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Como consegui comer a cunhada e a sogrinha

Depois do que consegui fazer, não consigo guardar essa conquista, esse trunfo, essa super aventura, só para mim, sinto necessidade de contar a todos. Afinal, para que serve uma super conquista, se não puder contar?
Acho que todo homem normal, sente tesão por sua cunhada, ainda mais se ela for muito gostosa como a minha, do tipo que quando passa na rua todos olham. O irmão da minha esposa, ou seja, meu cunhado, deve ter ficado caído por ela, pelo seu lindo rosto e por aquele corpo maravilhoso, sensual, que desperta tesão em qualquer homem, mas eu tinha de fingir que não sentia nada.
Conheci minha esposa na firma onde eu trabalhava, ela sem dúvida era uma das funcionárias mais linda, elegante, bundinha arrebitada que marcava seus vestidos e saias justas, com corpinho que …. meu Deus.. e simpática, por isso apesar de eu ser um conquistador nato, eu nem tentei conquistá-la, imaginava ser impossível uma musa daquelas, dar bola para mim. Era o tipo de garota que coseguiria casar com quem ela quisesse.
Resumindo, incrivelmente ela foi com minha cara, passamos a sair nos fins de semana, até que um dia me levou para sua casa, para conhecer sua família. Primeiro conheci seu irmão, um rapaz bonito e educado com uma esposa que parecia uma miss, tive de fazer força para não demonstrar minha admiração por ela. Fingia indiferença ao vê-la, mas quando ninguém estava por perto, eu fixava meu olhar em seu corpo escultural.

O pai da minha garota, um sujeito muito simpático, me recebeu muito bem. Quando ela me apresentou sua mãe, engoli em seco, esperava uma senhora gordinha e barrigudinha, mas apareceu uma moça com corpinho inacreditável, num vestido elegantésimo, que realçava sua cintura fina, pernas esculturais, e seios fartos, além de muito bonita. Para vocês terem uma idéia, teve uma novela chamada Caminho das Indias, onde quase no fim, apareceu uma mulher indiana, milionária que era a mãe da noiva do Barruan, esguia, porte aristocrático, corpo escultural, sempre elegante, com classe, e linda de rosto, pois era idêntica a minha futura sogra.
Minha sogra tem 47 anos e cabelos castanhos claros, 1,60 m de altura, com 48kg (segundo minha esposa, ou seja 1 Kg a mais que ela), dava para imaginar seios fartos mesmo ela estando com vestido fechado e bumbum arrebitado de causar desejo a qualquer homem. Ela adora usar vestidos que deixam a mostra as curvas de seu corpinho. Apesar da idade, ela aparentava ter bem menos, acho que devido aquele corpinho de moça.
Minha cunhada tem cabelos castanhos mais escuros, 1.65, aprox. 50kg seios de médio para grande e coxas que começam finas junto aos joelhos bem torneados e vão engrossando nos quadris, todas as três (minha esposa, minha sogra e minha cunhada) têem cabelos longos e ondulados, até abaixo dos ombros, impossível as pessoas não olhares quando esse trio anda nas ruas.
Eu adorava ir à casa dela namorar, além do prazer de vê-la, ainda com pai simpático, mãe escultural e principalmente quando o irmão dela estava lá com minha futura cunhada, sem duvida era uma família linda! Com aquela garota, até mesmo eu um inveterano opositor do casamento, sentia vontade de casar e te-la em casa só para mim.

Com o tempo acabei casando com ela. No dia do casamento, lá estava minha sogra, com vestido longo, tomara que caia e um chale transparente nos ombros desnudos, no colo se via um par de seios que sustentava o lindo vestido. Minha cunhada, que foi a madrinha junto com meu cunhado, também com vestido longo, tomara que caia, realçando aquela cinturinha de pilão e seus seios um pouco menores que de minha sogra mas mesmo assim, de bom tamanho. Os convidados batiam muitas fotos, e eu sabia que eles estavam é batendo fotos para terem a imagem linda da minha sogra, minha cunhada, e minha esposa também, mas eu ao invés de me aborrecer, sentia orgulho disso.
Claro que minha esposa, linda com seu corpinho espetacular, seios grandes como da sua mãe, me dava muita tesão e desde a noite de núpcias, trepávamos todas noites onde eu a ensinei como chupar um pau dando prazer ao macho, eu a ensinei a engolir porra quando eu gozava na boca dela durante um 69, ensinei a dar o cuzinho coisa que no começo ela não gostava mas depois começou a sentir tesão, sempre acordava pelo menos uma vez de madrugada para mais uma trepada. Mas homem é bicho sem vergonha, apesar de ter uma mulher tesuda e linda como minha esposa, muitas vezes, eu trepava com ela, imaginando estar com minha cunhada e até mesmo minha sogra. Quem conhecia minha esposa, jamais imaginaria que um homem, ao ter uma mulher linda e sensual como ela, em seus braços, toda núa, conseguisse pensar em outra mulher. E o pior é que eu apesar de tê-la só para mim, pensava em outras duas, e isso estava virando uma obsessão, eu tinha de bolar algo para poder comer as duas. Para mim, era como um desafio, pois sempre consegui comer as que eu queria. Fiquei pensando em várias formas de conseguir.
Nessa época, na empresa, entrou um rapaz que acabamos nos tornando grandes amigos, com quem sempre ia almoçar junto e as vezes tomavamos uma cervejinha no fim do expediente, para nos descontrair, ele era solteiro, tipo galã, ele era como eu quando solteiro, não queria saber de casamento, ele estava na fase de ficar namorando várias mulheres nas baladas noturnas até conseguir comer e contava as conquistas dele para mim. Era muito excitante ficarmos falando de mulheres, ele era mulherengo e já tinha usado quase todos artificios para conseguir as mulheres que queria, isso me inspirou a lutar para eu também conseguir comer as duas mulheres que povoavam minha imaginação, ou seja, minha sogrinha e minha cunhadinha.

Uma vez, a avó da minha esposa (mãe do meu sogro) que mora no interior de Santa Catarina, ia ser operada de um tumor. Minha sogra não se dava muito bem com ela, eu não tinha a menor vontade de rodar horas e horas para visitar uma pessoa que mal conhecia por isso inventei que tinha serviço importante na empresa naqueles dias, e minha cunhada, como ia prestar concurso publico, não podia viajar.
Ficou resolvido que iriam viajar de carro o meu sogro, meu cunhado e minha esposa, pois ela e seu irmão, quando crianças, passavam as férias, na casa dessa avó.
E ficou resolvido, que como minha casa era a maior de todas, era um sobrado, com 2 suítes de hóspedes além de um outro quartinho que usávamos como segunda salinha de TV, quintal, e bem localizada para todos, ao lado da estação de metrô, minha sogra e minha cunhada dormiriam em nossa casa !
Eu não podia demonstrar, mas fiquei tão contente como se tivesse ganho sozinho na loteria, claro que eu tinha dado sugestões, para que aquela situação encaminhasse dessa forma.

Imaginem eu morando sozinho com duas mulheres lindas e desejáveis, que já inspiraram algumas trepadas com minha esposa, na minha imaginação.
Juntos eu e esse novo colega da empresa, aproveitando nossa imaginanção e nossa experiência de conquistador e as experiências desse novo amigo em papar mulheres, preparamos uma maneira de eu poder comer minha sogra e a cunhada.
Ficou combinado que ele iria entrar comigo, eu como refém dele, ele como assaltante, como se eu tivesse sido abordado ao entrar em casa, ele entraria com capuz ninja cobrindo o rosto, como se fosse assaltante, e ele me obrigaria a comer tanto minha sogra como minha cunhada, mas tinha de ser convincente, como se eu fosse obrigado, contra minha vontade, a comê-las. Eu levei e mostrei fotos das duas para ele.

Ele pegou as fotos, deu um assobio, e disse que agora entendia esse meu desejo de possuí-las, mas mulherengo como ele era, sentiu tesão imediatamente pela minha cunhada.
Ele muito esperto, disse que ele também tinha de comer a cunhadinha, senão elas iriam desconfiar! Mesmo contra minha vontade, tive de concordar que ele tinha razão.
Nenhum assaltante entra numa casa, manda um cara comer duas mulheres e vai embora sem as molestrar, isso faria as duas desconfiarem!

No dia da viagem, depois que meu sogro, minha esposa e meu cunhado foram viajar, no fim da tarde, após serviço, voltei para casa a noite, quando sabia que as duas já estavam na casa. Fui junto com meu amigo, o “assaltante”, tudo combinado, já tínhamos comprado até um revolver de brinquedo imitação perfeita de um verdadeiro.
Chegando em casa, entrei na garagem, fechei o portão para ninguém ver, abri a sacola de compras tirei dois copinhos de água mineral e tomei um comprimido de Viagra e dei outro Viagra ao “assaltante”, eu não preciso de Viagra, mas essa noite prometia exigir muito do meu pau, então para prevenir tomei o Viagra para poder gozar várias vezes.
Depois mandei meu amigo colocar a toca ninja, recomendando para ele jamais me chamasse pelo meu nome, agir como um assaltante violento, sem gritar para não chamar atenção apesar de minha casa ser isolada. Recomendei também para ele recolher os celulares para evitar de elas chamarem a policia. Liguei para minha esposa, falei com ela, com meu sogro e meu cunhado, para evitar de eles ligarem em hora imprópria, e desejei boa noite a eles.
Entrei em casa e vi que minha sogra estava na cozinha.
Fechei a cortina da sala, entrei na cozinha com o “assaltante” encapuzado me segurando e apontando a arma, eu já com as mãos amarradas. Ele apontou a arma para minha sogra, anunciou assalto e mandou ela ficar quietinha, senão iria nos matar. Eu via medo estampado no rosto dela. Ele já estava com uma tira e amarrou as mãos dela também, e sussurrando perguntou a ela, quem mais estava na casa. Ela disse que a nora dela estava no quarto em cima.
Ele sempre falando baixinho, mandou nós irmos para cima junto com ele, em silêncio, para pegar a outra moça. Subimos a escada, ele entrou no quarto da minha cunhada que estava assistindo TV, e ficou aterrorizada ao nos ver. Ele mandou ela ficar quietinha e explicou o assalto, e que se a gente cooperasse ele nos deixaria vivos, caso contrário mataria os três, e amarrou as mãos dela também.
Ele levou todos nós para meu quarto (como tinhamos combinados), fechou a janela e a cortina, acendeu todas as lâmpadas inclusive os abat jours, que eu tinha trocado por lâmpadas mais fortes para iluminar todo quarto, e deixou bem claro que queria dinheiro para comprar droga, e se alguém tentasse fugir, ele mataria nós três. Todos nós afirmamos que iríamos cooperar.
Ele queria saber quem era quem, e minha sogra disse que eu era genro, a outra nora.
Depois ele pegou tiras de panos já preparados para isso, e amarrou forte meus olhos, me vendando, não conseguia ver mais nada, e minha cunhada e minha sogra assistiram a isso. Depois foi a vez dele vendar minha sogra e minha cunhada, elas também já não conseguiam ver nada, e ele deixou bem claro que ele iria tirar a toca ninja, e se alguém visse o rosto dele, ele mataria para não ser reconhecido.
Ele falou para mim: “Ó Zé Mané, mostra logo onde tem dinheiro aqui, senão te apago”. Eu falei que para eu pegar algum dinheiro, ele precisava soltar minhas mãos. Ele desamarrou avisando que se eu tentasse alguma coisa ele mataria todos nós, fui desamarrado e afrouchei a venda dos olhos e pude ver, minha sogra e minha cunhada, amarradas na cadeira, com os olhos vendados, cada uma num canto.
Depois, ele abriu sua mochila, tirou uma garrafa de caipirinha feita de pinga e vodka, com limão e bastante açúcar para disfarçar o quão forte era a bebida. Pegou dois copos da estante, encheu de caipirinha e entregou um para minha sogra, outro para minha cunhada e fingiu dar outro para mim, e obrigou nos a tomar tudo sob pena que levar um tiro se não tomasse. O açúcar disfarçava bem por isso, tanto a sogra como a cunhada, conseguiram tomar em uns 4 goles forçados pelo “assaltante”.
Comecei a abrir gavetas, dizendo olha, aqui tem esse dinheiro, aqui tem mais isso, aqui mais isso, por favor, você já tem o dinheiro, deixe nos livre que prometo que não contaremos nada à polícia. E de uma das gavetas, tirei uma filmadora que já tinha preparado, e comecei a filmar, pois nenhuma das duas conseguia ver nada e o álcool já começava a perturbar as duas.
Ele com linguajar de malandro, dizia: “tu és um cara legal mano, mais tu achava qui vô saí só com a grana, sem comer essas putas?”
Eu fingi estar horrorizado, falei que ele já tinha dinheiro suficiente, pedi clemência para não fazer mal às mulheres, e ele em tom violento mandou me calar, disse que se eu falasse mais alguma coisa, ele me mataria.

Ele ficou ao lado da minha cunhada, acariciando seus cabelos, sua cabecinha, dando beijinhos, na orelha, no pescoço e nos lábios. Ela procurava se esquivar, então, ele falou: “escuta aqui sua puta, eu vou ti comê de quarqué jeito, si tu ficá dando uma de difícil, vai sê pió, porque eu vou te comê de quarqué jeito. Qué fazê du jeitu fácil ou tu quê dá apanhando”. Depois dessa, ela ficou quieta, deixando ele ficar passando as mãos pelo corpo e ainda dando beijinhos na face.
Como eu sabia que não dava para minha cunhada nem minha sogra verem nada por estarem vendadas, fiquei filmando ele passando as mãos nos peitos da minha cunhada, por cima da roupa, nas pernas dela, passando as mãos pelas coxas por baixo da saia.
Notei que minha sogra estava muito assustada quase chorando

Depois ele mandou minha cunhada se despir, após livrar suas mãos das amarras, deixando bem claro que se ela tirasse a venda dos olhos e visse o rosto dele, ele mataria. Ela, com medo, jurou que não tentaria tirar a venda.
Ela estava relutante, envergonhada, mas tirou a blusa, a saia, sempre de olhos vendados e eu filmando sem ela saber, que beleza, eu vendo aquele corpo esguio só de soutien e calcinha. Depois soltou o fecho do soutien nas costas, eu a vi, descendo as alças pelos braços, depois segurar o bojo e tirar o soutien, revelado um par de peito maiores que a média, cheinho e firme, com tamanho gostoso de pegar, apertar e chupar.
Finalmente, depois de ficar imaginando tanto tempo, consegui ver os peitos da minha cunhada com mamilos cor de rosa. Depois ela segurou as laterais da calcinha e começou a abaixar, vimos aparecer uma bundinha redondinha, firme, lisinha e pela frente um triângulo de pêlos acima da buceta. Descobri que ela depilava cuidadosamente sua bucetinha em volta dos grandes lábios, coisa que até aquele dia, somente meu cunhado sabia, agora eu também partlhava desse segredo! Ela deixava um tufo de pêlos triangular em cima do rasgo da buceta. Ela se virou, ficou de costas para mim, para tirar a calcinha, eu me abaixei para continuar filmando de baixo para cima, por trás daquela bundinha tesuda e quando ela levantou a perna para tirar a calcinha, vi no meio das pernas, o rasgo da buceta sem pêlos, com lábios bem cheinhos, lisinhos, sem nenhum pêlo, e também o anel do seu cuzinho mais escuro, que filmei com zoon. Meu pau quase estourava de tão duro.
Mentalmente, fiquei admirando o corpinho perfeito da minha cunhadinha.

Só queria ver qual seria a reação do meu cunhado, se ele, um dia, souber que eu já vi o corpo todo da sua esposa, seus peitos com mamilos rosas, sua barriguinha sarada, onde começam os pêlos da bucetinha, sua bundinha redondinha linda que esconde o anel do cuzinho mais escuro, suas coxas longas bem torneadas, o rasgo da buceta e até as pregas do cuzinho dela, e também que eu sei que ela se depila ao redor da bucetinha deixando um tufo de pêlos em cima, e que estava tudo gravado no meu filminho e que eu assisto sempre, acho que ele nunca mais falaria comigo. Depois que ela ficou pelada, ele a segurou e a colocou sentada na cadeira de novo, claro que antes, ele passou as mãos pelos peitos e pela bundinha e o corpinho dela, agora com as mãos livres. Que beleza, minha linda e gostosa cunhada, sentada peladinha, com os peitos a mostra, e entre as suas coxas alvas, o tufo de pêlos, era uma visão linda demais, que eu filmava embevecido, minhas mãos até tremiam de tanto tesão.

Ai o cara chegou perto da minha sogra e falou: “e tu madami, qué ficá peladona numa boa ou qué levá umas coronhadas primeiro?” Ela bem baixinho, com voz tremula, disse que tirava a roupa, e ele soltou as mãos recomendando que se ela tirasse a venda dos olhos, a mataria. Eu me posicionei e passei a filmar a minha linda, elegante e deliciosa sogrinha.
Minha sogra em pé, elegantemente vestida, porte aristocrático como uma rainha, como mulher da alta sociedade, começou a tirar a roupa, vermelha de vergonha, com a cabeça baixa. Ela desabotoou os botões do vestido, depois segurando a barra, levantou para cima, para tirar pela cabeça,ela tirou o vestido ficando só de soutien e calcinha.
Jesus, nunca imaginei que minha sogrinha tivesse um corpão desses, meu sogro era um cara de sorte, um corpo esguio, sem gordura, sem celulite, cintura fina, um par de peitão, bunda arrebitada, pernas bem torneadas, barriguinha sarada, entendi de quem minha esposa puchou.
Por cima do soutien, dava para ver um pedaço do peitão dela. O cara mandou continuar e ela vermelha de vergonha, continuando de cabeça baixa, primeiro colocou aqueles braços longos e perfeitos para trás, nas suas costas e desabotoou o soutien, abaixando as alças, deslizando as em cada braço, depois segurou a taça do soutien e tirou fora, deixando livre dois peitos grandes macios com grandes mamilos cor de rosa, que causaria muito tesão em qualquer homem. Era um peito grande e lindo, tanto eu como o “assaltante”, já estávamos de pau duro há tempo. Vi de onde que minha esposa herdou aqueles seios grandes, a diferença é que da minha esposa era mais firme, e mais duros que o da mãe dela. Depois a sogrinha pegou as laterais da calcinha e foi puxando para baixo, primeiro apareceu aquela bunda maior que a da cunhadinha, mais carnuda, mas ainda firmes, sem celulite, bunda madura, gostosa, tesuda, redondas, eu sempre filmando a bunda por trás. Pela frente, apareceram os pêlos da buceta, ela foi deslizando a calcinha pelas coxas e pernas, até tirar pelos pés, fiquei abaixado por trás, filmando de baixo para cima e ao levantar a perna para tirar totalmente a calcinha, vi por entre suas nádegas, uma buceta grande e coberta de pêlos, com um rasgo no meio daquele matagal. Ela nua, revelou uma bunda grande mas sem exagero, muito bem feita, eu imaginava que a bunda dela fosse bonita, mas nunca imaginei que ela tivesse uma bunda tão apetitosa e gostosa assim, e também uma buceta toda peluda, diferente da buceta depilada da minha cunhada. Ele a pegou e colocou sentada na cadeira mais afastada, aproveitando para passar as mãos no corpo dela, especialmente nos peitos, no canto do quarto. Eu via e filmava aqueles peitões macios, com mamilos escuros, as coxas branquinhas e os pêlos da buceta que aparecia no encontro das coxas, ela sentada elegantemente com as pernas fechadas mas deixando o tufo de pêlos a mostra.
Aí eu comecei a perceber como o corpo de minha sogra era apetitoso, ela era mais tesuda que eu tinha imaginado algumas vezes, afinal qual homem não vê uma mulher madura vaidosa, linda, sofisticada, gostosa, pensando no que ela tem por baixo do vestido?
Depois o “assaltante” mandou eu tirar minha roupa como garantia que eu não escondia nenhuma arma, foi a minha vez não teve outro jeito tive de tirar as roupas.

Era uma situação inusitada, nós três, sentados, eu vendo e filmando, dois pares de tetas e os pêlos na parte final das coxas delas. Ainda bem que minha sogra e minha cunhada não viam meu pau duro, em frente a elas, e eu estava tentando me controlar para que ele não ficasse mais duro, pois não parava de admira os corpos das duas, os peitos, os pêlos, as coxas, as bucetas, e tudo isso bem pertinho.
De repente o “assaltante” tirou sua roupa. Eu nunca o tinha visto pelado, mas quando ele tirou a cueca, saltou um pau longo, que ele pegou na mão e movimentou como se estivesse masturbando, e ficou passando as mão na minha cunhadinha, no rosto, no pescoço, nos peitos dela, dando beijinhos no rosto, o ouvido, na boca, chupando os mamilos, colocando a mão dela no seu longo pau e eu filmando tudo, tudo com calma, carinho, que acalmou minha cunhada. Eu sabia que intimamente, minha cunhada devia estar sentindo que o pau do “assaltante” era bem mais comprido que do seu maridinho.
Como minha cunhada nem sonhava que eu estava vendo e filmando, ela achava que todos estava de olhos vedados, ela segurava o pau, fazendo movimento de vai vem, o que me deixou com mais tesão. Imagine a filha da puta casada e manipulando um pauzão. Quando ele encostou a cabeça do pau nos lábios dela, eu vi que ela passava a língua na cabeça toda, até que começou a por na boca e engolir aquele pau enquanto ele massageava seus peitos. Não sei se fazia isso por medo de apanhar ou se a bebida começava fazer efeito deixando a com tesão. Ahhhh, filha da puta, chupando o pau de outro homem, eu já não sabia se ela fazia isso obedecendo ordens ou se fazia por sentir tesão, em todo caso, filmei tudo.
Que tesão de ver minha cunhada com um pau na boca, ahhh se o marido dela visse aquela cena!!!. Se eu não estivesse vendo (e filmando), iria achar que ela estivesse morrendo de medo na cadeira. Depois que ele ficou passando as mãos nos peitos, alisando as coxas e bunda, enquanto ela segurava e chupava seu pau, ele a levou para a minha cama, onde eu comia minha esposinha.
Era uma cena excitante, minha cunhada de olhos vendados, pelada, sendo puxada pelas mãos por um homem pelado, que mostrava um pau longo e duro, ele a deitou com as pernas para fora da cama.
Ele se ajoelhou no tapete segurou as pernas dela, abriu, deixando ver o rasgo da buceta para eu filmar em close, arregaçou com as mãos e colou seus lábios, começou a lamber e chupar.

Minha cunhada se arrepiava, e eu via e filmava, ela apertando os lábios tentando conter os gemidos acho que para ninguém perceber o que estava acontecendo. O álcool facilitava liberar seus instintos e ela se soltar assim, filmei seus dedos agarrando o lençol com força, não havia dúvidas do grau de excitação dela, acho que para minha sogrinha não escutar, apertava os lábios, até que não agüentando mais, passou a soltar uns gemidos abafados aaaaaahhh, aaaaaaahhhh, aaaaaiiiii, aaaaaiiiiiiiii, ela deixava escapar uns aiiii, aiiiii, aiiii com respiração cada vez mais ofegante, já abria as coxas por si só, os mamilos estavam duros.
Ficaram fazendo isso, até que percebi ela ficar toda rígida, fechando as mãos, tentando comprimir os lábios, parando de respirar, depois se estremecer gemendo alto, primeiro gemendo ai, ai, ai, ai, depois mais longos, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaiiiiiiii, já nem ligava mais se a sogra ouvisse, ela estava gozando seguidas vezes na boca dele. Eu não estava agüentando de tesão, e vi que minha sogra também contraia os músculos, vi seus mamilos ficarem duros, claro que ela estava com tesão, quem não ficaria, ainda mais depois de um copo de caipirinha ?
Depois ele foi lambendo o corpo todo dela, as coxas, a barriguinha, principalmente os peitos, pescoço, até que a colocou na posição papai mamãe, ela já ficou com aos joelhos dobrados e coxas abertas, pronta para o recebe-lo,
Ele segurou seu pau enorme e bem duro, encaixou a cabeça do pau no buraco lambuzado da buceta e foi forçando e penetrando lentamente e eu filmando aquele pau entrando centímetro a centímetro na minha cunhadinha, ele ficou entrando e saindo dentro dela por um tempão, eu filmando a bunda dele subindo e descendo para levar e tirar o pau da buceta, percebi pelos movimentos e pelos gemidos, que ela gozou mais 2 vezes durante a foda gemendo com gosto, depois da segunda gozada dela, onde ela gozou gemendo alto e estremecendo, ele a pegou pelos quadris, deixando a de 4, com a bunda para cima. Eu sempre filmando, vi quando ele enfiou o pau na buceta até o fim e tirou, depois, segurou na mão aquele pau lubrificado e encostou a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela percebeu a intenção dele de comer seu cú e pediu para ele parar, dizendo que iria machucar, que ela não estava acostumada.

Ele perguntou: “o corno nunca comeu teu cuzinho?”
E ela disse que não, pediu para ele parar que estava doendo, mas ele não quis saber, só mandou ela enterrar a cabeça no travesseiro para ninguém escutar os gritos. Ela mergulhou a cabeça no travesseiro deixando a bunda para cima, eu fui lá para filmar e vi a bunda aberta mostrando os lábios vaginais abertos totalmente melados e as pregas do cuzinho. Coloquei a filmadora perto, pegando a cena do pau encostando no cú, ele segurando o pau com uma mão e a bunda dela com outra, começou a empurrar.
Quando a cabeça do pau entrou, ela soltou um grito de dor, mas o travesseiro abafava os gritos dela, ele segurava a cintura dela com as duas mãos e continuava empurrando firme, vi a cabeça entrar e ele empurrando bem devagarzinho o pau cada vez mais, ela gemendo sempre com aaaiiii, para para para esta doendo, para, aiiiii, aiiii,, até que, quando vi, metade do pau já estava dentro do cú. Que tesão me deu, ao perceber que o cara tinha quebrado o cabaço do cuzinho da minha cunhada, coisa que nem o maridinho fez e eu filmei tudo.
Ela gritava cada vez menos, até que ele passou a mão por baixo e começou a massagear o grelinho, até ela começar a gemer de prazer, quando ela estava com a respiração ofegante, dando sinais de novo gozo, ele a segurou pela cintura puxando forte e com isso a metade faltante do pau entrou todo dentro do cuzinho, seus pêlos encostaram na bundinha dela.
Ela soltou um grito alto de dor, mas ao mesmo tempo começou a estremecer toda e gemer aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, aaaaiiii, percebi que ela estava gozando com o pau atolado no seu cú, ele também não agüentou e gemendo, gozou dentro daquele cuzinho que era virgem.
Ele soltava gemidos gozando dentro daquele cuzinho virgem, que estava recebendo porra pela primeira vez. O cuzinho da minha cunhada estava inaugurado, e muito bem inaugurado, ela gozando pela primeira vez pelo cú e também recebendo porra pela primeira vez lá dentro.

Coitada da minha sogrinha, é claro que mesmo sem poder ver, ela entendeu que sua nora estava sendo enrabada, ouvindo a esposa do seu filho gozando pelo cú e recebendo jatos de porra, no buraquinho onde o pau do seu filho nem conhecia ainda.
Ele se levantou, e falou: “oia só teu cunhadinho, de pau duro só de escutá a gente trepando”. E falou, agora eu vou sentar aqui, e quero ver tu trepando com a sogrinha, e se não trepar direito vai levar porrada. Eu verifiquei se minhas vendas estavam no lugar, para minha sogrinha não desconfiar, logicamente deixando frestas, para poder ver tudo e entreguei a filmadora para ele. Ele deixou minha cunhadinha com a buceta e o cú arrombados e cheia de porra, sentadinha na cadeira, fingiu que pegava minha mão, e me levou para junto da minha sogra.

Ele pegou minhas mãos, colocou nos peitões dela e disse: “pruveita aí Zé Mané, dá um trato na coroa e capricha porque seu num gostá, ces dois leva coronhada.” Então aproveitei e fiquei passando as mãos nos peitões dela, segurando, apertando e chupando os mamilos, beijando os ouvidos, pescoçinho.
Minha sogra, linda, com aquele corpinho de fazer inveja a adolescentes, com aqueles peitões, e eu segurando, lambendo e massageando, percebi que os mamilos estava duros, sinal que ela estava com muita tesão também. Eu vendo tudo pelas frestas da venda e ele filmando tudo, ele pegou a mão dela e colocou em cima do meu pau, dizendo: “dá um trato caprichado, queru vê tu chupando direito.”
Ela pegou meu pau na sua mão, ficou me masturbando bem de vagar, até que ele pegou minha sogra e levou nós dois até a cama. Eu vi minha sogra deitada na cama, aquele corpo lindo, peitão meio tombados para os lados devido peso, pernas e coxas bem torneadas, buceta peluda, era demais para mim. Ele comandava dizendo: “sobe aqui Zé Mané”, e colocou meu pau na boca dela. Ela segurou meu pau duro na mão e ficou passou a língua pela cabeça do meu pau, depois colocou na boca dela.

Como ela chupava bem, depois que metade do meu pau entrou na boca, ela fechou os lábios prendendo meu pau e ficou passando a língua na cabecinha do pau, dentro da boquinha dela, me dava arrepio só de sentir a língua dela passando na cabeça do pau! Esse meu sogro é um homem de sorte, ter uma esposa linda, com corpo perfeito, elegante, peitão farto, e que sabia chupar um pau como uma puta!
Eu não agüentava mais, me inclinei nas pernas dela, sempre deixando meu pau na boca dela, abri as coxas vendo aquela buceta toda peluda, passei minhas mãos por trás das coxas dela, mantendo as coxas abertas, afastei os pêlos lambuzados e arregaçando a buceta, vi que ela estava toda melada, escorrendo de tanto tesão e fiz uma descoberta inesperada. Ela tinha um grelo enorme, duro, em pé, igualzinho ao grelão da minha esposa. Na primeira vez que chupei a buceta da minha esposa, ela me impedia de toda forma de eu colar minha boca em sua bucetinha, isso me dava mais tesão, e usando minha força física, acabei abrindo as coxas dela e caindo de boca na bucetinha e só aí, eu descobri o porque ela relutava tanto em me deixar chupar sua bucetinha, ela tinha um clitoris enorme, rígido, que se levantava como se fosse um peniszinho. Eu fiquei louco de tesão, engoli aquele grelão e fiquei passando a língua e descobri que fazendo isso ela tinha um orgasmo atras do outro, gemendo, pulando, estremecendo, até praticamente desmaiar.
Me deu mais tesão, saber que aquele monumento que até então era inatingível por mim, ela estava muito excitada, o que se notava pela rigidez do seu clitoris.
Arregacei a buceta, sempre de modo que o “assaltante” pudesse ter a melhor visão, para a filmar aquela buceta melada e brilhante em close e aquele grelão duro dela, enorme apontando para cima como se fosse um pequeno cacete, exatamente igual da minha esposa, mostrei isso ao “assaltante”, ele arregalou os olhos, acho que mesmo um conquistador como ele ainda não tinha visto um grelão como aquele. Abri os lábios vaginais afastei os pêlos para ele filmar aquele grelão, pois mais tarde eu iria assistir sozinho, o filme do grelo, com mais calma. Depois encostei minha boca, ataquei de língua, aquela buceta deliciosa, sentindo o gosto do mel da minha sogrinha, engoli o grelão prendendo nos lábios e fiquei passando a língua na cabeça do grelo exatamente como ela fez com meu pau e também exatamente como eu fazia com o grelão da minha esposa. Com isso, fiz a sogrinha gozar gemendo muito e se estremecendo toda, exatamente como a filha. Eu sabia que lambendo aquele grelão ela sentia um puta tesão e era impossivel não gozar, pois minha esposa dizia isso.

Ela, no começo não queria dar o braço a torcer, ficou aguentando firme em silêncio, só ficava se contorcendo na cama apertando os lábios, mas o mel encorrendo da buceta não negava o tesão e esticando e encolhendo braços e coxas, abrindo e fechando as mãos, até que quando coloquei o grelão na boca e passei a lamber a cabecinha do grelão, ela não agüentou deixando escapar uns ai, ai, ai, ai, depois passou a gritar mais prolongadamente, com aaaaaaiiiiiii, aaaaaaaiiiii no gozo. Depois de ficar chupando toda buceta, enfiei dois dedos dentro e fazendo movimentos vai vem, enquanto chupava seu grelão, ela não aguentou, passou a gemer sem parar, sem ligar se sua nora estava ouvindo ou não, até que começou a pular como num ataque epilético, soltando gritos incontroláveis, huuummmm, ahahahahahhhh, uaaaaaiiiiiiii aaaiiiiii, porque meu pau estava atolado na boca, ela estava tendo uma sucessão de gozos e eu sabia disso, porque minha esposa gozava do mesmo jeito que a mãe dela quando tinha múltiplos orgasmos.
Que cena para eu rever no filme depois, a mãe da minha esposa tendo orgasmos múltiplos, pra valer enquanto fazia 69 comigo. O pau do “assaltante”, mostrava o quanto essa cena era excitante.
Depois, me virei, fui subindo e beijando cada pedaço daquele corpinho, as pernas, coxas, barriguinha, segurei seus peitos e fiquei mamando enquanto ela gemia depois subindo e beijando o pescoço, a orelha, enquanto fui, entrando no meio das coxas dela. Ela facilitava dobrando os joelhos e abrindo as coxas.
Segurei meu pau, coloquei no meio daquela selva de pêlos molhados e fiquei pincelando pelo rego todo, desde o grelo enorme (como da minha esposa) até o cuzinho. Ela soltava uns aaaaiiii, aaaaiii, toda vez que meu pau batia no grelão e no cuzinho. Coloquei a glande na entrada da buceta.
Ao sentir meu pau no buraco da sua buceta, ela mesma elevou seus quadris e com isso fez a glande pular dentro, entrou fácil pela excessiva lubrificação dela e fiquei fodendo na posição papai mamãe, enquanto a beijava e nossas línguas se encontravam, os braços e pernas dela me abraçaram forte, até que ela gozou de novo urrando.
Tirei o pau uma vez, segurei com as mãos levantei as pernas dela, apontei para seu cuzinho e fui enfiando, eu esperava ouvir protestos dela como da minha cunhada, mas nada, entrou fácil, sem ela protestar, muito pelo contrário, ouvi uns aaaaiiiii, aaaaiii, mas era de tesão e não de dor, deu para perceber que ela estava acostumada a receber no cu e isso lhe dava muito tesão. Depois de enfiar e tirar algumas vezes no seu cuzinho, quando senti que estava quase gozando, mudei de buraco, tirei do cu e atolei na buceta até o saco.
Meu sogro que me perdoe, mas eu não agüentei, enterrei todo meu pau até o fundo, com nossos pêlos se encostando e acabei gozando dentro da buceta da minha sogrinha, lançando vários jatos de porra.
O “assaltante”, já ia começar a se vestir para ir embora, mas eu apontei para minha cunhada, e fiz gestos que eu ainda queria comer minha cunhadinha. Então, ele tirou minha sogra da cama, ela estava com a buceta escorrendo porra que eu tinha acabado de descarregar, pegou minha cunhada, e falou, “agora quero ver tu fodendo tua cunhadinha”, e jogou ela na cama. Eu vi a filmadora na estante filmando o quarto. Ele se sentou na cadeira ao lado da cama com as pernas fechadas e o pau apontando para o teto, fez minha sogra sentar de frente no seu colo cavalgando-o, vi que as mãos dele seguravam a bunda da sogrinha, enquanto sua boca beijava a orelha, a boca, o pescoço, os peitos dela, deixando tudo brilhando de saliva.
Percebi que a cunhadinha não estava receptiva comigo, acho que sentia vergonha de trepar comigo perto da sogra. Comecei a beijar as pernas da minha cunhada, as coxas, a barriguinha, tudo com muita calma, pois tempo era o que não faltava, aqueles peitos macios e gostosos menores que da sogra mas mesmo assim de bom tamanho, o pescoço, orelha, beijinhos nos lábios, eu dei um banho de língua como ela nunca teve e claro que depois disso ela começou a ficar excitada, nenhuma mulher ficaria indiferente, e os mamilos durinhos mostrava o tesão dela.

