Gay

Com o Filho do Patrão

Chamo-me roberto, tenho 27anos, tenho 1.85, corpo malhado, olhos e cabelo castanho e uma pessoa trabalhadora. Lá estava eu em mais um dia de trabalho na mansão da família Silva, meu trabalho era proteger o filho do senhor Júlio Silva, chama-se Carlos e tem 18 anos, tinha que andar sempre atrás daquele garoto mimado o dia todo, leva-lo as compras, colégio, até em casa não podia sair perto dele.

Dessa vez, estava o menino Carlos num colchão insuflável na piscina a apanhar banhos de sol, na berma da piscina tinha que estar eu, uma empregada para quando ele saísse da agua ter uma toalha e a Cláudia, a governanta que me da o maior tesão. Eu e a Cláudia mantemos um relacionamento secreto pois se o senhor Silva soubesse do nosso relacionamento íamos os dois para a rua.

De repente reparamos que o Carlos adormeceu e decidimos arriscar e sair de la por 5 minutos e aproveitar aquele tempo para estar com a Cláudia, fomos para a cozinha e estava ela em cima da mesa e eu agarrado a ela no maior clima até que ouvimos algo a partir atrás de nos, viramo-nos e encontramos Carlos na porta e com um ar irónico disse:

-UPS! Caiu…
Nossa nos gelamos e aquele puto mimado ainda acrescentou:
- acho que alguém ainda vai ter problemas… e se não apanharem os vidros vai ser pior!
Nem pensamos duas vezes, baixamo-nos e apanhamos os vidros mas quando reparei, o Carlos já estava a ir na direçao do escritório do pai, tinha que agir e fui atrás dele…

- por favor Carlos, finja que não viu nada, peço-lhe por favor, faço tudo o que voce quisere mas não contes ao seu pai.
- hummmm não sei
- por favor, faço tudo o que me pedir
- Hum... Tudo mesmo?!
-Sim, Carlos faço tudo o que quizeres
-Mais agora nada me vem em mente... vou tomar banho, e acho bom voce me acompanhar.
Aquele garoto sabia me tirar do serio, não sabe ter uma conversa com ninguém. mas tive que ir atrás dele como manda o meu trabalho.

Ele entrou no banheiro e eu fiquei na porta como sempre, mas enquanto ele estava la dentro, chamou-me, e eu claro que obdeci, entrei e encontrei-o completamente nu deitado na banheira. Fiquei meio sem jeito, eu devia-lhe respeito e ele estava ali completamente nu.
-Roberto, chega aí a minha toalha…

E eu peguei na toalha e fui ao pé da banheira e ele levantou-se e saiu. No entanto eu ia sair da porta e ele me chama outra vez e diz-me para ficar la. Achei muito bizarro ficar a ver o filho do patrão a secar o corpo e a vestir mas ordens são ordens.
e para me provocar o Carlos deixa cair a toalha e eu em um ato instintivo viro a cara, e ele diz:
- olha para mim roberto! Não te mechas! Se tu sais daí eu vou contar tudo ao meu pai!
Não sabia o que ia sair dali mas obedeci. Aquele puto mimado começou a roçar-se em mim, a passar-me a mão, a efregar-se no meu corpo, parecia uma stripper num bar e eu era varão. Achei aquilo nojento pois sou hetero e aquilo fez-me muita confusão, até que ele senta na cadeira e começa a bater uma ponheta a minha frente, e eu ali sem poder mecher. Ele gemia muito como uma verdadeira puta...

E eu comecei a ficar com o pau duro, achei muito estranho pois não sou gay nem nunca tive dessas experiencias. Depois ele levanta-se, vem ter comigo, mete a mão dentro dos meus boxeres, agarra o meu pau completamente duro e vem-se para cima das minhas pernas, manchando as calças todas. Depois manda-me sair.

Fiquei a noite toda a pensar naquilo e fiquei com nojo de mim próprio, ao mesmo tempo que a lembraça do que tinha ocorrido me causava certa excitação...
No dia seguinte fui chamar Carlos a cama como de costume para ele ir para o colégio e ele levantou-se completamente nu e deu-me um beijo na boca e deu-me os bons dias. Fiquei mais uma vez com raiva dele e agarrei-lhe a mão com força e disse

- seu viadinho de merda! O que é que você quer? Eu não sou como tu! Vais parar com essas merdas!
- hey acalma aí é melhor larga-me antes que eu grite!
- desculpei-me! Largando a sua mão
Ele apalpa-me a bunda e disse
- espera-me no carro!

E assim foi, levei-o ao colégio como sempre e estava tudo calmo, depois fui busca-lo e quando vinha-mos a meio do caminho, perto de uma mata, ele diz:
- vira aí nesse caminhinho
- porque?
- primeiro porque eu estou mandando e segundo ontem perdi aí uma coisa

Andamos mais 2 ou 3 minutos e paramos o carro la no meio da mata, saímos e ele mandou-me procurar por um anel, enquanto eu andava de joelhos a procura ele sentou-se em cima do capô do carro. Até que me pediu para procurar atrás do carro e eu fui.

Finalmente encontrei o maldito anel! E caminhei para a frente do carro e vi o Carlos nu, deitado em cima do carro, o questionei sobre o que ele fazia naquela mata !? e porque o anel de formatura do pai dele estava perdido ali, mais uma vez ele mimado e mal educado me responde.
-Não é da sua conta Roberto, o que fazia aqui, esquece isso e vem roberto, Vem foder-me.
- ta maluco Carlos, não sou viado não!
- vem meu cuzinho não aguenta mais ele quer seu pau, aproveite que estou aqui a me oferecer a ti.
- não vou, deixa de ser viado
- olha que eu conto para o meu pai

- Carlos chega de chantagem, não vou fazer nada consigo.
E ele começa a meter 2 dedos na bunda e a gemer muito enquanto estava de costas no capô do carro com o peito apoiado no carro e me olhando por cima dos ombros e o meu pau cresceu novamente, não aguentei ver aquele viado a contorcer-se de prazer e num impulso, tirei meu pau para fora e comecei fui em direção a ele, enfiei meu cacete dentro daquela bunda, meu pau ja estava tão melado que enfiei-lhe a seco e comecei a foder-lhe com ódio, com raiva e quanto mais eu ficava com raiva mais ele gritava e ria na minha cara, aquilo estava me deixando louco já, aquele viadinho mimado estava a me desafiar.

Comecei a dar-lhe porrada e ele sempre a pedir mais comecei a fuder com gosto a dar bombadas como munca havia feito antes, ate porque as mulheres não gostam que eu as foda com força, tenho um pau relativamente grande, estava gostando tanto de fuder aquele rabo que nao me segurei e bombei até que gozei no seu cu e ele me empurrou, meio que pra se livrar do meu pau, levantou-se e sentou vestiua apenas a calça e caminhou sentando se no banco ao lado do condutor
Eu fui atrás e sentei-me no meu lugar logo depois é claro de ter vestido minha roupa, ele ordena-me que conduza enquanto eu saia com o carro ele começou a acariciar meu pau por cima da calça, eu ja estaa entregue a putaria e o deixei brincar com meu material, ate que fiquei excitado mais uma vez e ele entao começou a chupar meu pau enquanto conduzia… ele chupava muito bem….
fala serio ele me chupou como nenhuma mulher havia feito até hoje, era bom demais,Não aguentei e gozei na sua boca. Enxi a boca do patrazão com minha porra, e saiu muita, ele como um bom puto limpou tudinho com a boca, nao deixando escorrer nada.

Hoje somos amantes e deixei a Cláudia para passar a foder o filho do patrao, tudo no mais absoluto sigilo é claro.

FIM
(As diferenças no escrever, é pelo fato de eu ser a ca de Portugal)

Xandão, um carioca fudedor (Ensinando o primo a ser comedor)

Igor era um primo de Xandão, filho de uma tia que morava em Paracambi, interior do estado. O garoto acabara de completar 18 anos e precisava ficar 2 dias no Rio, para se alistar na Aeronáutica. Xandão chegou em casa e se deparou com o garoto na sala vendo tv, sua mãe lembrou q tinha avisado que o primo chegaria, mas ele havia esquecido. A ultima vez que tinham se vista fazia 10 anos, o garoto ainda era uma criança, mas agora tinha crescido e, aos 18 anos era um belo moreno de 1.77, 74kg, cabelo moicano olhos castanhos feito o dele.
“ Fala tio, blz?”disse Igor.
“Não sou seu tio seu mané, sou seu primo”, respondeu Xandão,achando engraçado o jeito do muleque.
E prosseguiu:
“Cara vc pretende se alistar usando esse cabelinho estilo Neymar?! Vão te zuar muito lá...”
“É mesmo né, primão...Depois penso no que fazer então”, respondeu Igor passando a mão no cabelo.
Trataram logo de ir caçar um video-game p jogar enquanto a mãe de Xandão terminava o jantar. Xandão quis saber como era a vida em Paracambi e o primo relatou q a cidade é pequena e sem grandes opções de lazer e balada, mas que tinha umas garotas lindas e aproveitou p falar das que ele já havia ficado. Xandão se interessou e deu um tom mais sacana ao papo, querendo saber onde ele levava as meninas qdo queria sexo, e sorriu qdo o garoto soltou, sem a menor cerimônia, que o motel mais comum da cidade era mesmo o matagal. Aquele papo estava divertido, Xandão contou q já levou muitas meninas tbem p matagal e meninos também. Igor parou a jogada do video-game e encarou o primo, com expressão de susto e disse: “ seu palhaço, tá falando bobeira só p eu perder a jogada, mas não vai adiantar, eu vou te ganhar”.
“É sério cara, aqui no bairro mesmo tem um, o Marcelo, esse eu pego toda semana, ontem mesmo eu passei a vara nele, é um cara casado e se amarra na putaria. Tudo na encolha, é claro, no sigilo total.”
“Caraca primão, que maneiro! Eu tenho muita curiosidade, mas não faria nada por lá. Já aqui no Rio, uma cidade maior eu teria coragem de ver qual é...” respondeu Igor.
“Cara, então amanhã vou te levar p fuder o rabo do Marcelo junto comigo, vc vai curtir, pode ter certeza.”
“ Mas vc já não comeu ele ontem? Será q ele vai topar dar p 2?”
“O cara faz o que eu mando, vc vai ver, sem falar que ele tem uma bunda que é uma delícia.”
As 21 h do dia seguinte Xandão e Igor estavam na mercearia de Marcelo, o vizinho evangélico.
“Aí Marcelo, esse é o Igor, meu primão, resolvi oferecer seu rabo carnudo como boas vindas p ele, vc vai ser bem obediente a ele como é pra mim.” Decretou Xandão ao parceiro, que deu um sorriso constrangido e balançou a cabeça concordando. “ Pra começar, pega logo lá umas cervejas p gente”, concluiu.
Igor e Xandão aguardavam Marcelo voltar com as cervejas, estavam somente de sunga e sentados, Marcelo os serviu e nosso fudedor ordenou que ele logo iniciasse a sessão de boas vindas, mandando o parceiro ajoelhar e lamber os pés de igor e depois ir subindo. Marcelo começou pelo pé esquerdo, deu um trato de lingua: lambia, beijava, acariciava, esfregava o rosto naquele pezão moreno, beijava mais, lambia mais e mais. Igor suspirava parecendo não acreditar na cena, olhava para o primo e sorria com cumplicidade. As linguadas de Marcelo eram quentes e ávidas e chegaram até suas coxas, o garoto logo tirou a sunga e sua pica ficou livre, para logo ser abocanhada avidamente pelo parceiro. A pica de Igor tinha 17 cm, não era, portanto, tão avantajada quanto a do primo, mas era bastante grossa, daquele tipo q arregaça na entrada, e era do tipo babona, saía muita baba pelo orifício. Memso não sendo tão grande como a de Xandão, era ainda muita carne, Marcelo teve dificuldade p mamar aquilo tudo, mas tentava de todas as formas... Viu Xandão cochichando algo no ouvido do primo. Nesse momento, Igor o agarrou pela nuca e forçou ainda mais a sua cabeça a mergulhar profundamente entre suas pernas até o nariz de Marcelo encostar em seus pentelhos, fodia sua boca fazendo movimentos pra frente e pra trás, segurava novamente seus cabelos e indicava a direção do saco, Marcelo passava a sugar suas bolas, até conseguia abocanhar as duas de uma só vez,fazendo Igor gemer gostoso. Xandão não se contentou em somente assistir e posicionou-se ao lado do primo, fazendo com que Marcelo tivesse agora duas picas p dar conta, duas picas morenas, uma grossa e comprida que ele já conhecia tanto, e agora uma outra, um pouco menor, mas tão saborosa quanto. As duas ali, assustadoramente rígidas feito rocha, dois verdadeiros trabucos pendurados entre as pernas de dois machos sedentos feito touros no cio, o cheiro das virilhas dos dois se misturando, Xandão dizendo as putarias de sempre, que ele tanto gostava de ouvir, seus cabelos sendo puxados ora por um ora por outro, tapas bem dados com mãos ásperas estalando em seu rosto, sem falar das pirocadas q recebia contra o rosto e da baba q as picas expeliam e que ele adorava e tratava de sorver tudo enquanto mamava com devoção e êxtase. Marcelo estava mesmo com sorte.
“Ae primão, viu como meu vizinho é chegado numa pica? Vc vai se fartar de comer esse cuzão, ele aguenta pirocada na moral. Não é Marcelo?”
“ Encaro essa pica a 8 anos e cada dia Xandão me come mais gostoso.” Disse Marcelo, sem perder a concentração no boquete q fazia.
“Então tá na hora do meu primão arregaçar essa bunda branca de chefe de família também!” decretou Xandão. Marcelo sabia q não seria facil encarar uma pica tão grossa, mas não questionou, pois já conhecia o temperamento de Xandão e não estava a fim de apanhar na frente de Igor. Só pediu implorou para que usassem gel lubrificante, mas Xandão decidiu que apenas uma salivada no cu já seria o suficiente e, de quatro no tapete, Marcelo começou a sentir o pau duro e latejante de Igor ir entrando com firmeza, abrindo caminho de forma meio desajeitada pelo seu cu, que ainda se encontrava dolorido devido a surra de pica que Xandão havia lhe aplicado na noite anterior. Sentia cada centímetro da pica inchada ir deslizando p dentro até sumir, suava frio e se contorcia, tentando se adaptar àquele invasor, o garoto metia com cautela e isso deixava Marcelo até tranquilo, mas Xandão logo começou a sugerir que Igor fosse mais malvado... Então estocadas começaram a ficar mais vorazes. Igor, cada vez mais animado, bombando com força e comentando com Xandão como a bunda de Marcelo era branquinha e grande e como o cuzão era quente e guloso. Xandão concordava com tudo e mandava então Igor tirar e meter novamente até o talo e o garoto obedecendo, todo eufórico por estar comendo o primeiro rabo de sua vida. A tora grossa do muleque vai abrindo o cuzinho rosado e dolorido, entrado, saindo, mexendo pra lá, mexendo pra cá. Marcelo geme indefeso e logo sua boca é preenchida pela pica de Xandão.
“ Tá adorando ser fudido por duas picas pretas né minha putinha! Levando no rabo e levando na boca igual uma vagabunda!” Xandão debochava enquanto forçava a pica cada vez mais fundo na boca do parceiro, que gemia, grunia, suava e arfava de tanta pirocada ao mesmo tempo.
“Come ele de frango-assado Igor, essa puta adora!” disse Xandão para logo em seguida perceber que o primo não sabia o que era isso.
Foi preciso nosso fudedor posicionar Marcelo arreganhado no tapete e determinar que Igor prosseguisse com as pirocadas. Marcelo foi enrabado novamente, dessa vez cara a cara com Igor, que tinha no olhar um mix de euforia e tesão. Xandão até pensou numa dupa penetração, mas desistiu da idéia pq Igor era inexperiente demais e poderia tumultuar a ação e tbem pq o cu de Marcelo ficaria deformado após ser atacado por duas picas tão grossas ao mesmo tempo, e cu largo o nosso fudedor não curte. O jeito era ir um por vez mesmo, logo encapou seu pau e Igor saiu para que ele pudesse ocupar seu lugar, e assim seguiram se revezando e mandando vara na bunda de Marcelo, que apesar do incômodo da posição, estava adorando aquela sova de pica e, mesmo se não tivesse gostando teria q suportar tudo caladinho, as poucas vezes q resolveu dizer um não a Xandão levou 2 bofetadas q a cara ardeu durante horas seguidas. Os dois primos não tiveram piedade, ainda comeram Marcelo de pé apoiado na mesa, mandavam ver no cuzinho já sofrido de Marcelo que suas pernas tremiam, a mesa rangia, ele queria gritar, mas tinha que se contentar em gemer baixo para não chamar atenção. Igor tirava e logo vinha Xandão,jogaram Marcelo de quatro no tapete novamente e prosseguiram com a surra de pica por mais 30 minutos. O gran-finale foi os dois machos jorrando leite farto na boca, no peito e no rosto de um Marcelo. Coberto com tanta porra, ia ter q tomar um banho ali mesmo, no escritório do mercadinho, pois não tinha condições de sair a rua e nem chegar em casa naquele estado... parecia que tinha vindo de uma batalha. E de fato participou de uma, uma batalha onde manda quem pode e obedece quem tem juizo.

