco explorando aquela região.
Adriana gemia baixinho dizendo para não parar. Seu corpo trêmulo, errepiado e têso, serpenteavam naquela cama respondendo a cada toque, a cada carícia que recebia.
Quando cheguei à sua bucetinha, percebi que estava completamente alagada demonstrando toda a volúpia daquela foda que prometia ser indiscutivelmente a melhor da minha vida até o momento.
Quando mordi seu grelinho e enfiei minha língua naquela grutinha alagada, senti na minha boca o gosto e o cheiro de uma verdadeira fêmea no cio.
Adriana arfava, e a cada gozo, com sofreguidão esfregava sua buceta na minha cara que às vezes até tinha dificuldade em respirar, mas eu agüentava firme a investida daquela Deusa sugando e bebendo todo o néctar que saía daquela fonte de prazer tentando proporcionar o máximo de prazer àquela mulher deliciosa sedenta por sexo e vingança.
Adriana me implorava para foder sua buceta.
- Por favor, me fode, não agüento mais.
- Quero seu cacete na minha buceta.
Subi por cima dela e encaixei meu pau na entrada da sua bucetinha. Adriana abriu mais suas pernas levantando o joelho, abraçou-me e me puxou com tudo de encontro a seu corpo fazendo meu pau desaparecer de vez dentro da sua buceta.
Adriana mexia como uma alucinada enquanto metia com certa violência na sua bucetinha. Virei Adriana e fodia com vontade sua buceta de ladinho.
Após certo tempo metendo nela nesta posição, ela levantou-se, me deitou de costa e se ajeitou em cima de mim, direcionou meu pau na entrada da sua buceta, se agachou fazendo-o sumir dentro daquela xana gulosa.
Era delicioso ver meu pau entrando e saindo de dentro daquela loira deliciosa. Perdi as contas de quantas vezes Adriana já tinha gozado com meu pau atolado na sua buceta.
Agradeci a Deus por ter gozado antes na boquinha dela, pois demoro pra gozar novamente, ainda bem, pois assim poderia dar mais prazer a ela.
Senti que Adriana estava gozando novamente, pois gritava como louca. Seu corpo começou a tremer e ela arriou de vez sobre mim dizendo:
- Ai que tesão - Que loucura, estou exausta.
Para dar um tempo pra ela se recuperar, empurrei carinhosamente sua cabeça de encontro ao meu pau e ela entendeu perfeitamente o que queria, então abocanhou com gosto meu cacete me brindando com mais uma chupada maravilhosa.
Quando estava em ponto de bala novamente, botei Adriana de quatro na cama, dei uma lambida na sua buceta totalmente alagada e meti forte meu pau naquela bucetinha que agora o recebia com certa facilidade.
Nesta posição eu entrava fundo em Adriana, pois sentia meu pau empurrando seu útero quando forçava.
Adriana rebolava e jogava seu corpo de encontro ao meu como uma puta desvairada.
Quando salivei a entrada do seu cuzinho e enfiei um dedo dentro, achei que ela ia recuar, mas parece que estava gostando, então, logo estava com dois dedos atolados naquele cuzinho alargando-o para poder receber meu cacete.
Quando tirei meu pau da bucetinha da Adriana e coloquei na entrada do seu cuzinho, ela olhou pra mim e disse:
- Por favor, vá com calma, eu tenho dificuldades para agüentar o pau do Paulo que é bem menor e mais fino que o seu.
Falei para ela não se preocupar que pararia se sentisse dor.
Forcei a entrada e Adriana reclamou que estava doendo. Perguntei se queria que parasse, ela respondeu que não, só para ter um pouco de paciência.
Quando senti que Adriana estava um pouco mais relaxada forcei a entrada e quando passou a cabeça, ela deu um grito e pediu para parar um pouco.
Senti que Adriana estava sofrendo para receber meu pau no seu cuzinho. Pensei que ela fosse desistir mais pra minha surpresa ela foi rebolando lentamente sua bundinha e aos poucos meu pau foi se agasalhando naquele canal apertadinho até sentir que meus bagos encostaram-se na sua bunda.