Abri as coxas dela, depois de ficar vendo muito bem aquela buceta linda cor rosa, arregacei e comecei a lamber e a chupar, até que ela começou a gemer, me virei e ela colocou meu pau na boca, aquele pau babado de porra e mel da sogrinha, e ficamos fazendo um 69 delicioso, coloquei dois dedos na buceta, outro no cuzinho esporrado e fiquei lambendo o grelinho, até ela gozar gemendo e estremecendo com meu pau atolado na boca.
Então entrei no meio das coxas dela, peguei meu pau encostei na entrada da buceta e fui forçando até que ele começou a penetrar lentamente naquela buceta que tanto desejei, desde o dia que fui apresentado a ela. Finalmente conheci como era a bucetinha dela, tão apertadinha que agasalhava meu pau quase me fazendo gozar, quente, lisa, exatamente como eu imaginei.

Meu pau ficou entrando e saindo, com ela gemendo, até que ouvimos uns ai, ai, ai, ai gemidos vindo da cadeira ao lado e ao olhar para lá, vi minha sogrinha gemendo e cavalgando o pau do “assaltante”, ela abraçada no pescoço dele e subia e descia, eu via a bunda dela subir deixando sair parte do pau depois sentava de novo engolindo tudo, ele segurando a bunda dela com as duas mãos, ela cavalgava como uma amazonas seus peitões balançando e ele com a língua lambia os mamilos. Ela se esqueceu de nós e fodia com gosto, até que ele suspendeu a bunda dela, tirando o pau da buceta e direcionando no cuzinho. Ela mesma pegou o pau, ajeitou na entrada do seu cuzinho e foi sentando e engolindo o pau, aquilo foi demais Passei a foder com violência minha cunhadinha, pois ver minha aristocrática sogrinha cavalgando com o pau enterrado no cuzinho me deixou com tesão incrível, pois notava-se que ela sentia um puta tesão ao dar o cuzinho, afinal meu sogro é um cara muito calmo e acho que não usa muito o cuzinho dela. A cunhadinha também ouviu a transformação da sogra e ficou com mais tesão, como eu, ela me abraçou forte na posição papai mamãe com os braços e coxas, me beijou gostoso, e quando minha cunhada começou a gozar, eu não agüentei empurrei tudo para entrar o mais fundo possível e gozei dentro do útero dela, inundando aquele espaço que era só do meu cunhado, gemendo, vi minha sogra e o “assaltante” gozarem, todos nós gozando ao mesmo tempo.
Quando minha sogra ia saindo da sua posição de cavalgar, ao se levantar, vi o pau dele sair de dentro dela brilhando, e logo em seguida, uma porção de gosma branca escorreu de dentro da seu cuzinho, caindo no pau do cara. Depois disso, ele se vestiu, e falou: “Não posso deixá oceis vivu, sinão oceis vão na pulicia.”
Eu jurei que não faríamos nada, e pedi que ele nos deixasse vivos, minha sogra e minha cunhada também prometeram esquecer, até que ele falou, “se a pulicia pegá eu, eu vorto aqui i mato todo mundo dessa casa, por isso é bom esquecê tudo e não ninguém sai daqui antes de meia hora, si eu vortá e vê arguém di pé, eu mato memo!”

Ele deixou a filmadora comigo filmando, nos deixou todos deitados, numa posição, minha cunhada deitada no tapete de barriga para cima, minha sogra em cima dela, na posição 69, o “assaltante” mandou elas se chuparem. Fui correndo, e filmei em close minha sogra e minha cunhada se chupando. Vi por entre minha venda, quando filmava, minha cunhada segurando a bunda e lambendo a buceta da minha sogra, passava sua língua no rego e enfiava dentro do buraco da buceta, de onde escorriam porras minha e do cara, e minha sogra segurando as coxas e chupando a buceta da nora, também passando a língua pelo rego e enfiando no buraco da buceta, de onde escorria porra minha pela buceta e porra do cara pelo cú, e percebia o tesão que cada uma dava a outra, era um círculo vicioso, quanto mais elas se chupavam mais tesão dava, isso fazia a outra chupar mais e o prazer voltava de novo a quem chupou primeiro e assim sucessivamente, uma deixava a outra com mais tesão.

Depois de um tempo, me levantei, e falei: “cuidado que ele pode voltar, continuem aí, vou ver se ele foi embora ou se está em outro quarto”, fiz barulho como que saindo, mas fiquei ali filmando uma chupando a outra, aquela cena era demais, uma dando prazer a outra, a cunhadinha deitada no tapete, com os joelhos dobrados, coxas afastadas, com a sogrinha linda e esguia por cima, com a cabeça mergulhada entre as coxas, os braços dela por fora das pernas, as mãos nas coxas da cunhadinha abrindo, e a cunhadinha passando suas mãos por fora das coxas da sogrinha, cada mão em cada lado da bundinha, apertando a bunda e a bucetinha da sogra contra sua boca, meu pau duro como pedra, não imaginei que esse Viagra funcionasse tão bem. Tive de me conter para não comer o cuzinho da sogrinha que ficava alí na minha frente, abertinha e pingando porra. Fingi procurar pela casa, e ao voltar, vi no chão, aquelas duas mulheres excitantes, peladas se lambendo ainda, suspirando e gemendo, quase que pulo em cima delas, mas me contive e depois de filmar um pouco mais, escondi a filmadora ainda ligada e falei que elas podiam levantar.
Eu achei estranho o fato de eu ter que separar as duas, pois elas poderiam parar de se chupar, dava para perceber que o “assaltante” já se fora. Não sei se foi a primeira vez que elas chuparam uma buceta, mas dava para ver que adoraram.
Elas tiraram as vendas, e me viram pelado com o pau melado de porra e já duro de novo (esse viagra é um santo remédio), foi um momento de constrangimento para as duas, nós três pelados um vendo outro, isto é, elas vendo meu pau pela primeira vez, o pau que as comeu e que as fez gozarem tão gostoso. Elas com os rostos melecados de porra e sucos delas, as bucetas e os cuzinhos extravasando porra, eu com o pau duro, vendo as bundas, as coxas, os peitos, os tufos de pêlos e a buceta delas e elas vendo meu pau duro com porra ressecada, balançando.
Elas foram tomar banho, cada uma em sua suíte, enquanto isso, desliguei e escondi a filmadora e fu tambem tomar meu banho.

Depois de todos tomarem banhos e estarmos vestido, nos reunimos na cozinha e discutimos se iríamos dar parte na policia ou não. A minha sogra não queria pois estava envergonhada e não queria que ninguém soubesse, nem seu marido nem seu filho nem filhla. Eu concordei com ela estávamos todos ali com vida, graças a Deus, e ninguém precisava ficar sabendo o que passamos, ficaria sendo nosso segredo. Foi difícil com minha cunhada mas conseguimos convencê-la finalmente, após dizer a ela que o marido dela não entenderia o que se passou e poderia até se separar dela e que se ela ficasse quieta, ele nunca saberia o que tinha acontecido, além de lembrar a ela a ameaça do “assaltante” que disse que se o denunciássemos, ele voltaria e mataria todos da casa. Diante disso, ela acabou cedendo a idéia de não ir à policia. Nessa noite, tranquei a porta do quarto, liguei meu computador e fiquei com fone de ouvido, vendo o filme, eu parava a cena, dava zoom e massageando o pau, não aguentei e acabei gozando.

Depois desse dia, nem sei quantas vezes acordei de madrugada, para assistir o filminho sozinho em outro quarto, vendo aquela buceta peluda e o grelão da linda e elegante mãe da minha esposa e a buceta lisinha da minha linda e tesuda cunhada. Eu parava a cena, dava zoon, acho que eu conhecia melhor os peitos, o cú e a buceta da minha sogra que meu sogro, e também conhecia melhor os peitos, buceta e o cuzinho da cunhada que meu cunhado, de tanto que eu via, em close e com zoon, eu acabava ficando com pau duro, e voltava para cama pelado, tirava o lençol descobrindo o lindo corpinho da minha esposa que sempre dorme de camisola sem calcinha e caía de boca na buceta dela chupando até o grelão ficar duro, isso fazia ela acordar comigo chupando até fazê-la gozar e depois eu colocava meu pau dentro e ficava trepando até gozarmos juntos e me acalmar. Ela nem desconfiava que meu tesão era motivado por sua mãe e sua cunhadinha.

Sei que não sou o único a ter passado por uma aventura assim, nesse Brasil imenso. Se você leitor, tiver um caso assim, onde tenha filmado sua cunhada, sua sogra, ou até mesmo sua esposa e quiser entrar em contato comigo, podemos marcar um local, onde cada um leva seu filme e passamos os filmes, para um poder ver o filme do outro. Afinal, quem filmou como eu (e você), quer ter o prazer de mostrar a outro, o seu troféu que é o filme.
Só não vale trazer filme baixado na internet dizendo que é seu. Nem tente isso, é fácil descobrir esse golpe.
Tudo em sigilo, um respeitando o filme do outro e depois de assistirmos juntos, cada um leva de volta o seu filme.
Meu e-mail: galileusp2010@hotmail.com
Já fiz isso com colegas de confiança. O melhor filme desse gênero que assisti até hoje, é de um rapaz que trouxe o filme do seu casamento, e também da sua noite de núpcias, quando ele deixou sua filmadora escondida da esposa e filmando no quarto de hotel.
Depois de nós dois assistirmos esse meu filme do “assalto”, colocamos o filme dele e assistimos juntos, primeiro, a parte da cerimônia do casamento dele e de sua belíssima esposa virgem (coisa rara hoje em dia uma noiva virgem, segundo ele, ela só deixava chupar pois o sonho dela era entregar a virgindade na noite de núpcias) e em seguida assistimos o filme da noite de núpcias do casal. Até hoje sua bela e gostosa esposa não sabe que foi filmada, e muito menos que eu já assisti seu casamento e também seu defloramento duplo, tanto da buceta como do cuzinho!
Tanto esse rapaz como eu, colocamos camisinha antes de assistir e ficamos acariciando o pau, pois ele gozou vendo minha cunhadinha perdendo o cabaço do cuzinho e eu gozei vendo sua esposa perdendo os dois cabaços.
Ele levou vantagem, pois meu filme, bem iluminado, mostrava até close das bucetas e do grelão, ao passo que o filme dele, ficava mostrando meio de longe. Mas foi linda a cena quando ela apareceu do banheiro de camisola lindíssima e subiu na cama, onde o marido a recebeu aos beijos e carícias, até se despirem e cairem num 69. Apesar da distancia, dava para ver o lindo corpo da noiva, um monumento virgem na noite de nupcias, os lindos seios, a bunda, os pêlos da buceta e o que dava muito tesão, é como ela gritava, primeiro gritava de dor ao perder o cabaço, depois urrava de tesão ao gozar.
De nada adianta obras primas de filmes assim, se ficarem guardadas na gaveta para uma só pessoa assistir.
As vezes, quando estou sozinho em casa, eu ligo ao “assaltante”, e êle vem para assistirmos juntos nosso filme.

 

A primeira traição de uma esposa fiel

Os objetivos de eu escrever aqui, são dois. Primeiro espero que meu amigo leia e me responda, pois para evitar qualquer problema em casa, rasguei todo bilhete com telefone ou e-mail e agora não tenho como contatar. Segundo, para eu mesma poder relembrar de cada minuto maravilhoso que passei, lendo esse relato, toda vez que sentir saudades do acontecido.

Sou uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso, advogado de uma indústria. Talvez a única coisa que ainda não tenha são filhos, mas que já pensamos em conceber brevemente. Casei virgem, só tornando mulher na noite de núpcias, motivo porque meu marido me considera de total confiança, Eu nunca havia ido com outro homem para a cama, fato raro entre as garotas de hoje em dia. Talvez pelo fato de morarmos numa cidade não muito pequena, mas do interior, onde as pessoas tomam mais cuidado para evitar fofocas dos vizinhos.

Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Após várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Trabalho como secretária executiva de uma indústria multinacional que se instalou na região. Um dia o chefe do RH me chamou e disse que eu tinha de fazer um curso de atualização no Rio de Janeiro, e que meu chefe já foi informado e autorizado, com duração de 10 dias. A noite, em casa, falei ao meu marido que iria ter que viajar ao e ele achou normal e eu também. O curso seria dentro de uma semana. Eu viajaria no domingo, pois segunda feira de manhã começaria o curso e terminaria na outra quarta-feira, havendo aula inclusive num sábado, só descansando domingo. Quando chegou a data, meu marido me levou ao aeroporto da cidade vizinha, pois nossa cidade não tem aeroporto. Cheguei ao RJ e fui de taxi para o hotel, de onde liguei para casa avisando meu marido que tudo correu bem. Jantei no hotel, tomei um banho e dormi cedo para estar bem disposta na segunda feira.

Na manhã seguinte me arrumei e fui para o local do curso de taxi. Lá conheci uma pessoa que estava fazendo o mesmo curso, muito simpático e divertido, além de muito charmoso, lembrando um pouco o Tom Cruise. Ele se sentava ao meu lado e quando o Professor formou pares de discussão, par esse que seria o mesmo até o final do curso, eu e ele ficamos no mesmo grupo, analisando os problemas passados pelo professor, discutimos as soluções, eu e o novo colega, nesse dia ficamos juntos o dia todo, inclusive no almoço, fomos juntos, nos coffe break ele sempre me trazia sucos, chás, patês, etc e vimos que tinhamos muita coisa em comum. Era uma companhia muito agradável, além de ele ser um homem lindo!

O curso era muito útil, e com bons professores que nos animava o tempo todo. Ao final do dia soube que ele também estava no mesmo hotel que eu. Ele me convidou para voltarmos juntos no mesmo taxi, e no caminho me convidou para jantarmos e discutirmos os assuntos do curso. Até aí eu achava tudo normal. Fomos jantar no restaurante do hotel, onde falamos assuntos do curso, enquanto jantávamos, tomando uma garrafa de vinho. Após a sobremesa e o cafezinho, ele perguntou se eu não queria ir dançar. Agradeci e falei que ficaria para outro dia e que amanhã precisava acordar cedo.

Ele falou que lá no subsolo, tinha um piano bar para quem quisesse dançar. Relutante, mas diante do charme e da insistência dele eu concordei, afinal nada tinha a fazer, a não ser ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romantica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas meu marido não apreciava dança. Fazia tanto tempo que eu não dançava.

Começamos a dançar uma música lenta. Logo ele foi me apertou bem junto a ele. Pensei em me afastar, mas deixei, afinal era uma musica romântica para se dançar assim. Dançávamos bem colados. A mão dele passou das minhas costas e foi até minha cintura onde inicia a elevação das nádegas. Senti um arrepio, afinal desde casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. A outra mão dele que segurava minha mão esquerda, ele trazia prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural.

Ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, no interior, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada.

Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas.

No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola,deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu.

Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido. Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, mas me envergonhava de mim mesma por ter esse pensamento.

Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, soube que também era casado e por isso jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada, mas o dia transcorreu tudo normal no curso, eu e ele resolvendo juntos os problemas propostos pelo professor. Houve trabalho em que eu e o novo amigo ficamos trabalhando juntos por longo tempo, a companhia dele era muito divertida e agradável. Ao final do dia ele me ofereceu carona de taxi para voltarmos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o material do curso (pelo menos, com a desculpa de recordar matérias do curso, minha consciência não doeu ao aceitar).

Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido, depois tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura fina, revelando minhas costas alvas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho. A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar na minha loucura afinal era uma roupa nada escandalosa. No restaurante, ele novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem tão lindo e charmoso. Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com corpinho de adolescente, e disse algo que me deixou ruborizada, pois afirmou que eu era muito tesuda e gostosa. Jamais alguém disse uma coisa assim, desde que me casei, afinal moro numa cidade do interior. Para evitar que ele começasse a ter idéias, já disse-lhe que me casei virgem e que nunca trai meu marido até então.

Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar. Terminado o jantar, novamente fomos dançar.

Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim. Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas o tesão falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquela coisa dura roçando meu abdomem. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as costas e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda. Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele viu que estava vencendo a batalha, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua. Foi o bastante para sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas incoscientemente, fui abracando-o mais forte, senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte. Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia.

Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar. Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador, subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar. Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir seu pênis em minhas nádegas, depois, me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto lindo, másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras de amor..., ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, beijo lascivo, língua com língua.

Enquanto me beijava, ele foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o ziper do vestido nas minhas costas, abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutien que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava, ele com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutien soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços, ele foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutien sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios, enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio. Depois foi a vez dele abrir o ziper lateral na altura da cintura, do meu vestido, vestido que tinha ganho de presente do meu marido.

Me virei de lado para facilitar a ele ver o ziper lateral do vestido, logo ele abria o fecho. Era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o ziper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutien, e me via apenas com uma minúscula calcinha.

E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda.

Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente e veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido. Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava, depois passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo: "que peito lindo, gostoso de chupar, macio". Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia.

Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural , seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, eu uma esposa dedicada e fiel, levantando os quadris para facilitar que um homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.

Eu a esposa fiel, deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou “amor, que bucetinha linda amor, deixa eu chupar essa buceta gostosa”, mais que depressa respondi dizendo, "me chupa toda por favor, chupa minha bucetinha" ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina, ele começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer. Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora, eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina.

Um outro homem chupando aquela vagina que era só do meu marido. Uma onda de choque percorria meu corpo, não agüentei muito e disse que ia gozar. Ele dizia “goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel, vou chupar todo mel da sua buceta, goza amor”. Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle, enquanto ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.

Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele. Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.

Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava agüentando mais não agüentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis enorme, senti um estremecimento ao ver aquilo, ele segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina. Ele dizia, "amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta? Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco". A minha tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo, nem pensei em meu marido, nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina, a vagina que pertencia somente ao meu marido até aquela data.

Eu estava sendo possuida por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha que só meu marido conhecia. E tudo isso sem camisinha, minha vagina sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas. Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo. Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer; afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim.

Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco. Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida. Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.

Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçona na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido.

Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia "senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau". Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo, foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca. Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia "cavalga meu pau amor, cavalga, engole ele com sua bucetona". Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo eu falei, "já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo" gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia. Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar.

Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha.

Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior. Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. Evitei falar muito com ele durante o dia. Mas ao final voltamos juntos para o hotel. Cada um disfarçando, mas estavamos com muito tesão. Na volta do curso, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a ele que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora.

Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu novo amigo, depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura.

Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto e por isso nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando. Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente. O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu torax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo "abre essa buceta amor, agora vou chupar sua buceta", se virou para chupar minha bucetinha, e passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo "chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca, até que cada um acabou gozando na boca do outro. Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma. Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos e ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso.

A noite seguinte, foi outra noite de sexo intenso, já era tão natural que não foi preciso dizer nada, no elevador só dissemos até já, e logo ele bateu na minha porta. Já havia tanta intimidade entre nós que cada um falava de tudo, ele "dizia abre essa buceta deliciosa amor, que buceta apertadinha, vou comer seu cuzinho" e eu também pela primeira vez na vida dizia livremente "me come toda, mete esse pauzão na minha buceta, goza na minha boca que quero tomar toda sua porra, enche minha buceta com sua porra" palavras que jamais achei que um dia eu diria. E quando ele estava me possuindo de quatro, tirou o pênis de dentro da buceta e começou a introduzir seu pênis em meu cuzinho virgem, senti dor e tesão ao mesmo tempo, até que foi introduzindo pouco a pouco, eu gemendo de dor e tesão, acho que eu sou muito apertadinha no cú, pois ao introduzir metade, com muito sacrifício, ele gozou dentro e nessa hora ele segurou meu quadril e puxou forte, enterrando todo pênis de uma vez, provocando um grito de dor e tesão da minha garganta, me fazendo gozar também com o pênis entalado em meu cuzinho eu gritava de dor, de tesão e de gozo, depois fomos tomar um banho, eu com o cuzinho dolorido. Nós dois estávamos com muita fome de sexo.

Fizemos amor, a noite toda depois ele dormiu comigo de novo, nós dois pelados e abraçados, até de manhã e quando acordava de madrugada dava outra metidinha. Ao final passamos a semana fodendo todas as noites, já sem inibições, fizemos 69 até um gozar na boca de outro e em todas as posições, com ele por cima, eu por cima, de ladinho. Foram fodas gostosas. Todas as noites dormi com a bucetinha cheia de esperma, e de manhã sempre tinha uma mancha no lençol. Para uma iniciante até que foi demais. O melhor foi a noite de sábado para domingo, ficamos trepando a noite toda, só acordamos as 9:30h, fomos correndo tomar café antes que recolhessem. Durante o dia de domingo, só saimos na hora do almoço para que a camareira limpasse o quarto, depois ficamos trancados nós dois pelados na cama. Fizemos coisas inacreditáveis, como por exemplo, eu ligar ao meu marido estando nós dois pelados na cama, ele beijando meu corpo e me chupando enquanto eu falava com meu marido, eu dizendo que sentia a falta dele e que o amava muito e que não via a hora de voltar, eu tinha de fazer força para não gemer, pois meu chefe estava chupado minha bucetinha me dando um prazer indescritível, quando eu ia mandar um beijinho de despedida ao meu marido, ele colocou seu pênis diante do telefone, e eu beijei a cabeça do pênis sonoramente, e meu marido sem perceber nada. Se ele soubesse que aquele barulho era do meu beijo na cabeça do pênis do meu amigo, nem sei qual seria sua reação. Ele também ligou para a esposa dele, com nós dois pelados, ele dizendo que a amava, enquanto eu estava com o pênis dele dentro da boca e quando ele ia mandar o beijo de despedida, coloquei meu seio junto ao telefone, e ele deu um sonoro beijo no meu mamilo, e a esposa dele toda feliz sem nem imaginar como saiu aquele som do beijo. Retornei na outra quarta-feira a noite depois do curso.

Meu marido me esperava no portão de desembarque do aeroporto. Me abraçou, deu um beijinho que comparado com o do meu amigo, foi tão sem graça, e perguntou-me como foi o curso. Respondi que foi útil com novos conhecimentos que teria de usar agora e que seria util no meu dia a dia. Fomos para casa e a noite, apesar do meu cansaço, tive de fazer amor com ele, afinal foram mais de 1 semana sem sexo para ele, eu por meu lado, já estava muuuuuuito satisfeita, até demais, afinal fora as 2 primeiras noites, depois foram todas as noites de sexo direto.

Tive de fazer de conta que eu também sentia falta de sexo como ele, mas na verdade, eu mesma não fazia nenhuma questão de fazer amor com meu marido.
Pude sentir como é diferente fazer amor com o próprio marido. A começar pelo tamanho do pênis, que antes me parecia de bom tamanho, agora que conheci e muito bem, o do meu amigo, diante dele, o do meu marido parece tão menor.

Também o corpo do meu marido que antes eu idolatrava, se comparado com aquele corpo todo peludo do meu amigo..... só de sentir aqueles pêlos contra meus seios, minhas coxas, minhas costas, minha bundinha, já me dava tanto tesão.

Foi aquela rotina, primeiro ele colocando uma camisinha para evitar a gravidez, tive até de mergulhar o rosto no travesseiro e ficar de bruços, para ele não ver o sorriso nos meus lábios, pois era muito engraçado, depois de passar a semana toda fazendo amor sem camisinha, agora o próprio marido colocando uma camisinha!

Se ele soubesse que minha vagina já teve mais horas de contato direto de um pênis estranho, direto pele com pele sem camisinha que o pênis do marido, e que sua esposa passou todas as noites da semana, recebendo jatos de esperma direto dentro da vagina, inundando o útero, e isso várias vezes por noite, e que enquanto ela dormia ficava escorrendo esperma de outro homem, manchando o lençol, meu Deus, ele me mataria.

Já imaginou se a camareira um dia contasse ao meu marido, que todo dia de manhã, o lençol da cama de sua esposa estava melado de tanta porra que ficava escorrendo da bucetinha dela?

Meu marido, empurrou minhas coxas para os lado com suas pernas e já subiu em cima de mim, me penetrando com o pênis revestido pela camisinha até gozar na camisinha! É tão sem graça sentir o gozo com camisinha, diferente daquele jato quente que meu amigo lançava no fundo da vagina. Como é gostoso o contato de um pênis direto na vagina sem a camisinha, com a camisinha, fica tão lisinha e não vem aquele calor que queima por dentro.

Senti falta das carícias, dos beijos de língua, depois dos beijos no meu corpo todo, nos seios, coxas, vagina.

Senti falta das palavras que depois de ficar ouvindo por uma semana, se tornaram familiares para mim, como: "abre as coxas, arregaça sua buceta, quer dar seu cuzinho para mim, chupa meu pau, engole minha porra, tesuda, peituda, que bundão, que buceta gostosa, arregaça sua bucetona, engole meu pau", ou eu mesma dizendo sem nenhum constrangimento: "me chupa toda, que delícia de pauzão, goza na minha boca, chupa minha buceta, vou gozar, goza junto comigo, põe devagarzinho porque meu marido não come meu cú e não estou acostumada, goza na minha boca que vou engolir toda porra" e coisas assim que me davam tesão só de lembrar.

Aliás, eu tive de tomar muito cuidado, pois meu amigo me acostumou mal, eu já falava sem nenhum constrangimento, palavras como pau, porra, buceta, cuzinho, coisas que meu marido ficaria horrorizado se eu dissesse.

Meu marido fez tudo calado, só dava para ouvir sua respiração ofegante. Quando ele ia gozar, tive de me conter para não tirar o pênis de dentro, arrancar a camisinha e cair de boca para engolir aquela porra. Meu amigo ficava me possuindo por longo tempo, socando aquele pau enorme por vários minutos, castigando minha bucetinha, meu marido, ao contrário, depois de enfiar e tirar umas quatro vezes, já gozou. Eu que gozava várias vezes durante a noite com meu amigo, com meu marido, não cheguei a gozar nem uma vez, mas fiz de conta que gozei.

Eu tive de me policiar durante o ato, para não fazer nada do que aprendi com meu amigo, como o 69, ou eu subir nele, encaixar seu pênis em minha bucetinha e cavalgá-lo, pois se eu chupasse seu pênis depois de me possuir, aquele penis todo lambuzado de esperma pela camisinha, ele iria desconfiar.

Eu tinha até de tomar cuidado para não falar, "chupa minha buceta, me fode forte, me rasga toda, enfia todo esse pauzão na minha buceta, ou vou te chupar e quero que goze na minha boca, come meu cuzinho, goza na minha boca que vou engolir toda porra", coisas que no hotel, eram normais entre eu e meu amigo.

Se eu falasse isso, meu marido teria um ataque.

Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, pois conheci novos limites do sexo.

Se por acaso, voce meu parceiro de curso ler este depoimento, me escreva por favor, fiquei sem contato com voce e estou com muita saudade, mande mensagem para : lucialourdesm@hotmail.com

Conto Erótico Verdadeiro .....

Saudações a todos, adoro ler contos eróticos mas é a primeira vez que conto um.
Gostaria de ressaltar que todos os detalhes são verdadeiros.
Tenho 27 anos e namoro desde os 17, fui fiel por muito tempo, perdi a virgindade nesse namoro de 10 anos e por 5 anos minha namorada foi a unica mulher que conheci intimamente.
Com o passar do tempo, meu desejo por outras mulheres, misturado com a curiosidade em conhecer novos corpos e reações foi aumentanto bastante.
Comecei a entrar em salas de bate papo, onde conheci a quem, aqui, vou chamar de Angela.
Nos conhecemos bem antes de nos encontrar-mos pessoalmente, eram longas conversas pelo msn noite afora, praticamente todos os dias.
Eu sabia muito sobre ela e ela sabia muito sobre mim.
Ambos sabiamos que o outro namorava, ela a menos tempo, mas já sentindo o mesmo que eu, vontade de se aventurar com outro...
na época eu tinha 22 para 23 anos, ela 19.
Não sou um galã de cinema, mas tenho minhas qualidades e bom papo, normalmente conseguia, sem muita dificuldade, despertar a curiosidade das mulheres ao meu redor, e isso é sempre um bom inicio.
Depois de muita conversa, decidimos nos encontrar, e o encontro foi em um shopping, combinamos antecipadamente que iriamos assistir a um filme.
Eu já havia percebido que ela ainda era um pouco insegura, provavelmente pelo fato de não ter muita experiência em relacionamentos anteriores. Havia perdido a virgindade com o namorado atual, a menos de um ano (quando do encontro).
Enfim chegou o dia, nos encontramos, como o combinado, e no inicio, naturalmente, o clima de timidez ainda existia, pois apesar de todas as nossas conversas via msn, pessoalmente era a primeira vez que conversavamos.
Angela é uma garota loira, com um rostinho delicado, 1.70 aproximadamente, devia pesar seus 65 ... 70 Kgs, nem magrinha, nem gordinha, cintura média e quadril largo, desde o inicio, a achei muito gostosa.
Tinha um jeito meio timido, mas não ao ponto de ficar quietinha em um canto, esperava a minha atitude para reagir, ora com um lindo sorriso, ora com uma frase inteligente (ela é muito inteligente, algo que percebi já nas conversas via msn e me atriu muito).
Já no cinema, rolou o primeiro beijo e foi uma delicia, não sei se por eu estar a tantos anos com a mesma pessoa, mas senti algo diferente, já no primeiro beijo o tesão tomou conta e notei que era algo reciproco.
depois de uns vinte minutos que estavamos ali, percebi que ela começou a se soltar mais, acariciava minha nuca, estava mais relaxada com a situação.
Conforme eu a beijava, sua respiração aumentava, era quase um susurro, um gemido, principalmente quando beijava seu pescoço, e ameaçava descer para os seios.
O Tesão em nós dois era visível, mas nesse dia não aconteceu nada a mais que os beijos deliciosos.
A Deixei em casa e ao chegar em casa lá estava ela, no msn, me esperando.
No msn admitiu que a muito tempo não beijava alguêm tão intensamente, e que em alguns momentos quase esqueceu que estava no cinema.
Angela é muito inteligente e habil com as palavras, ela insinuava coisas para sentir minha reação, só após as minhas respostas, dava as suas.
Disse a ela que senti o mesmo e que logo no primeiro beijo fiquei muito excitado.
Ela disse com uma certa maldade: '' Percebi rsrs ''.
Aproveitando a deixa e mantendo o tom de brincadeira, respondi que quando isso acontecia, devido a algumas características fisicas, eu tinha dificuldade para esconder, e ela mais
uma vez, de forma sutil mas direta, respondeu com um ''huumm ...''.
Dai em diante nossas conversas eram mais quentes, e ficamos de nos encontrar novamente.
No segundo encontro, ao contrário do primeiro, não combinamos nada antecipadamente, apenas o lugar onde nos encontrariamos.
Já no carro, começamos a andar sem destino, eu a perguntava se tinha algo em mente e ela dizia que não, mas ambos sabiamos e percebiamos o que o outro queria, só não adimitiamos
um para o outro.
Disse a ela que queria um lugar discreto, onde pudessemos ficar a vontade, para eu poder curtir seus beijos novamente.
Ao passar em frente a um drive-in, perguntei o que ela achava e ela disse que nunca havia entrado em um, que nem sabia como era.
Eu disse o mesmo (e de fato, nunca havia entrado em um, minha namorada não gosta ...) , mas que sabia, através de conversas com alguns colegas de que era um lugar onde paravamos o
carro e não eramos incomodados por ninguêm, que ficariamos em um tipo de garagem.
Ela concordou e entramos.
Logo que parei o carro na vaga, ela começou a me beijar, tão intensamente como no cinema.
Chamei a para o banco de traz e empurrei os bancos do motorista e passageiro para que tivessemos mais espaço.
Nos beijavamos loucamente, sua respiração era alta, e conforme beijava seu pescoço, se tornava um susurro, vezes um gemido gostoso.
A essa altura minhas mãos passeavam livremente pelo seus corpo, ainda vestido.
Eu sentei do lado direito e a deitei sobre o meu colo, enquanto a beijava, minhas mãos acariciavam sua coxa grossa, sua barriguinha, sua cintura, seios seios .... ela respirava
alto (aquilo me enlouquecia)
Ela estava com uma camisetinha apertada e eu podia ver seus mamilos duros, enormes por baixo da camiseta .... resolvi tirar sua camiseta. Ela me ajudou.
Comeicei a beijar todo o seio, queria provoca-la antes de partir para o mamilo. Fazia que ia e não ia ...enquanto isso, minha mão esquerda, já passeava sobre sua buceta ... mas
ainda por cima da calça, nesse momento ela já soltava gemidos altos, como se já estivesse sendo penetrada ... como se implorasse para eu continuar, estava sob o meu dominio, suas
mãos no máximo acariciavam meu pescoço.
Provoquei-a enquanto pude, mas não aguentando mais ver aquele mamilos enormes e duros proximos a minha boca, comecei a chupa-los, no inicio, com delicadeza, para sentir as suas
reações, comecei a dar pequenas mordidinhas e percebi que ela gemia mais e mais .... então desabotoei sua calça jeans coladinha, e não resistindo mais, toquei sua buceta com os
dedos .... ela estava simplesmente ENCHARCADA ... sua calcinha estava molhada como se tivesse saido de um balde cheio de agua ....aquele liquido gostoso melando meus dedos me
deixou louco ... a essa altura meu pau latejava, pulsava, ainda dentro da minha calça, mas jã com a cabeça para fora e o ziper aberto (por mim mesmo, devido ao incomodo).
Passei a masturba-la e a lamber seio seio completamente, as vezes descia na altura da cintura, e ela gemia, gemia ... eu intercalava lamidas no seio ... na barriga e demorados
beijos na boca enquanto a masturbava com a mão esquerda e ela gemia sem parar, mesmo com a minha lingua dentro de sua boa .... não resistindo mais, resolvi levanta-la, deita-la no
banco e chupar sua buceta (adoro sexo oral, se a mulher deixar, passo horas chupando o clitóris).
Ela não relutou, se deitou e me ajudou a tirar sua calça, ficando completamente nua.
Ela tinha uma buceta cheinha, ainda mais saliente por estar inchada de tesão, com um corte do tipo moicano bem baixinho .... comecei beijando seus pés (sou louco por pés
femininos) e fui subindo .... acariciava suas coxas enquanto subia com minha lingua por sua perna .... até que cheguei na buceta, comecei a lamber os labios e depois de chupar
literalmente todo o liquido vaginal que ali estava, abri delicadamente os labios, antes de chupar o clitori, enfiei minha lingua no canal da buceta, adoro sentir o gosto do
liquido vaginal ... e para minha loucura, logo ao enfiar a lingua, senti que ela já tinha gozado, senti o gosto do seu gozo e sem muito charme bebi tudo, seu gozo se misturava com
a minha saliva e aquilo era a melhor bebida que conheço, parti para o clitoris e nesse momento ela se contorcia, gemia, gritava dentro do carro, pedindo para eu não parar ...
aquilo era tudo que eu queria ouvir ... como já disse, adoro chupar uma buceta.
Lembro de ter dito, após uma das vezes que ela pediu para eu não parar:
''só vou parar quando sentir vc gozar na minha boca ....''. e assim aconteceu, após chupar e lamber sua buceta por uns 15 minutos, ela gozou muito, na minha boca.
Sentir aquele gozo gostoso na boca e ouvi-la gemendo alto, quase gritando enquanto eu a chupava me deixaram excitado ao extremo, meu pau pulsava ...
Enquanto ela recuperava os sentidos após gozar na minha boca, eu tirei minha roupa ... ela me olhou e disse: ''realmente é dificil esconder tudo isso ... '' era um rostinhoo
angelical, com um olhar maldoso, vezes paredenco uma virgem, vezes parecendo uma prostituta cheia de tesão ... vesti a camisinha comecei a penetra-la, bem devagar, sua buceta era
bem apertadinha e estava totalmente melada e quentinha ... uma delicia indescritível ... coloquei a cabeça do pau e ela gemia me chamando de gostoso e pedindo mais ...
conforme penetrava mais profundamente, sentia como se a buceta dela apertasse meu pau, era realmente muito apertada ..... enfiei tudo, devagar ... ele gemeu, gritou e passou a
movimentar o quadril de encontro ao meu ... abri bem as pernas dela, deixando os joelhos sobre a curva dos meus cotovelo e passei a socar meu pau com força, aumentando o ritimo,
ela então passou a gritar como uma puta ... a casa estocada que eu dava sentia sua buceta apertar o meu pau ... ela então me disse que iria gozar novamente ... aproveitei para
gozar junto e foi uma delicia ..... tirei fora para trocar a camisinha, meu pau continuou duro como se eu nem tivesse gozado ... eu ainda estava louco de tesão por aquele misto de
anjinha com puta .... ela pediu para eu colocar outra camisinha, me posicionou sentado no meio do banco de traz e começou a cavalgar deliciosamente no meu pau, esfregando seus
lindos seios no meu rosto ..... ela rebolava ... gemia ... susurrava no meu ouvido ..... segurei bem firme na sua cintura e passei a forçar uma penetração profunda ... ela então
mais uma vez parecia enlouquecida ...eu chupava seus mamilos, e a movimentava para cima e para baixo ... ela mais uma vez me avisou que iria gozar ... pedi que ela gozasse gostoso
para mim e mais uma vez, entre gritos e gemidos deliciosos, ela se contorceu sobre o meu pau.
Ela saiu de cima, sentou-se ao meu lado ... trocamos alguns beijos e eu continuava com o pau duro, enorme, pulsando de tesão .... e assim ela me manteve com alguns beijos
deliciosos, até que disse tudo que eu queria ouvir naquele momento: ''vc me fez gozar gostoso, vou retribuir'' ... me afastou para o canto do banco, ficou de 4 e começou a lamber
meu pau, como se fosse um sorvete ... passava a lingua nas minhas bolas, empinava bem aquela bundinha gostosa, e lambia a cabeça, ficou lambendo meu pau por uns 3 .. 4 minutos, e
ai começou a fazer um delicioso boquete .... ela chuvapa com vontade, engolindo quase meu pau inteiro .... eu apenas acariciava suas costas e segurava seu cabelo para que não
ficasse na frente ... era uma delicia ver aquela loira, com cara de anjinho, engolindo meu pau quase inteiro ... se deliciando com ele .... já estava quase gozando quando ela
parou, olhou para mim e pediu apenas para que eu avisasse antes de gozar ... concordei (apesar da enorme vontade de encher aquela boquinha de porra) e ela continuou, quando não
aguentava mais, avisei que iria gozar, ela parou de chupar o pau, passou a lambe-lo em volta e continuou me masturbando .... ela lambia olhando para mim e pedindo ''goza pra mim
goza ... '' gozei muito, o jato de porra melou o teto do carro e o banco do passageiro ... ela foi melando toda a mão ... pois continuou batendo uma pra mim depois que gozei ...
quando parou, pegou a meia que vestia, se limpou, limpou o meu pau, disse que iria guardar aquela meia sem lavar e pediu para eu leva-la embora porque estava tarde .....
passamos quase 4 horas dentro do drive-in ......
continuamos nos encontrando após esse dia .... mas sem duvida, a primeira foi a nossa melhor transa de todas ....

