Contos

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Carla - fodida na casa de shows

Sou a Carla, tenho 42 anos, casada há 21 anos com Carlos, tenho 165 de altura, 60 quilos, peitinho pequeno, bumbum grandinho e coxas grossas, minha xana e meu rabo sempre são totalmente depilados, depois que fui liberada por meu maridinho hà 4 anos atrás, até então meu único homem, tive alguns casos, alguns amantes, algumas surubas, que deixaram lembranças deliciosas.

No sábado a noite finalmente meu corninho aceitou sair comigo para dançar numa casa de shows daqui de Curitiba, aproveitando o clima agradável coloquei apenas um vestidinho curto, uma calcinha fio dental pequenininha e uma sandália salto agulha, meu corninho já ficou sentado de forma a entender que não estávamos juntos, enquanto um grupo musical muito bom tocava um pagode muito gostoso, não demorou muito para que um rapaz alto, educado e bem apessoado me convidasse para dançar, convite aceito, já na segunda música nós já estávamos dançando coladinhos, eu sentindo seu pau já duro contra mim, além de me cantar descaradamente, Paulo o nome dele pediu um beijo, sem vacilar enlacei seu pescoço e nos beijamos gostoso, ele sabia beijar divinamente e suas mãos passeavam por todo meu corpo, não terminamos a terceira música, pois Paulo me levou até os fundos, um tipo de camarim, com um sofá velho num canto e enquanto me beijava tirava meu vestido, fez eu ficar de quatro no sofá, puxou minha calcinha de lado e chupou gostoso minha xana meladinha e doida para ser fodida por seu pau, depois de me judiar um pouco chupando-me muito bem, deixando-me mais tarada ainda, finalmente ele tirou seu pau duríssimo para fora da calça e socou de um golpe só aquele mastro delicioso dentro de mim, tirando meu fôlego e encharcando minha grutinha, segurou-me pelo quadril e me fodeu muito gostoso, elogiando minha grutinha apertadinha e quente me fez delirar de prazer, terminamos comigo cavalgando seu pau duro e me acabando num orgasmo divino e recebendo dentro de mim sua carga de porra que escorreu para o chão e depois escorreu pelas minhas coxas, além de deixar minha calcinha melada, voltamos ao salão e dançamos mais algumas danças, agora mais íntimos ele fazia eu colar meu corpo ao dele, demonstrando aos outros que eu lhe pertencia e trocavamos beijos bem quentes, não demorou e ele me carregou de novo até aquele cantinho e sem preliminares, tirou minha calcinha e guardou no seu bolso, para guardar de lembrança minha, eu na mesma posição anterior penetrou meu cuzinho tão gostosamente que nem senti dor com a sua penetração vigorosa, muito excitada eu gemia sem pudores, sendo sodomizada por sua vara deliciosa, atingi vários orgasmos que faziam meu corpo todo formigar, além de me deixar molezinha, de repente o Paulo acelerou ainda mais suas metidas e gozou muito forte dentro de meu rabo, dessa vez percebi que muito de seu esperma que saía de meu rabo totalmente saciado, escorreu pelas minhas coxas, enquanto recuperava meu fôlego, levei um susto ao deparar com outros cinco homens devorando-me com os olhos, eu pelada e toda melada de porra, Paulo rapidinho apresentou-me aos seus amigos, João, Antonio, Luis, Gerson e Pedro, trabalhavam na casa de shows e estavam de olho em mim fazia um bom tempo.

Rapidinho eles tiraram as roupas e exibiram para mim suas ferramentas duríssimas prontas para a ação, um deles deitou no sofá e fez eu cavalgá-lo, parando o tempo suficiente para o outro penetrar meu cuzinho, enquanto o outro me servia seu pau deliciosamente duro e quente para eu chupar, assim com três paus me fodendo ao mesmo tempo liberei meus instintos mais selvagens, chorei, gemi, gritei de prazer, unhei as costas deles, perdi a conta de quantas vezes gozei, sendo preenchida com suas cargas de esperma, tão logo um deles gozava em mim outro pau já me penetrava, sei que todos eles me comeram minha xana e o meu rabo pelo menos uma vez, e vários deles gozaram também em minha boquinha sedenta de porra, depois de horas finalmente saciados eles se retiraram, deixando-me apenas com o Paulo, tomei uma ducha no pequeno banheiro, vesti apenas o vestido e me encontrei com meu corninho que já estava aflito com meu sumiço, no caminho para nossa casa contei-lhe tudinho o que tinha me acontecido e terminei chupando seu pau duríssimo de tesão engolindo seu esperma todinho, já que minha xana e meu cuzinho estavam esfolados e ardidos de tanto serem fodidos pelos meus machos deliciosos.