Comecei um vai e vem meio tímido, mas Adriana pediu para esperar um pouco mais para se acostumar com o novo invasor.
Aos poucos ela foi se soltando e começava um rebolado cadenciado delicioso, pois sentia meu pau alargando aquele cuzinho apertadinho pouco explorado. Adriana me confidenciou que poucas vezes tinha dado o cu pro seu marido.
Após ter acostumado com meu pau no seu cuzinho, Adriana já recebia sem reclamar as estocadas fortes e profundas no seu rabinho.
Aos poucos fui aumentando o ritmo e Adriana gritava:
- Fode meu cu, fode!!
- A cadela da sua mulher não tá dando o cú pro meu marido?
- Pois come o meu também!
- Puta por puta eu sou mais eu.
O barulho de nossos corpos se encontrando devido à fúria que devorávamos um ao outro, podia se ouvir de longe, mas não estávamos nem aí, naquele momento só estava querendo satisfazer a mim e aquela fêmea maravilhosa que estava dando e recebendo prazer de forma selvagem, mas, ao mesmo tempo com carinho e respeito mútuo.
Falei pra Adriana que ia gozar então ela me disse:
- Goza no meu cu, goza filho da puta!
- Fode o cu da sua puta, fode!
- Quero sentir sua porra dentro do meu cuzinho, - Enche meu cu de porra, enche! - Aaiiii!! Que delícia!!!
Vendo aquela loira maravilhosa com meu pau atolado na sua bundinha rebolando e gritando para
Encher seu cu de porra grudei na sua cintura e atolei meu pau com toda força inundando seu intestino de porra.
Pra falar a verdade, não sei se Adriana conseguiu gozar com meu pau no seu cuzinho, mas pra me satisfazer ela agüentou firme até o final tentando retribuir o prazer que conforme ela tinha lhe proporcionado.
Após termos gozados, estávamos exaustos. Fiquei por cima da Adriana com meu pau ainda atolado no seu cuzinho por um tempo, só tirei quando amoleceu completamente.
Após termos tomado um banho, por insistência da Adriana, iríamos até o motel.
Pra falar a verdade quando estava fodendo Adriana eu nem estava pensando em Julia e Paulo, mas vai entender as mulheres.
Na realidade eu já estava satisfeito em ter dado o troco na minha mulher. Não pensava em terminar com meu casamento, pois apesar de tudo eu a amava. Se ela estava procurando prazer com outro homem, eu também tinha uma grande parcela de culpa.
Falei isso pra Adriana e ela prontamente me respondeu:
- Quem ama não trai, Paulo tem tudo o que precisa em casa, se para ele não está bom, ele que vá pro inferno. - Pra mim está tudo acabado.
Tentei tirar da cabeça dela, mas Adriana estava irredutível.
Atrasei Adriana o máximo que pude. Estava torcendo para que não encontrássemos Júlia e Paulo no motel.
Quando chegamos até o carro, dei a partida para sair, Adriana pediu para esperar, pois tinha esquecido o celular em casa.
Enquanto Adriana trancava a porta da sua casa, pelo retrovisor vi o carro do Paulo dobrando a esquina e estacionando atrás do meu carro. Confesso que fiquei sem ação.
Adriana quando viu o carro do seu marido parando na frente da sua casa, correu para o portão com olhar fumegante.
Pensei comigo, agora o bicho vai pegar, um escândalo será inevitável e com certeza será o fim de dois casamentos.
Mas o destino nos prega cada peça que às vezes contando não dá para acreditar.
Derrepente a porta do carro se abre e do lado do motorista sai todo sorridente Bruno, irmão do Paulo.
Pensei comigo, filho da puta, então é você que tá pegando minha mulher? E antes de qualquer reação minha, sai do carro também Lia irmã mais nova da Júlia dizendo:
- Você não estava viajando cunhadinho?
- O que está fazendo aqui com a Adriana? Minha irmã vai ficar sabendo hein!
Hei! Meu irmão também, disse Bruno em tom de brincadeira e os dois caíram na gargalhada.