junior.mpg@hotmail.com

Xandão, um carioca fudedor (Maltratando o vizinho)

Xandão, nosso carioca fudedor ainda morava na mesma rua tranquila, no subúrbio de Anchieta, na mesma casa onde fui criado. Dos caras que ele tanto comeu, agora só tinha o Marcelo morando ali, esse já estava com 29 anos, casado, e ainda evangélico, se preparando para ser pastor da igreja e já era dono de sua própria mercearia. Ainda continuava achando que fuder com Xandão era coisa do demônio, mas ainda se pelava de medo do cara. Medo e tesão é claro, pois bastava o macho marcar que Marcelo topava.

Os encontros agora rolavam na mercearia, após as 20h. Xandão estava mais mandão do que nunca, exigia cerveja geladinha, queijo e azeitona para se deliciar enquanto Marcelo lambia seus pés e depois mamava sua pica como se fosse uma cabritinha faminta. Xandão dizia: “ isso putinha, mama esse picão que faz vc gemer a anos, mama” e ele aboncanhava os 22cm do parceiro com vontade, engasgava e lacrimejava. Xandão ainda tinha por hábito bater com a pica na cara dele e depois afastar girando pra lá e pra cá fazendo com que ele ficasse tentando abocanhar de novo. Quando tinha a pica de novo na boca, Marcelo fazia tudo para agradar o parceiro, mas certa vez não aguentou tanta pica na boca q teve uma ânsia e acabou sujando Xandão. Levou 2 tapas q chegaram a estalar. Depois desse epísodio, Xandão ficou 1 mês sem procura-lo.


Trancados no mini escritorio no fundos da mercearia, Xandão, como sempre, mandava. E Marcelo obedecia. De quatro no tapete, rabo empinado e a boca dormente de tanto mamar, Marcelo sentia o cacete escorregar dentro de si. Xandão empurrava a pica com a competência de sempre e ia até o fundo do parceiro, arregaçando suas pregas. Tirava o pauzão e tornava a meter, fazia isso várias vezes deixando Marcelo alucinado. Xandão alternava os movimentos de vai e vem e tambem remexia os quadris, movimentando a pica dentro do cu do parceiro de maneira espetacular. As estocadas fortes e viris não paravam, Xandão agora segurava forte na cintura de sua presa e bombava como um touro no cio, fazendo Marcelo se sentir dilacerado. “Toma nesse cu seu puto. Rebola na vara do seu macho preto, seu viadinho”.

Nosso fudedor sabia que Marcelo já era propriedade dele e que ele podia fazer o que bem entendesse na hora do sexo q seria obedecido, por isso, carcava mesmo seus 22 cm no parceiro sem piedade e adorava ouvir os gemidos aflitos e constantes. Marcelo despertava nele um tesão especial pelos seguintes motivos: tinha um cu profundo, uma bela bunda, era casado com mulher e, além disso, era másculo e evangélico. Chegava a comer Marcelo por 45, 50 minutos a 1 hora e só parava quando muito bem entendesse, e o resultado era sempre o mesmo: Marcelo indo para casa com o corpo entorpecido, cu latejando e ardendo e na boca o gosto de leite do macho que o acabara de devorar.

junior.mpg@hotmail.com

O 40tão do msn

Bom, eu tenho um amigo meu ativo, que mora em Criciuma SC, e um dia ele chegou no msn me convidando pra ir na casa dele, eu aceitei
Quando chegamos la, começamos a conversar sobre nossas vidas, sobre assuntos intereçantes enfim.
Conversa vai conversa vem, ele me convidou para conhecer sua casa.
Quando chemos em seu quarto, ele me agarrou por traz passando seu nariz e dando beijinhos na minha nuca, enquanto isso ele tirava minha blusa e passava a mão pelo meu corpo,
ele me jogou na cama e começou a beijar minha barriguinha e ia descendo até a calça e foi tirando
me deixou so de cueca e começou a tira-la tambem, enquanto isso eu admitava tudo aquilo com o maior tesão.
Quando ele tirou minha cueca começou a passar a lingua no meu cuzinho deixando ele bem molhadinho, e eu gemia muito alto
Depois ele me colocou de 69 com ele e ficamos nos chupando por um tempo, e depois ele me pôs de lado e começou a penetrar seu pau de 17 cm grosso no meu cuzinho
eu gemia muito e ele adorava ouvir meu gemidos, ele falava no meu ouvindo que queria que eu gemesse, mais e mais.
Ele começou a me penetrar tão rapido que meu olhos viravam de tesão, eu nunca tinha transado com um homem tão experiente quanto ele, ele me fez ver estrelas na hora
Depois que terminamos, dormimos..
E eu acordei e comecei a mamar ele enquanto ele dormia tranquilamente, até que ele acorda e começa e ele começa a chupar meu cuzinho, ele me fez eu gozar muito
gozei tanto que meus olhos viravam de tanto tesão no momento.
Foi a transa mais gostosa que eu ja fiz, hoje ainda mantemos contato, mais nunca mais tivemos uma foda como aquela
sempre penso em tudo o que aconteceu e me masturbo com dois dedinhos no cuzinho.
fim.

A três é bem melhor - Parte II

Pois bem macacada!! Ja dei uma voiltinha por aqui com o meu primeiro conto ( http://www.casadamaite.com/node/14356 ). Espero que quem tenha gostado, mas como eu disse que escreveria o restante do babado depois aqui vai.

Depois de ter feito que os dois derramassem todo o seu esperma em mim, fui para o lado de Guilherme. Seu mastro estava meramente mole e mesmo assim cai de boca e o chupei mais um pouco. Ele disse: - Mais?! E eu respondi que so estava começando ele resovel se entregar e o seu mastro começou a dar sinal de vida. Nem me importei com o fato de o seu pau ainda esta um pouco melado de porra. Isso me agradou ainda mais. Sem falar que minha boca estava gozada. Aquilo me encheu de prazer. Enquanto o chupava nem me dei conta que estava para gozar. Arthur percebendo, correu para o nosso lado e deu um jeito para me chupar. Affs!! Gozei em toda a sua boca, gemia com muito gosto, mesmo com a boca cheia de neca.
Logo de gozar e perceber que o pau do Guilherme estava pronta para mais um momento de prazer, peguei a camisinha que ficava no criado mudo e coloquei na pica dele. Mesmo depois de colocada fiz questao de dar uma chupada rapida. Bejei-o e começei a enterra todo o seu mastro dentro de mim. AH!! Gritei. Como tava gostoso e sua pica era MARAVILHOSA. Percebendo que eu nao ia aguentar ali no seco, só com a lubrificalção da camisinha. Ele pegou seus dois dedos, fez com que eu os chupa-se e depois passou pelo o meu anel, que ja estava piscando de prazer. Enquanto isso Arthur se masturbava sentado no canto da cama. Com muita coragem o mastro do Gui, entrou. Ai, foi um alivio poder sentir todo aquele poder dentro de mim... Depois de umas galopadas, pedi para que o Gui se sentassem. Fizemos isso com todo o cuidado para que o seu pau nao saisse dentro de mim e me machucasse, mais do que ja estava. Ele sentou e nos beijamos. Depois do beijo disse: - Aconteça o que for nao goze dentro de mim!! Ele somente confirmou com a cabeça. Olhei para o Arthur e com um gesto com a cabeça pedi que ele juntasse a nós. Ele ficou de pé. Eu começei a rebolar e a me mecher naquel mastro gostoso. Arthur empinou a bunda e o Gui caiu de boca nela e eu no pau dele. Ficamos nessa posição por uns 15min. Depois trocamos. Ficamos deitados eu e o Arthur. De costa um para o outro. E ele começou a me bombar. Dizem que de ladinho é a melhor posição para se dá um cuzinho e naquele momento eu comprovei. Fiquei com uma perna levantada, enquanto toda aquela maravilha de 23cm me literalmente ARROMBAVA. O Guilherme veio e enfiou toda a sua pica na minha boca. E por la ficamos... Que delicia!!
Com eles experimentei algo novo. O Guilherme ficou deitado na cama, e fui com tudo para cima de sua pica e pedi que com todo o cuidado o Arthur viesse por traz de mim. E assim foi. Duas PICAS, ENORMES DE GOSTOSA, me fudendo completamente ficamos somente por uns cinco minutos e olhe lá. Elas são bastante grossas e grandes nao tava mais aguentando...
Ok e chegamos ao grande final.
Demorei um pouco para me recuperar. Os dois estavam em pé. Depois me sentei no chão e me encontrei na cama e começei a me masturba. Eles começaram a fazer o mesmo, ainda dei uma bela chupada neles. Quase nao conseguia me mecher. Meu cu doia muito. E quase que em um sincronismo perfeito gozamos juntos. O primeiro foi o Arthur e em questao de poucos segundos o Guilherme, os dois juntos me melaram todo com os seus jatos de porra. Gozei, que acabei me melando tambem. Depois fomos para a cama. Um beijando o outro, os corpos se melando com a mistura de porra e suor.

Ai foi simplesmente tudo.

Terminamos com um belo de um banho. E é claro que ao senti coisas por traz enquanto eles lavavam o meu "cuzinho", fiz questão de dar uma bela de uma chupada neles.

Sim afirmo. Eu AMO PAGAR UM BOQUETE!!

Alguem afim de que eu pague um??

Bjs...
By.: passivodmanaus@hotmail.com

Chupando o velhinho na rua

Como costumo me apresentar em todos os contos, curto sexo fácil. Passei na rua, olhei, gostei, fui. Simples assim e rápido também rs...
Os tipos que eu curto são bem abrangentes, quase não faço assepção. Sendo homem, nada efeminado, to dentro.  Nada de preconceito, é tesão mesmo.
Sou um cara de família, pacato, quieto, mas esse meu jeito meio mineiro, esconde o vulcão que eu sou na cama e o tamanho da minha devassidão. Sou homem porra, gay, mas homem e gosto da coisa, gosto de sexo tá ligado. Sexo com muita saliva, curto que cuspam em mim, que mijem na minha cara. Porém claro, o cara tem que fazer tudo isso com muito carinho, com cara de safado, nada disso de bater ou humilhar, apesar de ter apanhado na cara uma vez de um louco que me comia e de repente começou a me bater, parei na hora e a gente quase saiu no tapa. Tudo tem um limite!
Sempre andei a noite, pelas ruas próximas de onde moro, a procura de sexo. Nada de shortinhos curtos, quase nu, nada disso. Garotão mesmo, camiseta, bermudão e chinelo.
Passei por uma rua e vinha em minha direção um senhor de meia idade, normalzão, de calça de moleton branca. Passamos um pelo outro, nos entreolhamos, olhei pra trás ele Tb me olhava. Andei mais um pouco, olho pra trás e ele novamente estava me olhando.
Na esquina, contornei o quarteirão e percebi que ele também o fez. Na outra esquina, ele veio em minha direção, fomos chegando devagar, já estávamos num local meio escuro e já fui pegando no pau dele ainda mole, sem dizer sequer um oi, uma só palavra, nada.
Ele disse que precisávamos de um local mais tranqüilo, pois ali, alguém poderia ver. Logo achamos uma casa sem portão, entramos, já fui abaixando aquela calça e encontrando uma rola grande, grossa e cabeçuda. Não tenho a sorte de encontrar nunca, um cara de rola pequena pra me comer viu, uma merda esse azar. Mas voltando. O senhor, apesar da idade, cuidava do pauzão, tinha os pelos aparados, as bolonas lisas e aquele cheiro característico de rola lavada e guardada ainda úmida. Chego a salivar aqui só de pensar.
Já fui abocanhando, nada de só lamber a cabecinha. Fui engolindo o máximo que conseguia, esfregando meu nariz naqueles pentelhinhos, massageando minhas amígdalas com aquela cabeçona.
O senhorzinho gemia muito coitado, nunca deveria ter sido chupado como daquela vez.
Ele pegava minha cabeça e empurrava pra que eu engolisse ainda mais, percebi que ele gostava que eu fosse fundo. Uma lágrima descia pelo meu olho, tava engasgado com aquela jeba, mas é disso que eu gosto.
Pegava na bunda dele e trazia fundo pra mim. Passava a mão pelo corpo dele, apertava seu mamilo, ele gemia. Dizia que era pra não parar de chupar, que eu chupava como ninguém e talz, isso eu já sabia rs...
Só sei que o velhinho gozou gostoso, na minha boca, ficou mole, chegou a bambear, se agachou, sentou no chão, balbuciou algo que não entendi.
Levantei e fui embora, deixando aquele senhor lá, feliz e cansado. Meu serviço já estava feito e eu satisfeito, não tinha o porque permanecer ali.
sexosalivento@yahoo.com.br

Pupilo aplicado

Depois do meu primeiro conto que contei como um aluno me seduziu(lógico que adorei), neste momento me sinto obrigado a compartilhar com vocês, leitores, de uma experiência que acabei de ter( faz exatamente quinze minutos), na verdade, duas experiências. A primeira começou quando fui trabalhar hoje(dia de prova). Ia chegando em uma sala, vi um aluno, moreno, alto, barriga tanquinho; quando passei por ele falei: é hoje hein? Referindo-me a prova que teria em sua turma dali a poucos minutos. Ele me olha com cara de sem-vergonha e reponde: Vai ser hoje mesmo, com um ar de safado na cara.

