Gay

Gay das cavernas leva 5.000 anos para "sair do armário"

Cinco mil anos depois de ter morrido, o primeiro "gay das cavernas" foi descoberto por arqueólogos na República Tcheca. De acordo com os cientistas, o jeito como foi enterrado sugere que ele tinha uma orientação sexual diferente. 

Descoberto em escavações na República Tcheca, o falecido homem da Idade da Pedra teria vivido entre 2.900 e 2.500 antes de Cristo. A informação foi revelada nesta quarta-feira (6) pelo jornal britânico Daily Mail.

Durante aquele período, os homens eram tradicionalmente enterrados sobre seu lado direito, com a cabeça apontando para o oeste, e as mulheres sobre seu lado esquerdo, com a cabeça apontada para o leste. 

Neste caso, o homem estava deitado sobre seu lado esquerdo, com a cabeça em direção ao oeste. 

Outra pista é que os homens geralmente eram enterrados com armas, martelos e facas, além de porções de comida e bebida para acompanhá-los para "o outro lado", explicaram os cientistas. 

Já as mulheres eram enterradas com colares feitos de dentes, animais de estimação e brincos de cobre, além de jarros domésticos e um vaso na forma de ovo perto dos pés. O “homem das cavernas gay” foi enterrado com jarros domésticos e sem armas. 

Os arqueólogos dizem que isso não deve ser um erro ou coincidência por causa da importância dos funerais durante aquela época, chamada de Era da Cerâmica Cordada, na qual os potes foram produzidos. 

“Graças à história e à etnologia, sabemos que as pessoas desse período levavam os funerais muito a sério, por isso é muito improvável que essa posição fosse um engano”, explicou Kamila Remisova Vesinova, chefe da pesquisa. 

- É muito mais provável que fosse um homem com uma diferente orientação sexual, um homossexual ou um travesti. 

Junto aos pés do esqueleto também foi encontrado um recipiente oval associado a enterros de mulheres. 

Katerina Semradova, que faz parte da equipe de arqueólogos, disse que seus colegas já haviam desenterrado, anteriormente, uma sepultura do período Mesolítico, na qual uma guerreira foi enterrada como um homem. 

A pesquisadora acrescentou que feiticeiros da Sibéria também eram enterrados dessa forma, mas com ricos acessórios, apropriados a sua alta posição na sociedade.

“Sempre fui uma mulher aviadada”, diz Claudia Raia à revista gay

Capa da revista “Junior” de abril, Claudia Raia conta em entrevista à publicação que seu primeiro contato com o mundo gay começou cedo. “Minha mãe tinha uma academia de dança, a vida inteira convivi com mundo gay, o meio da dança é muito gay. Sempre fui uma mulher aviadada. É uma coisa muito normal para mim. E para meus filhos também. Sempre coloquei toda verdade para eles, super respeitam”, afirma.

Claudia conta que nunca deixou os filhos serem cruéis com o universo gay. “Acabo na hora com qualquer possibilidade de preconceito. Meu filho Enzo tem 13 anos, naquela fase que poderia ser difícil. Mas ele conversa com todos os meus amigos gays sobre todos os assuntos, é totalmente tranquilo, super respeitador. Depende só de como se aborda o tema”, acredita.

A atriz diz que lida bem com o fato de ser uma diva gay. “Desde sempre tive um envolvimento grande com gays. Aos nove anos comecei a trabalhar como modelo do Clodovil [Hernandez]. Até hoje meus maiores amigos são gays”, conta ela, lembrando que Clodovil a descobriu em uma apresentação de dança. “Ele achou que eu era incrível e me colocou encerrando um desfile. Eu ficava muito no ateliê dele, já no meio da bichice toda...”, lembra.

Estudo da UCLA: Apenas 3,5 por cento dos Americanos São Homossexuais

Apenas 3,5 por cento dos adultos nos EUA são lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros (LGBT), de acordo com um estudo realizado em abril 2011 pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

 

O relatório também constatou que apenas cerca de 0,3 por cento dos adultos americanos são transexuais.

 

"Entender o tamanho da população lésbica, gay, bissexual e transgénero (LGBT) é um primeiro passo crítico para informar uma série de políticas públicas e temas de investigação," escreveu Gary Gates, da Williams Distinguished Scholar na Faculdade de Direito da UCLA.

 

Gates ilustra que LGBT torna quase a população de Nova Jersey, que é o quarto menor estado da América de acordo com a massa de terra, mas é o décimo primeiro estado mais populoso.

 

Seus resultados foram divulgados pelo Instituto Williams, um filiado à UCLA que é especializado em estudos orientação sexual e identidade de gênero.

 

As informações para a pesquisa são baseadas em dois níveis-estaduais e quatro inquéritos nacionais de base populacional realizado entre os anos de 2004-2009. O estudo também revela a composição dos grupos.

 

Pouco mais da metade da população LGBT é bissexual, ou 1,8 por cento da população total dos EUA. As mulheres são muito mais propensas as serem bixessuais ​​do que os homens.

 

Sentimentos mistos sobre os Resultados

 

A comunidade LGBT tem sido amplamente dividida entre aqueles abraçando os resultados, e outros, expressando dúvidas. Os críticos dizem que alguns entrevistados podem ter se recusado a revelar sua homossexualidade, alegando que pode haver mais indivíduos gays do que o estudo aponta.

 

Mesmo Gates admitiu as dificuldades em manter a precisão, dizendo que "os métodos da pesquisa podem afetar a disposição dos entrevistados para relatar identidades e comportamentos."

 

No passado, grupos de defesa dos homossexuais se reuniram por trás da estimativa de "10 por cento," descrevendo a população homossexual masculina conforme citado no estudo de 1948 somente do sexo masculino realizado por Alfred Kinsey.

 

Conhecido pelo estudo pioneiro sistemático da sexualidade humana, Kinsey escreveu que um em cada dez homens foi "mais ou menos, exclusivamente homossexuais durante pelo menos três anos entre as idades de 16 e 55."

 

Estudos subsequentes desde a década de 1990 contestam esses resultados. Mas só recentemente os principais defensores do LGBT distanciaram-se das pesquisas de Kinsey.

 

"Embora eu obviamente não possa verificar o estudo [UCLA] em primeira mão, ele nos lembra de que a noção de 5 por cento... ou mais absurdo a de 10 por cento da população seja gay é simplesmente falsa," diz Michael L. Brown, o autor de Aconteceu uma coisa estranha com a América.

 

Em seu livro, Brown descreve como uma minoria silenciosa, uma vez transformada na força principal que domina a cultura-pop, Notícias e política no Capitol Hill hoje.

 

"A coisa triste é que muitos americanos ainda acreditam no mito de 10 por cento, e na mídia popular, muitas vezes até alimentam este mito com declarações nesse sentido vindo de personagens em programas como Law and Order: A Unidade de Vítimas Especiais ," explicou Brown ao The Christian Post.

 

"Dito isto, sabemos que muitos dos jovens de hoje - especialmente as meninas - estão experimentando mais com as experiências bissexuais, mas ainda podemos estar razoavelmente confiantes em que, no final, apenas uma percentagem muito pequena se identificará como lésbica.”

 

Para visualizar o documento original do Instituto William na íntegra, acesse:

 

http://www2.law.ucla.edu/williamsinstitute/pdf/How-many-people-are-LGBT-Final.pdf

 

 

Professor diz que os gays foram os culpados pela queda de Roma

Na Itália, o professor Roberto de Mattei está sofrendo repreensão e pode ser demitido por causa de uma declaração que fez durante uma entrevista quando afirmou que os gays foram os responsáveis pela queda do império romano.

O professor de 63 anos, que é vice-presidente do Centro Nacional de Pesquisa de Roma, disse que "o colapso do império romano e a chegada dos bárbaros foi devido à disseminação da homossexualidade. A colônia romana de Cartago era um paraíso para os homossexuais e eles infectaram muitas outras (colônias). A invasão dos bárbaros foi vista como punição por estas transgressões morais".

Por causa desta declaração, alguns grupos LGBTs e políticos italianos estão pedindo a demissão do professor.

 

A percepção do preconceito

O preconceito contra os homossexuais é outro traço que a pesquisa sobre o perfil do morador de Fortaleza desenha. Os números mostram um paradoxo: ao mesmo tempo em que a maioria dos entrevistados (87,5%) declara que não tem preconceito, percentual semelhante (82,8%) acredita que o fortalezense é, sim, preconceituoso.

A contradição expõe, nessa como em outras questões, que há uma tendência maior a se mentir na resposta à pesquisa quando se fala de questões da intimidade. Mas o preconceito é real.

E é visível, demonstrou a professora Glaudiane Holanda, 34 anos, durante a graduação em Ciências Sociais (Universidade Estadual do Ceará). Glaudiane concluiu o curso com a monografia “Entre o proibido e o permitido – sociabilidade homoerótica na Praça da Gentilândia”.

A praça, no efervescente bairro Benfica, caminho de passagem de roqueiros, punks, hippies, boêmios e (contra)culturas, tornou-se ponto de encontro, paqueras e namoros de homossexuais. A maioria, retrata Glaudiane, eram adolescentes e jovens na faixa etária de 13 a 24 anos. Eles se encontravam às sextas-feiras, das 18 às 23 horas, reconstitui a pesquisadora. “E havia dias que chegavam a 300 pessoas”.

A Gentilândia passou, de boca em boca, a ser o local do permitido. Os jovens, antes, engaiolados nos shoppings, foram para a praça. “Estamos ficando lá na Gentilândia”, divulgam os adolescentes, barrados nas boates gays da cidade.

Mas, ao ganhar a rua e a visibilidade, os homossexuais também se tornaram alvo de conflitos, restaura Glaudiane Holanda. “O moradores começaram a acionar a polícia”, conta. A pesquisa de porta em porta demonstrou: “Eles se sentiam muito ofendidos com ‘aquele tipo de pessoa’ na praça. Não achavam normal e se sentiam incomodados com as imagens. Ver dois meninos ou duas meninas se beijando, eles não consentiam... Alguns diziam que não colocavam mais as cadeiras lá fora porque não queriam que seus netos e filhos vissem”.

Começaram a acontecer arrastões no local, destaca Glaudiane. “Os moradores deram o pontapé inicial porque queriam terminar aquele movimento. Foram atrás da polícia, que não deu conta e acabou espancando muitas pessoas lá. Depois disso, alguns moradores entraram em contato com gangues próximas”, ratifica.

E a chamada “pracinha da Gentilândia”, povoada entre 2004 e 2006 por aqueles grupos, foi sendo esvaziada. A intolerância ressoava em um discurso preconceituoso: “O discurso era ‘vamos tirar os ‘veados’ e as ‘sapatões’ desse espaço”. E assim foi. “Começou a surgir a Praça Portugal e abriu um bar, próximo ao 23 BC (23º Batalhão de Caçadores) que deixava os adolescentes entrar. O pessoal fugiu da praça e foi se esconder nesse lugar, que era particular, fechado”, relaciona a pesquisadora.