Disse a eles que estava passando na rua vi Adriana, e parei para cumprimentá-la. (Pensei comigo e que Cumprimento)
Adriana olhou pra mim com um olhar de interrogação e eu a olhei com uma expressão de quem não estava entendendo nada.
Não sei se Bruno e Lia perceberam alguma coisa estranha entre Eu e Adriana, se perceberam fizeram que não notaram.
Bruno me abraçou e perguntou se tinha feito boa viagem. Lia me deu um abraço efusivo, me beijou no rosto dizendo que estava com saudades.
Adriana e Eu continuamos calados sem entendermos nada.
Após Lia cumprimentar Adriana, nos disse que estava de férias e como eu estava viajando, veio passar uns dias com Júlia e matar a saudade do seu namorado o Bruno.
Só aí que as coisas começaram a ficarem claras, pois Lia namorava Bruno a mais de dois anos, e Bruno era sócio do Paulo na imobiliária.
Lia é dois anos mais nova que Júlia e as duas são parecidíssimas, além do mais, usam o mesmo corte e cor de cabelo. De longe não tinha como perceber que quem entrava no carro do Paulo era Lia e não Júlia.
Lia nos disse que Júlia tinha ligado pra levar um agasalho de frio pra ela na faculdade, pois na pressa tinha esquecido em casa.
Realmente o dia estava bem frio em Curitiba, coisa normal aqui no sul. Então Lia ligou pro Bruno e como ele tinha que ver alguns imóveis na região e seu carro estava na revisão, pegou o carro do Paulo, passou em casa e pegou Lia. “Foi a cena que tinha visto quando chegava em casa”. Só que antes de entregar a blusa pra Júlia, Lia e Bruno resolveram dar uma escapadinha no caminho. Perguntei o porquê não ficaram em casa e Lia respondeu sorrindo:
- Por respeito a minha irmã e meu cunhadinho do coração. Não é amor? Disse Lia com um sorriso malicioso olhando pra Bruno que confirmou com um sorrisinho de cumplicidade e disse:
- Adriana, o Paulo pediu pra você pegar uns documentos que estão na estante da sala, pois vai precisar deles hoje.
Tanto Adriana com eu, estávamos completamente aturdidos com o desenrolar da estória.
Adriana pegou os documentos e entregou a Bruno.
Eles se despediram sempre sorridentes, entraram no carro e saíram.
Adriana com os olhos vermelhos começando a chorar novamente olhou pra mim e disse:
- Meu Deus, o que foi que nós fizemos?
Disse a Adriana que não tínhamos culpas, que tínhamos sido traídos pelo destino.
E disse também que se dependesse de mim, o que aconteceu ia ficar só entre nós, pois não queria acabar com meu casamento, ainda agora sabendo que Júlia e Paulo estavam inocentemente nesta estória.
Adriana estava inconformada. Tentei abraçá-la para confortá-la, mas ela carinhosamente me empurrou e disse que queria ficar sozinha para tentar reorganizar suas idéias.
Tentei argumentar, mais não tinha muito que falar naquele momento.
Confesso que adorei a peça que o destino nos pregou, pois sexo com Adriana não passava de uma mera fantasia na minha cabeça.
Sei que será muito difícil pra Adriana aceitar o que aconteceu entre nós. Tomara que ela saiba lidar com isso. Espero que tenha sido tão bom pra ela, tanto quanto foi bom pra mim.
As coisas entre Júlia e Eu melhoraram muito depois do acontecido.
Adriana também não contou ao Paulo sobre nossa aventura. Numa conversa com Júlia certo dia, ela disse estranhar o fato do desaparecimento de Adriana e Paulo de nossa casa.
Tenho certeza que Adriana só esta dando um tempo pra si mesmo para acostumar com a idéia de que um dia em sua própria casa, ela foi uma puta devassa realizando os seus desejos mais obscuros se entregando de todas as formas a outro homem na sua cama logo após ter feito amor com seu marido.
Amigos leitores se gostaram do conto, deixe seus comentários e responda com sinceridade.
Quem ama Trai?
Aventura.ctba@ig.com.br

