Gay

A carona

Olha este acabou de acontecer, ainda estou com o gosto do guri na minha boca. Que delicia !!!
Antes de tudo vou me apresentar: Chamo-me Marcos, tenho 38 anos, sou branco de olhos e cabelos negros, tenho 1,73 de altura e 79Kg. Soua ativo e passivo, mas confesso que curto muito mais ser passivo. Não sou nenhum Deus grego, tenho aquela barriguinha de cerveja, mas me acho atraente.
Sou casado com mulher e tenho filhos e NÃO PRETENDO SAIR DO ARMARIO.
NÃO CURTO AFEMINADOS E BICHINHAS, nada contra, mas quero transar com homens, mulher já tenho em casa e não precisaria me arriscar na rua.
DISCRICÃO É FUNDAMENTAL PRA MIM, AFINAL NÃO QUERO E NÃO VOU ME EXPOR
Vamos ao conto:
Moro em Juiz de Fora, no bairro São Pedro e tive que descer pro centro. Fizum caminho que passa pela Universidade Federal de Juiz de Fora e como de costume, tem universitarios pedindo carona. Olha cada um mais gato que o outro ta. Pena que as vezes eles estao com umas garotas juntas e ai, eu não dou mesmo, a carona. Mas qdo estao sozinhos e são gatos eu paro e dou, a carona, na esperança de quem sabe lá, ter mais ...
E hoje eu tive sorte, estava descendo e um rapaz me pediu carona, passei bem devagar e pude ve-lo melhor. Parei mais na frente e ele veio ate o carro.
Ao baixar o vidro fiquei pegando no meu pau e perguntando pra ele onde iria. Ele me respondeu tambem pegando no pau, foi a deixa ne ....
Ele entrou e fui perguntado nome, idade e etc.
Gabriel, 24 anos, branquinho de camiseta branca e calca xadrez e chinelos. Um pau que já se mostrava ser bem apetitoso.
Disse-lhe que era gato e peguei na sua perna , ele deixou e já levou a minha mão no seu pau, que já estava a ponto de bala.
Fomos pra um dos estacionamentos e la ele pos o pau pra fora.
Gente, que pau lindo !!!! Branquinho, apontando pra cima, com uma cabeça que mais parece um morango, com uma boquinha grande, apetitosa. Que pau, lindo, LIMPO, SEM SUJEIRA, SEM CHEIRO DE MIJO. Que pau !!!!
Umas pernas grossas e bem peludas, uma saco lindo, com as bolas cheirosas e bem branquinho.
Chupei muito. Ele me forçava a cabeça pra eu fazer uma gulosa e me fazia esgasgar.
Chupei e ele disse que tava quase gozando.
Me pediu pra chupar mais e eu fiz.
Olha sei que foi loucura mas o guri gozou na minha boca e eu não deixei uma gotinha fora.
Só a que ficou no pau dele e ele não me deixou limpar, pois segundo ele, dava ate doendo de tanto tesao que ele tava pelo boquete.
Depois o deixei em casa e le me disse que estava brigado com a namorada e trocamos telefones.
Quem sabe amanhã ele não esta no mesmo local pra uma nova carona ????
Como disse sou casado e procuro homens para uma boa transa e quem sabe ate nos relacionarmos.
Caras de 20 ate 40 anos, gatos, e machos.
Meu e-mail e msn é: marcos.thierry@bol.com.br
Entrem em contato, comentem o conto.
Caras com fotos e casados ou compromissados com mulheres terão muita preferencia.
Mais uma vez repito, nada contra, mas não curto afeminados, bichinhas, alem de drogas e sadomasoquismo.
Discrição é fundamental.
Ninguém precisa trazer na testa suas opções sexuais.
Beijos a todos e estarei esperando ta.

marcos.thierry@bol.com.br

 

Wolverine

Olá, tive uma encontro inusitado, estava diante do Wolverine????? Deixa eu explicar melhor esta história, tinha ido em um belo clube em Goiás curtir uma piscina, o calor estava de matar.

Quando olho para o lado, lá estava a maior expressão de beleza que já vi, um belo moreno, 1,95 de altura, ombros largos, sorriso fácil e lindo, o cara era a cópia do Wolverine, cabelo, barba e corpo (que corpo), só que estava acompanhado da mulher gato, e a bruxa da sogra.

Não conseguia me concentrar em outra coisa, cada gesto, cada parte do corpo que surgia na superfície, eu ficava babando.

Tive que sair pra não dar bandeira, pois a sua mulher já percebia que eu e a metade da piscina, não tirava os olhos do seu herói das telonas.
Dei uma volta tomei uma ducha fria, pois meu pau latejava quase explodindo dentro da sunga.

Quando volto pra um mergulho ouço as reclamações dela que estava com dor de cabeça e coisa e tal (devia ser as guampas, pois um cara daqueles não podia ser de apenas uma pessoa), pensei perdi minha visão do paraíso, só que ele disse que ainda tinha que dar uma caminhada, e ela que fosse indo na frente, então assim foi, ela e velha saíram e foram meio desconcertadas. Quando ele sobe a escada aparece aquela sunga branca, com aquela bunda perfeita, que loucura. Sai da piscina e fui ao vestiário, ele entra com cara de maroto, seca o corpo e põe uma bermuda em cima da sunga . Putz....tudo acabado, perdi, que nada o cara me olha e pergunta se quero dar uma caminhada no bosque do clube, claro que aceitei, ele pediu pra esperar pra a mulher realmente ir embora. Loucura, loucura, loucura...

Saímos caminhando e entrando no bosque, ele disse que conhecia uma trilha e o que eu achava, ri e disse que me sentia protegido afinal estava com o Wolverine, conversa vai conversa vem, ele começa a coçar aquela mala deliciosa, todos sentidos atentos não queria estragar nada, disse que iria mijar e eu fui junto, ele tira aquela jebaaaaaaaaa enorme da sunga, e eu digo, agora sei onde você guarda sua garra, ele rindo pergunta se quero pegar, era dura como aço, grande grossa cheia de veias, cabeça rosada e babona, delicia.

Caio diante daquela arma letal, chupo, chupo, chupo. Não queria parar ele gemendo e empurrando tudo pra dentro, me dizendo que desde que cheguei, ele não tirava os olhos de mim, me chamando de gostoso. Me puxa pelo braço, me escora em uma arvore, baixa minha sunga e pede gentilmente pra me comer (pra que tanta gentileza me come logo, não agüento mais o tesão), aqueles músculos fortes, peito liso, coxas grossas, e seu membro me forçando a entrada, suspirei, rebolei, e foi entrando bem gostosão.

Cara o cara mete muito, manipula muito bem seu 21 cm, senti seu pentelhos roçando minha bunda, ele abrindo as abas pra entrar até o talo, meteu muito, gemidos, sussurros no pé do ouvido, carinho, suas mãos grande e fortes me tocando, o ritmo aumentando, urros de prazer, o mais puro prazer, senti seu corpo voraz estremecer e um mundo de porra me invadir. O cara quando acabou me vira me dando um beijo macio e forte.....

Me olha nos olhos e diz é minha vez de sentar na sua pica........ Delirei, mais isso fica pra próxima historia do Wolverine, (até porque enquanto teclava, batia uma gostosa pensando nele, acabei de gozar meu monitor).

 

Os 100 glbts mais influentes do século

Antes da lista deixo uma das frases que muita vem me inspirado de Foucault :

Existem momentos na vida onde a questão de saber se se pode pensar diferentemente do que se pensa, e perceber diferentemente do que se vê, é indispensável para continuar a olhar ou a refletir.

Os 100 mais:

1 Jean Cocteau
2 Jean Marais
3 Amélie Mauresmo
4 Jean Genet
5 Yves Saint-Laurent
6 André Gide
7 George Michael
8 Jean-Paul Gaultier
9 Elton John
10 Marcel Proust
11 Freddy Mercury
12 Oscar Wilde
13 Michel Foucault
14 Jack Lang (ex-ministro da Cultura da França)
15 Ruppert Everett
16 Pierre Bergé (presidente do grupo YSL e casado com o próprio)
17 Martina Navratilova
18 Marguerite Yourcenar
19 Andy Warhol
20 Hervé Guibert escritor (1955-1991)
21 Pier Paolo Pasolini
22 Bertrand Delano (senador parisiense)
23 Cyril Collard (escritor e cineasta – 1957-1993)
24 Jodie Foster
25 Boy George
26 Jean-Louis Bory (escritor)
27 Sir Francis Bacon
28 Luchino Visconti
29 Catherine Lara (cantora)
30 Pierre et Gilles
31 André Labarrére (Político francês)
32 Dominique Fernandez (escritor)
33 Ellen De Generes
34 Edmund White (escritor)
35 Colette (escritora)
36 Jimmy Sommerville
37 Tom of Finland
38 Laurent Ruquier (comediante)
39 Rock Hudson
40 Yves Navarre (escritor)
41 Yukio Mishima
42 Patrice Chéreau (cineasta)
43 Madonna
44 Frederico Garcia Lorca
45 Philippe Meynard (político)
46 Guy Hocquenghem (ativista)
47 James Dean
48 Armistead Maupin Autor de Tales of The City
49 Harvey Milk (ativista americano)
50 Benjamin Britten (compositor inglês)
51 Charles Trenet (cantor)
52 Jacques Chazot (bailarino)
53 Greg Louganis
54 Julien Green (escritora)
55 Rodolf Nureyev
56 Keith Haring
57 Pedro Almodovar
58 Truman Capote
59 Didier Eribon (jornalista)
60 Louis Aragon (poeta)
61 Virginia Woolf
62 Jean-Paul Aron (filósofo)
63 Matthew Sheppard
64 Maurice Béjart
65 Renaud Camus
66 Divine
67 Roland Barthes
68 Jean-Pierre Michel (autor do PACS)
69 Rainer Werner Fassbinder
70 John Maynard Keynes (economista)
71 André Téchiné (cineasta)
72 David Bowie
73 Etienne Daho (cantor)
74 François Ozon (cineasta)
75 Magnus Hirschfeld (ativista alemão)
76 Stephen Gately (cantor do Boyzone)
77 Act Up
78 Alex Taylor (jornalista)
79 Cary Grant
80 Cleews Vellay (ativista)
81 Derek Jarman
82 Francis Poulenc (compositor)
83 Gilbert & George
84 Greta Garbo
85 Jocelyne François (escritora)
86 Klaus Nomi (cantor)
87 Marcel Jouhandeau (escritor)
88 Marlène Dietrich
89 Michou (dono de casas noturnas parisienses)
90 Orson Welles (!)
91 Quentin Crisp
92 Robert Mapplethorpe
93 Thierry Le Luron (comediante)
94 David Hockney
95 Gertrude Stein
96 Maurice Ravel
97 Michael Pollak (escritor)
98 Pierre Seel (político)
99 Roger Stéphane (jornalista francês)
100 Thomas Mann

 

In Memorian - conheça mais sobre o cantor lírico e gay - Raimundo Pereira

  • RAIMUNDO PEREIRA, cantor lírico, nascido em 04/10/1960 na cidade de José de Freitas, Estado do Piauí, se destacou quando o assunto era música. Quando criança participava de todos os concursos para melhor intérprete, onde foi sempre o vencedor. De lá para cá, sempre foi atração.

Transferiu-se para Teresina em 1978, para estudar na Escola Técnica Federal do Piauí, curso de contabilidade. Neste ano ingressou no coral da escola. Fez sua primeira viagem para Belém do Pará. Um ano depois cantou no Coral Nossa senhora do Amparo, onde conheceu o maestro Reginaldo Carvalho, descobridor de seu timbre de voz peculiar. Em 1982, participando do curso de regência na Universidade Federal do Piauí, veio ao Rio de Janeiro, saiu daqui embevecido e quase autodidaticamente, passou a estudar canto lírico.
Fez seu recital debut no Theatro 4 de Setembro, em Teresina, em 10/11/84 privilegiando a música brasileira e piauiense. Fez diversos recitais nas principais capitais brasileiras, como Brasília, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Vitória, Salvador, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luiz e Manaus.
Transferiu-se definitivamente para o Rio de Janeiro em 1990, para estágio no coro do Teatro Municipal. Atuou no Projeto Riomania, na Associação Comercial do Rio de Janeiro; movimentou a Confeitaria Colombo com animados saraus. Fundou o Lyric Quartel, grupo formado por cantores líricos que popularizaram a ópera nas diversas esferas da sociedade, com reconhecimento dos mais bem conceituados críticos do assunto.
  • Raimundo Pereira, faleceu em 09/10/2006 na cidade do Rio de Janeiro onde além de cantar, também militava há mais de 15 anos no movimento GLBT carioca. Em 1992, participou com outros ativistas gays na Eco 92 e na organização da primeira parada do Orgulho GLBT do Rio.