Assim que ele terminou de fazer a prova( foi o primeiro), me disse que iria esperar todos saírem p eu poder corrigir a prova dele. Respondi q ñ iria corrigir a prova de ninguém naquele dia, pois já era dez horas da noite, mas ele nem deu ouvidos e ficou. Assim q todos saíram ele perguntou c eu já ia p casa, pois ele mora na mesma direção q eu. Saimos da escola e fomos. Assim q ia chegando perto a minha casa ele perguntou c poderia tomar um suco. Eu, como uma pessoa com um bom coração(kkk), disse q sim. Ele entrou em minha casa, elogiou e ficou assistindo tv enquanto eu preparava um suco. Depois de tomar, ele me pergunta c tem um “filminho” legal p assistir. Me fiz de desentendido e perguntei: Q tipo de filme. E ele me responde sem titubear: Pornô. Eu disse: espera aí q vou pegar.

Quando o filme começou, ele olhava p mim com olhar de ‘ e aí?’ Ai ele começou a acariciar a mala dele, passava a mão e dizia: acalma criança. Eu perguntei: A criança ta querendo ficar nervosa? Ele disse que tava. Eu disse a ele: espera ai  q vou acalmar ele. Neste momento passei a mão em seu cacete q já tava duro, ñ era muito grande, mas dava p dar muito prazer, comecei a acariciar seu membro e logo em seguida coloquei ele na boca. O garotão gemia de prazer, suspirando profundamente e gemendo baixinho, enquanto eu passava a língua pelo seu pau, bolas e sugava tudo engolindo até tocar o fundo da garganta. Ai ele falou: assim vc ta me deixando louco, tira essa cueca logo e vira ak. Tirei a cueca e fui pegar preservativo e lubrificante. Rapidamente ele colocou o preservativo eu fiquei de quatro em cima da cama e ele em pé e começou a forçar a entrada do seu pau. Como estava bm lubrificado, entrou rapidinho e logo ele estava bombando dentro do meu cu, levando-me a loucura, pois adoro um cacete invadindo meu cu, me explorando, me rasgando, me fazendo sentir como uma putinha. Logo em seguida sinto que ele começa a bombar com mais força e mais rápido e sinto que ele gozou, porém me impressionei quando ele continua a meter até ñ aguentar mais até depois de gozar. Assim q ele tirou vi a camisinha cheia do sue leite. Ele foi tomar banho e depois foi p casa.

Depois disso, peguei o celular e mexendo na agenda telefônica vejo o numero de um ex-aluno meu muito gostoso e resolvo ligar. Quando ele atende... ( Vou deixar vcs curiosos, mas só vou contar no próximo conto, pois agora é uma hora da manhã, e depois de duas fodas preciso descansar para ver o que rola amanhã)...

MSN: claudio.lina@hotmail.com
E-mail: claudioliveira10@gmail.com

 

Quando o virtual se torna Real

Sempre publiquei contos na net, mais até então grande maioria era ficção, até que certo dia...

Estava eu na minha casa conversando com amigos no MSN, quando alguém pede para ser adicionada a minha lista de amigos, tudo bem aceitei o convite, passados alguns dias já até tinha me esquecido que tinha adicionado aquela pessoa quando ela puxa conversa comigo, e começou o assunto dizendo ser hetero, e que um amigo havia mostrado a ele aquele site de contos, enfim... Depois ele me relatou que tinha um cara na escola dele, que ele morria de vontade de comer o cara, pois era um moreninho muito gostoso e que ficava atiçando ele e eu por minha vez acabei me interessado pela historia do cara, o aconselhava conversávamos muito e sobre tudo, foi assim por alguns dias.

Depois de algum tempo de amizade, ele me pediu uma fotografia minha, enviei nunca tive problemas com isso, era apenas uma foto minha sorrindo, depois que enviei a foto à conversa mudou ele passou a se insinuar pra mim, e eu como não perco tempo também me atirava nele, porem até então na brincadeira... Conversamos por alguns dias, e comecei a me apegar aquela pessoa, o que era errado pois sou de Goiás, e ele mora no Rio de Janeiro, começou a me contar de sua vida, tínhamos conversas serias, entre uma sacanagem e outra, ele era filho mais novo, tinha mais ou menos 1,76 de altura, pesa 72 kilos, um moreno pardo de olhos esverdeados, um sorriso lindo, na época tinha 18 anos de idade, e por esse motivo também, não poderíamos nos ver, pois ele tinha que estar no batalhão... E o tempo foi passando, e eu ficando com excitação naquele cara, nunca nos víamos pela web cam, apenas por fotos, pois a maioria das que ele entrava no MSN era pelo celular, estava começando a questionar se aquele carinha estava mentindo pra mim ou não.

Chegamos a um ponto onde ele já sabia meu endereço, minha rotina, minhas preferências, sempre nos falávamos por telefone, e nos chamávamos de amor, era um verdadeiro namoro a longa distancia, foram passando-se os meses, algumas vezes brigávamos, quando ele me dizia que algum amigo dele dizia que relacionamentos começados na net não dão certo, mais logo fazíamos as pazes, pois eu detestava ficar brigado com ele, me sentia até mal... Esqueci de me apresentar me chamo Junior tenho 20 anos de idade 1,83 altura, peso 85 kilos sou moreno tenho cabelos curtos, olhos de um castanho quase negro, sorriso lindo, lábios carnudos, enfim eu e o Igor (nome fictício) fazíamos planos de morar junto, e tudo mais, porem faltava uma coisa estar próximos um do outro, eu já morava sozinho era totalmente independente mais queria ele ao meu lado... Chegou o fim de ano, eu trabalho em uma indústria, e finais de ano são terríveis, pois aceleramos a safra para podermos finalizar antes da segunda quinzena de dezembro, pois bem, era dia 18 de dezembro, eu tinha ido no meu carro pra industria, quando chegava em casa já se passavam das 23:00 eu estava cansado demais, e notei que havia um homem parado ao meu portão pela hora que era fiquei um tanto quanto receoso, pois poderia ser um assaltante, pois bem fui reduzindo, e ao me aproximar da figura que se fazia conforme o farol do carro iluminava a entrada da casa, fiquei em choque quando percebi quem era, eu simplesmente não acreditava que o Igor, meu tão amado Igor estava a me esperar no portão da minha casa, desci do carro que nem o desliguei e corri para um abraço que foi imediatamente retribuído, sua risada, ao pé do meu ouvido me extasiava de tal modo que me sentia a pessoa mais feliz do mundo só por ter abraçado aquela pessoa com quem fiz tantos planos.

Eu estava tão animado que nem percebi suas malas ao chão quando as vi só consegui abrir um sorriso, dando boas vindas a aquele cara que eu tanto queria me entregar, abri o portão ele entrou e eu me lembrei do carro ligado, o guardei na garagem e entramos em casa, quando fechei a porta fui surpreendido com um beijo, que tinha sabor de amor, foi o melhor beijo da minha vida até aquele dia, fiquei com minhas pernas bambas, ele me envolvia com os braços mordiscava minhas orelhas dava chupões no meu pescoço, eu pedia pra ele parar pois no trabalho as pessoas veriam, ele me respondeu – Isso é pra mostrar pra qualquer um que queria mexer com você que isso já tem dono e sou eu. Aquelas palavras aquele ar de autoridade me deixavam muito satisfeito me senti protegido por aquele jovem homem, que veio de tão longe pra mim, ficamos nos olhando um tempo, e disse a ele que iria tomar um banho, ele me disse que queria me fazer uma massagem, quando nos falávamos pelo telefone, ele vivia a me dizer que era muito bom em fazer massagens, e finalmente eu tiraria a prova, fomos ao quarto, tirei minha roupa sempre fui muito tímido, mais eu simplesmente não senti vergonha de ficar nu na frente dele, me deitei de costas, ele pegou óleo e veio sentou-se em cima de mim e começou uma massagem muito boa, só não dormi porque estava muito excitado, notei então que ele estava se esfregando em mim, ou melhor, passando sua rola, na minha bunda. Sussurrei bem baixinho pra ele tirar a roupa, ele me obedeceu de imediato, ficou peladinho em cima de mim, senti aquele órgão quente tocar minha bunda, ele elogiava minha bunda, que modéstia a parte é linda... Ficamos nos roçando um tempo, trocamos uns beijos e juras de amor, e fui tomar meu banho, depois do banho enquanto me vestia o chamei para jantarmos fora, pois queria apresentar a cidade a ele

Ele concordou, estava bem limpinho, trocou de roupa e fomos, mais como já eram quase 02:00 da manhã fomos ao girafas, comemos muito, ficamos até tristes depois ficamos lá sentados a conversar... Já saímos eram quase quatro da manhã, o girafas estava cheio, pois o pessoal que saia da boate passava lá pra comer, chegamos em casa, tirei a roupa ficando apenas com uma cueca Box branca, quando ele tirou a roupa dele, notei um volume enorme que se formava na sua cueca... Ele percebendo me disse – Sempre te falei que quando via sua foto eu sempre ficava assim, agora que ta ao vivo na minha frente, como você achou que eu estaria? Respondi pra ele – É justamente isso que eu esperava de você, me chamou de safado e já veio me atacar de novo, nos beijamos a cada beijo ficava melhor, ele tirou a cueca e passava seu órgão teso nas minhas pernas, fomos pra cama grudados um na boca do outro, nos deitamos apenas a luz do abajur e ele ficou parado em cima de mim, me olhando com um olhar de ternura, que fazia meu coração bater muito mais rápido, ele me disse – Nossa to sentindo seu coração bater eu é que deveria estar ansioso afinal é minha primeira vez com um homem, e você já tem experiência ne, e começou a me beijar, dominando a relação, suas caricias eram profissionais, ele então me confessou que assistiu a muitos filmes pornô gays pra se preparar pra mim, e tinha valido a pena, pois a cada toque dele eu sentia meu pau babar por aquele cara, ele passava a língua nos meus mamilos, quando de forma meio abrupta ele me virou de costas cuspiu na minha bunda e meteu a língua, só soltei um gemido abafado, ele mordia minhas nadegas, me dava tapas, arranhava minhas costas porem tudo com muito carinho.

Pronto, eu já era dele, estava totalmente submisso aquele homem, ele ficou um tempo lambendo, mordendo e dando tapas na minha bunda, e me falando sacanagens, tipo ta gostando do trato que seu macho esta te dando?! Eu só respondia com Hurrum, estava me concentrando pra controlar a vontade de gozar, queria prolongar aquele prazer, ele parou subiu nas minhas costas eu já sabia o que estava por vir... Firmei o corpo e senti ele deslizar aquele mastro enorme pra dentro de mim, tinha 20 cm e muito grossa, meu corpo tremia muito, ele começou um movimento ritmado, eu ficava totalmente a mercê dos caprichos sexuais dele, por mais que eu tentasse fugir daquela rola enorme, coisa que realmente fiz, ele me segurava, trançando as pernas em volta do meu corpo, e me segurando pela cintura, ficou montado em minhas costas, por um bom tempo, e sem tirar aquela quantidade gigante de carne de dentro de mim, viramos de lado, o que foi ótimo pois já não estava mais agüentando o peso dele, e levantou minha perna, e começou a me fuder, mais “fuder” mesmo... Até escorriam lagrimas do meu rosto, estava muito bom, nem sei quanto tempo ele ficou naquela posição, sem parar de meter, me virou de costas e ficou deitado em cima de mim, e começou novamente a me comer enquanto eu rebolava feito uma puta na rola dele, queria mais era sentir aquele macho todo dentro de mim...

Ficou ali beijando minha nuca, enquanto nossos corpos suados e toque de nossas partes faziam um som que me deixava doido, com o movimento de vai e vem, meu corpo balançava na cama, chegou a certo ponto que não pude mais segurar e gozei, mais gozei muito, enchi minha cama de porra, enquanto gozava trancava minha bunda, prendendo o pau dele dentro de mim, ele após pouquíssimo tempo depois de eu gozar, ele acelerou o ritmo, meu corpo esquentou por dentro, e doeu muito mais uma dor que dava prazer, ele tirou aquele membro de uma vez de dentro de mim, e gozou nas minhas costas, foram três jatos fartos de porra que lavaram toda a minha lombar, e ele cansados caiu por cima de mim, demos risada, tomamos aquele banho, e dormimos, no dia seguinte quando acordo, quem eu vejo deitado ao meu lado dormindo só esperando uma caricia minha...

