Gay

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Viagem para Guaxupé

Olá, pessoal!
Por causa de meu trabalho as vezes preciso ir para algumas viagem, essa fui uma surpresa. Saindo de São Paulo para Guaxupé (MG), Peguei o ônibus na rodoviária eram aproximadamente 08 horas da noite, fui um dos primeiros a subir no ônibus, meu lugar era na terceira ou quarta fileira na frente, logo ao meu lado mas na fileira oposta, um rapaz comum, mas ao sentar deu uma encarada em mim e percebi um certo sorriso em seu lábios, logo ao sentar começou a segurar no pau. Dei uma disfarçada, e fiquei só observando. Nisso passou um cara alto meio forte e o rapazinho do meu lado ficou olhando o cara descaradamente, notei que tanto o que passou como o sentado seus olhares cruzaram e anunciaram que gostaram do que viram.

O ônibus partir com pouquíssimo passageiros e é uma viagem longa, assim que o ônibus pegou a estrada notei que o rapaz do meu lado foi para o fundo do ônibus, fiquei curioso pensei que fosse somente tomar água, nas demorou muito.
Esperei um pouco mais e fui beber água, realmente fui ver o que estava acontecendo, Não é que o rapazinho estava pagando o maior boquete para aquele cara alto que passou. Eles me viram, dei um toque para continuar eles me chamaram, Eu sem rodeios, sentei-me ao seu lado oposto deles não agüentando mais a cena tirei meu cacete para fora e fiquei punhetando. O cara que estava sendo mamado chegava a gemer baixinho, de repente o rapazinho largou o cara e veio sentar-se comigo e foi logo mamando minha rola, fui direto abrindo as calças do rapaz para procurar sua bundinha que era uma delicia, e praticamente ficava exposta para o cara alto que praticamente ficou dando cobertura para gente não demorei muito dei meu néctar para o rapazinho, que simplesmente limpou a boca e foi para o cara alto do lado e assim foi praticamente a viagem inteira entre dedas e mamadas.

Quando estávamos chegando em nosso destino praticamente de madrugada falei pro rapazinho qual seria o hotel que ele iria ficar ele falou que ia para sua casa convidei para ele ir comigo até o Hotel que tinha reservado ele aceito. No Hotel na recepção foi meio chato, mas conseguimos entrar alegando que ele iria pegar algumas coisas na minha bagagem. Nem entramos no quarto já estávamos nos agarrando, comi ele de todas as posições, imagináveis.
E como iria voltar para sampa somente a noite, fiz meu trabalho na cidade, e ainda recebi sua visita no hotel a noitinha.

danalmeida@hormail.com

 

 

O PM e o mauricinho

Vou contar pra vocês, como minha vida deu um giro de 360° graus. Sou um PM, daqueles de campo, apesar de ser de alta patente nunca abri mão de ficar em campo, eu adorava isso, tenho 43 anos de idade, branco queimado de sol, cabelo grisalho, olhos castanho escuro, 187 alt, e peso 80 kg, tenho corpo definido, pois pratico jiu-jítsu a muitos anos, era uma segunda feira como qualquer outra, quando lá pelas 19h me passam um radio me falando de um sinistro e do local onde ocorreu, como eu estava perto disse que iria lá, cheguei ao local, tinha sido uma colisão simples, entre dois carros só danos materiais mesmo, o rapaz que estava errado fui falar com ele, que estava meio abalado, porem aparentava uma calma fora do normal, ele dirigia uma Freelander da Land Rover, quando perguntei de quem era, ele havia dito que era dele, pedi habilitação e documentos do veiculo, realmente era dele a caminhonete. Fechado o B.O perguntei se ele acionaria o seguro do veiculo, o mesmo disse que não, pois a franquia era alta, e que preferia pagar, pois era mais barato. Quando o garoto falava, aqueles lindos dentes, e aquele cheiro gostoso estavam-me embriagando, a vitima foi embora ficando apenas ele, era uma rua meio deserta, ele estava calmo, e eu super agitado, pois aquele garoto estava mexendo comigo, estava ficando com raiva, poxa eu um homem, macho pra caramba, recém separado, comedor de buceta, porque estava assim por causa de um homem?!

Quando o Eduardo foi funcionar o carro (aqui vou chamá-lo assim) tentou dar partida e não deu certo, então ficou preocupado pois ali era deserto e ele, teria que esperar o guincho, falei pra ele que o levaria em casa, já que o carro não pegava, ele então teve que acionar o seguro, rápido o guincho chegou, então o levei conforme ele falava, eu ficava meio com raiva pois estava ficando de pau duro, e fui rudi com ele certa hora o respondendo de forma grosseira, ele então começou a chorar, e me pediu desculpas dizendo que estava um pouco transtornado, na hora fiquei com raiva de mim, o guri chorando, era mais bonito que sorrindo ele era moreninho, cabelo lisinho, nariz bem fino, que ficava vermelhinho conforme chorava, olhos de um castanho claro, 1,82 alt, acho que uns 75 Kg, tentei me desculpar com ele, dizendo que eu as vezes falava sem pensar, quando o deixei na porta de sua casa, me assustei tamanha a beleza da casa, perguntei se ele morava com os pais, pois era improvável que um garoto de 20 anos houvesse construído aquela casa, e tivesse aquele carro sozinho. Despedi-me dizendo que qualquer novidade no caso entraria em contato, nossa, ai que ele chorava mesmo, dizendo que iria ser preso, que os caras iriam violentar ele, me deu vontade de rir e falar (isso é certeza, vai virar mulherzinha mesmo) mais me contive. Dei um tapinha em suas costas e o tranqüilizei ele desceu e fui embora.
Mal dormi a noite, queria aquele garoto abraçá-lo estar com ele, no outro dia era minha folga, pois trabalhava 12 horas e folgava 36. Acordei tentei esquecê-lo passei o dia com vontade de ligar pra ele, já que tinha seu numero no B.O enrolei ate que as 17h liguei, ele atendeu conversamos e disse que queria encontrá-lo pra conversarmos, nos encontramos, conversarmos fiquei um pouco receoso, mais ele era delicado sem ser afeminado era uma delicadeza máscula, ele super simpático, engraçado e um pouco excêntrico, enfim...

Saímos varias vezes, depois da faculdade dele, a tarde, caminhávamos de manhã, ele já conhecia meus amigos, éramos muito amigos, depois de quase 9 meses juntos. Fui convidado para um churrasco na casa dele, os amigos dele estavam lá, pessoas super tranqüilas e legais quando foi chegando a madruga, ficamos ele, um amigo dele vou chamá-lo de Raul, e Eu.

Conversamos sobre muitas coisas, quando o Raul diz: ­ - Quem diria em Eduardo que você acabaria pegando um Policial bonitão desses. Eu achei legal o Elogio quando ia responder, o Eduardo disse: - Raul nada haver, ele é hetero e nós somos apenas amigos adoro ele, falou isso deitando em meu colo, meu pau deu sinal de vida na hora, nem vi na hora em que falei, Raul, o Eduardo só não esta me “pegando” porque não quer. Na hora o Raul deu um grito, que eu achei meio gay, mais ri junto, então Raul se sentou, estávamos em um sofá numa espécie de Lounge, e me olhando falou: - Você ta falando serio Marcos (esse é meu nome mesmo) , me estremeci todo e disse que sim, ele então ok, hoje você dorme aqui comigo. Na hora eu quis ir embora, mais me contive queria ver o que aconteceria ficamos ate 04h da manha conversando, o Raul foi embora, e fomos pro quarto do Eduardo, e que quarto, era gigante ele veio em minha direção, e em tom de ordem disse, você esta com cheiro de cerveja, vai tomar um banho agora, e quando estiver sem cheiro de álcool vem pra cama, pelado de preferência, nem tive como argumentar apenas obedeci, sai do banho com um pouco de vergonha. E fui pra cama, ele não estava lá, então corri pra cama e me cobri com ededron o quarto estava frio, ele entrou com uma cueca Box branca, estava lindo, e veio pra cama. Veio de encontro a mim e me disse aos ouvidos finalmente chegou o dia em que eu vou te mostrar quem é que manda, me beijou de forma quente, sem duvida alguma o melhor beijo da minha vida, me beijava de forma autoritária, puxou o ededron me deixando desnudo, e revelando meu pau duro, e babando por ele, ele olhou e me deu um sorriso sacana, e disse: - Ta de pau duro por causa do viadinho ?! na hora respondi não isso não moleque, ta me deixando maluco, ele me deu um tapa na cara, que ardeu, fiquei mordido de raiva, e ele disse: - Moleque o caralho, meu nome é Eduardo, mais pode me chamar de amor. Nossa meu pau doía de tão duro que estava. Ele me beijou de novo e foi descendo dando mordidinhas pelo corpo, e começou um boquete maravilhoso, chupava muito, chupava bem demais, eu gemia. Ele engolia toda a minha rola, quando fui colocar a mão na cabeça dele, ele me mandou tirar a mão e disse que quando quisesse me pediria para tocá-lo eu ali era só um brinquedo dele.

Nossa eu estava assustado por tudo aquilo ser novo pra mim, mais estava adorando, o cara me chupou muito quando via que eu iria gozar, tirava a boca e me beijava ou me mandava dar lambidinhas na bunda dele teve uma hora em que me dediquei a chupar aquele cu, nossa que delicia, meti a língua num cunnete sem medo. Ele gemia e me mandava chupar o cu dele igual macho. Ele me desafiava, e eu adora, e me empenhava naquele cu. Abruptamente ele se levantou e saiu, pensei poxa fiquei na mão ele me volta com camisinha e lubrificante nas mãos, dei um mega sorriso, me sentia um adolescente perdendo a virgindade, e de certa forma estava ficou de quatro, e disse: faça o quiser, nos próximos minutos sou seu objeto de prazer. Ainda meti a linguada naquele rabo, e depois encapei o menino, melei o rabo dele e meti, foi difícil de entrar, meu pau é grosso, não muito grande, tem 16x 6,5 cm, quando entrou tive que dar uma parada se não ia gozar, relaxei e depois fudi, nosso como era gostoso, ele rebolava no meu cacete, era uma puta, gemia me dava risinho safados, fui ele de quatro, frango assado, peguei ele no colo, e meti nele de pé. Ele de frente pra mim, e abraçado comigo, no meu colo, comecei a fuder forte ele, senti minha barriga ficar molhada, ele estava gozando sem tocar no pau, achei incrível.

Não demorou muito eu gozei também, a melhor gozada da minha vida, depois ele ainda me chupou e limpou meu pau, chupou que meu pau nem ficou mole, continuava duro queria fuder mais, fomos pro banho, no banheiro a festa continuou, comi muito aquele cu, ficamos fudendo até 9h da manha, depois ele me contou que fui o segundo cara a comer ele, me senti o Maximo, porque ele disse ainda que foi a primeira vez que ele gozou sem tocar o próprio pau, me senti como quando fazia uma mulher gozar, ainda estamos deitados beijei a boca dele, fechamos a cortina e fomos dormir, levantamos as 17h da tarde. Parecíamos um casal, eu moro sozinho, o Eduardo sempre vem ate minha casa, ficamos dias juntos, é lindo...

jsfj1990@hotmail.com

 

A segunda vez de um hetero

Ola, no meu outro conto contei como me descobri, hj sou bissexual.

Bem tive algumas relaçoes gays desde entao, fui ativo e passivo, mas uma me marcou muito.

Conheçi um rapaz pelo bate papo, ele era gay e tinha namorado, sua fantasia era ter um terceiro na relaçao, depois de um bomtempo nos conhecendo melhor pelo msn resolvemos marcar um encontro.

