Gay

Depois de uma discussão no trabalho

Me chamo Junior e trabalho no departamento comercial de uma grande empresa, tenho 1,80 de altura peso 70 kilos, sou moreno, olhos castanhos escuros, sorriso encantador e uma bunda modéstia a parte gostosa, Bom ressaltei que trabalho no comercial de uma grande empresa porque foi por conta disso que todo aconteceu, no meu trabalho usamos calças e camisas sociais, por conta do cargo que ocupamos enfim vamos a historia.
 
Era uma segunda feira de setembro, eu como de costume cheguei ao meu trabalho e fui ver as cotações da bolsa, pois nesse dia fecharíamos alguns contratos de venda de soja e eu deveria travar o preço do contrato na bolsa, eu tenho 21 anos de idade, mais já estou nessa empresa há dois anos e graças a alguma força superior misteriosa tudo vem dando certo, mais nesse dia o encarregado do setor de commodities um cara chamado Rogério, um típico gatão de meia idade, tinha 1,85 de altura, pesava uns 90 kilos, branco, com uma entrada na cabeça e cabelo apenas na lateral já meio grisalho, tem 46 anos é solteiro e mora sozinho na cidade, ele veio de São Paulo para coordenar o setor de commodities, enfim nesse dia, estava eu terminando de redigir o contrato a termo ele me entra na sala me dando ordens dizendo que eu deveria fechar esse contrato em no Maximo 10 minutos, pois muito dinheiro estava em jogo, e que ele achava que as cotações iriam cair até o final do pregão eletrônico.
 
Como se não basta-se o fato de ter gritado comigo, coisa que eu odeio, ainda estava completamente errado pois o comportamento do pregão indicava que seria totalmente o contrario, e que fecharíamos com saldo extremamente positivo, enfim discutimos feio na sala pois eu nunca fui de ouvir desaforo calado, ainda mais quando eu estava certo, terminei de fazer o contrato a termo, validei ele e não travei o preço, quando fomos ao refeitório, eu me sentei no mesmo lugar de costume, ele ficou umas três mesas a minha frente porem de frente para mim, e ficava me olhando com cara de mal, e comentando alguma coisa com a pessoa que estava do lado, bom eu sabia que não deveria ter um coordenador da empresa contra mim, ainda mais sendo alguém de um setor que é totalmente correlacionado ao meu, esse sentimento de desamor ficou me corroendo todo o horário de almoço comecei a me questionar se realmente o melhor não seria fazer o que ele me mandou, mais decidi seguir meus instintos.
 
Voltei do almoço, no meu departamento sou eu e mais três mulheres que compomos o setor, sendo que eu sou responsável pelo mercado externo, quando nos aproximávamos das 16:00 eu resolvi travar o contrato e por sorte, consegui um preço relativamente mais alto que o vigente ate a hora do almoço, aquilo pra mim foi como ganhar um troféu que eu poderia esfregar na cara do Rogério toda vez que o visse nos corredores da empresa, consegui um preço acima da média no contrato de valor mais alto da nossa unidade. A semana passou, e ele sumiu de mim, na sexta feira, quando íamos embora, fui ao estacionamento e meu carro estava com o pneu murcho, já era tarde da noite por volta de 21:00 estavam poucas pessoas no escritório, eu sempre fui uma negação com essas coisas, eu me considero um cara passivo, mesmo não sendo afeminado, nem tendo jeito de gay, eu não sei trocar pneu, não jogo bola, tenho medo/nojo de barata, aranha, lagartixa, perereca e afins.
 
Mais como a vida age de forma misteriosa, por sorte o Rogério apareceu, e vendo meu desespero se ofereceu para trocar meu pneu, enquanto realizava os procedimentos de troca de pneu conversamos um pouco, ele sem se desculpar me disse que eu tinha razão e que consegui um ótimo preço para o contrato, e me disse – Gente um homem que não consegue trocar um pneu de carro que vergonha Junior, eu em minha defesa disse já com ar de sacanagem – Posso não saber trocar pneu mais tem muita coisa que sei fazer e faço muito bem, nem vi quando dei essa resposta, eu fiquei chocado comigo mesmo, nunca fui atirado mais eu queria ele, ele deu uma risada e disse ta certo, terminou de trocar meu pneu, e me perguntou se eu tinha planos para noite disse que meus planos eram assistir a filmes, ele então me chamou para tomar uma cerveja, eu argumentei dizendo que não bebia, ele então me disse algo que adorei – Mais eu bebo e alguém tem que me levar para casa, quando cheguei ao restaurante fiquei um pouco desanimado haviam varias pessoas do trabalho, mais fiquei surpreso pois a noite se revelou ótima, foi muito bom sair com pessoas que geralmente não seriam do meu convívio.
 
Em certo momento da noite um dos funcionários dele, começou a questionar a sexualidade dele, mais sempre em tom de brincadeira, ele disse – Uai chefe o senhor todo coroão, não tem namorada, mora sozinho, não da moral pra nenhuma das meninas da empresas, Não sei não viu! O Rogério riu e comentou, você ta por fora comigo, sou do tipo que come quieto, já to dando bote em uma pessoa ai que vocês não fazem nem idéia, e concluiu a frase olhando para mim, fiquei muito cor de tanta vergonha que senti, mais me senti o ultimo pedaço de carne do açougue, do tanto que eu achei bom, no fim das contas o Rogério nem bebeu, quando íamos embora, foi cada um no seu carro, quando cheguei na minha casa, recebi uma mensagem que dizia – “A noite não saiu como eu esperava, mais hoje tive a certeza que realmente é isso que eu quero. Ass- RMAF” essas eram as inicias do nome dele, fui dormir pensando em um monte de insanidades, planejei casamento, nome de filhos e ate o envelhecer juntos no sonho, ou seja, fiquei muito ansioso.
 
No outro dia de manha era sábado e eu não trabalharia logo pela manha o Rogério me telefonou, sem mentira nenhuma conversamos por quase três horas, mais também foi esclarecedor, ele me contou tudo sobre ele, não disse hora nenhuma que ele tinha me mandado a mensagem anterior e muito menos que me queria como parceiro, mais do meu ponto de vista tudo isso ficou subentendido, ele estava na empresa terminando uns fechamentos, depois de conversarmos, fui ao mercado, lavei meu carro, quando estava terminando de organizar minha casa, toca uma buzina na porta, eu vou ver é ele, que ta na porta abri o portão ele entrou, quando entramos em casa antes que eu pudesse dizer um oi ele me deu um beijo que foi O BEIJO, sempre tinha ficado com caras mais novos tipo da minha idade, mais mal sabia eu o que estava perdendo, foi excelente o beijo mais gostoso que havia ganhado ate aquele momento, eu não beijei ele e sim fui beijado, a língua dele percorria todos os cantos possíveis da minha boca enquanto ele imprensava o corpo dele contra o meu e passava a mão na minha bunda, era incrível a experiência que ele tinha, minha pernas se estremeciam a cada toque ele me dava e ele via minha excitação pela minha respiração ofegante e gemidos abafados, ele então disse ao meu ouvido – Vou te ensinar a bater de frente comigo, desde que você fez isso eu fiquei doido em você e na sua bunda, nem to me concentrando direito, vou te mostrar como um homem de verdade faz, e começou a mordiscar minha orelha ate com certa força o que evidenciava ainda mais a sua masculinidade, eu sentia seu membro rijo no meu abdômen e fiquei curioso e com medo ao mesmo tempo para saber logo de uma vez o que me esperava.
 
Ele me olhou nos olhos e disse – Onde fica nosso quarto, ele realmente dizia tudo que eu queria ouvir, e na minha cabeça eu só pensava, em como não tinha encontrado com esse homem antes, quando entramos no quarto ele se despiu sem pudor nenhum, o corpo dele é peludo na medida certa o peitoral bem definido que fica ainda mais másculo com os pelos era tudo muito uniforme fiquei tão hipnotizado pelo peito e abdômen que quase me esqueci de olhar para a “área de lazer” até agora é o pau mais bonito que já vi, não é exagerado mais gostoso na medida, tem 16 cm, porem muito grosso e retinho e combina perfeitamente com o corpo e rosto, o conjunto da obra é muito harmonioso, ele ficou nu de pau duro me olhando eu de forma muito tímida comecei a tirar minha camisa, ele com um sorrisinho safado disse – Não precisa ter vergonha de ficar nu na minha frente, na minha cabeça já sei exatamente como você é, concluiu sua frase vindo de encontro a mim, me empurrou na cama, e tirou minha calça junto a cueca em um único puxão fiquei muito envergonhado, mais uma vez fiquei color block de tanta vergonha, mais já que tava na chuva mesmo, tinha mais é que me molhar, quando eu vi que ele vinha pra cima de mim respirei fundo e me entreguei a ele, a cada beijo que ele me dava meu corpo arrepiava o toque o olhar dele tudo me deixava muito excitado de pau muito duro, ele começou a me punhetar de forma muito gostosa apertando meu pau e socando ele contra minha virilha era muito gostoso, mais surpreendentemente ele não me chupou, e sim mandou que eu chupa-se ele, eu por minha vez, obdeci mais do que depressa, ele se deitou na cama e ficamos em 69 eu por cima e ele por baixo.
 
Ele é muito macho, um espécie raríssimo de ser encontrado, enquanto estávamos no 69 pensei que ele fosse me chupar mais não, enfiou o dedo na minha bunda, em certos momentos eu sentia a língua dele deslizar na minha dunda, enquanto eu o chupava e o pau dele pulsava na minha boca, e sentia aquele liquido Zinho que sai da glande para lubrificar, mais mesmo assim não parava de chupar o pau é muito gostoso, continuando... depois da sessão maravilhosa Oral, passamos para parte de penetração ele me pediu para ficar de 4, colocou uma camisinha e sem lubrificar empurrou aquele membro para dentro de mim, no começo senti muita dor, ele então disse – Fica quietinho que a dor passa, afinal você mesmo disse que algumas coisas, você faz muito bem, e eu espero que essa seja uma delas, então eu fiquei quietinho e ele começou a literalmente fuder minha bunda, me dava tapas que ecoavam no quarto e bobava me puxando pelos quadris, é inegável dizer que não gostei, ele faz isso muito bem, depois de bombar de 4 ele se deitou sobre mim, e mais uma vez me fudeu eu senti que ele gosta de dominar a situação, e ele não gozava, por fim minhas pernas já estavam dormentes, e minha bunda estava quente de tantos tapas e bombadas, eu já tinha gozado duas vezes, quando ele finalmente anunciou que gozaria eu achei mágico pois já não agüentava mais, ele então tirou seu pau de dentro de mim mal tirou a camisinha e gozou na minha bunda/pernas/ costas, mesmo não vendo a porra dele, senti que ele tinha gozado muito, por causa dos urros dele enquanto tos jatos de porra saiam, depois de me dar um banho ele se deitou por cima de mim, esgotado, e ficou dando mordidinhas na minha nuca, e esfregando seu corpo no meu, eu mais que depressa propuz um banho antes que ele recuperasse as forças e quisesse um 2º Round, afinal eu não conseguiria mesmo uma segunda rodada seguida.

 

Tomamos nosso banho, e depois assistimos a um filme na minha casa ele me contou mais sobre a vida dele, me disse que tinha uma filha que era mais velha que eu por sinal e que ninguém sabia desse desejo homossexual dele, mais que a partir do momento em que ele tivesse comigo eu poderia me tranqüilizar que ele não me trairia nem com homem, muito menos com mulher achei ótimo ouvir aquilo prometi o mesmo e assim começamos um tímido namoro regrado a varias fodas animalescas e discussões tórridas no trabalho por conta de fechamento de contratos e metas de produtividade.

 
Se alguém quiser ser meu amigo virtual, deixa o MSN nos comentários que eu adiciono.

 

Com o Primo na Balada

Olá povo! Me chamo Douglas, e sempre leio os contos aqui do site
O que vou contar agora aconteceu de ontem (25/11) pra hoje.
Vou mudar os nomes e os lugares, só por segurança, hehe
 
Eu nunca tinha ido em uma balada antes, só matinês por aí, e poucas ainda.
Um amigo meu chamado Lucas me chamou pra uma balada GLS que tem aqui na cidade, seria festa com espuma.
Eu tava muito animado e tals, e fui de boa. Chegamos na porta da balada, vejo meu primo nerd. Ele tem por volta de 1,70, uns 75k, olhos castanhos e cabelo preto.Eu não falo muito com ele, só via ele no onibus de manhã, sempre cheio de livros e com o fone, e ele não saía, bebia ou fumava. Totalmente nerd.
Meu amigo correr pra abraçar ele e ficou pulando, e eu estranhei, afinal, achava que ele era hétero.
Aí a coisa desandou quando ele parou de pular e deu um selinho nele. eu fiquei muito bobo, aí fui pra perto e perguntei:
-vocês se conhecem?
Meu amigo disse que sim, que eles tinham ficado já.
meu primo olhou pra mim e estendeu a mão.
-Não vai cumprimentar?
Na hora que fui apertar a mão dele, vi que tava com um cigarro, eu fiquei boquiaberto haha
De boa, entramos na balada no meio dessas revelações e começamos a dançar.
Quando começou a cair a espuma as bichas começaram a se pegar, e eu vi o meu primo e meu amigo se pegando na parede. Só que começou a tocar Lady Gaga e meu amigo saiu e foi dançar, e meu primo ficou com cara de "Que porra foi isso". aí eu cheguei nele e falei "Também quero!" Então começamos a nos pegar na parede, o meu amigo chegou, a gnt deu um beijo triplo, fomos pro dark, mas só pra ficar de beijo mesmo, foi bem legal.
Quando deu umas 4:30, saí com meu amigo pra pegar onibus pra casa, a festa tava chata já. o meu primo ia pra casa de uma amiga.
Cheguei no terminal e meu nibus só ia sair as 5, então eu peguei o Circular e fui pro outro terminal, e lá me informaram que meu outro busão só ia sair as 5 também. fiquei puto, mas fui pro lugar onde ele passava. Quem tava sentado no banco?? Meu primo haha
Sentei do lado dele e a gnt começou a conversar até o onibus passar, pegamos, de boa.
No busão, quando ficou só eu e ele de passageiro, ele passou a mão no meu pau por cima da calça e perguntou onde tava meu pau.
Olhei pra ele e falei que ele ia ver quando a gnt chegasse em casa.
Quando a gente chegou no meu condomínio, ele me levou pra trás de um bloco e começou a me beijar e passar a mão dentro da minha calça, até que ouvimos um barulho e eu pedi pra ele ir dormir em casa, com cara de safado MESMO. ele aceitou, tomamos banho, comemos e ficamos vendo TV, até umas 11 da manhã, quando minha mãe acordou, e eu disse que os meus tios tinham viajado (tinham mesmo) e o Guilherme tava sem chave de casa, mas que eles voltavam ainda hoje, e ele ia dormir aqui.
Ela disse que tudo bem e foi pra cidade comprar algumas coisas.
Assim que ela saiu, levei ele pro quarto, joguei ele na cama e começamos a tirar a roupa. Tirei a camisa dele e vi que ele tinha um tanquinho LINDO DE MORRER, e um peitoral maravilhoso.
Começamos a nos beijar e eu tirei a cueca dele, me vi com um pau de uns 17 ou 18cm, grosso, e caí de boca, enquanto ele gemia baixinho. Enquanto eu chupava, ele puxou minhas pernas pra cima da cama, e fizemos um 69, no qual ele começou a lamber meu cuzinho.
foi pro pau, colocava um dedo, depois dois, e eu só gemendo. Ele me pediu camisinha, fui no armário, peguei e peguei KY tbm.
encapou o pau, encheu de KY e veio com tudo. Doeu, mas foi uma delícia.
Enquanto ele metia comigo de 4 eu gemia alto, pedia mais, falava safadezas. Ele tirava até a cabeça e metia de vez, tava muito gostoso. ele me virou de barriga pra cima, o que eu não gosto muito, pq sou gordinho (1,82 e 85kg), mas nem me importei, rebolava no pau dele e gemia. quando ele falou que ia gozar, tirei o pau dele e arranquei a camisinha. Ele começou a se masturbar e gozou em cima de mim, me abraçou e disse que era minha vez de gozar. Começou a me chupar e ficou assim por um bom tempo , até que eu gozei. Ele parou, me beijou e disse que tinha gostado do meu gosto, aí ficou de 4 com a bunda na minha cara e começou a me chupar de novo. eu alternava entre o pau e o cuzinho dele, e ele caia de boca em mim. Ficamos assim uma meia hora, aí eu começei a dar sinais que ia gozar de novo, e ele chupava mais rápido e com prassão. Gozei na boca dele, e ele gozou em mim praticamente junto. Ficamos nos beijando, misturando nossas porras, e dormimos abraçadinhos. Depois disso minha relação com meu primo nunca mais será a mesma.
Caras mais velhos, de 25 a 35 anos, ativos, da região do Alto-Tietê em SP, que gostem de sexo normal, sem esquisitices e muito carinho, mandem um e-mail. Tenho 19 anos, 1,80, 85k, gordinho, gostoso, safado, não afeminado e discretíssimo. Não pra afeminados. E-mail: somebody17@live.com

 

