Gay

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Boy come patrao em sua própria cama

O domingo amanheceu tenso para Marcos. Já tinha sido difícil limpar tudo e se acalmar no sábado de manhã, antes que sua mulher voltasse. Ainda bem que ela estava distante, assim ficava mais difícil desconfiar de algo. Agora mais essa, a qualquer momento Clayton poderia bater na sua porta.
A manhã corria calma. Quando a família já estava na mesa do almoço, a campainha toca. Marcos dá um pulo, sobressaltado. A esposa estranha e quando vai levantar para atender, ele corre e se adianta. O empresário está bem à vontade, de short, havaianas e camiseta regata, como costuma ficar em casa.Tenso, abre a porta e não se surpreende ao se deparar com o boy, de bermuda mostrando as pernas fortes e firmes, camiseta com mangas curtas e tênis. De novo vem com um envelope na mão. Antes de qualquer reação, ele fala alto:- Vim trazer os documentos que o senhor pediu para olhar. A voz não demonstra nada, mas o sorriso é cínico.
Com a autoridade de sempre, empurra Marcos pelo peito e vai entrando na sua casa. A mulher do loirão fala da sala de jantar:
- Nossa, mas nem no domingo você dá folga para os seus funcionários? Coitado do menino! Aparecendo na porta, diz,toda simpática:
-Vem cá rapaz, pelo menos almoça aqui com a gente.
Clayton bem humilde, retruca, sem nem olhar para ela direito:
- Não senhora, não precisa.
- Que isso moço, não deixa esse aí te explorar assim não, vem cá... - Fala, brincalhona, enquanto volta pra sala de jantar.
Clayton segura o patrão pela bunda, fazendo-o ficar na ponta dos pés e fala debochado:
- Vou passar bem hoje, comer e comer... - Vai levando o empresário assim quase até a outra porta quando então o solta, indo para a mesa de novo com ar humilde.
O almoço é tenso, como não poderia deixar de ser. Sentado ao lado de Marcos, o negro volta e meia acaricia suas coxas macias com aquela mão firme, máscula, fazendo o parceiro arrepiar e ao mesmo tempo olhar com apreensão para a mulher. Ela é gentil o tempo todo e, ao final do almoço, diz:
- Bem, já que vocês têm trabalho a fazer, vou na casa da minha mãe. Pega a criança e sai, sem dar muita confiança para o marido, já que não engoliu ainda o seu desaparecimento do outro dia.
Quando escuta o carro distanciar, Clayton levanta, pega Marcos pelos braços e o faz levantar também. Encarando sempre com firmeza e o sorriso cínico fala:
- Enfim sós! Tomba o grandão em seus braços e inicia um beijo apaixonado. Gemendo, o empresário sente o corpo amolecer, enquanto a língua do boy lhe invade cada canto da boca. Interrompendo o beijo, o macho encara o loirão dizendo:
- Hoje vai ser na sua cama...
O passivo abre a boca para argumentar, mas se cala, com olhar submisso, quando vê Clayton já erguendo a mão pesada. Segurando delicadamente sua bunda, o macho o conduz para a escada, em direção ao quarto. Quando chegam na porta, agarra Marcos de novo, com força, fazendo-o tombar para um novo beijo. Vai levando-o assim até a cama. Quando estão próximo, solta-o encarando, mais uma vez com aquele ar de macho sacana. Inesperadamente, manda um tapa na cara do outro, que já cai ali mesmo na cama, com um gemido. Marcos olha Clayton assustado, enquanto ele se despe, mostrando aquele corpo magro e todo definido, fruto da prática de trabalhos pesados e briga de rua. O empresário agora já é o símbolo da submissão, aguardando inerte as ações do seu dominador.
Clayton aperta-lhe o peito com força e começa a sugar, arrancando gemidos, até alguns gritinhos do homem indefeso, que somente se contorce na cama. Na seqüência, levanta-lhe a perna esquerda, segurando seu pezão branquinho pelo tornozelo, e dá uma risadinha sacana prá ele, antes de iniciar uma sessão de chupões e mordidas naquele pé macio e delicado. Quem olhasse a cena de fora veria um garoto negro, pequeno, com um loirão grandão totalmente a sua mercê.
Sem perder tempo, Clayton arranca o short do empresário junto com a cueca, deixando-o peladinho na cama de casal. A respiração de Marcos é ofegante. Sua cabeça gira. Ele percebe cada vez mais, mesmo a contragosto, que o boy soube dominá-lo. Ele já é dependente deste sexo selvagem. O boy sobe então na cama, deixando o loirão na clássica posição de frango assado. Segura seus braços acima da cabeça, prensando-o contra a cama, e começa a beijá-lo, aquele beijo selvagem e másculo. Marcos corresponde ao beijo com delicadeza, chupando a língua do negro, sentindo as salivas se misturando. Até no beijo os papéis estão definidos. Somente a língua de Clayton entra na boca do passivo, como se fosse uma penetração.
O macho vai ficando cada vez mais excitado, o que o torna mais selvagem. Chupa a orelha de Marcos, suga e morde seus peitinhos, arrancando gemidos e gritos do loirão, totalmente imobilizado na cama, indefeso. Ele já percebeu que quando o boy segura-lhe os braços, por mais que tente, não consegue se soltar. Cada vez está mais claro o seu papel nessa loucura toda. Mantendo as longas e belas pernas do empresário erguidas, Clayton inicia mais uma penetração. Seu grande pau negro vai abrindo caminho na grutinha rosada de Marcos, que geme, agora também cada vez mais consciente do tesão que sente nesse modo de transar do seu parceiro. É verdade que em eventuais fantasias já havia se imaginado fazendo sexo com um homem, mas nunca pensou que seriam nessas condições.
As investidas de Clayton naquela bundinha branquinha são cada vez mais fortes e violentas. Meio descontrolado, ele bate na cara de Marcos, que geme sempre com delicadeza, sem coragem de se indispor com aquele macho que o come feito um animal. Mais uma vez sente seu cu sendo lotado pela grossa porra do negro, que ainda escorre pelas suas pernas. Satisfeito, o boy desaba sobre o corpo grande, branco e macio daquele que mais uma vez lhe serviu de fêmea.
Descansado, Clayton se levanta de uma vez. Marcos sente o corpo moído da surra de pica que levou. Está desfalecido na cama, as pernas abertas meladas de porra, uma marca roxa de chupão na lateral do seu pé direito. De uma só vez, o negro segura-o de novo pelos cabelos lisos e cheios, puxando-o da cama e jogando de joelhos no chão. Consciente de sua obrigação, o empresário coloca o pau negro que acabou de arrombá-lo na boca e chupa, deixando limpinho. Clayton dá um tapinha de leve na sua cara e diz:
- Até que você aprende rápido loirão.
Vai vestindo sua roupa, enquanto Marcos, ainda todo mole, vai levantando. Pronto para sair, o boy segura firme o mamilo rosadinho do empresário e vai puxando-o para abrir a porta. Ao chegar na sala e encarar o aquele corpo grande, bem feito, tão branquinho, macio por não ter músculos definidos, Clayton não resiste. Ali mesmo, perto da porta, coloca Marcos de quatro e mete, sem nem tirar a roupa, só com o pau prá fora. A rola entra mais fácil com o cu rosado ainda melado da metida anterior. Segurando o cabelo do passivo como se fosse uma rédea, Clayton fala num tom cafajeste:
- Toma pistolada loirão gostoso. Engole essa pica minha fêmea.
São 10 minutos cavalgando o brancão, quando explode em novo gozo dentro da sua bunda. De novo o pau na boca, de novo a limpeza. O boy então levanta Marcos do chão, todo mole e indefeso, morde seu mamilo, abre a porta e diz com ar superior:
- Até amanhã chefinho...
Este é um trecho do livro DOMINAÇÃO - Sexo e Violência Transformando Uma Vida. Ele está disponível na versão tradicional, livro impresso, e também em e-book, para ser lido no computador e demais leitores eletrônicos. Acesse www.comprelivrosgls.com.br e adquira o seu a preços especiais.

Irresistível tentação

Olá! Me chamo Marcus, tenho 20 anos, olhos e cabelos castanhos, 1,60 de altura. Bem, eu tenho uma fantasia perigosa( risos ): homens casados. Pois bem, tenho muitas amigas e a Cris é umas das minhas melhores; putz, ela tem um maridao... Carlos; imagian só: cabelos castanhos escuros, olhos verdes, saradao e um sotaque galante. Eu sempre gostava de conversar com ele, sempre tinha assuntos pra me entreter ou piadas pra me dizer quando eu nao tava bem.Mal sabia ele minhas segundas intençoes. Como a Cris era rica, tinham uma casa na praia e me convidou pra ir ver o Carlos de sunga vermelha quase me fez cair pra tras

Cris saiu pra fazer compras e ficamos só nos dois na casa de praia conversa vai conversa vem até q ele entra no assunto de sexo "entao marcus vc é sexualmente ativo?" eu respondi digamos q meus hormonios carlao sao incontrolaveis os homens piram comigo ele levanto uma sobrancelha e disse noss ta podendo eu nao parava de olha pra pernas dele era uma coisa de loco!!! marcus, como é transar com homens? a pergunta dele me estremeceu pq que saber carlao disse eu ai ele falo sei lá to curioso eu ainda nao peguei um ainda? ja percebi uma certa vontade nele q eu nao ai dexa passar vc ja beijo h carlao? nao, ele disse gostaria so pra ver como é ele levanto e me encaro pode me ajuda a faze isso marcus? eu nao sabia o q dizer na hora mas respondi tem certeza q que isso?

claro ele disse vc e amigo da minha esposa e meu tb q mal há nisso? eu disse ta bom ele se aproximo e me deu um beijo acho q so a lingua dele foi suficiente pra me enlouquecer mas ele nao paro por ai coloco a mao dentro da minha sunga na minha bunda e falo no meu ouvido gostei ai eu ja falei como um safado quer mais? ele falo logico eu abaxei a sunga dele e comecei a chupa a rola dele tive q me controla pra nao goza de tanto tesao q eu tava ele pedia pra q eu nao parasse q eu tinha uma boca quentinha e deliciosa depois ele dise tira a sunga e fica de quatro na cadera vo chupa seu cu noss vcs nao imaginam o q e senti a lingua de uma macho na bunda eu gemia muito pq ele chupava com muita vontade ate q eu nao me segurei e gozei. ele falo noss ja eu nao acabei ainda tenho q te come ele correu pra dentro de casa e volto com uma camisinha boto com presssa no pau e pediu pra eu fica de quatro de novo comecei a meter mas nao doeu ele fodia tao gostoso q eu cheguei a rebola na rola dele isso ai garoto sempre quis te comer safadinho rebola mais vai rebola no meu pau vai noss ele gozo pra caralho em mim depois q a gente termino ele falo noss marcus vc e gostoso mesmo heim valeu continue sempre assim meu filhote e me deu um beijo de lingua avassalador bem é isso ai querem me conhecer ad ai marcaotesao2010@hotmail.com quem quiser real comigo nao vai se arrepende

 