Marcamos num domingo a tarde na casa dele, ele se chamava Valter, um rapaz bonito um meio gordinho, mas minha surpressa foi seu namorado, chamado Juan, era um velho conheçido meu, que era gay assumido e sempre teve vontade de sair comigo. Ele logo veio dizendo que nao estava acreditando, passava a mao na minha bunda me beijava e o Valter so olhando, mal conversei com o Valter ate entao, foi ai que ele sugeriu assistirmos um filme porno.
Tinhamos tomados umas cervejas e estavamos bem descontraidos, Juan tirou a roupa e ficou se masturbando, ele tinha um penis lindo nao muito grande uns 16 cm, e logo reparou que eu nao tirava o olho dele.
-Se vc quiser pode brincar com ele Lu. -Ele me disse

Me ajoelhei na sua frente e começei a mamar naquele penis lindo, logo o valter veio e começamos a revesar sue penis, começei ficar com muito tezao, botei o Valter de quatro, e fui chupar aquela bundinha gorda, quando começei a lamber seu buraquinho, senti alguem atraz de mim, era o Juan, ele estava tarado por mim, começo a me lamber e eu delirava com aquela lingua no meu cu, enquanto isso Valter se virou e me ofereceu seu penis, ai sim era uma vara enorme, tinha uns 22 cm, mal podia por ela na boca, começei a chupar ele e Juan começou a força seu penis na minha bunda, começei a delirar de tanto tezao, nao consequia tirar a boca do Valter, chupava suas bolas e ai subundo ate a cabeça do seu menbro e enfiava tudo na boca, Juan estavo com dificuldade de me penetrar, entao trouxe seu penis ate minha boca e eu fiquei revezando nos dois penis enquanto o casal se beijava, logo Juan veio para minha bunda de novo e dessa vez nao teve dificudades, botou a cabeçinha e enfiou tudo de uma vez, quase mordi o penis de Valter nessa hora, dai eu delirei começei a chupar O valter e punheta-lo com força, segundos depois ele segurou minha cabeça e gozou na minha garganta, me engasgei com sue semem mas enguli tudinho, começei a me dedeicar oa Juan, ele me pegou de franco assado e começou a me foder com força, o valter voltou a por seu penis na minha boca, mesmo mole começei a beijar sua cabecinha, ele começou a me punhetar, sai dessa poçiaso detei o Juan e sentei em cima dele, começei a cavalgar na sua rola e ele me chamando de viadinho, voltei a chupar o penis do Valter, que tava quase ereto, rebolava na rola do Juan e subia e descia que ele acabou enchendo meu cu de porra, como eu nao tinha gozado, botei ele deitado no chao e deitei em cima dele, e começei atentar penetrar seu cu, nao tive dificudades ele dava pro valter sempre e dar pra 22 cm ja tava bem arrombado, foi ai que me surpreendi, Valter deito sobre mim e começou a me penetrar, ja estava alargado mas ele foi com carinho quase desmaiei quando ele enfio tudo, esperou um minuto que foi o mais prazerosso da minha vida, estava com meu penis todo enfiado no cu do Juan, e sendo enrabado por um gordinho de 22 cm, era um sanduiche, o valter começo a me bombar e eu a comer o Juan, era linda essa cena, o gozo começou a vir, e quando chegou eu dei um berro, gozar com uma pica na bunda e a melhor coisa da vida, o juan pediu pra sair de baixo nao tava aquentando e meu peso e o do valter, ele foi tomar banho, e o valter veio terminar comigo, me botou de quatro e eterrou em mim sua rola, ficou uns 10 min me fodendo a te gozar, tirou seu penis do meu cu, e me enceu de porra na cara, deitei no chao exasusto e Juan veio se juntar a nos, na tv o filme ainda rolava, e tinha uma loira fazendo um DP com dois caras, eles deram risada e falaram, quando se recuperarmos vc vai ter duas rolas nessa bundinha aquenta?
Eu dei risada. Mas isso fica pra outro conto, se quiserem me add pra nos conheçemos fiquem a vontade, sou bi e flex.

gaviao_luan@hotmail.com

 

Fizeram-me fêmea de novo

Meu nome é Giancarlo, sou branco, 1,71 de altura, +/. 70 quilos, sou meio calvo, tenho olhos azuis.

Após meu arquiteto ter partido para os Estados Unidos da América do Norte, dei um tempo, tendo em vista que meu casamento encontrava-se estremecido, com possibilidades de um rompimento, e uma separação inevitável, e eu queria evitar qualquer envolvimento com outro homem, e esse envolvimento viesse conturbar mais ainda a situação dentro de casa.

Mas a carne falou mais alta, e conheci uma outra pessoa em Campo Grande.  Ele era um comprador de uma multinacional.  Após três visitas à firma dele, fui convidado por ele para almoçarmos fora, pois ele queria conversar comigo, conversa essa que não podia ser na empresa, em virtude de o numero de funcionários na seção de compras serem muito grande, e podiam ouvir o que conversávamos e trazer problemas para ele na firma.  Aceitei o convite e fiquei aguardando, até dar o horário de almoço, de modo que pudéssemos sair.
Passados uns quinze minutos, saímos e fomos para o restaurante que ficava a três quadras do prédio onde funcionava a empresa.  Ao chegarmos ao restaurante, escolhemos uma mesa em um local mais reservado, longe do miolo.  O garçom trouxe o cardápio, escolhemos nossos pratos, e ficamos aguardando o mesmo trazer as refeições.

Enquanto aguardávamos, ele puxou a conversa que ele queria ter em reservado comigo.  Fiquei atento no que ele falava.  Não abri a boca para emitir nenhum som.  Só ouvia.  Foi quando ele comentou que desde a primeira vez que eu pisara em sua sala, e ele botou os olhos em mim, sentiu na minha pessoa, alguma coisa diferente de todos os outros vendedores que conhecera. Pois eu era calmo, não discutia nem discordava de nada, e que quando ao termino da exposição de minha mercadoria, eu não falava mal dos concorrentes.  Notou também que quando eu expunha a mercadoria, não o olhava direto nos olhos, somente no material de trabalho.  E por isso ele quis ter esta conversa em reservado, pois queria saber se eu estava interessado nele, porque ele já estava interessado em mim.  Perguntei a ele até que ponto ia o interesse dele, e ele respondeu que até em cima de uma cama.

Estávamos sentados um ao lado do outro, tendo todo o salão do restaurante à nossa frente, e não da forma habitual, que era um defronte ao outro, tendo em vista que tal escolha fora proposital.    Puxei minha cadeira um pouco mais para perto dele, e coloquei minha mão sobre sua perna, deslizando lenta e suavemente para a sua rola, que já se encontrava dura, alisando-a bem levemente, e falei-lhe em voz baixa e suave: a recíproca é verdadeira, e eu também estava muito interessado nele (falei apertando sua piroca, como que apalpando).  Em seguida ele vem com sua mão esquerda e coloca sobre minha coxa, quando então eu levanto um pouco minha bunda e coloco a mão dele por baixo de mim, abaixando-me um pouco de modo que ele pudesse relar a mão em meu rabo.  Que maravilha!  A sensação de ser apalpado no rabo dentro de um restaurante por um macho, deu-me um arrepio, que ele notou no meu braço, dizendo: vi que você sentiu o meu tesão.  Veio o almoço, que foi uma maravilha, quando estávamos tomando o cafezinho de cortesia da casa, falou que a despesa ele pagaria, mas que ele iria tirar do meu “cofrinho” o que ele queria.  Antes de sairmos, combinamos que no sábado (nós estávamos na quinta-feira), nos encontraríamos defronte a estação de Campo Grande, pois ele tinha um local maravilhoso em um sítio próximo de Campo Grande.

O horário marcado fora às dez horas e eu lá me encontrava pontualmente, tendo ele chegado cerca de cinco minutos depois.  Abri a porta do carro e ele entrou, sentando no banco traseiro, face eu não usar o banco do carona, em virtude de reservar aquele espaço para levar equipamentos de demonstração.
Conforme orientação dele, dirigimo-nos para o tal sitio que ficava em Itaguaí.
Em lá chegando, fomos recebidos pelo caseiro, um jovem com idade em torno de trinta anos, da minha estatura, moreno, corpo liso sem pêlos, cabelos ondulados, olhos castanhos escuros, um sorriso agradável, cortês demais para um caseiro de sitio.

O local era encantador, com quadra de futebol de salão, piscina, estrebaria, pois o dono criava cinco cavalos manga larga.  A casa era muito espaçosa, tendo cinco quartos, sendo dois com suíte, duas salas, copa, cozinha (esta era enorme).  Entramos indo diretamente para o quarto, de modo a trocar de roupa, para colocar a sunga de banho, porém, não sem antes de tomar uma ducha.  Logo em seguida fui para a piscina, vindo ele logo após.  Demos um mergulho na água, demos algumas braçadas e saímos da piscina, indo sentar nas cadeiras que estavam à borda da piscina.  Nisso vem o caseiro trazendo sanduíches com refrigerantes, pois não tínhamos almoçado ainda,  Após comermos, fomos para o quarto, e fechamos a porta por dentro.  Enquanto ele fechava a porta, entrei no banheiro para me preparar higienicamente.

Voltei ao quarto e já o encontrei deitado se masturbando, isto é, afiando a ferramenta.  Sentei-me ao seu lado, segurando sua rola, começando a masturbá-lo  lentamente.  Deitei-me ainda do mesmo lado e coloquei minha boca naquela piroca, que deveria ter uns 18 cms de comprimento por cinco de diâmetro, e comecei a chupar aquela grossa rola, sua chapeleta era de um vermelho escuro para roxo.  Como era saborosa aquela piroca.  Ele gozou logo, logo, não me avisando que estava prestes a ejacular.  Foi um jorro imenso de porra, que eu quase me engasguei.  Tal fato deixou-me um pouco contrariado, pois é costume entre parceiros informar ao outro, que iria gozar, dando tempo ao parceiro de se preparar.

De repente, ele se levanta, perguntando que dia era do mês, e diz que tem de ir embora, pois ele esquecera de um compromisso muito importante para aquela tarde.

Levanta-se, veste sua roupa e antes de sair do quarto pergunta-me se eu sei ir embora.  Digo que sim.  E ele se manda.  Fui ao banheiro, lavo a boca e vou para o quintal da casa.  O caseiro me vendo, aproxima-se e pergunta: para onde foi o amigo tão apressado?  Respondi que embora, pois tinha um compromisso.  Então perguntei ao caseiro se poderia ficar um pouco mais, de modo a esfriar a cabeça.  Ele me respondeu que sim e se eu gostava de tomar banho de rio. Acenei com a cabeça afirmativamente e ele então me convidou para irmos ao rio, tomando um atalho pela mata.  Levamos uns dez minutos e logo avistamos o rio.  Ao chegarmos a sua margem, o caseiro começa a se despir e me convida a fazer o mesmo, tirando minha sunga.  Tirei-a rapidamente, colocando-a sobre uma pedra, e ao virar-me para o caseiro, pude observar que o rapaz tinha um belo instrumento de prazer (17x5), curvada um pouco para cima.   Então lhe falei: vamos entrar na água.  Ao entrarmos, ele se aproximou de mim, passando seu braço direito em volta de minha cintura, e sua mão esquerda segurava meu braço esquerdo, alegando que o leito do rio tinha local um pouco fundo, não tão fundo que eu viesse me afogar, mas que levaria um baita susto.  Ao caminharmos dentro da água, minha mão roça no seu pau, e eu cinicamente, peço desculpas.  Ele riu e disse: fique a vontade, pois hoje ela é toda sua.  Então parei, virando-me de frente para ele e pedi: você pode me abraçar e me beijar?  Ainda dentro d´água, ele me abraça, colocando suas mãos sobre minhas omoplatas, descendo lentamente até minha bunda, alisando-a e apertando, e dando-me um beijo de língua, bem encharcado.

Ali mesmo, dentro do rio, vira-me de costa, pede-me que eu me curve um pouquinho, e começa a esfregar a cabeça daquele pintão em meu reguinho, chegando a entrada do meu cuzinho, forçando um pouco a sua entrada no meu anelzinho de prazer.  Pedi que ele fosse com calma, pois se doesse, eu iria fazer movimento com o corpo, a fim de retirá-lo de mim.  Então ele disse que tudo bem.  Enquanto conversávamos, ele foi introduzindo todo o seu caralho no meu cu, de modo que eu não senti sua penetração.

Então ele começou o movimento de vai e vem lentamente, me fazendo arrepiar todo de tesão e de frio, pois a água do rio estava gelada.  Enquanto ele socava fundo no meu traseiro, dizia em meus ouvidos: e ai viadinho, você não veio para ser fudido? Então toma esta vara no seu rabo.  Está gostando?  Vou encher o teu cu de porra que vai sair pelas tuas orelhas, sua putinha.  O cara que veio contigo, te trouxe para mim, pois ele não queria te comer.  Você é minha putinha safada que gosta de dar esse rabo saboroso para macho como eu.  Enquanto ele falava, ia aumentando os movimentos, quando ele falou: vou inundar seu rabo com minha porra. Durante o tempo que ele proferia aquelas putarias, eu também falava: vai fdp, me rasga, me arregaça, me arromba todo, enche meu rabo com teu leitinho, vai, vai, que eu também vou gozar.  Gozamos os dois juntos.  Saímos do rio e nos sentamos em uma pedra, e começamos a nos beijar, e nos tocando.  De repente, ouvimos um estrondo muito forte.  Era uma trovoada, num prenuncio de que viria um grande temporal. Fomos para a casa, e eu me arrumei, a fim de ir-me embora.

Na despedida, dei-lhe um beijo, e prometi retornar, pois gostara muito dele, e  que transaríamos em outras posições.

Enviado por : Desejoso

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giancarlomartelli@bol.com.br

Desejos escondidos e reprimidos 1 e 2

Começarei minha estória informando que usarei nomes fictícios de pessoas e de lugares, de modo a não constranger ninguém..

Quem sou ?

Sou um homem, com idade na faixa de 60 anos, l,71 de altura, 70 kgs, um pouco acima do peso, branco, meio calvo, olhos azuis.

Sou de uma família que teve três filhos, e eu sou o do meio.  Meu pai era uma pessoa que não ligava muito para os filhos, porém para os filhos dos outros, se derretia.  Justiça seja feita: nunca deixamos de comer em casa, nós não andávamos esfarrapados, nem mal vestidos.