O esconde-esconde ainda é um meio de os homossexuais vivenciarem suas relações na quinta metrópole do País. Glaudiane reforça: “Pela própria formação do cearense, do macho ser valorizado. O ‘cabra macho’ ainda está muito arraigado na nossa cultura. Quando acontece algo que rompe com esse cotidiano, as pessoas acabam reagindo”.

Daí, a mestranda em Antropologia (Universidade Federal de Pernambuco) conclui, endossando as estatísticas sobre o preconceito contra os homossexuais: a maior parte dos fortalezenses é preconceituosa e intolerante em relação ao que ainda não está legitimado. “Já presenciei, várias vezes. Em bares, quando tem um ato de carinho entre pessoas do mesmo sexo, o dono do bar pede que se retire. Enquanto do lado tem um casal heterossexual se beijando. Ainda causa estranhamento”, atesta.

 

Ana Mary C. Cavalcante
anamary@opovo.com.br

Gay é marcado a ferro quente em ataque homofóbico

O estudante Freshman Quinn Matney, da Universidade da Carolina do Norte, foi marcado a ferro quente em um ataque homofóbico.

Assustado, ele contou à imprensa local que estava cruzando uma passarela perto do prédio dele quando um homem agarrou seu pulso e colocou o ferro quente ao mesmo tempo que o ofendia com palavras homofóbicas.

"Alguém agarrou meu pulso e pressionou um pedaço de metal quente nele. Ele disse: ´aqui está o gosto do inferno para você bicha`" contou Matney em entrevista para a NBC17.

A vítima contou ainda que tentou olhar na cara do agressor, mas ele saiu rápido.

O estudante sofreu queimadores de terceiro e quarto grau no músculo do tendão. Segundo os médicos, ele talvez tenha sofrida destruição do nervo.

Não ficou claro qual foi o objeto usado para agredir o aluno.

 

Xandão, um fudedor carioca

A sexta-feira tinha sido cansativa e com muito movimento na gráfica onde Xandão trabalhava de 9 as 17h, era agora 17h18m e ele se dirigia ao banheiro da Central, queria relaxar antes de pegar o trem para Anchieta. Xandão é um moreno de 1.78, 74 kg, olhos cast e lábios bem moldados, naquela sexta, ele sabia q ia se dar bem, alias, como sempre, não só pelo belo corpo, mas especialmente quando abria o ziper no mictório e botava o pau pra fora. A pica de Xandão impunha muito respeito,pois mesmo mole chegava a medir 13cm e ereto alcançava 22,5cm por 9 de diâmetro. Sabia q todas as atenções se voltavam pra ele e isso compensava qualquer dia ruim de trabalho. Aos 16 anos, ele já era apelidado entre os amigos do futebol de xande tripézão... Aos 17 já começava a saborear diversas bundas no bairro. Seu primeiro lanchinho foi Joel, o goleiro do time, Elzinho, como era chamado,era 2 anos mais velho e tinha mais corpo, mas isso não impedia de ser enrabado pelo nosso jovem fudedor, que sempre usava o quartinho de ferramentas de seu pai como local p suas transas. Xandão era severo, metia sem dó a vara no rabo do colega e o deixava doido de tesão, a ponto de Elzinho o procurar direto querendo mais.

Depois veio Sr. Antunes, amigo de seu pai, esse tinha 49 anos e dava p Xandão sempre aos domingos, quando sua esposa e filhos iam p igreja, Sr. Antunes ensinou muita coisa ao nosso amigo, isso fez com que ele aprimorasse sua pegada, o que ele aprendeu muito bem. Depois viria Professor Sérgio, o rígido treinador do time do bairro,mas que gemia feito gata no cio quando sentia a jéba preta penetrando centímetro por centímetro em seu rabo, para depois sentir aquele entra-e-sai delicioso e aquela pegada de macho viril q ele nunca tinha experimentado com outros caras, além dos tapas q Xandão lhe aplicava na bunda. Tinha tbem Almir, de 18 anos, o vizinho, esse era comidinha quase diária, Xandão apenas assoviava e Almir sentia seu cuzinho latejar de êxtase, daí pulAva o muro e ia direto p quartinho, Xandão lhe aplicava uma gostosa e potente surra de pica. Sem falar de Nelson, o agente do IBGE que apareceu numa tarde chuvosa pra fazer pesquinsa de censo, xandão usava um moleton velho e, mesmo de cueca, seu mastro fazia volume e dividia a atençao do agente entre a maquininha de pesquisa e o volume entre as pernas daquele moreno com cara de safado.

Como não tinha mesmo ninguem em casa, nem foi preciso ir p quartinho de ferramentas, xandão passou a vara em nelson ali mesmo, no sofá da sala, foi uma pirocada tão vigorosa q o cara decidiu nem mais visitar casa nenhuma naquele dia, pois suas pernas estavam trêmula. Havia tbem um outro vizinho, Marcelo, esse tinha 19 anos e trabalhava no mercadinho do bairro e frequentava uma igreja evangélica. Nosso fudedor adorava meter em Marcelo, pq ele tinha uma bela bunda, rebolava muito e seu cu era bem quente, apertadão. Marcelo sempre reclamava de dor e que o pau do vizinho era muito grande, dizia tbem q aquilo não era certo, que aquilo era um pecado e que não mais voltaria a fazer...Quando tava a fim, Xandao ia no mercadinho e decidia o dia e a hora, mas Marcelo dizia q não iria e que não era mais p ele ir procura-lo. Mas ele sempre ia. Chegava todo marrento, cheio de moral,dizendo q tinha ido somente p dizer outra vez q não voltaria mais a praticar aqueles atos, Xandão apenas ria cínico, botava o pauzão pra fora e dizia as palavras mágicas: “ajoelha e mama”. Em segundos marcelo já estava aos pés do amigo mamando seu pau como uma cabrita faminta . Xandão mandava ele mamar olhando pra ele e, vendo tesão e medo nos olhos do parceiro submisso e falava vitorioso: “ Isso mesmo, assim q eu gosto”.

E o que viria a seguir era uma surra de pica q as vezes chegava a durar 1 hora e meia, a pica escorregava pra dentro de Marcelo e as estocadas eram fortes e nosso fudedor ainda pulsava a pica dentro do parceiro, coisa q deixava o carinho todo arrepiado, socando o balcão e se contorcendo feito minhoca, bêbado de luxúria e prazer.

junior.mpg@hotmail.com

 

Vizinhos, Que Tesão III.. continuação

Dou leves olhadas para Reginaldo o qual parece estar louco ali vendo eu  levar seu irmão a loucura .Sempre fui louco por  bunda, mais no caso de homens sempre fui passivo. então peço para Gustavo ficar ... de quatro, ele que agora sabe do que sou capaz obedece sem mais delongas. então digo a Reginaldo  que ele pode aproveitar de  minha bunda , mais com carinho.

  me posiciono no traseiro de Gustavo o qual estava ansioso , fico de quatro e logo sinto a língua de Reginaldo atravessar a barreira de meu anus. A sensação era ótima,  ele ainda acariciava meu penis enquanto isso. então ele se levanta e sinto algo escorrer por minhas nadegas ele a estava lubrificando com a boca. um momento e sinto seu penis abrir caminho por minha bunda, não ouve muita dor e eu adorei a sensação.  seus pelos ao tocarem em minhas costas me arrepiavam todo. então ele se debruça sobre mim      "você também vai usufruir do mel que esta nos dando"     diz ele em meu ouvido. seu irmão estava ali sem saber o que pensar, havia me distraído e o deixei parado ali com a bunda na minha cara.

  Então começo passando a língua por suas nadegas até chegar ao rego. chupo suas bolas por traz e ele enlouquece, aproveito minhas mãos livres e aliso seu penis suavemente. passando a mão por toda sua virilha e seu abdômen intacto.

  A sensação era maravilhosa, sentia Reginaldo dentro de mim , seus pelos roçarem em todo o meu corpo e ainda alisava meu penis me deixando sem fôlego. Enquanto isso eu lambia o rabo de seu irmão o qual era maravilhoso , tocava os cabelos de seu rego e eles se misturavam em minha boca , e o masturbava com a mão  a qual não parava e andava por seu corpo como quem deseja ter tudo de uma só vez.

  Não agüentei e fui o primeiro a gozar na hora gritei, meu corpo despencou , mas nem por isso paramos tinham mais duas pessoas para usufruírem do MEL destruidor.
 
   Continuo ali maravilhado com o sabor inebriante de ter dois homens ao mesmo tempo. Até que Gustavo diz que esta prestes a gozar. peço pra Reginaldo que  estava colado  em mim com seu corpo  suado , para que os dois se sentassem , obedecem sem delongas. parto pra Gustavo que estava mais perto de chegar ao auge, engulo seu penis e volto a masturbá-lo com a boca. Enquanto isso seu irmão ao lado se masturba vendo a felicidade nos olhos de Gustavo.

 Jatos de esperma enchem minha boca, mas desta vez não deixo que fujam. tomo aquele caldo quente passando por minha garganta era delicioso, continuo a acariciar seu penis, ele se contorcia de prazer. então se deita sobre o sofá com o corpo todo suado.

   Reginaldo nos olhava e ria para si mesmo, ele me chama para seu penis  e sem pensar o tomo como se fosse arrancá-lo. suavemente lambo a cabeça de seu  pau, depois começo a chupá-lo mais de lado. desço até suas bolas e fico me deliciando com o seu sabor . de repente aquilo flui como um vulcão em erupção. a porra atinge todo o seu peito. e aquela cena me faz pirar. subo resgatando tudo em meio aos pelinhos de seu abdômen . me deito sobre seu corpo e me sinto realizado. aquilo foi maravilhoso. encosto minha boca na sua novamente . os sabores se misturam, sua língua junto a minha. corpo x corpo.

 

    Uma pagina virada.  . .  hoje em dia tenho contato com Reginaldo o qual agora namora firme ,  uma garota linda. nunca mais nos relacionamos.  mas a algum tempo ele me disse  por e-mail que sua namorada adoraria fazer sexo a três. . .  Quem sabe!!!!
  já seu irmão Gustavo  continua firme  e tesudo como era. agora estuda em lavras   . . .quem sabe eu não começo uma Facul ano que vem!!!!

 espero que tenham gostado, e não deixem de ver meus outros contos

 ivo-81@hotmail.com, Itajubá - MG.

 

Vizinhos, Que Tesão II... continuação

Nós dois ali nus, e Gustavo irmão de Reginaldo havia visto tudo e estava parado ali a nossa frente, este por sua vez se aproxima. O medo toma conta de meu peito , aquele sonho que acabara de viver , podia se transformar em uma catástrofe. Ele segurava um celular, me desespero imaginando que ele filmou todo o ocorrido ali, entre mim e seu irmão. Então ele começa a rir.