Às vezes vale a pena ser puta

Naquela noite Afonso encontrou-me no Café P.. e perguntou-me se o queria acompanhar ao bar de um conhecido hotel na baixa de Coimbra onde a troco de uma comissão de 25% me apresentaria um sujeito quarentão que ali se achava de passagem e que segundo ele não se importaria de me pagar 5 mil escudos (nesse tempo ainda não havia o euro) se eu me prestasse a ser-lhe boa menina.
Habituada a alugar o corpo para poder pagar meus estudos de Direito sabia bem que nenhum cliente me pagaria tal preço só para eu lhe abrir as pernas ou o mamar mas aceitei o encontro sem qualquer compromisso, deixando claro que só subiria com o cliente para o quarto se ficasse com boa impressão dele. Além disso e como nunca gostei de chulos procurei regatear com Afonso o valor da comissão, procurando fazer que ele aceitasse ficar apenas com 15%, ainda que só tenha conseguido fazê-lo baixar para 20. Despedi-me assim do meu namorado Rui que ficou muito contrariado por não nos acompanhar e dirigi-me com Afonso ao bar do Hotel depois de este ligar para a extensão do quarto onde o indivíduo se achava alojado informando-o da nossa ida.
Este já estava assim à nossa espera no amplo bar deserto embora pouco passasse das 10 da noite, e pude ver que este era mais cinquentão do que quarentão o que me agradou ainda mais pois principalmente como puta sempre preferi homens mais velhos. Era igualmente muito charmoso com os seus cabelos curtos grisalhos e um ar maduro de empresário bem sucedido, vestido com um fato azul escuro de muito bom corte e uma aliança de casado no dedo, algo que eu ainda gostava mais de ver num homem que me pretendia alugar. Apresentou-se e eu fiz o mesmo o que não é normal em negócios com putas mas que serviu para me inspirar confiança nele. Ofereceu-nos um uísque, eu optei por um gin tónico, e durante a conversa depois de ter dito achar-me muito bonita, atraente e decerto muito safada mostrou-se disposto a oferecer-me os tais 5 mil escudos se o quisesse acompanhar ao quarto por uma meia hora, talvez um pouco mais. A condição era submeter-me às suas fantasias sem escândalos e sem chamar as atenções de ninguém. E que fantasias eram essas procurei saber.
- Bem quanto a isso não gostaria de abrir o jogo – respondeu-me – É para mim importante que tu não saibas o que vai acontecer. Apenas te digo que quero abusar de ti à minha maneira sem protestos nem desistências da tua parte. Mas asseguro-te que não te vou bater com força nem fazer qualquer outro mal além de te imobilizar e de gozar contigo uma boa foda. Aliás nem poderia ser de outra maneira. Estamos num Hotel, os empregados vão ver-te subindo comigo e o Afonso espera por certo aqui no bar enquanto bebe mais uns uísques por minha conta.
Aceitei quase com a certeza de ir ser enrabada no quarto do Hotel. Muito cortesmente o sujeito fez questão de me pagar logo ali a importância combinada, ainda que eu não tenha feito o mesmo em relação à comissão prometida ao Afonso já que sempre era uma maneira de o obrigar a esperar-me e deixei-me conduzir ao quarto. Quando lá chegamos mandou-me tomar um duche o que eu fiz rapidamente pois puta, tal como qualquer trabalhador por conta própria quando já recebeu pelo trabalho, quanto menos tempo perder com um cliente mais hipóteses tem de se encontrar a facturar com outro. O sujeito deixou-me sozinha durante todo o duche e nem sequer me pareceu que me tivesse ficado a espreitar como faria um homem cuja tara fosse a de ser mirone punheteiro como meu namorado. Antes pelo contrário. Quando se apercebeu que me estava limpando disse-me com a porta fechada para não me esquecer de vestir a mesma roupa, calcinha incluída, antes de lhe aparecer o que naturalmente fiz. A noite estava quente, eu vestia uma blusa azul marinha de alças bastante decotada no peito, sem sutiã por baixo pois sempre considerei um estorvo muita roupa para quem como eu vivia de vender prazer, uma mini -saia de ganga com uma calcinha branca rendada por baixo e as minhas botas vermelhas de cano até aos joelhos que ele também quis que calçasse. Quando voltei para a câmara reparei numa peça de mobiliário que nada tinha a ver com as restantes mobílias do Hotel e que só podia ter ali sido colocada pelo meu cliente. Tratava-se de uma cadeira de madeira colocada em cima da cama, robusta mas quase sem costas e articulada podendo por isso ser transportada numa mala de viagem. Sobre a cama uma mala aberta deixava ver várias cordas de nylon.
- Senta-te na cadeira, os teus braços apoiados nos dela – mandou.
- Quer que me deixe ficar vestida?
- Quero.
Compreendi que ia ser amarrada e dessa forma ele abusaria de mim e por isso tratei de me sentar o mais confortavelmente possível. Quando o fiz ele tratou de facto de me atar os pulsos aos apoios da cadeira tendo o cuidado de os ligar primeiro com lenços de seda antes de lhes passar as cordas de nylon para não me deixar as marcas destas na pele, nem me magoar demasiado. Agradeci tal cuidado porque apesar disso ele amarrou-me fortemente fazendo com que quase não os conseguisse mexer.
- Ora vamos lá começar por estes peitões – disse apalpando-me as mamas sobre a blusa - É das coisas que mais me entesa numa mulher e as tuas são deliciosas. Durinhas.
Puxou-me então a blusa para cima dos ombros deixando-os à vista até cobrir-me toda a cabeça com ela.
- Vou-te deixar no escuro, vadiazinha – disse novamente – Mas não tenhas medo. Como combinado quero-te imobilizada e sem veres o que te vou fazer.
As suas palavras avivaram a confiança com que tinha ficado no bar e acenei com a cabeça dizendo-lhe estar tudo bem. Ele agarrando então nas pontas da blusa uniu-as todas junto ao meu cabelo amarrando-as com outra corda, como se aquilo fosse a abertura de um saco de mercearia. Não corria o risco de asfixiar pois entrava ar pela abertura do pescoço mas efectivamente não via nada para fora. Será que ele tal como meu namorado Rui tinha a pila pequena e vergonha que eu lha visse, pensei. Não, não podia ser, os seus dedos começando agora a apertar-me os mamilos fazendo-os girar nos dois sentidos e obrigando-me a mexer na cadeira eram compridos, dedos de homem pauzudo.
- Oh sim, que mamomas lindas e tesas tens, Sandra – comentou – aposto que estás com tanto tesão como eu. Quieta vadia que te quero imobilizada – e pregou-me duas ou três palmadas leves nas mamas – Isto é só para te acalmares, não pretendo magoar-te.
Aquietei e ele fazendo-me levantar o rabo tirou-me a saia pelas pernas abaixo sem me descalçar as botas. Em seguida apalpou-me vagarosamente e nos dois sentidos a área genital por cima da calcinha tal como fizera nas mamas. Aquilo excitou-me bastante.
- Ou muito me engano ou trazes a rata tão inchada e tesa como os marmelões – observou – ora vamos lá a ver se antes de ta comer te faço gemer um pouco. E se a tens suficiente aberta para provar do meu caralho.
Com a calcinha posta penetrou-me com um dedo. Eu no entanto só comecei a gemer quando ele me enfiou três.
- Esta grossura já te faz gemer? Rebola-te como se o estivesses fazendo no meu caralho.
Oh sim, aquilo era gostoso. Huum! Até porque com a outra mão ele continuava apalpando-me o peito. Huuumm! O sujeito parou contudo com a siririca antes que eu me viesse.
- Vamos lá agora ver ao vivo como é a tua rata, rameirinha. Se fores uma boa puta deves tê-la bem escancarada.
Minha calcinha deslizou igualmente puxada pelas suas mãos. Levantei os pés para que ela caísse no chão.
- Vou amarrar-te também os tornozelos e deixar-te as pernas bem abertas de modo a não puderes furtar-me essa tua deliciosa ratinha – disse-me. Tirou-me então as botas e amarrou-me os tornozelos nos pés da cadeira da mesma maneira que fizera com os pulsos. Quando me achei assim amarrada ouvi-o cair de joelhos no meio das minhas pernas fazendo aquilo que poucos clientes gostam de fazer a uma prostituta mesmo quando ela tem a pássara acabada de lavar como era o meu caso. Beijou-me os lábios da vulva e começou fazendo-me um minete depois de a ter observado e ter dito que ela de facto tinha bem o aspecto de ser uma cona bem rodada como tanto gostava que fosse a cona de uma mulher.
O minete soube-me na verdade muito bem embora mais uma vez ele se tivesse detido antes de me fazer gozar.
- Tens tempo para te vires, cabritona – sua boca percorria-me agora o baixo ventre, mordiscando-me os pentelhos e o umbigo subindo-me pelo peito acima até às mamas, o que me deixava uma sensação de excitação muito boa como quando eu transava por gosto e não por dinheiro. De vez em quando dava-me uma mordida mais forte num dos bicos das mamas fazendo-me gemer mais alto mas no geral eu estava adorando aquilo. Seu corpo estava praticamente colado ao meu e enquanto me lambia as mamas seu caralho durão não deixava propositadamente de se esfregar na minha racha e no meu clítoris o que ainda tornava aquilo mais delicioso.
- Putazinha gostosa – ia dizendo quando interrompia a mamada, o que é sempre bom de ouvir. – Vamos lá deixar a minha piça provar estes peitões e ver se gosta tanto deles como a minha boca.
E juntando com as mãos as minhas mamas enfiou seu caralho no meio delas.
- Toma nas mamas, putazinha deliciosa, que não é só a boca de um homem que elas sabem satisfazer – dizia dando-lhes com força e voltando a fazer-me rodar os mamilos apertados nos seus dedos. Ohh, não havia dúvida que eu estava ganhando bem a noite de duas maneiras. Não é sempre que uma puta por necessidade pode dizer o mesmo.
Quando tirou seu pau levantou-se mais um pouco sobre a cadeira onde eu estava amarrada e percebi as suas coxas acercando-se da minha cara vendada.
- Faz-me uma mamada, cabritona – ordenou -. Pelo dinheiro que te pago bem me podes fazer uma mamada bem feita.
Pensei que me fosse remover a blusa que como um saco me cobria a cabeça para me enfiar o caralho na boca nua mas estava enganada. Sem ma tirar bateu-me com ele por todo o rosto até chegar à cavidade tapada da minha boca.
- Chupa putazinha linda.
Abri a boca e o seu pau envolvido no tecido da minha blusa entrou por ela dentro. Como era grande.
- Mama putazinha, mama. Mas não me tires o leitinho que o meu caralho ainda te vai entrar no buraco de baixo.
Mesmo assim como a blusa era de um tecido fino apercebi-me enquanto o chupava estar pingando bem. Ia ficar com uma bonita nódoa na blusa.
- Ah chupadora valente – reconhecia o cliente – Gostavas de sentir o sabor do meu caralho na tua boca, não gostavas? Descansa que já to vou fazer sentir na cona.
Tirando-o fora voltou a percorrer meu corpo com a boca, só que agora começando das mamas para a vagina, voltando a lambê-las e a mordiscá-las.
- Era disto que estavas à espera, não era putazinha quente? – perguntou-me encostando-me e esfregando-me a cabeça do cacete na entrada da rata – Nem sei porque motivo te pago se vais gozar tanto como eu.
Ohhh, sim, eu queria muito agora ser fodida por aquela tora latejante de tesão. Na verdade por vezes sai a sorte grande às putas e aquela era a minha noite. Amarrada como estava não podia abrir mais as pernas para o receber mas também não era preciso, elas estavam abertas o suficiente. E o meu cliente meteu no meio delas.
- Geme cona quente, que a minha é piça de macho, mesmo uma puta surrada como tu geme quando a sente entrar.
Gemeria mesmo que ele não estivesse mandando, mais do prazer de a receber e de a sentir entrando em mim do que de dor.
- Vou-te foder como as putas gostam de ser fodidas.
OHH SIM, FODE-ME COMO QUISERES, MAS FODE-ME, só me apetecia gritar-lhe mas contive-me pois não é de bom tom uma puta mostrar grande entusiasmo com o desempenho do cliente. E ele fodeu-me durante longo tempo, metendo e tirando o caralho com força sempre na mesma posição. Numa altura a cadeira estremeceu com o peso das suas investidas em mim e do seu corpo sobre o meu. Ele então inclinou-a de modo a fazê-la ficar mais apoiada na beirada da cama e continuou fodendo-me enterrando seu nariz no meio das minhas mamas e voltando a apertá-las como se pretendesse asfixiar-se nelas.
- Putazinha deliciosa! Cona quente com mamonas de vaca! – Suspirava – Que boa recordação vou levar desta noite de Coimbra.
Viemo-nos ambos num gozo intenso que dificilmente acontece numa relação de sexo pago. Às vezes vale a pena ser puta e aquela foi uma delas.
A sessão toda durara mais de uma hora mas rentável como tinha sido também não fazia intenção de nessa noite voltar a prostituir-me. Apesar disso uma vez feito o serviço eu lembrando-me que o Afonso ainda me devia estar esperando no bar para me cobrar a comissão apressei-me a vir embora e nem tomei banho, lavei apenas a pássara e as mamas antes de me despedir do sujeito com um beijo na cara e de descer.
Afonso continuava me esperando e pelo aspecto percebi que para matar o tempo se fartara de beber uísques. Minha blusa manchada de esperma não chamou apenas a atenção deste mas também a do empregado do bar que olhou para mim com ar de entendido. Que se fodesse, pensei.
- Foi boa a farra – comentou – Nunca mais te despachavas.
- A cliente que paga 5 contos não se o avia em dois tempos – observei – Dás-me boleia de volta para a Praça?
Afonso acabou de beber o último uísque e saímos. Ao entrar no carro lembrou-me que ainda não lhe pagara a prometida comissão pelo generoso cliente que me arranjara. Ora por nada me apetecia pagar-lhe os 20% combinados.
- Generoso? – Contrapus com desdém – Pagou bem é certo mas o serviço foi pior do que pensava. De tal maneira que não sei se o voltaria a fazer pelo mesmo preço. Ainda tenho as mamas e os lábios da cona de tal maneira trincados com as suas mordidas que quer-me parecer que nos próximos dias nem um dedo vou poder meter nela. E isto para já não falar que vou ter de mandar lavar a blusa por causa da mancha que o broche que me obrigou a fazer-lhe deixou nela. Por isso dou-te 10% em dinheiro e acertamos o resto da tua comissão com uma mamada que te farei agora mesmo.
- A esta hora o teu namoradinho está ansioso esperando que lhe vás tocar uma punheta – observou-me o Afonso pois sabia bem qual era a tara do Rui quando eu vinha de estar com um cliente.
- Deixá-lo – retorqui-lhe – Quanto mais tempo esperar melhor lhe saberá a punheta e mais depressa se vem o que sempre me poupa canseira ao braço. Como é? Aceitas ou preferes chegar a casa e deixares que seja a tua mulher a fazer-to?

A mulher dele tinha a mania que era chiquérrima, não lhe fazia broches nem imaginava que o marido se envolvia com putas universitárias. Aceitou por isso. A minha noite de puta acabou assim dentro de um carro na mata do Choupal chupando no pau do Afonso. O meu namoradinho Rui é que teve mais azar pois nem direito a uma punheta tocada por mim teve como devia estar a contar. Concluído o broche ao Afonso pedi-lhe que me levasse a casa e já não voltei à Praça da República onde ele, roído de tesão, me ficou aguardando até bem depois das três da manhã.

 

O que querem as mulheres? Para começar, muita pica

Quando Lívia atendeu-me à porta, trajava apenas uma calcinha branca de algodão e uma camiseta rosa, cheirava cio, nosso primeiro contato foi irresistível e nos atracamos ali mesmo. Conheci Lívia numa viagem a Portugal, é uma maravilhosa morena do Tejo. Lá não tivemos nada, tudo ficou guardado para quando ela viesse ao Brasil, o que aconteceu seis meses depois, no verão. Hospedou-se na casa da irmã casada e recebeu-me quando casal estava no trabalho. Após longo beijo, dediquei-me a chupar seus seios e ela logo tratou de libertar meu pau pra encaixá-lo numa deliciosa espanhola e deliciar-me com uma chupada dos céus. Delirei de prazer e jorrei muito leite quente em sua boca carnuda, ela regurgitou e engoliu de volta, adorou a mamadeira.

Depois dirigiu-me ao quarto e em sua cama de casal chupei aquela deliciosa xoxota depilada por uns vinte minutos, levando-a a três orgasmos avassaladores. Depois a comi com fúria nunca sentida antes, gozei e a rola continuou latejante. Chupou novamente meu pinto e meu saco com maestria, aí a coloquei de quatro e dediquei meus préstimos a seu cuzinho rosado, chupei, lambi, cuspi, meti um, dois e três dedos, e a fiz pedir: come meu cu, por favor. Não hesitei e soquei pica no rabo que piscava e mordia a glande do meu pau. Fui devagar no começo, depois acelerei e numa penetração violenta e profunda eu a fiz gozar muito, com apoio de uma siririca. Gozei naquele cu gostoso e ela confessou amar aquela sensação, disse que o marido português sentia nojo de fazê-lo. Na segunda vez, resolvi que iria subjugá-la, pois aprendi coma experiência que é disso que as mulheres gostam na hora do sexo, cabe ao homem a missão da ousadia.; Agora minha cadelinha vai mamar feito puta que se preze.

Peguei uma gravata branca de seu cunhado e a enlacei pelo pescoço de Lívia, vociferando: Mama a pica do teu macho, deixa ela túrgida de novo, vai chupar até chorar, vadia, ordinária. E foi assim: chupou, lambeu, mordiscou, engoliu até sufocar, babou e uivou como loba em meu pau latejante e, como havia prometido, tirei lágrimas de seus olhos. A boceta parecia um arquipélago rosado, circundado por um oceano de néctar de puta. Nunca havia feito uma mulher gozar daquela forma. Comi outra vez a xoxota que chorava lágrimas de quem é deflorada pela segunda e decisiva vez na vida, ou seja, quando leva a primeira rolada de verdade, com choques de alta voltagem. Mandei a biscate por a calcinha de novo, pois agoria me daria a bunda, afastei o tecido deitado ao lado de Lívia e soquei vara de uma vez, ela retraiu o corpo e enchi só uma das nádegas de tapas violentos, ficou um tomate. Aí ficou obedinte, engoliu a pica sem choro nem vela, mas tinha que arrebitar mais, então a castiguei de novo, batendo na outra nádega com igual ira. Aí ela chorou. Mas quem disse que não curtiu. Amou.

Gamou na pirocada. Pediu mais e levou! Passou uma semana sem sentar, mas confessou nunca ter experimentado tal satisfação. Ser puta é o destino da mulher que se descobre na cama.

E-mail: fepace@uol.com.br

Perdendo os três no cu da Matilde

Matilde morava a meia dúzia de passos de casa de meus pais era uns dois anos mais velha do que eu. Bonita, de olhos castanhos amendoados, magra com umas maminhas pequenas mas perfeitamente desenhadas no peito, e confesso que quer eu quer todos os rapazes lá da minha rua muita punheta tocámos fantasiando que nos estávamos a pôr nela. Apesar do tesão que me inspirava nunca tentara nada com ela apesar dos sorrisos convidativos que Matilde me endereçava quando nos encontrávamos a sós, mas a que eu na minha imaturidade nem fazia caso, e ainda que a fama que corresse a seu respeito não fosse lá muito lisonjeira para ela pois constava na rua que saía com homens mais velhos, casados, sem que seus pais soubessem. Tudo porém mudou uma tarde. Tanto o quintal da casa dos pais dela como o dos meus tinha uma saída para um beco nas traseiras, por onde eu muitas vezes entrava e saía para ir ter com os meus amigos. Ora nessa tarde primaveril ao sair lobriguei a minha bela e safada vizinha meio oculta por detrás do muro do quintal de sua casa fumando um cigarro. Não era a primeira vez que a via fumando e nunca dissera nada a ninguém mas naquele dia ela ao ver-me com o cigarro na mão aparentou ficar muito perturbada e antes que eu dissesse alguma coisa disse-me ela a mim:
- Ó Zé não digas nada aos meus pais que me viste a fumar.
Ia-lhe responder que nunca fui bufo para a ir denunciar, pois se o fosse já o teria feito tantas vezes a vira naquele acto, mas alguma coisa me fez fazer-me caro:
- E que é que me dás em troca para eu ficar calado?
Confesso que não tinha nada na mente quando lhe fiz tal pergunta mas ela revelou-se-me logo a puta que era:
- Se não lhes contares nada deixo-te montar-me.
Nem queria acreditar. Eu nunca montara mulher alguma e não ia deixar passar tal oportunidade de me estrear. Onde é que seria? Respondi-lhe conhecer o sítio ideal não muito longe dali. E lá fomos os dois.
Perto de nossa casa havia uma vinha com uma casa de lavrador algo afastada, e um terreno coberto de giestas e codessos para onde conduzi a Matilde. Apesar do meu ar seguro para a tentar convencer que apesar da minha idade eu era um rapaz já com alguma experiência, confesso que ia algo nervoso. De maneira que quando lá chegamos nem a tentei beijar pois não sabia o que deveria fazer em circunstâncias daquelas, limitei-me a olhar para ela com cara de parvo.
- Não me digas que nunca estiveste com uma rapariga? – perguntou-me. Podia-lhe ter respondido já ter estado com muitas ainda que nunca numa situação íntima como aquela que íamos viver, mas limitei-me a corar. Matilde riu-se demonstrando-me toda a sua experiência:
- Estou a ver que és virgem. Não gosto nada de foder com rapazes virgens pois não sabem satisfazer uma moça como eu. Os virgens esporram-se mal a metem e deixam-nos a ver navios. Espero que não seja esse o teu caso.
Calei-me, sabia lá se ia ser esse o meu caso. O que eu sabia é que ninguém nasce ensinado e também para foder há-de haver uma primeira vez, seja para os rapazes seja para as raparigas. Como Matilde visse que eu não tomava qualquer iniciativa decidiu ser ela a comandar as operações.
- Baixa as calças, ou achas que me consegues comer com elas postas?
Certo, de facto era por aí que eu devia começar ainda que estivesse algo envergonhado por ser eu o primeiro a fazê-lo antes de a ver nua a ela. Desapertei o cinto, ainda hesitei um pouco em baixar as calças, afinal para o que íamos fazer bastaria tirar a pila para fora do fecho, assim pelo menos ela não me veria os tomates que eu sabia serem pequeninos, mas acabei por arriar as calças por achar que isso seria mais à homem. Depressa me arrependi pois Matilde mal me viu com as calças em baixo, apontou para o meu caralho com o dedo indicador rindo-se muito o que me levou a pensar que o seu verdadeiro objectivo ao propor-me que a montasse era apenas o de caçoar de mim:
- Que pilinha mais pequenina tens! E os tomatinhos não lhe ficam atrás em tamanho. A tua pila mais parece a de um bebé assim tão curta. É mesmo uma pilinha, nem 10 cms deve medir. A uma coisa dessas nem piça se pode chamar. E que fininha ela é! Já vi muitas e nunca vi uma assim tão pequena e magra. E não te cortaram a pele da cabeça como deviam fazer a todas as pilas. Espero ao menos que tenhas tesão pois de outro modo nem te vais conseguir esporrar.
Eu já tocara muitas punhetas e a minha piça sempre se entesara, mas de facto agora ouvindo tais palavras, e com receio de ser ainda mais gozado de futuro a puta brochara e parecia incapaz de se levantar. Que vergonha! Só queria enfiar-me pelo chão abaixo. Felizmente minha parceira sabia lidar com situações daquelas e apesar do seu pretenso desprezo pelos rapazes ainda não inaugurados como eu, parecia até deliciada por me ir tirar os três.Com os olhos brilhando de malícia, agarrou-me na piroca, envolveu-a na palma da mão e apesar de habituado ao gozo dos prazeres solitários nunca a palma de minha mão me soube tão bem, como aquela.
- Quero ver se és mesmo homem a sério ou se és daqueles condenados a mijar para os pés para o resto da vida, como me parece atendendo ao tamanho da tua grila. Para isso é melhor fazer-te uma coisa que deves estar mais habituado a fazer na falta de mulher.
O seu braço direito começou a movimentar-se e não tardou muito que a pele não circuncidada da cabeça da minha pixota ficasse toda puxada para trás deixando-me a glande descoberta como quando eu me punheteava.
- Vês? – disse-me ela – era assim que devias trazer sempre a cabeça da piça como a trazem todos os machos cobridores.
Delicia. A Matilde sabia tocar ao bicho e até muito melhor do que eu, queria-me parecer, devia estar mais habituada do que eu a tocá-las, apesar de ela ser uma menina e eu um rapaz. Seus movimentos iam aumentando de ritmo e à medida que a dinâmica ia aumentando minha piroca ia engordando e aumentando de tamanho, o que a fazia brilhar os olhos de gozo e de gula. Ela devia ser mesmo puta. Mas também o leitinho dos meus colhões ia assomando á cabecinha com mais intensidade e eu para não lhe dar mais argumentos de que nós os virgens não nos aguentávamos muito tempo sem nos virmos, estava fazendo um esforço danado para o conter dentro deles. Matilde percebeu-o:
- Não te venhas meu piça curta. Eu sei que com uns tomates tão pequenos como os teus deve ser difícil nestes momentos aguentares a esporra dentro deles, mas espero que te saibas aguentar como um homem na presença de uma mulher. Senão te garanto que nunca mais te deixo cá vir e ainda vou contar a toda a gente que és muito mal servido de pau.
Pelos vistos já não receava que eu fosse contar aos seus pais que a vira fumando. Entretanto como a punheta começava a cansar-lhe o braço Matilde mudou de mão e continuou o chlapp-chlapp com uma intensidade e empenho tais que me faziam revirar os olhos de prazer. Foi aí que eu comecei a acariciar-lhe os cabelos e a face e a baixar-lhe as mãos pelo peito. Parecia-me que assim a vontade de me esporrar diminuíra um pouco o que me fez sentir mais à vontade.
- Também gostava de te ver o corpo – sussurrei-lhe – ou só tu é que estás pensando em ver-me as partes secretas?
Matilde vestia uma saia de ganga e uma blusa vermelha. Rindo-se muito e dizendo que para um inexperiente como eu ter minha pila punheteada por uma gostosona como ela até já era bom de mais, consentiu que lhe baixasse a blusa pelos ombros e lhe tirasse os marmelos por cima do sutiã.
Oh, que maminhas tão bonitas e perfeitinhas tinha, tão tesas como minha piroca, mais brancas que o resto do corpo, com uma auréola bem pontiaguda e castanha na ponta de cada uma delas, tão lindas como as das plébias que posavam nuas nas revistas para adultos.
- Como tens a cabeça melada – observou-me a malandra – até custa a acreditar que uns colhões assim tão pequenos como os teus consigam produzir tanta esporra dentro deles. Se te continua a sair assim tanto leite deles quando ma chegares a meter já não deve sobrar nenhum para mim.
Continuando a punhetear-me ajoelhou-se no chão perante mim, levou-me o caralho à boca e estendendo a língua passou-a vagarosamente na minha gretazinha da cabeça.
- Agora é que vou ver se és mesmo um homem a sério – dizia-me no intervalo de cada chupadela – Oh que bom que é o sabor da esporra. Huuummm! Salgadinho e quente. Huuummm. É o leitinho que mais gosto de meter na boca. Huuumm.
Ela era mesmo puta como diziam todos mas estava-me fazendo um bem danado. Limpou-me cuidadosamente toda a esporra que me escorria da piroca e quando a viu sequinha meteu-a toda na boca depois de me ter trincado e sorvido os colhões cheios, como me diziam os colegas mais velhos as actrizes porcas faziam nos filmes porno. Era uma experiência inédita para mim mas nestas coisas o instinto fala mais alto e eu agarrando-a pelos cabelos fazia-a encostar o rosto mesmo aos meus pentelhos e ia-lhe fodendo a boca com força à medida que ela me estava mamando. Infelizmente minha piroca era pequenina como ela muito bem dizia, se não o fosse entrar-lhe-ia pela garganta abaixo o que me teria dado um gosto imenso. Mas mesmo assim eu sentia-me nas nuvens tanto mais que Matilde sabia bem fazer broches, apertando os lábios ao máximo de maneira a fazer-me sentir estar metendo num buraquinho apertadinho. Como eu sentia o meu caralho duro. Muito mais duro do que quando era eu a tocar ao bicho.
- Tens ao menos a piroca dura – reconheceu Matilde e era bom ouvi-la dizendo tal coisa – gosto de homens com pirocas grandes mas tenho de admitir que é melhor uma pequena e dura do que grande e mole.
Minhas mãos tocavam-lhe nas mamas apertando-lhe os biquinhos e simulavam estar a esgalhar-lhe uma pívia nelas. Era a primeira vez que tocava nas mamas tesas de uma mulher e estava encantado por sentir aquela massa de carne simultaneamente dura, esponjosa e quente. A própria Matilde devia estar gostando muito daquilo pois começou a gemer de prazer.
- Trinca-me as mamas – pediu parando a punheta. Curvei-me sobre seu peito e comecei a mamar nelas, imitando com a língua e a boca os mesmos movimentos orais que a minha vizinha mais velha me fizera momentos antes na pila. Huuuuummm, maminhas gostosas! Minha piroca balouçava toda de excitada.
- Deixa-me foder-te as mamas – roguei-lhe então lembrando-me de uma foto que vira em tempos numa revista porno. Matilde acedeu e eu com as mãos juntei-lhe os marmelinhos de modo a fazer neles um reguinho parecido com a racha de sua cona, onde lhe introduzi o caralho. Fodi-lhe então longamente aquela abertura macia como lhe fodera a boca o que me deixou novamente pingando.
- Vais-me deixar as mamas cobertas de esporra, piça pequenina – observou-me embora não me parecesse nada preocupada com aquilo, antes me pedindo que lhe apertasse mais as mamas para poder sentir bem minha piroca no meio delas. Oh siiiimm pensei, abençoada hora em que a vi fumando e em que a putazinha decidira comprar meu silencio concedendo-me alguns dos favores que dispensava a homens casados.
- Disseste-me que me deixavas montar-te – lembrei-lhe pois embora a foda nas mamas estivesse-me sabendo muito bem eu via que se continuasse com ela mais tempo vinha-me todo e deixá-la-ia vendo navios como ela dizia. Mas Matilde parecera ter mudado de ideias.
- É melhor não – volveu-me – não temos nenhuma camisa de Vénus e eu posso ficar mal.
Insisti que o trato para eu me calar fora esse e por isso queria que ela cumprisse a sua parte. Além disso parecia-me que ela estava farta de dar o grelo a outros e por isso tendo-o furado não via razão para não o dar igualmente a mim. Se ela quisesse, comprometia-me a tirar o caralho fora antes de me vir e assim não corria o risco de lhe encher a barriga, mas Matilde não se deixou convencer. Coito interrompido já o fizera sim, admitiu, mas com homens mais experientes e não com um virgenzinho de pila pequenina mortinho por desaguar o leite das bolas.
- Mas deixo-te que ma metas no cu – concedeu-me – Aí não há perigo de me engravidares. E como a tens pequena não me farás doer muito.
Para mim servia bem, afinal o que eu queria era enfiar o pau num dos buracos de baixo.
- Ao menos sê cavalheiro e estende a tua camisa no chão para eu me deitar.
Apressei-me a despir a camisa e deitei-a no chão. Matilde deitou-se sobre ela de barriga para cima dizendo-me que naquela posição era mais fácil a penetração anal, tirou finalmente a saia e a calcinha branca, exibindo-me os seus pentelhos negros e bem aparados, e a sua rachinha rosada de fazer meninos de onde sobressaíam em alto relevo dois belos e compridos lábios inchados e túrgidos que mais tarde vim a saber serem sinal de tesão nas mulheres, levantando as pernas ao alto na direcção da cabeça.
- Anda, cospe na pila – mandou-me ela – apesar de a teres pequenina não estás pensando em metê-la no meu cu sem a lubrificares primeiro, pois não?
Ora, eu sabia lá disso! Alem disso ensebada de esporra como estava não me parecia necessário usar mais lubrificante do que o que ela já tinha mas Matilde era quem sabia. No entanto não queria ser eu a cuspir-lhe. Apresentei-lhe por isso o piçalho à boca.
- Cospe-lhe tu – convidei-a. A safadona pregou-lhe duas valentes cuspidelas e ainda teve o desplante de lhe voltar a dar duas boas chupadelas, sempre dizendo apreciar imenso tomar o gosto da pixota na boca. Mas Matilde queria que eu também tomasse o gosto dela na minha língua.
- Já que te estou lambendo a tua coisa tu podias também lamber a minha – cobrou-me. Aaarrgh, que nojo! Uma coisa é ser lambido e chupado, outra é fazermo-lo nós, pelo menos pensava eu então. Mas ela fora tão querida comigo que eu não lho podia recusar. Colocando-me sobre ela com minha cabeça na direcção das suas pernas levantadas, encostei minha boca na sua parreca aberta e exposta e todo o nojo que inicialmente sentira me passou imediatamente mal lhe aspirei o cheirinho adocicado de sua cona. E que húmida ela estava como logo senti mal lhe encostei a língua, o que me deixou surpreso pois não sabia que com o tesão a cona das mulheres ficava também húmida como o nosso caralho. Minha língua rondou-lhe os lábios vaginais inchados, mordi-os ternamente como quem mete os dentes num pitéu delicioso que o é de facto, deixei que ela lhe penetrasse na abertura da vulva, e depois como uma gata lavando o filhote fiz-lhe um minete sorvendo-lhe todo o sumo do seu grelo, enquanto ela me continuava mamando no pau. Matilde contorcia-se toda o que era para mim um indicio de estar gostando muito do meu minete, e as pernas levantadas não paravam de se agitar até me mandar parar dizendo-me não pretender ainda atingir o orgasmo.
- Mete-ma no cu – pediu-me mas agora o seu tom de voz era baixo, humilde, suplicante – mete-ma a tua pila no cu que eu preciso muito de uma pila dentro de mim. E enfia-me, quando a meteres, o teu dedo na minha pássara para eu poder gozar com ela.
Virei-me ao contrário, minha barriga ficou sobre a dela, meu pau completamente armado estava mesmo apontando para o rabo da minha vizinha e foi ela mesma quem o conduziu para dentro do seu olhinho enquanto lhe introduzia o meu indicador na sua cona aberta. Matilde gemeu sentindo os dois buracos penetrados, o que me fez sentir mais homem apesar das curtas dimensões do meu pilau.
- Mexe essas ancas, dá-me com força – exortou-me. E a minha pila a entrar e sair do seu cu parecia um martelo pneumático malhando numa rocha, entrando e saindo com força daquele buraquinho estreito e fundo e obrigando-a a gemer sempre cada vez mais, enquanto com o dedo repetia os mesmos gestos no buraco da frente. Ahhhh! Havia lá algo melhor do que aquilo, pelo menos que eu já tivesse experimentado.
Vim-me primeiro do que ela o que a levou a dizer novamente que nós os virgens éramos todos iguais naqueles momentos, sempre com pressa de nos esporrarmos, mas eu continuei penetrando-lhe o grelo com o dedo até a fazer vir-se igualmente, melando-me a mão com o liquido do seu gozo. Quando terminamos e saí de cima dela, Matilde deixou que a minha esporra se lhe escorresse para fora do cu, tomando cuidado para que ela não lhe entrasse na pássara, após o que colocou a calcinha e a saia. Minha piroca estava murcha mas totalmente melada e Matilde muito simpaticamente limpou-ma com as minhas cuecas antes de eu voltar a subir as calças.
- Até que não te portaste mal para a tua primeira vez – admitiu o que me deixou orgulhoso – só é pena seres tão escasso de pila, se a tivesses maior estou certa que serias no futuro um homem com o qual nenhuma mulher se importaria de foder.
Bom, de facto neste anos todos já volvidos o pau não me cresceu, e talvez por isso mulheres para foder não foram assim tantas como as que gostaria de ter tido. Talvez por isso também aquela enrabadela que dei na Matilde e onde perdi os três me tenha ficado tão gravada na memória em todos os seus pormenores.
 