O vizinho da rola grossa

Olá pessoal, vocês já devem me conhecer de outros contos neste mesmo site, meu nome é Wicca. O que contarei agora aconteceu comigo ontem (Domingo, 20 de Dezembro de 2009), e ainda estou com o corpo todo doido.

Me mudei para um condomínio a cerca de dois meses, não falo e nunca falei com nenhum de meus novos vizinhos, ultimamente estou mais caseiro e pouco saio. Ontem fui ao shopping com alguns amigos, a fim de enriquecer meu guarda-roupas, para uma viagem que farei daqui há alguns dias. Foi uma tarde muito agradável, mas eu nem podia imaginar o que aconteceria antes do dia acabar.

Voltei para casa, estava uma noite quente, e não tendo nada para fazer nem para assistir, desci e fiquei no jardim lendo um livro. Minha atenção foi voltada para um cara de uns vinte e poucos anos, com um tom de pele bronzeado digno de quem freqüenta praia. Devia ter 1,80m, uns 80 kg, estava de bermuda e sem camisa, acredito que em seu peito se podia lavar roupa tranquilamente. Eu já o tinha visto algumas vezes, e confesso que na primeira vez que o vi, não pude deixar de ficar excitado.

Ele me perguntou, mostrando um cigarro:
- Você tem fogo?
- Não – Respondi o olhando dos pés a cabeça.
Ele deu uma ajeitada na rola, e isso me levou a loucura. Ele se apresentou dizendo que seu nome era Pablo.
Ficamos ali, em silencio por algum tempo, as vezes ele mexia no pinto (Que parecia já estar duro)e eu olhava discretamente por cima do livro. Me assustei quando ele pegou meu braço bruscamente e disse sem delongas:
- Eu já saquei a sua seu viadinho, você não tira os olhos da minha rola! Você quer levar essa rola nesse seu cuzinho arregaçado, quer?
Olhando para os lados, ele continuou:
- Tem alguém em sua casa – Fiz que sim com a cabeça, pois moro com meus pais.
Fiquei num misto de excitação e medo, ele se levantou (Ainda segurando meu braço com força), e saiu me arrastando discretamente.

Me levou ao térreo de nosso bloco, trancou a porta social do prédio (É totalmente proibido deixar a porta aberta), sentou na escada, e disse colocando o pau pra fora:
- Chupa essa porra!
Seu pau era assustador, devia ter uns 19 cm , e era muito grosso. Comecei a chupar, mas seu pau era tão grosso que mal cabia na boca, eu chupava com certa volúpia, engolindo-o até o talo (Coisa que não foi fácil de fazer!), ele dizia coisas obscenas, enquanto metia em minha boca com força.

Ele disse:
- Abaixa as calças que agora você vai ver o que é um rola grossa no seu cuzinho!
Isso me assustou, pois seu pau era muito grosso, e enquanto eu fazia o que ele mandara, ele colocava uma camisinha que tirara do bolso (Não sei, mas alguma coisa me diz que ele já tinha tudo em mente!). Ele deu cuspão em sua mão e passou em meu rabo, deu uma ajeitada colocando seu membro na entrada do meu cú, e segurando minha cintura, me puxou contra si com muita força, enterrando seu pau por completo em minha bunda, Senti aquela rola grossa rasgar todo o meu cú.
Ele mandou:
- Vai seu viadinho, rebola na minha vara!
Comecei a rebolar, e mesmo de costas para mim podia imaginar as caras de prazer que Pablo esboçava enquanto me xingava baixinho.

Fiquei ali rebolando por algum tempo, meu rabo já estava laceado das estacadas fortes que ele me dava, de repente a luz da escada acendeu (A luz se acende automaticamente por um sensor de movimento), rapidamente levantei minhas calças e ele fez o mesmo, seu pau estava visivelmente duro sobre a bermuda. Era uma maldita criança que atrapalhara aquela foda gostosa, após ela sair retomamos, desta vez ele me comeu em pé e com muito mais força. Como ele era mais alto do que eu, tive de ficar na ponta dos pés, o que me deixou com uma super dor nas costas (Mas valeu a pena!).

Nossas posições foram limitadas, devido ao local e a situação, já estava com o cú pegando fogo, quando ele anunciou que ia gozar, rapidamente se levantou me colocando de joelhos, e disse:
- Implora pelo meu gozo viadinho!
Fiz prontamente o que ele mandou, pedindo e implorando para que ele gozasse na minha cara. Ele o fez enchendo minha boca com sua porra quente, eu engoli tudo, e o chupei por alguns minutos. Ele me levantou e me deu um beijo na boca que jamais esquecerei, fechou o zíper da bermuda, e antes de subir as escadas me disse:
- Tô vendo que vou ter que te comer mais vezes!

Esta noite mal dormi querendo mais daquela rola grossa, estou esperando a próxima vez. Se você gostou deste conto (Ou dos outros), e está a fim de conhecer um garoto totalmente liberal, me mande um e-mail. Curto homens sarados, com corpos definidos ou que tenham um corpo legal.

Estou esperando seu e-mail, um beijo no seu...

wicca.hz@hotmail.com

 

Os 10 Álbuns “mais gays” de todos os tempos

A revista Out Magazine voltada para o  público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), fez um ranking bem inusitado e listou os 100 álbuns mais gays da história da música. Confira o Top 10:

1º. David Bowie – The Rise and Fall of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars
2º. The Smiths – The Smiths
3º. Tracy Chapman – Tracy Chapman
4º. Indigo Girls – Indigo Girls
5º. Judy Garland – Judy at Carnegie Hall
6º. The Smiths – The Queen is Dead
7º. Elton John – Goodbye Yellow Brick Road
8º. Madonna – The Immaculate Collection
9º. Cyndi Lauper – She’s So Unusual
10º. Antony And The Johnsons – I Am A Bird Now

A lista completa você encontra neste link.
Fonte: Out Magazine

 

Homem de Curitiba, de 44 anos, com tudo emcima, que conhecer homens desencanados e de bem com a vida para curtição

Cesar Almeida é das pessoas mais incríveis que conheço. Uma cabeça admirável, mas eu pouco conhecia do corpo. E olha só.. que alegria em ver.

Ele é dos diretores gays mais polêmicos do Brasil, tem 44 anos, mora no Pilarzinho... e se você é um cara desencanado, livre e curte aproveitar a vida e gosta de homens como o super Cesar.... eis um partidão. ehehehehe

No disponivel, o endereço dele é http://ces2.disponivel.com/

E para falar direto com ele.. o email é cesaralmeida2@terra.com.br

E olha que só dou dicas quentessss e boas hein?

 

Maria Berenice Dias ganha ganha o Prêmio Direitos Humanos 2009, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência

1- Qual a importância de ser agraciada com o Prêmio Direitos Humanos 2009, promovido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República???
Depois de anos de luta pelo reconhecimento dos direitos da população LGBT esta premiação tem um significado muito especial, pois se trata do coroamento de uma vida dedicada à busca do respeito à diferença. Com certeza me incentiva a continuar a dar voz e vez a quem a sociedade insiste em não ver.

2- Pela primeira vez foi incluída a categoria dos direitos da população LGBT. Como você percebe este fato inédito?
A inclusão da diversidade sexual em uma premiação tão importante é enorme, pois retira a invisibilidade desta parcela da população. Mas o mais significativo é que se trata do reconhecimento de que o direitos da população LGBT são direitos humanos. Este é o ganho maior.

3- Os direitos GLBT já são uma realidade ou ainda são uma utopia? As pessoas já encaram, no geral, direitos GLBT como direitos humanos?
Apesar da omissão do legislador, tanto o judiciário como o executivo estão fazendo a lição de casa. A inclusão da categoria na premiação dos direitos humanos é uma bela prova. Também a jurisprudência vem avançando muito. Assim, não mais se pode falar em utopia, mas em uma realidade que vem se impondo à sociedade.

4- A senhora já pensou em se candidatar a algum cargo político para ampliar sua luta de tantos anos?
Já recebi convites de vários partidos. Mas sai da magistratura exatamente para abrir um escritório especializado. As pessoas precisam saber em que porta bater. Também construí um grande site: www.diretohomaofetivo.com.br, para que os profissionais tenham onde buscar subsídios. Minha ideia é criar um centro de referência. Acho que este meu trabalho tem um resultado mais efetivo, já que o legislativo se tornou inviável pelo fundamentalismo religioso.

5 - Deixe um recado para o pessoal que acessa o Portal Casa da Maite.
A Maite não é só uma amiga querida. É uma pessoa muito especial, pois tem a coragem de lutar sem medo de se expor. Daí a importância de seu belo trabalho.

Maria Berenice Dias
www.mbdias.com.br
www.mariaberenice.com.br
www.direitohomoafetivo.com.br

 

Meu Professor de Violão

Foi no final do ano de 2008, fui passar uns dias na casa da minha vó, na época comecei a gostar de colocar o dedinho no cu e sentar no cabo de vassoura, teve um dia que um colega de la me chamou para ir a casa dele para tocarmos violão, ele tem um 1,75, cabelos compridos, e magrinho, ja eu tenho 1,72, com uma bunda bem avantajada.
Chegando na casa dele, sua mãe que estava na sala, foi para o quarto para ver tv e para nos deixar tocando violão na sala, depois de um tempo tocando algumas musicas e conversando sobre outros assuntos, levantei do sofa e decidi entaum da uma investida para saber se ele queria me comer, perguntei se ele sabia como tocava uma musica, ele chegou por tras de mim colocou a mão no violão que estava pindura pelo meu pescoço e meu deu uma roçada muito gostosa, na hora saquei que ele queria me comer, mas como sua mãe estava na casa não teria como.
Me despedir e ele me chamou para ir na sua casa no dia seguinte tocar mais musicas, durante esse dia fiquei pensando como seria dar uma trepada com ele, no dia seguinte por volta das 2 das tardes fui a sua casa, chegando la perguntei onde estava a seu pai e sua mãe, ele disse que eles estavam trabalhando e voltariam por volta das 8:30 da noite. Ele falou que ia até a cozinha e falou para mim ir até o seu quarto, chegando la olhei para a tela do computador estava passando um video de um cara cabelo fudendo um mulher, fiquei em pé na frente do computador com um tesão danado, e esperando que ele chegasse no quarto. Enquanto eu estava vendo o video ele me chega por traz so de camisa e me roça aquele cacete de 19 cm, na hora eu arrepiei, virei, mandei que ele sentasse na cama, ele sentou eu comecei a chupar e mastubar aquele cacete lindo durante uns 15 minutos, pedi entaum que ele lambesse meu cu, me pois na posição do frango assado e começou chupar e lamber meu anus e colocava seu dedo la dentro, logo depois fomos para a posição 69 em fiquei por cima chupando seu cacete e ele amaciando meu cu para receber seu instrumento.
Chegada a grande hora me coloquei de 4 na cama, ele veio começor a pincelar meu cu so com a cabeça do seu pau, colocou a cabeça vendo que estava relaxado, concebeu um show de 19cm ao meu cu, num vai e vem ele me comia sem piedade e eu e ele gemiamos muito , depois me pois de ladinho me comia, e com sua mao em minha boca eu a chupa imaginando um cacete, pedi que ele deitasse pois queria fazer um bate estaca com ele , adoro bate estaca, sentei na pica dele sem medo de ser feliz, entaum deixei metade de pinto dentro de mim e traquei o cu e comecei a rebolar nossa era demais, falei para ele que queria muita porra no cu, comecei novamente a sentar com força ele me disse que ia gozar, senti um jato de porra quente dentro de mim, pedi a ele um copo peidei a porra no copo e a bebi todinha, depois de quase uma hora de sexo decidir tira um cochilo com ele, deitamos pelados na cama na posição de conxinha, com o seu pinto encostado no meu rabo dorminos durantes 3 horas...acordei com a cara cheia de porra.

julybigb.1988@hotmail.com

 

Fim de semana a três

Motivado após ler um conto de um grande amigo meu, no qual ele relata uma história vivida por nos dois, resolvi também contar uma historinha e é claro esse grande amigo estará envolvido até o talo... rs

Hoje tenho 29 anos e a minha historia ocorreu quando eu tinha 26, era heterossexual convicto e preconceituoso. Preconceituoso eu ainda sou, mas agora não mais de gays e sim de bichinhas, mas isso não vem ao caso. Conheci um cara, o primeiro homem de minha vida, com quem tive um lance e acabei me apaixonando, mas como tudo que ele queria era sexo e isso eu já havia dado a ele fui dispensado.