Professor Malvado

Olá caros, este é o primeiro conto que posto, é o primeiro de muitas coisas que já vivi. Posso dizer que já experimentei muito em sexo com homens, de todos os tipos. Primos, amigos, colegas de esporte, na academia, na faculdade, na balada, estacionamento, infância, em banheiro público, na praia, casa abandonada, mato, parques, pedreiros, estranhos, casados, técnico de treino, bate papo, amigo do primo, irmão do amigo, enfin. Hoje estava lendo alguns contos, adoro fazer isso e bater uma imaginando como foi e, decidi escrever, hoje vou falar de um caso com um professor, digo professor porque é a profissão dele, nunca me deu aula a não ser na cama. Hoje tenho 21 anos, 1,70m e 68kg tive muita sorte nesse assunto e sempre tive atração por homens, homens machos. Sempre fui um menino bonito, baixinho, bunda e pau grande, e com corpo atletico, pois cresci praticando esportes de alto impacto. No final de 2005, eu navegando numa rede de relacionamento gay recebi uma mensagem desse professor que me chamou atenção pela foto, até ai não sabia quem era. Conversamos um pouco, trocamos msn e ligamos a cam, e realmente ele era um belo homem, do tipo que eu gostava, mais velho e maior de corpo, definido e firme, rosto e sorriso bonito, 35 anos, fiquei super interessado. Convesando com ele descobri que moravamos no mesmo bairro em Curitiba (a 3 ou 4 quadras +-), e que ele era professor universitário na UFPR. Como era final de ano eu ia viajar e ele também não deu para marcar, até porque eu tinha receio de fazer coisas assim com quem conhecia na web. Passado alguns meses o conheci pessoalmente, sem querer, eu voltando da aula e ele entrando em um restaurante próximo do colégio, ele me reconheceu e eu super sem graça, conversamos um pouco. Para a minha sorte eu estava voltando pra casa sozinho nesse dia, então ele entrou no restaurtante e eu segui em frente, o dias foram passando em começamos a nos encontrar sem querer pelo bairro, as vezes voltando do colégio, as vezes indo pro treino, na panificadora. En quanto as semanas passavam continuavamos a conversar pelo mns e eu sempre mentindo que ainda era virgen, aff. Até que um belo dia, no inicio das férias de julho/2006, encontrei ele no mesmo restaurante quando eu voltava do colégio, ele perguntou se podia me dar uma corona, eu ainda sem graça aceitei. Batendo papo, ele pergntou (vou escrever +- como foi o diálogo):
- Tem algum problema de você chegar mais tarde em casa hoje?
Eu nervoso respondi: - Acho que não.
- É porque eu to super afim de foder essa tua bundinha gostosa, e quero saber se você quer dar uma passada lá em casa?!
Eu fiquei espantadoe olhei pra frente, e pra me deixar mais nervoso ainda ele pegou a minha mão que estava em cima da mochila e colocou no seu pau que estava meia bomba. Comecei a massagear, e em menos de um minuto aquilo tinha virado um ferro e o meu pau latejando na calça do uniforme.
- Beleza, mas eu não posso demorar muito porque tenho que ir pro treino as 2 horas.
Eu menti, pois já estava de férias de todos os esportes que eu praticava. Estava com o corpo todo contraido e com muito tesão. Ficamos em silêncio até que chegamos na casa dele, na rua principal perto do lugar onde eu pego onibus, do pet shop que levava os cachorros e por onde eu passava todos os dias, eu pensei "Putz, tomara que ninguem me veja", tive sorte. auhsaushauhs
Quando eu sai do carro, já na garagem dele meu tesão aumentou, quando vi aquela enorme mala no jeans dele, pra esquerda. Tentei colocar a muchila na frente da miha pica pois estava pulsando muito e marcando na calça do uniforme da escola. Fiquei com vergonha, mas tenho certeza que viu porque quando olhei pra ele ele estava com um sorriso me olhando (parecia que estava me admirando), ele disse:
- Que tesão piá, to pirando te vendo de uniforme, você é virgem ainda?
- Sim. (muito nervoso, totalmente jacú).
- Daqui a pouco não vai mais ser, você vai gostar eu prometo pra você.
Menti de novo, não sei quando perdi a virgindade, sei que amo dar e tinha aprendido que isso deixava os caras muito afim.
Coloquei a mochila no sofa, e ele me abraçou forte pelas costas, senti a pica nas minhas costas e ele começo a beijar meu pescoço e meu rosto, levantei a mão e acariciei seus cabelos. Subimos, eu estava muito afim, mas estava com medo, eu disse isso mas ele não quis saber, deitamos e começamos as nos beijar, ele começou a tirar a roupa ainda nos beijando, eu peguei no peito dele meu tesão aumentou, era muito bem definido, quadrado com o mamilo grande. Nessa hora, já não ligava mais, relaxei e comecei a beijar o torax lisinho dele, chupava o mamilo, ai ele foi tirando a minha roupa, ficamos só de cueca, eu sentado em cima dele, deitei em cima voltei a beija-lo. Derrepente trocamos a posição ele ficou de joelhos com as pernas envolta das minha que estavam esticasa, olheo aquele pauzão na cueca branca e sentei na cama, comecei a passar a mão por cima da cueca mesmo, ele segurou a minha mão e colocou dentro assim que minha mão abraçõ aquela rola ela pusou, tirei e comecei a passar a lingua, ele começou a gemer, achei estranho mas continuei agora chupando, e os gemidos dele cada vez mais alto, e continuos. Eu estava me deliciando com aquele ferro detro da minha boca, ele forçava minha cabeça para chupr tudo mas nem sempre eu conseguia ir até o talo, estava muito bom, aquela cabeçona roxa, cheiro de pica, de sexo. Eu tava muito excitado. enquanto isso ele me chamava de criancinha, passivinha, meu aluninho, delicia... eu estava de olho fechado, mas ele me obrigou a chupa-lo olhando na cara dele. Adorei, pois, ara muito malvada, e eu sempre quis dar pra um professor do colegio, mas esse estava muito bom. Ele fala:
- Para, para, para, se não eu vou gozar agora.
Parei, ele levantou eentrou no closet, eu deitei. Quando voltou ja sem a cueca e com um tubo de lubrificante na mão (que eu anda não sabia que isso existia) e na outra um pacote de camisinha. Eu pensei: "meu deus, pra que tanta camisinha?!"
Ele deitou em cima de mim, me beijou e depois pediu pra que eu me virasse. Obedeci, ele tirou a minha cueca, abriu bem a munha bunda e começou a passar a língua, isso foi de mais, eu me surpreendi, pois também não sabia que isso existia, ele ficou um bom tempo lá, eu estava adorando aquilo.
- Ta chegando a hora, teu cuzinho vai receber uma pica hoje.
- Ta bom, mas vai de vagar.
- Relaxa.
Eu estava de bruço ele cima das minha pernas, começo a por lubrificante em mim, muito. Escutei o barulho da embalagem da camisinha e percebi que ele estava encharcando o pau com o lubricante também. Ele colocou a pica na entrada do meu cuzinho e começou a pincelar minha bunda com seu pau. Ai ele começou a forçar de vagarzinho, eu estava com muito tesão, com o meu pausando e meu cuzinho piscando. Senti a cabeça entrar, e mais uma vez pedi calma.
- Fica tranquilo garotinho, vou fazer de um jeito que vc não vai sentir muita dor.
Ele não quis nem saber, enterrou aqueles 19 cm +-, com tudo na minha bunda. Eu urrei, apesar de ja ter dando varias vezes antes, aquilo doeu muito. Ele ficou parado, com a rola dentro de mim. - Calma, já vai passar.
Ele ficou 1 minuto +- ali, eu eu falei: - FODE!
Aquilo foi muito gostoso, ele começou a meter sem dó, com muita força e rápido. Apesar da dor eu estava sentindo muito prazer. Aquilo estava muito bom. Mudamos de posição varias vezes, sentei na rola dele, ele pedia pra eu calvagar, rebolar, e continuava me chamando de garotinho, passivinho, delicia...
Fizemos varias posições, de quatro, em pé, de lado. De lado foi mais prazeroso pra mim, pela primeira vez gozei, dando o cuzinho sem me masturbar, o volume menor do que o normal, achei incrivel isso. E de lado mesmo comecei a me masturbar, ele virou a minha cabeça, me beijava, me xingava, me elogiava. Eu goze de novoi. Ele continuou metendo, e viramos de bruço de novo. E foi nessa posição que ele gozou, e soube disso, por que os movimentos com força diminuiram e foram metidas mais prolongadas, sentia o pau dele pusando dentro de mim, e mais groço agora. Cada pulsada parecia que estava me resgando. Fora que ele gemeu muito alto, muito, muito alto. Ficamos por um tempo deitado na cama. O professor me fazendo carinho, e eu adorando estar ali, me pediu que não contasse pra ninguem e descaradamente peguntou pra mim - Tem certeza que você era virgem mesmo?" - Disse que tinha, aff. Perguntou se eu queria comer algo, porque fui pra lá direto dá aula. Disse que não, precisava ir pra casa, Fui.

Transamos mais duas vezes durante ano de 2006, no final do ano mudei de bairro. Nunca mais o vi. Mas essa foi uma das trepadas masi quentes que tive até hoje. Nunca mais consegui gozar, apenas dando. Foi incrivel, passei dois dias +- ainda com dor e das outras vezes a mesma coisa.

Assim que der, posto uma outra aventura. Acho que o caso com o amigo do meu primo.

 
Quem queiser me add no msn ou mandar emais fique a vontade.
curitibano21@hotmail.com
 

 

Homem de Recife, com foto, procura por namorado especial

 

Seu nome ou Apelido: 
Wha
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
PE
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
Recife pe
EU SOU:: 
Homem
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Homens
Envie sua foto: 
Wha.jpg

Quero alguem que goste d namorar, pois estou querendo uma namorado!
Entrem em contato
wha.07@hotmail.com

 

 

O amigo do meu pai

Olá me chamo Eduardo (nome ficticio), tenho 18 anos, sou moreno 1,79 de altura 63 kilos e passivo.

Bom numa noite de fim de semana estou em casa com meu pai, até que:

- Filho, vou no bar da esquina, se algum amigo meu perguntar pro mim, diz que estou lá.
- Tudo bem.

Então meu pai se foi, aproveitei e entrei no bate papo pra fazer a minha caça por alguns ativos, com um nick muito singelo ''Passivo de calcinha'', gosto deste nick, pois atrai muitos homens. Logo alguns minutos, ouso a buzina de uma moto, vi que era um amigo do meu pai, se chamava Marcos, era um homem maduro, por volta de uns 40 anos, magro alto do tipo do homem que eu adoro.

- Seu pai onde está?
- Ele está no bar da esquina.
- Ok, vou até la.

Quando ele liga a moto ele me chama novamente:

- Vou esperar ele aqui mesmo, você está só?
- Sim, pode entrar.

Fiquei um pouco nervoso e ansioso no momento, um homem gostoso estava diante de mim, e estavamos sozinhos. Então voltei a mecher no computador enquanto ele esperava meu pai, até que ele vem até a porta do meu quarto e começa a puxar assunto:

- Você tem Orkut?
- Sim tenho porque?
- Eu tambem tenho, mas não sei usar direito, você pode me ensinar?
- Posso sim, é facil!

Quando ele chega perto de mim, meu coração dispara, mas não mostrei o meu desconforto, continuei ensinando ele, até que vejo um volume na sua calça, vendo aquilo tentei me controlar para não me excitar, mas foi em vão, não conseguia parar de olhar para aquele volume maravilhoso, e logo ele percebe, fico totalmente contrangido, mas continuo agindo naturalmente, logo então ele pergunta:

- Gostou?
- Oque?
- Gostou do meu volume na calça?
Com um pouco de vergonha digo:
- Sim, parece ser bem grande.
- Você quer ver?
- Sim.
Então logo ele tira aquela pica maravilhosa e começa a bater uma na minha frente, eu não acreditava muito no que estava vendo, era uma pica deliciosa, tinha por volta de 17 cm, muito grossa, com as veias bem saltadas, o tipo do pau que eu adoro. Não aguentei ficar olhando por muito tempo e cai de boca naquele homem, chupei muito aquela pica, enquanto ele brincava com o meu cuzinho com os dedinhos, ele gemia demais, era uma delicia aquela voz grave gemendo só pra mim, logo já tiramos nossas roupas e fazemos um 69, ele chupou meu cuzinho de mais, eu não estava aguentando aquela lingua quente passando entre minhas pregas, logo ja tirei uma camisinha e um gel lubrificante e virei de frango pra ele e disse:

- Me come meu macho delicioso, me faz sentir essa pica deliciosa entrando dentro de mim!

Logo ele obedece e começa a penetrar meu cú, nem parecia que era a segunda vez que eu estava dando, foi maravilhoso, ele é o tipo de homem que sabe foder. Então depois de me foder de frango, ele me vira de 4 e me fode com muita força, aquela pegada era uma coisa inesplicavél, logo então não aguento e gozo muito, logo depois ele goza junto dentro da minha bunda. Vendo seu pau ja amolecendo, caio de boca novamente e chupo ele até gozar na minha boca. Então nos vestimos levo ele até a porta e dizemos o seguinte:

- Adorei nossa foda, você sabe como dar bem o cuzinho hein.
- Eu? é a segunda vez que eu estou dando.
- Nossa, sério? você da muito bem, deveria ser ator porno HAHAHAHA.
- HAHAHAHA obrigado...
- Gostei muito, quero uma segunda vez.
- Quero tambem, nós vemos por aí.
- Falou, se cuida garoto!
- Se cuida tambem, boa noite!

Então la se vai Marcos, que homem, estou louco para nossa proxima transa, ele tem muita experiencia.

Então este foi o conto, espero que gostem, por favor comentem, e quem for de SC me add aí no msn: jeffree-eddie@hotmail.com beijos!

 

Um código errado e uma boa trepada

Oi meu nome é fabio tenho 32 anos sou moreno claro cabelos e olhos castanhos 1,60mt e 56kg,não sou bonito mas tenho lá meus atrativos tenho a bunda bem redondinha e durinha as pernas grossas e um corpo legal...,ah seis meses mudei para piracicaba pois havia terminado um relacionamento e tive uma otima proposta de trabalho,mas tambem estava todo esse tempo na seca por não sair muito de kasa....Ontem dia 27 de outubro de 2011 me ocorreu um fato maravilhoso,como toda a tarde ligo para um grande amigo em são paulo ontem foi a mesma coisa mas deu caixa postal então falei um monte de barbaridade afim de irritar meu amigo por volta das tres horas da tarde meu celular tocou eu atendi era uma voz maravilhosa se identificou seu nome era marcos.

marcos:boa tarde com quem eu falo
eu:com o Fabio
marcos:é que vc deve ter ligado para o num,ero errado vc deixou um recado na minha cx de mensagem que não era pra mim
eu:desculpa estava deixando uma mensagem para um amigo
marco:não tem nada não desculpas ta
numca ouvi uma risada tão gostosa em minha vida
eu:prometo que não vou mais ligar errado obrigado
marcos:disponha
segui o restante da minha tarde normal quando deu por volta das cinco da tarde fui para ksa fiz um café tomei e deitei no sofá para ver tvpor volta das seis e quinze o celular toca novamente atendi sem olhar o numero pois o programa que estava assistindo estava interessante.
eu:oi
marcos:oi fabio é o marcos que te ligou mais cedo td bem,possso te fazer uma pergunta
eu:td pode sim
marcos:vc é homossexual
eu:sim por
marcos:eu queria muito te fazer umas perguntas posso
nesse momento achei que fosse algum evangelico querendo me dar lição de moral
marcos:vc tem alguma coisa pra fazer hj queria falar com vc
eu:até o momento não
marcos:onde vc mora
eu:em piracicaba
marcos:qual bairro
eu:cecap
marcos:estamos perto pode me encontrar no terminal as sete
tentei disfarçar pois não estava com a menor vontade de sair de ksa..
marcos:é uma conversa rápida eu prometo
eu:ta bom vou tomar um banho e logo estarei lá
as sete e dez cheguei no terminal meu celular tocou em seguida era o marcos
marcos:vc já esta chegando
eu:ja estou no terminal,estou de regata preta e bermuda jeans,quando olhei para o lado vi aquela bela especie negra vindo em minha direção,deu um lindo sorriso e me disse fabio eu sou o marcos ,na hora minhas pernas banbearam de tão bonito que ele era
marcos:vc conhece algum bar por aqui
eu disse não então ele me disse que queria conversar mais reservado e como moro perto do terminal disse que poderiamos ter essa conversa em ksa já com varias intençõeschegamos em ksa marcos prmaneceu lá por mais de duas horas me fazendo tantas perguntas que me sentia num analista por volta das dez ele me disse que ele se achava bi que era casado e que nunca havia tido contato conm outro homem mas que adorava filmes e revistas gay sem demorar disse que tinha que ir na ksa de uma de suas irmãs pois seus pais estavam na cidade e iriam enbora aquela noite nos despedimos abri a porta e ele foi tomei mas um banho e fui dar uma volta no bairro como sempre faço voltei por volta das onze e meia fiz um lanche coloquei meu pijama coloquei um filme mas logo dormi,por volta das duas da manhã meu interfone tocou não qius atender pois achei que pudesse ser algum visinho querendo controle do portão mas acabou me vencendo pela insistencia.quando atendi era o marcos que havia voltado e me disse se podia entrar para não ser desagradavel abri mas não estava com saco para aguentar mais duas horas de conversa mas para minha surpresa marcos trazia uma garrafa de vinho na mão e estava mais lindo ainda com o seu sorriso apaixonante sem dizer nada me deu um beijo enlouquecedor e ficamos nos amassando uns vinte minutos foi ai que ele me falou que desde o momento que ele me viu eu achou que eu fosse a pessoa certa para matar sua curiosidade e me disse que tinha dado um jeito de sua mulher e sua filha irem viajar com seus pais isso me deixou com receio pois nunca sai com um homem casado mas a vontade de ter aquele belo negro era maior,ele abriu o vinho e alternavamos entre goles de vinho e beijos o chamei para ir ao quarto,e fui ao banheiro quando voltei marcos estava apenas de cueca ja mostrando aquela enorme pica negra não pensei duas vezes tirei a roupa e cai na cama nos beijamos mais um pouco e foi ai que marcos disse que queria aprender td comigo,foi muito gratificante quando lhe dei a primeira chupada que seu pau mal cabia na minha boca deve ter 20/6cm muito grosso mas com muito esforço consegui marcos gemia se contorcia como se estivesse num apice de prazer,depois de alguns minutos ele disse que queria me penetrar,fiquei com muito medo pois não dava pra ninguem a muito tempo e com aquele pau ele ia me rachar no meio msa ele me colocou de quatro,eu disse que havia ky na gaveta atras dele,ele pegou me lubrificou e tentou me penetrar por varias vezes e quando ele tentou pela quarta ou quinta vez com muito ky conseguimos mas foi uma dor infernal,p-edi para que ele parasse para eu me acostumar com aquele volume mas marcos estava sendo tão amavel e me falama coisas tão gastosa de se ouvir que logo a dor foi dando lugar ao tesão transamos entodas as posições possiveis ate o momento em que marcos anunciou que iria gosar pedi que ele tirasse a camisinha e gosasse na minha barriga nunca vi tanta porra na minha vida foram quatro jatos que melaram todo meu rosto até os lençois,me levantei e fui me lavar quando olho para porta marcos etava em pé ja com o pau duro perguntando se poderia dividir o chuveiro comigo,começamos a nos beija e marcos me disse que agora queria provar o outro lado no começo quando tentou me chupar foi uma coisa bem incomoda devido a sua inexperiencia mas com o tempo já estava me chupando com a maestria de um bom profissionalquase me fez gosar então disse que queria ser penetrado se colocou de quatro eu peguei a camisinha que ele havia trazido do quarto coloquei mas antes dei uma bela chupada em seu cuzinho marcos gemia urrava se curvava todo de tanto prazer que estava sentindo,peguei um creme lubrifiquei bem seu cuzinho e comecei a por segurei em sua cintura e coloquei de uma vez marcos chorava gritava gemia ,mas o segurei forte pela cintura e não o dei xei escapar depois de alguns minutos naquela posição beijando aquela maravilhosa costa afim que ele relaxasse comecei leves movimentos de vai e vei durou cerca de cinco minutos logo gosei pois não havia gosado no quarto,terminamos o nosso banho fomos para o quarto troquei os lençois e deitamos mas começou tudo de novo ficamos assim ate as seis no quarto ,na sala, no banheiro e por volta das seis e quinze peguei no sono as nove hrs quando acordei para ir trabalhar marcos ja havia ido embora mas me deixou uma bela mesa de café da manha e um bilhete que dizia "não quis te acordar,vc estava dormindo tão gostoso,mas o importante e que adorei,só não muito de dar.quando estiver afim de relaxar e fazer um sexo legal te ligo viu!!!!!obs:adorei transar com um homem foi um bom professor bjs até mais". confesso que essa noite vai ser lembrada por muito tempo pois foi uma das melhores da minha vida....quem morar na região de piracicaba e quiser entrar em contato ou algo mais me mande um e-mail fabiolucio_2006@hotmail.com

 

A viagem mas excitante que eu tive

  

Oiii meu nome e Max Emanoel tenho 18 anos, moro em macapa...vou relatar ah voces uma situação que me ocorreu em uma viajem que eu fiz.       em minhas ferias resouvi ir ah uma cidade que fica proximo de makpa...chamada “laranjal do jari”, viajei eeu e um rapaz que eu namorava na epoca...ao chegar moa na cidade em uma quinta feira, uns amigos meus me ligam me convidado para ir ah uma boate que fazia puco tempo que tinha inalgurado...convidei meu namorado para ir com migo que aqui vou chamalo de “IGOR”...MAS ELE FALOU QUE NAUM IA POIS IA NA KSA DE UNS SUPOSTOS AVOS DELE... entaum eu disse que tudo bem....     

me arrumnei eh sai me encontrei com um amigo meu viado que c chava Ruilkson...nos entramos bebenmos eh ficamos muito louco...apos ah festa nos fomos para ah praça da cidade....ao chegarmos lah....eu reparo de longe oh meu namorado se chupando com outro...ah eu fiquei arrasado...ai oh ruilkson mne deu uma ideia...que naum era p eu fazer nada pois nos iamos dar oh troco...entaum comesamos ah procurar um rapaz que se chama jonatan,.....ate que oh encontramos....começamos a conversa eh conversa....ate que ele nos convidou para irmos ah sua ksa...eh nos prontamente aceitamos........ao chegarmois lah le pediu para que nos tiracemos ah roupa....eh assim fizemos....(jonata eh uma rapaz de 21 anos moreno clarinho, bem alto eh meio forte dos olhos claros)....