RIBEIRO
 

Noite romântica

Bom...

Não era motel..., era algo semelhante a casa de campo, chalé, ou coisa assim. Assim que chegamos, jogamos nossas malas num canto, e sem falar nada, começamos a nos bjar..., um intenso, demorado, longo beijo, onde minhas mãos passearam pelo seu corpo..., onde suas mãos passearam pelo meu corpo..., onde nossas bocas se entrelaçaram..., onde nossas linguas, queriam invadir, uma, o espaço da outra, foi, foi intenso..., foi excitante...!!!

Sem parar de bjar, fui te despindo..., roupa, por roupa..., devagar, sem pressa ! Tirei sua jaqueta..., porém, minhas mãos não conseguiam apenas tirar sua jaqueta..., elas deslizavam por suas costas, por sua nuca..., por seu rosto..., como se quisesse guiar aquele beijo...! Vc, retribuindo, tira minha blusa..., e logo, volto a minha boca..., num sedento bjo, ainda demorado, as vezes melado..., mas, intenso, excitante..., tirei, sua camiseta..., minhas mãos não estavam sem contentando em alisar costas, nuca e rostinho..., e que rostinho...!!! Ao tirar sua camisa, colado em vc..., não resisti, e bjando vc, comecei a acariciar seus seios, lindos..., e meus ! Eram meus, ja era ! Vc tira minha camisa..., de novo, em retribuição..., agora estavamos mais grudados ainda...! ! !

Caimos na cama..., o excitante bjo parecia não ter fim..., ofegantes gemidos..., sussurros saiam de nossas bocas..., era algo forte, sem fim..., relógio ?? Que relógio..., o tempo parou pra gente ! Coloquei vc em cima de mim..., e continuamos a nos bjar..., e eu alisando suas pernas..., mas, era poko, vc estava de calça..., mas, pude apertar vc, sentir vc..., tocar em vc..., e em todo momento eu alisava seus seios...., as vezes lambia eles..., cada pedacinho..., lambia deliciosamente o biquinho (SOU DOIDO POR ISSO, ADORO)..., eu, ja estava excitadissimo..., estavamos assim, era perceptivel, em mim, e em vc ! Levantamos..., fui por tras de vc..., alisando seus seios, lambendo seu pescoço..., nuca, falando algumas safadezas em seu ouvido..., algo como: "Essa noite será inesquecivel..., vc é minha, eu sou seu"..., nessa maneira estavamos praticamente "encaixados". Totalmentes entregues um ao outro..., então, eu abri seu ziper..., ainda te bjando, ainda por tras de vc..., literalmente encaixado em vc ! Pude sentir vc mais e mais..., a calça simplesmente foi caindo..., facilitando nosso contato...! Vc se virou de frente, me bjou com força, com volupia, com desejo..., e nesse momento, vc abre meu zíper..., assim que abriu o ziper, deu uma bela alisada na "mala"..., que nessa altura, estava "pulando" da calça..., minha calça caiu, simplesmente caiu..., deixamos nossas calças no chão, agora era eu vc..., vc e eu..., na cama, grudados, parecia apenas um corpo, de tão juntos que estavamos !

Gemidos, petições..., sussurros..., ofegantes e excitantes gemidos...

..., deitei vc de barriga pra cima, e fui bjando, lambendo seus seios..., biquinhos durinhos...delicia..., viajei..., esqueci do tempo ali..., mas, enquanto lambia seus deliciosos seios..., meu dedinho passeava vagarosamente..., deliciosamente por sua "ela", ja molhadinha..., ja digamos..., receptiva..., continuei bjando seus seios..., descendo pra barriga...e meu dedinho nela..., vc se contorcia, gemia..., ver vc com tesão, me deixava com mais vontade ainda..., com mais tesão..., desci..., e nela, me deliciei..., tirei o dedo, e coloquei a lingua..., que delicia..., passei a lambe-la, deliciosamente, vagarosamente..., aumentando a velocidade..., noossa..., que tesão senti-la..., que delicia..., voltei, a bjar vc..., vc se virou, de forma em que eu ficasse de barriga pra cima..., e vc como sempre, retribuindo meus "favores"..., veio, bjando minha barriga...olhando pra mim..., bjando, lambendo meu peito, barriga, e foi descendo...

...chegou na cueca..., começou a dar bjinhos, por cima da cueca mesmo..., começou a bjar..., alisar..., bjar, alisar..., até que suavemente tirou minha cueca..., e ele saiu pra fora..., e vc, suavemente começou a lambe-lo, começando da base..., suavemente, com a ponta da lingua, e qdo chegava na ponta, todo o "corpo" da lingua passava por ele..., que delicia, que boquinha..., eu apenas fechei o olho, e me entreguei a aquele momento..., mais uma vez, esqueci da vida..., que sensação inesquecivel..., durante o ato, ele todo na sua boca, vc alisava minhas bolas, aumentando a sensação de tesão..., nossa..., fascinante...!!!!!

Mudamos..., fizemos o famoso "69"..., vc por cima, e eu por baixo..., lamber, e ser lambido ao mesmo tempo..., delicioso, sem igual..., adorei...!!!

Depois de um tempo assim..., peguei um pacote de camisinhas, e abri (ODEEEEEEIO), mas vc fez ficar bom..., durante o ato de abrir, vc me bjava, bjava minha nuca, alisava meu corpo, e mordia meu ouvido e dizia: "Quero vc dentro de mim"..., aquilo me deixava doido !

Devidamente "protegido"..., vc na cama, e dei mais uma lambida deliciosa nela..., e depois, passei a penetra-la, suavemente..., olhando pra vc..., vendo seu rosto de tesão..., devagarinho, devagarinho, ele foi entrando..., nossa, que delicia..., comecei num vai e vem, devagar, suave..., mas era pouco, queria mais, a medida que eu aumentava a velocidade, nossos gemidos aumentavam nossos sussurros não existiam mais, e sim gemidos, que demonstravam muito, muito tesão, estava fascinante...!!! Olhava em seus olhos..., e aumentava a velocidade..., estava muito bom ! Levantamos..., fomos para algo semelhante a uma varanda..., uma vista linda de uma serra, somente a lua pra iluminar..., vc se apoiou naquela grade..., e eu fui por tras de bocê..., nossa..., o som dos "grilos", e nossos gemidos..., o friozinho da noite..., e o calor de nossos corpos..., estava delicioso ali, por tras de vc..., eu segurando em sua cintura..., puxando vc contra mim, entrando e saindo, apertando sua bunda..., nossa..., que tesão, ficamos muito tempo ali..., muito...!!!
...voltamos para o quarto..., vc veio por cima...

...sentou, e sentiu cada centimetro dele, entrando em vc..., que delicia..., começou a subir e a descer, aumentando tb a velocidade..., me chamando de safado, "meu nego"..., delicia, eu apertava sua bunda..., suas pernas, seios, e vc, subindo e descendo, olhando nos meus olhos (ADORO OLHAR NO OLHO NESSA HORA)..., deitei vc de bruços..., deitei em cima de vc..., apenas te encoxando, sentindo vc..., bjando sua nuquinha..., falando besteirinhas em seu ouvido..., que delicia...!!! Vc deu uma empinadinha..., de foto que "facilita", e nessa maneira mesmo, a penetrei de novo..., e ficamos ali, num gostoso vai e vem..., até que não resistindo mais..., tirei a camisinha..., e gozei na sua bundinha..., gozei nas suas costas..., jorrei muito ali, pra vc...!!! Não me contendo..., voltei a lamber sua xaninha (desculpa, falei), com volupia, tesão, desejo, até sentir vc gozando de tesão...! Delicia..., os dois, ali na cama..., gozaram juntos, de tesão !

 

Semi trepada no voo

Sempre viajei muito .....desde pequena...acho que é uma das melhores coisas do mundo além de trepar e comer rrsrsrsrrs.....então a minha mãe me falava quando eu era criança que quando viajava de avião era melhor me arrumar um pouco mais ... , já que sempre gostei de estar assim digamos sem sutiã...sexy ...mais confortável.........ou seja amo tenis mais gosto ainda mais de salto alto,as vezes uso no meu trabalho mais fico muito alta me sinto como........ ou seja, trabalho com muitos homens uns 40 então fico intimidada mais ao mesmo tempo o pessoal disfarça....porque sabem a minha postura...de séria.... mais ficam me olhando, babando todo por um poderoso salto...rsrsrsr, então nas viagens capricho...e mais que sempre nos Aeroportos tem muitos homens sozinhos....e um muito bom lugar para caçar ou ser caçada rsrsrrsr.....então daquela vez não foi diferente.....vôo desde Buenos Aires para o Rio de Janeiro pela Air France ,o vôo ia para Paris, então imagina os caras que tinham, o vôo estava lotado de italianos, argentinos ...eu naquela época viajava com muita bagagem (hoje não mais, já aprendi depois de pagar tanto excesso de peso rrssrsrsr)então embarquei .....fui no free shop, comprei um chocolate branco com avelãs e um bronzeador americano que se chama Hawaian Tropic, é um óleo com cheirinho a coco..perfeito e deixa a minha pele super bronzeada quando tomo sol...fico preta e com a marquinha de biquíni, adoro biquínis de cortininha e de lacinhos laterais na bunda.... toda a minha vida usei pequenos , quando era criança e adolescente ficava 2 meses no Rio em Ipanema com meus avos então sempre amei estar sem roupa, curtir praia e demais...

Vamos ao que importa......no free shop quando abri o bronzeador para sentir o cheirinho um cara tava me olhando porque percebeu que eu gosto desse cheiro e como eu estava bronzeada ....e com um vestidinho meio justo e com um decote que dava para perceber que embaixo tinha coisa boa...ele se fez de bobo e ficou puxando assunto sobre os bronzeadores......me pergunto para onde estava viajando e por coincidência pegaríamos o mesmo vôo só que eu desceria no Rio e ele continuaria para Europa......no Rio estava me esperando meu ex marido, já que passaríamos uns dias lá e depois iríamos para Florianópolis, onde morávamos.

Passei no caixa com ele e fui no banheiro do Aeroporto antes de subir no avião já que sabia que teria coisa boa naquele voo, cheguei no banheiro, tirei o sutiã e a calcinha e coloquei uma chaqueta por cima já que dava para notar que estava com tudo solto....com o bico bem firme....

Entro no avião e fiquei procurando o cara....disfarcei já que tinha muita gente....principalmente muitos machos ....não vi ele....

Me sentei na minha poltrona e estava o lado de uma senhora e de um senhor , logo no meio que não gosto, mais o senhor que estava do lado era um charme, tudo de bom, deveria ter uns 39 na época eu tinha 25 ou 26...me ofereceu um pedaço de chocolate um toblerone logo de cara...peguei e fiquei chupando o chocolate como se fosse seu pau..estava tão gostoso...pensei uehhh vou ter que escolher com qual ficarei nessas duas horas já que o argentino que tinha conhecido no free shop estava bem na frente do avião ..e como eu gostei mais do gringo... me escondi na poltrona...para que não me visse..ja que ai sabia bem quem seria o cachorro que queria que me penetrara seja como for, fazia uns 10 dias que estava sem dar, não agüentava mais a minha chana latejava , implorava a entrada de uma boa pica...estava tão quente ...desesperada...então fiz de conta que tinha sono disfarcei que estava dormindo quietinha , bem reta na minha poltrona assim por uns 5 minutinhos ..y apoiei a minha cabeça ... no ombro do gringo...ele gosto então comecei a disfarçar e a respirar mais profundo...para que ele perceba que eu queria alguma coisa a mais...ele era italiano , moreno, meio bombado estava no ponto...perfume bom ...

Meu tesão por ele era total...........somente pensava em cavalgar naquele Caralho que estava há uns dez centimetros, pois ele já estava com o pau duríssimo e eu que falo poucas palavras em italiano...pensei ...ueeee a linguagem corporal e única ...não preciso falar...disfarcei que iria no banheiro e ele veio atrás de mim....ficamos tentando conversar no final do avião já que estava meio vazio, já estávamos sentados em outro lugar, meus seios estavam pulando de tanta tesao... Nesse momento tive certeza que aquela viagem iria dar boa FODA. Conversamos bem devagar e baixinho.....eu não estava a fim de nada de conversa eu queria mesmo foder bem ...sentir uma boa rola dentro de mim.Tínhamos umas 2 horas de vôo pela frente.Ele pediu para a aeromoça uma manta, já que estava fazendo frio por conta do ar condicionado mais eu notei na hora....seria para disfarçar o joguinho que estava por começar....ele colocou a manta entre nos dois, por sorte não era tão pequena....e começou a fazer movimentos com a sua mão tocando o seu pau..e eu falei uhhhhh essa minha parte ,falei bem baixinho....então coloquei a minha mão e comecei a fazer movimentos, eu não via a hora de colocar a minha boca la embaixo....mais não tinha como...passava gente pelo corredor para ir ao banheiro...e continuei socando o cara....nem sei o nome dele e não me intersaba Tb...rsrsr...ele começou a passar a minha mao na minha chana...quando ele percebeu que estava sem calcinha ele quase teve um infartooo fulminante ....e começou a me fazer caricias na porta da chana ...começou bem calminho só com um dedinhooo ate que me colocou 3 ....sentia sua respiração...no meu ouvido...eu queria que ele me tocasse os seios ....peguei a mao dele e coloquei dentro do vestido....e ele pegou bem forte e me soltou...depois de um minuto fez a mesma coisa umas coisas 5 vezes...eu não queria que ele tirasse a Mao mais ao mesmo tempo estava amando...e eu com a Mao fazendo uma punhetinha para ele, cada vez estava maior, ele começou a gemer loucamente...com a boquinha aberta...so que baixinho...e eu comecei a beijar essa boca..com muita língua..muita saliva...bem molhados...eu balançava loucamente so que sentada....não sabia como me controlar estava ficando doida....achei que morreria de tanta vontade que tinha de ser penetrava mais não dava então acabei umas três vezes com esses super dedos mágicos e grossos dentro do meu grelinhooo...tinha medo de ser pressa rsrsrr então tive que me sustentar com essas boas tocadas...seu pau jogou tanta mais tanta porra .....que não cabia na minha Mao euuu queria colocar nos meus seios assim ele chupava e eu colocava os dedos nesse leite delicioso e engolia aos poucos....mais não deu.... eu falei para ele....este jogo continuara em no aeropuerto de rio....no banheiro de pessoas de cadeiras de rodas já que e bem grande e nunca vai ninguém ....eu dormi no ombro dele....depois de 1 hora chegamos ...eu entrei no banheiro sozinha.....deixei a porta aberta ou seja sem a travinha..coloquei a calcinha ...pequeninha com lacinhos aos lados...pretinha e transparente tirei o vestido...e cobrir os seios com o cabelo estava então so com o salto bem alto preto e so de calcinha....apoiada no cano com a perna aberta encima da privada....quando ele entrou me pegou ...começou a lamber o meu pescoço a dar uns bom chupoes .............abaixo a sua calca , tirou a camisa e começou a me penetrar loucamente como um cachorro, , apoio a minha bunda no cano do banheiro e me penetrou loucamente por uns 5 minutos...tempo suficiente para que eu acabasse e ele tb... , me estrupou ....subiu a calca rápido, colocou a camisa e foi embora....eu fiquei sem forças....coloquei calquinha, o sutiã....arrumei o cabelo...parecia um leão e fui pegar a minha mala...já que o corno do meu maridinho estava me esperando....coloquei perfume, escovei os dentes....e com carinha de que nada tivesse acontecido fui em busca dele.................

 

A médica dos sonhos

Tinha uma fimose que muito me incomodava e criava coragem para ir ao urologista, mas acabei marcando consulta com uma clínica geral, pois se já seria difícil ser examinado por uma mulher, por um homem seria impossível. Seu nome era Tatiana, tinha uns 32 anos, cabelos e olhos castanhos claros, muito bonita e um corpo estonteante, com destaque para os seios e para a bunda carnuda.

Após conversa inicial para extrair informações sobre meu caso, pediu-me com muito carinho e gentileza para me despir. Percebera meu constrangimento e me explicou que se tratava de um problema cultural essa vergonha da nudez. Ela me ajudou a tirar a roupa e a me deitar na cama hospitalar, no entanto, o nervoso me rendeu uma grande ereção. Tatiana apalpava meus testículos e quando agarrou meu pau, já escorria da glande uma gota de sêmen, quando ela exclamou: assim me sinto lisonjeada com tanto tesão, que saúde hein? Começou a punhetá-lo e perguntou se doía, afirmei que sim e completei confessando que após uma ereção meu pênis só voltava à inércia com a ejaculação, senão poderia ficar por uma hora inteira de pau de duro.

Notei que ela ficou entre surpresa e excitada e, sem largar a base do meu pau, sussurrou ao meu ouvido: então, vamos ter que por esse pintão pra trabalhar e poder descansar depois. Após sua fala, eu mesmo a puxei pelos cabelos e fodi sua boca gostosa com meu pau, ela tirou a calça e a puxei para a cama, onde fizemos 69, ficamos totalmente arrepiados de prazer, ela teve uns quatro orgasmos na minha boca, foi a xoxota mais gostosa que chupei na vida. Acabamos trepando ali mesmo. No final, eu a fiz prometer que após a recuperação da cirurgia, ela me daria o cu, claro que topou e cumpriu a promessa. Foi no próprio consultório, ela não só me deu o rabo como uma puta tarimbada, mas ainda pediu pra apanhar, então lhe dei cintadas na bunda que a levaram a urinar no chão.

Nunca pensei que uma mulher podia gozar tanto com um pau no cu e siririca, ela parecia ter uma convulsão, gozei tanto em sua boca que fiquei com o saco dolorido e o pinto sensível, chegou a sair umas gotas de sangue. Não nos vimos mais, contudo nunca vou esquecer essa trepada de sonhos. Se alguma mulher quiser me conhecer, entre em contato, gosto de realizar fantasias, posso ser violento e animalesco ou profundamente carinhoso, mas sempre intenso. Meu pau é grande e grosso (não descomunal) e não sossego antes de fazer a fêmea chorar de tesão pelos orifícios. Sou jornalista, vivo em São Paulo, viajo com freqüência, sou moreno, olhos e cabelos claros, magro de porte atlético. Email para: fepace@uol.com.br

 

Camila, uma grata surpresa

Olá amigos leitores, meu nome é Carlos 47 anos, 1,70m, 88 kg, moreno claro, não sou de se jogar fora, pois ainda continuo fazendo sucesso com as mulheres.
O fato que vou narrar é absolutamente verídico.
Meu compadre me convidou para um churrasco na chácara dele num final de semana.
Chegou o dia fui eu e minha esposa, pois meus filhos tinham compromisso marcado e não puderam ir.
Chegando à chácara, tinha vários convidados, entre eles Camila, sua filha mais velha do primeiro casamento.
Camila com seus 20 aninhos, loirinha, rosto de boneca e com um corpinho escultural desfilava entre nós com uma minissaia curtinha fazendo os machos torcerem os pescoços para apreciar aquela bundinha durinha empinada e umas coxas grossas e pernas bem torneadas. Ela não era alta, mais ou menos 1.60m de pura gostosura. Por mais que tentasse disfarçar não tinha como não reparar naquele tesãozinho de menina moça, que com seu jeito sexy despertava o desejo sexual até dos mais recatados.
Soube que Camila tinha terminado um relacionamento com um cara bem mais velho que ela. Moravam juntos desde seus 18 aninhos mesmo contra a vontade dos seus pais.
Após o almoço, o pessoal se dispersou pra vários lugares, uns nas sombras das árvores, outros nos tanques de peixes, outros no pomar, e a mulherada se aglomeraram na beira da piscina para por em dias as fofocas e pegar um pouco de sol.
Eu me espreguicei no sofá da sala e tirei um cochilo, acordei e notei que a Camila no outro canto da sala disfarçadamente não tirava os olhos das minhas pernas, só então percebi que estava com um calção de jogar futebol e da forma que estava deitado deixava aparecer parte do meu pau. Como estávamos a sós no interior da casa, fiz que não percebi e ergui um pouco as pernas para que ela tivesse uma visão mais detalhada do conteúdo. Logo meu pau ganhou vida e estava quase saindo totalmente pra fora do calção duro que nem ferro. Camila disfarçadamente com uma mão por dentro da calcinha se masturbava lentamente olhando pra minha rola.
Para provocá-la, levantei-me e quando pensava em ir à sua direção, entrou correndo na sala umas crianças e voltei a sentar no sofá tentando esconder minha ereção, Camila olhou pra mim com um sorriso sacana tirando rapidamente seus dedos da sua bucetinha. Quando as crianças saíram, ela veio em minha direção e olhando pro meu pau perguntou se tudo isso era por causa dela, respondi na bucha, - E por quem mais poderia ser? Após minha resposta, Camila foi até a porta, deu uma olhada pra ver onde estava o pessoal, voltou, pegou na minha mão e me arrastou pro quarto dela. Chegando no quarto, trancou a porta e disse: – Não agüento mais de tesão! - Me come por favor! - Estou louca de vontade de sentir seu pau dentro de mim, só que tem que ser rápido para não notarem nossa falta.
Mais que de presa, joguei-a na cama, abaixei sua calcinha e caí de boca naquela bucetinha de poucos pêlos bem aparadinha, toda molhadinha, pois ainda a pouco tinha gozado na sua mão tocando uma siririca.
Suguei desesperadamente aquela bucetinha, até que ela se estremeceu e apertou minha cabeça de encontro a ela despejando todo seu néctar que fiz questão de engolir saboreando e sentindo o gosto daquela gata deliciosa em minha boca.
Rapidamente ela se levantou, eu fiquei de pé ao lado da cama, Camila abocanhou meu cacete e sugava com tanta vontade que às vezes até me machucava, mas deixei que ela continuasse pois vi que ela estava adorando assim.
Antes que gosasse em sua boca, puxei Camila pelos cabelos a coloquei de pé apoiada com as mãos na cama, levantei sua saia, puxei sua bundinha de forma que ficasse bem arrebitada, esfreguei meu pau na entrada da sua bucetinha e atolei de uma vez até meu saco encostar-se à sua bundinha arrancando um suspiro da sua garganta.
Camila mesmo com sua pouca idade, gemia na minha rola e rebolava de uma forma tão gostosa que até parecia uma profissional do sexo.
Vendo e sentindo aquela Ninfeta me oferecendo o que tinha de melhor, a penetrava forte e profundamente naquela bucetinha esquecendo até do perigo que estávamos correndo.
Camila fazia força para não gritar. Quando apertei seus peitinhos ao mesmo tempo em que castigava sem dó sua bucetinha, Camila não resistiu e mais uma vez gozou com meu pau no fundo da sua buceta agora toda melada pelo terceiro ou quarto orgasmo. Vendo o esforço que Camila fazia para controlar seus espasmos, segurei firme em sua cintura e meti com toda força meu caralho puxando-a de encontro a mim gozando no fundo da sua bucetinha inundando-a de porra.
Após termos gozados, enquanto nos limpávamos ouvimos barulho na sala. Esperamos um pouco até que Camila saiu na frente disse que estava tudo bem e fez sinal para sair do quarto.
Camila entrou no banheiro e eu fiquei aguardando na sala, assim que saiu entrei para retirar quaisquer vestígios da nossa rápidinha.
À noite quando estava preparando para voltar pra casa, Camila me chamou em um canto isolado da chácara, olhou nos meus olhos me agradeceu e pediu desculpa por sua ousadia, disse-me que estava passando por uma situação muito difícil, que neste momento da vida dela, o que mais precisava era do carinho de um homem de verdade que pudesse entendê-la, dar prazer e confortá-la para superar as dificuldades que estava passando, disse também que eu tinha todos os requisitos para ser essa pessoa. Claro que me coloquei a sua disposição.
Depois desse dia, sempre me encontro com Camila e rola muito sexo, só que agora num local apropriado. Vamos sempre a um motel muito aconchegante nos arredores da nossa cidade onde posso desfrutar sem pressa todo o prazer que Camila me proporciona.
Se gostarem do conto, deixe seu comentário, se não gostarem critique, pois só assim, vamos aperfeiçoando a maneira de escrever.
aventura.ctba@ig.com.br

 

 