Cheio de dúvidas, medos, incertezas e desespero me isolei foi quando um dos contatos do carinha me adicionou no Orkut, vou chamá-lo de Cat (Já que em seu conto ele me chamou de Dog). Cat foi um cara sensacional. Conversamos muito antes de qualquer coisa e ele tirou todos os fantasmas da minha cabeça, viramos grandes amigos alem disso tivemos um rolo que ele tão bem relata em seu conto: Manguezal.

Cat estava morando em uma cidade do litoral sul baiano, muito conhecida e atrativamente turística. Já há um ano ele tinha um relacionamento aberto com um carinha, a quem vou chamar de D. O relacionamento deles se tornara aberto devido às traições (Coisa do tipo: “já que é pra trair vamos trair juntos”), e não andava muito bem, apesar deles negarem.

D demonstrava ter um pouco de ciúmes de minha relação com Cat, mas já não havia nada, mesmo porque eu moro a 464 km de distância dos dois e sempre preferi uma grande amizade ao sexo casual. Mas esse ciúme me gerou um convite inusitado. D queria que eu fosse passar os dias com eles e um terceiro personagem, o chamarei de M. Fiquei feliz pelo convite, mas lá chegando me decepcionei, não com meu amigo: um cara alto lindo em todos os sentidos por dentro e por fora; não com o D que também era alto, atlético e igualmente lindo; mas com a situação. O M estava lá a minha espera. Ele queria sexo, acho até que ele não conseguiu dormir quando passamos a noite no mesmo quarto, já eu dormi feito uma pedra....rs.

Desprezado M foi embora. Fiquei a sós com o casal. E como nada acontecia naquela cidadezinha ficamos em casa para ver o Fantástico “entrar no ar”. Foi quando começou toda a sedução. Corpos bronzeados após uns dias de praia dividindo uma mesma cama de casal, acompanhados por imagens de um programa que só falava em sexo... Era sexo o tempo todo. Nunca vi tanto sexo num programa global.

Resolvi deitar de bruços já que uma dorzinha me incomodava e D, sensibilizado se dispôs a fazer uma massagem para minha dor passar. Foi quando ele sentou na minha bunda e começou a massagear as minhas costas. Eu, assim como os meninos, estava apenas de short. A massagem tava boa. As mãos de D subiam até a minha nuca e desciam até chegar ao início do meu cofrinho. Foi quando o meu amigo disse ao seu namorado “sabia que ele tem uma bunda linda?”. Tenho o corpo legal, bem definido e a bunda arrebitada, mas que a roupa escondia. Fiquei tímido e não disse nada. Mas fui questionado por D. “É verdade?” Meio sem graça respondi “é o que dizem”.

D disse que a massagem tava boa, mas que ia parar. Dengoso pedi para que ele continuasse. Ele disse que já tinha feito massagem em quase todo o meu corpo e me perguntou “quer que eu faça aonde não fiz?” Inocentemente respondi que sim. Ele continuou a passar a mão em minhas costas, mas desta vez para a massagem ser completa resolveu me tirar o short e a cueca me deixando inteiramente pelado. Eu estava tenso e ele continuando o que fazia me avisou “agora você tem que virar para eu massagear a parte da frente”. Meu pau tava duro, mas ele mesmo assim me virou, me beijou e puxou Cat para o nosso encontro. Em pouco tempo estávamos tosos nus. Enquanto um beijava o outro penetrava. E em determinado o namorado de meu amigo estava sentado em cima de meu pau, cavalgava que era uma beleza, foi quando ele se deitou sobre o meu corpo e eu senti o pau de Cat tentando entrar, junto com o meu no cuzinho de D. O cara foi ao delírio. UO rosto de D. demonstrava uma sensação muito boa, meio que de dor, meio que de prazer. No final foi porra pra tudo que é lado. E assim prosseguimos com o fim de semana cheios de tesão e prazer, as vezes a dois as vezes a três.

Se foi bom? Constrangi-me mais que qualquer outra coisa, mas foi bom sim. O chato foi o desfecho, o ciúme aflorou e durante um tempo me senti o culpado do fim desse relacionamento, mas hoje sei que, na verdade, contribui para que ele não terminasse naquele dia, se prolongando por mais um tempo. Tenho um bom relacionamento com os dois. Quem sabe esse relacionamento não volta a florescer e o Fantástico entra mais vezes no ar...kkkkkkkk... Acho que não.....kkkkkk

claudioreis9@hotmail.com

 

 

Agora sou exclusiva de meu sogro

Em meuscontos anteriores, mostrei como transformei-me na mulher de meus sogro (o amaor de minha vida), bem como virei amigo(a) da minha esposa, que posteriormente passou a vender meu corpo. Foi um período dificial, pois meu marido me fodia no mínimo 03 vezes ao dia, e como disse tambem, seu cacete era de fazer inveja a qualquer cavalo, por ai da para imaginar como era minha sexual. E a noite minha esposa/amiga vendia meu corpo , teve vezes de ter dado 06 vezes na mesma noite, era horrivel tal situação, principalmente se meu marido descobrisse , o que não era dificil pois sua filha(minha esposa) chantageava comigo.

Certo dia meu marido, encontrou-me aos prantos e perguntou-me o que havia acontecido, disse-lhe que não mais seria sua mulher , perguntou-me porque, desviei o assunto, mas êle insistiu e me bateu e muito, tapas na cara , murros , correiadas, nãoa resisti e contei-lhe porque. Êle me abrasçpu efusivamente , me pediu perdão por haver me batido, e eu, pedi-lhe então faz amaor comigo. O que foi feito, como estava com o corpo todo dolorido de tanto apanhar, aquela penetração doeu ainda mais, e eu lhe pdia faz com força , me estrupa, me enche de porro, rasga meu cu, foi uma atrocidade , mas no amamos com nunca.

Passado algumas horas, êle me disse larga tudo e vem morar comigo , de hoje em diante serás simplesmente minha mulher , e ninguem vai usar seu corpo a não ser eu, disse-lhe sua filha vai criar problemas pois sou um "caixa" para ela e ela pode nos chantyagaer contaqndo para sua esposa, êle mei beijou dizendo minha esposa é voce, vou ajeitar as coisas e vamos mudar de cidade, o que foi feito, hoje vivemos felizes nos amando intensamente. Na verdade sinto falta daquele momentos que fui puta, pois pelos menos um fetiche meu eu realizei na época, transar comk diversos homens na mesma noite e juntos.

Paulo Andrade
 

 

Com saudades do cavalo - parte 2

Nestes 30 dias em que meu cavalo ficou de férias foram varias mamadas e sentadas no colo do meu homem, toda noite apartir das 07:00 hs eu já sabia, no beco de Dona Cesinha ele já estava de pica dura a minha espera era só mamar e esperar meu homem derramar o leite na minha boquinha.
Num dos dias em que fizemos uma orgia e advinha quem foi à mulher? eusinha, Lu e seus dois irmãos,logo pela manhã ele me encontrou e marcou comigo dizendo minha eqüinha me encontre a tarde na casa antiga do Dr. Eurico. Já estava acostumado com meu cavalo engolia aquela trolha como se fosse uma parte de min, doía também mais ele era tão carinhoso e metia tão gostoso que meu buceto chegava a fazer berço, pois entrava apertado ele dizia, nem as bucetas que ele comia no brega era tão apertinho eu mim sentia uma puta,fui o primeiro a chegar desta vez estava gostando da porra fiquei aguardando uma dez minutos chega meu cavalo de pica dura e já mandando eu mamar comecei engolindo a cabeçuda e Lu me chamando de sua mulherzinha disse que tinha uma surpresa para min hoje,enquanto eu mamava ele ia tirando suas roupas e as minhas após estarmos todos pelados ele pegou um saco e mandou eu abrir para minha surpresa tinha uma calcinha novinha ele disse que era para eu usar, aquela trolha enfiada em minha boquinha ele tirava e batia aquela porra grande em minha cara e mandava eu engolir tudo mas não conseguia ele ficava bravo e me dava tapas na cara com sua picona e batia na minha bunda,já começava arder minha bundinha estava toda vermelha mas comecei a gostar de apanhar na cara de pica e na bunda de mão,de repente chega os 02 irmãos do meu dono rindo de mim com metade da trolha na boca e a calcinha toda enterrada na bunda.
Ele mandou os irmãos calarem a boca e tirarem a roupa e não falarem nada nem tocar na sua eqüinha, me suspendeu colocando meu buceto na sua trolha ficando na entradinha e mandou os irmãos cuspirem ao máximo que pudessem e foi enfiando quando passou a cabeçuda eu sentir uma dorzinha danada cheguei a gritar os espectadores chegaram a rir da situação metade da trolha estava atolada no meu buceto entrava e saia e Lu dizendo para os irmãos vcs não agüenta nem a cabeça quanto mais à metade começou a ficar gostoso ele me beijou na frente dos irmãos, o caçulinha meu loirinho não gostou porque ele me beijou Lu tirou todo cacete do meu buceto e mandou ele mamar no começo ele resmungou, Lu disse lá em casa vcs dois me chupam,façam o mesmo aqui, não acreditei no que ouvir meu homem comia os próprios irmãos,meu pau ficou mais duro, Lu percebeu e falou minha égua está com mais tesão de cair na pica vamos chupa seu viado que minha mulher quer pica inteira no buceto já que vcs não agüentam sentar nela chupem os dois caíram de boca e chupavam como se fosse um sorvete e já estavam acostumados a engolir minha mangueira e eu me achando dona do pedaço.
Meu dono mandava os dois chuparem e não tocarem em mim, pois eu era só dele os moleques gostavam de chupar também e eu pensando que meu loirinho era um homenzinho, dois viadinhos iguais a eusinha, me juntei eles na chupaçam que maravilha 03 bocas brigava por uma cobra e que delicia brigávamos com nossas línguas e Lu adorava e dizia hoje vcs todos vão cair na vara aceleramos o boquete, Lu disse para o caçula vamos ver se vc consegue engolir tudo até os ovos quem não conseguir vai apanhar na cara de rola.
O caçula meteu quase tudo não acreditei no que vi o coitado tentou mais não conseguiu fiquei com maior tesão meu homem começou abater na cara dele e dizia: isto é só o começo por vc ter iniciado minha mulherzinha saia deixe seu irmão vim chupar o sorvete dele seu viadinho e chupe o buceto de minha putinha, como o irmão do meio chupava bem engoliu tudo só deixou os ovos para fora Lu segurou a cabeça dele com os dois braços e dizia chupa viadão essa puta é só minha tirou o cacete da boca e bateu na cara dele enquanto eu era chupado no cu pelo meu loirinho,Lu disse que os dois iriam só chupar meu cu para depois ele me arrombar.

