Hetero

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Heterossexualismo
heterossexualidade

Casada , descobrindo a felicidade ...

Bem o que vou relatar aqui foi veridico , Me chamo Ricardo , 32 anos , sou de São Paulo , 1,72 alt. , posso dizer que sou Malhado . Bom isso aconteceu a alguns anos atras , eu trabalhava para um Empresa de Instalações de Equipamentos . Foi nessa empresa que conheci a Amanda , 36anos , mulher simpatica porém timida , era casada , mas não tinha filhos . Tinha um corpo bonito , nada de grande ou pequeno, se notava pelas roupas , não era sexy , era elegante . Ao passar do tempo, nossa amizade mudou , ela contava sua vida fora do trabalho , por mais profissional que era , ela não demostrava os problemas que passava em casa . Tinha um marido bruto , homem antigo , pois a diferença de idade era grande e seus custumes , reprimia o lado de mulher madura ,pois na sua cabeça, mulher deveria ser submissa .
Logo chegou o final do Ano , Festa na Empresa , Aquele Clima de Prosperidade , foi ai que Amanda veio Falar comigo .
- Ricardo , vc vai a festa da empresa . Respondi , dizendo que sim . Então ela disse - Vc pode ficar na mesa comigo . A resposta foi rapida . - Logico .
Fui para casa , tomei banho , fiz a barba , coloquei uma Roupa Confortavel E fui a Festa , logo que cheguei .. Falei com todos os amigos de longa data , ai fui me sentar com Amanda , que usa um Calça Social e uma Camisa Preta . Batemos um longo papo , mas sempre como amigos. Jantamos e Tomamos muitas taças de vinho . A festa esta Maravilhosa , Musica de Bom Gosto . Mas a Festa logo iria Acabar . Nisto notei que Amanda estava Alta , devido ao excesso de bebida . Desolvi perguntar se ela queria uma Carona . Ela me disse , que aceitava . Após entrar no Carro , perguntei qual melhor caminho para sua casa . Foi que Amanda conheçou a Chorar , dizendo que não era Feliz , pois seu Marido não dava a devida atenção que ela queria , pos ela não tinha o homem que suas amigas tinham em casa . No caminho achei uma Padaria 24 horas , paramos para tomar um café, assim Amanda ficaria melhor . No balção Amanda me Abraça , e diz ao pé do meu ouvido .
- Queria chegar em casa e ser devorada ou fazer um loucura no quintal de casa , como minhas amigas dizem . Ao ver esses relatos ,
digo a ela . - Vc precisa de um Amante , que faça vc virar uma Puta de verdade .
Ela responde dizendo . - Vc sabe como fazer uma mulher de puta .
Eu disse , que " sim " .
Ela beijou meu pescoço e disse - quer ser meu Amante .
Abraçei , dizendo no seu ouvido . - Olha , vou ser seu Amante , mas terá que ser como eu quero . Com sinal de " Possitivo " foi a resposta dela .
Ai eu disse .. - Antes de ir embora , quero vc tire esse Sutian , assim que entrar no carro vc coloca no meu colo .
Pois bem , quando eu disse que iria pagar a conta , ela foi ao Banheiro . Depois de um tempo eu já estava no Carro , ela entrou e para a minha supressa, jogou a sutian no meu colo . Sem muitas palavras , informei que ela deveria abrir alguns botões da sua Camisa . Ela se sentou de lado no banco e abriu a camisa , deixando um belo decote e com umas das suas mão passou a fazer carinho na minha nuca . Voltei a fazer um novo pedido . - Me mostre seus seios . Ela com muita naturalidade mostrou um belo par de seios , fiquei com agua na boca de vontade de chupar eles . Mas tinha um problemas , ela precisava chegar em casa , minha mente eu queria chupar e comer aquela mulher , ai no meio do caminho , parei em uma rua escurra , com muitas arvores .
Sem pensar eu disse . - Vem chupar meu pau .
Com olhar diferente , ela me disse . - Sabe Ricardo , eu posso dizer que não tenho experiencia , pois não faço para o meu Marido , ele não merece , mas se vc quiser me ensinar , eu aprendo rapido .
Confesso que não sei como abri minha Calça . Apenas me lembro dela deitando no meu colo e chupando meio timida , foi quando eu disse . - Chupa bem macio e não passe os dentes . Ela chupava gostoso , sentia sua vontade ao sugar e tentar colocar ele todo na boca . Apos alguns minutos , peço para ela sentar no meio das minhas pernas .. Sentou rapidamente e me deu um beijo quente , e falou ... - Adorei , que delicia. Nisto , minhas mãos faziam carinho no bico do seus seios e logo que senti que eles estão durrinhos , coloquei uma a uma na boca , mamei como uma criança faminta. Mas o tempo já estava no fim ... Antes de sair do carro , pedi para ver sua calcinha . Então ela me disse . - Não , aqui não , tenho medo . Foi ai que falei . - Quando vou ver . Sem dizer nada ela , entrou na portaria do predio e foi embora . No caminho de casa , eu fiquei pensando ... Na proxima semana ela não vai olhar para mim ou vai pedir desculpas e dizer que fez errado , pois estava bebada . A noite passou e junto com o Final de Semana . Na Segunda-Feira , quando chego não vejo Amanda . Pensei ... - Acho que ela não vem , deve esta envergonhada , timida , coisas do genero . Pois ai que vejo ela entrar pela porta . Veio direto na minha mesa . Gelei , pois imaginei um escandalo dela . Quando parou , olhe de baixo para cima . Percebendo sua roupa casual ,uma saia e uma blusa . Mas não , me deu um " Bom dia , Ricardo ! como foi seu final de semana " Eu disse que foi otimo e perguntei como foi o dela . Ela responde . - Poderia ser melhor !! Mas nunca esperei um segunda-feira como hj . e saiu com um sorriso que jamais tinha notado. Passou o dia de trabalho , quando tocou o Ramal da minha mesa . - Oi Ricardo , que horas vc vai embora . Eu respondo .. Eu não sei .. porque ? - Vc pode me esperar , preciso falar uma coisa com vc e muito serio .
Então marcamos no refeitorio da empresa , pois depois das 18:00 não há ninguem . Bem , no momento certo vou até o refeitorio , lá esta Amanda me esperando .
Veio logo dizendo . - " Sabe Ricardo , vc não saiu da minha cabeça esse final de semana , confesso que estou achando que fiquei louca , mas meu corpo e minha vontade falam mais alto , quero saber uma coisa de vc ! Vc pode ser um Amigo discreto na minha vida e que possa realizar todas as minhas vontades " .
Com muita rapidez eu digo . - Sim , mas vc terá que ser como eu quero vc aceita ?
Ela diz que " sim " , mas que eu devo ajudar . Sem perder tempo , logo peço . - Então vai até o banheiro , tira sua calcinha .
Ela respode . - Vou pensar , mas desse pelas escadas quando vc for embora . Umas 19:20 , vejo ela levantar e pegar as coisas , como de custume toda mulher vai ao banheiro antes de sair . Pego minhas coisas e desso as escadas , até a garagem , olho no estacionamento e vejo apenas o meu carro , não havia ninguem de carro fora eu . Paro e espero , escuto os som dos seus sapatos . Chega Amanda toda sorridente e me Abraça . e diz ... - Meus desejos estão me traindo . Apos um beijo doce , toco na suas coxas , minhas mãos começam a subir sua saia ... Para a minha supresa ... ela estava sem calcinha Foi quando ela me disse ... - Me Abusa , me faz mulher ... estou aqui loca de vontade e desejo ... Nisto minha mão tocou sua buceta molhada , como estava umida ... Amanda gemia e falava ... - Estou loca de fazer isso aqui na escada...mas deixa eu fazer o que eu fiquei o final de semana com vontade . Sentou no degrau .. abriu minha calça e tirou meu pau rapidamente e colocou toda na boca ... chupou como uma vagabunda ... Abri minha Carteira e retirei uma camisinha ...peguei ela pelo braço.. mando ela ficar de costas com um dos pés no degrau ... Sem pedir ... coloquei fundo .. peguei ela pelo quadril com força ... Amanda soltou um gemido alto ... Bombei até ela pedir para parar , pois estava com medo .. paramos
Após isso , no meio da semana marcamos de sair no sabado de manhã, iriamos ao Motel . E assim foi , Sabado as 10:00 horas eu estava com Amanda no Motel ... Ela nervosa , pois não sabia como agir , mas para quebrar o gelo eu tinha uma supresa para ela , comprei uma calcinha muito pequena e entreguei dentro de uma caixinha de supresa . Amanda deu um belo sorriso e falou que iria colocar . Não demorou , lá estava ela apenas de calcinha na porta do banheiro ...pedi para ela dar uma voltinha . Minha reação ao ver aquela calcinha de tão pequena , um fio na bunda ... Amanda , falou com um largo sorriso que tinha Adorado a calcinha . Eu Levantei e fui ao encontro dela .. quando abraçei senti aquela pele suave e arrepiada .. Ela falou olhando no meus olhos . - Faça tudo , porque sou sua .. Joguei ela na cama e fiquei de joelhos ... beijei sua virrilha ...e aos poucos tirava sua calcinha ... Que maravilha , depiladinha , poucos pelos .. Começei a chupar aquela mulher que pelo som da sua voz ela gemia gostoso . Amanda passou a Gemer e pedir para transar comigo . E assim foi .. Sentei na cama .. Amanda por cima , sentou delicamente Quando meu pau tucou fundo , ela iniciou um vai em vem .. Meu tesão era tanto que começei a bater na bunda dela .. Amanda era só tesão ... Não demorou e ela gozou .. Eu logo quiz pegar ela de 4 ... e assim ela me atendeu ... Ficou na ponta da cama ... me esperando Quando começei a bombar ...
Perguntei " Quem era o dono dela" ... Ela com um gemido que parecia que estava chorando ... disse . - E vc meu homem , que esta me comendo ... Eu logo pergunto .. - O que mais posso fazer com vc hj . Ela . - Tudo , quero tudo ... Eu digo que quero comer sua bundinha e gozar na sua boca . Ai que veio a supresa . - Pode comer , come seu cuzinho e vou tomar todo seu gozo ..
Tirei meu pau de dentro da buceta dela e começei a forçar na entrada do seu cuzinho .. foi ai que tive outra supresa . Disse ela .. - Meu cuzinho e virgem ..
Após um luta , meu pau já estava entrando .. Amanda gemia e reclamava que sentia sua bunda rasgar ... Não parei e comi gostoso ... ela se deitou na cama e eu voltei a comer sua buceta ... Depois de um tempo , Amanda pediu para chupar meu pau ... Essa seria minha oportunidade de gozar na boca dela . Com isso , sentei na cama e ela se encaxou no meio das minhas pernas . Amanda chupava meu pau como um puta de verdade . Não demorou eu avisei que iria gozar . Ela tomou tudo ... E com Ar de Alegria no rosto disse , que adorou e queria mais . Antes de ir embora Amanda tinha chupado meu pau mais umas 2 vezes e todas tinha tomado meu goza .
Na segunda-feira , logo de após um breve " Oi , Ricardo " meu ramal toca , com uma voz de alegria ela me disse ... - To vicia , preciso dele na minha boca ... Essa nossa Historia durou muito tempo , mas Amanda se mudou para outra Cidade , nossa Amizade ainda continua . Boa Epoca a nossa .

Aline – 2ª parte

Olá, sou a Ana e aqui estou com a segunda parte da história da Aline.

Tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus casos pessoais. Tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo depende do tempo que tenha para escrever.

Como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade, sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser diferente.

Continuando o relato:

 

“Oi gente, sou a Aline e estou de volta para contar a segunda parte da minha história.

Depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais calminho e cheio de atenções para comigo.

Tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme pornô, sobre lésbicas e sexo em grupo.

Não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que mal tem?

Na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. Até sugeriu que ela fosse a minha amiga Patricia.

Bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela, eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente na sua cabeça.

Convém esclarecer que a Patricia no momento vive só, depois de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros homo. Sim, porque ela também tem tendências homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é outra história.

Então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e concordei:

- Tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma condição! Eu é que faço as regras e só será feito o que eu mandar!

Ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar conosco, de poder comer as duas.

Falei com a Patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira à noite em casa dela. Chegados lá, conversamos, bebemos e aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa. A Patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas. O Mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas, mãos e bocas explorando o corpo da outra.

Na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra, enquanto os dedos penetravam nela. Aí o Mauro se juntou a nós e logo queria se atirar à Patricia, mas eu mandei que ele ficasse de pé na minha frente. A Patricia se deitou de costas, eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha. O Mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei ele chegar perto. Pegando na vara dele, comecei a lambê-la, desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. Em seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. Estava morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o Mauro começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na minha boca. Senti seu leitinho quente e engoli ele até a última gota, sem parar de mamar.

Aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar entre minhas pernas e lamber minha rata. Ele não gostou muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a Patricia, queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu. Então ele fez o que mandei. Ajoelhando entre minhas pernas, baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o clitoris, lambendo e chupando. Ao mesmo tempo introduziu o polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a lingua no clitoris. Eu delirava de prazer, estava a ser bom demais.

Aí fiz sinal para a Patricia e ela já sabia o que fazer.

Ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim. Então pegando num cinto com um consolo encaixado, aproximou-se do Mauro. Ele na posição em que estava, de joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo, detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. Ele ao sentir o corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar, protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas pernas, apenas dizendo:

- Sou eu quem faz as regras, lembra?

Ele não gostou muito, mas tinha concordado com as condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse.

Aí a Patricia apontou o pau na entrada do cu dele e lentamente foi empurrando. Ele gemeu, sua boca enterrada na minha buceta. O consolo dela era bem grande, acho que uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. Quando a cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um pouco. Ela sabia como fazer, tinha experiência. O Mauro suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. A Patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas do consolo batendo na entrada. Pronto, já estava. Deixando ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. Então começou um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma enfiada até o fundo.

Reparei que ele começou a gostar. Seus gemidos já eram de prazer. Sua boca chupava minha buceta com mais força, seu dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. Eu via o rosto da Patricia enquanto ela comia o cu dele. Ela estava extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. A visão que ela tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. Eu também não aguentei mais. Ao ver ela gozar e com as caricias que meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho ejacular da minha racha direto à boca dele.

Caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. O Mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. Começou a acariciar a Patricia e preparava-se para a montar, mas eu mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e ele fazer com ela o que tinha feito comigo. Mais uma vez ele não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu relembrei as regras.

A Patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e ele ajoelhou entre as pernas dela. Agora para além da xota dela, tambem tinha um pau para mamar. E ele começou. A lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele.

Entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da Patricia, ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. Também queria saber como era comer um cu de homem. Só depois de o colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a Patricia tinha usado, uns 22x6 cm. Mas já que estava colocado, era hora de o usar. Vi que o Mauro continuava chupando o consolo da Patricia e aí com as mãos abri sua bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto, embora não fosse o bastante para o meu consolo. Encostando a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. Ele urrou, o pau era grosso demais, mas eu não estava nem aí. Lentamente fui metendo até sentir a resistência diminuir. Pronto, estava dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada do cu. Aí parei, deixei ele acostumar.

Com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro como nunca tinha sentido. Ele gemeu. Tinha uma mão enrolada no consolo da Patricia e a boca enterrada na xota dela. Aumentei o ritmo da punheta e ele começou a mover-se, para trás e para a frente. Eu acompanhei o movimento, meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. Tirava fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho até o fundo. Agora eu entendia o extase da Patricia, entendia o porquê da cara de gozo dela. Estar assim comendo um cu nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação era boa demais. Aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso.

Começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes. Iamos gozar.

Eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre minhas coxas e ouvi um gemido rouco da Patricia, de alivio. Na minha mão senti o caralho do Mauro latejar, expelir seu leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais.

Cansado ele se deixou cair em cima da Patricia, eu acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. E ficamos ali, ensanduichados, cansados.

Depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para voltar para nossa casa.

Aí perguntei para ele:

- Então, foi bom este sexo a três, esta orgia?

- Poxa, meu cu doi para cacete. Acho que está todo rebentado!

- Pois é meu querido, tudo tem um preço. Você não queria saber como é estar com duas mulheres? Agora já sabe!

E voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar.

Durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas depois...”

 

E aqui fica a conclusão deste relato.

Espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né?

 

Até a próxima

 

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª parte

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato (porque o aqui posto são relatos e não contos). Depois dos meus últimos “Uma lufada de ar no casamento” e “Psicóloga- Dupla Penetração”, recebi montes de e-mails de leitoras e leitores me felicitando e pedindo conselhos sobre como confessar suas fantasias aos parceiros e qual a melhor forma de as realizar.

Também recebi e-mails de leitores escandalizados, afirmando que não é natural macho ter prazer em ser penetrado, que o natural é serem eles a penetrar, que isso é coisa de gay.

Eu não quero entrar em polémicas, acho que cada um sabe quais os seus limites, mas não posso deixar de dizer que também não é natural que nós mulheres façamos oral e anal e vocês morrem de desejo que o façamos. Se na volta também gostamos de comer os vossos rabos, qual o problema?

Ao longo da minha vida profissional, consultei inúmeros casos de homens que confessam ter essa fantasia mas têm receio de serem julgados homossexuais pelas companheiras. O que sempre lhes digo é que a homossexualidade existe quando dois seres do mesmo sexo sentem atração. Homem sentir prazer no ânus, gostar que a companheira o toque ou penetre, não tem nada a ver com o facto, é apenas uma zona erogena que todos nós temos.

 

O relato que agora posto aqui, foi-me confidenciado por uma cliente e que me autorizou a fazê-lo desde que altere locais e nomes. Não estou a violar qualquer ética ao fazê-lo e achei interessante. O relato é apresentado na primeira pessoa, como gosto de o fazer.

 

“Oi gente, chamo-me Aline, 28 anos, casada faz 5. O meu relacionamento com meu marido sempre foi bom, com optimo sexo, sem problemas.

Tenho uma amiga intima de infância, a Patricia, com a qual me relaciono no dia a dia e somos confidentes uma da outra.

Fisicamente somos ambas parecidas. Ambas temos um corpo bem modelado, com tudo no lugar, cinturas bem definidas, seios fartos, bundas bem proporcionadas, rostos bonitos, cabelos pelos ombros, apenas diferentes na cor. O meu é acobreado e o dela é castanho. Enfim, temos aquilo que os homens gostam de ver, pelos olhares que nos deitam.

Meu marido é bem parecido, educado e sempre atencioso comigo, muito delicado comigo na cama. Nunca se aventurou em nenhuma fantasia e eu respeito sua opção.

Uma tarde em que minha amiga me visitou, depois de uma conversa bota fora, me confidenciou que meu marido tem dado em cima dela. Que a come com os olhos, que já lhe fez algumas insinuações.

Eu fiquei arrasada, não esperava isso. Afinal o que ela tinha que eu não tenho?

Como amiga que é, queria saber o que deveria fazer, se deveria de deixar de frequentar a minha casa, porque a nossa amizade era muito importante para ela e não queria criar problemas entre nós.

Depois de pensar um pouco, eu lhe disse para dar corda a ele, para ver até onde ele queria ir, quais as suas intenções.

Dias depois ela me liga contando que ele tinha marcado sabado à noite com ela, que queria visitá-la em casa dela. A Patricia no momento vive sozinha, depois de um relacionamento falhado. Vive algumas quadras depois do nosso apartamento.

Aí eu lhe disse para ela confirmar com ele, que o iria receber, para deixar que ele fizesse o que queria.

A semana passou e meu marido continuava com a mesma toada comigo, delicado, amigável, sem mostrar nada.

No sabado, ele durante uma conversa casual no almoço, informou que de tarde iria sair com uns amigos, para ir ver um jogo de futebol, que voltaria tarde, de noite. Ele sabe que não gosto de futebol e que nunca o acompanho aos jogos, então eu disse que estava bem, que iria aproveitar para ver um video.

