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A recaída fatal

Meu nome é Giancarlo, e eu já falei de mim por vários contos. Hoje vou relatar o que aconteceu comigo recentemente, quando eu me encontrava na fazenda de um primo que está residindo no sul do Brasil, na forma de uma carta que enviei a um amigo no Rio de Janeiro. Nela falo tudo o que aconteceu naquele dia, digo, noite, entre a mulher do meu primo, seu filho e eu. O episódio que ora vou relatar, aconteceu em abril de 2011.

Escrevi-te recentemente o quanto é difícil segurarmos a onda quando no passado praticamos de uma maneira intensa o sexo homo, pois quem já deu de forma intensa, como eu, a coisa fica feia: o cu pisca, o corpo treme e você sente calafrios, o cheiro de uma piroca que está gravado no teu subconsciente, aflora de uma forma violenta, fazendo com que você trema, tua boca passa a sentir aquele gostinho de piroca, principalmente aquelas primeiras gotas que aparecem antes do gozo final. Enfim, é ´FODA!
Na noite passada, aconteceu um caso aqui na fazenda muito estranho. O filho do meu primo, um rapaz com 25 anos, falou para o pai, quando todos nos encontrávamos reunidos na sala, participando de uma rodada de chimarrão, que iria dormir em meu quarto, tendo em vista que o quarto era o único que tinha laje e um telhado por cima, e que a localização dele era próxima da cozinha. A mãe dele logo retrucou dizendo que não, que ele tinha um quarto e ele dormiria lá. Mas o pai rebateu a mulher e disse que não se importava, pois conhecia bem seu primo. Durante um pequeno tempo a discussão continuou, e logo depois o rapaz disse que ele já era adulto e faria o que ele quisesse e que ninguém poderia se intrometer na vida dele, e ponto final. Continuamos por um tempo tomando o chimarrão, quando a mulher se levanta, dá boa noite e se dirige para o quarto dela. Logo em seguida o rapaz faz a mesma coisa, deixando o pai e eu na sala. Ficamos na sala até o mate acabar na cuia, e daí fomos para os nossos quartos. Ao chegar ao meu quarto, tenho uma surpresa estarrecedora. Encontro o filho do meu primo pronto para dormir, isto é, todo ataviado, de camisola cor-de-rosa, com laçinhos na cintura e tudo mais. Então ele pergunta se ele está bonito, e eu digo que sim.
Ele solta o laço e abre a camisola e pergunta de novo: e agora? Caralho, quase que eu vou ao chão. O viado, filho da puta, estava de biquíni rendado, também cor de rosa.
Ai eu gritei: pêra ai! Que porra e essa, seu viado do caralho? E ele responde com o maior cara-de-pau: esta noite vou ser sua mulher e vou sugar toda porra que tiveres nesse caralho. Ai veio a segunda surpresa: a mãe dele também estava no quarto, vestida somente com a batinha de um baby-doll, totalmente transparente. Sento-me na beira da cama e pergunto: afinal de contas, o que está havendo por aqui? Estão querendo fazer um bacanal ou uma surubada em meu quarto? Podem me explicar, por favor? Então a mãe dele começa a dizer que já faz sexo com o filho há um bom tempo, isto é, a mais ou menos 6 anos, em virtude de o pai dele já não dar mais no couro, pois tinha ficado impotente. Pelo filho ter muita tendência à pederastia, ela tenta provocar nele o desejo de transar com mulheres e não com homens. Então eu falo que quem já nasceu com a tendência de ser viado, nunca que será homem, a não ser que ele se transforme em bissexual, isto é, transe com mulheres e com homens também.

Por isso é que ela armou toda aquela discussão na sala, de modo que ele viesse dormir no meu quarto, para que ela viesse também, e ai sim, você (no caso eu) pudesse participar também da brincadeira, porque com três fica muito melhor. Ta legal, respondo. E teu marido, meu primo. Como ele fica nessa estória toda? Ele já sabe de toda esta bandalheira? Ele por um acaso concordou? Ele é um corno conformado do próprio filho? Ou só é corno? No que ela responde: a última proposição. Então pergunto: quem pode ir à cozinha trazer-me um copo com leite gelado? Ela se propõe e pergunta se é com açúcar, e eu responde que sim. Assim que ela sai, tiro minha roupa e fico só de sunga (fazia um frio do caralho). Ela volta com o copo de leite, entregando-me e eu o coloco sobre o criado-mudo.
Ela olha para mim e vê que eu estou só de sunga, e então resolve tirar a batinha do baby-doll. Olho para o seu corpo e fico admirado pela beleza dele: peitinhos médios e durinhos; sem barriguinha; sem pneus na cintura; região pubiana totalmente depilada. Bundinha durinha e empinadinha. A altura dela variava em torno e 1m e 50 cms, isto é, de estatura mignone (média). Uma pintura de mulher. Boquinha pequena, lábios carnudos, morena jambo, olhos pretos. O tipo de mulher para você ficar (se tiveres condições) fudendo a noite inteira, até deixar a buceta dela totalmente inchada e a cabeça do caralho, igualmente inchada. Chego para perto dela, seguro sua cabeça com as duas mãos, curvo meu corpo em direção aos lábios dela e começo a beijá-la, usando somente a língua, ora chupava-a, ora ela me chupava, e assim ficamos por mais ou menos quinze minutos. Eu babava em sua boca e ela sorvia com a maior vontade e tesão. Fui abaixando o meu corpo indo a direção aos seus seios e comecei a mordiscar os seus mamilos somente com os lábios e que provocava nela vários estremecimentos e arrepios, fazendo com que ela soltasse, de forma baixa, vários grunhidos roucos de quem está gozando. Fico nos seios dela por mais ou menos dez minutos.
Em seguida, pego-a no colo e a deito na cama, quando o jovem se assanha, tirando a roupa e deitando-se ao lado dela, quando lhe dou uma bronca, mandando-o levantar-se e apreciar como se faz com uma mulher, quando ela está sedenta por uma piroca. Ele levanta-se e vai sentar-se em uma poltrona que se encontrava no quarto, muito a contragosto. Não agüentando mais, caio de boca em sua buceta, quando eu noto que a abertura dela é bem pequena, o que torna a transa muito mais interessante. Começo a chupar o seu clitóris e a morder-lhe de leve com os lábios e a puxá-lo. Ela solta vários gritinhos abafados, se contorcendo toda, como se estivesse tomando pequenos choques elétricos, de intenso gozo. Observo que ela ao começar a gozar violentamente, e se contorcer, ela começa a soltar um líquido de sua vagina o qual eu não deixo se perder, sugando-a vorazmente. Neste momento, ela pede que o filho introduza a piroca em sua boca, pois ela queria tomar leitinho dele, no que ele atende com a maior presteza.
O rapaz não leva mais de cinco minutos e começa a gozar na boca da mãe violentamente, quase provocando um engasgo nela. Após alguns segundos, ela se

recompõe e engole toda a gala do filho, sem deixar cair nenhuma gota de esperma.. Levanto-a me colocando por baixo dela, de modo que ela viesse cavalgar em minha pica, o que faz com maestria, fazendo os movimentos para cima e para baixo, como os movimentos circulares com a pélvis. Em dado momento, ela joga o corpo para frente para beijar-me, quando o filho aproveitando-se da posição da mãe e do momento, crava sua piroca no cu da mãe, no que ela pede que ele lhe rasgue toda. Gozamos quase que ao mesmo tempo, quando ele larga o corpo sobre o corpo da mãe e ela sobre o meu corpo. Ficamos assim parados por cerca de cinco minutos, e eu a beijando só de língua. O filho sai de cima dela e ela sai de cima de mim, deitando-se ao meu lado de barriga para cima, quando o filho aproveitando a posição, começa a sugar-lhe a buceta, e sorvendo a minha gala que começava a sair do seu interior. O viado fazia um barulhão chupando a cona da mãe. Logo após ela se levanta, dizendo que iria tomar um banho e dormir, pois estava muito cansada, porém satisfeita sexualmente .
Eu ainda fiquei deitado na cama, quando ele também foi ao banheiro se preparar e tomar um banho. Assim que ele volta, vou também ao banheiro preparar-me e tomar um banho bem quente. De volta ao quarto observo o rapaz, agora com mais detalhamento e vi que a caceta dele deveria medir mais ou menos quinze por cinco e alguma coisa, isto é, bem grossa por sinal. Tinha uma cabeçorra bem escura e grande. Enfim: ele tinha uma piroca de grosso calibre, e haja cu para agüentá-la. Um detalhe: cama do meu quarto era de casal, mas das camas antigas, que mediam 1,30 x 1,80, ou seja, era uma cama relativamente quase de solteiro. O viado queria, porque, queria dormir na cama também e junto comigo, o que começou a feder. Falei para ele se ele viesse com gracinhas, eu iria enfiar a porrada nele ali mesmo, e em quem mais aparecesse. Ele concordou e ficou quietinho no cantinho, junto a parede. Troco de posição com ele, indo eu para o canto e ele ficando na parte externa da cama. Caso viesse com sacanagem, eu o empurraria para fora da cama. Cobri-me com o cobertor, e ele com o dele, e procurei dormir. Mas cerca de quinze minutos depois, ainda sem conseguir dormir, ele me fala em tom baixo e pergunta se eu estou com raiva dele. Respondo que não, quando torna a perguntar se ele pode me tocar. Pergunto por que ele queria me tocar, e ele responde que a intenção dele era ser minha fêmea durante a noite e que a mãe dele veio se saciar e atrapalhar seus desejos. Enquanto falava, sua mão percorria minha perna, percorrendo minha região pubiana e chegando ao meu cacete, o qual ele agarrou com firmeza, e antes de iniciar os movimentos de uma punheta, pergunta se ele pode continuar. Digo que sim, pois já estava sentindo uma coisa que há vinte e cinco anos venho segurando com sucesso, mas tinha medo que naquela noite eu viesse a sucumbir, e ter uma recaída violenta.
Ele então inicia os movimentos de para cima e para baixo na minha piroca, o que a deixa tremendamente dura e ereta, como um aríete, pronto para perfurar uma grossa parede. Lentamente, vai puxando o cobertor para o lado, expondo minha piroca e em seguida, abocanha-a com sofreguidão, fazendo com que ela sumisse por inteira em sua

boca, indo até a garganta. Sinto que estou a ponto de gozar e peço a ele que venha a sentar-se como fez a mãe dele e de frente para mim. Também digo para ele, que se ele gozar em cima de mim, vou enfiar tanta porrada nele, que durante o dia, ele teria que ficar de molho em casa sem poder sair de tão quebrado ele iria ficar. Ele ri e se joga em cima dos meus peitos e me tasca um beijo na boca, deixando-me sem ação, pois foi uma coisa inesperada e gostosa (cá pra nós). Gozo violentamente em seu rabo e ele gemia bem baixinho de prazer. Demora um pouco mais sentado com minha vara enterrada em seu rabo, quando se levanta e abocanha minha caceta, procurando lamber toda porra que escorrera do seu rabo e lambuzara meu pau e minha região pubiana como também meu saco. Após ter lambido tudo, levanto-me e vou a banheiro lavar-me, pois eu estava todo melado de porra e de saliva.
Volto para a cama e vejo que ele passara para o canto da cama. Deixei-o lá, e deitei-me na beirada dela. De repente, em um movimento de arrumar o cobertor, encosto-me em seu corpo e sinto o volume do seu caralho roçando minha bunda, Noto que o filho da puta não está dormindo, pois a sua piroca cresceu de volume, ficando dura e toda encostada em meu rego. Aqui dou uma parada para uma explicação, conforme te escrevi.
Duas horas e trinta minutos. Uma noite fria do caralho; o quarto em penumbra; um jovem com uma disposição violenta; uma piroca de grosso calibre encostada em teu rabo. Que fazes? Existe alguma forma de resistir a tentação, que vens reprimindo por cerca de trinta anos seguidos, sem sucumbir a um desejo desse? Cara. A carne fala mais alto, o tesão é muito forte, e você treme nas bases. Você perde a razão, o pudor. Transforma-se de repente em uma puta rampeira, rameira, vadia. Pois foi o que aconteceu comigo. EU TIVE UMA RECAÍDA E COM O FILHO DE MEU PRIMO, O QUE É PIOR, POIS PODERIA TER MEU SEGREDO DESCOBERTO POR TODA A FAMÍLIA. Vamos continuar com a estória, que foi caso verídico.
Meio trêmulo, tiro minha sunga e me encosto todinho em seu pau. Que calor eu senti.
Seu cacete começou a pulsar em minhas nádegas. Levo a mão à boca. Salivo em meus dedos e passo minha mão na entrada do meu cu, quando ele me agarra por trás e falando bem baixinho em meu ouvido, que gostaria de sentir minha boca em seu pau. Viro-me e pegando seu pau, coloco-o em minha boca e começo a sugar-lhe em primeiro lugar sua cabeçorra, em seguida lambo seu pau da cabeça até o saco, subindo e descendo. Coloco todo o seu saco em minha boca, para finalmente engolir aquele pedaço de músculo pulsante, todo em minha boca, indo até a garganta. Paro e pergunto se ele teria condições de gozar duas vezes: uma em minha boca e outra em meu cu, e ele diz que sim.
Recoloco o pau dele na boca e agora sim, começo o movimento mais firme de modo que ele possa finalmente gozar em minha boca, o que não demorou muito. Ele encheu minha boca com seu esperma, o qual eu fiz questão de engolir tudo, sem deixar uma

gota em seu canal espermático. Levanto-me e procuro sua boca e com um pouco de esperma dele na boca, beijo-o, passando para ele o seu néctar delicioso, o qual ele sorveu com gula. Descansamos um pouco e pergunto a ele qual a posição que ele queria que eu ficasse, pois eu estava ali para receber e não mandar, e ele me pede que eu fique de bruços, porém com a bunda levantada um pouquinho. Viro-me de bruços, abro bem as pernas de modo a facilitar a penetração e peço a ele que o faça com calma, em virtude de já ter mais de vinte e cinco anos que não levo ferro no rabo. Ele ri, encosta a cabeçorra em meu orifício anal, dá um empurrãozinho, tira, passa cuspe no meu rabo, torna a encostar sua cabeçorra em meu rabo e de uma só estocada firme, introduz aquele pedaço de músculo pela metade em meu cu. Tira, e torna a colocar, e continuou com estes movimentos, até sua caceta sumir toda em meu rabo. Então ele pergunta se está doendo, eu digo que não. Agora sim, ele começa o movimento de entra e sai, tirando toda e enfiando toda e aumentando o movimento muito lentamente. De repente ele dá quatro estocadas bem mais fortes e chega ao gozo final, inundando meu rabo com um jorro forte e quente do seu esperma. Fecho as pernas numa forma de segura-lo dentro de mim, enquanto ele lambia minha nuca e minhas costas que estavam úmidas de suor. Ele sai de mim e me pergunta se eu fizera meu enema, e eu digo que sim, quando ele cai de boca em meu cu, sugando o esperma que começava a escorrer pelas pernas. Logo depois, levanto-me, vou ao banheiro lavar-me. Volto para a cama, não sem antes de tomar o leite que me fora trazido pela mulher do meu primo, que agora também será minha mulher, igual ao filme: Dona flor e seus dois maridos.
Deito-me, e agora um pouco mais relaxado, me encosto todo no jovem, quando ele então me pergunta o seguinte: minha mãe quer que eu só transe com mulheres; e você o que acha que eu devo fazer: transar só com mulheres ou com os dois, isto é, como disseste: ser bissexual? No que eu respondo que ele deve fazer aquilo que mais gosta, mas sem chegar ao escândalo, ou seja, deve ser discreto e escolher bem os seus parceiros masculinos para transar, os quais devem ser de boa saúde e também não serem viados ou travecos, e sim bissexuais como você deve ser. E ele todo satisfeito beija-me na nuca agradecendo-me pelo conselho. Em seguida dá-me “boa noite”, abraça-me procurando dormir, e eu faço o mesmo, só que vou dormir com uma arma de grosso calibre encostada em meu rego.
No dia seguinte, acordei com mais disposição e para disfarçar, comecei a reclamar que o rapaz roncava muito, e que à noite ele iria dormir no paiol, pois atrapalhou meu sono a noite toda; Todos riram bastante. Cada um foi para o seu afazer diário, e eu ainda fiquei um pouco à mesa tomando meu café, quando a mulher do meu primo chegou-se a mim, e disse que a noite ela tornaria ao meu quarto, porém só ela. O filho não iria, porque a tarde ele viajaria para a capital do estado. E ela realmente foi dormir comigo na noite seguinte, como tem dormido toda a noite.

Conforme te prometi, que se eu caísse te contaria, estou cumprindo o prometido.
Conto enviado por DESEJOSO.
Gostou? Dê seu voto.
Próximo conto: A g u a r d e.
                                

 
 

E-mail= giancarlomartelli@bol.com.br

O pai da minha melhor amiga

Olá, leio sempre os contos desse site. E na última semana aconteceu a coisa mais inusitada da minha vida. Eu usarei nomes fictícios aqui.

Moro numa cidade de interior, e aqui amigos são praticamente "pra sempre", tenho uma amiga há mais ou menos uns 6 anos, conheço a família dela desde o primeiro dia que a gente se conheceu, já viajamos juntos mais de uma vez, e sou amigo de todos.
Mas num dia desses, em uma festa na casa dela aconteceu algo muito estranho e bom ao mesmo tempo.

O pai dela sempr teve fama na cidade de se interessar por homens, mas eu nunca liguei porque sempre o vi como pai da minha melhor amiga e meu amigo também. Sou bi, tenho uma namorada, mas até o dia nunca havia transado com homens, apenas beijado mesmo. Estava eu na cozinha colocando água num copo para curar um pouco a bebedeira e eis que aparece o Paulo (nome fictício), pai da minha miga na cozinha e sem mais nem menos me encoxa por trás e pega no meu pau. Me assustei, achei que era por ele estar bêbado, tirei a mão dele e saí de perto, mas ele veio atrás e disse:

- Lembra quando te vi tomar banho lá em Caldas, me ofereci para tomar banho junto e você disse que já estava saindo?

Eu respondi que lembrava. E ele disse:

- Desde aquele dia morro de vontade de te chupar. Entra no banheiro que eu vou te fazer feliz hoje.

Disse isso acariciando meu pau e colocando a mão em sua bunda.
Fui para o banheiro e em menos de um minuto ele já estava batendo na porta. Abri para ele, ele entrou trancou, e com muita rapidez me jogou contra a parede, me deu um beijo, se ajoelhou, desceu minha bermuda e cueca e começou a me chupar. Ficamos nisso uns 10 minutos. Ele falava que sempre me achou gostoso e tava com vontade de me dar.
De repente meu celular toca, era a filha dele perguntando onde eu estava, que estava me procurando. Disse que estava do lado de fora conversabdo com um amigo e que estava entrando.
Saímos do banheiro e ele disse pra eu falar para ela que estava indo embora, e espera-lo na esquina, que nós iriamos ao motel. Assim o fiz, disse a ela que não me sentia bem e por isso iria embora.

Esperei na esquina uns três minutos, ele chegou, abriu a porta e disse pra eu entrar, sentei ele colocou a mão dentro da minha bermuda e ficou acariciando até chegarmos no motel.

Logo que estramos no quarto, ele tirou a roupa. Um homem de uns 45 anos, 1,75 de altura, magro, barba por fazer, um pau pequeno, uns 15,5 cm e uma bunda redondinha, daquelas que ao olhar você ja fica com água na boca. Me beijando e mordendo meu pescoço e orelha disse:

- Sempre quis te ter todinho pra mim! Baixinho gostoso.

Tenho 18 anos, moreno claro, cabelo curto preto, olhos castanho escuro, 1,62 de altura, pernas grossas, ombro largo, mas nada musculoso. E um pau que impressiona, pelo meu pouco tamanho, tenho de dote 18x13 cm.

Ele mandou eu tirar a roupa e entrar na hidromassegem com ele. Lá ele me chupou mais, mordia e sulgava minha bolas, subia com a língua até a cabça e engolia tudo, me deixando foder sua boca. Fodi a boca daquele coroa gostoso até enxer ela de porra. Ficamos nos beijando até meu pau ficar duro de novo. Fomos para a cama, eu o coloquei de quatro e comecei a lamber e morder seu cu, e que cu delicioso, estava evidente que não era sua primeira vez. Depois de foder seu cu com a língua e deixar molhadinho, coloquei a camisinha e disse que ia começar a enfiar. Foi nessa hora meu maior susto, pois ele disse o seguinte:

- Eu gosto de sentir a dor. Deita ai com esse pau gostoso pra cima que eu vou sentar nele.

E assim foi, deitei e ele sentou com tudo, e não teve muita dificuldade não. Gritando muito de dor ele cavalgava e rebolava no meu pau. Os gritos eram histéricos, acompanhados de lágrimas e risadas de quem estava adorando aquilo tudo. E isso me deixava com muito tesão, eu estava assustado, mas com muito tesão.
Com rapidez inverti a posição sem desatolar meu pau, coloquei ele com as pernas em meus ombros e comecei a estocar com muita velocidade e batendo uma punheta. Em poucos minutos ele gozou, lambuzando minha mão toda. Aquela porra na minha mão, em seu toraz e em seu rosto me deu mais tesão. Anunciei que iria gozar. Ele me empurrou, tirou a camisinha e começou a me chupar. Gozei, gozei muito, que nem coube toda a porra em sua boca. Ele engoliu tudo, sorriu e me beijou.
Tomamos banho juntos, ele me lavou, me mordendo, e eu enfiando o dedo no cu daquele safado. Sem pensar começamos um 69 no chão do box mesmo, até gozarmos um na boca do outro.

Fomos embora, ele me deixou na porta de casa, me deu R$50,00 dizendo que era pelos melhores 40 minutos da vida dele. Pegou meu número para combinarmos algo. No outro dia fiquei com remorço por ele ser pai da minha melhor amiga. Mas que foi gostoso foi, e ainda descolei uma grana.
Se quiser trocar emails é só entar em contato ou add o msn.

figueirinhacomedor@hotmail.com

 

Descobri o amor com meu amigo hetero

Ola meu nome é Paulo,sou de Recife,23 anos,moreno claro magro com o corpo dividido e 1,70m.
Bom depois de ler varios contos aqui,decidi depois de muito tempo contar minha historia com um amigo (que vou chamar de David para preservar sua imagem).
Tudo começou a 4 anos atrás quando eu trabalhava em uma loja aqui no centro e um dia ele foi apresentado como novo funcionário, de inicio nem dei bola. Porem com o passar do tempo,nos aproximamos e nos tornamos muito amigos.Em meu trabalho todo mundo sabia de minha opçao sexual e não havia frescura. Depois de um tempo percebi que ja nao o via como amigo mas com um sentimento que nao conhecia e so depois descobri que era amor. Sempre o falei que o amava,que o desejava e ele HETERO, dizia que me amava mas como amigo. Conheci sua familia,namorada e amigos e ele os meus.

Passavamos o dia juntos no trabalho,a noite antes de dormir conversava-mos ao celular por horas.
David me respeitava de uma forma que nunca nenhum amigo hetero meu havia me tratado antes.
Quando o conheci,apos um tempo rompi meu namoro e ele o dele,mas nunca houve nada.
Ja o vi ate chorar por nao poder me amar da mesma forma que eu o amava e segundo ele eu merecia esse amor mas ele nao podia me dar.
Passei 3 anos sem ficar com ninguem pois só queria ele.
Um dia tive a ideia de convida-lo ao casamento de uma amiga que ele nem conhecia,mas ainda assim ele veio.
Fomos ao casamento com alguns amigos e amigas minha,a festa e depois viemos pra casa.
Decide que eu e ele dormiria-mos na casa da vizinha de meu primo que viajou e deixou a chave com ele.
Imaginem,uma casa no meio de um sitio,ele e eu apenas.
Ele quiz tomar banho e eu fiquei sentado na cama esperando ele voltar para poder tomar meu banho,e antes de se banhar ele volta com a roupa na mão e me entrega para guardar.