Lu sentou e mandou o caçula sentar no seu cacete o loirinho resmugou mais não adiantou teve que engolir a taca, do irmão ( Lu ) entrou metade pois era muita pica para primeira vez,foi a vez do outro, primeiro ele mandou eu chupar logo que tirou do cu do irmão não hesitei e cair de boca no meu cavalo quando botei metade na boca os dois foram me incentivando a engolir mais passei da metade e fui descendo engolindo todo aquele 27 cm até os ovos Lu só delirava, engoli e fiquei parado por alguns segundos todo atolado na garganta,Lu mandou nos três ficar se beijando de costa para ele enquanto ele escolhia em quem ia meter bateu aquela trolha em nossas bundas,não agüentou e chupou meu buceto e enfiava o dedo no loirinho ele delirava e nós nos chupavamos com nossas línguas,de repente ele para e começa a enfiar em mim delirei e comecei a soluçar foi entrando quando chegou na metade ele perguntou quem vai ser o próximo foi o outro irmão ele cuspiu,bateu,na bunda dele e foi metendo e dizendo o quanto já tinha entrado o cara não tava nem ai me beijava quase me sufocando,o loirinho não agüentou e foi observar o Lu enrabando o irmão o moleque começou a segurar na pica do Lu e ficava enterrando e tirando aquela trolha o sacana chegava a sorrir por está recebendo rola comecei a ficar zangado e reclamei que também queria Lu não gostou e me deu tapa na cara e mandou eu chupar seu cacete quando ele tirava a metade do cu do irmão ele bombou tanto mais não gozava,eu continuava com a calcinha enterrada na bundinha o loirinho iniciou um boquete em mim a mando do meu homem,meu cacete não era grande ele engolia com facilidade e enfiava um ou dois dedos no meu buceto,Lu teve uma idéia de colocar os 03 de quatro e começou a meter nos nossos xicote o loirinho não agüentava nem a metade Lu só dava estocadas fortes em mim e no irmão maior,não entrava tudo em meu buceto Lu começou a reclamar e mandou os dois irmãos me enrabarem,caminho aberto foi fácil entrar o gostosos não gozavam quando um me comia o outro chupava o cacetão de meu dono quando meu joelho começou a doer pedir para sentar nos cacetes me fodi todo pois Lu teve outra idéia colocou os dois para me enrabarem ao mesmo tempo os dois deliravam tentando enfiar em mim suas rolinhas até que entrou me sentir preenchido fiquei uns 10 minutos com os dois dentro de mim e eles chupavam o cacete de Lu, uma verdadeira orgia eu espetado e meu gostoso revezando aquele salame lindo e dizendo que minha vez estava chegando fui humilhado de todas as formas por aqueles dois viadinho e meu dono o loirinho não agüentou e disse que estava ardendo começou a me chamar de putinha,vagabunda,cachorra e por fim disse que me amava o outro não resistiu e começou a gozar também Lu disse para os dois continuarem com os cacetes enfiado em mim continuei chupando com o buceto todo atolado,Lu me levantou e enfiou seu cacete aos poucos no meu buraco do cu nem fechou entrou fácil quase tudo ele era muito forte eu subia e descia ele me beijava enquanto os irmãos só apreciava e fazia de tudo para entrar aquela trolha de salame em mim e quando só ficou os ovos para fora o loirinho disse eu também quero dentro de mim meu irmão, Lu entrou em choque e começou a acelerar as estocadas dizendo para nós prepararmos as bocas sofri muito até o gozo chegar Lu me tirou do salame de nervos e mandou os três mamar mamamos muito ainda até ele começar a gozar mandou nós abrimos as bocas ele apertava o bichão com as duas mãos e ainda sobrava pica o primeiro jato veio na minha boca ele mandou eu engoli tudo e mostrar a boquinha de eguinha depois ele apontou na boca do loirinho ele se engasgou todo mais mostrou a boca limpa e por fim o outro irmão ele enfiou na boca até próximo da garganta e mandou ele sugar tudo Lu tinha muita gala nunca vi tanto assim nos juntamos ao irmão limpamos todo cacete impressionante não amoleceu Lu ficou sentado e nós ficamos mamando o domador ele se recuperou e mandou o caçula começar a sentar na madeira a cabeça já passou mais fácil e resto foi sumindo aos poucos e Lu delirava e chingava nós 03 de putas,cadelas,chuponas,quando passou da metade o loirinho não agüentou e saiu foi minha vez de sentar entrou que nem sentir quando cheguei nós ovos parei Lu não tinha um fio de cabelo,ele falou lembra da semana passada quando vc me fez gozar três vezes assistindo o filme pornô no cinema e engoliu tudo, sair e foi o outro irmão que sentou engoliu o salame e começou a subir e descer e delirava Lu mandou ele me chupar não me demorei e meti minha pica na boca dele até o bago o cara me chupava e levava rola não agüentei disse que estava gozando Lu mandou ele engoli tudo gozei gostoso na boca do sacana.
Lu mandou o loirinho vim beijar o irmão com minha pica na boca dos dois que sensação gostosa sai dali me sentindo feliz Lu levantou com seu irmão cravado na pica e ficou socando durante muito tempo já tínhamos umas 02 horas fudendo, Lu não agüentou e foi comer o cu do loirinho o colocou de quatro e enfiou a rola sem dó entrou tudo desta vez o irmão adorou e delirou o cu se acostumou com as picadas do meu gostosooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Ficamos os 03 de quatro e levamos mais trolha de nosso homem todos nós já engolíamos a trolha até os bagos sem reclamar, muito, pois era muita pica principalmente para o loirinho e eu,mas agüentei o tranco quando Lu não agüentou mais gozou em nossas bocas e ficamos mamando até ele não agüentar mais fui comido pelos três de todas as formas Lu tentou enfiar duas picas em meu buceto mais estávamos cansados Lu e seus irmãos gozaram em minha boca e bebi tudo com muito gosto.
 

Beijos em todas as cacetas de que ler este conto.
 

Tonca@yahoo.com.br

 

Perdendo a virgindade

Olá pessoal da Casa da Maite! Me chamo Wicca, e esta é minha terceira experiência que decido dividir com vocês. Já lhes contei como ocorreu minha primeira DP (Um chocolate por uma DP), e como tive uma das melhores transas da minha vida com um cara que eu não lembro o nome (O carinha do ônibus). Agora lhes contarei como perdi a virgindade.

Foi há alguns anos (Não faz muito tempo), eu saía (E ainda saiu!) para algumas baladas com meus amigos, e sempre acabava masturbando ou fazendo um oral nos caras com quem ficava, mas nunca passara disso.

Nesta época, minha amiga começou a fazer academia, e havia comentado comigo que o personal da mesma era muito gato, Marcos era seu nome e tinha 23 anos. Ela me dissera que havia xavecado ele, eles até transaram, mas ele havia lhe dito que curtia mesmo era uma sacanagem com caras mais novos. Então ela disse que me apresentaria à ele. Não dei muita importância. Algum tempo passou, e um certo dia recebi um telefonema, era Marcos dizendo que minha amiga falava muito de mim e que estava louco para me conhecer, me convidou à ir a sua casa. Eu por minha vez topei, não tinha a mínima idéia de como ele era, mas confiava no bom gosto de minha amiga.

Era uma segunda-feira, e o dia estava um pouco quente. Marcos pediu que fosse até a sua casa por volta da uma da tarde (Isso é hora e dia de marcar um compromisso como este?), pois trabalhava na academia a noite e naquele dia não iria à faculdade. Cheguei a sua casa no horário marcado, e ao tocar a campainha, fiquei surpreso ao ver que quem abriu o portão uma mulher que aparentava ter pouco menos de 50 anos e era muito bonita para sua idade. Ela perguntou:
- Você é o Wicca?
Fiz sinal afirmativo com a cabeça, ela continuou:
- Pode entrar, o Marcos me avisou que você viria.
Ainda confuso, perguntei enquanto ela me levava a sua casa:
- Me desculpe, mas que é a senhora?
- Sou mãe do Marcos.
- Ahh – Exclamei.
Ela disse rindo:
- Você parece tão jovem para estar na faculdade!
- Ahn?
- É, - Explicou ela – Marcos me disse que você viria aqui para fazer um trabalho da faculdade.
Gaguejando concordei:
- Ahh, é verdade!
Ela finalizou:
- Acho que o Marcos está dormindo, mas suba lá. Segunda porta a direita.

Subi ainda não acreditando naquilo. Olhei no relógio, era 13h32, como alguém pode dormir até essa hora? Abri a porta, o quarto estava mergulhado numa escuridão, acendi a luz, e vi que Marcos estava dormindo pelado e de pau duro. Minha amiga havia me dito que ele era bonito, mas não pensei que fosse tanto. Devia ter 1,85m, uns 80 kg, tinha um corpo que só um personal trainer pode ter. Me aproximei e comecei a beijar seu peito definido, fui descendo e abocanhei seu pau enquanto ele ainda dormia, devido ao prazer que sentiu, ele acordou assustado, e disse:
- É você que é o Wicca né? Pode continuar que tava muito gostoso.
Sem dizer nada, fiz o que ele mandou, e continuei chupando seu pau, que devia ter uns 21 cm, fiquei chupando seu membro por uns 15minutos, até que ele disse:
- Fica aqui que eu vou tomar um banho e já volto.
Ele saiu, e voltou 20 minutos depois, só enrolado em uma toalha que marcava nitidamente sua rola. Depois de trancar a porta, ele deixou a toalha cair e disse:
- Continua ae!
Me sentei na cama e ele permaneceu de pé na minha frente, voltei a chupar aquele pau com certa volúpia, e ele segurando meus cabelos, estocava cada vez mais forte sua rola na minha boca, ele gozou pela primeira vez, e me fez engolir tudo.

Começamos a nos beijar com certa intensidade, e ele tirava minha roupa depressa, mas silenciosamente. Depois que ele tirou toda minha roupa, me deitou de bruços em sua cama e começou a lamber meu cú, ele disse:
- Ahh, você é virgem ainda! Quer dizer que eu vou ser o primeiro homem a te comer? Então se prepare que eu vou arrombar o seu rabo!
Ele começou a lamber, enfiava sua língua quente (Isso me levava à loucura!), usava os dedos, mas ainda assim não consegui relaxar o suficiente. Ele encostou sua rola na minha bunda, e eu pude sentir que ela estava quente e latejando. Abrindo meu cú com as mãos ele disse:
- Pode ficar despreocupado que eu vou enfiar devagarzinho!
Acho que um tiro teria sido mais devagar, ele estocou tudo de uma só vez, a dor foi intensa, e não pude conter um grito. Ele me deu uma tapa na bunda (Que doeu muito por sinal!) dizendo:
- Cala a boca seu viadinho! Quer que minha mãe escute?
Ele pegou um travesseiro e colocou na minha cara.

Não estava suportando todo aquele peso em cima de mim e comecei a chorar, ele enfiava seu pau até o talo sem dó nem piedade, meteu por algum tempo, e disse:
- De quatro puta!
Ainda engatilhado em mim, ele me colocou de quatro, me fudendo com toda sua força. Quando olhei para a cama e vi que estava cheia de sangue que saía do meu cú, eu entrei em desespero e me levantei. Pegando-me pelo braço (O que me machucou, deixando-o roxo mais tarde), ele disse:
- Fica quieto seu viadinho, você veio aqui pra ser comido, e é isso que você vai ser! Agora fica de quatro que seu macho tá mandando rocho mais tardedeixando -o brço ()a cheia de sangue que saia toda sua força. meu c eleia baiele ainda dormiaa!
Obedeci ainda chorando, ele meteu por algum tempo, e sem tirar o pau de dentro de mim, me colocou de frango assado, e disse:
- Rebola no meu pau putinha!
Comecei a rebolar ainda sem jeito, estava com o cú pegando fogo, um tempo depois minha dor se converteu em prazer, um prazer indescritível. Comecei a rebolar como uma profissional, e ele falava em meio a gemidos de prazer:
- Isso, eu disse que você ia gostar de levar uma vara nesse seu rabo apertadinho gostoso.

Quando me vi já estava implorando por mais. Me colocando de quatro novamente, ele começou a meter tão rápido (E forte!) que parecia uma britadeira quebrando o asfalto, eu com a cara enfiada no travesseiro, gemia como uma puta, meus gritos eram abafados pelo travesseiro, sentia que aquela rola estava chegando no fundo do meu cú, e eu delirava com isso. Ele avisou que ia gozar, eu pude sentir quando seu leite quente e grosso chegou ao meu cú já todo esfolado, seu membro permaneceu imóvel dentro de mim, e após alguns minutos voltou a me fuder com toda a força, algumas vezes escorregando devido a porra que escorria por entre as minhas pernas. Ele mandou que eu o chupasse sua rola, e enquanto o fiz, ele brincava com os dedos em meu cú, já todo largo. Ele gozou dentro da minha boca, e eu engoli tudo novamente, disse que era para eu limpar todo o seu pau com a língua, e foi isso que eu fiz.

Nossos corpos já estavam molhados de suor, olhei no relógio e vi que já eram 17h58, nem acreditei que fiquei a tarde inteira levando aquela pica no rabo. Tomei um banho e fui para minha casa. No ônibus não consegui sentar, meu corpo inteiro doía (Principalmente meu cú!), e cada freada que o ônibus dava sentia como se meu corpo fosse se quebrar.

Depois disso, nós nos víamos constantemente. Hoje ainda mantemos contato, mas não como antes, porém sempre que nos encontramos, ele faz miséria com meu rabo, e eu adoro é claro.

Se você gostou deste conto (E dos outros também!), me mande um e-mail, e quem sabe também poderemos nos divertir desta forma. Gosto de homens, sarados e definidos, com corpos legais. E-mails com foto serão priorizados! OK?

Beijos no seu...

wicca.hz@hotmail.com

 

Dei para o pedreiro...