Durante a minha infância, tinha meus momentos de folguedos e momentos de estudos.  Adorava ler, por isso gosto de escrever.
Durante o período que estudava no ginasial, escrevi uma peça de teatro “O MANDARIM”, e encenamos a peça na própria escola.  Foi um sucesso!  Encenamos a mesma peça em diversos colégios da localidade.

Passei da infância para a puberdade, período em que começo a me interessar pelo sexo oposto; começo a me envolver com mulheres maduras, inclusive casadas, porém de uma forma diferente.

Elas, sabendo que eu era tímido, e que tal timidez era fruto de uma criação rígida (por incrível que pareça, foram somente sobre mim, tal rigidez), me procuravam para fazer algum serviçinho nas casas delas.

Quando atingi a idade de 21 anos, já trabalhava, e fui procurar um alfaiate, de modo a mandar confeccionar duas calças para mim, visto que eu não usava calças prontas, compradas em casa especializadas.

Em lá chegando, após termos conversado acerca do modelo, e o preço, chegou à hora de tirar as medidas.  Enquanto ele está tirando as medidas, alguém chama pelo nome dele, e ele chega à janela, a fim de atender.  Só que eu estava próximo à janela, e ele, para se achegar, teve que  encostar-se a  mim, notadamente na minha bunda.
Nunca ninguém houvera se encostado de tal forma em mim, o que me deixou trêmulo.  Voltando às medidas, ele notou o meu estado e perguntou-me se eu estava passando mal, pois notara que eu empalidecera.  Quando ele olhou-me para baixo, observou que eu estava de pau duro, e perguntou-me: - você ficou excitado com alguma cousa?  Eu, lògicamente, disse não.  Mas ele muito observador, falou: - cara, eu não estava de pau duro quando se deu o fato.  Mas mesmo assim, você gostou?  Simplesmente, abaixei a cabeça, numa forma de dizer que sim, que gostei.

Eu houvera me distraído e não percebi que ele já terminara de tirar as medidas.  Dirigiu-se à porta de entrada e fechou-a por dentro.  Em seguida dirige-se em minha direção, parando defronte a mim, abre o zíper de suas calças, bota a piroca para fora, pega a minha mão, colocando-a nela, e pede para que eu toque uma punheta nele.

O membro dele deveria medir, mais ou menos, 17x4,5cms, bem duro feito ferro, cabeçorra dilatada e arroxeada.  Segurei-a com receio, pois nunca houvera segurado pica de nenhum homem, sendo esta a primeira vez, e eu pensava com meus botões: (eu sou homem e não viado), mas não largava o cacete do alfaiate.  Comecei a punhetá-lo, quando ele me pediu que ficasse de joelhos.  Após ter me ajoelhado, segurou minha cabeça com sua mão esquerda, e com sua mão direita, dirigiu sua piroca para minha boca, a qual engoliu boca adentro, quando ele começou a fuder minha boca com movimentos de vai e vem, parando logo em seguida com o movimento e pedindo que eu fizesse com a boca e a mão. O que eu atendi prontamente, pois eu estava gostando imensamente da putaria, e o sabor da pica dele era muito saboroso, bem como a secreção quer escorre antes do gozo final, para mim estava sendo um suco natural, e da melhor qualidade.  Em seguida, levantou-me, virando-me de costas para ele, descendo minha cueca, com o intuito de comer o meu cuzinho, que era ainda virgem, não tendo conhecido piroca nenhuma, pediu-me que ficasse ajoelhado sobre o assento da cadeira, o que eu neguei, explicando a ele o que acontecia comigo.  Eu era virgem. 

Então ele falou que iria passar um pouco de vaselina em meu cu e no pau dele, e que quando ele estivesse enfiando o pau dele no meu rabo, se eu sentisse dor, que eu avisasse, pois ele pararia e daria um tempo para tentar de novo.

Passado alguns segundos, tentou novamente, dizendo que o pior é a cabeça, mas depois que ela passasse, o corpo do pau era mais fino e eu não sentiria mais dor.  Mal acabou de falar, deu uma estocada vigorosa e, “creu”. Meteu o caralho de uma só vez, não dando tempo para nada, e o caralho já estava todo atolado em meu cu.

 

 A dor foi tão grande, que eu não me contive, dando um berro bem alto e comecei a xingá-lo de fdp, viado. E toda a sorte de palavrões que eu conhecia.

Ele não ligou e iniciou o entra e sai lentamente, e então eu pude perceber que não doía mais, mas sim dava um prazer enorme, como se fosse uma corrente elétrica percorrendo minha coluna, indo da nuca até o cu e voltando para a nuca.  O ato não levou mais que dois minutos.  Ele logo gozou, enchendo o meu rabo de porra, não dando, pois para sentir prazer.

Indicou-me uma porta que havia na sala, onde ficava o banheiro.  Fui para lá a fim de lavar-me. Ele também foi junto, lavando-se também.
 
Quando fui buscar as calças, o meu prazer foi maior ainda.  Ele nada me cobrou, dizendo que era um presente pelo memorável dia que eu proporcionei a ele.  Não me fiz de rogado.  Ajoelhei-me, abri o zíper de sua calça, abocanhando sua pica com sofreguidão, fazendo que ele gozasse em minha boca, mas sem engolir sua gala, indo cuspi-la no vaso sanitário.

Após esta data, não tive relações com mais nenhum homem,  somente me relacionando com mulheres.

 

Anos mais tarde, casei-me com uma bela mulher.   Ela só gostava da relação tipo papai e mamãe.  Aos poucos fui trabalhando ela e comecei a mamar em sua buceta, o que produzia nela um gozo violento, tanto que ela segurava minha cabeça entre as pernas dela, como que estivesse tentando enfiar minha cabeça em sua buceta,   Era maravilhoso.  

Tentei meter no rabo dela, porém ela não concordava, pois achava que ia dilatar muito o seu cu, e ela tinha medo de ficar com o cu arregaçado.   Não dei trégua e em  certo dia, quando voltávamos de uma festa na casa de uma amiga dela, vínhamos os dois meios chapados.   Nem tomamos banho, indo logo para a cama.  

Foi ai que eu me aproveitei da ocasião e disse para ela que eu iria dar um banho de gato nela, o que ela prontamente aceitou.   Tirou toda sua roupa de dormir e deitou-se de barriga pata cima e eu comecei o banho de sua boca, descendo lentamente pelo seu corpo que tremia tremendamente ao toque de minha língua (não usei as mãos). chegando ao ninho do amor e ali me retive um bom tempo lambendo e bebendo seu gozo que descia feito cachoeira, e eu só bebendo aquela delícia.  Ela gozou umas quatro vezes seguidas e violentamente então a coloquei de bruços e comecei a lamber a parte posterior de suas coxas, subindo em direção de suas nádegas, quando para meu espanto, ela abriu as pernas deixando aparecer aquele buraquinho rosado que eu tanto desejo.  Não deixei barato, enfiei minha língua naquele cuzinho quando ela se estremeceu toda, soltando uns gritinhos de gozo.  Lambi o quanto pude aquele buraquinho, e comecei a subir por suas costas, e eu deitado sobre ela.  Quando meu pau chegou ao rego dela, ela virando a cabeça para mim, disse-me: tire minha virgindade do cu, mas faça isso bem devagar para não doer. Tubo bem filha, caso venha a sentir dor, avise-me que eu paro.  

Lubrifiquei meu pau com vaselina líquida e o cu dela com pomada de xilocaina.  Encostei a cabecinha no buraco e fiz uma leve pressão, quando ela levantou um pouco mais a sua bunda, facilitando a penetração.  Então lhe disse que eu iria tentar três vezes e que na quarta penetraria a cabeça do meu pau.  Talvez ela sentisse um pouco de dor, pois quando a cabeça entra, provoca essa sensação.
Não deu outra.   Quando a cabeça a cabeça a entrou ela gritou: paaarraaaa.  Parei e então falei que o pior já tinha passado, pois o corpo iria entrar mais fácil e ela não iria sentir mais dor.   Gozamos muito naquela noite, como em outras noites também, pois o cu que ela não queria me dar para não ficar arregaçada, agora me dava toda a noite e ainda cavalgava sobre mim, com a rola enterrada em seu rabo......

 

Enviado por desejoso.

                                                       (continua)

Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

 

Solteiro que dá para o casado

Tenho 20 anos, entrei na sala de bate papo de minha cidade, a qual nao irei revelar. Curto mulheres, mas também tinha o desejo de ter a experiencia com homem. logo que entrei na sala, alguem puxou papo comigo, um homem casado 39 anos, ativo, começamos a conversar, logo marcamos um local para se encontrar, eu fui com muito medo, aliás nunca tinha saido com ninguem..

ele chegou encostou o carro e entrei, saimos e eu o conheci, um homem influente na cidade, mas ele nao me conhecia..deixei rolar, fomos para uma rua abandonada proximo a BR, tirei a roupa ele também e eu louco de tesão começei a chupa-lo loucamente, ele gemia de tesão, fomos para trás do carro pelados, eu de costas encostado no carro ele tentou a penetração, mas nao coseguiu, pois era a primeira vez minha, eu o chupei até ele gozar.. e fomos, ele me deixou em um ponto da cidade e foi para casa..em um fim de semana encontrei novamente na sala da bate papo, ele me perguntou se havia gostado da experiencia, e que tinha adorado o meu corpo magrinho, queria um reencontro, topei.. eu louco para sentir um pau em mim..nos encontramos e desta vez fomos para um motel, chegando la, ele tirou a sua roupa e deitou se na cama, tirei logo a minha tmb e cai de boca naquela pica de 18 cm deliciosa, desta vez tinha que haver a penetração, eu alucinado que estava sentei em cima e começei a rebolar nele e nada de entrar, ele me pos de quatro e lambeu meu cuzinho por minutos, eu gritava de tesão, a partir dai fizemos em varias posições, de pé, de ladinho, papai mamãe, fizemos um 69 delicioso..ele voltou a meter em mim..e quando foi gozar pedi que gozasse em meu rosto..foi demais!

desde entao saimos ate hoje umas dez vezes já..é o unico cara que saio aqui na cidade, pois tenho uma namorada, e ele é casado, nos dois somos muitos discretos..mas sempre uma vez por mes marcamos um motelzinho..

 

Sempre esteve ao meu lado...

           Chega a ser incrível, o modo como alguns detalhes passam despercebidos. Desde pequeno sempre tive um melhor amigo, vou chamá-lo aqui de Guilherme, nos dois éramos muito próximos, até porque nossos pais trabalhavam juntos... O Guilherme tinha dois anos a mais que eu. Mais sempre fizemos as mesmas coisas, jogávamos bola, assistíamos desenho, jogávamos vídeo-game em especial jogos de luta, e depois sempre brincávamos de “lutinha” foi uma infância normal, quando entramos pro ensino médio, começamos a estudar na mesma escola, conversávamos sempre, só que era diferente, pois estávamos amadurecendo, assim que passei para o segundo ano, o Guilherme, havia concluído os estudos e entrou para o exercito, ficamos um ano sem nos ver, nesse um ano fiquei perdido na escola, faltava algo e eu não entendia o que era. as garotas que eu adorava beijar e me esfregar já não tinha mais graça, pois meu amigo não estava lá pra contar pra ele, tudo ficou vazio, chato, foi um ano horrível. No outro ano que terminaria o ensino médio, e esperava o Guilherme chegar, mais ele optou por ficar mais um ano servindo o exercito, o pai dele sempre reclamava, dizendo que aquilo só atrasaria a vida dele, que exercito não era pra ele, enfim eu concordava em silencio, no decorrer do ano, comecei a entender o que sentia por ele, eu me descobria homossexual, e já me aceitava assim, mais tudo muito discreto, pois não queria que meu pai descobrisse isso poderia me prejudicar na faculdade, pois ele poderia me deserdar.


         O ano passou, fiz 18 anos, tirei minha habilitação, comprei meu carro, minha vida transcorria bem, havia prestado vestibular com a certeza de ter passado, estava ansioso pra fazer o curso de relações internacionais. Mais algo estava errado, eu ainda continuava virgem, e vivia a pensar que o Guilherme iria me zoar, pois já deveria ter comido todas as garotas que quis... Chegado dezembro, como sempre a ceia de natal era em nossa casa, que era um tanto quanto confortável, La pelas tantas da noite, nossos vizinhos chegam, os pais do Guilherme, eu estava derretido no sofá assistindo uma maratona de family Guy, quando ouço uma voz firme e conhecida, me levantei e fui correndo para sala de estar, meus olhos procuravam e eu torcia para aquela voz ser a do Guilherme, e era ele... Estava diferente. Um olhar diferente, visivelmente mais forte, e estava seco, cheguei com um largo sorriso e recebi apenas um aperto de mão, me deu um frio no estomago, uma sensação me ruim, passados jantar e ceia, já eram mais ou menos umas 4 da manhã, me despedi de todos que ainda estavam animadíssimos e fui me deitar, sem ver o Guilherme, subi as escadas, e entrei no meu quarto. Quando olho pra cama o Guilherme estava deitado de cueca, dormindo pra lá de bêbado, como minha cama era uma king-size me deitei do lado só de cueca também, como ele roncava, eu não conseguia dormir, peguei meus fones de ouvido e ouvia musica até que peguei no sono, no outro dia, ou melhor, no mesmo dia me levantei as 12:00 com um cheiro de comida por toda a casa, minha mãe nem estranhou o fato de eu e o Guilherme termos dormidos juntos, já que somos amigos a anos. Tomei um mega banho e fui pra varanda, onde meu pai e seus amigos jogavam cartas, bebiam e falavam bobeira, fiquei um pouco e fui pra piscina, fiquei de sunga e mergulhei modéstia a parte, eu sou uma delicia, 1,84 altura, 80 kg, branco de cabelos e olhos negros. Tenho traços fortes e queixo quadrado, o que me garante uma cara de macho e me deixa a cima de qualquer suspeita. Passados alguns minutos vem o Guilherme e mergulhou nada eu fico olhando com descrição claro, Ele não trocou sequer uma palavra comigo.