Nossa quasse morri quando vi o homem que desehava a mais de 3 anos de cueca box e branca na minha frente.Lutei contra mim mesmo para nao entrar naquele banheiro.
Ele termina e deita na cama para dormir.tomei meu banho e fui dormir ao seu lado,mas o sono nao vinha,só queria olhar para aquele corpo branco,dividido,seu bumbum arredondado que eu nunca havia reparado e seu cabelo liso e preto alem da boca mais convidativa que ja vi.
Por medo de nao resistir fui dormir no sofa.Quando cai no sono,acordo com ele me pegando nos braços,quando pergunto o que estava fazendo ele falou que estava frio e que eu deveria voltar a cama.
Ele caiu no sono e eu o admirava.Morrendo de medo passei a mao sobre seu corpo e quando minha mao passou sobre sua cueca ele tremeu.Fui ao seu ouvido e chameu seu nome,disse que sabia que estava acordado e perguntei se ele queria ficar comigo,ele deu um riso de canto de boca e respondeu com a cabeça que sim sem abrir os olhos.
Era tudo que queria ouvir,fui pra cima dele e o beijei...Nossa me faltam palavras para descrever aquele beijo,o melhor de minha vida,talvez por ser o primeiro de amor.
Nos beijamos por muito tempo,varios amassos e entao perguntei se ele queria fazer amor comigo e ele respondeu que nao,nunca havia ficado com um cara quem dira transar e tinha medo de achar estranho e nao gostar e acabar me magoando.Disse a ele que desejava aquela noite a 3 anos e transar ou nao nao iria tirar a minha felicidade.

Nos beijamos mais e depois fomos dormir abraçados
Depois acordei com seus beijos e ele me pedindo para fazer amor com ele,que nao conseguia pregar o olho me tendo ao seu lado e que essa noite talvez nao se repetisse e nao queria deixar a oportunidade de me amar por inteiro.
Nao tive duvidas,agarrei-o com toda força.Beijei todo seu corpo ate chegar a seu pau.
Nossa era lindo,beijei e chupei como se fosse acabar a qualquer momento,ele pediu para me penetrar,mas tinha medo de me machucar por nunca ter feito e ele sabia que alem de nao gostar de ser passivo eu nao ficava com ninguem desde o dia em que o conheci,subi em cima dele e deixei ele me penetrar,nossa como ele comia bem...sabedoria e carinho num sexo que so ele podia me dar.
Ele gozou dentro de mim e perguntou se eu havia gozado,disse que nao mas nao tinha importancia.Ele respondeu que tinha sim e disse:
-Não é justo apenas um sentir prazer,desculpa acho que nem pensei em voçê,se estiver ruim me avisa e eu paro.
E pra minha surpresa ele começou a me chupar...eu nem acreditava,meu amor hetero na cama comigo,transou comigo e ainda estava me chupando,gozei como nunca havia gozado antes.

Tomamos banho e dormimos.Almoçamos na casa de meu primo com meus amigos e depois o levei ao ponto de taxi.
Estava bobo com o que havia acontecido,mas a noite ele me manda uma mensagem dizendo que era melhor passamos um tempo afastados pois tudo aconteceu muito rapido e ele nao queria por esperanças em mim para me magoar mais na frente.
desde de janeiro nao nos falamos,voltamos a nos falar a alguns dias mas ele entrou de ferias e viajou para São Paulo.
Não vejo a hora dele voltar e nos conversamos,quero abraça-lo to com muita saudade.
Espero que tenham gostado,resumir 4 anos nao é facil.

paulo88santos@gmail.com

Fantasias de Corno Viadinho II

Continuando o conto FANTASIAS DE UM CORNO VIADINHO I........... A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.

.......Nossa vida estava uma maravilha. Sempre fazendo sexo com algum macho gostoso, seja com nossos namorados e/ou com outros que conseguíamos nas nossas noitadas. Sempre saíamos juntas para barzinhos na captura de algum. Certo dia, já no final de uma noite de sexta feira, estávamos num barzinho só eu e ela tomando umas cervejinhas e nos deparamos com quatro rapazes de aproximadamente 25 anos, em outra mesa bebericando e batendo papo. Minha mulher se interessou por eles e fez com que eu me interessasse também, afinal eram quatro machos gostosos. Ela então começou a dar mole pra eles. Eles desconfiados com a minha presença ficaram tímidos, porém, quando viram que minha mulher estava atirando sobre eles, ai não teve jeito, um deles veio até nós perguntado se eu era o marido dela mesmo. Disse que sim, que embora fosse casado, era bissexual e estávamos interessados neles. Disse ainda que minha mulher é uma puta tarada que adora rapazinhos. O rapaz ficou desconcertado, porém, animado com a resposta que dei. Foi até seus amigos e comentou com eles. Só via os sorrisos deles. Fiz um sinal para que viessem para nossa mesa. Assim o fizeram. Apresentaram-se e sentaram-se animados. Começamos a conversar sobre diversos assuntos e entramos no assunto pelo qual se sentaram conosco. Disse que éramos casados a mais de sete anos e que somos bissexuais. Disse que minha mulher e eu somos extremamente tarados e safados na cama e que topamos todo tipo de putaria, desde que seja com segurança e sem violência, desfrutando somente do prazer. Eles fizeram várias perguntas, curiosos em saber como é ser corno de uma mulher tão bonita e gostosa como a minha, desde quando passei a gostar de machos, como tudo aconteceu, etc. Ficaram animados e com tesão em comê-la. Quanto a mim, perguntei se também poderia entrar na festa ou se o interesse deles era somente na minha mulher. Disseram que a princípio seria somente a minha mulher, porém, na hora do tesão, pode até rolar. Convidei a todos que fossemos para nossa casa. Pagamos a conta e saímos. Lá, abri umas cervejas e servi a todos. Minha mulher pediu licença e foi para o quarto retocar a maquiagem. Retornou apenas de calcinha fio dental e salto alto, fazendo poses e lambendo os lábios. Os rapazes já excitados e na expectativa, levantaram-se todos e puseram-se a tirar rapidamente suas roupas. Minha mulher ficou no centro deles e beijou na boca de dois deles e então começaram a boliná-la por todos os lados. Um passava a mão na bunda, outro na buceta, outro nos peitos e o outro esperava uma chance para tal. Ela se pôs de joelhos e começou a chupa-los, ora um ora outro. Era um na boca e um em cada mão batendo punheta. Ficou assim por mais de 15 minutos e eu apenas olhando com o cú piscando sem parar e o pau babando de tesão. Quando ainda chupava, um e outro aproveitavam para enfiar dedos na sua xoxota e no seu cuzinho. Sempre a chamando de puta safada, cadela, piranha. Ela estava adorando aquela putaria. Quando se lembrou de mim, olhou-me e disse, vai se trocar minha gatinha. Entendi seu toque e fui para o quarto me trocar. Vesti-me com meias 7/8, salto alto, calcinha fio dental e cinta liga. Coloquei também uma blusinha para ficar mais feminina. Aproveitei para passar um brilho e uma leve maquiagem no rosto. Quando retornei à sala, minha mulher já estava de quatro sendo comida na buceta e estava com outro na boca. Dois aguardavam a vez de serem chupados por ela, pois revezavam os três ao mesmo tempo na sua boquinha. Ao me verem, se impressionaram na mudança radical de homem para mulher e assoviaram. Assim já dá para te comer viadinho!!!!!...disseram olhando pra mim. Dei uma disfiladinha pra eles e falei que também estava louco pra provar daquelas rolas duras.

Os dois que estavam aguardando para serem chupados partiram pra cima de mim. Ajoelhei e pus-me a mamar gulosamente os dois, gemendo alto e socando-os no fundo da minha garganta. Perceberam de cara que eu sabia fazer a coisa. Colocava os dois na boca, engolia um ora outro, mamava em um e punhetava o outro e assim foi por alguns minutos. Enquanto isso minha mulher gemia com um pau na sua buceta e outro na boca. Depois se revezaram, porém, o Márcio, o mais pauzudo de todos, queria era comer o cú dela. Ela nem pensou duas vezes. Disse logo, come esse rabo safado, enfia tudo no meu cú. Márcio não pensou duas vezes. Posicionou atrás dela e começou a empurrar seu cacete no rabo da minha puta esposa. Ela deu um grito na hora, mas ele nem se importou, pelo contrário, deu um tapão na bunda dela chamando-a de piranha safada. Não queria no cú vadia, agora aguenta, disse ele. Nisso o João que socava na garganta dela pediu para revezar com o Eduardo que socava na minha garganta. Então João já veio com seu cacete balançando pra enfiar na minha boca e Eduardo enfiou sua rola na boca da minha mulher. Márcio, que comia o cu da Júlia, tirou pra fora e pediu o João licença pra enfia-lo na minha boca. João aproveitou e foi comer o cu de Júlia e Márcio enfiou o cacete na minha boca falando: “chupa viado, chupa corno, prova o rabo da sua puta vadia putinha”!!.....Hummmmmmmmmmm...........................como gosto de ouvir isso. Parecia estar me elogiando....rsrsrssss. Mamei e mamei muito aquele cacete. Ele suspirou de tesão e não aguentou, começou a gozar feito um louco, segurando minha cabeça para não tirar o pau da boca e me fez engolir toda sua porra. Só depois que amoleceu ele tirou feliz da vida por ter gozado na minha garganta, se vangloriando. Enquanto isso o Bruno alisava minha bunda já querendo comê-la. Fiquei de quatro pra ele e pedi então dengosamente “fode minha bunda Bruninho”!!! E ele então começou a empurrar seu cacete duro no meu rabo guloso. Gemia de tesão. Do lado, João saiu do cu de Júlia para dar a vez ao Eduardo, que até então socava sua rola na boca de Júlia. João deu-me sua rola pra mamar e Eduardo já comia o cuzinho de Júlia quando o Márcio já pedia de pau duro pra foder a boceta de Júlia. Fizeram então uma dupla penetração nela. Márcio na buceta e Eduardo no cú. Enquanto isso estava eu com o João na boca e o Bruno no rabo. Depois João pediu a Bruno pra foder meu cú. Então tirou do meu rabo e enfiou na minha boca. Depois de uns 15 minutos assim, o Eduardo pediu para trocar de cú com o João. Eduardo me comia e João fodia o rabo de Júlia. Eduardo não aguentou muito no meu cú e gozou lá dentro muita porra. Bruno ao ver o amigo gozando não aguentou também é encheu minha boca com seu leite quente. Fiz questão de saborear a porra dele, levando de um lado a outro da boca, brincando com a língua e os lábios antes de engolir tudo. Delícia!!!! Quero mais Bruninho, disse a ele rindo. Comecei a ouvir gemidos altos, minha mulher estava gozando feito uma cadela nas duas picas. Gritava, urrava, pedia pra socar forte, e desfalecia deitada sobre o corpo do João. Ao mesmo tempo, João enchia sua bocetinha de porra. Minha mulher saiu das duas picas e foi tomar um banho. João, que tirava o pau da xoxota dela melado de porra  me obrigou a limpá-lo todinho. “chupa viadinho, é assim que vc gosta putinha, chupa corno safado”!!...Dizia ele. Não me fiz de rogado e nem o decepcionei, abocanhei o pau melado de porra que saíra da buceta da minha vadia.  Quando menos espero, os quatro se posicionaram ao meu redor pedindo para que os chupassem. Hummmmmmmmm sonhava com isso. Quatro picas gostosas balançando sob minha cabeça, cada uma esperando sua vez de ser engolida pela minha boca gulosa. Engolia uma e punhetava as outras. Fiquei assim até minha mulher voltar do banho. Todas duras e prontas novamente, voltaram a foder novamente eu e  minha mulher. Bruno colocou no cú dela, sentada de costas pra ele, enquanto o Eduardo comia sua buceta de frente, novamente numa dupla penetração. Eu continuava a mamar João e Márcio. Que pica gostosa tinha Márcio. A melhor dos quatro. Era muito grande e grossa. Ruim mesmo foi na hora que ele resolveu comer meu rabo. Que dor imensa, além do mais, ele não foi nada carinhoso, sendo  bruto e violento na sua foda. Comia-me com força, dando tapas na minha bunda e me xingando de viado corno. Do outro lado João socava seu cacete na minha garganta pra abafar os gemidos. Depois João pediu pra foder meu cú e o Márcio pediu pra comer a buceta de Júlia, trocando com o Eduardo. Eduardo então enfiou seu cacete na minha boca e Márcio bombava na xoxota de minha amada. Quando todos estavam prestes a gozarem, Márcio pediu que gozassem todos em cima de nós duas. Assim o fizeram, ficamos as duas de joelhos e os quatro punhetando acima de nossas cabeças. Estávamos com nossas boquinhas abertas e com a língua de fora só esperando jorrar leitinho nas nossas caras. Bruno foi o primeiro a esporrar, mirando bem na cara de minha puta. Ele deu seu pau para que eu limpasse o restinho. Cheguei a enfiar a língua no seu canal pra sugar tudinho. Márcio veio em seguida com se pauzão, esguichando muita porra em nossas bocas. João e Eduardo parecem ter combinado, pois gozaram juntos, cada um mirando em uma cara. Depois de terminarem, chupamos seus cacetes para limpar o restinho de porra que neles tinha e depois fiz o que mais amo fazer, beijar na boca de minha mulher toda meladinha de porra. Lambemos-nos e nos beijamos loucamente, limpando nossos rostos com a língua e ao mesmo tempo fazendo carinhos um no outro.  Estávamos exaustos de tanto trepar e fomos dormir, depois de despedir dos quatro rapazes, dizendo-lhes que sempre que quiserem foder um cuzinho guloso, estaríamos à disposição. Disseram que voltariam pra repetir sempre que nós os convidássemos.

No dia seguinte, felizes da vida e com o cú ardendo, tive uma grande felicidade. Ao pegar o elevador do prédio estavam realizando mudança um casal jovem que nos chamou atenção. Uma linda morena muito gostosa de aproximadamente 26 anos e seu marido, um jovem rapaz mesma idade, que simplesmente mostrava-se como uma menininha. Isso mesmo, o cara era afeminado, falava parecendo uma mocinha e seus gestos entregavam o rapaz. Diferente de mim, pois apesar de amar outro macho, sou macho muito discreto, pois ninguém desconfia. Bom, acontece que ao encontrarmos-lhes, houve uma química muito forte entre nós. Claro, a mulher dele ficou de olho em mim e na minha esposa e seu marido de olho em mim. Não faziam ideia do que éramos capazes de fazer. Oferecemos ajuda na mudança e aceitaram de imediato. Depois conversamos bastante sobre suas vidas e sobre as nossas. Era domingo, ficamos o dia todo na casa deles ajudando com algumas coisas e à noite, os chamamos para tomarem um caldo em nossa casa, já que na deles a bagunça não permitia fazer qualquer coisa naquela hora. Aceitaram e fomos. Conversamos até altas horas e descobrimos coisas maravilhosas. Estava  na sala batendo papo com Juninho e minha mulher com a Claudia na cozinha preparando o caldo. Minha mulher, astuta e curiosa, perguntou a Claudia se já havia traído o seu marido, pois era muito bonita e gostosa, com certeza deveria chamar muito atenção dos homens. Ela disse que sim, depois de flagra-lo na cama com outro homem, deu o troco na mesma moeda. Deixei que me flagrasse com outro homem na cama bem no horário de sua chegada do trabalho. Júlia arregalou os olhos e perguntou novamente a ela o que aconteceu depois disso, afinal, estão juntos e parece que não houve nada. Claudia então disse que depois disso conversaram bastante e chegaram a uma conclusão de que não deveriam se separar e sim aproveitar da situação uma vez que eu também tenho minhas fantasias com mulheres e outros homens, já havia dito isso a ele numa oportunidade na cama, mas não passava de fantasia até então.  Eu tinha várias fantasias e ele também, portanto, porque não realizá-las, além do mais, ela o amava muito, sendo ele do jeito que é.  Depois disso, era tudo que seu marido queria, dar livremente por ai sem qualquer impedimento e, ao mesmo tempo, posar de marido macho para toda família. Ela topou, afinal o amava muito e sempre quis foder com outros homens e mulheres, pois é louca por sexo de todas as formas. Confessou que antes dele ser flagrado na cama com outro, ela já fantasiava ver seu maridinho dando pra outro. Ela também disse que é louca por mulheres. Ama chupar uma bocetinha e beijar na boca de outras mulheres. Aproveitou e disse que depois da liberação total, traiu seu marido por algumas vezes, sendo a maioria com sua ex-vizinha. Minha mulher ficou excitadíssima com suas confissões. Enquanto isso, eu e o Juninho papeávamos na sala. Eu já estava com tesão por ele, afinal sempre tive vontade de ter “uma amiga” putinha e viadinha como eu. Juninho é um cara bonito, corpo bonito, lisinho, bunda grande, boca gostosa e carnuda, mas nada aconteceu neste dia, pois depois de ouvir tudo aquilo da Claudia, minha mulher se manteve quieta até eles irem embora. Quando ela me disse tudo que ouviu, fiquei com vontade de busca-los de volta........rsrsss.....pois fiquei excitadíssimo com os dois. Disse a minha mulher que gostaria de ser amigo íntimo do marido dela. Minha mulher disse ter ficado com tesão no Juninho também, queria muito comer o cú daquele viado, disse ela.

Depois de alguns dias, combinamos de almoçar na casa deles como forma de retribuir o carinho quando chegaram. Aceitamos com muito prazer. Aliás, muito prazer era o que nós duas esperávamos. Fomos pra lá por volta das onze horas. Bebemos algumas cervejas antes do almoço e já estávamos meio altos pela quantidade. O almoço ficou pronto por volta das 14h. e ainda continuamos a beber e beliscar alguma coisa. Em dado momento, soltei uma que fez com que todos se assustassem................Juninho, estou louco pra foder esse seu cuzinho!!.....ele ficou vermelho de vergonha e sua mulher pra sacaneá-lo, disse que o que ele mais ama na vida é dar a bundinha dele, que inclusive flagrou ele na cama dela com outro. Ai não teve mais jeito, o Juninho não sabia o que dizer e, a puta da mulher dele já não queria mais parar de falar. Completava dizendo que ela também o encheu de chifres e ele não come ela mais. Eu e minha mulher começamos a rir e antes que o viadinho dela ficasse mais sem graça do que estava, disse a ele que o amei no instante em que o vi e disse que também somos bissexuais e que sou louco por rolas e amo ser corneado. Nesta hora tanto ele quanto sua mulher ficaram eufóricos em ouvir tudo aquilo. Nossa, que delícia, somos iguais amiga!!!...Disse Claudia à minha esposa. Com o álcool na cabeça e excitadíssimos pela conversa, insinuei começarmos uma putaria naquela hora. Claudia apenas olhou pra minha mulher e sem dizer nada, beijou-a na boca de forma alucinada. Adorei ver minha mulher beijando na boca de outra. Era a primeira vez que via isso, embora ela tenha tido a vontade de experimentar o sexo feminino há muito tempo, nunca teve tal oportunidade. Era agora então. Claudia, mais experiente com mulheres, beijava-a e alisava seus seios ao mesmo tempo. Eu e Juninho vendo tudo aquilo, também olhamos um para o outro e nos abraçamos e beijamos loucamente, passando as mãos no corpo um do outro. Começamos então a tirar nossas roupas, que eram poucas por ser um domingo, pois estávamos apenas de shortinho e camiseta. Quando Juninho meu viu de calcinha, deu um grito de felicidade e disse: ai amiga você também gosta de usar calcinhas?....

Disse a ele que amava usar calcinhas e que desde minha iniciação com minha mulher, passei a usar sempre suas roupinhas, inclusive para dormir. Márcio aproveitou o momento e também tirou seu short. Mostrou-me uma minúscula calcinha enfiada em sua bunda. Amei ao vê-lo de calcinha. Que bunda linda ele tem. Que bunda gostosa de comer o meu viadinho tem. Disse a ele pra desfilarmos uma para a outra. Dei a ele um salto alto e peguei o meu e começamos a andar pela casa rebolando. Nossas mulheres aplaudiram e disseram pra gente se maquiar também. Gostei da ideia e fomos para o quarto deles para brincarmos de maquiagem. Enquanto isso escutávamos os gemidos das duas na sala deitadas no tapete fazendo um 69. Eu e Juninho maquiávamos e brincávamos uma com a outra. Fomos para sala e nossas mulheres se deliciaram com a gente. Claudia brincou, agora somos quatro meninas, vamos todas brincar juntas? Perguntou ela. Rimos e entramos na brincadeira. Porém, antes de mais nada, beijei loucamente minha amiga. Lambi seu corpo todinho. Lambi seu pescoço, suas orelhas, seus peitinhos, sua virilha (sem tocar no seu pau) e ao mesmo tempo apalpando sua bundinha gostosa, depois mamei na sua rola enquanto enfiava um dedinho no seu cuzinho. Meu viadinho gemia como uma mocinha. Nossas mulheres continuavam a fazer 69. Que delícia ver minha mulher lambendo uma buceta e um cuzinho. Claudia ficou por cima dela esfregando sua bunda na sua cara. Eu e Juninho nos amassávamos em pé mesmo. Nesse momento ele se abaixou e pôs-se a mamar gulosamente no meu pau. Que delícia ele mamando. Guloso igual a mim. Socava na garganta dele fazendo-o engasgar com minha rola. Ele estava adorando saboreá-la. Depois o coloquei de quatro no sofá e a Claudia fez a mesma coisa com a minha mulher. Ficamos eu e a Claudia lambendo o cú das duas. Juninho e Júlia gemendo juntas com nossas línguas gulosas socando fundo no cuzinho delas. Minha mulher pediu a Claudia que enfiasse dedos no seu cú. Juninho já pedia pica. Coloquei carinhosamente no rabo de minha amiga enquanto Claudia enfiava três dedinhos no rabo de minha mulher. Brinquei bastante no cu de Juninho e depois enfiei no rabo de minha mulher. Claudia por sua vez deu a xoxota pra ela lamber enquanto gemia no meu pau. Já Juninho, lambia minhas bolas por traz. Depois a Claudia pediu pra ser comida e então enfiei também no seu cu. Júlia ficou de quatro na sua frente pra ser lambida novamente. Resolvi então tirar do cú de Claudia para dar ao meu viadinho pra provar. Ele não titubeou, viu que estava limpinho e não desperdiçou a chance de provar o cú da sua puta mulher. Mamou gostoso e ele mesmo colocou de volta no rabo de sua putinha. Soquei gostoso novamente enquanto ela se deliciava com a xoxota da Júlia. Juninho pediu novamente pra provar minha pica e assim o fiz. Neste momento, Claudia enlouquecia a Júlia com as suas chupadas fazendo-a gozar como uma cadela, gritando e gemendo alto.