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Minha casa está em reformas. Eu, que não sou bobo nem nada, estou de olho no pedreiro. O Valdinei é forte, bonitão, de cabelo preto curtinho e uns olhos cinzentos que tiram o fôlego. Fica trabalhando de shorts e sem cueca, com a vara balançando solta. Sempre que ele vai subir numa escada, eu fico lá segurando e dou uma olhada disfarçada.
Sempre que dá, eu corro pro banheiro e bato uma punhetinha, mas tem que ser rápido pro meu pai não pensar que estou fugindo da obra. Eu fico lá ajudando e curtindo. Nunca dei meu cuzinho, e estou louco para experimentar. Já paguei boquete para uns carinhas da rua e bati punheta para um professor, mas já tenho quase 20 anos, e ainda não fui decabaçado.
Mas essa semana aconteceu uma coisa diferente. Meus pais foram jantar na casa de uns amigos, e começou a chover muito, e eles resolveram ficar por lá mesmo. O Valdinei, que estava de moto, perguntou se tinha problema de dormir lá. Claro que eu disse que não tinha problema nenhum, que meus pais não iam ligar, que o mundo estava desabando lá fora e que nem era seguro ficar andando de moto com o temporal.
Ele sempre tomava banho lá mesmo antes de ir embora. Tinha roupa e tudo dentro da mochila. Fiquei feito louco esperando a hora de parar o trabalho e ficar sozinho com ele na sala, vendo TV. Esperei, e quando ele tomou banho, saiu do banheiro enrolado na toalha. Fiz uns sanduíches de queijo quente, e levei para a sala. Ele estava com fome, e perguntou se eu me importava de ele ficar sem camisa, porque estava com calor.
– Por mim, pode ficar até sem a toalha. – brinquei.
Mas ele sentou de toalha mesmo e fingiu que não ouviu. Perguntei se ele queria assistir um filme no DVD, e mostrei os que eu tinha, com alguns pornôs que estavam lá no meio, de propósito. Não me enganei, ele foi direto para um que tinha uma loira na capa, com a cara toda melada de porra e um negão de pau grande do lado. Ele nem perguntou nada e colocou no aparelho.
Começou a história com um encanador negão que conserta a pia da loira. Aí ela nota que está sem grana, e ele diz que aceita outras formas de pagamento. Quando ela começou o boquete, o Valdinei tirou a toalha e começou a massagear a pica, com uma enorme cabeça rosada e cheia de veias em volta, como uma cobra gigantesca pronta para dar o bote. Ele estava com cheiro de sabonete, e eu sentia como se estivesse a um centímetro dele, olhando para o movimento que ele fazia. Ele me perguntou:
– Legal, né? Você curte esses filmes? São os meus preferidos!
– Ah, você gosta de loiras...
– Na verdade, estou curtindo o negão.
Meu coração bateu na garganta quando ele falou. Eu estava sem fôlego.
– Você também curte branquelinhos, tipo eu?
Ele me olhou com cara de safado, e nem esperei ele responder. Caí de boca no cacete duro dele, engolindo até quase engasgar. Senti o gosto quente dele, e sua mão empurrando minha cabeça cada vez mais fundo até eu ficar sem ar. Eu chupava como uma criança chupa um sorvete, com fome e com sede, saboreando cada centímetro. Quando ele menos esperava, comecei a sugar suas bolas, e eu senti ele se arrepiando, e gemendo mais forte.
Minhas mãos estavam passeando por seu corpo, explorando seus músculos firmes e definidos, sua pele lisa e suave, seus pelos perfumados pelo banho. Ele gemia, olhando para a tela da TV e para mim, fazendo eu engolir cada vez um pedaço maior. Eu lambia e beijava, e ficava alguns segundos batendo punheta. Ele segurou minha cabeça e foi me fazendo subir, lambendo seu umbigo, seus mamilos e seu pescoço. Então fiquei cara a cara com ele. Seu queixo quadrado, com a barba por fazer me dando mais tesão do que qualquer outra coisa.
Ele começou a me beijar com força, sugando minha língua e meus lábios, esfregando a barba nas minhas bochechas e no meu pescoço, me deixando tão arrepiado que eu chegava a tremer. Sua língua ia e voltava, e estávamos nos movendo rápido, como se nada mais no mundo importasse. Eu segurava seu cacete quente, macio e duro, e ele enfiava os dedos no meu cuzinho, para amaciar o serviço. Ia com cuidado, rodando o dedo polegar e o médio e continuou com dedos atrás. Quando viu que eu não ia mais aguentar, comecei a bater punheta ainda com o fio terra funcionando. Eu gozei feito um louco, esporrando todo o sofá, ainda com o dedo dele no meu rabinho. Então ele se levantou e me pegou firme por trás, enfiando a vara com tudo, comigo ainda de pé. Eu senti uma dor terrível, muito desconfortável, como se estivesse me rasgando.
Pensei que nunca mais fosse conseguir sentar, mas ele começou a dar estocadas e mais estocadas, e a empurrar minhas costas me deixando de quatro. Fiz o sofá de apoio e deixei ele me puxar para a frente e para trás.Depois de um tempo, ele arrancou o pau com tudo, e se sentou, me puxando para que eu o cavalgasse. Ele gemia de prazer e eu de dor misturada a prazer, mas agora a sensação era tão boa que eu não queria parar nunca mais de transar.
Se eu soubesse que era tão bom, teria dado o cuzinho mais cedo. Ele começou a morder minha orelha, e a cochichar para mim, dizendo que queria gozar na minha boca. Então eu desmontei de sua vara gostosa, e voltei a chupar seu caralho grosso. Logo ele começou a gemer mais alto, e eu engoli sua vara mais o mais fundo possível. Senti sua porra quente pressionar minha garganta, com seu esguicho forte e volumoso, que eu engoli como um néctar. Ele continuou esporrando em bicas, e encheu toda a minha boca. Eu senti seu gosto meio ácido, meio salgado, pegajoso e apertando a língua, como banana verde.
Engoli tudo, e isso o deixou muito feliz. Então ele se abaixou e nos beijamos, ele sugando de mim o que ainda restava de porra em meus lábios. Depois disso, tomamos um banho juntos e ficamos fodendo a noite toda, até meu rabo ficar assado. Mas valeu a pena perder a virgindade com ele, foi inesquecível. Pena que depois que a obra terminou, ele se mudou de cidade, para arranjar um trabalho melhor, e nunca mais o vi. Pelo menos aproveitei meu pedreirão enquanto pude.

Por Ronaldo Alves de Nassau
ronaldoalvesdenassau@hotmail.com

 


Mulher do meu sogro e amigo(a) da minha esposa”2”





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Pois bem já contei-lhes como transformei em mulher de meu sogro, como minha mulher descobriu e transformou-me em seu e sua amiga. O que eu mais gosto dessa relação , e que minha mulher virou minha confidente. Por exemplo certa dia ela disse, Rute dizem que meu pai é desproporcional, como você agüentou a primeira vez e ainda agüenta? Disse-lhe a primeira vez foi por tesão e depois por tesão e amor que tenho por seu pai.

Ele te machuca e dói muito, disse-lhe é horrível, ele sempre tira sangue do meu cu, mas me dá prazer e carinho e um amor indescritível. Gosto muito de ver minha amiga, transar com outras mulheres , choro quando vejo elas felizes , porque não posso estar com meu macho a noite. Minha esposa nunca deu o cu, e sempre me pergunta sobre isso e eu digo-lhe que não existe coisa melhor, quando ela faz amor com sua namorada ela s costumam usar “consolo” enquanto chupam uma na outro, enfiam , minha mulher na buceta e em sua namorada na buceta e no cu. Assim minha mulher sempre me confessa que quer dar e precisa dar o cu. Certo dia conversando eu disse-lhe, não sei se será possível, mas talvez possa convencer seu pai comer seu cu, ela não, não quero que ele saiba, eu disse-lhe ele não precisa saber, direi que é uma amiga minha, que ela não quer se identificar, assim você vai mascarada e pronto. Ela disse vou pensar, pois sei o que você passa , não sei se agüentarei, disse-lhe ainda, com certeza por alguns dias voce não andará direito e nem assentara.

Certa noite ela saiu e alguns tempos depois voltou, com uma amiga e um amigo , um negro sarado, e muito bonito , entraram e ela disse trouxe companhia para você, fiquei assustado(a) e a chamei no quarto, e perguntei-lhe companhia para mim ? Ela sorridente disse isto mesmo, hoje você vai ser puta , disse-lhe não posso fazer isto, como ficarei com o Álvaro ? Ela disse não se preocupe meu pai não ficará sabendo, agora vai lá e trata esse cara com muito amor e carinho, não sei se darei conta, nunca fiz isto, ela disse faça como eu faço com minhas namoradas. Voltamos a sala e minha mulher disse , vamos deixa-los a sós , olhe Carlos é a primeira vez que essa putinha vai ficar com homem que não seja seu marido. Ele gentilmente me abraçou dizendo deixa comigo, pois eu sei fazer um viado feliz, elas saíram e eu perguntei-lhe “viado”? Ele respondeu-me não, uma mulher diferente.

Disse-lhe nunca fiz isto e desde que meu marido tirou meu “cabaço” nunca olhei ou dei para outro homem.Certo não olhe para outro homem olhe para meu cacete , e, para começar, que tal uma bela “chupada”, ele tirou sua roupa e a minha, que cacete mais lindo, era igual da cabeça ao pé, desci e comecei a chupa-lo, aquele cacete crescia e eu o saboreava, que delicia, principalmente o sabor delicioso de seu caldo , ele disse vou gozar na sua boca, disse-lhe agora não, goze primeiro no meu cu, que depois te chupo até você gozar. Ele disse não tem problema, pois vou de fuder a noite inteira. Colocou-me de quatro apontou aquêle mastro para meu cu e foi enfiando, doía demais, mas eu rebolava e pedia mais, ele socava com força , eu chorava, pedia para ele tirar , eu não estava agüentando, quando ouvi a voz de minha mulher, não tira não, enfia tudo nesse cuzão, quero ver até onde voce agüenta , num ímpeto pedi-lhe soca , mas soca com força, rebenta meu cu e enche ele de porra, aquele maldito homem, via meu sofrimento e segurava o gozo , eu rebolava e pedia goza , goza, tive um espasmo e senti meu rego encher de porra , não

Agüentando pedia-lhe me enche me enche de porra , gozei como nunca (força de expressão, pois meu marido me faz gozar toda vez que me fode).Conversamos um pouco, lanchamos e minha mulher disse, quero ver você dar o cu de novo, disse-lhe esta doendo, seu pai me fudeu treis vezes hoje a tarde, não tem problema, voce vai dar para meu amigo, enquanto ele quiser. Você agora é puta , e puta não escolha dá.Depois fiquei sabendo ela vendeu meu corpo e esta fazendo isto constantemente, só tenho medo é se meu marido descobrir, pois acho que não saberei viver sem ele.Sorte minha ela não saber, pois uma coisa que tenho vontade e transar com vários homens , negros claro.

 


O Carinha Do Ônibus

Sou conhecido como Wicca, e este e meu segundo conto aqui. Este episódio aconteceu comigo antes do meu outro relato (Um Chocolate Por Uma DP).

Foi cerca de seis meses atrás, quando ainda estava com 16 anos, fazia um curso de inglês e todos os dias chegava atrasado. Meu professor já havia chamado minha atenção, e não querendo mais levar broncas comecei a sair de casa mais cedo.

No primeiro dia foi um custo acordar alguns minutos antes do que eu estava habituado. Ainda bem que pegava o ônibus bem no inicio de seu itinerário, e ia sentado. Naquele dia fui pestanejando, quase dormindo ali mesmo. Meu sono se foi quando entrou um cara lindo. Devia ter mais ou menos 1,80m, uns 80kg, cabelos arrepiados e um belo par de olhos negros. Não preciso nem dizer que pirei, fiquei observando-o, mas ele pareceu não perceber, pois ônibus estava lotado. Ele ficou em pé um pouco mais a frente da onde eu estava.

Comecei a pegar o ônibus com ele todos os dias, algumas vezes nossos olhares se encontravam, mas era coisa de segundos. Certas noites eu até sonhava com ele. Ficamos assim por cerca de um mês. Em uma certa terça-feira, sentei como sempre e fiquei esperando até o ponto onde ele pegaria o ônibus. Ele entrou só que desta vez ficou parado ao meu lado, deixando seu pau mais ou menos na altura da minha cara, conforme o ônibus se movia, ele roçava a rola em mim, eu já estava delirando com aquilo, não sabendo se era algo proposital. Ficamos algum tempo assim, até que eu lhe perguntei como toda pessoa boazinha faz:
- Quer que eu segure sua mochila?
Ele deu uma risadinha maliciosa e assentiu com um “Claro!”