Fiquei confuso, almoçamos a tarde quando todos foram ao rancho do pai do Guilherme pescar e fazer pamonha, nós ficamos, eu porque tinha segunda fase do vestibular e iria estudar e o Guilherme porque detesta fazenda (desde pequeno). Quando já estávamos à só parei de estudar e fui falar com ele, ele estava frio comigo, porque o que eu havia feito. Ele me disse que um dos caras do batalhão contou que havia me beijado, e que só não em comeu porque não quis, fiquei puto com aquilo, eu não acreditava que o único cara que havia beijado, tinha me sacaneado de tal forma, o Guilherme começou a falar que não poderia fazer aquilo com ele, que confiava em mim, quando me aproximei dele no sofá ele me empurrou com tal força que cai no chão sentado, sempre fui muito sentimental, ele toda vida se aproveitou disso, fui pro meu quarto com os olhos lavados pelas lagrimas, depois de alguns minutos ele veio, com ar de quem estava com raiva, eu estava de bruços ele me deu uma sacudida no braço e me virou na cama, o Guilherme tem 1,94 altura, pesa 90 kg, é branco (moreno) queimado de sol, cabelos de um castanho avermelhado, e olhos verdes. Ele tem mais corpo que eu. No que ele me virou na cama, eu fechei os olhos e cobri o rosto pois pensei que ele fosse me bater eu soluçava de tanto chorar, ele puxou meus braços e me olhando nos olhos me beijou, foi fantástico tinha gosto de conquista, nos beijamos por alguns segundos ele me olhou e disse porque ficou com aquele cara, eu sempre estive aqui, aquilo me excitou de uma forma que eu não me entendia, ele me beijava, e percorria toda a minha boca, eu estava rendido aquele momento de clímax, de repente ele começou a puxar meu cabelo, e me falar que se eu olhasse pra outro macho e ele visse ou se ao menos sonhasse que eu estava olhando pra outro cara, ele iria me arrebentar e iria me ensinar a ser macho, que se eu quisesse alguma coisa com outro homem tinha que ser com ele. Aquilo me deixava ótimo, era como se fosse propriedade dele, dito isso comecei a beijá-lo, alisá-lo, mais quando eu tentava conduzir a “dança” ele dava um jeito de me mostrar quem é que estava no comando.


Ficamos nisso mais ou menos uns 40 minutos, entre os beijos e tapas do meu macho senti vontade de gozar umas quatro vezes, ele começou a tirar minha roupa quando em despiu meu pau já estava todo babado, eu estava envergonhado por estar de pau duro, por causa dele, mais ele nem ligava tirou a roupa e pude ver aquele  corpo que eu sempre via mais dessa vez, era diferente, era como se fosse um presente que acabara de ganhar e estava desembrulhando, era meu... Ficou nu, instintivamente, comecei a beijá-lo fui descendo pelo seu peito largo e liso, abdômen, virilha e finalmente seu pau, eu chupava como uma criança chupa um picolé, ou seja, com vontade, ele suspirava, gemia e dava tremidinhas no corpo, chupei muito quando ele ia gozar puxou meu cabelo de novo, e me tirou  o pau da boca, fiquei triste, como um cão que perde o osso, ele me virou de costas me enfiou a língua na minha bunda, eu dei um gritinho baixo, e abafado, ele me deu um tapa na bunda que ardeu, e disse que me ensinaria a ser macho. E me lambia, chupava e sugava a bunda, até que chegou um ponto que eu disse, “me come” ele riu e disse que quando quizesse me comeria, eu era um brinquedo na mão dele, ele ficou brincando com minha bunda e saco por mais alguns minutos até que decidiu me comer, melou minha bunda com KY, vestiu o menino e forçou, ficou mega satisfeito, quando me viu tentar fugir da sua rola, o que confirmava que eu era virgem, ele ficou forçando a entrada por algum tempo ate que a cabeça passou, quando aquele membro me invadiu doeu pacas, eu queria correr, meus olhos estavam lavados de lagrima mais dessa vez de dor, ele me segurou pela cintura e ficou parado até meu corpo se acostumar com o dele, e começou um movimento, que esquentava meu reto, e me deixava de pau muito duro, era gosto eu estava sentindo um prazer louco, comecei a chegar à bunda pra trás, não queria perder aquele membro que estava me completando, estava uma delicia, quando ele começou a bombar rápido, novamente começou a doer, mais a dor estava se misturando com prazer, nem vi quando falei “me fode, acaba comigo, você nem sabe, como eu desejei isso” isso parece ter servido de incentivo pra ele, ele começou um movimento rápido e firme, eu estava perdendo as forças enquanto tentava me equilibra na cama, e ficou nesse movimento uns 20 minutos quando tirou a rola de uma só vez, soltou um urro muito viril e alto, e senti aquele leite se espalhar pelas minhas costas, ele gozou muito e eu gozei sem se quer tocar no meu pau, foi perfeito ele caiu por cima de mim, eu sentia meu cu pulsando, e a respiração dele em cima de mim, ficamos ali juntos, por algum tempo, levantamos tomamos banho juntos, e passamos um final de samana como um casal feliz, mais as vezes ele me dava uns tapas e umas xingadas (confesso que adoro) estamos sempre juntos, para as pessoas como amigos, para nos como amantes, ficamos com gurias de vez em quando, mais somos um do outro e somos mega felizes, nos transamos muito, sempre que possível. Mais esse é assunto pra outro conto.

jsfj1990@hotmail.com

Mecânico perfeito

Oi, meu nome é raoni bueno, moro em betim (RMBH) Minas Gerais.
Tenho 23 anos, 1,76 mts, 63Kg, moreno, cabelo castanho raspado e um pau de 16cm. Nunca sequer beijei um homem mas sempre tive muita curiosidade com seria sair com um cara e foder com ele.
Namoro sério há 3 anos, minha namorada nem sonha com isso, moro sozinho mas é bem difícil dar uma fugida dela. Trabalho em uma empresa e por lá tem um mecânico muito gostoso, o nome dele é Tiago. Era perfeito, +/- 24 anos, 1,75, 75Kg, cabelos negros, mãos grandes e fortes, uma boca linda e avermelhada e dono de uma bunda... capaz de fazer virar a cabeça até de um hétero, linda, redondinha e eu ficava imaginando como ela seria sem aquele macacão. Quando ele passava parecia uma aparição, olhava sempre escondido, pois tinha medo que qualquer pessoa percebesse, pricipalmente ele.
Um dia quando cheguei do serviço, tomei um banho, coloquei uma cueca vemelha e fui deitar mais cedo.

Como não conseguia dormir, resolvi sair pra caminhar um pouco. Já era por volta de 22:30hs e, andando por uma rua deserta, vi um carro abrir a porta como se alguém fosse sair. Quem estava lá dentro parecia não me ver, julguei ser um casal de namorados e eram dois caras, o que estava no banco do carona deu um beijo super molhado na boca do motorista segurando sua coxa com muita vontade. Eu ia passar como se não estivesse vendo nada, mas o carona tomou um susto e sem pensar olhou pro lado, nem acreditei era o Tiago. Se me contassem duvidaria, aquele homem parrudo, jeitão de garotão macho pegando outro cara!?!?
Continuei andando, o carro arrancou forte e passou rápido por mim, quando olho para trás o Tiago estava vindo atrás de mim, parei ele chegou e falou que era pra eu esquecer o que tinha visto, e que jamais contasse pra ninguém, eu perguntei porque faria isso e ele disse que tinha meios pra calar a minha boca. Perguntei: É, como? Como a rua estava muito escura e deserta ele me empurrou contra o muro, debaixo de uma árvore, onde havia um espaço do padrão de energia eletrica e dificilmente nos veriam ali. O cara beijou minha boca e começou a passar a mão sobre minha nuca, costas e peito, segui seu ritmo porém fui logo no seu caralho que cresceu na minha mão, alisei sua pica enquanto ele invadia minha boca com sua língua grossa, ele beijava de um jeito tão gostoso que quase me fazia gozar, o moleque era mais gostoso que pensei. Eu nem sabia o que fazer e a princípio fiquei quieto, ele colocou a mão dentro da minha calça e alisou minha bundinha pequena, a coisa foi só esquentando e quando percebi ele tinha abaixado a calça e estava com seu caralho pra fora, e eu já estava lá com aquele mastro na minha boca, chupando aquele cacete delicioso. Não era o maior pau do mundo mas era o mais gostoso, era grosso, cheiroso, e melado parecia lubrificado. O cara gemia enquanto forçava sua vara na minha boca, parecia transar com ela, e eu chupava com vontade, afinal era o "Tiago" e era a primeira vez que eu sentia uma vara quente e dura na boca. Tiago soltou um gemido muito gostoso, começou a se contorcer e enquanto seu pau aumentava volume e calor, ele começou a depositar seu gozo em minha boca, engoli o que pude e o cara não parava de gozar. Ele me levantou me colocou de costas pra ele, abriu minhas pernas e começou a lamber meu cuzinho virgem. Ah que língua, ele a passava em volta do meu anel e quando menos esperava foi enfiando ela lá dentro. Não aguentei o tesão e gozei forte no muro.
Parecia um sonho... e foi. Acordei melado, suado, morrendo de tesão e com misto de alegria e raiva por ter tido o sonho mais real da minha vida.

Poderia ser realidade. Add no msn, quero um AMIGO pra conversar, contar suas histórias e quem sabe pode rolar uma transa.
MSN: raoni_gp@hotmail.com

 

Kelly Osbourne quer ter um filho com um amigo gay

Depois de ser traída pelo noivo com uma transexual, a cantora Kelly Osbourne revelou que deseja engravidar de seu amigo gay, Nate.

“Nós seríamos pais perfeitos e minha mãe iria adorar”, declarou.

Kelly Osbourne revelou que está “de saco cheio” dos heterossexuais.

Atualmente ela namora Rob Damiani que é garota-propaganda da Material Girl, marca de roupas de Madonna e sua filha Lourdes Maria.

 

 

Família reprova namoro gay e garoto destroi centro

Um adolescente de 17 anos foi detido, na noite ontem (10), após destruir vários vidros do Centro Comunitário do bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

De acordo com as informações, o garoto ficou revoltado porque a família descobriu um caso amoroso entre ele e um rapaz de 32 anos, que mora próximo do centro. Revoltado porque a família reprovou o relacionamento, ele tentou destruir o patrimônio público.

"Foi um ataque de fúria, pois destruiu vários vidros e cabe aí um crime de dano ao patrimônio público", explicou um policial que participou da detenção do menino.

Levado para o Cisc do Planalto, o adolescente foi ouvido pelo delegado plantonista e entregue para os pais. O rapaz com o qual tem um caso também esteve na Delegacia.

Assaltante invade lan house

Um homem armado com revólver invadiu uma lan house na Avenida Jurumirim, no bairro Carumbé, em Cuiabá, e rendeu o proprietário e clientes. O ladrão disse que atiraria, caso alguém reagisse.

Ele levou dois celulares e certa quantia em dinheiro e fugiu a pé. O assalto ocorreu ontem (10), por volta das 20h30, quando havia vários clientes no local.

O proprietário do estabelecimento comercial acionou a Polícia Militar, que fez rondas pelas proximidades, mas não localizou o assalto. Existe a suspeita de que o bandido seja de algum bairro próximo.

Policiais do Cisc do Planalto disseram que havia diminuído o número de assalto a esse tipo de estabelecimento comercial, mas, como se trata de prédios sem seguranças, os ladrões aproveitam.

Por outro lado, os policiais explicaram que as lan houses deixam pouco dinheiro no caixa.

 

NOVA ZELÂNDIA: A homossexualidade é natural, diz ancião Maori

Para acabar de vez com as queixas de alguns Maori conservadores e religiosos que defendem que a homossexualidade não existia na Aotearoa / Nova Zelândia antes dos colonizadores, um ancião revela que o amor gay e lésbico sempre foi uma parte inata da vida Maori.