Obs.: Essa historia é ficção, mais eu queria muito que fosse verdade !!! Beijos
Atte: J.Junior

jsfj1990@hotmail.com

Um casado na sauna

Ontem consegui tirar, um pouco, o atraso. Tive uma reunião e achei que dava para passar na sauna Catete antes de ir para casa.
Entrei, peguei uma cabine. Lavei o pau e o rabo e fui para o labirinto. Me cheguei no primeiro e ele se afastou. O segundo peguei na pica e ele tirou a mão. Fui para outro lado e tinha um senhor negro. Peguei seu pau, nos abraçamos, beijei seu pescoço e me abaixei e comecei a chupá-lo. O pau dele ficou borracha e logo cheio de liquido na cabeça. Enxuguei e chupei mais um pouco. Loco chegou um cara grandão e peguei seu pau continuando chupando. Era uma pica bem pequena, até grossa, mas chupei assim mesmo. Bem gostosinha. Alternei um pouco e fiquei em pé e ele perguntou se eu queria dar a bunda para ele. Desconversei pois estou cada dia gostando mais de pau grande.
- Me chupa um pouco
Chupei e ele se abraçou no senhor e ele pegou um tubo e pediu ao negro para meter nele. Levantei-me e disse

- Mas sem camisinha!?

Ele me olhou como se não entendesse e resolvi não continuar com ele. Subi para as salas escuras, circulei e não consegui nem pegar uma pica. Voltei ao labirinto sentei ao lado de um cara peludo, botei a mão na perna e o senhor negro sentou ao lado e botou a mão na pica dele, disseram algo e o senhor tirou a mão. Tentei pegar, mas o cabeludo estava segurando sua pica. Desisti e vi um meio gordo ao lado com o pau de fora. Um senhor pau! Não era muito comprido, mas bem grosso. Fiquei excitado no ato e me encostei-me a seu peito manuseando a picona. Logo comecei a mamar em seu peito, a pica foi crescendo e perguntei se ele não queria ir para a cabine. Disse que não. Ficamos mais um tempo eu mamando e manuseando, mas uma hora ele levantou e se foi.
Vi o senhor e me aproximei. Abraçamos-nos e beijamos carinhosamente. Pensei que era melhor ir com ele para a cabine e engrenar um 69, melhor que continuar sem nada, o tempo passando. Chamei-o e fomos indo. Na saída tinha um cinquentão grandão e parei um instante para botar a mão no pau dele. Ele levantou logo a toalha, fiquei manuseando e o senhor me esperando. Chamei o cara para ir junta para a cabine e fomos.
Lá nos abraçamos, eu com a mão no pau dele, chupei o senhor mais um pouco e passei para o outro. Os dois gemiam e ficamos de sacanagem um tempo e perguntei se ele queria me comer. Acedeu, peguei a camisinha, botei nele. Dobrei-me e ele foi enfiando meio rápido. Doeu um bocado, sabe primeira pica... Pedi para ir devagar e me dobrei mais pegando a pica do senhor com a boca. Mas o pau dele saia toda hora e ele me mandou subir na cama e ficar de quatro. Aí ele meteu e eu gemia de dor. Ele perguntou se queria que parasse, mas disse para continuar. E logo diminui a dor e a ardência. Ele metia rápido e o negro foi para o meu lado e nos beijávamos enquanto o outro me fodia. Pode você imagina a excitação que eu estava. Ele tirou e o senhor disse
- Deixa ele me foder, ficamos nos dois de quatro e ele mete hora num hora noutro.
- Não, não quero. Só se trocar a camisinha.
Aí ele meteu no senhor e eu abraçava os dois. Fui para cima da cama e dei meu pau para no negro que abocanhou, chupando-me com gosto deliciosamente. Me controlei para não gozar e ele comeu o cara por um tempo. Tirou e disse
- Agora você. Peguei outra camisinha e troquei no pau dele. O senhor disse "está certo, é mais seguro trocar".
Fiquei novamente de quatro e aí fui fodido com gosto. Como sempre comecei a perguntar se ele gostava de comer viado e ele disse que sim e ficou me chamando de viado, putinha, toma no rabo viado, por aí, eu me deliciando. Não tem coisa mais gostosa que estar sendo fodido e o macho nos chamando pelo que estamos sendo, um viado bem puto, uma "putinha". E eu dizendo,
- Fode seu viado meu macho, me arromba, aiiiii, me arromba.
E, de fato, me senti arrombado, pica grande é ótimo!
Ele demorou a gozar e enquanto me fodia começou a gemer dizendo algo que logo entendi. O senhor estava chupando o cú dele e ele dizendo "mete a língua bem fundo, chupa, mete". Depois ele me disse para deitar e fiquei de bruços, ele metendo fundo, fodendo com gosto, nós dois gemendo, ele me chamando de putinha, viado, perguntando se "o viado gostava de tomar no cú". Ele gozou um bocado. Tirou e nós três nos abraçamos. Ele disse que tinha sido uma grande foda. Depois que saiu conversei uns instantes com o senhor. Me disse que era aposentado, trabalhava em hotel. E que adorava assim de três. Sorri e disse "vamos pegar mais homem".
Voltamos ao labirinto e encontrei o pirocudo sentado sozinho. Sentei ao lado e peguei seu pau mole. Endureceu logo. Voltei a beijar seu pescoço, peito, sua pica vibrando em minha mão, duríssima. Achei que ia ser arrombado novamente e perguntei se já tinha gozado. Ele disse que não e pedi para ele me comer. Novamente ele não quis e se levantou.
Sai rodando e vi dois caras conversando e me olhando enquanto me aproximava. Um, um jovem bonito, sorria para mim e o outro se afastou. Entrei no corredor das cabines, abri a minha, era logo a primeira, e olhei para ele sorrindo. Ele me acompanhava olhando e fiz sinal para ele vir. Ele veio!
Fiquei feliz, um macho jovem, peludo, bonito. Ele entrou e logo tirou a toalha, abracei-o, beijei seu pescoço, ele não quis beijar na boca e fui beijando seu peito, barriga e comecei a primorosamente fazer uma felação. Fui passando a língua na pica toda até em baixo, voltando e abocanhei enfiando o pau até a garganta. O pau não era grande, bem menor que do outro, mas era gostoso de chupar. Fiquei ora abocanhando, ora passando a língua na chapeleta punhetando-o devagar, ora chupando até a bolas.
- Quero comer você. Fica de quatro.
Fiquei depois de botar minha ultima camisinha no cara. Ainda tinha duas tamanho grande. Enfiei novamente o tubo de KY no cú, e acabei com ele sobre a pica do rapaz. Ele botou. Fodia engraçado, ora muito rápido, ora parava bem enfiado, ora devagar. E eu indo e vindo e rebolando. Ele tirou e pediu para eu ir por cima. Deitou com o pau duro e sentei sentindo a pica bem fundo no rabo. Ele começou a subir e descer rapidamente, cara forte, enquanto eu rebolava. Pediu para que eu abrisse mais as pernas e fiquei cavalgando e rebolando e gemendo de prazer.
- Está gostando de ser enrabado putinha? Gosta de pica no cú
- Muito, disse sorrindo para ele, novamente me sentindo muito viado
- Já deu muito este cú hoje viado? Para quantos? uns cinco?
- Não, você é segundo.
- Gosta muito de dar rabo não é viado!
- Gosto demais, gosto de pica de macho e você curti comer viado
- Curto putinha, rebola em minha pica vai!
Ficamos um pouco e ele me disse para sair de cima e ficar de quatro. Começou a meter do jeito dele, ora rápido, ora devagar, ora metendo fundo. Fui me deitando e logo estava com a barriga encostada na cama mas continuei rebolando. Estou ficando um viadão craque em enlouquecer o macho que me fode...
- Isto viado, deita putinha, leva no rabo de seu macho.
Ele parou e tirou
- Gozou?
- Não sentiu. Gozei muito!, disse tirando a camisinha a pica ainda muito dura. Quase chupei-o mas me contive.
Vi que já era hora de ir. Tinha sido enrabado três vezes em uma hora, chupado várias picas. E estava com vontade de mais. Mas as camisinhas tinham acabado já era tarde e fui me lavar. Quando voltei a cabine um jovem mulato estava na entrada e veio atrás.
- Você é ativo ou passivo?
- Passivo
- Então dá para mim. Quero comer você.
- Não dá, tenho que ir. Fica para outro dia.
Ele botou o pau para fora e pediu para eu pegar. Peguei um pouco, já estava bem duro. Mas sopesei. Não era grande, a camisinha gg que tinha não ia funcionar, pica pequena e cara não muito bonito, resolvi não dar a ultima foda e disse que não. O cara me agarrava insistindo, mas fiquei firme.
Então desci, me vesti e fui para casa. Cheguei minha mulher já estava botando o jantar. Fui para o banheiro e tomei um banho rápido. Ela, tempos atrás, me pediu que sempre que eu fudesse com outra pessoa, que tomasse um banho em casa. O banho foi rápido, mas suficiente para botar o cheiro do sabonete de casa substituindo o cheiro de homem e pica que estava no meu corpo todo.

A três é bem melhor

Pois bem, me chamo André e tenho 20 anos, 1,70m e 70kl. Bem tudo começou na bela tarde do dia 29/01/2011. Era dia do show da Ivete Sangalo aqui em Manaus. Pois, bem. Nesse dia quase ñ parei, estava muito ancioso com o show. Iria eu e mais uns amigos, entre eles Guilherme (um branco, musculoso, 1,90m e super carinhoso, sempre fazia questão de me paparicar, nao eramos namorados,mas tinhamos uma "amizade coloridda". foi ate ele q comprou o meu ingreço da area vip.kkk) Entre nos dois nunk havia rolado nada mais serio a nao ser o ball ket.
Ao chegarmos no local do evento, Gui e minhas amigas param para falar com canbista. Uma amiga nossa havia desistido de ir para o show e ficamos de vender o seu ingreço. Eu acabo dando uns passos mais a frente, me distanciando um pouco deles. Quando ouço me chamarem. Viro e me deparo com a minha amiga, Rafaela e cia... Dou um "oi" e depois me viro a procura de Gui e minhas amigas, chamo-os, mas eles nem ligam. Guilherme sabia muito bem fazer negocios. Resolvo falar com Rafaela e knd me viro para ela esbarro em uma murralha chamada, Arthur (seguia o mesmop padrao de corpo do guilherme, mas era um pouco mais baixo, mais musculoso e sua pele estava com o bronze em dia), que fincou sua mão no meu quadriu.
Dei uma olhada nele dos pés a cabeça, fui ao delirior. O seu sorriso era lindo e com ele veio um, "Oi". Sua voz me deixou todo arrepeiado. Perguntou o meu nome e me apresentei. Conversamos por uns segundos, quando ia apimentar a conversa pergutando o pq dele ñ tirar a mao do meu quadriu, Guilherme aparece dizendo:
- Po Andre me traindo?
Se eu pudesse enfiar minha cara naquele chao teria feito isso, mas nao aconteceu. So entao Arthur tirou a mao do meu quadriu e afastou. Minha amiga gabriela chamou-nos para entra. Antes de ir, cheguei perto do Arthur, do seus ouvidos e passei o meu numero. Fiz questão de fazer isso d uma forma sexy. O que resultou na explosao de volume de sua mala. Percebi no momento em que me afastei. Depois repeti o processo e fiz questao de educadamente passa a mao na sua mala. Senti-a completamente dura, tive mta vontade de chupá-lo naquele momento. Ele por sua vez quase me beijou. Guilherme pegou na minha mao e puxou par perto de si e perguntou se eu ia fazer aquilo mesmo. Eu disse que sim. Ele retrucou dizendo, nao me deixa de fora entao! Aquela foi a deixa.
Puxei Arthur pelo abada (ele ja estava na rodinha com seus amigos), perguntei se ele toparia a situação. Ele disse que sim... Ok, depois do show da Ivete vc me liga.

Show da Ivete [...]

Depois do show o Arthur me ligou.

Minutos depois ja estavamos no apartamento do Guilherme. Sua cama era enorme, daria muito bem para nos tres... E logico que fui tomar banho. O Arthur foi em outro e depois q sai o Guilherme foi tomar o seu. O Arthur foi o ultimo a entra no quarto. Sua visao era simples. Minha boca estava atolada com os 20cm de Gui. Ele mesmo fazia questao de fuder a minha boca e eu amava toda aqla situação. Ele chamou o Arthur, puxou a toalha deixando a mostra os 23cm de Arthur. Nem pensei em duas vezes, joguei o Arthur na cama e cai de boca em seu instrumento. Era BASTANTE GROSSO. Mas eu nem me importava. Fiz com q os dois ficassem pertos um do outro e os chupei ao mesmo tempo. Eles começaram a se beijar. Cada um gemia de prazer em um dado momento, meu instrumento estava pulsando de prazer. Tenho 19cm... Guilherme parou de beijar Arthur, pegou a minha cabeça com as duas maos e começou a fuder minha boca... Enquanto isso eu batia um bolo para o Arthur. De repente sou inundado pelo liquido gostoso de Gui. Minha boca e meu rosto ficaram todos melados, knd passei para o outro, Gui ainda espirrava esperma. Arthur ñ fez diferente, porem fez questao de gozar em todo o meu rosto e de me dar umas tapas com os seus 23cm... Gui se limpara. Pegara um pacote preservativo, lubrificante e ja estava vestinho o seu menino gostoso. Fiquei com o rosto e boca todo sujo de esperma. Fui para o lado de Guilherme e comecei a sentar em seu mastro...

O parte picante... conto depois...

passivodmanaus@hotmail.com

 

Relato de um dia de trabalho

Hoje acordei e como sempre atrasado pra meu serviço, e agoniado com a situação me vesti depressa mal merendei, entro no ônibus pro serviço muito cheio e escuro por conta do horário já são 8 da noite como sempre todos indo trabalhar, mas tem alguém nesse ônibus que não vi até hoje, um jovem moreno, alto, 1,85m uma pele perfeita, ele senta no ultimo banco assim como eu debruça sobre o banco do ônibus, agora vazio e cochila um sono longo e gostoso que olhando de longe dá vontade de levar pra casa.