O meu melhor amigo

Chamo-me Leon, tenho 26 anos de idade, negro, 1,87m, 83 kg, pratico esportes, por isso tenho um corpo definido. Sou homossexual, mas não sou afeminado, muito menos assumido. Tenho parceiro fixo a mais de três anos, mas o que aconteceu foi com um dos meus melhores amigos.
Tenho um amigo chamado Alex (nome fictício) que sabe tudo de minha vida. Aquele amigo irmão mesmo. Ele tem 24 anos de idade – na época ele tinha 23 e eu 25. Alex é claro, olhos verdes, cabelos castanhos, 1,70m, corpo bem definido pelo futebol e academia. Ele é o típico homem galinha, pega todas que se abrir pra ele, mas sempre com os devidos cuidados. Bom, eu e Alex temos uma amizade muito forte, à ponto de chamá-lo de filho. Conversamos sobre qualquer coisa, inclusive sobre minha relação com o meu companheiro, mas nunca faltamos com respeito um ao outro, apesar das brincadeiras libidinosas que sempre rolava. Respeito era o que mais havia entre a gente.
No ano passado, pra ser mais exato no dia 13/06/2010, estava em casa quando Alex me ligou chamando para ir à casa de um amigo dele (eu nem sabia onde era a casa, mas cheguei lá), para assistirmos um dos jogos da Copa do Mundo. Fui, assisti ao primeiro tempo do jogo e ao término deste, chamei Alex e disse que iria para casa, pois estava com uma forte dor de cabeça... Ao que ele me respondeu:
-Eu tenho um bom remédio pra isso.
Levei na esportiva, pois sempre brincávamos... Perguntei:
-Tem mesmo? E que remédio é esse?
Ele respondeu:
-Abre as pernas que a cabeça passa!
-Não me ofereça aquilo que não pode me dar - Respondi a ele.
Então ele me disse:
-Se estou oferecendo é porque posso e vou dar.
Saí dando risada como se fosse mais uma brincadeira.
Dois dias depois, no dia do primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa, fomos para a casa de uma amiga, pois como bom baiano, tudo pra gente é motivo de festa. Ao termino do jogo, tive um desentendimento discreto com o meu pessoal, e Alex, por saber da gente, percebeu tudo. Quando eu estava indo pra casa meu celular tocou, e ao atendê-lo, ouvi Alex falar:
-Está com dor de cabeça por causa da discussão? Se estiver, posso te dar o remédio que te prometi antes de ontem. E saiba que não estou brincando.
Disse a ele que esperasse em minha casa, pois estava indo tomar banho e quando terminasse conversávamos, pois estava precisando.
Quando terminei, encontrei com ele em um jardim perto de minha casa. Então ele me pediu que pegasse o carro, pois realmente estava a fim de sair comigo. Assim eu fiz. Peguei o carro e seguimos para um motel, calados durante todo o deslocamento. Ao chegar à frente do motel, falei para ele:
-Se quiser desistir o momento é agora, pois depois que entrarmos ali, não poderá voltar atrás.
Ele nada disse. Apenas pegou minha não e me passou que estava seguro em seu desejo.
Ao chegarmos ao quarto, meio sem saber o que fazer por causa da situação, liguei a TV e deitei na cama. Neste momento, Alex deitou-se ao meu lado e me deu o melhor beijo de minha vida. Começou a falar coisas do tipo: você é tudo pra mim... Há muitos anos espero por isso... Sempre te desejei, mas por respeito e por amizade sofri esse tempo todo calado. Ao ouvir essas coisas do meu melhor amigo, hétero, maior galinha da cidade, não tive dúvidas... Eu queria muito aquele homem.
Nossos corpos se misturaram, eu fui descendo, beijando seu peito bem esculpido, sua barriga, sua virilha... Seu sexo. Aquele pênis de 18 cm bem feito, projetado para cima, penetrou em minha boca preenchendo-a em todos os espaços. Alex falava coisas belas e alisava a minha cabeça em direção ao seu membro. Puxou-me pela nuca e me deu outro beijo ardente. Depois, sem cerimonias, desceu até o meu membro e me levou à loucura. Tirou minha roupa como quem abre o melhor presente do mundo, e avançou com sua língua na direção de meu ânus, que parecia chamar o teu nome. Alex me levou ao céu, de um jeito que eu nunca imaginei ser possível. Aquele homem me penetrou com sua língua como um viajante no deserto sedento por água. Depois voltou a me beijar e me disse:
-Deixa eu sentir você por dentro. Me faça o homem mais feliz: me deixe te penetrar.
Eu nada respondi, apenas me posicionei e recebi aquele homem que tanto me desejava. Alex lubrificou o pênis e veio com uma delicadeza que homem nenhum – nem mesmo o meu – havia tido comigo. Ele me penetrou com virilidade e sexualismo, sendo um verdadeiro homem másculo, porém delicado e amável, me falando coisas profundas e dizendo me amar mais que a qualquer pessoa que já havia passado em sua vida. Era difícil para mim acreditar que aquele homem, meu amigo a mais de dez anos, pudesse me amar calado por tanto tempo. Alex me penetrou com uma maestria que me fez gozar sem nem mesmo ter me masturbado. E quando o seu gozo veio, ele me abraçou, me beijou e me disse:
-Guarda dentro de ti a prova de todo o amor que eu sinto por você. Eu te amo.
E então jorrou seu líquido quente dentro de mim, me abraçando com mais força, me beijando e se declarando aos gritos.
Tomamos banho, juntos e transamos mais uma vez. Terminamos, voltamos pra casa e conversamos naturalmente sobre tudo o que tinha acontecido. Alex então me confidenciou que tinha sido a sua primeira experiência homo, e que estava realizado porque tinha sido com o homem que ele amava.
Hoje nossa amizade hoje em dia é muito mais forte que antes. Continuo com o meu pessoal. Ele não sabe de nada, mas sempre que possível, tenho meu amigo Alex em meus braços.

O sequestro

Olá gente, é minha primeira vez aqui, então vou me apresentar.
Sou Marcos Molinnari, tenho 22 anos, 1,75 de alt. 72 kg, olhos castanhos e muito carinhoso!!!
Isso que vou contar pra vocês foi real.Aconteceu quando tinha 18 anos, esta esperando o ônibus pra voltar pra casa, depois de um dia muito cansativo de trabalho, por volta das 18:30 hs. Não tinha muita gente na parada, e isso facilitou muito.
Assim que cheguei na parada de ônibus, dois rapazes de aproximadamente 24 anos, morenos, fortes, o corpo sarado, até bonitinhos. Começaram a me encarar e conversar um com o outro baixinho. Percebi que estavam falando de mim, e fiquei um pouco desconfortável com a situação.
O ônibus chegou e eu torci pra eles não entrarem, mas pra minha surpresa entraram no mesmo ônibus e sentaram duas fileiras atrás de mim.
A viagem parecia que não ia acabar mais, estava ficando preocupado, com medo de fazerem algo comigo.
Sou muito discreto, quem não me conhece não sabe da minha preferência sexual, então, presumi que eles queria me assaltar.
Chegou no ponto onde eu ia saltar e lês vieram atrás de mim, meu coração batia acelerado, e quando menos espero, fui surpreendido por eles, que me pegaram a força e me levaram pra um lugar deserto.

Pensei que ia morrer, quando um deles pegou um celular e ligou pra outra pessoa. Ficamos ali uns 20 minutos, quando chegou outro rapaz de carro.
Nesse momento percebi que não era um simples assalto, mas um seqüestro. Eu trabalho em uma grande empresa, como auxiliar administrativo, não tenho muito dinheiro, mas me visto muito bem. Talvez eles tivessem achando que eu era muito rico. Quando o rapaz desceu do carro, me colocaram no banco traseiro e um veio me segurando.
Nesse momento eles começaram a dizer que iam me deixar muito machucado, que eu nunca mais ia esquecer aquela noite, e eles estavam com toda razão, nunca esqueci e nem vou esquecer essa noite.
Comecei a chorar, estava aterrorizado com a idéia, andamos uns 15 quilometros e entramos em uma casa, numa rua pouco movimentada.
Quando entramos, a casa estava vazia, tinha poucos móveis, estava muito empoeirada, e achei que seria o meu cativeiro.
Eles me amarraram na cama, e um deles disse: Quanto vamos pedir?
O outro respondei: Não sei, vamos ver. Mas antes, vamos brincar um pouquinho com ele.
Ótima idéia, disse o outro. Eu to louco pra comeu um cuzinho apertadinho!

Essa fala simplesmente me deixou muito excitado, esqueci que estava sendo sequestrado e comecei a imaginar aqueles três caras me comendo.
Começaram a tirar a roupa, tinha um cacete enorme, um deles sentou em cima de mim e me colocou pra chupar, fingi que não queria, mas ele tinha um cacete tão gostoso que não resisti. Cai de boca naquele pau maravilhoso.
Hummm, ele ta gostando de chupar meu pau. Disse ele.
Vamos torar esse viadinho. Disse o outro.
Vierem os três, me desamarram e eu comecei a chupar eles com gostou, enquanto isso, um me pegou por traz e começou a enfiar o cacete no meu cominho, eu gemia de dor e prazer, estava adorando! Nunca tinha tranzando com mais de um e naquele dia, estava fudendo com três de uma vez.

Fudemos a noite toda, e no amanhecer do dia, resolveram me soltar, dei apenas o que tinha na carteira naquele momento, uns 250 reais.
Até hoje, todos os dias, espero que eles voltem ao ponto d ônibus que eu pego pra repetir aquele seqüestro maravilhoso!

Espero que tenham gostado, se quiser podem compartilhar!

marcosmolinnari@hotmail.com

Os amigos do meu filho

Os amigos dos meus filhos sempre me respeitaram muito. Conheço eles desde crianças, agora são jovens maduros, todos têm namoradas e eventualmente acompanho todos quando vão aos puteiros da cidade, e quando chegam tarde das baladas eu permito que durmam em minha casa para não correrem risco de sofrerem assalto. Todos me chamam de pai e jamais desconfiaria que um deles tivesse tendência bixessual, mas um dia aconteceu:
Eu havia chegado cedo do trabalho, por volta das 13:00h, meus filhos chegariam da faculdade por volta das 18:00h, assim como a minha mulher. Logo que entrei em casa a campainha tocou e fui ver quem era. Era o Marlon, um dos amigos do meu filho que havia chegado da faculdade, pois não haveria mais aula para ele naquele dia. Mandei que entrasse e esperasse os meus filhos, na sala, assistindo televisão, enquanto eu tomaria um banho.
E assim fiz, enquanto eu estava no banho, ouvi o rapaz me chamar: ___ Posso usar o banheiro, quero dar uma mijada? Então eu respondi: Claro que pode, a porta está só encostada, eu estou no box tomando banho e vou demorar um pouco. Então aconteceu o inusitado: Quando eu menos esperava, o rapaz já estava todo despido entrando no box e disse: Vou tomar banho junto com o senhor! Confesso que naquele momento fiquei sem ração, mas permiti.
A água estava morninha e der repente senti uma mão apalpando meu pênis e eu deixei para ver até onde ia aquela situação. Ele se ajoelhou no chão do box e começou a chupar meu pau, como se fosse devorá-lo. Pedi então que ele se levantasse e comecei a ensaboá-lo delicadamente por todo o corpo e ele fez igual. Acabamos o banho, nos enxugamos e fomos para o meu quarto, onde a cama é de casal.
Comecei a fazer sexo oral nele, e ele levantava as pernas feito um louco, querendo que eu lambesse o seu cuzinho, e assim o fiz. Ficamos em posição de 69 e ele também começou a lamber meu pênis e o me cu deliciosamente. Ficamos naquela brincadeira por muitos minutos, até que ele virou-se e pediu que eu o penetrasse vagarosamente com prazer. Peguei então um creme facial da minha mulher e esfreguei no meu pênis para que ele deslizasse no cuzinho do rapaz com toda suavidade.
Enquanto eu penetrava mais profundo, mais ele e excitava, e continuei até gozar. Gozei bastante, mas não saciei a minha vontade completamente. Percebi que o rapaz ficou entristecido e chamei-o novamente para que nós nos lavássemos, para continuar a brincadeira. Percebi que sua tristeza era por não ter conseguido gozar. Havia mais de 20 anos que eu não permitia que ninguém me penetrasse, mas diante daquela cena eu amoleci. Pedi que ele usasse o mesmo creme que eu usei, e então ele me penetrou da mesma forma como eu havia feito com ele.
Percebei que ele também gozara bastante, mas também não estava completamente satisfeito. Propus então que continuássemos a brincadeira somente com sexo oral, e cada um de nós gozou pelo menos mais umas duas vezes.
Pensei que aquela havia sido apenas uma loucura momentânea nossa, e que aquilo nunca mais se repetiria, mas eu me enganei: Ele continua freqüentando a minha casa, visitando meus filhos, como se nada tivesse acontecido conosco, mas pelo menos uma vez por semana nós nos encontramos para continuar a loucura.

 

Uma Carona Com Meu Professor de Anatomia

Olá meu nome é Caio, sou estudante de odontologia e vou contar um fato real que aconteceu comigo.

Tudo começou com uma simples carona até o shopping, que pedi ao meu professor de anatomia Heitor, que tem 1,80 de altura, super bombado, barriga de tanquinho, olhos verdes e cabelos castanho escuro. No aminho começamos a bater um papo sobre a faculdade, ele começou a me elogiar e falamos dos outros alunos também, e do nada ficamos calados. Então ele veio com uma conversa meio sem pé e sem cabeça. Disse-me assim: “Caio teve uma pessoa que veio me dizer que você é doido pra ficar comigo!”. Eu estranhei e morri de rir na hora, pois ele não é nada afeminado, fiquei sem jeito. Era mentira dele, eu nunca tinha dito isso a ninguém. E falei: “Menino isso não existe, é imaginação de quem te disse! Mas se você quer ficar comigo, fica mais bonito dizer na cara!!!” E comecei a rir. Na mesma hora ele parou o carro em uma rua que não tinha movimento, eu pensei que ele ia mandar eu sair do carro, mas ele me agarrou e deu-me um beijo muito gostoso e quente. Enquanto me beijava, percebi que ele abria o porta luva do carro e tirou alguma coisa de dentro, era camisinha e lubrificante. Botei a mão sobre seu pau, e ele estava em frenesi la dentro. Eu o puxei para o banco de trás, e tiramos a roupa.

