Contos Eróticos

Violado perante a namorada

Aquele era um local discreto, óptimo para comer a namorada. Nessa noite estacionei o caro debaixo de um renque de árvores bem afastado da estrada para não sermos vistos pelos automobilistas, e depois de umas beijocas bem dadas na Sofia e de uns valentes apalpões nas mamas e nas coxas por debaixo das saias, meu pau começou a ficar armado como de costume. Sofia riu-se encantada, ela adorava apanhar com o cacete embora o meu não seja lá muito avantajado, passou a mão na sua silhueta por sobre a braguilha das calças tirando-o para fora juntamente com os colhões.
- Piliha pequenina – comentou com agrado pousando-lhe a mão – que me faz tão feliz. E os teus tomatinhos como são queridos. Não cresceram muito mas promete-me que quando casarmos me vais fazer muitos filhos graças a eles. E se forem rapazes quero que tenham o pilau e os tomates do tamanho dos teus, prometes?
Eu prometia-lhe tudo o que ela quisesse pois como qualquer homem naquela altura só queria mesmo era ir-lhe ao pito. Sofia agora já me tinha enfiado o piçalho na boca e entretinha-se a fazer-me um broche delicioso que ela sabia fazer como ninguém enquanto eu já lhe tinha tirado a calcinha escura e enfiado o dedo indicador na cona húmida. Estava com os colhões cheios de esporra desejosa de se derramar naquela grutinha gostosa e estava-me me preparando para lhe pedir que suspendesse a mamada e me deixasse meter o meu pau na sua racha de baixo quando apanhamos com um jacto forte de luz que nos deixou cegos ao mesmo que as portas dos dois lados sendo aberta abruptamente. Senti então o que me pareceu ser o cano frio de um revólver encostar-se à minha cabeça.
- Quietos os dois – uma voz áspera de homem – E tu minha puta não te armes em engraçada a menos que queiras ter os miolos do teu amigo espalhados no carro.
Começávamos a recuperar a visão. Qualquer reacção nossa além de temerária seria imprudente pelo que não reagimos. Eles eram três, um deles armado, de cara descoberta ainda que a pouca luz e o nosso estado de insegurança não permitissem uma identificação cabal. Começaram por amarrar a Sofia atando-a com as mãos atrás das costas e em volta do banco para não se poder levantar, o que me deixou algo admirado pois seria mais lógico que me atassem a mim primeiro. Até porque aquela posição não era nada apropriada para a violarem pois desde o primeiro minuto não tive qualquer dúvida que o objectivo da sua intervenção não fosse outro senão comer a Sofia. Ela contudo é que parecia não ter consciência disso. Enquanto a amarravam perguntou o que queriam, se era dinheiro nós daríamos o que tínhamos, mas por favor não nos fizessem mal.
- Está descansada vagabunda. – respondeu um deles sempre com a arma apontada à minha cabeça – Não queremos roubar dinheiro a ninguém, talvez antes a sua integridade. E fica descansada que de ti queremos muito pouco, quanto muito a tua boquinha que ainda há pouco estava fazendo um broche a este picinhas, mas esperamos que aqui o teu namorado goste do que pensamos em preparar para ele.
Ouvindo aquilo e percebendo só então suas reais intenções lembrei-me das deliciosas enrabadelas que o Mário me dera nos meus tempos de estudante de Engenharia e meu caralho que continuava fora das calças ainda mais se empinou de tesão do que quando se estava preparando para entrar na Sofia. Não sou paneleiro mas graças ao Mário não desdenho de apanhar no cu quando a ocasião se proporciona. O assaltante notou-o.
- Pelos vistos aqui o bichinha vai adorar. Olhem só como ele ficou! Afinal não é só a puta que o faz ficar de pé. O que não admira já que o escaso piçalho que apresenta não deve ser capaz de consolar devidamente uma mulher e por isso deve estar mais habituado ou a tocar punhetas ou a foder com a fenda de trás.
Os três miraram-me a piça e os ovos e riram-se muito com o seu tamanho. Um deles apalpou-me os tomates e piroca. Achou-os moles.
- És mesmo paneleiro – comentou – Nem mesmo sendo mamado por uma gaja boazona como esta ficas com os colhões duros Espero que tenhas mais tesão no cu do que na piroca.
E voltaram a rir-se com gosto. Sofia começava perceber o que se ia passar, que eram violadores e não assaltantes o que tínhamos ali, e que em vez dela eu é que seria violado por eles, acho que ficou melindrada como pedaço de mulher que era. Por isso xingou-os despeitada:
- Que raio de homens são vocês que preferem meter em cu de homem em vez de foderem uma moça?
- Olha, olha, a puta – um deles disse - Gostava mais que nós a fodessemos. Não admira. Ias mais bem servida com qualquer um de nós. Apesar de gostarmos mais de cu de homem, ainda para mais quando redondinho como este aqui, temos todos piça e colhões de homem ao contrário do teu namoradinho.
E voltaram a rir-se. Eu pelo meu lado não dizia nada. Há já tanto tempo não apanhava com pau na entrada traseira que não via hora de ser violado pelos três, muito embora soubesse de antemão que meu olhinho não ficaria em boas condições no final.
- Basta de paleio – gritou o que me apontava a arma –Não viemos aqui para palestrar mas para arrombar um cu. Por isso mãos à obra rapazes, força na verga e pau nele.
Foi então a vez de me amarrarem. De joelhos no chão do lado do condutor, o tronco estendido sobre o assento, os braços esticados e amarrados nas pernas da Sofia, o meu nariz quase lhe roçando o pito, a calças e os boxers puxados para baixo, meu cuzinho que o Mário inaugurara anos atrás e há tento tempo em jejum despudoradamente oferecido, em frente a minha namorada. Minha piça latejava de excitação e os mariolas voltaram a gozar-me dizendo não compreender como um panasca de pau curto como eu conseguira arranjar uma namorada tão apetitosa como aquela.
- Já violamos alguns cus e nunca vimos ninguém ficar com tanto tesão como tu.
Sofia parecia estar enojada com aquilo que se ia passar mas o brilho nos seus olhos, o rubor das faces e a sua respiração apressada dizia-me que ela estava igualmente excitada com o ir ver-me apanhar no cu dos três. Estes por sua vez tendo-me manietado procederam ao sorteio da ordem pela qual eu deveria provar do seu cacete. Partiram um graveto em três bocados desiguais, baralharam-nos, um deles guardou-os envolvidos na palma da mão com uma extremidade de fora que cada um dos outros escolhia, o pau maior seria o primeiro a comer-me, e por aí fora. O primeiro contemplado baixou então as calças e exibiu seu caralho a mim e à Sofia.
- Diz lá minha puta de piça pequena – era a mim que se dirigia – se eu não tenho uma piça muito mais bonita do que a tua – e depois para ela – e tu minha putazinha bonita diz lá se não consolavas melhor a rata com uma piça do tamanho da minha.
Como Sofia não respondesse ele puxou-me pelos cabelos para trás de modo a levantar-me a cabeça e esbofeteou-me com violência, dizendo que me partiria os dentes e o nariz se ela não lhe respondesse. Sofia respondeu-lhe então que sim e eu fiquei sem saber se dissera aquilo para me poupar o espancamento ou se na verdade preferia o tamanho do caralho dele ao meu. Mais tarde soube que foi um misto dos dois.
- Muito bem – gabou-se – todas as putas gostam de piças compridas. E como gostaste dela concedo-te que ma chupes muito bem chupadinho como estavas a chupar o dele quando nós vos interrompemos. Assim irá menos suja para o cu do teu homenzinho. E é melhor que o molhes bem senão o bichinha do teu piça curta irá gritar como um perdido quando lho enfiar no rego.
Sofia embora com um esgar de repugnância lá lhe lambeu a piroca o melhor que conseguiu e quando ela já estava suficientemente armada mandou-lhe a pedido dele uma bruta cuspidela. Meu violador abriu-me então o olho com as mãos, cuspindo igualmente dentro dele, tal como costumava fazer a Cláudia quando o Mário me queria meter, e mandou pau nele. Aiii, até vi estrelas pois o bandido não foi nada meigo, dir-se-ia estar com pressa de me fazer sentir-lhe os colhões batendo-me nas bordas. Mas quando enfiou tudo e me começou a cutucar a próstata com a sua cabeçona, oh que prazer! Sinceramente nem o pito de Sofia me saberia tão bem como o gosto daquele caralho grosso no cu. Experiente como era o sacana mal meteu viu logo que eu já perdera os três de tal canal.
- Eu logo vi que o filho da puta era paneleiro apesar de ter uma gaja boa. Não é o primeiro cacete que lhe entra no cu. E olhem como ele fica com mais tesão à medida que o enrabo.
Sofia olhou para mim algo admirada pois não sabia que eu já levara no cu, mas notei que felizmente não se mostrava escandalizada, pelo contrário, achei que ela mostrava tanto entusiasmo com o facto como eu e que no final ia querer apanhar do meu cacete embora bem mais diminuído do que o dos marmanjos e foi por isso que me contive para me não esporrar apesar da grande vontade que sentia.
- Olhem, olhem o paneleiro! Apanhar no cu faz-lhe crescer a piça – na verdade eu tinha-a agora toda levantada quase colada ao meu umbigo. Quando ele se veio posso dizer que nunca a piroca do Mário me enchera tanto as tripas de langonha como a do desconhecido. Ou trazia os tomates muito cheios ou eles eram grandes produtores de leite pois quando a tirou fora não tardou muito a sentir a torrente do seu líquido desaguar por mim, escorrendo-me pelas pernas abaixo e besuntando-me os meus próprios tomates.
Foi então a vez do segundo tomar-lhe o lugar. Húmido como estava meu cu não precisava que cuspissem nele para deixar entrar um pau sem problemas mas mesmo assim o sujeito não perdeu oportunidade de mandar a Sofia mamar-lhe no cacete e cuspir nele. Bem mamado mandou-me empinar o cu e lá vai barão. Aiii! Dois é demais. Demais a dor mas igualmente demais o prazer se é que o prazer pode ser considerado demais. Desta vez tive maior dificuldade em não ejacular pois o vadio não devia gostar só de cu já que me agarrou o cacete e sempre brincando comigo por eu o ter pequeno punheteou-me longamente até se vir por fim.
- É – comentou –tens a piça curta mas em contrapartida tens um cuzinho bem fundinho onde com um bocado de jeito até uns colhões grandes como os meus se conseguiriam alojar.
Mas felizmente ele não o tentou fazer pois senão é que seria uma arrombadela. Faltava um e naquele momento apear do ardor que sentia no olho e de ter as bordas completamente arreganhadas só lamentava não estar sendo violado por pelo menos meia dúzia de machos abonados como eles para prolongar o sabor daquele momento magnífico que estava vivendo. E então o cheirinho a tesão que vinha da coninha da Sofia enquanto eu ia sendo enrabado era algo sublime. Este contudo não se quis vir dentro de mim.
- O teu cu já levou um bom banho de esporra esta noite, paneleiro – disse-me – A tua puta é que ainda não provou leite hoje. Por isso abre a boca, vaca, que eu te vou aleitar.
Sofia não queria claro, mas duas cachachadas que ele prontamente me aplicou dizendo que me faria pior se ela não colaborasse levaram-na rapidamente a fazer mudar de ideias. Ele meteu-lhe então o caralho na boca e não demorou muito a esvair-se todo.
- Engole puta que é para aprenderes a vir com o namorado para o escuro.
O último sujeito estava impaciente para me comer. Enquanto assistia às duas fodas anteriores não parou de se punhetear e de vez em quando ia esfregando seu piçante no meu rosto e cabeça. Também era o que o tinha maior o que fazia a Sofia lançar-lhe olhares invejosos de inveja. Ainda bem que ficara para o fim quando o buraco do olho se encontrava mais aberto. Também foi ele o único que dispensou os serviços orais de Sofia. Gabando muito minha boquinha, pequenina como meu caralhinho, mandou que o chupasse. Huum! Que bom aquele gostinho salgado, que delicia aquele pau completamente melado com o seu líquido espesso. Enorme como era penetrou-me na garganta, entupindo-me com ele e dando uma amostra do que esperava meu rabinho.
- Isso puta, muito bem – incentiva-me ele – És mesmo bichinha. Não estás só habituado a dar o cu, vê-se que também já chupaste muito caralho.
Não era verdade. O único pau que chupara fora o do Mário mas gostara tanto de o fazer que mamar na pila era para mim uma brincadeira de criança. E fiz o que a Sofia não fez. Mordisquei-lhe os colhões, lambi-os, sorvi-os. Huuum!
- Se imaginássemos que eras assim tão paneleiro – disseram os outros – em vez da puta da tua namorada quem nos tinha feito os broches tinhas sido tu.
Com o caralho bem ensalivado por mim o bigalhão meteu-me então no cu. Ohh! Como era grande e duro, parecia que me furava todo. O indivíduo começou a bater-me nas nádegas mandando-me rebolar nele.
- Nesta noite és a minha puta, por isso comporta-te como uma puta.
E eu fazendo-lhe a vontade procurava rebolar-me todo apesar do desconforto da posição em que estava, o que além de me dar mais prazer atenuava-me um pouco a dor que aquela penetração me estava provocando. Mas era tão bom! Só queria ter as mãos livres para tocar uma punheta como fazia quando o Mário me ia ao cu. Não tive porém direito a nenhuma punheta, apenas a mais um banho de esperma quente no recto que me fez sentir tão fêmea como a Sofia. E nestas ocasiões é tão bom um homem sentir-se fêmea.
- Quando quiseres mais, ó pilinhas, já sabes onde nos podes encontrar. E não te acanhes de trazer a namorada. Como vistes não lhe acontece nenhum mal – e riram-se. Colocaram-me então um vidro na mão para que pudesse cortar as cordas enquanto se punham ao fresco. Recomendaram-me que não o deixasse cair pois nesse caso ficaríamos ali amarrados naquela posição humilhante (humilhante sobretudo para mim) até que surgisse alguém durante o dia e nos libertasse, ou fizesse o mesmo que me tinham feito a mim, num de nós. Confesso que não consegui cortar os nós sem me ter ferido a mim próprio mas após vários minutos as cordas que me prendiam os pulsos nas coxas da Sofia tinham cedido. Estava com os membros bastante entorpecidos o que me fez demorar mais algum tempo a libertar minha namorada, mas um bom quarto de hora depois achávamo-nos ambos soltos, já os violadores deviam estar longe.
- Então tu meu paneleirinho – atirou-me Sofia esfregando os pulsos – já tinhas apanhado no cu e feito broches e nunca me disseste nada?
Ia-lhe dizer que isso eram águas passadas, numa época em que eu não tinha mulher, quando ela se me atirou ao pescoço beijando-me com intensidade inusual.
- Adorei ver-te sendo enrabado por três matulões. Sempre tive uma grande tara por homens apanhando no cu de outros homens. Pela primeira vez tive a oportunidade de ver uma coisa dessas ao vivo.
Sofia ainda estava sem calcinhas. Passei-lhe a mão no entre-pernas, sua cona estava bem mais húmida que antes, seu clítoris tão em pé como o meu caralho. Ela estava precisando muito de um cacete nela, mesmo que pequeno como o meu, e eu de despejar meus ovitos.
- Temos precisamente o que faz falta um ao outro – observei-lhe.
Foi mesmo ali. A trancada que estivera para ser dada antes de eu ser violado, e que por isso tivera de ser adiada, só agora é que tinha oportunidade de acontecer. E asseguro-lhes que valeu bem a pena o adiamento.