Já faz uns cinco minutos que ele cochila e ligeiramente sua mochila que estava nas pernas logo deslizam pelas mesmas e ficam ao chão do ônibus, calção moletom fino e definido mostra que o jovem de encher o olhos esta com o pênis ereto e pela marcação deve ser enorme e grosso, ali mesmo paro e fico a me deliciar daquela visão não me contendo em só olhar me aproximo há um banco de distancia e começo a observar-lo mais de perto, não me contentado ainda deslizo a mão bem devagar sobre a calça preta de farda, viajo inteiro por aquela boca avermelhada parecendo ter sido desenhada pelos Deuses não estou em uma situação normal e nem no meu eu, quando me espanto com o despertar do jovem grego de pele morena e gostosa que me faz cair na tentação gente o que é isso quase gozo só em tocar aquele membro agitadíssimo ele me olha com cara de quero mais, debruça sobre o sofá de novo e dessa vez fica de frente pra mim o que facilita mais ainda eu me aproximar daquele membro , começo a acariciar bem de leve quando sinto de surpresa sua mão apertando junto a minha aquele pênis gostoso que me faz delirar, quando sussurrando no meu ouvido diz “me segue” , meu deus nessa hora quase fui a loucura, neste momento estava chovendo muito forte, e tinha que ir trabalhar o que fazer? De um impulso ele se levanta coloca a mochila nas costa e desse do ônibus eu atordoado levantei também e o segui como ele tinha me pedido, uma mistura de nervosismo e tesão.

Comecei a imaginar para onde aquele deus grego me levaria, dobramos uma esquina e paramos em uma casa de portões altos e resistentes, ele abre a porta entra e me chama pra dentro, eu ainda tremendo de frio e tesão entro e fico esperando em um gasebo cheio de plantas, ele chega me beija forte e com fortes abraços ele começa a deslizar a mão no meu bumbum e nas minhas costas, me chamando de gostoso, eu não sabia o que fazer senão deixar ser usado, não agüentei tanto tesão e gozei , indo ao delírio sentindo tudo aquilo me tocar e me fazendo realizado, como se não bastasse ele puxa do bolso uma camisinha, me faz ajoelhar e chupar aquele pau macio e gostoso, enquanto ele prepara a camisinha, já achando pouco me deita em uma mesa de concreto e começa a morder meu bumbum como se houvesse algo doce ali, delírio viajando naquele buquê de sentimentos até que como se de repente ele fica em pé me deixando de quatro em cima daquele piso e aos poucos roçando aquele pau grande e gostoso no meu cuzinho me fazendo delirar mais ainda, quando de repente ele soca devagarzinho e forçando o buraquinho do meu cu, vai invadindo minha bundinha até que sinto seu corpo tocar no meu e a se mover em movimentos precisos de traz pra frente me fazendo sentir no meu cuzinho a sensação daquele pau grande e grosso dentro de mim, até que ele começa a me masturbar me deixando imóvel e tremendo de prazer, não demora muito começo a sentir tudo de novo a vontade gozar é tão grande que nem ele agüentou e gozou dentro de mim. E eu em cima daquele piso escuro, o que ele faz depois ?

Somente diz que eu tenho que ir embora pois os pais dele estão na casa, me dá outro beijo e um abraço bem forte me fazendo sair na chuva pensando se iria acontecer de novo aquela explosão de sentimentos... se acontece ou não te contarei em outra eventualidade...srsrsr Maylson_bueno@hotmail.com

 

Eu sou casado e ele também

Meu nome é alex, tenho 43 anos e um casamento muito sólido. para não ter que repetir toda a minha história, quem quiser saber mais sobre mim pode ler dois contos que eu enviei para alguns sites, podem proucurar no google que será encontrado facilmente, são dois títulos. (Minha mulher chupou meu cu) e (Eu chupei o cara) leiam na ordem para poderem entender melhor.

Bom, só para resumir por aqui, eu não me considero gay, até porque nunca tive uma relação homo com penetração, nem ativo nem passivo, realmente não curto. não nego que sinto atração por homens, mas sem penetração, não sei se posso ser compreendido. Essses dias passei por outra experiencia inesquessível. Passei por um problema na minha empresa e tive que proucurar um advogado, um amigo meu me deu um cartão de um cara que segundo ele seria um excelente advogado, vou chama-lo aqui de dr. roberto. Liguei e marquei a entrevista para as hs:16:00. Como eu estava muito aflito cheguei as hs 15:00 .Ao chegar no escritório toquei a campainha uma duas três vezes, quando eu já estava indo embora a porta se abriu e o dr. Roberto meio embaraçado pediu que eu entrasse, mesmo ele tentando esconder com o terno por cima porem não abotoado, era visível que ele estava excitado, o seu pau estava atravessado duríssimo por baixo daquele paletó apertado. Eu dei uma olhada mas disfarcei pra não dar bandeira. Ele suava muito, eu não entendia direito o que estava acontecendo, se ele estava com tanto calor, perque estava com aquele paletó num recinto feixado? Ele me pediu licença pois precisava ir ao banheiro. Quando ele saiu fiquei ali sozinho, e como sou muito curioso fiquei andando de um lado para o outro olhando tudo. passei por traz de sua mesa e dei uma olhada em seu computador, grande foi a minha surpresa, uma foto de um cara chupando uma travestir lindíssima, aí eu entendir o porque de o cara está tão excitado quando me recebeu, o safado estava vendo pornografias.

Fiquei alí admirando aquela foto e ao mesmo tempo desejando está no lugar daquele cara, realmente era uma bela travestir. quando o dr. Robertou voltou me pegou no flagra, atraz de sua mesa vendo aquilo. Fiquei desconsertado e pedir mil desculpas, ele tambem não sabia aonde enfiar a cara.
Passei a relatar meu problema e ele fazia algumas anotações.
Depois da parte proficional acertada, passamos a falar de outras coisas coisas como casamento família etc...
Ele disse que era casado á 15 anos, tinha dois filhos etc.. etc..

pedir desculpas e perguntei se ele curtia traveco, ele disse que gostava de ver fotos e filmes e que se excitava muito, eu disse que deu pra perceber. vendo meu interesse no assunto acabamos ficando mais intimos e ousados, ele me convidou para assistirmos um filme que ele tinha baixado recentemente, o que aceitei no ato. ele foi até uma geladeira pequena pegou duas latas de cerveja e voltou. colocou o filme pra passar e colocou uma cadeira perto da dele. o filme foi passando e nós bebendo e dando risada de tudo que vía-mos.

passamos a dar mais atenção ao filme quando uma travestir muito linda faz um strip e depois mostra seu pau para um cara bem novinho que mais parecia um adolecente, ele o agarra vai punhetando aquele pau bem devagar, depois vai lambendo e por fim pondo na boca. eu já estava super excitado porem tímido, quando olho e vejo dr. roberto se alisando por cima da calça, passei a fazer o mesmo, ele tirou o dele para fora, eu tambem e começamos a nos punhetar sem nada dizer. ele é moreno deve ter uns 40 anos, não é lindo mas muito simpático, atraente eu diria. um pau de aproximadamente 17cm, o meu tem 15. ele me olhava e eu tambem fazia o mesmo. então ele me pede, pega um pouco, fiquei meio nervoso e disse vc faz comigo tambem? sem dizer nada ele pega no meu pau começa e me punhetar, ficamos assim por uns 5 minutos, meu tesão era uma loucura, me abaixei perto dele e fui acariciando aquele pau duro como pedra, beijava lambia bem gostoso, depois fui chupando, ele pegava meu rosto e ficava como que me fudendo, enfiando e tirando até que gozou na minha boca.

eu ainda não tinha gozado, ele perguntou se podia me chupar e eu disse que sim, peguei meu pau que estava estalando de duro e cheguei perto dele, quando ele chegou bem perto de meu ouvido e disse. não é bem assim, eu quero chupar seu cuzinho quase delirei, ele mesmo me sentou na cadeira e pediu para abrir bem as pernas, a cadeira dele é bem confortável, eu apoiei meus braços nos braços da cadeira e fiquei de pernas abertas de frente pra ele, ele então foi tocando meu cuzinho com a ponta da lingua e depois chupando deliciosamente, ficamos assim por um bom tempo as vezes ele lambia meu cu meu saco e chegava até meu pau, era demais. ele disse que queria me comer, me pediu por várias vezes mas eu disse que não pois nunca tinha feito isso, ele me punhetava e me chupava ao mesmo tempo, meu cuzinho piscava eu estava adorando quilo tudo, era tudo muito novo para mim, tudo muito novo! ele passou a chupar o meu cacete e enfiar um dedo no meu rabinho, que loucura! com muito jeito ele pediu pra colocar só a cabecinha na porta do meu rego sem enfiar, falei que sim mas sem penetrar, ele topou. assim ele pegou aquele pau duríssimo e apontou no meu rego, como combinado ele não forçou nada, ficou ali esfregando no meu cu e me punhetando, confesso que desse jeito eu gostei muito, era muito tesão. ele disse que ia gozar e eu pedir pra gozar na portinha do meu rabinho. gozamos juntos, ele me punhetando e esfregando aquela vara no meu rabo. gozei como um desesperado. não preciso nem dizer que foi ganho de causa e que ele não me cobrou nada, apenas mas alguns encontros em seu escritório mesmo, sempre com o mesmo respeito e sem penetrações. depois voltei em seu escritório mas ele não está mais lá, mudou sem comunicar nada, acho que para se preservar. o que eu entendo pois penso da mesma forma. família é tudo . sou do centro do rj, quem quiser manter contato ou falar sobre as mesmas experiencias fiquem a vontade. rayketo@hotmail.com

 

Final de ano

Final de ano, festas, família reunida, muita comida, bebida à vontade, gente bêbada exaltada, enfim, o contexto ideal pra a luxúria e o sexo desenfreado.
Todos os anos, minha família que é grande se reúne para comemorarmos o Natal e Ano Novo. Ficam em casa cerca de 60 pessoas, moro em uma casa grande e espaçosa, onde todos ficam bem acomodados.
Moro em São José do Rio Preto e como a cidade é muito quente, a maioria dos parentes já não agüentavam mais, tamanho calor. Decidimos então, irmos para um thermas, numa cidade vizinha.
Era uma quinta-feira, fomos em 5 carros, nem todos foram conosco. Entretanto, pai, mãe, irmãos, primos, tios e tias, todos contentes com a expectativa de um dia refrescante.
O dia transcorreu numa tranqüilidade absoluta e claro, a maioria encheu a cara, ficaram trebados de cair no chão e alguns parentes, cansados, decidiram ir embora. Ficaram além de meu pai, minha tia, tio, e três primos. Sim, todos eles na caminhonete do meu pai.
Como meu pai estava caindo de bêbado, meu tio foi dirigindo e sua esposa ao lado, e todos atrás. Eu acabei sentando no colo do meu pai, que estava de sunga e camiseta. Não falei de meu pai nem de mim. Ele é um sujeito normal, nada de barriga sarada, muito pelo contrário, possui uma barriga de chopp, altura mediana, nada demais, somente seu jeito hétero, viril, mandão e às vezes grosseiro.
Eu tenho, 1,70m, discreto, 75kg, fujo do esteriótipo gay, homem mesmo normal, mas que curte um outro cara do mesmo perfil que o meu.
Mas voltando, com todo o aperto e já cansados, meu pai e primos dormiram. Com o saculejo do carro, comecei a sentir que algo crescia na sunga do meu pai e espetava minha bunda. Tentei sair daquela situação, pois não poderia imaginar acontecendo nada com o meu pai. A distância entre o thermas e a nossa chácara era muito longa e eu ia escorregando pelas pernas dele e acabava sentado em cima de sua rola, que já se tornava um volume que não dava pra esconder e eu constrangido, com toda aquela situação, comecei a ficar nervoso.
Em nenhum momento da viagem, meu pai acordou ou esboçou algum movimento em que eu achasse que ele estivesse disfarçando, acordado, alimentando aquela situação.
Pelo contrário, meu pai sempre foi muito correto, severo, tinha um sono super pesado, além do acúmulo exagerado de bebida, que agravava sua situação.
Eu realmente não queria que aquilo tivesse acontecendo, ainda mais ali, com toda aquela gente do meu lado, a caminhonete estava lotada, não tinha muito o que fazer, estávamos em 5 atrás, então, vocês imaginam.
Até pelo próprio sacolejo do carro, aperto a situação se agravava e meu pai nada de acordar, para pelo menos perceber o que acontecia e perceber que eu estava atento ao que acontecia e tentava fugir.
Mas em vão, me peguei de pau duro também, pela primeira vez, sentindo tesão por aquela situação, errada claro e inusitada.
Nunca poderia pensar que ficaria de pau duro com uma situação como essa e ainda penso se foi de tesão pelo meu pai ou pela situação em si. Sinceramente não sei, muita confusão na minha cabeça e evito pensar
Só sei que naquela esfregação, meu pau durasso e eu tremia, me soltei. Me soltei e descansei no colo do meu pai. Escrevo isso agora, com um aperto no peito só de lembrar, como uma sensação de pecado ou coisa assim.
Mas me soltei, relaxei e minha bunda se encaixou perfeitamente no colo do meu pai. Eu sentia nitidamente o pau dele, que deveria estar pra baixo, apertando minha bunda. Naquele momento, o medo se instalou sobre mim, de de repente meu pai acordar, sentindo sua rola doendo por meu peso todo em cima dele, não tive dúvida, coloquei minhas mãos pra trás, levantei um pouco a sunga e num movimento rápido, puxei seu pau e o coloquei de lado, soltando a sunga. A sensação de pegar no pau do meu pai, foi indescritível, o pau que me fez há 28 anos atrás. Saber que foi dali que eu saí, mas enfim.
Nada, ninguém percebeu, nem meu pai demonstrou que tivera acordado. Voltei a relaxar novamente e senti sua rola agora pressionando a aba esquerda da minha bunda.
Eu não tentei mais nada. Por medo, pela sensação de pecado, de coisa errada. A única coisa que fiz foi chegar em casa e bater uma punheta, mas depois logo veio o arrependimento.
Chegando na chácara, meu pai estava muito mal, bêbado mesmo, já foi pro banheiro vomitar, dormindo o resto da tarde toda. Por isso, tenho a certeza dele não ter percebido nada.
Mas ao mesmo tempo fica uma dúvida. Será? Será mesmo que meu pai não percebeu nada? Eu já bolinei outros caras enquanto eles dormiam em casa e nunca ninguém percebeu.
Eu preciso não só achar, mas ter a certeza que não era a intenção dele, que foi algo instintivo.
Se eu gostei? Sinto um misto de arrependimento e sensação gostosa. Queria que isso se repetisse, mas não teria coragem de avançar mais do que isso. Pelo menos não por mim, talvez se ele quisesse, eu também ia querer, mas acho impossível.
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!

sexosalivento@yahoo.com.br

 