Ele caiu de boca no meu pau que latejava loucamente, chupou muito com toda sua experiência e eu gemia falando palavrões e forçando sua cabeça contra meu pau. Depois de muito boquete, pedi para ele ficar de quatro, então peguei a camisinha e o lubrificante, encapei o menino, e chupei seu cu como ninguém tinha feito antes. Deixei-o nas nuvens e com o cu bem lubrificado. Devagarzinho fui enfiando meu pau naquele cu bem quentinho e macio, enquanto eu metia, ele falava: “Vai meu aluninho, fode seu professor, vem meu puto!”. Essas palavras me deixavam louco e cheio de tesão, quando dei por mim já estava com a pica todinha atolada no rabo do prof., que gemia feito uma cadelinha no cio. Metia e tirava com força do cuzinho dele, deitei no banco e ele sentou no meu pau e começou a cavalgar e rebolar freneticamente! Enquanto ele rebolava no meu pau, chupava meu peito, meu pescoço e minha língua. Comi seu cu de todos os jeitos (frango assado, papai e mamãe e etc.). Quando eu disse q ia gozar, ele pediu para gozar dentro da sua boca. Eu fiquei de joelho e ele me punhetou com o pau dentro da sua boca! Eu gemia muito, cinco segundos depois foi uma explosão de gala dentro da boca dele, era tanto leite que escorria pelos cantos de sua boca! Ele bebeu todinho e gozou também sem nem tocar no seu pau.

Até hoje quando encontro com ele pela facul marcamos para fuder depois da aula!

 

Com o Filho do Patrão

Chamo-me roberto, tenho 27anos, tenho 1.85, corpo malhado, olhos e cabelo castanho e uma pessoa trabalhadora. Lá estava eu em mais um dia de trabalho na mansão da família Silva, meu trabalho era proteger o filho do senhor Júlio Silva, chama-se Carlos e tem 18 anos, tinha que andar sempre atrás daquele garoto mimado o dia todo, leva-lo as compras, colégio, até em casa não podia sair perto dele.

Dessa vez, estava o menino Carlos num colchão insuflável na piscina a apanhar banhos de sol, na berma da piscina tinha que estar eu, uma empregada para quando ele saísse da agua ter uma toalha e a Cláudia, a governanta que me da o maior tesão. Eu e a Cláudia mantemos um relacionamento secreto pois se o senhor Silva soubesse do nosso relacionamento íamos os dois para a rua.

De repente reparamos que o Carlos adormeceu e decidimos arriscar e sair de la por 5 minutos e aproveitar aquele tempo para estar com a Cláudia, fomos para a cozinha e estava ela em cima da mesa e eu agarrado a ela no maior clima até que ouvimos algo a partir atrás de nos, viramo-nos e encontramos Carlos na porta e com um ar irónico disse:

-UPS! Caiu…
Nossa nos gelamos e aquele puto mimado ainda acrescentou:
- acho que alguém ainda vai ter problemas… e se não apanharem os vidros vai ser pior!
Nem pensamos duas vezes, baixamo-nos e apanhamos os vidros mas quando reparei, o Carlos já estava a ir na direçao do escritório do pai, tinha que agir e fui atrás dele…

- por favor Carlos, finja que não viu nada, peço-lhe por favor, faço tudo o que voce quisere mas não contes ao seu pai.
- hummmm não sei
- por favor, faço tudo o que me pedir
- Hum... Tudo mesmo?!
-Sim, Carlos faço tudo o que quizeres
-Mais agora nada me vem em mente... vou tomar banho, e acho bom voce me acompanhar.
Aquele garoto sabia me tirar do serio, não sabe ter uma conversa com ninguém. mas tive que ir atrás dele como manda o meu trabalho.

Ele entrou no banheiro e eu fiquei na porta como sempre, mas enquanto ele estava la dentro, chamou-me, e eu claro que obdeci, entrei e encontrei-o completamente nu deitado na banheira. Fiquei meio sem jeito, eu devia-lhe respeito e ele estava ali completamente nu.
-Roberto, chega aí a minha toalha…

E eu peguei na toalha e fui ao pé da banheira e ele levantou-se e saiu. No entanto eu ia sair da porta e ele me chama outra vez e diz-me para ficar la. Achei muito bizarro ficar a ver o filho do patrão a secar o corpo e a vestir mas ordens são ordens.
e para me provocar o Carlos deixa cair a toalha e eu em um ato instintivo viro a cara, e ele diz:
- olha para mim roberto! Não te mechas! Se tu sais daí eu vou contar tudo ao meu pai!
Não sabia o que ia sair dali mas obedeci. Aquele puto mimado começou a roçar-se em mim, a passar-me a mão, a efregar-se no meu corpo, parecia uma stripper num bar e eu era varão. Achei aquilo nojento pois sou hetero e aquilo fez-me muita confusão, até que ele senta na cadeira e começa a bater uma ponheta a minha frente, e eu ali sem poder mecher. Ele gemia muito como uma verdadeira puta...

E eu comecei a ficar com o pau duro, achei muito estranho pois não sou gay nem nunca tive dessas experiencias. Depois ele levanta-se, vem ter comigo, mete a mão dentro dos meus boxeres, agarra o meu pau completamente duro e vem-se para cima das minhas pernas, manchando as calças todas. Depois manda-me sair.

Fiquei a noite toda a pensar naquilo e fiquei com nojo de mim próprio, ao mesmo tempo que a lembraça do que tinha ocorrido me causava certa excitação...
No dia seguinte fui chamar Carlos a cama como de costume para ele ir para o colégio e ele levantou-se completamente nu e deu-me um beijo na boca e deu-me os bons dias. Fiquei mais uma vez com raiva dele e agarrei-lhe a mão com força e disse

- seu viadinho de merda! O que é que você quer? Eu não sou como tu! Vais parar com essas merdas!
- hey acalma aí é melhor larga-me antes que eu grite!
- desculpei-me! Largando a sua mão
Ele apalpa-me a bunda e disse
- espera-me no carro!

E assim foi, levei-o ao colégio como sempre e estava tudo calmo, depois fui busca-lo e quando vinha-mos a meio do caminho, perto de uma mata, ele diz:
- vira aí nesse caminhinho
- porque?
- primeiro porque eu estou mandando e segundo ontem perdi aí uma coisa

Andamos mais 2 ou 3 minutos e paramos o carro la no meio da mata, saímos e ele mandou-me procurar por um anel, enquanto eu andava de joelhos a procura ele sentou-se em cima do capô do carro. Até que me pediu para procurar atrás do carro e eu fui.

Finalmente encontrei o maldito anel! E caminhei para a frente do carro e vi o Carlos nu, deitado em cima do carro, o questionei sobre o que ele fazia naquela mata !? e porque o anel de formatura do pai dele estava perdido ali, mais uma vez ele mimado e mal educado me responde.
-Não é da sua conta Roberto, o que fazia aqui, esquece isso e vem roberto, Vem foder-me.
- ta maluco Carlos, não sou viado não!
- vem meu cuzinho não aguenta mais ele quer seu pau, aproveite que estou aqui a me oferecer a ti.
- não vou, deixa de ser viado
- olha que eu conto para o meu pai

- Carlos chega de chantagem, não vou fazer nada consigo.
E ele começa a meter 2 dedos na bunda e a gemer muito enquanto estava de costas no capô do carro com o peito apoiado no carro e me olhando por cima dos ombros e o meu pau cresceu novamente, não aguentei ver aquele viado a contorcer-se de prazer e num impulso, tirei meu pau para fora e comecei fui em direção a ele, enfiei meu cacete dentro daquela bunda, meu pau ja estava tão melado que enfiei-lhe a seco e comecei a foder-lhe com ódio, com raiva e quanto mais eu ficava com raiva mais ele gritava e ria na minha cara, aquilo estava me deixando louco já, aquele viadinho mimado estava a me desafiar.

Comecei a dar-lhe porrada e ele sempre a pedir mais comecei a fuder com gosto a dar bombadas como munca havia feito antes, ate porque as mulheres não gostam que eu as foda com força, tenho um pau relativamente grande, estava gostando tanto de fuder aquele rabo que nao me segurei e bombei até que gozei no seu cu e ele me empurrou, meio que pra se livrar do meu pau, levantou-se e sentou vestiua apenas a calça e caminhou sentando se no banco ao lado do condutor
Eu fui atrás e sentei-me no meu lugar logo depois é claro de ter vestido minha roupa, ele ordena-me que conduza enquanto eu saia com o carro ele começou a acariciar meu pau por cima da calça, eu ja estaa entregue a putaria e o deixei brincar com meu material, ate que fiquei excitado mais uma vez e ele entao começou a chupar meu pau enquanto conduzia… ele chupava muito bem….
fala serio ele me chupou como nenhuma mulher havia feito até hoje, era bom demais,Não aguentei e gozei na sua boca. Enxi a boca do patrazão com minha porra, e saiu muita, ele como um bom puto limpou tudinho com a boca, nao deixando escorrer nada.

Hoje somos amantes e deixei a Cláudia para passar a foder o filho do patrao, tudo no mais absoluto sigilo é claro.

FIM
(As diferenças no escrever, é pelo fato de eu ser a ca de Portugal)

Xandão, um carioca fudedor (Ensinando o primo a ser comedor)