 

Ribeiro - rui.r.costa@hotmail.com

 

 

O estranho desejo de um homem

Bem amigos, tenho 30 anos e desde bem novo tenho uma estranha mania que pode ser considerada "diferente", na verdade gosto de me vestir de mulher com lingerie, me maquiar e ficar bem sexy, o termo usado para quem tem esse fetiche é "crossdresser", pode parecer estranho mas não sou gay, na verdade adoro mulheres e sou hétero, nunca me imaginei ficando com homens, mas o fato é que sinto tesão de me travestir. Outro fetiche que tenho é o mazoquismo, sempre me auto torturei, desde pequeno, me amarrava e ficava horas amordaçando e preso.

Sempre fiz isso escondido e ninguém sabia, até que um dia resolvi sair do armário e me mostrar para Fabíola, minha namorada. Bom, na verdade já namorávamos a 2 anos e as coisas estavam meio mornas entre a gente, quando ela disse: "Precisamos esquentar a relação! Vamos fazer algo diferente?" Obviamente me veio em mente minhas fantasias e logo topei dizendo a ela que a pegaria em sua casa no sábado às 8 da noite e iríamos a um motel para realizarmos muitas fantasias. Durante a semana visitei vários sexshops e comprei vários brinquedinhos que vou contar no decorrer de minha história. A semana demorou a passar mas, o sábado finalmente chegou. Como combinado peguei-a em sua casa e fomos ao motel. Ela estava como sempre muito sexy, linda e perfumada.

Ao chegarmos no motel, tirei do porta-malas 2 malas de viagem que havia preparado com os apetrechos do sex-shop, uma delas eu deixei com ela e a outra levei para o banheiro comigo. Antes de entrar no banheiro com minha mala disse a ela:
"Fa. hoje preciso de você mais do que nunca, tenho várias fantasias "esquisitas" e gostaria que você as realizasse." Neste momento abri a mala e disse a ela, hoje serei seu escravo, vista esta lingerie de latex, salto alto, pegue esta cinta com consolo e vista, quero que se maqueie como uma prostituta, maquiagem bem pesada que eu adoro... Senti que ela fez uma cara de espanto mas encarou com naturalidade.

Neste momento deixei-a e disse que iria ao banheiro me vestir, disse que seria uma surpresa pra ela. Mal podia esperar, nem acreditava que iria me revelar pra ela, tinha medo dela achar que eu era gay, e que me largasse, mas meu fetiche foi maior, o tesão tomou conta de mim, só de imaginar que alguém iria finalmente me ver linda... Comecei a me despir rapidamente, vesti um corpete preto, cintas-liga, uma calcinha fio dental com abertura frontal, uma peruca muito fashion que tenho rosa chock, sandalinhas de salto 12, me maquiei como uma verdadeira princesa. Após colocar os apetrechos de mulher, comecei a colocar os apetrechos mazoquistas, prendi meus mamilos com prendedores de mamilos de pressão que sempre me deixam muito excitado, amarrarei minhas bolas com uma corda para serem chutadas, estapeadas e mordidas (adoro isso) e para finalizar coloquei uma gag-ball que me impedia de falar.

Como era uma situação muito constrangedora (imagine entrar vestido de mulher na frente de sua namorada!) resolvi entrar amordaçado e não dizer nada, eu havia preparado uma carta que dizia:
"Querida Fabíola, sei que deve estar pensando, mas não sou gay, estou assim por que é uma fantasia que tenho desde criança, mas nunca contei a ninguém, eu adoro "MULHER", e adoro me vestir de mulher também, como te amo muito, decidi me abrir e compartilhar esta fantasia com você... Quero que seja uma Domme impiedosa
me torture bastante, quero tapas na cara, xibatadas, ser comido por você, serei sua putinha e só poderei gozar quando você permitir... Realiza minha fantasia meu amor?"

Sendo assim, respirei fundo e entrei no quarto com a carta nas mãos... Quando eu a vi fiquei muito excitado ela estava linda, com roupinha de latex toda maquiada. Do outro lado ela me olhou com espanto leu o papel, fez uma cara de safadinha, me deu um tapa bem forte na cara e falou: "O que está esperando pra ficar de joelhos sua puta? Hoje vou acabar com você sua vadia!!! Escravinha insolente."

Mal podia acreditar mas minha fantasia começava a se realizar. Obedeci a ela rapidamente me ajoelhoelhando. "Chupe gostoso meu consolo, sua puta sem vergonha!" disse ela. Comecei a chupar meio constrangido, meio sem jeito... quando ela ordenou: "Pare sua puta imprestável Não sabe nem chupar uma pica, você merece ser castigado para aprender! Abra suas pernas e feche os olhos!". Obedeci prontamente quando senti um violento chute no saco que me deu muito tesão, não aguentei e gritei.
"Não grite puta, merece ser castigado novamente por ter gritado, feche os olhos vadia!". Como eu estava amordaçado fechei os olhos e balancei a cabeça dizendo sim. Alguns instantes depois recebi 2 chutes no saco ainda mais violentos que o primeiro, como eu havia amarrado minhas bolas, elas ficavam bem salientes e o chute encaixava de acordo, eu estava no céu, isso era tudo que eu queria, ter uma Domme me torturando, eu estava muito excitado.