Ele entaum tirou sua roupa quando oh vimos nu...começamos ah rir pois ele tinha uma peça aparentimente pequena...entaum oh jonatan disse-voces taum rido agora mas depois voces vaum ver,,,,entaum ele me pegou me colocou de 4 eh se pois ah chupa meu cuzinho que estava apertadinho,,,eh assim ficou por uns 5 minutos....eh nesse 5 minutos eu me retorcia de prazer.....pois estava muito bom...eh equanto ele me chupava todo, meu amigo chupava seu pau...que do nada começou ah cescer eh engrossa....ah eh quando eu vi aquela massaranduba de quase 20 cm me assustei...depois ele me colocou de ladinho eh falou no meu ouvido “naum te preucupa que eu vou com carinho...”mas na hora que ele colocou eh começou ah me bombear eu cair em extase de prazer que aiaiai...ele me trasava em todAS AS POSIÇOES POSIVEIS ....ate de cabeça pra baixo ele me comeu...me senti um ator porno...ate que ele me poiis de 4 de novo eh começou ah me bater taum forte que logo gozei....eh ele continou por mas de 2 horas...fudendo um sexo taum bommmmmm..eh enquanto ele me fudia oh ruilkson filmava.....foi numa coisa taum louca que eu nunk tinha feitoentaum ates dele gozar nos nos colocamos em um 69.....

Ele chupava me cu eh eeu oh chupava .....ate que eu gozei de novo no seu peito eh ele disse p mim eu vou gozar eh eu disse goza na minha boca seu safadinho....ate que vualar....ele gozou na minha boquinhaeh eu me deitei no seu colo.....ele olhou p mi eh falou----eh assim que se fode..eh me deu um beijo na minha boca....eh disse gostou....eh neu disse ....naum eu naum gostei eu amei........       entaum no outro dia eu peguei oh video eh oh regravei em um CD....EH COLOQUEI NO MEU DVD..... eh chaei oh me namorado.....eh mostrei.....nos brigamos eh eu disse p ele eh assim que se poe uma galhada em alguem que se gosta......

Quem quizer me conhecer basta me add no msn: (maxemanoel17@hotmail.com)

beijossss...

 

Com o dançarino do BUMDAO

Como prometido (no conto, Um Namorado Maduro) vou dizer como foi o fim da minha noite.
Pra quem leu meu outro conto, sabe que tava de olho num dancarino no CarnaBoi, que a festa que comemora o carnaval aqui em Manaus. Mais detalhes leiam o outro conto.

Eu dancei muito nessa noite depois que encontrei minha amiga Ana. Ela sabia todas as coerografias praticamente e eu ia seguindo os passos dela. (Quando tem essas festas é comum que tenha vairos dançarinos para ensinar aqueles que nao sabem). Pois bem, para ficar junto dela eu tive que mudar de ligar, ou seja, atravessar o sambodramo. Assim acabei ficando longe do meu dançarino. Mas nem liguei. Ainda dei uns pegas nuns carinhas por la. Quando ouve um troca de trios e olho para o palco onde ficam os dancarinos, o 'meu' dançarino do bundao tava la. Cara, eu fui a loucura. Ele ficou bem no meu campo de visao e eu nao tirava os olhos da bunda dele. Peguei minha maquina fotografica e pedi para bater uma foto dele. Ele se virou para mim, fez poze e eu bati. Quando ele se destraiu bati uma dele de costa. Uma amiga dele falou, ele se virou me olhou e riu. Eu contiunuei a dançar... Quando acabou o desfile de um dos trios ele desceu do palco, eu de olho o tempo todo nele. Mas ai eu sai de onde estava e fui para perto do bar e me sentei na escada. Fiquei ali por um tempo. Quando ele aparece. Nos olhamos e dei espaço para ele se sentar do meu lado. Sentou e começamos a conversa. Seu nome era Fernando (ficticio), alem de dançarino era estudante de engenharia e tava estagiando... Trocamos numeros de telefone e perguntei se poderiamos ficar mais a vontade. Ele sem nenhum pudor passou a mao no meu pau e ficou massagendo-o, meu pau começou a dar sinal de vida e a ficar duro. Ele disse que no final da festa se eu ainda estivesse com energia. (...)

A festa terminou realmente era umas 5:30h da manha. Eu tava firme e forte e ia trepar com ele. Minhas duas amigas me oferecerram carona mas eu disse que nao tava com pressa de ir embora e que ainda tinha que 'administra' um corpo. Elas riram e foram embora. Como tinha começado o show do ultimo cantor eu resolvi dar uma volta. Nem olhei para Fernando... Nessa minha caminhada ainda fiquei com uns dois garotos. Quando o trio saiu e ele desceu do palco e ficou a minha procura, apareci por tras dele e disse:
- ce ta me procurando?
- pensei que ja tinha ido... Ele riu
- jamais... to querendo voce desde o começo da festa

(...)

Pegamos um taxi e fomos para o primeiro motel que encontramos.
Chegando la, nem dei tempo pra ele. Joguei na cama e pulei em cima do seu corpo. Beijei-o loucamente. Ele tentou sair dizendo que queria jogar pelo menos uma agua no corpo (questao de saude) tirei toda a roupa dele e ele foi tomar banho. Eu tambem tirei a minha e fui logo atras dele. A porta havia ficado aberta. Ele estava de costa pra mim e começei a me masturba. Quanto mais eu olhava pra bunda dele, mas aumentava a velocidade da punheta. O cara tinha um rabao muito lindo e grande, era um branco alto, forte, maior que eu de certa forma. Tive que parar de bater senao eu ia acabar gozando e a minha porra ia ser toda dele. Ele se virou e perguntei se podia tomar banho com ele. Ele permetiu minha entrada no box, me molhei e ele foi direto ao meu pau (18cm e grosso) cara, foi mto louco. Ele chupava direitinho. Engolia tudo, lambuzava todo o meu pau com a sua lingua, lambia e chupava como se fosse um pirulito. Depois de uns minutos quase pronto pra gozar, segurei sua cabeça e começei a foder a sua boca, e ele dava uma apertada com a boca para que ficasse menos o burraco da boca. Gozei e ele bebeu tudo. Levou tudo a sua boca.
Fomos para a cama e eu começei a chupa-lo, era quase do tamanho do meu, so que mais fino. Depois de uns minutos ele anunciou seu gozo e eu bebi tudinho, e olha que nao foi pouco. Meu pau ja estava duro novamente. Encapei o menino, passei lubrificante em seu rego e com calma fui metendo na posição de frango-assado. Assim fiquei por uns bons minutos. Metia e beijava sua boca, seu peito e o masturbava, seu pau ja tava duro de tando que esfregava meu corpo no seu pau. Meti de ladinho, com mais força e viriliade,m depois pedi pra ele ficar de quatro... Quando eu vi aquela bundona toda pra mim, nao resisti e pela primeira vez eu cai de lingua em um cu. Beijava e mordia sua bunda e ainda dava tapas. Meu pau tava mais duro do que nunca esteve. Com todo carinhos e querendo aquele momento eu meti com todo o cuidado e fiquei admirando toda a sua bunda. Nessa eu fiquei por uns 20 minutos. Quando tava no ponto de gozar aumentei a velocidade e de uma vez puxei meu pau, tirei o preservativo e deixei que minha porra melasse toda a sua costa. Ele tambem gozou. Tomamos banhos, trocamos de roupa e fui deixa-lo em casa. Depois voltei para a minha...

Viva o CarnaBoi!!

By: passivodmanaus@hotmaill.com

 

Mulato avantajado

Tinha tido uma semana fodida e resolvi espairecer. Decidi passar o fim-de-semana num parque de campismo, pensando que sempre podia pintar uma gata gostosa. Lá chegado, aluguei um bangalô, instalei-me e vi que no relvado em frente estava montada uma tenda pequena. Achei de devia ser uma garota sozinha, porque não podiam caber 2 naquele pano apertado. Como era meio da manhã e havia muita gente na piscina, pensei que a gata lá pudesse estar. Resolvi sentar-me a ler uma banda desenhada no terraço do bangalô e esperar. Passada uma meia hora, percebi que alguém estava dentro da tenda abrindo o fecho para sair.

O que saiu da tenda me deixou frustrado. Era um mulato alto e vinha se espreguiçando. O cara tinha acabado de acordar e reparei que devia estar com aquela tesão matinal, porque o pau por baixo do calção estava todo para cima e parecia que queria saltar fora. Nunca tinha atracção por homens e desviei o olhar para ele não perceber e continuei lendo. Passado um bocado, voltei a desviar o olhar da leitura e percebi que o mulatão tinha tirado uma cadeira de lona e tinha se sentado virado para mim. Estava com as pernas entreabertas e fiquei espantado porque a erecção ainda não tinha baixado. Aquilo mexeu comigo e de vez em quando dava uma espiada disfarçada p'ro pau do cara que devia ser um monstro. Onde é que ele ía buscar sangue p'ra uma anaconda daquelas? Continuei dando as minhas espiadinhas e o cara parecia não estar notando. Quando menos esperava, o cara se voltou para mim e perguntou: - Será que você podia me deixar tomar banho aí no Bangalô? O pessoal tá saindo da piscina para o almoço e o balneário deve estar cheio. Fiquei meio encabulado mas não tinha porque negar. Disse: - É claro. Pode tomar seu banho aqui sim. O rapaz, que devia ter uns 25 anos, foi à tenda, pegou uma toalha e dirigiu-se para mim. Abri a porta do bangalô, indiquei-lhe o banheiro e disse para ele estar à vontade. Ele foi tomar banho e, por precaução, eu fiquei dentro do bangalô, sentado na saleta e comecei a fumar. Passados uns 10 minutos ele saiu, só coberto com uma toalha na cintura e aí apanhei o maior susto, porque o pau do cara estava todo apontado p'ra frente. Foi quando ele me disse: - Eu reparei que lá fora você estava olhando muitas vezes para mim. Está faltando algo a você? Será que posso retribuir esse favor que você me fez?

Tentando me desculpar disse: - Impossível não olhar p'ra você. Será que essa coisa não baixa nunca? _ Porque você não experimenta fazê-la baixar? Será que consegue? O convite não podia ser mais directo. Estava com dúvidas sobre que rumo tomar, quando ele deixou cair a toalha. Minha nossa, nem em filmes eu tinha visto uma coisa assim. Era um pau rosado, com as veias salientes, muito grande e grosso, muito grosso. Aí não tinha mais como negar. Eu queria aquele mulato. Ajoelhei-me e fui andando de gatas, lentamente para ele, sem tirar os olhos daquele monumento. Nunca tinha tido nada com um homem, mas naquele momento já tinha decidido que aquele caralho ia ser todo meu. Quando cheguei a ele tirei primeiro a língua de fora e comecei a lamber-lhe a cabeçorra. Passava a língua em círculos e fui tirando aquela gosma inicial que ia saindo do mangalho. Estava adorando. Depois comecei a percorrer a língua por todo aquele comprimento. Ia até às bolas e voltava p'ra cabeça. Umas vezes por cima, outras por baixo e até pelos lados. Eram viagens longas.

O cacete parece que tinha vida. Pulsava. Resolvi então começar a chupar. Abri bem a boca e comecei a enfiar a jeba pela boca dentro. Ao princípio pouco mais que a tola. Mamava um bocado e tirava-a da boca para respirar. Voltava a mamar e de cada vez ia engolindo mais um bocado. Já metia mais de metade do caralho na boca. Estava alucinado. O mulato estava quieto desde o início. De vez em quando só dizia: - Mama gostoso. Mama tudo, não deixa nada de fora. Eu bem que tentava, mas era muita carne. Fui engolindo o mais que podia mas não entrava todo. De repente o cara começou a movimentar os quadris, devagar para eu poder ir controlando. Quando queria que ele parasse, apertava-lhe o que faltava de pau com as mãos. Depois comecei a sugá-lo. Dava 3 ou 4 mamadas e sugava. Foi quando o cara disse: - Assim não vou aguentar. Você quer leitinho na boca? - Se você garantir que depois ainda tem tesão para me comer, quero. Quero dose completa. - Tenho tesão p'ra te comer o dia todo. Então mama que a primeira leitada vai ser na boquinha. Mama cachorro. E eu mamei. Como mamei. Quando ele começou a se torcer, deixei o pau sair e fiquei de boca aberta. Queria ver aquela esporrada. Queria leite na boca, nos lábios, na cara .... E a esporrada chegou. O 1º jacto entrou-me todo na boca. Quando fechei a boca para engolir, o 2º jacto lambuzou-me a cara toda. Que delícia. Mas a cobra não parava. Voltei a meter o pau na boca e arranquei-lhe do caralho o resto do leite. Mamava enquanto ele se vinha. Quando vi que tinha parado deixei o monstro sair. Tinha a boca cheia, mas desta vez não engoli. Olhei para ele e, com cara de safado, deixei escorrer o leite pelo queixo abaixo. Passei-lhe o queixo pelo pau e voltei a lamber a esporra que ficou agarrada. Fiz isso umas poucas de vezes até que a jeba deixou de estar assanhada. Então perguntei? - E aí. Baixei a cobra ou não? Ele riu e disse: _ Baixou, mas não por muito tempo. Levanta que você merece um trato especial. Deite-se de costas aí na mesa. Deitei-me como ele mandou, com o rabo na beira da mesa, pensando que ele me ia comer logo de seguida. O mulato tirou-me os calções e as cuecas e agarrou no meu pau que estava em pedra.

Não estava entendendo nada. Será que um garanhão daqueles gostava de variar? Gostava. Foi o melhor broche que me fizeram na vida. Ele lambia, chupava, mamava, de vez em quando deixava a língua correr até ao buraquinho do cu, dava uma rodinha no buraco e depois enfiava a língua até onde podia. Quando eu disse que assim ia acabar por gozar ele me mandou segurar. Disse: - Agora vem o melhor. Levantou-se e foi ao banheiro. Foi aí que vi que ele já estava outra vez em ponto de bala. Voltou com o pau untado de sabonete. - Assim vai custar menos. Tem a certeza que quer enfrentar este inferno? - Quero. Me fode logo e deixa de paleio. Ele me agarrou no cacete e começou a punhetá-lo. Foi encostando em mim e começou a pincelar-me o cu com o cacete cheio de sabonete. - Anda logo. Mete-me essa anaconda até aos colhões. Acaba com o meu cu. Comigo na posição de frango assado, ele começou a forçar a entrada. Estava difícil. - Força essa merda, porra. Enraba logo esse cu, ou você agora virou boiola, disse eu para o desafiar. O mulatão deu uma estocada e meu cuzinho virgem engoliu, duma vez só, metade do cacete. Dei um berro que se deve ter ouvido no campismo todo. A dor era terrível. Parece que tinha sido rasgado. Ele ficou parado uns momentos. Eu tinha lágrimas nos olhos. - Aguenta, veado. Não disse que queria? Agora vai ver o que é sofrer. E começou a bombar. A princípio devagar. Muito devagar. Eu sentia o cu todo preenchido. Ele voltou a punhetar-me e foi aumentando o ritmo. Cada vez mais depressa e cada vez mais fundo. A dor foi passando e o prazer começou a vir. Com a punheta que ele me fazia eu estava tendo a melhor foda da minha vida. O ritmo agora era alucinante. Quando senti os colhões do mulato a encostarem no meu cu, não aguentei mais e vim-me todo por cima da barriga. Nunca me tinha vindo com um pau atolado no rabo. Duplica o prazer.

- Agora quero-te comer de quatro, disse ele. Tirou o caralho, baixou-se e abocanhou o meu pau sujo de langonha. Deixou-o limpinho e, quando nos levantámos os dois, tascou-me um beijo de língua. Cada um de nós provou o sabor da esporra que o outro tinha na boca. A própria esporra. - Queres que me venha dentro ou fora, perguntou ele. - Quero dentro e fora. Não disseste que me fodias o dia todo? - Então, logo à noite chega um amigo meu, será que podíamos estender isto a todo o fim-de-semana? - O teu amigo também é avantajado? Ter um cacete na boca e outro no cu, passou a ser o meu sonho. - Vira-te. Já é conversa a mais. Quero rebentar esse cu. Não vai sobrar nada p'ró meu amigo. Em vez de me virar logo, baixei-me e voltei a mamar alucinadamente. Quando me pus de gatas ele enfiou-me logo o caralho até ao talo. Mas agora já estava acostumado. Foi só prazer. Sentir a Jeba a entrar, centímetro a centímetro, até os colhões encostarem aos meus, punha-me louco: - Fode, caralho. Rebenta-me. Enche-me o cu de leite. Esporra-te todo dentro de mim. Ele aumentava o ritmo. Meu cu estava invadido. Cheio. Feliz. Comecei a sentir a jeba ficar mais rija. E senti os jactos. Parecia que estava a levar um clister.

Esteve tempos intermináveis a vir-se dentro de mim. Quando tirou o caralho, voltei-me rapidamente a abocanhei-o. Queria sentir outra vez o gostinho do leite dele.

cowboyinsolente@aeiou.pt

 

Garçom gostoso e safado

Olá meu nome é Lucas, tenho 21 anos, sempre leio os contos daqui e quando me interesso adiciono as pessoas no MSN pra ver se rolar alguma coisa.
Vou contar aqui o que aconteceu comigo dia desses. Moro numa cidadezinha do interior e faço a faculdade a noite. Diariamente frequento um bar que há perto da faculdade, e um dos maiores motivos que me leva até o bar é um garçom que trabalha lá. Ele chamasse Caio, moreno, olhos e cabelos escuros, aproximadamente 1.70 m e uns 75 kg, aproximadamente 23 anos, gostoso pra caralho, tatuado e do tipo safado. Sempre que vou ao bar não consigo tirar os olhos dele, mesmo eu não sendo afeminado e bastante discreto, o Caio já havia percebido as olhadas que eu dava nele e em sua mala.