Claudia então chupava mais e mais sua buceta. O tesão tomou conta de todos e Claudia também começou a gozar pelo cú, gemendo e pedindo pra socar com mais força. Eu também não aguentei e comecei a gozar. Tirei do rabo de Claudia gozei loucamente, dando a minha amiga viadinha pra chupar em seguida. Mamou e se lambuzou com toda minha porra, degustando e engolindo tudinho. Como minha putinha ainda não havia gozado pôs-me de joelhos a mama-lo gulosamente até ele jorrar seu leitinho quente na minha boca gulosa. Desta vez eu não bebi, levei até a boca dele e engolimos beijando e chupando nossas línguas meladas de leite. Descansamos e almoçamos. Como passamos o domingo juntos, dormimos agarradinhos (eu e ele, ela e ela). Á noite começamos tudo de novo. A partir desse dia, nossa amizade parecia ser de longos anos. Estávamos íntimos demais um do outro. Minha mulher passou a amar bucetas, queria sempre nossa amiga pra fazer sexo com ela. Portanto, sempre estavam juntas. As duas já estavam saindo juntas pra foderem com homens e mulheres sem nos chamar. Pro outro lado, eu e minha amiga putinha também. Sempre saíamos juntas à procura de machos e começamos a trepar com todos que podíamos. Às vezes levávamos pra casa pra fazer uma festinha com nossas putas. Eu e Juninho sempre brincávamos de nos maquiar e de vestir as roupinhas de nossas mulheres. Sempre dormíamos juntos, seja eu com ele e ela com ela ou os quatro juntos em vários colchoes na sala. Numa dessas transas, eu e Júlia lembramos-nos dos quatro amigos nossos que nos foderam anteriormente e contamos para nossos novos amigos o que aconteceu, levando-os à loucura, pois queriam muito fazer o que nós fizemos. Combinamos então de ligarmos pra eles com a finalidade de fazermos uma festinha na nossa casa. Agora sim, eram quatro cús para quatro picas. Porém, quando eles chegaram no dia e hora marcada em nossa casa, nos deparamos com seis caras. “Ficamos muito tristes”........rsrsrss
Se gostaram, o conto ainda terá sua terceira parte.
Aguardo vossos comentários.
Beijos a todos.

mikaela40df@hotmail.com

O caseiro II

Meu nome é Giancarlo, e vou dar continuidade na estória de O Caseiro.  Mas antes de recomeçar, gostaria de esclarecer alguns pontos, de modo que os leitores possam entender o que aconteceu na minha vida.  Todo ser humano passa por diversas fases na vida: umas boas e outras más.  Muitas vezes, dão para roubar, outros a defraudar, outros a difamar, outros a praticar a homossexualidade, etc...  Alguns gostam tanto que não procuram sair daquela vida, outros, após terem experimentado, voltam para o seu lado bom, abandonando aquela vida.  Vocês poderão observar, lendo os meus contos, que eu também tive meu período ruim, porém com o passar dos tempos, eu resolvi abandonar....leiam os outros contos e saberão o que me aconteceu.

Após três dias da ida a Itaguaí, estava no escritório, quando a minha paixão que é a secretaria (ela ainda vai ser minha) entregou-me uma solicitação de visita, exatamente em Itaguaí.  Como era sexta-feira e minha agenda de visitas estava lotada, resolvi deixar para o dia seguinte, tendo em vista que eu costumo ficar em casa aos sábados, mas como era em Itaguaí, eu também poderia ir ao sítio do caseiro, fazer-lhe uma visita.

Acordei cedo no sábado, fiz minha higiene pessoal (enema), tomei meu café matinal, e fui à garagem pegar meu carro.  Já na rua, procurei o melhor caminho que me levasse à Itaguaí mais rápido, pois assim teria mais tempo para ir à casa do caseiro sem ter que ficar preocupado com as horas.  Chegando a Itaguaí, procurei pelo mercado e seu proprietário, o Sr. Onofre.  Rapidamente encontrei o mercado, bem como também, o seu proprietário.  Subimos até o girau onde ficavam as salas da administração do mercado, e observei que os móveis eram improvisados.  Abri minha pasta, peguei um jogo de catálogos e entreguei nas mãos do Sr. Onofre, de modo que ele escolhesse o melhor para a firma dele.  Ele então pede minha opinião com relação à escolha, tendo em vista que eu já trabalho com aquela mercadoria, e provavelmente já teria vendido para algum mercado.  De posse da autorização dele, indiquei-lhe um modelo que viria a compor sua firma, e o preço era bastante convidativo, o que foi aceito de imediato pelo dono da firma.  Preenchi o pedido, preparei o cadastro dele, e despedi-me dando um prazo para a entrega da mercadoria de sete dias após a aprovação do cadastro.

Saindo do mercado, peguei a estrada que me levaria ao sítio do amigo.  Após cerca de 20 minutos de viagem, finalmente entro na estradinha de terra batida e logo avisto o sítio do amigo.  Ao chegar defronte a porteira, observo que ela esta trancada com cadeado, e mais à frente, enxergo um rapaz que se encontra de costas para a entrada.  Chamo por ele, e ao virar-se, vejo que é a pessoa a quem procuro.  De imediato, ele não me reconhece, mas logo em seguida pergunta se eu já não estive conversando com ele, o que eu respondo que sim, e pergunto:  não estás me reconhecendo?  Tomamos banho juntos no rio, lembras?  Já esquecestes?  Quando eu falei banho no rio, ele caiu em si e disse que estava se lembrando de mim, mas não passava pela cabeça dele que eu iria retornar.  Ato contínuo veio até a porteira e abrindo-a, pede que eu entre com meu carro e pare defronte a casa dele.  Fecha a porteira e vem ao meu encontro. Abraçamo-nos e ele me convida para entrar em sua casa.

Pude observar que a casa dele era bem simples, com o estritamente necessário para um homem solteiro.  Já mais a vontade, pergunto se ele é casado, separado, desquitado, divorciado ou viúvo, e ele responde que foi corneado pela companheira dele, e mandou-a embora de “mala e cuia”.  No momento, está curtindo a vida de solteiro, inclusive experimentando outras situações bem diferentes das que ele já houvera passado antes.  Não arrisquei nenhuma pergunta, para não estragar o clima que começava a rolar, isto é, nossa conversa estava ficando mais solta e objetiva, tudo indicando que a tarde seria bem aproveitada e maravilhosa.

De repente ele se levanta, perguntando se eu aceitaria um cafezinho, e digo que sim.  Quando ele retorna da cozinha com o café e me entrega a xícara, arrisco uma pergunta:  o que aconteceu com ele no outro sítio?  Ele esboça um sorriso maroto e diz que a causa foi o filho mais novo do patrão, o Sr. Onofre.
Diz que o rapaz gostava de ficar chupando uma rola, e queria toda hora, quando certo dia, ele deu um flagra em nós dois.  Resultado: ele foi mandado embora, recebendo como pagamento aquele sítio e uma pequena quantia em dinheiro, que daria para me sustentar durante um ano, tendo em vista que  trabalhara no sítio dele durante 20 anos.  Perguntei qual era a idade dele e falou-me que tinha 35 anos de idade.  Então comentei que o flagrante foi muito bom, pois ele saíra lucrando. Perguntei qual o tamanho do sítio e ele responde que o sítio mede 10 hectares, ou seja, 100 mil metros quadrados, e que ele está sabendo aproveitar bem o terreno, diversificando a produção.

Ele me pede que o acompanhe até a parte detrás da casa, de modo que possa me amostrar a propriedade.  Ao chegar lá, constatei que o terreno era imenso, e que um homem sozinho, não daria conta de trabalhá-lo.  Pergunto se ele tem algum trabalhador com ele, e ele diz que tem dois, mas que naquele dia estavam dispensados.  Paramos próximo a uns caixotes, e eu me eoncosto neles, quando ele vem e  encosta-se em mim, roçando sua bunda em meu pau e dizendo que esta é a situação que ele tem experimentado nos últimos tempos.  Diz também que ficou admirado com a minha desenvoltura naquele dia do banho no rio, quando eu me deixei penetrar por trás. Sem nada falar ou reclamar.  A partir daquela data, ele já teve contato homo com quatro homens, e todos vendedores, e sempre no mato, nunca na propriedade dele, para não ficar conhecido demais.

Voltamos para dentro de casa, pois lá fora, soprava um vento frio, vento de inverno, pois estávamos no mês de julho. E na roça a temperatura é bem diferente que a da cidade.  Preparou outro cafezinho, e sentamo-nos juntos.  Após termos saboreado tal aperitivo, começamos a nos acariciar e ele tomou a iniciativa, dando-me um beijo na boca, beijo com gosto de café.  Paramos e começamos a nos despir.  Ele vai até a porta e a tranca por dentro e depois vai à janela e a tranca por dentro também.  Em seguida fomos pra o quarto e nos deitamos como estávamos, isto é, sem tomarmos banho, pois como ele disse que queria sentir o meu sabor.  Pediu-me que a nossa relação naquele dia não ficasse só no normal.  Ele queria conhecer todas as variações de uma relação homo..  Então perguntei se ele iria fazer o mesmo comigo, e ele respondeu que sim, porque gostara muito de mim, e se fosse da minha vontade, poderia morar junto com ele, pois gostaria de ser minha mulherzinha.  Rio disfarçadamente e peço a ele para irmos ao banheiro para fazermos nossa higiene pessoal, de modo não emporcalharmos um ao outro.

De volta ao quarto, deito-me de bruços e peço que ele deite sobre mim, de modo que eu possa ensiná-lo a partir desta posição.  Então digo para ele que a partir daquele momento, ele tomaria toda iniciativa.  Ele posiciona sua piroca em direção ao meu cú, forçando a entrada dela lenta e vagarosamente, com movimentos de ida e volta, até que ela entra de toda.  Ele inicia então a movimentação, agora um pouco mais rápida, sem ser veloz, indo até o fundo do meu rabo.  Para facilitar ainda mais, levanto os meus quadris e abro bem as pernas.  Mal sabia ele que era eu quem queria sem enrabado.  Estava uma delícia sentir aquela vara em meu rabo.  Digo para ele não gozar, pois experimentaríamos outra posição.

Ele tira o pau de dentro de mim e então me viro, ficando agora de barriga para cima, abro bem as pernas, segurando-as com as mãos e levanto-as, assumindo a posição de franco assado.  Ele percebendo a manobra, crava de novo sua caceta em meu rabo. Desta vez socando firme e bem mais profundo.  Com ele cravado em mim, puxo-o em minha direção, dando-lhe um beijo na boca, sendo correspondido por ele.  Enquanto ele me socava, beijava-me de uma forma faminta, quando ele me avisa que iria gozar, e eu digo para ele me encher com aquele néctar maravilhoso, quando sinto que ele gozou dentro de mim.  Fiquei por algum tempo naquela posição até sentir o pau dele murchando dentro de mim.

Ele sai de mim e deita-se ao meu lado, fazendo carícias em meu peito e começa a chupar o bico dos meus peitos que estavam durinhos, o que me dava um tesão da porra (como dizem os nordestinos).  Pergunto a ele se ainda tem café na cozinha.  Ele diz que sim e eu me levanto indo pegar duas xícaras.  Retorno com elas nas mãos, dando uma para ele.  Após tomarmos o café peguei as xícaras para levá-las à cozinha, indo em seguida ao banheiro lavar-me, pois a gala dele escorria pelas minhas pernas.  Ele me acompanha e entramos juntos no box.  Já debaixo do jato de água do chuveiro, começo a lavar o pau dele com sabonete.  Jogo água nele, fecho o registro do chuveiro, abaixo-me e abocanho aquele cacete, e começo a punhetá-lo com a boca.  Percebo que ele começa a entrar em êxtase e a tremer as pernas, num prenúncio de que vai gozar, e enfio a piroca dele garganta a dentro.  Ele segura minha cabeça, e goza na minha garganta, provocando em mim um engasgo e princípio de vômitos, porém eu não queria perder aquele leitinho e engoli tudo.  Que coisa estupenda, maravilhosa, deliciosa.

Ele me levanta, beija-me e então quem se abaixa é ele.  Coloca minha pica em sua boca, e faz exatamente como eu fiz.  Gozo abundantemente em sua boca, dizendo para ele engolir tudo, não deixar nenhuma gota em meu pau, o que ele faz com maestria, para quem estava aprendendo a ser viado.  Acabamos de nos banhar, e nos dirigimos para o quarto.  Sentamos na beira da cama e começamos a conversar, quando eu digo para ele:  quem diria. Você na outra vez me enrabou no rio, e hoje deu uma de gay.  Como as pessoas mudam.  Foi muito bom, disse-lhe, para encorajá-lo.  Você está indo muito bem.  Abraçamo-nos, quando ele me convidou para fazer-mos um lanche que ele iria preparar para nós dois.  Ele se levanta indo em direção à cozinha, enquanto eu permaneço sentado na beira da cama, pensando em minha vida e o caminho que eu estava trilhando.  Será este verdadeiramente o meu caminho?  Será esta a minha vida daqui para frente, só transando com homens?

Ele retorna com o lanche, apóia-os sobre o criado-mudo, e começamos a saboreá-lo.  Era um sanduba de queijo com presunto e como bebida, coca-cola.  Digo para ele que é chegada a hora de partir, pois tinha que realizar um serviço em minha casa antes de escurecer, e eu morava bem longe da casa dele.  Perguntou-me se eu retornaria, eu disse que sim, mas que não poderia precisar uma data correta, tendo em vista que a maioria dos meus clientes ficava no Rio, e ali em Itaguaí, só tinha como cliente, o supermercado do Sr. Onofre, mas que retornaria sim.  Visto minha roupa, e dirijo-me à porta de saída, acompanhado por ele.  A chegarmos ao carro, pergunto a ele qual era o nome dele, pois até aquele momento eu não sabia.  Ele me responde que ele se chama Pedro.  Despeço-me dele com um beijo e um afago em seu cacete e entro em meu carro.  Enquanto isso, ele se dirige à porteira de modo a abri-la.

Dou a partida no motor do carro, manobro-o no pátio fronteiriço à casa e vou em direção à porteira.  Aceno para ele e pego a estrada em direção à minha casa.  Durante o trajeto de volta, torno a pensar sobre como eu tenho agido, o que estou fazendo, e me pergunto: e o meu amanhã?  Tenho que tomar agora uma atitude definitiva com relação á minha masculinidade, e faço uma promessa a mim mesmo, que a partir de aquele dia não mais teria relações sexuais com homens, e sim com mulheres.  Doravante não mais escreverei contos gays e sim héteros.

Conto enviado por desejoso.

Para contato, use giancarlomartelli@bol.com.br

O caseiro

Meu nome é Giancarlo. E vou contar o que aconteceu com o meu retorno ao sitio em Itaguaí, onde eu conheci o caseiro que me enrabou dentro do rio.

Após duas semanas de minha ida ao sítio em Itaguaí retornei, conforme houvera prometido ao caseiro.  Primeiro passei em um cliente em Campo Grande e depois me dirigi para o local.  Em lá chegando, encontro a porteira trancada, e um jovem na guarita, de aproximadamente 28 anos, alourado, corpo malhado, branco, com mais ou menos l,70 de altura, olhos verdes.  Paro o carro, desço dele e pergunto ao jovem acerca do caseiro que ali trabalhava.  Ele então, procura saber de mim se eu sabia o nome dele, e respondo que não.
Descrevo então, que a pessoa que eu procuro, tem mais ou menos a nossa altura, moreno acablocado, cabelos pretos, quando ele me interrompe e diz que o rapaz que eu procuro não trabalha mais no sítio, porém ele está bem perto daquele local, e ele se propõe a me levar até ele.  Então eu disse: ótimo.

Espero o rapaz sair da guarita, abro a porta do carro para que entre, quando me indica qual o caminho a tomar.  Com a entrada do jovem no carro, passa por minha cabeça, inúmeros pensamentos eróticos, tendo em vista que o rapaz era um pedação de mau caminho e eu não queria perder a oportunidade.  O jovem me aponta o caminho, e eu dou a partida no carro, indo a direção que me fora apontada.  Vou dirigindo devagar, tendo em vista que a estrada era muito esburacada.  Em certo momento ele me pede para tomar uma entrada à esquerda.  O caminho era muito estreito e mais devagar ainda me dirigi em frente.  Mais adiante, avisto uma casinha muito simples, com uma pequena varanda, e o rapaz então me fala, que aquela era a casa onde ele morava, e me trouxera até ali, pois queria conversar comigo acerca de um assunto, o qual ele nunca conversou com ninguém. Por não sentir confiança nas outras pessoas, e ao me conhecer sentiu que eu era bastante diferente, e ele queria ou gostaria que eu escutasse o que ele tinha para contar, e se possível o entendesse.

Então o rapaz começa a me confidenciar, que desde tenra idade, sentia atração por outros meninos, mas se segurava com medo.  Ele tinha um primo com o qual costumava “brincar” com ele, quando certa ocasião, seu pai o flagrou na brincadeirinha com o primo.  Disse-me que tomou uma coça de cinto do seu pai que o deixou marcado fisicamente durante muito tempo e mentalmente esta marca nunca se apagou.  Com o passar dos anos, observou que seus pais tinham preferências pelos dois irmãos mais velhos, e que ele era tratado como um peão, um serviçal, e até lavar as roupas dos de casa, ele era obrigado.  Os anos foram se passando, quando ele então resolveu tirar umas férias, pois seu pai o pagava como pagava para os trabalhadores do sítio.  Como o meu dinheiro era pouco, resolvi pedir uma carona ao primeiro caminhão que passasse por lá ou próximo dali, o que não demorou muito.  Embarquei na boléia e fui embora com o motorista para o sul do Brasil (Santa Catarina).  Até a metade do caminho, o motorista me tirava de cima em baixo, dava aquele sorriso disfarçado e balançava a cabeça como quisesse dizer sim.

Estacionamos próximo a um posto de gasolina e descemos do caminhão para podermos comer alguma coisa, pois a fome era muito grande.  Ele (o motorista) perguntou-me se eu tinha dinheiro para pagar a minha conta, o que respondi que o dinheiro que eu levava era muito pouco, foi quando ele falou que pagaria tudo e depois eu devolveria de alguma forma para ele.  Interrompi a narrativa do rapaz, pois já estava se tornando muito longa, e perguntei quantos dias passou em companhia do motorista, e ele respondeu que foram 15 dias.  Perguntei se durante a viagem ele dividira a cama com o motorista, ele respondeu que sim.  Em seguida fui direto ao assunto:  você estava procurando alguém que fizesse com você o que não houvera conseguido enquanto morava com seus pais, isto é, queria ser enrabado, pois era o seu maior desejo?  Ele respondeu que sim.  Então fiz uma outra pergunta, mas já adivinhando qual seria a resposta: qual o teu interesse em me contar todo este drama?  Finalmente ele entra direto no assunto, o qual eu já adivinhara.  Queria que eu transasse com ele, sendo ele a fêmea.

Perguntei se os pais dele costumavam vir até aquele local.  Ele disse que não.  Sua mãe morrera quando ele era ainda criança, e seu pai viajava muito, como o estava fazendo no momento, visto que fora a Natal no Rio Grande do Norte, visitar seu irmão mais velho que mora naquela cidade, e que só voltaria dentro de duas semanas.  Quanto ao seu irmão do meio, não mora no sítio e não gosta da vida na roça.  Entramos na casa, e ele foi ao banheiro se lavar.  Aproveito, tiro minha roupa, ficando completamente nu, pego uma garrafa de bitter campari da estante, vou a geladeira e pego quatro pedras de gelo e as coloco em dois copos, e deito a bebida sobre as pedras de gelo, e fico na espera do rapaz.

Logo ele aparece envolto em uma toalha e leva um susto quando me vê pelado.  Já?  Pergunta ele.  Sim, claro, respondo.  Peço que ele tire a toalha de volta do seu corpo e que dê uma voltinha.  Tinha uma bundinha lisinha, arrebitada, bem delineada, coxas lisinhas, bem torneadas, mandei que juntasse as pernas, e notei que elas não deixavam espaço entre elas.  Tentei enfiar minha mão entre elas e não consegui.  Pedi que se virasse de frente e meus olhos fixaram no membro dele.  Tinha mais ou menos 15 centímetros e um diâmetro de aproximadamente 4 centímetros, isto é, uma boa piroca, que dá para satisfazer qualquer amante de uma caceta.  Perguntei o que ele gosta de fazer, tendo respondido que apesar de não ter feito de tudo, mas somente dar o cu, foi naquela viajem, esperava que eu fizesse com ele o que ele tinha de conhecer na arte de amar um homem.

Perguntei se ele tinha vaselina e ele foi pega-la no armário do banheiro.  Abri o potinho, tirei uma pequena quantidade e passei no seu cuzinho, e o que sobrou no meu dedo, passei também no meu rabo, pois não iria perder aquela caceta gostosa que se encontrava defronte a mim.  E o mais charmoso era a cabeça da piroca, que não era vermelha nem arroxeada, mas sim rosa claro, e eu não ia perder a oportunidade de abocanhá-la.

Abracei-o e nos dirigimos para o quarto, onde deitamos em sua cama. Abraçado a ele, comecei a alisar suas costas, vindo em direção aos seus peitos, e comecei a chupá-los com sofreguidão.  Subi minha boca, indo ao encontro de sua boca, dando-lhe um beijo de língua, e, vai direção ao seu ouvido e disse-lhe: chupa-me, seu viadinho safado, porque eu quero gozar em tua boca.  Então, me lembrei das bebidas e pedi que ele pegasse para podermos saborear os drinks, o que fiz lentamente, mas sempre punhetando o jovem e enfiando a mão no seu rabinho.

Após termos saboreado a bebida, voltamos a nos tocar.  Do corpo do rapaz, ascendia um odor de chocolate, muito gostoso, o que aumentava o prazer da transa.  Em seguida, o rapaz começa a me chupar, de uma forma diferente, isto é, com uma fúria descomunal, parecendo que queria sugar minha gala com os escrotos juntos, tanta era a força que usava para chupar o meu pau.  Pedi que ele parasse e expliquei como deveria fazer.  Ele recomeçou, e desta vez, certo.  Ele deixava a piroca entrar e sair em sua boca, indo até a garganta e depois voltando até os lábios, e repetindo os movimentos, Aproveitei a ocasião e comecei a chupar também o seu pau.  Que maravilha de sabor.  Até o seu membro tinha gosto de chocolate.  Espetacular, saborosíssimo.  Quando senti que ia gozar, pedi que parasse e deitasse de costas, levantando as pernas, na clássica posição de frango-assado.

Apontei o pau na entrada do seu rabo, e fui penetrando lentamente, sem haver nenhuma reclamação de dor ou incômodo por parte do rapaz.  Fui até o fundo e voltei, tirando todo o pau do seu rabo e penetrando outra vez, agora com um pouco mais de velocidade.  Não houve reclamação, e então continuei um pouco mais rápido, pois já sentia que ia ejacular.  Nesse momento ele fala que está quase gozando.  Eu paro e digo a ele para não gozar ainda, isto é, só quando eu dissesse que poderia.  Continuei com os meus movimentos e finalmente cheguei ao clímax, soltando uma enxurrada de gala dentro do seu rabo.  Em seguida tiro meu pau do seu rabo, chego um pouco à frente, pegando seu pau que estava duríssimo, aponto-o em direção ao meu rabo, e vou sentando em cima dele, agasalhando-o inteirinho dentro do meu cu.  Começo então um movimento de cavalgada, com o pau dele enterrado em meu rabo, e digo para ele:  agora sim, você pode gozar, encha também o meu cu com a tua porra, vem fdp.  E o cara mandou ver dentro de mim.  Que delícia de piroca.

Ele se levanta da cama e vai ao banheiro dizendo que está com uma vontade tremenda de verter, mas o rapaz foi lavar o pau.  Ótimo.  Ao voltar, pergunta de se eu quero outra dose de campari, e eu digo que sim.  Trás as bebidas e começamos a saboreá-las.  Quando acabamos, colocamos os copos no chão e deitamo-nos de lado, de frente um para o outro, e iniciamos a chupação de pau.  No início ele relutou em chupar o meu pau alegando que poderia estar sujo de fezes.  Mandei que ele olhasse, caso estivesse, eu iria lavá-lo, mas ele tornou a enfiar meu cacete na boca, pois assim ele poderia saber realmente qual o sabor do seu cu, que ficara impregnado em meu pau.  Desta vez foi mais rápido e cheguei aos finalmente, gozando abundantemente em sua boca.
Ele também não fica para trás e goza uma enormidade em minha boca, e eu depois de muito tempo, volto a engolir a gala de outro homem, o que valeu a pena, pois até a gala dele, tinha gosto de chocolate.  Levanto-me, olho para o relógio e vejo que levei muito tempo com o jovem, e eu tinha que procurar o outro rapaz.

