Contos Eróticos

Vizinhos, Que Tesão II... continuação

Nós dois ali nus, e Gustavo irmão de Reginaldo havia visto tudo e estava parado ali a nossa frente, este por sua vez se aproxima. O medo toma conta de meu peito , aquele sonho que acabara de viver , podia se transformar em uma catástrofe. Ele segurava um celular, me desespero imaginando que ele filmou todo o ocorrido ali, entre mim e seu irmão. Então ele começa a rir.

  Reginaldo me olha com um ar sério. Ele havia visto algo que meus olhos não foram capazes. E usaria deste triunfo para nos safarmos. é então que vejo o que estava o deixando menos apreensivo. a calça de Gustavo estava estufada , seu penis pedia para sair. então saco qual é a do Reginaldo.  e da mesma forma que ele fez comigo resolvemos fazer com seu irmão.

  Me volto para Reginaldo, o qual mesmo apos ter gozado em minha boca esta com o penis  enrijecido e parece que a  situação o despertou ainda mais. ele olha no meu rosto, se deita sobre o sofá novamente e me chama pra si eu me ajoelho me encaixo entre sua pernas e novamente começo a alisar seu penis com a boca.  abocanho suas bolas  e começo a chupar, minha língua se entrelaça com aqueles pelos e isso me leva a loucura.

  Então Reginaldo olha para o irmão e o chama para junto de nós, este por si não pensa duas vezes retira a roupa num impulso enorme, mostrando do que era feito, seu corpo era lindo ao contrario do irmão, não tinha pelos pelo corpo a não ser no púbis, o qual se destacava pelo tamanho avantajado de seu penis . como podia uma pessoa ter dado a luz a duas pessoas tão diferentes e tão gostosas.

  Reginaldo se levanta dando o seu lugar a seu irmão. o qual não demonstrava nenhuma insegurança. ele me olha profundamente "capricha , que depois eu consigo te levar  a lua". Aquilo me da um oop, pois sinto que ele estava me desafiando. Então  resolvo levalo realmente a loucura. pesso a Reginaldo que agora se sentara no outro sofá para apreciar as futuras cenas um forma contendo gelo.

  Logo ele volta e aquela cena era hilariante, ele andando pela casa todo despido e ainda com o penis nas alturas. rimos pra descontrair.

  Coloco um cubo de gelo na boca e mais dois por cima da barriga de Gustavo, o qual agora se deita no sofá . com o gelo na boca , abocanho seu penis, ele treme todo. a sensação era única e não tem como explicar, ele se contorcia  ,gemia .  Reginaldo só olhava . Então passo a suas bolas ainda com o gelo , agora minha língua só sentia uma leve pontada dos fios de pelo que pontavam em seu saco depilado. Passava de uma bola a outra e o ar gelado era delicioso. então resolvo subir por seu corpo.o gelo já derretera um pouco sobre sua barriga. eu  passo a boca por eles e os apanho subo acariciando seu corpo com as mãos e a língua paro em seu umbigo lisinho e ali faço movimentos circulares. sinto ele se mexer e aquilo me faz sentir orgulhoso subo até seus mamilos e novamente os acaricio com a boca. Então chego ao seu rosto lambo seu pescoço, e dou leves mordidas em seu queixo,até chegar em sua boca que tinha um cheiro ótimo , encosto meus lábios nos seus  e sinto o sabor de sua língua, a qual não saia de minha boca. voto a acariciar seu corpo, e dou leves olhadas para Reginaldo o qual parece estar louco ali vendo eu  levar seu irmão a loucura .

  Ele se levanta vem até nos, meu deus o pau cintilava o corpo escondido por lindos pelos . e eu tinha os dois ali a minha disposição .

  sempre fui louco por  bunda, mais no caso de homens sempre fui passivo. então pesso para Gustavo ficar ...

continua.... 

falta apenas mais um conto para concluir não perca.

ivo-81@hotmail.com  Itajubá, MG

 

Vizinhos, que tesão

  Bom sou Ivo Magalhães (20, 1.90 de alt., corpo normal bonito)  moro em Itajubá a 4 anos  e neste tempo fiz vários amigos por aqui.
 