Em uma sexta à noite fomos com a galera para o tal bar, bebemos algumas cervejas e caipiras, certa hora resolvi ir ao banheiro, até ai tudo beleza. Quando entro no banheiro (coletivo), não havia ninguém, então tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, de repente percebo que entra alguém no banheiro, era o Caio, então ele se posiciona pra mijar também, ao meu lado, e fala: E ae viadinho, é disso aqui que você gosta né ( pegando no seu pau)? Na hora dei aquela olhada para o seu pau, que maravilha, estava mole e devia ter uns 15 cm, mesmo mole. Então respondi: Eu que sou o viado né, não pode ver um macho indo pro banheiro que vai correndo atrás. Ele não respondeu nada. Terminei de mijar, ainda estávamos sozinhos no banheiro, quando estava lavando minha mão ele fala: Mora aqui perto? Respondi que sim, ele pergunto, sozinho? Sim. Foi nessa hora que ele me perguntou se estava afim dele, na hora fiquei meio sem reação, então ele falou, passa o número do teu celular que te ligo quando estiver indo pra casa, dei meu número e ele me passou o dele. Voltei para a mesa e fiquei imaginando o que poderia acontecer depois. Já eram umas 23:30 quando todo mundo foi embora e eu também, cheguei em casa e fiquei esperando o celular tocar, passado uma meia hora ele me liga e pergunta: Ainda esta afim de levar uma rola no rabo?? Dei uma risada e lhe passei o endereço da minha casa, em poucos minutos ele chegou, e pediu se poderia colocar o carro na garagem, mesmo morando sozinho não quis levar ele pra minha casa, falei que em casa não dava, então fomos para um motel que eu já conhecia, perto da minha casa. No caminho todo ficamos praticamente calados, chegamos no motel, ele meio sem jeito ainda, e eu nem acreditando que aquilo estava acontecendo. Ele tirou a camiseta e deitou na cama, então pegando no seu pau, falou pra mim se eu não queria mamar, nem respondi, apenas arranquei minha camisa e fui. Comecei beijando por cima da calça mesmo, logo tirei sua calça e sua cueca e a minha também, que corpo, super definido, poucos pelos. Continuei o boquete por mais uns 5 minutos e ele forçando minha cabeça com suas mãos e gemendo já de tesão.

Mandou eu ficar na posição de frango assado que iria comer meu rabo, então olha na carteira e diz que não tinha nenhuma camisinha e por coincidência eu também estava sem nenhuma, na hora fiquei meio com medo, pois sem não rola. Mas ele me disse que por ele não haveria problemas e que ele sempre se cuidava... Molhou bem a cabeça do seu pau e o meu cuzinho com seu dedo e colocou tudo aquela piroca no meu rabo, senti muita tesão, então ele começou um vai e vem, meu rabo estava quente e eu prendia seu pau com meu cu, ficamos um tempo naquela sensação gostosa, quando ele avisa que ia gozar, começou a meter mais rápido e logo gozou, nossa que delicia aquele leite quente no meu rabo. Tirou seu pau do meu cu e deitou na cama novamente, estava todo suado, então comecei a lamber seu corpo, quando ele pediu que eu o chupasse novamente, desci até seu pau, que estava todo melado e com um cheiro que me deixava com mais tesão. Comecei chupar seu pau novamente e a bater uma punheta pra mim ao mesmo tempo, logo ele disse que iria gozar então fui mais devagar, pois queria gozar junto, pouco tempo depois gozamos os dois juntos e eu mamei todo o seu leite. Ficamos ali deitados mais um tempo, então tomamos banho, e fomos pra casa. Chegando na minha casa ele pediu para dormir lá, não consegui dizer que não. Como moro em um apartamento pequeno, tenho apenas uma cama (de casal), entramos e falei pra ele que teria que dormir comigo, disse que não teria problemas, tiramos a roupa e nos deitamos, que noite maravilhosa, ter aquele macho ao meu lado. No outro dia ele foi embora logo cedo, e eu continuo frequentando o bar, porém não rolou mais nada.

Se você gostou e estiver afim de uma foda gostosa meu e-mail é llucas_23@hotmail.com

No banheiro da escola

Eu tenho 18 anos, mim chamo Lucas, estudo o terceiro ano do ensino médio tenho um corpo, vamos dizer, Malhadinho, 1,65 Alt., cabelo Loiro, sempre gostei de freqüentar a escola, pois acho ser fonte dos nossos conhecimentos, era uma dia de Quinta-Feira os professores quase todos tinham compromissos durante o dia, e não poderia aparecer na escola, sabe aquele dia que não tem quase ninguém na escola, então, decidir ir ao banheiro mijar, estava vestido em uma calça, blusa do uniforme e Sapato, No banheiro tem somente 2 vagas , uma era pra deficiente , E a outra era normal pra todos, decidir então ir no de deficiente já que o outro estava ocupado, quando eu ia entrando, saiu um moleque, Felipe, o mais gostoso da escola, malhado ,1,70 ,Cabelo moicano, estava com calças justa ao corpo, dava pra se ver o volume dele.

Eu perguntei assim pra ele: -Vai usar o banheiro ainda? , Ele sorrindo disse: - Não, pode ficar à-vontade! Eu entrei no banheiro e urinei ao sair do banheiro vi que ele estava a eu olhar de longe, dei uma breve olhadinha, Ele com a mão no pau, deu uma piscadinha.

Nossa eu delirei de tesão, entrei pra sala de aula e terminei minha atividade, Logo em seguida a professora liberou agente .No outro dia eu com intenção de ver aquele homem novamente, Fui ao banheiro ele estava no final do corredor quando mim viu, eu entrei e fiquei esperando, cara quando ele entro não mim segurei,Encostei ele na parede e beijei-o esfregando meu corpo sobre o dele,pegando no pau dele que já estava uma vara, deveria ter 17 Cm,devagar eu fui abrindo o Zíper da calça dele, uma calça justa mais de outra cor, uma cor verde, Abracei ele poupado a bunda dele, decidimos entrar pro banheiro, caso ficasse ali alguém visse, entramos na vaga de deficiente pois tinha mais espaço, tranquei a porta logo em seguida desabotoei o botão da calça dele tirando o pau dele pra fora, e fazendo um belo Boquete.

Ficamos uns 20 minutos no boquete, depois ele mim puxou e tirou minha calça pegando fortemente em minha bunda, por eu ser novo é empinadinha, E mim levantou Abrindo minha bunda , colocou um pouco de saliva no dedo e colocou na portinha do meu cuzinho, E amaciou espalhando a saliva, sentando no vaso sanitário ele pediu pra mim sentar no pau dele, eu como estava louco pra ver aquele pau entrando dentro do meu cuzinho sentei, Nossa escorreguei naquele pau , estava com muita dor mais conseguir botar aquele pau pra dentro, E sentir os pêlos encostando em minha bunda, encostando os ovos dele em minha bunda, eu delirava de prazer, ele fazendo vai e volta, Depois ele pediu pra mim ficar de quatro, mais o piso estava sujo de urina, Ai então fiquei de quatro encima do vazo sanitário, ele encostou aquele pau delicioso na portinha do meu cú e começou a bomba forte muito forte eu gemia de prazer e dor, Nossa aquele dia pra mim foi uns dos melhores que eu já tive em minha vida pois o Felipe mim comeu dentro do banheiro da Escola, continuamos nos encontrando, mais com pouca freqüência!
Bom esse foi meu conto isso aconteceu mesmo na minha escola, Querem mim adicionar no MSN?

Pega aí: lucasdanoite2010@hotmail.com

 

Um Namorado Maduro

Já relatei varios momentos da minha vida sexual aqui. Mas esse tem um gosto um tanto especial.
Havia quase quatro meses, que eu estava solteiro e praticamente virgem novamente. Todo ano aqui em Manaus tem uma festa chamada 'CaranaBoi' (é o Boi-Bumbá no periodo do Carnaval, duas noites de festa, onde so toca toadas dos bois garantido e CAPRICHOSO). Nessa noite eu fui sozinho, mas fiquei de me encontra com minha amiga Ana, que estaria com o seu marido. Porém, eu nao a achei e fiquei por um bom tempo só. Dancei penks. Até que quando fui da uma volta (pelo Sambodramo de Manaus) parei num bar e de longe vi minha outra amiga Dani. Fui ao seu encontro falei com ela e sua namorada e perguntei se ela podia me emprestar o seu celular, pois o meu havia descarregado. Ela prontamente me deu. Liguei para Ana, mas ela nao atendeu. Resolvi ficar por la e dancei com ela. Eis que a namorada da Dani chega com um cara que eu nem dei thum pra ele. Tava louco pelo dancarino do bundao. Eles se sentaram e a namorada da minha amiga o apresentou. Seu nome era, Julio. So quando ele estendeu a mao para mim, que eu realmente dei uma olhada pelo 'produto' que era ele. Um homem por 43 anos, corpo atletico e cabelo meramente grizalho. Fiquei louco. Seu sorriso me prendeu loucamente e seu olhar penetrante (olhos verde) me prendeu ainda mais quando se encontrou com os meus.
Começamos a conversa... Quer dizer, ele com a namo da minha amiga e eu prestando atenção na conversa deles. Ele era do Rio, mas sua mae era de Manaus e sempre que podia passava as ferias na cidade. O que tava acontecendo. E estava terminando seu doutorado e pretendia dar aula na cidade. Meus desejos por ele se perdeu, quando eu me encontrei com o marido de ana pelo acaso. E eu fui pra la com eles. Me despedi de todos e ele se levantou e se despediu so com um aperto de mao.

Ainda nesse dia eu fiquei com o dance do bundão... Conto depois...

Voltando.

Na semana seguinte, na segunda-feira, recebi um ligação dele. Disse que minha amiga Dani havia dado o meu numero para ele. E que ele estava na frente da minha casa e que levaria para a faculdade naquele dia. Eu nem exitei, aceitei na hora. Quando sai de casa, ele estava encostado de frente para a porta do motorista, me recebeu com um sorriso enorme e lindo. Entramos no carro e fomos para a faculdade. Conversamos sobre tudo, menos sobre sexo. Quando tentava colocar o assunto como pauta ele mudava de assunto... E assim se passou os dias. Em vez de ter que esperar na parada meu onibus, tinha um motorista particular que ñ queria nada comigo. E nessa passou um mes. Tava louco pra perguntar qual era a dele, mas eu nao conseguia.

Tem uma festa gay aqui na cidade chamada, A Noite do Tudo Pode. Eu fui. Lá eu conversei com um carrinha, mas nao foi a msm coisa como era com o Julio. So conversamos e nessa noite eu nao fiquei com ninguem. Estava decidido a botar pra cima do Julio. Na segunda ele me mandou um sms dizendo que nao poderia me levar. Perguntei, pq? Mas nao me veio uma resposta. As semanas se passaram.
Quando estava passeando no shopping, ele apareceu e ficou do meu lado. Nao sabia oq falar. Ele nao me ligou mais, nao me mandou mensagem, nao respondia as minhas... Depois de muito silencio resolvi perguntar, oq havia acontecido com ele que havia sumido. Ele meio sem graça disse que havia me visto na festa do Tudo Pode e resolveu sair fora. Pois eu nao gostaria de ter nada com ele. Incredolo perguntei, como assim? Se voce me fizer a pergunta que quer tera a resposta que quer. Essa foi a deixa. Ele me pediu em namoro e respondi dando um selinho nele e sai andando. Ele ficou sem reação. Estava vermelho. Partimos de la para o primeiro motel que encontramos.
Ao chegar la, parti para cima dele e ja fui o beijando e tentando tirar a sua calça. O derrubei na cama e ele terminou de tirar a calça, enquanto eu tirava minha camisa. Puxei sua cueca e pude ver todo aquele instrumento (nunca medi, mas era do entorno de 18-23cm e muito grosso). Cai de boca. Chupei loucamente. Ele delirava de prazer. Eu engolia tudo, nao sei como consegui, mas eu consegui. Beijava, batia com ela na minha cara e boca e o punhetava. Ele disse que ia gozar e disse para ele gozar. Veio tudo na minha cara e enquanto ele gozava eu continuava chupando-o. Foi otimo. Depois ficamos completamente nus. Fiquei de quatro pra ele e ele começou a lamber, chupar e enfiar a lingua no meu rego. Pegou meu pau virou pra traz e me chupo. Naquela posição, eu gozei muito na sua boca. Depois ele foi pegar camizinha na sua carteira. Fiquei de ladinho para ele. Ele veio por traz, me abraçando e aos poucos foi enfiando. CARALHO!! Gritei. Era muito grande e grosso. Pelo menos pra mim que ja tava tanto tempo sem dar. Ficamos assim por um tempinho. Depois fui para cima dele, meti seu pau dentro do meu cu e comecei a pular loucamente. Ele se sentou e me abraçou e chupava o meu peito... Fiquei de quatro e ele sem pena, nem dó meteu de uma vez. Doeu ainda mais. Eu gritava e ele me chamava de puta, vagabundo, sabado, meu viadinho gostoso... Foi quando ele anunciou o gozo... Acho que pelo excesso de velocidade que ele fez a camisinha rasgou e senti todo o seu gozo invadir meu cu... Parecia que tinha mais do que a primeira gozada. Eu fiquei louco, nem pre preocupei.

Depois desse dia namoramos por cerca de seis meses. Depois ele teve que voltar para o Rio, pois o seu pai estava mto doente e por la ficou. Ele pediu que eu fosse mora com ele, mas eu havia começado a trabalhar e ele compreendeu... As vezes ele volta...

Mas depois eu conto essas suas voltas... Assim como o dancarino do bundão.

passivodmanaus@hotmail.com

 

O fim do meu namoro

Bem eu ja relatei por aqui como sou... é so procurar o conto A Tres E Melhor.
Vamos la... Esse acontecimento rolou a uns dois anos atras. Ja namorava a quase 6 meses com o Eduardo. Ele era realmente linda. Nos conhecemos na academia. Mas vou deixar bem claro que nunca pratiquei. Fui so acompanhar uma amiga. Passeando por la eu o conheci. Me chamou para a lanchonete e começamos a conversa... Conversa vai conversa vem... Ele me chamou para a sua casa e logicamente eu fui... (Não irei entrar em detalhes) Desde entao começamos a nomorar as escondidas.
[...]
Um mes de estarmos juntos, eu começei a trabalhar em uma empresa como menor aprendiz (auxiliar administrativo). Meses se foram e ja era o mes do meu aniversario. Sempre tive o bom relacionamento com os meus companheiros de trabalho, mas nao foi por isso que sai. O Eduardo nunca gostou muito de eu tralhar la. Principalmente das historias que eu contava para ele, de lá. Um dia antes do meu aniversario, eu recebi uma festa surpresa no trabalho. Deveria passar a noite com o Edu, mas nao rolou. Fui pego de surpresa com presentes e um bolo lindo. Curti muito a festa. Quando peguei no meu celular havia diversas chamadas perdidas do celular do Edu. Nesse dia o meu chefe me foi deixar em casa. Ele eh o sonho. Qualquer pessoa de bom gosto gostaria que ele fosse seu chefe.
Nesse dia ele usava um terno preto, com listas brancas finas. Uau!! Ate hoje vou a loucura quando vejo um homem vestido assim. Ele era e realmente eh lindo. Devia ter uns 1,80m, corpo malhado e forte. Suas roupas eram perfeitas em seu corpo. Destacava muito bem os seus muscolos. Um moreno claro, de cabelos negros, pele linda e o que matava todos. Um par de olhos castanho claro, quase verdes. Deixou-me em casa. Nos despedimos e tronto. Ah! o meu chefe se chamava Paulo.
No dia seguinte foi festa em casa... So deu para me encontra com o Edu a noite. Fui para a casa dele. Chegando la a primeira coisa que ele notou foi a minha calça. Ela destacava perfeitamente as minhas pernas. O que nao era de se jogar fora, principalmente o belo quadril que eu tenho. Todos ficaram me olhando. Nao consegui mais comer bolo e expliquei o motivo. Quando fomos para o quarto ele perguntou o porque de eu ter comprado aquela calça e disse que o meu chefe havia me dado... Edu nao gostou nenhum pouco. Ele disse que o meu chefe estava afim de me comer. Eu ri e dei um beijo nele.

Uma semana se passou...

Nesse dia eu trabalhei ate tarde. Iria tirar ferias e nao queria acumular trabalho quando voltasse. Nesse dia, quando me arrumava para ir embora, vi que a luz da sala do meu chefe ainda estava acesa. Fui para apagar. Quando apaguei tomei um susto quando o meu chefe disse: - Eu ainda estou aqui. Mas o que voce faz aqui? Demorei para responder. Estava em estado de choque com aquela visao. Ele estava deitado no sofa, com uma perna no chao. Aquela posição destacou o volume de sua calça. Quando ele se sentou é que voltei a mim e respondi que estava adiantando o trabalho. Dei tchau. Quando estava para ir embora ele deu um pulo do sofa e me segurou por traz. Entao pude sentir o seu penis. Ele estava meio duro, mas o volume era maravilhoso. Ele disse que nao dava mais e que estava pensando em mim. Virou-me e me beijou. Foi maravilhoso. O joguei no sofa, tirei a minha camisa e pulei em cima dele. E começamos. Ele me beijava de uma forma apaixonante e eu retribuia... Depois tirei a sua calça. Deparei-me com uma cueca box branca. Ela destacava muito bem a prefeição daquele instrumento. Botei para fora e começei a mama-lo. Ele ia a loucura. E eu amava tudo aquilo. Chupei com muito gosto, ate que ele me disse que ia gozar. Aumentei a velocidade do vai e vem e eis que sinto todo o seu jato em minha boca. Nao consegui ficar com a boca la. Alem dele ter gozado muito, seu instrumento alem de ser grosso media 21cm... Ficamos de pe, ele tirou toda a minha roupa e depois a sua. Colocou-me no sofa e começou a me mamar. Eu fui ao delirio. Depois de alguns minutos anunciei que ia gozar. Gozei. Ele engoliu tudo. Depois disso nos beijamos. Seu corpo estava por cima do meu e eis que começo a sentir a cabeça de sua pica no meu burraquinho. Ajeitei-me e ele meteu. Ai! Eu gritei. Entra metidas e saidas ficamos assim. Ele comeu de frango assado. Depois mudamos de posiçao. Começei a golotar no seu pal enquanto ele empurrava ao mesmo tempo... Ficamos assim por uns momentos. Depois ficamos de ladinho. E assim se foi... Gosei e muito no meu corpo. Ele passou espalhou o esperna com a mao e depois chupou os dedos... Ele nao disse nada. Cada vez mais ele enterrava com mais força. Depois ele simplesmente puchou de dentro de mim e gosou por todo o meu corpo. Gotas ate chegaram ao meu rosto...

Uma semana se passou...