Vou ao banheiro tomar um banho, quando o rapaz entra também para tomar banho.  Então após ter-se molhado, começo a esfregar o sabonete em suas costas, descendo até a sua bunda, quando deixo o sabonete ir ao chão propositalmente.  Quando ele se abaixa, isto é, curva-se para pegar o sabonete, eu o seguro pela cintura e sem dó nem piedade, enterro tudo  em seu rabo, e digo para ele não tocar punheta, o que ele cessa de imediato.  Logo, logo, gozo em seu rabo, e falo baixinho em seu ouvido: você gostou?  Gostaria que eu retornasse?  Gostaria de ser minha fêmea?  Eu gostei, e você?  Então ele respondeu: posso dizer daqui a um pouco?  Sim, respondi.  Pode.  Então ele fala que agora era ele que ia passar o sabonete em mim, e eu deduzi: o cara vai fazer o mesmo que eu fiz.  Tudo bem.  Molhei-me e ele passou para a minha retaguarda e começa a passar o sabonete em min. Antes que ele deixasse o sabonete cair, peguei o seu pau e o coloque na entrada do meu cu, e ele só teve o trabalho de enfiar também de uma só vez.  Após algumas bombadas, gozou bastante, que chegou a escorrer pelas minhas pernas.

Ainda cravado em mim, ele faz as mesmas perguntas que eu fiz e eu respondo:  será necessário responder?  Ele diz que não e me dá um beijo de língua e sai do banheiro, me deixando lá para que eu complementasse minha higiene, pois eu iria para longe.  Sai do banheiro, me arrumo todo e sinto no ar um cheiro de café fresco, e pergunto: é você quem está preparando?  Ele responde que sim e vem com duas xícaras com café.  Saboreio-o e me despeço dele, dizendo que poderia retornar, mas não iria procurá-lo na casa do pai não, viria para cá.
Despedi-me dele e dirijo-me ao carro que estava estacionado defronte a casa.

Já na estradinha, em vez de tomar a direção à esquerda, viro à direita e venho em direção ao Rio de Janeiro.  Quanto a visita ao outro caseiro, fica para o próximo conto.

Enviado por:  desejoso

Para contato,  use: giancarlomartelli@bol.com.br

 

Amante arranjado

Olá a todos. Já escrevi dois contos aqui e a repercussão foi maravilhosa. Obrigado a todos que entraram em contato.
Bom, como já escrevi contos antes aqui ( Pupilo aplicado e aluno eficiente), só vou recordar minhas características: Sou moreno, 1.75 alt, 90 kg, olhos verdes e passivo(bem, já experimentei ser ativo, mas não me dá tesão, faço para agradar os companheiros), bumbum gg no qual muitos homens tem uma tara enorme.
O que vou relatar aqui aconteceu comigo em meados de dezembro do ano de 2010.

Tenho um amigo, que também é homossexual ( só que não é discreto, como eu sou), e vivia dizendo que tinha um caso que era maravilhoso e que qualquer dia ia me apresentar para que ele me comesse, pois ele tinha o maior em ver algum macho dele me fodendo. Concordei, apesar de achar que não iria render muita coisa. Mas como eu estava enganado!

Num dia, a noite, estava eu em casa quando meu celular toca e era esse meu amigo, dizendo que era para eu ir em sua casa naquele momento que o cara estava indo para lá e que estava louco para me conhecer, pois meu amigo tinha falado muito bem de mim. Tomei um banho e claro, fiz a chuca, para evitar constrangimentos.
Ao chegar na casa do meu amigo o cara não tinha chegado ainda. Depois de uns dez minutos ele chega. Não era bonito. Tinha por volta de 1.68 alt, uns 78kg, 32 anos, cara de macho parrudo mas muito legal. Começamos a conversar um pouco e descobri que ele era casado e tinha dois filhos, só que ele falou para mim que gostava mesmo era de transar com homem, pois ele podia fuder a vontade que macho aguentava muita pica no cu. Dito isso, meu amigo colocou um dvd de sexo e notei que o cara já estava de pau duro. Meu amigo me incentivava dizendo: Pega no pau dele, mostra o que você sabe fazer!

Nesse momento, ele tira toda a roupa e diz para eu fazer o mesmo, e tudo isso com meu colega vendo tudo com uma tremenda cara de safado, adorando tudo. Assim que vi o pau daquele macho duríssimo apontando para mim (tinha uns 18 cm de comprimento), não resisti e cai de boca, chupando toda a extremidade daquele cacete, da cabeça até a base e de vez em quando chupava também as suas bolas, de forma que ele gemia e se contorcia inteiro de prazer. Vendo isso, aí que eu me sentia mais estimulado a fazer com vontade e maestria. Meu colega a esta altura do campeonato também estava com um puto tesão, batendo uma e falando para eu engolir todo aquele pau.

Depois de muito chupar, o cara pede para eu ficar de quatro em cima da cama, o que fiz prontamente, pois estava louco para receber aquele pau todinho dentro de mim. Ele sem cerimonia nenhuma trepa em cima de mim e enfia seu pau sem dó nem piedade todinho dentro do meu cu. Mesmo estando acostumado a levar pau de todos os tamanhos e grossuras no rabo senti uma dor que em pouco tempo foi substituído por um prazer enorme. A esta hora meu colega já se aproveitava da situação, abrindo bem minha bunda para que o cara me fodesse com vontade e gritava para o outro: isso, fode o cu dessa bicha com vontade, soca este cacete no cu dela... Agora tira um pouco que eu vo dar um trato nesta bundinha para vc... neste momento sinto uma coisa no meu cu e qual foi minha surpresa: Meu colega tava enfiando com tudo a língua no meu cu.... Foi maravilhoso. Ele enfiava a língua toda no meu cu, me dava tapas na bunda, mordiscava a polpa da minha bunda, me levando a loucura. Depois falou pro cara meter de novo no meu cu, enquanto isso se enfiou por debaixo de nós e começou a chupar meu pau... Nossa!!! Que delicia ser enrabado por um cara e ser chupado ao mesmo tempo por outro.... Eu ia as nuvens e voltava....

O cara metia feito louco, com toda a velocidade e força possíveis, batendo com suas bolas na minha bunda e as vezes batia na minha bunda me chamando de putinha safada, gostosa... e não aguentando mais de prazer, sinto que ele goza, pois seu pau incha e ele urra de prazer. Quando tira a camisinha noto que esta lotada de porra.
Ele vai ao banheiro e fala no meu ouvido para eu segui-lo, pois queria um segundo round só que sozinho comigo.

Eu, claro fui. Chegando lá, ele me abraça com força e me mete um beijo daqueles de tirar o folego. Neste momento, todo o tesão de minutos atrás voltam com uma intensidade bombástica. Dou mais uma chupada no seu pau (ele já tinha uma camisinha em mãos), encapa o seu pau e enfia sem dó dentro do meu cu que já estava laceado pela surra de pouco antes. Ele bomba por mais um tempo e goza feito louco de novo e para minha surpresa eu também gozo com ele sem nem colocar a mão no pau. Vi estrelas neste momento. Banhamo-nos juntos, saciados pelo prazer dado um ao outro. Antes de sair, ele pega meu numero e diz que a partir daquele dia ele iria trocar meu colega por mim, pois eu consegui satisfaze-lo plenamente. Já nos encontramos muitas vezes e transamos muito, mas isso fica pra depois.

Se alguém quiser entrar em contato, meu msn é claudiolina@hotmail.com e e-mail claudioliveira10@gmail.com. Abraços e até a próxima!!!!

 

D&M apaixonados

Eu estava na faculdade quando o Rodrigo ( aqui o chamarei assim) resolveu abrir o jogo com a minha família, eu não sabia, mas ele estava realmente determinado á acabar com o meu sofrimento de uma vez por todas. Nossa relacionamento já durava seis meses, um namoro discreto, saudável, com muito amor e carinho, tudo isso sob um total sigilo. Até então eu nunca tinha revelado a ninguém sobre minha opção sexual, e nunca havia contado a ninguém nem mesmo aos meus melhores amigos quem era a pessoa que eu realmente amava (Rodrigo) nunca o apresentei a ninguém que eu conhecia, quando ele me perguntava sobre quando eu iria contar toda a verdade eu de imediato mudava de assunto, ele não queria viver nosso amor apenas entre quatro paredes, nem eu mas eu ainda não estava pronto, e isso abalava o nosso namoro, acho que ele começava a se perguntar se eu realmente o amava. eu tinha que fazer alguma coisa, provar o meu amor por ele ou perde-lo para sempre, e o Rodrigo é uma pessoa tão especial que se eu o perdesse, com certeza minha vida perderia todo o sentido pra mim ele é perfeito, na maneira de ser: carinhoso, romântico, atencioso...e em sua aparência: 1,92 de altura, másculo, pele branca, lábios finos naturalmente avermelhados, olhos castanhos claro, cabelos dourados na altura dos ombros, um loirão muito gostoso!! 34 anos, gerente de uma das agências de um famoso banco ( que eu tenho certeza que você conhece), separado há dois anos de um casamento conturbado. Ele sempre me dizia que um dia iria conversar com os meus pais, eu não conseguia o imaginar subindo até o nosso "apê" para contar tudo aos meus pais, o choque seria grande pois eles são pessoas super conservadores e antes eu sempre aparecia com namoradas em casa, ninguém jamais desconfiou, eu tinha medo mas o que eu mais temia aconteceu... Naquela sexta-feira sai da faculdade ( curso o segundo ano de publicidade) e sem saber de nada cheguei em casa, inocente e desenformado, já era tarde mas percebi que meus pais ainda não dormiam entrei pro meu quarto, Meu pai veio ao meu encontro, e em seguida minha mão, chorando, eles me disseram calmamente que um rapaz de nome Rodrigo havia lhes visitado naquela noite, comecei a chorar e a pedir perdão por ter lhes escondido a verdade por tanto tempo, eles pediram para eu não chorar disseram que me aceitavam da maneira que eu sou e que nada iria mudar, ouve certos questionamentos da parte do meu pai, ele se perguntava onde ele errou e o que havia acontecido com aquelas garotas que eu levava para casa... era só uma questão de tempo para eles se acostumarem com a idéia, nos abraçamos e conversamos até mais ou menos 1:00 hora da madrugada, no final minha mão com um senso de humor incrível disse que o Rodrigo era o de príncipe que ela sempre sonhou para minha irmão (risos). Eu estava aliviado e feliz, naquele momento tive certeza de que o Rodrigo realmente me amava. Despedi-me, o taxi já me esperava La em baixo, agradeci a Deus por tudo ter terminado bem, agora era hora de agradecer ao Rodrigo pessoalmente (se é que você me entende...). Aproximadamente 1:45 da madrugada eu tocava a sua campainha, eu ainda chorava de emoção, que já passou por isso sabe o quanto é bom não ser rejeitado pela família, ou terceiro toque a porta se abre, cabelos úmidos, shorts leves, sem camiseta, pés descalços com o controle da TV na mão e com um grande sorriso no rosto, também sorri e chorei ao mesmo tempo, ele me abraçou forte e me beijou, nos abraçamos novamente e ele disse: - eu sabia que daria tudo certo!. Eu o agradeci e repeti várias vezes que o amava. No apartamento do Rodrigo eu me sentia em casa, entrei pro banho depois vesti roupas, ao retornar o encontrei na cozinha esquentando uma pizza congelada, o abracei por traz, acariciei seu peitoral e sua barriga musculosa, beijei seu ombro e disse:
-Cara... eu não quero nunca te perder.
Se virando de frente para mim ele me disse:
- E eu não sei viver sem você...
Enquanto jantava-mos comentei com ele como tinha sida nossa conversa, e ele disse o quanto meus pais foram atenciosos e compreensivos. Fomos para a sacada bebemos um pouco de vinho e tiramos algumas fotos, o frio parecia não atingir o seu corpo maculo, então ele me abraçou, senti algo tocar o meu rosto olhei e vi a corrente em seu pescoço que eu o presenteei com uma plaquinha com nossas iniciais “D.W “ Entramos pro quarto ele me beijava com seus lábios molhados e quentes, eu andava de costas em direção á cama enquanto ele me segurava pela cintura, roçando sua rôla meio mole no meu pau que já estava duro e beijava minha boca. Deitei na cama fria, o lençol de seda não era tão macio quanto a sua pele. Rodrigo deitou-se sobre mim, o abracei forte girando nossos corpos e ficando por cima, a luz branda na parede não me impedia de apreciar o seu rosto lindo, beijei seu queixo, seu pescoço, chupei carinhosamente seu peitoral, desci até a barriga, eu já podia sentir o seu pau agora completamente duro, tirei seus shorts, pra mim não era nenhuma novidade pois eu já estava acostumado com aquela rola deliciosa, mais era impossível não se surpreender, tirei sua cueca box e seu pau levantou imediatamente, beijei e chupei seus pés macios e cheirosos tamanho 44 com alguns fios longos, segurei firme seu cacete beijei e em seguida chupei aquela cabeçona grande descendo até o saco raspadinho... suas bolas eram enormes e quentes, o cacete do Rodrigo tinha uns 21 cm grosso e ligeiramente encurvado para cima eu o chupava loucamente com uma sede insaciável, depois de algum momento ele me mandou deitar, obedeci e ele me chupou, chupou meu pau e minha boca bom um bom tempo e eu gemia baixinho... Depois ele me mandou ajoelhar novamente obedeci e ele abriu minha bundinha e começou a chupar meu cuzinho sua língua nervosa me levava ao céu, ele lembia do meu reguinho até o centro do meu cuzinho que piscava, ele enfiou bem devagar um dedo... depois dois... e finalmente três, o Rodrigo me fodia com seus três dedos mágicos e grandes, e com outra mão ele acariciava o meu pau que já estava todo melado ele beijou minhas costas e se levantou foi até o criado mudo, mas eu disse: - Não... não precisa... ele sorriu, o rodrigo sempre quis fazer amor comigo sem camisinha eu nunca aceitei mas naquela noite foi diferente, eu o queria perfeito como ele é, do jeito que ele nasce. Depois de passar saliva no meu cuzinho, senti ele botar a cabeça e força-la uma... duas... na terceira senti sua rola me penetrar lentamente e eu gemia cheguei a gritar de dor ao aumentar a velocidade do vai e vem comecei aos poucos a sentir prazer ele bombava rapidamente e me perguntava
-Ta gostoso ta...?
e entre gemidos respondi:
-Ta...
-Aé? então geme pro seu gostoso aqui geme...
A velocidade almentava e eu gemia alto enquanto ele dizia:
-Ai que cú gostoso... grita pro seu macho grita... diz que me ama vai...
-Te- amo!! eu disse sentindo suas grandes bolas baterem aqui atrás.
-Agora rebola vai... isso gostoso...
Comecei a rebolar no pau do meu macho...
-Isso... rebola a rola do seu macho vai...
Depois mudamos de poisição de ladinho ele metia sem parar, depois sentei no cacete do meu cawboysão loirão gostosão, joelhos ele bombava novamente e batia uma pra mim, eu estava prestes á gozar e ele tambem:
-Ai pôrra eu vou gozar!! Eu segurava firme seus cabelos por de trás do meu ombro, depois de um uivo senti seu pau latejar ele ejaculou tres vezes dentro de mim uma porra quente, e em seguida eu gosei como nunca caímos exasustos na cama, sente seu corpo suado escurregar sobre o meu, ví em minhas mão alguns fios de seus cabelos. Entre respirações profundas ele me beijou e disse sorrindo:
-Você quase me deixou careca sabia? (risos)
-Você não sabe o quanto eu te amo... Eu disse.
-Acho que é um pouco maior que o universo, estou certo?
-Ainda bem que ele é infinito... Eu disse. (risos)
Após o banho acendemos as luzes trocamos o lençol todo gozado!! abrimos uma janela nos deitamos de conxinha, seus braços fortes me apertavam, seu perfume me acalmava e sentir seu álito fresco tocar o meu pescoço era a melhor sensação do mundo, já era quase 3:40 da manhã meu amado já dormia como um bêbê, eu estava muito canssado e em apénas 3 segundos... adormeci.

 

História de um amigo que eu conheci aqui

Esta história não é minha, mas e fruto de uma longa troca de emails entre mim e um cara muito tímido e fantástico que eu conheci neste site. Ele me escreveu depois de ler um conto meu e nos passamos a trocar emails e aos poucos ele foi me contando coisas sobre ele que eu achei fantásticas e lindas. Depois de alguns meses de conversas, deixamos de nos corresponder, mas ele me inspirou a escrever esta história que é mais ou menos parecida com as histórias de vida que ele me contou. Escrevi em primeira pessoa, porque me deá tesão imaginar que eu pudesse ter tido uma história de iniciação com a dele, vamos lá:

Sou bissexual, bem resolvido, mas não assumido. Isso quer dizer que mantenho relações sexuais com mulheres (principalmente a minha esposa) e com homens (principalmente o meu sócio e amigo de infância). O sexo com meu amigo é algo bom e que já dura quase toda a minha vida e pra falar a verdade, sexualmente eu estou mais ligado a ele do que a qualquer outro ser humano.

Nossas esposas, certamente são amadas e bem cuidadas por nós. Não há hipocrisia nos sentimentos, acontece que, para nós é impossível obter todo o prazer que necessitamos somente em relações heterossexuais. Acho que depois de tantos anos de casamento, minha esposa sabe, ou pelo menos desconfia fortemente, do meu caso com meu melhor amigo, mas mesmo assim ela não diz nada. Acho que, de algum modo, no fundo do seu coração ela me entende. Eu, por minha vez, passo a vida agradecendo por ter encontrado uma mulher tão maravilhosa (alem de tudo ela é linda). Tenho certeza que o nosso jogo consiste em manter tudo como está. Eu não tenho a menor intenção de confessar nada e tenho certeza que ela não espera e nem quer isso de mim. Tudo está perfeito do jeito que é.

Alem do sexo com amigo, muitas vezes, eu sinto desejos homossexuais e sinto-me atraído por homens que eu vejo na rua ou em outros lugares. Adoro prestar atenção no volume entre as pernas dos homens que usam calças apertadas e gosto mais daqueles que estão na minha faixa etária, ao redor dos 45. Não vou dizer que sou santo e já tive experiências com outros homens e com outras mulheres também. Já experimentei prostitutas e prostitutos, saunas e casas de swing, mas isso foi há muito tempo, quando eu ainda não me conhecia direito.

Hoje, meu desejo se desenvolve na forma de fantasias que eu, às vezes reparto com meu amigo, costumamos ficar deitados, nus, assistindo filmes pornográficos homo ou bissexuais enquanto masturbamos lentamente um ao outro. Uma das diversões do meu amigo é encontrar contos eróticos gays que seja interessantes e bem escritos. Às vezes em me envia alguns por email. Bom! Hoje é o aniversário dele e resolvi contar a nossa história e publicar num site da Internet, ainda não sei qual.

Acho que eu não saberia dizer quando conheci meu amigo, acho que ele sempre existiu. Na verdade, nós nascemos e fomos criados na Mooca, numa daquelas ruas com casas velhas no meio do cheiro da poluição. Estudávamos numa escola que ficava e acho que ainda fica na rua da Mooca e sempre brincamos e fizemos tudo junto.

O desejo começou a surgir tão logo chegamos na puberdade. No começo eram seções de masturbação para nossas colegas de classe ou para a professora de francês. Estávamos na 5ª série do ginásio. Um dia, em plana sala de aula, meu amigo propôs uma brincadeira. Disse que se eu o deixasse ele passar a mão na minha bunda, ele também me deixava fazer a mesma coisa. Eu era muito novo, mas já sabia exatamente o que aquilo significava, sabia que teria que fazer em segredo, sabia que aquilo era coisa de viado, então eu tentei recusar e fiz um contra-proposta. Disse que topava, se ele me deixasse passar a mão primeiro.

Na nossa escola, as carteiras eram duplas e os alunos sentavam-se de dois em dois e eu me meu amigo, que sempre fomos meio bagunceiros, ficávamos sentados na última fileira, junto a parede dos fundos da classe.

Em reposta a minha contra-proposta, meu amigo se ajeitou na cadeira e ficou com uma parte da nádega direita para fora da cadeira e me disse para ter cuidado pra ninguém perceber.

Lembro que eu desloquei minha mão esquerda com cuidado para não ser percebido e, pela primeira vez na vida, tive um contato erótico com outra pessoa. As pontas dos meus dedos tocaram de leve a nádega do meu amigo e o acariciei em movimentos suaves, quase inexistentes, e circulares. Fazia tudo olhando para a professora para que ninguém percebesse e ele agia da mesma forma. Foram apenas alguns segundos, mas meu pau ficou completamente duro.

Depois dessa curta relação sexual, meu amigo voltou a sua posição normal na cadeira e eu retirei a minha mão. Eu sabia o que eu tinha que fazer naquela hora e fiquei morrendo de vergonha, pois seria a minha vez de oferecer a bunda. Coisas do tipo. Ai se meu pai ficar sabendo? Passaram pela minha cabeça, mas era tarde de mais. Meu código de honra de púbere sabia que eu tinha que retribuir o que o meu amigo fez por mim e então eu me arrastei discretamente pela cadeira até ficar com a metade esquerda da bunda para fora e imediatamente senti os dedos do meu amigo, assanhando-se lentamente, fazendo um carinho secreto e delicioso. Meu pau continuava duro e eu descobri que era tão gostoso passar a mão na bunda dele, quanto dar a minha pra ele alisar.

Foram alguns segundos e tudo acabou. Ninguém percebeu e nós continuamos como se nada tivesse acontecido, mas na saída da escola, nós fomos pra casa conversando sobre aquilo e cada um de nós fez elogios a bunda do outro. Fizemos elogios sinceros, mas fui eu quem teve a coragem de dizer que também achei gostosa dar a bunda pra ele passar a mão.

Eu falei isso esperando que ele retribuísse a confissão, mas não foi isso que aconteceu. Ele me disse que não contaria pra ninguém e que se eu quisesse, ele podia me passar a mão outras vezes. Fiquei meio sem jeito e não sabia bem o que dizer. Eu nunca tinha visto a mim mesmo como uma bichinha e eu sabia o que é isso. Na nossa rua tinha um garoto afeminado de uns 15 ou 16 anos e todos riam dele e até o ofendiam quando ele passava.

O problema é que eu já tinha confessado e meu amigo sabia que eu gostei de sentir a mão dele na bunda então eu acabei tentando escapar, mas não teve jeito. Nós fomos pra casa dele e ficamos na lavanderia, onde normalmente não ia ninguém e foi lá que o papel na dupla se desenvolveu. Eu me tornei o passivo, a menininha e ele era o menininho. Nós continuamos assim até os dezesseis anos, e depois disso, nossas transas passaram a ser mais completas e passamos a alternar a condição de passivo e ativo, mas de um modo geral, até hoje eu costumo ser passivo mais vezes do que ele. Depois eu conto por que.