Uns dois pontos depois, a mulher que estava ao meu lado se levantou. Sentei no lugar dela e ele sentou no meu, passei a mochila para ele, e rolou um contato de mãos (Também não sei se foi proposital.). Estávamos ali no maior silencio, quando ele disse dando uma fungada em meu pescoço:
- Nossa que perfume gostoso!
Fiquei paralizado com tal atitude, não esperava aquilo.
- Ah, é o The...
Ele me interrompeu, e disse:
- Não, não fala, deixa que eu descubro.
- Ele deu mais uma fungada e revelou:
- É o The One do Dolce & Gabbana, não é?
Surpreso com tamanho olfato, respondi:
- É, mas que nariz bom que você tem!
- Não só o nariz – Disse ele.
Fiquei em êxtase, mas me segurei, apenas dei corda:
- E o que alem do nariz você tem de bom?
Ele deu outra risdinha mailiciosa, e respondeu:
- Isso eu não digo, eu mostro!
Fiquei bastante excitado imaginando essa tal parte que seria boa. Ficamos conversando algumas coisas. Seu nome era Anderson, André, Adriano, não sei (Não me lembro. Ele ficou conhecido como o carinha do ônibus), ele tinha 21 anos e estava indo para a faculdade, cursava engenharia mecânica e morava sozinho. Falávamos baixo, mais as pessoas mais próximas percebiam que aquela não era uma simples conversa. Ali mesmo trocamos telefones. Quando fui me levantar para descer, cai em seu colo (Juro que não foi de propósito!), e senti que seu pau estava duro como aço, delirei, queria que ele me comesse ali mesmo, mas como não era possível, fui embora.

Pensei naquele pau o dia inteiro, e naquele mesmo dia por volta das 22h ele me ligou Disse que não parava de pensar em mim, e que quando sentei em seu colo, ele sentiu um prazer incrível que só seria superado quando me comesse de fato. Nos dois dias seguintes não nos encontramos, e nem nos falamos. Na sexta-feira nos vimos, mas não pudemos conversar. Achei que ele já tinha esquecido ou não tinha levado aquilo a sério, mas no domingo de manhã, por volta das11h, ele me ligou e perguntou se eu estava de bobeira, respondi que sim, e ele me convidou a ir a sua casa, aceitei prontamente, e após me passar o endereço, me arrumei e fui ao seu encontro.

Ao chegar lá, mal toquei a campainha e ele já foi me recebendo sem camisa, apenas com um short de jogador de futebol (Seu pau já estava visivelmente duro) exibindo aquele corpo de garoto que freqüenta academia, me pegou e já foi me beijando. Ele era selvagem, grosseiro e rude, e eu adorava aquilo. Eu estava usando jeans e uma camiseta com alguns detalhes rasgados do lado, ele a tirou do meu corpo com um puxão, rasgando-a de vez, eu nem me importei naquela hora (Mas depois fiquei muito bravo, pois era uma das minhas preferidas). Seus beijos eram fortes, suas mãos exploravam meu corpo de forma agressiva, como um animal que passa dias sem comer e quando vê carne fica louco querendo devorá-la imediatamente. Ele já foi tirando meu jeans, e enfiando seu dedo em meu cú, confesso que doeu um pouco, pois, alem de rude ele não se importou em lubrificá-lo ao menos com saliva. Enquanto nos beijávamos ele enfiava um dedo, depois mais outro, ele me deitou no sofá e mandou que eu abrisse as pernas. Não acreditei, mas ele estava tentando colocar o punho inteiro dentro do meu cú! É claro que ele não conseguiu (Mas foi quase!), o máximo que entrou foram os cinco dedos (Que por sinal eram bem grossos!), mas o punho não. Sem conseguir com êxito o que desejava, ele começou a lamber meu cú de todas as formas, enfiava a língua, e eu vibrava de tanto prazer.

Após algum tempo, foi minha vez de retribuir. Rapidamente tirei seu short e comecei a chupar sua rola que devia ter uns 22 cm, rosada, com uma cabeça que começava fina e depois engrossava, ele se contorcia de prazer (Não é querendo me gabar, mas no boquete não tem pra ninguém. Eu sou o melhor!), ele me batia, me beliscava, me xingava, puxava meus cabelos. Urrando de prazer ele agarrou meus cabelos e enterrou minha cabeça em seu pau, era tão grande que pensei que ia cruzar meu esôfago, engasguei, e enquanto ainda recuperava o fôlego, ele já me pegou me fazendo sentar em seu pau de costas para ele e começou a bombar. Fudia o meu cú com vontande e força, eu gritava alto, como uma putinha que inicia sua profissão. Metendo gostoso ele me arrombava me mordendo, puxando meus cabelos, e me fazia repetir que eu era a puta dele, que só daria para ele (Até parece!), me obrigava a dizer que ele era meu macho.

Quando ele começou a me comer de quatro, meu rabo já estava todo arregaçado e ardia muito, mas eu queria mais (E ele me dava). Ele me arrombava com uma volúpia indescritível, às vezes abria meu cú só para ver se estava fudido o bastante, ele dava tapas na minha bunda e dizia que me arrombaria como ninguém jamais me arrombou. Ele gozou em meu rabo, me rechiando com porra. Me levou ao banheiro onde me comeu mais um pouco, desta vez em pé.

Parecia que seu gás nunca ia acabar ele metia com força, sem perder o fôlego. Saindo do banho, ainda molhados fomos para a cama, onde ele me deixou de barriga para baixo, e introduziu seu membro delicioso no meu cú arregaçado. A sensação de ter aquele corpo sarado em cima de mim foi maravilhosa, ele mordia minha orelha enquanto bombava. Ele disse:
- Agora eu vou te arrombar mais do que eu já arrombei, por que vou demorar a gozar!
Realmente ele demorou a gozar, mas quando o fez, foi muito mais que o anterior. Seu pau permaneceu duro dentro do meu rabo, imóvel. E assim pegamos no sono: Eu com o cú todo ardido e ele com sua rola magnífica ainda atolada em meu rabo.

Acordei com um forte tapa na cara, e estocadas fortes de seu membro em meu cú, já todo aberto. Ele disse:
- Acorda viadinho! Você ainda tem muito gozo do seu macho pra receber no cú!
Ele meteu um pouco, mudamos de posição sua vara entrava e saia com uma facilidade incrível (Também, meu cú já estava todo aberto!), e ele fazia questão de enfiar cada milímetro daquela rola saborosa. Tirando o pau da minha bunda, ele colocou cada centímetro na minha boca, não engasguei desta vez e chupei com vontade. Lambia a cabeça rosada e brincava com as bolas, ele gemia segurando com força em meus cabelos, e fudia minha boca com seu membro. Ele perguntou sem esperar pela resposta:
- Quer leitinho quer?
Ele tirou o pau da minha boca e gozou na minha cara, seu néctar foi escorrendo pelo meu peito. Ele se punhetou por alguns segundos, e desta vez gozou em minha boca.
- Bebe tudo meu viadinho! – Ordenou ele.
Atendi sua ordem prontamente, e em seguida voltei a chupar seu pau que estava duro como antes, deixando-o bem limpinho.

Só sei que fui chegar em casa quase 22h, com o cú todo arregaçado. Após este dia nos encontramos algumas vezes, mas depois que o curso acabou nunca mais nos vimos, o que é uma pena, pois até hoje eu sinto saudades daquele corpo malhado, de suas agressões e é claro de sua rola selvagem. Se você for de São Paulo (Não importa a região) e tiver um corpo legal, um pau melhor ainda e curte bater em um viadinho obediente, me mande um e-mail. Quem sabe você não pode ser meu próximo relato!

wicca.hz@hotmail.com

Aventura com um homem maduro

enviado por: Rodolfinho Castanhes

Tive uma boa experiência que me rende frutos até hoje, por isso estou aqui relatando os fatos, principalmente para aqueles que tem preconceito ou medo de arriscar. Tenho 18 anos e preservarei a minha identidade e a da outra parte envolvida.

Tudo aconteceu em um conhecido cinema pornô da cidade de Fortaleza-CE. Eu havia chegado há poucos instantes e resolvi dar uma circuladinha pelos corredores laterais. Havia poucas pessoas no cinemão naquele dia.
De repente, observo um homem que achei interessante na parte de trás. Chego mais perto e constato que se trata de um jovem senhor, forte e bonito. Como eu também gosto de homens mais velhos resolvi sentar ao lado dele e pude perceber que ele não rejeitou a minha proximidade. Muito pelo contrario, começou a me encarar.
Resolvi chegar mais perto e coloquei a mão entre as pernas dele. Ele não estava com o pau pra fora, mas eu senti um delicioso volume por cima da calça. Pude observá-lo melhor estando bem perto, e vi uma aliança reluzir em meio à penumbra. Constatei que era um homem casado a fim de uma gostosa sacanagem extra-conjugal. Era um homem que me pareceu ter uns 36 anos, forte, pêlos no peito e nos fortes braços troncudos, coxas roliças, estava com a barba por fazer, realmente um belo exemplar de macho.
Resolvi arriscar e chamá-lo para subir para uma cabine. No começo ele não gostou muito da idéia, mas depois ele me fez uma proposta. Só iria comigo para a cabine se eu deixasse ele gozar em minha boca, pois ele queria me ver bebendo o seu leitinho de macho bem quentinho. Aceitei a condição e ele atendeu ao meu pedido, e fomos para uma cabine.
Chegando à cabine, tranquei a porta, acendi a luz e sentei-me. Ele se posicionou à minha frente começou a desabotoar o cinto. Naquele momento eu torci para ter feito a coisa certa, pois não curto pau minúsculo. Continuei a observar ele desabotoar a calça, baixar o zíper e ficar só de cueca. Vi um volume considerável. Ele enfiou a mão dentro da cueca, e para a minha surpresa, puxou um cacetão enorme, grande e grosso, todo trabalhado em veias. Segurou o pau já completamente duro e encostou em meus lábios. Senti o pau ardendo em brasa tocar em meus lábios com aquele delicioso cheiro de pica, e não resisti... caí de boca passando a linguinha em cada detalhe, me arrepiando de tanto desejo, sentindo o gosto daquela pica, daquela cabeçorra gostosa e macia. Ele segurou a minha cabeça e começou a fazer leves movimentos de vai-e-vem com o pau na minha boca, como se estivesse fodendo a minha boca. Depois ele sentou-se no banco e eu continuei a ordenhar aquele cacetão enquanto ele dizia que a minha boca era quentinha e molhadinha.
Passei um bom tempo brincando com aquele mastro, descendo a linguinha pelo saco, passando pelas virilhas, fazendo com que aquele macho se arreganhasse todo pra mim. Enfiei a cara no sexo dele, passando a linguinha no períneo. Eu estava completamente inebriado com o cheiro dos feromônios daquele macho. Um leve cheiro de suor com testosterona mexia com a minha cabeça e começei a sugar e chupar com força aquela parte lisinha abaixo do saco, fazendo com que o coroa gemesse de tanto prazer e abrisse as pernas cada vez mais. Eu chupava e lambia enquanto acariciava as coxas grossas e durinhas do coroa perfeito, quase um urso. Ele gemia e falava que gostava do jeito que eu fazia, bem putão!
Em seguida coloquei uma camisinha no cacete dele e lambuzei o meu cuzinho com um sachet de gel KY que eu sempre carrego para um caso desses. Pedi que ele permanecesse sentado. Daí comecei a sentar lentamente no pau dele, fui descendo aos poucos, no meu ritmo. O que não foi nada difícil, pois o pau ele se mantinha ereto, duraço, latejando de tesão.
Quando eu consegui sentar completamente, comecei a leves movimentos de sobe e desce. Havia instantes em que eu descia e parava com o cacete atolado dentro de mim. Continuei por um bom tempo até amaciar meu cuzinho por completo. Chegou o momento que eu esperava... Meu cuzinho já havia dilatado e o pau já entrava com facilidade. Levantei e pedi que ele me fodesse. Fui atendido de imediato. O coroão enxuto e gostoso pediu que eu ficasse na posição de quatro, encaixou a cabeça do pau e meteu de uma vez. Segurou na minha cintura e mandou ver... Começou a bombar forte... Ele gemia feito um louco... Me comia como se estivesse há um ano sem trepar, com uma fome e um desejo incontrolável. Ele rebolava com tamanha destreza e enfiava o pau em mim com gosto como se quisesse entrar todo dentro de mim.
Variamos algumas posições, até voltarmos à posição de quatro, na qual ele mais uma vez fodeu com gosto. Era alto o barulho das estocadas que ele dava em mim, da sua pélvis batendo em minha bunda. Até que ele avisou que iria gozar. Retirou o pau e puxou a camisinha rapidamente, pediu que eu sentasse e abrisse a boca. Enconstou a cabeça do pau em meus lábios e começou uma punheta para logo em seguida explodir fortes jatos de porra, do seu esperma grosso e quente. .
Depois de algum tempo ele me segredou que não estava mais transado com a sua esposa, pois queria guardar todo o leitinho pra mim, até porque ele foi perdendo o interesse por ela. Estou com ele até hoje, e fazemos exames de saúde de 3 em 3 meses para garantir as nossas deliciosas brincadeiras. E o que é melhor... Hoje eu tenho um pau só pra mim! rsrsrs...