Quis pedir demissao mas ele nao aceitou. Prometemos nao contar a ninguem e principalmente deixar que acontecesse de novo (o que nao aconteceu). Nao aguentava mais.
Chamei o Edu para uma conversa e contei tudo o que havia rolado. Ele nao acreditou. So nao me chamou de santo. Quis me dar uma tapa, mas teve coragem. Terminamos e Nunca mais nos falamos...

passivodmanaus@hotmail.com

 

Aconteceu num final de semana prolongado

Ola, o que vou relatar agora aconteceu comigo em um final de semana prolongado, em que fui para um porto próximo de onde moro, mas primeiro deixe me descrever, sou moreno claro tenho 1,74 em media de altura 76 kilos, olhos e cabelos castanhos tenho 38 anos mas minha aparência de menos idade , tenho namorada e com isso não sou afeminado ao contrário sou bem discreto.

Bem tudo começou no meu antigo trabalho, aonde trabalhava-mos em equipes e como toda equipe não seria diferente a minha não ter um chefe de setor, vou chama-lo de Fabio, um senhor de 43 anos de idade casado pai de tres meninas e muito bem conservado, formamos uma equipe muito entrosada sempre estamos tomando umas no final da tarde, só que durante um tempo via que o senhor Fabio me olhava muito e sempre estava a falar comigo de sua relação com a esposa que não fazia sexo anal com ele por ele ter uma rola grande e ela tinha medo eu sempre desconversava afinal meu chefe de setor e claro para não dar o que falr na firma, mas sempre que nos conversava-mos la estava ele se queixando e sempre acabava a conversa em sexo, nunca disse minha preferência bi, e tambem nunca havia-mos tocado no assunto de sexo entre homens, até que um dia ele me chamou em sua sala, ja era fim de tarde e me mostrou um video gay que ele estava vendo e disse que confiava em mim por isso iria me confidenciar que tinha uma tara muito grande de comer um cuzinho masculino, eu me fazendo de rogado perguntei por que ele estava me mostrando aquele video e pude perceber quando ele se levantou o volume em suas calças, e assim ele me disse que no final de semana iria para o porto com a desculpa de pescar mas que queria ir era festar e estava me convidando ja que eramos tão amigos e claro não iria somente nós dois seria-mos eu ele e mais dois amigos que por ventura ja tiha conhecido, em um destes fins de tarde nos barzinhos, bem eu não gosto de pescar logo disse mas como iria sem pagar nada e poderia aporveitar e quem sabe até tomar corajem e me revelar para aquele homem disse que tudo bem, mas que teria que arrumar uma boa desculpa para dar a minha namorada, pois ele ja tinha pensado em tudo.

Me ligou na sexta-feira e pediu se eu nao pderia viajar a trabalho juntamente com ele e foi bem na hora em que eu estava com minha namorada, assim não ficou nenhuma suspeita de que iria ser para outro fim. Tudo arrumado, la fomos nós em sua caminhonete. Durante a viajem não bebemos nada por respeit e cuidado com a estrada mas la chegando fomos logo tratando de arrumar as coisas na casa, uma casa de quatro quartos que ja estav limpa, depois de tudo ajeitado ja eram umas seis e meia snetamos todos na varando com a churrasqueira acesa e tomamos umas cervejas ja que estava calor demais, la tem uma pequena piscina, que estav limpa esperando a todos nós, logo que tomamos umas cervejas e ja estavamos descontridos começaram os papos o senhor Fabio logo começou a reclamar da sua situação e que foi seguida pelos seus amigos, todos reclamando do mesmo problema e me perguntavam se eu fazia sexo anal com minha namorda eu disse que sim ja que não tenho um dote tão descumunal e caimos todos na risada, ja tarde depois de uns pulos na piscina os amigos do senho Fabio foram descansar e eu e ele ficamos ali fora por mais um tempo, eu confesso que desde do dia em que vi seu volume estava cuiroso para ver o tamanho e bolei um plano, perguntei a ele se ele j tinha conversado com sua esposa sobre cremes lubrificantes, gel pomadas, ele deu uma risada safada e disse olha sei que não tem nada a ver mas vou te mostrar o por que ela não dá, e me mostrou seu cacete, um belo cacete eu tive que me conter mas depois tive a certesa de que ele ntou minha olhada, miha boaca se encheu d’gua, um pau de 22cm e grosso com uma cabeça de porte maior do que seu restante meio mole meio duro deu umas mexidas e disse para mim ta vendo o por que, eu nada disse estava anestesiado com a visão que tinha na minha frente, me controlei e falei é..... não da mesmo, ri e falei que iria dormir ou pelo menos tentar dormir, entrei tomei uma ducha e quando sai do banho ele entrou so de toalha para tomar uma ducha também, disse boa noite e fui me deitar mas a visão que eu tivera a pouco não me sai da cabeça, em atormentava eu me iamginava com aquele pau na boca sugando cada cm, eu estava de pau duro e como só durmo de cueca meu corpo que é até de certo modo bonito ficava bem a mostra minha bunda, me liguei que não tinha levado o repelente então fui ao quarto do senhor Fabio pedir o dele emprestado até o outro dia, bati na porta sem muito barulho pois sabia que ele estava acordado el abriu eu pedi o emprestimo então ele me disse para entrar que iria na mala pegar eu fique ali so de cueca esperando e olhando auilo tudo na minha frente, ele mais uma vez notou minha exitação e até brincou dizendo que eu estava necessitado fiquei sem saber o que fazer e me disse mais ainda que eu tinha uma bela bunda disfarcei levei na brincadeira e fui pra o meu quarto, quando entrei e tranquei a porta ouvi logo em seguida umas batidinhas na porta pensei em não abrir mas o meu tesão estava me empurrando para aquilo e eu sabia que era o senhor Fabio sua brincadeira não teria sido a toa, tinha, algo diferente em seu olhar, abri a porta e la estava ele nú com uma rola dura feito pedra na mão, não disse uma unica palavra somente olhei a ele e como se dizendo sim posicionei minhas mãos naquele cacete, quando segurei ele me disse baixinho, Sabia que você gostava, notava que você ficava difrente quando falava das minhas necessidades e que por isso estavamos ali.

Eu disse mas e os seus amigos? Ele me respondeu, meus amigos estão afim também e que ele os tinha convidado por que tinha certesa de que eu seria a pessoa certa, falando com afirmação nas palavaras puxei ele ao meu encontro e ele me beijou afavelmente, que beijo gostoso um corpão bem conservado braços fortes me envolviam suas mãos percorriam cada parte do meu corpo e embora o calor que fazia eu me arrepiava todo estava me sentindo propriedade daquele homem , mas no entanto temia pelos outros odis amigos que pudessem estar ouvindo o que ele tratou de me acalmar dizendo que eles nao poderia ouvir nada estavam em quartos mas distantes do meu, e sempre me beijando e eu sempre seguando seu cacete como se fosse um brinquedo ganho de natal, logo me posicionei de joelhos e comecei a chupá-lo bem devagar aumentando o ritimo sempre mais sempre mais me deleiciei porum bom tempo com o cacete em minha boca suguei cada gotinha do liquido que saia da sua rola masnão consegui colocar toda a cabeça dentor da minha boca, qundo vi que ele suspirava feito um animal enlouquecido deitamos na cama aonde ele me beijou todo, me apertou me mordiscou e dizia que eu seria dele e que ele faria tudo com carinho, mostrou para mim o gel que ele touxe e foi em lubrificando primeiro com um dedo, depois dois, três e ficou assim me alargando, até que resolveu me penetrar, não foi facil no começo embora o gel lubrificante estivesse passado não entrava doia muito mas eu queria, ja tinha levado vara grossa mas não igual aquela que uns instantes atras estava na minha boca mas que só descobri depois o quanto era grande quando estava tentando enfial dentro de mim, deitei ele de costas na cama e me ajeitei em cima fui lentamente sentando deslizando meu cu naquela tora até que a cbeça passou doeu pensei entirar mas a dor seria insuportavel entao fiquei ali um tempo ate me acostumar logo a dor deu lugar ao prazer, prazer de estar ali com aquele homem e realizando seu desejo, ele não parava de me acariciar dizendo sempre que eu seria dele, e quando eu senti sua roal ao maximo dentro de mim comecei um sobe e desce que o levou a loucura ficamos assi por um tempo e depois trocamos aposição fiquei de quatro para receber a minha rola linda no cu, desta vez entrou com mais facilidade eu cada vez que sentia que ele retirava a sua vara de dentro de mim podia sentir o meu cu arregaçado um burado que ficava vazio, sentia um pouco de sangue também escorrendo mas não queria parar, quando vi que ele iria gozar por que foi aumentando suas estocadas que eram cadenciadas para não me machuar, pedi que ele gozasse dentro de mim, que eu confiava nele e ele disse que eu poderia sim ter essa confiança foram jatos e mais jatos saindo daquela pica dentro de mim ficamos um tempo deitado e ele dentro de mim, quando ele saiu de dentro de mim olhou para mim e disse que estava apaixonado, e que não saberia se me dividiria com seus dois amigos, o que eu fiquei com medo e confuso, pensando sera que eles ouviram, viram algo ou ja tinham algo combinado, nos beijamos e ele se foi para o quarto, eu fiquei ali com o cu arrombado e me sentindo especial, me levantei após um tempo fui ao banheiro e me lavei, voltei ao quarto e dormi, de manhã quando acordei o café estava pronto etoso estava me esperando pra juntos tomá-lo, sentei-me a mesa junto e com um misto de orgulho, vergonha e cofusão afinal de contas não sabia se tinha sido sigilo o que acontecera na noite anterior, então o senhor Fabio tratou de quebrar o gelo, e disse .... meus amgos eu tive uma noite maravlhosa em uma bela compania do nosso amigo que beija muito bem, chupa muito bem e faz amor gostoso como niguem, quase morri de vergonha os outros dois amigos me aplaudriam e disseram que ja estavam prontos para serem meus, e se levantaram e mostraram suas rolas de tamho um tanto menor mas de grossura esplendidas, bem ja que eles ja sabiam por que soube depois que eles assistiram a tudo na noite anterior não me fiz de bobo não tomei café, fui direto para a sobremesa, foi ali qe meu fim de semana havia começado eu estava no meio de três machos picudos com tesão a flor da pele, disputando minha boca com suas picas babando de tesão, eu me deliciei novamente fomos todos para a sala e posicionei no sofá para poder chupar cada uma das três rolas maravilhosas e enquanto chupava uma a uma ouvia elogios dos meus três donos, levava dedada no cu, como se recebendo um aviso, para me preparar o que nao demorou muito a acontecer logo so senho Fabio estava me enrabando gosotso enquanto eu em deliciava com as outras duas picas, começaram a se revesar atras de mim cada um com sua tara se realizando, chupava o saco de cada um deles o que elevava mais ainda o nivel de tesão, foi neste tesão elevado que me deitei de costas no sofá e pedi para fuderem minha boca também pois eu tinha vsto isso em um filme, o amigo do senhor Fabio veio retirou a camisinha e foi colocando dentro da minha boca vagarosamente para que eu me acostumasse me engasgava saia lagrimas dos meus olhos e eu sentia a cabeça chegando na minha garganta, meu unico receio era levar uma esporrada na boca ja que eu nunca havia levado, mas seria ali o dia do acontecimento, depois de muito por e tirar sua rola da minha boca e me ver com lagrimas escorrendo pelo rosto, el me disse que queria gozar segrou minha cabeça e com sua roal dentro de mim enfiou novamente na minha garganta eu fiz sinal para ele retirar mas loguinho senti um gosto diferente de tudo que ja tinha experimentado, era o gosto de um amcho dentor de mim inundou minha boca garganta rosto, os outros dois vendo aquilo nao ficaram de fora vieram e o senhor Fabio me enrabou novamente enquato seu outro amigo enfia a rola na minha ba ja toda gozada tirava e batia uma punheta o que logo o fez gozar tambem dentro de mim, eu ja estava pra la de exausto, quando vi os olhos do meu macho o senhor Fabio brilhoando dizendo meu viadinho gostoso vou te encher de porra novamente retirou a camisinha e enfiou desta vez mais fundoe jorrou seu leite dentro do meu cu.

Depois de todos no limite de nosssas exaustoes, fomos tomar um banho, e no banheiro levei ferro novamente, meu final de semana foi prolongado pois havia um feriado na terça, ficamosno porto os quatro dias e eu fui a realização dos desejos de todos, as vezes um a um as vezes todos juntos na piscina na varanda no quarto, quando voltamos para casa ainda vim mamando a rola de cada um. Ainda saimos durante um bom tempo as vezes para uma boa conversa e uma boa chupada ou as vezes para uma chupada e uma gostosa calvagada, mas o tempo se encarrrega de separar as pessoas hoje o senhor Fabio não mora mais aqui e seus dois amigos tambe m foram para outros estados, mas as lembranças estarão sempre comigo.

Quen quiser me add meu msn é: podeservcs2@hotmail.com
NandoO

 

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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O bem dotado da Internet me arrombou