Aventura de estudantes

Meu nome é Letícia e irei aproveitar que estamos nos conhecendo para contar um pouco sobre mim e as minhas aventuras.

Sou uma menina alegre, sempre brincando com tudo e com todos, mas nunca sendo inconveniente. Atualmente estou cursando medicina e estou no segundo ano. Tenho 19 aninhos, meu cabelo é preto e longo até o meio das costas, meu pai é brasileiro e minha mãe é japonesa, então explica meu olho puxadinho e um meus traços orientais. Como a maioria das meninas de classe média alta, cuido muito do meu corpo, sempre na academia. Tenho o bumbum durinho, pernas bem torneadas e seios médios. Adoro sair, curtir a vida, ler muito, e escrever.

Tenho muitas amigas e amigos e sempre saímos juntos, e foi em uma dessas saídas que iniciou a história que contarei hoje.

Era um dia de calor aqui na capital paulista, e como sempre, saímos da faculdade e fomos a um barzinho colocar a conversa em dia. Estávamos em seis pessoas, eram quatro homens e duas meninas, o resto da turma ainda não havia chegado. Passado algum tempo decidimos que devido ao calor devíamos ir para um lugar mais fresco e foi ai que surgiu a ideia.

- Vamos a minha casa turma, tenho carne e cerveja,e com esse calor será legal um churrasco na beira da piscina. Falou Filipe.

Todos concordaram com a ideia e nos dirigimos até lá então. Filipe mora em uma bela casa em Moema. Mora sozinho já que os pais trabalham em multinacional e normalmente estão fora do pais, faz curso de história. Por ser o filho único ele é um pouco mimado, mas é um gatinho. Junto com a gente estava o Rafael, que tem 20 anos e estuda direito, moreno alto e também de classe média alta. Marcelo que tem 19 anos e faz filosofia, seus pais são empresários, donos de uma rede de supermercados e o Carlinhos, este não sabemos o que o pai faz, mas ele é um gênio em computadores e faz ciências da computação, tem 18 anos e acho que é o mais gatinho de todos eles, sempre com aquele estilo misterioso dele. E ficando por ultima, mas nem por isso menos importante estava a Bianca que é loira, alta, seios médios como o meu e um bumbum grande, cintura fininha e umas pernas que deixa qualquer mulher com inveja, Acho que é uma das meninas mais lindas que já conheci, sempre se veste bem e com roupas que deixam seu corpo ainda mais modelado, estuda medicina comigo e tem minha idade, seu pai tem uma mega construtora e sua mãe passa boa parte do tempo em clinicas de desintoxicação por causa de vícios em remédios.

O calor que vem fazendo em São Paulo é de matar, mesmo ali, tomando cerveja na beira da piscina ainda estava muito quente, os meninos já estavam sem camiseta e sempre se molhavam para refrescar o corpo, já nós meninas não podemos fazer isso.
Carlinhos então falou.

- Pessoal, o calor esta demais, eu vou entrar na piscina, alguém me acompanha?

Filipe e Marcelo curtiram a ideia, quando percebemos eles estavam apenas de cueca se jogando na água, com os pulos que deram espalharam água para todos os lados, jogando água na Bianca e em mim.

- Vocês molharam a gente. Falou Bianca.

- Desculpe Bi, não foi por mal. Se defendeu Filipe. Acho que deve ter algumas roupas que sirvam em você aqui em casa. Se quiser é só pegar.