  Reginaldo me olha com um ar sério. Ele havia visto algo que meus olhos não foram capazes. E usaria deste triunfo para nos safarmos. é então que vejo o que estava o deixando menos apreensivo. a calça de Gustavo estava estufada , seu penis pedia para sair. então saco qual é a do Reginaldo.  e da mesma forma que ele fez comigo resolvemos fazer com seu irmão.

  Me volto para Reginaldo, o qual mesmo apos ter gozado em minha boca esta com o penis  enrijecido e parece que a  situação o despertou ainda mais. ele olha no meu rosto, se deita sobre o sofá novamente e me chama pra si eu me ajoelho me encaixo entre sua pernas e novamente começo a alisar seu penis com a boca.  abocanho suas bolas  e começo a chupar, minha língua se entrelaça com aqueles pelos e isso me leva a loucura.

  Então Reginaldo olha para o irmão e o chama para junto de nós, este por si não pensa duas vezes retira a roupa num impulso enorme, mostrando do que era feito, seu corpo era lindo ao contrario do irmão, não tinha pelos pelo corpo a não ser no púbis, o qual se destacava pelo tamanho avantajado de seu penis . como podia uma pessoa ter dado a luz a duas pessoas tão diferentes e tão gostosas.

  Reginaldo se levanta dando o seu lugar a seu irmão. o qual não demonstrava nenhuma insegurança. ele me olha profundamente "capricha , que depois eu consigo te levar  a lua". Aquilo me da um oop, pois sinto que ele estava me desafiando. Então  resolvo levalo realmente a loucura. pesso a Reginaldo que agora se sentara no outro sofá para apreciar as futuras cenas um forma contendo gelo.

  Logo ele volta e aquela cena era hilariante, ele andando pela casa todo despido e ainda com o penis nas alturas. rimos pra descontrair.

  Coloco um cubo de gelo na boca e mais dois por cima da barriga de Gustavo, o qual agora se deita no sofá . com o gelo na boca , abocanho seu penis, ele treme todo. a sensação era única e não tem como explicar, ele se contorcia  ,gemia .  Reginaldo só olhava . Então passo a suas bolas ainda com o gelo , agora minha língua só sentia uma leve pontada dos fios de pelo que pontavam em seu saco depilado. Passava de uma bola a outra e o ar gelado era delicioso. então resolvo subir por seu corpo.o gelo já derretera um pouco sobre sua barriga. eu  passo a boca por eles e os apanho subo acariciando seu corpo com as mãos e a língua paro em seu umbigo lisinho e ali faço movimentos circulares. sinto ele se mexer e aquilo me faz sentir orgulhoso subo até seus mamilos e novamente os acaricio com a boca. Então chego ao seu rosto lambo seu pescoço, e dou leves mordidas em seu queixo,até chegar em sua boca que tinha um cheiro ótimo , encosto meus lábios nos seus  e sinto o sabor de sua língua, a qual não saia de minha boca. voto a acariciar seu corpo, e dou leves olhadas para Reginaldo o qual parece estar louco ali vendo eu  levar seu irmão a loucura .

  Ele se levanta vem até nos, meu deus o pau cintilava o corpo escondido por lindos pelos . e eu tinha os dois ali a minha disposição .

  sempre fui louco por  bunda, mais no caso de homens sempre fui passivo. então pesso para Gustavo ficar ...

continua.... 

falta apenas mais um conto para concluir não perca.

ivo-81@hotmail.com  Itajubá, MG

 

Vizinhos, que tesão

  Bom sou Ivo Magalhães (20, 1.90 de alt., corpo normal bonito)  moro em Itajubá a 4 anos  e neste tempo fiz vários amigos por aqui.
 
   Entre eles o Reginaldo (26, alto, moreno, corpo sarado, muitos pelos que o embelezam) e seu irmão Gustavo (22, atlético, moreno , corpo todo liso).  freqüentava a casa deles direto e tinha muita liberdade ali. As vezes entrava e nem mesmo batia na porta.

   Esses dias tava levando um jogo novo pro  Reginaldo, e por saber que seus pais não estavam , entro sem avisar. qual não é minha surpresa quando me deparo com ele na sala deitado sobre o sofá, com a calça abaixada alisando o penis enquanto via um filme pornô gay na TV. ( era lindo, aquele cacete duro e grosso, envolto por pelos , senti meu penis latejar de tesão) ele se surpreendeu  e rapidamente fechou a calça e desligou a TV. estava em choque. foi então que ele percebeu e eu não pude esconder meu penis que queria pular para fora da calça de tanto tesão.

   Ele pediu para  eu me sentar ali no sofá que ele iria me explicar o que estava acontecendo. me sentei foi então que ele abril a calça novamente e começou a alisar seu pau e me encarava com aqueles olhos castanhos, então eu não agüento tiro meu pau pra fora e começo a tocalo.ele tira sua roupa , e vejo seu corpo um  malhado pelos muito bem distribuídos.

 Ele me olha   e pergunta se não quero tocar no seu pau, sem pensar duas vezes tiro minha camisa , e a calça e  caio de boca  no seu cacete, ele me olha como quem quer rir e isso só me deixa ainda mais excitado.  aliso seu penis com a língua e isso o deixa louco.subo beijando todo o seu corpo , lambo sua virilha  e vou subindo pelos pelos de seu abdômen e ao chegar nos mamilos beijo um intensivamente enquanto acaricio o outro.  seu corpo e coberto por pelos mas de um jeito que deixa qualquer um pirado.
  
  Ao chegar em seu rosto toco sua boca com a minha, sua barba por fazer me arrepia todo, era incrível o sabor de sua língua , nos beijamos por um bom tempo enquanto trocávamos caricias.Desço até seu penis novamente e começo a lambelo , aproveitando a boca e passando por toda sua virilha  e descendo até onde conseguia de sua bunda. Ele gemia de prazer  então percebendo que ele estava prestes a gozar  volto  a seu penis e  com movimentos suaves e constantes, o masturbo com minha boca , aquele pau enchia minha boca e me deixava sem ar aquilo era maravilhoso.  ele então da um grito e quando per sebo sua porra inunda minha boca e se espalha pelos pelos de sua barriga , eu tomo aquilo como quem bebe um milk-shake e que ele gosto era maravilhoso, abocanho todos os pingos que se espalharam por sua barriga, e volto  a seu rosto  beijo seu queixo  sua barba  ao encostar em minha língua me dava arrepios , coloco minha boca diante da sua novamente e nos beijamos , mordo seus lábios e ele adora  paro por um momento e olho nos seus olhos  e ele diz "esta sendo maravilhoso' e agora e minha vez de te satisfazer um pouco.

      Ouvimos um barulho e qual não é nossa surpresa quando vemos seu irmão Gustavo ali na escada boquiaberto vendo tudo. ele desce se posiciona a nossa frente, nos dois nus ali e ele nos olhando,  ele chega mais perto e ........

   continua .....
  gostou do conto? então não perca o próximo,e outros que escrevi

 

ivo-81@hotmail.com, Itajubá,MG

 

O cobrador

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito, bissexual e atraente) moro em Itajubá, MG. O ocorrido ocorreu em 2009 quando procurava por uma vaga de emprego.
Segunda-feira, chego em casa após um dia de estudo,  minha mãe vem ao meu encontro com um largo sorriso no rosto, então ela me diz que recebeu um telefonema de uma transportadora em Belo Horizonte, e que eu tinha conseguido uma vaga de entrevista para estagiar na área de informática, a qual seria nesta quinta - feira as 13:00 na sede da empresa. Me preparo para tal entrevista, aviso a escola,minha namorada  e as 04:00 da manha de quinta, juntamente com Aline esperava pelo meu ônibus, quando ouço o alto falante pronunciar meu embarque que seria no portão 6.
Chego em frente ao portão de embarque, e ali vejo um rapaz lindo, de uns 25 anos, devia ter uns 1,80 de altura, pele clara,  cabelo e olhos castanhos, barba bem feita e uma covinha no queixo que percebi quando ele sorriu para um dos passageiros, um tesão. Então ele me encara e eu disfarço meus olhos que o fuzilavam. Me despeço de Aline com um beijo e a abraço " boa sorte" diz ela em meus ouvidos .
Ao passar pela porta do ônibus o cara novamente me encara, e posso perceber sua camisa um pouco aberta, o qual revelava alguns fios negros em seu abdômen. me sento no ultimo banco do ônibus, e percebo que só haviam quatro pessoas que fariam tal viagem, eu , uma senhora e sua filha, os quais se sentam num dos primeiros bancos e um moço o qual fica no banco do lado oposto das duas. O ônibus já dera a partida e por cinco horas seriamos só nós 4 ali.
Pego  meu  Notebook, e passo a ver algumas fotos pela internet,  navegando pelos sites resolvo ver um pornô, ao perceber o cobrador, o rapaz bonito, fecho o computador rapidamente , ele passa por mim e entra no banheiro, e novamente navego por imagens excitantes, até que chego em um site gay, e passo a apreciar homens deliciosos com penis avantajados. Então escuto a porta do banheiro , mas desta vez não consigo esconder, e o cobrador via aquelas cenas de HxH, ele disfarça e sai rapidamente todo sem graça. Eu fico envergonhado e fecho o aparelho, me encosto no banco e cochilo, acordo com uma pequena turbulência,  e me assusto ao ver ele sentado ao meu lado. fico calado, mas me pergunto "porque ele veio se sentar justo aqui, sendo que todo o ônibus esta vazio"  ele me cumprimenta e eu retorno. fico sem graça. Pedro, vejo seu nome em seu crachá.
Passado algum tempo, ele me diz que eu me sentei num dos melhores lugares de todo o ônibus, uma voz agradável, sem imaginar o motivo lhe pergunto o porque, ele da um largo sorriso revelando sua covinha, e diz "- aqui da pra aproveitar a viagem de diversas maneiras", eu retribuo sorrindo, e começo a entender seu jogo, mas não dou nenhuma pinta. sem querer per sebo que seu pau estava crescendo, e novamente ele me pega com a boca na botija, ele me encara e em seguida abre o cinto e também seu zíper dando vista a uma cueca branca, ele retira seu penis e começa a se masturbar em minha frente, seu penis era enorme, o  púbis tinha pelos cortados com precisão,  o prepúcio e os testículos eram rosados bem claros. Ele me olha e pergunta se eu não tinha vontade de tocar seu membro. estava totalmente encabulado, com medo das pessoas ali no ônibus, mas mesmo assim desço minha mão até chegar em seu penis, a sensação e que aquilo era muito maior do que o meu, senti vontade de passar a boca, e quando percebi ja o abocanhava, mica boca era preenchida completamente. beijava sua grande e descia até sua virilha , adorava sentir seus pelos roçarem em minha língua, sem dizer o sabor de suor que tomava conta de minha boca. Então passo a chupar seus testículos, ele vigiava o ônibus e gemia de prazer, suas bolas se esfregavam em meu rosto enquanto eu tomava conta delas.
Volto a seu penis  e suavemente o masturbo com a boca, aquilo chegava até minha garganta, as veias saltavam e num instante sinto minha boca sendo inundada, sua porra era grossa e em grande quantidade. tomo aquilo e vou até seu rosto encosto meus lábios nos seus, e nos beijamos ferozmente, minha língua passeava por sua boca e sentia o sabor inebriante de sua saliva. passo minha boca por seu queixo e chupo a tão esperada covinha que me deixava louco.
Nos levantamos e vamos até o banheiro, ele fecha a porta rapidamente e retira a camisa dando luz a seu corpo atlético, pelos se espalhavam perfeitamente por seu abdômen , e uma uma pequena  trilha que descia até sua virilha, ficamos frente a frente , o beijo e desço seu corpo com a boca apanho seus mamilos  e os chupo intensivamente, desço novamente até sua virilha passando pela trilha de pelos , chupo seus testículos como nunca, então ele me pede para virar.
O espaço era minúsculo, então não tive como ficar de quatro, me abaixei um pouco e ele penetrou meu cu com seu penis, ele me agarra e me coloca contra uma das paredes, e intensifica os movimentos, era maravilhoso seu corpo quente juntamente com seus pelos roçando o meu. continuamos ali e então percebo algo quente me inundar por dentro, sua porra já escorria por minhas pernas, ficamos ali uns 15 minutos , nos limpamos e ficamos frente a frente.  aproveitei a situação e me esbanjei em sua boca , o beijando e sentindo seu odor hipnotizante.
Bom ao acabar a viagem me despedi de Pedro, e disse que adoraria encontralo novamente. Eu fiz a tal entrevista, e o que me pediram foi que voltasse daqui a duas semanas para a 2° etapa.      mesmo não tendo conseguido o estagio rapidamente, adorei a Idéia.