Oito horas da noite, batem à porta da Patricia, era meu marido, com um ramo de flores e uma garrafa de vinho.

À média luz, conversa atrás de conversa, copo atrás de copo, ele confessa que sempre se sentiu atraído por ela, que tinha muitas fantasias com seu corpo, que sonhava o que poderiam fazer juntos na cama. Aproveitava qualquer momento para a acariciar e dava para notar o volume na calça, estava excitado demais.

Aí a Patricia o levou para o quarto, que estava apenas iluminado por uma ténue claridade e o ajudou a despir sentindo seu pau bem duro de teso. Então ela pediu para ele se deitar na cama e esperar, que iria se trocar, que voltava logo.

Ele se deitou de costas na cama, o pau bem no alto e foi acariciando ele, sonhando com o que iria fazer em seguida.

Viu ela na porta, voltando, e na obscuridade notou que ela já vinha nua, os contornos bem definidos. Ela se deitou ao seu lado e ele foi invadido pelo seu perfume, o que o deixou ainda mais excitado. Começou a beijar seus seios, chupando os mamilos bem duros, enquanto as mãos percorriam o corpo. Sua boca foi descendo em beijos curtos, pelo peito, barriga...até chegar ao clitoris dela. Delicadamente sua lingua afagou ele, rodeando-o, molhando-o, sentindo ele se entesar, surgir bem firme por entre as pregas. Como os lábios prendeu ele, enquanto a lingua continuava acariciando. A Patricia gemia de prazer, estava a ser muito gostoso. Ele não ficou por ali, sua lingua desceu, percorrendo toda a racha dela, descendo por um lado e subindo pelo outro...depois penetrando na gruta úmida, profundamente. Aí desceu mais um pouco, sua lingua foi até o ânus dela e com a ponta bem dura penetrou-o, simulando uma cópula, um vai-vem. Aproveitando o facto do cuzinho estar bem lubrificado, introduziu o dedo médio nele, devagar até atingir o fundo, enquanto a lingua retomava as caricias no clitoris. Lambia e chupava a racha enquanto movia o dedo no cuzinho.

Ela estava louca de tesão, levantando as ancas, se oferecendo, gemendo roucamente...a respiração bem rápida, até que não aguentou mais e gozou forte, em espamos.

Aí, ele se deitou de costas e pediu para ela chupar seu pau. Ela se encaixou entre as pernas dele e com a lingua acariciou a cabecinha do membro, descendo por um lado e subindo pelo outro, depois as bolas, chupando uma de cada vez. A lingua subindo de novo pelo pau bem úmido, a boca abrindo-se e engolindo ele o mais possivel, e logo iniciando um vai-vem, chupando sempre, enquanto a mão se apertava na base, punhetando.

Ele estava doido de tesão e deitando-a de costas, saltou-lhe em cima, enterrando o pau todo de uma vez na racha úmida, quente, apertada. Com flexões bem rápidas, o caralho dele subia e descia, as bolas batendo na entrada da racha, para logo quase sair fora, durante largos minutos. Não tardou para que ambos gozassem. A respiração dele ficou rouca, os movimentos mais rápidos e com um gemido profundo, se enterrou todo nela e ejaculou forte, enchendo a xana dela de nhanha, desencadeando a reação dela, que de novo gozou, seu leitinho afogando o pau ele.

Ele caiu de costas, ao lado dela, cansado, retomando forças.

Não tardou que o tesão voltasse de novo. Aquela era a noite da sua fantasia, com a qual tinha sonhado tanto. Estar ali com a amiga da mulher, podendo fazer o que quisesse, era demais, um sonho que pensou ser impossivel.

De novo começou a acariciar ela. Os seios, a xota bem molhada. Aí murmurou baixinho: - Queria comer teu cuzinho, posso? Ela num murmúrio rouco respondeu: - Pode, mas vai devagar.

Ela se colocou de quatro, a bunda no alto. Ele se posicionando por trás, acariciou aquelas nadegas tão desejadas, tão olhadas através do tempo. De novo sua lingua se enterrou no cuzinho dela, rodando, entrando. Depois introduziu um dedo. O cuzinho já estava meio aberto pela caricia anterior e entrou facilmente. Aí ele usou dois dedos, enterrando lentamente, até sentir que o esfincter dela se abria e os rodou nele, movendo, até sentir seu ânus bem aberto...

Estava na hora. De joelhos por trás dela, apontou a cabecinha do caralho no cuzinho e lentamente a meteu. Ela gemeu, a mão dela empurrando-o para trás, para ele ir devagar. Cuidadosamente ele foi introduzindo, sempre atento aos gemidos dela, até que seus colhões bateram na entrada. Pronto, estava todo dentro, sua barriga colada, esfregando, as nadegas macias dela. Aí deixou que ela se acostumasse ao volume dentro dela, enquanto acariciava suas costas, os seios.

Ela sentia seu cuzinho todo aberto, como se fosse rebentar, mas lentamente o incomodo virou prazer. E foi ela mesmo quem iniciou o vai-vem. Não era ele quem estava fodendo seu cu. Seu cu é que estava fodendo o pau dele.

A tora dele deslisava bem, quase saindo fora, para logo se enterrar todo. As mãos dele na cintura dela, ajudando os movimentos. Os dois gemiam de prazer, cada um querendo mais que o outro.

Aí ela saltou fora e fazendo ele ficar deitado de costas, colocou-se sobre o pau, de costas para ele, e sentou-se nele, até esmagar os colhões, iniciando um sobe e desce rápido, seu cu fodendo aquela vara dura e tesa. As mãos dele nas nadegas dela ajudavam o sobe e desce e bem ritmados, sem parar, se fodiam mutuamente até que ele não aguentou mais e explodiu, enchendo seu cuzinho de esporra quente, ao mesmo tempo que a racha dela gozava de novo, sua nhanha escorrendo por entre as coxas, encharcando os tomates dele.

 

Exaustos, cairam cada um para o seu lado, ofegantes.

Ele de lado, afagando seu seios, murmurou:

- Foi muito bom, você é incrivel! Podemos repetir noutro dia?

Ela respondeu:

- Ah, concerteza, basta que você queira! Porque não pediu para fazermos assim mais cedo?

Aí acendeu a luz do quarto.

A Patricia estava de pé, encostada na ombreira da porta. Quem estava deitada na cama com ele...era eu, a Aline, sua esposa!

Ele saltou da cama num pulo acrobático, os olhos arregalados, sem querer acreditar.

Tinha sido uma armação combinada entre eu e minha amiga Patricia.

Ele envergonhado, me pediu perdão, que o que fizera fora o realizar de fantasias, que me amava, que nunca imaginara que eu fosse capaz de realizar todos seus desejos.

Eu perdoei ele. Era meu marido, de quem eu gostava, mas fui logo avisando que não toleraria mais traições, mas que também tinha adorado aquela noite, que tinha sido muito bom.

Então voltamos para nossa casa, depois de eu agradecer à Patricia, e lá voltamos a repetir o que fizeramos.”

 

E pronto, aqui fica a primeira parte deste relato.

Como psicóloga, o que constatei é que quase sempre procuramos fora aquilo que temos em nossas casas...basta saber chegar lá.

Breve voltarei com a segunda parte deste relato.

Até lá.

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Dupla Penetração

Olá, quem leu meu anterior conto sabe que me chamo Ana e sou psicóloga, sexóloga e conselheira matrimonial.

No último conto contei como venci todas as barreiras e passei a ter uma vida sexual rica em pormenores e plena de satisfação.

Aqui estou de novo para contar um outro episódio.

 

Num fim de semana quente, eu e meu marido resolvemos fazer algo diferente e fizemos camping numa cachoeira. Lugar maravilhoso com águas limpidas e tépidas, arvores e um gramado lindo e mais importante, deserto, sem vizinhos barulhentos ou poluidores.

Com toda essa liberdade, quase não usavamos roupas e assim satisfizemos uma das nossas fantasias, nudismo ao ar livre.

 

Na primeira tarde, depois de nos termos banhado nas águas correntes, ficamos deitados na grama, meio adormecidos sentindo as caricias do sol na pele molhada. Não tardou que iniciassemos caricias, beijos...

Eu estava deitada de costas e aí meu marido se colocou sobre mim, mas em posição invertida, vulgo 69. Aí senti sua lingua tocar meu clitoris, primeiro ao de leve e depois mais rápido. Eu levantava a anca me oferecendo a ele, minha xota começando a fervilhar de tesão. Ele sem parar deslisava a lingua pelos lábios dela e indo mais abaixo até meu cuzinho, rodando a ponta da lingua na entrada dele, aos poucos penetrando. Eu entrei em êxtase, gemendo de prazer.

Na posição que estavamos, ele invertido sobre mim, seu pénis estava sobre meu rosto, teso, latejante. Comecei a acaricia-lo, a mão punhetando enquanto a lingua se enrolava ao redor da cabecinha e percorrendo todo ele até suas bolas, para logo voltar à cabecinha, engolindo, chupando. De novo a lingua percorreu toda a extensão do membro, detendo-se um pouco nas bolas, para depois continuar o caminho pelo escroto até seu cu. Tal como ele fazia comigo, minha lingua rodava na entrada do dele, molhando, entrando o mais possivel. Ele ao sentir minha lingua penetrando seu cu, gemeu de prazer e aumentou o ritmo das caricias na minha racha, a lingua penetrando profundamente nela. Com seu ânus molhado, apontei e enterrei nele meu dedo médio, lentamente até atingir o fundo, a boca de novo no pau, mamando com gosto. Com ritmo, movia o dedo em seu cuzinho num vai-vem certinho com o meu chupar. Ele gemia de prazer ao sentir a dupla caricia. Mamada no pau e dedo no cu.

Ele não quis ficar para trás, lambia e chupava meu clitoris e também enterrou seu dedo no meu cuzinho. Os dois loucos de tesão, cada um procurando dar mais prazer ao outro enquanto sentiamos também.

Não aguentamos muito esse prazer. Senti que ia gozar e aumentei o ritmo das caricias nele. Meu dedo bem rápido enrabando seu cu que se apertava forte, o pau tocando na garganta enquanto chupava sem parar. Senti que ele também aumentou o ritmo lá embaixo. De um dedo ele tinha passado para dois dedos enfiados no meu cu e também me enrabava sem parar, enquanto chupava meu clitoris duma forma gostosa.

Gozei! Gozei uma, duas vezes seguidas..

Ao mesmo tempo senti o latejar mais forte do pau dele e logo de seguida minha boca foi inundada de esperma quente e saborosa, que engoli sem parar de chupar.

Cansados deixamo-nos cair lado a lado, trocando beijos e caricias.

 

Não tardou que seu pau se entesasse de novo. Ele queria mais, e eu também!

Então me coloquei de quatro, a bunda bem empinada, oferecendo minha xota para ele, que duma só vez penetrou até o fundo, iniciando um delicioso vai-vem nela.

Na minha cabeça surgiu uma fantasia que ainda não tinha realizado.

Como já contei, nas nossas relações passou a ser frequente o uso de consolos, que habitualmente eu uso para comer o cuzinho dele. Muitas vezes ele também gozou no meu cu, mas sempre com seu pau. Aí quis saber que prazer dá sentir um consolo enfiado nele e pedi para ele fazer isso.

Então ele pegando no toy grandão que eu usava nele, melou ele com lubrificante e apontou a cabecinha na entrada do meu rabo, começando a introduzir. Nossa, ele era bem grosso e doía pra caramba e pedi para ele ir bem devagar. Meu cu estava meio aberto pelo uso dos dedos dele, mas o toy era grosso demais, bem mais que o paude verdade dele. Ele não me queria causar dor e foi muito carinhoso. Metia um pouco e retirava fora, depois metendo de novo mais um pouco, até que meu cu se acostumou a ele e senti ele entrar até meio. Lentamente ele foi empurrando até que senti que estava todo dentro. Senti meu cu esticado ao máximo, mas a sensação era gostosa. Agora eu entendia porque ele gostava tanto que eu penetrasse seu cu com aquele consolo. Era bem gostoso!

Com o toy todo enterrado na minha porta traseira, ele enfiou seu pau de verdade na minha xota, até os colhões baterem na entrada.

Já estava! Eu estava a ser duplamente penetrada e era bem gostoso.

Meu marido segurando o toy com uma mão, a base colado na barriga dele, começou a foder minha xota em ritmo rápido, e claro, o consolo se movia junto.

Sentia os dois paus me penetrarem em conjunto, os dois buracos bem preenchidos e gemia de tesão. A sensação era boa demais e eu incentiva ele:- Vai meu querido, me fode! Foda minha racha e enrabe meu cu sem parar.

Eu me movia junto com ele, indo à frente e recuando, deixando que os paus se enterrasem bem fundo em mim.

Senti um calor me percorrendo. Sentindo que ia gozar, aumentei o ritmo do meu vai-vem e não tardou que minha xana explodisse em gozo. Enchi o pau dele com o meu leitinho.

Ele arfava, gemia de prazer. Cada vez mais rápido me penetrava. Os dois paus quase saiam fora para logo baterem no fundo. E aí gozou também. Colando a barriga nas minhas nadegas, gozou bem dentro de mim, o pau expelindo leitinho em espamos. Eu apertei-me o mais possivel. Minha xana apertando seu pau, não o querendo soltar. Meu cu todo fechado sobre o toy enterrado nele até o anel.

Foi maravilhoso. Não sei porque ainda não tinhamos experimentado assim, mas sabiamos que agora tinhamos mais uma variante para o futuro.

Depois de tanto gozo, tantos fluidos correndo pelos nossos corpos, a agua da cachoeira era convidativa demais e mergulhamos nela, deixando que refrescasse nossos buracos que ferviam.

 

Somos ambos heterossexuais, não queremos relações homossexuais, nem grupais, mas sabemos fazer uso dos nossos recursos e usamos eles ao máximo sem tabus ou pudores.

Como conselheira matrimonial, sempre dou como conselho aos meus clientes que dentro das paredes de uma relação verdadeira, não existem limites para as fantasias. O limite está no querer de cada um e sendo de comum acordo não há nada que seja menos próprio ou vergonhoso.

Usem seus recursos e gozem.

 

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Uma lufada de ar no casamento

Olá, me chamo, digamos, Ana, 33 anos casada, com uma filha. Sou psicóloga, sexóloga e consultora matrimonial em Santa Catarina.

Para quem me ler, poderá pensar que este site não é o mais indicado para o que vou transmitir, porque o usual aqui são contos mais ou menos fantasiados e relatos eróticos de experiências vividas. Mas como até no deserto crescem flores, porque não inserir aqui a minha experiência profissional e privada e com isso ajudar outras pessoas?

Ao longo da minha vida profissional atendi muito casal com problemas no casamento, perspectiva de separação, incompatibilidades, etc.

A minha clientela é média-alta, geralmente gente formada e estável financeiramente, mas com os mesmo problemas no lar das outras classes mais baixas.

O meu método de trabalho consiste em primeiro ouvir os dois juntos e depois cada um separado para estabelecer um perfil do casal e quais os problemas que os afectam.

Na maioria dos casos, ela se queixa que o marido já não olha para ela com a mesma atenção de antes, que o surpreende a olhar para outras mais novas, que no sexo é rápido e conciso dormindo logo de seguida e que mostra um certo desinteresse em o fazer. Quase sempre suspeitam que ele tenha um caso com outra.

Já ele se queixa que a esposa relaxou e se acomodou, sem cuidar do visual, quase sempre engordando e que em matéria de sexo nada faz para manter a chama acesa e nas poucas vezes que o fazem é sempre algo repetitivo e sem graça porque ela parece fazer sacrificio e o importante é acabar logo rapidinho.

Posso afirmar que mais de 80% dos casos são idênticos. Consequências de rotinas, falta de diálogo, tabus e comodismo na relação.

 

Então fiz algo que nunca tinha feito e me auto-consultei.

Como falei atrás, sou casada com um advogado muito certinho, que cuida da sua aparência cuidadosamente, sempre de terninho e gravata. Devido às nossas profissões, sempre temos relatórios para ler à noite e depois deitamos tarde e o sexo quando acontece é rápido e objetivo. É para ser feito e pronto.

Baseada nos relatos da clientes, comecei a observar que o meu marido também olhava com olhar de despe-despe para garotas que se cruzavam conosco, na rua ou noutro local. Comecei a interrogar-me o que estava de errado comigo. Sempre me arrumo direitinha, penteada, cheirosa, com maquiagem, mas não o via olhando para mim com aquele olhar de desejo.

Aí, nua em frente ao espelho analisei-me. Até que não estava mal mas notei que engordei bastante depois do parto e tinha perdido aquela firmeza nas coxas, com elas bastante gordas e balofas ao ponto de roçarem uma na outra na cava. Deitando e abrindo as pernas, não gostei de ver. E logo eu que antes tinha coxa firme e bem definida.

Tinha ganho pneus na barriga que se acentuavam bastante quando sentada e mesmo deitada espalhavam-se para os lados. Mesmo de pé, a barriga não era lisa como uma tábua mas formava várias pregas desde o umbigo até o púbis. Deitada de costas, se levantava os joelhos ainda se acentuavam mais. Olhando de costas também não gostei. Elas estavam largas, os pneus saindo para os lados da cintura, a bunda um pouco balofa.

Então decidi dedicar um pouco mais de tempo a mim e comecei a frequentar o ginásio 3 vezes por semana, malhando duro.

Os resultados não tardaram a ser visiveis. Recuperei a firmeza das coxas, a barriguinha ficou mais firme sem pregas, os pneus foram diminuindo, a bunda mais firme e musculada.

Aí tive que trocar o meu guarda roupa e claro, o meu marido reparou. Pelo canto do olho verifiquei que ele já me olhava como antes, com aquela sensação deliciosa de despe-despe.

 

Estava na hora de aquecer o nosso relacionamento sexual e sem me fazer rogada, parti para a batalha. A forma como faziamos amor, geralmente era muito certinha sem grandes variantes e para mim estava bom assim. Dava mais conselhos às minhas clientes do que aplicava em mim na prática.

Claro que já tinha feito oral com ele, mas geralmente ele ficava de pé e eu ajoelhando na frente lambia e chupava até o fazer gozar. Anal nunca tinha experimentado.

Mais confiante no meu corpo (porque é algo muito importante, gostarmos do nosso corpo) decidi ser mais aventureira. Numa noite em que ele estava deitado de costas, lendo um relatório na cama, comecei a beijá-lo. Primeiro na boca, depois fui descendo pelo peito, barriga, até chegar no seu membro. Aí usei a lingua na cabecinha dele e deslisando por ele até a base e voltando. A respiração dele ficou mais forte, ele estava gostando. Os dedos dele entrosados no meu cabelo, a pressão sobre a minha cabeça, me davam indicações do quanto gostava. Quanto mais forte a pressão, mais ele gostava. Comecei a brincar com a lingua nas bolas dele e a pressão dos dedos aumentou. Descendo mais um pouco, a lingua acariciando o escroto, o espaço entre as bolas e seu ânus. Ele gemia baixinho, estava adorando. Então fiz algo inédito e levei a lingua até seu ânus, lambendo ele, penetrando. Ele gemeu alto, as mãos apertaram minha cabeça com força. Ele estava louco de tesão. Com as mãos abri bem as suas nadegas e enterrei minha lingua em seu cu bem aberto iniciando um vai-vem ritmado. Seu pau ficou duro como rocha, latejando de tesão. Aí experimentei introduzir o meu dedo médio em seu cu molhado enterrando ele todo enquanto abocanhava seu pau chupando sem parar. Movia o dedo no cu simulando uma cópula enquanto minha boca aspirava o pau para minha garganta.

Ele não aguentou muito tempo. Gozou como eu nunca tinha visto, enchendo minha boca de leite quente e espesso. Seu esfincter apertando meu dedo não o querendo soltar, até ele cair de costas exausto.