   Entre eles o Reginaldo (26, alto, moreno, corpo sarado, muitos pelos que o embelezam) e seu irmão Gustavo (22, atlético, moreno , corpo todo liso).  freqüentava a casa deles direto e tinha muita liberdade ali. As vezes entrava e nem mesmo batia na porta.

   Esses dias tava levando um jogo novo pro  Reginaldo, e por saber que seus pais não estavam , entro sem avisar. qual não é minha surpresa quando me deparo com ele na sala deitado sobre o sofá, com a calça abaixada alisando o penis enquanto via um filme pornô gay na TV. ( era lindo, aquele cacete duro e grosso, envolto por pelos , senti meu penis latejar de tesão) ele se surpreendeu  e rapidamente fechou a calça e desligou a TV. estava em choque. foi então que ele percebeu e eu não pude esconder meu penis que queria pular para fora da calça de tanto tesão.

   Ele pediu para  eu me sentar ali no sofá que ele iria me explicar o que estava acontecendo. me sentei foi então que ele abril a calça novamente e começou a alisar seu pau e me encarava com aqueles olhos castanhos, então eu não agüento tiro meu pau pra fora e começo a tocalo.ele tira sua roupa , e vejo seu corpo um  malhado pelos muito bem distribuídos.

 Ele me olha   e pergunta se não quero tocar no seu pau, sem pensar duas vezes tiro minha camisa , e a calça e  caio de boca  no seu cacete, ele me olha como quem quer rir e isso só me deixa ainda mais excitado.  aliso seu penis com a língua e isso o deixa louco.subo beijando todo o seu corpo , lambo sua virilha  e vou subindo pelos pelos de seu abdômen e ao chegar nos mamilos beijo um intensivamente enquanto acaricio o outro.  seu corpo e coberto por pelos mas de um jeito que deixa qualquer um pirado.
  
  Ao chegar em seu rosto toco sua boca com a minha, sua barba por fazer me arrepia todo, era incrível o sabor de sua língua , nos beijamos por um bom tempo enquanto trocávamos caricias.Desço até seu penis novamente e começo a lambelo , aproveitando a boca e passando por toda sua virilha  e descendo até onde conseguia de sua bunda. Ele gemia de prazer  então percebendo que ele estava prestes a gozar  volto  a seu penis e  com movimentos suaves e constantes, o masturbo com minha boca , aquele pau enchia minha boca e me deixava sem ar aquilo era maravilhoso.  ele então da um grito e quando per sebo sua porra inunda minha boca e se espalha pelos pelos de sua barriga , eu tomo aquilo como quem bebe um milk-shake e que ele gosto era maravilhoso, abocanho todos os pingos que se espalharam por sua barriga, e volto  a seu rosto  beijo seu queixo  sua barba  ao encostar em minha língua me dava arrepios , coloco minha boca diante da sua novamente e nos beijamos , mordo seus lábios e ele adora  paro por um momento e olho nos seus olhos  e ele diz "esta sendo maravilhoso' e agora e minha vez de te satisfazer um pouco.

      Ouvimos um barulho e qual não é nossa surpresa quando vemos seu irmão Gustavo ali na escada boquiaberto vendo tudo. ele desce se posiciona a nossa frente, nos dois nus ali e ele nos olhando,  ele chega mais perto e ........

   continua .....
  gostou do conto? então não perca o próximo,e outros que escrevi

 

ivo-81@hotmail.com, Itajubá,MG

 

A esposa do patrão

Olá, meu nome é Ricardo, moro em São Paulo, 33 anos, branco, 1,93mt, 110 kgs, aquela barriga de quem gosta de uma cerveja, mas nada absurdo, trabalho com dedetização, sou técnico em controle de pragas há 8 anos, e há um mês aconteceu algo muito interessante.