Fui corneado por ter perdido o tesão e adorei

Eu já andava desconfiando de alguma coisa não estar certa. Todas as manhãs acordava com ressaca, com a sensação de não ter dormido tudo apesar de nem me lembrar dos sonhos que tivera. Comecei a reparar que o chá de cidreira que sempre me habituei a beber antes de me deitar me deixava ensonado, algo que até então nunca acontecera e que isso surgira algum tempo após eu ter ficado impotente devido aos meus problemas de hipertensão. Depois alguém me disse que todas as noites, já depois da meia-noite, um carro estacionava em frente a minha casa e dele saía um homem que ao que tudo indicava era recebido pela minha mulher, Sandra. Esta era algo mais nova do que eu e sempre tinha sido uma mulher fogosa embora eu nunca tivesse sido um amante capaz de ombrear com ela. A minha impotência causava-lhe bastante contrariedade como bem sabia e eu nada podia fazer para a remediar pois o médico desaconselhara-me vivamente o uso do Viagra ou de qualquer outro afrodisíaco natural como o pau de Cabinda, devido aos meus problemas de saúde. Algo me dizia que Sandra não iria aguentar a castidade forçada que a minha hipertensão a obrigava a viver e quando soube da história do homem que ao que tudo indicava entrava em minha casa a horas mortas da noite, quando eu dormia como um justo desconfiei que ela andasse pulando a cerca. Nessa mesma semana que tive conhecimento de tal episódio, vasculhando as gavetas da casa, encontrei uma embalagem de ervanária, de extracto natural de valeriana indicado para combater as insónias e uma luz se fez no meu cérebro. Era então aquilo que a puta me devia estar colocando no chá para eu dormir toda a noite como um anjinho de maneira a ela poder foder à vontade. Nessa noite fiz que tomava o chá mas de facto verti-o para dentro de um vaso na cozinha sem que minha mulher se apercebesse, e fui-me deitar. Desde que fiquei sem tesão Sandra nunca mais veio para a cama comigo, fica sempre na sala vendo televisão, pelo que nessa noite como habitualmente despedi-me dela com um beijo na boca.
Por volta da meia-noite vi que Sandra me veio espreitar no quarto, e eu para lhe assegurar estar efectivamente no reino de Morfeu, fingi estar ressonando. Ela deve-se ter tranquilizado com os meus roncos pois voltou para a sala e pareceu-me até estar falando com alguém através do telemóvel. Uns 10 ou 15 minutos mais tarde ouvi um barulho de um carro parando em frente a nossa casa e os passos dela de mansinho indo abrir a porta. Uns pequenos cochichos chegaram até mim embora não tenha compreendido o que diziam após o que a vagabunda voltou a ir espreitar-me ao quarto. Voltei a ressonar mais alto e ela voltou a encaminhar-se para a sala. Agora percebi claramente um sujeito estava com ela e os dois estavam-se beijando. Imaginei que o indivíduo lhe devia estar afagar aquele corpinho pequenino mas magro e escultural onde praticamente eu nunca mais pusera a mão desde que o meu maldito caralho broxara irremediavelmente, e os peitões de se lhe tirar o chapéu, e que foram aliás o que me chamou a atenção quando a conheci. E aquilo curiosamente excitou-me um pouco. Meu pau não levantara mas eu sentia um calor percorrer meu corpo como sentia, antes de perder o tesão, nos momentos que antecediam o momento sexual. Deixei-me estar deitado mais um pouco tentando escutar o que diziam na sala pois não queria aparecer antes do momento em que eles se estivessem entregando, para os poder pegar em flagrante. Entenda-se que eu não queria matar nenhum deles como por vezes fazem os maridos traídos mas confrontar sobretudo a puta com a prova da sua traição de modo a que Sandra não me pudesse negar o que os meus olhos tinham visto.
E assim fiz. Logo que comecei a ouvir uns suspiros e gemidos abafados compreendi que a vadia estava começando a dar o ponto com ele e achei estar na hora de me levantar e pé ante pé ir até à sala. A porta estava entreaberta e o que eu vi ultrapassou tudo o que estava à espera. Sandra vestida apenas com uma calcinha lilás fio dental, de joelhos defronte ao maple fazia-lhe com bastante entusiasmo um broche manuseando-lhe com ambas as mãos os tomates pois que o indivíduo tinha as calças todas puxadas para baixo como se estivesse tranquilamente em sua casa sendo mamado pela esposa. A mim a puta nunca me chupara o pau, dizia-me sempre ser incapaz de o fazer pois tal coisa metia-lhe muito nojo. Pelos vistos não tinha nojo de fazer um gargarejo no caralho do amante. Ou talvez fosse a diferença de tamanhos que a estimulasse tanto a provar com a boca aquele mastro que dali a pouco estaria dentro da rata dela, pois de facto o caralho dele era muuuito maior do que o meu. De vez em quando Sandra tirando-lhe o cacete da boca dizia com satisfação:
- Que pila docinha tens, Eduardo. Como me sabe bem mamar nela. Nunca me soube tão bem mamar numa pila como me sabe mamar na tua.
Pelos vistos, apesar do nojo que a minha lhe causava aquela já não era a primeira vez que a coirona levava uma pila à boca. Puta! Puta! Duplamente puta! Mas como me soube bem escutar aquilo! Minha ideia era entrar na sala e fazer o papel de marido traído. Mas ao ver tal felação e ouvindo tais palavras decidi não interromper. Eu só nos filmes porno via tais cenas pois como disse, Sandra nunca me chupara e agora eu queria ver e ouvir mais. Sandra nunca fora para mim uma puta e vendo-a chupando o pau do amante era isso que me sugeria. E estava gostando muito de a ver desempenhando tal papel, ainda que para outro homem, para entrar na sala e interromper aquilo. Minha pilinha morta há algum tempo começou levantando-se o que até a mim surpreendeu. Tirei-a para fora das calças do pijama para a deixar sentir-se mais à vontade, ela ficou toda espetada para a frente como nos tempos em que eu ainda tinha tesão. Boa! Será que por estar vendo minha mulher corneando-me eu recuperara a força na verga? Se assim fosse já valia a pena o par de cornos.
- Também quero lamber essa coninha de esposa de corno frouxo – disse o Eduardo. Pelos vistos também ele sabia do meu mal de pau para me chamar frouxo. E eu, que desde que ficara impotente o que mais pedia a Sandra era para que ela não comentasse com ninguém que eu era um piça mole, verifiquei que o facto dele o saber ainda me deixava mais teso. E chamar coninha à vagina de minha esposa também. Eu nos momentos de sexo gosto de falar palavrão coisa que Sandra nunca me tolerou que o fizesse. Se calhar fiquei impotente mais por causa das suas negas do que por causa da minha hipertensão, pensei.
Eduardo agarrou nela ao colo e deitou-a no sofá. Agora o meu campo de visão era ainda maior e pude assim ver bem quando ele lhe tirou a calcinha e lhe levantou as pernas ao alto expondo-lhe a gretazinha rosada e inchada pelo tesão.
- Tens cona de esfomeada, Sandra meu amor – comentou – Mas fica descansada que aqui o papá vai já tratar de lhe acalmar a fome.
E trombando nela começou a lambê-la. Sandra sempre apreciou muito um bom minete pelo que não tardou muito a suspirar de prazer e a convulsionar-se toda.
- Ah meu querido, como me fazes tão bem – suspirou. – Deixa-me voltar a mamar-te no teu caralho que daqui a pouco me vai dar muito prazer.
Ele deitou-se então por cima dela, as suas nádegas apoiadas na cabeça de Sandra, a cabeça entre as pernas abertas de minha mulher lambendo-lhe a rata e esta voltou a deglutir-lhe o pau. Como durou aquele 69! Eu há tanto tempo privado de sexo já não podia ficar só com a pila tesa por fora das calças do pijama. Comecei punheteando-me como podem imaginar e com tanto prazer como eles se lambiam um ao outro.
- Quero o teu caralho dentro de mim, garanhão – pediu Sandra.
- É para já, minha putinha deliciosamente mal casada – disse-lhe ele – Também não me quero ir embora sem te comer essa cona para a qual o teu marido já não tem piça. Comer putas casadas com frouxos sempre foi a minha especialidade como bem sabes.
Minha esposa sorriu-lhe e beijou-o ternamente. Parecia não lhe levar a mal aquelas palavras mas até gostar delas e ainda achei isso mais delicioso. Procurei não me vir pois a pívia que estava tocando estava-me sabendo maravilhosamente. Eduardo mudou de posição esfregando-lhe agora o caralho nas mamas empinadas e fartas.
- Sei que queres muito apanhar com o meu cacete nessa rata assanhada – disse-lhe – mas como ele gosta muito se coçar neste par de mamocas duras, vais primeiro fazer-lhe uma boa espanhola, minha vadia, que a piça do teu marido não tem rijeza para to fazer.
Mais uma vez uma alusão à minha impotência. E como eu ficava em ponto de rebuçado ouvindo aquilo. Eduardo deu-lhe uma boa esfregadela nas mamas enquanto Sandra se masturbava com os dedos.
- Mete! Mete-me esse pau que eu preciso tanto de o sentir na minha racha - pedia-lhe lânguida. A mim nunca me pedira para lho meter, pelo contrário eu é quem tinha de implorar para que Sandra me concedesse seus favores e quantas vezes deixava-me tocando punheta por não lhe apetecer satisfazer-me. Eduardo depois de consolar longamente o pau nos peitões dela acedeu aos seus rogos.
- Anda, monta nas minhas ancas, gostosona. Quero comer-te a rata entrando nela por baixo de ti.
Minha esposa fez o que Eduardo pediu deixando que aquele caralho erecto entrasse por ela acima.
- Aii, garanhão, como gosto de te sentir a pica enterrando-se toda na minha racha, como um pau duro – gemia Sandra doida de prazer como bem lhe notava na voz e pulando como uma mola – Só tu me consolas assim. Nem quando tinha tesão, o verga mole do meu marido me sabia consolar assim. Como me sabe bem cavalgar na tua vara
O facto como ela publicitava ao amante minha pouca aptidão para a cobrir quase me fez esporrar todo. Apertei com força a cabeça da piça para impedir que o sémen saísse e parei por uns momentos com a punheta, para me acalmar. Mas não era possível ficar com as mãos quietas muito tempo.
- Não te venhas, não te venhas – dizia-lhe Sandra procurando abafar seus gemidos – Não te venhas, que para fodas rápidas que me deixavam desconsolada já me bastaram as que dei com o cornudo, nos tempos em que ele ainda tinha tesão.
Retomei a punheta. Nesse momento Eduardo já a fizera pôr-se por baixo dele.
- Sente agora a força do meu caralho entrando por cima, nessa cona de vagabunda que o teu marido nunca soube aproveitar, e diz-me lá se alguma vez sentiste a força de um macho como eu em cima de ti.
Sandra dizia-lhe que não, que fodera com outros antes de casar comigo, mas nunca sentira um caralho tão teso e duro como o dele.
- O mais fraquinho, mole e pequenino de todos foi o do cornudo que ressona dopado no quarto – confidenciou-lhe – Não admira que tenha perdido o tesão cedo. E para te dizer a verdade, meu querido amante, foi a melhor coisa que aconteceu no nosso casamento. Ao menos fiquei livre de dar para ele como por vezes lá tinha de fazer, e mais à vontade para arranjar um garanhão como tu, que tanto prazer me causa.
E Eduardo dando-lhe forte como eu bem via pelo seu movimento do rabo subindo e descendo velozmente do sofá dizia-lhe que o que lhe dava ainda mais tesão a ele, era estar a comê-la mesmo debaixo do mesmo tecto onde o corno frouxo dormia, sem que este desconfiasse de nada.
- Mal imagina o verga mole que por cada noite em que cai a dormir na cama o par de cornos lhe cresce mais um pouco – comentou maldosamente. E riram-se ambos confiantes que o extracto de valeriana que me colocaram no chá me impediria de acordar.
Agora minha mulher estava com as pernas levantadas e Eduardo bombava nela. Como aquela posição me entesava! Vim-me nesse momento molhando o chão ouvindo Sandra pedir-lhe mais, mais, muito mais.
- Já me vim, querido, mas quero vir-me ainda mais uma vez, pelo menos. Sabes que me consegues fazer vir mais uma vez. Compensa-me pelos anos em que só tive a pilinha enfezada do corno para me consolar. E que fraco consolo ela foi comparada com o teu mastro.
Eu infelizmente não me iria conseguir vir mais vez nenhuma, mas para quem há já meses perdera o tesão uma inesperada punheta daquelas fora tão bom como montar a melhor modelo do mundo. Mas Eduardo ainda não se viera e por isso não ia ficar por ali.
- De quatro como as gatas no cio, fofinha mamuda - mandou-a – Vai ser de quatro que vou inundar tua cona com a minha esporra. Ms primeiro vou-te fazer outro minete que a deves ter pingando do teu gozo.
De quatro minha mulher abriu as pernas para que a linga dele lhe tocasse bem na greta reluzente. Eduardo não lhe lambeu apenas a rata mas também o cu, penetrando-a nos dois buracos com a língua e o dedo, o que também parecia ser muito do agrado de Sandra. Finalmente penetrou-a fazendo-a chupar o dedo com que a tinha penetrado. Ainda continuei esfregando minha pilinha com a mão tentando ressuscitá-la mais uma vez, mas não era possível. Mesmo assim o espectáculo na sala continuava delicioso. Sandra apoiava a cabeça na almofada do sofá quando Eduardo lhe começou apalpando os seios, e apanhando na rata por trás continuava pedindo mais.
- Aii, como é gostoso teu pau! Aii, garanhão, nunca provei de pau tão gostoso assim! Ou então já me tinha esquecido dos anos em que só provei da pilinha do corno. Ahh, não pares, dá-me mais, dá-me sempre mais que só o teu pau me faz sentir mulher.
Por fim ele veio-se no momento em que minha esposa atingia o segundo orgasmo. Quando retirou o seu membro de dentro dela vi que ele continuava de pé, não era como o meu que mal se esporrava definhava e morria logo por largo tempo até enchumaçar de novo e que da cona de Sandra uma grossa lava de esporra começava saindo.
- Tens mesmo colhões de macho garanhão – comentou minha mulher passando a mão na sua racha e lambendo os vestígios do gozo que saía dela – Como é bom lamber o leitinho que sai deles.
- Então lambe também o meu caralho que leitinho dos meus colhões não falta nele – e a safada, sem sombra de nojo ou de hesitação voltou a pegar-lhe no pau e pela terceira vez na noite voltou a mamar nele. Ainda pensei que Eduardo o voltasse a pôr de pé mas não. Voltei para cama pois agora não queria que eles me vissem, ouvindo-o dizer que a boca de Sandra era o modo como ele mais gostava de ter limpo o caralho depois de ter fodido bem. Eu também depois da punheta que tocara muito gostaria de ter a pila lavada pela sua boca, mesmo sabendo-a suja do caralho e do gozo do amante.
Sandra na manhã seguinte viu a poça de espora seca que eu vertera junto à porta da sala, e que eu já esquecera, e quis saber como ela tinha aparecido ali. Tive de lhe contar a verdade e quando ela soube que eu tinha adorado tanto que até recuperara o tesão e tocara uma punheta, e que por isso até gostaria que ela continuasse com seus encontros nocturnos com o amante desde que ele pensasse eu estar efectivamente dopado, sorriu e comentou aparentemente com desdém:
- És mesmo um frouxo de um piça mole, com vocação para cornudo, que em vez de te entesares quando te pões em cima de mim só te entesas quando me vês debaixo de outro. Mas enfim, é a tua natureza e nada podes fazer contra isso. Pena não o ter sabido quando me casei contigo já que não teria passado tantos anos sofrendo por ser tão mal fodida como o fui por ti. Por isso tudo bem, desde que me garantas que mesmo que recuperes o tesão te contentarás com tocar punhetas vendo-me divertindo com o Eduardo ou com os amantes que escolher, e nunca te tentarás colocar no lugar deles. Certo?
Certíssimo. Foi assim que sendo eu já um corno sem o saber virei corno manso, orgulhoso, consciente e esclarecido. Mas recuperei o tesão, ou pelo menos a capacidade de tocar punhetas quando vejo Sandra fodendo com outros. E voltei a ser feliz.

EUGÉNIO SADOC

Enrabada...

Sou uma menina meiga sapeca e safada como diz minha mae.Nao perco uma oportunidade de me exibir vejo sexo em tudo.mamae esta pretendendo me levar ao medico desconfiandso que sou ninfomaniaca. Certa manha ao chegar da escola mais cedo por falta de professores me alegrei ao ver o carro de mamae na garagem imaginando que teriamos um dia juntas uma vez que sou filha unica de mae solteira. Como mamae nao estava em casa me troquei colacando um vestidinho basico bem curtinho e quando tencionava sair a procura dela pelas casas vizinhas ouvi seu riso alto vindo da casa de nossos vizinhos que moram no mesmo quintal nos fundos de casa. Notei que mamae estava soltinha e alegre conversando animadamente com o casal de vizinhos a quem chamarei de seu oscar e dona teresa.

Em certo momento notei que mamae falava algo incompleensivel parecendo que tava comendo e pelo desenrolar da prosa deu pra perceber que mamae conversava na sala com seu oscar e dona teresa que parecia estar na cozinha ou em outra dependencia da casa. Sendo muito curiosa entrei correndo sorrateramente pela lateral da casa e da janela vi dona teresa deitada com uma das pernas pra cima toda enjessada parecendo esta dopada pois sua voz era pastosa e pouco se entendia oque falava. Sem ser vista passei pela janela do quarto dela e quando cheguei na janela da sala quase tive um treco,seu oscar estava esticado numa cadeira de praia todo pelado com mamae sugando avidamente seu imenso penis que deveria ter no minimo uns vinte e cinco cm ou mais. Mamae abocanhava com furia tudo aquilo tentando meter tudo na boca segurando com as duas maos e ainda sobrava pinto . Seu oscar gemia xingando mamae de tudo enquanto era nome o mais suave que ouvi era puta,cadela safada e outros.

Neste momento tirei meu vestido ficando peladinha dedilhando minha buceta lisinha e carnuda enquanto estarrecida vi mamae sentar em tudo aquilo que sumiu todinho em sua boceta. Mamae subia e descia alucinada em tudo aquilo que lhe causava um pouco de dor quanto estava tudo dentro pois dava pra ver sua cara de desespero enquanto lagrimas escorriam em sua face. Em certo momento seu oscar colocou mamae de quatro segurando em sua cintura onde socava com furia tudo em mamae que implorava para que fosse de vagar o que só aumentava a furia daquele senhor que estava matando mamae que aos berros pedia pelo amor dos deuses que metesse devagar. Quando ele gozou despejou um montao de porra na boceta de mamae que caiu para o lado ficando como que morta enquanto seu oscar alisava seu corpo com sua mangueira ainda dura. Em certo momento seu oscar tentou meter novamente nela e como ela nao deixou levou um forte tapa na cara enquanto seu oscar puxando seu cabelo fez ela abocanhar tudo aquilo que crescia muito em sua boca. Ele dava muitos tapas na cara dela que chorando muito se posicionou de quatro enquanto ele coxichava em seu ouvido comigo curiosa para ouvir temendo pelo que ele ia fazer com ela.

Para nosso desespero seu oscar cumpriu o que temiamos ao pincelar tudo aquilo no cuzinho de mamae que aos prantos sentiu tudo aquilo invadir seu canal fazendo ela desmaiar de tanta dor. Num momento de puro desespero corri em socorro de mamae pulando em seu oscar que broxou com o susto de minha presença. Ao se refazer do susto comigo montado nele toda melada e xingando muito ele me segurou enquanto dizia:olha a putinha veio socorrer a mamae é.se prepara vagabunda pois vai tomar no rabinho tudo oque a mamae nao conseguiu. Ele me pegando no colo como pega um saco de pena me posicionou com a bucetinha emcima do seu pinto e enquanto os xingos se transformava em gemidos ele agassalhou todinho em minha buceta que de tao molhada recebeu com gosto tudo aquilo que entrava rasgando minha xaninha fazendo me gritar enquanto pedia mais. Parecia que ele tava batendo punheta comigo que subia e descia naquilo tudo.foda mesmo foi quando ele me jogou no chao me obrigando a ficar de quatro para se posicionar atras de mim e quando a cabeça do danado entrou dilacerando meu cu gemi chorei esperneei e pedi mais gritando:mete velho babaca ...mete tudo vai...me arromba.mamae nao aguentou mais eu aguento.. Mamae estarrecida assistia nossa transa frenetica com ele inundando meu cu de tanta porra que escorria pra fora com muito sangue.

O velho estava insaciavel porem quando ele me pegou de novo mamae interveio me tirando rapidinho dali me deixando puta da vida com ela e chegando em casa costatou que estava muito estragada precisando de ponto no anus,por sorte o medico era da mesma equipe de mamae e apos ser medicada voltei para casa com mamae que era xingada por mim de tudo quanto era palavrao possivel por ter me tirado dali.

Hoje apesar de morarmos num bairro distante dali pelo menos uma vez por semana cabulo aula para visitar seu oscar que me come gostoso um dia apos comer mamae que tambem continua visitando nosso "homem". Seu oscar conta tudo oque fez com mamae me deixando muito mais louquinha enquanto me enraba me elogia muito por neste quesito ter desbancado mamae. beijos. camilledicarli@bol.com.br

 

Armadilhas do destino

Amigos leitores, os nomes foram trocados para preservar nossa identidade. Meu nome é Carlos, tenho 47 anos e este fato aconteceu no final de 2001.
Em 1985 conheci Marcelle, menina linda, corpo perfeito, morena clara, 1,65cm olhos verdes, 17 aninhos e um sorriso lindo que logo me conquistou.
Foi paixão a primeira vista, começamos a namorar e dois anos após nos casamos. Marcelle me completava em tudo. Eu a amava, e ela sempre fazia questão de repetir que era louca por mim. Éramos um casal muito feliz, os amigos invejavam o nosso relacionamento.
Dois anos depois de casado veio ao mundo nosso primeiro filho, que demos o nome de Ângelo. Nosso amor fortaleceu ainda mais, cada dia que passava eu a amava com mais intensidade, e para completar nossa felicidade um ano depois do nascimento de Ângelo veio ao mundo nossa filha que demos o nome de Camila. Nossa felicidade agora estava completa.
O tempo foi passando e com muita luta fui conquistando um lugar ao sol. Levávamos uma vida tranqüila, tinha um bom emprego, ganhava razoavelmente bem, tínhamos uma bela casa e um bom carro, enfim, estávamos estabilizados financeiramente.
Minha esposa cada dia que passava ficava mais linda. Duas gestações não fizeram mal nenhum ao seu corpo, continuava perfeito, escultural, graças a muitas horas de malhação diária .
Fazíamos amor quase todos os dias, às vezes duas, até três vezes quando estávamos inspirados. E assim levávamos nossas vidas.
Certo dia, precisei ficar até mais tarde na empresa para uma reunião de negócios, pois iríamos fechar um grande contrato com uma multinacional, e de forma alguma podíamos perder aquela conta.
Liguei para minha esposa dizendo que chegaria bem mais tarde que o horário que estava acostumado a chegar e que não me esperasse para o jantar. Quando terminou a reunião já passava da meia noite, me despedi do pessoal peguei meu carro e no caminho de volta mesmo cansado ia pensando, nada como um bom banho e uma longa noite de amor com minha amada para relaxar e esquecer os estresses do dia que terminou.
Lembrei-me da carinha que ela fazia quando chegava ao orgasmo, seus gemidos de prazer naquela voz de veludo sussurrando no meu ouvido palavras desconexas cada vez que gozava. Quando estávamos saciados ficávamos coladinho um no outro trocando carícias por um longo tempo até que o sono chegasse.
Como estava ampliando a garagem de casa, pois queria fazer uma surpresa para minha esposa, no natal, ia presenteá-la com um carro, que era um dos sonhos dela que faltava realizar, então, a mesma estava cheia de materiais de construções espalhado pelo piso, por isso provisoriamente deixava meu carro em um estacionamento que ficava do lado da nossa casa.
Quando cheguei em casa, percebi que tinha algo de errado pois a lâmpada da garagem que ficava ligada a noite toda estava apagada, e a luz do nosso quarto estava acesa.
Sem fazer barulho fui me aproximando e ouvi algumas vozes que vinha do nosso quarto, achei estranho, pois eram vozes de homens misturado com uns gemidos abafados de uma voz que eu conhecia muito bem.
Meu coração disparou, a primeira coisa que veio na minha cabeça era que minha esposa estava me traindo. Será? Fiquei pensando comigo. Não podia acreditar! Tomei coragem, procurei um lugar que pudesse ver o que se passava no interior do quarto, e por uma fresta da janela pude ver com dificuldade minha esposa nua, de quatro na cama e um cara segurando seus cabelos, e com força fodia desesperadamente sua buceta por trás, não dava pra ver seu rosto, pois tinha outro cara na sua frente fodendo sua boca.
Fiquei paralisado não sei por quanto tempo, quando me recuperei do choque que tinha levado, olhei de novo pela fresta e a foda continuava lá dentro. Por um momento fiquei pensando no que iria fazer, meu coração parecia que ia sair pela boca. Senti o sangue ferver e na minha cabeça só um pensamento, há quanto tempo minha esposa me traía, numa atitude impensada, peguei um pedaço de ferro, o primeiro que vi pela frente tentei abrir a fechadura sem fazer barulho e dar o flagrante e acabar com aquela safadeza. Quando abri a porta e entrei, pude perceber realmente o que estava acontecendo.
Tinha outro cara na sala me esperando com uma arma apontada para mim. Mandou-me fechar a porta e disse:
- Não reaja se não morre, já pegamos o que queríamos, mostrando o cofre aberto que ficava na sala atrás de um quadro, ali guardávamos alguns dólares e as jóias da minha esposa, o marginal que estava com a arma na minha cabeça com desdém falava: - Ei patrão, fique na boa se não vocês morrem, meus companheiros só estão se divertindo um pouco com a gostosa da sua mulher.
– Porra patrão, tu tá comendo bem, heim? Sua putinha é muito da gostosa e foi me empurrando para o quarto. Chegando lá disse aos outros dois: - Adivinhem quem veio para o jantar e caíram na risada.
Todos eram altos e fortes, os dois que estavam fodendo a minha mulher eram morenos, e o que estava apontando a arma para mim era mais branco. Eles pararam quando entrei, pois tinham acabado de gozar.
Olhei para minha esposa, ela abaixou os olhos envergonhada e soluçava baixinho, a sua bundinha ainda estava cheia de porra que escorria por suas pernas, seus seios estavam todo vermelhos de tanto ser chupados por aqueles facínoras tarados, meu coração estava em brasa, arrependido de ter duvidado da sua fidelidade.
Ela olhou pra mim e me disse num fio de voz: - Me perdoe, eles ameaçaram matar as crianças se não fizesse o que eles queriam. Um deles disse: - Ei mano, você não se incomoda de agente dar uns tratos na sua patroa não é mesmo?
- Sabe patrão, estamos a perigo, faz cinco anos que não traçamos uma gostosa como esta, lá no casão só se comia cu de novato e algumas vagabunda que de vez em quando os manos arrumavam pra gente dar uma aliviada entende? - Mas eram todas umas arrombadas, não se compara com a bucetinha apertadinha da sua patroa.
Então disse a eles: - Vocês já conseguiram o que queriam, vão embora deixe a gente em paz eu nem vou dar queixa, não maltrate mais minha esposa!
O ladrão que estava atrás de mim disse: - Calma patrão eu ainda não me diverti com sua mulherzinha, agora é minha vez, passou a arma para seu parceiro, tirou do bolso um papelote de cocaína fez três carreira na penteadeira, pegou o tubo de uma caneta colocou no nariz e cheirou uma carreira como um alucinado, passou para o outro que repetiu o mesmo gesto.
Pegou a arma do amigo que estava me cuidando apontou para mim enquanto o outro cheirava sua carreira.
Olharam para minha esposa e disse: - Daí pirainha rica, pronta pra levar mais vara nessa bucetinha? E deram uma gargalhada.
Então o bandido que não tinha ainda fodido minha esposa abaixou a calça, tirou a cueca e uma rola enorme ainda meio mole balançava entre suas pernas, o pau do cara mesmo mole era bem maior que o meu, aliás todos eram bem dotados, mas o ultimo era descomunal.
O efeito da coca que cheiraram começou a fazer efeito pois não falavam coisa com coisa, um deles disse: - Agora você vai ver como se fode uma buceta. Aproximou da minha esposa, segurou-a pelos cabelos e disse: - Faz uma chupetinha bem gostosa sua vaca, daquelas que eu sei que tu sabes fazer.
Minha esposa tentou virar o rosto para o lado e levou uma bofetada, acho que doeu mais em mim no que nela, olhei pra ela e fiz sinal concordando. – Olha bem seu corno, veja como sua putinha esta gostando de chupar um cacete. O pau do bandido mal cabia na boquinha da minha esposa, o cara enfiava o cacete e puxava a cabeça dela de encontro a seu corpo tentando colocar aquilo tudo na boca dela, aquilo chegava até sua garganta ela se engasgava e ele nem aí, ele estava a sufocando, achei que ela ia vomitar.
O outro alisava seu pau que já estava duro, foi por trás da minha esposa levantou sua bundinha colocou o pau na entrada da sua buceta e atolou tudo de uma vez. Ela deu um grito e foi pra frente com a estocada que o cara deu e se afogou com a rola do outro que fodia desesperadamente sua boca, o cara que estava fudendo a buceta da minha mulher estava fora de si, cravava as unhas na bunda dela e metia com tanta força que se ouvia uns estalos quando o seu pau sumia dentro da sua vagina e seu saco batia na bundinha dela, logo o cara deu um berro e despejou um rio de porra na sua bucetinha que escorria pela suas pernas.
Após meu consentimento, minha esposa se soltou mais e pude perceber quando suas pernas tremeram denunciando que tinha gozado também.
Em momento algum eles chamavam seus parceiros pelo nome. O cara que fodia a boca da minha esposa tirou aquela tora da boca dela e disse: - Agora você vai levar um pau de verdade sua vagabunda, e olhando pra mim disse: - Está gostando de ver sua mulherzinha sendo enrrabada por homens de verdade seu corninho? Todos riram.
Depois arrastou minha mulher para o banheiro, não deu pra ver o que fizeram lá, mais não demoraram muito, logo voltaram. Minha mulher estava aparentemente tranqüila, o cara empurrou minha esposa na cama, abriu suas pernas, arreganhou a bucetinha dela e começou a chupar feito um louco. Minha mulher gemia de tesão, pois ele chupava forte os lábios da sua vagina. Aquela tortura durou uns 20 minutos, até que ele se deitou pegou ela pela cabeça e trouxe sua boca até seu pau para dar mais uma chupada.
Quando endureceu, tirou da boca dela ergueu suas pernas sobre seu ombro, pincelou aquela tora na entrada da sua buceta e foi enfiando devagar, aquilo ia arrebentando sua buceta conforme ia entrando, até que numa estocada mais forte enterrou tudo de uma vez, minha esposa gemia naquela rola gigantesca, aquele maníaco a dominava como se fosse seu brinquedinho, ele bombava com tanta vontade que parecia que ia desmontar minha mulher.
Confesso que estava excitado vendo minha esposa sendo fodida na minha frente e não podendo fazer nada. O cara continuava com aquele vai e vem frenético, às vezes ele tirava todo seu pau e empurrava de uma vez sem dó, só para vê-la gemendo na sua rola. O bandido tirou o pau da buceta da minha esposa, colocou ela de quatro e tornou a meter aquele cacete na sua bucetinha, que a essa altura já devia estar toda esfolada de tanto levar pau.
O bandido que estava me cuidando passou a arma para o outro que estava assistindo a foda do seu companheiro dando risada, e foi até a frente da minha esposa, pois o pau na boca dela e fê-la chupar, agora ela tinha um cara com uma rola descomunal na sua buceta e outro pau também avantajado na boca.
Não sei como ela estava agüentando tudo aquilo. O cara falava pra ela: -Chupa gostoso que logo você vai levar uma vara no cuzinho tá bem sua piranha?
- E ai patrãozinho, esta gostando de ver sua mulher sendo fodida? Há há há há !!! Quando o cara que estava fudendo minha mulher tirou seu pau para fora, ficou um rombo devido o tamanho do buraco que ficou na sua buceta.
O bandido então deitou de costa e fez minha mulher sentar em cima do seu pau e cavalgá-lo, ela se levantava e descia fazendo aquela vara sumir na sua bucetinha, o outro foi por trás dela abaixou seu corpo fez com que ela se inclinasse um pouco e começou a lamber seu cuzinho enquanto o outro metia fundo na sua buceta.
Ele cuspiu no seu cuzinho enfiou um dedo e fazia movimentos circulares para facilitar a penetração, o cara cuspiu de novo no seu pau e deu mais uma cuspida e encostou a cabeça do seu caralho no cuzinho dela, e olha que de tantos anos de casados só tínhamos feito sexo anal duas vezes, pois ela reclamava que doía muito, e o meu pau era bem menor que os paus dos bandidos.
Quando ela percebeu a intenção do bandido, ela se encolheu toda tentando desvencilhar, mas não conseguia porque o que estava com o pau atolado na sua buceta a segurava enquanto o outro tentava encaixar seu cacete no buraquinho do seu cuzinho e forçava a penetração.
Devagarzinho ia entrando, quando passou a cabeça ela deu um berro tão alto que se estivesse passando alguém na rua tinha escutado, e conforme ia entrando ela se debatia, mas não adiantava, pois cada vez o cara ia colocando mais no seu cuzinho. Ela implorava para parar, mas quanto mais ela se debatia mais o cara ia enfiando, até que sumiu o pau do cara no cu da minha mulher, tinha entrado até o talo.
Os bandidos riam e se divertiam com o sofrimento da minha mulher. O que estava atrás de mim vendo aquela cena toda estava excitado, e foi encostando-se a mim por trás e pude sentir seu pau duro roçar na minha bunda enquanto falava no meu ouvido:
-Esta gostando de ver sua mulherzinha levar vara seu corninho? - Que tal levar um pau no cu também heim? E esfregava com forca seu pau na minha bunda. Enquanto isso, minha mulher estava sendo arregaçada no cu e na buceta, já não gritava como antes, e recebia os dois caralhos com certa facilidade, minha esposa gemia gostoso enquanto os bandidos a fazia de sua escrava sexual.
Agora o cara que estava comendo seu cuzinho a castigava, tirando tudo e atolando até as bolas num ritmo alucinado, e o terceiro bandido assistia tudo esfregando seu pau na minha bunda com a arma na minha cabeça.
Em um momento que ele se distraiu, tentei tirar a arma das mãos dele me desequilibrei e cai, o bandido se recuperou e me deu uma coronhada na cabeça que fiquei meio zonzo, os que estavam fudendo minha mulher olharam e viram que estava tudo em ordem e continuaram castigando o cuzinho e a bucetinha dela .
- Então você quer dar uma de herói, seu corno filho da puta? Vai levar no cu para aprender.
Pegou-me pelos cabelos me abaixou até seu pau e disse aos berro: - Chupa meu pau filho da puta! - Chupa logo, se não vai apanhar na frente da sua putinha. Não tive alternativa se não obedecer, ajoelhado na sua frente foi enfiando o pau na minha boca, eu que nunca imaginava passar por essa experiência, pois jamais pensei que aconteceria isso comigo.
Comecei meio sem jeito a chupar o pau do bandido, que ainda estava sujo de porra pois acabava de gozar na buceta da minha esposa.
- Esta gostando viadinho? - O que você acha de estar chupando uma rola enquanto sua mulherzinha está fudendo com dois?
De repente, ouvi gemidos da minha esposa novamente, e o bandido que estava chupando seu pau segurou-me pelos cabelos e disse: - Olha seu corninho, o meu mano vai acabar com o cu da sua mulherzinha.
Quando olhei, os dois tinham trocado de posições o que estava comendo o cu da minha esposa passou a foder a buceta dela e o bandido que tinha um pau enorme e muito grosso tentava enfiar no cu da minha esposa, ela não ia agüentar aquele pau no rabo de jeito nenhum, ela se debatia para um lado para outro, até que o bandido pauzudo gritou:
- Quieta sua gostosa você vai levar meu pau no rabo quer queira quer não.
- Esta vendo corninho? - Depois é sua vez, e continuou forçando até que conseguiu encaixar a cabeça daquele mostrengo no cu da minha mulher, forçou a entrada mais não estava conseguindo, porque ela, era quase virgem no cu, mesmo tendo sido fodida no cu pelo outro marginal, não tinha como ela suportar aquela tora.
Minha esposa que até então só recebia carinho de mim todas as vezes que fazíamos amor, não passava de um mero objeto de prazer nas mãos daqueles facínoras.
Não via à hora de eles acabarem e irem embora. Por um momento o bandido do pau enorme desistiu de comer o cu da minha mulher e ficou me vendo chupar o pau do seu amigo, que a essa altura já estava duro que nem ferro.
Me fez levantar, tirar a roupa e mandou ficar de quatro em cima da cama ao lado da minha mulher. O que estava fodendo minha esposa bombava como louco sua buceta e gritou: - Eu vou gozar sua cadela! Quando estava para gozar tirou o pau da buceta dela e pois na minha boca soltando um jato de porra na minha garganta fiz ânsia de vomito e ele disse:
- Engole seu puto sinta o gosto da porra de um homem de verdade. Minha mulher olhava para mim com cara de estar gostando do que via, o que estava atrás de mim molhava meu cu com saliva e enfiava o dedo fazendo movimento para tentar facilitar a entrada, tirou um dedo e enfiou outros dois dedos, os outros marginais estavam cheirando mais uma carreira de cocaína.
Agora o que estava tentando me foder, deu uma cuspida no meu cu, enfiou o pau na buceta da minha mulher que estava toda melecada pela porra dos seus companheiro, tirou o pau da minha esposa e colocou na entrada do meu cu e foi empurrando... Confesso que nunca senti uma dor tão grande como aquela, a dor era insuportável, eu sentia que aquilo ia me estourando por dentro até que senti suas bolas batendo na minha bunda, minha mulher olhava para mim com uma carinha de pena mais não podia fazer nada, enquanto isso o cara me fodia pra valer cada estocada que ele dava chegava a escorrer lágrimas nos meus olhos.
- Olha o viadinho está gostando de tomar no cu disse o cara do pau enorme, e caíram na gargalhada, olhou pra minha esposa e disse: - Daqui a pouco é sua vez, não pense que desisti.
Senti que, o que estava me comendo aumentou o ritmo e pude sentir o jato de porra invadindo meu cu. Diminuiu o ritmo, tirou o pau fora, pois na minha boca e disse: – limpa meu pau viadinho, e suguei todo seu pau até que ficou totalmente limpo.
O outro do pau menor se aproximou por trás de mim e enfiou com tudo seu pau no meu cu, não senti tanto como da primeira vez, mas mesmo assim ainda doía. Enquanto um fodia meu cu, o do cacete enorme chegou e enfiou o pau na minha boca, e disse:
–Quero ver se você chupa melhor que a sua mulherzinha, aquilo ia até minha garganta e voltava, conforme ia chupando ia aumentando o tamanho daquele pau, era um absurdo de tão grande e já estava duro que nem ferro. Senti que o que estava me comendo estava pra gozar pois ele urrava enquanto castigava meu cu, senti suas unhas cravarem na minha bunda enquanto despejava sua porra no meu cu, quando ele tirou seu pau pra fora senti um alívio, sua porra escorria por minha bunda.
- Esta pronta para levar no cu agora cadela? Perguntou o do cacete enorme para minha esposa. Percebi que ela estava preocupada em receber aquela tora dentro do seu cuzinho.
O bandido do pau grande, pois minha esposa de quatro, apontou sua tora para seu buraquinho e foi forçando, minha esposa começou a gemer de dor novamente. O que estava me segurando me levou para os pés da cama de onde dava para ver o estrago que aquele pau ia fazer no cu da minha mulher.
Quando ele fazia força para entrar ela ia para frente para tentar escapar e o bandido não conseguia a penetração continuou assim por um bom tempo mais nada de conseguir, então ele mandou o seu comparsa segurar minha mulher para ela não fugir e forçou a entrada.
Minha mulher deu um berro quando passou a cabeça, o pausudo vendo o desespero dela, parou um pouco e pediu pra ela relaxar que logo era ela que ia pedir pra ele atolar tudo no seu cuzão agora todo arrombado.
Minha esposa já relaxada começou a mexer sua bunda devagar enquanto o bandido ia forçando a penetração aos pouco, aquele pau foi abrindo passagem e devagar ia estourando tudo que era prega que existia no cu da minha mulher, eu vendo um misto de dor e excitação estampado na sua cara, Já tinha entrado mais da metade daquela tora, minha esposa, gritava, se descabelava mais o bandido ia enfiando sem dó. - Não fale i que ia te estourar o cu cadela? Já entrou quase tudo não esta sentindo? - Olha bem para o cuzinho da sua patroa seu corno, depois disso ela nunca mais vai sentir seu pauzinho, nem na buceta e nem no cu hahahaha! O pau do bandido já estava todo no cu da minha mulher, quando ele começou o movimento de vai e vem dava para ver que o cu da minha esposa estava dilacerado.
Minha esposa de quatro agora recebia aquele colosso com certa tranqüilidade, já rebolava no pau do bandido, então ele mudou de posição, deitou minha esposa de costa levantou suas pernas e meteu o pau de uma vez na posição de frango assado.
Minha mulher agora gemia no pau do pauzudo enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas e fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher. Percebi que ela novamente gozava, pois seu corpo tremia enquanto ela de olhos fechados cravava as unhas na costa do bandido, minha mulher, gritava – Aaaiii!!! - Desculpe-me amor, mas estou gozaaannndo!!! –Uuuiiii!!! _ Que pauzão!! Mata-me de tanto gozaaarrr seu filho da puta!!!! O cara entre urros gozou alucinado no cuzinho da minha esposa enquanto os outros dois bandidos assistiam rindo do desempenho da minha mulher.
Quando ele acabou, pude ver o estrago que aquele cacete fez no cuzinho da minha esposa, ela nunca mais ia ser a mesma depois daquela noite.
Quando o bandido soltou as pernas da minha esposa elas caíram todas moles sobre a cama, minha mulher estava exausta. O bandido olhou para mim e disse: - Porra cara sua mulher é gostosa de mais, olhei para minha esposa e ela estava esparramada sobre a cama cansada de tanto levar vara.
Depois os bandidos tomaram banhos, vestiram suas roupas e antes de ir embora fez minha esposa cozinhar pra eles nua, não permitindo que ela se vestisse. Enquanto jantavam, cada vez que ela ia servi-los, eles passavam as mãos na sua bundinha como se fosse uma vagabunda.
Saciados, pegaram os dólares e reais que tinham roubado e deixaram as jóias da minha esposa dizendo que ela fez por merecê-las, e que geralmente eles não são acostumados a deixarem suas vítimas com vida.
Após saírem, abracei minha esposa e agradeci por ter salvado nossas vidas. Tomamos um banho e fomos pra cama, fiquei lembrando uma cena que ela gemia na rola do pauzudo e fiquei de pau duro, abri suas pernas chupei com gosto sua bucetinha agora toda arrombada, ela logo entrou no clima, pois não demorou e senti seu gozo na minha boca, subi em cima dela encaixei meu pau na sua bucetinha e atolei tudo de uma vez, meu pau entrava e saía com folga da sua buceta, logo gozei e ela pra me agradar fingiu um orgasmo, pois acho que nem estava sentindo meu pau dentro dela naquela noite.
Pensei que nossas fodas nunca mais seriam as mesmas, mas me enganei, pois nas outras vezes percebi que sua bucetinha voltou ao normal, só seu cuzinho ficou mais laceado, pra mim foi ótimo, pois em nossas transas ela sempre goza com meu pau no seu cuzinho.
Resolvemos não registrar queixa do roubo, mas outro dia lendo o jornal eu e minha esposa, vimos estampadas na capa as fotos dos três bandidos mortos em confronto com a polícia após um roubo a banco.
Se gostarem do conto faça seu comentário, e se possível de seu voto, abraço a todos.
Meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