carlasapphys@gmail.com

 

O cobrador

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito, bissexual e atraente) moro em Itajubá, MG. O ocorrido ocorreu em 2009 quando procurava por uma vaga de emprego.
Segunda-feira, chego em casa após um dia de estudo,  minha mãe vem ao meu encontro com um largo sorriso no rosto, então ela me diz que recebeu um telefonema de uma transportadora em Belo Horizonte, e que eu tinha conseguido uma vaga de entrevista para estagiar na área de informática, a qual seria nesta quinta - feira as 13:00 na sede da empresa. Me preparo para tal entrevista, aviso a escola,minha namorada  e as 04:00 da manha de quinta, juntamente com Aline esperava pelo meu ônibus, quando ouço o alto falante pronunciar meu embarque que seria no portão 6.
Chego em frente ao portão de embarque, e ali vejo um rapaz lindo, de uns 25 anos, devia ter uns 1,80 de altura, pele clara,  cabelo e olhos castanhos, barba bem feita e uma covinha no queixo que percebi quando ele sorriu para um dos passageiros, um tesão. Então ele me encara e eu disfarço meus olhos que o fuzilavam. Me despeço de Aline com um beijo e a abraço " boa sorte" diz ela em meus ouvidos .
Ao passar pela porta do ônibus o cara novamente me encara, e posso perceber sua camisa um pouco aberta, o qual revelava alguns fios negros em seu abdômen. me sento no ultimo banco do ônibus, e percebo que só haviam quatro pessoas que fariam tal viagem, eu , uma senhora e sua filha, os quais se sentam num dos primeiros bancos e um moço o qual fica no banco do lado oposto das duas. O ônibus já dera a partida e por cinco horas seriamos só nós 4 ali.
Pego  meu  Notebook, e passo a ver algumas fotos pela internet,  navegando pelos sites resolvo ver um pornô, ao perceber o cobrador, o rapaz bonito, fecho o computador rapidamente , ele passa por mim e entra no banheiro, e novamente navego por imagens excitantes, até que chego em um site gay, e passo a apreciar homens deliciosos com penis avantajados. Então escuto a porta do banheiro , mas desta vez não consigo esconder, e o cobrador via aquelas cenas de HxH, ele disfarça e sai rapidamente todo sem graça. Eu fico envergonhado e fecho o aparelho, me encosto no banco e cochilo, acordo com uma pequena turbulência,  e me assusto ao ver ele sentado ao meu lado. fico calado, mas me pergunto "porque ele veio se sentar justo aqui, sendo que todo o ônibus esta vazio"  ele me cumprimenta e eu retorno. fico sem graça. Pedro, vejo seu nome em seu crachá.
Passado algum tempo, ele me diz que eu me sentei num dos melhores lugares de todo o ônibus, uma voz agradável, sem imaginar o motivo lhe pergunto o porque, ele da um largo sorriso revelando sua covinha, e diz "- aqui da pra aproveitar a viagem de diversas maneiras", eu retribuo sorrindo, e começo a entender seu jogo, mas não dou nenhuma pinta. sem querer per sebo que seu pau estava crescendo, e novamente ele me pega com a boca na botija, ele me encara e em seguida abre o cinto e também seu zíper dando vista a uma cueca branca, ele retira seu penis e começa a se masturbar em minha frente, seu penis era enorme, o  púbis tinha pelos cortados com precisão,  o prepúcio e os testículos eram rosados bem claros. Ele me olha e pergunta se eu não tinha vontade de tocar seu membro. estava totalmente encabulado, com medo das pessoas ali no ônibus, mas mesmo assim desço minha mão até chegar em seu penis, a sensação e que aquilo era muito maior do que o meu, senti vontade de passar a boca, e quando percebi ja o abocanhava, mica boca era preenchida completamente. beijava sua grande e descia até sua virilha , adorava sentir seus pelos roçarem em minha língua, sem dizer o sabor de suor que tomava conta de minha boca. Então passo a chupar seus testículos, ele vigiava o ônibus e gemia de prazer, suas bolas se esfregavam em meu rosto enquanto eu tomava conta delas.
Volto a seu penis  e suavemente o masturbo com a boca, aquilo chegava até minha garganta, as veias saltavam e num instante sinto minha boca sendo inundada, sua porra era grossa e em grande quantidade. tomo aquilo e vou até seu rosto encosto meus lábios nos seus, e nos beijamos ferozmente, minha língua passeava por sua boca e sentia o sabor inebriante de sua saliva. passo minha boca por seu queixo e chupo a tão esperada covinha que me deixava louco.
Nos levantamos e vamos até o banheiro, ele fecha a porta rapidamente e retira a camisa dando luz a seu corpo atlético, pelos se espalhavam perfeitamente por seu abdômen , e uma uma pequena  trilha que descia até sua virilha, ficamos frente a frente , o beijo e desço seu corpo com a boca apanho seus mamilos  e os chupo intensivamente, desço novamente até sua virilha passando pela trilha de pelos , chupo seus testículos como nunca, então ele me pede para virar.
O espaço era minúsculo, então não tive como ficar de quatro, me abaixei um pouco e ele penetrou meu cu com seu penis, ele me agarra e me coloca contra uma das paredes, e intensifica os movimentos, era maravilhoso seu corpo quente juntamente com seus pelos roçando o meu. continuamos ali e então percebo algo quente me inundar por dentro, sua porra já escorria por minhas pernas, ficamos ali uns 15 minutos , nos limpamos e ficamos frente a frente.  aproveitei a situação e me esbanjei em sua boca , o beijando e sentindo seu odor hipnotizante.
Bom ao acabar a viagem me despedi de Pedro, e disse que adoraria encontralo novamente. Eu fiz a tal entrevista, e o que me pediram foi que voltasse daqui a duas semanas para a 2° etapa.      mesmo não tendo conseguido o estagio rapidamente, adorei a Idéia.