Meu nome é Giancarlo, e hoje resolvi contar para vocês o encontro que eu tive com um carinha que conheci através dos contos enviados por mim, para serem publicados em alguns sites de contos eróticos.
Mas antes, gostaria de explicar algo aos meus queridos leitores, isto é, como eu procedo quando conheço alguém pela Internet, e com ela marco um encontro.
Em primeiro lugar, procuro sempre manter contato por e-mail por um bom tempo, até eu sentir que há possibilidade de nos encontrar-mos. Procuro saber como o meu pretenso parceiro cóstuma agir, onde mora, se realmente o estado civil fornecido pelo mesmo é real, pois não quero atrapalhar a vida de ninguém, se ele possui local para o encontro (íntimo),
Muitos me perguntam se eu tenho conta no MSN, o que respondo que não, se tenho Webcam, e a resposta também é negativa.
Quando eu chego a marcar um encontro para simplesmente nos conhecermos, o faço bem longe de onde moro ou morei. Também procuro fazer o mesmo com o parceiro, pois a coisa fica desagradável quando um age a favor e o outro contra.
Outra coisa é com referência à cor da pele. Não tenho preconceito: a gala de todo homem é da mesma cor, bem como o odor e o sabor. Não há distinção.
Quando chegamos a nos encontrar, com certeza vamos tomar um cafezinho e conversar bastante a primeira vez, a segunda, a terceira, a quarta e finalmente, vamos chegar aos finalmente.
Nessas conversas, normalmente nos mostramos quem somos realmente, como costumamos agir, se somos carinhosos (homem também é carinhoso e gosta de receber carinhos, mesmo de um outro homem. Não é privilégio das mulheres não. Faz parte dos homens também).
Muitos me escreveram, fazendo comentários ofensivos, denegrindo a pessoa, ao que ela é (opção sexual), talvez pensando que assim procedendo, estariam excitando a quem estavam escrevendo. Ocorre que eu sei observar quando é elogio, ofensa, agrado, etc... Quando o termo viado é empregado, ele varia conforme a forma como foi empregado: na hora do sexo, ele atua como uma excitação; quando empregado em correspondência , é considerado como ofensa. Eu descarto de imediato este cidadão, e deleto do meu computador todas as mensagens dele e ativo o bloqueio. Outra coisa muito importante. Que tenho observado, é a forma que a maioria dos homens costumam empregar na hora em que estão metendo, seja no cu ou na buceta. Os movimentos de entra e sai são violentos e rápidos demais, muitas vezes fazendo com que o parceiro que está “sendo traçado”, não consiga sentir prazer, face ao movimento muito rápido, parecendo um martelete quebrando uma placa de concreto. O prazer não vem com a velocidade rápida, mas sim com uma velocidade leve, bem compassada, de modo que ambos possam chegar ao êxtase, sem sentirem incômodos, o que tira o prazer. É uma concentração mental do que está fazendo, que o gozo vem rápido e com um imenso volume.
Bom. Vamos ao que interessa realmente, que é o meu encontro com o bem dotado (particularidade que eu desconhecia). Face a publicação dos meus contos, costumo receber muitas mensagens de e-mail de todas as partes do Brasil, bem como do exterior, notadamente do Chile, do Uruguai e da Bolívia. A todas respondo com o maior prazer e consideração. Alguns e-mails de brasileiros, de tão vulgares que são eu os deleto de imediato e outros, mantenho em minha caixa de entrada. Houve uma mensagem em que eu a li diversas vezes, visto que o português empregado na mesma era meio poético, gostoso, o que me deixou meio balançado. Após alguns dias, resolvi responder ao e-mail, desta feita, procurando saber alguma coisa do meu interlocutor, com a maior doçura possível. Para minha surpresa o jovem responde à minha mensagem, bem como informando tudo o que eu houvera perguntado.
Esta troca de mensagens durou um período de 45 dias, visto que a troca de mensagens era diária. Após este período, resolvemos marcar um encontro para saborearmos um cafezinho. O nosso encontro foi no Méier, bem longe do local onde ele mora, como também do local onde moro. Foi muito bom, tendo em vista que o rapaz era branco, olhos castanhos claros, cabelos castanho claros e lisos, altura em torno de 1,70, corpo normal e um peso em torno de 85 kgs, e 48 anos de idade. Apresentamo-nos e procuramos um bar mais afastado do centro comercial, de modo que pudéssemos conversar mais tranqüilo. Após alguns metros percorridos, encontramos um que inclusive tinha mesas. Sentamo-nos em uma delas e eu perguntei ao rapaz que se encontrava por detrás do balcão se ele serviria café na mesa, o que prontamente ele respondeu que sim.
Tomamos nosso café e ficamos conversando por um período de mais ou menos 45 minutos. Logo após nos despedimos, já deixando marcado para um outro dia, um novo encontro e no mesmo lugar. Durante os três encontros posteriores, trocamos idéias e confidências (homens também têm e muitas), bem como nossos desejos íntimos. Ele também falou que tinha um cantinho sossegado e bastante confortável, e com chuveiro e mini-ducha.
Resolvemos então sair da fase de conhecimentos e partir para a fase principal que era o contato carnal. Acertamos para o sábado da mesma semana em Duque de Caxias, no bairro Itatiaia.
Como é normal, qualquer pessoa fica tensa e ansiosa pelo dia, e pelo que poderá acontecer neste encontro, que poderá ser excelente como também poderá ser péssimo. Finalmente chega o dia marcado. Acordo cedo, preparo minha refeição matinal, descanso por meia hora, indo após tomar um banho e fazer meu enema. Saio de casa cerca de 1 hora depois do banho e vou para D. Caxias, me encontrar com o Gumercindo (vou chamá-lo assim por medida de segurança), de modo a completar-mos o que iniciamos através da Internet. Quando chego ao local previamente marcado, já o encontro à minha espera, e olhando para o relógio, quando então lhe pergunto: estou atrasado? No que ele responde que não; que ambos chegamos antes da hora marcada. E eu então retruco: melhor assim, pois teremos mais tempo a nosso favor. Saímos dali e entramos em seu carro que se encontrava estacionado perto e nos dirigimos ao bairro Olavo Bilac em D. Caxias. A casa que ele dissera que poderíamos usá-la, ficava um pouco afastado da área residencial, em uma propriedade que eu diria ser um sítio, totalmente murada com muros de mais ou menos 5 metros de altura, um portão bem grande de madeira trabalhada. A casa por fora, possuía um varanda que circundava toda a casa. Varanda com 5 metros de largura. Ou seja, uma senhora casa. Por dentro não irei descrevê-la, para não tornar a narrativa muito longa e cansativa.
Ao entrarmos, o Gumercindo me diz que estamos sozinhos na casa e que eu poderia ficar à vontade, e pergunta se eu iria tomar um banho junto ou em separado, quando respondo que em separado. Ele se dirige ao banheiro enquanto aguardo na cozinha. Não demora nada no banho, saindo do banheiro envolto em uma toalha, quando então vou tomar meu banho. Levo menos tempo no banho, saindo de lá, também enrolado em uma toalha. Ao chegar à cozinha, ele me entrega um copo com uma bebida esverdeada e então pergunto que bebida é aquela e ele responde não saber, pois é estrangeira. Diz que é um licor muito saboroso, e que nos deixa mais ligado na hora do sexo. Não deixei uma só gotinha no copo. Ele dá uma gargalhada e diz: É. Hoje o dia promete ser pra lá de bom. Colocando o braço sobre meu ombro, descendo até a minha cintura, me conduz para o quarto, em direção à cama. Aliás, cama não: uma alcova, pois tinha cortinas em volta da mesma, e com babados.
(Vocês já devem ter notado que eu estou assumindo um papel de uma putinha recatada, para deixar o clima mais sensual). Deito na cama ainda enrolado com a toalha, e ele também faz o mesmo e ele é quem toma as iniciativas. Começa dando-me um beijo tipo selinho e ai sim, começa a me beijar de língua, sugando minha língua e eu a dele, numa troca tremenda de salivas por cerca de dez minutos, em seguida ele começa a me beijar o ouvido, me deixando meio azuretado, arretado, começando a descer até os meus peitos, dali partindo para as minhas axilas, o que me deixou mais arrepiado e com o tesão à mil por hora. Vem descendo até a minha barriga, beija meu umbigo com sofreguidão, abrindo em seguida a toalha que se encontrava enrolada no meu corpo. Após ter tirado a minha toalha, ele chega a minha virilha, a qual lambe toda, em ambos os lados, chegando ao meu saco. Segura minha rola e lambe a base dela, subindo bem devagar pelo corpo, até chegar à glande, a qual abocanha por inteiro engulindo-a até a garganta, tirando-a logo em seguida, dando um chupão na cabeça da piroca, fazendo um barulhão. Larga a piroca e volta a lamber meu corpo, desta feita fazendo o sentido contrário, isto é, subindo, indo até os meus peitos os quais chupa e os morde com os lábios, e dando puxões nos mesmos, indo depois para a minha boca, dando-me um beijo prolongado.
Após isso, ele me diz que agora é você quem deve fazer à mesma coisa ou mais do que ele fez. Em seguida, deita de barriga para cima, porém ainda enrolado na toalha. Ocorre, que até aquele momento, não percebi o Gumercindo de pau duro, isto é, nenhum volume por baixo da toalha, o que me deixou encucado. Começo beijando-o na boca, chupando sua língua, sem lhe tocar no corpo, desço pelo seu pescoço, descendo até seu peito, que por sinal não tinha nenhum pêlo, sendo totalmente liso; procuro seus peitinhos. Que já se encontravam estumecidos de tesão, dou várias mordidelas nos biquinhos e os lambo-os demoradamente, para depois abocanhá-lo, fazendo sução com a boca. Como estivesse com vontade de engoli-lo por inteiro, deixando-os vermelhos de tanto sugá-lo. Continuo descendo até sua barriga e passo a lambê-la toda. Enquanto lambo sua barriga, desenrolo a toalha de volta do seu corpo e noto que o mesmo estava de sunga. Começo a retirar sua sunga, quando tenho uma enorme surpresa. Ele usava um apetrecho em forma de cinto de castidade fechado por velcro. O da cintura fechava no lado esquerdo, enquanto o que descia se fechava nas costas, exatamente na cintura. Após retirá-lo, levo o maior susto.
O Gumercindo não tinha uma piroca. O que ele tinha entre as pernas era uma caceta cavalar. Não era comprida, pois só tinha 18 centímetros. Mas seu diâmetro é que era de assustar: 6 centímetros, por baixo. Parei e disse para ele: não vai dar. Eu não tenho condições de continuar, pois com este caralho baitola, para abocanhá-lo, só se rasgar minhas buchechas, e no cu, muito menos. Nem lubrificando o brinquedo para facilitar a penetração, tendo em vista que o meu buraquinho de prazer era muito pequeno, e se aquela rola entrasse, eu não teria mais um buraquinho anal, e sim uma cavidade vagianal, e eu não seria louco em permitir tal tentativa. Levanto-me de cima dele e me sento à beira da cama. Nesta altura do campeonato, meu pau que estava duro, brochou, isto é, perdi o tesão com aquela visão assustadora (para mim foi assustadora, porque nunca levei no rabo uma piroca daquele diâmetro). Levanto-me indo a direção do banheiro, quando ele também se levanta e vai em minha direção e me abraçando pelas costas Me pede que eu não vá embora, que fique, porque ele não tentará nada contra mim. Ele respeita minha atitude, tendo em vista que o caralho dele assusta qualquer um pelo diâmetro que é avantajado. E nisso ele se encosta-se a minha bunda e eu sinto o pau dele duro, roçando no meu rego. Enquanto ele me abraça, eleva-me do chão cerca de um palmo, o suficiente para ele apontar seu caralho em direção ao meu buraquinho de prazer. Eu não percebo sua intenção, quando ele me desce um pouco e o caralho dele adentra em meu rabo. A dor é violenta quando da entrada daquela tora em meu cu, e ele só enfiou a cabeça do pau. Tento tirá-lo de mim sem sucesso. Chamo ele de filho da puta, viado, seu puto, mas de nada adianta.
Então tento uma outra estratégia, isto é, me jogo para frente de modo eu poder usar os pés nas pernas dele e assim me soltar (a emenda foi pior que o estrago). Era o que ele queria, pois ao me curvar para frente, ele acabou enfiando o resto até a base. A dor foi ainda maior, pois em senti tonteiras, a visão ficou turva, meu coração disparou de tal forma que parecia que iria sair pela boca, e o meu corpo tremeu todo e logo em seguida foi tomado por um calor tremendo, como se estivesse pegando fogo. Ele por sua vez, ainda me segurando, caminha para frente me colocando encostado em uma mesa e me fala ao ouvido: - agora, sua putinha, vais sentir o que é rola. Você agora será sempre a minha vagabunda, a minha cadelinha, a minha putinha, a minha fêmea.
Enquanto falava, o puto socava aquele picão em meu rabo de forma lenta e compassada. e me beijava o pescoço e apertava os meus peitos, principalmente os biquinhos. Ele não levou mais que cinco minutos para chegar ao gozo, enchendo o meu rabo com sua pôrra. Ficou com a caveta dele enterrada um meu cu por mais algum tempo, de modo que o pau dele amolecesse, e saí-se de dentro de mim. Quando ele tira o pau do meu cu, sinto um volume imenso de gala escorrer pernas abaixo. Passo a mão e entro em pânico, pois ao olhar para a mão, vejo que estou vertendo sangue pelo rabo, e grito para ele, quando ele me pede calma pois aquilo é passageiro. Leva-me ao banheiro, coloca-me no box e abre a torneira do chuveiro e usando do chuveirinho (desviador) lava o meu rabo com sabonete e passa uma pedra no meu buraco, quando sinto uma queimação tremenda. Então ele diz que com aquilo que ele passara em mim, não iria mais sangrar, porque ele passou em mim uma pedra-ume, a mesma que o baibeiro usa quando “tira um bife” dos clientes. Acabei de tomar o meu banho, enxuguei-me e fui par a o quarto me arrumar, enquanto ele também tomava banho.
O meu cu doía para caralho e depois deste dia, vou ter de ficar de molho por uma semana e meia, mais ou menos, até eu puder sentar direito.
Duas coisas me aconteceram neste encontro: a primeira foi que eu fui enrabado por um descomunal que me deixou descadeirado; a segunda foi que a quantidade de pôrra ejaculada por ele, também foi enorme que se recolhida em um copo de 100ml, a quantidade chegaria ao meio do copo; e a terceira que foi a mais importante: DOEU PARA CARALHO, MAS FOI PRAZEROSA, GOSTOSA, só que eu não tenho intenções de repetir uma transa igual, pois se caso acontecer, com certeza que ficarei de molho por cerca de 30 dias.
Você leitor que ao ler este conto, gostaria de fazer alguma colocação, ou dar uma opinião com a forma de relatar o fato, fique a vontade. Pode usar o e-mail abaixo.
Conto enviado por DESEJOSO.
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A recaída fatal

Meu nome é Giancarlo, e eu já falei de mim por vários contos. Hoje vou relatar o que aconteceu comigo recentemente, quando eu me encontrava na fazenda de um primo que está residindo no sul do Brasil, na forma de uma carta que enviei a um amigo no Rio de Janeiro. Nela falo tudo o que aconteceu naquele dia, digo, noite, entre a mulher do meu primo, seu filho e eu. O episódio que ora vou relatar, aconteceu em abril de 2011.

Escrevi-te recentemente o quanto é difícil segurarmos a onda quando no passado praticamos de uma maneira intensa o sexo homo, pois quem já deu de forma intensa, como eu, a coisa fica feia: o cu pisca, o corpo treme e você sente calafrios, o cheiro de uma piroca que está gravado no teu subconsciente, aflora de uma forma violenta, fazendo com que você trema, tua boca passa a sentir aquele gostinho de piroca, principalmente aquelas primeiras gotas que aparecem antes do gozo final. Enfim, é ´FODA!
Na noite passada, aconteceu um caso aqui na fazenda muito estranho. O filho do meu primo, um rapaz com 25 anos, falou para o pai, quando todos nos encontrávamos reunidos na sala, participando de uma rodada de chimarrão, que iria dormir em meu quarto, tendo em vista que o quarto era o único que tinha laje e um telhado por cima, e que a localização dele era próxima da cozinha. A mãe dele logo retrucou dizendo que não, que ele tinha um quarto e ele dormiria lá. Mas o pai rebateu a mulher e disse que não se importava, pois conhecia bem seu primo. Durante um pequeno tempo a discussão continuou, e logo depois o rapaz disse que ele já era adulto e faria o que ele quisesse e que ninguém poderia se intrometer na vida dele, e ponto final. Continuamos por um tempo tomando o chimarrão, quando a mulher se levanta, dá boa noite e se dirige para o quarto dela. Logo em seguida o rapaz faz a mesma coisa, deixando o pai e eu na sala. Ficamos na sala até o mate acabar na cuia, e daí fomos para os nossos quartos. Ao chegar ao meu quarto, tenho uma surpresa estarrecedora. Encontro o filho do meu primo pronto para dormir, isto é, todo ataviado, de camisola cor-de-rosa, com laçinhos na cintura e tudo mais. Então ele pergunta se ele está bonito, e eu digo que sim.
Ele solta o laço e abre a camisola e pergunta de novo: e agora? Caralho, quase que eu vou ao chão. O viado, filho da puta, estava de biquíni rendado, também cor de rosa.
Ai eu gritei: pêra ai! Que porra e essa, seu viado do caralho? E ele responde com o maior cara-de-pau: esta noite vou ser sua mulher e vou sugar toda porra que tiveres nesse caralho. Ai veio a segunda surpresa: a mãe dele também estava no quarto, vestida somente com a batinha de um baby-doll, totalmente transparente. Sento-me na beira da cama e pergunto: afinal de contas, o que está havendo por aqui? Estão querendo fazer um bacanal ou uma surubada em meu quarto? Podem me explicar, por favor? Então a mãe dele começa a dizer que já faz sexo com o filho há um bom tempo, isto é, a mais ou menos 6 anos, em virtude de o pai dele já não dar mais no couro, pois tinha ficado impotente. Pelo filho ter muita tendência à pederastia, ela tenta provocar nele o desejo de transar com mulheres e não com homens. Então eu falo que quem já nasceu com a tendência de ser viado, nunca que será homem, a não ser que ele se transforme em bissexual, isto é, transe com mulheres e com homens também.

Por isso é que ela armou toda aquela discussão na sala, de modo que ele viesse dormir no meu quarto, para que ela viesse também, e ai sim, você (no caso eu) pudesse participar também da brincadeira, porque com três fica muito melhor. Ta legal, respondo. E teu marido, meu primo. Como ele fica nessa estória toda? Ele já sabe de toda esta bandalheira? Ele por um acaso concordou? Ele é um corno conformado do próprio filho? Ou só é corno? No que ela responde: a última proposição. Então pergunto: quem pode ir à cozinha trazer-me um copo com leite gelado? Ela se propõe e pergunta se é com açúcar, e eu responde que sim. Assim que ela sai, tiro minha roupa e fico só de sunga (fazia um frio do caralho). Ela volta com o copo de leite, entregando-me e eu o coloco sobre o criado-mudo.
Ela olha para mim e vê que eu estou só de sunga, e então resolve tirar a batinha do baby-doll. Olho para o seu corpo e fico admirado pela beleza dele: peitinhos médios e durinhos; sem barriguinha; sem pneus na cintura; região pubiana totalmente depilada. Bundinha durinha e empinadinha. A altura dela variava em torno e 1m e 50 cms, isto é, de estatura mignone (média). Uma pintura de mulher. Boquinha pequena, lábios carnudos, morena jambo, olhos pretos. O tipo de mulher para você ficar (se tiveres condições) fudendo a noite inteira, até deixar a buceta dela totalmente inchada e a cabeça do caralho, igualmente inchada. Chego para perto dela, seguro sua cabeça com as duas mãos, curvo meu corpo em direção aos lábios dela e começo a beijá-la, usando somente a língua, ora chupava-a, ora ela me chupava, e assim ficamos por mais ou menos quinze minutos. Eu babava em sua boca e ela sorvia com a maior vontade e tesão. Fui abaixando o meu corpo indo a direção aos seus seios e comecei a mordiscar os seus mamilos somente com os lábios e que provocava nela vários estremecimentos e arrepios, fazendo com que ela soltasse, de forma baixa, vários grunhidos roucos de quem está gozando. Fico nos seios dela por mais ou menos dez minutos.
Em seguida, pego-a no colo e a deito na cama, quando o jovem se assanha, tirando a roupa e deitando-se ao lado dela, quando lhe dou uma bronca, mandando-o levantar-se e apreciar como se faz com uma mulher, quando ela está sedenta por uma piroca. Ele levanta-se e vai sentar-se em uma poltrona que se encontrava no quarto, muito a contragosto. Não agüentando mais, caio de boca em sua buceta, quando eu noto que a abertura dela é bem pequena, o que torna a transa muito mais interessante. Começo a chupar o seu clitóris e a morder-lhe de leve com os lábios e a puxá-lo. Ela solta vários gritinhos abafados, se contorcendo toda, como se estivesse tomando pequenos choques elétricos, de intenso gozo. Observo que ela ao começar a gozar violentamente, e se contorcer, ela começa a soltar um líquido de sua vagina o qual eu não deixo se perder, sugando-a vorazmente. Neste momento, ela pede que o filho introduza a piroca em sua boca, pois ela queria tomar leitinho dele, no que ele atende com a maior presteza.
O rapaz não leva mais de cinco minutos e começa a gozar na boca da mãe violentamente, quase provocando um engasgo nela. Após alguns segundos, ela se

recompõe e engole toda a gala do filho, sem deixar cair nenhuma gota de esperma.. Levanto-a me colocando por baixo dela, de modo que ela viesse cavalgar em minha pica, o que faz com maestria, fazendo os movimentos para cima e para baixo, como os movimentos circulares com a pélvis. Em dado momento, ela joga o corpo para frente para beijar-me, quando o filho aproveitando-se da posição da mãe e do momento, crava sua piroca no cu da mãe, no que ela pede que ele lhe rasgue toda. Gozamos quase que ao mesmo tempo, quando ele larga o corpo sobre o corpo da mãe e ela sobre o meu corpo. Ficamos assim parados por cerca de cinco minutos, e eu a beijando só de língua. O filho sai de cima dela e ela sai de cima de mim, deitando-se ao meu lado de barriga para cima, quando o filho aproveitando a posição, começa a sugar-lhe a buceta, e sorvendo a minha gala que começava a sair do seu interior. O viado fazia um barulhão chupando a cona da mãe. Logo após ela se levanta, dizendo que iria tomar um banho e dormir, pois estava muito cansada, porém satisfeita sexualmente .
Eu ainda fiquei deitado na cama, quando ele também foi ao banheiro se preparar e tomar um banho. Assim que ele volta, vou também ao banheiro preparar-me e tomar um banho bem quente. De volta ao quarto observo o rapaz, agora com mais detalhamento e vi que a caceta dele deveria medir mais ou menos quinze por cinco e alguma coisa, isto é, bem grossa por sinal. Tinha uma cabeçorra bem escura e grande. Enfim: ele tinha uma piroca de grosso calibre, e haja cu para agüentá-la. Um detalhe: cama do meu quarto era de casal, mas das camas antigas, que mediam 1,30 x 1,80, ou seja, era uma cama relativamente quase de solteiro. O viado queria, porque, queria dormir na cama também e junto comigo, o que começou a feder. Falei para ele se ele viesse com gracinhas, eu iria enfiar a porrada nele ali mesmo, e em quem mais aparecesse. Ele concordou e ficou quietinho no cantinho, junto a parede. Troco de posição com ele, indo eu para o canto e ele ficando na parte externa da cama. Caso viesse com sacanagem, eu o empurraria para fora da cama. Cobri-me com o cobertor, e ele com o dele, e procurei dormir. Mas cerca de quinze minutos depois, ainda sem conseguir dormir, ele me fala em tom baixo e pergunta se eu estou com raiva dele. Respondo que não, quando torna a perguntar se ele pode me tocar. Pergunto por que ele queria me tocar, e ele responde que a intenção dele era ser minha fêmea durante a noite e que a mãe dele veio se saciar e atrapalhar seus desejos. Enquanto falava, sua mão percorria minha perna, percorrendo minha região pubiana e chegando ao meu cacete, o qual ele agarrou com firmeza, e antes de iniciar os movimentos de uma punheta, pergunta se ele pode continuar. Digo que sim, pois já estava sentindo uma coisa que há vinte e cinco anos venho segurando com sucesso, mas tinha medo que naquela noite eu viesse a sucumbir, e ter uma recaída violenta.
Ele então inicia os movimentos de para cima e para baixo na minha piroca, o que a deixa tremendamente dura e ereta, como um aríete, pronto para perfurar uma grossa parede. Lentamente, vai puxando o cobertor para o lado, expondo minha piroca e em seguida, abocanha-a com sofreguidão, fazendo com que ela sumisse por inteira em sua