Enquanto eu pensava ela puxou a calcinha de lado, retirou minha gag-ball de minha boca e ordenou: "Me chupe sua vadia imprestável! Chupe a xota de sua Domme bem gostoso!" Comecei a chupá-la com muita vontade e ela parecia estar gostando muito, quando de repente: "Pare senão vou gozar escrava insolente!, não quero gozar com você, você não merece me fazer gozar seu inútil.". As palavras de humilhação que ela dizia me deixavam cada vez mais excitado. "Abra a boca escrava!" Neste momento ela cuspiu 3 vezes dentro de minha boca, ordenando que eu engolisse tudo. Logo depois recolocou o gag-ball, bem mais apertado do que estava antes, ela disse que iria me comer e não queria que eu pedisse pra parar, amordaçado eu não conseguiria dizer nada. Ela me deitou de bruços, colocou uma camizinha em meu pinto, veio por cima de mim com seu consolo, colotou em minha portinha e empurrou de uma só vez, confesso que me escorreram lágrimas nos olhos naquele instante, mas aguentei firme, afinal eu sempre quis aquilo e não poderia parar naquele momento. Confesso que fui nas nuvens, ela estocava forte, ao mesmo tempo me dava severos tapas na cara e ainda me punhetava, até que não resisti e gozei fartamente dentro da camizinha.

Ao perceber que eu havia gozado ela disse: "Acha que acabou? Claro que não, putinhas tomam leitinho, engolem tudo...". Neste momento ela retira meu gag-ball, retira a camizinha com todo cuidado pra não perder nem uma gota e me ordena que abra a boca. Assim sendo ela deixa meu semem cair em minha boca e ordena que eu engula e mostre a ela que engoli. Acabando ela me amordaça novamente, me amarra todinho no melhor estilo Bondage, põe um vibrador em meu rabo, liga na velocidade máxima e vai tomar um banho, me deixando naquela situação por uns 20 minutos, sem poder me masturbar com aquela vibração gostosa em meu rabo (foi difícil demais aguentar) quando ela voltou eu estava quase gozando só com a massagem que o vibrador fazia em minha próstata. Ela chegou abocanhou minha pica, me punhetou por uns segundos, e eu gozei fartamente mais uma vez enchendo toda sua boquinha. De boquinha cheia ela retirou meu gag-ball, abriu minha boca e cuspiu toda porra dentro dela me ordenando que engolisse tudo e fosse pro chuveiro tomar um gostoso banho.

Depois deste episódio ficamos juntos durante uns 6 meses e nos separamos, nos intendíamos muito bem no sexo, ela sempre respeitou minha fantasia, mas por outras coisas fora o sexo nós nos separamos e hoje busco uma pessoa como ela que possa entender meus desejos, meus fetiches e por que não também satisfazer os desejos de minha parceira?
Se você gostou da minha história, quer me contar algo, deseja me conhecer, me mande um e-mail para crossdressbh@gmail.com adoro fazer novas amizades ou quem sabe novos amores?

Abração
CrossDressBH.
crossdressbh@gmail.com

A traidora

Eu amo o meu marido. Amo mesmo, de verdade. E é justamente esse, o meu problema.

Quando tinha 22 anos, me casei com Rogério. Eu o amava demais, desde a adolescência quando namorávamos no pátio da escola ou atrás da venda do meu pai. E foi por essa época que tudo começou:
Rogério tirou minha virgindade quando eu tinha 16 anos, na sala de minha casa enquanto meus pais dormiam. Correu tudo muito bem, obtive prazer intenso com a coisa toda e passamos a manter relações sempre que podíamos. Eu era completamente apaixonada!
Meu problema começou cerca de um ano depois, aproximadamente, quando conheci Alberto em uma festa Junina. Na verdade, já o conhecia, mas nunca tinha trocado com ele mais do que algumas palavras. Ele era uns 5 anos mais velho, sem grandes atrativos, não era alto ou musculoso. Mas era safado! Sempre me olhava com desejo descarado. Sabia muito bem da minha relação com Rogério, mas vivia me lançando olhares devoradores que me desconcertavam. Naquela noite de festa, tive uma pequena discussão com Rogério, porque ele já estava bastante alto e não parava de beber. Foi a deixa para Alberto.
Emburrada, disse a Rogério que ia embora para casa e me afastei do grupo que comia espetinhos de carne e tomava cerveja, dirigindo-me à entrada do ginásio onde se desenrolava a festa. Nem bem eu saí pelo portão, dei de cara com um sorridente Alberto.
- Posso acompanhá-la? – Perguntou de mãos nos bolsos e ar de menino bonzinho.
Aquiesci. Em parte, por raiva de Rogério por não preferir ficar comigo, em parte por curiosidade. Afinal, toda mulher gosta de saber-se atraente.
Subimos pela rua, dobramos à esquerda, depois à direita, uma rua pequena e escura que servia de excelente atalho até minha casa. Tão logo ficamos distantes dos olhares alheios, Alberto segurou em minha cintura, me puxou contra si e encostou-me na parede de uma casa.
- O que é isso? – Tentei protestar, olhando diretamente em seus olhos.
- Calma! Eu só quero conversar com você. – Disse ele, com uma voz calma, pausada e cheia de malícia.
Fiquei alguns segundos indecisa, sem saber como reagir e foi tempo o bastante para que a coisa toda acontecesse: Eu olhava sem ação para aqueles olhos, sentia os braços fortes me puxando contra ele, ouvindo as palavras quentes que ele pronunciava lentamente e que iam penetrando em minha mente, propagando seu calor por todo meu corpo.
- Eu sei que você ama seu namorado. Isso não tem nada a haver com amor. – Dizia ele, enquanto eu sentia suas mão me segurando com firmeza, mantendo seu corpo quente me prensando contra a parede, seu rosto bem próximo ao meu. – Eu só quero ter você, preciso ter você.
Sei que eu devia ter gritado, esbofeteado, chutado e saído correndo. Afinal, ele agia como um completo cafajeste, totalmente desrespeitoso e eu tinha um namorado. Mas não consegui. Na verdade, para ser bem sincera, essa idéia nem me passou pela cabeça. Aquela situação inesperada me excitava demais, o modo como o canalha me segurava e o modo como agia, me deixavam completamente entregue.
Alberto, percebendo minha falta de reação, sentiu-se ainda mais livre para agir. Descendo uma das mãos pela lateral do meu corpo, segurou em meu quadril e apertou seu corpo ainda mais contra o meu na altura da cintura, me fazendo sentir o volume rijo sob suas calças. Estava muito duro.
Assustada, coloquei as mãos em seus ombros e empurrei para me afastar. Para minha surpresa, ele não resistiu muito, afrouxou seu abraço permitindo um ligeiro afastamento, mas sem me soltar.
- Eu não quero nada a força, delícia. – Disse com aquele tom de voz que penetrava por meus ouvidos e me descia até minha virilha, deixando minha calçinha ensopada. - Quero que você goste, que você queira, que você me dê.
- Eu... eu.. não posso. – Tentei dizer, mas minha voz saiu rouca e extremamente sensual, mais convidando que protestando. Era como se meu corpo todo conspirasse contra mim.
Alberto, ainda segurando em minha cintura com uma das mãos, com a outra abriu a braguilha da calça lentamente, sem pressa, dando-me todo o tempo do mundo para reagir e tirou seu pau para fora. Olhei.
Era um falo grosso, cabeçudo, que pulsava muito duro com suas veias saltadas. Se até aquele momento eu pensava em resistir, não mais! A visão daquela pica enrijecida diante de mim fez com que eu só pensasse em como seria a sensação de senti-la. Então, fechei os olhos.