 

ivo-81@hotmail.com, Itajubá - MG

 

Como me iniciei em sendo empregada

Quando era pequeno, minha tia me pegou para criar, já que minha mãe havia falecido e meu pai tinha nos abandonado. Assim, fui criado pela minha tia junto com a minha prima, um ano mais velha que eu. Desde cedo tive atração por roupas femininas e, como minha prima tinha quase a minha idade e mais ou menos do meu tamanho, pegava algumas roupinhas suas escondido para usar. Já por volta dos meus 14 anos, estudava pela manhã e ficava a tarde toda só, dentro de casa; já que a minha prima estudava a tarde e minha tia trabalhava o dia todo. Então, minhas tardes eram sempre eu montadinha com algumas roupas de minha prima. Ela começou a desconfiar e veio falar comigo se eu estava mexendo em suas coisas. Disse que não, mas não consegui convence-la. Então ela disse se continuasse a mexer nas coisas dela que iria falar para minha tia que eu era um viadinho que usava suas roupas todo dia. Implorei para que ela não fizesse isso e, já assumindo tal ato, disse que não iria mexer mais. Ela riu e disse que já achava que eu fosse um viadinho, mas que não mexesse mais nas suas roupas. Sem alternativa, fiquei um tempo sem me vestir, mas passei a usar algumas roupas de minha tia, que não ficavam muito bem, já que ela era mais alta. Mas mesmo assim, eu as usava cada vez mais e sempre tomando muito cuidado na hora de guardar, pois não queria que ela descobrisse.
Certo dia minha tia me chamou para uma conversa e eu nem sonhava qual seria o assunto. Ela foi clara e disse: meu filho, notei que alguém anda mexendo em meu guarda-roupas e como a sua prima comentou que vc mexia nas roupas dela de vez em quando, conclui que foi vc. Porque faz isso? Não esconda, por favor. Não sabia o que dizer e parecia que o chão havia sumido sob meus pés, fiquei mudo por alguns segundos e então ela perguntou; vc gosta de usar? Desde quando? Após instantes de silêncio, tomei coragem e falei: Olha tia, amo usar roupas femininas já algum tempo sim, mas só faço isso dentro de casa. Com certa naturalidade, ela disse para eu não fazer mais isso e, depois ficou sem falar comigo aquele dia. Depois, ficou um clima estranho em casa, minha tia não me dirigia muito a palavra e minha prima vivia falando que eu era gayzinho, viadinho e coisas mais.
Certa tarde de domingo minha tia me chamou e disse: Cléo (era assim que ela e minha prima me chamavam), Eu estou cansada demais de trabalhar o dia todo fora e ainda cuidar das tarefas de casa e sua prima me ajuda muito pouco; e vc já tem quase 15 anos e pode muito bem me ajudar em algumas tarefas. Aquilo em nada me agradou e fiquei calado. Logo depois ela disse, se vc me ajudar eu deixo vc usar umas roupas que eram da sua prima e que ela não quer mais, como iria me desfazer, ficam para vc, o que acha? Abri um sorriso enorme e perguntei se falava sério, e ela tb sorrindo disse que sim, que já que eu gostava de usar roupas femininas, seria uma boa oportunidade, e ainda disse: Vc seria uma bela empregadinha. Me abraçou e sorriu. Minha prima ao ouvir isso, tb sorriu e disse: Que ótimo, terei uma “priminha” que vai ser nossa empregadinha.