 

ivo-81@hotmail.com, Itajubá - MG

 

Sozinho há um bom tempo

Oi turminha! Tô sozinho há um tempo, sou super discreto, e como não dou pinta não dá pros caras que paquero saberem bem o que quero. Tenho atração por sujeitos discretos também, tipo normal, nem muito machão marrento e nem afeminado. Por isso nos contos que leio gosto de saber como é que as pessoas se conheceram, onde foi, quem tomou a iniciativa, etc.
Sou casado, amo a minha família, mas desde criança que tenho atração por outros homens. Desde as brincadeiras com os primos que eu quero descobrir mais, ver mais. Por volta dos 12 anos eu parei e resolvi lutar contra esse impulso. A luta continua até hoje, kkk estou com 42a. Minha família é bacana e não quero ofender por nada.  Também não peguei fama de bichinha, que aqui no interior de Minas é o fim da felicidade de toda família.
Toda semana eu vou a BH onde trabalho também e fico alguns dias em um Kitnet alugado no Centro.  Tenho 1,80m, 70kg, cab e olhos cast, corpo branco e peludo. Sou muito carinhoso e afetivo. Sou ativo, já dei e não gostei, não quero repetir porque não me senti bem.
Não freqüento lugares “óbvios” e como sou sério, tá difícil a coisa aqui.  Sempre fico esperando uma pessoa bacana, casada (de preferência), que também goste de uma amizade com gozadas gostosas. Logo que cheguei em BH há uns 10 anos, fiquei louco com a beleza masculina desta cidade, destaque especial para a Polícia Militar, cujo uniforme é o melhor que tá tendo.  Até hetero deve ter tesão.
Já faz uns 10 anos também, eu estava em casa à noite, já de short após o banho,  toca a campainha. Primeiro susto, depois o tesão, eram dois PMs,  medi os dois de alto a baixo, eu logo abri toda a porta. Houve uma reclamação da vizinha e estavam averiguando nem sei mais o quê. Quando eu ia convidar para entrar, a outra vizinha também abriu a porta e eles decidiram se dividir. Nunca tive sorte em sorteios, mas neste saí premiado: Orfeu (pseudônimo), 1,90m, uns 98 Kg, NEGRO, gostoso, cheiroso, sorriso farto, 36 anos, musculoso. É claro que o meu pau ficou duro na hora, e eu tava sem cueca. Fiquei constrangido mas não deu prá disfarçar. Falei: desculpa, eu sai do banho agora, vou pegar uma camisa... ele disse: tô veno tá até um cheiro de sabonete, mas não esquenta não que aqui é bem rápido.  Assentou-se e começou a perguntar umas coisas, logo o colega chamou, e ele foi embora. Fiquei na dúvida se ele havia olhado para o meu corpo, e pro meu pau, tive medo que ele me tirasse por causa da ereção, que tentei disfarçar com a mão mas ele já tinha olhado, custei a dormir aquela noite. Masssss...
Na noite seguinte um pouco mais tarde, toca a campainha, pelo olho mágico vejo que é ele, corro para tirar a camisa e o sapato, e ainda deixar duas camisinhas na mesa ao lado da cama. (como chamariz). Eu moro em um kitnet e quando se entra já dá direto no quarto. Quando abro a porta ele já estava indo embora então eu chamo: Orfeu, ele volta sorrindo, barba feita, perfumado, algemas, cassetete, pistola, etc etc...
“Você se lembra do meu nome? Então,  eu me esqueci de pegar a sua assinatura ontem”... “Entra aí, Orfeu, vou ver se acho uma caneta, quer usar o banheiro? Ele tirou o cinturão, deixou sobre a cama e foi mijar. Fiquei ouvindo a cachoeira, o safado mijou bem no meio da água prá fazer bastante barulho. Quando voltou, apontou para as camisinhas e perguntou: “Tá esperando alguém?” Eu disse “não é apenas prevenção”, e ele afivelando o cinturão deu uma ajeitada na mala – “Qual é a sua?” Eu não respondi ou não entendi e disse: “esse cinturão é mesmo um mistério” e já fui com a mão no cassetete, ele segurou a minha mão com uma força incrível e levou até a mala dele, que já estava pesada, abracei-o e ele me beijou com tanta força que quase me sufocou. Fui tirando suas roupas devagar, aquele corpo quente do negão me encostando eu já ficando louco, fui vendo as formas, os músculos, a pele lisinha, nem um pelinho, comecei a lambê-lo, sorvê-lo todo, ele foi me abaixando até a sua cintura, a cueca branca não continha mais o pau enorme, grosso e lindo que já apontava na cintura. Deixei o pau sair só a capeçona, cheirei, lambi e chupei liberando o respo do seu corpo cheio de veias aparentes, percebi a curvatura do pau para a esquerda –adoro isso-  Lambi as bolas, a coxa, ele se deitou, e pediu que eu aumentasse o som para os vizinhos não escutarem, aumentei o som e voltei sobre ele, mas agora ao contrário, fiz um 69 ele embaixo e eu em cima, abri-lhe as pernas e fui lamber a terra de ninguém ele gemeu, muito alto, urrou, e eu lá, aquele cheiro de macho quase me sufocando, o pau imenso na minha garganta e então o melhor: ele abriu a minha bunda com beijos e tacou sua língua quente, dentro do meu cu. Quando ele mordiscou o meu cu fui eu que gritei. Orfeu ficou louco, me virou de frango assado e me lambeu todo, chupou e deitando-se sobre mim me beijou apaixonadamente. Nossa que homem pesado, quente, suando, gemendo e bufando no meu cangote.

Eu pensei: esse cara vai querer me comer. Tremi de medo daquele caralhão. Tenho que pensar em algo rápido. Fui dando aquele banho de gato nele e comecei a falar umas coisas gostosas de se ouvir, consegui virá-lo o que não foi fácil, ele fazia força para ficar por cima como se estivesse dominando um bandido e eu tentando escapar, mas virei e cheguei lá embaixo, não gosto muito, mas foi o jeito: apliquei-lhe uma linguada no cu, que eu mesmo tive inveja, ele foi se rendendo, e eu me ajeitando, um dedinho, dois, e ele se vira e me pega no colo. – “Cara, eu não dou não porque sou casado.” – Essa era a deixa que eu queria ouvir, casado e virgem (quase acreditei no virgem). Nessa hora entrou o poder de sedução e negociação: “quero muito comer um PM quero muito comer você, sua bunda é muito gostosa e o gosto do seu cú na minha boca me deixou no cio. Não vai doer, aproveita que o meu pau é pequeno,  eu é que não vou agüentar esse seu cassetete ( o pau dele é o dobro de mais grosso que o cassetete, mas um pouco mais claro) quase não cabe na minha boca, etc, etc”.  Encapei o bicho, coloquei o minha presa de frango assado e fui descendo, apliquei-lhe mais um cunete e passei KY, encostei o pau, ele reclamou nem tinha entrado, e eu fui orientando: “relaxa o abdômen, faça  movimentos com o ânus que eu to te comendo...”, ele ainda estava chiando quando encostei os pentelhos em sua bunda e comecei a bombar, primeiro de leve e depois acelerando, viramos, ficou de quatro, encostei-lhe o rosto no colchão e ele empinou aquela bundona pra cima, fiquei em pé e lhe mandei a vara, eu vendo aquela cena, o meu pau branquinho, naquela bundona lisa, brilhante e deliciosa as costas enormes suadas, brilhando, aquele gemido de macho ahnn, ahnn aquele cheiro de homem... Já estava transpirando baldes quando ele pediu que queria beber o leitinho, já que eu era casado não deveria ter problema. Sentei-me no pau dele (por fora é claro) e fui batendo uma punheta (demoro muito pra gozar), quando veio o gozo pedi que ele se levantasse um pouco para não engasgar, eu gozo muito, enchi-lhe a boca e ele engoliu todo, não deixou prá mim nem uma gota. Depois foi minha vez, (mas não gosto de beber) pedi que ele gozasse na minha cara, no meu peito, e ele fez, mas o cara goza tão forte que não acertou nenhum jato em mim, foram três jatos na  na parede, e até hoje tenho uma marca lá, como troféu.

Deitou-se sobre mim, e era cena final de filme de amor, as roupas da farda no chão, butina, armas, aquele negão sobre mim, e eu branquinho sonhando de amor.
Ficamos juntos por 2 anos. Todas as semanas nos víamos já éramos também amigos. Até que ele achou que estava indo longe demais e resolveu se separar a sua mulher estava desconfiando que saíamos para pegar mulher. Deixou comigo uma cueca usada, que de tanto cheirar não sei mais que cheiro tem, o dele ou o meu. Nunca lavei e de vez em quando visto por uns minutos, é muito bom. Sinto muito a sua falta, mas foi bom porque eu estava  muito apaixonado e isso é perigoso....  Tenho outros casos nossos muito loucos. Uma vez o chupei no seu plantão, mas isso é pra outro dia.