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Um Chocolate Por Uma DP

Olá pessoal! Meus amigos me chamam de Wicca, moro no ABC em São Paulo. É meu primeiro conto aqui, e gostaria de compartilhar com vocês algo incrivelmente maravilhoso que aconteceu comigo na semana passada.
Era sábado e alguns amigos e eu havíamos marcado uma baladinha, combinamos de nos encontrar na casa de um desses meus amigos. Cheguei no horário em que havíamos combinado, mas devido a uma briga que minha amiga teve com seu namorado, ela não quis mais ir, consequentemente nós também não, pois ela quem dirigiria. Fiquei muito irritado, e fui para casa. Antes de voltar para casa, vi uma barra de chocolate e a levei comigo. A casa desse meu amigo era um pouco longe da minha casa, mais decidi ir andando, não queria chegar em casa tão cedo (Que ironia!) casa por isso decidi ir pelo caminho mais longo, pelo qual não estava habituado.
A rua estava deserta, a não ser por alguns carros que passavam por ali de vez em quando. Enquanto caminhava, eu falava ao celular e saboreava o chocolate, estava destraido quando vi que dois caras se aproximavam, fiquei assustado, pois pensei que eram assaltantes. Desliguei o celular e continuei, quando estávamos nos aproximando, atravessei a rua com medo de que algo me acontecesse. Já estava no meio da avenida, quando ouvi:
- Não vai me dar um pedaço desse chocolate não?
Foi a minha deixa, e sem pensar respondi sem olhar para trás:
- Se você me der um beijo eu te dou o chocolate e algo mais!
Atravessei a rua sem olhar para trás, pensei que eles não fossem levar aquilo a serio, mas quando vi os dois estavam dois estavam do meu lado, quando os vi de perto, não acreditei. Ambos eram super gatos, eram sarados, aqueles caras do tipo que você olha duas vezes quando os vê. O que havia falado comigo tinha os cabelos semi-longos, e estava com uma regata vermelha, bermuda de skatista e chinelos. O outro, tinha os cabelos arrepiados, estava de jeans e tênis, estava sem camisa exibindo uma tatuagem nas costas que me deixou exitado. O que estava de regata vermelha se apresentou:
- Eu sou o Brisa e esse aqui é o Beto.
Conversamos algumas bobagens do tipo; O que você faz aqui, e quantos anos você tem. Descobri que o Brisa tinha 21 anos e o Beto 23 e eram namorados. Foi o Beto quem disse:
- Você ofereceu e agora agente que esse chocolate.
- Você ainda não me deu o que eu pedi – Disse eu.
Ele deu uma risadinha malisiosa, e sem demora me deu um beijo de tirar o fôlego, ali no meio da rua mesmo. O outro disse, me puxando e também me beijando:
- Vai com calma eu também quero esse chocolate.
Após os beijos, cada um deu uma mordida no chocolate, o Beto disse:
- Agora que já demos o que você pediu, queremos o algo a mais que você ofereceu.
- É vamos para nossa casa.
- Mas, os dois e eu? – Perguntei com medo de uma DP, não estava tão largo aesse ponto.
- Não tem problema, o Beto só gosta de ver.
Ele me beijou de novo, desta vez pude perceber que um carro se aproximou. Pensei comigo mesmo: “Mais um! Socorro!” O motorista do carro parou e disse:
- Vocês não tem vergonha não? Deus está vendo isso! Que pouca vergonha!
Brisa disse segurando algo em seu bolso:
- Cai fora, ou eu descarrego uma na sua cara!
O homem foi embora ainda nos xingando, assustado perguntei:
- Você anda armado?
Levantando a camiseta ele respondeu:
- Foi você que me deixou armado!
Olhei aquele volume incrível dentro daquela bermuda, e sem perder tempo fomos para a casa deles. No prédio, a coisa toda já começou no elevador, ambos se revezavam me dando beijos e apertando a minha bunda, eu segurava seus paus duros como pedra, igual uma criança segura um pirulito. Ao entrar no apartamento, já fomos tirando a roupa, e sem esperar comecei a chupar o Brisa enquanto o Beto se punhetava sentado no sofá nos observando. O Brisa tinha um pau de uns 18x8, já o Beto devia ter uns 21cm. Fiquei ali chupando aquele gato por um bom tempo ia das bolas a cabeça, era língua pra todo lado. Ele me batia na cara e dizia que eu era uma puta profissional, um ninfeta arrombada. Colocando a camisinha ele disse:
- Fica de quatro que agora eu vou te enrrabar!
Fiz o que ele mandou, ele metia forte como um animal selvagem, me batia e me chamava de puta a todo momento, isso me enlouquecia mais e mais. O Beto já todo gozado, dizia:
- Vai Brisa, fode o cú dessa putinha por que ela quer vara!
Quando percebi já estava sendo comido pelo Brisa e chupando a rola do Beto, que socava aquele pau grande com tudo na minha boca. O Brisa perguntou:
- Ta gostando de ser comido por dois?
O Beto respondia rindo:
- A putinha é educada, não fala de boca cheia! Agora é a ninha vez de arregaçar esse cú.
Ele se sentou no sofá e eu sentei em cima, seu pau era tão grande que me fez delirar, comecei a cavalgar enquanto eles me batiam e me humilhavam. Naquela noite dei em todas posições possíveis, em um certo momento, Beto anunciou;
- Agora você vai ter duas rolas dentro do seu cú.
- Não, não sou tão aberto assim – Disse eu.
- Cala a boca, se era duas rolas que você queria, agora você vai ter as duas dentro do seu cú.
Rindo, o Brisa disse:
- Se seu cú não estiver não arregaçado, agente vai arregaçar!
Eles se ajeitaram, e entraram rasgando meu rabo, no começo eu chorei de dor mais depois essa dor virou prazer, um prazer indescritível, e me soltei pedindo mais e mais. Ambos disseram que não estavam mais se agüentando, e anunciaram que iam gozar, rapidamente tiraram as camisinhas. Beto enfiou seu pau em minha boca e afundou minha cabeça em sua rola urrando de prazer, só senti aquela porra quente cruzar minha garganta, engasguei e ainga tossindo, Brisa disse:
- Ta tossindo por que? Você vai engolir minha rola também!
Ele enfiou a rola na minha boca, mas não fez como o Beto, tirou gozando por toda a minha cara. Tocando uma punheta como se preparasse mais daquelas delicioso liquido, Beto disse rindo:
- Ah eu também quero gozar na cara da ninfetinha!
Beto gozou novamete me enchendo de porra. Naquela noite fui para casa mal conseguindo andar, mal havia terminado e eu já queria mais e mais.

Se você tem um amigo ou um namorado, enfim, e quer comer uma ninfeta putinha mande um e-mail:

wicca.hz@hotmail.com

 