Olhando seu rosto, notei que estava um pouco constrangido, envergonhado por ter sentido tanto prazer daquela forma. Como profissional habituada a lidar com aquelas situações, perguntei:- Vc gostou? – Muito, respondeu ele, embora desviando o olhar. Mas se vc queria algo assim, porque nunca pediu? – Vergonha, respondeu ele, medo da minha masculinidade ficar em causa! – Querido, dentro das nossas paredes nada é proibido, desde que ambos queiram. Eu tenho o maior prazer em dar prazer a vc.

Como todo o mundo sabe, o ponto G do homem está localizado dentro do ânus, então não é de estranhar o prazer que eles sentem em serem tocados ou penetrados. Tem aqueles que admitem o fato e aqueles que por preconceito ou medo de serem julgados nunca admitiram, embora já tenham experimentado introduzir um dedo ou algo nele.

 

A partir daí, as nossas relações ficaram mais intensas. Eu sempre estimulava seu ânus e era recompensada com um pau bem duro e teso.

Então decidi que poderia ir mais além. Sem nada lhe dizer fui numa sexshope e escolhi 3 dildos. Um comprido e fino, um plug anal fino na ponta, depois alargando e estreitando de novo, com base larga para não deixar ele entrar todo. Finalmente uma calcinha de silicone com um dildo muito realistico acopulado, grandão, com cabecinha vermelha e bolas. Era cor da pele e com veias como se fosse de verdade. Para além disso tinha um pequeno reservatório que podia ser cheio de liquido e que pressionando um botão ejaculava como de verdade.

Nessa noite, enquanto ele tomava banho, vesti a calcinha e esperei por ele na cama, o pau bem teso, em toda seu magnitude. Quando ele voltou e me viu, engoliu em seco sem saber o que dizer. Como sempre fui muito directa, perguntei:- Olha querido, comprei estes brinquedos para nós. Vc quer? – Ele respondeu que sim.

Então fiz como já era costume, lambi seu pau e seu cu deixando-o molhado e com desejos. Ele ficou de quatro, de costas para mim e iniciei um roço nos tomates dele com meu toy, a cabecinha acariciando seu rego, seu cu. Ele gemia de prazer, empinando bem a bunda. Aí pegando o dildo mais fino, com bastante lubrificante, apontei-o em seu cu e fui metendo. Ele era bem mais grosso que meu dedo, uns 16x2,5 cm e custou um pouco a entrar mas devagar e calma meti-o todo. Vc tá gostando? Perguntei – Sim, gemeu ele, não pare! Então retirei ele fora para logo meter de novo, todo de uma vez. Eu olhava extasiada aquele dildo bem grande desaparecer todo em seu cu. Minha racha fervia de tesão. Vendo que seu cu estava bem aberto, era hora de usar o grandão acopulado na minha cueca. Melando-o bem com lubrificante, pedi para ele empinar bem e abrir as nádegas e apontei a cabeça dele na entrada do cu que piscava, abria e fechava. E fui empurrando. Ele era bem grosso, bem mais que o dildo inicial, uns 18x5 cm, a cabeça mais saliente que o corpo dele e pensei que não ia conseguir penetrar. Meu marido gemia, suava e pedia para ir devagar. Até que a cabeça conseguiu entrar e meti até meio. Tirei fora e vi que seu cu estava todo aberto como eu nunca imaginaria, e meti de novo. Desta vez foi até o fundo. As bolas bateram na entrada dele, minha barriga se esfregando nas nadegas dele. Eu morria de tesão. A base do pau acariciava meu púbis. Iniciei um vai-vem comendo seu cu e sentia como se o pau fosse meu de verdade. Não tardei a gozar, mas sem parar de enrabar aquele cu maravilhoso. Ele gemia de prazer, seu pau duro enquanto eu o punhetava. Ele não aguentou mais. Ser enrabado e punhetado foi demais para ele e explodiu num orgasmo forte enquanto eu enterrava o meu pau todo em seu cu.

Então tirei ele fora e troquei pelo plug que tinha comprado. Enterrei-o até o fundo e deixei-o lá metido e aí pedi: Agora é minha vez, foda meu cu também. Nós nunca tinhamos feito algo assim, meu cu era virgem, mas depois de ver ele gozar, também quis experimentar.

Então ainda com a cueca-dildo enfiada (ela tinha aberturas atrás de acesso) coloquei-me de quatro e ofereci minha bunda para ele. Seu pau estava todo melado e ele foi logo metendo ele. Doeu pra caramba, era a primeira vez, mas nao quis ser fraca e incentivei-o: Vai querido, me fode, coma meu cu. Senti sua barriga colar em mim. Meu cu parecia que ia rebentar, mas logo se acostumou e ele começou um vai-vem como eu tinha feito com ele e era gostoso demais. Meu marido estava adorando. Para além de estar comendo meu cu, também tinha o plug enterrado no seu e aí sentia prazer dobrado.

Mais uma vez eu morria de tesão. Na posição de quatro como estava, via o dildo acopulado em mim, teso e espetado para a frente e pedi para ele o punhetar tal como eu fizera com o dele. E assim fez. Me fodia o cu e punhetava o dildo e eu sentia como se ele fosse mesmo meu. E gozei de novo. Não tardou que ele também gozasse, enchendo meu cu de esperma morna. Ao mesmo tempo, ele acionou o botão do meu dildo e ele também ejaculou o liquido que tinha no reservatório. Delirei. Foi como se eu tivesse mesmo ejaculado.

 

A nossa vida nunca mais foi a mesma. Os toys passaram a fazer parte das nossas relações. Até cheguei a experimentar ficar de pé, tal como ele antes fazia, e pedir para ele lamber as bolas e chupar o dildo como se fosse de verdade enquanto com as mãos acariciava minha bunda, minhas coxas e usava um dedo para penetrar meu cu. E também gozei forte assim. A visão de ver ele chupar meu toy era demais, como se fosse meu pau de verdade.

 

Nunca mais tivemos relações simples como antes. Eu sempre como o cu do meu marido antes ou depois de ele comer minha racha ou meu cu.

Se eu sei que é algo que ele adora e que na verdade me dá imenso prazer, porque não fazer sempre? Claro que nem sempre uso o dildo grandão, porque aí ele não ia aguentar, mas tenho sempre o recurso à lingua e ao dedo.

Comecei a ficar ousada e nem esperava que ele pedisse. Do nada aparecia com a cueca-dildo enfiada e ele já sabia o que queria – foder seu cu! Por vezes ele está no banheiro se barbeando e eu surjo sem aviso, a cueca-dildo enfiada debaixo da saia e começo a roçar na bunda dele. Aí já sabemos o que acontece a seguir.

Sempre que viajavamos, eles vão conosco. Chegamos a fazer sexo em local aberto. No quarto com as janelas abertas, no carro, numa praia deserta. Mais que uma vez vimos que estavamos sendo observados, mas não estavamos nem aí.

Uma vez comi seu cu quando ele estava debruçado na janela falando com um vizinho. Gozei e enchi seu cu com o liquido do reservatório e fiz ele gozar, sem que o vizinho se desse conta.

 

Hoje fica dificil definir quem gosta mais, ele ou eu. Morro de tesão só de pensar em comer seu cu. Ver aquela bunda bem redondinha, o cu bem aberto para mim, o toy enterrar-se todinho nele, me leva ao céu.

 

Com a minha experiência ficou mais fácil aconselhar as minhas clientes. Quando se queixavam do desinteresse dos maridos, eu sempre lhes perguntava: Vc já experimentou comer a bunda do seu marido?

Elas ficavam sem fala, mas depois que eu lhes explicava a história do ponto G deles, do quanto gostavam de ser acariciados lá, elas ficavam pensativas e respondiam que iam tentar.

Invariavelmente depois me telefonavam agradecendo o meu conselho. Que tinham experimentado e agora o marido era outro. Muito atencioso, querendo sexo a toda a hora, que a rotina tinha acabado. Comiam e eram comidas sem tabus.

 

Este é o meu conselho para as leitoras.

Eu salvei o meu casamento e para além disso sinto-me mais mulher. Sou desejada e amada.

Está nas vossas mãos fazer o mesmo.

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Uma quase primeira vez

Olá!

Minha primeira vez aqui sabia?

 

Difícil escrever um conto não acha? Bom... Deve ser fácil para alguns. Mas me proponho a escrever a verdade. Por mais que muitas vezes ela possa ser engraçada, vergonhosa e dolorosa.

 

E acho que esta primeira história, vai ter um pouquinho de tudo. Mas com certeza muito tesão. De uma época que tudo era novo e delicioso.

Era setembro de 94, havia acabado de completar 14 anos e o Rio de Janeiro todo ainda comemorava o tetra campeonato. Nossa! A moral estava lá em cima. E o meu tesão também.

 

Havia descoberto a pouco tempo o poder da “punheta”. A um ano atrás havia emprestado uma máquina fotográfica a um amigo em troca de uma revista pornô. Mas que revista bacana trazia uma foto novela de um casal que havia brigado e faziam as pazes em uma transa alucinante. A mulher era uma típica brasileira, com seio médios e duros e rabão. E o cara como tinha que ser. Caralhudo e metendo a vara nela.

 

Toda vez que via aquela revista imagina quando eu que faria aquilo em uma mulher. E o mais legal. As fotos eram em preto e branco. Acho, que naquele momento que fiquei apaixonado pela fotografia.

 

Nesta mesma época, era a época da “sexta sexy”, era uma programação da TV Bandeirantes que passava filmes eróticos... E sabe bem. Que para qualquer muleque, peitos de fora é motivo para ficar de pau duro.

 

É e a minha quase primeira vez aconteceu justamente em um dia após a tão esperada “sexta sexy” que posso considerar na minha vida. O auge de uma sexualidade bem sucedida.

 

Neste sábado, sem nada de diferente, veio a minha casa brincar com minha irmã sua coleguinha, como sempre faziam todo final de semana. Não se assuste. Não peguei a coleguinha da minha irmã. Mas tudo aconteceu com a irmã da coleguinha.

 

A muito a gente ficava junto conversando e falando sacanagem um para o outro. Enquanto nossas irmãs brincavam colocávamos as “Barbies e Kens da vida” em posições sexuais devassadoras. E, neste sábado em especial, falei que mostraria uma posição que tinha visto na “sexta sexy”. Quando fui surpreendido com a seguinte frase: - Você também vê sexta sexy? Gosto muito... Mas minha mãe briga quando fico acordada na madrugada vendo.

Não posso enganar que ainda hoje quando penso nestas palavras rola um tesão forte. Só por lembrar de tudo que veio depois.

 

Tendo ouvido isso, não podia perder a chance. E disse: - Eu tinha maior vontade de fazer que nem o pessoal dos filmes. Inocente eu na época... E mais inocente, ou não foi ela quando disse: - Eu também!

Gelei na hora... Meu pau ficou duro como nunca havia ficado... Tive que pensar rápido, embora fosse difícil. Todo o sangue do meu corpo parecia ter sido drenado para a segunda cabeça. Que latejava naquele momento. E aminha resposta foi quase que instantânea: - Então, vamos tentar fazer igual. E o melhor de tudo. Ela topou.

 

Posso fazer agora para Você. Ela para os quatorze anos que tinha era uma menina que aparentava ter mais. Era morena, uma pele morena dourada. Tinha os seios pequenos, ainda em desenvolvimento e uma bunda muito grande. Que além de grande era dura. Na época não me ligava para estrias ou celulites. Mas quando lembro daquela bunda de criança, vejo a perfeição. Era redonda e lisa, com pelinhos fininhos e bem clarinhos. Oh tesão.

 

Agora a questão era: Como brincar de “sexta sexy”?

Não fiz por menos e tenho certeza que foi aí que comecei a desenvolver um talento nato que me faz até hoje, embora não muito bonito, levar mulheres maravilhosas para cama. E me tornar grande amigo delas depois. Convenci a nossas irmãs, a brincarmos de família. Disse que nos mudaríamos para um quartinho que tinha nos fundos da casa e, que elas teriam o quartinho delas e eu a “morena gostosa” seríamos os pais. A meninada se amarrou e assim foi feito.

 

Dentro deste quartinho tinha um banheiro, algumas coisas guardas e a porta era de vidro. Entrando no quartinho, enquanto as meninas brincavam do lado de fora, pois tinha dito que iríamos arrumar o local, a minha morena pediu para ver meu pau. Em menos de um segundo minha bermuda estava na altura do joelho e para minha felicidade ela pediu para segura ele.

 

Quando aquela mão pequenina pegou meu pau, meu coração latejava. Eu suava frio, minha perna tremia. Mas sem perder a pose, pedi para ver a “coisa” dela. Hahahhaha. Sabia que se chamava xoxota, buceta, xereca e assim por diante. Mas achava que seria grosseria chamar assim. E ela não fez por menos, mostrou a coisa dela. Carequinha, com poucos pelos fininhos. Perguntei é claro, se podia colocar a mão. E como um menino sem experiência, apertei a xota gordinha dela... Que experiência deliciosa. Como gostaria de reviver aquilo. Ela com a mão no meu pau e eu com a mão na xota dela.

 

E passava pela minha cabeça: E agora? O que faço? Foi quando vi atrás de nós o banheirinho com seu vaso sanitário e sua piazinha cor de vinho. Não fiz por menos sentei no vaso e tentei simular a cena que havia visto na noite anterior na “sexta sexy”.

 

Ela baixou o short devagar e a calcinha devagar como quem esta com medo. Meu pau nunca foi gigantesco. Mas impõe respeito. Com o tempo aprendi a dominá-lo e o transformei em uma máquina de prospecção de gozo... Hahhaha Como batizou uma namorada.

 

Sentado ali no vaso, com ela baixando a calcinha na minha frente com a bunda meio empinada, que senti pela primeira vez o cheiro de uma mulher... Que delícia aquele cheiro, doce, gostoso. Me viciei!

E já tendo baixado a calcinha, veio devagar de costa sentando do meu pau enquanto se apoiava na pia. Só que como não sabíamos nada, meu pau correu para o cuzinho dela. Para espanto meu, senti dor e muita. E ela não podia ser diferente. Gritou! E gritou alto.

 

Tentou forçar ainda um pouquinho, rebolando para uma lado e outro meio desajeitada mas não suportou o cabeçudo no então cuzinho semi virgem. Não perdermos a chance... Eu assustado com o grito e, a dor que o cú seco e apertado tinha proporcionado a mim e ela, com a dor de ter sido penetrada sem saber onde... Ela levantou e sentou de novo. Foi então que meu pau chegou na buceta molhada... Quando penso naquela sensação é como se fosse um dia de calor na praia depois de ter andado muito e beber uma coca-cola... Literalmente foi refrescante. E este, por mais bobo que pareça, foi meu pensamento na hora.

 

A xota dela estava tão molhada que ela levantava e sentava toda hora, só colocando parte da cabeça do meu pau para dentro. E toda vez que levantava ficava um fio do molhado dela em meu pau. Ela tentava sentar com mais força, mas sentia muita dor, e chorava... Mas foi valente. Não desistia. Cada vez mais ia sentando devagar e deixando meu pau entrar nela. E eu ali sentado só observando e segurando a bunda dela ela sentando e chorando. Quando eu sentia minha cabeça do pau toda envolvida, ela levantava. E resolveu desistir...

Como eu não sabia o que fazer, puxei ela para o meu colo. De forma que meu pau ficou encaixado entre a bunda dela. E que bunda. Coloquei a mão nos seios dela sobre a camisa e ela apoiou suas mãos sobre meus joelhos. Que estavam afastados pelo fato dela estar entre minhas pernas. Sinceramente, não sei onde ela aprendeu aquilo ou se foi puro instinto.

 

Ela tocou uma punheta em mim com a bunda! A e eu louco com aquilo tudo... Ela repetiu o movimento algumas vezes. Não sei quanto, já não tinha noção de tempo e espaço... Até que gozei! Gozei muito!!! Minha primeira gozada com uma mulher, ou no caso uma menina Hehhehe. Como meu pau estava dentro da bunda dela apontado para mim, gozei ela toda e me sujei todo...

E para minha alegria que gemia com a gozada ainda. Ela se levantou passou a mão na bunda e viu tudo melado. Sorriu para mim enquanto olhava para bunda e disse assim: - Eca!

 

Ri na hora, meio sem graça. Com o pau duro ainda demais e todo melado. E pensado que tinha acabado, ela sentou de novo. Só que agora, com o pau melado de porra e ela mais relaxada, creio eu, ela sentou direitinho e o pau, sim o pau que havia dado a maior gozada até então da vida dele, correu direto para dentro da xota dela.

 

Ela gritou! Gritou alto e chorou. O grito foi tão alto, que a irmã dela perguntou o que foi lá de fora. Ela respondeu dizendo que nada. E ficou um tempinho ali parada. Sentada no meu pau como quem esta se recuperando de uma topada. E voltou a sentar devagarzinho e subir devagar e foi aumentando o ritmo e pela primeira vez, ouvi o barulho que as xotas fazem quando estão cheias de ar. Ela ficou envergonha e eu também... Pensei que fossem gazes. Só muito tempo depois que descobrir que era normal. Ficamos parados mais um tempo até pasar a vergonha e ela voltou a pular no meu colo. Quando ela virava o rosto, via que sentia um pouco de dor. Mas no fundo sabia que ela estava gostando. E o engraçado que fiquei impressionado por sentir meu pau dormente. Como se estivesse com formigamento nas pernas. Mas isto havia passado e estava gostosa demais. Até o momento que ela sentou com vontade. Meu pau foi parar todo dentro dela. Daí os dois gritaram juntos. Meu pau deu um estalo, que na hora pensei que tivesse quebrado, pois o senti envergar dentro dela. E ela, deve ter sentido dor.

 

Mas foram precisas mais umas sentadas desta com força para eu gozar. Desta vez. Dentro dela. E como na primeira gozei muito. Gozei tanto que juro a Vocês, pensei que fosse desmaiar.

 

Como era sem noção, nem imagina como era fácil engravidar alguém. E tenho certeza que nem ela.

 

Ficamos ali mais um tempinho, ela sentada no meu colo e eu tentando retomar o fôlego. Suávamos. Estávamos todos sujos, a calcinha dela junto com a bermuda jogada no chão, a minha presa em uma das pernas. Meu pau dolorido. E ela meio sem jeito. Pois a porra dentro dela começava a escorrer e ela não sabia o que fazer.

 

E fico pensando. Na minha primeira transa, nem dei um beijo na boca. Apertei um peitinho por cima da camisa e nem chupei uma xota. Hahhahahaha. Quere muito para quem gozou duas vezes na primeira vez.

 

Infelizmente, depois disso minha relação com “minha morena” não foi mais a mesma. Ela começou a me evitar. E um dia, perguntando a ela o que houve, ela me disse que havia contado para mãe e a mãe dela havia dito para não fazer mais isso. Pois ela já era mocinha e poderia ter um filho. Mas ela me garantiu que ficava pensando todo dia naquilo e que se não fosse por ter um filinho faria toda hora. Assanhada! Hhehehe

 

Passado mais dois anos, perdemos o contato. Ela se mudou e nunca mais nos vimos e nunca mais soube dela. Infelizmente.

 

É... Mas as lembranças que ficam são suficientes. E vira e mexe tenho o desejo de reeditar esta primeira. Às vezes consigo, pois primeira transa com muito tesão, temos que convir, é sempre maravilhosa. Outras vezes não conseguem nem se igualar a morena ninfeta tesuda.

 

Mas o grande barato da vida é ir tentando certo? Uma hora a gente encontra!

Para as meninas mulheres que quiserem trocar uma idéia, deixo meu email: fotografocariocansr@gmail.com

Para os casais e meninas somente, que queiram ser capturados por minha lente, fiquem a vontade de fazer convite. O custo é baixo e o serviço de qualidade. Muitas vezes nem cobro. Acabo clicando pelo prazer de fazer uma nova amizade.

 

Até a próxima!