Culpa! Era só o que sentia mais tarde, deitada em minha cama, o travesseiro regado de lágrimas. Minha mãe, sentada à cabeceira, tentava me consolar dizendo que brigas de namorados são coisas comuns e corriqueiras, que eu não devia deixar isso me afetar tanto, que logo estaria tudo bem novamente. Claro, ela não compreendia minha culpa, atribuindo-a à minha discussão com Rogério, ignorando totalmente que o que eu sentia era culpa. Culpa, não apenas por ter estado com outro, mas por ter gostado e gostado muito!
Quando fiquei sozinha no escuro do meu quarto, as imagens e sensações voltavam para me assombrar: A mão de Alberto entrando por debaixo de meu vestido, minha perna esquerda erguendo-se quase por vontade própria para facilitar seu acesso, seus dedos experientes e grossos acariciando minha vulva por cima do pano da calçinha já ensopada, depois afastando o tecido para o lado e tocando a carne, ao mesmo tempo em que encostava a glande daquele falo duro, lambuzando-a em mim. A respiração de Alberto em meu ouvido, ofegante de desejo, sua mão esquerda na minha cintura, a outra ajeitando seu instrumento sem pressa alguma, tornando-me completamente conivente, completamente cúmplice, aumentava a sensação de desesperado desejo de ser penetrada. Depois, o sentimento daquela rola grossa vagarosamente se encaixando, explorando, abrindo até tocar o fundo, as bombeadas de foda que me deu, lentas e firmes, meu orgasmo alucinante.
Culpa! Imensa culpa! Mas além da culpa, outra sensação persistia. Lembrei de como voltei para casa correndo sozinha, assim que Alberto se retirou de dentro de mim sem sequer ter me dado um beijo, a sensação da calçinha quente e tão ensopada de fluidos, que esses escorriam por minhas coxas. Ali, deitada sozinha em meu quarto e apesar de toda a culpa, comecei a me masturbar.
No dia seguinte, Rogério me procurou. Estava muito bonzinho e pedindo mil desculpas. A princípio, pensei em contar tudo a ele, mas não contei. Também temia que Alberto desse com a língua nos dentes ou que alguém nos tivesse visto. Mas não. O tempo foi passando e nada acontecia, tudo continuava do mesmo jeito. Eu sentia remorso por ter traído meu amado, mas ao mesmo tempo aquilo tudo me excitava muito, como se o sentimento de culpa ampliasse ainda mais meu desejo. Eu não queria ser assim, mas não podia evitar.
Levou um mês para que Alberto aparecesse novamente. Ele me encontrou na rua, me cumprimentou com frieza e me entregou um papel onde estava escrito: Olaria em meia hora. Depois, seguiu seu caminho sem dizer nada. Joguei fora o papel e fui para casa. Entrei no meu quarto e olhei no espelho. Senti vergonha de mim mesma, pensei em Rogério, no quanto eu o amava, em tudo o que ele significava para mim, em como eu estava errada, que não podia mais ser assim. Joguei-me sobre a cama, levantei-me novamente, fui até a cozinha, voltei ao quarto e, em menos de quinze minutos estava saindo em direção à olaria.
Era uma velha olaria abandonada, nada exceto uma casa velha sem teto e um forno de tijolos, que ficava em um local um pouco afastado, de onde ouvia-se os barulhos da cidade ao longe. Durante um tempo, era usada pelas crianças como local para brincar. Depois, alguém se machucou em uma tábua solta, os pais proibiram e o lugar ficou meio esquecido.
Não havia porta na casa. Entrei, mas não havia ninguém. Chamei uma ou duas vezes, sem resposta, então me sentei em uma pilha de tijolos e esperei. Através do teto inexistente, podia ver algumas pequenas nuvens que escorregavam pelo céu azul, impulsionadas lentamente por um vento que eu não sentia.
- Assim que eu gosto! Boazinha esperando por mim.
A voz tirou-me de minha divagação. Alberto entrara pela porta e aproximava-se, o mesmo sorriso jocoso, o mesmo olhar devorador, o mesmo tom humilhantemente calmo, pausado e arrogante. Imediatamente, senti um frio em minha espinha e um calor entre minhas pernas.
Ele parou diante de mim, ficou me olhando um tempo, depois disse:
- Eu quero um beijo.
Lembrei que, na outra noite não havíamos sequer nos beijado e comecei a levantar, mas Alberto pousou a mão em meu ombro, mantendo-me onde estava. Olhei para ele sem compreender, mas suas mãos dirigiram-se para a fivela de seu cinto, bastante elucidativas.
- Não sou seu namorado. – Disse ele, como se explicasse a uma criança uma coisa totalmente óbvia. – E não quero ser. Não quero saber dos seus planos futuros, nem falar dos meus, nem quero passear de mãos dadas com você pela praça da cidade.
Ao terminar a última frase, sua calça já estava arriada, o volume sob a cueca branca bem diante de meu rosto. Ele colocou as mãos na cintura e esperou.
“Grosseiro arrogante”. Pensei. “O que esse cara está pensando? Por que acha que pode me tratar desse jeito?” E, ao mesmo tempo em que pensava tudo isso, vi que minhas mãos abaixavam a cueca dele, libertando seu cacete ainda meio mole, bem diante de meu rosto. Senti o cheiro do pau, encostei meu rosto sentindo a pele macia, depois o beijei. Sem colocar as mãos nele, fui lambendo em toda extensão até chegar à cabeça, enfiando-o todo na boca. Alberto gemeu alto. Não levou um minuto para que aquele monumento ao prazer estivesse totalmente rijo, apontando para o céu.
Segurando-o com delicadeza, mantive-o em direção à minha boca, trabalhando com afinco enquanto Alberto me dizia o que queria, como queria, me ensinando técnicas que eu desconhecia até então.
Eu masturbava-o com uma mão ao mesmo tempo em que ele segurava em minha nuca e me ajudava a colocar o pau fundo na boca, depois tirar e enfiar novamente, minha língua o tempo todo agitando-se, acariciando, estimulando. Quando ele percebeu que ia gozar, enfiou o pau até minha garganta e senti o líquido quente jorrando em jatos intermitentes.
- Engole tudo, piranha!
Continuei beijando e lambendo cada gota, como se fosse mel, percebendo que minha outra mão acariciava meu clitóris deliciosamente melado.
Alberto, então, afastou-se um pouco, ergueu a calça e ficou observando enquanto eu me masturbava. Fechei os olhos ao sentir um orgasmo poderoso me atingir como uma sucessão de raios atravessando meu corpo.
Quando abri os olhos novamente, ele já não estava mais lá.

 

MÁRCIA ROCHA

Gostou? Escreva o que achou logo abaixo ou fale direto comigo no email marciademais@yahoo.com
 

 

Loucura no churrasco

Sempre fui uma mulher muito sensual; desde meus treze, catorze anos já tinha corpão e comecei minha vida sexual cedo, sou muito ativa para as sensações, para o prazer etc., mas o que vou relatar aqui foi uma experiência que tive como mulher madura no ambiente de trabalho, que nunca pensei que fosse acontecer comigo, mesmo sendo bem "ligada" no que se refere a sexo e já ter feito muitas loucuras em relação a isso.
Trabalho como Consultora numa empresa de Outsourcing e sou Coordenadora de uma equipe, quase toda formada por homens. A situação ocorreu com o Gerente do projeto a quem vou chamar de Marco e seu Coordenador de Infra-estrutura, que eu vou chamar de Rodrigo. Marco é branco, casado, quarenta e três anos, tem barba farta e cabelos grisalhos. Rodrigo é negro, solteiro, com trinta e poucos anos. Nunca reparei no Marco como homem, até porque fisicamente não me desperta nenhum interesse, é fumante etc; já o Rodrigo é um negro alto, forte, muito educado, um belo espécime de homem. Todos sempre me respeitaram muito, mas temos muita intimidade pra falar sobre tudo, inclusive e principalmente sexo.
Fazemos nossas reuniões de status às sextas-feiras para discutirmos os assuntos pertinentes ao trabalho. Por questões de sigilo das informações sempre fazemos essas reuniões a portas fechadas; até aí tudo bem, mas nesse dia específico eu acordei super excitada e cheia de tesão, até estranhei essa vontade, pois tinha transado com meu marido a noite toda, mas de manhã eu estava ainda muito "ligada". Inconscientemente ou não, fui trabalhar com uma roupa bem sensual; coloquei uma blusa de malha fria, branca e trespassada com um sutiã meia-taça onde meu colo ficou bem à mostra (meus seios são grandes) e uma calça social justa que divida minha xoxota ao meio, realmente estava muito gostosa naquele dia! Fui dirigindo pro trabalho me acariciando entre as pernas, chegando no trabalho ensopada! Foi muito estranho.
Quando entrei na sala os dois já estavam lá. Tranquei a porta e pude notar como ficaram mexidos com minha presença, cada um na sua mesa, percebi nitidamente que os dois ficaram excitados, o ar condicionado estava ligado e senti frio, logo meus mamilos ficaram super duros e marcando a blusa, mesmo de sutiã, mas o Marco foi o único que teve coragem de comentar como eu estava:
"- Puxa Cláudia, você está linda hoje, ficou muito bem com essa roupa!".
Agradeci o elogio, mas disse que já tive meus melhores dias, falei que ele tinha que ter me conhecido com meus dezoito anos, quando tudo "estava em pé"! Ele deu uma gargalhada e retrucou dizendo que eu estava ótima, que tinha um corpo muito bonito e que a roupa estava realçando meus seios e meu bumbum. Fiquei envergonhada com o elogio até porque o Rodrigo estava na sala, mas também senti orgulho; porém mudei o rumo da conversa, que estava ficando perigosa.
Rodrigo nada dizia, mas percebi que colocava a mão entre as pernas várias vezes, como se estivesse alisando o pau; certo tempo depois da reunião começada ele saiu da sala e demorou um bom tempo para voltar. O Marco toda hora desviando o foco dos assuntos pra sacanagem e eu colocando a reunião no rumo de novo. Certa hora Marco saiu para fumar e foi inevitável eu olhar para seu pênis que estava muito volumoso!
A reunião terminou e depois, noutro dia, encontrei o Rodrigo sozinho e perguntei por que ele tinha saído da reunião e tinha demorado tanto a voltar; foi quando ele me confessou:
"- Quer saber a verdade? Eu fui me masturbar! Não agüentei te ver com aquela roupa, você estava muito gostosa! Fiquei muito surpreso comigo mesmo, não sou de fazer essas coisas assim, mas foi uma sensação muito gostosa, fiz uma viagem mental maravilhosa! Mas não se preocupe, foi apenas físico e já passou, não vai acontecer mais".

