Hetero

warning: Creating default object from empty value in /home/maite/public_html/modules/taxonomy/taxonomy.module on line 1390.

Heterossexualismo
heterossexualidade

Um em cada quatro casais no Japão não faz sexo, diz pesquisa

De Tóquio para a BBC Brasil - Um quarto dos casais japoneses não mantêm relações sexuais, segundo uma pesquisa realizada conjuntamente em 2007 pela Organização Mundial da Saúde e a pelo Instituto de Pesquisa Populacional da Universidade Nihon, de Tóquio.

A pesquisa ouviu 9 mil japoneses de 20 a 59 anos de idade, entre abril e julho de 2007, e constatou que 24,9% dos casais não mantêm relações sexuais.

Gatas engalfinhadas

Ola

meu nome e joanna e retorno aqui pra escrever mais um conto, o que eu escrevi foi sobre uma traiçao com meu professor de matematica no qual recebi muitos imail e agora vou escrever uma passagem de quando eu era noivinha espero que gostem.

Um traveco me comeu

Estava
num cinemão aqui em sampa a procura de sexo gostoso... Sempre vou a
este cine pois lá é bem liberal, pode-se transar em vários lugares. Eu,
particularmente gosto de transar na sala principal, no escurinho.
Estava caçando quando vi uma cena muito interessante, um cara estava no
maior love com uma mulher baixinha, quando me aproximei vi que
a suposta mulher com seios e tudo era um traveco bem mulato, com um pau
enorme, bem grosso e preto, lindo, brilhava de tão duro. Ele me puxou e
começou a me punhetar, eu também peguei o pau dele e punhetei. O amigo

Minha namorada e sua amiga

As
coisas mais gostosas que podem acontecer com a gente são exatamente
aquelas que acontecem sem ter sido planejadas ou imaginadas como
possíveis. Pois aquele era o dia de acontecer uma surpresa para mim e
eu não sabia. Isso aconteceu em outubro de 2004, estava namorando a
Paula, hoje estamos casados. Ela é uma pessoa super linda, além de ser
uma faminta em relação a sexo. Sempre nos demos tão bem que cheguei a
propor a ela fazer algo que tive poucas oportunidades de fazer na vida,
que é transar com duas gatas ao mesmo tempo. Apesar dela ser super

Minha primeira vez com Jeane

Era
um domingo meio nublado e eu estava em casa sem muito o que fazer aqui.
Minha mulher havia viajado e eu estava sozinho em casa. Como não tinha
nada de interesante pra ver na televisão fui para o computador e fiquei
navegando na net. Não demorou muito e como eu tava na seca comecei a
navegar por algumas páginas eróticas. Quando eu estava olhando algumas
fotos alguém bateu palma no portao. Me levanto pra ver de quem se
trata.

Rosa ao ataque

Sou descendente de japoneses, sansei. Tenho 26 anos. Herdei a timidez característica dos orientais, e por isso já deixei escapar várias oportunidades de conhecer mulheres interessantes. Explico: tenho um rosto com traços bonitos e bem definidos, o que chama a atenção das garotas, mas, na hora de se aproximar e conversar, é um desastre. A timidez, a falta de ousadia ou talvez a inabilidade acabam estragando tudo. Pois bem, um dia, andando pelas ruas, uma mulher, baixinha, de cabelos e olhos castanhos, fitou os meus olhos.

Negra escravizada

Deixe-me avisar que esse conto não é racista, até porque eu pertenço a
raça negra e fui a vítima. Os personagens são racistas, assim como
muitos que andam por aí, estão nas páginas policiais, nos livros, nos
filmes. Eles existem como existem pessoas gananciosas, egoístas,
ambiciosas... neglicenciar não resolve nada, e não vou deixar de
escrever esse ocorrido só porque as pessoas envolvidas o são.

Pastora usada e abusada

Hoje,
eu vou relatar um fato verídico, ocorrido numa viagem que fiz até Porto
Alegre, durante um feriadão, em 2000. Embarquei no Rio de Janeiro, numa
calorenta tarde de sol. Pelo fato de ser feriado prolongado, a
rodoviária estava insuportável de tanta gente, indo e vindo. Eu
sentaria na poltrona 42, localizada no corredor, já bem ao fundo do
ônibus. Mal sentei, fiquei torcendo para que viesse uma “gostosona”
para a poltrona 41, pois eu teria oportunidade de encoxá-la, durante
todo o trajeto da viagem(24 horas). A cada passageiro que embarca,

Nossa empregada Lurdinha

Olá.
Meu nome é Felipe. Tenho 18 anos. Moro com meus pais e minha irmã
caçula, num apartamento no centro de Petrópolis. O fato que vou contar
aconteceu quando eu tinha quatorze anos.