Falando em Maori, Piri Sciascia, que é vice-chanceler (maori), da Victoria University e um respeitado ancião, disse à multidão reunida para a abertura oficial dos segundos Out Games da região Ásia-Pacífico, que o amor e dedicação ao próximo, quer entre homens, quer entre mulheres, e todas as outras variantes pelo meio sempre fizeram parte da vida Maori, desde Rangi - a mãe terra - e Papa - o pai do céu ".
 

 

Piri Sciascia reforçou no seu discurso que a parte mais importante é o "aroha", ou seja o amor. Segundo a organização dos Out Games é importante que todos os que não são Maori também ouçam esta mensagem. A história e tradição Maori não fazem nenhum julgamento de quem alguém deve ou não amar.

Os Maori são o povo nativo da Nova Zelândia conhecidos além das suas muitas tradições guerreiras, pelas visualmente inultrapassáveis tatuagens. Como muitos outros povos nativos, sofreram dramaticamente com a colonização europeia após o século XVIII.

Os Out Games de Wellington 2011 juntam representantes de 26 países em 16 modalidades e acontecem de 12 a 19 de Março. Além de actividades desportivas também há uma conferência de direitos humanos em paralelo e um diversificado programa cultural.

 

Parque do Ibirapuera vira ponto de encontro de tribo "gay nerd"

Uma balada com pista de dança bombando, mas com fliperamas com games como Super Street Fighter 4 por perto. A mistura dos gritinhos da personagem-diva do jogo Chun Li com as batidas marcantes de Lady Gaga é o que faz a cabeça dos queer nerds, como são chamados os rapazes assumidamente homossexuais e assumidamente nerds.

A fim de entender melhor o que pensa e como se comporta essa nova tribo que vem virando moda em São Paulo, o R7 marcou encontro com dez queer nerds. O local escolhido inicialmente seria na rua Frei Caneca, que concentra várias baladas gays. Depois de algumas discussões – e nisso eles são bons -, o local decidido foi o bar Ludus Luderia, que oferece jogos de tabuleiros aos clientes. Alguns deles, bastante nerds. 

Durante duas horas, o R7 conversou com o grupo sobre anime (desenho japonês), balada, tecnologia, relacionamento, games, sexo, internet. No bate-papo ao vivo com a reportagem, eles esclareceram que, embora a forma mais comum de conversa entre a tribo seja pelo computador - como com qualquer nerd que se preze -, o grupo mantêm a amizade também com encontros no mundo real. O queer nerd e colunista da revista Offline Jefferson "PenPen" Melo, 27 anos, explica melhor:

– O que diferencia os queer nerds de outras comunidades é que a gente não é só um nome. Nós efetivamente nos encontramos. A maioria dos usuários adicionam as comunidades só para falar de suas preferências.

No mundo virtual, os contatos são feitos por meio de uma comunidade no Orkut que tem mais de 700 membros. No plano real, a principal reunião do grupo é o chamada picQueernic, um piquenique que acontece sem periodicidade fixa no parque do Ibirapuera. O próximo está previsto para ocorrer neste domingo (13). 

Preconceito

Outra característica do grupo é a propensão, durante as conversas, de que o tema original tome rumos inesperados. No encontro com a reportagem, uma pergunta sobre preconceito acabou passando por vídeos virais de YouTube, pegação entre membros da tribo, RPG (jogo de interpretação de papéis, na sigla em inglês), jogos de tabuleiros e sucção.

O servidor público Bruno Cavalcante, 30 anos, foi um dos poucos que conseguiram tratar sobre o assunto preconceito com o R7 sem se perder muito.

– No momento, ser nerd não é tão preocupante. Ser nerd está na moda. Mas ser gay é uma coisa que sempre foi e sempre vai ser complicado.

Segundo Jefferson, a situação dos queer nerds é ainda mais grave porque há também preconceito dentro da própria comunidade gay. Ele afirma que o grupo não se sente à vontade nem mesmo dentro de baladas conhecidamente gays. O grupo conta que quem é só nerd ou só gay acaba rumando para comunidades específicas.

A origem

A palavra "queer", em inglês, chegou a ser usada como termo pejorativo - era algo como "bicha louca", na gíria norte-americana. Mas com o passar do tempo, o termo foi perdendo o peso e passou a ser aceito. O mesmo aconteceu com a palavra "nerd".

Segundo informações do próprio grupo que conversou com o R7, a comunidade dos queer nerds nasceu em 2005 no Orkut. Desde então, se passaram nove gerações. Metódico, Rafael Abib, 27 anos, o proprietário da comunidade no Orkut, dividiu a história do grupo de acordo com eventos e comportamentos de um determinado período - uma organização inspirada no RPG Vampiro: A Máscara. Cada geração tem um nome. Existe a era Renascentista, da Balbúrdia, Expansionista, entre outras.

A expansão queer nerd já chegou a outros Estados - há comunidades específicas para usuários do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A conversa com os queer nerds terminou com uma sessão de fotos, onde todos se divertiram em fazer poses.

 

Gay é espancado por dançar com homem em boate em Joinvile

Em Joinville, Santa Catarina, o estudante Diego Almeida Nascimento, 19 anos, precisou ser hospitalizado depois de ser espancado dentro de uma boate. O jovem, que é homossexual assumido, foi atacado por três homens quando estava dançando com um outro rapaz.

 

“O segurança chegou para nós e disse: veadinho você não pode dançar assim. Aqui não é um local gay. Então eu pedi para falar com o gerente. Questionei o preconceito e disse que tinha muitos homossexuais ali. Ele mandou os seguranças me colocarem para fora e os três me espancarem”, contou. Segundo testemunhas, policiais militares estavam no local, mas não teriam feito nada para intervir na agressão. O caso está sendo investigado.

 

@com informações de Cena G

 

Trepando com o taxista

Olá boa tarde meu nome é Phellype sou branco, tenho 19 anos, 1,65m, 56 kg, sou de Campos dos Goytacazes - RJ enfim esse é meu primeiro conto.

Tudo começou no sábado de carnaval, eu fui assistir um filme ao cinema estava entediado de ficar em casa sozinho, chovendo muito resolvi deixar a moto em casa e ir de ônibus, fui na ultima sessão.Terminado o filme não tinha mais ônibus, acabei tendo que ir de taxi, dei o sinal pro primeiro taxi, o taxista não parou me deu uma raiva, aí logo atrás veio outro, eu sinalizei ele parou, quando abaixou a janela, era um moreno, mais ou menos 1,75 de altura, olhos verdes, fiquei parado por algum tempo, quando ele me perguntou: vai ?? Ai eu meio que me assustei e disse que iria
Quando entrei no carro, ele perguntou pra onde, eu já pensei besteira, só que falei o destino. Passado certo tempo ele começou a puxar conversa perguntando seu eu não iria viajar, eu respondi que não, pois das ultimas vezes que eu fui pular carnaval eu fiz umas besteirinhas, o safado perguntou que tipo de besteira eu respondi que bebi de mais e fiz besteiras, ele insistiu perguntando que tipo de besteira eu falei nada de mais não. Ele ja virou dizendo: bebia e passava a mão nos “pirus” dos machos? Eu respondi sem pensar, concerteza.
Ele disse: Mas você tem que tomar cuidado nem todo mundo gosta
Eu disse: na verdade acho que todo mundo gosta, uma chupada de homem é melhor do que uma chupada de mulher um homem sabe o que o outro gosta.
Ele disse que eu tinha razão, mas que às vezes tem pessoas que não sabem fazer na encolha. Eu logo disse a ele, tudo tem que ser com sigilo, escondido tudo é mais gostoso (dei uma risadinha safada). Ele disse concerteza. Logo em seguida olhei pras pernas dele percebi o volume na calça que já ficava pequena para aquele pau que forçava pra sair, ele percebeu e disse o engraçado de tudo isso é que essa conversa ta me excitando.
Faltavam umas 3 quadras pra chegar na minha casa eu arrisquei: Vai querer ficar excitado e acabar na punheta ou ta afim de levar uma chupada na encolha ??
Ele sem pensar respondeu que eu teria que ir chupando enquanto ele dirigia, logo pegou um camisinha no porta-luvas do carro e eu comecei a mamar aquele pau de 20 cm, comei a chupar pela cabeça era lindo e grosso, ele começou a socar como se fosse um cú socava com força, eu senti aqueles 20 cms na minha garganta, depois de uns 10 minutos ele perguntou: E se eu quisesse te comer agora? eu fiquei quieto e continuei chupando, pois, o pau dele era maravilhoso e eu já engolia tudo com mais facilidade e ele gemia de tanto tesão, segurou no meu cabelo e perguntou de novo: E se eu quisesse te comer agora?? Eu perguntei onde seria? Ele: você daria esse cuzinho pra mim? eu insisti perguntando onde, ele disse que o local não me importava só disse que queria me comer falei tudo bem continuei chupando ele por mais uns 5 minutos e chegamos no local, era uma rua bem escura onde quase não haviam casas, e as que tinham lá estavam vazias, devido ao feriado de carnaval.
Ele puxou meu cabelo fazendo com que eu parasse de chupar e disse: Vai ter que gemer igual uma putinha. Me jogou no banco de trás, abaixou minha roupa e disse que ia enfiar devagarzinho, colocou aquela cabeça imensa na porta do meu cuzinho que já piscava louco por pica, e socou tudo, mentiroso, dei um gemido de dor e de prazer ao mesmo tempo, ele agarrou no meu cabelo e me deu uns tapinhas na cara dizendo: geme igual puta caralho, eu imediatamente comecei a gemer igual putinha, ele não dava tréguas socava com força sem nenhum lubrificante só um pouco de saliva que ainda tinha restado na camisinha. De repente ele tbm passa pro banco de trás e fica sentado mandando eu cavalgar no pau dele, fiquei naquela posição por uns 15 minutos e ele socando com força parecia insaciável, mandou eu gozar, e já não faltava muito pra eu gozar soltei jatos de porra na minha barriga gozei muito, logo em seguida ele me colocou de 4 outra vez e começou a bombar mais forte que nunca anunciando que ia gozar e eu gemendo loucamente como se fosse uma puta senti uma estocada mais forte e ele anunciou que havia gozado, gozou muito tbm depois fomos conversando, e ele me deixou em casa.
Nossa esse dia foi ótimo, espero pegar mais uns taxistas assim rsrs

Se alguem estiver afim de me add esse é o meu msn: lyh-18@live.com

--
luiz phellype

 