Na infância, nós não íamos muito longe. A brincadeira tinha mais haver com passar a mão e encoxar, sempre usando roupas. Com o passar do tempo eu comecei a sentir vontade de beijar a boca dele e um dia eu arrisquei e fui bem recompensado. Depois disso, sempre arrumávamos tempo pra ficar esfregando os corpos um no outro e se beijando.
Não me lembro exatamente como foi, mas sei que teve um dia em que nós começamos a esfregar os paus um no outro enquanto nos beijávamos e nos abraçávmaos e ele gozou pela primeira vez comigo, melando a cueca. Antes disso, nós sempre gozávamos sozinhos, nos banheiros de nossas casas, através de masturbação, geralmente pensando nele.

Sei que, enquanto eu escrevo, parece até que eu era um menino gay, experimentando o inicio da sua vida sexual, mas isso não é bem assim. Tanto ele como eu, não nos víamos como gays. Nós também sentíamos tesão por garotas e começamos a namorar, dar os primeiros amassos com meninas. Nossa adolescência corria em todos os sentidos, do mesmo jeito que a adolescência dos outros garotos da Mooca. Mesmo a masturbação não era dedicada exclusivamente ao sexo homossexual. Eu tinha muito tesão pela Leninha, uma gata que morava na minha rua e que de vez em quando parecia estar interessada em mim.

Na maioria das vezes, eu pensava na minha relação com meu amigo, como se fosse uma válvula de escape, já que as garotas não estavam interessadas em dar pra gente. Então era isso, nós íamos pra escola, namorávamos, jogávamos bola e quando ficávamos cheios de tesão, íamos para a lavanderia da casa dele e ficávamos nos amassando contra a parede. Depois daquela vez que ele gozou, nós sempre ficávamos ralando até ele gozar e quase sempre isso acontecia com ele esfregando o pau na minha bunda. Eu lembro que eu adorava fazer ele gozar e aos poucos eu fui aprendendo a fazer isso cada vez melhor. Aprendi a esfregar a bunda, dar aquela rebolada clássica e como não poderia deixar de ser, hoje eu sei disso, um dia eu quis beijar o pau dele pra fora da cueca e acabei chupando até ele gozar na minha boca.

Claro, que depois disso, ele ficou completamente louco por mim e acho que durante uns seis meses pelo menos, nenhum de nós dois queria saber de nada, a não ser arrumar tempo e ir na lavanderia onde eu sempre chupava ele até levar esperma na boca. Eu nunca gozava fazendo nada nele, mas eu não dava a mínima pra isso. Fazer ele gozar, sempre foi mais importante do que eu mesmo gozar. Depois de um tempo, eu aprendi a bater punheta enquanto ficava meio ajoelhado na frente dele e muitas vezes nós gozamos juntos, ele na minha boca e eu na punheta.

Com o tempo, essa brincadeira foi esmorecendo e eu comecei a ficar mais envergonhado, assim que a Leninha topou namorar comigo. Eu já tinha tido outras namoradas, mas a Leninha era a mais bonita de todas e eu estava começando a achar que essa coisa de chupar o pau dele tinha que acabar e então nós continuamos amigos, mas eu escapava um pouco das chupadas da lavanderia. Não é que tivesse acabado de vez, mas diminuiu bastante.

A Leninha era filha do dono da imobiliária e estava começando a trabalhar com o pai, então tinha acesso à chaves de casas vazias e nós íamos namorar nessas casas. Quando comparado com o meu relacionamento com meu amigo, eu e Leninha tínhamos um namoro às antigas. Ficávamos um pouco, às vezes, nalguma velha casa e ela me deixava acariciar a bunda, mas nunca passou de beijos abraços e passadas de mão por cima da roupa.

O meu amigo, também arrumou uma namorada e era comum nós ficarmos batendo papo nos sábados a tarde, em frente a casa da Leninha e numa dessas vezes, a namorada do meu amigo perguntou se não dava pra arrumar a chave de algum apartamento onde a gente pudesse namorar a vontade. Não que ela e meu amigo fossem muito mais longe do que eu, mas naquele tempo, até os beijos, abraços e passadas de mão tinham que rolar meio escondido.

Naquele mesmo sábado, nós fomos para um apartamento no centro da cidade, acho que ficava na Rua Boa Vista e era um escritório que estava pra alugar. Ficava no 15º andar de um prédio muito antigo e o elevador era a coisa mais lenta que dá pra imaginar. Era um daqueles elevadores que a gente tinha que fechar a porta com mão e depois ele ia se arrastando lentamente até o 15º andar. Não que isso fosse problema pra gente, assim que entramos no prédio, eram umas três da tarde e a maioria dos escritórios já tinha fechado. A Leninha cumprimentou o porteiro e disse que ia mostrar o escritório pra gente. Duvido que o porteiro tenha acreditado, mas também não criou caso.

Nós subimos nos ralando intensamente, cada casal num canto do elevador. Tudo completamente heterossexual e com todo a sinceridade, eu estava subindo pelas paredes de tesão pela Laninha, naquela momento eu não estava nem aí pro meu amigo. Só queria comer a Leninha e finalmente perder o meu maldito cabaço.

Quando chegamos no velho escritório, estava tudo muito claro e sem janelas nem cortinas. Não havia nada, exceto um carpete no chão e eu já fui puxando a Leninha para um dos cômodos e dizendo ao meu amigo para ficar com o outro. Nada disso, as meninas já tinham combinado, não sei quando, que todo mundo ia ficar no mesmo cômodo e que ninguém ia tirar a roupa.

Quando eu reclamei a Leninha me disse, que seria melhor que os outros dias, porque ela não ia regular nada, desde que fosse de roupa. Me conformei.

Começamos a nos ralar loucamente num dos cantos enquanto meu amigo e a namorada dele ficavam no outro lado. Eu beijava, abraçava, passava a mão na bunda, mas naquele dia eu já podia ir mais longe. Comecei a alisar a buceta dela e tudo bem, depois fui esfregando o dedo com força, pra cima e pra baixa na vagina dela, sempre por cima da calça, e ela adorava. Era visível o tesão que ela estava sentindo. A única hora que ela pareceu recuar foi quando eu coloquei a mão dela sobre o meu pau duro, mas aí eu mostrei que o outro casal estava fazendo exatamente aquilo, ou seja, um esfregando o genital do outro por cima da roupa, então lá fomos nós e foi ficando cada vez mais gostoso.

Mas já que este é um conto gay, vamos deixar a mulherada de lado e ir direto ao ponto. Depois de meia hora naquela esfregação de alto nível, não tava dando mais pra segurar a onda. Eu tinha que comer a Leninha e não sabia como fazer. Tentava enfiar a mão por dentro da blusa, tentava enfiar a mão por dentro da calça, mas que nada, ela deixava um pouquinho e depois acabava com a festa.

Teve uma hora que o meu amigo se levantou e se ofereceu pra comprar coca-cola e perguntou se eu não tava a fim de descer com ele. As meninas não pareceram se importar porque eu acho que elas queriam um tempinho pra ficar menos molhadnhas e poderem resistir mais as nossas investidas.

Quando nós chegamos na frente do elevador, meu amigo já me disse que não tava mais agüentando, ele tinha que gozar se não ia estourar de tesão e me pediu pra dar uma chupada quando a gente entrasse no elevador. Eu disse que não ia dar tempo, mas ele falou que o elevador demorava bastante (naquele tempo não tinha câmera em elevador), então não deu outra.

Assim que a porta do elevador se fechou ele já estava com aquele pau duro pra fora da calça e eu não perdi tempo, ajoelhei e comecei a chupar ali mesmo. A única coisa que passava pela minha cabeça era: Ai que delícia de pintão! Eu nem lembrava que a Leninha existia. De fato, eu estava me sentindo vingado, pois já que ela não me deixava chupar a buceta dela, eu ia chupar aquele caralho delicioso. Abocanhei com tudo e fiz de tudo para o meu amigo me encher a boca de porra, que eu já estava com saudades, mas não teve jeito. O elevador chegou e nós tivemos que interromper a brincadeira.

Compramos as cocas e voltamos pro prédio e no elevador, comecei tudo de novo. Nem o esperei por pra fora, já fui abrindo o zíper e abocanhando, mas outra vez não levei porra na boca. O elevador foi mais rápido que o meu amigo, depois eu fiquei sabendo que ele estava meio encanado, com medo do elevador parar em algum andar e sermos pegos.

No escritório estavam a Leninha e a namorada do meu amigo, esperando por nós, trocamos uns beijos e depois bebemos as cocas. Depois disso, parece que a coisa tinha ficado mais fria, as meninas começaram a dizer que tinham que voltar pra casa e bla-bla-blá, já viu. Ninguém comeu ninguém.

Fomos andando do centro de São Paulo até a Mooca e acompanhamos as meninas até a casa delas, depois, olhamos um pra cara do outro e já sabíamos o que íamos fazer. Lavanderia.

Chegamos lá e eu já fui me ajoelhando, enquanto ele ficava reclamando das meninas que eram muito reguladas e me elogiando, por que eu sempre dava prazer pra ele. Ele disse que preferia ficar comigo do que com a namorada e eu ali, só no boquete, esperando sentir a porra na boca. Não via a hora.

TVE uma hora que ele tirou o pau e me disse:

- Dá pra mim.

Eu fiquei meio grilado, pois isso era a única coisa que faltava pra eu virar viado de vez. Meu cu ainda era virgem e eu sabia que o pau do meu amigo também era. Fiquei parado sem falar nada e nem chupar por um tempinho e meu amigo também não disse nada.

Sei que parece esquisito alguém repassar a vida inteira antes de dar a bunda, mas foi isso que eu fiz. Pensei bem, seu eu ia mesmo querer ser viado e conclui que não tinha jeito. Se não fosse aquele dia, ia ser outro dia, se não fosse com ele, ia ser com outro homem, mas eu percebi que eu ia querer fazer com homens pelo resto da minha vida. Vou ser sincero, teve muitas vezes na vida em que eu pensei que me arrependia daquela decisão, mas no fundo eu sempre soube e ainda sei que gosto de dar prazer sexual para homens e naquele dia, meu amigo ia ser meu homem.

Levantei-me e abaixei as calças até os tornozelos e fiquei de quatro pra ele, de propósito enquanto acabava de tirar a minha calça. Ele também tirou a dele enquanto acariciava a minha bunda nua, era a primeira vez que eu sentia a mão dele acariciando meu rego aberto. Depois coloquei as duas mãos contra a parede e abri bem as pernas enquanto ele se ajoelhou atrás de mim e lambeu meu cu.

Nunca, nada, que eu tivesse sentido até aquele momento, se igualava ao tesão, a paixão, a intensidade do prazer de sentir a ponta da língua dele penetrando meu ânus. Eu tinha tanta certeza que aquele era o meu destino, que pelo menos naquele momento, não havia dúvida ou medo do futuro que me aguardava como viado. Aquilo era tudo que eu queria

Depois ele se levantou e encostou o pau no meu ânus e ajeitou as minhas pernas para que nossas alturas combinassem, quando ele colocou uma das mão na minha cintura e com a outra aprumou o pau para se encaixar com perfeição, eu senti uma tesão que superou até mesmo o de ser chupado no cu. Segurei com força na parede, pois sabia que ia doer.

Ele enfiou, o pau foi entrando lentamente em mim e eu sentia dor, sentia sim, mas não sei explicar o que me aconteceu, pois a dor me dava ainda mais prazer. Eu me sentia possuído, eu me sentia eu mesmo enquanto dava prazer ao meu homem. Eu estava orgulhoso por dar a ele o que sua namorada tinha lhe recusado. O pau entrou até o fundo. Senti ele agarrando as minhas ancas e me puxando com uma força descomunal contra o pau dele, que nessa altura já estava entalado até quase as bolas. Eu quase chorei de felicidade ao sentir meu homem tomando conta do meu corpo e então percebi que ele estava gozando.

Sei que muitos diriam que uma ejaculação precoce não é exatamente o sonha de uma bichinha recém desvirginada, mas para mim era tão bom como se fossem horas de foda. Meu homem tinha gozado dentro de mim e aquilo era o bastante pra mim. Nós nos tornamos amantes e ainda somos, 30 anos depois, somos sócios em um escritório de contabilidade e moramos no mesmo prédio. Cada um de nós tem sua própria família e cada um de nós teve suas dores, prazeres, dúvidas, ao longo da vida.

Hoje, eu sei que sou bissexual, e vivo bem, esta vida dupla e escondida, meio escondida, e para minha sorte, depois dessa primeira vez, ele me comeu inúmeras outras, algumas delas duraram horas. Mas aquela primeira, que levou somente um segundo, foi a mais importante, pois me mostrou o quanto esse homem me desejava.

Depois ele ainda aprendeu a me ajudar a gozar, na boca dele ou do lado de fora da bunda, mas nunca deu o cu pra mim e pra ser sincero, eu não faço questão. Eu continuo sendo o cara que sente mais prazer em fazer gozar do que gozar.

Beijos para todos e sobretudo pra você.

Cláudio

Os 10 gays mais influentes do mundo 2011

Uma das mais respeitadas revistas LGBT, Out Magazine, divulgou o ranking 2011 dos gays mais influentes do mundo. Confira os dez mais:

Descobrindo o amor em outro homem

Chamo-me Brandom, tenho 1,92 alt, 85 Kg. Branco, alto, olhos azuis, sou loiro tenho 28 anos meus amigos me chamam de alemão, vou contar para vocês a historia real de como conheci o amor da minha vida, e por bobeira minha quase que o deixo espaçar por entre meus dedos... isso ocorreu a 3 anos, na minha cidade tem uma tradicional festa chamada Barraquinha de Santa Rita, reúne muita gente, estava eu com alguns amigos, todos heteros e eu também ate aquele dia. Eu sou agrônomo, e meus pais tem fazenda o que me torna conhecido na cidade, nessa festa já eram 01:00 da madrugada, quando meio animado por ter bebido muito, estou saindo dela com uma taça de vinho na mão, quando outro bêbado trombou comigo e derrubei vinho nas costas de um rapaz que estava de camisa branca... Na hora pensei, vai dar merda.


Quando o cara olhou para trás, senti uma coisa estranha no peito, ele era moreno da cor do pecado, traços bem delicados no rosto, um corpo gostoso, não malhado apenas bonito, ele me olhou e deu um sorriso com olhar de desdenho e saiu, quando ele fez isso meu coração disparou, mais não podia deixar meus amigos perceberem afinal eu era hetero, disse a eles que iria ao banheiro, e fui atrás do cara, ele estava parado em uma esquina como se esperasse alguém cheguei me desculpei, ele disse que tudo bem, mais sua expressão era de quem estava com muita raiva, eu me senti super mal, quando ele falou comigo quase tremi, sua voz era firme, ele tinha 1,80 de altura, aqueles olhos mel, estavam começando a me excitar, perguntei o nome dele, o que ele fazia, se era daqui, onde mora, ele prontamente respondeu, que era sim da cidade, tinha acabado de entrar para o curso de economia na faculdade, tinha 20 anos, e que se chamava Junior (nome fictício) e me disse que morava em um condomínio, que por sinal era o mesmo que o meu, quando ele disse isso, me prontifiquei dizendo que o levaria ele me olhou dos pés a cabeça e disse que não precisava, era um olhar de desprezo, aquilo estava mexendo comigo, meu pau que estava meia-bomba ficou totalmente duro, ele notou minha ereção, já que minha calça era justa do tipo “agro boy” ele viu minha empolgação e deu um sorriso sacana, nossa aquilo me deixou louco, e disse para ele ir comigo, novamente ele disse não me desdenhando, quanto mais ele me desprezava mais eu queria.


Depois de uns 20 minutos insistindo ele aceitou, quando chegamos ao meu carro, a feição dele ate mudou, na época eu tinha uma Mitsubishi Prado, entramos no carro, e no caminho conversamos, mais o cheiro do perfume dele junto ao cheiro de vinho me mantinha de pau duro o Tempo todo, eu não estava entendendo meu corpo, poxa era um homem do meu lado, mais o instinto estava me guiando, quando chegamos a sua casa fiquei em choque ele morava de frente comigo e eu conhecia seu pai, era um cliente da empresa de Consultoria agrícola que eu trabalho, quando paramos perguntei se não queria ir a minha casa, pra conversarmos, pois eu queria ser seu amigo, ele me dispensou de novo, dizendo que alem de não querer minha amizade, tinha prova no outro dia, e que teria que descansar, quando saia do carro perguntei se ele não queria mesmo minha amizade, ele retrucou dizendo que minha amizade não, mas...

Não concluiu a frase e saiu àquilo estava me enlouquecendo queria bater uma ali mesmo, não é possível que um cara de 20 anos estivesse me controlando daquela forma, cheguei em casa e não consegui dormir bati umas duas bronhas pra ele e ainda estava de pau duro, no outro dia estrategicamente as 09:00 fui a sua casa, aproveitei que estava no período de combate da soja e fui visitar seu pai, as casas do condomínio não tem muros na frente então cheguei a porta toquei o interfone, e a voz do Junior me atendeu, não me identifiquei, perguntei pelo seu pai ele chamou então seu pai veio me atender me chamou pra dentro conversamos por muito tempo, eu sabia que as que as aulas do Junior começariam as 10 da manhã na faculdade, então as 09:45 me despedi dizendo que iria rumo ao centro o pai dele me perguntou se poderia deixar o Junior no centro, nem acreditei meu plano deu certo, disse que sim sem mostrar minha empolgação, entramos no carro, chegamos lá ele desceu sem dizer uma só palavra, como era época de provas decidi esperar por ele, eu fiquei lá rodando tomando sorvete, quando ele voltou depois de quase três horas perguntei como tinha sido a prova, ele me deu um mega sorriso e disse que pra ele tudo era muito fácil,e que se garantia em tudo que faz, e me uma piscada com olho esquerdo, ele estava tão confiante, e me perguntou o que eu ainda fazia ali, disse que esperava ele e que iríamos sim ser amigos e que eu não aceito não como resposta... Ele então sorriu e entramos no carro ele me chamou pra almoçar então fomos, comemos conversarmos, nos conhecemos, e eu cada vez mais apaixonado por ele.


Saímos do restaurante entramos no carro, ele colocou a mão em minha perna eu gelei, então ele começou a me beijar, e que beijo era aquele, nem me preocupava de estarmos em um estacionamento em uma vaga frente a rua, nos beijamos mais ou menos uns dez minutos ele controlou o beijo, chupou minha língua, conheceu toda minha boca, foi lindo... Então ele ligou para o pai dele disse que havia horário no dentista demorar e depois iria sair com amigos, olhou pra mim e ordenou, com olhar firme e penetrante, vamos pra sua casa, na hora fiquei pensando esse muleke já armou tudo, nossa meu pau estava em tempo de estourar minha justa calça, cheguei com bastante cuidado em casa já que ele morava de frente, entrei na garagem descemos e entramos em casa, moro numa casa muito confortável, e grande, então ele me perguntou se morava sozinho, quando disse que sim, ele retrucou: Isso vai acabar logo, e veio em minha direção meu coração batia muito rápido, ele chegou próximo começou a desabotoar minha camisa, a tirou quando me tocou e viu que eu estava tremulo me perguntou se era virgem, eu disse que com homem sim, parece que aquilo atiçou ele, ele me beijava minhas pernas tremiam, ele desabotôo minha calça e abaixou junto a minha cueca descobrindo meu pau, fiquei com vergonha mais ele muito determinado sorriu pra mim e disse que era lindo, e modéstia a parte era mesmo, branco com a glande rosada 19x5 cm, ele me deitou no sofá e começou a me beijar deixando marquinhas vermelhas, então colocou a boca no meu pau, quase gozei, era emocionante demais, ele chupava muito gostoso, girava a cabeça, lambia e alisava meu saco enquanto chupava, muito melhor que qualquer boquete que já ganhei na vida, eu o queria, quando viu que eu iria gozar, ele parou, ficou de pé e tirou sua roupa, que corpo lindo, quando foi tirar a cueca virou de costas, nossa que bunda gostosa, lisinha moreninha, redondinha ornada com pernas bem torneadas e com poucos pelos tirou a roupa me pegou pelo braço perguntou onde era o quarto e então fomos, subimos as escadas ele na frente e eu vendo aquele cuzinho, e querendo estar dentro dele, chegamos no quarto e ele continuou a chupada e que chupada, foi melhor que a primeira quando ia gozar pedi pra ele parar então o virei de costas pra mim, beijava seu corpo, quando cheguei ao cuzinho, que vi não agüentei mordia e chupava aquele cu, fiquei nisso uns 10 minutos então ouvi sua voz ofegante dizendo “me come” nossa isso me acendeu, peguei uma camisinha no criado mudo coloquei peguei lubrificante e comecei, passei coloquei um dedo, pra preparar, depois não agüentando mais forcei a entrada demorou um pouco estava apertado,ele gemia de dor e prazer, então quando entrou a cabeça deslizou ate a metade, soltei um suspiro e ele começou a rebolar me excitando ainda mais, comecei a bombar de leve, até que acelerei, como era bom comer aquele cu, fiquei metendo dez minutos, eu já queria gozar então ele se afastou, me deitou na cama me beijou e sentou em cima, e cavalgava em cima de mim, ele mexia o corpo como uma puta e me olhava nos olhos nossa que cara gostoso, não agüentei e gozei dentro da camisinha, ele sem tirar meu pau de dentro fez uma carinha de tesão e gozou na minha barriga, ficamos lá extremamente cansados, eu dentro dele ainda de pau duro então ele levantou e me chamou pra tomar banho, no banheiro nos beijamos, rimos muito, naquele momento tive uma certeza eu queria aquele cara, pra passar o resto da vida comigo, e assim foi, éramos ótimos amigos, ele sempre vinha a minha casa e ate dormia aqui algumas noites, mais quando estávamos em publico eu não conseguia agir como eu sempre agia em casa eu era mais frio.


Por mais que o Junior fosse e é um cara muito discreto eu tinha receio que meus amigos e família descobrissem alguma coisa a nosso respeito, e assim foram-se passando os meses até que o Junior me intimou disse para eu mudar de postura, pois para ele daquela forma não estava muito bom, tentei conversar dizendo que no meu trabalho não daria pra eu me assumir homossexual pois correria o risco ate de perder o emprego se fizesse isso ele então disse que era melhor então continuarmos apenas como amigos, que não iria mais fazer sexo comigo, nem me beijar que precisava me esquecer, e assim ele fez passou a me tratar apenas como amigo... E eu em um ato de extrema burrice em uma festa de final de ano da empresa onde os agricultores estavam e conseqüentemente o Junior eu beijei uma garota fiz porque queria provar pra mim e pra ele que ainda poderia ficar com mulher se quisesse, depois desse dia o Junior sumiu não entendia meus telefonemas, não nos encontrávamos mais, ficamos de dezembro ate fevereiro sem nos ver, ate que em uma noite de Março eu chegava em casa e notei que o Junior também chegava, porem acompanhado de um rapaz, meu peito doeu nessa hora, fui correndo de encontro a ele, já cheguei perguntando quem era o cara e porque estavam juntos, ele me mandou parar de escândalo e disse que era amigo de faculdade dele, fiquei super sem graça, mais já aproveitei e disse na frente do cara e do seu pai que saia a porta: Junior volta pra mim eu te amo...


Quando fiz isso, ele arregalou os olhos e me abriu um mega sorriso, como eu senti saudades do sorriso dele, o pai dele que eu pensei que fosse ficar furioso sorrindo falou, finalmente você admitiu que ama o Junior, ou você achou que eu não sabia que meu filho era gay, ou que vocês namoravam, após a recuperação do susto, abracei o Junior, e disse em seu ouvido que nunca mais nos iríamos nos separar... e tem sido assim ate hoje.
Depois eu conto o resto da Nossa Historia JSF & BLD

brandom.damasceno@hotmail.com

Dei pela primeira vez sem pagar

Fazia frio ontem à noite e eu estava em meu escritório tentando encontrar forças para escrever um relatório importante, contudo minha atenção parecia desviar-se constantemente para outro trabalho, também importante, mas não tão urgente e certamente muito mais agradável do ponto de vista intelectual.