Casados discretos de Belo Horizonte, que quiserem me conhecer e quem mais gostou do conto escrevam     para      arabe555@gmail.com

 

Vem meu lindo, come meu bumbum

Passo aqui um conto verdadeiro, aconteceu comigo há três meses, foi quando, finalmente, perdi minha virgindade no bumbum. Foi a única vez que dei até agora.

Hoje tenho 22 anos. Desde criança, tenho desejos de ser menininha; tudo começou quando vi a tiazinha na TV, e fiquei excitado. Criança que era, tudo que queria era ser como tiazinha, colocar calcinha, seduzir os homens...
O desejo foi crescendo, me masturbava muito, via vídeos na internet, fotos, contos...comecei a entrar em bate-papos gay e brincar na cam com vááários homens; mostrava minha bundinha pra eles, rebolava gostoso, abria a bundinha. Comecei, inclusive, a depilar meu cuzinho por causa disso; gozei muito e fiz vários gozarem.
Aventuras à parte, apenas com 21 anos tomei coragem, com um moço que conheci na internet. Apesar de baixinho, ele era saradinho, tinha uma pica gostosa, bonita, grossa. E mais: morava perto de casa, o que aumentou ainda mais minhas fantasias. Conversei com ele várias vezes e me masturbei muito, até que, um dia, estava sozinho em casa, encontrei ele no MSN, e decidi que iria encontrá-lo.
Combinamos um local. Eu corri pra ficar delicioso pra ele: tirei todos os pelos do meu bumbum e peito, cortei minhas unhas, roubei um creme da minha irmã e passei no corpo pra ficar cheiroso, enfim, fiquei limpinho. Encontrei ele e, logo, ele me fitava da cabeça aos pés, com desejo; era bonito, o cara ideal para perder minha virgindade, morava sozinho.
Entrei na casa dele, fiquei muuuuito nervoso; como seria dar o cú? Seria bom? E se minha mãe descobrisse? Bom, logo ele tirou o pau pra fora, e eu comecei a chupar a cabecinha, olhando pra ele com cara de putinha carente, os olhos pra cima, enquanto lambia o pau, chupava o saco, dava mordidinha nas bolas. Gostoso, fui perdendo o nervosismo.
Resolvi deixar ele louco. Ele pediu pra chupar o pau dele, e eu disse: - “não, eu sou menininha”. Pedi pra chupar meu cuzinho...foi uma delícia!!! Gemi muito alto, enquanto sentia a língua no meu cuzinho recém-depiladinho, vinha um friozinho e uma sensação boa que me dava calafrios. Fizemos um meia nove, e eu, me sentindo uma puta, estava realizado.
Beijamos na boca, sentindo pelos de macho na minha face. E, logo, me agachei na cama, fiquei de quatro, e pedi: “vem meu lindo, come meu bumbum!” Ele bombou na minha bunda, meteu muito, eu gemia que nem uma puta, piranha, vendo o pau indo e vindo na minha bundinha branca.
Ele gozou. Eu gozei em seguida. Tomamos banho juntos. Apesar de ter siso bom, ainda não sai com ninguém de novo. Quero alguém mais especial agora, se houverem candidatos, mandem email...
Beijos!

danipassivo@hotmail.com

No matinho

Meu nome é Diogo, tenho 165m, 65kg, cabelos pretos, pele clara olhos castanhos e 19cm, a um mês atras eu estava comemorando 1 ano e 3 meses de seca.

No bairro em que eu moro eu via sempre um cara me olhando e tentando puxar assunto comigo, ele tem aproximadamente 170m uns 70kg, é loiro, bonito e tem uns 36 anos.

Sai de casa determinado a encontrar alguém que me fudesse com maior prazer e neste dia eu encontro ele andando em uma rua, era proximo as 22:00horas, ao me ver ele foi indo em direção a uma rua escura, me encarando sem parar, claro eu fui discretamente seguindo ele, ao chegar em um ponto um pouco escuro, onde não havia nenhuma casa ele parou e ficou me olhando, eu cheguei e então falei com ele que me respondeu como se não estivesse nem um pouco afim, logo ele disse que estava com muito tesão e colocou a mao na sua pica, nesse momento eu estava explodindo de tesão, louco para cair de boca nele, mais agi como se não estivesse afim, ele me convidou para entrar no meio de um mato fechado, eu topei sem exitar, afinal ele estava muito gostoso naquela noite, ao entrar a luz do poste clareava um pouco, o que me fez ver quando ele tirou sei penis para fora, era enorme e não muito grosso, fiquei parado olhando sem tomar nenhuma atitude, quando senti a mão dele pegando minha cabeça e colocando proximo a o pau dele, cai a chupar, sem pensar, naquele instante pensei que iria gozar, estava explodindo de tesão, afinal não é sempre que se sai com um cara com maior pinta de hetero, seu pau entrava e saia de minha boca, eu chupava desesperadamente aquele pênis lisinho e enorme com o maior prazer, o medo de alguem nos ver naquele mato nos envolvia e tornava tudo com um gostinho de quero mais, derrepende ele me puchou pelos cabelos e começou a chupar meus mamilos como se fossem um peito, peguei a mão dele e coloquei o dedo indicador dele na minha boca como se fosse a pica dele, ele gemeu de prazer, o que me deixou mais exitado, tirei a camiseta dele bem devagarzinho com a boca e minha lingua percorreu cada centimetro daquela barriguinha, e ele gemia com maior prazer, ele me pegou brucamente arrancou minhas calças e pôs o dedo no meu cuzinho simulando, como se fosse seu penis, me fazendo gemer sem mais medo algum de alguem nos ver, após ele colocou o lingua, eu estava qze gozando de prazer, então ele colocou seu penis bem devagarzinho, pedindo para que eu ficasse de 4, nossa esse foi o auge, ele colocou como se eu fosse uma puta, me dando tapinhas e gemendo de prazer, dizendo que meu cú apertadinho estava deixando ele mais exitado que nunca, fiquei naquela posição ate sentir um liquido quente em meu cú, o que me fez ter um orgasmo prolongado, apos, ele tirou sua pica e colocou em direção a minha boca, senti um liquido quente em meu rosto, ele gozou litros e gemia de prazer. depois de terminarmos a foda ele colocou a roupa, disse que era casado e que nos veriamos por ai, hoje passo por ele e nemolho direito, mais minha maior vontade é de arrastar ele para qualquer matinho novamente e me deixar ser usado...

Se houver algum bruto afim de algo.. super me exito, meu e-mail é d.goulartzimba@hotmail.com, sintam-se a vontade ;)

Continua ao meu lado...

Bom... Pra quem leu meu outro conto (sempre esteve ao meu lado...) vai ficar mais fácil entender minha historia!
Guilherme e eu transávamos sempre que era possível, pelo fato de nossos pais serem amigos de longa data era fácil ele vir pra minha casa ou eu ir para dele, tudo caminhava muito bem, ate que certo dia fui surpreendido. Era domingo estávamos em casa esperando os vizinhos para um almoço, eis que chegaram os pais do Guilherme, ele e uma garota, ele muito empolgado me apresentou essa garota dizendo ser sua namorada, por sinal era uma linda mulher. Apresentou-nos ela, almoçamos fui o mais cordial o possível para não dar na cara meus ciúmes. Foram horas torturantes, por fim era quase noite quando foram embora.
Ao fim da noite fui deitar e mal dormi durante a noite, no outro dia, meus pais iriam para Campos, eu ficaria só em casa, depois que meus pais já haviam saído, o Guilherme veio ate minha casa, pra conversar, e me perguntou o que havia achado da namorada dele, eu quis morrer com aquela pergunta, nem vi quando respondi:
- Como é que você pode me perguntar uma merda dessas? Você se quer imagina o quanto me fez mal você trazer aquela garota aqui.

Cortando-me, e já em tom de raiva ele me disse. Eu é que te pergunto. Que merda é essa, não somos namorados, só amigos, se eu te fudia as vezes era porque estava com tempo ocioso, e isso nem significou nada pra mim!
Comecei a chorar na hora, eu me sentia usado, um verdadeiro trapo, falei pra ele que o amava, e já que a recíproca não era verdadeira era melhor ele ir embora da minha casa, porque eu não queria ser torturado com aquilo.
Ele mesmo vendo o mal que estava me fazendo, ainda me chamou de viado de merda e foi embora, o que mais me magoava é que havíamos planejado de viajar juntos, e agora quem iria no meu lugar era ela. Após uma semana sem ver o Guilherme, era aniversario da minha mãe, e também aniversario de casamento dos meus pais, organizamos uma festa gigante, todos os amigos foram chamados, começada a festa o inevitável aconteceu o Guilherme veio e trouxe a namorada, a festa foi sensacional, meus primos todos estavam lá, então nem senti tanto a falta do Guilherme, fomos jogar futebol, La pelas 2h da manhã, quando de repente o Guilherme resolve jogar, fingi que tudo bem jogamos em times oposto, depois de uns 20 minutos de jogo ele me deu uma entrada mais forte, pensei que tinha ate quebrado minha Perna, doeu demais, ele ainda se prontificou a me acompanhar ate o quarto.
Chegamos ao meu quarto ele me empurrou na cama o que deu um estalo na minha perna, e que me fez gemer de dor, depois veio por cima de mim na cama, dizendo:
-Quem você pensa que em pra me ignorar a festa inteira, você nunca foi assim comigo, porque não em ligou durante a semana? E nossa amizade? Só porque ele arrumou uma namorada eu deixei de ser amigo dele? E começou e falar em tom de ameaça apertando minha perna, que tinha uma marca certa do pé dele na minha canela, nossa como doía.

Pedi pra ele parar, porque a namorada poderia chegar, e não entender o que estava acontecendo, dito e feito, ela ligou no celular dele e perguntou por que a demora, ele disse que estava no banheiro, saiu de cima de mim, me deu um tapa no rosto que ate ardeu e saiu do quarto batendo a porta e dizendo que aquela conversa não tinha acabado. O tempo foi passando e eu fugindo do Guilherme já haviam se passado sete meses desde o aniversario da minha mãe. Era Novembro eu estava me preparando para o rancho de um amigo da faculdade, estava sozinho em casa era uma terça feira, quando chamam no interfone, vou olhar no porteiro eletrônico, era o Guilherme. Perguntei o que ele queria, pois meus pais não estavam em casa, então não havia nada aqui que pudesse interessar a ele. Foi então que fiquei surpreso.
Ele chorando, me disse que havia terminado o namoro, e que não queria mais ser ignorado por mim, que me amava, e que agora ele entendia o quão importante eu era pra ele, agora eu sei como ele se sentia quando eu chorava, a sensação era ótima. Ele continuava... Não me deixa no sol não, eu quero entrar. Abri o portão ele entrou e veio ate a cozinha, me abraçando e querendo me beijar, virei meu rosto, e olhei nas mãos dele que estava sem aliança, Disse pra ele que não era só terminar que eu estaria a espera dele, falei que estava namorando e que estava indo pra fazenda dele. Ele disse.
- É ele? Quem é esse cara? É um daqueles mauricinhos de merda da sua faculdade? Você já deu pra ele?