Mendigo pauzudo

É meu primeiro conto aqui, então vou me apresentar.
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Sou passivo e gosto de tipos convictos, daqueles ativos que não curtem pegar no pau do outro e que não ligam se o parceiro vai gozar ou não. Eu me entrego pra satisfazer o cara. Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, estivadores, chapas, esses tipos.
Entretanto, sou passivo, mas só para os caras de pau pequeno. Sim, não curto nada, um cara com rola grande, aliás, rolona só é bom pra chupar. No meu cu não tem vez. O cara pode insistir, dizer que põe só a cabecinha, que faz direitinho ou coisa do tipo que não cola. Não nasci ontem.  Sou fã de caras ativos, que possuem no meio das pernas, uma rolinha bem pequena. Fico malucão. Dou gostoso pro cara.
O que vou contar aqui é sobre minha primeira vez com um mendigo, morador de rua, destes que se encontram embaixo de marquises, enrolados em seus cobertores sujos.
Estava num local de pegação aqui da minha cidade, quando passei por ele. Ele me chamou, pediu uma ajuda, eu disse que não tinha nada naquele momento e dali engatamos num papo que terminou em casa, prometendo uma janta, banho, roupas e uma noite de descanso uma cama confortável e lençóis limpos.
Neste momento, não tinha falado nada pro cara que rolaria algo e nem ele desconfiou de nada, queria mesmo era comer algo, pois estava com muita fome.
Chegamos em casa, ele tomou um banho, dei uma camiseta e uma cueca bem larga e velha, que ficou quase caindo.
Dei a janta, ele repetiu, assistiu um pouco de TV e eu disse que ele poderia ficar a vontade, que eu iria dormir.
Fui pro quarto, ele disse que também iria. No começo dormi, mas logo acordei. Vi aquele negro, enorme, corpo forte, sarado, liso ali no colchão ao lado da minha cama. Ele estava num sono profundo, comecei a passar a mão pelo seu pau por cima da cueca larga, logo puxei um pouco e sua rola cheirando a sabonete surgiu.
Como era grande , comecei a punhetá-lo de leve, a cobra começou a dar sinal de vida, o mendigo acordou, pos a mão, impedindo que eu continuasse, ae eu disse pra ele deixar, que era coisa rápida, só o tempo de eu bater uma e gozar. Ele deixou, continuei com a punheta, fui abaixando e coloquei a boca, ele deu uma tremida, comecei passando a língua, o cara foi relaxando e ficando cada vez mais excitado.
Chupei muito o cara até onde conseguia, já que a coisa era muito grande e grossa, descomunal mesmo, chegando a engasgar várias vezes.
O mendigo gemia baixinho, não queria demonstrar que tava gostando. Isso me deixava louco, pois demonstrava que era macho mesmo e que só estava aceitando aquilo em agradecimento pela hospedagem.
Senti o corpo dele estremecer e percebia que o gozo tava chegando, intensifique a gulosa e o cara explodiu num rio de porra filho da puta. Pela experiência, não deixei escapar nada, o cara gozou fundo e o pau não descia. Chupei muito até amolecer totalmente, isso é algo que eu curto muito fazer após o cara gozar. Continuar chupando, mesmo mole, massageando com a língua, o cara tem que agüentar, aliás, tenho tesão por pau mole também, vai entender rs...
Fui ao banheiro cuspir todo aquele suco, peguei uma toalha e entreguei pro mendigo ainda deitado, todo desfalecido. Ele não disse uma só palavra, nem eu e também nem precisava.
Ele dormiu, eu ainda continuei olhando pra ele por um tempo, pois o cara era gostoso demais, puta que o pariu.
No dia seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, ainda dei uma belo café da manhã e me despedi daquele mendigo.
Ainda o encontrei uma vez na rua, ele me chamou, mas fiz que não o conheci. Será que ele estava com saudades do conforto ou da chupada? Isso nunca vou saber rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo, pai, cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

 

O Gostoso da Rola Pequena

Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.

Tenho tantas histórias pra contar, tudo absolutamente verídico. Com os mais de 500 caras que já sai. Sim, mas de 500 caras. Há três anos, depois dos 500 eu parei de contar, nem sei pra quantos já estou agora.
Mas enfim, destes 500, eu só dei pra uns 20, pois é incrível como dizem que o normal do brasileiro é 15 cm de rola. Aliás, se alguém tiver de 15 cm pra menos, por favor, eu dou casa, comida e roupa lavada e vivo uma vida de casamento e fidelidade, pois a maioria tem rola grande e eu fujo como o diabo foge da cruz rs...
Sou muito apertado, dói pra caralho e qualquer desculpa do tipo: ponho só a cabecinha, vou devagarzinho, com calma, ou é que vc não encontrou quem faça bem feito e etc. não cola. Isso é conversa pra boi dormir.

Estava num local de pegação aqui da minha cidade, do qual vou com uma certa freqüência e lá encontrei um carinha que me deixou apaixonado.
Não costuma acontecer de me ligar a um cara, mas ele tinha uma característica que depois fiquei sabendo, que me cativa; rola pequena.
Ele chegou com um grupo de amigos, eu estava sentado num banco, olhando a paisagem. Um dos seus amigos, chegou em mim, puxou papo, eu, como não gostei, fui seco mas o cara insistia e eu continuava monossilábico, até o momento em que ele perguntou se rolava e eu fui enfático, disse que não e eles foram embora.
Passadas umas 3 semanas, estava lá neste paraíso do sexo, quando veio até mim um dos carinhas daquele grupo de amigos, um que eu nem prestei atenção, pois o amigo chato que chegou em mim, não me deixou prestar atenção em mais nada, devido a sua amolação em querer algo comigo.
Esse carinha chegou dizendo que enfim, tinha me achado, depois de inúmeras buscas por mim naquele local, nos dias anteriores, tentou pegar um contato meu, com gente que me conhecia e talz. Eu fiquei surpreso, prq né, logo ali, chega um cara com este discurso.

Mas blz, fui dando corda, conversamos bastante amenidades, ele foi chegando próximo de mim, pegou minha mão e me deu um beijo filhodaputa de bom. Eu gosto assim, do tipo que chega chegando e não pergunta se pode ou não entende.
Ele foi super educado, mas ao mesmo tempo ousado. Ficamos ali nos curtindo, foi diferente. Ele levou minha mão pro seu pau, por cima da calça jeans.
Começei a apalpar, ele logo abriu o zíper e eu vi a coisa mais linda do mundo, durinha, sem pelo algum, pequenininha, branca, com a cabeça vermelha.
Fiquei louco, foi paixão a primeira vista. Chupei de verdade, fundo, roçava o nariz na barriga dele, ele ficava louco, me puxava pra cima e me beijava, sentindo o gosto da rola dele na minha boca, se misturando com nossas salivas.
E abaixava minha cabeça pra voltar a chupar seu pau. Dei um tratamento intenso no cara, ele queria me comer, começou a enfiar um dedo no meu cu enquanto o chupava. Até que ele se virou e meteu a cara na minha bunda. Me chupava muito, enfiava a cara toda, do tipo que é afixionado por bunda. Ae ele me virava pra me beijar e ae era eu que sentia o gosto e o cheiro do meu cu. Bixo, tem cheiro melhor do que esse?
Eu estava fora de mim, o cara começou a se esfregar em mim, mas eu não podia dar ali, naquele local, pra um cara desconhecido, por mais que eu estivesse com tesão.

Fui me controlando, disse pra ele que não rolaria ali, pois alguém poderia nos ver, além dele não ter camisinha. Ufa, ele entendeu e isso deu a chance de marcarmos de nos ver outro dia.
Mas eu não podia ir embora, sem terminar o serviço que começara, voltei a chupar sua rolinha, apertava de leve suas bolas, lhe causando uma dorzinha gostosa, ele gemia de prazer, até que o que eu mais esperava veio e eu não tive dúvidas, foi direto pra minha boca.
Continuei chupando, o cara ficou mole, tentava tirar minha cabeça, dizendo que estava sensível, mas eu não parava. Eu gosto da sensação da rola mole na minha boca. Aliás, se duvidar, fico horas chupando uma rola. Boto um DVD de filme pro cara assistir, enquanto eu chupo sua rola, não preciso da sua participação, isso é o de menos rs...

Após o gozo, conversamos mais um pouco, eu realmente tinha gostado muito do cara, pelo seu modo safado de fazer sexo e claro, pela ferramenta em extinção que ele tinha no meio das pernas. Eu fiquei deveras apaixonado, mas não deixei transparecer, fiz até cu doce, mas na medida certa, pra ele não desistir de mim.
Depois, num próximo relato, eu conto pra vcs, como foi uma das minhas melhores trepadas com esse carinha, pois acabamos ficando juntos por um tempo. Rolou até um exame anti HIV de ambos, pois a gente queria coisa séria, então, tínhamos que tomar todas as atitudes necessárias. Ambos estávamos limpos. Não que transaríamos sem camisinha, mais pela segurança em si. Entretanto, durou pouco tempo, o suficiente pra ser inesquecível.
Saudades dele chafurdando aquela cara na minha bunda, mordendo minhas pregas, querendo colocar a cara toda dentro do meu cu. Nada desses carinhas que dizem gostar de chupar um cu mais ficam com aquela linguinha pra fora, uma frescura, que não causa tesão nenhum.

Ele metia a cara mesmo. E quando me comia, de frango assado, enfiava uns dois dedos na minha garganta, no fundo, me fazendo engasgar. Mas depois da transa era super carinhoso, me pedindo desculpas, se tivesse me machucado.

Meu, não é pra casar um cara assim. Mas é isso, numa outra oportunidade eu conto mais.
Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

Mijei no Carinha

Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.

Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.

Eu sou passivo, mas claro, meu pau fica duro sim e adoro me punhetar enquanto me comem. Mas não curto que me chupem.
Neste dia foi diferente. Fui num local de pegação daqui da minha cidade, um local super movimentado por gente interessada estritamente em sexo fácil, rápido e descomplicado. Entretanto, neste dia, não havia quase ninguém, o que eu prefiro, pois posso me soltar mais, ficar mais a vontade.
Chegou um cara perto de mim, novo, magro, de bermudão, camiseta e boné, super machinho.
Batemos um papo, coisa difícil de acontecer, mas valeu a pena, pois nesta conversa ele me contou que curtia umas humilhações, que mijassem nele, cuspir e talz.
Aquilo foi me dando um puta de um tesão, pois eu Tb curto muito isso, mas sem a humilhação. Como sou passivo, não tinha imaginado provocar isso em alguém, mas aquele cara começou a me deixar maluco. E o cara ficou vidrado em mim. Faço o tipo popular, comunzão, fora de forma mesmo, rola pequena, entre 14 e 15 cm.
Mas aquele cara foi me deixando maluco, falando muita sacanagem e besteira pra mim, eu fui dando corda pra ele, comecei a massagear meu pau, tirei pra fora ele pediu pra chupar, deixei.

O cara chupava com gosto mesmo, babava muito e olhava pra mim como se esperasse algo mais. Não tive dúvida, mandei uma cusparada bem no meio da cara dele e fui espalhando pela sua boca e pela minha rola, se misturando com a saliva dele.
Eu massageava com o pé a rola dura dele e com o tempo com ele ali me chupando, foi me dando uma vontade grande de urinar. Falei pra ele, ele parou por um momento, com um pouco de dificuldade comecei a mijar naquele boyzinho, na sua cara, no seu corpo, sua camisa começou a ficar enxarcada, ele voltou a chupar novamente e eu mijando na boca dele, enquanto ia tomando meu mijo.
Bixo, eu fiquei maluco, puta que pariu, eu, um passivo do caralho, invertendo pela primeira vez os papéis, justamente com aquele espécime que eu não deixaria passar numa outra situação.

Logo gozei, o cara bebeu e engoliu tudo, absolutamente tudo. O cara ficou tão a fim que combinou comigo de no outro dia, eu bebesse muita cerveja e fosse pra lá, pois ele queria se alimentar com o meu mijo.
Não fui claro, sou passivo meu, aquilo foi só um lapso rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar outras histórias que acontecerão no decorrer da vida.
Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br

Xandão, um carioca fudedor (Traçando 2 no motel)

O banheirão da estação estava movimentado, nosso amigo fudedor cumpria o ritual de se posicionar frente ao mictorio e urinar fartamente, chacoalhar o material e deixar escorrer as últimas gotas enquanto percebe os caras ao lado se esgueirando, tensos, curiosos, atentos, lutando p ser notados. Era sempre assim, mas nosso amigo escolhia a dedo com quem ele ia ficar, afinal, ele tinha poder p isso e exercia. Um cara tentou tocar seu mastro, mas ele se esgueirou, estava interessado num outro negro alto e magro q estava mais no canto e fez sinal p que ele se aproximasse. O cara mamava Xandão ali mesmo, junto ao mictório com cerca de 8 ou 10 pessoas apreciando e babando de tesao e mais uns 2 caras adiante se mamando tbem, alheios ao movimento. Alguns se masturbavam, mordiam os lábios, e outros vigiavam a porta de entrada,mas sem querer perder um só segundo das cenas. Agora, mais um estava ajoelhado mamando Xandão junto com o primeiro, lado a lado eles dividiam aquele cacete majestoso, um lambia os bagos, outro a cabeçona da pica, seus lábios se encontravam as vezes. Nesse momento xandão já tinha 4 pendurados nele, dois no pau e um em cada mamilo, mamando-os, bem como ele gosta e bem como um macho como ele merece. Nesses locais, tem que se ficar atento ao movimento e, quando surge alguém,a té q se prove que a pessoa curte, é prudente disfarçar ou até mesmo se esconder nas cabines do vaso sanitário. Como quase sempre acontecia, Xandão era convidado p ir a moteis ali da redondeza e nesse dia ele levou o negro magrelo e mais o outro que mamava o seu pau para terminar a brincadeira de forma mais confortável. Sob o olhar de lamentação de todos do local,os 3 partiram e em menos de 10 minutos, xandão já se encontrava sentadão numa poltrona e os dois caras aos seus pés, beijando, lambendo, acariciando e chupando seu saco, coxa e cacetão, como se fosse um saboroso sorvete de chocolate num dia de verão intenso.