Cada neurônio do meu cérebro dizia que o relatório chato era mais urgente e que eu teria que terminá-lo ainda ontem, mas minha vontade era dedicar meu tempo escrevendo o outro.

Quando sou tomado por este tipo de impasse, entro em uma espécie de transe de baixa produtividade e já descobri que não adianta forçar a barra, porque sentar-me diante do computador e digitar as teclas por puro sentimento de obrigação, não vai fazer o relatório sair, pelo menos com boa qualidade.

No passado, eu costumava sair do escritório e passear a esmo pelas ruas da cidade, fumando e buscando calma para prosseguir com o trabalho e fazia isso consciente de que o tempo para escrever o relatório seria muito maior que o normal. Felizmente, ontem à noite eu ainda tinha a noite toda para buscar a calma necessária e depois poderia gastar duas ou três horas escrevendo o relatório.

Hoje eu não fumo mais, mas admiti para mim mesmo que sou bissexual, que me sinto bem fazendo sexo com outros homens e sei que preciso disso para o meu equilíbrio psicológico. Meu passeio, nos dias de hoje é pelas avenidas onde travestis fazem pontos. Já tive bons e maus programas com bonecas, mas na maioria das vezes, busco-as para poder chupar os paus delas ou até mesmo dar o cu e a sensação de ser comido já me basta para me fazer sentir prazer. Bonecas são bonitas e devo confessar que algumas delas me deram muito prazer, mas quando eu sinto desejos homossexuais, gostaria mesmo de transar com homens.

Na noite de ontem, eu estava pensando em buscar na pista, alguma boneca que me comesse um pouco. Mesmo fazendo isso, eu ainda teria tempo de terminar meu relatório. Acontece que o que me aconteceu foi bem melhor que isso e é por esse motivo que eu resolvi contar a história nesse site.

Já eram mais ou menos oito horas, quando eu já tinha decidido que iria procurar uma boneca que pudesse saciar meus desejos secretos. O prédio estava vazio e eu tranquei a sala para buscar meu intento, sabendo que teria que atravessar a portaria principal em direção ao estacionamento e a portaria certamente estaria cheia de pessoas indo e vindo.

Quando já estava no corredor vazio, observei que estava com o pau duro e muito aparente, então voltei para o meu escritório e tentei olhar o computador para pensar em outras coisas até que o pau ficasse mole e eu pudesse sair. Qual o quê. Meu pau não descia e eu só conseguia pensar em dar a bunda, não conseguia esquecer a vontade de sentir uma rola entrando no meu cu, precisava chupar, beijar, acariciar e ser acariciado, sentir minhas nádegas sendo apalpadas e sentir bolas nas palmas das mãos.

Mudei meus planos e pensei que a única coisa que eu poderia fazer, seria bater uma punheta para aliviar minha vontade. Entrei num site que continha filmes de relações homossexuais, assisti muitos filmes, até que encontrei um que me chamou a atenção. Era um homem de meia idade, não musculoso, uma pessoa mais realista que os halterofilistas e jovens lindos que apareciam nos outros filmes. Com ele, havia um jovem, talvez vinte e cinco ou pouco mais, mulato claro e também com um corpo normal, belo mas não parecia um modelo.

Os dois faziam um delicioso meia-nove, depois o jovem comeu o velho e por fim se deixou comer. O filme tinha menos de cinco minutos, mas eu o assisti diversas vezes até ter coragem de me masturbar assistindo aquelas imagens.

Tranquei a porta e tirei as calças e cuecas e fiquei nu da cintura para baixo. Sentei-me na cadeira e fiquei manipulado lentamente o meu pau, pois queria que a sensação se prolongasse tanto quanto fosse possível. Acho que vi todo o filme umas três vezes enquanto estava pelado. Vez por outra eu me levantava e enfiava o dedo no cu, ou acariciava a bunda com uma mão enquanto me masturbava com a outra.

Derrepente a porta abriu-se e eu fui visto em pé, na frente do computador, nu da cintura para baixo e com a mão direita no pau e a esquerda na bunda. Não poderia fazer nada para disfarçar, minhas calças estavam no outro lado da sala, sobre a cadeira do meu assistente que tinha faltado naquele dia.

Quem estava na porta era ele, o Alex, meu assistente que eu pensava que estava em qualquer outro lugar.

Olhei e lhe pedi que fechasse a porta antes que mais alguém visse. Alex é meu assistente e amigo, já somos parceiros de trabalho faz oito anos e somos muito chegados um ao outro. Ambos tempos famílias para sustentar e tenho certeza que ele jamais desconfiou que eu tenho esse lado homossexual.

Ele entrou e fechou a porta atrás de si, sem dizer nada e eu andei nu, até o outro lado da sala, onde peguei minha cueca e as calças e me vesti novamente. Durante todo esse tempo, não trocamos nenhuma palavra, mas eu percebi que os olhos dele não saiam de cima de mim.

Quando eu finalmente olhei em sua direção, ele só me disse para tomar mais cuidado e aprender a trancar a porta direito, era preciso dar duas voltas na chave.

Eu permaneci em silêncio, olhando encabulado e com vontade de sumir dali, mas quando prestei atenção, percebi que seu pau estava duro. Ele notou meu olhar e segurou o pau por cima da calça e virou-se para trancar o porta novamente, e depois me perguntou:

- Você é ativo ou passivo?
- Posso ser o que você quiser – eu respondi
- Vamos fazer um troca-troca?

Eu ouvi e já fui andando em direção a ele e quando me aproximei, ele saltou em direção aos meus braços e me beijou com tanto paixão, como eu não me lembrava que era possível. Eu nem pensei em fugir daquele beijo. Nossas línguas se enroscavam e nossos braços trocavam carícias inocentes e pecadoras nas costas, bundas, coxas e virilhas. Íamos com toda sede ao pote e tentávamos tirar oito anos de desejos reprimidos, de ambos.
Eu ria sozinho, de susto e de felicidade. Tudo o que eu queria era continuar beijando aquele homem até que o universo se apagasse. Eu jamais tinha trocados beijos em minhas relações homossexuais, afinal foram todas com bonecas ou garotos de programa, desde que eu tomei coragem de experimentar o sexo anal, cinco anos antes.

Sinto desejos homossexuais, desde a mais tenra infância, mas somente depois de adulto, com quarenta anos, é que eu tive a coragem de permitir que um garoto de programa comesse o meu cu. Foi dolorido e desagradável, mais eu nunca mais consegui parar e, felizmente, depois disso eu já tive outras experiências bem mais gostosas.

Mas ontem, pela primeira vez, eu estava prestes a fazer sexo com alguém que não precisava de dinheiro ou qualquer outro favor. Tenho certeza que o Alex não estava fazendo aquilo por interesse. Ele sabe que é meu empregado favorito e certamente ele conhece o próprio valor como empregado competente.

Nosso beijo foi longo e quando terminamos, sorríamos e ríamos um para o outro como se fôssemos dois bobos e embora eu não tenha perguntado nada, sei que ele estava sentindo as mesmas delícias e alívios que eu mesmo estava experimentando. Eu já estava percebendo que seríamos amantes secretos e que eu poderia dar vazão aos meus desejos escondidos, sem ter que pagar por fodas frias e muitas vezes desinteressantes.

Ele seria meu macho e eu seria o dele e sempre que um de nós quisesse, o outro estaria disponível. Seria um daqueles namoros secretos que acontecem no colégio e que ninguém pode saber.

Depois do beijo, eu virei-me de costas para ele, com a bunda bem empinadinha e as pernas abertas para que seu pau ficasse na altura certa da minha bunda. Rebolei como uma bicha louca no pau duro dele enquanto ele segurava minha cintura e me encoxava com toda a força.

Virei outravez, ajoelhei-me e desci rapidamente as calças e cueca dele, até que seu cacete duro, de tamanho médio e com a cabeça bem vermelha estivesse ao alcance da minha boca. Comecei a chupar, como nunca mamei na vida. É verdade que eu já tinah chupado picas maiores, mas aquela estava dura pra mim e não por causa de um comprimido de Viagra. Ele gemia a acariava meus cabelos enquanto eu subia e descia a boca no pau dele e apertava-lhe a bunda com força e carinho.

Cada socada que ele me dava na boca, me fazia sentir que estava perdendo a virgindade outravez.

- Quer gozar na minha boca? – eu perguntei.
- Não! hoje eu quero comer seu cu – ele respondeu

Fiquei meio decepcionado, pois queria ter minha primeira experiência de beber porra, mas tudo bem, eu também estava a fim de dar o cu.

Depois que eu chupei bastante, ele me pediu para que nós dois ficássemos nus e déssemos uma foda completa. Eu topei e imediatamente nos afastamos, para que cada um pudesse se despir o mais rapidamente possível.

Quando eu estava nu, ele ajoelhou-se a começou a me lamber as pernas e a virilha, mas antes de cair de boca na minha rola, virou-me de costas e ainda ajoelhado, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu. Também era a minha primeira experiência sendo lambido no rabo.

É evidente que, como não poderia deixar de ser, eu adorei. Mais uma vez eu rebolei e abri mais as nádegas e abri as pernas e arrebitei o rabinho e fiz tudo que eu lembrei, que poderia me deixar ainda mais com aquela sensação de ser bicha.

Depois ele me virou de frente o começou a chupar meu pinto com uma habilidade insuspeitada. O cara é um tremendo “mamador”. Puta perícia na hora de chupar. Como é perfeita a força da língua e os dentes nunca encostam, mesmo porque, meu pau é bem grosso e é preciso habilidade para chupá-lo sem nunca encostar os dentes.

Tomei a iniciativa e afastei-me lentamente daquela boquinha deliciosa que estava me chupando, mas eu já não agüentava mais de vontade de levar. Dei-lhe uma camisinha que eu tirei da carteira, virei de costas para ele com as mãos apoiadas na minha mesa de trabalho, abaixei e abri bem as pernas.

Senti a pica lubrificada (camisinha com lubrificante) colada no meu cu e logo em seguida ele começou a entrar devagar, mas sem parar. A enterrada era lenta, mas já tinha ficado claro pra mim que ele ia enfiar até o fim. Eu deixei, porque não estava doendo nem um pouquinho, era simplesmente o momento de maior prazer de toda a minha vida.

A rola foi entrando devagar até que eu percebi que ele parou de enfiar. Senti as coxas dele coladas nas minhas nádegas e percebi vaidoso que já estava tudo dentro de mim. Nessa hora, depois que já tinha entrado tudo e que ele parou de penetrar é que começou a doer. Doeu pra caralho (“mesmo”) e eu quase gritei e pedi pra ele tirar fora. Comecei a mexer meu corpo para frente, mas ele segurou minha cintura e impediu que eu escapasse. Tentei escapar mais um pouco e choraminguei que estava doendo muito. Mesmo assim ele continuou me segurando e foi beijando minhas costas e meu pescoço e dizendo algo assim:

- Calma! Já vai passar! Agüenta só mais um pouquinho que você não vai se arrepender.

Era verdade, tão logo ele começou com aqueles gostosos carinhos por traz de mim, a dor começou a ceder e em breve eu já não sentia mais nada que não fosse prazer.

Ele meteu a mão pela minha frente e começou a me bater uma punheta, pois meu pau tinha ficado mole depois da enterrada dolorida, mas desta vez, com a dor tinha passado e a mão dele estava fazendo um trabalho bem gostoso no meu pau, não foi nenhum pouco difícil ficar excitado outra vez.

Lentamente ele foi tirando e pondo. Primeiro devagar e em fodinhas curtas, depois ele foi aumentando a amplitude dos movimentos, tirando quase tudo pra fora e depois voltando a enterrar, sempre devagarinho.

Enquanto isso, eu sentia a mão dele batendo punheta pra mim e cada vez mais, eu adorava a sensação de estar sendo o responsável pelos suspiros e gemidos que o Alex dava enquanto me enrabava.

- Isso! Fode meu cu seu viado! Mete até o toco e me arromba seu boiola do caralho! Isso! Isso mesmo seu fliha da puta! Come o meu cu que gosto de dar pra você. Mete! Mete! Isso!.Ahhhhhhh!

Gozamos juntos, ele no meu cu e eu no chão da sala, só na punheta.

Viramos de frente um para o outro e nos beijamos novamente. Meu pau já estava amolecendo e o dele também, mas mesmo assim o beijo era gostoso. Não tive nem um grilo de consciência ou sentimento de culpa por ter dado o cu pra ele e acho, pela intensidade do beijo, que ele também estava feliz com a nossa foda.

Terminamos o beijo e nos vestimos. Depois conversamos um pouco e foi só então que eu descobri que ele tinha vindo ao escritório para pegar um pendrive que ele precisava para trabalhar em casa (bendito pendrive).

Despedimos-nos, sem falar nada sobre o futuro, mas tanto ele quanto eu, sabemos que já somos amantes e que nosso caso ainda vai durar muito tempo. Ontem não deu pra comer o cu dele, pois fiquei sabendo que ele nunca deu antes, então achei melhor tirar a virgindade anal dele numa cama, com a ajuda de KY, mas isso não vai demorar, pois sei que ele está louco pra ser comido.

Ele se foi, levando a camisinha para jogá-la fora longe do escritório e eu dei uma geral na sala para ocultar todas as pistas da nossa aventura. Depois terminei o tal relatório chato. Não vou dizei que adorei fazer aquele serviço, mas com certeza eu já tinha muito mais capacidade para me concentrar no trabalho do que eu tinha no começo da noite.

Beijos

barbacinzenta@gmail.com

Magrinho do pau grosso

Conheci Bruno no MSN. Nos identificamos logo de cara. Ele louco por uma bunda gulosa, carnuda e empinada. Eu, alucinado por uma língua no meu rabo e uma rola sedenta de prazer. Trocamos telefone e passamos a conversar durante praticamente todos os dias da semana.

Nos encontramos na entrada de seu apartamento. Mal entramos, e ele meteu a mão na minha bunda carnuda, por cima da calça justa que eu usava. Segundos depois, ele já estava de cueca e comecei a alisar seu cacete, enquanto sentia sua boca deslizando em meus ombros.
Nossa, gente, que surpresa! Embora Bruno fosse franzino, magrinho mesmo, o cara tinha uma rola muito grossa. Assim que ela ficou totalmente dura, mal dava para segurar ela numa pegada de mão. Minha admiração se transformou simultaneamente em receio também. Como agüentar uma caceta daquela? Meu cuzinho estava muito longe de ter se acostumado com uma espessura daquela envergadura. Mas já que havíamos começado...

Com o pau super duro e apontando pro teto, Bruno me virou de costas e começou a despir-me, aproveitando para passar a vara no meu rabo, me encoxando. Após me deixar totalmente nu, me empurrou de bruços na cama e enfiou a língua molhada e macia em meu cuzinho piscante.
Realmente, o cara adorava chupar um rabinho. Lambia, mordiscava e me penetrava com sua língua quente. Não agüentei e comecei a gemer. Suas linguadas iam ficando mais nervosas. Suas mãos abriram completamente minhas bandas da bunda, expondo meu anel por inteiro e até seus lábios esmagarem meu lordo. Comecei a rebolar em sua cara e podia ouvir, de forma meio abafada, ele dizendo que minha bunda era uma delícia, que eu era um tesão. Às vezes, eu rapidamente ia de encontro ao seu pinto e tentava enfiar ele todo na boca. De tão grande, a baba escorria por todo seu membro. Adorei engasgar daquele jeito. Tirava o gigante da boca e o segurava sendo o meu troféu.

Calmamente, Bruno se afastou até a borda da cama e me colocou de quatro – posição que eu adoro – e voltou a chupar meu cuzinho, agora totalmente desabrochado. Eu, sem me conter, me peguei sorrindo sozinho e com o pau super duríssimo, fato que pareceu deixar meu macho mais safado ainda. Mal ele tirou a língua da minha bunda, pude sentir sua rola já encapada se esfregando no meu rego, subindo e descendo. Vez em quando, a cabeça da pica se encaixava naturalmente no meu culeiro e dava pequenas estocadas, tudo feito de forma desapressada. Em alguns momentos eu novamente saía daquela posição pra abocanhar sua benga novamente e, simultaneamente, sentir o gosto do meu próprio rabo e lubrificar bastante aquela verga de respeito.
Naquela sacanagem carinhosa, meu cuzinho foi dilatando sem dor e Bruno foi me convencendo que, daquele jeito, era muito natural qualquer bunda agüentar uma pica daquela, ainda mais a minha que estava faminta por rola.

Os minutos se passavam e sua rola ia ficando cada vez mais ousada nas pinceladas em meu anel. Pude sentir, mais feliz ainda, que a cabeça de sua pica já era praticamente engolida pelo meu cu. As tais encaixadas no meu rabo passaram agora a serem mais demoradas e, com tanta saliva e paciência, sua pica ia deslizando em minha bunda feito um parafuso, abrindo calmamente cada milímetro do meu reto.
“Que delícia de cu, cara. Que bunda gostosa!” – Ele repetia essa frase feito um mantra.

“Ai, como você mete gostoso. Devagarzinho, amor. Ai, que fodinha boa!” Eu murmurava feito uma putinha.
E assim fomos até que eu me peguei empurrando a bunda em direção à sua cintura até sentir aquela rola imensa de grossa todinha, todinha dentro do meu cuzinho. Que felicidade. Para ter certeza daquele fenômeno, coloquei meus dedos no rego e pude perceber que seu saco já encostara em minhas coxas. Não sentia nada de dor, somente tesão. Me sentia totalmente preenchido, mas não sufocado. Era perfeitamente gostoso.
“Nossa, amor, entrou tudo! Tá todo esse cacetão na minha bunda?!” – perguntei afirmando.
“Tá, meu amor. Guardei ele inteirinho nesse rabo delicioso. Agora vou te foder, viu? – Bruno confirmou o que eu já sabia.
Meu macho me pegou então pela cintura e começou a estocar com força, fazendo até barulho. Começamos os dois a nos conter, pois nossa vontade era de gritar. Eu, com o rabo já todo arrombado, fiquei de cinco, ou seja com a cabeça esmagada na fronha e a bunda inteira pro teto. Ao lembrar-me de um filme pornô, matei um desejo antigo: abri bem as bandas da bunda, junto ao rego e, ao mesmo tempo que expus totalmente meu cu arreganhado para aquela deliciosa invasão, pude sentir Bruno praticamente me sustentando ao segurar firme minha cintura. O safado percebendo minha putaria, tirou a piroca inteira do meu rabo e mandou eu abrir ainda mais as bandas. Meu cu estava um verdadeiro poço, liso e sem pregas. Dava até pra sentir um vácuo dentro do reto. Só de lembrar me dá vontade de bater uma punheta onde estiver.

“Puta cuzão do caralho!” – nem ele parecia acreditar.
“Tá gostoso, amor. Faz mais assim. Me arromba, seu puto!” Eu já estava pra lá de descontrolado. “Olha só o que você faz com meu cuzinho.”
Depois de várias vezes repetirmos essa sacanagem, falei pra ele que não estava agüento mais tesão, mas queria gozar com ele socando a benga na minha bunda. Entretanto, o safado tinha adorado aquela exposição anal e, ao expor mais uma vez meu cu arregaçado, não agüentei e gozei feito uma cadela no cio. Gemi feito uma mocinha. Minhas pregas estava tão dilatadas que mal sentia as piscadelas do orgasmo. Bruno então tirou rapidamente a camisinha e começou a se punhetar vendo eu daquele jeito, de cinco com o rabo todo arrombado e piscante.

“Tô gozando... pra caralho, que delícia!” – foi mais ou menos isso que eu ouvi ao sentir aquela chuvinha quentinha e maravilhosa em minhas nádegas.
“Goza gostoso, amor. Joga toda essa porra na sua putinha arregaçada!” – ordenei.
Como eu estava todinho inclinado, aquele creme escorreu por toda minha costa. Exausto, derrubei meu corpo lentamente, ficando de bruços na cama. Mesmo tendo juntado as pernas, dava ainda pra perceber o “estrago” que aquele pintão tinha feito no meu cu. Dava pra enterrar quatro dedos nele sem dificuldade.
Quando eu já estava terminando de me trocar, Bruno voltou do banheiro dizendo que na próxima vez ele me queria sentado e rebolando naquela super vara. Se eu não conhecesse sua paciência e carinho, iria dizer que aquilo seria praticamente impossível, mas depois de sentir o quanto ele era competente, o mínimo que poderia era dizer é que eu já estava ansioso. Sai do apartamento rebolando feito uma vadia, com ele dando tapinhas no meu popozão todo fodido e confessando: “to fissurado nessa bunda!”

Minha saudade da sua piroca aumentou ainda mais nas horas seguintes quando, naturalmente, meu cu começou a voltar ao normal e, na medida em que ele se contraía, me dava mais vontade de sentir novamente aquela sensação de ser arrombado com meiguice.

Vai continuar ao meu lado... Final

Bom pessoal... Dando continuidade a minha historia, (Contos: Sempre esteve ao meu lado... e Continua ao meu lado... E vai continuar ao meu lado parte I) vou contar pra vocês como minha historia de amor, acaba...

No domingo o Guilherme nem deu as caras na minha casa, o que foi ate bom, pois o pessoal da faculdade foi pra minha casa e assamos carne enquanto contávamos mentiras, relembrávamos da viagem e riamos bastante, fiquei a tarde toda com meus amigos, e nem me lembrei do Guilherme, acho que chega em um certo ponto do relacionamento onde você fica tão desgastado por sofrer demais e não ser correspondido, que se adquiri uma blindagem, você fica avesso a discussões e dramas. Enfim, na segunda feira, não iria ter aula, ainda estava de férias da faculdade, então meus planos eram, TV, Videogame, Piscina, TV, TV e TV, acordei pela manhã, com minha mãe esbravejando e me sacudindo na cama, para me dizer que iria pra Campos, com os pais do Guilherme, eu apenas balbuciei algumas palavras e ela foi, enrolei mais uma hora na cama, ate que me lembrei que o Jorge estava na minha casa, então pulei da cama, tomei banho, me arrumei e desci, era mais ou menos 10 horas da manha.

Fiquei por ali na cozinha, ora tomava água, ora comia alguma coisa, e o Jorge nada de falar comigo, ate que resolveu me cumprimentar, eu o cumprimentei com um sorriso e trocamos algumas palavras ele sempre muito atencioso, ate que toca o interfone, vou atender e era o Guilherme, abri o portão sem dizer nada, ele como sabia que o pessoal da construção estaria lá, fez questão de entrar pelos fundos, quando passou pelo Jorge, disse um bom dia, que dava pra sentir a raiva na voz dele, ele entrou me deu um abraço, perguntei porque ele sumiu no domingo e ele disse – Minha avó que mora no Mato Grosso, estava em casa, e como sei que você não gosta dela nem te chamei pra ir la em casa, na verdade não sou eu que não gosta dela, ela simplesmente me detesta e eu nunca soube o porque, mais voltando a historia, o Guilherme estava muito simpático, conversamos de modo que não fazíamos a tempos, uma conversa sadia e muito legal, ficamos na sala de TV, conversando e assistindo um filme trash coisa que adoramos fazer, só pra falar mal do filme depois... as horas foram se passando e de repente o Jorge entra dizendo que iriam sair pra almoçar e que voltariam dentro de duas horas, disse que tudo bem, e eles foram embora.