Fui ao Cinema e Não Vi o Filme

Olá, sou a Ana e estou de volta. Depois dos meu últimos relatos, recebo montes de e-mails pedindo para publicar mais contos, sem me importar com o que falam as más linguas. Sim, porque por vezes os meus relatos são polémicos e despudorados abrangendo todos os temas, desde o simples casal, inversão de papeis e homossexualismo. Acredito que cada tema tem o seu grupo de leitores que os lêm e gostam, pelos e-mails que me enviam. Para aqueles que não gostam de alguma variante, por a acharem forte demais, resta sempre lerem os outros relatos onde talvez se enquadrem melhor. Basta procurarem neste site os meus outros contos.

Falo sempre em relatos porque é disso que se trata, relatos e não contos inventados. Algumas situações vividas por mim e a maioria contadas pelos meus clientes que apenas me pedem para alterar nomes e lugares. Então aqui fica mais uma situação vivida por mim, quando mais jovem:

 

“Estava em férias da faculdade e como habitualmente saía com o grupo de amigas e amigos para a boite, cinema, ou onde nos desse na gana. Naquele sabado à noite, a maioria se perdeu em outras actividades e apenas restamos eu, o Duda e o Tó. Sem ter muito o que fazer, resolvemos ir ao cinema. Chegados lá, vimos que as opções eram poucas, alguns filmes antigos e massudos e outros que já tinhamos visto. Acabamos por optar por um meio erótico e depois de comprar as pipocas e as bebidas da praxe, lá entramos.

A sala estava quase vazia, meia duzia de casais espalhados pelas cadeiras. Olhando em redor, acabamos por nos sentar na ultima fila que estava deserta, eu no meio e cada menino do meu lado. Como estava quente, eu usava um vestidinho fino e curto, calcinha fio dental e um sapato leve. Os meninos usavam bermuda, t´shirt e ténis.

O filme começa e logo começamos a roer as pipocas com aquele barulho que irrita muitas pessoas, acompanhadas pelas bebidas. Na verdade o ruido da trituração das pipocas era tanto, que os poucos clientes que assistiam ao filme nas cadeiras abaixo de nós, se fartaram e se deslocaram para as filas mais abaixo, deixando nós isolados lá em cima.

Bom, nós não eramos muito sossegados, verdade seja dita, e ao trocar entre nós as pipocas e as bebidas, um copo acabou se derramando sobre mim, encharcando o meu vestido. O Guaraná vazou o tecido e escorreu pelas minhas coxas. O Duda que estava sentado à minha esquerda, logo pegou num pacote de lenços de papel e tentou me limpar, cuidadosamente enxugando o liquido. Enxuga aqui, enxuga ali, a mão com o lenço logo estava limpando as minhas coxas, subindo por elas até a minha calcinha, tambem encharcada pela bebida. Cuidadosamente o lenço deslisava nela, aparentemente apenas para a limpar, mas olhando de lado para o rosto do Duda, vi que ele estava excitado, rosto vermelho e respiração rápida. O Tó ao lado não estava menos, e tambem pegando num lenço tentou ajudar a “limpar-me”. O tesão também já me invadia e escorrendo pela cadeira, de pernas entreabertas, deixei que eles continuassem, até que eles abandonaram os lenços e aí eram só mesmo as mãos que me acariciavam. Um deles acariciava as minhas coxas e o outro a xota por cima da calcinha, toda úmida não só do guaraná, mas também da excitação. Como eles estavam de bermudas largas, meti uma mão por dentro das pernas delas, uma em cada menino, e senti o caralho deles bem teso, pulsantes. E comecei a acariciar eles, deixando-os ainda mais loucos de tesão do que já estavam.

Aí fui mais longe. Abrindo o ziper da bermuda, saquei para fora o pau de cada um, que como uma mola comprimida, saltou para o alto. Eles endoidaram de tesão. Deixaram-se escorregar na cadeira, atirando a verga para o alto. Então iniciei uma punheta em cada, as minhas mãos num ritmo certo, fechando-se sobre aquelas toras bem grossas, deslisando desde a cabecinha vermelha e túrgida até os colhões que estavam duros pelo tesão. Eles gemiam de prazer, os olhos semicerrados, gozando a caricia...

Olhando para baixo, verifiquei que o restante público estava atento ao filme e então fiz algo que sempre sonhei fazer. Debruçando-me sobre o Duda, duma vez só engoli o caralho dele, até chegar na garganta e então comecei a chupar com força, enquanto a minha mão punhetava rápido. Ao lado, o Tó ao deixar de ter a minha mão no seu pau, aproveitou a minha posição, semideitada sobre o Duda, e ajoelhando no chão começou a beijar a minha bunda. A calcinha era dental, então bastou ele a afastar um pouco para ter acesso total. Senti sua lingua percorrer o meu rego até a racha, que estava melada do guaraná e dos fluidos que de dentro saíam. A combinação de sabores devia ser muito saborosa, porque a lingua dele não parava. Enterrava-se na xota para logo deslisar até o meu cuzinho, lambendo ele sem parar. Claro, eu estava louca de tesão. Minha boca chupando cada vez mais rápido o pau do Duda, até que senti ele latejar. Apertando os colhões dele, senti sua porra correr por eles, enchendo a minha boca, em jatos quentes e fortes. Eu também não aguentei e gozei na lingua do Tó, deixando ele sentir o meu leitinho. Sem parar de chupar, engoli toda esporra que o Duda tinha para me dar, até sentir que os tomates estavam secos.

Aí o Tó não estava pelos ajustes. Também queria caricia igual, seu pau estava tão duro que até lhe doia. Com os olhos me implorava. Aí eu me inclinei sobre ele e sem me fazer de rogada, chupei sua rola tal como tinha feito com a outra. Notei que o pau do Tó era bem maior e mais grosso que o de Duda, uns cm a mais. O Duda encontrou-se na mesma situação do Tó, tinha o meu traseiro à disposição e nem pensou duas vezes. Logo senti sua lingua me percorrer as entranhas, detendo-se mais no meu cuzinho, a ponta da lingua afiada penetrando fundo nele, enquanto metia um dedo na minha racha num vai-vem gostoso. O pau do Tó latejava tanto que não precisei de o chupar muito para sentir que ele ia gozar. Punhetando rápido e engolindo o mais possivel, embora a maior parte do caralho ficasse de fora, mamei e chupei até sentir o primeiro jacto de leitinho direto na minha garganta. E outros se seguiram, parecia que ele tinha acumulado sua porra por muito tempo. Só retirei a boca depois de sentir que do seu pau não sairia mais nada. Atrás de mim, o Duda continuava incansável, sua lingua e dedo me explorando.

Como já tinhamos perdido a maior parte do filme, não fazia sentido continuarmos ali e resolvemos voltar para o carro. Tinhamos ido numa pick-up de caixa aberta que ficou estacionada num local pouco iluminado do parque. Aliás, todo o parque era pouco iluminado. Saidos do cinema dirigimo-nos para o carro, eu no meio e um menino de cada lado. Olhando para baixo reparei que eles caminhavam com dificuldade. Seus paus iam tão tesos que na frente das bermudas parecia levarem uma lança apontada para a frente. Roçando a mão neles, por cima da roupa, notei todo aquele tesão, parecia que levavam uma beringela ali escondida. Aí parei e corri o ziper das bermudas deles, sacando as varas para fora e falei:- Pronto, assim vocês podem caminhar mais fácil! Eles nem sabiam o que falar. O tesão dominava suas cabeças. Por entre os carros estacionados, fomos caminhando eu no meio com uma mão em cada caralho, vez por outra punhetando, puxando eles como se fosse uma trela.

Chegando à pick-up, vimos que ela estava semi escondida por uma van. Então empurrei o Tó para a caixa dela, de costas, e saquei fora sua bermuda deixando que seu pinto apontasse para a lua. Rapidamente tirei meu vestido ainda encharcado do guaraná, minha calcinha atirei-a para longe e assim nua, um joelho de cada lado do Tó, encaixei-me nele fazendo o pau entrar na minha xoxota quente e úmida. E comecei a fodê-lo. Sim porque eu é que o estava fodendo e não o contrário. Eles eram pouco experientes. Baixando e subindo nele, sentia a verga me encher, esmagava seu tomates com as minhas bordas. O Duda não quis só ficar a ver, rápido se despiu e ajoelhando atrás de mim, começou a roçar a cabecinha de seu caralho na minha bunda, no rego. No cinema ele tinha melado bem meu cuzinho com a lingua bem funda, então apontou a cabecinha na entrada dele e tentou meter. Eu não era virgem, claro, já tinha tido minhas aventuras, mas sexo oral e anal para mim eram novidades. Então senti um desconforto no meu rabinho, a cabeçona não entrava facil, não. Falei para ele ir devagar, porque doía. Com muito cuidado, lentamente, ele lá conseguiu introduzir a cabeça no meu cuzinho que se abriu. Depois da cabeça, todo o resto é mais fácil e ele foi entrando, entrando, até bater no fundo. Virando as mãos para trás, apertei-o contra mim, para que ele não se movesse. Queria deixar que meu cuzinho se acostumasse primeiro ao corpo estranho nele. E continuei cavalgando o Tó, sua pika deslisando na minha racha. Então o desconforto passou. Senti enorme prazer no meu cuzinho. Soltando o Duda, intensifiquei os movimentos, agora não apenas cavalgando o Tó, mas também movendo o traseiro na piroca do Duda. Mmmmmm, delicioso! Sentir dois paus em mim era o máximo e não tardei a gozar, melando ainda mais o caralho do Tó. Aí o Duda quis trocar, também queria comer minha racha e deitou-se de costas para eu cavalgar nele, o que fiz sem demoras. Então foi a vez do Tó se posicionar por trás e eu já antecipando o prazer de sentir sua vara entrar em mim, empinei bem a bunda. Poxa, me ferrei. Como falei atrás, o caralho do Tó era bem maior e mais grosso que o do Duda e ao entrar foi como se eu ainda fosse virgem, senti meu cu se alargar demais, como se fosse rebentar. E parecia que aquela vara nunca mais ia chegar ao fim, entrava, entrava, até que senti suas bolas baterem na minha entrada. Então pedi para ele aguentar assim um pouco, porque estava doendo demais. Mas não há dúvida que nossos corpos são elásticos. Um pouco demais eu já estava acostumada e de novo iniciei o vai-vem, fodendo aquelas duas varas. Uma na xota e outra no cu. Os garotos estavam doidos de tesão, era tudo novidade para eles e não tardou que gemessem bem alto, e gozassem em mim, litros de porra me enchendo.

Cansados, caímos uns sobre os outros, eu ainda com os paus enfiados em mim, emparedada no meio deles.

Depois nos vestimos para voltar a casa. Olhando para os carros em redor, reparamos que nalguns tinha gente. Acho que nessa noite fomos a inspiração para alguns homens baterem punheta e casais darem uma foda.

A viagem até casa decorreu meio em silêncio, estavamos envergonhados, entre nós nunca tinha rolado nada assim, mas tinha sido gostoso.

Eles me deixaram na porta de casa e corri para ela. Depois de um banho gostoso, enfiei-me na cama, a cabeça ainda fervilhando de fantasias e não demorou que fizesse uma siririca, enquanto imaginava se eles em casa fariam o mesmo, uma punheta gostosa.”

 

Esta história decorreu vários anos atrás. Uma outra situação aconteceu com aqueles dois meninos, mas depois eu conto.

anaxvarandas@gmail.com

A ninfa desconhecida

Moro em Curitiba e certa vez encontrei um amigo de infância que havia muitos anos não os encontrava, passei a conversar com ele e conhecer sua família, percebi que eles não estavam bem de finanças e faziam mais de 10 anos que não reviam os familiares no interior do estado. Nas conversas com ele, comentei que sempre eu viajava para aquela região e que em alguma viagem destas eles poderiam ir comigo, visto que era ele sua esposa e um casal de filhos. Assim resolvi ajuda-los e fui levar meu amigo, sua esposa e seus filhos para reverem seus avós, também porque a cidade do seus parentes fica bem próxima da cidade dos meus pais.

Neste ultimo fim de ano deu certo e os levei para reverem os familiares. A viagem duraria cerca de 8 horas em meu carro, até São Miguel do Iguaçu no oeste do Paraná. A viagem seguiu tranqüila, chegamos na cidade e todos os parentes se emocionaram com o reencontro e não sabiam como agradecer por terem levados..

Evidentemente no meio de tantas pessoas novas, sempre aparece algumas mulheres bonitas e gostosas. Foi por isso que fiquei na cidade, pois seria mais fácil seguir viagem e ir para a casa dos meus pais que ficam na próxima cidade a cerca de 20 km, mas eu estava em busca de uma aventura e com certeza entre os parentes do meu amigo teria uma ninfeta bem safada, e fiquei na expectativa de cruzar o olhar com alguém. Não foi diferente naquela cidade. Descarregamos as coisas e eu estava querendo descansar um pouco, quando percebi que a casa era muito pequena, sendo que as pessoas iriam dormir em beliches e até na sala.

Saí para abastecer o veículo, em seguida fui ao hotel da cidade(Único) e quando me preparava para almoçar num restaurante, algumas pessoas me reconheceram, pedindo que eu retornasse na casa onde todos estavam.

Disseram que eu deveria ficar com eles e me acusaram de ser metido, esnobe etc e tal. Expliquei o meu lado, mas não os convenci. Resolvi provar minha simplicidade, aceitando o almoço. Fui a casa deles coloquei shorts e bermuda, fiquei bem a vontade.

Após o almoço, fomos jogar sinuca e assistimos depois um filme. Depois disso resolvi dar um passeio pela cidade, uma vez que a tarde estava bem convidativa. A prima de meu amigo veio conversar comigo na pracinha ela estava com um shortinho jeans desfiado e muito curto quase todo atolado em seu traseiro. Comentou que eu tinha razão em querer ficar no hotel, pois a casa estava realmente repleta de pessoas. De noite ficou convencionado que outra família iria recepcionar metade das pessoas, pois caso contrário pessoas teriam que dormir na cozinha!

Quando anoiteceu, eu já estava de pau duro, sempre fico assim, não consigo me controlar, se tem possibilidade de uma transa eu fico em estase, completamente tarado. Peguei minhas coisas e levei na nova casa, onde eu ficaria. Minha cama seria na parte de baixo de um beliche, num dos 3 quartos daquela casa. Quando fui pegar um refrigerante aparece uma menina de uns 16 anos me trazendo um bilhete:

"QUANDO A ÚLTIMA PESSOA APAGAR A LUZ, ESPERE 30 MINUTOS E VÁ PARA A SALA".

Meu pau, que já estava duro, ficou que era um osso, somente pela simples leitura do bilhete mencionado. Li, reli, voltei a olhar o bilhete e não sabia o que fazer. Seria uma brincadeira boba? Poderia confiar num bilhete desses? Seria uma cilada. Eu não conseguia pensar em outra coisa, as meninas daquela casa eram todas muito gostosas, pareciam as flores de um jardim que as abelhas ainda não sugaram seus néctares. Essas questões aparentemente simples criaram uma situação de alto conflito em meu cérebro.

E o pior é que a menina do shorts não sorria mais para minha pessoa, tampouco quis ficar perto, como fazia antes.

Eu sabia que em cidade pequena as pessoas dormem cedo, e isso aumentava meu desespero. Saí novamente de carro,fui em direção a um ponto da cidade, onde rolam as paqueras. Fiquei por ali e cada menina que eu olhava, mais aumentava o meu desejo de voltar para aquela casa e ver o que rolaria, deixei a praça e retornei naquela casa. Assistiam a novela. Escutei um pouco de música, voltei a ver tv, jogava conversa fora, sempre cuidando para que a ereção não me deixasse em situação constrangedora. Eu olhava o relógio e o coração disparava. A menina do shortinho sequer me olhava. Estava me sentindo frustrado, largado as traças e com raiva da situação.

Os mais velhos foram se recolhendo. Os minutos avançavam sobre o relógio, mas minha excitação diminuiu. Pensava o que tinha feito de errado para receber tal desprezo.

As pessoas iam tomando banho e se dirigiam aos quartos para dormir. Fui o último a tomar banho. Quando baixei minha cueca vi a cabeça do pau estava lisa, parecia entumescida, querendo explodir, cheio de líquido. Esfreguei o pau, estava começando a socar uma punheta quando ouvi gritinhos e risadas vindo da cozinha. Parei a masturbação, acabei o banho e fui para a parte inferior da beliche, num dos quartos. O tempo não passava!!!!!Meu pau, estufado dentro do shorts, incomodava. E eu na beliche não poderia me aliviar, a casa era de madeira e qualquer movimento balancaria toda a estrutura da madeira, me denunciando no ato. A escuridão era total. A porta estava encostada, e eu já havia decorado o trajeto até a sala.

Corriam os minutos e eu não sentia nenhum ruído de porta se abrindo, ou mesmo passos em direção á sala. Eu estava com umas camisinhas dentro do shorts, aguardando qualquer movimentação ou barulho estranhos.

Mas nada. A lua estava feia, o céu escuro, com nuvens igualmente feias. De um lado estava bom, pois se fosse lua cheia, certamente clarearia a noite.

Quando faltava pouco para o horário marcado eu já estava apertando o pau, com os olhos abertos na escuridão, e os ouvidos bem alertas. Mas o que eu ouvia eram roncos. Esperei passar mais alguns minutos e fui na ponta dos pés até a sala. Após muito refletir, se alguém me visse na sala, não configuraria nenhum ilícito....

Fiquei sentado no sofá, do lado da parede, evitando a janela. Passou-se 1 minuto e nada. Dois minutos e nada. Quando estava quase desistindo vi uma das portas se abrir, lentamente. Nossa, parecia que a porta nunca terminaria de se abrir. Um vulto caminha pelo escuro, lentamente, na ponta dos pés descalços. Quando chega perto de mim, coloca um dedo nos lábios, pedindo silêncio. Eu já estava trêmulo com aquela situação quando ela chega do meu lado, cola sua boca no meu ouvido direito e fala:

"_Tira minha roupa".

Apalpei aqueles seios, ela gemeu. Levantei seu baby-dool, seus seios apareceram perfeitos, sua pele lisa e escorregadia estava arrepiada. Lambi seu ventre fui descendo até seu shortinho, puxei o elástico e apareceu uma minuscula tanguinha, levantei meu corpo e encostei meu pau em suas coxas, ela fechou os olhos, me agarrou e apertou o corpo sobre o meu. O beijo foi malicioso, cheio de vontade. Atolei o dedo na xana e a descobri toda ensopada, de meus dedos escoriam um filete de seu nectar, levei a boca e senti seu gosto, era adocicado, salobre, vários sabores ao mesmo tempo. Ela levanta uma das pernas e fica tentando colocar o pau xana adentro, mas não conseguiu. Desci meu corpo e abocanhei sua perereca, mordisquei seu grelho, estava eriçado, enfiei minha lingua na buça adentro, ela se contorcia e dizia ....vai faiz .....isso ..noooooooooooooossa que gostoso, ninguém fez isso comigo. Vai chuuuuuuuuupa Deliiiiiiiiiicia! AAAAHHHHHHHHHHHHHH QUE BOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Chupa.....Chupa Maaaaaaaaaaaaaaais! Espera vem aqui! Ela me puxa pela mão e me leva até o fundo da cozinha. se apoiou no tanque de lavar roupa e eu fui caindo de boca nos seios, que chupei gostosamente, com aquela pressão e mordidas nos bicos. Entre gemidos, ela confessou que queria muito meu corpo, minha boca, que achava que eu não prestava e que eu devia ser muito safado.

Como resposta a segurei em sua nuca e ela logo entendeu. Segurou meu pau e meteu a língua na glande, sentindo o líquido na boca. Forcei a cabeça dela no meu pau e ela foi engolindo cada vez mais, até que por fim engasgou com o pau, que bateu na garganta. Delícia!!!!!Ela sentiu ânsia e tirou a boca do pau. Deitei-a no chão frio e caí de boca na xana, chupando, metendo a língua, sentindo as contrações da xana e do cuzinho em meu dedo. Quando forçou minha cabeça no meio das pernas tive a certeza que gozou. Baixei meu shorts , coloquei camisinha e fui entrando na xana, apertadinha com calma eu enfiava a cabecinha dentro da bucetinha, que mordia meu pau, fui soltando o peso. O pau foi entrando. Foi lento, forçado, até que senti que bateu o saco. Ela tremia, pedia cuidado. Eu estava quase gozando. Parado, passava o dedo no cuzinho, ambos de olhos fechados. As vezes abria os olhos e a via concentrada, de olhos cerrados, curtindo o pau adentro. Até que ela foi gemendo, jogando o quadril de um lado do outro.