Xandão tinha 27 anos e bastante experiencia em sexo,não tinha tipo predileto, bastava a pessoa despertar seu tesão, além de Michel, o negro de 28 anos, ele tinha Jonathan, esse era branco e disse ter 34 e era um desses tipos q a gente chama de urso, peludo e parrudo. Xandão dava ordens para q cada um lambesse tbem seus pés e panturrilha, era delicioso p ele ver dois machos ali subjulgados rendendo aquela homenagem a ele. Ele gostava tbem q babassem bem o pau dele na hora de mamar e os dois faziam isso com mestria. Para animar a festa, posicionou os dois lado a lado de 4 na cama e linguava suas bundas, ora uma ora outra enquanto eles se beijavam e gemiam gostando do tratamento, dava tbem uns tapas bem dados e estalados nos dois, que retribuíam com gemidos “Ui, au, au, ai, hum, hum, ui”. Ele adorava essas reações e adorava tbem saber q havia duas bundas submissas p saborear . E saboreou. O primeiro a levar ferro foi Jonathan,não havia como lubrificar então usaram saliva mesmo, xandão empurrou sua pica pra dentro daquele buraco ornado com pelos sem dó nem piedade e começou a comer com força enquanto michel auxiliava abrindo a bunda do parceiro p pica entrar com mais facilidade. O cara era sacudido violentamente com as estocadas de xandão e acabou dobrando o joelho e deitando de bruços, onde nosso amigo foi por cima e carcou ainda com mais volúpia e os gemidos ecoavam pelo quarto. Xandão botou jonatham de 4 novamente e ordenou q ele mamasse michel, a cena era linda, o passivo sentia seu cu quase se dilacerando, afinal, tinha dentro dele 22 cm de carne possante latejando e em sua boca mais 17 cm que ele tantava se concentrar p abocanhar. Xandão anunciou ser a vez de michel levar, mas esse afirmou q não sabia se iria aguentar, mas xandão resolveu logo a questão com apenas uma frase: “ se veio aqui tem q aguentar, parceiro, fica de franguinho assado aí e sem dar um pio!!” michel lançou um olhar amedrontado e obedeceu.

Logo a pica de xandão, envolvida pela camisinha, já escorregava p dentro do mulek, q mordia os lábios e apertava o lençol velho da cama. Ele entrou fundo em michel, mandando ver com metidas cada vez mais vorazes, suas bolas batiam sem sua bunda e jonathan olhava meio assustado, xandão tirava o pau e metia novamente em seguida: “ Puta q pariu” gritava o passivo, provocando risos nos dois, xandão não perdoava e bombava, bombava, bombava com furôr, gostava de ber o cara se contorcendo e tentando escapar das pirocadas, sem sucesso. “ argh, unfh, ai, ai cara, ai irmão, uau, ai” mas o “irmão” não era qualquer um, era xandão e ele tava como sempre, com muita, muita fome de cu. Com um só gesto, virou michel e o pôs de 4 pra levar mais pica e ainda mandou o cara mamar jonatham, a pica de jonatham era minúscula e feia e michel pensou em não mamar, mas ficou com medo e cedeu. Eis que em menos de 3 minutos de mamada, jhonatan começou a gemer e só foi o tempo de michel tirar o pau da boca e o cara gozou. Xandão ficou puto, tirou a pica de michel, botou jhonatam apoiado na parede e meteu a vara nele, aplicando-lhe vigorosas pirocadas e tbem tapas em sua bunda q ia ficando vermelha, enquanto michel parava ao lado e olhava com um leve ar de riso, como se tivesse dizendo : bem feito mané! Xandão comeu jhonatan até a hora q muito bem quis e na hora de gozar, os dois tiveram q ajoelhar em sua frente p ter a cara premiada com leite daquele macho moreno e insaciável. Já passava das 20h qdo nosso guerreiro finalmente embarcou no trem para casa, mas não embarcou em qualquer vagão, e sim naquele onde ele sabia q alguem poderia ir patolando seu cacete no meio do aperto do vagão lotado.

 

junior.mpg@hotmail.com

 

O retorno inesperado do ex

Saí do escritório, após mais um dia de trabalho, muito cansado. O dia fora puxado. Tudo o que eu queria era tomar um banho, jantar e enfiar-me na cama.

Já no ponto, peguei o primeiro ônibus que passava, lotado como sempre. Cheguei em casa às oito da noite. Assim que entrei, notei algo diferente pelo ar. Senti um aroma de incenso de rosas perpassando por toda a sala de estar. Senti, igualmente, o cheiro de uma outra pessoa, velha conhecida minha. “Não é possível”, pensei. “Devo estar sonhando, ou imaginando coisas”. Fui para a cozinha, onde havia sinais de que alguém fizera café por ali. O café ainda estava bem quente dentro da garrafa térmica.

Atravessei a sala a toda pressa, indo até o meu quarto. Foi lá que tudo se tornou claro para mim. Uma mochila que me era familiar estava aberta em cima do colchão; alguns cosméticos e vidros de perfumes espalhados por sobre a cômoda, e o armário estava entreaberto. Vi algumas camisas e calças que não me pertenciam. Na sapateira, dois pares de sapatos e um de tênis meio gasto, estranhos à minha coleção. Afora uma caixa imensa contendo CD’s, DVD’s e livros, jogada a um canto, no chão.

Minha reação a isso – meu Deus, será que é ele? – o meu ex-namorado Milo em minha casa - foi de alegria completa. De alguma maneira, era prova de que Milo havia me perdoado pelas cagadas que andei fazendo com ele, pobrezinho – eu presumira. Estávamos separados há uns seis meses, depois de tanto sofrimento e decepção que lhe causei. Nem gosto de me lembrar. Andei num período de muita decadência, bebendo que nem gambá, e gastando todo o meu dinheiro com futilidades. Não podia mais pisar num shopping, que só ia comprar nas lojas mais caras. O meu salário de consultor financeiro numa multinacional já não comportava mais os meus rompantes. Me endividei até a tampa em todos os cartões de crédito que possuía; fiz empréstimos, um atrás do outro; me enrolei todo. Chegou a um ponto que não tinha o dinheiro da condução. E Milo agüentou a barra comigo durante dois anos inteiros. Além de ir me buscar bêbado pra cacete nos bares que eu freqüentava, ele me dava o seu suado dinheirinho, ganho honestamente como simples bancário, segurando praticamente a casa. Não podíamos contar com as nossas famílias, que nos rejeitaram por inteiro, assim que decidimos morar juntos, pra valer.

Isso prosseguiu até o dia em que, sem ele saber ou mesmo consentir, fiz uma jogada suja com o CPF dele. Eu estava desesperado pra pagar as minhas dívidas, pra obter mais dinheiro, mas não podia fazer grande coisa, pois o meu próprio CPF tinha ido para a restrição de crédito. A minha chefia na Multinacional me deu um prazo de um ano para resolver a situação, porque não pegava bem um consultor financeiro estar todo fodido na praça. A jogada com o CPF de Milo consistia, claro, num empréstimo altíssimo para o baixo salário dele como bancário. Mas eu havia falsificado o holerite dele, conseguindo o dinheiro com toda a minha lábia de consultor.

Vivemos muuito bem nos três primeiros meses, e Milo , espantado, me perguntava sempre qual era a origem daquela dinheirama toda. Eu mentia, dizendo que fora um prêmio de produtividade que ganhei. Até que, com o correr dos meses, não pude honrar o compromisso. Resultado: Milo passou a receber inúmeras cartas de cobrança da financeira, inclusive telefonemas, que o deixaram fora de si, quando descobriu o que eu havia feito. Na noite da nossa separação, quando cheguei em casa, ele estava com os olhos vermelhos de tanto chorar, sentado no sofá da sala, com as malas prontas para ir embora. Ao me ver, não disse nada, apenas voou no meu rosto, aplicando-me violento soco no olho esquerdo, pegou o que era dele e se mandou. Eu não revidei. Não tinha esse direito. Milo estava coberto de razão e nunca mais nos falamos, desde então.

Enquanto pensava neste triste passado, ouvi um barulho de chave na porta principal. Eu, que me encontrava sentado no sofá, acabando de sorver uma xícara daquele café da garrafa térmica, gelei da cabeça aos pés. Fiquei imóvel, com o coração na boca...

Seu jeitão de moleque travesso ainda era o mesmo, bonitão, loiro, com os cabelos espessos até quase à cintura; trajava-se com despretensiosa elegância nessa noite, camisa social, calça com vinco, mocassim; um perfume – que eu conhecia tão bem – Vetiver de Guerlain, o nosso preferido - rescendia do seu corpo ágil e atlético. Estava com um maço de rosas de todas as cores numa mão, uma garrafa de vinho na outra, e o molho de chaves na boca, ao virar-se para minha direção. Ele tomou um susto, aqueles lindos olhos azuis quase saltaram das órbitas, sua face corou ao ver-me. E surpreso, disse: “Ah, não pensei que já tivesse chegado... – começou – quero dizer, queria que fosse uma surpresinha!”. E colocou o maço de flores e o vinho na mesa para poder guardar melhor as chaves.

Eu não disse nada, não conseguia, pois estava tomado pela emoção. Senti os meus olhos umedecerem, eu ia chorar. Mas consegui abrir o mais lindo sorriso que pude para ele.

“Espero que você não se importe de eu ter voltado para cá. Meu pai me botou pra correr, de novo! E como eu tinha as chaves... “

Finalmente consegui dizer: “Tudo bem, Milo. Eu vi as suas coisas lá no quarto, e inclusive tomei o café que você preparou. Como você está, cara?”

Ele abaixou a cabeça, pondo as mãos nos bolsos, e iniciou o seu discurso: “Sabe, Tom, por mais cretino, por mais filho da puta que você tenha sido comigo, eu te amo. Eu te amo muito, mesmo com todos os teus defeitos, cara. Já se passaram seis meses, e eu não consegui me livrar de você um instante sequer. Você não saía dos meus pensamentos. Pensei em tanta coisa boa que a gente viveu juntos, o nosso sexo, os nossos passeios, as nossas risadas, os filmes que assistimos, as viagens que fizemos. O aconchego da nossa cama. O nosso dia-a-dia compartilhado, e tudo ia tão bem, até você começar a beber demais e se endividar, e depois me endividou também. Mas não agüentei mais ficar longe de você, e a gota d’água foi a briga recente com o meu pai. E eis-me aqui, de novo.”

Olhei para as flores e para a garrafa de vinho. “Pra que as flores e o vinho, Milo?”, e aí eu não me segurei, e chorando, corri para junto do seu peito, abraçando-o. No fundo, no fundo, eu tava morto de saudades dele. Do meu amor.

“As flores e o vinho são para celebrar o nosso retorno, querido. Vamos lutar juntos, vamos? A gente vai conseguir pagar tudo, olha, eu fui promovido a subgerente lá na agência. Estou ganhando um pouco mais. Tudo se resolverá, você vai ver.”

Mas eu não parava de chorar. Milo me acalentava em seu abraço apertado, me dava beijinhos pelo meu rosto molhado, me sacudia pra lá e pra cá, e eu rindo e chorando, feito um bobo alegre!

“Eu vou preparar a lasanha que deixei semi-pronta, e botar o vinho pra gelar um pouquinho, e arrumar as flores no seu bonito vaso chinês, Tom.”

“E eu acho que quero tomar um banho, meu amor!”

Depois de jantarmos, fomos para o quarto. Milo deu mais uma ajeitada nos seus pertences, e se preparou para deitar. Completamente pelado, como sempre, aliás, fazia, antes da nossa separação. Eu, que estava somente de roupão, tirei-o. E, deitados e nus, ficamos nos encarando por um longo tempo, sem nada dizer.

Inesperadamente, Milo se inclina sobre mim e prende com a sua boca deliciosa a pequena ponta do meu mamilo. E repousa uma das suas mãos nos meus cabelos, acariciando-os. Sacudi de tesão com o seu gesto carinhoso. Ele provocava o meu peitinho com a ponta da língua, com mordidinhas e chupões. O mamilo logo fica duro, e ele passa para o outro. Ser sugado nos meus mamilos me dá um puta tesão, eu adoro este tipo de carícia. E feita por alguém que a gente ama de verdade, não há nada que se compare!

Eu o observo. Os finos traços do rosto de Milo continuam serenos. Nem fazendo amor Milo perde a classe. Os seus belos olhos azuis são imensos agora, os lábios se movimentam com vontade e com volúpia nos bicos do meu peito. Dou um gritinho abafado, fico todo arrepiado, e ele sente o efeito devastador que exerce sobre mim. Passou a acariciar com muita leveza o meu pau, e como estava com saudades daquela mão na minha região íntima! Passo, a seguir, os braços em torno do seu lindo pescoço, e chupo-lhe agora os lábios. Milo os abre com sofreguidão, enfiando a sua língua com toda a força dentro da minha boca. O beijo de língua também era o nosso predileto. Às vezes chegávamos a gozar só nos beijando assim, e roçando os nossos corpos. Era tão bom.

Adivinho o prazer que Milo procura: apóio minhas mãos firmemente na sua grande bunda lisinha, e enfio a minha cara entre as bandas, descobrindo com a língua o caminho do orifício piscador do meu namorado. Vou lambendo, lambendo, e ele solta pelo seu ânus em fogo um sabor doce, suculento como uma fruta madura, recém colhida. De longe, ouço Milo falar palavrões e porras e caralhos, e ele agora tem espasmos anais bem dentro do meu rosto. Sei que ele está tendo um prazer imenso pelo cuzinho, só de eu meter a minha lingüinha atrevida lá. Mas ele quer mais, e eu também. Não estamos, em absoluto, saciados. A noite é uma criança!

O suor intenso escorria pelos nossos corpos em abundância, e o peso do cuzinho de Milo agora me sufoca um pouco. Me levanto, e ele se deita, ficando em posição de frango assado; esta é a posição em que Milo mais gosta de levar pica. Aliás, meu namorado querido só se satisfaz mesmo tomando vara de frango assado. Como deixar de comer uma criaturinha, assim, tão adorável?
Milo suspira profundamente, preparando-se para tomar no cu. Estende os braços ao longo do belo corpo, fecha os olhos, afastando para trás as pernocas compridas o máximo que pode. Lambuzo a sua ampola retal com o KY. Ele geme. E me diz: “Tom, amo você!”

Comecei colocando a cabeçorra do meu pau toda, de uma vez, no cu de Milo. Doeu, tadinho. Ele disse pra ir mais devagar. Mas como a cabeçorra já estava enterrada, completei com o resto, preenchendo-o de tal maneira que ele chorava baixinho. Iniciei, então, uma série de movimentos calmos de pequenas estocadas retas e depois, rebolando o meu cacete no buraquinho dele, e ia alternando isso, tal como tinha aprendido a técnica na nossa viagem a Amsterdan, em 2007. O emprego dessa técnica produziu os resultados que pretendia, pois logo Milo urrava de prazer, implorando que eu colocasse mais e mais o meu pênis dentro dele. Eu fiquei muitíssimo feliz, ao ver o quanto Milo se deliciava comigo, e gritava que me amava, e que a gente era feito mesmo um para o outro. E, bem dentro da minha mente, eu sabia que era verdade. Antes de Milo, todos os outros relacionamentos nada significaram para mim. Mas com ele, eu me completava inteiramente.