 

Uma noite de puta em Coimbra

Eu tinha nessa noite aprazado para a uma da manhã um encontro com um dos meus habituais clientes. Rui o meu namoradinho de pilinha curta e hoje meu marido com vocação de corno manso, ficava sempre muito excitado quando me sabia ou me via fodendo com clientes ao ponto de molhar as cuecas, até porque os favores que eu disponibilizava aos outros poucas vezes lhos dava a ele, e nessa noite não foi excepção. Apesar das curtas dimensões o seu pendente teimava em permanecer incontrolado por sobre o fecho das calças, obrigando-o a puxar o mais possível o casaco a fim de procurar cobrir a zona pélvica, e estava farto de me pedir que fossemos ao menos até ao Jardim da Sereia e lhe tocasse uma punheta ou o deixasse aliviar-se nas minhas mamas pois os seus tomates dizia, iam rebentar só de imaginar-me dando para outro dali a poucas horas a troco de duas boas notas de mil. Rui já não despejava há mais de 15 dias mas mesmo assim neguei sua pretensão. Como sempre adorei humilhá-lo, e porque fazê-lo sempre foi para mim o melhor afrodisíaco antes de me entregar a outros homens, em especial na época em que o fazia por dinheiro, como ainda não eram dez e meia da noite e tinha de matar tempo pois não me apetecia tentar outro engate tratei de o conduzir ao Café A.., mesmo no centro de Coimbra. O café estava pouco frequentado, três ou quatro mesas apenas ocupadas mas numa delas achava-se a Tita, aluna universitária como eu e igualmente como eu deitando mão do mesmo recurso de alugar o corpo como meio de ganhar a vida. Ela estava com o namorado Pedro que tal como o Rui aceitava bem a profissão da namorada.

Beijámo-nos e sentámo-nos na mesma mesa. A Tita acabara de transar com um cliente e viera encontrar-se ali com o Pedro. Sem papas na língua dizia ter ainda a calcinha ensopada com a langonha da última foda pois estávamos nos anos 80 e em Portugal mesmo no mundo da prostituição a camisinha ainda não entrara muito. Eu comentei que tinha uma queca marcada para a uma da manhã com F... A nossa conversa excitou mais meu meia pila levando-o a esfregar sua perna na minha perna nua, por baixo da mesa. Seu caralhinho estava agora enchumadíssimo como eu dando-lhe uma olhadela logo vi. Não me admirava nada que dali a instantes o fecho das calças rebentasse e uma chuva de esporra quentinha jorrasse daquela cabecinha pequenina, não circuncidada. Pedro aceitava que a Tita fosse puta para custear os estudos mas não se excitava com isso, mas como a tara do meu machinho fosse de todos eles conhecida, bem como o pouco tamanho do seu pilau, e como me queria igualmente excitar ao máximo antes de me entregar ao cliente dessa noite, não me contive que não chamasse a atenção dos dois para o estado que a nossa conversa estava provocando nele:

- Caramba Rui, basta-te saber que estou esperando cliente para me montar e já não consegues conter o caralho dentro das calças. Por isso é que andas sempre com as cuecas molhadas de leitinho.

A Tita e o Pedro riram-se fazendo o Rui corar e a cruzar as pernas, dizendo que andava com o caralho pingando constantemente por eu ser uma puta mais interessada em satisfazer os outros por dinheiro do que a ele por amor. Respondi-lhe que não podendo desperdiçar as energias com todos, tinha de estabelecer prioridades e estas tinham de ser para quem me dava a vida a ganhar.

- E além disso, Ruizinho meu amor – concluí-lhe – se não fosse eu uma puta quem te iria manter vivos esse lindo par de cornos que trazes na testa, graças ao qual tantas punhetas gostosas tens esgalhado?

Pedro tinha um certo desprezo por Rui por este gostar de ser corno e de satisfazer seu apetite sexual quase exclusivamente à base das esfoladelas manuais. Por isso juntou-se a nós rindo com gosto e ajudando a escarnecer dele. Não falávamos alto mas duas ou três mesas ao nosso lado achava-se um sujeito com aspecto de ainda não ter chegado aos 50 anos mas lá perto, entroncado e de mãos largas e grossas. Coimbra não é uma grande cidade e nós já o víramos antes, inclusivamente naquele café embora fosse muito raro. Eu estava vestida algo provocante, com a minha perna grossinha descoberta até à coxa sempre que a cruzava, pois a mini – saia de ganga que vestia era bem curtinha o que já me valera escutar uns piropos na rua e os olhares dos poucos clientes e dos empregados da casa, que aliás também já conheciam minha má fama de gingeira. Ao cruzar a perna era claramente visível a calcinha branca, muito justa cobrindo-me os contornos das duas entradas, e nos pés calçava umas botas até aos joelhos, pretas. Sabia que o cliente com o qual me iria encontrar à uma gostava de me ver assim e por isso produzira-me mas apercebera-me que a minha imagem e o teor das nossas palavras também estavam despertando o tesão do cliente solitário.

Como disse, não entrei ali com o Rui pensando em engates mas ao ver o interesse daquele sujeito na minha figura confesso que nasceu em mim, como tantas vezes aconteceu, o imediato interesse em foder com ele, nem que fosse de graça. Não porque o achasse super excitante mas porque a ideia de proporcionar ao Rui um par de cornos extra para além daquele que ele já sabia ir apanhar, me pareceu o supra-sumo em termos de humilhação. Tratei assim de continuar a fazer reparos mas já propositadamente para o 5º elemento ouvir, sobre a tara de Rui e sobre a facilidade como o leitinho lhe saía das bolinhas sempre que me sabia estar eu de pernas abertas na pensão de putas da baixinha, ou no banco de trás de um carro no Choupal, e que lhe dava até mais tesão ver-me fodendo com outros homens do que quando se punha em mim.

- Também com uma pilinha assim tão pequenina não admira – reconhecia eu em jeitos de compreensiva – quem não é muito abonado para o acto gosta mais de se consolar à mão, como os rapazinhos, e satisfaz-se mais com as trepadas dos outros do que com as que dá. O Rui gosta tanto de me saber fodendo com outros homens que ultimamente está sempre disposto a fazer-me minetes quando acabo de foder e ainda trago a brecha bem untada com esporra alheia. E nunca nenhuns minetes me sabem tão bem como os que me faz nessas alturas, confesso-vos. Mas é por isso que o amo tanto, apesar de ter a pila e os tomatinhos mais pequenos que já vi.

Os dois não lhe conheciam esta tara de lambedor das ejaculações que os outros me deixavam e pela expressão percebi que ambos a acharam repugnante, embora a Tita tivesse comentado que se o Pedro tivesse a mesma mania ela não teria a pachacha tão pegajosa como trazia naquele momento, o que levou o namorado logo a afirmar que nunca lhe lamberia a parreca com o gosto da esporra de outros.

- Isso é coisa de paneleiros, ou de quem tem a piça frouxa – exclamou com nojo como eu pretendia. Apesar de ir humilhando Rui com tais reparos ia-o beijando na boca e passando-lhe a mão discretamente sobre o volume do fecho das calças pelo que devido ao meu comportamento o caralhinho de Rui não baixava e eu sabia-o controlando-se para não se esporrar todo ali como já acontecera pouco depois de começarmos a namorar, com umas carícias mais ousadas que então lhe fiz. O facto de estarmos sendo escutados e espiados pelo indivíduo da mesa próxima fez Rui ficar mais excitado pois sem procurar disfarçar a sua tara assumiu o que esperava de mim daquela noite: nem mais nem menos que o deixasse esperar na porta da pensão de putas da baixinha que o cliente me aviasse para me conduzir a casa e lhe tocasse então a punheta que nessa noite me recusara sempre fazer. Afinal sendo ele um punhetas como eu dizia, e sendo eu a sua namorada puta que o amava não lhe devia negar a sua fonte de diversão.

- A rua é pública, meu querido meia pila – respondi-lhe – por isso podes esperar onde quiseres enquanto eu estiver a foder. E se quiseres ganhar tempo, se achares que estou demorando muito sempre a podes ir tocando à mão.

Rui disse-me não achar piada nenhuma desde que andava comigo punhetear-se sem a minha presença e levantou-se para ir à casa de banho. Sabia que na esperança de eu lhe tocar uma punheta nunca o pilinhas se masturbaria na casa de banho mas mesmo assim não duvidava que Rui não resistiria enquanto mijava de dar uma esfregadela na pilinha com a mão para a aquecer como ele dizia até à hora de lha tocar eu, pelo que não resisti a dizer-lhe que não se esquecesse que mais de duas sacudidelas é considerado pecado de adolescente, e o que fizesse agora na casa de banho não lhe faria eu depois, o que fez os clientes de outras mesas rirem-se pois o meu comentário fez com que todos se voltassem para nós e lhe vissem o chumaço da bilharda.

Aquilo era mesmo conversa de putas como todos no café se aperceberam e quando Rui entrou na casa de banho logo o sujeito lhe seguiu no encalço. Contou-me pouco depois que estava a mijar no urinol de parede preparando-se de facto para dar umas alisadelas com a mão no pilau teso embora sem intenção de lhe extrair o sumo dos tomates, quando o sujeito chegou. Tirou a piça antes mesmo de chegar ao urinol, e tal como a do Rui esta também estava tesa, só que muito maior e mais grossa do que a dele, a aba totalmente puxada para trás de onde emergia uma cabeçorra vermelha e húmida. O sujeito deu uma espreitadela para o urinol onde Rui mijava o que o fez sentir-se constrangido.

- Era só para confirmar se tens de facto a piça tão curta como a tua namorada dizia – disse-lhe como se fosse natural os homens compararem-se as piças entre si. - Vejo que é verdade. Assim como deve ser verdade seres um punheteiro embora a tua namorada não pareça nada difícil de montar, pois não? Pelo menos parece-me que te estavas preparando para tocar ao bicho, não estavas, enquanto a puta está com a cona aos saltos porque daqui a bocado vai foder com outro, não é assim?

Rui respondeu-lhe não estar pensando tocar ao bicho pois estava contando que eu lho fizesse mais logo como ele devia ter percebido se ouvira bem a conversa.

- Depois dela foder com outro não é? Muito bem a questão é esta: a tua amiga gordinha com aquela coxinha deliciosa e rechonchuda estaria disposta a fazer um biscate extra enquanto espera pelo próximo cliente? Estou de carro, não me importaria de a levar à tal pensão e voltar a trazê-la antes da hora do próximo encontro. Agora quero saber o que ela está disposta a fazer. A tua namorada só dá o pito ou também faz umas chupadelas no caralho de um homem.

Rui nunca ganhou dinheiro com as fodas remuneradas que eu dava com outros embora me tenha muitas vezes servido de chulo. E nessa noite, fosse para se vingar da humilhação que lhe fizera passar e chamara a atenção do sujeito, ou fosse para demonstrar ao outro que apesar de tudo ainda tinha algum ascendente sobre mim, volveu-lhe que isso dependia do dinheiro que estivesse disposto a pagar mas que por mil escudos mais o preço do quarto conseguia convencer-me a fazer-lhe um bochecho – e a puta mama como ninguém, garantiu-lhe Rui- e a abrir-lhe as pernas. Foi um mau negócio pois o cliente seguinte ia pagar o dobro pelos mesmos serviços mas como lhes disse eu ficara a fim de deixar meu namoradinho super entesado pelo que não pus qualquer objecção ao preço. Saí com o novo cliente ao mesmo tempo que a Tita e o Pedro também saíram, a primeira pretextando necessidade de lavar o leitinho que ainda lhe impregnava as partes e a calcinha. O sujeito negou-se a levar o Rui connosco no carro embora este ainda mais excitado com aquela foda extra que eu ia levar e com a bilharda sempre pulando de tesão, se tivesse insinuado para ir connosco e esperar por nós na rua, pelo que depois de lhe ter pedido que anotasse a matrícula do carro por uma questão de precaução lhe mandei aguardar no café a nossa vinda, no máximo dentro de uma hora.

A pensão para onde o levei era uma pensão minha conhecida vivendo do comércio das putas e dos quartos à hora alugados a casais irregulares como era o nosso caso e o quase cinquentão optou por alugar um dos mais baratos, sem casa de banho, apenas com um bidé amovível onde nos lavámos. Tirei a calcinha e baixei a mini – saia depois de ter recebido o pagamento combinado e lavei a parreca. Em seguida nua da cintura para baixo ouvi-o dizer-me:

- Baixa-me as calças e lava-me a piça e os colhôes, apetitosa gordinha.

Aquilo não fazia parte do acordo mas como não me custava nada fazer-lho obedeci-lhe. Seu caralho era gigantesco embora não circuncidado como sucede com o de muitos homens do meu País pois no passado próximo a circuncisão não era uma operação a que fossem submetidos muitos meninos, embora só se tivesse começado a insuflar quando lhe comecei a passar a mão e a esfregá-lo com água e sabão. Mas então que grossura apresentou e como as veias eivadas de tesão se lhe desenharam ao longo de todo o cavername. Que visão sublime de piça. Nunca o meu namoradinho submisso e masoquista seria capaz de me exibir assim a sua naquela demonstração de força masculina. Apertei-a pois gosto de sentir um caralho de macho em todo o seu vigor nas palmas da mão antes dele me ser enfiado na racha, tentei torcê-lo um pouco para o magoar ligeiramente pois sabia que mesmo numa cona aberta de puta como a minha ele me faria gemer bastante e por isso apetecia-me fazê-lo sentir alguma dor, mas a força do seu tesão era tanto que ele nem vergou. Parecia um ferro. Tal como eu gosto.

- De que estás esperando para me fazeres um gargarejo, puta gostosa? – perguntou-me – Nos 1000 escudos que te paguei já inclui o preço do broche que me vais fazer.

Eu sabia disso. Acariciando-lhe os colhões trinquei-os docemente, sorvi-os, punheteei-o, puxei-lhe o prepúcio para trás como faço sempre se o parceiro não é circuncidado, beijei-lhe com a língua a gretazinha da cabeça do caralho, provei-lhe as primeiras gotas salgadas e mornas de langonha que dela saíram, antes de o abocanhar e o começar a chupar, umas vezes vorazmente outras mais calmamente. Ao contrário da Tita e de outras colegas que se prostituíram comigo foi sempre a coisa que menos me costumou a fazer como puta, chupar caralhos e isso notava-se no meu desempenho pois o sujeito gemia de prazer com a minha mamada.

- Ahh, boquinha gostosa - reconhecia – razão tinha o cornudo do teu amiguinho dizendo que chupas como ninguém. Aposto que estás habituada a fazeres os clientes virem-se na tua boca para não terem tesão para o segundo prato mas comigo estás enganada, que não é na tua boca que vou despejar a esporra que trago nos colhões.

Com efeito fiz muitos clientes esporrarem-se durante os meus broches, em especial clientes jovens sem experiencia sexual que dessa forma pagavam dois serviços e por inépcia acabavam usufruindo só de um. Não foi o caso deste. Seu caralho apresentava a ponta bem melada de líquido seminal mas não parecia disposto a vir-se. Quando diminuía o ritmo da minha mamada ele passava a foder-me a boca introduzindo-me o cacete bem fundo na minha garganta. Como estivesse ajoelhada e ele de pé não tardou que suas mãos me abrissem a blusa expondo minhas mamocas empinadas, apalpando-mas e apertando-me os bicos como eu tanto gosto. Minha vagina começou então pingando sumo algo que não me acontecia com frequência quando estava com clientes.

- Ah – dizia ele – que mamonas boas e duras tens aqui. Empinadas como estão deves estar cheia de tesão. Vê- se logo porque és puta. Uma picinha como a do teu namorado por mais tesa que esteja não consegue satisfazer o desejo de uma puta gostosa como tu e por isso dás a outros, não é? Vamos põe-te de quatro em cima da cama que quero esfregar a piça na tua cona que tanto faz suspirar o teu machinho punheteiro.

Como aquelas palavras me deixavam doida de tesão. Sempre gostei de ser xingada e abusada por um macho potente, de piça enorme e ele quando se posicionou por trás de mim e me mandou apertar bem as coxas enquanto o seu membro viril era introduzido todo peganhoso mesmo junto à entrada da minha racha feminina, notou como eu estava lubrificada.

- Estás tão húmida que até me pingas para a piça – comentou dando-me duas tapas na bunda – Nunca vi uma puta com a cona tão quente mas nem penses que te vou meter o sarrafo nela. Vais-me desaleitar os colhões mas da forma que eu quiser que para isso te pago, ouviste bem?

Apesar da atracção que aquele bacamarte exercia sobre mim não sei se fiquei desiludida se contente por saber que ele não me ia meter aquilo depois de ter desembolsado 1000 escudos para estar comigo no quarto. Afinal de contas, mesmo sendo puta e estando habituada a foder com mais de um homem por vezes com poucos momentos de intervalo, dentro de pouco mais de uma hora teria de abrir as pernas a outro macho quase tão abonado como aquele, e já cliente habitual que de certeza não ficaria tão bem servido com o meu corpo se aquele me desse o tratamento completo. O fulano ficou então esfregando o piçalho na entrada da minha rata e dos meus lábios vaginais misturando o seu suco com o meu enquanto eu comprimia as coxas o mais que podia como ele mandava, apertando-lhe o cacete no meio delas.

- Isso, aperta-me bem o caralho que eu nunca vou ao pito a nenhuma puta – suas mãos sobre o meu peito voltavam a apertar-me as mamas despertando-me um conjunto de sensações deliciosas – não é seguro enfiar a piça numa cona de puta usada por muitos. Vais-me ordenhar os colhões mas não vai ser com o pito. Até porque de certeza me consegues dar um buraquinho mais apertado juntando as coxas do que abrindo-me as pernas – e o seu caralho roçava-se todo na minha coninha, entrando e saindo pelas minhas coxas como se me estivesse comendo por trás - Gostas do sabor do leitinho que sai dos colhões de um homem com tesão, não gostas putazinha gorda? Pois gostas, todas as putas gostam. Pois então vais-me chupar o caralho novamente que o trago cheio dele.

Nem pensei em exigir um pagamento extra pois o combinado fora um broche, não dois. Como uma puta boa samaritana deixei que ele se pusesse em cima de mim, já minha roupa estava toda no chão, e sentado sobre a minha cara voltei a lamber-lhe os bagos e o chourição teso, vermelho e húmido. O tempo estava-se acabando mas o sacana antes de desaguar seu tesão ainda me esfregou o caralho mas mamas, batendo-me com ele ora na face ora nos mamilos, o que me levou a protestar pois não queria aparecer com as mãos impregnadas de esporra quando me apresentasse ao cliente seguinte, e naquele quarto por sovinice sua não tinha onde tomar banho. Mas ele não me ligou nenhuma antes me mandou lavar as mamas no mesmo bidé onde lavava a cona e o cu. Pensei estar a referir-se ao bidé amovível onde nos laváramos mas no final compreendi que sua intenção era outra.

O meu inesperado cliente não quis gozar nos meus peitões. Embora não gostasse de meter em pito de puta gostava e muito, pelos vistos, de esfregar o caralho em tal buraco pois depois de bem chupado mandou-me deitar e costas e levantar as pernas em direcção da cabeça, juntou-as e prendeu-as pelos tornozelos com uma das mãos fortes, após o que deitando-se com suas coxas sobre as minhas nádegas, pousou-o sobre aquele.

- Coxinhas apertadas, vagabunda – voltou a exigir – bem apertadinhas como se estivesse metendo no buraquinho de uma donzela virgem.

Pelos vistos a sua fantasia era aquela: simular estar comendo uma coninha de donzela nas coxas de uma puta como eu. Apertei-as novamente, seus tomates enormes ficaram mesmo pousados sobre minhas nádegas roliças, enquanto o seu caralho gigantesco e suado assentava por inteiro sobre a entrada vertical da minha vagina, coçando-a toda como se quisesse entrar.

- Mexe essas coxas, linda megera como se estivesse fodendo a sério e sentindo a minha piça comendo-te o pito.

Bom, puta não é muito de se mexer na hora do sexo, esse trabalho fica por conta do cliente, mas aquilo nada tinha já a ver com uma relação profissional embora eu já tivesse arrecadado o respectivo pagamento. Imprimi portanto às minhas coxas e ancas os movimentos do coito e ao fazê-lo a cabeça da piça dele subia pelos meus pentelhos acima, esfregando-se-me na barriga e deixando-lhe um rasto de esperma, batia-me no umbigo até baixar novamente e se posicionar de novo na greta parideira. Uma, duas. Muitas vezes. Parecia mesmo estarmos transando. E embora não estivéssemos o prazer que aquilo me dava era quase o mesmo. Afinal não há melhor combinação do que um caralho teso e uma vagina húmida e quente independentemente do que se fizer com ambos.

- Ah grande puta que me espremes todo o leitinho que trago nos colhões – urrou. Ele a acabar de dizer aquilo e eu a sentir o primeiro jacto quente de esperma cuspindo-me na barriga, mesmo por baixo do umbigo. O sujeito ainda se tentou segurar mas a pressão da esporra querendo sair era demais. Meia dúzia ou mais de jactos vigorosos seguiram-se a esse primeiro molhando-me os pentelhos e a vagina enquanto eu abrindo agora as coxas com a ajuda da mão tentava-lhe extrair o resto da langonha. A última esguichadela foi-me cuspida para a boca pois o dono daquele pau mandando-me abrir as coxas acercou-se da minha boca, mandou-ma abrir e enquanto eu o punheteava soltou dentro dela os últimos jactos do seu gozo, até ficar com a piroca murcha e flácida. Mas que suspiro de satisfação ele soltou quando o acabei de punhetear

- Lava-me agora a piça – pediu – dou-te mais 100 escudos se me lavares a piça.

Lavar a piça aos clientes não fazia habitualmente parte das minhas funções de menina da má vida mas já lho fizera quando chegáramos e por mais aquele dinheiro acedi. Quando acabei de lha lavar e me preparava para fazer o mesmo o sujeito fez-me outra proposta comercial.

- Ouvi-te dizer há bocado no café que o teu namoradinho gosta muito de te lamber a cona quando a trazes bem melada com a esporra de outros machos. Dou-te mais 500 paus se me deixares assistir a tal minete. 200 escudos agora e o resto no final do minete. Ou não o consegues convencer a lamber-te na minha frente?

Claro que conseguia. Rui era o meu brinquedinho, o escravo que sempre fez tudo o que lhe mandei, ainda para mais tratando-se de putedo. Assim sem remover a langonha que me cobria as mamas e as demais partes íntimas vesti-me e saí com ele novamente em direcção ao A.. Rui estava fechado na casa de banho coçando certamente o pilau com as mãos pois a nossa demora devia-o estar fazendo subir pelas paredes de tanto tesão reprimido. Mas não se masturbara pois o volume nas suas calças não diminuíra.

- O que estavas fazendo na casa de banho, meu meia piça? – perguntei-lhe - A brincar com a mão como os rapazinhos virgens como sempre, não é? Estás com sorte hoje pois vou dar-te uma coisa de que gostas muito.

Tal como imaginava o meu corninho imaginou logo que lhe ia conceder outro tipo de favores.

- Vais-me já tocar uma segóvia, Sandrinha querida?

- Só pensas nisso. Claro que não. Disse-te que isso só depois de estar com F…Tenho as mamas e a rata todas cobertas de esporra e quero que me passes a língua nelas pois não posso aparecer assim a F….E como machinho submisso que és vai fazê-lo na frente de uma testemunha que nunca viu um homem fazendo tal coisa a uma mulher.

Rui não ficou nada atrapalhado com a minha ordem. Afinal o outro já lhe vira a piça no urinol e uma vez sabendo-o tão diminuído de material genital tudo o mais não lhe causava qualquer incómodo. O meu cliente conduziu-nos então a meu pedido para o Jardim dos Arcos pois já era quase meia noite e meia e a hora do encontro seguinte aproximava-se. Estacionámos junto a uma das colunas e tratei logo de exigir o resto do pagamento. Queria muito que Rui soubesse que o seu minete, além do prazer que me iria causar pois meu actual marido é um bom focinheiro, ainda me iria fazer ganhar mais um pagamento extra.

Quero que baixes as calças enquanto lhe fazes o minete, ouviste bem ò meia piça? – fez-lhe notar o individuo passando-me o dinheiro para as mãos. – E tu putazinha, baixas a calcinha e tiras as mamas. Quero que o teu corno lamba bem a esporra que te deixei nelas.

Ele saiu então, eu estendi-me no assento de trás, com a mini saia e a calcinha para baixo, as pernas abertas e a blusa para cima com os marmelos de fora, o carro encostado ao muro para não sermos vistos por quem passasse da rua. Rui ajoelhou-se do lado de fora, baixou as calças, pingos de esporra escorriam-lhe do caralho miudinho e teso e começou a lamber-me começando pelos bicos das mamas.

- Quero tudo bem lambido, machinho – avisou o dono do carro sentado no muro e preparando-se para assistir a tudo, atentamente – já passei o dinheiro à tua amiga mas ainda estou a tempo de recuperá-lo se não tiveres um bom desempenho.

Mas não havia perigo de tal coisa acontecer. Rui gostava de me fazer um bom minete ainda para mais trazendo as bolinhas cheias, e na presença de mirones, por isso fez-me um notável minete como há muito não me fazia. Eu é claro não parava de lhe estimular o desempenho.

- Isso, muito bem meu pilinha anã; lambe-me bem as mamas e a crica que as trago cobertas daquele leitinho que tu gostas tanto de provar. Lambe-me bem que esse leitinho que devia ser todo despejado na minha rata ficou guardado para ti, meu querido focinheiro. Lambe tudo muito bem que ainda está quentinho como o meu leitãozinho gosta.

Oh, e como eu ainda hoje gosto de lhe sentir a língua áspera lambendo-me os biquinhos, seus dentes mordendo-me docemente nos mamilos, seus lábios escarafunchando cada um dos rebordos interiores dos meus lábios e da minha vulva. Puxava-lhe os cabelos, conduzia sua cabeça de encontro às minhas partes, obrigava-o a chafurdar com o nariz e a boca no meio das minhas mamas e da minha coninha debochada até Rui me remover todos os vestígios de esporra já meio seca que o outro me deixara. Enquanto o fazia deixei que meus pés lhe subissem pelas bolinhas e pela pilinha tesa, apertei-lhe o saco com os calcanhares o que levou Rui a intensificar os movimentos do seu minete e me fez vir copiosamente ao fim de pouco tempo. Rui apreciou tal facto pois junto com os sucos do outro engoliu gostosamente os meus embora quase se engasgasse.

- És mesmo uma boa puta, gordinha – reconheceu o sujeito satisfeito com tal demonstração de submissão – e tu ó pilinhas, se não és um paneleiro que é o que são todos os homens que lambem esporra dos outros, és pelo menos um grande porco, não hajam dúvidas. Querem que os leve de volta ao café onde vos peguei?

Disse-lhe que não pois era ali que me ficara de encontrar com o cliente agendado para essa noite pelo que com os tomates bem aliviados o estranho abalou.

- Sandrinha minha querida – pediu-me o Rui insistentemente com voz de súplica e um olhar de cão abandonado – não é justo. Fartaste—te de gozar também graças à minha língua e eu ainda estou a seco. Podias-me ao menos tocar-me uma punheta enquanto F.. não chega.

- Não insistas – respondi-lhe -. Não vou agora pôr-me aqui a tocar-te ao badalo quando não tarda tenho de estar a postos para despejar outro par de tomatões. E que por sinal paga-me muito bem para isso.

De facto não ficamos ali muito tempo na espera pois nem 5 minutos após o cliente de quem estávamos falando chegara e o máximo que Rui conseguiu de mim foi que intercedesse no sentido deste lhe dar boleia até à pensão onde acabara de sair pouco antes e onde ia agora foder com este e onde Rui de pau feito e esperançado na punheta que lhe ia permitir dormir durante a noite com os tomates muito mais aliviados me esperaria na rua que nós terminássemos, embora soubesse que iríamos demorar F.. como nos conhecia a ambos aceitou levá-lo connosco no carro até à pensão embora dissesse logo que não o deixaria subir para o nosso quarto o que defraudou um pouco as expectativas do Rui pois depois de tudo o que se passara e do minete que me fizera, e enquanto aguardava pela punheta que esperava eu lhe fizesse, ver-me com outro seria para ele uma óptima maneira de preencher o tempo. Assim teve de se contentar em ficar pacientemente ao frio na rua, andando para trás e para a frente, de caralho insuflado imaginando-nos na cama, enquanto nós fodíamos muito mais entesados só por o sabermos naquele estado. F.. era um cliente especial, quando contratava os meus favores pagando o que pagava era sem pressas que gostava de me comer pelo que Rui aguardou por mim mais de duas horas sem arredar pé da rua. Não resistimos no intervalo das nossas trepadas e dos broches que lhe fiz de espreitarmos à janela do quarto só para apreciarmos a sua figura de namorado corno, obediente e submisso.

- O que faz o amor – comentou F sentado no parapeito da janela enquanto eu lhe dava mais uma mamadela.

- Ou as taras de cada um – comentei tirando-lhe a piça da boca.

Que segundo banho de esperma levei só que desta vez no canal tradicional. Vim-me como me vinha sempre que fodia com F.. Apetecia-me tudo menos aliviar o namoradinho, mesmo com uma simples punheta.

- Queres que te leve e ao teu namorado para cima ? perguntou-me F…quando se veio e nos lavámos, pois sabia bem onde eu morava.

- Não – respondi-lhe – Dá-me boleia a mim para casa. O Rui pode muito bem ir a pé.

- Então não lhe vais tocar a tal punheta que lhe prometeste quando eu te tivesse aviado? – quis saber, rindo-se, pois durante as duas horas no quarto contara-lhe o que se passara.

- De maneira alguma. Há bocado ele negociou-me sem meu consentimento e por isso não me parece merecer que lhe toque uma punheta nos próximos dias.

E foi isso que lhe disse quando saímos da pensão e na frente de F..

- Rui não tivesses tanta pressa em ver-me ir foder com outro e pelo menos vinhas falar comigo antes de negociares o preço do meu corpo sem meu consentimento. Nas próximas duas semanas não te concedo nenhum favor sexual nem te autorizo nenhum tipo de alívio. Se me aperceber que neste espaço de tempo verteste uma gota que seja dos tomates nunca mais te falo, nem me voltas a lamber a pássara com o produto da ordenha dos outros

Não, isso é que não. Estou certa que Rui preferia perder a força na verga ou os bagos do que deixar de acompanhar esta puta nas suas incursões, de a ver subindo com clientes para as pensões baratas da baixinha coimbrã, e de como supremo prémio ter, se não o gozo mais raro de uma espanhola ou de uma punheta, pelo menos o deleite de lhe fazer um minete na cona conspurcada. Por isso nessa noite foi a pé e apesar do tesão que o devorava tenho a certeza que nunca se aliviou durante todo o tempo que lhe impus. Pelo menos sua pila andou sempre insuflada nessas duas semanas como eu passando-lhe a mão, várias vezes ao dia, pude assegurar.