Soltei o peso, o pau bateu no fundo, tirei quase tudo, voltei a colocar, tirei, coloquei, e ela gemia, me arranhava as costas. Fui aumentando a velocidade e sabia que eu ia gozar. Por isso mesmo mudei de posição, coloquei as pernas dela em meus ombros, soltei o peso e ela disse....

_" Ai, assim não.....não....ai.......ai....ohhhhhh...ohhhhhhhhhhhhh....ahhhhhhhh.....hummmmmmmmm....não......ai .....ohhhhh"

Quando percebi que ela gemia assim porque estava gozando, meti com fúria, Soquei com tudo, senti o gozo vindo e ela seguia gemendo, gozando junto comigo.

Quis comer o cuzinho mas o pau amoleceu. Pedi para ela cair de boca no meu pau, mas ela que era para entrarmos.

Dormi, acordei, tinha a impressão que alguém poderia ter visto ou mesmo desconfiado, mas ninguém mencionou nada.

De manhã ela me serviu café, me olhou no fundo dos olhos e confidenciou baixinho que foi delicioso. Meu pau subiu no ato! Mas isso é outra história e nas minha férias eu fiz o trajeto da casa de meus pais até São miguel várias vezes.

Quis Ver Um 69 e me Ferrei

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato.

Os meus leitores assíduos, certamente se recordarão dos meus amigos Duda e Tó, que fizeram parte de uma história anterior comigo “PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme”

Um outro episódio aconteceu, que passo a relatar:

 

“O Duda e o Tó eram amigos meus que estudavam numa faculdade diferente da minha, mas volta e meia nos encontravamos para sair em grupo. Inclusive entre nós rolou uma cena que já descrevi noutra história, e depois disso tempos se passaram sem fazermos alusão ao caso. Não tinhamos ficado muito à vontade, aconteceu por acaso e não era para ser comentado gratuitamente.

Uma noite em que meus pais tinham saído para uma festa, estavamos sozinhos na minha casa vendo uns videos e bebendo uns drinques. Como estavamos sós, os drinques tinham mais alcool do que seria aconselhado e as nossas mentes ficaram meio turbadas. Conversa vira conversa, conversa fora e começamos a falar sobre nossas fantasias secretas, o que em nossos pensamentos mais profundos desejavamos fazer mas não tinhamos coragem. Como eu já estava bastante turvada, a bebida me deu coragem e aí falei:

- A minha fantasia é ver dois homens se chupando e se comendo!

Os meninos olharam para mim espantados, mas logo um deles sugeriu que poderiamos ir juntos num show gay e aí eu poderia satisfazer a minha curiosidade. Aí eu falei que minha fantasia não era essa, que não queria ver dois profissionais. O que gostava mesmo era ver dois homens hetero se enrolando. Eles olharam um para o outro, a minha alusão era por demais evidente, mas eles não estavam nem aí. Mais uns drinques rolaram, mais alcool entrou nas nossas cabeças e foi a vez do Duda falar sobre a sua fantasia secreta:

- Bom, o que eu gostava mesmo era sentir o prazer de ser penetrado por uma mulher, com um consolo!

Nós rimos alto, o alcool nos descontraía e parecia natural falarmos de coisas que em condições normais nunca falariamos.

Era a vez do Tó. Olhamos para ele esperando, mas mesmo muito bebido ele corava e não tinha coragem. E nós puxando por ele, vá, é sua vez, nós já falamos sobre as nossas fantasias. Então ele olhando o chão, meio murmurado contou:

- A minha fantasia secreta é estar com outro homem, só para saber como é!

Silêncio na sala. Mesmo tão bebidos a revelação nos surpreendeu. Mas no fundo estavamos excitados com as fantasias dos outros e com as nossas próprias e aí eu propus:

- Então porque não aproveitamos estar aqui juntos e sozinhos e realizar todas as fantasias? O Duda pode realizar a fantasia do Tó e eu posso realizar a do Duda...e vocês dois realizar a minha!

Eles ficaram hesitantes, o caso não era para menos. Nenhum deles tinha tendências gay e para se enrolarem na minha frente, ficavam sem jeito.

Mas eu já estava bastante bebida e eles também. Já que tinhamos chegado até ali, se tinhamos tido coragem de abrir o nosso intimo, nada mais fácil que ir em frente. Rapidamente soltamos as roupas, ficando todos nus. Eles meio envergonhado, os paus ainda moles. Mas eu fui comandando, tinha a minha fantasia fervendo na cabeça. Então mandei que cada um pegasse no pau do outro e o punhetasse. Logo eles ficaram tesos, duros. Aí mandei o Tó se ajoelhar na frente do Duda e chupar seu pau, para ele saber como era. Meio sem jeito, ele começou a chupar, a lingua lambendo ele todo, a mão punhetando. Eu deitada no sofá, me acariciava, o clitoris crescendo, um dedo enterrado na racha, gozava vendo os dois juntos, como eu fantasiava. Então mandei o Tó se deitar no chão de costas e o Duda sobre ele, invertido, seu pau ao alcance da boca do Tó que de novo iniciou a mamada nele.

Estava na hora de eu satisfazer a fantasia do Duda. Fui no meu quarto e peguei um dos meus consolos, o mais comprido e grosso que tinha e um tubo de lubrificante. Voltando à sala, lambuzei um dedo com o lufricante e aproveitando que o Duda estava com a bunda para o alto, enquanto o Tó o chupava, meti o meu dedo médio em seu cu, todo de uma vez até o fundo. Ele gemeu alto e se empinou mais, tinha gostado da caricia. Num vai-vem, alarguei o orificio até o dedo se deslocar fácil demais e aí meti dois, passando a três dedos. Seu cuzinho ficou bem aberto e estava na hora de usar o consolo. Apontando a cabeça na entrada, empurrei ele devagar mas firme e ele foi entrando. Pudera, o cu tinha sido bem aberto pelos meus 3 dedos. Bateu no fundo, todo entalado. Colando a base do consolo no meu pubis com uma mão, iniciei um vai-vem, fodendo aquele cu virgem e apertado, a minha barriga roçando nas nadegas dele. O Duda delirava de prazer. Sua fantasia estava a ser realizada. Sentia tanto prazer que sem pensar duas vezes, também se atirou ao pau do Tó chupando ele sem parar. Ele estava tendo a melhor parte, invertido sobre o Tó que o chupava, enrabado por mim e chupando o caralho do outro.

Continuamos assim durante um tempo, mas a minha fantasia e a do Tó estavam incompletas. Então deixando o consolo enterrado no cu do Duda, mandei que o Tó se pusesse de quatro, a bunda empinada e o Duda se posicionou por trás, logo enfiando a vara bem lufrificada no cu do outro. O Tó gemeu alto, tinha perdido a virgindade anal, mas estava a gozar sua fantasia. E eu também. Afastada via os dois se fodendo e isso me dava um tesão enorme. De lado via o Tó de quatro, a bunda bem no alto e o pau do Duda entrando e saindo no cu dele e não aguentei mais. Gemendo alto gozei forte, o leitinho correndo pelas minhas coxas e pelos gemidos, notei que o Duda também tinha gozado, enchendo as entranhas do Tó.

Só faltava o Tó gozar e endoidecido de tesão, logo saltou em cima do Duda, sacando fora o consolo que ele ainda tinha entalado no cu e enterrando a vara nele, que note-se bem, era grande e grossa pra cacete e o fez gritar de dor, mas era a vez do Tó gozar, então ele só tinha que aguentar e sentiu seu cu bem cheio até que o pau explodiu e o encheu de porra morna.

Em seguida fomos tomar banho, a agua arrefeceu nossas cabeças e só aí tomamos consciência do que tinhamos feito. Envergonhados olhamos uns para os outros e rapidamente nos despedimos, os meninos indo cada um para sua casa.

Durante um tempo não nos falamos, não os vi. Até que ouvi uns rumores sobre eles. Eles andavam envolvidos. A experiência tinha sido boa para eles, e acharam o caminho certo. No fundo eles tinham tendência homossexual sem saber e aquela noite foi o despoletar dela.

É, me ferrei mesmo. Não perdi os amigos mas perdi um possivel namorado entre eles. Nunca mais rolou nada entre nós”

 

anaxvarandas@gmail.com

Putinha do carnaval

...sabado de carnaval, escolhemos sacramento por não ter ninguem de mc, quase 1h da manhã, estamos bem animados, bebemos bastante e vc está bem mais alta do que de costume, estamos nos divertindo muito, eu de bermuda e camiseta e vc (estou de vestido curto, tecido leve e solto no corpo, mas bem decotado e curto), como tem muita gente sempre alguem esbarrando em nos, principalmente em vc, mostro pra vc um cara q não tira os olhos de vc, abraçando vc falo pra dançar mais, e vc provoca, dançando bem gostoso, de uma forma discreta, mas olhando pra ele e isso faz ele perceber, não demora muito ele aproxima e fica perto apenas olhando, vc fica na minha frente dançando e rebolando, vamos buscar mais bebida, no bar ele puxa conversa, fala comigo, comprimenta vc, pegamos as bebidas e saimos ele acompanha, fala q é de rib.preto, falo q sou de lá tambem e em pouco tempo, perguntei se ele já tinha ido na casa de swing q tem em rib.preto ele diz q não, mas tem vontade, falo q nos tambem temos vontade...

isso é a gota pra ele perceber o q queremos, ele elogia vc, falando da sua beleza, vc sorri e agradece, aos poucos vamos conversando, nossas bebidas acabam ele fala q vai buscar mais, e na hora de ir como ele esta do meu lado ele passa quase esfregando em vc, vc me fala q sentiu ele e eu falo pra rebolar quando ele voltar, ele volta com 2cervejas e uma ice pra vc, ele passa por vc novamente, mas dessa vc faz o q falamos e rebola, ele fica todo animado, para do meu lado irndo a toa...

vc me coloca no meio de vcs dois e volta ao assunto, nessa hora vc começa a passar as mãos na minha coxa e subir um pouco meu vestido, estou sentando em um banco no bar, ele é alto isso faz com que o pau de vcs fiquei bem proximos a minhas coxas

como tem muita gente e ta apertado vc aproveita pra se esfregar ele fica so olhando, ve sua mão na minha coxa......passando as mãos nas suas coxas, sinto sua pela, vc me beija e fala como está se sentindo puta, o cara fica escregando o pau na sua perna, subo com minha mão e sinto sua calcinha molhada, puxo ela e sinto seu grelinho inchado e pulsando, ele passando as mãos na suas coxas, com uma mão ele acariciando seu seio.....

tentamos ser discretos, mas logo as pessoas nos notam, principalmente os homens e ficando olhando, adoro a situação me excito mais ainda, ficamos assim por um tempo mas o tesão e a vontade de ser puta de dois falava mais alto, pedi para que me tirassem dali, no caminho alguns homens nos seguiam, acho que com a esperança de continuar assistindo aquela cena...entramos em um beco, lugar aberto e sem visão pra quem passa na sua, mau chegamos no lugar e vc já começa começa a me punhetar, tirando meu pau e punhetando o cara ainda meio sem graça, tira o pau e fica se punhetando assisinto, então vc estica a mão pedindo o pau dele, ele aproxima e vc começa a punhetar os dois, 3 caras ficam assistindo aos poucos todos vão tirando os paus e se punhetando, vc se curva e chupa meu pau, lambendo e sugando muito, o cara sentindo sua mão, levanta seu vestido e dedilha sua bucetinha....que delicia, sentir o dedo de um estranho na minha buc...que a essa altura ja estava ate escorrendo de tão molhada, chupo vc com mais força e mais rapido, enquanto ele continua brincando com meu grelinho, e molhando a portinha do meu rabinho, os outros caras começam a falar coisas bem baixas, me chamando de puta, piranha vagabunha, vc diz que sou mesmo mas sou so sua e de quem vc quiser, então o c cara do bar pergunta se pode meter na minha buc... vc diz que sim, me manda colocar a camisinha nele, coloco ela com a boca , ele levanta meu vestido e vai logo enfiando o pau todo de uma vez, era um pau grande e bem grosso, senti ele arregando minha buc..ele vai metendo e vc gemendo com a boca cheia me chupando, com seus gemidos os caras assistindo vão a loucura... punhetando e xingando vc, chmando de puta, miche, nisso vc rebola mais ainda no pau do cara e fica dando estocadas muito forte, ele segura vc pela cintura e mete muito fundo, vc me chupa com muita força e eu segurando vc pelos cabelos e metendo na sua boca como fosse uma buceta, vc engasga, e chupa mais ainda, o cara bate na sua bunda com força, vc geme mais forte ainda, um dos caras q esta punhetando não aguenta e goza, como esta mais perto acaba espirrando na sua coxa, vc sente a porra quente, e isso te excita mais ainda o cara saindo eu pego sua calcinha e entrego pra ele e de presente, o flavio (cara do bar) estocando cada vez mais forte e vc gemendo e me chupando mais ainda...

uns dos caras que estão assistindo pede pra me comer, vc diz que é R$ 200,00 ele te entrega o dinheiro e fica esperando sua vez, o Flavio ja não consegue mais segurar e anuncia que vai gozar vc diz quem tem que ser ...(ond ele vai gozar?) sintos os jatos quentes de porra escorrendo...ele tira o pau correndo e fica punhetando esperando vc ficar de joelhos, então ele começa a gozar em seus seios, ele goza muito, vc sente escorrendo, depois vc ainda punheta um pouco, ele fica todo tremendo de tanto tesão, vc volta a fica em pé e se curva nisso o cara q pagou os R$ 200, aproxima, quando vc olha pra tras e vê o tamanho do pau dele, chega de assustar, ele é um cara quase preto, o pau dele é muito, mas muito grande e ele começa a enviar, e enfia de uma vez, vc solta um gemido misturado com dor, e ele segurando vc começa a meter mais rapido e forte, as estocadas dele faz barulho alto, o outro q foi com ele goza e vai embora, ficamos apenas eu, vc, o cara q te come e o flavio q esta sem forças, vc me chupando e punhetando e o cara q não para de meter, ele mete muito forte e rapido, falando q esta arregaçando a puta, ele olha pra mim e diz q nunca mais vai ser como antes...qdo ele fala isso vc quase goza com minhas chupadas, vc ate quis meter so pra saber se ela ta larga mesmo, as metidas dele ´´e uam mistura de dor e tesão, ele mete forte e rapido, coloca 2 dedos no meu rabinho de uma vez, ate seus dedos eram grandes, solto um gemido com seu pau na minha boca, tiro ele e falo que estou doida pra sentir vc me comendo, sentir vc na minha buc...larga, falo que qro sentir sua porra na minha cara, e que adorei ser comida por outro ...tiro meu pau da sua boca e vou comer vc, enfio meu pau ele quase cai lá dentro de tão larga q vc está, fico dando estocadas enquanto vc fica chupando o pau do cara q é muito grande e vc fica chupando e lambendo, então tiro meu pau e enfio no seu rabinho, vou metendo bem devagar até vc sentir q estou todo dentro de vc, dou algumas estocadas e faço sinal pro cara deitar no chão ele obedece, tiro meu pau de vc, e faço vc sentar no pau dele, vc senta até com dificuldade de tão grosso q é, então abro sua bunda e começo a meter no seu rabinho, em pouco tempo conseguimos sincronizar e fazer um vai e vem bem gostoso, vc geme muito pq ele arregaçando sua buceta e eu metendo no seu rabinho, dou um tapa na sua bunca e vc geme mais ele ri falando a puta gosta de apaanhar, então ele abre sua bunda com as mãos e eu fico tirando e enfiando no seu rabinho.... metendo e xingando vc de puta do carnaval...ele chupa meus seios sujos com a porra do Flavio, que a essa altura ja esta novamente de pau duro se punhetando, vc mete com força no meu rabinho chega a doer, mas o tesão fala mais alto, o cara não aguenta mais mais e fala que vai gozar, vc não para de meter no rab... que ja ta todo aberto...flavio se aproxima e coloca o pau da minha boca, o cara do pau grande tira o pau da minha buceta pra gozar, continuo sentada no colo dele, enquanto chupo um pau punheto outro pra gozar, vc come meu cu como nunca comeu antes, começo a ouvir o sgemidos dos cara percebo que ele vai gozar e punheto mais rapido, sinto os jatos de porra dele bater nos meus seios, rosto e ate na boca, como estava sentada....

bem perto dele senti toda a porra batendo no meu corpo, o flavio ficou mais excitado ainda com a cena e gozou na minha boca, não engoli deixei a porra escorrer pra vc ver que outro homem tinha gozado na boca da sua puta, vc gemia de tesão, parecia que não qria gozar nunca so ficar ali vendo sua puta com 3 paus,,,fico metendo bem rapido e forte, quase gozando quando os dois giram o corpo e ficam revezando de baixo de vc chupanod sua buceta enquanto como seu rabinho, os dois chupando muito, um chupa seu grelo o outro, mama em seus seios, vc ficando dois com as bocas em seu corpo enquanto vc sente meu pau abrindo seu rabinho, fico dando estocadas fortes, vc geme mais alto, dou um tapa na sua bunda, chamando de vc de puta, dizendo q vc vai beber toda a minha porra, sua piranha, putinha do carnaval, tiro meu pau e enfio na sua buceta e sinto ela muito larga, tiro e volto a comer seu rabinho, vc rebola e sente quando entro de uma vez, os dois chupando vc, sugando seu grelinho e vc gemendo diz q vai gozar, nisso eles chupam com mais vontade ainda, dedicando as bocas ao seu grelinho, sugando seus seios, vc pigando porra, mais puta impossivel e eu comendo seu rabinho, então vc começa a gemer mais alto ainda, mostrando q esta gozando, eu aumento a velocidade e começo a gozar no seu rabinho, gozamos juntos, vc toda suja de porra, só faltava dentro do seu rabinho....ficamos assim por um tempo parados, flavio sai e vai embora dizendo que foi sua melhor metida , o outro diz que nunca viu uma mulher tão safada em toda sua vida saimos de la com de nossas fantasias realizada, enquanto andavamos pela rua sentia o cheiro de porra dos outros no meu corpo, a sua sentia escorrer do meu rabinho, fomo para hotel...