Disse para ele que estava me ofendendo, ele se desculpou e começou a chorar e lamentar de novo, me implorou para eu não ir pra fazenda do cara, pra ficar com ele. Teríamos duas semanas pra ficarmos juntos, nossos pais estavam de viagem. Respondi pra ele que era mentira minha eu não estava namorando ninguém e que só falei aquilo pra ele saber que se marcar bobeira pode acabar perdendo por medo de tentar. Quando terminei de falar ele riu muito nunca vi ele tão feliz, ele falava que eu não me arrependeria por dar mais uma chance pra ele, começou a me beijar, beijava com muita vontade, era gostoso, quente. Ficamos trocando caricias na cozinha por alguns minutos, então ele me pegou no colo e fomos para o quarto, chegando lá, ele já foi tirando minha roupa, e a dele ficamos nus, ele deitou por cima de mim, e ficou me beijando de pau muito duro. E então pela primeira vez ele me chupou, ate então ele nem tinha tocado no meu penis, ele fez um oral delicioso o deixei ficar brincando com meu pau, as vezes ele passava os dentes acho que por falta de experiência, quando eu vi que gozaria puxei a cabeça dele. O beijei mais uma vez, o virei e fizemos um 69, conforme eu ia chupando ele, ele imitava o que eu fazia estava muito gostoso, ele ergueu minhas pernas e começou a passar a língua na minha bunda, e me pediu de forma muito carinhosa. –Posso te comer.

Como dizer não pra uma pessoa que te olha de forma tão meiga, disse que sim, peguei preservativo na gaveta, e fiquei de 4, não demorou muito ele veio por cima, quando forçou doeu muito, afinal tinha quase 8 meses que não dava, depois de muitas tentativas entrou, mais entrou me rasgando, como na primeira vez, subiu nas minhas costas como se estive sentado me abraçou por trás e começou a bombar como um cachorro, urrava no meu ouvido mordia minha nuca e orelhas, e fudia e como estava bom de cama aquele cara, depois me deitei na cama já não suportando o peso dele coloquei um travesseiro embaixo de minha, empinando um pouco a bunda, olhei pra trás e falei sou todo seu, pode brincar, os olhos dele brilhavam como os de uma criança quando ganha um brinquedo, e bombava com muita vontade... Era uma delicia ficou me fudendo uns vinte minutos eu comecei a goza no travesseiro sem tocar no pau, ate porque como o travesseiro estava por baixo, me punhetava conforme as bombadas que ele dava, conforme eu gozava minha bunda se contraia pressionando o pau dele dentro de mim, ele vendo que gozei, anunciou seu gozo, senti ele tirando o pau, e um liquido molhando minhas costas e bunda, ele urrava, ainda bem que a casa é grande, e o terreno também, então não corríamos o risco dos vizinhos ouvirem.

Depois dessa foda tomamos um mega banho, já era quase noite saímos pra jantar, e ficamos duas semanas juntos, eu cozinhando, e dividíamos os afazeres do lar, estávamos sem ajudante pois ela estava de férias. Finalmente tudo tinha voltado ao normal, mais o resto da nossa historia eu conto depois.

jsfj1990@hotmail.com

 

Escola sem homofobia - direito à diferença

A crescente disposição de significativos setores da sociedade em discutir questões relativas à diversidade sexual vem encontrando correspondência no plano das políticas públicas. O reconhecimento da legitimidade das diferenças dá uma dimensão cada vez mais concreta da formação cidadã para a diversidade. Isso é fator essencial para garantir inclusão, promover igualdade de oportunidades e enfrentar preconceito, discriminação e violência, que requerem políticas educacionais que contemplem suas especificidades.

A homofobia no espaço escolar é grave. Abala a autoestima, leva a baixo rendimento e ao abandono escolar. Dados do Centro de Apoio a Diversidade Sexual de São Paulo revelam que apenas 17% dos transgêneros chegam ao ensino superior. Entre os homossexuais que não apresentam identidade transgênera, esse número salta para 41% e para 50% entre os bissexuais.

A escola, e, em particular, a sala de aula, é um lugar privilegiado para se promover o reconhecimento da pluralidade das identidades e dos comportamentos relativos a diferença. Como espaço de construção de conhecimento e de desenvolvimento do espírito crítico, onde se formam sujeitos e identidades, a escola deve ser uma referência para respeito, acolhimento e diálogo com a diversidade. Um local de questionamento das relações de poder e de análise dos processos sociais de produção de diferenças e de sua tradução em desigualdades, opressão e sofrimento.

O Ministério da Educação, ciente de suas responsabilidades em relação ao tema, criou o projeto Escola sem Homofobia, que prevê a distribuição para as escolas públicas de ensino médio do País, de material - vídeos, livretos, cartilhas – como suporte pedagógico. O material recebeu aprovação da representação da Unesco no Brasil e foi submetido à apreciação do Conselho Federal de Psicologia, que emitiu parecer favorável, enfatizando que a homossexualidade expressa nas diversas identidades de gênero e orientações sexuais compõe parte das possibilidades sexuais do humano, que também inclui a heterossexualidade.

O Conselho considera o material adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam, com linguagem contemporânea e de acordo com a problemática enfrentada na escola: agressões físicas ou psicológicas a pessoas ou grupos que são permanentemente intimidados e coagidos. Avalia que a produção é bem articulada, com qualidade visual, representa material de vanguarda, pois é instrumento de formação continuada para o próprio professor.  Convida o educador a voltar-se para o compromisso ético das competências profissionais, no enfrentamento do sofrimento de adolescentes homossexuais.

Com a aprendizagem do respeito à identidade e à orientação sexual do outro, do que é diferente e por vezes considerado minoria - principal objetivo do projeto -, fortalece-se uma educação inclusiva, já que as diferenças são constitutivas nas diversas sociedades, contextos sociais e culturas.

Por fim, faz uma provocação, afirmando que importante seria que outros projetos dessa natureza pudessem ser veiculados também em outras redes sociais e na mídia em geral. Tais projetos poderiam discutir os preconceitos que atravessam a sociedade brasileira e que se manifestam no racismo, na homofobia, na violência contra os pobres, os idosos, às pessoas com deficiência, enfim, os segmentos que, tradicionalmente, são excluídos e violentados em seus direitos sociais e humanos. Salienta que o projeto amadurece o Brasil como exemplo de democracia participativa, que não teme enfrentar os gigantescos obstáculos para se garantir avanços na área dos direitos humanos.

Enquanto isso, antes que o material seja aprovado pelo MEC – ainda está sob análise -, um grupo de deputados, tradicionalmente refratário a essa temática, já se movimenta para desqualificar a ação sem conhecer o seu conteúdo. É salutar que questões dessa natureza sejam amplamente debatidas pela sociedade, mas espera-se que não prevaleçam posições preconceituosas que venham a impor retrocessos no lugar de ampliar direitos iguais para todos.

Tânia Miranda, historiadora, mestre em educação
tania.miranda@terra.com.br

Viagem para Guaxupé

Olá, pessoal!
Por causa de meu trabalho as vezes preciso ir para algumas viagem, essa fui uma surpresa. Saindo de São Paulo para Guaxupé (MG), Peguei o ônibus na rodoviária eram aproximadamente 08 horas da noite, fui um dos primeiros a subir no ônibus, meu lugar era na terceira ou quarta fileira na frente, logo ao meu lado mas na fileira oposta, um rapaz comum, mas ao sentar deu uma encarada em mim e percebi um certo sorriso em seu lábios, logo ao sentar começou a segurar no pau. Dei uma disfarçada, e fiquei só observando. Nisso passou um cara alto meio forte e o rapazinho do meu lado ficou olhando o cara descaradamente, notei que tanto o que passou como o sentado seus olhares cruzaram e anunciaram que gostaram do que viram.

O ônibus partir com pouquíssimo passageiros e é uma viagem longa, assim que o ônibus pegou a estrada notei que o rapaz do meu lado foi para o fundo do ônibus, fiquei curioso pensei que fosse somente tomar água, nas demorou muito.
Esperei um pouco mais e fui beber água, realmente fui ver o que estava acontecendo, Não é que o rapazinho estava pagando o maior boquete para aquele cara alto que passou. Eles me viram, dei um toque para continuar eles me chamaram, Eu sem rodeios, sentei-me ao seu lado oposto deles não agüentando mais a cena tirei meu cacete para fora e fiquei punhetando. O cara que estava sendo mamado chegava a gemer baixinho, de repente o rapazinho largou o cara e veio sentar-se comigo e foi logo mamando minha rola, fui direto abrindo as calças do rapaz para procurar sua bundinha que era uma delicia, e praticamente ficava exposta para o cara alto que praticamente ficou dando cobertura para gente não demorei muito dei meu néctar para o rapazinho, que simplesmente limpou a boca e foi para o cara alto do lado e assim foi praticamente a viagem inteira entre dedas e mamadas.

Quando estávamos chegando em nosso destino praticamente de madrugada falei pro rapazinho qual seria o hotel que ele iria ficar ele falou que ia para sua casa convidei para ele ir comigo até o Hotel que tinha reservado ele aceito. No Hotel na recepção foi meio chato, mas conseguimos entrar alegando que ele iria pegar algumas coisas na minha bagagem. Nem entramos no quarto já estávamos nos agarrando, comi ele de todas as posições, imagináveis.
E como iria voltar para sampa somente a noite, fiz meu trabalho na cidade, e ainda recebi sua visita no hotel a noitinha.

danalmeida@hormail.com

 

 

O PM e o mauricinho

Vou contar pra vocês, como minha vida deu um giro de 360° graus. Sou um PM, daqueles de campo, apesar de ser de alta patente nunca abri mão de ficar em campo, eu adorava isso, tenho 43 anos de idade, branco queimado de sol, cabelo grisalho, olhos castanho escuro, 187 alt, e peso 80 kg, tenho corpo definido, pois pratico jiu-jítsu a muitos anos, era uma segunda feira como qualquer outra, quando lá pelas 19h me passam um radio me falando de um sinistro e do local onde ocorreu, como eu estava perto disse que iria lá, cheguei ao local, tinha sido uma colisão simples, entre dois carros só danos materiais mesmo, o rapaz que estava errado fui falar com ele, que estava meio abalado, porem aparentava uma calma fora do normal, ele dirigia uma Freelander da Land Rover, quando perguntei de quem era, ele havia dito que era dele, pedi habilitação e documentos do veiculo, realmente era dele a caminhonete. Fechado o B.O perguntei se ele acionaria o seguro do veiculo, o mesmo disse que não, pois a franquia era alta, e que preferia pagar, pois era mais barato. Quando o garoto falava, aqueles lindos dentes, e aquele cheiro gostoso estavam-me embriagando, a vitima foi embora ficando apenas ele, era uma rua meio deserta, ele estava calmo, e eu super agitado, pois aquele garoto estava mexendo comigo, estava ficando com raiva, poxa eu um homem, macho pra caramba, recém separado, comedor de buceta, porque estava assim por causa de um homem?!