Mal fechou o portão e o Guilherme começou – Nossa mais esse cara não desconfia mesmo, vou ter que ter uma conversa com ele, quem ele pensa que é pra mexer com você assim?! E por acaso você ta dando corda pra ele? Interrompi dizendo – Guilherme o que, que o cara fez, ele só veio dizer que tava indo embora, mais que ciúmes louco é esse?! Nossa daí ele ficou nervoso, ciúmes nada, esse cara ta te comendo com os olhos só você que não ta vendo isso, cai na risada, e fui em direção a ele que estava no outro sofá e comecei a dar beijos no rosto dele, enquanto ele estava de bico pra mim, parecendo criança quando fica emburrada, fiquei ali dando beijos nele, e ele nem se manifestou, daí comecei a passar a mão no corpo dele, por baixo da camiseta, desabotoei a bermuda dele, e ele quietinho sem se mexer, mais já estava extremamente excitado, perguntei se poderia continuar, ele sem desfazer o bico, apenas fez sinal positivo com a cabeça eu estava achando aquilo tudo muito fofo, mais queria que ele desmancha-se aquela cara emburrada e dei um beijo na boca dele, que foi correspondido com tanta vontade quanto foi dado, ele por fim me abraçou e ficamos a nos beijar, ele tirou minha roupa, me deixando nu na frente dele, e ele se levantou tirou a roupa, e me chamou para irmos pro meu quarto, assim que chegamos nos deitamos na minha cama, ele me olhando nos olhos me disse – Você não sabe o quanto eu senti falta disso sabia, desses nossos momentos de intimidade.

O Guilherme as vezes era um ogro, mais sempre que eu estava prestes a deixa ele vinha e renovava meu amor por ele, enfim no quarto tudo ocorreu de forma linda, sempre como era antes, ficamos quase duas horas naquela sacanagem que só nos dois sabíamos fazer, quando terminamos tomamos um bom banho, e fomos a sala vestir nossa roupa, foi o prazo de terminamos de nos vestir o interfone toca, era o pessoal da obra, eles entraram enquanto o pedreiro ficou na parte externa para descarregar o caminhão de cimento e afins, o Jorge entrou e me deu um kinder ovo, eu tinha comentado com ele que eu adorava o chocolate do kinder ovo, então ele dizendo ter lembrado disso me deu um chocolate, eu agradeci e dei um abraço nele, pude sentir que quando o abracei ele cheirou minha nuca, e deu um suspiro de leve, e me disse que eu era muito cheiroso, eu agradeci e me afastei, nessa hora cheguei a conclusão que definitivamente o Jorge estava me querendo, mostrei pro Guilherme o mimo que o Jorge tinha me dado, ele ficou irado dizendo – Quer dizer então que ele quer te conquistar pela sua gula né, nossa vou quebrar esse cara, não vai ter jeito não... Olha a merda que você ta fazendo, ele ficava falando e eu achando tudo aquilo muito fofo, interrompi pedindo pra ele parar com teatrinho, porque eu não iria beijar o Jorge, nem fazer outras coisas, que poderia ficar tranqüilo com relação a isso.

O tempo foi se passando a obra na minha casa chegou ao fim, e finalmente eu e o Guilherme nos entendemos, estávamos como um casal feliz, sempre saiamos juntos como amigos, mais existia uma relação de cumplicidade que era inédita no nosso namoro, ele estava mais maduro, diria ate mais sóbrio, começaram nossas aulas na faculdade tudo transcorria bem, quando se aproximava de Julho, decidimos viajar, e fomos para uma cidade chamada Bonito, no Mato Grosso do Sul, ficamos vinte dias lá descansando a cabeça, quando retornamos no final das férias de Julho, no dia em que chegamos fomos a casa do Guilherme, entramos na sala e quem estava lá, a ex namorada dele, fiquei sem entender assim que chegamos ela deu um abraço nele dizendo que morria de saudades, e blá, blá blá, que tinha vindo passar uns dias na casa dele, nossa fiquei com vontade de puxar ela pelos cabelos e literalmente (Dar na cara dela) mais me segurei o Guilherme abraçou ela, eu me dispedi e fui para casa, não tinha mais o que fazer, se bem que não senti ciúmes, nem nada disso, cheguei em casa guardei o carro, desfiz minhas malas, em Resumo o Guilherme sumiu da minha vida, a ultima vez que nos falamos foi no final de agosto do ano passado, nunca entendi muito bem o que aconteceu com a gente.

Pelo que soube da mãe dele isso já neste ano de 2011,é que eles estão morando no norte em uma cidade chamada Apodi que se não me engano fica no Rio Grande do Norte, enfim.. já neste ano em Abril conheci uma pessoa extremamente especial um cara chamado Igor, alguém que sinceramente acredito ser o meu parceiro pra passar o resto da vida, pois sinto por ele algo que não sentia pelo Guilherme, se esqueci o Guilherme?! Não minha relação com ela é impossível de ser esquecida pois foi o primeiro cara da minha vida, meu namoro com o Igor tem ido muito bem, e que apesar dos ciúmes dele, e meus, temos ido muito, mês passado o Igor, foi convocado pra servir, no Amazonas, sim ele é militar, estamos quase a trinta dias sem nos falar, apenas conversamos pela internet uma única vez depois que ele se foi, mais esta prestes a retornar, porem fui surpreendido com uma visita em minha casa no mínimo assustadora, o Guilherme, veio me trazer um convite de seu casamento, me quer como padrinho da cerimônia, e o que é pior, queria uma ‘saidera” comigo, mais sou incapaz de trair o Igor....

O final da minha historia com o Guilherme não foi feliz, mais acreditem é a mais sincera verdade, teríamos a chance de continuar juntos, porem só se eu aceita-se as condições dele ou seja, permitir que ele se casa-se e ficasse como amante, mais isso não é vida para ninguém... Hoje em dia estou com o Igor, um cara sincero, que não tem medo de assumir pra si mesmo que ama outro homem.

Obs.: ( Não quis dar detalhes sexuais para não perder o ar de romantismo da Historia, desculpem se esperavam um final picante, é que minha historia ainda não teve final) ^^”

jsfj1990@hotmail.com

Final de semana Perfeito

Era mais um dia de trabalho, eu sou consultor de seguros de uma grande indústria nacional, e por decorrência desse fato tenho contato com corretores de seguros e vendedores de maquinário para mineração de todo pais, pois quando compramos algum equipamento antes de colocá-lo para trabalhar o mesmo já tem que ir assegurado, pois bem, cheguei ao trabalho, que fica na zona-rural e fui informado pela diretoria da aquisição de doze tratores escavo-carregadores, mais conhecido como (Pás-Carregadeira) enfim já sabia o que teria de fazer liguei para nossos corretores, encaminhei a nota fiscal e pedi para que providenciassem algumas propostas, que teríamos ainda o prazo de uma semana para fecharmos a cotação.

Deixa eu me apresentar, me chamo Eric tenho 21 anos de idade, sou moreno, tenho 1,83 altura, peso 80 kilos, tenho cabelo curto, enfim sou bonitinho, daí quando já estava a resolver outros tramites, me liga um dos nossos vendedores de maquinas, vou chamá-lo aqui de Carlos (fictício) me dizendo se poderia entrar na cotação pois tinha aberto uma corretora de seguros, disse a ele que sim, e como as maquinas adquiridas tinham sido vendidas por ele, que ele já teria todas as informações de que precisaria, enfim e marcamos de nos reunir na quarta-feira para eu passar pra ele quais coberturas que eu tinha necessidade e ele me apresentar uma primeira proposta.
Na quarta feira, veio o Carlos me apresentar a proposta dele, e chegou uma hora antes do horário combinado, eu sempre tive curiosidade de ficar com outro homem, mais nunca tive coragem nem oportunidade de fazer tal coisa, e o Carlos era do tipo de cara que me atraia, era educado, bonito, inteligente e eu adoro pessoas inteligentes, voltando a historia, ele tem 1,80 de altura deve pesar uns 85 kilos, e gostosinho sem ser malhado, ou ter corpão definido, branco, com cabelo curto porem muito liso e negro, olhos castanhos escuros, dentes perfeitos e abertinhos, o que deixava ele ainda mais sexy, e tem 36 anos de idade, ele chegou muito cheiroso e risonho na minha sala, começamos a conversar, ele me apresentou a proposta que já tinha as coberturas que eu queria, e o preço estava abaixo do praticado pelo mercado, mais de qualquer forma é protocolo da empresa deveria esperar mais duas cotações pra fechar e fazer o pedido de compra. Engatamos em uma conversa bem distraída e despretensiosa, ate chegarmos no assunto festas e boates, daí comentei que sempre via ele em uma boate da cidade, mais que ele sempre estava rodeado de mulheres e que eu nunca tinha coragem de chegar pra falar com ele, ele então me disse que estava sem companhia para ir na festa flashback, que teria na cidade, pois ele queria muito beber whisky e não poderia dirigir depois, falei que por mim poderíamos ir juntos já que eu não bebia mesmo, poderia servir de taxi pra ele.

Enfim, a semana foi se findando e fechamos seguro com ele, pois alem de eu querer muito fazer isso, foi o preço mais baixo a ser oferecido, na sexta-feira a noite, era mais ou menos meia noite, e alguém buzina na minha porta, era o Carlos, eu já estava arrumado mesmo e fomos a boate, mais achei que iríamos no meu carro mais foi ate bom ir no carro dele mesmo, se vomitasse seria no dele, chegamos a festa que por sinal estava ótima adoro flashback, o Carlos é muito assediado pelas mulheres da festa, acho que pelo fato de ser muito charmoso, as piriguetis caem matando, ele ficou com umas cinco só que eu vi, daí chegaram uns amigos meus e ficamos a conversar e dançar, mais eu sempre dando atenção a ele pra que não se sentisse deslocado, ou excluído, quando já se aproximavam das 05:00 da matina, resolvemos ir embora, ou melhor eu resolvi, pois ele não estava mais em condições de tomar decisão alguma, entramos no carro dele, perguntei onde ele morava, ele me disse algo que não entendi o que era, e decidi levá-lo pra minha casa , chegamos guardei a caminhonete dele na garagem, e entramos, nos entramos ele me perguntou onde era meu quarto, eu sinalizei com a mão e ele foi, pensei que fosse tirar a roupa pra tomar banho, eu fui para cozinha, preparar um lanche pra mim, pois estava faminto enrolei mais ou menos uns quarenta minutos na cozinha, quando fui para o meu quarto ele estava deitado na cama só de cueca branca e tinha roupa dele espalhada por todo meu quarto, eu estava tão cansado que nem liguei apenas tirei minha roupa e deitei do lado dele, demorei pegar no sono, pois alem de pensar que ele poderia vomitar a qualquer minuto, ele roncava como um motor velho.

No sábado levantei já eram 10 horas da manhã, olhei para o lado o Carlos não estava mais lá, então me levantei de cueca ainda fui ao banheiro escovei meus dentes, dei uma arrumada no rosto e fui a cozinha, quando cheguei e olhei no balcão ele tinha feito uma bagunça enorme pra preparar dois sanduiches pra ele, coisa típica de homem quando entra na cozinha, estava sentado comendo com o rosto melado com Ketchup achei muito fofinha a cena, ele me disse se teria problema de comer ali, disse que não que ficasse a vontade, e se sentisse em casa, daí ele brincou dizendo – Se eu me sentir mais em casa, só se ficarmos como um casal pois eu já to bem a vontade, me disse isso com um sorriso no rosto, o que me fez ficar muito envergonhado. Disse pra ele ficar a vontade, e fui arrumar a casa, pois como moro sozinho tenho que me virar mais como ele estava sentado eu nem notei mais ele tinha trocado de roupa, pois a roupa dele da boate ainda estava jogada no quarto, daí arrumei meu quarto, limpei os banheiros, depois fui para cozinha arrumei tudo, e ele ficou na sala a ver TV, enquanto eu tirava uma de empregado domestico, ficou bem jogadão no sofá, toda aquela coisa de ter um homem na minha casa, me deixa extasiado, pois era muito novo pra mim, e era algo que eu sempre quis
Terminei de arrumar tudo entrei pro banheiro tomei um banho, quando estava pronto já era quase 12:00, ele então veio na minha direção me imprensou na parede e me perguntou se eu não tinha nada a falar pra ele, eu fiquei muito envergonhado, e disse que não, pois já que ele tinha ficado com tantas garotas na festa, deveria estar bem cansado... Ele riu dizendo que eu estava com ciúmes dele, e que queria me beijar e sabia que eu também queria ele, eu tentando desconversar, perguntei onde ele tinha arrumado aquela bermuda, chinelo e camiseta que ele estava usando, ele me disse que já estava na caminhonete e ele colocou pois pensou que aconteceria alguma coisa na noite passada, mais que eu estava muito devagar, Nossa como ele era convencido, disse pra ele que ao contrario dele eu nunca tinha feito nada com outro homem, e não queria simplesmente fazer sexo por fazer, ele deu uma gargalhada, e disse – Tu é virgem então?! Nossa é melhor do que eu pensava, to querendo você a tempos e ainda virgem, perfeito.

Falei para ele que eu era virgem com homens, mais com mulheres não, ele então me soltou e disse depois resolvemos isso, vamos almoçar, e fomos a um restaurante que eu adoro, comemos muito... Eu principalmente, pois estava com fome, enquanto comiamos ele ficava roçando a perna dele na minha, e dando sorrisinho de canto de boca, o que me deixava irritado, como ele poderia ficar tão calmo, mesmo fazendo aquilo em um lugar movimentado como aquele, terminamos a refeição ele pagou a conta e fomos pra minha casa de novo, mais antes passamos em uma locadora pegamos alguns filmes e fomos, chegamos em casa, ele super a vontade, já deitou no sofá colocou o filme enquanto eu fui pegar pipoca e refrigerante pra gente, quando voltei pra sala coloquei a pipoca e o refri na mesa de centro, fui surpreendido com um beijo, que me fez tremer as pernas, ate desmoronei no colo dele, parece que ele notou, foi como um sinal verde, ele começou a me beijar e a passar a Mão pelo meu corpo, tirou minha camiseta, e me beijava quase me sufocando, depois parou tirou a roupa dele se sentou de novo porem desta vez nu, e me fez sinal pra sentar no colo dele, tirei minha cueca, e me sentei eu já sabia o que iria acontecer mesmo, eu sentia o membro dele bem rijo entre minhas pernas, eu também não conseguia esconder minha excitação, não tinha mais jeito, ele ficava me beijando e me masturbando ao mesmo tempo, seus gemidos ao meu pé do ouvido me faziam arrepiar, ele então me sussurrou ao ouvido, ta na hora da mamadeira, eu entendendo o recado, me ajoelhei na frente dele e comecei a fazer um oral, meio sem jeito no começo, mais parece que esse tipo de coisa a gente nasce sabendo com pouco tempo já parecia que eu tinha feito isso por anos, ele gemia alto, me segurava pelas orelhas e começava a fuder minha boca, parece que quando eu engasgava isso era como uma conquista pra ele, ficamos nisso um tempinho, ele me colocou no sofá, e foi atrás de mim, e começou a morder minha bunda, a chupar, lamber, quando ele enfiou o dedo nossa minha cabeça chegou a doer, pois eu era virgem e ele colocou dois de uma vez, mais eu queria tanto aquilo que simplesmente abstrai da dor, e deixei rolar.

Ele parecia adorar aquele tipo de coisa, ele me pediu pra pegar a bermuda dele no sofá e entregar pra ele mais que ainda ficasse de quatro porque o melhor estava por vir, e assim o fiz, ele pegou um preservativo e lubrificante, eu não acreditava que ele tinha planejado tudo isso já, passou um gel na minha bunda, e começou a forçar, me deu vontade de correr e xingar ele, mais ele me segurou pela cintura e foi forçando quando passou a cabeça o resto entrou fácil, ele sequer me deixou acostumar com aquele membro estranho dentro de mim, e começou a bombar, mais fuder mesmo, meu corpo tremia, se esquentava por dentro ele me segurava pelos ombros e me puxava meu corpo pra trás pra ele entrar todo dentro de mim, nem vi quando gozei, e sem por a mão apenas saiu, e nunca foi em quantidade tão grande, ele notou que tinha gozado porque meu corpo começou a contorcer e apertar o pau dele, ele tirou de uma vez, se deitou e me mandou sentar em cima dele, e assim o fiz, sentei ainda incomodou um pouco, mais comecei a cavalgar em cima daquele corpo macio e ele ia me falando sacanagens e me deixando conduzir a “dança” ficamos nisso uns dez minutos ate que ele começou a novamente me fuder em movimentos ritmados e muito rápido e me disse que gozaria me levantei ele veio em minha direção e gozou no meu peito, me lavou o peito e depois se sentou no sofá, ficamos alguns minutos ali parados sem dizer nada um ao outro, de repente ele me pega pelo braço e fomos ao banheiro tomamos banho juntos, nosso primeiro banho juntos, depois vestimos cuecas e apertamos Play. Foi o final de semana perfeito.

Obs.: Essa historia é ficção apenas baseada em pessoas reais.

jsfj1990@hotmail.com

Vivendo uma nova fase

Depois de namorarmos as escondidas por mais ou menos uns três meses, Brandom eu decidimos dar um passo importante quanto casal, ou seja, morarmos juntos, apesar de eu ser sete anos mais novo que ele, mesmo assim não temos diferenças entre um e outro, ate porque nada pior que uma pessoa se sentir mais inteligente ou importante que a outra em um relacionamento, o Brandom tem 28 anos de idade, 1,88 de altura, loiro de olhos verdes tem um filho de 4 anos de idade, no começo do nosso relacionamento cheguei a pensar que poderia ser um empecilho ao nosso namoro, mais com o passar do tempo, eu comecei a me apegar demais aquela criança quando estávamos com quatro meses de namoro, decidi trocar meu carro, e comprei um melhor e mais potente, enfim fiquei mais ou menos uns três dias com o carro e meu namorado me pediu emprestado pois viajaria e queria amaciar o motor na estrada e me deixou com a caminhonete dele, que por sinal ótima de dirigir, estava a uns dois dias com o carro dele e na minha casa, quando a Lorena mãe do Matheus me ligou, me pedindo para ficar com o Matheus por três dias pois teria que viajar e como não conseguia falar com o Brandom decidiu me ligar, aquilo me assustou 1° que eu não sabia, que ela era ciente da homossexualidade do pai do filho dela, 2° a naturalidade com a qual ela falou comigo ao telefone, 3° aonde ela arrumou meu telefone? Antes que eu pudesse dizer que o Brandom estava em viagem e que eu trabalho ela já me passou o endereço e desligou o telefone, ou seja, eu seria obrigado a buscar o menino, eu tinha duas opções ou ficava com o garoto ate o pai dele voltar, ou levaria para casa dos pais do Brandom, que ate então não me conheciam, e eu não queria ser apresentado dessa forma.

Então la fui eu buscar o menino, quando cheguei a casa dele, ele veio correndo em minha direção no portão e me deu um grande abraço, nada melhor que um abraço de criança eles são sinceros,e quando demonstram carinho pode ter certeza que é porque eles gostam mesmo de você, quando a mãe dele veio, eu queria morrer de tanta vergonha, porem mais uma vez fiquei surpreso, ela novamente muito educada, e muito bonita tinha 22 anos, me disse que bom que o Brandom arrumou alguém descente pra ele, finalmente, me convidou a entrar e tomar um café com ela, e o Matheus já foi me puxando pelo braço, então entramos nos sentamos a mesa e conversamos para mais de quarenta minutos, sobre a escola do Matheus essas coisas que mães ficam falando, quase que uma troca de figurinhas, perguntei como ela tinha conseguido meu telefone, ela então me respondeu que o Brandom tinha colocado ele na agenda de escola do Matheus como telefones uteis, e que ela deduziu que seria meu numero já que o próprio Matheus vivia a falar de mim, o quanto eu era legal e gostava de mim, Obs.: o Matheus me chamava de Zunio, fiquei satisfeitíssimo quando soube disso, me senti realmente parte da família do Brandom, depois do animado papo peguei as coisas do Matheus e fomos embora, chegamos em casa, mais eu não queria fazer comida, então tomei um banho e fomos ao Giraffas, deixei ele se esbaldar depois caminhamos um pouco pelo calçadão ele me contando coisas da escola dele, dos amiguinhos e fomos embora, chegamos na minha casa ele trouxe o caderno dele de artes e me mostrar que já aprendeu a escrever o nome dele, o que eu achei muito fofo, nessa hora eu tive certeza que queria ser pai. Ficamos assistindo TV ate umas 22:00 então iríamos dormir, ele me perguntou se poderia dormir na minha cama pois tinha medo do escuro eu falei que podia, então dormimos, no meu trabalho não tenho que cumprir horários britânicos, ate porque sou responsável pela minha carga horária e como era final de colheita eu poderia me dar ao luxo de não ir trabalhar, acordei as 8 da manhã tomei banho me arrumei, quando já eram quase 9 o Matheus acordou, perguntei se ele sabia tomar banho sozinho, ele disse que sim, então foi se banhar, depois saiu foi ao quarto eu já tinha arrumado as coisas dele no guarda roupa no dia anterior, ele se vestiu sozinho, passou perfume, um homenzinho, então fomos ao mercados comprar comida para tomarmos café, quando retornamos ele pegou um pacote de bolachas e Danone e foi para sala assistir Phineas e Ferb, nunca entendi esse desenho, mais enfim.

Quando se aproximava da hora do almoço o pai dele me ligou, e me disse que chegaria as 15:00 eu não disse nada sobre o Matheus queria fazer surpresa, então arrumei o Matheus e o levei a escola, confesso que sempre tive o sonho de ter um filho e levá-lo e buscá-lo todos os dias na escola, voltei para minha casa, passou um tempo o Brandom chegou, sujo de terra, com aquele jeitão de macho, não me segurei e cai matando, eu simplesmente adoro beijar a boca dele, ficamos nos beijando esbarrando nos moveis ate entrarmos no quarto, ele já foi tirando a roupa e vindo pra cima de mim me dizendo algumas obscenidades, me chamando de minha puta, me mordendo puxando minha roupa, me despi ai ele ficou doido, me virou de costas e começou a morder minha bunda, confesso que ate doía mais eu adoro dar prazer a ele, me dava tapas bem leves, era um homem de verdade, me puxava pelo pescoço, e começou a lamber minha bunda, descia ate minhas bolas e voltava novamente, naquele movimentos que chegava a estremecer minha pélvis e me causava prazer enorme, me virou novamente e me beijou, de forma muito máscula, era impressionante a química sexual que tínhamos na cama era algo quase que inexplicável, depois de me beijar me disse em tom de sussurro “amorzão, mama eu” não precisou pedir duas vezes, ele se sentou na cama, e comecei a mama-lo como se fosse o ultimo picolé do deserto, ficamos ali perdidos em caricias sexuais por quase meia hora, eu me engasgando com aquele pauzão na boca, e ele me chamando de puta e se contorcendo a medida em que eu o acariciava, uma das coisas que mais gosto nele, é que quando esta sentindo prazer os dedos do pé ficam em ritmo frenético acho muito fofinho, então depois de quase fazê-lo gozar, decidimos passar a parte sexual em si, ele me virou de costas, peguei um preservativo na gaveta ele colocou, e deitou-se sobre mim na cama eu sentia todo o peso do corpo dele em cima do meu, e me sentia totalmente submisso a vontade dele, e ele simplesmente adorava aquilo tudo, começou a fazer movimentos fortes e rápidos, ficava forçando a entrada, a dor era absurda, pois ele havia sido meu primeiro homem, mais o prazer era muito maior, depois de me comer deitado sobre mim, passa a fuder de quatro, ele me segurava pela cintura e dava estocadas fortes, eu rebolava bem devagar so pra demonstrar que estava adorando ele dava sorrisinho de canto de boca, e me chamava de puta de vadia, viadinho, eu adorava pois em um contexto sexual acho que coisas assim são bem validas, ficamos nesse vai e vem por muito tempo, se bem que minha noção de tempo ficou um pouco afetada a meia luz do quarto, não vi os minutos passando, Ele então acelerou ainda mais os movimentos eu já sabia que levaria um banho de esperma, ele tirou seu membro de dentro de mim de uma vez e me lavou as costas com seu leite espesso e em grande quantidade, depois caiu por cima de mim dando risada, e mais uma vez disse em tom de Sussurro “Eu te amo” é muito bom ouvir um eu te amo, ainda mais quando ele soa tão sincero da boca de uma pessoa que você também ama. Nossa nem me apresentei, me chamarei aqui de Junior tenho 21 anos de Idade, sou moreno, tenho cabelo curto, 1,83 altura, peso 85 kilos, então...