Dei pra dois no carnaval

Saudações, amigos!
Obrigado a todos os que leram/lêem meus dois contos anteriores, dos quais recebi ótimas críticas: A Primeira vez que um macho me fudeu e Fudido no loteamento.
Este é meu terceiro conto e, ao contrário dos outros dois nos quais relato minhas duas primeiras vezes, decidi contar a foda maravilhosa que tive há poucas semanas, mais precisamente no dia 06 de março de 2011, carnaval, as 16hrs. Esta foi, também, minha 14° transa e uma das mais espetaculares.
Bem, o que seria de mim sem o bate papo UOL??!! Com esse site consigo fodas incríveis e que qualquer passivo adoraria ter.
Tenho muitos desejos eróticos ocultos e que apenas esperam a chance de se realizarem. Fuder com dois machos tesudos ao mesmo tempo e sentir-me dominado por eles era um desses desejos; nesse carnaval tive a oportunidade e segurei-a firme, da mesma forma com a qual chupei meus dois tesudos.
AO CONTO!
                Por cautela, não direi nomes; mesmo que fictícios.
Desta vez fui pego por dois machos tesudos: um loiro e outro moreno. Machos viris, gostosos e fudedores por natureza.
Eu tenho 1.72m, 60 kg, moreno claro, cabelo liso e curto, pau e 18 cm e bunda redondinha. Ouço tantos elogios da minha bunda que até tenho vontade de comê-la.
O moreno tem 1.70m, 65kg prox., com pleos no peito e parte do abdômen e um pau delicioso de 18 cm. Um macho da cor do pecado com os atributos necessários para proporcionar um tesão inexplicável.
O loiro era uma obra-prima da natureza: um macho viril, sadio, cara de hétero safado, com 1.80m e 78 kg, loiro, forte, malhado, barriga definida e um peitoral apetitoso, 18 cm de puro prazer, acompanhado de um saco grande, entre coxas grossas e musculosas e pernas fortes, ambas levemente peludas. A rola desse puto é grossa, grande e tem uma cabeça rosada e bem maior que o corpo. Tudo isso envolto em pelos dourados.
Como disse no primeiro conto, o carnaval daqui é o 3° maior do NE e nessa época uma boa putaria é algo garantido. Os machos de outras cidades vêm atrás de festas, curtição e sexo e temos o DEVER de dar-lhes o melhor da cidade: uma boa foda.
Conheci o loiro no bate papo no dia 05 de março, à noite. Pensei que não rolaria, pois dei em cima do safado, mas ele alegou estar cansado e disse que não iria sair. Fiquei decepcionado, mas mal sabia eu que seria recompensado posteriormente.
No dia seguinte, por voltas das 13h e 15 min, o loiro entrou no MSN. Sem grandes expectativas apostei em mais uma investida. Só não sabia que ele também estava caçando. Ser persistente tem suas vantagens e uma delas é criar as próprias oportunidades e aproveitá-las; assim o fiz.
Foi aproximadamente 1h de conversa até obter êxito. Queria muito ser fudido pelo meu loiro tesudo e daria tudo por aquela trepada.
Inicialmente, pensei que seríamos apenas nós dois, mas tive a agradável surpresa quando me perguntou se toparia uma suruba. Tive um pouco de medo, mas topei na hora e combinamos que eu levaria um amigo meu, que acabou furando. Todavia, não me arrependo de não tê-lo levado. Sobrou mais pica para mim!
Marcamos em frente a um colégio, às 15:30 hrs. Peguei um moto-táxi e fui ao local. Eles já estavam me esperando. O cara parou a moto um pouco depois do carro deles. O moreno estava dentro do carro e o loiro sentado um pouco distante. Ele era bem gostosinho e sua cara não escondia a vontade que estava para fuder. Fui aproximando-me do carro e não acreditei quando o loiro veio em minha direção. Tinha uma idéia do que me esperava, mas não pensei que o cara fosse daquele jeito. Não agüentei quando vi aquele monumento de homem. Era felicidade demais. Simplesmente arrepiei. Senti calafrios pelo corpo. Meu pau ficou duro feito pedra e só consegui me imaginar sendo dominado na cama por um homem daquele tamanho. O cara exalava um cheiro de macho delicioso. Seus braços eram grandes e as pernas grossas. Ai, mal podia esperar para levar uma surra da pica dele e, de quebra, cair de boca na tora do moreno.
Seguimos para o motel. Durante o trajeto fomos conversando e nos conhecendo.  Ao chegarmos, entramos no quarto e nos acomodamos. Próximo à cabeceira da cama tinha uma mesinha. O moreno tirou o boné e eu tirei meu óculo e colocamos em cima. Ele estava do meu lado e o loiro aproximou-se. Ao vê-los na minha frente caí sentado, mas logo levantei. Não queria perder nada do momento. O moreno tirou a camiseta e começou a passar a mão na minha bunda. O loiro estava perto e também começou a passar a mão em mim. Fiquei de frente para o moreno e ele chupou meu peitoral. Beijei o pescoço e chupei o peito dele e virei para o loiro.
O loiro tirou a camiseta e não pude acreditar quando vi. O cara era espetacular, apetitoso: malhado, definido, peitoral delicioso. Confesso que tremi quando vi. Fiquei arrepiado. Tive vontade de gritar de tanta felicidade. Comê-lo. Arrancar um pedaço dele. Não fiz nada disso. Caí de boca no peito dele e dei uma das melhores chupadas que já tinha feito. Chupei-o com vigor, com vontade, sedento do meu macho. Lambi seu peitoral e desci até a barriga e umbigo. Chupei-o como louco. Ele, por sua vez, surpreendeu-me: beijou meu pescoço, lambeu, deu uma mordidinha na minha orelha e beijou-me intensamente. O cara, além de lindo, sabia e gostava de beijar outro macho. Foram ótimas linguadas e chupadas de lábios. Enquanto beijava-o, massageava seu corpo, tentando explorar todo o prazer que esse puto poderia me proporcionar. Já me sentia dominado por aquele macho que, somente nas preliminares, já me estava proporcionando uma das melhores ficadas que tive.
Durante esse momento, por trás, o moreno me encoxava. O pau duro dele roçava na minha bunda, forçando a entrada, dando-me mais prazer. Com uma das mãos apalpava meu morenão safado e com a outra explorava o corpo e apertava o pau do meu loiro puto. Sentir dois caras me apalpando e abraçando, esfregando seus corpos deliciosos no meu foi uma das melhores coisas que já me aconteceu.
Não me fiz de rogado e abaixei-me para mamá-los. Pela primeira vez tinha uma rola em cada uma das mãos. Aqueles dois cacetes eram deliciosos, grandes, grossos, fartos. Comecei mamando o moreno, que tinha um pau duro, medianamente grosso, e bem gostoso. Babei com vontade e passei para o loiro. Enquanto punhetava o moreno, engoli a pica cabeçuda do loiro puto. Era deliciosa, macia e dura ao mesmo tempo. Minha língua passeava por todo o aquele instrumento, deixando-o todo babado. Chupava a cabeça, lambia, beijava. O corpo do cacete era ótimo: grosso, saboroso, branco. Chupei o saco, engoli-o, babei-o, lambi-o. Mamava aquela tora como um bezerro mama as tetas de sua mãe. Senti-me completo por estar com dois machos cacetudos dando-me um banho de pica.
O loiro, então, foi subindo na cama e eu, sedento de pica, segui-o como um cão busca um osso. Deitado na cama, ele abriu as pernas e pude ver todo o esplendor do seu cacete e saco. Caí de boca com tanto gosto como poucas vezes fiz. Estava chupando-o de quatro e o moreno, por trás de mim, abriu minhas pernas e aplicou uma linguada no meu cu como poucas vezes havia recebido. Ele deixava meu rabo todo babado, ao mesmo tempo em que forçava a entrada com o dedo e a língua. Sentia um arrepio na espinha. Meu corpo tremia. Enquanto mamava o loiro cacetudo, recebia um delicioso cunete de um moreno tesudo.
Senti o momento em que o macho da cor do pecado lubrificou meu rabo. A partir Dalí percebi que estava totalmente, incondicionalmente, dominado por aqueles putos. O moreno começou a forçar a entrada com seu cacete. Empinei minha bunda para recebê-lo. De joelhos, por trás de mim, ele penetrou a cabeça. Senti dor acompanhada de prazer. Abri mais as pernas; ele tirou o pau e voltou a penetrar devagar, mas continuamente. Quando havia entrado mais da metade, segurou-me pela cintura e meteu o resto. Levantei a cabeça e soltei um gemido mais alto. Olhei para ele, ele para mim e começou a bombar. Tudo o que puder fazer foi voltar a chupar o pauzudo do loiro enquanto levava tora do moreno. Meus gemidos eram constantes, involuntários. Adoro ser dominado por um bom ativo e esses dois estavam demais. Não sentia dor, apenas prazer. Ainda não acreditava que estava levando pau no cu, enquanto outro fodia minha boca.
O loiro levantou. Percebi que era a vez dele me dar uma surra de pica. Empinei minha bunda enquanto o moreno metia com força e segurava meu pau. Pedi que parasse, senão gozaria. Ele me forçou a deitar na cama. Deitei-me de bruços e ele meteu ainda mais forte. De repente, saiu de cima e notei que era hora de levar rola do loiro.
O pau dele era maior, mais grosso e mais cabeçudo que o do moreno. Na verdade, era mais cabeçudo que qualquer outra rola que já me tinha fudido. Fiquei um pouco receoso, mas louco para sentir todo aquele mastro arregaçar meu rabinho.
Em pé, do lado da cama, o loiro me puxou e fiquei de 4 na beirada da cama. Ele posicionou o cacete e começou a introduzir. Senti o cabeção abrir ainda mais meu cu, que já estava aberta pela metida anterior. Com um misto de dor e prazer, arrebitei minha buna e ele acomodou o cacetão todo dentro de mim. Vi estrelas nesse momento.
O moreno estava de joelhos na minha frente e puxou minha cabeça pelo cabelo para chupá-lo. O loiro não teve pena do meu rabo e bombava com força, com maestria, gostoso. Seu saco batia na minha bunda, deixando-me mais louco. Era maravilhoso sentir tudo aquilo dentro de mim massageando minha próstata. Na minha frente, o moreno fodia minha boca como se fosse uma buceta. Às vezes seu pau chegava à minha garganta e eu engasgava.
Este com o pau no cu e outro na boca ao mesmo tempo. Era incrível observar a cena no espelho do quarto. Entregue totalmente ao prazer e sendo fudido por aqueles dois machos, não pensava em nada mais. Apenas gemi e rebolava. Rebolei gostoso para meu loiro caralhudo, que estava bombando gostoso meu cu, enquanto seu saco batia na minha bunda. Ele largou meu cu e foi ao banheiro.
Continuei chupando o moreno, que agora, deitado, forçava minha cabeça contra seu pau e fodia minha boca com vontade. O pau dele estava muito babado. Ficamos assim por um tempo, até que o puto gozou na minha boca. Foi o primeiro a fazer isso. Tinha uma gozada forte, farta, cremosa. Acabei engolindo parte e cuspindo a outra. Ele e eu levantamos e fomos ao banheiro. Estava com um pouco engasgado com a gala e precisava cuspir. Ele tomou banho e eu banhei-me um pouco.
Quando saia do banheiro, para minha agradável surpresa, o pauzudo do loiro ainda não havia gozado. Pegou-me e me colocou de frango assado na beira da cama. Levantou minhas pernas com seus braços fortes e deixou meu cu a mercê da sua vara descomunal.
A água havia tirado um pouco da lubrificação, mas não liguei. Foi ainda melhor. O safado posicionou a rola no meu cu e socou. Eu estava literalmente submisso a ele, o que aumentava meu tesão. Levantou minhas pernas e meteu fundo e com vontade. Tudo o que podia fazer era observar sua cara de safado olhando para mim, admirando minha cara de vagabundo que apenas expressava a delícia que era receber a rola dele dentro de mim. Com minhas mãos, massageava seu peitoral, barriga e costas, dando-o ainda mais prazer. Ele, por sua vez, retribuía-me com estocadas fortes e rápidas que me faziam delirar.
Finalmente o gozo do meu macho loiro tesudo veio. Vi sua cara de prazer e senti o cabeção de seu cacete deixar meu pequeno orifício.
Safado como sou, segui-o até o banheiro e ofereci-me para chupá-lo, insaciável que estava por sua pica. Ele prontamente aceitou. Agachei-me e mamei seu cacete com gosto, enquanto ele tomava banho. Era ótimo ouvir os gemidos do safado enquanto eu sugava toda a sua rola e seu saco. Passaria toda a vida chupando ele, mas já estávamos a algum tempo no motel e precisávamos ir embora. Vestimo-nos. Pagamos o motel e saímos. Eles deixaram-me próximo a minha casa e fora curtir a folia.
Depois, fiquei sabendo que tinha sido o primeiro cara que o loiro tinha pego no carnaval.
Essa foi, sem dúvida, uma das melhores fodas que já tive. Embora tenha curtido os dois, não posso esconder minha preferência pelo loiro. O cara é puto demais, perfeito, safado, lindo, gostoso. O tipo de macho ativo para o qual um passivo safado adoraria dar o rabo. Sinceramente, espero poder foder outra vez com ele. Com certeza, serei ainda melhor, mais puto, mais vagabundo. Um objeto para ser usado e abusado em nome do prazer.
Bem, pessoal, fico por aqui. Depois posto mais contos. Espero que tenham curtido este. Aguardo comentários.
Dedico este conto aos meus dois machos e, em especial, ao loiro tesudo, pela foda inesquecível que me proporcionaram.
MSN: gahpassivo@hotmail.com

 

Meu engenheiro pirocudo

Depois de minha primeira e única experiência onde relato o ocorrido, com o título “Um corte especial”, conheci através da Net um engenheiro de Sampa e depois de muitas conversas por e.mail resolvi com muito receio ir ao seu encontro. Aproveitei o carnaval e fui passar o carnavara com ele. Combinamos o encontro em seu escritório já que ele é casado. Tudo que eu procurava. Sério, maduro e discreto. E isto tudo iria comprovar ao vivo. Estar preparado para dar a bunda é só uma questão de admitirmos nossos desejos mais secretos e encontrarmos alguém em quem confiar e liberar nosso lado puta.

Eu ainda não tinha dado  mas sentia que seria naquele início de tarde de sexta-feira que pela primeira vez aos 53 anos eu tomaria no cú. Sabe, há mais de dez anos atrás eu levei minha primeira língua no cú. Estava fazendo um 69 com a piranha da minha mulher e ela me chupou a rosca. Fingi não ter gostado muito, mas foi um prazer inebriante.Doravante passei a colocar a bunda na cara dela e na maioria das vezes ela me comia com a língua. Ficava com o pau quase explodindo de prazer. Aí fudeu tudo. Despertei e passei a navegar em sites gays e a babar com aquelas picas maravilhosas. Passei a aceitar o meu lado fêmea. Foi assim que cheguei ao meu engenheiro pirocudo, depois de mamar o meu barbeiro.  No horário marcado já estava na portaria. Ele chegou um pouco cansado de algumas poucas visitas. Nada muito longe do que imaginei. Subimos e nos trancamos em sua sala. Confesso que estava um pouco tenso e ansioso, mas a pica já estava ficando dura. Sentei na cadeira e ele lentamente se aproximou e ao afasta a cadeira eu já estava com a calça arriada e segurava meu caralho que chamava por ele. Depois de se acomodar entre minhas coxas ele se abaixou e com as duas mãos segurou minha pica como quem segura um doce e passou a língua em toda a extensão Da cabeça até o saco. Me arrepiei todo.É muito gostoso ver um macho chupando meu caralho. De tanto mamar sinto meu gozo chegando.