Disse que não tinha problema. Agradeci o elogio e falei que fiquei feliz por ter proporcionado esse momento pra ele, que deve ter sido muito intenso, mas encerrei o assunto para não ter maiores desdobramentos; porém eu fiquei muito nervosa, tanto que fui para o banheiro me masturbar também pra poder continuar trabalhando mais relaxada (graças a Deus, pois foi um orgasmo muito forte e intenso, fiquei imaginando ele fazendo isso também por minha causa!).
Mais ou menos um mês se passou e Marco me convidou para um churrasco na sua casa numa terça-feira, pois nesse dia seria meio-expediente na empresa e todos sairiam cedo. Não vi maldade e topei numa boa, até porque eu já tinha esquecido aquela reunião, da masturbação do Rodrigo, etc. e como ele havia me convidado, concluí que iria chamar todos do projeto, inclusive as outras meninas; ele apenas lembrou que tinha piscina.
No dia combinado trabalhamos normalmente na parte da manhã e quando foi meio-dia eu troquei de roupa no banheiro da empresa, colocando uma bermuda e uma camiseta, nada sensual, mas estava muito gatinha e de cabelo preso.
O Rodrigo deu um sorriso diferente e me ofereceu carona pra eu não ter que ir com meu carro, que ficaria no estacionamento da empresa e na hora de voltar ele me traria (Marco nesse dia não foi trabalhar, pois ficou adiantando os preparativos do churrasco).
Fui com Rodrigo no carro numa boa, conversando amenidades, apenas às vezes ele esbarrava a mão na minha perna nas trocas de marcha e eu sacaneava ele dizendo que esse truque era velho! Ele ria, muito sem-graça.
Chegando lá Marco abriu a porta automática da garagem. Já estava de sunga, colocando fogo na churrasqueira. Beijamos-nos e ele me deu um abraço onde pude sentir o volume do pênis entre minhas coxas. Fiquei sem jeito, mas procurei disfarçar. Notei que estava sozinho em casa, dei por falta da sua esposa e das filhas. Ele disse que ela tinha viajado, pois a sogra tinha adoecido. Lamentei e fui me trocar.
Quando cheguei à piscina o Rodrigo já estava de sunga. Meu deus, ele é lindo! Um deus negro com uma sunga branca que acho que era um número abaixo da que ele normalmente usa, pois seu pau estava muito volumoso. Acho que dei bandeira, devo ter ficado olhando por muito tempo e ele percebeu porque depois sempre que vinha conversar comigo ficava apertando o pau por cima da sunga e eu cada vez com mais dificuldade de disfarçar minha excitação.
Coloquei um biquíni muito comportado, onde não dava pra ver nada demais (naquele dia da reunião eu estava com uma roupa mais decotada do que o próprio biquíni!!!). Percebi que as pessoas demoravam a chegar e perguntei:
"-Marco, cadê o resto do pessoal?" Foi quando recebi a notícia que me deixou gelada:
"-Não vem mais ninguém, são todos uns furões, todo mundo viajou!".
Foi quando meu coração disparou. A minha desconfiança tinha fundamento: eles arrumaram um jeito de ficarmos apenas nós três sozinhos na casa. Não queria acreditar que pudessem tentar fazer alguma coisa comigo, era loucura demais e me negava a aceitar isso. Tentei descontrair e fui pra piscina me acalmar; tentar racionalizar as coisas, pois estava muito incomodada com aquela situação, sozinha numa casa com dois homens que eu não sabia o que estavam tramando apesar de serem meus amigos (na verdade acho que eu também inconscientemente temia por mim mesma e meus instintos...).
Ficamos conversando na beira da piscina quando Marco me ofereceu uma cerveja bem gelada que bebi com vontade, pois estava muito calor; tomei mais uns cinco copos e parei, pois sei que esse é meu limite antes de ficar bêbada. Mais tarde Rodrigo fez uma batida de chocolate com menta e me deu pra provar. Fiquei receosa de ficar misturando bebidas, mas como as cervejas já tinham perdido o efeito, tomei sem problemas. Que delícia de batida! Tomei mais dois copos cheios e o bicho pegou, fiquei bem tonta.
Saí da piscina e fui ao banheiro trocar de roupa, pois estava com o firme propósito de ir embora, ia dar uma desculpa e me mandar; mas certamente sob o efeito da bebida resolvi ficar e não satisfeita em apenas continuar na casa, mudei um pouco o desenho do biquíni, enfiando mais a calcinha na bunda e apertando mais o laço do sutiã, colocando o decote mais pra perto dos mamilos, deixando aparecer um pouquinho as auréolas. Seria um teste com eles pra ver se era apenas impressão minha: se ficassem engraçadinhos ou tentassem alguma coisa eu iria embora.
Quando voltei encontrei os dois dentro d'água conversando baixo, deviam estar falando de mim. Eles me deram um sorriso safado, se entreolhando com olhares cúmplices, meu coração disparou; tentei descontrair dizendo que a batida estava uma delícia etc. já arrependida do que tinha feito com o biquíni.
Deitei de lado na borda da piscina e ficamos conversando. Logo o Marco me sacaneou olhando pros meus peitos perguntando se estava com frio, porque os bicos estavam protuberantes (não era frio, era nervosismo...). Dei um sorriso amarelo, disse que um pouco e mandei ele parar de ficar olhando pra eles pois eu estava ficando sem-graça!
Ele deu uma gargalhada e disse que a culpa não era dele e sim dos meus peitos por serem bonitos e grandes! Eu tentei descontrair e disse que não sabia que ele gostava de mulher peituda. Confessou que adora mulher com seios grandes; elas são mais femininas, que adora fazer espanhola, mas com sua esposa era impossível, pois ela tinha peitos pequenos. Nesse momento eu fiquei olhando e ajeitando os meus e disse que gostaria que fossem menores e que talvez fizesse uma cirurgia de redução neles; depois brinquei com ele e mandei deixar de ser pão-duro e pagar um implante de silicone pra esposa! Marco deu uma gargalhada e disse que preferia peitos naturalmente grandes como os meus, olhando pro Rodrigo e perguntando o que ele achava.
Ele também elogiou dizendo que "meus seios eram realmente enormes e que por isso mesmo, muito bonitos"; disse também que peitos naturalmente grandes têm mais "balanço" e que ficaria muito chateado se eu os diminuísse. Botei pilha nele e disse que ele era suspeito, pois até se masturbou na Empresa um dia desses por causa deles!!
Rodrigo ficou super sem-graça, não esperava que eu revelasse isso na frente do Marco, que por sua vez ficou sério e disse:
"- Foi no dia que ela veio com aquela blusa branca e aquela calça colante não foi? Não posso nem sacanear, pois fiz a mesma coisa, também bati "uma" por causa deles em casa!!"
Fiquei super sem-graça, não sabia onde enfiar a cara de tão envergonhada. O Rodrigo ficou mudo, um silêncio constrangedor, disse que não acreditava que ele tinha feito isso também; até que eu dei uma gargalhada e chamei-os de adolescentes tarados e que não ficaria mais sozinha com eles em lugar nenhum! Aí o Marco brincou:
"- Mas a gente tem culpa de você ser gostosa e ter os seios maravilhosos??, ahahah!"
O clima ficou mais leve e ficamos rindo quando Rodrigo saiu da piscina pra pegar mais cerveja e pude ver como estava excitado!
Depois eu e ele ficamos conversando em pé na beira da piscina, mas dessa vez não consegui esconder, olhei pro pau dele e não consegui esconder a admiração; pra variar fez aquele movimento de apertar o pênis, meu Deus, era enorme! Criei coragem e perguntei por que "ele" estava grande daquele jeito. Ele respondeu que esse assunto de peito deixou "ele" agitado.
O clima já estava pesado e extremamente sensual, quando Rodrigo veio por trás de mim, me pegou no colo e me jogou dentro d'água!
Caí toda de mau jeito, engoli água, xinguei pra cacete, saí da piscina puta da vida pra só depois perceber que um dos meus seios tinha saído do biquíni !!!!! Eles ficaram olhando pro meu peito um tempão, só depois me toquei do que estava acontecendo. Isso sem contar a calcinha, que com o impacto na água ficou toda enfiada na bunda, quase desaparecendo, tudo por culpa da bebida!
Muito irritada, coloquei o peito pra dentro bem devagar, só pra sacanear, me ajeitava, apalpava, fingindo que estava arrumando e eles mudos, sem saber o que fazer, me comendo com os olhos, era nítida a excitação deles; nem me preocupei em tirar a calcinha de dentro da bunda (já tinham visto tudo mesmo...). Foi quando eu falei:
" – Estão satisfeitos seus filhos da puta, era isso que vocês queriam? Foi pra isso que me chamaram pra esse churrasco? Pra me verem pelada?"
O Rodrigo, muito sacana, veio com carinha de arrependido e falou no meu ouvido me abraçando por trás:
" – Puxa Cláudia, foi mal, desculpe!"
Quando ele me abraçou senti o pau dele super duro e quente roçando na minha bunda gelada. Arrepiei-me toda e num reflexo empinei ela pra trás.
Foi quando a coisa desandou de vez: Vendo essa cena, Marco deu um pulo da cadeira e me abraçou de frente, fazendo um sanduíche de mim! Rodrigo me imobilizou os braços e Marco tirou meus seios de dentro do biquíni pra que começasse a mamá-los com vontade e colocou a mão dentro da minha calcinha, massageando meu clitóris. Eu fiquei apavorada, ainda tentei esboçar uma reação e gritei:
"- Mas o que é isso? Que que vocês estão fazendo? Estão malucos? Me solta!"
Não adiantou nada, Rodrigo me segurou com mais força, deu um beijo gostoso no pescoço que me amoleceu de vez e falou pra mim:
"-Não era isso que você queria também sua gostosa, pensa que não reparei que tu tá cheia de tesão, olhando pro pau da gente, agora eu vou te comer todinha!"
Ele pôs aquele membro enorme pra fora da sunga e ficou esfregando na minha bunda, enquanto Marco apertava meus seios contra seu rosto e sugava com mais força ainda, lambendo e mordendo meus mamilos, que ficaram enormes! Eu estava completamente entregue àquela situação, não tinha mais forças pra reagir (na verdade, acho que nem queria...). Eles me deitaram na espreguiçadeira e terminaram de tirar meu biquíni.
Rodrigo me deu seu pau pra eu chupar, um pênis grande e brilhoso, cheio de veias, muito bonito, ao mesmo tempo em que ele acariciava meus peitos.
Enquanto isso Marco lambia meu clitóris com uma fome louca. Que língua gostosa! Não demorou muito e tive um orgasmo muito forte (talvez pelo inusitado da situação); eu chorava e gemia muito num misto de tesão e vergonha; gozei alucinadamente, minhas pernas tremiam, meus seios nesses momentos ficam super duros e empinados apesar do tamanho grande, uma delícia!
Ainda me refazendo do gozo, Rodrigo veio com um tubo de KY e me entregou, ficando ele e Rodrigo de pé na minha frente; entendi o que queriam, fiquei sentada lubrificando e fazendo massagens nos paus deles. Depois Marco me pôs de quatro e começou a me penetrar lentamente, pude sentir todo o comprimento da sua vara entrando em mim, enquanto Rodrigo dava seu cacete pra eu mamar, enquanto ele ficava massageando meus peitos, que ficavam balançando no ritmo das estocadas que o Marco me dava.
Nessa altura dos acontecimentos nem pensei em pedir que colocassem camisinha, mas sabia que estava sendo comida por dois homens sadios. Lembram que falei que tinha medo dos meus instintos? Pois é, estava gostando da situação...
Marco aumentou o ritmo das estocadas, que ficaram cada vez mais fortes, apertava meus quadris e abria minha bunda com força, enquanto Rodrigo dedilhava meu clitóris e chupava minha boca com aqueles lábios carnudos. Que gostoso!
Depois ele desceu pros meus peitos e eu comecei a amamentá-lo. Nunca tinha visto meus seios ficarem tão duros. Isso mostra o quanto eu estava excitada e fora de mim. Falava coisas sem sentido, xingava e desafiava o Marco a me penetrar mais rápido e com mais força, o que o deixava com mais tesão ainda.