Depois do sexo tomamos aquele banho, abri as janelas da casa, e então contei a ele que o Matheus estava comigo, que tinha levado ele ao colégio e que a mãe dele estava em viagem, o Brandom ficou muito feliz quando soube disso, eu pensei que ficaria bravo pois eu não tinha contado a ele que o menino estava comigo, mais não, ele gostou da noticia e me disse que mais a noitinha sairíamos juntos, para levar o Matheus para assistir os Smurfs no cinema, e assim o fizemos, fomos ao cinema, depois o Brandom foi por um caminho que ate entao a mim era pouco conhecido, quando perguntei onde iríamos, ele me disse que iriamos na casa da mãe dele quê estava passando de hora da família dele me conhecer, nossa eu fiquei em estado de choque quando ele disse isso, não sabia o que pensar, o que dizer, como agir, enfim, chegamos a casa da mãe dele o Matheus de mãos dadas comigo, entramos e a mãe dele uma senhora muito distinta já veio de encontro a nos dois na porta da sala, me olhou com uma cara muito amistosa me deu um abraço e me disse:então finalmente conheci o Junior, eu dei um sorriso meio sem graça e olhei ao Brandom que se segurava tentando conter o riso, a mãe dele vendo meu desconforto me disse, calma não foi o Brandom que falou nada, e sim o Matheus que não para de falar de você é Zunio o tempo inteiro, ai eu consegui me soltar, quando entramos a casa, muito bela por sinal, encontrei o pai do Brandom sentado em uma poltrona os dois são parecidíssimos e ele um senhor muito charmoso se levantou me cumprimentou, e nos sentamos a sala de estar, conversamos enquanto o Matheus corria brincando com os cães da casa, aquela família só me surpreende a estrutura é totalmente diferente da do contexto em que eu fui criado, são todos muito mente aberta, e como eu já sabia, eles me disseram que o Brandom é assumido para família desde os 17 anos e que o Matheus foi uma tentativa de enganar-se a si mesmo, então meu namorado disse que sempre tinha tido relacionamentos ruins e por isso tentou com mulher também, ate que finalmente me encontrou, eu super me identifiquei com o pai dele pois como trabalho em uma grande industria agrícola e ele é fazendeiro tínhamos assuntos para mais de meses, já se aproximavam das 21:00 horas então decidimos ir embora, pois no outro dia eu acordaria muito cedo para trabalhar nos despedimos e fomos rumo a minha casa, quando chegamos ele me disse: pega sua roupa e vamos la pra nossa casa, dorme com a gente hoje, o Matheus no banco de trás deu um grito de empolgação, nesse momento me senti realizado e o homem mais feliz do mundo...

Depois eu continuo narrando a minha historia.

jsfj1990@hotmail.com

Fudendo o cara da academia

Me chamo Igor tenho 26 anos, sou branco, tenho 1,89 de altura peso 80 kilos, tenho cabelo loiro meio acastanhados e olhos azuis, essa é minha primeira vez escrevendo um conto, então vamos aos fatos.

Sempre que eu ia pra academia malhar eu encontrava com um garoto, muito bonito, de uma beleza máscula, porém eu o achava delicado vou chamá-lo aqui de Junior, ele tinha 19 anos de idade, moreno com 1,83 altura, 78 kilos, olhos castanhos claros, e cabelos negros, muito bonito mesmo, mais só consigo admitir isso agora, pois na época eu era hetero, voltando a historia eu sempre via ele malhando e o achava parecido com alguém mais eu me lembrava com quem era, enfim, só que ele ficava me encarando o que me deixava um pouco irritado, ora ele me olhava fixamente ora dava piscadinhas pra mim, eu sempre olhava pra ele com cara de mal, mais ele sequer ficava intimidado, o que mais me deixava excitado, é que as meninas da academia ficavam de cima dele, e ele dava moral pra elas ate beijava algumas, o cara era um safado.

Certo dia estava no vestiário quando eu ele cruzamos na porta eu entrando ele saindo, e a entrada do banheiro é bem estreita, encostei-me à parede pra ele passar, e o safado passou com o corpo bem colado ao meu esfregando sua bunda na minha rola, e aquele cheirinho de shampoo dele, me deixou meio doido, se esfregou em mim, olhou pra trás e disse um Oi, com um sorrisinho safado no rosto, minha vontade nessa hora, foi de dar uma surra nele, e depois meter a rola pra ele aprender a ser macho, mais me contive e fui tomar minha ducha, enquanto tomava meu banho, o sorriso daquele muleque não me saia da cabeça, e meu pau o tempo tudo duro, eu não acreditava que estava daquele jeito por causa de um homem, terminei minha ducha, me vesti dei uma ajeitada na mala e fui embora, mais a noite decidi ir a uma conhecida boate da cidade com meus amigos todos heteros, chegamos fomos ao camarote a festa estava muito boa quando já se aproximava das 03:00 da manhã olho para o camarote da frente, e vejo o Junior beijando uma garota, e essa garota ficava passando a mão na bunda dele, alisando o corpo dele, nessa hora fui tomado por um sentimento que eu desconhecia, mais mesmo assim me contive enrolei por ali mais um tempo e fui embora, no estacionamento quem eu encontro parado próximo a um carro preto, ele mesmo o Junior, quando ele me viu aproximando já deu um sorrisinho de canto de boca o que me deixou muito puto, no fundo eu gostava das provocações dele, mais sempre fazia cara de marrento, pode parecer mentira mais meu carro estava ao lado do carro dele.

Aproximei-me e ele me disse – Olha só que minha noite pode ter um final melhor do que eu esperava Boa noite Igor. Eu o respondi sem entender muito bem o que ele estava falando, ele então me disse algo que me deixou doido, ele chegou próximo a mim com um cheirinho gostoso de perfume, me olhou nos olhos e disse – Na sua casa ou na minha, mais me disse isso dando uma senhora gargalhada, antes que pudesse pensar melhor e desistir respondi a ele – Vamos embora pra minha então Ué.
Nessa hora foi que a conversa começou a pegar fogo porque o Junior começou a me provocar dizendo:
- Você por um acaso sabe o que eu pretendo fazer com você Igor?
Igor: Acho que sei sim.
Junior: Então tudo bem então me segue no seu carro, que deixo o meu em casa e nos iremos seguir pra sua, pode ser?
Igor: Pode ser sim, mais já vou te avisando que hoje vou te ensinar a ser macho de verdade rapaz, tu nunca mais vai ficar se engraçando pra machos em academia, nem em lugar nenhum.

Junior: Muitos já me disseram isso e falhou na missão meu querido, mais você pode tentar, eu deixo, e só pra constar, eu depilei hoje to com a bunda lisinha.
Na hora que ele falou isso meu pau já pulou dentro da calça eu sabia que aquilo que eu estava fazendo era loucura mais mesmo assim que queria comer aquele muleque de qualquer forma, então já entrei no carro e ele também, e fui seguindo ele ate sua casa, ele guardou o carro e fomos rumo a minha eu moro sozinho o que facilitava bem as coisas, entramos na garagem abri a porta e nesse tempo ficamos todos calados, ninguém dizia nada, entramos pela porta da sala e perguntei se ele queria beber algo, ele disse que sim e me perguntou onde era meu quarto, sinalizei e fui buscar a bebida, quando cheguei no meu quarto ele estava deitado só de cueca na cama, e me fazendo sinal pra deitar, eu larguei a bebida no criado mudo e fui em direção a Cama no que me sentei ele já me deu um beijo, eu estava meio sem jeito não sabia onde colocar a mão, nem pra qual lado mexer a cabeça, ele percebendo minha insegurança disse – Pensa que eu sou uma garota que você sempre quis na sua cama.

Foi só o que eu precisava ouvir, comecei a tocar o corpo dele, passar a mão naquele bundao gostoso, ele gemia muito baixo mais de forma máscula, aquilo parecia um premio pra mim, eu adorava beijar ele e abafar seus gemidinhos, ele começou a morder minhas orelhas e ficou em cima de mim, começou a tirar minha camiseta, desabotou minha calça eu pra ajudar já tirei meus calçados com os pés, e ele tirou minha calça, ao mesmo tempo em que tirou minha cueca, meu pau já saltou pra fora todo melado, pedi para ele apagar a luz porque eu estava morrendo de vergonha, mais ele fez sinal negativo com a cabeça e novamente veio em minha direção mais dessa vez parou a altura da minha virilha e começou a me chupar, eu modéstia a parte tenho um pau de responsa 20cm, grosso na medida certa, enfim ele começou a me chupar de forma muito gostosa, eu passava a mão em seu rosto enquanto ele me sugava, era uma sensação muito boa, e tinha ouvido uma vez que homens chupam melhor que as mulheres e isso é verdade mesmo, ele ficou ali me dando prazer com aquela boca gostosa um bom tempo como eu estava bêbado nem passei perto de gozar, mais eu sentia cada toque ele me dava enquanto ele me chupava eu dizia algumas sacanagens pra ele do tipo – Mama eu seu puto, chupa essa rola, hoje ela é todinha sua, e fazia movimento com meu corpo pro meu pau entrar mais e mais na boca dele.

Ate que ele parou de chupar me beijou, eu senti meu próprio gosto e aquilo me mostrou uma sensação completamente nova, ele me envolveu em um beijo e disse – Igor Me come. Nossa meu sangue ferveu quando ele falou isso, peguei uma camisinha encapei o menino e subi em cima dele, que ficou de quatro pra mim, comecei a meter bem devagar porque era bem apertadinho, fiquei fudendo bem devagar, mais ele olhou pra trás e disse me desafiando – É só isso Igor? Caraca eu fiquei muito puto quando ele me falou isso, comecei a meter feito um animal no cio, fudia mesmo, segurava ele pela cintura e mandava rola sem dó nem piedade e dizia –Toma seu viadinho tu fica beijando as meninas mais eu sempre soube que seu negocio era rola, era isso que você queria, ele ria, e dizia que tava adorando, fiquei metendo ate que senti sua bunda prender meu pau la dentro, ele então sem tocar no pau gozou mais gozou muito mesmo ficou ate mole na cama, eu segurei sua cintura e dei mais umas cinco bombadas, daquelas bem profundas, tirei meu pau de dentro e coloquei na boca dele, que me recebeu muito bem ele só deu umas três mamadas e gozei na boca dele, sem nem avisar e ele bebeu tudinho não deixou cair nada no chão,e depois me beijou eu fiquei meio receoso no começo mais deixei ele me beijar.

Era um gosto totalmente novo, ele se levantou e foi tomar banho, esperei ele terminar e fui, assim que sai da ducha ele estava na sala só de cueca assistindo TV sentado no sofá, me sentei a seu lado e antes que disse-se qualquer coisa ele me deu mais um beijo, eu então resolvi viver essa nova experiência com um homem, não sei se é amor ou apenas tesão, mais uma coisa é fato, meu viadinho da muito Gostoso.

brandom.damasceno@hotmail.com

Comendo o vizinho

Vou me apresentar.Sou moreno, 1,82 82kg corpo normal. É a priemira vez que eu escrevo nesse site. Bom como o próprio título já diz comi um vizinho meu. Isso aconteceu eu tinha 18 anos. (hj eu tenho 20)Ele tinha uns 24 (hj ele tem 26). Eu tava andando na rua aqui do Noroeste Paulista, cidade peguena. E logo q passei percebi q ele me olhou. Tipo tdos axavam q eu era vaido, mas nao sou passivo, somente ativo. E ele me encarou e fiz de conta q não era comigo. Mas logo ele assoviou e me xamou. parei olhe pra trás e era ele. Eu não podia imaginar q ele branco, 1,75.. 70kg. e talçs e com fama de catador... Curtia sexo oposto. Eu namorava e nem podia imaginar.
Ele meio q sem graça puxou papo cmgo. e eu percebi logo o q ele qria. Ele sabia q eu namorava. Perguntei o q ele qria e ele meio com medo e com tesão me perguntou se eu curtia uma pegação com maxo. Disse q já tinha experimentado, mas só comido .. Aí ele foi ao delírio pois ele era passivo. foi ai q perguntei onde seria a nossa foda. Tinha uma escola q fik aberta a noite pra comunidade usar a quadra pra fins esportivos. E seguimos pra láh.

Ele entrou e eu entrei logo atrás.
Qdo xeguei ele logo foi tirando a minha camiseta e meu short, e logo foi passando a mão em meu peito e foi me beijando (foi a primeira vez q eu bjei um h) e foi descendo as mãos e logo xegou a minah rola q por sinal não é tão pekena assim 18cm e kbçuda.. e ele logo caiu de bok e sugava como se fosse a última do mundo... e pedi pra ele parar se não ia gozar logo. eu pedi pra fuder ele... Ele pediu q antes eu xupasse o cu dele.. fiz com um poko de receio por ser a primeira vez... Mas mesmo assim fiz....
Ele gomeçou a gemer e rebolar na minha língua.. Ele pegou e colocou a camisinha no meu pau com a bok e eu flei pra ele fikar de 4.. ele obediente fikou na posição e como o seu cuzinho tava lubrificado comecei a enetração... Brinquei de colocar só a cabeçinha na portinha, ele loko pedindo pra eu penetrá-lo logo. E foi qdo ele menos esperou eu coloquei tdo. ele deu um grito eu flei pra ele calara boca pois poderiam nos pegar ali.... Aí fikei parado até ele se acostumar com meu pau no cu... aí qdo ele disse q passou a dor comecei bombando e ele pedindo mais, até q eu disse q só faltava os ovos, ele nem acreditou....

Pedi pra ele ficar de frango assado, sem tirar o pau da bunda dele, ele fikou de frango assado e bombei com força... e enqto isso a gente se beijava... e nisso ele começou a gozar sem tocar no pau... Foi aí q senti seu cuzinho apertando meu pau bombei mais forte e disse q ia gozar ele pediu pa encher seu cú de porra e foi o qeu fiz...
Ele limpou meu pau tdinho com sua boca .....

E saímos, sempre q eu vou pra casa da minha tia (onde eu morava e ele mora) sempre marcamos pra nos encontar de novo.... E deposi conto como foi o dia em q meu melhor amigo nos pegou metendo..... Isso conto em outra vez..

Quem curti ser passivo e for do noroeste paulista.. De São José do RIo Preto até 3 Lagoas MS entrem em contato....

giovani.volei@hotmail.com

O dia em que virei fêmea

Esta história é real, porque é minha. Vou condensá-la para cansar quem ler e alterar os nomes, por motivos óbvios.
Sou um cara branco de mais de 30 anos, atlético. Tenho físico de fisiculturista. Aliados à um bonito rosto, olhos azuis e algumas tatuagens, é impossível passar despercebido.
Desde que me separei da minha esposa, venho tentando um novo relacionamento fixo.
A falta de sexo me deixaram com muito desejo. Vendo vídeos na net, sempre me despertou tesão os de travesti. Mas não sei por que sempre me imaginava no lugar deles, sendo sodomizado.

Numa segunda-feira de junho, madrugada, antes do trabalho, conheci Juliano, pela sala de bate-papo. Moreno escuro, mais alto que meus 1,71, simpático. O que me atraiu nele foi o respeito com quem me tratou. Mas minha severa educação religiosa me afastou dele no início.
Mas na quinta-feira - eu até hoje não entendi o que aconteceu - eu enlouqueci de tesão e não tive a segunda aula na universidade. Liguei para ele, não sabia o porque na hora (dias depois entendi que era o desejo que pulsava mais forte) e ele me convidou com aquela voz educada para ir ao apartamento dele.
Sentei no sofá, tremendo, mas disfarcei. Ele estava mais calmo, mas deveria estar um pouco nervoso, no fundo. Ele terminou de ver a novela. Conversamos frívolidades. Ele fechou a janela e desligou a luz e sentou do meu lado no sofá.

Pegou no meu pênis sobre a calça e dirigiu minha mão ao seu. Me colocou de pé, me abraçou tão forte ao mesmo tempo que beijei pela primeira vez na boca um homem. O tesão foi tão inacreditável que meu pau ficou duro na hora.
Tinha dito na internet meus desejos de ser passivo. E ele me tratou como uma mulherzinha. Tirou minha roupa, me chupou, mordeu minha bundinha branquinha e disse que nunca havia transado com alguém tão branquinho. Pôs a camisinha, me apoei nos braços do sofá, dobrei meus pezinhos pequenos (38) e delicados, como uma fêmea e ele endoideceu de ver um homem sarado se portando como uma moça. Socou no meu cú e eu quase desfaleci de tamanho prazer misturado à dor de ser rasgado no meu toba. Pedi para ele sentar no sofá e sentei naquele cacete delicioso de frente, para beijá-lo e acariciar seus cabelos. Eu era a putinha dele. Explodi no melhor prazer da minha vida e em seguida ele.

Tomei banho e fui para casa. Infelizmente nunca mais o vi. Mas o agradeço. Porque ele foi o primeiro. E único até hoje. Continuo sozinho e infeliz.

 

O cara mais foda da minha vida

Bom o que vou relatar aqui foi o cara mais foda da minha vida ate agora eu trabalhava no shopping estava na porta da loja esperando o meu momento de atender quando vejo no fundo do correndo um homem alto que dava pra ver de longe, 1.97 de altura estilo social cabelo militar olhos verdes fiquei secando ele sem disfarçar, pois ele era lindo corpo definido e pele cor do pecado aquele bronze que só um carioca tem.
Quando ele percebeu que eu o olhava virou a cara e foi embora nosso que metido, mas ele e lindo mesmo.
Foi embora não vi pra onde foi no final do dia vou ao salão fazer minha sobrancelha quando chego lá quem esta ele me mediu de cima ate embaixo olhei pra ele boa noite tudo bom e fui fazer minha sombracelha quando o terminei já não estava, mas já tinha indo embora uma semana depois minha gerente volta do salão e me diz quem um menino queria me conhecer, mas nem ligue falei depois vou lá, mas nem me lembrei dele quando eu estava no estoque minha gerente fala vini cliente preferencial desci correndo quando o vejo na minha loja meu coração quase parou.
Ola boa noite prazer Marcus que horário vc esta disponível depois das Seis posso te espera deve ele blz ate as seis todos dentro da loja me olha minhas pernas treminhão fiquei parado um bom tem aquele homem lindo ali na minha frente quase morri.
As seis ele estava na porta da loja fomos embora conversa vai vem dentro do trem lotado ele me virou quero sentir sua bumba fiquei sem graça, pois alguém poderia ver fomos ao shopping jantar tudo tranqüilo, mas teve uma hora que ele me olhou e pegou minha mão e falou olha como vc me deixa quando pegue gente grande grosso em todo minha vida nunca nunca tinha pegando em algo assim.
Fomos embora esperando o elevador, mas demorou ele vamos de escada de emergência eu desci na frente dele, mas teve um dado momento entre o três e quatro andar ele me puxou com muita força me tacou na parede me pegou no colo e me beijos muito gente era muito homem pra min (eu um 1.67 de altura corpo de quem faz academia uns 70 kilos bem distribuídos cochas grossas bumba que modesta parte todos adora) foi maravilhoso mas, ele teve que ir embora, mas cedo, pois tinha reunião no escritório blz ele se foi quando foi à noite ele me ligar estava morto de raiva e carente.
Passa compre um bom vinho chandon chocolate suíço um incenso velas aromáticas e fui quando ele me viu me abraçou muito forte, mas ele não viu nada foi tomar banhar quando ele voltou estava tudo pronto incensos e velas acesas e eu com a taça de vinho na mão ele veio me abraço durante um bom tempo abraçado.
Beijos maravilhoso lábios grossos e que pegada, mas gato quando ele foi tirando minha roupa e eu a dele, mas quando ele tirou a cueca gente uma pica linda pra cima grossa e de 24 cm olhei assim vai dar trabalho. Desci e chupei mesmo muito que delicia parecia que tinha mel era gostosa demais ele me virou na cama me puxou e começou ha me chupar embalamos num maravilhoso 69 que loucura eu tentando engolir tudo, mas era difícil eu todo lisinho ele começou a chupar meu ânus como ninguém nunca tinha feito com vontade com gosto ele me fazia ir às nuvens.
Como era grande e grosso resolvi sentar ate me acostumar, pois nunca tinha dada pra um desse tamanho sentei com muito custo, mas fui me acostumando quando com muito k méd. consegui meu foi maravilhoso minha aulas de alongamento valeu muito a pena, pois chegou uma hora que ele me vira sem tirar de dentro ai ele me mostrou o que era um ativo de verdade começou a bom bar com vontade me virou de lado de papai e mamãe quando menos o espero começa a gemer mais alto cara vou gozar e foi mágico ele gozou ficou dentro de min sentiu sua respiração na minha nuca acelerada seu coração batendo forte ficamos sem palavras ele ficou dentro de min um bom tempo e a pica dele deu uma acalmada, mas não dormiu quando seu coração se acalmou ele começa a me beijar e morde minha nuca orelha sua pica que já estava dentro de min ficou dura de novo e começamos novamente num ritmo, mas louco com pegada ele me mordia me dava uns tapa e me chamava de veadinho de puta ta gostando empinei minha bumda pra ele e você gosta ne sua puta só olhei pra ele e disse adoro nossa não sei o que desceu nele há vc gosta nem eu adorooooooooo.
Ele me virou de frango assada e nos beijamos muito ai olhei pra ele falei você me falou que era ativo que gostava de foder
Me fode gostoso me fode gostoso me mostra o que sabe fazer ele me olhou com um cara meu há e vc quer sua puta me deu um tapa na cara e vem aqui e meteu fundo vi estrelas ele metendo um min de frango assado estava tão bom que minha pica estava dura e gozei sem pegar no meu pinto quando ele viu que eu gozei meu ai que ele me fodeu com vontade vc gosta ne sua puta meu ele me pegou a gente estava de frango assado e ele me fodeu com gosto teve hora de querer clamar Jesus me ajude ai não posso chamar Jesus nessa horas ai Buda me acuda porque o cara era foda meu quando ele anuncia gozar novamente foi mágico ele gozou e como estávamos de frango assado ele caiu encima de min sentiu seu corpo pega fogo nossos corpo suados ele me abraço gostoso sua respiração era forte ele pegou um pedaço de chocolate colocou na boca e me beijo bem lentamente ficamos ali parado ate nosso corpo voltarem ao normal fomos tomar banho e voltamos e fomos dormi, pois já era quase cinco da manha nossa não acreditei quando tempo a gente ficou fazendo sexo quando me deitei ele veio e dormimos de conchinha foi maravilhoso.
Tivemos um relacionamento de um ano e três meses ate ele chegar pra min e dizer que era casado e que seu marido estava vindo de Londres para buscá-lo meu mundo desabou
O que me marcou foi um vez que ele quis varias posição e nos fizemos ele olhou dentro dos meus olhos e me disse cara sabe porque te amo você não me fala não.
Ele foi embora só fiquei na lembranças do que foi maravilhoso.
Se tiver alguns ativo de verdade como esse me fez muito feliz me mandei e-mail:

Lechergostoso4@gmail.com

No aguardo bjos

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Markus Winicyus

 


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