Igor era um primo de Xandão, filho de uma tia que morava em Paracambi, interior do estado. O garoto acabara de completar 18 anos e precisava ficar 2 dias no Rio, para se alistar na Aeronáutica. Xandão chegou em casa e se deparou com o garoto na sala vendo tv, sua mãe lembrou q tinha avisado que o primo chegaria, mas ele havia esquecido. A ultima vez que tinham se vista fazia 10 anos, o garoto ainda era uma criança, mas agora tinha crescido e, aos 18 anos era um belo moreno de 1.77, 74kg, cabelo moicano olhos castanhos feito o dele.
“ Fala tio, blz?”disse Igor.
“Não sou seu tio seu mané, sou seu primo”, respondeu Xandão,achando engraçado o jeito do muleque.
E prosseguiu:
“Cara vc pretende se alistar usando esse cabelinho estilo Neymar?! Vão te zuar muito lá...”
“É mesmo né, primão...Depois penso no que fazer então”, respondeu Igor passando a mão no cabelo.
Trataram logo de ir caçar um video-game p jogar enquanto a mãe de Xandão terminava o jantar. Xandão quis saber como era a vida em Paracambi e o primo relatou q a cidade é pequena e sem grandes opções de lazer e balada, mas que tinha umas garotas lindas e aproveitou p falar das que ele já havia ficado. Xandão se interessou e deu um tom mais sacana ao papo, querendo saber onde ele levava as meninas qdo queria sexo, e sorriu qdo o garoto soltou, sem a menor cerimônia, que o motel mais comum da cidade era mesmo o matagal. Aquele papo estava divertido, Xandão contou q já levou muitas meninas tbem p matagal e meninos também. Igor parou a jogada do video-game e encarou o primo, com expressão de susto e disse: “ seu palhaço, tá falando bobeira só p eu perder a jogada, mas não vai adiantar, eu vou te ganhar”.
“É sério cara, aqui no bairro mesmo tem um, o Marcelo, esse eu pego toda semana, ontem mesmo eu passei a vara nele, é um cara casado e se amarra na putaria. Tudo na encolha, é claro, no sigilo total.”
“Caraca primão, que maneiro! Eu tenho muita curiosidade, mas não faria nada por lá. Já aqui no Rio, uma cidade maior eu teria coragem de ver qual é...” respondeu Igor.
“Cara, então amanhã vou te levar p fuder o rabo do Marcelo junto comigo, vc vai curtir, pode ter certeza.”
“ Mas vc já não comeu ele ontem? Será q ele vai topar dar p 2?”
“O cara faz o que eu mando, vc vai ver, sem falar que ele tem uma bunda que é uma delícia.”
As 21 h do dia seguinte Xandão e Igor estavam na mercearia de Marcelo, o vizinho evangélico.
“Aí Marcelo, esse é o Igor, meu primão, resolvi oferecer seu rabo carnudo como boas vindas p ele, vc vai ser bem obediente a ele como é pra mim.” Decretou Xandão ao parceiro, que deu um sorriso constrangido e balançou a cabeça concordando. “ Pra começar, pega logo lá umas cervejas p gente”, concluiu.
Igor e Xandão aguardavam Marcelo voltar com as cervejas, estavam somente de sunga e sentados, Marcelo os serviu e nosso fudedor ordenou que ele logo iniciasse a sessão de boas vindas, mandando o parceiro ajoelhar e lamber os pés de igor e depois ir subindo. Marcelo começou pelo pé esquerdo, deu um trato de lingua: lambia, beijava, acariciava, esfregava o rosto naquele pezão moreno, beijava mais, lambia mais e mais. Igor suspirava parecendo não acreditar na cena, olhava para o primo e sorria com cumplicidade. As linguadas de Marcelo eram quentes e ávidas e chegaram até suas coxas, o garoto logo tirou a sunga e sua pica ficou livre, para logo ser abocanhada avidamente pelo parceiro. A pica de Igor tinha 17 cm, não era, portanto, tão avantajada quanto a do primo, mas era bastante grossa, daquele tipo q arregaça na entrada, e era do tipo babona, saía muita baba pelo orifício. Memso não sendo tão grande como a de Xandão, era ainda muita carne, Marcelo teve dificuldade p mamar aquilo tudo, mas tentava de todas as formas... Viu Xandão cochichando algo no ouvido do primo. Nesse momento, Igor o agarrou pela nuca e forçou ainda mais a sua cabeça a mergulhar profundamente entre suas pernas até o nariz de Marcelo encostar em seus pentelhos, fodia sua boca fazendo movimentos pra frente e pra trás, segurava novamente seus cabelos e indicava a direção do saco, Marcelo passava a sugar suas bolas, até conseguia abocanhar as duas de uma só vez,fazendo Igor gemer gostoso. Xandão não se contentou em somente assistir e posicionou-se ao lado do primo, fazendo com que Marcelo tivesse agora duas picas p dar conta, duas picas morenas, uma grossa e comprida que ele já conhecia tanto, e agora uma outra, um pouco menor, mas tão saborosa quanto. As duas ali, assustadoramente rígidas feito rocha, dois verdadeiros trabucos pendurados entre as pernas de dois machos sedentos feito touros no cio, o cheiro das virilhas dos dois se misturando, Xandão dizendo as putarias de sempre, que ele tanto gostava de ouvir, seus cabelos sendo puxados ora por um ora por outro, tapas bem dados com mãos ásperas estalando em seu rosto, sem falar das pirocadas q recebia contra o rosto e da baba q as picas expeliam e que ele adorava e tratava de sorver tudo enquanto mamava com devoção e êxtase. Marcelo estava mesmo com sorte.
“Ae primão, viu como meu vizinho é chegado numa pica? Vc vai se fartar de comer esse cuzão, ele aguenta pirocada na moral. Não é Marcelo?”
“ Encaro essa pica a 8 anos e cada dia Xandão me come mais gostoso.” Disse Marcelo, sem perder a concentração no boquete q fazia.
“Então tá na hora do meu primão arregaçar essa bunda branca de chefe de família também!” decretou Xandão. Marcelo sabia q não seria facil encarar uma pica tão grossa, mas não questionou, pois já conhecia o temperamento de Xandão e não estava a fim de apanhar na frente de Igor. Só pediu implorou para que usassem gel lubrificante, mas Xandão decidiu que apenas uma salivada no cu já seria o suficiente e, de quatro no tapete, Marcelo começou a sentir o pau duro e latejante de Igor ir entrando com firmeza, abrindo caminho de forma meio desajeitada pelo seu cu, que ainda se encontrava dolorido devido a surra de pica que Xandão havia lhe aplicado na noite anterior. Sentia cada centímetro da pica inchada ir deslizando p dentro até sumir, suava frio e se contorcia, tentando se adaptar àquele invasor, o garoto metia com cautela e isso deixava Marcelo até tranquilo, mas Xandão logo começou a sugerir que Igor fosse mais malvado... Então estocadas começaram a ficar mais vorazes. Igor, cada vez mais animado, bombando com força e comentando com Xandão como a bunda de Marcelo era branquinha e grande e como o cuzão era quente e guloso. Xandão concordava com tudo e mandava então Igor tirar e meter novamente até o talo e o garoto obedecendo, todo eufórico por estar comendo o primeiro rabo de sua vida. A tora grossa do muleque vai abrindo o cuzinho rosado e dolorido, entrado, saindo, mexendo pra lá, mexendo pra cá. Marcelo geme indefeso e logo sua boca é preenchida pela pica de Xandão.
“ Tá adorando ser fudido por duas picas pretas né minha putinha! Levando no rabo e levando na boca igual uma vagabunda!” Xandão debochava enquanto forçava a pica cada vez mais fundo na boca do parceiro, que gemia, grunia, suava e arfava de tanta pirocada ao mesmo tempo.
“Come ele de frango-assado Igor, essa puta adora!” disse Xandão para logo em seguida perceber que o primo não sabia o que era isso.
Foi preciso nosso fudedor posicionar Marcelo arreganhado no tapete e determinar que Igor prosseguisse com as pirocadas. Marcelo foi enrabado novamente, dessa vez cara a cara com Igor, que tinha no olhar um mix de euforia e tesão. Xandão até pensou numa dupa penetração, mas desistiu da idéia pq Igor era inexperiente demais e poderia tumultuar a ação e tbem pq o cu de Marcelo ficaria deformado após ser atacado por duas picas tão grossas ao mesmo tempo, e cu largo o nosso fudedor não curte. O jeito era ir um por vez mesmo, logo encapou seu pau e Igor saiu para que ele pudesse ocupar seu lugar, e assim seguiram se revezando e mandando vara na bunda de Marcelo, que apesar do incômodo da posição, estava adorando aquela sova de pica e, mesmo se não tivesse gostando teria q suportar tudo caladinho, as poucas vezes q resolveu dizer um não a Xandão levou 2 bofetadas q a cara ardeu durante horas seguidas. Os dois primos não tiveram piedade, ainda comeram Marcelo de pé apoiado na mesa, mandavam ver no cuzinho já sofrido de Marcelo que suas pernas tremiam, a mesa rangia, ele queria gritar, mas tinha que se contentar em gemer baixo para não chamar atenção. Igor tirava e logo vinha Xandão,jogaram Marcelo de quatro no tapete novamente e prosseguiram com a surra de pica por mais 30 minutos. O gran-finale foi os dois machos jorrando leite farto na boca, no peito e no rosto de um Marcelo. Coberto com tanta porra, ia ter q tomar um banho ali mesmo, no escritório do mercadinho, pois não tinha condições de sair a rua e nem chegar em casa naquele estado... parecia que tinha vindo de uma batalha. E de fato participou de uma, uma batalha onde manda quem pode e obedece quem tem juizo.

junior.mpg@hotmail.com

Xandão, um carioca fudedor (Maltratando o vizinho)

Xandão, nosso carioca fudedor ainda morava na mesma rua tranquila, no subúrbio de Anchieta, na mesma casa onde fui criado. Dos caras que ele tanto comeu, agora só tinha o Marcelo morando ali, esse já estava com 29 anos, casado, e ainda evangélico, se preparando para ser pastor da igreja e já era dono de sua própria mercearia. Ainda continuava achando que fuder com Xandão era coisa do demônio, mas ainda se pelava de medo do cara. Medo e tesão é claro, pois bastava o macho marcar que Marcelo topava.

Os encontros agora rolavam na mercearia, após as 20h. Xandão estava mais mandão do que nunca, exigia cerveja geladinha, queijo e azeitona para se deliciar enquanto Marcelo lambia seus pés e depois mamava sua pica como se fosse uma cabritinha faminta. Xandão dizia: “ isso putinha, mama esse picão que faz vc gemer a anos, mama” e ele aboncanhava os 22cm do parceiro com vontade, engasgava e lacrimejava. Xandão ainda tinha por hábito bater com a pica na cara dele e depois afastar girando pra lá e pra cá fazendo com que ele ficasse tentando abocanhar de novo. Quando tinha a pica de novo na boca, Marcelo fazia tudo para agradar o parceiro, mas certa vez não aguentou tanta pica na boca q teve uma ânsia e acabou sujando Xandão. Levou 2 tapas q chegaram a estalar. Depois desse epísodio, Xandão ficou 1 mês sem procura-lo.


Trancados no mini escritorio no fundos da mercearia, Xandão, como sempre, mandava. E Marcelo obedecia. De quatro no tapete, rabo empinado e a boca dormente de tanto mamar, Marcelo sentia o cacete escorregar dentro de si. Xandão empurrava a pica com a competência de sempre e ia até o fundo do parceiro, arregaçando suas pregas. Tirava o pauzão e tornava a meter, fazia isso várias vezes deixando Marcelo alucinado. Xandão alternava os movimentos de vai e vem e tambem remexia os quadris, movimentando a pica dentro do cu do parceiro de maneira espetacular. As estocadas fortes e viris não paravam, Xandão agora segurava forte na cintura de sua presa e bombava como um touro no cio, fazendo Marcelo se sentir dilacerado. “Toma nesse cu seu puto. Rebola na vara do seu macho preto, seu viadinho”.

Nosso fudedor sabia que Marcelo já era propriedade dele e que ele podia fazer o que bem entendesse na hora do sexo q seria obedecido, por isso, carcava mesmo seus 22 cm no parceiro sem piedade e adorava ouvir os gemidos aflitos e constantes. Marcelo despertava nele um tesão especial pelos seguintes motivos: tinha um cu profundo, uma bela bunda, era casado com mulher e, além disso, era másculo e evangélico. Chegava a comer Marcelo por 45, 50 minutos a 1 hora e só parava quando muito bem entendesse, e o resultado era sempre o mesmo: Marcelo indo para casa com o corpo entorpecido, cu latejando e ardendo e na boca o gosto de leite do macho que o acabara de devorar.

junior.mpg@hotmail.com

O 40tão do msn

Bom, eu tenho um amigo meu ativo, que mora em Criciuma SC, e um dia ele chegou no msn me convidando pra ir na casa dele, eu aceitei
Quando chegamos la, começamos a conversar sobre nossas vidas, sobre assuntos intereçantes enfim.
Conversa vai conversa vem, ele me convidou para conhecer sua casa.
Quando chemos em seu quarto, ele me agarrou por traz passando seu nariz e dando beijinhos na minha nuca, enquanto isso ele tirava minha blusa e passava a mão pelo meu corpo,
ele me jogou na cama e começou a beijar minha barriguinha e ia descendo até a calça e foi tirando
me deixou so de cueca e começou a tira-la tambem, enquanto isso eu admitava tudo aquilo com o maior tesão.
Quando ele tirou minha cueca começou a passar a lingua no meu cuzinho deixando ele bem molhadinho, e eu gemia muito alto
Depois ele me colocou de 69 com ele e ficamos nos chupando por um tempo, e depois ele me pôs de lado e começou a penetrar seu pau de 17 cm grosso no meu cuzinho
eu gemia muito e ele adorava ouvir meu gemidos, ele falava no meu ouvindo que queria que eu gemesse, mais e mais.
Ele começou a me penetrar tão rapido que meu olhos viravam de tesão, eu nunca tinha transado com um homem tão experiente quanto ele, ele me fez ver estrelas na hora
Depois que terminamos, dormimos..
E eu acordei e comecei a mamar ele enquanto ele dormia tranquilamente, até que ele acorda e começa e ele começa a chupar meu cuzinho, ele me fez eu gozar muito
gozei tanto que meus olhos viravam de tanto tesão no momento.
Foi a transa mais gostosa que eu ja fiz, hoje ainda mantemos contato, mais nunca mais tivemos uma foda como aquela
sempre penso em tudo o que aconteceu e me masturbo com dois dedinhos no cuzinho.
fim.

A três é bem melhor - Parte II

Pois bem macacada!! Ja dei uma voiltinha por aqui com o meu primeiro conto ( http://www.casadamaite.com/node/14356 ). Espero que quem tenha gostado, mas como eu disse que escreveria o restante do babado depois aqui vai.

Depois de ter feito que os dois derramassem todo o seu esperma em mim, fui para o lado de Guilherme. Seu mastro estava meramente mole e mesmo assim cai de boca e o chupei mais um pouco. Ele disse: - Mais?! E eu respondi que so estava começando ele resovel se entregar e o seu mastro começou a dar sinal de vida. Nem me importei com o fato de o seu pau ainda esta um pouco melado de porra. Isso me agradou ainda mais. Sem falar que minha boca estava gozada. Aquilo me encheu de prazer. Enquanto o chupava nem me dei conta que estava para gozar. Arthur percebendo, correu para o nosso lado e deu um jeito para me chupar. Affs!! Gozei em toda a sua boca, gemia com muito gosto, mesmo com a boca cheia de neca.
Logo de gozar e perceber que o pau do Guilherme estava pronta para mais um momento de prazer, peguei a camisinha que ficava no criado mudo e coloquei na pica dele. Mesmo depois de colocada fiz questao de dar uma chupada rapida. Bejei-o e começei a enterra todo o seu mastro dentro de mim. AH!! Gritei. Como tava gostoso e sua pica era MARAVILHOSA. Percebendo que eu nao ia aguentar ali no seco, só com a lubrificalção da camisinha. Ele pegou seus dois dedos, fez com que eu os chupa-se e depois passou pelo o meu anel, que ja estava piscando de prazer. Enquanto isso Arthur se masturbava sentado no canto da cama. Com muita coragem o mastro do Gui, entrou. Ai, foi um alivio poder sentir todo aquele poder dentro de mim... Depois de umas galopadas, pedi para que o Gui se sentassem. Fizemos isso com todo o cuidado para que o seu pau nao saisse dentro de mim e me machucasse, mais do que ja estava. Ele sentou e nos beijamos. Depois do beijo disse: - Aconteça o que for nao goze dentro de mim!! Ele somente confirmou com a cabeça. Olhei para o Arthur e com um gesto com a cabeça pedi que ele juntasse a nós. Ele ficou de pé. Eu começei a rebolar e a me mecher naquel mastro gostoso. Arthur empinou a bunda e o Gui caiu de boca nela e eu no pau dele. Ficamos nessa posição por uns 15min. Depois trocamos. Ficamos deitados eu e o Arthur. De costa um para o outro. E ele começou a me bombar. Dizem que de ladinho é a melhor posição para se dá um cuzinho e naquele momento eu comprovei. Fiquei com uma perna levantada, enquanto toda aquela maravilha de 23cm me literalmente ARROMBAVA. O Guilherme veio e enfiou toda a sua pica na minha boca. E por la ficamos... Que delicia!!
Com eles experimentei algo novo. O Guilherme ficou deitado na cama, e fui com tudo para cima de sua pica e pedi que com todo o cuidado o Arthur viesse por traz de mim. E assim foi. Duas PICAS, ENORMES DE GOSTOSA, me fudendo completamente ficamos somente por uns cinco minutos e olhe lá. Elas são bastante grossas e grandes nao tava mais aguentando...
Ok e chegamos ao grande final.
Demorei um pouco para me recuperar. Os dois estavam em pé. Depois me sentei no chão e me encontrei na cama e começei a me masturba. Eles começaram a fazer o mesmo, ainda dei uma bela chupada neles. Quase nao conseguia me mecher. Meu cu doia muito. E quase que em um sincronismo perfeito gozamos juntos. O primeiro foi o Arthur e em questao de poucos segundos o Guilherme, os dois juntos me melaram todo com os seus jatos de porra. Gozei, que acabei me melando tambem. Depois fomos para a cama. Um beijando o outro, os corpos se melando com a mistura de porra e suor.