Depois de várias estocadas fortes ele gozou, senti a contração do seu pau, latejando e soltando um sêmem quente numa quantidade absurda, inundando minha vagina. Quando a ejaculação dele finalmente acabou (pois mesmo depois de ter gozado muito, permanecia rígido e continuava me penetrando), saiu de dentro de mim e ficou na minha frente pra que eu lambesse o resto de porra que saia do pau dele.
Foi aí que o Rodrigo, não se importando da minha vagina estar encharcada de esperma, me virou de frente e começou a me penetrar também. O pau dele era grosso e largo, mas como tinha passado KY nele e eu também estava molhada pelo meu tesão e pelo sêmem do Marco, a penetração foi tranqüila. Meu Deus! Nunca havia sido penetrada daquele jeito; ele preencheu todo meu canal vaginal com aquele pau enorme, me senti dividida ao meio! Foi um contraste muito lindo ver aquela "barra de ferro" marrom entrando com força nas minhas carnes brancas, sempre quis fazer sexo com um negro, sempre tive curiosidade e não me decepcionei!
Ele começou lentamente a me penetrar, entrava e saía num ritmo cadenciado e delicioso, parecia que seu pau tinha um metro de comprimento, não acabava!!! Depois aumentou o ritmo e praticamente me violentou com suas estocadas fortes e vigorosas, ao mesmo tempo em que esfregava os bicos dos meus peitos.
Essa imagem de dois homens mamando, lambendo e chupando com vontade meus seios endurecidos me fizeram ter um novo orgasmo, dessa vez mais intenso: eu urrava, xingava, falava um monte de bobagens, perdi completamente a vergonha deles, nunca tive um homem tão dentro de mim como foi com Rodrigo, ficava apoiada nos cotovelos vendo aquele membro grosso e cheio de veias entrando e saindo de dentro de mim, pressionando meu clitóris com força, com as minhas pernas completamente abertas; senti um orgulho e um prazer enormes!
Rodrigo me fez também uma espanhola muito gostosa, esfregando o pau nos bicos, quando eu aproveitava e lambia a cabeça do seu cacete.
Ele então voltou pra dentro de mim. Fui penetrada por um pau extremamente duro, grande, rígido, cheio de veias e de energia! Depois de um bom tempo bombando (várias vezes senti seu pau encostando no meu útero), meu amigo moreno se permitiu gozar! Um esperma farto, saindo em jatos fortes, espessos e mornos, inundando e esquentando minha vagina, um autêntico deus negro! Fiquei maravilhada como ele conseguia controlar seu orgasmo e sua ejaculação. Gozamos juntos, olhava fixamente pra ele e falava:
" – Nossa, que leite quente! ". Ele sorriu e continuou me penetrando e ejaculando, o esperma dele não acabava! Disse-lhe que ainda bem que não corria risco de engravidar! Ele sorriu e falou que devia ser muito gostoso fazer filho em mim e que adoraria mamar nos meus peitos cheios de leite.
Marco não resistiu a esta cena e diálogo fortes, esperou Rodrigo terminar e me virou para ele, gozando na minha boca em grande quantidade; segurei o pau dele com as duas mãos com vontade, masturbando e engolindo tudo e não desperdicei uma gota daquele líquido precioso (estava levemente adocicado, uma delícia!).
Ficamos deitados um tempo nos recuperando; depois fomos tomar banho, pois eu estava toda melada, com sêmem escorrendo pelas minhas pernas. Dei banho neles, eles me ensaboaram também e a brincadeira recomeçou embaixo do chuveiro. Rodrigo me inclinou na borda da banheira e meteu de novo aquele mastro preto em mim, enquanto Marco me deu o pau de novo pra eu chupar. Nunca mamei tanta rôla num dia só! (Acho que eles tomaram Viagra, pois logo depois de gozarem estavam "em alerta" de novo...)
Rodrigo começou a me masturbar com seus dedos grossos e Marco acariciava, lambia e chupava os meus bicos, deixando-os muito duros (novamente !!!). Rodrigo me dedilhou com tanta competência que acabei gozando novamente na mão dele. Quando me refiz, levantei e comecei a bater punheta pra eles; lambia, chupava alternadamente, fazia carinho, esfregava um pau no outro, enlouqueci os dois. Saímos do banho e fomos pra sala conversar e beber mais, todos andando pra lá e pra cá pelados, foi muito legal, uma intimidade muito gostosa. Marco foi ao quarto e eu fiquei deitada no colo do Rodrigo, namorando e beijando aquela boca morena e carnuda com ele acariciando meus seios, minha bunda e me chamando de coxuda!
Marco retornou, abriu minhas pernas e começou a chupar e lamber meu clitóris, já muito inchado de tesão; depois começou a lubrificar meu ânus com KY, já sabia o que ele queria. Olhei pro Rodrigo e falei: "-Tenho medo!".
Ele fez um carinho no meu rosto me tranqüilizando e disse que Marco ia fazer com calma e que ia ser muito bom. E foi mesmo!!! Marco foi um mestre no sexo anal, quando me dei conta ele já estava todo dentro de mim empurrando sua ferramenta com calma, mas com energia.
Eles se entreolharam com um olhar cúmplice e Rodrigo começou lentamente a apontar seu pau na entrada da minha buceta e devagarzinho foi colocando seu mastro também.
Foi o momento mais intenso dessa suruba; nunca pensei que um dia na minha vida faria isso: uma dupla penetração; me senti totalmente preenchida na frente e atrás, havia um espelho grande na sala e eu olhava fixamente para os dois cacetes me penetrando simultaneamente; várias vezes senti os paus deles se "esbarrando" dentro do meu corpo. Que sensação indescritível, dois homens dentro de mim!
Rodrigo embaixo e Marco em cima; seguiam num ritmo cadenciado de entra-e-sai com os dois me apalpando e me lambendo, Rodrigo metendo na minha xoxota melada e Marco enfiando tudo na minha bunda encharcada de KY, com uma prática nunca vista por mim (pensei que essas coisas só acontecessem em filmes!), até o momento mais intenso, quando gozamos os três juntos. Senti a inundação de esperma entrando por trás e pela frente, a pulsação dos paus jorrando o sêmem dentro do meu canal vaginal e do meu ânus; de ambos, um esperma grosso, quente e consistente.
Eu chorava e gemia ao mesmo tempo, sendo o orgasmo mais forte, louco, demorado, explosivo e arrasador de toda a minha vida. Fizeram-me ter uma série de gozos convulsivos, me largaram desfalecida e tremendo sobre as almofadas do sofá, com esperma escorrendo pelas minhas pernas e eles admirando o meu orgasmo, que não acabava! Foi quando Marco falou:
" – Nunca vi uma mulher trepar como você, nunca fiquei tão excitado! Se tivessem uns quatro caras aqui, ainda assim você ia dar uma canseira em todos eles!". Mal consegui ouvir o que ele disse, de tão envolvida ainda que estava com meu orgasmo, mas fiquei orgulhosa com o elogio e ficamos deitados um tempo nos recuperando, depois dessa fúria toda dentro do meu corpo.
Depois de comer e beber mais alguma coisa descansamos um tempo e recomeçamos a namorar, pois eu estava realmente com muito tesão, certamente um homem só naquele dia não ia dar conta de me satisfazer! Voltamos pra piscina, pois ainda era cedo e o sol estava "a pino".
Fiquei deitada nua na espreguiçadeira e pedi pra eles passarem protetor solar em mim. Os dois vieram sem pensar duas vezes; encheram as mãos de creme e começaram a esfregar em mim; foi lindo ver aquelas quatro mãos fortes, duas brancas e duas negras, passeando pelo meu corpo branco, me alisando, passando protetor nos meus seios grandes, acariciando e apertando meus bicos super inchados! Depois me viraram de bruços e ficaram passando o protetor na minha bunda, apertando e esfregando-a com força e carinho ao mesmo tempo; aproveitavam e massageavam levemente meu ânus, que sensação gostosa! Colocaram-me deitada de frente novamente e foram descendo em direção à minha barriga, virilha, coxas, até o pé.
Depois voltaram e começaram a brincar com minha vagina. Eles abriram minhas pernas lentamente, onde Marco introduziu dois dedos lá dentro, começando uma masturbação deliciosa, com Rodrigo esfregando meu clitóris e com a outra mão acariciava meus peitos. Que delícia! Nesse instante os paus deles começaram a endurecer de novo, nos quais eu segurei forte, preenchendo totalmente minhas mãos.
Comecei a sacudi-los levemente também, numa masturbação mútua e lenta. Não resisti muito tempo com eles entrando e saindo de mim com os dedos ágeis e serelepes e gozei mais uma vez.
Eles esperaram meu orgasmo terminar, me deitaram de bruços e fizeram nova sessão de massagens, mordendo, lambendo e chupando minha bunda com vontade, mas com carinho. Foi quando Rodrigo me colocou de quatro e encharcou meu ânus de KY. Perguntei o que ele ia fazer (como se eu não soubesse...) e respondeu com uma voz diferente, mais grossa:
"-O Marco brincou aqui atrás, agora é minha vez!".
Senti um frio subindo pela minha coluna, fiquei com medo de me machucar, ele era muito grande! Tentei esboçar alguma reação, mas nada feito, Marco me prendeu os braços e disse pra não se preocupar, pois o Rodrigo seria tão carinhoso quanto ele foi; além disso, ele já tinha me alargado antes (nisso eu concordei!!!).
Eu queria e não queria ser penetrada por ele. Marco começou a me beijar, como se quisesse me calar; nesse momento Rodrigo apontou seu cacete no meu ânus e começou a me penetrar. A cabeça era enorme! Dei um grito abafado, mas ele não quis nem saber, introduziu aquele pau grosso, cheio de veias e Marco apertava meus mamilos inchados. Ele escorregou pra dentro de mim de uma vez só e preencheu totalmente meu reto com aquele caralho enorme, me bombando com uma energia louca, cheguei a desfalecer. Enquanto isso Marco me dava seu pau pra eu chupar e eu gritava pro Rodrigo:
- Vai moreno, isso, mete com força, mete; goza lá dentro, goza!
Depois de um bom tempo enfiando com vontade na minha bunda, meu amigo me deu um banho de esperma. Que delícia, que creme delicioso, denso! Nunca recebi tanto leite atrás como foi com ele! Mesmo depois da ejaculação, ainda ficou rígido dentro de mim por um bom tempo me bombando, dessa vez com mais calma. Depois Marco me virou de frente e gozou nos meus peitos e na minha boca.
Dei um sorriso de orgulho, pois tinha agüentado aquilo tudo, enquanto eles acariciavam meu corpo suado e melado. Ficamos abraçados e completamente exaustos, mas muito felizes e saciados.
Nunca me senti tão fêmea e tão orgulhosa de ter dado e recebido prazer a dois machos viris, fizeram o que quiseram comigo; eu que sou sempre dominadora, independente, senhora das situações, me senti muito bem sendo possuída na frente e atrás!
Precisava dessa experiência na minha vida e valeu a pena; graças a eles conquistei um novo limite sobre o sexo e o que é ter prazer. Estou muito mais feminina e segura de mim como mulher como nunca estive antes. Eles me deram mais um banho gostoso e depois fui me arrumar pra ir embora.
Despedi-me do Marco com um beijo carinhoso e no caminho de volta dormi um sono gostoso, como há muito tempo não dormia, com Rodrigo acariciando meus seios. Peguei meu carro no trabalho e fui pra casa exausta, mas muito feliz (ainda tive energia pra transar com meu marido à noite e foi muito bom também!).
Nossas reuniões hoje são carregadas de uma cumplicidade gostosa, tipo:
"- Temos um grande segredo, ainda sinto vocês dentro de mim!". Muitas vezes nos pegamos rindo à toa, mas só nós sabemos o porquê. Nossa amizade ficou mais forte, quando estamos sozinhos nos cumprimentamos com beijos na boca, sempre que posso acaricio eles. Fiquei muito orgulhosa deles e de mim também, foi uma entrega total, principalmente por ter acontecido com dois amigos em que tenho confiança e saberão guardar segredo sobre tudo que aconteceu. Além disso, eles subiram muito no meu conceito enquanto homens, souberam satisfazer plenamente uma mulher que é muito exigente em termos de sexo. Estou ansiosa pela próxima vez, será que vai ser tão bom como a primeira????