 

 

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Ninfeta traiu seu marido

Meu marido é um homem feliz pois tem uma mulher que até hoje é sua ninfeta ardente. Aqui vou relatar nossa união, temos um casamento feliz porém sempre tive vontade de Conhecer outros homens mas sem ele saber, isto começou na fase do nosso namoro eu Acabei encontrando um jeito para realizar minhas fantasias eróticas . Mas há dez anos Ele acabou sabendo que era um marido corno porém feliz , quando estava trabalhando Em um shopping e encontrou um amigo da fase que eramos noivo este amigo perguntou Se ele estava casado comigo ele respondeu que não então se amigo perguntou porque havia Acabado pois sua noiva era um tremendo avião ele disse que não tinha dado certo então ele Disse sua garota era muito boa e também gostosa ai meu marido ficou encabulado mas Aguentou firma para ouvir o que ele tinha a dizer , então o seu amigo contou que durante um período nos o trairmos e que chegamos ir até um motel no Centro para realizarmos umas fantasias sexuais , ao contar para meu marido ele parecia sentir ainda muito tesão nas suas lembranças dizia que nunca havia chupado uma boceta tão gostosa ,saborosa, parecia Um favo de mel que seu cú era tão apertado que seu pau ficou todo esfolado mas que ela gemeu gostoso gemeu tanto quando sentiu prazer com aquela vara toda enterrada no seu rabo ela era muito safada gostava de pau grande para brincar no meio da sua racha esfregando o pau no seu grelo .[ Que grelo maravilhoso ] eu o coloquei todo em minha boca o mordendo cuidadosamente seu grelo ficou maior ainda quando ela esfregou a boceta na minha bunda passando a grelo no meio do meu rabo foi uma loucura maravilhosa depois coloquei no seu cú para gozar tudo em cima de sua costa ela tinha muito tesão no seu grelo que logo fiquei viciado em toda as nossas saídas eu queria brincar de colocar meu pau no seu grelo para ela ficar louca tesão depois que ela já não aguentava mas eu colocava todo no seu rabo ela também mamava uma pau com muito tesão e dizia que gostava de pau grande lembro que quando ela chupava meu pau colocava meu ovos em sua boca um a um com jeito tão gostoso que eu quase gozava , meu marido deixou ele contar tudo depois ficou com raiva de mim mas percebeu que seu pau estava duro durante o que seu amigo acabara de conta ele foi até o banheiro do shopping para fazer xixi viu que sua cueca estava melada de porra , quando chegou em casa veio me perguntar se eu havia saido com seu amigo Paulo eu disse que não mas ele não acreditou eu percebi que ele queria ouvir que era corno então confirmei tudo ele estava tão excitado que logo me jogou na cama do nosso quarto tirou sua roupa sem tomar banho deitou sobre mim colocou seu pau tão duro dentro da minha boceta ele tinha um tesão como nunca havia estado eu percebi que durante toda foda ele queria eu confirmasse contando sobre minha trepada com o Paulo cada fato que eu confirmava seu pau pulsava dentro da minha boceta e ficava mas duro do que antes foi uma foda maravilhosa durante o mês todo meu marido ficou com muito tesão queria todo o dia trepar comigo sempre querendo que eu contava mas ou até outra traíçao.

Até que já havia traido mas vezes aqui vai uma dela foi, uma vez fomos comprar um sofá o vendedor ficou afim de mim eu percebi logo joguei um leve charme sem meu marido notar no outro dia esse vendedor me ligou para me cantar pelo telefone ficou cheio de palavras gostosas acabei aceitando seu convite e fui ao seu encontro ele me levou até a Cabana da Serra para tomar um chopp lá ficou me cantando para irmos a um motel eu disse que não podia pois era casada mas ele arguementou voce veio até aqui e porque está afim eu respondi que havia ficado tentada com suas palavras pois havia dito que eu maravilhosa e nunca transou comigo porque me chamou de gostosa e insistiu muito no telefone para está comigo então aceitei mas ir até um motel era muito pois eu era fiel ele sorriu e disse eu vou te pertubar ate voce aceita eu disse não ligue mas para mim meu marido poder atender um dia então ele disse mate o meu tesão só uma vez basta como ele parecia gostoso eu aceitei fomos passar uma tarde um motel., ele tinha um pau grande do jeito que eu gosto ou melhor sou tarada pelo penis grande grosso para brincar no meio da minha boceta que chamo de racha ou melhor meu grelo pois tenho muito tesão nele sinto muito prazer , eu logo chupei aquele pau todo com muita vontade ele ficou duro na minha boca eu fiquei na posição para ele colocar em minha racha ou melhor no meu grelo até eu gozar isto eu mesmo pedi para ele fazer depois ele colocou no meu rabo só a metade do seu pau pois era muito mas ele disse que eu aguentaria tudo com o dedo na minha boceta me masturbando acabei gozando tanto que quase desmaiei , fomos tomar banho e recomeçamos tudo no chuveiro ele pediu uma garrafa de vinho para jogar em cima de mim para me chupar toda eu também fiz a mesma coisa com ele porém até deu umas mordidas em seu pau e coloquei suas bolinhas na boca ele gemeu tanto prazer dissendo que minha boceta era muito gostosa , apertada , fofinha, tesuda e safada porém gulosa pois engolia todo seu pau com muito tesão...

Fomos embora ele me deixou proximo de casa eu falei que era o primeira e ultima saida nossa mas ele com uma semana estava me ligando dizendo que só pensava em mim o tempo todo que ao ouvir minha voz seu pau estava ficando duro de tesão eu falei que não ia sair com ele mas ele insistia dizendo noutro dia que havia sonhado comigo e que acordou com a cueca molhada e que sua mulher ele não procurava mas que ela não estava o satisfazendo ele precisava sair para matar seu tesão pois seu pau só queria minha boceta isto tudo pelo telefone eu disse sou casada meu marido pode descobrir ele disse dá um jeito para eu matar minha saudades, então fomos no outro dia para o motel e chegando lá ele pediu uma garrafa de champanhe para brincamos e tomarmos um banho de gata joguei a bebida sobre seu pau e comecei a chupa-lo nisto ele também jogou sobre minha boceta começou a chupa-la enquanto ele chupava introduzia seu dedão todo no meu cú ,depois eu esfreguei o meu grelo no seu bumbum e passando a lingua nas sua costa foi tão gostoso que gemeu até gritou quando puxei seu penis para trás da bumbum para chupar enquanto roçava meu grelo nele , ele me virou meteu tudo dentro da minha boceta gritando que estava gozando tesão pelo meu grelo que era muito, gostoso e tesudo acabamos fomos embora para nunca nunca mas ele me ligou pois eu mudei de endereço e de numero de telefone , passou alguns meses fui até o local onde o conheci mas ele não estava mas, traba,lhando lá foi a nossa ultima vez....

Estive no Centro da Cidade para procurar emprego e encontrei uma amiga que vou chama-la de Helena tinha-mos trabalhado junta antes de casar, logo ela me convidou para ir até seu novo emprego que ela era secretária da administração e ao da hora do almoço fomos para rua procurar um restaurante para comer e colocar nosso papo em dia falei que estava há um ano sem ve-la se ela vivia ainda com mesmo homem disse a ela que tinha que arrumar um emprego para me manter pois não queria depende do meu marido ela logo me apoio dizendo mulher gasta muito temos nossas vaidades e manter nossa independencia para nos sentimos bem eu concordei com ela , no decorrer do nosso almoço ela me contou que estava tendo um caso com seu chefe que ele era um homem inrresistível ai fiquei a vontade para dizer a ela que eu também estive traindo meu marido ela disse hoje parece normal pois já reparou que quase todo homem casado é corno .Ao terminarmos deixei ela na porta do seu trabalho e fui para uma entrevista combinamos nos falar na próxima semana para botarmos o assunto em dia ela me deu o seu atual telefone de sua residencia e trabalho , quando voltei ao Centro liguei para ela fomos almoçar no mesmo lugar ao chegarmos lá havia dois homens maravilhosos começou a nos olhar ficamos e nos duas reparando o todo aquele charme masculino Helena disse podemos transar com os dois pois fomos casada e já traimos nos maridos eu disse e aquele tesão que voce pelo seu marido acabou não ai disse lembra como voce era quando ficamos juntas só vivia narrando sua fodas com Mario ela sorriu disse tenho que muito tesão nele pois ele muito gostoso não experimenta eu disse tá louca mulher, acabamos fomos embora fui até seu trabalho para conhecer seu novo amante realmente era um tesão de homem ficamos mas pouco e depois fui para .

Passou duas semanas sem nos falar quando recebi um telegrama para está no Centro na Sexta feira liguei para Helena contei para ela que havia sido chamada que depois passaria lá meu horário era as noves horas da manhã ela disse quando sair passe aqui, quando deu meio dia estava livre fui até empresa de Helena ao chegar não havia mas ninguém estavam todos no horário de almoço ficou só ela seu chefe fomos para uma sala ela pediu um lanche pelo telefone enquanto aguardamos deu para conversamos sobre um pouco de tudo até que falamos sobre seu amante ela me contou como estava acontecendo tinha um pouco de medo deu marido descobri mas disse quem sabe ele goste de ser corno e rimos muito ai eu contei que havia saído com um amigo do meu marido mas quando ainda eramos noivo que aquela experiencia havia me marcado pois o homem foi muito bom amante de cama que até depois casada estava de vez enquanto saindo com um professor e que meu marido nem sonhava que eu o traia...O lanche chegou depois fui embora Helena marcou para eu ir até sua casa como eu tinha que voltar lá para resolver documentos ficou marcado para proxima Sexta-feira ás 14 horas ...Quando foi no dia eu está lá aguando na porta do seu prédio ela desceu nós cumprimentamos fomos para beira da Rio Branco quando ela fez sinal para um taxi fomos conversando falamos sobre seu trabalho que tinha que terminar com seu amante pois já estava casando sua beleza e que ele era casado também , ao chegarmos no seu predio ela disse que realizar uma fantasia e voce foi a escolhida eu disse já estou entendo com seu marido com algum amante ela disse não minha casa só meu marido eu disse ele não está trabalhando não já ligou para assim que chegou em casa está preparando nosso almoço , ao abrir a porta encontramos a mesa arrumada com taças para vinho e para água ela me disse fique a vontade e chamou Mario chegamos foi para seu quarto ele estava acabando de tomar banho apareceu na sala tão perfumado e só de roupão sempre muito gentil comigo principalmente com sua mulher , voces vão tomar banho chame sua amiga Helena respondeu venha Katia eu disse vou usar seu roupão pois não trouxe roupa ela disse use que fico só de calcinha fomos tomar eu depois dela fiquei reparando ela no banho está já pelada ela disse entre abriu a porta do box pediu para eu passar sabonete na sua costa e começamos nos acariciar dentro do banho até que seu marido entrou no banheiro e disse voces estaõ demorando a lasanha vai esfriar já vai par mesa abrindo a porta do box vendo as duas peladas , Helena beijando minha costa passando levemente as mãos pelos meus seios sua cueca ficou logo com sinal de pau duro fomos para o quarto ela passou oleo de amendoa no meu corpo todo e eu no seu para ficarmos com a pele macia seu marido entrou no quarto e disse quero participar desta brincadeira de voces ela disse não primeiro voce vai assistir depois voce entra ok.

Eu fiquei logo a vontade com o casal pois já conhecia , Helena foi logo me colocando a vontade fomos para mesa eu com roupão e mas nada ela só de calcinha ele só cueca , pois A lasanha de frango na mesa nos serviu o vinho e brindamos a nossa tarde prazerosa ao terminar aquela garrafa ele abriu outra ficamos no quarto bebendo ... Ele jogou por cima de mim enquanto ela deslizava sua lingua pelo meu corpo sugando todo aquele vinho que jorrava pelo minha pele clara ai ele jogou uma quantidade maior sobre minha boceta ela mamava com o prazer puxando todo o meu grelo para fora ele quis participar desta festa do vinho tirando o rosto dela e colocando sua lingua dentro de minha bocetinha dizendo que meu grelo era grande rosadinho e suculento e saboroso enquanto isto eu comecei jogar o vinho nos seios dela e chupava as duas tetas como criança se alimentando percorri a lingua pelo seu corpo de pele morena aveludada ela tinha xoxota grande e carnuda seu grelo estava todo para fora da xoxota . Seu marido quis meter o dedo dentro do meu cú para dar mas prazer eu a chupava ela estava de quatro eu colocando a lingua no seu rabo e mordendo de leve seu grelo ele tirou o dedo colocou seu penis dentro da minha boceta por trás depois de muito vai e vem enterrou toda sua vara no meu cú sua mulher se masturbava ao assistir depois dele gozar em cima de mim pela minha costa sua mulher chupou toda aquela porra que escorria colocando todo seu pau na boca , eu ajudei a ela chupando seu saco colocando seus ovinhos na boca um de cada vez passando a lingua pela sua verília subindo pelo seu corpo mordendo seus bicos do peito ele já estava com seu pau duro querendo foder uma boceta gostosa era uma cena maravilhosa duas mulheres se deliciando de um corpo de um homem seu tesão chegou flor da pele gritou gemeu pediu e viu duas mulheres chupando , sua mulher eu resolvemos fazer um sexo bem gostoso nos beijamos passando uma lingua na outra eu por cima dela com as pernas abertas ela tambem nos esfregamos até sentir que o meu grelo roça na boceta dela depois mudamos para fazer o tradicional 69 eu chupando toda aquela boceta e ela chupando a minha boceta quando chegamos ao final seu marido chegou perto passou a mão pela minha bunda pegou seu penis colocou na minha boca para eu chupar e bater um punheta gozamos os tres juntos ...

Fomos os tres para chuveiro ao fomos até cozinha abrimos a geladeira e pegamos um caixa de morangos e ficamos a comer todos nus até que eu tive a idéia pegar ume colocar entre o meio do meio grelo minha amiga fez também ele achou lindo as duas com as pernas abertas e com morango ele começou passando a lingua na testa da xoxota e foi até o morango e comeu ficando na hora com o pau muito duro sua mulher quis o mesmo então ele passou a lingua na sua testa da boceta e depois comeu o seu morango ali mesmo no tapete da sala ele colocou outro morango no grelo dela e levou minha boca par sua boceta para eu chupar ao chegar no grelo fui mordendo todo até acabar com o morango enquanto ele me colocou de quatro me esfregou seu pau tão duro até enterra dentro da minha boceta eu masturbando sua mulher no grelo e a chupando ao mesmo tempo introduzindo o meu maior dedo no seu rabo até que chegamos juntos ao orgasmo foi uma tarde maravilhosa e prazerosa tomei outro banho fui para casa só porém feliz com minha boceta toda ardida e meu grelo inchado de tanto ser esfregado naquela boceta gostosa e aquele pau tesudo ...Meu marido nesta noite quis saber o que eu havia feito eu falei que passei a tarde toda fazendo teste para uma empresa ai ele quis transar eu transei ele perguntou porque meu grelo estava tão grande eu um desculpa qualquer ele aceitou mas tarde ele veio saber a verdade foi uma foda super tesuda mas está fica para proxima, por isso ele é um marido corno porém feliz esta amiga teve outras mas narrarei na proxima que vou enviar-lhe...quem quiser se comunicar comigo mande para mei imai que