Ai foi simplesmente tudo.

Terminamos com um belo de um banho. E é claro que ao senti coisas por traz enquanto eles lavavam o meu "cuzinho", fiz questão de dar uma bela de uma chupada neles.

Sim afirmo. Eu AMO PAGAR UM BOQUETE!!

Alguem afim de que eu pague um??

Bjs...
By.: passivodmanaus@hotmail.com

Chupando o velhinho na rua

Como costumo me apresentar em todos os contos, curto sexo fácil. Passei na rua, olhei, gostei, fui. Simples assim e rápido também rs...
Os tipos que eu curto são bem abrangentes, quase não faço assepção. Sendo homem, nada efeminado, to dentro.  Nada de preconceito, é tesão mesmo.
Sou um cara de família, pacato, quieto, mas esse meu jeito meio mineiro, esconde o vulcão que eu sou na cama e o tamanho da minha devassidão. Sou homem porra, gay, mas homem e gosto da coisa, gosto de sexo tá ligado. Sexo com muita saliva, curto que cuspam em mim, que mijem na minha cara. Porém claro, o cara tem que fazer tudo isso com muito carinho, com cara de safado, nada disso de bater ou humilhar, apesar de ter apanhado na cara uma vez de um louco que me comia e de repente começou a me bater, parei na hora e a gente quase saiu no tapa. Tudo tem um limite!
Sempre andei a noite, pelas ruas próximas de onde moro, a procura de sexo. Nada de shortinhos curtos, quase nu, nada disso. Garotão mesmo, camiseta, bermudão e chinelo.
Passei por uma rua e vinha em minha direção um senhor de meia idade, normalzão, de calça de moleton branca. Passamos um pelo outro, nos entreolhamos, olhei pra trás ele Tb me olhava. Andei mais um pouco, olho pra trás e ele novamente estava me olhando.
Na esquina, contornei o quarteirão e percebi que ele também o fez. Na outra esquina, ele veio em minha direção, fomos chegando devagar, já estávamos num local meio escuro e já fui pegando no pau dele ainda mole, sem dizer sequer um oi, uma só palavra, nada.
Ele disse que precisávamos de um local mais tranqüilo, pois ali, alguém poderia ver. Logo achamos uma casa sem portão, entramos, já fui abaixando aquela calça e encontrando uma rola grande, grossa e cabeçuda. Não tenho a sorte de encontrar nunca, um cara de rola pequena pra me comer viu, uma merda esse azar. Mas voltando. O senhor, apesar da idade, cuidava do pauzão, tinha os pelos aparados, as bolonas lisas e aquele cheiro característico de rola lavada e guardada ainda úmida. Chego a salivar aqui só de pensar.
Já fui abocanhando, nada de só lamber a cabecinha. Fui engolindo o máximo que conseguia, esfregando meu nariz naqueles pentelhinhos, massageando minhas amígdalas com aquela cabeçona.
O senhorzinho gemia muito coitado, nunca deveria ter sido chupado como daquela vez.
Ele pegava minha cabeça e empurrava pra que eu engolisse ainda mais, percebi que ele gostava que eu fosse fundo. Uma lágrima descia pelo meu olho, tava engasgado com aquela jeba, mas é disso que eu gosto.
Pegava na bunda dele e trazia fundo pra mim. Passava a mão pelo corpo dele, apertava seu mamilo, ele gemia. Dizia que era pra não parar de chupar, que eu chupava como ninguém e talz, isso eu já sabia rs...
Só sei que o velhinho gozou gostoso, na minha boca, ficou mole, chegou a bambear, se agachou, sentou no chão, balbuciou algo que não entendi.
Levantei e fui embora, deixando aquele senhor lá, feliz e cansado. Meu serviço já estava feito e eu satisfeito, não tinha o porque permanecer ali.
sexosalivento@yahoo.com.br

Pupilo aplicado

Depois do meu primeiro conto que contei como um aluno me seduziu(lógico que adorei), neste momento me sinto obrigado a compartilhar com vocês, leitores, de uma experiência que acabei de ter( faz exatamente quinze minutos), na verdade, duas experiências. A primeira começou quando fui trabalhar hoje(dia de prova). Ia chegando em uma sala, vi um aluno, moreno, alto, barriga tanquinho; quando passei por ele falei: é hoje hein? Referindo-me a prova que teria em sua turma dali a poucos minutos. Ele me olha com cara de sem-vergonha e reponde: Vai ser hoje mesmo, com um ar de safado na cara.

Assim que ele terminou de fazer a prova( foi o primeiro), me disse que iria esperar todos saírem p eu poder corrigir a prova dele. Respondi q ñ iria corrigir a prova de ninguém naquele dia, pois já era dez horas da noite, mas ele nem deu ouvidos e ficou. Assim q todos saíram ele perguntou c eu já ia p casa, pois ele mora na mesma direção q eu. Saimos da escola e fomos. Assim q ia chegando perto a minha casa ele perguntou c poderia tomar um suco. Eu, como uma pessoa com um bom coração(kkk), disse q sim. Ele entrou em minha casa, elogiou e ficou assistindo tv enquanto eu preparava um suco. Depois de tomar, ele me pergunta c tem um “filminho” legal p assistir. Me fiz de desentendido e perguntei: Q tipo de filme. E ele me responde sem titubear: Pornô. Eu disse: espera aí q vou pegar.

Quando o filme começou, ele olhava p mim com olhar de ‘ e aí?’ Ai ele começou a acariciar a mala dele, passava a mão e dizia: acalma criança. Eu perguntei: A criança ta querendo ficar nervosa? Ele disse que tava. Eu disse a ele: espera ai  q vou acalmar ele. Neste momento passei a mão em seu cacete q já tava duro, ñ era muito grande, mas dava p dar muito prazer, comecei a acariciar seu membro e logo em seguida coloquei ele na boca. O garotão gemia de prazer, suspirando profundamente e gemendo baixinho, enquanto eu passava a língua pelo seu pau, bolas e sugava tudo engolindo até tocar o fundo da garganta. Ai ele falou: assim vc ta me deixando louco, tira essa cueca logo e vira ak. Tirei a cueca e fui pegar preservativo e lubrificante. Rapidamente ele colocou o preservativo eu fiquei de quatro em cima da cama e ele em pé e começou a forçar a entrada do seu pau. Como estava bm lubrificado, entrou rapidinho e logo ele estava bombando dentro do meu cu, levando-me a loucura, pois adoro um cacete invadindo meu cu, me explorando, me rasgando, me fazendo sentir como uma putinha. Logo em seguida sinto que ele começa a bombar com mais força e mais rápido e sinto que ele gozou, porém me impressionei quando ele continua a meter até ñ aguentar mais até depois de gozar. Assim q ele tirou vi a camisinha cheia do sue leite. Ele foi tomar banho e depois foi p casa.

Depois disso, peguei o celular e mexendo na agenda telefônica vejo o numero de um ex-aluno meu muito gostoso e resolvo ligar. Quando ele atende... ( Vou deixar vcs curiosos, mas só vou contar no próximo conto, pois agora é uma hora da manhã, e depois de duas fodas preciso descansar para ver o que rola amanhã)...

MSN: claudio.lina@hotmail.com
E-mail: claudioliveira10@gmail.com

 

Quando o virtual se torna Real

Sempre publiquei contos na net, mais até então grande maioria era ficção, até que certo dia...

Estava eu na minha casa conversando com amigos no MSN, quando alguém pede para ser adicionada a minha lista de amigos, tudo bem aceitei o convite, passados alguns dias já até tinha me esquecido que tinha adicionado aquela pessoa quando ela puxa conversa comigo, e começou o assunto dizendo ser hetero, e que um amigo havia mostrado a ele aquele site de contos, enfim... Depois ele me relatou que tinha um cara na escola dele, que ele morria de vontade de comer o cara, pois era um moreninho muito gostoso e que ficava atiçando ele e eu por minha vez acabei me interessado pela historia do cara, o aconselhava conversávamos muito e sobre tudo, foi assim por alguns dias.

Depois de algum tempo de amizade, ele me pediu uma fotografia minha, enviei nunca tive problemas com isso, era apenas uma foto minha sorrindo, depois que enviei a foto à conversa mudou ele passou a se insinuar pra mim, e eu como não perco tempo também me atirava nele, porem até então na brincadeira... Conversamos por alguns dias, e comecei a me apegar aquela pessoa, o que era errado pois sou de Goiás, e ele mora no Rio de Janeiro, começou a me contar de sua vida, tínhamos conversas serias, entre uma sacanagem e outra, ele era filho mais novo, tinha mais ou menos 1,76 de altura, pesa 72 kilos, um moreno pardo de olhos esverdeados, um sorriso lindo, na época tinha 18 anos de idade, e por esse motivo também, não poderíamos nos ver, pois ele tinha que estar no batalhão... E o tempo foi passando, e eu ficando com excitação naquele cara, nunca nos víamos pela web cam, apenas por fotos, pois a maioria das que ele entrava no MSN era pelo celular, estava começando a questionar se aquele carinha estava mentindo pra mim ou não.

Chegamos a um ponto onde ele já sabia meu endereço, minha rotina, minhas preferências, sempre nos falávamos por telefone, e nos chamávamos de amor, era um verdadeiro namoro a longa distancia, foram passando-se os meses, algumas vezes brigávamos, quando ele me dizia que algum amigo dele dizia que relacionamentos começados na net não dão certo, mais logo fazíamos as pazes, pois eu detestava ficar brigado com ele, me sentia até mal... Esqueci de me apresentar me chamo Junior tenho 20 anos de idade 1,83 altura, peso 85 kilos sou moreno tenho cabelos curtos, olhos de um castanho quase negro, sorriso lindo, lábios carnudos, enfim eu e o Igor (nome fictício) fazíamos planos de morar junto, e tudo mais, porem faltava uma coisa estar próximos um do outro, eu já morava sozinho era totalmente independente mais queria ele ao meu lado... Chegou o fim de ano, eu trabalho em uma indústria, e finais de ano são terríveis, pois aceleramos a safra para podermos finalizar antes da segunda quinzena de dezembro, pois bem, era dia 18 de dezembro, eu tinha ido no meu carro pra industria, quando chegava em casa já se passavam das 23:00 eu estava cansado demais, e notei que havia um homem parado ao meu portão pela hora que era fiquei um tanto quanto receoso, pois poderia ser um assaltante, pois bem fui reduzindo, e ao me aproximar da figura que se fazia conforme o farol do carro iluminava a entrada da casa, fiquei em choque quando percebi quem era, eu simplesmente não acreditava que o Igor, meu tão amado Igor estava a me esperar no portão da minha casa, desci do carro que nem o desliguei e corri para um abraço que foi imediatamente retribuído, sua risada, ao pé do meu ouvido me extasiava de tal modo que me sentia a pessoa mais feliz do mundo só por ter abraçado aquela pessoa com quem fiz tantos planos.