 

A favorita

Toca o telefone... Atendo e do outro lado, ainda bem longe daqui, um cliente daqueles bem safadinhos... Ele está a uns 150 km de Curitiba, mas vai chegar no finalzinho da tarde... O tempo está chuvoso, por isso ele vai vir sem muita pressa, pois o que ele quer é sentir o toque da sua boneca favorita. E, já sou há dez anos hein?

Quando ele chega, eu o espero com essa roupinha que você vê na foto. Ele diz que estou linda e mais gostosa do que nunca, rs... Eu dou a máquina fotográfica pra ele tirar umas fotos... Faço caras e bocas e pronto, ele nem quer tirar muitas fotos, quer ir logo para o banho. Vai para o chuveiro, toma uma duchinha e ainda faz uma chuquinha... Vem rapidinho e diz que quer ficar uma hora dando o rabinho pra mim... Modo de falar... Tá doido uma hora, rs...

Ficamos nos bolinando e quando meu pau estava duro ele começou a chupar... Daí a pouco já deitou de franguinho assado e ficou enchendo seu rabinho de lubrificante. Então ele pediu pra que eu fosse devagarinho e entrasse no seu úmido buraquinho ansioso e guloso. Gemeu e dizia a todo o instante que ele é uma putinha, daquelas bem devassas... Nessa hora eu era o seu caminhoneiro, rs... Depois ele ficou de quatro e eu continuei... Foi então que tirei a última foto da sequência... Aí foi no automático dos 10 segundos... Pronto! Mostrei a foto pra ele, ele aprovou e disse que agora queria que eu sentasse no seu pau... Então eu sentei, oh que difícil, rs... Adoro...Fiquei massageando meu tunelzinho... Ele quase gozou...

Pediu pra que eu parasse e voltasse a penetrá-lo... Ele se posicionou novamente de franguinho assado... Venha, venha de novo! Então eu fui e deixei meu pau lá dentro dele, enquanto ele rebolava... Fiquei parada, apenas segurando seus tornozelos e com meu pau bem duro dentro dele... É desse jeito que ele gosta de gozar... Ele rebolou, gritou e gozou muito em cima da sua barriga... Eu não gozei... Tudo pelo tesão dessa putinha...

Depois ele tomou outra ducha e foi para a sua casa, afinal ele acabara de chegar de viagem, rs...