Como ficamos molhadas, boa parte de nosso corpo ficou ainda mais amostra devido ao roupa colada no corpo e percebemos que os meninos não desgrudavam os olhos de nós. Já que não tínhamos mais nada a esconder, pois já estava aparecendo quase tudo, falei para Bianca que iria entrar na água. Ela ficou olhando o que eu iria fazer e quando percebeu que fiquei apenas de calcinha e sultien, tirou também.

Assim que os meninos nos viram, começaram a brincar.

- Nossa, agora que o calor ficou maior. Falou Rafael.

Apenas rimos e nos jogamos na água. A sensação foi maravilhosa, o calor rapidamente sumiu ficando um clima perfeito, a água não estava muito quente, mas pelo sol do dia todo estava em uma temperatura gostosa. Nadamos um pouco, brincamos de jogar água um nos outros e quando ficamos cansadas fomos a parte mais rasa da piscina e ficamos sentados conversando enquanto tomávamos cerveja.

O papo rolava bem, falamos sobre muitos assuntos, quando surgiu o de lesbianismo. Os meninos assumiram que sempre tem tesão em ver duas meninas se pegando e rebatemos que não temos o mesmo gosto, ver dois homens juntos é estranho. Então Carilhos falou.

- Bom meninas, os homens são ogros, ver dois deles se beijando, as barbas se tocando é horrível, já mulheres são delicadas, quando elas se beijam transmite carinho e ternura. Vocês nunca reparam isso?

- Não, nunca reparei. Falou Bianca.

Então os meninos falaram para tentarmos, ai poderíamos falar pra ele o que sentiríamos.

Acho que por causa da cerveja ou por causa do clima, virei pra Bianca e vi que ela aceitou. Nos aproximamos e toquei sua face, sua pele macia e delicada. Nossos lábio se uniram em um beijo maravilhoso. Sentia sua linguá tocando levemente a minha, nossos desejos eram compartilhados naquele beijo. Não sei quanto tempo durou mais foi ótimo. Quando finalmente nossos lábios se desuniram, olhamos uma para a outra e entendemos o que tinha rolado, então olhamos para os meninos que estavam de boca aberta.

- Caralho manos, vocês viram esse beijo. Disse Carlinhos.

- O que tem o beijo? Perguntei.

- Nossa, o beijo de vocês foi muito sensual.

Quando Carlinhos falou que o beijo foi sensual, automaticamente olhei para o volume em sua cueca e percebi que estava com um grande volume ali.

Me levantei e falei que iria ao banheiro, Bianca prontamente foi me acompanhando. Ao chegarmos no banheiro perguntei o que ela achou do beijo e ela falou:

- Nossa Le, foi algo diferente né, achei gostoso e por mim, podíamos fazer mais vezes. Ao terminar ela riu.

- Eu confesso Bi, já tinha beijado outras meninas antes e até feito algumas coisas a mais porem o que senti quando nos beijamos foi algo muito diferente do que já tinha sentido.
Acho que novamente estava sendo tomada da curiosidade pois estava olhando com outros olhos para o corpo de Bianca, mas era melhor deixar essa curiosidade para outra oportunidade.

- Você nunca tinha me contado dessas suas experiências amiga, um dia terá que me contar melhor. Falou Bianca descontraída.
Claro, imagine chegar para a minha amiga e falar que curto meninas também, aposto que se você não tivesse tomado umas cervejas estaria em choque. Terminei rindo.

- Mas mudando de assunto, não sei se você percebeu, mas os meninos ficaram super excitados com a brincadeira. Estou afim de me divertir um pouco, gosto de deixar os caras excitados. Bianca nesta hora tava com cara de quem queria aprontar.

- O que você esta pensando em fazer amiga – perguntei a ela. - Não esta pensando em transar aqui? Ou está?

- Não amiga, apenas deixá-los com tesão mesmo.

Saímos do banheiro e fomos em direção ao piscina, os meninos ainda conversava, e comentavam sobre o beijo. Quando chegamos entramos novamente na piscina e percebemos os olhares dos meninos então perguntaram:

- E ai, o que vocês acharam do beijo?