Eu estava tão animado que nem percebi suas malas ao chão quando as vi só consegui abrir um sorriso, dando boas vindas a aquele cara que eu tanto queria me entregar, abri o portão ele entrou e eu me lembrei do carro ligado, o guardei na garagem e entramos em casa, quando fechei a porta fui surpreendido com um beijo, que tinha sabor de amor, foi o melhor beijo da minha vida até aquele dia, fiquei com minhas pernas bambas, ele me envolvia com os braços mordiscava minhas orelhas dava chupões no meu pescoço, eu pedia pra ele parar pois no trabalho as pessoas veriam, ele me respondeu – Isso é pra mostrar pra qualquer um que queria mexer com você que isso já tem dono e sou eu. Aquelas palavras aquele ar de autoridade me deixavam muito satisfeito me senti protegido por aquele jovem homem, que veio de tão longe pra mim, ficamos nos olhando um tempo, e disse a ele que iria tomar um banho, ele me disse que queria me fazer uma massagem, quando nos falávamos pelo telefone, ele vivia a me dizer que era muito bom em fazer massagens, e finalmente eu tiraria a prova, fomos ao quarto, tirei minha roupa sempre fui muito tímido, mais eu simplesmente não senti vergonha de ficar nu na frente dele, me deitei de costas, ele pegou óleo e veio sentou-se em cima de mim e começou uma massagem muito boa, só não dormi porque estava muito excitado, notei então que ele estava se esfregando em mim, ou melhor, passando sua rola, na minha bunda. Sussurrei bem baixinho pra ele tirar a roupa, ele me obedeceu de imediato, ficou peladinho em cima de mim, senti aquele órgão quente tocar minha bunda, ele elogiava minha bunda, que modéstia a parte é linda... Ficamos nos roçando um tempo, trocamos uns beijos e juras de amor, e fui tomar meu banho, depois do banho enquanto me vestia o chamei para jantarmos fora, pois queria apresentar a cidade a ele

Ele concordou, estava bem limpinho, trocou de roupa e fomos, mais como já eram quase 02:00 da manhã fomos ao girafas, comemos muito, ficamos até tristes depois ficamos lá sentados a conversar... Já saímos eram quase quatro da manhã, o girafas estava cheio, pois o pessoal que saia da boate passava lá pra comer, chegamos em casa, tirei a roupa ficando apenas com uma cueca Box branca, quando ele tirou a roupa dele, notei um volume enorme que se formava na sua cueca... Ele percebendo me disse – Sempre te falei que quando via sua foto eu sempre ficava assim, agora que ta ao vivo na minha frente, como você achou que eu estaria? Respondi pra ele – É justamente isso que eu esperava de você, me chamou de safado e já veio me atacar de novo, nos beijamos a cada beijo ficava melhor, ele tirou a cueca e passava seu órgão teso nas minhas pernas, fomos pra cama grudados um na boca do outro, nos deitamos apenas a luz do abajur e ele ficou parado em cima de mim, me olhando com um olhar de ternura, que fazia meu coração bater muito mais rápido, ele me disse – Nossa to sentindo seu coração bater eu é que deveria estar ansioso afinal é minha primeira vez com um homem, e você já tem experiência ne, e começou a me beijar, dominando a relação, suas caricias eram profissionais, ele então me confessou que assistiu a muitos filmes pornô gays pra se preparar pra mim, e tinha valido a pena, pois a cada toque dele eu sentia meu pau babar por aquele cara, ele passava a língua nos meus mamilos, quando de forma meio abrupta ele me virou de costas cuspiu na minha bunda e meteu a língua, só soltei um gemido abafado, ele mordia minhas nadegas, me dava tapas, arranhava minhas costas porem tudo com muito carinho.

Pronto, eu já era dele, estava totalmente submisso aquele homem, ele ficou um tempo lambendo, mordendo e dando tapas na minha bunda, e me falando sacanagens, tipo ta gostando do trato que seu macho esta te dando?! Eu só respondia com Hurrum, estava me concentrando pra controlar a vontade de gozar, queria prolongar aquele prazer, ele parou subiu nas minhas costas eu já sabia o que estava por vir... Firmei o corpo e senti ele deslizar aquele mastro enorme pra dentro de mim, tinha 20 cm e muito grossa, meu corpo tremia muito, ele começou um movimento ritmado, eu ficava totalmente a mercê dos caprichos sexuais dele, por mais que eu tentasse fugir daquela rola enorme, coisa que realmente fiz, ele me segurava, trançando as pernas em volta do meu corpo, e me segurando pela cintura, ficou montado em minhas costas, por um bom tempo, e sem tirar aquela quantidade gigante de carne de dentro de mim, viramos de lado, o que foi ótimo pois já não estava mais agüentando o peso dele, e levantou minha perna, e começou a me fuder, mais “fuder” mesmo... Até escorriam lagrimas do meu rosto, estava muito bom, nem sei quanto tempo ele ficou naquela posição, sem parar de meter, me virou de costas e ficou deitado em cima de mim, e começou novamente a me comer enquanto eu rebolava feito uma puta na rola dele, queria mais era sentir aquele macho todo dentro de mim...

Ficou ali beijando minha nuca, enquanto nossos corpos suados e toque de nossas partes faziam um som que me deixava doido, com o movimento de vai e vem, meu corpo balançava na cama, chegou a certo ponto que não pude mais segurar e gozei, mais gozei muito, enchi minha cama de porra, enquanto gozava trancava minha bunda, prendendo o pau dele dentro de mim, ele após pouquíssimo tempo depois de eu gozar, ele acelerou o ritmo, meu corpo esquentou por dentro, e doeu muito mais uma dor que dava prazer, ele tirou aquele membro de uma vez de dentro de mim, e gozou nas minhas costas, foram três jatos fartos de porra que lavaram toda a minha lombar, e ele cansados caiu por cima de mim, demos risada, tomamos aquele banho, e dormimos, no dia seguinte quando acordo, quem eu vejo deitado ao meu lado dormindo só esperando uma caricia minha...

Obs.: Essa historia é ficção, mais eu queria muito que fosse verdade !!! Beijos
Atte: J.Junior

jsfj1990@hotmail.com

Um casado na sauna

Ontem consegui tirar, um pouco, o atraso. Tive uma reunião e achei que dava para passar na sauna Catete antes de ir para casa.
Entrei, peguei uma cabine. Lavei o pau e o rabo e fui para o labirinto. Me cheguei no primeiro e ele se afastou. O segundo peguei na pica e ele tirou a mão. Fui para outro lado e tinha um senhor negro. Peguei seu pau, nos abraçamos, beijei seu pescoço e me abaixei e comecei a chupá-lo. O pau dele ficou borracha e logo cheio de liquido na cabeça. Enxuguei e chupei mais um pouco. Loco chegou um cara grandão e peguei seu pau continuando chupando. Era uma pica bem pequena, até grossa, mas chupei assim mesmo. Bem gostosinha. Alternei um pouco e fiquei em pé e ele perguntou se eu queria dar a bunda para ele. Desconversei pois estou cada dia gostando mais de pau grande.
- Me chupa um pouco
Chupei e ele se abraçou no senhor e ele pegou um tubo e pediu ao negro para meter nele. Levantei-me e disse

- Mas sem camisinha!?

Ele me olhou como se não entendesse e resolvi não continuar com ele. Subi para as salas escuras, circulei e não consegui nem pegar uma pica. Voltei ao labirinto sentei ao lado de um cara peludo, botei a mão na perna e o senhor negro sentou ao lado e botou a mão na pica dele, disseram algo e o senhor tirou a mão. Tentei pegar, mas o cabeludo estava segurando sua pica. Desisti e vi um meio gordo ao lado com o pau de fora. Um senhor pau! Não era muito comprido, mas bem grosso. Fiquei excitado no ato e me encostei-me a seu peito manuseando a picona. Logo comecei a mamar em seu peito, a pica foi crescendo e perguntei se ele não queria ir para a cabine. Disse que não. Ficamos mais um tempo eu mamando e manuseando, mas uma hora ele levantou e se foi.
Vi o senhor e me aproximei. Abraçamos-nos e beijamos carinhosamente. Pensei que era melhor ir com ele para a cabine e engrenar um 69, melhor que continuar sem nada, o tempo passando. Chamei-o e fomos indo. Na saída tinha um cinquentão grandão e parei um instante para botar a mão no pau dele. Ele levantou logo a toalha, fiquei manuseando e o senhor me esperando. Chamei o cara para ir junta para a cabine e fomos.
Lá nos abraçamos, eu com a mão no pau dele, chupei o senhor mais um pouco e passei para o outro. Os dois gemiam e ficamos de sacanagem um tempo e perguntei se ele queria me comer. Acedeu, peguei a camisinha, botei nele. Dobrei-me e ele foi enfiando meio rápido. Doeu um bocado, sabe primeira pica... Pedi para ir devagar e me dobrei mais pegando a pica do senhor com a boca. Mas o pau dele saia toda hora e ele me mandou subir na cama e ficar de quatro. Aí ele meteu e eu gemia de dor. Ele perguntou se queria que parasse, mas disse para continuar. E logo diminui a dor e a ardência. Ele metia rápido e o negro foi para o meu lado e nos beijávamos enquanto o outro me fodia. Pode você imagina a excitação que eu estava. Ele tirou e o senhor disse
- Deixa ele me foder, ficamos nos dois de quatro e ele mete hora num hora noutro.
- Não, não quero. Só se trocar a camisinha.
Aí ele meteu no senhor e eu abraçava os dois. Fui para cima da cama e dei meu pau para no negro que abocanhou, chupando-me com gosto deliciosamente. Me controlei para não gozar e ele comeu o cara por um tempo. Tirou e disse
- Agora você. Peguei outra camisinha e troquei no pau dele. O senhor disse "está certo, é mais seguro trocar".
Fiquei novamente de quatro e aí fui fodido com gosto. Como sempre comecei a perguntar se ele gostava de comer viado e ele disse que sim e ficou me chamando de viado, putinha, toma no rabo viado, por aí, eu me deliciando. Não tem coisa mais gostosa que estar sendo fodido e o macho nos chamando pelo que estamos sendo, um viado bem puto, uma "putinha". E eu dizendo,
- Fode seu viado meu macho, me arromba, aiiiii, me arromba.
E, de fato, me senti arrombado, pica grande é ótimo!
Ele demorou a gozar e enquanto me fodia começou a gemer dizendo algo que logo entendi. O senhor estava chupando o cú dele e ele dizendo "mete a língua bem fundo, chupa, mete". Depois ele me disse para deitar e fiquei de bruços, ele metendo fundo, fodendo com gosto, nós dois gemendo, ele me chamando de putinha, viado, perguntando se "o viado gostava de tomar no cú". Ele gozou um bocado. Tirou e nós três nos abraçamos. Ele disse que tinha sido uma grande foda. Depois que saiu conversei uns instantes com o senhor. Me disse que era aposentado, trabalhava em hotel. E que adorava assim de três. Sorri e disse "vamos pegar mais homem".
Voltamos ao labirinto e encontrei o pirocudo sentado sozinho. Sentei ao lado e peguei seu pau mole. Endureceu logo. Voltei a beijar seu pescoço, peito, sua pica vibrando em minha mão, duríssima. Achei que ia ser arrombado novamente e perguntei se já tinha gozado. Ele disse que não e pedi para ele me comer. Novamente ele não quis e se levantou.
Sai rodando e vi dois caras conversando e me olhando enquanto me aproximava. Um, um jovem bonito, sorria para mim e o outro se afastou. Entrei no corredor das cabines, abri a minha, era logo a primeira, e olhei para ele sorrindo. Ele me acompanhava olhando e fiz sinal para ele vir. Ele veio!
Fiquei feliz, um macho jovem, peludo, bonito. Ele entrou e logo tirou a toalha, abracei-o, beijei seu pescoço, ele não quis beijar na boca e fui beijando seu peito, barriga e comecei a primorosamente fazer uma felação. Fui passando a língua na pica toda até em baixo, voltando e abocanhei enfiando o pau até a garganta. O pau não era grande, bem menor que do outro, mas era gostoso de chupar. Fiquei ora abocanhando, ora passando a língua na chapeleta punhetando-o devagar, ora chupando até a bolas.
- Quero comer você. Fica de quatro.
Fiquei depois de botar minha ultima camisinha no cara. Ainda tinha duas tamanho grande. Enfiei novamente o tubo de KY no cú, e acabei com ele sobre a pica do rapaz. Ele botou. Fodia engraçado, ora muito rápido, ora parava bem enfiado, ora devagar. E eu indo e vindo e rebolando. Ele tirou e pediu para eu ir por cima. Deitou com o pau duro e sentei sentindo a pica bem fundo no rabo. Ele começou a subir e descer rapidamente, cara forte, enquanto eu rebolava. Pediu para que eu abrisse mais as pernas e fiquei cavalgando e rebolando e gemendo de prazer.
- Está gostando de ser enrabado putinha? Gosta de pica no cú
- Muito, disse sorrindo para ele, novamente me sentindo muito viado
- Já deu muito este cú hoje viado? Para quantos? uns cinco?
- Não, você é segundo.
- Gosta muito de dar rabo não é viado!
- Gosto demais, gosto de pica de macho e você curti comer viado
- Curto putinha, rebola em minha pica vai!
Ficamos um pouco e ele me disse para sair de cima e ficar de quatro. Começou a meter do jeito dele, ora rápido, ora devagar, ora metendo fundo. Fui me deitando e logo estava com a barriga encostada na cama mas continuei rebolando. Estou ficando um viadão craque em enlouquecer o macho que me fode...
- Isto viado, deita putinha, leva no rabo de seu macho.
Ele parou e tirou
- Gozou?
- Não sentiu. Gozei muito!, disse tirando a camisinha a pica ainda muito dura. Quase chupei-o mas me contive.
Vi que já era hora de ir. Tinha sido enrabado três vezes em uma hora, chupado várias picas. E estava com vontade de mais. Mas as camisinhas tinham acabado já era tarde e fui me lavar. Quando voltei a cabine um jovem mulato estava na entrada e veio atrás.
- Você é ativo ou passivo?
- Passivo
- Então dá para mim. Quero comer você.
- Não dá, tenho que ir. Fica para outro dia.
Ele botou o pau para fora e pediu para eu pegar. Peguei um pouco, já estava bem duro. Mas sopesei. Não era grande, a camisinha gg que tinha não ia funcionar, pica pequena e cara não muito bonito, resolvi não dar a ultima foda e disse que não. O cara me agarrava insistindo, mas fiquei firme.
Então desci, me vesti e fui para casa. Cheguei minha mulher já estava botando o jantar. Fui para o banheiro e tomei um banho rápido. Ela, tempos atrás, me pediu que sempre que eu fudesse com outra pessoa, que tomasse um banho em casa. O banho foi rápido, mas suficiente para botar o cheiro do sabonete de casa substituindo o cheiro de homem e pica que estava no meu corpo todo.