Gozo e gozo muito. Esporro todo meu leite em sua boca quente que deixa escapar um pouco do mel pelos cantos daquela boca nervosa. A sua surpresa é grande ao perceber como é gostoso um leite direto do boi. Mas e meu engenheiro. Não goza? Me levanto, acabo de tirar suas calças e dentro salta uma cobra de respeito. Abocanho e mamo. Mamo como um neném ávido pela mamadeira, até sentir que ela esta dura e no ponto. Me deito sobre sua mesa e apoio meus pés em seus ombros como uma franguinha e peço. Bota meu coroa, bota toda esta piroca no meu cú e me faz uma vagabunda. Sinto no mesmo instante aquela cabeça vermelha encostar na porta de meu cuzinho ainda com as pregas de fábrica. Penso em recuar mas o tesão é maior e sinto ela passar e todo o resto daquela vara abrindo caminho na minha bunda.. Cara!!! É muito gostoso. A sensação de ser uma mulher e sentir um macho metendo e tirando do meu rabo foi algo indescritível e peço cada vez mais. -Mete tudo, vai, mete gostoso e rasga este cú que é seu. Enfia esta pica até gozar. E ele fez direitinho. Gozou.

Gozou e encheu meu cú de porra. Senti aquele liquido quentinho invadindo minhas entranhas. Ele caiu sobre mim suado e com respiração ofegante ficou com seu rosto colado ao meu. Ficamos ali ainda em cima da mesa abraçados e percebo seu pau devagar amolecendo e se despedindo do meu cú; Voltei ao RJ, mas já sinto saudades daquela piroca.

 Meicoroa98@yahoo.com.br

 

Noivinha desprezada

Há cerca de 06(seis) meses, comecei um namoro virtual , com Antero (nome fictício) com um homem de Belo Horizonte, eu sempre tive tendência feminina, mas nunca assumi, ê este belo homem, um negro de 50 anos, funcionário publico, estilo militarr, na verdade é um homem que dá desejo a qualquer um,conversamos diariamente pelo MSN, ele me manda fotos, de todas as formas, de corpo inteiro, nu, mostrando seu monumental penis, deve ter mais ou menos 22xm x 4,00 cm, ele sempre diz que vai me levar para a cama, fazer de mim sua mulherzinha, vai me dar prazer e que em nosso primeiro encontro será nossas núpcias.Moro no interior e não tenho conseguido encontrar-me com ele, mas o amo loucamente e não vejo a hora de ser possuído por ele, mesmo morrendo de medo principalmente pela grossura de seu cacete.Pois bem muitas vez pelo CAM, ele se desnuda para mim, mostra seu penis e se masturba,oque me deixa louco, pois gostaria de sentir seu penis me adentrando eou chupando-o, muitas vezes choro copiosamente ao ver aquela cena, ele jorrando seu liquido (que deverá ser saboroso), quando com certeza eu poderia estar saboreando seu néctar. È muito difícil nossa situação, a cerca de trreis meses, segundo ele ficamos noivos e iremos nos casar em breve. Há mais ou menos dois meses ele parou de dar noticias, entrei em desespero pois ele é o homem de minha vida, deverá ser ele a ser o primeiro a me penetrar. Com esta situação senti-me deprimido, ate que , certo dia, num supermercado, vi um negro maravilhoso, nossos olhares cruzaram e senti um calafrio, sorrimos e ficamos nisto. No entanto aquilo mexeu comigo, voltei ao supermercado e lá esta ele, nossos olhares novamente cruzaram, e , ele se aproximou e apresentou, como professor aposentado pela Universidade Federal de Uberlãndia, conversamos como bons amigos e eu fiquei pasmo, estava interessado naquela beleza , fui embora e entrei em pânico, pensando estar traindo Antero meu verdadeiro amor, tentei contato com ele e não consegui. Como havia dado meu telefone para Aguinaldo (o professor), ele me ligou, convidando para um lanche, relutei, mas aceitei.

Não falamos nada sore qualquer relação, simplesmente estávamos nos conhecendo. Após uns 04 encontros, ele me convidou para irmos lanchar em sua casa, também relutei mas aceitei, morrendo de medo do que poderia acontecer. Êle morava numa linda casa, com piscina e tudo, convidou-me para sua sala de estar, ficamos conversando ele preparou um lanche. Estava absorto observando alguns quadros, quando ele me abraçpu por trás e começou a fazer-me caricias, e daí ele me beijou avidamente, ao que correspondi, era a primeira vez que beijava um homem, senti enconstando em mim algo duro, afastei-me dele, chorando, disse-lhe que amava outro homem e contei-lhe minha história, ele disse-me tudo bem respeito seus sentimentos, mas se esse cara de BH gostasse de você ele viria vê-lo. Aproximou-se novamente tomou-me em seus braços e nos beijamos, ele tirou seu cacete para fora e disse-me para chupa-lo , o que fiz e adorei o sabor de seu cacete e ainda mais quando ele encheu minha boca daquele liquido viscoso e saboroso, sentime muito bem. Fui embora , no outro dia ele me ligou dizendo carinhosamente que me queria e nos encontramos , nos amassamos , fizemos caricias e chupeio, isto aconteceu mais ou menos durante 15 dias. Ate que certo dia ele pediu para me comer, eu disse ser impossível, pois amava outro homem, e seu cacete era descomunal e que eu não o suportaria. Seu cacete tinha 22cm por 6 cm, parecia uma vasilha de detergente, aargumentei que seria impossível suporta-lo, carinhosamente e com cuidado ele me convenceu a tentar, colocou-me de bruço, passou creme na minha arruela e no seu monstruoso cacete, pos seu cacete na entrada de meu anus e começou a forçar, não entrava e ardia, quando ele forçou mais e aquêle monstro adentrou no meu anus, gritei alucinadamente, ele parou, acho que havia entrado a cabeça, ardia e doía, ele forçava devagar, pedi-lhe para parar, pois não suportava, ele carrinhosamente disse calma, tudo vai dar certo, foi forçando devagar e me penetrava cada mais, eu chorava de tanta dor, rebolava para facilitar e suportar melhor, mas na verdade estava gostanto, apesar da dor, creio que havia entradl uns 15 cms, e não suportando mais de tanta dor, disse-lhe enfia tudo e acaba com isto, ele empurrou tudo, gritei e chorei, não esta suportando tanta dor, quando ele começou um vai e vem, entrei em desespero pois a dor era alucinante, pedi-lhe para parar , ele disse-me agora você não é mais uma NOIVA DESPREZADA, MAS SIM MINHA MULHER, aquele vai e vem ardia meu anus, quando ele tirou tudo e enfiou de novo, eu gritava de prazer e dor, e pedi-lhe tira tudo e Poe de novo, foi uma loucura, ele gozou copiosamente em meu rego, que cheguei achar que ele estava mijando dentro de mim, nuca pensei que alguém poderia ter tanta porrra, fiquei com ele dentro de mim,, ´por mais ou menos mai hora, período em que chorei feito uma adoslecente, seu pinto saiu de dentro de mim, e não sei como cai de boca NÊLE e chupei=o ate gozar novamente. Hoje estamos juntos , moro na casa dele , sou tratado como uma princesa, e o pagamento por isto e deixa-lo fazer amor de duas a trres vezes pó dia, dói muito mas apredendi ama-lo e suporta-lo.
Rute 1945

 

Fiquei com gostinho de quero muito mais

Meu nome e alexandre moro em São Paulo carapicuiba e sou bissexual e tenho 18 anos e sou passivo eu tava em casa num sabado e resolvi ir ate uma lan house chegando eu tava no msn e no bate papo quando entra um rapaz muito lindo e ficou olhando pra mim no começo eu não gostei muito pois não sabia qual a intenção dele mais ele deu uma risadinha muito fofa ele se levantou e saiu eu pensei que ele tinha ido embora mais ai eu também levantei e mudei de computador ele voltou me procurando e olhou de novo pra mim e sorriu novamente ai eu percebi que ali tinha coisa ele sentou no computador que tava atrás de mim e perguntou meu msn eu fiquei com medo mais passei meu msn ai ele começou a teclar comigo mandou um oi eu respondi oi ele falou tudo bem eu falei tudo ai ele perguntou oq eu tava fazendo ali eu respondi que tava conversando com minhas amigas no msn ele perguntou se eu namorava eu disse que não eu comecei a estranhar fiquei com medo das perguntas dele ai ele me elogiou falou que eu era bonito eu falei brigado você também ele me perguntou você curte oq eu respondi depende ele falou curte sai com meninos eu respondi depende ele perguntou depende oq eu falei se forem ativos ele falou você e ativo ou passivo eu falei que era passivo ele perguntou se eu queria conversar la fora eu logo aceitei chegando la fora eu tava tremendo porque nunca fiquei com nenhum menino ele tem 19 anos e e muito lindo começamos a conversar e ele me pediu um beijo fomos num lugar mais escuro com pouco movimento ele me pegou de jeito me agarrou pegou na minha bunda eu pedi pra pegar no penis dele ele deixou detalhe agente tava no meio da rua eu fiquei muito excitado ele querendo me levar pro motel mais eu não tava preparado pra dar fiquei com tanto tesão e ele também me chupando meu pescoço mordendo meus labios ai que delicia nossa eu nunca tinha sentido tanto tesão marcamos de sai pra mim dar pra ele mais nunca mais vi ele eu continuo virgem da budinha ate hoje esperando um gostosao pra tirar o lacre da minha bundinha bom essa e minha historia( meu msn pra contato e alexandremouraforadocerio@hotmail.com)

Homens gostosos ativos de São Paulo de 18 a 30 anos que me quiserem e só pegar esse meu msn estou esperando

 