BONECA DRIKKA

:(41)3232-5054/9971-0844


drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Planeta KL-57

Estamos no ano de 2079. Estamos prestes a descer no planeta KL-57, um planeta em quase tudo semelhante a terra. Água, atmosfera, plantas, árvores, planícies e talvez seres vivos. Nossa missão é saber o que aconteceu com outra nave de reconhecimento enviada há pouco menos de um ano. Sabemos que essa nave SU-1938, com três astronautas, desceu ao planeta com sucesso e sua tripulação saiu para explorar o planeta e nunca mais deu notícias. Estamos em cinco tripulantes e nossas ordens são de descermos três de nós, ficando dois na nave. Com dados de nossos computadores sabemos que a atmosfera do planeta é semelhante a da terra.
Meu nome é Leopold. John e Pacheco são os dois astronautas que me acompanharam após uma descida sem problemas. Levávamos uma pistola de raios na cintura e Pacheco uma arma parecida com uma metralhadora. Descemos a pouco menos de quinhentos metros do lugar de pouso da nave procurada e a encontramos sem dificuldade. Na nave SU-1938, para surpresa nossa, tudo estava em ordem. Entramos em contato com a Terra, comunicamos o fato e saímos para procurar a sua tripulação.
Estávamos procurando por vestígios deixados quando avistamos um homem assustado e ansioso para nos falar. Vestia roupa de peles e claramente era inofensivo. Sua aparência era de um ser humano. Com cautela o abordamos e logo percebemos que ele queria que o seguíssemos. Na esperança de encontrarmos respostas ficamos contentes em saber que havia vida humana no planeta e alguma esperança da tripulação do SU-1938 estar viva. O desconhecido, excitado e falando uma língua desconhecida nos levou a uma pequena aldeia onde logo fomos cercados por pessoas ansiosas em nos dizer algo. Com gestos procuramos saber de nossos companheiros e a cada pergunta eles apontavam ansiosos para o céu expressando medo. Olhamos e vimos um grande número de pássaros de grande porte voando em círculos como se nos observassem.
As aves começaram a descer em nossa direção enquanto a população daquela aldeia fugia aterrorizada. Voltei-me para eles tentando descobrir a causa quando senti como se duas garras me pegassem pelos ombros. Vi-me voando preso pelas potentes garras e logo senti meu corpo ser envolvido como um casulo deixando-me imóvel. Só então comecei a perceber que a ave tinha um corpo humano. Olhei para a cabeça do pássaro e em vez de bico e penas vi o rosto de uma linda mulher, com cabelos curtos e pele morena. Meu treinamento me ensinava a manter a calma e avaliar a situação antes de mais nada. Voávamos a uns mil metros de altura e nos distanciávamos da aldeia. Avistei um penhasco e percebi que era para seu topo que nos dirigíamos. Percebi também que a mulher pássaro tinha uma força descomunal.
Descemos no pico do penhasco. Devia ter uns cem metros quadrados relativamente plano e depois precipício. A mulher pássaro rasgou minha roupa de astronauta como se fosse papel deixando-me nu. Deixando-me de bruços juntou meus braços apertados a meu corpo e deitou-se totalmente em cima de mim com suas asas cobrindo-nos. Ficamos os dois sem nos mexer mas senti como se fosse uma cobrinha penetrando o meu anus explorando todo o seu interior. E ela começou a chupar o lóbulo de minha orelha. A sensação após
passar minha surpresa era gostosa e me dava tesão apesar de cada vez que me mexia levar um tapa forte no rosto. Após talvez uma hora ela me virou , deitou-se em cima e colocou meu membro em sua vulva. Não se mexia mas sentia em meu pinto movimentos de baixo para cima com uma sensação maravilhosa. Quando ela começou a chupar meu mamilo não agüentei e gozei mas ela continuou ali, em cima de mim, parada, com movimentos de sua vulva, chupando o agora dolorido mamilo, e estranhamente sem que meu pinto amolecesse apesar de estar quase insensível. Ficamos assim por mais de três horas. Devo ter gozado mais duas vezes e o único movimento aparente da mulher pássaro era trocar o mamilo que chupava. E meu pinto duro como rocha.
Finalmente ela saiu de cima de mim e prendeu-me no casulo em que tinha me transportado apertando até que eu não pudesse me mexer. Sem me olhar saiu voando. Fiquei ali procurando por minhas idéias em ordem. Apesar de todo o meu treinamento não conseguia ver como poderia fugir daquele penhasco e ainda por cima todo atado.
Em pouco mais de uma hora ela voltou. Jogou ao chão um animal morto já aberto no peito e um ogre que provavelmente continha água. Soltou parte do casulo de modo a deixar livre de minha cintura para cima e para surpresa minha disse
-Coma, Beba.
Então ela conhecia minha língua...e só podia ter aprendido com a tripulação da outra nave...e então eles podiam estar vivos. Minha alegria só não foi maior do que minha fome. Enfiei o dente naquela carne e comi tudo o que tinha direito. Era uma carne meio adocicada mas muito saborosa. Bebi do ogre e realmente era uma água cristalina e pura. Terminei sujo do sangue do animal mas com a fome totalmente saciada.
Sem dizer nada ela soltou-me do casulo e segurando pelos meus ombros saiu voando.
Preso pelos ombros com o corpo 90 graus em relação a ela me senti indefeso, com medo e principalmente ridículo. Voamos em direção a uma linda cachoeira . A mulher pássaro deu uma rasante nas águas abaixo da cachoeira de modo a que eu ficasse totalmente imerso. Levei um susto naquele mergulho em alta velocidade. Saímos e ela deu mais uma volta e outro mergulho. Ela ria de meu desespero enquanto eu tentava recobrar meu fôlego. Voltamos ao penhasco; soltando meus ombros ela falou novamente
- Agora limpo. Posso comê-lo. E sem me dar defesa me colocou de bruços e tudo começou de novo.
Nos dias seguintes a única alteração foi que a mulher pássaro me deixou fora do casulo e eu pude recuperar minha forma física. Quando estava sozinho fazia os exercícios que estava acostumado e tentava reconhecer as circunstancias em que estava. Tinha uma missão a cumprir: salvar a mim e aos meus companheiros e voltar a terra com a minha nave. Conhecia técnicas de eliminação rápida do oponente como estrangulamento por detrás empurrando com a mão esquerda sua cabeça, ou um golpe no plexo, ou uma pancada na nuca com uma pedra em um tipo de funda na qual eu era exímio ou ainda furar-lhe os olhos com os dedos seguido de uma pancada no pescoço. A seguir fugir de rapel ou escalar o rochedo. Este plano seria normal mas não tinha corda nem onde prende-la para o rapel, não tinha equipamento para escalar o rochedo, e a mulher pássaro era toda dura de modo que minhas técnicas não surtiriam efeito. Conclui que tinha de esperar e tentar achar o seu ponto fraco, Tinha de ter algum e esperar para agir quando fosse mergulhar na cachoeira.
Pelo quinto dia minha mulher pássaro prendeu-me no casulo. Pouco tempo depois começaram a chegar quatro outras mulheres pássaros. E para surpresa e alegria minha traziam os meus dois companheiros de nave e outros dois da nave procurada. Eles estavam vivos!
Elas chegaram alegres encostavam seus rostos como se cumprimentando e deixaram seus cativos dentro dos casulos ao meu lado. Estávamos todos somente dos ombros para cima de fora. Todo o resto do corpo totalmente envolvido pelo casulo.
-Vocês estão vivos! E vocês devem ser o Alonso e o Jack, perguntei.
-Sim, e o Takeo foi levado para outra região, respondeu Jack
As mulheres pássaros nos olharam. Uma delas veio até nós
-Shhhh. Silencio. Não poder falar. E estendeu seu pé para o Alonso. Imediatamente ele começou a beijá-lo e lambe-lo.
Todas as outras vieram ver a cena curiosas. Conversaram alegremente na língua delas e cada uma estendeu seu pé para que os beijássemos. Comentaram entre si, dando risadas. Nunca tinha visto minha mulher pássaro tão alegre; Após uns cinco minutos se afastaram e foram conversar formando um círculo um pouco distante de nós. Alonso falou entre dentes.
-O castigo delas é terrível. Eu ia ser castigado e quando Lei chegou perto de mim beijei-lhe os pés para que não me matasse. Ela adorou ter seu pé beijado, esqueceu do castigo e passei um dia beijando e lambendo seus pés. Vai acontecer com vocês o mesmo.
-Shhhhh . Uma delas veio em nossa direção e esbofeteou cada um de nós. Era a primeira vez que eu sofria um castigo físico.
Passado mais um tempo a dona de Jack veio pega-lo e levou-o para onde estavam as demais. Minha Dona, esse foi o nome que lhe dei , veio até nós e virou-nos para a direção delas.
-Ver. Nosso castigo tentar fugir.
Libertaram-no do casulo, para surpresa minha soltaram suas asas e sua dona deitou-se em cima dele. Duas outras ficaram a seu lado chupando os lóbulos das orelhas e seus mamilos. Depois de algum tempo percebi que tanto os mamilos como os lóbulos começaram a sangrar. Depois de algum tempo saíram de perto dele .Duas delas levantaram seus pés deixando-o quase de cabeça para baixo e minha Dona começou a cortar a sola dos pés de Jack com suas unhas. Jack tentava não gritar mas deixou escapar alguns gemidos. Com a sola dos pés todo cortada puseram-no de pé e o obrigaram a andar. A dor fez com que ele caísse. Colocando um de seus pés em sua cabeça sua dona falou
- Todo dia seu pé será cortado .Quero ver fugir de novo.
E ficaram bebendo um líquido esverdeado sem se importar conosco até ficarem visivelmente alteradas. Vieram em nossa direção e cada uma pegou seu prisioneiro.Minha Dona apoiou-se em uma pedra alta , estendeu seu pé e apontou-o
Sempre fui podolatra. Essa era minha praia e pude então admirar como os pés de minha Dona eram lindos. Calcanhares bem torneados, dedos perfeitos no tamanho certinho, e o peito de seus pés dignos de um Michelangelo. Usei toda a minha técnica para mesmo preso dos ombros para baixo dar-lhe o prazer que aqueles pés mereciam. Senti que dentro do casulo meu membro estava duríssimo. E levantando meus olhos pude admirar seus tornozelos largos, suas pernas e coxas bem torneadas e firmes, enfim uma Deusa. Dona estava visivelmente adorando minha língua massageando seus pés e ousei falar
_ Se libertar meus braços posso fazer melhor.
Ela riu, libertou-me da cintura para cima e pude segurar e beijar aqueles lindos pés, lamber cada um de seus dedos e aquele peito do pé divino. A reunião terminou com cada uma levando seu cativo para seu ninho. Jack quase desfalecido.
Seis meses se passaram. Minha rotina era sexo por umas seis horas, comida, banho na cachoeira e beijar e massagear seus pés no restante do tempo. Sentia que o lóbulo de minhas orelhas tinham crescido muito e meu anus tinha se aberto devido ao passeio que aquela cobrinha fazia dentro dele. Com seus pés Dona era cada vez mais exigente. As vezes obrigava-me a segui-la e beija-los sempre que parava. E ela caminhava por horas saboreando minha humilhação . Com o tempo ela aprendeu a falar minha língua. Aquele povo tinha uma facilidade em aprender línguas.
Naquele dia Dona prendeu-me no casulo. Fazia muito tempo que ela não fazia isso. Fiquei surpreso mas ela me acalmou
-Hoje reunião. Na volta quero você pronto para mim. E voou
Passados quinze minutos ouvi um barulho que já conhecia. Era minha nave. Aproximou-se uns dez metros acima de minha cabeça e os ouvi
-Comandante, vamos aproveitar que elas estão longe. Vamos içá-lo
-E os outros já estão ai? Perguntei
-Só temos combustível para mais uma pessoa. Vamos Comandante
Pensei no vazio de minha vida na Terra. Na ausência de alguém me esperando. E pensei naquela vida de sexo, naqueles pés lindos de minha Dona,no prazer que sentia ser seu escravo e ser humilhado por ela. Perguntei
- E o Jack?
-Está péssimo Comandante. Infelizmente não dá para levar dois tripulantes
- Então levem-no no meu lugar. Isso é uma ordem
A nave deslocou-se rapidamente. Não havia tempo a perder.
Sabia que a fuga de Jack iria acarretar castigos para mim e os outros. Talvez tivesse meus pés também riscados, Mas sabia também que continuaria a pertencer a minha adorada mulher pássaro.

 

Ativaço tatuado

À tarde veio o "Ativaço Tatuado". Ele é totalmente ativo. Já é cliente de carteirinha... Esse não quer nem ver meu pau, não quer nem que eu chupe, e sim, já fique de quatro para aguentar pau no rabo, rs... Ele começa devagarinho e vai... Vai... Vai... Daí a pouco o meu rabinho já começa a ficar esfolado. Ele só pára se eu pedir água. Então eu falo: - água!

Aí ele judia mais um pouquinho, mas pára... E hoje eu pedi muita água! Ele me comeu e disse que isso é pra eu aprender a não ficar mostrando essa bundona na internet. Toda vez que ele entra e vê, é difícil se controlar. Não sabe nem dizer quantas punhetinhas já bateu por causa dela... Por isso mesmo veio tirar o atraso. Não que eu não goste, mas com ele eu fico com medo, rs... Aquela cara de mau, grandão e tarado, ai! Água, água, água... Alguns minutos são suficientes para eu tomar água, rs... A posição quase sempre é a mesma, eu de costas pra ele, porque o que ele quer ver é o pau entrar. Por sorte ele não se opõe a minha masturbação. Ufa! Assim eu aproveito melhor a transa. Outro detalhe que é importante pra mim é ver a sua bunda pelo espelho. Ai que bunda! Mas, nessa bunda não dá nem de passar a mão, rs... Ah, como eu me contento em apenas ver aquele corpão naquele movimento frenético de vai-e-vém ... Ele tem uma performance de ator pornô! Acho que melhor até, rs...

As fotos foram a pedido dele, pois ele queria um relato erótico bem picante sobre a transa. Disse que eu sempre prometo e nunca escrevo. Aliás, escrevi, mas não em forma de relato...Então ilustrei com essas fotos escolhidas por ele, mostrando a minha "carinha de putinha", também segundo ele, rs... Vocês acham que eu tenho uma carinha de putinha?
Eu acho que não, rs... Embora outros já tenham dito a mesma coisa! Bem, as fotos mostram um pouquinho do que foi a transa, e na imaginação de vocês se desenrola conforme eu descrevi. Imaginem eu de quatro com a cara na cama gemendo e pedindo água, rs...

Tatuado, um beijinho de leve na sua bochecha, rs... Espero que tenha sido do seu agrado... Se não gostou, venha me castigar, rs...

Para ver as fotos.. só entrar no blog em http://bonecadrikka.blogspot.com/

Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844


drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

 

Mãe e filho - o segredo

Hoje tenho 35 anos e mamãe 61, só agora que nossa história voltou a acontecer. Tudo começou quando eu era mais novo, até então era um garoto como outro qualquer, masturbava pra tudo, mas nunca tinha visto minha Mãe como mulher, muito menos sentir desejos por ela.

A irmandade soberana

Personagens
Ligia – 45 anos, bonita para a idade, separada a 6 anos de seu marido com quem viveu por quase 20 anos e que foi deixada por uma garota de 20 anos. Tem uma boutique de roupas femininas . É bem sucedida. Tentou um relacionamento mas não deu certo.

Caminhoneiro safadinho

Um homem comum, quase cinquentão, digamos assim, que não é um tipo atlético, mas está bem de acordo com a grande maioria dos brasileiros. Mas, pra mim, beleza não é fundamental e sim uma "boa química"... Ele é agradável, extremamente carinhoso e louquinho por mim, rs... Sempre que está em Curitiba, dá um jeitinho de vir para uma visitinha básica.