Quando o Eduardo foi funcionar o carro (aqui vou chamá-lo assim) tentou dar partida e não deu certo, então ficou preocupado pois ali era deserto e ele, teria que esperar o guincho, falei pra ele que o levaria em casa, já que o carro não pegava, ele então teve que acionar o seguro, rápido o guincho chegou, então o levei conforme ele falava, eu ficava meio com raiva pois estava ficando de pau duro, e fui rudi com ele certa hora o respondendo de forma grosseira, ele então começou a chorar, e me pediu desculpas dizendo que estava um pouco transtornado, na hora fiquei com raiva de mim, o guri chorando, era mais bonito que sorrindo ele era moreninho, cabelo lisinho, nariz bem fino, que ficava vermelhinho conforme chorava, olhos de um castanho claro, 1,82 alt, acho que uns 75 Kg, tentei me desculpar com ele, dizendo que eu as vezes falava sem pensar, quando o deixei na porta de sua casa, me assustei tamanha a beleza da casa, perguntei se ele morava com os pais, pois era improvável que um garoto de 20 anos houvesse construído aquela casa, e tivesse aquele carro sozinho. Despedi-me dizendo que qualquer novidade no caso entraria em contato, nossa, ai que ele chorava mesmo, dizendo que iria ser preso, que os caras iriam violentar ele, me deu vontade de rir e falar (isso é certeza, vai virar mulherzinha mesmo) mais me contive. Dei um tapinha em suas costas e o tranqüilizei ele desceu e fui embora.
Mal dormi a noite, queria aquele garoto abraçá-lo estar com ele, no outro dia era minha folga, pois trabalhava 12 horas e folgava 36. Acordei tentei esquecê-lo passei o dia com vontade de ligar pra ele, já que tinha seu numero no B.O enrolei ate que as 17h liguei, ele atendeu conversamos e disse que queria encontrá-lo pra conversarmos, nos encontramos, conversarmos fiquei um pouco receoso, mais ele era delicado sem ser afeminado era uma delicadeza máscula, ele super simpático, engraçado e um pouco excêntrico, enfim...

Saímos varias vezes, depois da faculdade dele, a tarde, caminhávamos de manhã, ele já conhecia meus amigos, éramos muito amigos, depois de quase 9 meses juntos. Fui convidado para um churrasco na casa dele, os amigos dele estavam lá, pessoas super tranqüilas e legais quando foi chegando a madruga, ficamos ele, um amigo dele vou chamá-lo de Raul, e Eu.

Conversamos sobre muitas coisas, quando o Raul diz: ­ - Quem diria em Eduardo que você acabaria pegando um Policial bonitão desses. Eu achei legal o Elogio quando ia responder, o Eduardo disse: - Raul nada haver, ele é hetero e nós somos apenas amigos adoro ele, falou isso deitando em meu colo, meu pau deu sinal de vida na hora, nem vi na hora em que falei, Raul, o Eduardo só não esta me “pegando” porque não quer. Na hora o Raul deu um grito, que eu achei meio gay, mais ri junto, então Raul se sentou, estávamos em um sofá numa espécie de Lounge, e me olhando falou: - Você ta falando serio Marcos (esse é meu nome mesmo) , me estremeci todo e disse que sim, ele então ok, hoje você dorme aqui comigo. Na hora eu quis ir embora, mais me contive queria ver o que aconteceria ficamos ate 04h da manha conversando, o Raul foi embora, e fomos pro quarto do Eduardo, e que quarto, era gigante ele veio em minha direção, e em tom de ordem disse, você esta com cheiro de cerveja, vai tomar um banho agora, e quando estiver sem cheiro de álcool vem pra cama, pelado de preferência, nem tive como argumentar apenas obedeci, sai do banho com um pouco de vergonha. E fui pra cama, ele não estava lá, então corri pra cama e me cobri com ededron o quarto estava frio, ele entrou com uma cueca Box branca, estava lindo, e veio pra cama. Veio de encontro a mim e me disse aos ouvidos finalmente chegou o dia em que eu vou te mostrar quem é que manda, me beijou de forma quente, sem duvida alguma o melhor beijo da minha vida, me beijava de forma autoritária, puxou o ededron me deixando desnudo, e revelando meu pau duro, e babando por ele, ele olhou e me deu um sorriso sacana, e disse: - Ta de pau duro por causa do viadinho ?! na hora respondi não isso não moleque, ta me deixando maluco, ele me deu um tapa na cara, que ardeu, fiquei mordido de raiva, e ele disse: - Moleque o caralho, meu nome é Eduardo, mais pode me chamar de amor. Nossa meu pau doía de tão duro que estava. Ele me beijou de novo e foi descendo dando mordidinhas pelo corpo, e começou um boquete maravilhoso, chupava muito, chupava bem demais, eu gemia. Ele engolia toda a minha rola, quando fui colocar a mão na cabeça dele, ele me mandou tirar a mão e disse que quando quisesse me pediria para tocá-lo eu ali era só um brinquedo dele.

Nossa eu estava assustado por tudo aquilo ser novo pra mim, mais estava adorando, o cara me chupou muito quando via que eu iria gozar, tirava a boca e me beijava ou me mandava dar lambidinhas na bunda dele teve uma hora em que me dediquei a chupar aquele cu, nossa que delicia, meti a língua num cunnete sem medo. Ele gemia e me mandava chupar o cu dele igual macho. Ele me desafiava, e eu adora, e me empenhava naquele cu. Abruptamente ele se levantou e saiu, pensei poxa fiquei na mão ele me volta com camisinha e lubrificante nas mãos, dei um mega sorriso, me sentia um adolescente perdendo a virgindade, e de certa forma estava ficou de quatro, e disse: faça o quiser, nos próximos minutos sou seu objeto de prazer. Ainda meti a linguada naquele rabo, e depois encapei o menino, melei o rabo dele e meti, foi difícil de entrar, meu pau é grosso, não muito grande, tem 16x 6,5 cm, quando entrou tive que dar uma parada se não ia gozar, relaxei e depois fudi, nosso como era gostoso, ele rebolava no meu cacete, era uma puta, gemia me dava risinho safados, fui ele de quatro, frango assado, peguei ele no colo, e meti nele de pé. Ele de frente pra mim, e abraçado comigo, no meu colo, comecei a fuder forte ele, senti minha barriga ficar molhada, ele estava gozando sem tocar no pau, achei incrível.

Não demorou muito eu gozei também, a melhor gozada da minha vida, depois ele ainda me chupou e limpou meu pau, chupou que meu pau nem ficou mole, continuava duro queria fuder mais, fomos pro banho, no banheiro a festa continuou, comi muito aquele cu, ficamos fudendo até 9h da manha, depois ele me contou que fui o segundo cara a comer ele, me senti o Maximo, porque ele disse ainda que foi a primeira vez que ele gozou sem tocar o próprio pau, me senti como quando fazia uma mulher gozar, ainda estamos deitados beijei a boca dele, fechamos a cortina e fomos dormir, levantamos as 17h da tarde. Parecíamos um casal, eu moro sozinho, o Eduardo sempre vem ate minha casa, ficamos dias juntos, é lindo...

jsfj1990@hotmail.com

 

A segunda vez de um hetero

Ola, no meu outro conto contei como me descobri, hj sou bissexual.

Bem tive algumas relaçoes gays desde entao, fui ativo e passivo, mas uma me marcou muito.

Conheçi um rapaz pelo bate papo, ele era gay e tinha namorado, sua fantasia era ter um terceiro na relaçao, depois de um bomtempo nos conhecendo melhor pelo msn resolvemos marcar um encontro.

Marcamos num domingo a tarde na casa dele, ele se chamava Valter, um rapaz bonito um meio gordinho, mas minha surpressa foi seu namorado, chamado Juan, era um velho conheçido meu, que era gay assumido e sempre teve vontade de sair comigo. Ele logo veio dizendo que nao estava acreditando, passava a mao na minha bunda me beijava e o Valter so olhando, mal conversei com o Valter ate entao, foi ai que ele sugeriu assistirmos um filme porno.
Tinhamos tomados umas cervejas e estavamos bem descontraidos, Juan tirou a roupa e ficou se masturbando, ele tinha um penis lindo nao muito grande uns 16 cm, e logo reparou que eu nao tirava o olho dele.
-Se vc quiser pode brincar com ele Lu. -Ele me disse

Me ajoelhei na sua frente e começei a mamar naquele penis lindo, logo o valter veio e começamos a revesar sue penis, começei ficar com muito tezao, botei o Valter de quatro, e fui chupar aquela bundinha gorda, quando começei a lamber seu buraquinho, senti alguem atraz de mim, era o Juan, ele estava tarado por mim, começo a me lamber e eu delirava com aquela lingua no meu cu, enquanto isso Valter se virou e me ofereceu seu penis, ai sim era uma vara enorme, tinha uns 22 cm, mal podia por ela na boca, começei a chupar ele e Juan começou a força seu penis na minha bunda, começei a delirar de tanto tezao, nao consequia tirar a boca do Valter, chupava suas bolas e ai subundo ate a cabeça do seu menbro e enfiava tudo na boca, Juan estavo com dificuldade de me penetrar, entao trouxe seu penis ate minha boca e eu fiquei revezando nos dois penis enquanto o casal se beijava, logo Juan veio para minha bunda de novo e dessa vez nao teve dificudades, botou a cabeçinha e enfiou tudo de uma vez, quase mordi o penis de Valter nessa hora, dai eu delirei começei a chupar O valter e punheta-lo com força, segundos depois ele segurou minha cabeça e gozou na minha garganta, me engasgei com sue semem mas enguli tudinho, começei a me dedeicar oa Juan, ele me pegou de franco assado e começou a me foder com força, o valter voltou a por seu penis na minha boca, mesmo mole começei a beijar sua cabecinha, ele começou a me punhetar, sai dessa poçiaso detei o Juan e sentei em cima dele, começei a cavalgar na sua rola e ele me chamando de viadinho, voltei a chupar o penis do Valter, que tava quase ereto, rebolava na rola do Juan e subia e descia que ele acabou enchendo meu cu de porra, como eu nao tinha gozado, botei ele deitado no chao e deitei em cima dele, e começei atentar penetrar seu cu, nao tive dificudades ele dava pro valter sempre e dar pra 22 cm ja tava bem arrombado, foi ai que me surpreendi, Valter deito sobre mim e começou a me penetrar, ja estava alargado mas ele foi com carinho quase desmaiei quando ele enfio tudo, esperou um minuto que foi o mais prazerosso da minha vida, estava com meu penis todo enfiado no cu do Juan, e sendo enrabado por um gordinho de 22 cm, era um sanduiche, o valter começo a me bombar e eu a comer o Juan, era linda essa cena, o gozo começou a vir, e quando chegou eu dei um berro, gozar com uma pica na bunda e a melhor coisa da vida, o juan pediu pra sair de baixo nao tava aquentando e meu peso e o do valter, ele foi tomar banho, e o valter veio terminar comigo, me botou de quatro e eterrou em mim sua rola, ficou uns 10 min me fodendo a te gozar, tirou seu penis do meu cu, e me enceu de porra na cara, deitei no chao exasusto e Juan veio se juntar a nos, na tv o filme ainda rolava, e tinha uma loira fazendo um DP com dois caras, eles deram risada e falaram, quando se recuperarmos vc vai ter duas rolas nessa bundinha aquenta?
Eu dei risada. Mas isso fica pra outro conto, se quiserem me add pra nos conheçemos fiquem a vontade, sou bi e flex.

gaviao_luan@hotmail.com

 

Fizeram-me fêmea de novo

Meu nome é Giancarlo, sou branco, 1,71 de altura, +/. 70 quilos, sou meio calvo, tenho olhos azuis.