boca, indo até a garganta. Sinto que estou a ponto de gozar e peço a ele que venha a sentar-se como fez a mãe dele e de frente para mim. Também digo para ele, que se ele gozar em cima de mim, vou enfiar tanta porrada nele, que durante o dia, ele teria que ficar de molho em casa sem poder sair de tão quebrado ele iria ficar. Ele ri e se joga em cima dos meus peitos e me tasca um beijo na boca, deixando-me sem ação, pois foi uma coisa inesperada e gostosa (cá pra nós). Gozo violentamente em seu rabo e ele gemia bem baixinho de prazer. Demora um pouco mais sentado com minha vara enterrada em seu rabo, quando se levanta e abocanha minha caceta, procurando lamber toda porra que escorrera do seu rabo e lambuzara meu pau e minha região pubiana como também meu saco. Após ter lambido tudo, levanto-me e vou a banheiro lavar-me, pois eu estava todo melado de porra e de saliva.
Volto para a cama e vejo que ele passara para o canto da cama. Deixei-o lá, e deitei-me na beirada dela. De repente, em um movimento de arrumar o cobertor, encosto-me em seu corpo e sinto o volume do seu caralho roçando minha bunda, Noto que o filho da puta não está dormindo, pois a sua piroca cresceu de volume, ficando dura e toda encostada em meu rego. Aqui dou uma parada para uma explicação, conforme te escrevi.
Duas horas e trinta minutos. Uma noite fria do caralho; o quarto em penumbra; um jovem com uma disposição violenta; uma piroca de grosso calibre encostada em teu rabo. Que fazes? Existe alguma forma de resistir a tentação, que vens reprimindo por cerca de trinta anos seguidos, sem sucumbir a um desejo desse? Cara. A carne fala mais alto, o tesão é muito forte, e você treme nas bases. Você perde a razão, o pudor. Transforma-se de repente em uma puta rampeira, rameira, vadia. Pois foi o que aconteceu comigo. EU TIVE UMA RECAÍDA E COM O FILHO DE MEU PRIMO, O QUE É PIOR, POIS PODERIA TER MEU SEGREDO DESCOBERTO POR TODA A FAMÍLIA. Vamos continuar com a estória, que foi caso verídico.
Meio trêmulo, tiro minha sunga e me encosto todinho em seu pau. Que calor eu senti.
Seu cacete começou a pulsar em minhas nádegas. Levo a mão à boca. Salivo em meus dedos e passo minha mão na entrada do meu cu, quando ele me agarra por trás e falando bem baixinho em meu ouvido, que gostaria de sentir minha boca em seu pau. Viro-me e pegando seu pau, coloco-o em minha boca e começo a sugar-lhe em primeiro lugar sua cabeçorra, em seguida lambo seu pau da cabeça até o saco, subindo e descendo. Coloco todo o seu saco em minha boca, para finalmente engolir aquele pedaço de músculo pulsante, todo em minha boca, indo até a garganta. Paro e pergunto se ele teria condições de gozar duas vezes: uma em minha boca e outra em meu cu, e ele diz que sim.
Recoloco o pau dele na boca e agora sim, começo o movimento mais firme de modo que ele possa finalmente gozar em minha boca, o que não demorou muito. Ele encheu minha boca com seu esperma, o qual eu fiz questão de engolir tudo, sem deixar uma

gota em seu canal espermático. Levanto-me e procuro sua boca e com um pouco de esperma dele na boca, beijo-o, passando para ele o seu néctar delicioso, o qual ele sorveu com gula. Descansamos um pouco e pergunto a ele qual a posição que ele queria que eu ficasse, pois eu estava ali para receber e não mandar, e ele me pede que eu fique de bruços, porém com a bunda levantada um pouquinho. Viro-me de bruços, abro bem as pernas de modo a facilitar a penetração e peço a ele que o faça com calma, em virtude de já ter mais de vinte e cinco anos que não levo ferro no rabo. Ele ri, encosta a cabeçorra em meu orifício anal, dá um empurrãozinho, tira, passa cuspe no meu rabo, torna a encostar sua cabeçorra em meu rabo e de uma só estocada firme, introduz aquele pedaço de músculo pela metade em meu cu. Tira, e torna a colocar, e continuou com estes movimentos, até sua caceta sumir toda em meu rabo. Então ele pergunta se está doendo, eu digo que não. Agora sim, ele começa o movimento de entra e sai, tirando toda e enfiando toda e aumentando o movimento muito lentamente. De repente ele dá quatro estocadas bem mais fortes e chega ao gozo final, inundando meu rabo com um jorro forte e quente do seu esperma. Fecho as pernas numa forma de segura-lo dentro de mim, enquanto ele lambia minha nuca e minhas costas que estavam úmidas de suor. Ele sai de mim e me pergunta se eu fizera meu enema, e eu digo que sim, quando ele cai de boca em meu cu, sugando o esperma que começava a escorrer pelas pernas. Logo depois, levanto-me, vou ao banheiro lavar-me. Volto para a cama, não sem antes de tomar o leite que me fora trazido pela mulher do meu primo, que agora também será minha mulher, igual ao filme: Dona flor e seus dois maridos.
Deito-me, e agora um pouco mais relaxado, me encosto todo no jovem, quando ele então me pergunta o seguinte: minha mãe quer que eu só transe com mulheres; e você o que acha que eu devo fazer: transar só com mulheres ou com os dois, isto é, como disseste: ser bissexual? No que eu respondo que ele deve fazer aquilo que mais gosta, mas sem chegar ao escândalo, ou seja, deve ser discreto e escolher bem os seus parceiros masculinos para transar, os quais devem ser de boa saúde e também não serem viados ou travecos, e sim bissexuais como você deve ser. E ele todo satisfeito beija-me na nuca agradecendo-me pelo conselho. Em seguida dá-me “boa noite”, abraça-me procurando dormir, e eu faço o mesmo, só que vou dormir com uma arma de grosso calibre encostada em meu rego.
No dia seguinte, acordei com mais disposição e para disfarçar, comecei a reclamar que o rapaz roncava muito, e que à noite ele iria dormir no paiol, pois atrapalhou meu sono a noite toda; Todos riram bastante. Cada um foi para o seu afazer diário, e eu ainda fiquei um pouco à mesa tomando meu café, quando a mulher do meu primo chegou-se a mim, e disse que a noite ela tornaria ao meu quarto, porém só ela. O filho não iria, porque a tarde ele viajaria para a capital do estado. E ela realmente foi dormir comigo na noite seguinte, como tem dormido toda a noite.

Conforme te prometi, que se eu caísse te contaria, estou cumprindo o prometido.
Conto enviado por DESEJOSO.
Gostou? Dê seu voto.
Próximo conto: A g u a r d e.
                                

 
 

E-mail= giancarlomartelli@bol.com.br

O pai da minha melhor amiga

Olá, leio sempre os contos desse site. E na última semana aconteceu a coisa mais inusitada da minha vida. Eu usarei nomes fictícios aqui.

Moro numa cidade de interior, e aqui amigos são praticamente "pra sempre", tenho uma amiga há mais ou menos uns 6 anos, conheço a família dela desde o primeiro dia que a gente se conheceu, já viajamos juntos mais de uma vez, e sou amigo de todos.
Mas num dia desses, em uma festa na casa dela aconteceu algo muito estranho e bom ao mesmo tempo.

O pai dela sempr teve fama na cidade de se interessar por homens, mas eu nunca liguei porque sempre o vi como pai da minha melhor amiga e meu amigo também. Sou bi, tenho uma namorada, mas até o dia nunca havia transado com homens, apenas beijado mesmo. Estava eu na cozinha colocando água num copo para curar um pouco a bebedeira e eis que aparece o Paulo (nome fictício), pai da minha miga na cozinha e sem mais nem menos me encoxa por trás e pega no meu pau. Me assustei, achei que era por ele estar bêbado, tirei a mão dele e saí de perto, mas ele veio atrás e disse:

- Lembra quando te vi tomar banho lá em Caldas, me ofereci para tomar banho junto e você disse que já estava saindo?

Eu respondi que lembrava. E ele disse:

- Desde aquele dia morro de vontade de te chupar. Entra no banheiro que eu vou te fazer feliz hoje.

Disse isso acariciando meu pau e colocando a mão em sua bunda.
Fui para o banheiro e em menos de um minuto ele já estava batendo na porta. Abri para ele, ele entrou trancou, e com muita rapidez me jogou contra a parede, me deu um beijo, se ajoelhou, desceu minha bermuda e cueca e começou a me chupar. Ficamos nisso uns 10 minutos. Ele falava que sempre me achou gostoso e tava com vontade de me dar.
De repente meu celular toca, era a filha dele perguntando onde eu estava, que estava me procurando. Disse que estava do lado de fora conversabdo com um amigo e que estava entrando.
Saímos do banheiro e ele disse pra eu falar para ela que estava indo embora, e espera-lo na esquina, que nós iriamos ao motel. Assim o fiz, disse a ela que não me sentia bem e por isso iria embora.

Esperei na esquina uns três minutos, ele chegou, abriu a porta e disse pra eu entrar, sentei ele colocou a mão dentro da minha bermuda e ficou acariciando até chegarmos no motel.

Logo que estramos no quarto, ele tirou a roupa. Um homem de uns 45 anos, 1,75 de altura, magro, barba por fazer, um pau pequeno, uns 15,5 cm e uma bunda redondinha, daquelas que ao olhar você ja fica com água na boca. Me beijando e mordendo meu pescoço e orelha disse:

- Sempre quis te ter todinho pra mim! Baixinho gostoso.

Tenho 18 anos, moreno claro, cabelo curto preto, olhos castanho escuro, 1,62 de altura, pernas grossas, ombro largo, mas nada musculoso. E um pau que impressiona, pelo meu pouco tamanho, tenho de dote 18x13 cm.

Ele mandou eu tirar a roupa e entrar na hidromassegem com ele. Lá ele me chupou mais, mordia e sulgava minha bolas, subia com a língua até a cabça e engolia tudo, me deixando foder sua boca. Fodi a boca daquele coroa gostoso até enxer ela de porra. Ficamos nos beijando até meu pau ficar duro de novo. Fomos para a cama, eu o coloquei de quatro e comecei a lamber e morder seu cu, e que cu delicioso, estava evidente que não era sua primeira vez. Depois de foder seu cu com a língua e deixar molhadinho, coloquei a camisinha e disse que ia começar a enfiar. Foi nessa hora meu maior susto, pois ele disse o seguinte:

- Eu gosto de sentir a dor. Deita ai com esse pau gostoso pra cima que eu vou sentar nele.

E assim foi, deitei e ele sentou com tudo, e não teve muita dificuldade não. Gritando muito de dor ele cavalgava e rebolava no meu pau. Os gritos eram histéricos, acompanhados de lágrimas e risadas de quem estava adorando aquilo tudo. E isso me deixava com muito tesão, eu estava assustado, mas com muito tesão.
Com rapidez inverti a posição sem desatolar meu pau, coloquei ele com as pernas em meus ombros e comecei a estocar com muita velocidade e batendo uma punheta. Em poucos minutos ele gozou, lambuzando minha mão toda. Aquela porra na minha mão, em seu toraz e em seu rosto me deu mais tesão. Anunciei que iria gozar. Ele me empurrou, tirou a camisinha e começou a me chupar. Gozei, gozei muito, que nem coube toda a porra em sua boca. Ele engoliu tudo, sorriu e me beijou.
Tomamos banho juntos, ele me lavou, me mordendo, e eu enfiando o dedo no cu daquele safado. Sem pensar começamos um 69 no chão do box mesmo, até gozarmos um na boca do outro.

Fomos embora, ele me deixou na porta de casa, me deu R$50,00 dizendo que era pelos melhores 40 minutos da vida dele. Pegou meu número para combinarmos algo. No outro dia fiquei com remorço por ele ser pai da minha melhor amiga. Mas que foi gostoso foi, e ainda descolei uma grana.
Se quiser trocar emails é só entar em contato ou add o msn.

figueirinhacomedor@hotmail.com

 

Descobri o amor com meu amigo hetero

Ola meu nome é Paulo,sou de Recife,23 anos,moreno claro magro com o corpo dividido e 1,70m.
Bom depois de ler varios contos aqui,decidi depois de muito tempo contar minha historia com um amigo (que vou chamar de David para preservar sua imagem).
Tudo começou a 4 anos atrás quando eu trabalhava em uma loja aqui no centro e um dia ele foi apresentado como novo funcionário, de inicio nem dei bola. Porem com o passar do tempo,nos aproximamos e nos tornamos muito amigos.Em meu trabalho todo mundo sabia de minha opçao sexual e não havia frescura. Depois de um tempo percebi que ja nao o via como amigo mas com um sentimento que nao conhecia e so depois descobri que era amor. Sempre o falei que o amava,que o desejava e ele HETERO, dizia que me amava mas como amigo. Conheci sua familia,namorada e amigos e ele os meus.

Passavamos o dia juntos no trabalho,a noite antes de dormir conversava-mos ao celular por horas.
David me respeitava de uma forma que nunca nenhum amigo hetero meu havia me tratado antes.
Quando o conheci,apos um tempo rompi meu namoro e ele o dele,mas nunca houve nada.
Ja o vi ate chorar por nao poder me amar da mesma forma que eu o amava e segundo ele eu merecia esse amor mas ele nao podia me dar.
Passei 3 anos sem ficar com ninguem pois só queria ele.
Um dia tive a ideia de convida-lo ao casamento de uma amiga que ele nem conhecia,mas ainda assim ele veio.
Fomos ao casamento com alguns amigos e amigas minha,a festa e depois viemos pra casa.
Decide que eu e ele dormiria-mos na casa da vizinha de meu primo que viajou e deixou a chave com ele.
Imaginem,uma casa no meio de um sitio,ele e eu apenas.
Ele quiz tomar banho e eu fiquei sentado na cama esperando ele voltar para poder tomar meu banho,e antes de se banhar ele volta com a roupa na mão e me entrega para guardar.

Nossa quasse morri quando vi o homem que desehava a mais de 3 anos de cueca box e branca na minha frente.Lutei contra mim mesmo para nao entrar naquele banheiro.
Ele termina e deita na cama para dormir.tomei meu banho e fui dormir ao seu lado,mas o sono nao vinha,só queria olhar para aquele corpo branco,dividido,seu bumbum arredondado que eu nunca havia reparado e seu cabelo liso e preto alem da boca mais convidativa que ja vi.
Por medo de nao resistir fui dormir no sofa.Quando cai no sono,acordo com ele me pegando nos braços,quando pergunto o que estava fazendo ele falou que estava frio e que eu deveria voltar a cama.
Ele caiu no sono e eu o admirava.Morrendo de medo passei a mao sobre seu corpo e quando minha mao passou sobre sua cueca ele tremeu.Fui ao seu ouvido e chameu seu nome,disse que sabia que estava acordado e perguntei se ele queria ficar comigo,ele deu um riso de canto de boca e respondeu com a cabeça que sim sem abrir os olhos.
Era tudo que queria ouvir,fui pra cima dele e o beijei...Nossa me faltam palavras para descrever aquele beijo,o melhor de minha vida,talvez por ser o primeiro de amor.
Nos beijamos por muito tempo,varios amassos e entao perguntei se ele queria fazer amor comigo e ele respondeu que nao,nunca havia ficado com um cara quem dira transar e tinha medo de achar estranho e nao gostar e acabar me magoando.Disse a ele que desejava aquela noite a 3 anos e transar ou nao nao iria tirar a minha felicidade.

Nos beijamos mais e depois fomos dormir abraçados
Depois acordei com seus beijos e ele me pedindo para fazer amor com ele,que nao conseguia pregar o olho me tendo ao seu lado e que essa noite talvez nao se repetisse e nao queria deixar a oportunidade de me amar por inteiro.
Nao tive duvidas,agarrei-o com toda força.Beijei todo seu corpo ate chegar a seu pau.
Nossa era lindo,beijei e chupei como se fosse acabar a qualquer momento,ele pediu para me penetrar,mas tinha medo de me machucar por nunca ter feito e ele sabia que alem de nao gostar de ser passivo eu nao ficava com ninguem desde o dia em que o conheci,subi em cima dele e deixei ele me penetrar,nossa como ele comia bem...sabedoria e carinho num sexo que so ele podia me dar.
Ele gozou dentro de mim e perguntou se eu havia gozado,disse que nao mas nao tinha importancia.Ele respondeu que tinha sim e disse:
-Não é justo apenas um sentir prazer,desculpa acho que nem pensei em voçê,se estiver ruim me avisa e eu paro.
E pra minha surpresa ele começou a me chupar...eu nem acreditava,meu amor hetero na cama comigo,transou comigo e ainda estava me chupando,gozei como nunca havia gozado antes.

Tomamos banho e dormimos.Almoçamos na casa de meu primo com meus amigos e depois o levei ao ponto de taxi.
Estava bobo com o que havia acontecido,mas a noite ele me manda uma mensagem dizendo que era melhor passamos um tempo afastados pois tudo aconteceu muito rapido e ele nao queria por esperanças em mim para me magoar mais na frente.
desde de janeiro nao nos falamos,voltamos a nos falar a alguns dias mas ele entrou de ferias e viajou para São Paulo.
Não vejo a hora dele voltar e nos conversamos,quero abraça-lo to com muita saudade.
Espero que tenham gostado,resumir 4 anos nao é facil.

paulo88santos@gmail.com

Fantasias de Corno Viadinho II

Continuando o conto FANTASIAS DE UM CORNO VIADINHO I........... A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.

.......Nossa vida estava uma maravilha. Sempre fazendo sexo com algum macho gostoso, seja com nossos namorados e/ou com outros que conseguíamos nas nossas noitadas. Sempre saíamos juntas para barzinhos na captura de algum. Certo dia, já no final de uma noite de sexta feira, estávamos num barzinho só eu e ela tomando umas cervejinhas e nos deparamos com quatro rapazes de aproximadamente 25 anos, em outra mesa bebericando e batendo papo. Minha mulher se interessou por eles e fez com que eu me interessasse também, afinal eram quatro machos gostosos. Ela então começou a dar mole pra eles. Eles desconfiados com a minha presença ficaram tímidos, porém, quando viram que minha mulher estava atirando sobre eles, ai não teve jeito, um deles veio até nós perguntado se eu era o marido dela mesmo. Disse que sim, que embora fosse casado, era bissexual e estávamos interessados neles. Disse ainda que minha mulher é uma puta tarada que adora rapazinhos. O rapaz ficou desconcertado, porém, animado com a resposta que dei. Foi até seus amigos e comentou com eles. Só via os sorrisos deles. Fiz um sinal para que viessem para nossa mesa. Assim o fizeram. Apresentaram-se e sentaram-se animados. Começamos a conversar sobre diversos assuntos e entramos no assunto pelo qual se sentaram conosco. Disse que éramos casados a mais de sete anos e que somos bissexuais. Disse que minha mulher e eu somos extremamente tarados e safados na cama e que topamos todo tipo de putaria, desde que seja com segurança e sem violência, desfrutando somente do prazer. Eles fizeram várias perguntas, curiosos em saber como é ser corno de uma mulher tão bonita e gostosa como a minha, desde quando passei a gostar de machos, como tudo aconteceu, etc. Ficaram animados e com tesão em comê-la. Quanto a mim, perguntei se também poderia entrar na festa ou se o interesse deles era somente na minha mulher. Disseram que a princípio seria somente a minha mulher, porém, na hora do tesão, pode até rolar. Convidei a todos que fossemos para nossa casa. Pagamos a conta e saímos. Lá, abri umas cervejas e servi a todos. Minha mulher pediu licença e foi para o quarto retocar a maquiagem. Retornou apenas de calcinha fio dental e salto alto, fazendo poses e lambendo os lábios. Os rapazes já excitados e na expectativa, levantaram-se todos e puseram-se a tirar rapidamente suas roupas. Minha mulher ficou no centro deles e beijou na boca de dois deles e então começaram a boliná-la por todos os lados. Um passava a mão na bunda, outro na buceta, outro nos peitos e o outro esperava uma chance para tal. Ela se pôs de joelhos e começou a chupa-los, ora um ora outro. Era um na boca e um em cada mão batendo punheta. Ficou assim por mais de 15 minutos e eu apenas olhando com o cú piscando sem parar e o pau babando de tesão. Quando ainda chupava, um e outro aproveitavam para enfiar dedos na sua xoxota e no seu cuzinho. Sempre a chamando de puta safada, cadela, piranha. Ela estava adorando aquela putaria. Quando se lembrou de mim, olhou-me e disse, vai se trocar minha gatinha. Entendi seu toque e fui para o quarto me trocar. Vesti-me com meias 7/8, salto alto, calcinha fio dental e cinta liga. Coloquei também uma blusinha para ficar mais feminina. Aproveitei para passar um brilho e uma leve maquiagem no rosto. Quando retornei à sala, minha mulher já estava de quatro sendo comida na buceta e estava com outro na boca. Dois aguardavam a vez de serem chupados por ela, pois revezavam os três ao mesmo tempo na sua boquinha. Ao me verem, se impressionaram na mudança radical de homem para mulher e assoviaram. Assim já dá para te comer viadinho!!!!!...disseram olhando pra mim. Dei uma disfiladinha pra eles e falei que também estava louco pra provar daquelas rolas duras.