SANDRA

Esposa dedicada ajudou a promover o marido

Agora estou com muita raiva ! Meu marido contou a piada do médico japonês que receitou um remédio que deixa toda mulher contente, dócil e obediente. E que o nome do remédio é Taron, ele disse que é o Taron de cheques e caiu na gargalhada, e foi trabalhar sem nem me dar um beijo de despedida. Isso me deixou muito brava, tratando as mulheres como mercenárias .... ainda mais eu !!! Se ele soubesse que só tem cargo de diretor na empresa graças a mim !!. Fiquei tão furiosa, que para tentar me acalmar, liguei meu computador comecei a viajar pela internet e encontrei esse site de confissões eletrônicas onde as pessoas põe para fora tudo que fica remoendo por dentro. Pois bem, até hoje guardei segredo, mas depois do que acabou de acontecer, quero extravasar, para poder me acalmar e também para tranqüilizar minha consciência. Meu marido hoje com 34 anos, é diretor de uma grande empresa e é o mais jovem diretor. Com 30 anos era gerente de divisão e respondia diretamente ao filho do dono, que o tratava com carinho especial, ele sempre me contava que o filho do manda chuva, o Dr. Andrade, com 45 anos na época e futuro sucessor do pai, sempre o defendia e o protegia e com isso eu me sentia muito grata a ele, mesmo sem o conhecê-lo.
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A primeira vez que conheci o chefe dele, foi no casamento da filha, meu marido foi o único gerente a ser convidado. Fui com um vestido que meu marido me dera no aniversário. O vestido era justo da cintura para cima, realçando os seios, e o decote deixando ver o sulco entre eles, mais uma cinta para marcar a cinturinha e a parte de baixo até quase os joelhos, com meia e sapato lindo de saltinho, segundo meu marido eu iria ofuscar a noiva !
Tenho 1.62m e 49 Kg, como sou descendente de espanhóis, tenho o corpo típico das espanholas, magra, com bumbum arrebitado e seios grandes. Meu marido diz que quem viu uma espanhola, viu todas, pois todas são iguais, e acho que tem razão, pelo menos minha mãe, minhas tias e minhas primas são todas assim. Na igreja, ao cumprimentar os noivos ele me apresentou o Dr. Andrade, seu chefe, e notei que ele me olhou de cima a baixo. Ele é um homem muito atraente, lindo e charmoso, alto, parece o ator Antônio Fagundes (porém mais magro), inclusive com alguns cabelos grisalhos, alto, forte, corpo de atleta. Na festa da recepção, ele veio até nossa mesa e ficou conversando longamente conosco, mandou que eu parasse de chamar de Dr. Andrade e que para os amigos ele era apenas o Andrade. Ele me convidou a ir ao escritório da empresa, para conhecer a sala do mais competente gerente, que era meu marido.
Ele era adorável, simpático, bonitão, bem falante, divertido. Me fez prometer que quando fosse visitá-lo no escritório, iria à sala dele tomar um cafezinho. A esposa dele ao contrário, era arrogante, narizinho empinado, só sabia falar de viagens ao exterior, restaurantes desse ou daquele país, todos só ficavam ouvindo por ser a esposa do chefe, devia pesar mais de 100 quilos, apesar de ter minha altura, e exibia muitas jóias caras nos dedos e no pescoço, roupa sofisticada, provavelmente de grandes costureiros.
Um dia, meu marido estava na filial de Curitiba e me ligou pedindo que eu procurasse um relatório dentro da pasta dele e que o Dr. Andrade estava precisando urgente e não poderia esperar até o dia seguinte, pois o avião dele só chegaria a São Paulo, em Congonhas as 18H, e perguntou se eu poderia levar imediatamente até o escritório. Quando percebi o desespero dele, me ofereci para levar o documento ao escritório. Coloquei uma saia justa preta, blusa de malha colante branca manga curta que realçava minha cinturinha fina e meus seios grandes, sapatinho preto de salto, e uma linda bolsa. Olhei no espelho e a imagem refletida me fez sentir bem, blusa modelando meu corpo em cima, embaixo a saia justa até passar os quadris e mais solta daí para baixo até os joelhos, daí para baixo um par de pernas brancas finas completada com um sapatinho de laços lindo. Parecia uma executiva a caminho do serviço! Tomei um taxi e chegando ao escritório, fui mandada direto para a sala do Dr. Andrade que já me esperava, pois meu marido já o tinha informado que eu mesma iria levar o documento. Como sabia que o documento era urgente, imaginei em apenas entrar, cumprimentá-lo entregar e sair. Ele apesar dos inúmeros afazeres, me dispensou toda atenção, ele era tão cavalheiro que dava a impressão de que no mundo só existia eu, e falava tão bem que me sentia como se fossemos bons amigos.
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Ele me mostrou uma outra sala enorme no andar da diretoria, com uma belíssima vista da cidade, e disse que aquela sala estava vazia até que um novo diretor fosse nomeado, e que esse diretor teria carro da empresa, secretária, bom salário, etc, etc. No momento, não sabia nem porque ele estava me contando tudo isso, que a meu ver, era assunto da empresa e que não me dizia respeito. Ele disse que estava se esforçando para que meu marido ocupasse a sala, como novo diretor, mas que a luta estava muito difícil porque havia pretendentes ao cargo. Na hora eu achei graça e ri, pois sabia que meu marido nunca ocuparia um cargo tão alto. Ele continuou insistindo que ele estava fazendo de tudo que ele podia para promover meu marido. Naturalmente, eu agradeci a ele, por isso. Ele disse que todos precisavam se esforçar para que esse objetivo fosse atingido, e perguntou se eu também me esforçaria para isso. Eu disse que sim, claro, era a esposa dele, e desejava o sucesso dele. Foi aí, que ele me perguntou, até que ponto eu estava disposta a me empenhar nesse esforço, pois dependendo do meu engajamento na causa, esse sonho poderia se realizar. Foi aí, que percebi onde ele queria chegar !!
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A promoção do meu marido a diretor, tinha um preço, e o preço era eu !
E eu que achava que o Dr. Andrade fazia isso por ser um homem bondoso que reconhecia o valor do meu marido ! Ele mandou que eu sentasse na poltrona que poderia ser do meu marido, na sala fechada, só eu e ele.
Ainda nervosa, ele me empurrou pelos ombros até aquela cadeira enorme de diretor, onde me sentei, percebi o olhar dele nos meus seios, nas minhas pernas que apareciam pois sentei e cruzei as pernas, aparecendo os joelhos e um pedaço das coxas brancas que contrastavam com a saia preta. Ele segurou a minha mão e perguntou, novamente, você faria tudo o que fosse necessário para a promoção dele ?
Fiquei vermelha, nervosa, decepcionada, brava, enfim, fiquei meia perdida. Ele começou a enumerar as vantagens que meu marido teria como diretor, e que eu não deveria ter remorsos porque eu estava no fundo fazendo isso para o sucesso do marido, e que isso era uma prova de amor. Minha reação, era sair correndo, mas ele era persuasivo, falando que no mundo dos negócios é assim que as coisas são, e que dependendo da minha reação, ao invés de ser promovido, meu marido poderia ter muitas dificuldades, e que tudo só dependia de mim.
Eu disse que namorava meu marido desde muito nova, e que até hoje, ele foi o único homem que conheci, e que sempre fui uma mulher fiel. Ele, muito sábio, disse que isso não seria traição, pois todos estavam unidos no esforço para promover meu marido, ele estava lutando também dentro da empresa e eu também estaria fazendo a parte de esposa dedicada. Quando perguntei o que ele pretendia de mim, ele como dirigente de grande empresa, foi direto :
"Nós vamos agora num motel, podemos almoçar lá mesmo, e a tarde você já volta para sua casa, com o sentimento de ter batalhado pelo sucesso do marido".
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Depois de muito pensar, de pesar os prós e o contra, depois de imaginar a alegria do meu marido sentado naquela sala com secretária, com carro da empresa, além do fato da esposa de um colega do meu marido viver gabando que seu marido era o peixinho do Dr. Andrade e que logo ele seria promovido e se ele fosse promovido, eu seria esposa de um subordinado daquela mulher arrogante e acho que a imagem daquela mulher falou mais alto que minha consciência, eu disse que eu iria tentar, mas que caso não conseguisse me relaxar que ele não forçasse e se eu desistir de fazer algo, no motel, que ele prometesse não perseguir meu marido, esquecesse o assunto. E que seria apenas uma única vez, apenas naquela tarde e nunca mais e que caso algo acontecesse dentro do motel, depois disso deveríamos esquecer e mantermos um relacionamento normal como se nada nunca tivesse ocorrido.
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Ele aceitou todas minhas condições e mandou que eu o esperasse no subsolo, até ele desse instruções para a secretaria. Fui pelo elevador direto para o sub-solo, por sorte, não tinha ninguém, e fiquei escondida num cantinho, pois dava a impressão que se alguém visse, já saberia que eu iria a um motel com o chefe do meu marido. Logo ele chegou e saímos no carrão importado dele, com vidros escurecidos, graças a Deus. Eu ia tremendo de nervosismo, até que ele entrou no motel, ele pediu a melhor suíte, entrou na garagem da suíte e a porta se fechou automaticamente assim que o carro entrou. Eu tremendo, só de saber que estava num motel com outro homem. Com todo cavalheirismo, ele abriu minha porta, e me conduziu para a suíte, eu continuava tremendo e super nervosa.
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Era a primeira vez que estava com um homem diferente do meu marido em um motel. Ele foi muito carinhoso, não veio me atacando, com toda gentileza, pediu duas garrafas de champagne, queijos, e ficamos tomando sentados um na frente do outro na mesinha do terraço junto a piscina com água aquecida, saboreando a deliciosa champagne. Não estou acostumada a bebidas alcoólicas, mas tomei para dissipar o nervosismo, ainda mais com estômago vazio o champagne logo começou a fazer efeito, fui ficando alta, passamos a conversar e me divertir com as coisas engraçadas que ele falava, quando percebi, estávamos tão próximos um do outro que de vez em quando ele me dava um beijinho no rosto, depois na orelha me arrepiando toda, até que ele convidou para irmos tomar uma sauna. Logo ele entrou no banheiro e saiu com uma apenas uma toalha enrolada na cintura, e ficou olhando para mim, ele alto, bonitão com uma toalha enrolada na cintura, descalço, sem o terno.
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Toda trêmula, tomei coragem fui ao banheiro, com a cabeça confusa, primeiro resolvi que ia ficar de soutien e calcinha sob a toalha, mas vi que seria ridículo depois do ponto que cheguei, além do fato de que na sauna iria molhar tanto soutien como calcinha e eu teria de voltar para casa com eles molhados, e ainda vi pendurada a roupa do Andrade inclusive sua cueca mostrando que ele estava completamente nu por baixo da toalha.
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Ainda hesitante, desabotoei meu soutien deixando meus seios balançando livremente, tirei também minha calcinha deixando a mostra o tufo triangular de pêlos que deixo em cima e raspado ao redor dos grandes lábios, enfim, me despi toda, trêmula, ao ver minha imagem refletida no espelho com os seios, o triângulo de pêlos vaginais a mostra, fiquei envergonhada e me enrolei numa toalha que cobria dos seios até o meio das coxas.
Saí do banheiro, vermelha de vergonha, tremendo de nervosismo, nunca aconteceu isso de eu estar nua enrolada numa toalha com outro homem, ainda mais dentro de um motel, sabendo que ele também estava nú por baixo da toalha, eu não sabia o que fazer, marinheiro de primeira viagem é fogo. Ele, como se fosse a coisa mais natural do mundo, nós estarmos enrolados em toalhas, me conduziu à sauna e ficamos sentados um ao lado do outro, num estrado de madeira, sempre me divertindo com suas historias, e com o vapor começando a encher o ambiente. Logo, havia tanto vapor, que até a respiração já se tornava um ato forçado, os azulejos ficaram todos úmidos, nossas mãos, rosto todo úmidos e pingando, o calor foi ficando insuportável, ele continuava me animando me fazendo sentir como se fosse a coisa mais natural, e com alcool agindo em mim, eu nem sabia mais o que fazia. Eu me sentia bem porque até aquele momento, ele não tentou em nenhum momento me agarrar, só falava bem próximo de mim e de vez em quando dando beijinhos na face, no ouvido, no pescoço e também nos lábios, me deixando arrepiada, afinal ele é lindo, alto, bem falante e forte. Na sauna, tinha um registro no alto da parede, ele perguntou se eu conseguiria pegar o registro e girar para entrar um pouco de ar fresco na sauna, eu disse que não daria pois o registro ficava a uns 2,50m justamente para ninguém mexer, mas ele disse que deveríamos girar um pouco para tornar o ar mais fresco. E sugeriu de eu subir nas costas dele, como as crianças que ficam no ombro dos pais para enxergar melhor, e que ele ficaria em pé comigo sobre os seus ombros, eu iria alcançar.
Como estávamos altos devido champagne, levando tudo como uma brincadeira, aceitei rindo, e subi no banco de madeira por trás, onde ele estava sentado, e subi nas costas dele, passando cada coxa ao lado da bochecha dele. Mas para eu poder sentar no ombro dele, tive de puxar a toalha para cima para deixar minhas coxas livres, fiquei envergonhada ao ver que apareceu o tufo de pêlos mas não liguei porque ele estava de costas, mas quando sentei nas costas dele, ele sentiu meu bumbum nas costas, as coxas em cada lado do pescoço, e para me segurar, ele passou cada mão sobre cada coxa.
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Ele se levantou devagar, eu comecei a ficar excitada, afinal eu sentia minha vagina esfregando na parte traseira do pescoço, dele. Tentei segurar e girar o registro mas não consegui, nessa tentativa, a toalha dele caiu e vi o tamanho da excitação dele, um pênis enorme como nunca tinha visto antes, rígido apontado para cima, com a pele repuxada e a enorme cabeça a mostra! Meus líquidos vaginais começaram a escorrer, minhas coxas prenderam forte seu pescoço, eu sentia ficar cada vez mais lisa a superfície entre minha vagina e o pescoço dele.
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Quando tentava girar o registro, minha toalha também caiu, e já nem liguei mais para o fato de estar toda nua, sentada nas costas do chefe do meu marido com os seios totalmente a mostra, nem de ele mostrar uma ereção descomunal, enorme, pulsante, o clima era de desejo, de excitação, de tesão. Em toda minha vida, nunca fiquei tão excitada, com tanto tesão, chegava a doer os mamilos já rígidos e uma dorzinha em baixo também.
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Eu não pensei em mais nada, esqueci que nunca ficara nua com outro homem até aquele dia, que nunca tinha visto outro pênis ainda mais daquele tamanho enorme, nem que era casada, nem que jurara fidelidade no altar, nada disso. Ele me girou para frente dele, de modo que minha vagina se encaixou no pomo de adão dele, e começou a me descer, segurando minhas nádegas, minha vagina ia deixando uma marca líquido pelo pescoço dele, pelo peito dele, ele apoiava minhas nádegas, uma em cada mão enorme que ele tinha, devido desproporção de tamanho entre nós, ele me carregava com a maior facilidade.
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Quando meus seios passaram pela sua boca primeiro falou "que peitão lindo que você tem, parece uma mamão dos grandes e firmes, vou chupar cada um deles como um bebezinho" aquilo era demais, eu quase gritava dizendo "chupa, chupa, me mata de tesão", ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando, fazendo um barulhão nas chupadas e mordendo os mamilos, abocanhando e mordendo os seios, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, continuava a me molhar tanto que sentia pingar no chão, pois estava com as coxas abertas ao máximo, a vagina arregaçada pelas mãos enormes dele.
Depois quando ele começou a me descer mais, eu abracei o corpo dele com minhas pernas, entrelacei minhas pernas nas costas dele e as mãos no pescoço dele, e ia soltando de pouco a pouco a medida que ele me abaixava e minha vagina continuava deixando rastro úmido por onde passava raspando, até meus seios ficaram molhados ao ficar em contato com o peito dele onde minha vagina deixou úmido, era umidade da sauna e da minha vagina misturadas, até que aconteceu o inevitável, o pênis dele começou a roçar minha vagina, eu gemia toda vez que o pênis dele pincelava todo rasgo da vagina, do clitóris até o anus. Com os dedos ele, empurrava e pincelava seu pênis gigante em toda extensão da vagina ao ânus, a cabeçona enorme já todo úmido com meus líquidos vaginais, deslizava de um lado para outro, me arrancando gemidos e me deixando mais molhada ainda.
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Ele olhou para mim, e perguntou, "posso te foder ?", eu assenti com a cabeça. Ele disse "então pede para eu te comer" Eu disse, "você quer me matar de tesão, seu malvado, por favor me come, me come, por favor", ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para foder, para meter o pau na buceta, e eu disse, "por favor, me fode com esse seu pauzão, me come, me fode por favor, não estou agüentando de tesão". Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha entrada vaginal e começou pressionar meu corpo contra o pênis dele.
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Como era muito desproporcional a grossura da cabeça do pênis e meu canal vaginal, não entrava, ele me abaixou mais, forçando ainda mais a penetração, já dava uma dorzinha pela tentativa de abrir minha vagina ao máximo, estava me arrregaçando, ele continuou me abaixando forçando ainda mais o pênis dele contra minha vagina, até que num momento, graças a lubrificação que não parava de sair da minha vagina, senti a cabeça do pênis pular dentro do canal vaginal, me deu uma dor e uma onda indescritível de tesão, soltei um grito alto, mas nada mais podia ser feito, a enorme cabeça estava entalada na entrada do canal vaginal, aquele canal que tinha sido só do pênis do meu marido estava recebendo um enorme pênis estranho, que estava entalado na entrada. Nem pensei no fato dele estar sem camisinha, nem no fato de aquele ser o primeiro pênis estranho que minha vagina abrigava, só sentia o quanto ele era bem dotado, enorme, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente, de modo bem carinhoso enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam, lágrimas de dor e de prazer saiam de meus olhos. Depois de um longo tempo, senti aquela cabeça enorme do pênis tocar meu útero, coisa que nunca senti com meu marido. Nunca me senti tão preenchida, dolorida, alargada, por sorte ele ficou um bom tempo parado, para meus músculos vaginais se adaptarem pouco a pouco com aquela tora.
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Ele dizia, "Puta merda, que delícia de buceta, apertadinha, parece virgem ainda, quente, molhada, lisinha, sua buceta está mordendo meu cacete inteiro. Sua gostosa! Puta merda, que buceta gostosa". O pênis do Andrade era mais grosso e muito mais comprido que do meu marido e eu sentia isso, nunca minha vagina foi tão preenchida. Depois de um tempo, ele com as mãos fortes me suspendia bem devagar, para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois ia soltando meu peso para baixo enterrando devagarzinho tudo outra vez, na segunda penetração já não doía tanto quanto na primeira, na terceira vez já saiu e entrou mais fácil ainda. Na quarta ou quinta vez que seu pênis invadiu minha vagina, não agüentei e gozei aos gritos, falei, "não agüento mais, não agüento mais, está vindo, já vou, vou gozar, vou gozar agora, estou gozaaandooo", me agarrei no pescoço dele, comprimindo meus seios contra o peito dele molhado de umidade da sauna e de meus líquidos e o atrito dos mamilhos duros nos pêlos do peito dele me dava mais tesão, entrelaçando forte as pernas para sentir o pênis todo enterrado cutucando meu útero, nunca senti tanto tesão na vida, era um gozo atrás de outro.
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Não parava de estremecer e gemer, e ele não agüentou, afinal minha vagina ficava comprimindo fortemente seu pênis e ejaculou dentro, inundando meu útero, gritando "Puta que o pariu, não agüento mais, vou gozar na sua bucetinha, essa buceta gostosa e apertada, toma meu leitinho na buceta, toma sua gostosa", primeiro senti o já enorme pênis dele ficar mais grosso ainda inchar e depois senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas. Por dentro meu útero deve ter ficado inundado de tanto esperma.
Minha vagina pela primeira vez na vida, estava conhecendo um esperma diferente do meu marido. Ele se sentou no estrado de madeira, e eu continuava sentada de frente, com o pênis dentro, pois ao contrário do meu marido que o pênis saía da vagina ao ejacular ao ficar flácido, o do Andrade, mesmo flácido, devido comprimento e grossura, continuava dentro de minha vagina, eu sentia ele dentro, me causando uma sensação indescritível de prazer, pois mesmo flácido era maior que do meu marido rígido. Ficamos conversando longamente sempre com o pênis dele dentro de mim, até que ele depois de um tempo, ficou com o pênis ereto, que cresceu dentro de mim e o meu tesão também aumentou com isso.
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Ele sempre me segurando forte e com o pênis entalado na minha vagina, me levou até a cama, onde me deitou com todo carinho, e começou a me possuir na posição clássica, tudo isso sem tirar o pênis de dentro. Continuava me beijando nossas línguas se encontrando e ele elogiando, dizendo "você é linda, tesuda, que peitão, que delícia de buceta, coxas e pernas lindas, meu amor, nunca vi uma mulher mais perfeita, você me matava de tesão desde que a vi pela primeira vez, sempre sonhei em te comer.
Já imaginava como era o seu peito pelo decote do vestido daquele dia, nunca imaginei que tivesse uma bucetinha tão apertada, quente, molhadinha assim" Novamente, após um longo vai e vem, onde cheguei a ter alguns orgasmos me estremecendo e gritando abraçando-o com as pernas e braços, ele também, fez uma careta, e disse "caralho, não agüento mais, vou gozar de novo, abre a buceta, toma leitinho" e lançou jatos de esperma dentro da minha vagina. Depois disso me colocou sobre ele, sempre com o pênis dentro da minha vagina, ficamos conversando, nem sei quanto tempo isso durou, fiquei horas com o pênis atolado na minha vagina.
Admirei a disposição do Andrade, ele devia ter tomado algum remédio para ter aquele desempenho sexual. Só sei que saímos do motel um pouco antes do avião do meu marido chegar em SP. Por telefone meu marido disse que estava num taxi e que em 15 minutos já estaria em casa, Eu atendi dentro do carro do Andrade, em frente ao meu prédio, pois como estava chovendo estava esperando diminuir a chuva. O Andrade fez mil elogios, disse que eu era uma esposa perfeita, a mais linda mulher que ele conheceu, e que eu cumpri minha parte e ele iria cumprir a dele. Eu estava preocupada com a chegada do meu marido e queria descer logo, e ao me inclinar para ele para dar um beijinho de despedida, ele me puxou me abraçou forte, me deu um beijo na boca, com a língua entrando na minha boca.
Acabei correspondendo, afinal ele é um homem lindo, charmoso, senti ele levantando minha blusa, lutei mas ele era mais forte, acabou levantando a blusa e tirando meus seios do soutien, devido a chuva não tinha transeunte e com os vidros escuros, nada se via de fora, ele passou a apertar morder e chupá-los, lambendo deliciosamente cada mamilo, enquanto isso ele tirou seu pênis para fora e ficou se masturbando, até que gritou: "vou gozar" e empurrou minha cabeça contra seu pênis, tive de colar meus lábios na glande e receber na boca todo jato de esperma, e engolir tudo, pois não tinha onde colocar, era a primeira vez que eu engolia um esperma engoli tudo, até que eu recobrei a sensatez, me recompus e como a chuva tinha diminuído, corri para dentro do prédio.
Foi só eu chegar em casa, tirar os sapatos e colocar um chinelo, e meu marido já chegou. Estremeci ao perceber o quanto eu arrisquei, por pouco ele ia me pegar saindo do carro do chefe dele a essa hora. Ele me abraçou, me beijou, fiquei até com medo de ter gosto diferente na boca gosto de esperma, mas ele por sorte não sentiu nada. Se ele soubesse que até pouco, estava com um pênis na boca engolindo esperma, nem sei qual seria sua reação.
Meu marido me pediu desculpas por ter pedido para levar o documento. Se ele soubesse .... Meu marido me puxou para tomarmos um banho junto, não tive como recusar, ao me despir, percebi que meus seios apresentavam vermelhidão onde a mãozona do chefe dele ficou apertando, mordendo e chupado, tinha marcas das mãos e dentes, manchas vermelhas, quase imperceptíveis mas eu notava, e por isso fiquei de costas encostada nele para não ter perigo de ele ver, peguei suas mãos, coloquei sobre os seios e apertei forte, para ele pensar que a marca era dele. Durante o banho veio a comparação, no motel, o chefe dele me ensaboou todo meu corpo carinhosamente, meus seios, nádegas, costas, pescoço, coxas, até minha vagina, tudo, mas meu marido não, só ele se ensaboou esquecendo de mim.
Depois, na cama, quando ele me possuiu na posição clássica, fechei os olhos e imaginei o chefe dele em cima de mim, com aquele pênis enorme me penetrando, depois fiquei temerosa de meu marido perceber que minha vagina estivesse mais aberta, mais larga, afinal fiquei horas com um pênis enorme entalado, me abrindo toda, mas pelo visto ele não percebeu nada, graças a Deus. Quando meu marido ejaculou, foi algo sem graça comparado com outro, logo o pênis dele ficou pequeno, escapou de dentro, ele se virou e começou a roncar, sabia que só iria acordar horas mais tarde para jantar.
Enquanto meu marido roncava, eu sentia o esperma escorrendo de dentro de mim, sabia que ainda tinha um pouco do esperma do Andrade e do meu marido misturados, e isso me excitava, eu molhava os dedos na vagina e lambia aquela mistura de dois espermas.
No dia seguinte meu marido me ligou todo eufórico, dizendo sobre ter sido promovido e que a noite iríamos comemorar num restaurante, com isso meu peso na consciência diminuiu.
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Conforme norma daqui do confessionário, autorizo publicar minha confissão também. Meu e-mail: maria_cristina_toledo@hotmail.com

 

Confissões de uma mulher independente

Pensem e digam o que quiserem, mas eu tenho absoluta certeza que, algumas coisas, só acontecem comigo. Se não é, então! Vejam só, vocês! Em todas estas minhas três décadas e meia, mal vividas, tive tantos namorados que posso contá-los em uma só mão. Quatro. Estaria sendo radical ao dizer que foi um pior que o outro, mas olha que não seria exagero de minha parte. Quatro, somente quatro esporádicos e legítimos malas-sem-alça. E olha que estou sendo até boazinha. Tudo bem, tudo bem. Também, não vou ficar enganando ninguém, subestimando suas inteligências. É que... é que... está bem, eu admito! Sou feia, pareço feia, sei lá. Eu me acho feia. Feia e pronto. Estou aqui viva, ainda, graças ao meu instinto inato de autopreservação. Em alguns dias, sinto-me tão horrível, a ponto de nem sequer ter coragem de me olhar no espelho. Parece ridículo, mas é a mais pura verdade. Odeio meu corpo de baixinha e gordinha, meu cabelo muito seco que tenho sempre de mantê-lo preso, meu rosto muito redondo, com várias pintinhas, as quais muitos chamam de “belezas”, mas não as minhas.
 
Não sei aonde que certas pessoas vêem beleza nas pintas. Acho que, mesmo que eu fosse milionária, e gastasse horrores em salões de beleza e cirurgias plásticas, ainda assim não enganaria muita gente. Então, sou franca e consciente, acho que a única solução para mim seria, infelizmente, nascer de novo. Podem rir. Não me importo mesmo. Acho que se mudasse de fôrma, trocasse os pais, quem sabe? Duvida? Tenho 1,62 de altura, quadril largo, coxas grossas, e toda a vez que compro uma calça jeans, tenho que levar para uma costureira ajeitar e tirar quase meio metro de tecido de cada perna. Desperdício de dinheiro e tecido. Sempre fui assim “fofinha”, desde criança. Lembro das piadinhas de mau gosto na escola e entre os “falsos” amigos, mas acho que não traumatizei. E também garanto a vocês que não foi excesso de mimos, guloseimas ou coisa parecida. Acho que é meio genético, DNA mesmo, disfunção da tireóide, ou qualquer outro defeito hereditário de fábrica. Em meu rosto, à exceção dos meus olhos castanho-claros, nada mais me agrada. Cheguei a tentar maquiagem para disfarçar, mas acho que fiquei até pior. Mas, voltando aos meus raríssimos e seletos quatro namorados, como disse, nenhum deles foi grande coisa. Nunca pude nem quis ser muito exigente, mas mesmo assim. Decepcionei-me.
 
Além de eles não terem sido do tipo “maurício-de-mattar” ou “gianechini” da vida ou coisa que o valha, eram espécimes raros de paradigmas de anti-herói. Grosseiros exemplares, quase ogros, meio elos-perdidos. Daqueles que faziam xixi em pé, como os cavalos, sem levantar o acento do sanitário, respingando por tudo, sem nem ao menos dar a descarga. Não tinham o hábito da higiene íntima, não aparavam os pêlos pubianos, deixando sempre um rastro de pelos no banheiro, que dariam até para fazer tranças. Parece engraçado, mas não é. Eram daqueles que arrotavam sem cerimônia, soltavam pum e perguntavam descaradamente, sem a mínima graça – quem foi?! Ou bebiam demais (não sei se era para ter coragem de me enfrentar ou para me esquecer um pouco), ou fumavam demais, como chaminés ambulantes, sem falar que não conseguiam parar em emprego algum, não gostavam de leitura, nem de filmes, só da maldita tevê, na crônica esportiva e de futebol. Avessos ao romance, nem um pouco carinhosos e, claro, verdadeiros desastres como amantes. Sem a mínima criatividade na cama. Aliás, eram modelos de velocidade, do tipo pá-pum, como bons fundistas dos 100 metros rasos. No máximo 15 segundos e estavam satisfeitíssimos (com eles mesmos, obviamente!). Eu sempre mantive o hábito de salão de beleza semanal, cabelos, unhas em dia, depilação total, íntima inclusive, a cada 15 dias, e confesso que sempre procurei compensar na cama a minha falta de bons atributos físicos. Apesar de ter sido criada por uma mãe muito católica, não puxei sua veia carola. Minha mãe nunca conversou sobre sexo comigo e acho que até foi bom isso, pois nem a imagino falando sobre o assunto. E assim, tive que aprender tudo na marra mesmo. Lendo muito e de tudo um pouco, sem muito rigor de escolha, muito eclética. Quando consegui minha independência, não tive outro pensamento.
 
 
Fui morar sozinha. E, a partir deste período, fiz meus cursos auto-instrucionais de educação sexual. A inexperiência me asfixiava. Não havia outra solução a não ser o autodidatismo. Tenho essa facilidade como característica em tudo o que faço. Não espero pelos outros. Vou-me em busca do saber, do meu conhecimento. Conquistei um bom emprego. Hoje tenho uma vida estável, tranquila, apartamento financiado (em dia) e dentro do meu orçamento. Um carrinho usado, do tipo econômico, mas quitado e com seguro. E então, como estava dizendo, sempre procurei compensar na cama a ausência de beleza. Nunca cultivei falsos pudores, nem queria, pois sempre me foi coisa cultural. Sou avessa ao preconceito. Odeio a ignorância. Para mim, na cama, num quarto, entre aquelas quatro paredes, para se satisfazer, janelas e porta trancadas, sigilo absoluto, vale tudo. Para que se resguardar tanto, se nem ao menos sabemos se estaremos vivos na semana que vem. Sempre pensei assim. Então, com estes meus poucos namorados, do tipo relâmpago, fugazes, com quem convivi tão pouco, pois os relacionamentos não duravam mais que dois meses, nunca me fiz de rogada. Sempre me predispus a tudo, sem qualquer preconceito, fiel aos meus manuais de aprenda-sozinha-sem-sair-de-casa. Sexo oral nas preliminares, sexo vaginal com variações pelo anal, cunnilingus, fellatio, sessenta e nove e tantas outras possibilidades. Idéias nunca me faltaram, pois me acho muito criativa. Mas os relacionamentos eram tão melancólicos e parecia que eu não era tão eficiente, até que percebi que não era eu o problema. Eram eles, sempre eles, os homens, “aqueles” homens. Brutos estereotipados que acham que perdem a masculinidade com uma simples depilação, ou apenas num aparar de pêlos, ou se agirem com gentileza e educação, ou se forem mais carinhosos com uma mulher. Quanta ignorância!
 
Quando meu último (graças a Deus!) namorado esgotou minha paciência, fazendo-me um favor indo embora, cheguei a perder a vontade. Perdi a “tesão”, como dizem, de procurar companhia. Além do que, a simples idéia de encontrar mais outro mala como aqueles me apavorava. Então tomei uma decisão, embora tardia. Chega! Disse para mim mesma. Bastava. Descobri que eu era mais feliz sozinha. Meu apartamento parecia até ter ficado maior e mais confortável. E, então, passei a me dedicar à cultura geral, ao meu conhecimento. Voltei a ler como antes. Li muitas revistas culturais, muitos livros, de todos os autores e gêneros literários, principalmente os pouco convencionais. Fiz passeios, viagens, visitei museus. Fui ao teatro, ao cinema. Assisti a muitos filmes em DVD, inclusive aqueles que me eram proibidos no passado, com aquele erotismo explícito ou subentendido. Fiquei fã de muitos diretores e atores. Adorei o erotismo muito bem humorado de Tinto Brass e suas belas atrizes italianas, como em “Transgredire”, “Monella” e “Fallo!”. Apaixonei-me pelos filmes de erotismo cult da francesa Catherine Breillat (“Uma jovem realmente jovem”, “Fat Girl” e “Anatomia do Inferno”). Ou então os eróticos quase insanos de Larry Clark (“Kids”, “Ken Park e “Bully”). E claro, não vou esconder, não sou ingênua e ninguém é tão tolo, assisti também àqueles bem vulgares mesmo, de “sacanagem”, sem qualquer pudor, sem história e sexo sem limites ou pausa. Daquelas produções que os americanos adoram encher nas capas os rótulos de “gang bang”, “cum shot”, “double penetration”, “ass to mouth” e muitas outras expressões desnecessárias, mas muito criativas.
 
Dentre estas produções pervertidas, destaco os filmes da atriz pornô Audrey Hollander. Uma mulher sem limites. De tudo, enfim, sempre se aprende um pouco. Basta perspicácia e um bom e atento olhar. E assim, numa bela madrugada, enquanto navegava pela internet, veio-me uma idéia que iria mudar meu modo de viver e pensar sobre sexo. Fiz compras em um site erótico, um “sex-shop”, com “delivery” via postal. Peguei meu cartão de crédito e num instantinho estava feito. Dois dias depois, estava recebendo as encomendas em casa. Sigilo absoluto, sem qualquer estresse. Pois bem, confesso que, enquanto escolhia meio perdida entre a grande gama de brinquedinhos oferecidos, me apaixonei por um vibrador importado, com design ultra-arrojado, anatômico, em forma de meia-lua, largo e achatado nas extremidades, na cor branca, três velocidades, completamente diferente daqueles tradicionais em formato fálico. E para aproveitar a remessa, comprei também um par de bolas para pompoarismo, para fortalecer a musculatura da vagina, e um lindo plug anal para dilatação na cor rosa pink, lindo. Eles me enviaram junto, gratuitamente, sachês de gel lubrificante.
 
Se bem que eu sempre fui prevenida e mantenho comigo, entre meus produtos de primeiros socorros, óleo de amêndoas, gel lubrificante íntimo, e até vaselina. Nunca se sabe quando nos serão úteis. Pois bem, de posse dos meus brinquedinhos, preparei o ambiente para inaugurá-los e testar suas eficiências. À noite, ambiente aquecido, brinquedos sobre a cama, um filme daqueles “preste bem a atenção e siga-me”. Não demorei muito a me excitar, observando a prática da atriz no filme que se divertia com um enorme vibrador azul em formato de rosca. Lubrifiquei bem meu querido e anatômico vibrador em forma de meia-lua. Descobri que o formato facilita e muito os movimentos, enquanto se permanece deitada de costas. Num instantinho, eu já parecia estar ao lado da atriz do filme, curtindo seus gemidos que me excitavam ainda mais. Com mais da metade do meu novo vibrador introduzido na vagina, mudei de posição, ficando de bruços. Coloquei um travesseiro sob a região do quadril e, com as mãos livres, lubrifiquei aquele lindo plug rosa pink e comecei a introduzi-lo no meu ânus. Era ótima a sensação de estar sendo possuída daquela forma, duplamente preenchida, completada. Não demorou muito e, de olhos fechados, só ouvindo os gemidos vindo da tevê, gozei deliciosamente. Fazia tempo que não me divertia daquele jeito.
 