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Violado perante a namorada

Aquele era um local discreto, óptimo para comer a namorada. Nessa noite estacionei o caro debaixo de um renque de árvores bem afastado da estrada para não sermos vistos pelos automobilistas, e depois de umas beijocas bem dadas na Sofia e de uns valentes apalpões nas mamas e nas coxas por debaixo das saias, meu pau começou a ficar armado como de costume. Sofia riu-se encantada, ela adorava apanhar com o cacete embora o meu não seja lá muito avantajado, passou a mão na sua silhueta por sobre a braguilha das calças tirando-o para fora juntamente com os colhões.
- Piliha pequenina – comentou com agrado pousando-lhe a mão – que me faz tão feliz. E os teus tomatinhos como são queridos. Não cresceram muito mas promete-me que quando casarmos me vais fazer muitos filhos graças a eles. E se forem rapazes quero que tenham o pilau e os tomates do tamanho dos teus, prometes?
Eu prometia-lhe tudo o que ela quisesse pois como qualquer homem naquela altura só queria mesmo era ir-lhe ao pito. Sofia agora já me tinha enfiado o piçalho na boca e entretinha-se a fazer-me um broche delicioso que ela sabia fazer como ninguém enquanto eu já lhe tinha tirado a calcinha escura e enfiado o dedo indicador na cona húmida. Estava com os colhões cheios de esporra desejosa de se derramar naquela grutinha gostosa e estava-me me preparando para lhe pedir que suspendesse a mamada e me deixasse meter o meu pau na sua racha de baixo quando apanhamos com um jacto forte de luz que nos deixou cegos ao mesmo que as portas dos dois lados sendo aberta abruptamente. Senti então o que me pareceu ser o cano frio de um revólver encostar-se à minha cabeça.
- Quietos os dois – uma voz áspera de homem – E tu minha puta não te armes em engraçada a menos que queiras ter os miolos do teu amigo espalhados no carro.
Começávamos a recuperar a visão. Qualquer reacção nossa além de temerária seria imprudente pelo que não reagimos. Eles eram três, um deles armado, de cara descoberta ainda que a pouca luz e o nosso estado de insegurança não permitissem uma identificação cabal. Começaram por amarrar a Sofia atando-a com as mãos atrás das costas e em volta do banco para não se poder levantar, o que me deixou algo admirado pois seria mais lógico que me atassem a mim primeiro. Até porque aquela posição não era nada apropriada para a violarem pois desde o primeiro minuto não tive qualquer dúvida que o objectivo da sua intervenção não fosse outro senão comer a Sofia. Ela contudo é que parecia não ter consciência disso. Enquanto a amarravam perguntou o que queriam, se era dinheiro nós daríamos o que tínhamos, mas por favor não nos fizessem mal.
- Está descansada vagabunda. – respondeu um deles sempre com a arma apontada à minha cabeça – Não queremos roubar dinheiro a ninguém, talvez antes a sua integridade. E fica descansada que de ti queremos muito pouco, quanto muito a tua boquinha que ainda há pouco estava fazendo um broche a este picinhas, mas esperamos que aqui o teu namorado goste do que pensamos em preparar para ele.
Ouvindo aquilo e percebendo só então suas reais intenções lembrei-me das deliciosas enrabadelas que o Mário me dera nos meus tempos de estudante de Engenharia e meu caralho que continuava fora das calças ainda mais se empinou de tesão do que quando se estava preparando para entrar na Sofia. Não sou paneleiro mas graças ao Mário não desdenho de apanhar no cu quando a ocasião se proporciona. O assaltante notou-o.
- Pelos vistos aqui o bichinha vai adorar. Olhem só como ele ficou! Afinal não é só a puta que o faz ficar de pé. O que não admira já que o escaso piçalho que apresenta não deve ser capaz de consolar devidamente uma mulher e por isso deve estar mais habituado ou a tocar punhetas ou a foder com a fenda de trás.
Os três miraram-me a piça e os ovos e riram-se muito com o seu tamanho. Um deles apalpou-me os tomates e piroca. Achou-os moles.
- És mesmo paneleiro – comentou – Nem mesmo sendo mamado por uma gaja boazona como esta ficas com os colhões duros Espero que tenhas mais tesão no cu do que na piroca.
E voltaram a rir-se com gosto. Sofia começava perceber o que se ia passar, que eram violadores e não assaltantes o que tínhamos ali, e que em vez dela eu é que seria violado por eles, acho que ficou melindrada como pedaço de mulher que era. Por isso xingou-os despeitada:
- Que raio de homens são vocês que preferem meter em cu de homem em vez de foderem uma moça?
- Olha, olha, a puta – um deles disse - Gostava mais que nós a fodessemos. Não admira. Ias mais bem servida com qualquer um de nós. Apesar de gostarmos mais de cu de homem, ainda para mais quando redondinho como este aqui, temos todos piça e colhões de homem ao contrário do teu namoradinho.
E voltaram a rir-se. Eu pelo meu lado não dizia nada. Há já tanto tempo não apanhava com pau na entrada traseira que não via hora de ser violado pelos três, muito embora soubesse de antemão que meu olhinho não ficaria em boas condições no final.
- Basta de paleio – gritou o que me apontava a arma –Não viemos aqui para palestrar mas para arrombar um cu. Por isso mãos à obra rapazes, força na verga e pau nele.
Foi então a vez de me amarrarem. De joelhos no chão do lado do condutor, o tronco estendido sobre o assento, os braços esticados e amarrados nas pernas da Sofia, o meu nariz quase lhe roçando o pito, a calças e os boxers puxados para baixo, meu cuzinho que o Mário inaugurara anos atrás e há tento tempo em jejum despudoradamente oferecido, em frente a minha namorada. Minha piça latejava de excitação e os mariolas voltaram a gozar-me dizendo não compreender como um panasca de pau curto como eu conseguira arranjar uma namorada tão apetitosa como aquela.
- Já violamos alguns cus e nunca vimos ninguém ficar com tanto tesão como tu.
Sofia parecia estar enojada com aquilo que se ia passar mas o brilho nos seus olhos, o rubor das faces e a sua respiração apressada dizia-me que ela estava igualmente excitada com o ir ver-me apanhar no cu dos três. Estes por sua vez tendo-me manietado procederam ao sorteio da ordem pela qual eu deveria provar do seu cacete. Partiram um graveto em três bocados desiguais, baralharam-nos, um deles guardou-os envolvidos na palma da mão com uma extremidade de fora que cada um dos outros escolhia, o pau maior seria o primeiro a comer-me, e por aí fora. O primeiro contemplado baixou então as calças e exibiu seu caralho a mim e à Sofia.
- Diz lá minha puta de piça pequena – era a mim que se dirigia – se eu não tenho uma piça muito mais bonita do que a tua – e depois para ela – e tu minha putazinha bonita diz lá se não consolavas melhor a rata com uma piça do tamanho da minha.
Como Sofia não respondesse ele puxou-me pelos cabelos para trás de modo a levantar-me a cabeça e esbofeteou-me com violência, dizendo que me partiria os dentes e o nariz se ela não lhe respondesse. Sofia respondeu-lhe então que sim e eu fiquei sem saber se dissera aquilo para me poupar o espancamento ou se na verdade preferia o tamanho do caralho dele ao meu. Mais tarde soube que foi um misto dos dois.
- Muito bem – gabou-se – todas as putas gostam de piças compridas. E como gostaste dela concedo-te que ma chupes muito bem chupadinho como estavas a chupar o dele quando nós vos interrompemos. Assim irá menos suja para o cu do teu homenzinho. E é melhor que o molhes bem senão o bichinha do teu piça curta irá gritar como um perdido quando lho enfiar no rego.
Sofia embora com um esgar de repugnância lá lhe lambeu a piroca o melhor que conseguiu e quando ela já estava suficientemente armada mandou-lhe a pedido dele uma bruta cuspidela. Meu violador abriu-me então o olho com as mãos, cuspindo igualmente dentro dele, tal como costumava fazer a Cláudia quando o Mário me queria meter, e mandou pau nele. Aiii, até vi estrelas pois o bandido não foi nada meigo, dir-se-ia estar com pressa de me fazer sentir-lhe os colhões batendo-me nas bordas. Mas quando enfiou tudo e me começou a cutucar a próstata com a sua cabeçona, oh que prazer! Sinceramente nem o pito de Sofia me saberia tão bem como o gosto daquele caralho grosso no cu. Experiente como era o sacana mal meteu viu logo que eu já perdera os três de tal canal.
- Eu logo vi que o filho da puta era paneleiro apesar de ter uma gaja boa. Não é o primeiro cacete que lhe entra no cu. E olhem como ele fica com mais tesão à medida que o enrabo.
Sofia olhou para mim algo admirada pois não sabia que eu já levara no cu, mas notei que felizmente não se mostrava escandalizada, pelo contrário, achei que ela mostrava tanto entusiasmo com o facto como eu e que no final ia querer apanhar do meu cacete embora bem mais diminuído do que o dos marmanjos e foi por isso que me contive para me não esporrar apesar da grande vontade que sentia.
- Olhem, olhem o paneleiro! Apanhar no cu faz-lhe crescer a piça – na verdade eu tinha-a agora toda levantada quase colada ao meu umbigo. Quando ele se veio posso dizer que nunca a piroca do Mário me enchera tanto as tripas de langonha como a do desconhecido. Ou trazia os tomates muito cheios ou eles eram grandes produtores de leite pois quando a tirou fora não tardou muito a sentir a torrente do seu líquido desaguar por mim, escorrendo-me pelas pernas abaixo e besuntando-me os meus próprios tomates.
Foi então a vez do segundo tomar-lhe o lugar. Húmido como estava meu cu não precisava que cuspissem nele para deixar entrar um pau sem problemas mas mesmo assim o sujeito não perdeu oportunidade de mandar a Sofia mamar-lhe no cacete e cuspir nele. Bem mamado mandou-me empinar o cu e lá vai barão. Aiii! Dois é demais. Demais a dor mas igualmente demais o prazer se é que o prazer pode ser considerado demais. Desta vez tive maior dificuldade em não ejacular pois o vadio não devia gostar só de cu já que me agarrou o cacete e sempre brincando comigo por eu o ter pequeno punheteou-me longamente até se vir por fim.
- É – comentou –tens a piça curta mas em contrapartida tens um cuzinho bem fundinho onde com um bocado de jeito até uns colhões grandes como os meus se conseguiriam alojar.
Mas felizmente ele não o tentou fazer pois senão é que seria uma arrombadela. Faltava um e naquele momento apear do ardor que sentia no olho e de ter as bordas completamente arreganhadas só lamentava não estar sendo violado por pelo menos meia dúzia de machos abonados como eles para prolongar o sabor daquele momento magnífico que estava vivendo. E então o cheirinho a tesão que vinha da coninha da Sofia enquanto eu ia sendo enrabado era algo sublime. Este contudo não se quis vir dentro de mim.
- O teu cu já levou um bom banho de esporra esta noite, paneleiro – disse-me – A tua puta é que ainda não provou leite hoje. Por isso abre a boca, vaca, que eu te vou aleitar.
Sofia não queria claro, mas duas cachachadas que ele prontamente me aplicou dizendo que me faria pior se ela não colaborasse levaram-na rapidamente a fazer mudar de ideias. Ele meteu-lhe então o caralho na boca e não demorou muito a esvair-se todo.
- Engole puta que é para aprenderes a vir com o namorado para o escuro.
O último sujeito estava impaciente para me comer. Enquanto assistia às duas fodas anteriores não parou de se punhetear e de vez em quando ia esfregando seu piçante no meu rosto e cabeça. Também era o que o tinha maior o que fazia a Sofia lançar-lhe olhares invejosos de inveja. Ainda bem que ficara para o fim quando o buraco do olho se encontrava mais aberto. Também foi ele o único que dispensou os serviços orais de Sofia. Gabando muito minha boquinha, pequenina como meu caralhinho, mandou que o chupasse. Huum! Que bom aquele gostinho salgado, que delicia aquele pau completamente melado com o seu líquido espesso. Enorme como era penetrou-me na garganta, entupindo-me com ele e dando uma amostra do que esperava meu rabinho.
- Isso puta, muito bem – incentiva-me ele – És mesmo bichinha. Não estás só habituado a dar o cu, vê-se que também já chupaste muito caralho.
Não era verdade. O único pau que chupara fora o do Mário mas gostara tanto de o fazer que mamar na pila era para mim uma brincadeira de criança. E fiz o que a Sofia não fez. Mordisquei-lhe os colhões, lambi-os, sorvi-os. Huuum!
- Se imaginássemos que eras assim tão paneleiro – disseram os outros – em vez da puta da tua namorada quem nos tinha feito os broches tinhas sido tu.
Com o caralho bem ensalivado por mim o bigalhão meteu-me então no cu. Ohh! Como era grande e duro, parecia que me furava todo. O indivíduo começou a bater-me nas nádegas mandando-me rebolar nele.
- Nesta noite és a minha puta, por isso comporta-te como uma puta.
E eu fazendo-lhe a vontade procurava rebolar-me todo apesar do desconforto da posição em que estava, o que além de me dar mais prazer atenuava-me um pouco a dor que aquela penetração me estava provocando. Mas era tão bom! Só queria ter as mãos livres para tocar uma punheta como fazia quando o Mário me ia ao cu. Não tive porém direito a nenhuma punheta, apenas a mais um banho de esperma quente no recto que me fez sentir tão fêmea como a Sofia. E nestas ocasiões é tão bom um homem sentir-se fêmea.
- Quando quiseres mais, ó pilinhas, já sabes onde nos podes encontrar. E não te acanhes de trazer a namorada. Como vistes não lhe acontece nenhum mal – e riram-se. Colocaram-me então um vidro na mão para que pudesse cortar as cordas enquanto se punham ao fresco. Recomendaram-me que não o deixasse cair pois nesse caso ficaríamos ali amarrados naquela posição humilhante (humilhante sobretudo para mim) até que surgisse alguém durante o dia e nos libertasse, ou fizesse o mesmo que me tinham feito a mim, num de nós. Confesso que não consegui cortar os nós sem me ter ferido a mim próprio mas após vários minutos as cordas que me prendiam os pulsos nas coxas da Sofia tinham cedido. Estava com os membros bastante entorpecidos o que me fez demorar mais algum tempo a libertar minha namorada, mas um bom quarto de hora depois achávamo-nos ambos soltos, já os violadores deviam estar longe.
- Então tu meu paneleirinho – atirou-me Sofia esfregando os pulsos – já tinhas apanhado no cu e feito broches e nunca me disseste nada?
Ia-lhe dizer que isso eram águas passadas, numa época em que eu não tinha mulher, quando ela se me atirou ao pescoço beijando-me com intensidade inusual.
- Adorei ver-te sendo enrabado por três matulões. Sempre tive uma grande tara por homens apanhando no cu de outros homens. Pela primeira vez tive a oportunidade de ver uma coisa dessas ao vivo.
Sofia ainda estava sem calcinhas. Passei-lhe a mão no entre-pernas, sua cona estava bem mais húmida que antes, seu clítoris tão em pé como o meu caralho. Ela estava precisando muito de um cacete nela, mesmo que pequeno como o meu, e eu de despejar meus ovitos.
- Temos precisamente o que faz falta um ao outro – observei-lhe.
Foi mesmo ali. A trancada que estivera para ser dada antes de eu ser violado, e que por isso tivera de ser adiada, só agora é que tinha oportunidade de acontecer. E asseguro-lhes que valeu bem a pena o adiamento.

 

Ribeiro - rui.r.costa@hotmail.com

 

 

Loucura no churrasco

Sempre fui uma mulher muito sensual; desde meus treze, catorze anos já tinha corpão e comecei minha vida sexual cedo, sou muito ativa para as sensações, para o prazer etc., mas o que vou relatar aqui foi uma experiência que tive como mulher madura no ambiente de trabalho, que nunca pensei que fosse acontecer comigo, mesmo sendo bem "ligada" no que se refere a sexo e já ter feito muitas loucuras em relação a isso.
Trabalho como Consultora numa empresa de Outsourcing e sou Coordenadora de uma equipe, quase toda formada por homens. A situação ocorreu com o Gerente do projeto a quem vou chamar de Marco e seu Coordenador de Infra-estrutura, que eu vou chamar de Rodrigo. Marco é branco, casado, quarenta e três anos, tem barba farta e cabelos grisalhos. Rodrigo é negro, solteiro, com trinta e poucos anos. Nunca reparei no Marco como homem, até porque fisicamente não me desperta nenhum interesse, é fumante etc; já o Rodrigo é um negro alto, forte, muito educado, um belo espécime de homem. Todos sempre me respeitaram muito, mas temos muita intimidade pra falar sobre tudo, inclusive e principalmente sexo.
Fazemos nossas reuniões de status às sextas-feiras para discutirmos os assuntos pertinentes ao trabalho. Por questões de sigilo das informações sempre fazemos essas reuniões a portas fechadas; até aí tudo bem, mas nesse dia específico eu acordei super excitada e cheia de tesão, até estranhei essa vontade, pois tinha transado com meu marido a noite toda, mas de manhã eu estava ainda muito "ligada". Inconscientemente ou não, fui trabalhar com uma roupa bem sensual; coloquei uma blusa de malha fria, branca e trespassada com um sutiã meia-taça onde meu colo ficou bem à mostra (meus seios são grandes) e uma calça social justa que divida minha xoxota ao meio, realmente estava muito gostosa naquele dia! Fui dirigindo pro trabalho me acariciando entre as pernas, chegando no trabalho ensopada! Foi muito estranho.
Quando entrei na sala os dois já estavam lá. Tranquei a porta e pude notar como ficaram mexidos com minha presença, cada um na sua mesa, percebi nitidamente que os dois ficaram excitados, o ar condicionado estava ligado e senti frio, logo meus mamilos ficaram super duros e marcando a blusa, mesmo de sutiã, mas o Marco foi o único que teve coragem de comentar como eu estava:
"- Puxa Cláudia, você está linda hoje, ficou muito bem com essa roupa!".
Agradeci o elogio, mas disse que já tive meus melhores dias, falei que ele tinha que ter me conhecido com meus dezoito anos, quando tudo "estava em pé"! Ele deu uma gargalhada e retrucou dizendo que eu estava ótima, que tinha um corpo muito bonito e que a roupa estava realçando meus seios e meu bumbum. Fiquei envergonhada com o elogio até porque o Rodrigo estava na sala, mas também senti orgulho; porém mudei o rumo da conversa, que estava ficando perigosa.
Rodrigo nada dizia, mas percebi que colocava a mão entre as pernas várias vezes, como se estivesse alisando o pau; certo tempo depois da reunião começada ele saiu da sala e demorou um bom tempo para voltar. O Marco toda hora desviando o foco dos assuntos pra sacanagem e eu colocando a reunião no rumo de novo. Certa hora Marco saiu para fumar e foi inevitável eu olhar para seu pênis que estava muito volumoso!
A reunião terminou e depois, noutro dia, encontrei o Rodrigo sozinho e perguntei por que ele tinha saído da reunião e tinha demorado tanto a voltar; foi quando ele me confessou:
"- Quer saber a verdade? Eu fui me masturbar! Não agüentei te ver com aquela roupa, você estava muito gostosa! Fiquei muito surpreso comigo mesmo, não sou de fazer essas coisas assim, mas foi uma sensação muito gostosa, fiz uma viagem mental maravilhosa! Mas não se preocupe, foi apenas físico e já passou, não vai acontecer mais".