A três é bem melhor

Pois bem, me chamo André e tenho 20 anos, 1,70m e 70kl. Bem tudo começou na bela tarde do dia 29/01/2011. Era dia do show da Ivete Sangalo aqui em Manaus. Pois, bem. Nesse dia quase ñ parei, estava muito ancioso com o show. Iria eu e mais uns amigos, entre eles Guilherme (um branco, musculoso, 1,90m e super carinhoso, sempre fazia questão de me paparicar, nao eramos namorados,mas tinhamos uma "amizade coloridda". foi ate ele q comprou o meu ingreço da area vip.kkk) Entre nos dois nunk havia rolado nada mais serio a nao ser o ball ket.
Ao chegarmos no local do evento, Gui e minhas amigas param para falar com canbista. Uma amiga nossa havia desistido de ir para o show e ficamos de vender o seu ingreço. Eu acabo dando uns passos mais a frente, me distanciando um pouco deles. Quando ouço me chamarem. Viro e me deparo com a minha amiga, Rafaela e cia... Dou um "oi" e depois me viro a procura de Gui e minhas amigas, chamo-os, mas eles nem ligam. Guilherme sabia muito bem fazer negocios. Resolvo falar com Rafaela e knd me viro para ela esbarro em uma murralha chamada, Arthur (seguia o mesmop padrao de corpo do guilherme, mas era um pouco mais baixo, mais musculoso e sua pele estava com o bronze em dia), que fincou sua mão no meu quadriu.
Dei uma olhada nele dos pés a cabeça, fui ao delirior. O seu sorriso era lindo e com ele veio um, "Oi". Sua voz me deixou todo arrepeiado. Perguntou o meu nome e me apresentei. Conversamos por uns segundos, quando ia apimentar a conversa pergutando o pq dele ñ tirar a mao do meu quadriu, Guilherme aparece dizendo:
- Po Andre me traindo?
Se eu pudesse enfiar minha cara naquele chao teria feito isso, mas nao aconteceu. So entao Arthur tirou a mao do meu quadriu e afastou. Minha amiga gabriela chamou-nos para entra. Antes de ir, cheguei perto do Arthur, do seus ouvidos e passei o meu numero. Fiz questão de fazer isso d uma forma sexy. O que resultou na explosao de volume de sua mala. Percebi no momento em que me afastei. Depois repeti o processo e fiz questao de educadamente passa a mao na sua mala. Senti-a completamente dura, tive mta vontade de chupá-lo naquele momento. Ele por sua vez quase me beijou. Guilherme pegou na minha mao e puxou par perto de si e perguntou se eu ia fazer aquilo mesmo. Eu disse que sim. Ele retrucou dizendo, nao me deixa de fora entao! Aquela foi a deixa.
Puxei Arthur pelo abada (ele ja estava na rodinha com seus amigos), perguntei se ele toparia a situação. Ele disse que sim... Ok, depois do show da Ivete vc me liga.

Show da Ivete [...]

Depois do show o Arthur me ligou.

Minutos depois ja estavamos no apartamento do Guilherme. Sua cama era enorme, daria muito bem para nos tres... E logico que fui tomar banho. O Arthur foi em outro e depois q sai o Guilherme foi tomar o seu. O Arthur foi o ultimo a entra no quarto. Sua visao era simples. Minha boca estava atolada com os 20cm de Gui. Ele mesmo fazia questao de fuder a minha boca e eu amava toda aqla situação. Ele chamou o Arthur, puxou a toalha deixando a mostra os 23cm de Arthur. Nem pensei em duas vezes, joguei o Arthur na cama e cai de boca em seu instrumento. Era BASTANTE GROSSO. Mas eu nem me importava. Fiz com q os dois ficassem pertos um do outro e os chupei ao mesmo tempo. Eles começaram a se beijar. Cada um gemia de prazer em um dado momento, meu instrumento estava pulsando de prazer. Tenho 19cm... Guilherme parou de beijar Arthur, pegou a minha cabeça com as duas maos e começou a fuder minha boca... Enquanto isso eu batia um bolo para o Arthur. De repente sou inundado pelo liquido gostoso de Gui. Minha boca e meu rosto ficaram todos melados, knd passei para o outro, Gui ainda espirrava esperma. Arthur ñ fez diferente, porem fez questao de gozar em todo o meu rosto e de me dar umas tapas com os seus 23cm... Gui se limpara. Pegara um pacote preservativo, lubrificante e ja estava vestinho o seu menino gostoso. Fiquei com o rosto e boca todo sujo de esperma. Fui para o lado de Guilherme e comecei a sentar em seu mastro...

O parte picante... conto depois...

passivodmanaus@hotmail.com

 

Relato de um dia de trabalho

Hoje acordei e como sempre atrasado pra meu serviço, e agoniado com a situação me vesti depressa mal merendei, entro no ônibus pro serviço muito cheio e escuro por conta do horário já são 8 da noite como sempre todos indo trabalhar, mas tem alguém nesse ônibus que não vi até hoje, um jovem moreno, alto, 1,85m uma pele perfeita, ele senta no ultimo banco assim como eu debruça sobre o banco do ônibus, agora vazio e cochila um sono longo e gostoso que olhando de longe dá vontade de levar pra casa.

Já faz uns cinco minutos que ele cochila e ligeiramente sua mochila que estava nas pernas logo deslizam pelas mesmas e ficam ao chão do ônibus, calção moletom fino e definido mostra que o jovem de encher o olhos esta com o pênis ereto e pela marcação deve ser enorme e grosso, ali mesmo paro e fico a me deliciar daquela visão não me contendo em só olhar me aproximo há um banco de distancia e começo a observar-lo mais de perto, não me contentado ainda deslizo a mão bem devagar sobre a calça preta de farda, viajo inteiro por aquela boca avermelhada parecendo ter sido desenhada pelos Deuses não estou em uma situação normal e nem no meu eu, quando me espanto com o despertar do jovem grego de pele morena e gostosa que me faz cair na tentação gente o que é isso quase gozo só em tocar aquele membro agitadíssimo ele me olha com cara de quero mais, debruça sobre o sofá de novo e dessa vez fica de frente pra mim o que facilita mais ainda eu me aproximar daquele membro , começo a acariciar bem de leve quando sinto de surpresa sua mão apertando junto a minha aquele pênis gostoso que me faz delirar, quando sussurrando no meu ouvido diz “me segue” , meu deus nessa hora quase fui a loucura, neste momento estava chovendo muito forte, e tinha que ir trabalhar o que fazer? De um impulso ele se levanta coloca a mochila nas costa e desse do ônibus eu atordoado levantei também e o segui como ele tinha me pedido, uma mistura de nervosismo e tesão.

Comecei a imaginar para onde aquele deus grego me levaria, dobramos uma esquina e paramos em uma casa de portões altos e resistentes, ele abre a porta entra e me chama pra dentro, eu ainda tremendo de frio e tesão entro e fico esperando em um gasebo cheio de plantas, ele chega me beija forte e com fortes abraços ele começa a deslizar a mão no meu bumbum e nas minhas costas, me chamando de gostoso, eu não sabia o que fazer senão deixar ser usado, não agüentei tanto tesão e gozei , indo ao delírio sentindo tudo aquilo me tocar e me fazendo realizado, como se não bastasse ele puxa do bolso uma camisinha, me faz ajoelhar e chupar aquele pau macio e gostoso, enquanto ele prepara a camisinha, já achando pouco me deita em uma mesa de concreto e começa a morder meu bumbum como se houvesse algo doce ali, delírio viajando naquele buquê de sentimentos até que como se de repente ele fica em pé me deixando de quatro em cima daquele piso e aos poucos roçando aquele pau grande e gostoso no meu cuzinho me fazendo delirar mais ainda, quando de repente ele soca devagarzinho e forçando o buraquinho do meu cu, vai invadindo minha bundinha até que sinto seu corpo tocar no meu e a se mover em movimentos precisos de traz pra frente me fazendo sentir no meu cuzinho a sensação daquele pau grande e grosso dentro de mim, até que ele começa a me masturbar me deixando imóvel e tremendo de prazer, não demora muito começo a sentir tudo de novo a vontade gozar é tão grande que nem ele agüentou e gozou dentro de mim. E eu em cima daquele piso escuro, o que ele faz depois ?

Somente diz que eu tenho que ir embora pois os pais dele estão na casa, me dá outro beijo e um abraço bem forte me fazendo sair na chuva pensando se iria acontecer de novo aquela explosão de sentimentos... se acontece ou não te contarei em outra eventualidade...srsrsr Maylson_bueno@hotmail.com

 

Eu sou casado e ele também

Meu nome é alex, tenho 43 anos e um casamento muito sólido. para não ter que repetir toda a minha história, quem quiser saber mais sobre mim pode ler dois contos que eu enviei para alguns sites, podem proucurar no google que será encontrado facilmente, são dois títulos. (Minha mulher chupou meu cu) e (Eu chupei o cara) leiam na ordem para poderem entender melhor.

Bom, só para resumir por aqui, eu não me considero gay, até porque nunca tive uma relação homo com penetração, nem ativo nem passivo, realmente não curto. não nego que sinto atração por homens, mas sem penetração, não sei se posso ser compreendido. Essses dias passei por outra experiencia inesquessível. Passei por um problema na minha empresa e tive que proucurar um advogado, um amigo meu me deu um cartão de um cara que segundo ele seria um excelente advogado, vou chama-lo aqui de dr. roberto. Liguei e marquei a entrevista para as hs:16:00. Como eu estava muito aflito cheguei as hs 15:00 .Ao chegar no escritório toquei a campainha uma duas três vezes, quando eu já estava indo embora a porta se abriu e o dr. Roberto meio embaraçado pediu que eu entrasse, mesmo ele tentando esconder com o terno por cima porem não abotoado, era visível que ele estava excitado, o seu pau estava atravessado duríssimo por baixo daquele paletó apertado. Eu dei uma olhada mas disfarcei pra não dar bandeira. Ele suava muito, eu não entendia direito o que estava acontecendo, se ele estava com tanto calor, perque estava com aquele paletó num recinto feixado? Ele me pediu licença pois precisava ir ao banheiro. Quando ele saiu fiquei ali sozinho, e como sou muito curioso fiquei andando de um lado para o outro olhando tudo. passei por traz de sua mesa e dei uma olhada em seu computador, grande foi a minha surpresa, uma foto de um cara chupando uma travestir lindíssima, aí eu entendir o porque de o cara está tão excitado quando me recebeu, o safado estava vendo pornografias.