E foi preciso fazer sozinha. Infelizmente, ou não, não sei, mas tenho repetido isso com mais frequência. Depois, um pouco mais relaxada, ainda assistindo ao filme, testei minhas bolinhas de pompoarismo. Não cheguei a gozar, mas foi um exercício bem relaxante, gostoso, ficar contraindo a musculatura vaginal na tentativa de segurar ambas as bolas lá dentro. Muito prazeroso. E, ontem, enquanto assistia pela enésima vez ao filme meio maluco “Cidade dos sonhos” (Mulholland Drive, 2001), do doido David Lynch, não resisti à cena mais excitante de amor entre mulheres de todos os tempos (na minha opinião e de muitos outros fãs). As personagens das atrizes Naomi Watts e Laura Elena Harring fazendo amor no filme, com tamanha naturalidade, que transformaram a cena num momento mágico, sublime, perfeito. Não resisti, e tive que me socorrer do meu novo amiguinho, o vibrador anatômico.
 
Foi ótimo, maravilhoso. Voltei à cena várias vezes até me sentir no meio delas, desfrutando daquele momento inesquecível. E, assim, desde este filme, fiquei fã de Naomi Watts e procuro, sempre que posso, acompanhar sua carreira. Descobri que o amor entre mulheres também me excita e muito. E, como sou uma mulher de cabeça aberta, sem preconceito ou pudores, vejo agora um mundo inteiro ainda pela frente. Quem sabe não é o que me falta para aumentar minha auto-estima? Bem, então, sou tudo isso e um pouco mais. Sou também uma bibliomaníaca, leio muito (tenho mais de 1.500 livros em casa), sou mais ainda uma cinéfila obsessiva (minha videoteca tem quase 1000 filmes em dvds e arquivos *.avi). E, para terminar, duas dicas de filme: para quem gosta de um bom filme nacional, “Mulheres, sexo, verdades, mentiras” de 2007, com Júlia Lemmertz e grande elenco; e “Diario de una ninfómana” de 2008, uma ótima produção espanhola, cujo título em português é “Diário Proibido”. Dois filmes sérios e muito bem recebidos pela crítica e público. Beijos a todos. E-mails para catherine.lanou@gmail.com.
 

Sedução sensual e erótica em tarde quente

Num dia de muito calor, estávamos numa praia do Algarve (Portugal), em Cabanas, eu, o meu primo e um amigo dele. Eu (24 anos) estava só com um biquini fio dental com havaiana e mini saia e meus primos só com sunguinhas, havaianas e camiseta. Quando chegamos na praia, tiramos as roupas e eu fiquei só de biquini fio dental e meu primo com sunguinha sexy e pequena e o amigo com uma sunga tipo tanguinha, como é muito ousado e muitas garotas já o viram assim. O meu primo, 25 anos, tem um corpo sarado, bronzeado, põe óleo hidratante, atraente, uma brasa, morenão, lindo e o amigo dele de 22 anos é super sexy, vai na mesma Academia (ginásio) onde ele vai, muito sexy, atlético e proporcionalmente musculado, faz desfiles como modelo!

Depois de eu botar creme nas costas deles e nas pernas também, me soube tão bem que fiquei com tesão, quase que minha calçinha do biquini ficou melada. Em relação ao amigo do meu primo, quando estava botando creme nas pernas e bumbum (depois de “massagear” as suas costas deliciosas), começei por espalhar com as minhas mãos, mas acabei a “tarefa” com a minha própria bunda. Quando eles me foram botar creme, o amigo do meu primo me desapertou o biquini de cima pra me botar creme nas costas e eu acabei por tirar a parte de cima e fiquei só em topless e fio dental. O Alex (amigo do meu primo que se chama Bruno) ficou no meio entre mim e o meu primo.

A determinada altura, avistámos um rapaz lindo, moreno-aloirado (um pouco mais loiro do que moreno) com olhos azuis esverdeados, corpo definido e atlético de quem pratica muito esporte (um deles natação), um corpo sexy e torneado e novinho, acompanhado de duas lindas, sexys e sensuais gatinhas uma ruiva com olhos verdes e outra morena de olhos cor de mel e cabelos cacheados. Ele estava apenas em sunga minuscula e cavada e elas em topless e monoquini minusculo, ele lindo e gato e elas lindas e gatas, ele teria uns 17 pra 18 anos e elas entre 19 e 21 anos e ele estava tocando nas duas e chegou a beijar as duas, e eu pensei: nossa! Que rapaz de “alimento” pra ter duas namoradas. Dai o Alex falou que o conheciam (ele e o Bruno conheciam-no) ele frequenta a mesma Academia (ginásio) deles e além disso também faz desfiles como modelo na mesma agência e produtora e faz esporte pra além de Academia (fazendo basicamente cardio-fitness e abdominais e só um pouco de musculação ora treinar para os outros esportes que pratica), faz bodyboard, 3 vezes por semana natação (nada desde os 13/14 anos) e como se via estava com um tom super bronzeado que mais parecia que vivia na praia e tinha 17 anos e meio (faltando 5 meses para fazer anos). Outra curiosidade é que o Bruno e o Alex me contaram que ele (o Paulo Ricardo) não fica com qualquer uma, mas tem algumas “amigas íntimas”!

Paulo estava bem acompanhado pelas duas moças e as carícias erótico-sensuais eram evidentes e as brincadeiras eróticas esquentavam. Bruno até reconheceu uma das garotas, que tinha 19 ano, a morena de cabelos cacheados que se chamava Sara e que ele a conheceu na Discoteca numa das noites anteriores do ano passado e que este ano chegou a ter um casinho com ela nos encontros na Discoteca, tanto que da ultima vez que estiveram juntos estiveram na piscina, ele sempre de sunguinha e ela em tanguinha e topless e com corpos banhados em oleo se amassavam fervorosamente.

Entretanto, eu, Alex e Bruno conectamos ali na praia com o Paulo mais as suas namoradinhas, e fomos passear os seis. Paulo até ficou de queixo caído de me ver, de corpinho torneado e empinado e ele tocou nos meus seios e no meu bumbum e eu passei a mão pelo corpo dele e acabei por “curtir” com ele, fiquei com ele, chegou a haver uma “curte” bem escaldante, erótica e sensual entre mim e o Paulo, sentindo os nossos corpos alinhados da cintura para cima e da cintura para baixo se esfregando e se entrelaçando e chegamos a ir para dentro de água e o envolvimento continuou, nos esfregando e amassando de frente, e nos virando de costas um para o outro nos esfregamos assim também (era e é basicamente assim que rola entre ele e as namoradinhas. O Alex e o Bruno se estavam divertindo com a Sara e a Vanessa, e o Alex levando vantagem pois as duas estavam cercando ele e fascinadas com seu corpo e ele também com elas, e enquento Sara estava se esfregando e se melando toda nas costas, bumbum e pernas dele, ele estava agarrado beijando e abraçando Vanessa, frontal e lateralmente, e dai os tr~es rolaram na areia vindo na nossa direção. Bruno conseguiu “pegar” Vanessa (já tinha tido “casinho” com a Sara) e Alex veio em minha direção me pegar pra ele (já me esfreguei nele algumas vezes) e sentir nossos corpos nus (eu de monoquinio fio dntal e ele de tanguinha) se banhando, se bamboleando, se amassando tudo em plena sedução sensual, woooww ficamos em êxtase! Ainda fora de água e ao sol e com corpos escaldantes estavam Paulo e Sara, assim como Bruno e Vanessa no marmelanço, no amasso e se “comendo” e com a líbido aflorada e quando rolaram no mar houve um certo toque de “swing”, Paulo ficou com as duas namoradinhas, Alex curtindo com elas e comigo e uns pegas entre mim e Bruno…

Erotismo e sensualidade a 100%, corpos escaldantes, atração física intensa, pura sedução sensual assim foi o dia!

barros.barros5@gmail.com

 

Casada , descobrindo a felicidade ...

Bem o que vou relatar aqui foi veridico , Me chamo Ricardo , 32 anos , sou de São Paulo , 1,72 alt. , posso dizer que sou Malhado . Bom isso aconteceu a alguns anos atras , eu trabalhava para um Empresa de Instalações de Equipamentos . Foi nessa empresa que conheci a Amanda , 36anos , mulher simpatica porém timida , era casada , mas não tinha filhos . Tinha um corpo bonito , nada de grande ou pequeno, se notava pelas roupas , não era sexy , era elegante . Ao passar do tempo, nossa amizade mudou , ela contava sua vida fora do trabalho , por mais profissional que era , ela não demostrava os problemas que passava em casa . Tinha um marido bruto , homem antigo , pois a diferença de idade era grande e seus custumes , reprimia o lado de mulher madura ,pois na sua cabeça, mulher deveria ser submissa .
Logo chegou o final do Ano , Festa na Empresa , Aquele Clima de Prosperidade , foi ai que Amanda veio Falar comigo .
- Ricardo , vc vai a festa da empresa . Respondi , dizendo que sim . Então ela disse - Vc pode ficar na mesa comigo . A resposta foi rapida . - Logico .
Fui para casa , tomei banho , fiz a barba , coloquei uma Roupa Confortavel E fui a Festa , logo que cheguei .. Falei com todos os amigos de longa data , ai fui me sentar com Amanda , que usa um Calça Social e uma Camisa Preta . Batemos um longo papo , mas sempre como amigos. Jantamos e Tomamos muitas taças de vinho . A festa esta Maravilhosa , Musica de Bom Gosto . Mas a Festa logo iria Acabar . Nisto notei que Amanda estava Alta , devido ao excesso de bebida . Desolvi perguntar se ela queria uma Carona . Ela me disse , que aceitava . Após entrar no Carro , perguntei qual melhor caminho para sua casa . Foi que Amanda conheçou a Chorar , dizendo que não era Feliz , pois seu Marido não dava a devida atenção que ela queria , pos ela não tinha o homem que suas amigas tinham em casa . No caminho achei uma Padaria 24 horas , paramos para tomar um café, assim Amanda ficaria melhor . No balção Amanda me Abraça , e diz ao pé do meu ouvido .
- Queria chegar em casa e ser devorada ou fazer um loucura no quintal de casa , como minhas amigas dizem . Ao ver esses relatos ,
digo a ela . - Vc precisa de um Amante , que faça vc virar uma Puta de verdade .
Ela responde dizendo . - Vc sabe como fazer uma mulher de puta .
Eu disse , que " sim " .
Ela beijou meu pescoço e disse - quer ser meu Amante .
Abraçei , dizendo no seu ouvido . - Olha , vou ser seu Amante , mas terá que ser como eu quero . Com sinal de " Possitivo " foi a resposta dela .
Ai eu disse .. - Antes de ir embora , quero vc tire esse Sutian , assim que entrar no carro vc coloca no meu colo .
Pois bem , quando eu disse que iria pagar a conta , ela foi ao Banheiro . Depois de um tempo eu já estava no Carro , ela entrou e para a minha supressa, jogou a sutian no meu colo . Sem muitas palavras , informei que ela deveria abrir alguns botões da sua Camisa . Ela se sentou de lado no banco e abriu a camisa , deixando um belo decote e com umas das suas mão passou a fazer carinho na minha nuca . Voltei a fazer um novo pedido . - Me mostre seus seios . Ela com muita naturalidade mostrou um belo par de seios , fiquei com agua na boca de vontade de chupar eles . Mas tinha um problemas , ela precisava chegar em casa , minha mente eu queria chupar e comer aquela mulher , ai no meio do caminho , parei em uma rua escurra , com muitas arvores .
Sem pensar eu disse . - Vem chupar meu pau .
Com olhar diferente , ela me disse . - Sabe Ricardo , eu posso dizer que não tenho experiencia , pois não faço para o meu Marido , ele não merece , mas se vc quiser me ensinar , eu aprendo rapido .
Confesso que não sei como abri minha Calça . Apenas me lembro dela deitando no meu colo e chupando meio timida , foi quando eu disse . - Chupa bem macio e não passe os dentes . Ela chupava gostoso , sentia sua vontade ao sugar e tentar colocar ele todo na boca . Apos alguns minutos , peço para ela sentar no meio das minhas pernas .. Sentou rapidamente e me deu um beijo quente , e falou ... - Adorei , que delicia. Nisto , minhas mãos faziam carinho no bico do seus seios e logo que senti que eles estão durrinhos , coloquei uma a uma na boca , mamei como uma criança faminta. Mas o tempo já estava no fim ... Antes de sair do carro , pedi para ver sua calcinha . Então ela me disse . - Não , aqui não , tenho medo . Foi ai que falei . - Quando vou ver . Sem dizer nada ela , entrou na portaria do predio e foi embora . No caminho de casa , eu fiquei pensando ... Na proxima semana ela não vai olhar para mim ou vai pedir desculpas e dizer que fez errado , pois estava bebada . A noite passou e junto com o Final de Semana . Na Segunda-Feira , quando chego não vejo Amanda . Pensei ... - Acho que ela não vem , deve esta envergonhada , timida , coisas do genero . Pois ai que vejo ela entrar pela porta . Veio direto na minha mesa . Gelei , pois imaginei um escandalo dela . Quando parou , olhe de baixo para cima . Percebendo sua roupa casual ,uma saia e uma blusa . Mas não , me deu um " Bom dia , Ricardo ! como foi seu final de semana " Eu disse que foi otimo e perguntei como foi o dela . Ela responde . - Poderia ser melhor !! Mas nunca esperei um segunda-feira como hj . e saiu com um sorriso que jamais tinha notado. Passou o dia de trabalho , quando tocou o Ramal da minha mesa . - Oi Ricardo , que horas vc vai embora . Eu respondo .. Eu não sei .. porque ? - Vc pode me esperar , preciso falar uma coisa com vc e muito serio .
Então marcamos no refeitorio da empresa , pois depois das 18:00 não há ninguem . Bem , no momento certo vou até o refeitorio , lá esta Amanda me esperando .
Veio logo dizendo . - " Sabe Ricardo , vc não saiu da minha cabeça esse final de semana , confesso que estou achando que fiquei louca , mas meu corpo e minha vontade falam mais alto , quero saber uma coisa de vc ! Vc pode ser um Amigo discreto na minha vida e que possa realizar todas as minhas vontades " .
Com muita rapidez eu digo . - Sim , mas vc terá que ser como eu quero vc aceita ?
Ela diz que " sim " , mas que eu devo ajudar . Sem perder tempo , logo peço . - Então vai até o banheiro , tira sua calcinha .
Ela respode . - Vou pensar , mas desse pelas escadas quando vc for embora . Umas 19:20 , vejo ela levantar e pegar as coisas , como de custume toda mulher vai ao banheiro antes de sair . Pego minhas coisas e desso as escadas , até a garagem , olho no estacionamento e vejo apenas o meu carro , não havia ninguem de carro fora eu . Paro e espero , escuto os som dos seus sapatos . Chega Amanda toda sorridente e me Abraça . e diz ... - Meus desejos estão me traindo . Apos um beijo doce , toco na suas coxas , minhas mãos começam a subir sua saia ... Para a minha supresa ... ela estava sem calcinha Foi quando ela me disse ... - Me Abusa , me faz mulher ... estou aqui loca de vontade e desejo ... Nisto minha mão tocou sua buceta molhada , como estava umida ... Amanda gemia e falava ... - Estou loca de fazer isso aqui na escada...mas deixa eu fazer o que eu fiquei o final de semana com vontade . Sentou no degrau .. abriu minha calça e tirou meu pau rapidamente e colocou toda na boca ... chupou como uma vagabunda ... Abri minha Carteira e retirei uma camisinha ...peguei ela pelo braço.. mando ela ficar de costas com um dos pés no degrau ... Sem pedir ... coloquei fundo .. peguei ela pelo quadril com força ... Amanda soltou um gemido alto ... Bombei até ela pedir para parar , pois estava com medo .. paramos
Após isso , no meio da semana marcamos de sair no sabado de manhã, iriamos ao Motel . E assim foi , Sabado as 10:00 horas eu estava com Amanda no Motel ... Ela nervosa , pois não sabia como agir , mas para quebrar o gelo eu tinha uma supresa para ela , comprei uma calcinha muito pequena e entreguei dentro de uma caixinha de supresa . Amanda deu um belo sorriso e falou que iria colocar . Não demorou , lá estava ela apenas de calcinha na porta do banheiro ...pedi para ela dar uma voltinha . Minha reação ao ver aquela calcinha de tão pequena , um fio na bunda ... Amanda , falou com um largo sorriso que tinha Adorado a calcinha . Eu Levantei e fui ao encontro dela .. quando abraçei senti aquela pele suave e arrepiada .. Ela falou olhando no meus olhos . - Faça tudo , porque sou sua .. Joguei ela na cama e fiquei de joelhos ... beijei sua virrilha ...e aos poucos tirava sua calcinha ... Que maravilha , depiladinha , poucos pelos .. Começei a chupar aquela mulher que pelo som da sua voz ela gemia gostoso . Amanda passou a Gemer e pedir para transar comigo . E assim foi .. Sentei na cama .. Amanda por cima , sentou delicamente Quando meu pau tucou fundo , ela iniciou um vai em vem .. Meu tesão era tanto que começei a bater na bunda dela .. Amanda era só tesão ... Não demorou e ela gozou .. Eu logo quiz pegar ela de 4 ... e assim ela me atendeu ... Ficou na ponta da cama ... me esperando Quando começei a bombar ...
Perguntei " Quem era o dono dela" ... Ela com um gemido que parecia que estava chorando ... disse . - E vc meu homem , que esta me comendo ... Eu logo pergunto .. - O que mais posso fazer com vc hj . Ela . - Tudo , quero tudo ... Eu digo que quero comer sua bundinha e gozar na sua boca . Ai que veio a supresa . - Pode comer , come seu cuzinho e vou tomar todo seu gozo ..
Tirei meu pau de dentro da buceta dela e começei a forçar na entrada do seu cuzinho .. foi ai que tive outra supresa . Disse ela .. - Meu cuzinho e virgem ..
Após um luta , meu pau já estava entrando .. Amanda gemia e reclamava que sentia sua bunda rasgar ... Não parei e comi gostoso ... ela se deitou na cama e eu voltei a comer sua buceta ... Depois de um tempo , Amanda pediu para chupar meu pau ... Essa seria minha oportunidade de gozar na boca dela . Com isso , sentei na cama e ela se encaxou no meio das minhas pernas . Amanda chupava meu pau como um puta de verdade . Não demorou eu avisei que iria gozar . Ela tomou tudo ... E com Ar de Alegria no rosto disse , que adorou e queria mais . Antes de ir embora Amanda tinha chupado meu pau mais umas 2 vezes e todas tinha tomado meu goza .
Na segunda-feira , logo de após um breve " Oi , Ricardo " meu ramal toca , com uma voz de alegria ela me disse ... - To vicia , preciso dele na minha boca ... Essa nossa Historia durou muito tempo , mas Amanda se mudou para outra Cidade , nossa Amizade ainda continua . Boa Epoca a nossa .

Aline – 2ª parte

Olá, sou a Ana e aqui estou com a segunda parte da história da Aline.

Tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus casos pessoais. Tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo depende do tempo que tenha para escrever.

Como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade, sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser diferente.

Continuando o relato:

 

“Oi gente, sou a Aline e estou de volta para contar a segunda parte da minha história.

Depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais calminho e cheio de atenções para comigo.

Tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme pornô, sobre lésbicas e sexo em grupo.

Não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que mal tem?

Na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. Até sugeriu que ela fosse a minha amiga Patricia.

Bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela, eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente na sua cabeça.

Convém esclarecer que a Patricia no momento vive só, depois de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros homo. Sim, porque ela também tem tendências homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é outra história.

Então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e concordei:

- Tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma condição! Eu é que faço as regras e só será feito o que eu mandar!

Ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar conosco, de poder comer as duas.

Falei com a Patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira à noite em casa dela. Chegados lá, conversamos, bebemos e aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa. A Patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas. O Mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas, mãos e bocas explorando o corpo da outra.

Na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra, enquanto os dedos penetravam nela. Aí o Mauro se juntou a nós e logo queria se atirar à Patricia, mas eu mandei que ele ficasse de pé na minha frente. A Patricia se deitou de costas, eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha. O Mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei ele chegar perto. Pegando na vara dele, comecei a lambê-la, desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. Em seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. Estava morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o Mauro começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na minha boca. Senti seu leitinho quente e engoli ele até a última gota, sem parar de mamar.

Aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar entre minhas pernas e lamber minha rata. Ele não gostou muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a Patricia, queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu. Então ele fez o que mandei. Ajoelhando entre minhas pernas, baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o clitoris, lambendo e chupando. Ao mesmo tempo introduziu o polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a lingua no clitoris. Eu delirava de prazer, estava a ser bom demais.

Aí fiz sinal para a Patricia e ela já sabia o que fazer.

Ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim. Então pegando num cinto com um consolo encaixado, aproximou-se do Mauro. Ele na posição em que estava, de joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo, detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. Ele ao sentir o corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar, protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas pernas, apenas dizendo:

- Sou eu quem faz as regras, lembra?

Ele não gostou muito, mas tinha concordado com as condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse.

Aí a Patricia apontou o pau na entrada do cu dele e lentamente foi empurrando. Ele gemeu, sua boca enterrada na minha buceta. O consolo dela era bem grande, acho que uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. Quando a cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um pouco. Ela sabia como fazer, tinha experiência. O Mauro suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. A Patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas do consolo batendo na entrada. Pronto, já estava. Deixando ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. Então começou um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma enfiada até o fundo.

Reparei que ele começou a gostar. Seus gemidos já eram de prazer. Sua boca chupava minha buceta com mais força, seu dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. Eu via o rosto da Patricia enquanto ela comia o cu dele. Ela estava extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. A visão que ela tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. Eu também não aguentei mais. Ao ver ela gozar e com as caricias que meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho ejacular da minha racha direto à boca dele.

Caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. O Mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. Começou a acariciar a Patricia e preparava-se para a montar, mas eu mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e ele fazer com ela o que tinha feito comigo. Mais uma vez ele não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu relembrei as regras.

A Patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e ele ajoelhou entre as pernas dela. Agora para além da xota dela, tambem tinha um pau para mamar. E ele começou. A lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele.

Entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da Patricia, ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. Também queria saber como era comer um cu de homem. Só depois de o colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a Patricia tinha usado, uns 22x6 cm. Mas já que estava colocado, era hora de o usar. Vi que o Mauro continuava chupando o consolo da Patricia e aí com as mãos abri sua bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto, embora não fosse o bastante para o meu consolo. Encostando a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. Ele urrou, o pau era grosso demais, mas eu não estava nem aí. Lentamente fui metendo até sentir a resistência diminuir. Pronto, estava dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada do cu. Aí parei, deixei ele acostumar.

Com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro como nunca tinha sentido. Ele gemeu. Tinha uma mão enrolada no consolo da Patricia e a boca enterrada na xota dela. Aumentei o ritmo da punheta e ele começou a mover-se, para trás e para a frente. Eu acompanhei o movimento, meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. Tirava fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho até o fundo. Agora eu entendia o extase da Patricia, entendia o porquê da cara de gozo dela. Estar assim comendo um cu nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação era boa demais. Aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso.

Começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes. Iamos gozar.

Eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre minhas coxas e ouvi um gemido rouco da Patricia, de alivio. Na minha mão senti o caralho do Mauro latejar, expelir seu leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais.

Cansado ele se deixou cair em cima da Patricia, eu acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. E ficamos ali, ensanduichados, cansados.

Depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para voltar para nossa casa.

Aí perguntei para ele:

- Então, foi bom este sexo a três, esta orgia?

- Poxa, meu cu doi para cacete. Acho que está todo rebentado!

- Pois é meu querido, tudo tem um preço. Você não queria saber como é estar com duas mulheres? Agora já sabe!

E voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar.

Durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas depois...”

 

E aqui fica a conclusão deste relato.

Espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né?

 

Até a próxima

 

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª parte

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato (porque o aqui posto são relatos e não contos). Depois dos meus últimos “Uma lufada de ar no casamento” e “Psicóloga- Dupla Penetração”, recebi montes de e-mails de leitoras e leitores me felicitando e pedindo conselhos sobre como confessar suas fantasias aos parceiros e qual a melhor forma de as realizar.

Também recebi e-mails de leitores escandalizados, afirmando que não é natural macho ter prazer em ser penetrado, que o natural é serem eles a penetrar, que isso é coisa de gay.

Eu não quero entrar em polémicas, acho que cada um sabe quais os seus limites, mas não posso deixar de dizer que também não é natural que nós mulheres façamos oral e anal e vocês morrem de desejo que o façamos. Se na volta também gostamos de comer os vossos rabos, qual o problema?

Ao longo da minha vida profissional, consultei inúmeros casos de homens que confessam ter essa fantasia mas têm receio de serem julgados homossexuais pelas companheiras. O que sempre lhes digo é que a homossexualidade existe quando dois seres do mesmo sexo sentem atração. Homem sentir prazer no ânus, gostar que a companheira o toque ou penetre, não tem nada a ver com o facto, é apenas uma zona erogena que todos nós temos.

 

O relato que agora posto aqui, foi-me confidenciado por uma cliente e que me autorizou a fazê-lo desde que altere locais e nomes. Não estou a violar qualquer ética ao fazê-lo e achei interessante. O relato é apresentado na primeira pessoa, como gosto de o fazer.

 

“Oi gente, chamo-me Aline, 28 anos, casada faz 5. O meu relacionamento com meu marido sempre foi bom, com optimo sexo, sem problemas.

Tenho uma amiga intima de infância, a Patricia, com a qual me relaciono no dia a dia e somos confidentes uma da outra.

Fisicamente somos ambas parecidas. Ambas temos um corpo bem modelado, com tudo no lugar, cinturas bem definidas, seios fartos, bundas bem proporcionadas, rostos bonitos, cabelos pelos ombros, apenas diferentes na cor. O meu é acobreado e o dela é castanho. Enfim, temos aquilo que os homens gostam de ver, pelos olhares que nos deitam.

Meu marido é bem parecido, educado e sempre atencioso comigo, muito delicado comigo na cama. Nunca se aventurou em nenhuma fantasia e eu respeito sua opção.

Uma tarde em que minha amiga me visitou, depois de uma conversa bota fora, me confidenciou que meu marido tem dado em cima dela. Que a come com os olhos, que já lhe fez algumas insinuações.

Eu fiquei arrasada, não esperava isso. Afinal o que ela tinha que eu não tenho?

Como amiga que é, queria saber o que deveria fazer, se deveria de deixar de frequentar a minha casa, porque a nossa amizade era muito importante para ela e não queria criar problemas entre nós.

Depois de pensar um pouco, eu lhe disse para dar corda a ele, para ver até onde ele queria ir, quais as suas intenções.

Dias depois ela me liga contando que ele tinha marcado sabado à noite com ela, que queria visitá-la em casa dela. A Patricia no momento vive sozinha, depois de um relacionamento falhado. Vive algumas quadras depois do nosso apartamento.

Aí eu lhe disse para ela confirmar com ele, que o iria receber, para deixar que ele fizesse o que queria.

A semana passou e meu marido continuava com a mesma toada comigo, delicado, amigável, sem mostrar nada.

No sabado, ele durante uma conversa casual no almoço, informou que de tarde iria sair com uns amigos, para ir ver um jogo de futebol, que voltaria tarde, de noite. Ele sabe que não gosto de futebol e que nunca o acompanho aos jogos, então eu disse que estava bem, que iria aproveitar para ver um video.

Oito horas da noite, batem à porta da Patricia, era meu marido, com um ramo de flores e uma garrafa de vinho.

À média luz, conversa atrás de conversa, copo atrás de copo, ele confessa que sempre se sentiu atraído por ela, que tinha muitas fantasias com seu corpo, que sonhava o que poderiam fazer juntos na cama. Aproveitava qualquer momento para a acariciar e dava para notar o volume na calça, estava excitado demais.

Aí a Patricia o levou para o quarto, que estava apenas iluminado por uma ténue claridade e o ajudou a despir sentindo seu pau bem duro de teso. Então ela pediu para ele se deitar na cama e esperar, que iria se trocar, que voltava logo.

Ele se deitou de costas na cama, o pau bem no alto e foi acariciando ele, sonhando com o que iria fazer em seguida.

Viu ela na porta, voltando, e na obscuridade notou que ela já vinha nua, os contornos bem definidos. Ela se deitou ao seu lado e ele foi invadido pelo seu perfume, o que o deixou ainda mais excitado. Começou a beijar seus seios, chupando os mamilos bem duros, enquanto as mãos percorriam o corpo. Sua boca foi descendo em beijos curtos, pelo peito, barriga...até chegar ao clitoris dela. Delicadamente sua lingua afagou ele, rodeando-o, molhando-o, sentindo ele se entesar, surgir bem firme por entre as pregas. Como os lábios prendeu ele, enquanto a lingua continuava acariciando. A Patricia gemia de prazer, estava a ser muito gostoso. Ele não ficou por ali, sua lingua desceu, percorrendo toda a racha dela, descendo por um lado e subindo pelo outro...depois penetrando na gruta úmida, profundamente. Aí desceu mais um pouco, sua lingua foi até o ânus dela e com a ponta bem dura penetrou-o, simulando uma cópula, um vai-vem. Aproveitando o facto do cuzinho estar bem lubrificado, introduziu o dedo médio nele, devagar até atingir o fundo, enquanto a lingua retomava as caricias no clitoris. Lambia e chupava a racha enquanto movia o dedo no cuzinho.

Ela estava louca de tesão, levantando as ancas, se oferecendo, gemendo roucamente...a respiração bem rápida, até que não aguentou mais e gozou forte, em espamos.

Aí, ele se deitou de costas e pediu para ela chupar seu pau. Ela se encaixou entre as pernas dele e com a lingua acariciou a cabecinha do membro, descendo por um lado e subindo pelo outro, depois as bolas, chupando uma de cada vez. A lingua subindo de novo pelo pau bem úmido, a boca abrindo-se e engolindo ele o mais possivel, e logo iniciando um vai-vem, chupando sempre, enquanto a mão se apertava na base, punhetando.

Ele estava doido de tesão e deitando-a de costas, saltou-lhe em cima, enterrando o pau todo de uma vez na racha úmida, quente, apertada. Com flexões bem rápidas, o caralho dele subia e descia, as bolas batendo na entrada da racha, para logo quase sair fora, durante largos minutos. Não tardou para que ambos gozassem. A respiração dele ficou rouca, os movimentos mais rápidos e com um gemido profundo, se enterrou todo nela e ejaculou forte, enchendo a xana dela de nhanha, desencadeando a reação dela, que de novo gozou, seu leitinho afogando o pau ele.

Ele caiu de costas, ao lado dela, cansado, retomando forças.

Não tardou que o tesão voltasse de novo. Aquela era a noite da sua fantasia, com a qual tinha sonhado tanto. Estar ali com a amiga da mulher, podendo fazer o que quisesse, era demais, um sonho que pensou ser impossivel.

De novo começou a acariciar ela. Os seios, a xota bem molhada. Aí murmurou baixinho: - Queria comer teu cuzinho, posso? Ela num murmúrio rouco respondeu: - Pode, mas vai devagar.

Ela se colocou de quatro, a bunda no alto. Ele se posicionando por trás, acariciou aquelas nadegas tão desejadas, tão olhadas através do tempo. De novo sua lingua se enterrou no cuzinho dela, rodando, entrando. Depois introduziu um dedo. O cuzinho já estava meio aberto pela caricia anterior e entrou facilmente. Aí ele usou dois dedos, enterrando lentamente, até sentir que o esfincter dela se abria e os rodou nele, movendo, até sentir seu ânus bem aberto...

Estava na hora. De joelhos por trás dela, apontou a cabecinha do caralho no cuzinho e lentamente a meteu. Ela gemeu, a mão dela empurrando-o para trás, para ele ir devagar. Cuidadosamente ele foi introduzindo, sempre atento aos gemidos dela, até que seus colhões bateram na entrada. Pronto, estava todo dentro, sua barriga colada, esfregando, as nadegas macias dela. Aí deixou que ela se acostumasse ao volume dentro dela, enquanto acariciava suas costas, os seios.

Ela sentia seu cuzinho todo aberto, como se fosse rebentar, mas lentamente o incomodo virou prazer. E foi ela mesmo quem iniciou o vai-vem. Não era ele quem estava fodendo seu cu. Seu cu é que estava fodendo o pau dele.

A tora dele deslisava bem, quase saindo fora, para logo se enterrar todo. As mãos dele na cintura dela, ajudando os movimentos. Os dois gemiam de prazer, cada um querendo mais que o outro.

Aí ela saltou fora e fazendo ele ficar deitado de costas, colocou-se sobre o pau, de costas para ele, e sentou-se nele, até esmagar os colhões, iniciando um sobe e desce rápido, seu cu fodendo aquela vara dura e tesa. As mãos dele nas nadegas dela ajudavam o sobe e desce e bem ritmados, sem parar, se fodiam mutuamente até que ele não aguentou mais e explodiu, enchendo seu cuzinho de esporra quente, ao mesmo tempo que a racha dela gozava de novo, sua nhanha escorrendo por entre as coxas, encharcando os tomates dele.

 

Exaustos, cairam cada um para o seu lado, ofegantes.

Ele de lado, afagando seu seios, murmurou:

- Foi muito bom, você é incrivel! Podemos repetir noutro dia?

Ela respondeu:

- Ah, concerteza, basta que você queira! Porque não pediu para fazermos assim mais cedo?

Aí acendeu a luz do quarto.

A Patricia estava de pé, encostada na ombreira da porta. Quem estava deitada na cama com ele...era eu, a Aline, sua esposa!

Ele saltou da cama num pulo acrobático, os olhos arregalados, sem querer acreditar.

Tinha sido uma armação combinada entre eu e minha amiga Patricia.

Ele envergonhado, me pediu perdão, que o que fizera fora o realizar de fantasias, que me amava, que nunca imaginara que eu fosse capaz de realizar todos seus desejos.

Eu perdoei ele. Era meu marido, de quem eu gostava, mas fui logo avisando que não toleraria mais traições, mas que também tinha adorado aquela noite, que tinha sido muito bom.

Então voltamos para nossa casa, depois de eu agradecer à Patricia, e lá voltamos a repetir o que fizeramos.”

 

E pronto, aqui fica a primeira parte deste relato.

Como psicóloga, o que constatei é que quase sempre procuramos fora aquilo que temos em nossas casas...basta saber chegar lá.

Breve voltarei com a segunda parte deste relato.

Até lá.

e-mail - anaxvarandas@gmail.com


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