O reencontro

Nasci e morei numa cidade do interior de Minas Gerais até os meus 17
anos de idade. Hoje tenho 38 anos e moro no rio de Janeiro onde
trabalho. Sempre quando tenho oportunidade visito a minha cidade natal
onde tenho grandes amigos.


Recebi um convite para um casamento de um amigo meu de infância. Fui
para a minha cidade natal onde foi realizado o casamento. Na festa do
casamento, revi meus amigos e também tive um REENCONTRO maravilhoso com
Ana.

Aeroporto

A tarde era fria, chuvosa, típica de inverno,
embora o inverno na Ilha da Magia não fosse normalmente
rigoroso. Mas esse ano especialmente o estava
sendo, talvez por capricho dos ventos que sopram vindos
da Argentina, talvez prenunciando um quente verão.
Mas Florianópolis ainda assim era bonita,
acolhedora e amiga como uma cadeira colocada à sombra
de uma árvore.
Felizmente eu estava usando uma gabardine
comprida que me mantinha bem aquecido.

Uma noite inimaginável

Meu
nome é Rafael (fictício é claro) e minha mulher vou chamar de Diana .
Somos um casal normal , vivemos nossa vida sem nenhuma extravagância
sexual nesses 11 anos de casados , até que um dia...

Loira selvagem

O caso que vou contar foi verídico e aconteceu está fazendo um ano, sendo o mais frutífero que já ocorreu. Os nomes das pessoas vão ser alterados

Festa no ônibus

Moro
em uma cidadezinha pacata, no interior do Mato Grosso, tenho 21 anos,
num certo dia fui ao centro da cidade pagar umas contas, resolvi voltar
pra casa no entardecer, já estava quase escurecendo, peguei o ônibus, e
vi que o cobrador era um amigo do meu irmão então fui e sentei no fundo
do ônibus, no ultimo banco, a estrada que leva até minha casa é rodeada
de mato, por muitos km, a minha casa ainda estava muito longe e quando
os outros passageiros foram descendo ele veio conversar comigo, então
conversa vai conversa vem, ele me disse que eu tinha crescido muito e

Sonho realizado

Ha cinco anos,uma comadre que se separara do marido veio tomar conta de minha sogra,muito idosa e muito doente.Ela eh um tesãozinho de morena,baixinha de peitos grandes e firmes,boca carnuda,ancas largas,coxas grossas e macias.Fiquei ouriçado! Um dia,em que minha esposa saíra a noite,e iria dormir fora,ajudando com um parente hospitalisado,minha sogra passou mal!A comadre veio me chamar,providenciei os cuidados necessários a velhinha,e ficamos os dois acorda ados,juntos no sofah,olhando minha sogra.

Conheci no farol

Li
alguns relatos, e criei coragem de relatar alguns por mim
vividos(veridicos). tenho 42 anos, 1,71cm, casado, morador do Rio de
Janeiro. Trabalho na área de informática. Um belo dia, ou melhor um
entardecer sai do meu trabalho peguei o meu carro e me dirigia para um
bico que estava fazendo a noite, quando num sinal(farol), vi uma
mulher, muito bonita morena de uma boca espetacular, os nossos olhares
se cruzaram e não me contive, fiz um sinal que queria falar com ela,
parei num acostamento mais adiante e para minha supresa ela parou atras

Marta, Bundão

Bom pessoal, este conto que vou relatar agora, aconteceu á uns 2 anos aproximadamente, é verídico e espero que gostem.

Quem come quieto, come sempre!

Moro no mesmo endereço desde que nasci e conheço quase todas as pessoas da vizinhança, mas á pouco tempo, um casal de idosos que morava á algumas casas acima da minha, mudara de endereço e a casa ficou vazia por um tempo.

Ordenha de Quel

Passados um pouco além de oito dias da visita anterior.Segunda feira.Meu tesão estava a mil.Tornei em casa de minha "funcionaria".Quel estava um tesão!O cacete logo subiu,só em olhar os peitões da gostosa.Sua avó recebeu-me com alegria.Estavam apenas as duas em casa,com o bebê.O corninho estava na lida.Eu disse a avó da tesuda que ficaria vindo visitar Raquel uma vez por semana.


Conteúdo sindicalizado