Fiquei alí admirando aquela foto e ao mesmo tempo desejando está no lugar daquele cara, realmente era uma bela travestir. quando o dr. Robertou voltou me pegou no flagra, atraz de sua mesa vendo aquilo. Fiquei desconsertado e pedir mil desculpas, ele tambem não sabia aonde enfiar a cara.
Passei a relatar meu problema e ele fazia algumas anotações.
Depois da parte proficional acertada, passamos a falar de outras coisas coisas como casamento família etc...
Ele disse que era casado á 15 anos, tinha dois filhos etc.. etc..

pedir desculpas e perguntei se ele curtia traveco, ele disse que gostava de ver fotos e filmes e que se excitava muito, eu disse que deu pra perceber. vendo meu interesse no assunto acabamos ficando mais intimos e ousados, ele me convidou para assistirmos um filme que ele tinha baixado recentemente, o que aceitei no ato. ele foi até uma geladeira pequena pegou duas latas de cerveja e voltou. colocou o filme pra passar e colocou uma cadeira perto da dele. o filme foi passando e nós bebendo e dando risada de tudo que vía-mos.

passamos a dar mais atenção ao filme quando uma travestir muito linda faz um strip e depois mostra seu pau para um cara bem novinho que mais parecia um adolecente, ele o agarra vai punhetando aquele pau bem devagar, depois vai lambendo e por fim pondo na boca. eu já estava super excitado porem tímido, quando olho e vejo dr. roberto se alisando por cima da calça, passei a fazer o mesmo, ele tirou o dele para fora, eu tambem e começamos a nos punhetar sem nada dizer. ele é moreno deve ter uns 40 anos, não é lindo mas muito simpático, atraente eu diria. um pau de aproximadamente 17cm, o meu tem 15. ele me olhava e eu tambem fazia o mesmo. então ele me pede, pega um pouco, fiquei meio nervoso e disse vc faz comigo tambem? sem dizer nada ele pega no meu pau começa e me punhetar, ficamos assim por uns 5 minutos, meu tesão era uma loucura, me abaixei perto dele e fui acariciando aquele pau duro como pedra, beijava lambia bem gostoso, depois fui chupando, ele pegava meu rosto e ficava como que me fudendo, enfiando e tirando até que gozou na minha boca.

eu ainda não tinha gozado, ele perguntou se podia me chupar e eu disse que sim, peguei meu pau que estava estalando de duro e cheguei perto dele, quando ele chegou bem perto de meu ouvido e disse. não é bem assim, eu quero chupar seu cuzinho quase delirei, ele mesmo me sentou na cadeira e pediu para abrir bem as pernas, a cadeira dele é bem confortável, eu apoiei meus braços nos braços da cadeira e fiquei de pernas abertas de frente pra ele, ele então foi tocando meu cuzinho com a ponta da lingua e depois chupando deliciosamente, ficamos assim por um bom tempo as vezes ele lambia meu cu meu saco e chegava até meu pau, era demais. ele disse que queria me comer, me pediu por várias vezes mas eu disse que não pois nunca tinha feito isso, ele me punhetava e me chupava ao mesmo tempo, meu cuzinho piscava eu estava adorando quilo tudo, era tudo muito novo para mim, tudo muito novo! ele passou a chupar o meu cacete e enfiar um dedo no meu rabinho, que loucura! com muito jeito ele pediu pra colocar só a cabecinha na porta do meu rego sem enfiar, falei que sim mas sem penetrar, ele topou. assim ele pegou aquele pau duríssimo e apontou no meu rego, como combinado ele não forçou nada, ficou ali esfregando no meu cu e me punhetando, confesso que desse jeito eu gostei muito, era muito tesão. ele disse que ia gozar e eu pedir pra gozar na portinha do meu rabinho. gozamos juntos, ele me punhetando e esfregando aquela vara no meu rabo. gozei como um desesperado. não preciso nem dizer que foi ganho de causa e que ele não me cobrou nada, apenas mas alguns encontros em seu escritório mesmo, sempre com o mesmo respeito e sem penetrações. depois voltei em seu escritório mas ele não está mais lá, mudou sem comunicar nada, acho que para se preservar. o que eu entendo pois penso da mesma forma. família é tudo . sou do centro do rj, quem quiser manter contato ou falar sobre as mesmas experiencias fiquem a vontade. rayketo@hotmail.com

 

Final de ano

Final de ano, festas, família reunida, muita comida, bebida à vontade, gente bêbada exaltada, enfim, o contexto ideal pra a luxúria e o sexo desenfreado.
Todos os anos, minha família que é grande se reúne para comemorarmos o Natal e Ano Novo. Ficam em casa cerca de 60 pessoas, moro em uma casa grande e espaçosa, onde todos ficam bem acomodados.
Moro em São José do Rio Preto e como a cidade é muito quente, a maioria dos parentes já não agüentavam mais, tamanho calor. Decidimos então, irmos para um thermas, numa cidade vizinha.
Era uma quinta-feira, fomos em 5 carros, nem todos foram conosco. Entretanto, pai, mãe, irmãos, primos, tios e tias, todos contentes com a expectativa de um dia refrescante.
O dia transcorreu numa tranqüilidade absoluta e claro, a maioria encheu a cara, ficaram trebados de cair no chão e alguns parentes, cansados, decidiram ir embora. Ficaram além de meu pai, minha tia, tio, e três primos. Sim, todos eles na caminhonete do meu pai.
Como meu pai estava caindo de bêbado, meu tio foi dirigindo e sua esposa ao lado, e todos atrás. Eu acabei sentando no colo do meu pai, que estava de sunga e camiseta. Não falei de meu pai nem de mim. Ele é um sujeito normal, nada de barriga sarada, muito pelo contrário, possui uma barriga de chopp, altura mediana, nada demais, somente seu jeito hétero, viril, mandão e às vezes grosseiro.
Eu tenho, 1,70m, discreto, 75kg, fujo do esteriótipo gay, homem mesmo normal, mas que curte um outro cara do mesmo perfil que o meu.
Mas voltando, com todo o aperto e já cansados, meu pai e primos dormiram. Com o saculejo do carro, comecei a sentir que algo crescia na sunga do meu pai e espetava minha bunda. Tentei sair daquela situação, pois não poderia imaginar acontecendo nada com o meu pai. A distância entre o thermas e a nossa chácara era muito longa e eu ia escorregando pelas pernas dele e acabava sentado em cima de sua rola, que já se tornava um volume que não dava pra esconder e eu constrangido, com toda aquela situação, comecei a ficar nervoso.
Em nenhum momento da viagem, meu pai acordou ou esboçou algum movimento em que eu achasse que ele estivesse disfarçando, acordado, alimentando aquela situação.
Pelo contrário, meu pai sempre foi muito correto, severo, tinha um sono super pesado, além do acúmulo exagerado de bebida, que agravava sua situação.
Eu realmente não queria que aquilo tivesse acontecendo, ainda mais ali, com toda aquela gente do meu lado, a caminhonete estava lotada, não tinha muito o que fazer, estávamos em 5 atrás, então, vocês imaginam.
Até pelo próprio sacolejo do carro, aperto a situação se agravava e meu pai nada de acordar, para pelo menos perceber o que acontecia e perceber que eu estava atento ao que acontecia e tentava fugir.
Mas em vão, me peguei de pau duro também, pela primeira vez, sentindo tesão por aquela situação, errada claro e inusitada.
Nunca poderia pensar que ficaria de pau duro com uma situação como essa e ainda penso se foi de tesão pelo meu pai ou pela situação em si. Sinceramente não sei, muita confusão na minha cabeça e evito pensar
Só sei que naquela esfregação, meu pau durasso e eu tremia, me soltei. Me soltei e descansei no colo do meu pai. Escrevo isso agora, com um aperto no peito só de lembrar, como uma sensação de pecado ou coisa assim.
Mas me soltei, relaxei e minha bunda se encaixou perfeitamente no colo do meu pai. Eu sentia nitidamente o pau dele, que deveria estar pra baixo, apertando minha bunda. Naquele momento, o medo se instalou sobre mim, de de repente meu pai acordar, sentindo sua rola doendo por meu peso todo em cima dele, não tive dúvida, coloquei minhas mãos pra trás, levantei um pouco a sunga e num movimento rápido, puxei seu pau e o coloquei de lado, soltando a sunga. A sensação de pegar no pau do meu pai, foi indescritível, o pau que me fez há 28 anos atrás. Saber que foi dali que eu saí, mas enfim.
Nada, ninguém percebeu, nem meu pai demonstrou que tivera acordado. Voltei a relaxar novamente e senti sua rola agora pressionando a aba esquerda da minha bunda.
Eu não tentei mais nada. Por medo, pela sensação de pecado, de coisa errada. A única coisa que fiz foi chegar em casa e bater uma punheta, mas depois logo veio o arrependimento.
Chegando na chácara, meu pai estava muito mal, bêbado mesmo, já foi pro banheiro vomitar, dormindo o resto da tarde toda. Por isso, tenho a certeza dele não ter percebido nada.
Mas ao mesmo tempo fica uma dúvida. Será? Será mesmo que meu pai não percebeu nada? Eu já bolinei outros caras enquanto eles dormiam em casa e nunca ninguém percebeu.
Eu preciso não só achar, mas ter a certeza que não era a intenção dele, que foi algo instintivo.
Se eu gostei? Sinto um misto de arrependimento e sensação gostosa. Queria que isso se repetisse, mas não teria coragem de avançar mais do que isso. Pelo menos não por mim, talvez se ele quisesse, eu também ia querer, mas acho impossível.
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!

sexosalivento@yahoo.com.br

 

Mendigo pauzudo

É meu primeiro conto aqui, então vou me apresentar.
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Sou passivo e gosto de tipos convictos, daqueles ativos que não curtem pegar no pau do outro e que não ligam se o parceiro vai gozar ou não. Eu me entrego pra satisfazer o cara. Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, estivadores, chapas, esses tipos.
Entretanto, sou passivo, mas só para os caras de pau pequeno. Sim, não curto nada, um cara com rola grande, aliás, rolona só é bom pra chupar. No meu cu não tem vez. O cara pode insistir, dizer que põe só a cabecinha, que faz direitinho ou coisa do tipo que não cola. Não nasci ontem.  Sou fã de caras ativos, que possuem no meio das pernas, uma rolinha bem pequena. Fico malucão. Dou gostoso pro cara.
O que vou contar aqui é sobre minha primeira vez com um mendigo, morador de rua, destes que se encontram embaixo de marquises, enrolados em seus cobertores sujos.
Estava num local de pegação aqui da minha cidade, quando passei por ele. Ele me chamou, pediu uma ajuda, eu disse que não tinha nada naquele momento e dali engatamos num papo que terminou em casa, prometendo uma janta, banho, roupas e uma noite de descanso uma cama confortável e lençóis limpos.
Neste momento, não tinha falado nada pro cara que rolaria algo e nem ele desconfiou de nada, queria mesmo era comer algo, pois estava com muita fome.
Chegamos em casa, ele tomou um banho, dei uma camiseta e uma cueca bem larga e velha, que ficou quase caindo.
Dei a janta, ele repetiu, assistiu um pouco de TV e eu disse que ele poderia ficar a vontade, que eu iria dormir.
Fui pro quarto, ele disse que também iria. No começo dormi, mas logo acordei. Vi aquele negro, enorme, corpo forte, sarado, liso ali no colchão ao lado da minha cama. Ele estava num sono profundo, comecei a passar a mão pelo seu pau por cima da cueca larga, logo puxei um pouco e sua rola cheirando a sabonete surgiu.
Como era grande , comecei a punhetá-lo de leve, a cobra começou a dar sinal de vida, o mendigo acordou, pos a mão, impedindo que eu continuasse, ae eu disse pra ele deixar, que era coisa rápida, só o tempo de eu bater uma e gozar. Ele deixou, continuei com a punheta, fui abaixando e coloquei a boca, ele deu uma tremida, comecei passando a língua, o cara foi relaxando e ficando cada vez mais excitado.
Chupei muito o cara até onde conseguia, já que a coisa era muito grande e grossa, descomunal mesmo, chegando a engasgar várias vezes.
O mendigo gemia baixinho, não queria demonstrar que tava gostando. Isso me deixava louco, pois demonstrava que era macho mesmo e que só estava aceitando aquilo em agradecimento pela hospedagem.
Senti o corpo dele estremecer e percebia que o gozo tava chegando, intensifique a gulosa e o cara explodiu num rio de porra filho da puta. Pela experiência, não deixei escapar nada, o cara gozou fundo e o pau não descia. Chupei muito até amolecer totalmente, isso é algo que eu curto muito fazer após o cara gozar. Continuar chupando, mesmo mole, massageando com a língua, o cara tem que agüentar, aliás, tenho tesão por pau mole também, vai entender rs...
Fui ao banheiro cuspir todo aquele suco, peguei uma toalha e entreguei pro mendigo ainda deitado, todo desfalecido. Ele não disse uma só palavra, nem eu e também nem precisava.
Ele dormiu, eu ainda continuei olhando pra ele por um tempo, pois o cara era gostoso demais, puta que o pariu.
No dia seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, ainda dei uma belo café da manhã e me despedi daquele mendigo.
Ainda o encontrei uma vez na rua, ele me chamou, mas fiz que não o conheci. Será que ele estava com saudades do conforto ou da chupada? Isso nunca vou saber rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo, pai, cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!
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