- Ah Rafael, eu gostei do beijo, melhor que o beijo de muitos homens. Falou a Bianca.

- Hum, falou o Marcelo, então quer dizer que vocês gostaram, e vai rolar algo mais para vermos?

- Ah sim, falei, o que vocês querem que a gente faça? Tenho um vibrador aqui, quem quer ser o primeiro a ter ele enterrado?

- Hum, quem sabe podemos enterrar em vocês enquanto se chupam? O pau de Marcelo parecia querer saltar pra fora da cueca.

- Como assim, o beijo é melhor que de muito homem? Falou Carlinhos, meio atrasado.

Bianca fez então a proposta, iriamos beijar os quatro e ver qual beijo é melhor.

Me dirigi então a Rafael e o beijei, aquilo estava ficando divertido, o beijo dele era molhado, sua língua parecia querer entrar na garganta de tão fundo que ia, apenas disso o beijo estava me deixando com um pouco de tesão. Depois disso beijei o Filipe, este era muito ousado, pois não utilizava apenas a língua, sua mão parecia afoita percorrendo meu corpo, tentei afastá-la, mas foi meio complicado. Chegou então a hora que mais estava esperando, queria ver como seria o beijo de Carlinhos. Nossos lábios se encontraram e seu beijo totalmente delicado, parecia muito com o beijo da Bianca, também não consegui distinguir quanto tempo durou, pois o toque suave de suas mãos em minha face, nos cabelos estava me deixando doidinha. Quando consegui abrir meu olho percebi a encrenca que havíamos entrado.

Meu sultien estava aberto, meus seios estavam ainda mais amostra, Bianca estava já estava completamente nua. Marcelo chupava seus peitos enquanto ela tinha o pau de Rafael enterrado até o fundo de sua boca. Carlinhos agora colocava a mão em minha xaninha e eu demostrava mesmo sem querer que estava morrendo de tesão com tudo aquilo. Minha amiga estava se divertindo e resolvi que não valia a pena estragar tudo.

Fiquei completamente nua também, sai da aguá e sentei na espreguiçadeira e logo Filipe estava com o pau apostado na minha cara e Carlinhos ainda continuava em meus seios. Abocanhei aquele pau, não era muito grande porem era bem grosso. Ele me pegava pelos cabelos e me puxava como se estivesse tentando fuder minha boca. Carlinhos já era delicado, beijava meu corpo com carinho, me masturbando.

Bianca estava agora vindo em minha direção, tinha a mão dada com os seus dois machos, ela chegou e falou para Carlinhos dar licença a ela pois precisava falar comigo. Assim que ele saiu ela caiu de boca em minha xaninha, ao toque de sua língua meu corpo se contorceu em um frenesi que nunca havia sentido. Ainda continuava com o pau de Filipe na boca que agora parecia muito mais suculento. Os meninos estavam doidos a esta altura. Bianca então pediu para eu me levantar, ficou de quatro com Rafael embaixo dela, já iniciando a penetração em sua bucetinha, ela me chamou mais perto e ao chegar ela novamente me abocanhou, Filipe que a esta altura estava louco de tesão se posicionou atras de Bianca e sem aviso enterrou aquele pau grosso no cuzinho de minha amiga que uivou de dor.

Carlinhos voltou a beijar minha boca e senti Marcelo abrir minha bunda e tentar penetrar minha bucetinha. Como estava em pé, ficou meio complicado para ele, pois por mais que tenha tentado não conseguiu, sendo assim ele não teve dúvidas, quando vi o que estava para acontecer já era tarde, senti aquela rola enorme entrar contudo em meu cuzinho virgem. A dor foi muito grande, lágrimas escorreram de meu rosto e Carlinhos me abraçou dizendo que logo iria passar a dor.

A verdade é que ele tinha razão, a dor começou a passar, mas isso depois de um bom tempo. Sentia cada centímetro daquela rola entrando em mim, as bombadas cada vez mais forte, então veio o meu alivio, um liquido quente inundou meu cuzinho, finalmente o Marcelo havia gozado e estava tirando seu pau de dentro de mim. Eu já nem sabia mais quantas vezes tinha gozado, sei que estava cansada. A boca de Bianca me deu mais prazer do que já senti com qualquer homem.