O carteiro

Tenho 21 anos, sou moreno-claro, tenho 1,75 de altura e peso 60kgs. Sou muito discreto, já namorei inúmeras vezes e talvez por isso nunca e ninguém cogitasse uma suposta tendência homossexual, mas ela existe apesar de quase raramente exercitá-la, porém um caso ou outro surge esporadicamente, por que afinal ninguém é de ferro.
O que vou descreve a seguir ocorreu caso que por acaso ou como alguns queiram definir por ironia do destino. Mas vamos aos fatos estava eu sentado no pátio de casa da minha tia quando do nada surge o tal carteiro, um cara novo aparentando ter no máximo uns 25 anos, branco, louro de olhos verdes e um corpo mais sarado do que o meu, parou em frente ao portão e perguntou por uma tal Evanilse, me aproximei mais pra perto do portão, para visualizar melhor o carteiro, não sou do tipo de cara que se faz de desentendido quando percebe que rolou um clima no ar.
Foi de súbito que ele olhou pra mim meio vermelho e deu um longo sorriso malicioso, dava pra vê que ele estava nervoso procurei administra a situação a mais normal possível, se é que era possível, mas retribuir o sorriso com um outro de mesmo tamanho acompanhado de uma leve piscadela o que lhe desconcertou ainda mais, e dessa vez me deixando envergonhado, mas antes de lhe responder que a tal Evanilse não morava lá eu tentei engatar um papo mais descontraído, pois só agora me dou conta, que para quem estivesse por perto escutando a conversa não entenderia nada, porque a conversa era completamente desconexa uma mistura de fala com gestos discretos.
 Entretanto encerrei a conversa dizendo que não morava nenhuma Evanilse na casa e o vi, indo em direção a casa do vizinho ainda não refeito da paquera.A empregada me pergunta quem era e eu lhe digo que era o carteiro procurando uma Evanilse e para minha surpresa a Evanilse era ela ,conhecida populadamente como Eva.não pensei duas vez e corri para a rua e lá estava o carteiro checando o número da casa novamente ,ele me vi e tornou a ficar vermelho eu ainda estava impactado com o cara,mas falei que era a casa sim, expliquei o ocorrido ele olhou mais ainda  pra mim e riu,eu ri pegando o envelope de sua mão  e sorrindo  perguntei se ele não teria telefone,que abusado eu fui ,todavia ele me deu e falou que estaria num bar depois do expediente,me despedi dizendo que então estava tudo certo.
                Chegando ao tal bar a princípio não o vi e fiquei meio decepcionado, porém ele me viu e veio me conduzir à mesa onde ele estava, sentamos e finalmente nos apresentamos o nome dele era Dmitri e disse o meu Hiero, ele me perguntou o que queria beber falei que um refrigerante e ri ao lembra que eu estava sendo conduzido como uma dama ele voltou com o refrigerante e nós conversamos sobre uma miríade de assuntos o nosso entrosamento foi tão instantâneo como que espontâneo a nossa interação, parecia que nós conhecíamos há muito tempo, até que ele perguntou se eu estava afim de algo a mais, mostrando o volume que se formava em sua calça, que ingênuo claro que sim, talvez fosse ai que eu fiquei mais racional estava com tesão, entretanto as coisas tomaram um rumo do óbvio um caminho da cama para um até nunca mais. Porém estava afim eu fui com ele, ele morava numa vila de quartos de cômodos, ainda no caminho eu vinha refletindo sobre o que ele tinha me dito que veio do interior e passou no concurso dos correios e que ajudava os pais, a vontade de cursa uma universidade etc. um sujeito bem sério e de certos valores. chegamos no quarto e então tomei a iniciativa e beije-o ,de inicio um beijo tímido,para um mais elaborado e selvagem em direção a cama de solteiro,foi um amasso longo e demorado até que nós conseguíssemos nos despir a sensação era como nós fossemos nos fundir ficamos nos esfregando por cima das cuecas até que ele tirou a minha pedi para ele ficasse de pé enquanto eu ajoelhei em sua frente e com muita maestria abaixei lentamente a cueca revelando o cabeça de seu pau até então oculto pra mim,chupei a cabeça rosadinha e a medida que eu ia introduzindo o seu pau em minha boca eu abaixava a sua cueca ele ia a loucura gemia tentava bombar em minha boca mas como era grande o seu pau cerca de uns 20 cm de carne com uma pele tão macia eu de início me engasgava, ele virou, aí eu comecei a passar a mão na bunda dele, e ele gostando, mas logo parei, aí ele começou a me olhar com cara de safado me levantou e segurou um  no meu pau batendo um deliciosa punheta, e logo ele olhou de novo pra mim, entendi tudo e comecei a beijá-lo, ele continuou e a coisa foi esquentando mais e mais, até que ele começou a passar a língua pelo meu corpo até chegar no meu pau,que  já estava pulsando de puro tesão se ajoelhou e me chupou, que chupada!Começou pelo saco depois pela cabeça meu pau mede uns 18 cm e vi desaparece em sua boca que sugava com força que a sucção chegava a doe mais nada insuportável pelo contrário muito prazeroso tentei avisá-lo que eu estava pra gozar mais antes que pudesse lhe dizer, gozei como há muito tempo não tinha gozado jatos e jatos que encheram a boca dele até transborda pelos cantos pensei que o sacana não tivesse gozado e que tinha sido da minha parte egoísta mais ele havia gozado enquanto me chupava,ficamos deitados na cama recobrando energia. até que o um pau deu sinal de vida e ele logo se apresou pra chupa,chupava com mais calma fizemos um 69 gostoso eu por baixo e ele por cima na qual eu lentamente introduzia os dedos no seu cuzinho que piscava freneticamente cada vez que eu metia o dedo ele empinava sua bunda para trás. Depois de brincarmos muito nessa posição chegou à hora da tacada final, ele se deitou em baixo de mim, levantou as pernas e esperou que eu fizesse um delicioso frango assado e assim o fiz, ele me pedia fazia, comecei a brincar na portinha do cuzinho dele, encostava e tirava, encostava e tirava, ele se mexia tentando fazer com meu pau entrasse um pouco mais coloquei a camisinha no meu pau e começamos a brincadeira, chegava à porta e parava, até que num belo momento de tesão e loucura empurrei de uma só vez, o meu pau foi sendo engolindo pelo seu cuzinho, o meu pau latejava de tão duro, ele gemeu chegou até grita mais abafei a sua boca pressionando contra o travesseiro, depois que meu pau entrou e seu cu não esboçava mais resistência foi só alegria, comecei a mexer bem devagar tirando tudo e colocando novamente, de repente ele me pediu pra socar com força e eu comecei, ia e vinha numa força brutal, socando todo meu cacete naquele cuzinho quase virgem, e ele se contorcendo e fazendo carinha de puta pra mim, aquilo me deixava doido, e depois de uns quinze minutos naquele vai e vem delicioso eu disse a ele que iria gozar, e ele já não agüentando mais, disse que ele já estava a ponto de gozar. Então peguei no seu pau e bati um punheta e na hora que ele começou a gozar eu sentindo aquele pau pulsando e gozando ,não resisti e  comecei a gozar também dentro dele  o cu dele contraía e apertava o meu pau massageando deliciosamente fiquei mais um pouco bombando aquele cu até que gozei novamente,parece que foi uma gozada atrás da outra, mas em questão de segundos, foi espetacular!Saímos dali e fomos pro banheiro, tomar um banho pra relaxar.
 
Tomamos um banho e voltamos para o quarto, chegando lá eu troquei de roupa e ele também, mas pra minha surpresa ele não tinha se dado por satisfeito, tirou minha roupa e começamos tudo novamente. meurdris@hotmail.com até mais.

 

A despedida

Havia um tempo que eu não via o Cássio. Conversávamos muito por telefone assuntos profissionais e sobre a gente também. Já era hora de cada um seguir seu rumo e ele precisava de construir sua vida ao lado de uma mulher. Ele já estava noivo e era difícil um afastamento definitivo mesmo porque éramos e somos até hoje grandes amigos. Ele estava na matriz de sua empresa quando decidi largar a consultoria e e aceitar um desafio na cerraira pública da qual eu estava licenciado há algum tempo, seria agora um simples sócio, um simples consultor , foram grandes tempos profissionais aqueles...Era o final do ano de 2004 e fazíamos uma confraternização e também minha despedida em uma pequena recepção para amigos em um restaurante que fica no último andar de um hotel no centro da cidade e foi bacana rever amigos ali. Como de costume permaneci umas duas horas e decidi sair à francesa. Desci até a recepção e pedi um táxi, havia bebido uns dois ou três martinis e depois senti que a vodca não era de qualidade o que me iniciava uma dor de cabeça e não queria dirigir. Me recostei no amplo sofá daquele hall e ao fechar os olhos, percebi que alguém se sentara no outro lado e como não queria falar com ninguém, ali fiquei a pensar...Me veio a lembrança o aroma do perfume que eu usava há anos atrás... O Ópium é uma frangância gostosa... Me lembrei do Cássio... quando eu o conheci eu usava esse perfume que ganhei de uma amiga que me trouxe da Europa pois sabia que eu gostava da marca YSL. Ele passou a gostar tanto que dei meu vidro para ele e passei a usar outro. Uma sensação gostosa me invadiu e me ralaxou e fui despertado pela recepcionista avisando-me da chegada de meu táxi. Ao abrir os olhos uma outra voz imperativa pedia para amesma moça dispensar o táxi dizendo que não seria mais preciso. No outro sofá estava o Cássio. Sorri, me levantei e nos abraçamos, havia muita saudade. Ele me disse que não queria me acordar e ficou ali me olhando... disse também que estava o tempo todo na festa o que eu não acreditei. Ele estava diferente, parecia ter ganhado mais corpo, cabelos curtos e uma barba cerrada o que lhe indicava um ar mais sério. Pensei comigo mesmo: meu trabalho está cumprido! Estou diante de um homem com um futuro pela frente. A consultoria havia valhido a pena minha amizade e meu carinho por ele ainda muito mais. Ele me levou até meu prédio e subimos juntos com ele sempre falando e me ajudando com meus presentes e papéis. Invadiu minha sala e se sentou como de costume e após um tempo disse a ele que pela manhã nos falaríamos com calma e ele me respondeu:

- Claro, vou dormir aqui, então amanhã de manhã, até café a gente toma junto se você quiser...

No fundo ele era o mesmo rapaz, o mesmo homem jovem e impetuoso que havia conhecido pouco mais de um ano atrás. Como eu poderia negar aquela companha de quem eu também sentia saudades... Esqueci do trato que havia feito comigo mesmo de não estar com o Cassio novamente. Ele se sentou ao meu lado e recostou a cabeça no sofá... senti
que ele sabia que estávamos nos momentos finais de nosso envolvimento como homens, como amante um do outro, mas não disse nada... não era hora. Passei a mão naquela barba cerrada e vi o volume que se formava entre suas pernas levantando o tecido leve da calça social. Minha boca estava seca e eu excitado também...Tirei o relógio e pude ver que ele marcava 00:30h. Ele me abraçou e senti aquele corpo quente, gostoso, beijei suas orelhas, sua testa, seu rosto e massageei o meio de suas pernas, fazendo-o apertar na cueca, lentamente tirei sua blusa, seus sapatos, suas meias, desfoguei sua calça, enquanto ele fazia o mesmo comigo... Comecei a me esquivar maliciosamente de sua boca, atiçando nele o jogo da busca, da sedução, da conquista e em um momento ele segurou minha cabeça e be beijou... Foi um beijo molhado, quente, ele salivava segurando minha nuca para que eu não me desvencilhasse de sua boca. Um homem conhece o corpo de outro homem. Me ajoelhei e desci suas calças e vi aqueles pêlos tão intimos e tão suaves... Mordiscava sua cueca deixando o tecido de algodão separar o calor da minha boca da pele de seu membro e acompanhava suas feições que eram trêmulas de prazer, minha boca molhava a sua cueca e ao mesmo tempo eu sentia o cheiro dele, o sal, o suor naquela região tão masculina e agora explorada por mim em todos os sentidos. Nossa sintonia era tamanha que eu sabia o que ele queria com o olhar e retirei sua cueca, mas ainda não coloquei minha boca nele..Ele me confessara que não havia se masturbado esperando esse momento, guardando cada gota para mim. Ele tirou o restante de minhas peças de roupa e passou a beijar carinhosamente meu corpo que se aquecia. Estávamos nos abraçando, nos beijando ele estava trêmulo quando o sentei de pernas abertas e coloquei minha boca quente naquele pau latejante... O Cássio sussurrava e queria liberar o que havia guardado para mim... não deixei que ele o fizesse na minha boca, controlando e fazendo com que ele ficasse ainda mais elétrico. Pedi que ele me abraçasse por trás, senti seu peito colado em minhas costas e ele procurando, duro a minha entrada, me arranhando os ombros com aquela barba máscula e suada sentindo seu hálito quente e me virei facilitando um beijo. Ele me penetrara e iniciara um vai e vem calmo e gostoso... Comecei a falar bobagens para ele, obscenidades que eram nossas e ele aumentava o ritimo das estocadas e eu pedi para ele me dar o tesouro que havia guardado e ele me apertando gozou, gozou muito e eu sentia que ele deslisava em mim com uma facilidade maior. Quando ele foi se retirar, pedi que não, esperei seu coração desacelerar e ele sentindo que eu era dele esperou abraçado a mim... Ficamos assim um tempo no tapete da sala entre almofadas, mal acomodados e satisfeitos. O chamei para o quarto, queria aproveitar o máximo aquela noite. Abri minhas pernas sobre o corpo daquele homem e comecei a beijá-lo, beijei seu dorso, lambi os pêlos de seu peito largo, seus mamilos e desci até seu umbigo fazendo-o endurecer de novo, chupei aquele membro novamente... Não havia pudores entre eu e o Cássio, nos dispunhamos a tudo, me encaixei depois de lado nele e ele batia sua cintura nas minhas costas me apertando, agora ele estava mais quente e mais atirado... destravou a dizer bobagens, bobagens gostosas, excitantes, quentes, coisas que só um homem tem coragem de dizer ao outro num momento desses e ele logo gozou de novo e me punhetou até eu gozar na mão dele ao que ele levou a boca e depois me beijou. Era uma noite especial e eu queria ser dele era o momento dele eu pensava nele o tempo todo. O sêmem do Cássio tinha um cheiro forte e aquilo enebriava o quarto. Passamos um tempo nos acariciando eu o toquei, fazendo-o reacender. Me ajeitei agora de frente, com almofadas nas costas e ele se ajoelhou conduzindo seu caralho até minha entrada, eu estava de frente para meu macho, olhava nos seus olhos e na sua aparência suada, e ele fogoso, me metia agora com força, me segurando, abaixando-se e me beijando com a língua grossa e quente e sem parar, me fudeu assim por uns vinte minutos, diminuindo e aumentando o ritimo.. aprendera a controlar seus instintos, seu gozo... Eu louco de prazer gozei, gozei intensamente abraçado a ele que percebeu sua barriga deslisando com a minha, aumentou a intensidade e me beijando falando nossas bobagens gozou, gozou gorfadas gostosas que eu deixei escorrer pela minha cama e ali adormecemos já quase próximo as seis da manhã, exaustos, naquele cheiro gostoso nosso.

Minha secretária chegou e eu pedi que ela preparasse um café e um almoço que eu pudesse somente terminar o preparo e depois a dispensei. O Cássio acordou de um sono profundo algumas horas depois, tomou um banho e devorou aquele café como um urso voraz. Por um momento me deparei com ele de cueca andando no meu apartamento e o admirei... Sentado ele comentou:

- Percebi quando sua empregada esteve aqui e vc se levantou... Parece que você tem um exército a sua disposição, sempre te servindo no que vc precisa...

Conversamos, rimos bastante, abracei muito aquele corpo gostoso e fui abraçado... Como era gostoso estar com o Cássio. Hoje somos amigos,mas sempre quando nos encontramos eu percebo sua excitação discreta e uma saudade dos tempos que vivemos juntos, naquele relacionamento secreto. Nossa amizade, nossa cumplicidade e nosso crescimento foram intensos.

Acredito que um homem quando se dispõe a estar com o outro como eu estive, precisa pesar o que deseja, o que quer, sem se expor e viver um prazer, um autoconhecimento incrível, onde o sexo o tesão são ingredientes de uma fórmula que somente quem se dispõe a viver descobre o segredo.

Abraços.

kdu65@hotmail.com

 


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