Humilhado e enrabado na inpeção militar

Até então durante todo o Liceu sempre escapara das aulas de Educação Física com os atestados passados pelo médico de família. Mas agora que ia fazer 20 anos, e tal como todos os cidadãos masculinos da minha idade, tinha sido convocado para a Inspecção Militar que me iria apurar ou não para a tropa, não tinha como escapar de me despir na frente de todos. E como tal perspectiva me aterrava. Eu bem queria ser moça para não ter de prestar tal dever mas sabia bem que nesse dia não teria meio de me furtar a exibir perante todos os outros rapazes, muitos meus conhecidos, o meu corpo todo nu e o consequente pendente e o saco dos ovos bastante curtos e diminuídos. Mas como se não comparecesse ia preso como refractário e a minha situação pioraria muito, lá compareci no Centro de Selecção do Exército no dia e hora marcados.
Aquilo começou mal pois logo de manhã na colecta de sangue quase desmaiei o que fez o sargento e a maioria dos rapazes chamarem-me de améliazinha. Quando chegou o momento de nos exibirmos nus perante a Junta Médica, todos em frente uns dos outros, aconteceu o que esperava. O tamanho liliputiano do meu piçalho e bolas fez com que todos os mancebos me começassem a gozar indiferentes à presença dos médicos e enfermeiros. Os primeiros a verem foram os que estavam do lado de frente da parede, que começaram a comentar malévolos, rindo-se muito e apontando para mim com os dedos procurando chamar a atenção dos outros.
Hei, que pilinha pequenina aquele gajo tem. Aposto que se deve ver fodido para a pôr em pé. – ao que os meus colegas do Liceu que comigo tinham sido igualmente convocados retorquiam compreender agora porque nunca me despia em sua frente, nem nunca arranjara namorada.
- Ele até deve ter vergonha que uma miúda lhe descubra as curtas dimensões da coisa e deve contentar-se com esfolá-las à mão - comentavam, cruéis.
Os responsáveis pela Junta Médica lá impuseram ordem naquilo mas eu bem vi que habituados a inspeccionarem diariamente dezenas de rapazes nus também nunca tinham visto nenhum caralho e tomates tão mal formados como os meus, pois na expressão das suas caras lia-lhes o ar trocista. Além disso parecia-lhes dar prazer expor as minhas escassas dimensões masculinas pois não paravam de me manusear a piroca várias vezes, com a ajuda de uma vara de vime que usavam com esse fim. Verdade que também fizeram o mesmo a todos mas a mim pareceu-me que muito mais tempo e sempre com um ar muito escarninho. Eu também tão assustado ia com aquele momento que tenho a certeza minha pila estava ainda mais minguada e com aspecto muito mais murcho nesse dia do que costume.
No dia seguinte realizavam-se provas psicológicas e por isso tínhamos de dormir nessa noite no quartel. Na hora do recolher deixei que todos fossem tomar banho primeiro pois a área dos chuveiros era comum, sem divisórias, e eu não queria passar por outra humilhação. Não me adiantou nada, evidentemente. Como todos sabiam o meu problema trataram de me caçoar mais. Aliás durante todo o dia passara constantemente a ouvir piadas sobre o meu caralhinho.
- Ó piça de gato – gritou-me um – porque não vens tomar banho connosco? Não vale a pena esconderes o que já todos viram, por mais vergonha que tenhas.
- Fica descansado que com uma piroca desse tamanho e um parzinho de tomates mais pequenos que bolas de ping- pong, fiques livre da tropa como as meninas, que isto aqui é só para homens de colhões grandes.
Entre os rapazes que mais me gozavam pela minha falta de atributos genitais destacava-se um mulato, com quase 2 metros de altura, cabelo cortado à escovinha, e um peito à Tarzâ, que efectivamente se destacara na Inspecção Militar pelo seu caralho enorme pois mediria muito próximo dos 30 cms e ainda mais escuro do que o restante tom de pele, com uma glande circuncidada rosa- vivo. Eu mirara-lhe bem o caralho durante toda a Inspecção, não com qualquer secreta intenção, apenas admirado como pudessem existir caralhos daquele tamanho, ainda para mais possuindo eu um tão pequeno, e ele apercebera-se disso. Quando no final do jantar fomos conduzidos às camaratas o mulato procurara um beliche para dormir junto ao meu e agora no final do duche pavoneava-se todo nu em frente de todos gabando muito seu dote descomunal, brincando com ele e procurando esfregá-lo em mim:
- Quanto darias para ter um caralho como o meu, branquinho? Durante toda a Inspecção não tiraste os olhos dele. Porquê? Porque és um paneleiro de piça curta e admiras muito um caralhão enorme como o meu, não admiras?
Os outros incentivaram-no a esfregar-me a pila na boca e a dar-me na testa com os tomates que mais pareciam os badalos de um sino. Conseguiram mesmo puxar-me as calças e as cuecas para baixo cuspindo desta vez, desdenhosamente, no meu aparelho reprodutor. Assustado como me achava nem me atrevia a gritar por socorro e a minha pilinha cada vez apresentava um porte mais escasso, meus próprios balõezinhos pareciam sumir-se mais ainda dentro do saco. Aquele primeiro dia de tropa começava muito mal para mim.
- Piça de panasca sem préstimo – exclamavam entre gargalhadas – nunca conseguirás foder com uma coisa assim. Ao menos sente na boca a força de um caralho.
- No cu! No cu! – gritavam outros – No cu é que um picinhas destes devia provar um cacete com os colhões cheios.
Felizmente a algazarra que faziam atraiu as atenções do cabo de noite, que entrando de rompante com o pelotão de serviço intimou com ameaças de castigos, que deixassem as bolinhas da amealizinha que quase desmaiara ao tirar sangue. Também o cabo de noite troçava de mim por causa dos centímetros que me faltavam, ainda que graças à sua intervenção e às luzes da caserna que se apagaram pouco depois, tenha cessado o tumulto.
Sendo verdade que durante toda a humilhação verbal a que fui sujeito e durante o tempo em que estive nu perante todos minha pilinha ficou sempre flácida e morta, o facto é que depois de me ter deitado, relembrando todas as cenas anteriores e o caralho insuflado do mulato ela começou ficando tesa e a desenhar seu relevo por sobre o cobertor do beliche, como um prego enfiado ao alto. Nunca pensara em provar pila no cu mas aquela deixara-me fascinadíssimo. Ou talvez fosse por ainda ser virgem pois como muito bem tinham dito meus colegas eu ainda me consolava exclusivamente na base da ordenha manual. Sabia que uma vez voltado à terra no final da Inspecção Militar todas as miúdas da minha rua saberiam a causa da minha castidade pois o Pedro, um dos mancebos que ia comigo, não sabia guardar um segredo e passava a vida achincalhando-me antes mesmo de me ter visto o que viu. Sempre sentiria vergonha quando falasse com uma delas ou quando me cruzasse com qualquer um deles, e isso curiosamente entesou-me imenso. O volume do meu caralho era agora razoável, muito mais razoável do quando eu me punheteava em casa vendo vídeos porno, e como feliz ficaria se o tivesse visto ostentando pelo menos aquele tamanho quando os médicos militares, sem cuidar de pudores, nos mandaram tirar a roupinha toda na frente uns dos outros. Era muito agradável senti-lo teso assim. Privado toda a adolescência de um corpo feminino, sempre gostei muito de me masturbar e como já bastantes ressonares se ouvissem no amplo dormitório, comecei coçando-me com a mão. Estive mais de 15 minutos brincando com a piça, sem nenhuma vontade de dormir, procurando não molhar os lençóis nem a cueca com os pingos de esperma que estimulada ela ia vertendo pela cabecinha. De vez em quando, muito lentamente para não chamar as atenções de ninguém, limpava-a com um lenço de papel que guardava debaixo da almofada imaginando como seria maior a minha humilhação se na manhã seguinte alguém desse pelos lençóis conspurcados com o meu sémen, quando senti que a pressão da esporra para sair começava sendo incontrolável. Não quis correr riscos e sorrateiramente tratei de às escuras me encaminhar para a casa de banho onde debaixo do chuveiro com as pernas bem abertas, procurei concluir o que começara no beliche da tropa, deixando a água morna correndo.
Como ali não corria o risco de despertar ninguém masturbei-me com todo o gosto e quase posso dizer que ouvia o leitinho saindo dos meus colhões balouçando-se, em direcção à racha da minha piroca. OOOH, QUE BOM! Mas meu prazer não durou muito tempo. Ainda não me viera quando ouvi a voz de desdém do mulato nas minhas costas. Quando me voltei vi-o de boxeurs e na zona da abertura o desenho pormenorizado do mastro erecto, muito mais imponente do que o meu.
- Paneleiro branquinho! Eu logo vi que o único contentamento que consegues dar a essa piça tão clandestina é esganando-lhe o tesão à mão. Ficaste excitado com tanta piça que viste durante a Inspecção, não foi? E em especial com a minha pois tanto a miraste. Não me admira pois todos os paneleirinhos como tu se excitam muito com a minha piroca. – Nesse momento introduzira a mão por dentro do boxeur e afagava o seu instrumento. - Vou então dar-te a provar o que tanto te excitou. A menos que queiras que acorde todos e lhes diga o que te apanhei a fazer aqui na casa de banho, vais-me chupar o cacete antes de te enrabar.
Não queria que ninguém na caserna soubesse dos meus pecados solitários, isso não. Já me bastava a vergonha de ter sido forçado a mostrar-lhes a minha pila, não queria mais vergonhas. E a ideia de provar aquele caralho como uma fêmea no cio, embora parecesse capaz de me rasgar todo, agradava-me imenso algo que eu próprio só nessa noite estava descobrindo. O meu caralhito murchara quando ele me interrompera mas agora estava outra vez todo de pé em riste com a ideia de me ir ao cuzinho. Ele percebeu-o pois não notando nenhuma objecção da minha parte ordenou numa voz enérgica de comando:
- De joelhos, bichona. Quero-te ver rastejando de joelhos até mim.
Aquele tom de comando hipnotizava-me. Tratei assim de lhe obedecer imediatamente. Atirara com as minhas cuecas ao chão quando começara a tocar à punheta e foi inteiramente nu que rastejei no chão frio de cimento uns dois ou três metros até chegar onde ele se achava.
- Vou-te transformar num paneleirinho obediente que foi para isso que a Natureza te destinou embora não o soubesses, meu colhõezinhos de bebé. – disse apertando-me as bolas nas suas mãos gigantescas e torcendo-mas vigorosamente. Gemi de dor mas meu tesão afrouxou bastante – Não quero ver a tua coisa de pé. Pelo menos por enquanto. Uma bichinhha obediente só se entesa com a permissão do seu macho, ouviste bem?
Aconselhando-me a conter meus gemidos se não queria ver a minha condição de paneleiro evidenciada a todos ordenou que o chupasse.
- Quero um broche bem feito com a tua boca de puta. Uma bichinha como tu, na hora de servir seu macho, começa por lhe mamar no pau e nas bolas, que é isso que me vais começar por fazer.
Nunca mamara nem fora mamado mas já vira muito disso nos vídeos do X-Vídeo e de outros sites. Baixei-lhe por isso os boxeurs com os dentes iniciativa que apreciou dizendo que estava aprendendo depressa a servi-lo com um bom paneleiro, e comecei mamando-o procurando imitar as actrizes porno. Quando passei minha língua das bolas para o caralho introduzi-o na boca com as mãos e tocar-lhe, tomar-lhe o peso, envolvê-lo e senti-lo rijo como nunca sentira o meu, foi uma sensação nova que me fez sentir um novo ser. Afinal aquele primeiro dia de tropa não acabava nada mal.
- Sorve o meu caralho, bichona porca – exortava-me apertando as têmporas e fazendo-me sentir mais seu – sorve o meu leitinho que te quero tanto encher-te a boca com a minha porra como te vou encher o cuzinho de donzel.
Chupava-o e o seu caralho ia-me penetrando fundo. A esporra saía dele já em quantidades apreciáveis, e ele mandava-me engoli-la todinha coisa que eu fazia ainda que com algum custo. Mas apesar da chuva de esporra que me deixou na boca seu caralho não baixou o tesão, nem se mostrou mais mole do que antes. Aquele era mesmo um macho pensei com admiração.
- Esfrega-me bem o pau com o sabão, se o queres ver escorregando fácil pelo teu cuzinho acima – ordenou – De outra maneira vais acordar toda a gente com os teus gritinhos de fêmea sendo arrombada quando te furar o olhinho.
Com o sabonete que nos fora distribuído a cada um esfreguei-lhe o cacete duríssimo sem esboçar qualquer reacção. O seu caralho enfeitiçara-me, eu faria tudo o que me mandasse, o mulato estava apreciando muito o toque de minhas mãos lubrificando-o e dava-me constantemente com ele na cara e no peito dizendo que uma bichinha miudinha como eu não devia só provar com caralho no cu e na boca, mas em todo o corpo.
- Deita-te no chão, pilinhas – mandou quando achou já estar bem ensaboado – Vais sentir o peso de um macho vazando-te o olhinho e comendo-te todo.
Prontamente me submeti na posição exigida e o matulão forçando-me as pernas no sentido da cabeça – e oh, com que prazer senti seus músculos prendendo-mas, bíceps duros de macho, tão duros e fortes eram os seus músculos como o vigor do seu caralho – e me mandou arreganhar as bordas do cu.
- Abre bem esse olho, maricas, e cerra os dentes com força que quando a cabeça da minha piça entrar nele até vais sentir estrelas.
Tratei de o abrir ao máximo pois só a cabeçorra era bem capaz de o entupir todo. O mulato contudo não meteu logo. Aproveitando-se da minha posição de frango no churrasco deu-me um minete ao cu que me deixou mais relaxado chegando mesmo a meter sua língua fundinho nele e dando-ma a provar na boca. Minha pilinha empinada batia na barriga dele, melando-a com algum do meu líquido que ia saindo.
- Então não é só a tocares punhetas que o teu caralhinho se entesa, panasquinha – comentou – Também o fazes quando tens um macho por cima.
Com meu olhinho bem arreganhado, aquele soberbo exemplar de macho cuspiu dentro dele, penetrando-me longamente com o seu dedo. Em seguida deu uma cuspidela no membro, e tapando-me a boca com força enfiou-mo pelo rego acima. Fechei os olhos porque me doeu muito, a sua outra mão apertou-me o nariz:
- Caladinha, bichinha – ameaçou – Nem um pio se tens amor ao teu cuzinho.
Mesmo que me quisesse debater seu peso sobre o meu anularia qualquer efeito. E a pressão daquele caralho penetrando-me ia-me alargando todo o anel pelo que quanto mais ele metia mais fácil e mais saborosa me ia sabendo a penetração, até me bater no troço e me despertar sensações novas de prazer que nunca experimentara tocando apenas à punheta. A pressão das suas mãos na minha boca e nariz aliviaram, primeiro destapou-me o nariz permitindo-me respirar, depois a boca, deixando-me gemer baixinho e as mãos uma vez libertas foram-se passeando pelo meu corpo muito lentamente, fazendo-me rebolar todo como uma putazinha húmida. Minhas mãos continuavam arrebanhando as bordas do meu cu para que o seu caralho não encontrasse muito obstáculo em entrar e sair, e o mulato enrabou-me longamente. As suas mãos apertavam-me os seios, aii, aiii, que bom, suspirava eu apenas com medo de não poder gritar à vontade, foram descendo pelo meu peito abaixo, afagaram-me a barriga e o púbis, até me envolverem o saco e o pilau e me começarem a masturbar procurando que a minha cabeça com o prepúcio todo puxado para trás lhe fosse lambendo a barriga e os pelinhos.
- Vem-te paneleirinho branquinho – dizia-me – Esporra-te todo enquanto sentes o meu pau vazando-te o cu.
Não eram apenas os seus movimentos de mãos que eram rápidos e vorazes. Seus movimentos de ancas, seus tomates e seu cacete dando-me no cu sem dó, seu peito de macho abatendo-se sobre o meu, também. Uma das suas mãos voltou a abafar-me a boca quando meus gemidos ecoaram mais alto, pouco antes de eu cuspir todo meu tesão. Só então ele se veio como uma corrente. Quentinho seu gozo. Mesmo depois de ter gozado sua tora ainda permaneceu entalada no meu cuzinho pois aproveitando todo aquele sémen como lubrificante, o mulato ainda se entreteve muito tempo metendo e tirando até a sentir irremediavelmente murcha.
- Vou-te comer o rabinho mais vezes – disse-me no fim no duche que tomámos juntos. – A partir de agora comer-te-ei o rabinho sempre que quiser, pois vais-me deixar o teu contacto e passares a ser o meu paneleiro. Nunca vi uma piça tão pequena como a tua e ela deixa-me cheio de tesão pelo cuzinho que há atrás.
Cumpriu a promessa. Eu próprio cuidei que a cumprisse pois prontamente lhe deixei o meu contacto. Afinal a sessão de humilhação tinha-me valido uma experiência nova que muito apreciei. Se a tropa era aquilo, prometia. Graças pela minha pilinha pequenininha e meus colhões subdesenvolvidos que me valeram aquela deliciosa enrabadela, pensei pela primeira vez antes de me deitar. Mas não consegui dormir com o olho a arder.
Nota Final: o pouco tamanho da minha pila e tomates não me isentou de ir à tropa. Fiquei apto para todo o serviço na Inspecção Militar.

 

 

RIBEIRO


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