Disse que não tinha problema. Agradeci o elogio e falei que fiquei feliz por ter proporcionado esse momento pra ele, que deve ter sido muito intenso, mas encerrei o assunto para não ter maiores desdobramentos; porém eu fiquei muito nervosa, tanto que fui para o banheiro me masturbar também pra poder continuar trabalhando mais relaxada (graças a Deus, pois foi um orgasmo muito forte e intenso, fiquei imaginando ele fazendo isso também por minha causa!).
Mais ou menos um mês se passou e Marco me convidou para um churrasco na sua casa numa terça-feira, pois nesse dia seria meio-expediente na empresa e todos sairiam cedo. Não vi maldade e topei numa boa, até porque eu já tinha esquecido aquela reunião, da masturbação do Rodrigo, etc. e como ele havia me convidado, concluí que iria chamar todos do projeto, inclusive as outras meninas; ele apenas lembrou que tinha piscina.
No dia combinado trabalhamos normalmente na parte da manhã e quando foi meio-dia eu troquei de roupa no banheiro da empresa, colocando uma bermuda e uma camiseta, nada sensual, mas estava muito gatinha e de cabelo preso.
O Rodrigo deu um sorriso diferente e me ofereceu carona pra eu não ter que ir com meu carro, que ficaria no estacionamento da empresa e na hora de voltar ele me traria (Marco nesse dia não foi trabalhar, pois ficou adiantando os preparativos do churrasco).
Fui com Rodrigo no carro numa boa, conversando amenidades, apenas às vezes ele esbarrava a mão na minha perna nas trocas de marcha e eu sacaneava ele dizendo que esse truque era velho! Ele ria, muito sem-graça.
Chegando lá Marco abriu a porta automática da garagem. Já estava de sunga, colocando fogo na churrasqueira. Beijamos-nos e ele me deu um abraço onde pude sentir o volume do pênis entre minhas coxas. Fiquei sem jeito, mas procurei disfarçar. Notei que estava sozinho em casa, dei por falta da sua esposa e das filhas. Ele disse que ela tinha viajado, pois a sogra tinha adoecido. Lamentei e fui me trocar.
Quando cheguei à piscina o Rodrigo já estava de sunga. Meu deus, ele é lindo! Um deus negro com uma sunga branca que acho que era um número abaixo da que ele normalmente usa, pois seu pau estava muito volumoso. Acho que dei bandeira, devo ter ficado olhando por muito tempo e ele percebeu porque depois sempre que vinha conversar comigo ficava apertando o pau por cima da sunga e eu cada vez com mais dificuldade de disfarçar minha excitação.
Coloquei um biquíni muito comportado, onde não dava pra ver nada demais (naquele dia da reunião eu estava com uma roupa mais decotada do que o próprio biquíni!!!). Percebi que as pessoas demoravam a chegar e perguntei:
"-Marco, cadê o resto do pessoal?" Foi quando recebi a notícia que me deixou gelada:
"-Não vem mais ninguém, são todos uns furões, todo mundo viajou!".
Foi quando meu coração disparou. A minha desconfiança tinha fundamento: eles arrumaram um jeito de ficarmos apenas nós três sozinhos na casa. Não queria acreditar que pudessem tentar fazer alguma coisa comigo, era loucura demais e me negava a aceitar isso. Tentei descontrair e fui pra piscina me acalmar; tentar racionalizar as coisas, pois estava muito incomodada com aquela situação, sozinha numa casa com dois homens que eu não sabia o que estavam tramando apesar de serem meus amigos (na verdade acho que eu também inconscientemente temia por mim mesma e meus instintos...).
Ficamos conversando na beira da piscina quando Marco me ofereceu uma cerveja bem gelada que bebi com vontade, pois estava muito calor; tomei mais uns cinco copos e parei, pois sei que esse é meu limite antes de ficar bêbada. Mais tarde Rodrigo fez uma batida de chocolate com menta e me deu pra provar. Fiquei receosa de ficar misturando bebidas, mas como as cervejas já tinham perdido o efeito, tomei sem problemas. Que delícia de batida! Tomei mais dois copos cheios e o bicho pegou, fiquei bem tonta.
Saí da piscina e fui ao banheiro trocar de roupa, pois estava com o firme propósito de ir embora, ia dar uma desculpa e me mandar; mas certamente sob o efeito da bebida resolvi ficar e não satisfeita em apenas continuar na casa, mudei um pouco o desenho do biquíni, enfiando mais a calcinha na bunda e apertando mais o laço do sutiã, colocando o decote mais pra perto dos mamilos, deixando aparecer um pouquinho as auréolas. Seria um teste com eles pra ver se era apenas impressão minha: se ficassem engraçadinhos ou tentassem alguma coisa eu iria embora.
Quando voltei encontrei os dois dentro d'água conversando baixo, deviam estar falando de mim. Eles me deram um sorriso safado, se entreolhando com olhares cúmplices, meu coração disparou; tentei descontrair dizendo que a batida estava uma delícia etc. já arrependida do que tinha feito com o biquíni.
Deitei de lado na borda da piscina e ficamos conversando. Logo o Marco me sacaneou olhando pros meus peitos perguntando se estava com frio, porque os bicos estavam protuberantes (não era frio, era nervosismo...). Dei um sorriso amarelo, disse que um pouco e mandei ele parar de ficar olhando pra eles pois eu estava ficando sem-graça!
Ele deu uma gargalhada e disse que a culpa não era dele e sim dos meus peitos por serem bonitos e grandes! Eu tentei descontrair e disse que não sabia que ele gostava de mulher peituda. Confessou que adora mulher com seios grandes; elas são mais femininas, que adora fazer espanhola, mas com sua esposa era impossível, pois ela tinha peitos pequenos. Nesse momento eu fiquei olhando e ajeitando os meus e disse que gostaria que fossem menores e que talvez fizesse uma cirurgia de redução neles; depois brinquei com ele e mandei deixar de ser pão-duro e pagar um implante de silicone pra esposa! Marco deu uma gargalhada e disse que preferia peitos naturalmente grandes como os meus, olhando pro Rodrigo e perguntando o que ele achava.
Ele também elogiou dizendo que "meus seios eram realmente enormes e que por isso mesmo, muito bonitos"; disse também que peitos naturalmente grandes têm mais "balanço" e que ficaria muito chateado se eu os diminuísse. Botei pilha nele e disse que ele era suspeito, pois até se masturbou na Empresa um dia desses por causa deles!!
Rodrigo ficou super sem-graça, não esperava que eu revelasse isso na frente do Marco, que por sua vez ficou sério e disse:
"- Foi no dia que ela veio com aquela blusa branca e aquela calça colante não foi? Não posso nem sacanear, pois fiz a mesma coisa, também bati "uma" por causa deles em casa!!"
Fiquei super sem-graça, não sabia onde enfiar a cara de tão envergonhada. O Rodrigo ficou mudo, um silêncio constrangedor, disse que não acreditava que ele tinha feito isso também; até que eu dei uma gargalhada e chamei-os de adolescentes tarados e que não ficaria mais sozinha com eles em lugar nenhum! Aí o Marco brincou:
"- Mas a gente tem culpa de você ser gostosa e ter os seios maravilhosos??, ahahah!"
O clima ficou mais leve e ficamos rindo quando Rodrigo saiu da piscina pra pegar mais cerveja e pude ver como estava excitado!
Depois eu e ele ficamos conversando em pé na beira da piscina, mas dessa vez não consegui esconder, olhei pro pau dele e não consegui esconder a admiração; pra variar fez aquele movimento de apertar o pênis, meu Deus, era enorme! Criei coragem e perguntei por que "ele" estava grande daquele jeito. Ele respondeu que esse assunto de peito deixou "ele" agitado.
O clima já estava pesado e extremamente sensual, quando Rodrigo veio por trás de mim, me pegou no colo e me jogou dentro d'água!
Caí toda de mau jeito, engoli água, xinguei pra cacete, saí da piscina puta da vida pra só depois perceber que um dos meus seios tinha saído do biquíni !!!!! Eles ficaram olhando pro meu peito um tempão, só depois me toquei do que estava acontecendo. Isso sem contar a calcinha, que com o impacto na água ficou toda enfiada na bunda, quase desaparecendo, tudo por culpa da bebida!
Muito irritada, coloquei o peito pra dentro bem devagar, só pra sacanear, me ajeitava, apalpava, fingindo que estava arrumando e eles mudos, sem saber o que fazer, me comendo com os olhos, era nítida a excitação deles; nem me preocupei em tirar a calcinha de dentro da bunda (já tinham visto tudo mesmo...). Foi quando eu falei:
" – Estão satisfeitos seus filhos da puta, era isso que vocês queriam? Foi pra isso que me chamaram pra esse churrasco? Pra me verem pelada?"
O Rodrigo, muito sacana, veio com carinha de arrependido e falou no meu ouvido me abraçando por trás:
" – Puxa Cláudia, foi mal, desculpe!"
Quando ele me abraçou senti o pau dele super duro e quente roçando na minha bunda gelada. Arrepiei-me toda e num reflexo empinei ela pra trás.
Foi quando a coisa desandou de vez: Vendo essa cena, Marco deu um pulo da cadeira e me abraçou de frente, fazendo um sanduíche de mim! Rodrigo me imobilizou os braços e Marco tirou meus seios de dentro do biquíni pra que começasse a mamá-los com vontade e colocou a mão dentro da minha calcinha, massageando meu clitóris. Eu fiquei apavorada, ainda tentei esboçar uma reação e gritei:
"- Mas o que é isso? Que que vocês estão fazendo? Estão malucos? Me solta!"
Não adiantou nada, Rodrigo me segurou com mais força, deu um beijo gostoso no pescoço que me amoleceu de vez e falou pra mim:
"-Não era isso que você queria também sua gostosa, pensa que não reparei que tu tá cheia de tesão, olhando pro pau da gente, agora eu vou te comer todinha!"
Ele pôs aquele membro enorme pra fora da sunga e ficou esfregando na minha bunda, enquanto Marco apertava meus seios contra seu rosto e sugava com mais força ainda, lambendo e mordendo meus mamilos, que ficaram enormes! Eu estava completamente entregue àquela situação, não tinha mais forças pra reagir (na verdade, acho que nem queria...). Eles me deitaram na espreguiçadeira e terminaram de tirar meu biquíni.
Rodrigo me deu seu pau pra eu chupar, um pênis grande e brilhoso, cheio de veias, muito bonito, ao mesmo tempo em que ele acariciava meus peitos.
Enquanto isso Marco lambia meu clitóris com uma fome louca. Que língua gostosa! Não demorou muito e tive um orgasmo muito forte (talvez pelo inusitado da situação); eu chorava e gemia muito num misto de tesão e vergonha; gozei alucinadamente, minhas pernas tremiam, meus seios nesses momentos ficam super duros e empinados apesar do tamanho grande, uma delícia!
Ainda me refazendo do gozo, Rodrigo veio com um tubo de KY e me entregou, ficando ele e Rodrigo de pé na minha frente; entendi o que queriam, fiquei sentada lubrificando e fazendo massagens nos paus deles. Depois Marco me pôs de quatro e começou a me penetrar lentamente, pude sentir todo o comprimento da sua vara entrando em mim, enquanto Rodrigo dava seu cacete pra eu mamar, enquanto ele ficava massageando meus peitos, que ficavam balançando no ritmo das estocadas que o Marco me dava.
Nessa altura dos acontecimentos nem pensei em pedir que colocassem camisinha, mas sabia que estava sendo comida por dois homens sadios. Lembram que falei que tinha medo dos meus instintos? Pois é, estava gostando da situação...
Marco aumentou o ritmo das estocadas, que ficaram cada vez mais fortes, apertava meus quadris e abria minha bunda com força, enquanto Rodrigo dedilhava meu clitóris e chupava minha boca com aqueles lábios carnudos. Que gostoso!
Depois ele desceu pros meus peitos e eu comecei a amamentá-lo. Nunca tinha visto meus seios ficarem tão duros. Isso mostra o quanto eu estava excitada e fora de mim. Falava coisas sem sentido, xingava e desafiava o Marco a me penetrar mais rápido e com mais força, o que o deixava com mais tesão ainda.
Depois de várias estocadas fortes ele gozou, senti a contração do seu pau, latejando e soltando um sêmem quente numa quantidade absurda, inundando minha vagina. Quando a ejaculação dele finalmente acabou (pois mesmo depois de ter gozado muito, permanecia rígido e continuava me penetrando), saiu de dentro de mim e ficou na minha frente pra que eu lambesse o resto de porra que saia do pau dele.
Foi aí que o Rodrigo, não se importando da minha vagina estar encharcada de esperma, me virou de frente e começou a me penetrar também. O pau dele era grosso e largo, mas como tinha passado KY nele e eu também estava molhada pelo meu tesão e pelo sêmem do Marco, a penetração foi tranqüila. Meu Deus! Nunca havia sido penetrada daquele jeito; ele preencheu todo meu canal vaginal com aquele pau enorme, me senti dividida ao meio! Foi um contraste muito lindo ver aquela "barra de ferro" marrom entrando com força nas minhas carnes brancas, sempre quis fazer sexo com um negro, sempre tive curiosidade e não me decepcionei!
Ele começou lentamente a me penetrar, entrava e saía num ritmo cadenciado e delicioso, parecia que seu pau tinha um metro de comprimento, não acabava!!! Depois aumentou o ritmo e praticamente me violentou com suas estocadas fortes e vigorosas, ao mesmo tempo em que esfregava os bicos dos meus peitos.
Essa imagem de dois homens mamando, lambendo e chupando com vontade meus seios endurecidos me fizeram ter um novo orgasmo, dessa vez mais intenso: eu urrava, xingava, falava um monte de bobagens, perdi completamente a vergonha deles, nunca tive um homem tão dentro de mim como foi com Rodrigo, ficava apoiada nos cotovelos vendo aquele membro grosso e cheio de veias entrando e saindo de dentro de mim, pressionando meu clitóris com força, com as minhas pernas completamente abertas; senti um orgulho e um prazer enormes!
Rodrigo me fez também uma espanhola muito gostosa, esfregando o pau nos bicos, quando eu aproveitava e lambia a cabeça do seu cacete.
Ele então voltou pra dentro de mim. Fui penetrada por um pau extremamente duro, grande, rígido, cheio de veias e de energia! Depois de um bom tempo bombando (várias vezes senti seu pau encostando no meu útero), meu amigo moreno se permitiu gozar! Um esperma farto, saindo em jatos fortes, espessos e mornos, inundando e esquentando minha vagina, um autêntico deus negro! Fiquei maravilhada como ele conseguia controlar seu orgasmo e sua ejaculação. Gozamos juntos, olhava fixamente pra ele e falava:
" – Nossa, que leite quente! ". Ele sorriu e continuou me penetrando e ejaculando, o esperma dele não acabava! Disse-lhe que ainda bem que não corria risco de engravidar! Ele sorriu e falou que devia ser muito gostoso fazer filho em mim e que adoraria mamar nos meus peitos cheios de leite.
Marco não resistiu a esta cena e diálogo fortes, esperou Rodrigo terminar e me virou para ele, gozando na minha boca em grande quantidade; segurei o pau dele com as duas mãos com vontade, masturbando e engolindo tudo e não desperdicei uma gota daquele líquido precioso (estava levemente adocicado, uma delícia!).
Ficamos deitados um tempo nos recuperando; depois fomos tomar banho, pois eu estava toda melada, com sêmem escorrendo pelas minhas pernas. Dei banho neles, eles me ensaboaram também e a brincadeira recomeçou embaixo do chuveiro. Rodrigo me inclinou na borda da banheira e meteu de novo aquele mastro preto em mim, enquanto Marco me deu o pau de novo pra eu chupar. Nunca mamei tanta rôla num dia só! (Acho que eles tomaram Viagra, pois logo depois de gozarem estavam "em alerta" de novo...)
Rodrigo começou a me masturbar com seus dedos grossos e Marco acariciava, lambia e chupava os meus bicos, deixando-os muito duros (novamente !!!). Rodrigo me dedilhou com tanta competência que acabei gozando novamente na mão dele. Quando me refiz, levantei e comecei a bater punheta pra eles; lambia, chupava alternadamente, fazia carinho, esfregava um pau no outro, enlouqueci os dois. Saímos do banho e fomos pra sala conversar e beber mais, todos andando pra lá e pra cá pelados, foi muito legal, uma intimidade muito gostosa. Marco foi ao quarto e eu fiquei deitada no colo do Rodrigo, namorando e beijando aquela boca morena e carnuda com ele acariciando meus seios, minha bunda e me chamando de coxuda!
Marco retornou, abriu minhas pernas e começou a chupar e lamber meu clitóris, já muito inchado de tesão; depois começou a lubrificar meu ânus com KY, já sabia o que ele queria. Olhei pro Rodrigo e falei: "-Tenho medo!".
Ele fez um carinho no meu rosto me tranqüilizando e disse que Marco ia fazer com calma e que ia ser muito bom. E foi mesmo!!! Marco foi um mestre no sexo anal, quando me dei conta ele já estava todo dentro de mim empurrando sua ferramenta com calma, mas com energia.
Eles se entreolharam com um olhar cúmplice e Rodrigo começou lentamente a apontar seu pau na entrada da minha buceta e devagarzinho foi colocando seu mastro também.
Foi o momento mais intenso dessa suruba; nunca pensei que um dia na minha vida faria isso: uma dupla penetração; me senti totalmente preenchida na frente e atrás, havia um espelho grande na sala e eu olhava fixamente para os dois cacetes me penetrando simultaneamente; várias vezes senti os paus deles se "esbarrando" dentro do meu corpo. Que sensação indescritível, dois homens dentro de mim!
Rodrigo embaixo e Marco em cima; seguiam num ritmo cadenciado de entra-e-sai com os dois me apalpando e me lambendo, Rodrigo metendo na minha xoxota melada e Marco enfiando tudo na minha bunda encharcada de KY, com uma prática nunca vista por mim (pensei que essas coisas só acontecessem em filmes!), até o momento mais intenso, quando gozamos os três juntos. Senti a inundação de esperma entrando por trás e pela frente, a pulsação dos paus jorrando o sêmem dentro do meu canal vaginal e do meu ânus; de ambos, um esperma grosso, quente e consistente.
Eu chorava e gemia ao mesmo tempo, sendo o orgasmo mais forte, louco, demorado, explosivo e arrasador de toda a minha vida. Fizeram-me ter uma série de gozos convulsivos, me largaram desfalecida e tremendo sobre as almofadas do sofá, com esperma escorrendo pelas minhas pernas e eles admirando o meu orgasmo, que não acabava! Foi quando Marco falou:
" – Nunca vi uma mulher trepar como você, nunca fiquei tão excitado! Se tivessem uns quatro caras aqui, ainda assim você ia dar uma canseira em todos eles!". Mal consegui ouvir o que ele disse, de tão envolvida ainda que estava com meu orgasmo, mas fiquei orgulhosa com o elogio e ficamos deitados um tempo nos recuperando, depois dessa fúria toda dentro do meu corpo.
Depois de comer e beber mais alguma coisa descansamos um tempo e recomeçamos a namorar, pois eu estava realmente com muito tesão, certamente um homem só naquele dia não ia dar conta de me satisfazer! Voltamos pra piscina, pois ainda era cedo e o sol estava "a pino".
Fiquei deitada nua na espreguiçadeira e pedi pra eles passarem protetor solar em mim. Os dois vieram sem pensar duas vezes; encheram as mãos de creme e começaram a esfregar em mim; foi lindo ver aquelas quatro mãos fortes, duas brancas e duas negras, passeando pelo meu corpo branco, me alisando, passando protetor nos meus seios grandes, acariciando e apertando meus bicos super inchados! Depois me viraram de bruços e ficaram passando o protetor na minha bunda, apertando e esfregando-a com força e carinho ao mesmo tempo; aproveitavam e massageavam levemente meu ânus, que sensação gostosa! Colocaram-me deitada de frente novamente e foram descendo em direção à minha barriga, virilha, coxas, até o pé.
Depois voltaram e começaram a brincar com minha vagina. Eles abriram minhas pernas lentamente, onde Marco introduziu dois dedos lá dentro, começando uma masturbação deliciosa, com Rodrigo esfregando meu clitóris e com a outra mão acariciava meus peitos. Que delícia! Nesse instante os paus deles começaram a endurecer de novo, nos quais eu segurei forte, preenchendo totalmente minhas mãos.
Comecei a sacudi-los levemente também, numa masturbação mútua e lenta. Não resisti muito tempo com eles entrando e saindo de mim com os dedos ágeis e serelepes e gozei mais uma vez.
Eles esperaram meu orgasmo terminar, me deitaram de bruços e fizeram nova sessão de massagens, mordendo, lambendo e chupando minha bunda com vontade, mas com carinho. Foi quando Rodrigo me colocou de quatro e encharcou meu ânus de KY. Perguntei o que ele ia fazer (como se eu não soubesse...) e respondeu com uma voz diferente, mais grossa:
"-O Marco brincou aqui atrás, agora é minha vez!".
Senti um frio subindo pela minha coluna, fiquei com medo de me machucar, ele era muito grande! Tentei esboçar alguma reação, mas nada feito, Marco me prendeu os braços e disse pra não se preocupar, pois o Rodrigo seria tão carinhoso quanto ele foi; além disso, ele já tinha me alargado antes (nisso eu concordei!!!).
Eu queria e não queria ser penetrada por ele. Marco começou a me beijar, como se quisesse me calar; nesse momento Rodrigo apontou seu cacete no meu ânus e começou a me penetrar. A cabeça era enorme! Dei um grito abafado, mas ele não quis nem saber, introduziu aquele pau grosso, cheio de veias e Marco apertava meus mamilos inchados. Ele escorregou pra dentro de mim de uma vez só e preencheu totalmente meu reto com aquele caralho enorme, me bombando com uma energia louca, cheguei a desfalecer. Enquanto isso Marco me dava seu pau pra eu chupar e eu gritava pro Rodrigo:
- Vai moreno, isso, mete com força, mete; goza lá dentro, goza!
Depois de um bom tempo enfiando com vontade na minha bunda, meu amigo me deu um banho de esperma. Que delícia, que creme delicioso, denso! Nunca recebi tanto leite atrás como foi com ele! Mesmo depois da ejaculação, ainda ficou rígido dentro de mim por um bom tempo me bombando, dessa vez com mais calma. Depois Marco me virou de frente e gozou nos meus peitos e na minha boca.
Dei um sorriso de orgulho, pois tinha agüentado aquilo tudo, enquanto eles acariciavam meu corpo suado e melado. Ficamos abraçados e completamente exaustos, mas muito felizes e saciados.
Nunca me senti tão fêmea e tão orgulhosa de ter dado e recebido prazer a dois machos viris, fizeram o que quiseram comigo; eu que sou sempre dominadora, independente, senhora das situações, me senti muito bem sendo possuída na frente e atrás!
Precisava dessa experiência na minha vida e valeu a pena; graças a eles conquistei um novo limite sobre o sexo e o que é ter prazer. Estou muito mais feminina e segura de mim como mulher como nunca estive antes. Eles me deram mais um banho gostoso e depois fui me arrumar pra ir embora.
Despedi-me do Marco com um beijo carinhoso e no caminho de volta dormi um sono gostoso, como há muito tempo não dormia, com Rodrigo acariciando meus seios. Peguei meu carro no trabalho e fui pra casa exausta, mas muito feliz (ainda tive energia pra transar com meu marido à noite e foi muito bom também!).
Nossas reuniões hoje são carregadas de uma cumplicidade gostosa, tipo:
"- Temos um grande segredo, ainda sinto vocês dentro de mim!". Muitas vezes nos pegamos rindo à toa, mas só nós sabemos o porquê. Nossa amizade ficou mais forte, quando estamos sozinhos nos cumprimentamos com beijos na boca, sempre que posso acaricio eles. Fiquei muito orgulhosa deles e de mim também, foi uma entrega total, principalmente por ter acontecido com dois amigos em que tenho confiança e saberão guardar segredo sobre tudo que aconteceu. Além disso, eles subiram muito no meu conceito enquanto homens, souberam satisfazer plenamente uma mulher que é muito exigente em termos de sexo. Estou ansiosa pela próxima vez, será que vai ser tão bom como a primeira????

 

A prima da minha vizinha

Eu tinha apenas dezenove anos. Durante minha adolescência, nos tempos de colégio, era magricela, desengonçado e usava aparelho nos dentes, o que me garantiu uma virgindade quase total até aquela idade. Digo quase, porque tinha beijado e dado uns “amassos” com uma garota uma única vez em uma festa. Ela estava bêbada, claro.

Seduzida pela vingança

Foi a aproximadamente três anos que descobri que meu marido me traía. Criada dentro de rígidos valores morais, namorei durante quatro anos e me casei sem jamais ter conhecido outro homem. Levava casamento e fidelidade com enorme seriedade, jamais sonhando que um de nós pudesse sequer tocar em outra pessoa.

A festança

Ronaldo tinha quatro companheiros. Não eram propriamente amigos, mas companheiros de putaria. Há anos faziam festinhas e trocavam entre sí as mulheres que conquistavam.

Anão artista gruda pênis em tubo de aspirador de pó

Um show do Circo dos Horrores da Escócia apresentou um anão que, acidentalmente, colou seu pênis em um aspirador de pó. "Capitão Dan, o Anão Demoníaco", como é conhecido, foi parar no hospital depois de introduzir seu órgão no tubo do aspirador sem conseguir tirá-lo novamente.

Uma história de amor em alto-mar

Uma loura gostosíssima ia-se jogar ao mar no porto de Santos, quando apareceu um marinheiro:

- Moça, não faça isso!!!

- Vou jogar-me na água! Minha vida é uma droga!

- Por que você não vem comigo e pensa melhor? Meu navio está indo para a Europa, e lá, você pensa melhor e decide... Que tal?

A loira achou boa proposta, mas disse que não tinha dinheiro para a passagem. O marinheiro respondeu:

Chocolate ou Sexo. Faça sua escolha!

Esta foi uma das perguntas de uma pesquisa feita por uma revista semanal, entre os seus leitores. Os mais experientes, esperavam a resposta óbvia, mas, para seus espantos, a resposta que venceu foi o chocolate.

Foi então realizada outra entrevista, pedindo para que fossem enumerados os principais motivos. Confira as respostas:

1. O chocolate satisfaz mesmo quando amolece.

2. Você pode comer chocolate no carro sem ser interrompido pela policia.

3. Você pode comer chocolate na frente da sua mãe.


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