Bianca ainda recebia uma dupla penetração, pelo seu olhar e sorriso, estava adorando a brincadeira.

Eu me deitei na espreguiçadeira então Carlinhos abriu minhas pernas e começou a me penetrar levemente, senti muito prazer quando aquela rola foi entrando em mim, nossa, não acabava nunca. Era grossa e grande, na verdade enorme, por isso ele foi cuidadoso. Enquanto me penetrava, falava coisas legais em meu ouvido, perguntava se estava doendo, se queria que fosse mais devagar e tal. Estava doendo um pouco por isso sugeri ir por cima, pois tinha mais controle. Bianca sentou ao meu lado com a cara cheia de porra, seus seios também estava sujos e ela parecia muito cansada. O pau de Carinhos entrava e saia da minha bucetinha, eu já estava rebolando gostosamente naquele pau. Carlinhos então falou:

- Nossa Letícia, você é muito gostosa.

Fiquei sem graça mais agradeci e disse que ele é ótimo de cama, ou de cadeira, sei lá.

Mãos percorriam meu corpo, apertavam meus seios, minha bunda, me davam tapinhas, nem sabia quem estava fazendo, estava gostando. Então senti um aperto forte em minha cintura, minha bundinha estava totalmente arreganhada, percebi que era Bianca me abrindo quando um pau entrou com tudo dentro de meu cu. Não sei quem estava me comendo, não era grande o pau e já não doía tanto quanto antes.

Bianca agora transava com Marcelo, acho que ele gosta mais de comer cu do buceta, pois era o segundo cuzinho que estava comendo. Bianca agora sentia o mesmo que senti quando aquela rola enorme me possuiu. Eu ainda não sabia quem estava me fudendo por trás, nem me importava com isso pois estava adorando. Sabem, acho que toda mulher devia provar isso. Ser possuída por dois machos é delicioso.

Carlinhos agora me beijou com uma intensidade muito maior, percebi o que estava para acontecer, queria sentir minha bucetinha ser enchida com aquela porra, e não demorou ocorreu o que queria, nossa, quanta porra. Senti o pau de Carlinhos agora encolhendo dentro de minha bucetinha, acho que o amante que fodia o meu cu percebeu o que aconteceu, pois pouco depois gozou também deixando meu cuzinho agora arregaçado e escorrendo ainda mais porra.

Acho que foi o Filipe que me comeu, pois Rafael estava ma piscina. Logo, segui sua ideia e pulei na água também. Bianca continuava transando com Marcelo que não cansava nunca. Ficamos na água assistindo a cena, logo olhei para os meninos que estavam novamente com suas rolas duras. Carlinho foi transar com Bianca me deixando então com Rafael e Filipe na água. Engatei em Rafael, coloquei minhas pernas em volta de sua cintura e encaixei seu pau em minha bucetinha, nunca tinha transado na piscina, a principio pareceu meio complicado, mas depois pegamos o jeito. Quando todos gozaram novamente ficamos juntos na água, conversamos e descansamos, pouco antes de irmos embora, a brincadeira recomeçou, transei com todos, novamente e eu e Bianca fomos para minha casa, com porra escorrendo de nossas bucetas e de nossos buraquinho. Foi um dia agitado, gozaram em meu cabelo, rosto boca e todos os lugares que conseguiram. Depois disso prometemos nos divertirmos mais, já que agora nós duas podíamos ficar de vez em quando. Tivemos outras aventuras como esta, acho que depois uma mulher faz uma dessas pela primeira vez, aprende o que é bom.

Temos mais aventuras para contar, incluindo outras amigas e festas com amis parceiros. Espero que tenham gostado e agradecemos as criticas para que possamos melhorar.

Autores: Edu e Mari

 


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