Os dois que estavam aguardando para serem chupados partiram pra cima de mim. Ajoelhei e pus-me a mamar gulosamente os dois, gemendo alto e socando-os no fundo da minha garganta. Perceberam de cara que eu sabia fazer a coisa. Colocava os dois na boca, engolia um ora outro, mamava em um e punhetava o outro e assim foi por alguns minutos. Enquanto isso minha mulher gemia com um pau na sua buceta e outro na boca. Depois se revezaram, porém, o Márcio, o mais pauzudo de todos, queria era comer o cú dela. Ela nem pensou duas vezes. Disse logo, come esse rabo safado, enfia tudo no meu cú. Márcio não pensou duas vezes. Posicionou atrás dela e começou a empurrar seu cacete no rabo da minha puta esposa. Ela deu um grito na hora, mas ele nem se importou, pelo contrário, deu um tapão na bunda dela chamando-a de piranha safada. Não queria no cú vadia, agora aguenta, disse ele. Nisso o João que socava na garganta dela pediu para revezar com o Eduardo que socava na minha garganta. Então João já veio com seu cacete balançando pra enfiar na minha boca e Eduardo enfiou sua rola na boca da minha mulher. Márcio, que comia o cu da Júlia, tirou pra fora e pediu o João licença pra enfia-lo na minha boca. João aproveitou e foi comer o cu de Júlia e Márcio enfiou o cacete na minha boca falando: “chupa viado, chupa corno, prova o rabo da sua puta vadia putinha”!!.....Hummmmmmmmmmm...........................como gosto de ouvir isso. Parecia estar me elogiando....rsrsrssss. Mamei e mamei muito aquele cacete. Ele suspirou de tesão e não aguentou, começou a gozar feito um louco, segurando minha cabeça para não tirar o pau da boca e me fez engolir toda sua porra. Só depois que amoleceu ele tirou feliz da vida por ter gozado na minha garganta, se vangloriando. Enquanto isso o Bruno alisava minha bunda já querendo comê-la. Fiquei de quatro pra ele e pedi então dengosamente “fode minha bunda Bruninho”!!! E ele então começou a empurrar seu cacete duro no meu rabo guloso. Gemia de tesão. Do lado, João saiu do cu de Júlia para dar a vez ao Eduardo, que até então socava sua rola na boca de Júlia. João deu-me sua rola pra mamar e Eduardo já comia o cuzinho de Júlia quando o Márcio já pedia de pau duro pra foder a boceta de Júlia. Fizeram então uma dupla penetração nela. Márcio na buceta e Eduardo no cú. Enquanto isso estava eu com o João na boca e o Bruno no rabo. Depois João pediu a Bruno pra foder meu cú. Então tirou do meu rabo e enfiou na minha boca. Depois de uns 15 minutos assim, o Eduardo pediu para trocar de cú com o João. Eduardo me comia e João fodia o rabo de Júlia. Eduardo não aguentou muito no meu cú e gozou lá dentro muita porra. Bruno ao ver o amigo gozando não aguentou também é encheu minha boca com seu leite quente. Fiz questão de saborear a porra dele, levando de um lado a outro da boca, brincando com a língua e os lábios antes de engolir tudo. Delícia!!!! Quero mais Bruninho, disse a ele rindo. Comecei a ouvir gemidos altos, minha mulher estava gozando feito uma cadela nas duas picas. Gritava, urrava, pedia pra socar forte, e desfalecia deitada sobre o corpo do João. Ao mesmo tempo, João enchia sua bocetinha de porra. Minha mulher saiu das duas picas e foi tomar um banho. João, que tirava o pau da xoxota dela melado de porra  me obrigou a limpá-lo todinho. “chupa viadinho, é assim que vc gosta putinha, chupa corno safado”!!...Dizia ele. Não me fiz de rogado e nem o decepcionei, abocanhei o pau melado de porra que saíra da buceta da minha vadia.  Quando menos espero, os quatro se posicionaram ao meu redor pedindo para que os chupassem. Hummmmmmmmm sonhava com isso. Quatro picas gostosas balançando sob minha cabeça, cada uma esperando sua vez de ser engolida pela minha boca gulosa. Engolia uma e punhetava as outras. Fiquei assim até minha mulher voltar do banho. Todas duras e prontas novamente, voltaram a foder novamente eu e  minha mulher. Bruno colocou no cú dela, sentada de costas pra ele, enquanto o Eduardo comia sua buceta de frente, novamente numa dupla penetração. Eu continuava a mamar João e Márcio. Que pica gostosa tinha Márcio. A melhor dos quatro. Era muito grande e grossa. Ruim mesmo foi na hora que ele resolveu comer meu rabo. Que dor imensa, além do mais, ele não foi nada carinhoso, sendo  bruto e violento na sua foda. Comia-me com força, dando tapas na minha bunda e me xingando de viado corno. Do outro lado João socava seu cacete na minha garganta pra abafar os gemidos. Depois João pediu pra foder meu cú e o Márcio pediu pra comer a buceta de Júlia, trocando com o Eduardo. Eduardo então enfiou seu cacete na minha boca e Márcio bombava na xoxota de minha amada. Quando todos estavam prestes a gozarem, Márcio pediu que gozassem todos em cima de nós duas. Assim o fizeram, ficamos as duas de joelhos e os quatro punhetando acima de nossas cabeças. Estávamos com nossas boquinhas abertas e com a língua de fora só esperando jorrar leitinho nas nossas caras. Bruno foi o primeiro a esporrar, mirando bem na cara de minha puta. Ele deu seu pau para que eu limpasse o restinho. Cheguei a enfiar a língua no seu canal pra sugar tudinho. Márcio veio em seguida com se pauzão, esguichando muita porra em nossas bocas. João e Eduardo parecem ter combinado, pois gozaram juntos, cada um mirando em uma cara. Depois de terminarem, chupamos seus cacetes para limpar o restinho de porra que neles tinha e depois fiz o que mais amo fazer, beijar na boca de minha mulher toda meladinha de porra. Lambemos-nos e nos beijamos loucamente, limpando nossos rostos com a língua e ao mesmo tempo fazendo carinhos um no outro.  Estávamos exaustos de tanto trepar e fomos dormir, depois de despedir dos quatro rapazes, dizendo-lhes que sempre que quiserem foder um cuzinho guloso, estaríamos à disposição. Disseram que voltariam pra repetir sempre que nós os convidássemos.

No dia seguinte, felizes da vida e com o cú ardendo, tive uma grande felicidade. Ao pegar o elevador do prédio estavam realizando mudança um casal jovem que nos chamou atenção. Uma linda morena muito gostosa de aproximadamente 26 anos e seu marido, um jovem rapaz mesma idade, que simplesmente mostrava-se como uma menininha. Isso mesmo, o cara era afeminado, falava parecendo uma mocinha e seus gestos entregavam o rapaz. Diferente de mim, pois apesar de amar outro macho, sou macho muito discreto, pois ninguém desconfia. Bom, acontece que ao encontrarmos-lhes, houve uma química muito forte entre nós. Claro, a mulher dele ficou de olho em mim e na minha esposa e seu marido de olho em mim. Não faziam ideia do que éramos capazes de fazer. Oferecemos ajuda na mudança e aceitaram de imediato. Depois conversamos bastante sobre suas vidas e sobre as nossas. Era domingo, ficamos o dia todo na casa deles ajudando com algumas coisas e à noite, os chamamos para tomarem um caldo em nossa casa, já que na deles a bagunça não permitia fazer qualquer coisa naquela hora. Aceitaram e fomos. Conversamos até altas horas e descobrimos coisas maravilhosas. Estava  na sala batendo papo com Juninho e minha mulher com a Claudia na cozinha preparando o caldo. Minha mulher, astuta e curiosa, perguntou a Claudia se já havia traído o seu marido, pois era muito bonita e gostosa, com certeza deveria chamar muito atenção dos homens. Ela disse que sim, depois de flagra-lo na cama com outro homem, deu o troco na mesma moeda. Deixei que me flagrasse com outro homem na cama bem no horário de sua chegada do trabalho. Júlia arregalou os olhos e perguntou novamente a ela o que aconteceu depois disso, afinal, estão juntos e parece que não houve nada. Claudia então disse que depois disso conversaram bastante e chegaram a uma conclusão de que não deveriam se separar e sim aproveitar da situação uma vez que eu também tenho minhas fantasias com mulheres e outros homens, já havia dito isso a ele numa oportunidade na cama, mas não passava de fantasia até então.  Eu tinha várias fantasias e ele também, portanto, porque não realizá-las, além do mais, ela o amava muito, sendo ele do jeito que é.  Depois disso, era tudo que seu marido queria, dar livremente por ai sem qualquer impedimento e, ao mesmo tempo, posar de marido macho para toda família. Ela topou, afinal o amava muito e sempre quis foder com outros homens e mulheres, pois é louca por sexo de todas as formas. Confessou que antes dele ser flagrado na cama com outro, ela já fantasiava ver seu maridinho dando pra outro. Ela também disse que é louca por mulheres. Ama chupar uma bocetinha e beijar na boca de outras mulheres. Aproveitou e disse que depois da liberação total, traiu seu marido por algumas vezes, sendo a maioria com sua ex-vizinha. Minha mulher ficou excitadíssima com suas confissões. Enquanto isso, eu e o Juninho papeávamos na sala. Eu já estava com tesão por ele, afinal sempre tive vontade de ter “uma amiga” putinha e viadinha como eu. Juninho é um cara bonito, corpo bonito, lisinho, bunda grande, boca gostosa e carnuda, mas nada aconteceu neste dia, pois depois de ouvir tudo aquilo da Claudia, minha mulher se manteve quieta até eles irem embora. Quando ela me disse tudo que ouviu, fiquei com vontade de busca-los de volta........rsrsss.....pois fiquei excitadíssimo com os dois. Disse a minha mulher que gostaria de ser amigo íntimo do marido dela. Minha mulher disse ter ficado com tesão no Juninho também, queria muito comer o cú daquele viado, disse ela.

Depois de alguns dias, combinamos de almoçar na casa deles como forma de retribuir o carinho quando chegaram. Aceitamos com muito prazer. Aliás, muito prazer era o que nós duas esperávamos. Fomos pra lá por volta das onze horas. Bebemos algumas cervejas antes do almoço e já estávamos meio altos pela quantidade. O almoço ficou pronto por volta das 14h. e ainda continuamos a beber e beliscar alguma coisa. Em dado momento, soltei uma que fez com que todos se assustassem................Juninho, estou louco pra foder esse seu cuzinho!!.....ele ficou vermelho de vergonha e sua mulher pra sacaneá-lo, disse que o que ele mais ama na vida é dar a bundinha dele, que inclusive flagrou ele na cama dela com outro. Ai não teve mais jeito, o Juninho não sabia o que dizer e, a puta da mulher dele já não queria mais parar de falar. Completava dizendo que ela também o encheu de chifres e ele não come ela mais. Eu e minha mulher começamos a rir e antes que o viadinho dela ficasse mais sem graça do que estava, disse a ele que o amei no instante em que o vi e disse que também somos bissexuais e que sou louco por rolas e amo ser corneado. Nesta hora tanto ele quanto sua mulher ficaram eufóricos em ouvir tudo aquilo. Nossa, que delícia, somos iguais amiga!!!...Disse Claudia à minha esposa. Com o álcool na cabeça e excitadíssimos pela conversa, insinuei começarmos uma putaria naquela hora. Claudia apenas olhou pra minha mulher e sem dizer nada, beijou-a na boca de forma alucinada. Adorei ver minha mulher beijando na boca de outra. Era a primeira vez que via isso, embora ela tenha tido a vontade de experimentar o sexo feminino há muito tempo, nunca teve tal oportunidade. Era agora então. Claudia, mais experiente com mulheres, beijava-a e alisava seus seios ao mesmo tempo. Eu e Juninho vendo tudo aquilo, também olhamos um para o outro e nos abraçamos e beijamos loucamente, passando as mãos no corpo um do outro. Começamos então a tirar nossas roupas, que eram poucas por ser um domingo, pois estávamos apenas de shortinho e camiseta. Quando Juninho meu viu de calcinha, deu um grito de felicidade e disse: ai amiga você também gosta de usar calcinhas?....

Disse a ele que amava usar calcinhas e que desde minha iniciação com minha mulher, passei a usar sempre suas roupinhas, inclusive para dormir. Márcio aproveitou o momento e também tirou seu short. Mostrou-me uma minúscula calcinha enfiada em sua bunda. Amei ao vê-lo de calcinha. Que bunda linda ele tem. Que bunda gostosa de comer o meu viadinho tem. Disse a ele pra desfilarmos uma para a outra. Dei a ele um salto alto e peguei o meu e começamos a andar pela casa rebolando. Nossas mulheres aplaudiram e disseram pra gente se maquiar também. Gostei da ideia e fomos para o quarto deles para brincarmos de maquiagem. Enquanto isso escutávamos os gemidos das duas na sala deitadas no tapete fazendo um 69. Eu e Juninho maquiávamos e brincávamos uma com a outra. Fomos para sala e nossas mulheres se deliciaram com a gente. Claudia brincou, agora somos quatro meninas, vamos todas brincar juntas? Perguntou ela. Rimos e entramos na brincadeira. Porém, antes de mais nada, beijei loucamente minha amiga. Lambi seu corpo todinho. Lambi seu pescoço, suas orelhas, seus peitinhos, sua virilha (sem tocar no seu pau) e ao mesmo tempo apalpando sua bundinha gostosa, depois mamei na sua rola enquanto enfiava um dedinho no seu cuzinho. Meu viadinho gemia como uma mocinha. Nossas mulheres continuavam a fazer 69. Que delícia ver minha mulher lambendo uma buceta e um cuzinho. Claudia ficou por cima dela esfregando sua bunda na sua cara. Eu e Juninho nos amassávamos em pé mesmo. Nesse momento ele se abaixou e pôs-se a mamar gulosamente no meu pau. Que delícia ele mamando. Guloso igual a mim. Socava na garganta dele fazendo-o engasgar com minha rola. Ele estava adorando saboreá-la. Depois o coloquei de quatro no sofá e a Claudia fez a mesma coisa com a minha mulher. Ficamos eu e a Claudia lambendo o cú das duas. Juninho e Júlia gemendo juntas com nossas línguas gulosas socando fundo no cuzinho delas. Minha mulher pediu a Claudia que enfiasse dedos no seu cú. Juninho já pedia pica. Coloquei carinhosamente no rabo de minha amiga enquanto Claudia enfiava três dedinhos no rabo de minha mulher. Brinquei bastante no cu de Juninho e depois enfiei no rabo de minha mulher. Claudia por sua vez deu a xoxota pra ela lamber enquanto gemia no meu pau. Já Juninho, lambia minhas bolas por traz. Depois a Claudia pediu pra ser comida e então enfiei também no seu cu. Júlia ficou de quatro na sua frente pra ser lambida novamente. Resolvi então tirar do cú de Claudia para dar ao meu viadinho pra provar. Ele não titubeou, viu que estava limpinho e não desperdiçou a chance de provar o cú da sua puta mulher. Mamou gostoso e ele mesmo colocou de volta no rabo de sua putinha. Soquei gostoso novamente enquanto ela se deliciava com a xoxota da Júlia. Juninho pediu novamente pra provar minha pica e assim o fiz. Neste momento, Claudia enlouquecia a Júlia com as suas chupadas fazendo-a gozar como uma cadela, gritando e gemendo alto.

Claudia então chupava mais e mais sua buceta. O tesão tomou conta de todos e Claudia também começou a gozar pelo cú, gemendo e pedindo pra socar com mais força. Eu também não aguentei e comecei a gozar. Tirei do rabo de Claudia gozei loucamente, dando a minha amiga viadinha pra chupar em seguida. Mamou e se lambuzou com toda minha porra, degustando e engolindo tudinho. Como minha putinha ainda não havia gozado pôs-me de joelhos a mama-lo gulosamente até ele jorrar seu leitinho quente na minha boca gulosa. Desta vez eu não bebi, levei até a boca dele e engolimos beijando e chupando nossas línguas meladas de leite. Descansamos e almoçamos. Como passamos o domingo juntos, dormimos agarradinhos (eu e ele, ela e ela). Á noite começamos tudo de novo. A partir desse dia, nossa amizade parecia ser de longos anos. Estávamos íntimos demais um do outro. Minha mulher passou a amar bucetas, queria sempre nossa amiga pra fazer sexo com ela. Portanto, sempre estavam juntas. As duas já estavam saindo juntas pra foderem com homens e mulheres sem nos chamar. Pro outro lado, eu e minha amiga putinha também. Sempre saíamos juntas à procura de machos e começamos a trepar com todos que podíamos. Às vezes levávamos pra casa pra fazer uma festinha com nossas putas. Eu e Juninho sempre brincávamos de nos maquiar e de vestir as roupinhas de nossas mulheres. Sempre dormíamos juntos, seja eu com ele e ela com ela ou os quatro juntos em vários colchoes na sala. Numa dessas transas, eu e Júlia lembramos-nos dos quatro amigos nossos que nos foderam anteriormente e contamos para nossos novos amigos o que aconteceu, levando-os à loucura, pois queriam muito fazer o que nós fizemos. Combinamos então de ligarmos pra eles com a finalidade de fazermos uma festinha na nossa casa. Agora sim, eram quatro cús para quatro picas. Porém, quando eles chegaram no dia e hora marcada em nossa casa, nos deparamos com seis caras. “Ficamos muito tristes”........rsrsrss
Se gostaram, o conto ainda terá sua terceira parte.
Aguardo vossos comentários.
Beijos a todos.

mikaela40df@hotmail.com


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