Após meu arquiteto ter partido para os Estados Unidos da América do Norte, dei um tempo, tendo em vista que meu casamento encontrava-se estremecido, com possibilidades de um rompimento, e uma separação inevitável, e eu queria evitar qualquer envolvimento com outro homem, e esse envolvimento viesse conturbar mais ainda a situação dentro de casa.

Mas a carne falou mais alta, e conheci uma outra pessoa em Campo Grande.  Ele era um comprador de uma multinacional.  Após três visitas à firma dele, fui convidado por ele para almoçarmos fora, pois ele queria conversar comigo, conversa essa que não podia ser na empresa, em virtude de o numero de funcionários na seção de compras serem muito grande, e podiam ouvir o que conversávamos e trazer problemas para ele na firma.  Aceitei o convite e fiquei aguardando, até dar o horário de almoço, de modo que pudéssemos sair.
Passados uns quinze minutos, saímos e fomos para o restaurante que ficava a três quadras do prédio onde funcionava a empresa.  Ao chegarmos ao restaurante, escolhemos uma mesa em um local mais reservado, longe do miolo.  O garçom trouxe o cardápio, escolhemos nossos pratos, e ficamos aguardando o mesmo trazer as refeições.

Enquanto aguardávamos, ele puxou a conversa que ele queria ter em reservado comigo.  Fiquei atento no que ele falava.  Não abri a boca para emitir nenhum som.  Só ouvia.  Foi quando ele comentou que desde a primeira vez que eu pisara em sua sala, e ele botou os olhos em mim, sentiu na minha pessoa, alguma coisa diferente de todos os outros vendedores que conhecera. Pois eu era calmo, não discutia nem discordava de nada, e que quando ao termino da exposição de minha mercadoria, eu não falava mal dos concorrentes.  Notou também que quando eu expunha a mercadoria, não o olhava direto nos olhos, somente no material de trabalho.  E por isso ele quis ter esta conversa em reservado, pois queria saber se eu estava interessado nele, porque ele já estava interessado em mim.  Perguntei a ele até que ponto ia o interesse dele, e ele respondeu que até em cima de uma cama.

Estávamos sentados um ao lado do outro, tendo todo o salão do restaurante à nossa frente, e não da forma habitual, que era um defronte ao outro, tendo em vista que tal escolha fora proposital.    Puxei minha cadeira um pouco mais para perto dele, e coloquei minha mão sobre sua perna, deslizando lenta e suavemente para a sua rola, que já se encontrava dura, alisando-a bem levemente, e falei-lhe em voz baixa e suave: a recíproca é verdadeira, e eu também estava muito interessado nele (falei apertando sua piroca, como que apalpando).  Em seguida ele vem com sua mão esquerda e coloca sobre minha coxa, quando então eu levanto um pouco minha bunda e coloco a mão dele por baixo de mim, abaixando-me um pouco de modo que ele pudesse relar a mão em meu rabo.  Que maravilha!  A sensação de ser apalpado no rabo dentro de um restaurante por um macho, deu-me um arrepio, que ele notou no meu braço, dizendo: vi que você sentiu o meu tesão.  Veio o almoço, que foi uma maravilha, quando estávamos tomando o cafezinho de cortesia da casa, falou que a despesa ele pagaria, mas que ele iria tirar do meu “cofrinho” o que ele queria.  Antes de sairmos, combinamos que no sábado (nós estávamos na quinta-feira), nos encontraríamos defronte a estação de Campo Grande, pois ele tinha um local maravilhoso em um sítio próximo de Campo Grande.

O horário marcado fora às dez horas e eu lá me encontrava pontualmente, tendo ele chegado cerca de cinco minutos depois.  Abri a porta do carro e ele entrou, sentando no banco traseiro, face eu não usar o banco do carona, em virtude de reservar aquele espaço para levar equipamentos de demonstração.
Conforme orientação dele, dirigimo-nos para o tal sitio que ficava em Itaguaí.
Em lá chegando, fomos recebidos pelo caseiro, um jovem com idade em torno de trinta anos, da minha estatura, moreno, corpo liso sem pêlos, cabelos ondulados, olhos castanhos escuros, um sorriso agradável, cortês demais para um caseiro de sitio.

O local era encantador, com quadra de futebol de salão, piscina, estrebaria, pois o dono criava cinco cavalos manga larga.  A casa era muito espaçosa, tendo cinco quartos, sendo dois com suíte, duas salas, copa, cozinha (esta era enorme).  Entramos indo diretamente para o quarto, de modo a trocar de roupa, para colocar a sunga de banho, porém, não sem antes de tomar uma ducha.  Logo em seguida fui para a piscina, vindo ele logo após.  Demos um mergulho na água, demos algumas braçadas e saímos da piscina, indo sentar nas cadeiras que estavam à borda da piscina.  Nisso vem o caseiro trazendo sanduíches com refrigerantes, pois não tínhamos almoçado ainda,  Após comermos, fomos para o quarto, e fechamos a porta por dentro.  Enquanto ele fechava a porta, entrei no banheiro para me preparar higienicamente.

Voltei ao quarto e já o encontrei deitado se masturbando, isto é, afiando a ferramenta.  Sentei-me ao seu lado, segurando sua rola, começando a masturbá-lo  lentamente.  Deitei-me ainda do mesmo lado e coloquei minha boca naquela piroca, que deveria ter uns 18 cms de comprimento por cinco de diâmetro, e comecei a chupar aquela grossa rola, sua chapeleta era de um vermelho escuro para roxo.  Como era saborosa aquela piroca.  Ele gozou logo, logo, não me avisando que estava prestes a ejacular.  Foi um jorro imenso de porra, que eu quase me engasguei.  Tal fato deixou-me um pouco contrariado, pois é costume entre parceiros informar ao outro, que iria gozar, dando tempo ao parceiro de se preparar.

De repente, ele se levanta, perguntando que dia era do mês, e diz que tem de ir embora, pois ele esquecera de um compromisso muito importante para aquela tarde.

Levanta-se, veste sua roupa e antes de sair do quarto pergunta-me se eu sei ir embora.  Digo que sim.  E ele se manda.  Fui ao banheiro, lavo a boca e vou para o quintal da casa.  O caseiro me vendo, aproxima-se e pergunta: para onde foi o amigo tão apressado?  Respondi que embora, pois tinha um compromisso.  Então perguntei ao caseiro se poderia ficar um pouco mais, de modo a esfriar a cabeça.  Ele me respondeu que sim e se eu gostava de tomar banho de rio. Acenei com a cabeça afirmativamente e ele então me convidou para irmos ao rio, tomando um atalho pela mata.  Levamos uns dez minutos e logo avistamos o rio.  Ao chegarmos a sua margem, o caseiro começa a se despir e me convida a fazer o mesmo, tirando minha sunga.  Tirei-a rapidamente, colocando-a sobre uma pedra, e ao virar-me para o caseiro, pude observar que o rapaz tinha um belo instrumento de prazer (17x5), curvada um pouco para cima.   Então lhe falei: vamos entrar na água.  Ao entrarmos, ele se aproximou de mim, passando seu braço direito em volta de minha cintura, e sua mão esquerda segurava meu braço esquerdo, alegando que o leito do rio tinha local um pouco fundo, não tão fundo que eu viesse me afogar, mas que levaria um baita susto.  Ao caminharmos dentro da água, minha mão roça no seu pau, e eu cinicamente, peço desculpas.  Ele riu e disse: fique a vontade, pois hoje ela é toda sua.  Então parei, virando-me de frente para ele e pedi: você pode me abraçar e me beijar?  Ainda dentro d´água, ele me abraça, colocando suas mãos sobre minhas omoplatas, descendo lentamente até minha bunda, alisando-a e apertando, e dando-me um beijo de língua, bem encharcado.

Ali mesmo, dentro do rio, vira-me de costa, pede-me que eu me curve um pouquinho, e começa a esfregar a cabeça daquele pintão em meu reguinho, chegando a entrada do meu cuzinho, forçando um pouco a sua entrada no meu anelzinho de prazer.  Pedi que ele fosse com calma, pois se doesse, eu iria fazer movimento com o corpo, a fim de retirá-lo de mim.  Então ele disse que tudo bem.  Enquanto conversávamos, ele foi introduzindo todo o seu caralho no meu cu, de modo que eu não senti sua penetração.

Então ele começou o movimento de vai e vem lentamente, me fazendo arrepiar todo de tesão e de frio, pois a água do rio estava gelada.  Enquanto ele socava fundo no meu traseiro, dizia em meus ouvidos: e ai viadinho, você não veio para ser fudido? Então toma esta vara no seu rabo.  Está gostando?  Vou encher o teu cu de porra que vai sair pelas tuas orelhas, sua putinha.  O cara que veio contigo, te trouxe para mim, pois ele não queria te comer.  Você é minha putinha safada que gosta de dar esse rabo saboroso para macho como eu.  Enquanto ele falava, ia aumentando os movimentos, quando ele falou: vou inundar seu rabo com minha porra. Durante o tempo que ele proferia aquelas putarias, eu também falava: vai fdp, me rasga, me arregaça, me arromba todo, enche meu rabo com teu leitinho, vai, vai, que eu também vou gozar.  Gozamos os dois juntos.  Saímos do rio e nos sentamos em uma pedra, e começamos a nos beijar, e nos tocando.  De repente, ouvimos um estrondo muito forte.  Era uma trovoada, num prenuncio de que viria um grande temporal. Fomos para a casa, e eu me arrumei, a fim de ir-me embora.

Na despedida, dei-lhe um beijo, e prometi retornar, pois gostara muito dele, e  que transaríamos em outras posições.

Enviado por : Desejoso

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