Em seguida, para minha própria surpresa, senti uma incrível onda de prazer invadir-me o corpo. Sem querer isto tão depressa, notei que se aproximava o momento do meu gozo, então enfiei a piroca nele o mais fundo que eu pude, me afogando nas águas do prazer ainda mais. Milo deu um murro na cama, de repente, se contorcendo todo, o que me forçou a abrir os olhos. Jatos e mais jatos fortes do seu leite fluíam alucinadamente por toda a nossa cama. Não deu um minuto, e eu me esbaldei num orgasmo de matar. Não me lembro de ter ejaculado tanto assim, nos meus 28 anos de vida!

Desengatamo-nos um do outro, sorridentes e exaustos. Meu namorado me abraçou tão ternamente, que pensei que fosse desmaiar de tanta luxúria. Nos beijamos demoradamente. Milo, então, pegou as taças e o vinho que trouxemos para o quarto, e as encheu, enquanto eu colocava no CD Player a nossa música especial, que sempre forneceu um pano de fundo a toda a nossa história de amor: a música chama-se THERE IS NO GREATER LOVE, interpretada pela excelente cantora que foi DINAH WASHINGTON (1924-1963). A letra resume, magistralmente, o meu romance com Milo:

Năo há amor maior
Do que o que eu sinto por vocę.
Nenhuma cançăo mais doce, nenhum coraçăo tăo verdadeiro;

Năo há emoçăo maior
Do que a que vocę traz pra mim;
Nenhuma cançăo mais doce
Do que a que vocę canta pra mim, canta pra mim.

Vocę é a coisa mais doce
Que eu conheço...
E pensar que vocę é totalmente meu!

Năo há amor maior
Em todo o mundo, é verdade!
Nenhum amor maior
Do que o que eu sinto por vocę!

“Sabe, amor, o que é o melhor depois de uma separaçăo?”, perguntou-me Milo, após tragar um gole voraz do vinho.
Sem me dar ao trabalho de pensar, disse logo que năo sabia.
“É a possibilidade de voltar, de fazer as pazes, de se perdoar mutuamente. É uma delícia. A gente pőe uma pedra em cima do passado, e segue adiante. Formidável, năo acha?”, falou Milo, e năo conseguimos controlar uma gostosa gargalhada!

Autor: Helther Silva
E-mail: jucecor@ig.com.br

Genética

Sou casado, tenho trinta anos e sempre gostei de mulher, (e ainda gosto).
Certo dia, resolvi ler um conto erótico que envolvia algo que tão logo despontaria em mim também.
O relato envolvia 2 homens sendo que um ativo e outro somente queria ser passivo, mas que era casado.
Ao ler o relato fiquei muito excitado, mas instantâneamente neguei-me essa possibilidade. O que aconteceu foi que isso não saiu mais da minha cabeça, e então secretamente decidi descobrir se era algo que realmente eu queria ou se era uma simples impressão.
Comprei então um consolo de 15x4, aluguei um filme erótico e agi exatamente como acontecia no filme. A partir daquele momento eu sabia que não poderia mais viver sem aquilo. Mas ao contrário de muitos não perdi o apetite pelas mulheres. Muito pelo contrário. Fez aumentar meu desejo sexual. Logo comprei um consolo maior de 20x5 e logo mais passei a deliciar-me com outro de 24x6.
Algum tempo depois senti a necessidade de algo real e coloquei um anúncio oferecendo-me para homens que tinham interesse nesse gênero. Logo surgiram muitos contatos mas até que consegui um contato real foram aproximadamente 6 meses de trocas de e-mails e telefonemas sem resultados. Foi então que apareceu Gilberto. Um moreno alto muito educado que me convidou para ir à Florianópolis para nos conhecermos.  Fui até lá e foi aí que tive minha primeira aventura como passivo. Transamos por alguns meses e depois de uma das transas falei pra ele que queria transar com dois ou três homens e ele disse que poderia arrumar alguém que também curtia. Foi então que conheci Kauan, Um negro desses poucos bonitos super educados, forte, alto e super refinado. É Aí que meu relato começa.

Cheguei ao apartamento de Gilberto em torno de 20:00 de um sábado muito chuvoso. Ele me recebeu como sempre e logo me apresentou Kauan. Sentamos na sala e tivemos uma conversa agradável sobre muitas coisas, menos sexo. Com a bebida que ingeríamos fomos nos soltando e lá pelas 23:00 o clima esquentou.  Pedi licença para ir ao banheiro tomar um banho e fazer uma ducha para evitar qualquer desagrado, pois nada poderia dar errado, eu esperava a muito tempo por isso. Os dois fizeram o mesmo. Seguiram para o outro banheiro e tomaram um bom banho também. Como eu demorei mais, ao chegar na sala encontrei Gilberto nu e Kauan só vestido com um Box branco, contrastante à cor da pele. Assistiam a um filme pornô e eu já via seus enormes membros a minha espera. Gilberto masturbava seu penis de 18X5 enquanto kauan só me olhava. Kauan logo colocou seu pau pra fora e pediu se eu queria chupá-lo. Imediatamente despi-me do pouco que tinha e sentei no sofá da sala enquanto os dois se posicionavam à minha frente com os cacetes apontando para cima. O Pau de Kauan era comprido e muito grosso. Comecei a sugá-los sem parar. Eu salivava muito e não dava conta da saliva que descia boca afora. Fomos então para o quarto de Gilberto onde há uma cama enorme. Gilberto se deitou e mandou que eu continuasse chupando se cacete. Foi o que fiz. Fiquei de 4 e no mesmo momento senti kauan me puxar pelo quadril. Colocou uma camisinha com muito sacrifício e como eu já estava preparado pela ducha pedi para ele empurrar tudo de uma vez. Mas ele não me atendeu. Começou a empurrar devagar e socar até o fundo com movimentos lentos e longos, acelerando aos poucos até chegar a um ritmo frenético. Gilberto não agüentou nossos gemidos por muito tempo e despejou um gozo farto em minha boca. Não demorou muito para que o pau de Gilberto subisse novamente vendo Kauan me arrombar. Trocamos de posição e pedi para Gilberto me foder em posição de frango assado enquanto Kauan veio por cima de mim empurrando sua tora na minha garganta. Logo kauan despejou todo o seu leite em mim enquanto Gilberto ainda socava em mim com muita força e velocidade. Antes que Gilberto gozasse pedi para kauan se deitar para que eu cavalgasse sobre ele. Lambuzei seu pau com gel e sentei sobre ele sentindo aquela serpente sendo engolida por mim cm à cm. Enquanto eu subia e descia eu sentia seus movimentos de quadril para cima e para baixo sincronizando comigo. Uma loucura. Enquanto isso vi Gilberto lambuzar seu pau com gel para fazer uma dupla penetração. Senti Gilberto se posicionando atrás de mim se apoiando em meu quadril como se fosse cavalgar. Como os dois são bem dotados foi um pouco difícil para entrar, mas como tenho muita experiência logo os dois estavam encaixados dentro de mim bombando de uma forma inacreditável. Os movimentos foram sincronizando e acelerando de uma forma incontrolável, mas ninguém conseguia parar. Eu me agarrava a kauan enquanto os dois socavam muito dentro de mim. Quando senti que iria gozar, abandonei-os e pedi para que gozassem em minha cara. Tiraram as camisinhas e os jatos de esperma atingiam todo o meu rosto e desciam para minha garganta e peito. Caímos na cama e apagamos. Acordei horas depois com Gilberto empurrando sua tora em mim enquanto estava de bruços, Gilberto nem se mexia e fomos para a sala e transamos lá sozinhos. Gilberto só acordou no dia seguinte. Transamos domingo o dia inteiro.  Quando podemos nos encontramos novamente e seguimos o mesmo ritual.
Procuro novas pessoas para novas experiências de regiões diferentes se for o caso para que eu não precise ir sempre para a mesma região. Isso traria suspeitas para minha esposa. Podem ser a sós, duplas ou trios que gostem de orgia, sem ofensas e palavrões ou drogas.
Faixa pretentida, 25 à 45 anos e não a obesos. Somente bem dotados.
Sou uma pessoa simples, educada, saudável, nível superior, tenho poucos pelos, 1,76, 88 Kg, tipo físico médio. Quero ser somente passivo. A alguém que interesse entre em contato pelo email:

Juninhofeliz-@hotmail.com

Um grande abraço!

Culpa da Seleção Brasileira

Experiência real e isso rolou sexta feira (02/07/2010) Fui com uma galera assistir o jogo do Brasil X Holanda num bar lotado no centro da cidade (moro no RJ), tinha muita gente na mesa.. E chegou um amigo meu (já tinha saído com ele), que foi surpresa nos encontrarmos lá, porém, ele não estava sozinho, veio acompanhado de um cara que puta que pariu, muito gosto gostoso, o FDP transpirava tesão kkkkk, ele ficaram próximos a cadeira onde eu estava, meu amigo um pouco mais atrás, o cara do meu lado... fomos apresentados, oi oi  pra todo mundo, e vamos ao jogo...não sei se de provocação, pilha ou sei lá o que, ele estava apostando contra o Brasil.

Tinha certeza que a seleção ira perder o jogo mesmo com o placar de 1 x 0 e a seleção dando o show que estava dando. Agora acredito que o esporte une as pessoas (rsrsrs), na empolgação, meu braço encostou na perna dele, tinha muita encostada de corpo ali (até d+), comecei a me aproveitar daquilo, e percebi que ele Tb, pois seu pau tava meio duro, notei; mas eu não sabia qual era a dele com o meu amigo (galho de amigo meu pra mim é homem (só como o rabo)), no intervalo eu conversei com o R. perguntei sobre o amigo e ele falou que nada a ver, eram só amigos mesmo...caminho livre, podia provocar um pouco mais, mas é claro, sem dar bandeira, afinal todos os meus amigos e amigas heteros, que não sabem do meu gosto em fuder cu de macho estavam todos ali. Depois vi o R conversando com ele, e ele voltou no segundo tempo e sentou no mesmo lugar... começou o mesmo jogo de encosta aqui e ali.

Do nada o cara, chegou perto de mim e falou.. vamos apostar o resultado do jogo? Eu perguntei.. apostar o que? Ele respondeu – o que vc quiser..... qq coisa? Retruquei... qq coisa respondeu ele..meu pau subiu e eu não pensei duas vezes..blz, BRASIL tava na vantagem, nem titubeei...Se Brasil ganhasse...ele me dava o rabão dele...se Brasil perdesse..eu teria que mama a rola dele até ele gozar na minha boca....Aposta feita, comecei a me fuder..pois veio o empate...o desespero e a derrota...estava tão puto que nem lembrava da tal aposta, (Mas com certeza eu lembraria se tivesse ganho)..como a galera ficou chateada, cada um foi pegando seu rumo, afinal não voltaríamos mais para o trabalho...geral dispersando, ficamos só nós 3, bebendo mais alguma coisa....minutos depois o R levantou e foi embora..ficamos os 2, tomei mais uma cerva e já ia levanta ndo pra sair, quando ele falou..peraí – não ta esquecendo nada não? Olhei pra mesa, apalpei os bolsos e respondei.. não , ta tudo aqui.... ele falou e NOSSA APOSTA?? Porra, tu ta falando sério?? Perguntei.. com certeza, claro!! Cara deixa pra lá... era só zueira...ele me olhou sério e falou..se eu tivesse perdido EU IA PAGAR!!

Diante do argumento.. não tive alternativa..e falei..blz..aonde, aqui no banheiro do bar?? Não.. eu moro aqui perto, vamos pra minha casa....fui!! Chegando lá, nem teve mais conversa nenhuma...ele só arriou o calção e revelou um picão meio bamba, grossa..e pelo visto cheia de leite...peguei, punhetei...e meti a boca...fiquei sugando por uns 10 minutos...ele de pé eu ali com a boca cheia de pau (era grossão mesmo)....paramos, ele tirou o resto da roupa, jogou a camiseta no sofá, sentou e abriu as pernas, continuei mamando, passava a língua o pela pica toda, e acabava colocando as bolas na boca...voltava subindo na pica e engolia o c abeção...ele gemia, gemia quase num êxtase...a bebida Tb ajudava nesta sensação, meu pau tava duraço e ele percebeu que eu tava me punhetando Tb... tentei lamber o cuzão dele, não houve protesto, pelo contrário, ele afastou mais um pouco pra minha língua entrar melhor naquele túnel quente.

Alternei entre mamadas na pica e lambidas no cu...o pau dele tava muito duro e parecia que inchava mais....pedi pra ele ficar de 4 no sofá...sentei no chão, puxei a pica dele pra trás e continuei chupando....lambi um dedo e levei no cu dele..percebi que o pau endurecia mais quando eu brincava com o rabo dele...anunciou o gozo..parei de punhetar, fiquei só mamando e senti os primeiros jatos de porra quente na boca...esguichou mais uma três vezes e quase desfaleceu...mas continuou na mesma posição (de 4) fiquei atrás dele e continuei a chupar o cu dele, pois eu queria gozar lambendo aquele cuzinho, pois sabia que ele não ia me deixar come-lo...falei que ia gozar ele pediu pra gozar em cima da bunda dele..muito tesuda por sinal....levantei,,punhetei..encostei no cuzinho..pincelei e despejei a porra na bunda dele....gozei tão forte que caiu umas porras nas costas dele...

Ficamos parados curtindo a pós foda...e ficamos amigos, vou visitá-lo depois, pois ficou a promessa dele me deixar comer o cuzinho dele....mas ele quer algo em troca..espero que não seja o meu, pois não estou pronto pra dar à bunda!!! Ah...aprendi a não confiar na seleção...pode dar zebra..ou leite kkkkkkkk. (contato.2009@bol.com.br)

 


Sou Maite Schneider, atriz profissional (DRT 24564 - SATED-PR) , poetisa, escritora, depiladora, trabalho com TV e rádio, webdesign e lutadora por um mundo em que as pessoas possam ser elas mesmas, sem medo de arrancarem seus direitos e até perderem sua vida.
O site é atualizado várias vezes por dia e este trabalho é feito pensando em você.
Conte sempre comigo no que precisar. Basta usar nossa linha direta que é casadamaite@gmail.com

 

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