Peguei na sua mão e falei, combinado tia. Na segunda de manhã, antes de sair para o trabalho, minha tia me disse que eu naquele dia não iria à aula. Ela me disse o que queria que fosse feito, pedindo a minha prima para me orientar e mostrou as roupas que, agora, seriam minhas. Tinha algumas blusinhas e saias, shortinhos, vestidos e duas collants, já que minha prima tentou fazer ballet e depois saiu. Adorei, mas não tinha nenhuma lingerie. Ao sair disse para ficar a vontade e que ao voltar veria como tinha me saído nas minhas tarefas. Corri para o quarto para me trocar, quando minha prima perguntou se não queria alguma calcinha dela. Disse que sim e tb um soutien. Ela riu e me deu alguns que ela não usava mais, para serem só meus.
Me produzi para meu primeiro dia de trabalho, na verdade estava mais gostando de poder usar as roupinhas do que ter que limpar a casa. Usei uma calcinha bem pequenininha, um soutien branco bem apertadinho, um shortinho tb apertadinho e uma blusinha que ficava agarradinha no meu corpo, tipo baby-look. Pela orientação de minha prima, varri a casa toda, fiz as camas, tirei o pó dos móveis coloquei algumas roupas na máquina para lavar. Passei o dia todo montadinha; à noite, quando chegou, minha tia disse: Nossa vc leva jeito mesmo a casa está bem arrumada e limpa, parabéns. E, sem me perguntar se queria, logo disse: Agora vc vai aprender a cozinhar tb, viu? Já entrando no clima e feliz pelo elogio recebido, falei que adoraria, coisa que aconteceu a partir daquele mesmo dia. No início eu fazia apenas comidas simples, mas depois que fui aprendendo com minha tia e lendo alguns livros de receita que ganhei dela, fui caprichando mais nos pratos.
Passado um mês, minha rotina diária era acordar cedo e preparar o café, tomar banho e ir para a escola. Ao voltar, limpar a louça deixada pela minha tia e minha prima, arrumar e limpar a casa e cozinhar para o jantar.Quando a minha prima chegava da escola, pedia um lanche que ia rápido fazer. Agora ela era minha amiga e não fazia mais comentários maldosos. Tinha me dado algumas camisolas suas para dormir e de vez em quando algumas roupinhas, mas não permitia que usasse suas roupas; eu as lavava e passava bem direitinho, junto com as da minha tia. Após o jantar, tinha de lavar e guardar toda a louça e só depois é que poderia ficar vendo a novela com elas, e depois dormir. No meu aniversário, minha tia me deu um uniforme de empregada, todo azul, que amei. Cheguei a chorar quando abri o presente. Ela sorrindo disse que eu estava sendo uma boa empregada e que ficaria muito bem naquele uniforme. Agradeci e, no dia seguinte, já o coloquei para fazer as minhas tarefas diárias. Ganhei outros uniformes depois e só trabalho com eles.
Hoje, passado um ano desse episódio, fico totalmente a disposição de minha tia e minha prima (hoje às encaro como Patroas); saí do colégio e trabalho integralmente para a casa. Sou responsável também pelas compras na feira e no supermercado, quando a minha tia deixa o dinheiro. Agora tenho o meu próprio quarto, o de empregada, e meu guarda-roupa está cheio de roupinhas femininas, que as uso diariamente. Sou oficialmente a empregada da casa, recebendo um pequeno ordenado por mês. Estou muito feliz e gosto muito da minha condição.

menino_de_collant@yahoo.com.br


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