Meu patrão é quimico, muito gente boa, sua esposa, pele bem clara, magrinha, cabelos loiros tingidos, sempre sorridente, bióloga, mas dificilmente vem a empresa, a fama dela é de uma mulher extremamente ligada ao computador, seus filhos comentam que ela chega a ficar 18 horas por dia na frente do computador, até então ok, mas como de costume, uma vez ao mês vou a casa deles fazer uma aplicação por toda a residência, já faço isso a 5 anos e como sempre fui despretencioso, sem nenhuma intenção a não ser de executar o serviço, pois bem, ao fazer a aplicãção pelo lado externo da casa, resolvi espionar a janela do escritório dele, pois ela estava no computador, muito interti da digitando, dei uma olhada na tela e ela estava numa sala de bate papo, com o nome ''coroa quer garotos'', nossa, aquilo me enlouqueceu em segundos, na mesma hora entrei na casa, bati à porta do quarto e disse que precisava tirar a cortina e limpar a janela, pois eu iria fazer uma infiltração na base da janela, prevenção a cupins, ela achou normal, nem se abalou e também não parou sua conversa no bate papo, com certeza ela não imaginou que estava lendo tudo que ela escrevia, e a conversa estava quente, ela conversava com um homem de nick Rolãomooca/28 e o via pela cam, um rapaz moreno, se punhetava pra ela na cam, e eu percebi que ela estava inquieta, roçando uma perna na outra, foi aí que joguei todo o balde de agua pra limpar a janela em mim, me mostrei muito assustado, e disse q era solvente, ela ficou muito preocupada e correu pegar uma toalha, e eu tirando a roupa, dizendo que estava queimando, ela me deu a toalha e um roupão, e foi ajudando a me trocar, sem camisa, mas ainda com a calça, coloquei o roupão, e tirei a calça de uma vez, como se a intenção fosse de me cobrir rapidamente, mas meu pau estava muito duro, e eu deixei que ela visse e logo fechei o roupão, mas percebi novamente que ela ficou desnorteada, perguntei se ela tinha pasta d´agua, pois minhas coxas estavam ardendo, ela correu e pegou, pedi desculpas pelo incomodo causado e tal, e pedi que ela ficasse a vontade pois eu iria ficar bem ali, e logo terminaria o serviço, ela entendeu e voltou ao computador, nisso entrou no MSN e passou a contar a uma amiga o que estava acontecendo, e esta amiga por sua vez ficou pondo lenha pra que ela tomasse uma atitude, e vi ela escrevendo que não faria nada se eu não tomasse a iniciativa, baixou a tela e voltou ao bate papo, aí fui pro tudo ou nada, era ganhar ou perder literalmente, levantei, e disse a ela que já estava tudo bem, ajuntei minhas roupas na mão tirei o roupão na frente dela e disse que ela já poderia guardar, fiz isso o mais natural possível, eu peladão na frente dela, o pau muito duro, mas não mudei o semblante, e nessa hora eu a vi estremecer inteira, a pele avermelhou ela deu um passo pra trás sem tirar os olhos do meu pau, eu carinhosamente peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela sem olhar pra mim começou a punhetá-lo, lentamente e eu comecei a despi-la, fui tirando o roupão, uma blusa de moleton, uma camisetinha por baixo e pra aumentar meu tesão ela estava sem sutião, baixei o moleton, e estava sem calcinha, olhei pra ela bem sacana, e ela sorriu ainda olhando pra baixo e disse q só usava lingerie pra sair, em casa não, aí forcei pra que ela baixasse pra me chupar e ela se negou, vindo a me abraçar e se esfregar em mim, virei ela de costas e comecei beijando a nuca, as costas, enquanto esfregava meu pal na bundinha dela, lentamente, e pelas costas fui alternando entre beijos e lambidas fui abaixando atrás dela,apoie as mãos dela no rack do computador, coloquei uma perna dela em cima de uma cadeira, e comecei a chupá-la, bem gostoso, chupando, mordiscando, conforme ela foi molhando, eu deslizava um dedo pela bundinha brincando na entradinha de trás e ela gemia, quando ví que ela estava bem molhada, sentei ela na cadeira, e sem questioná-la enfiei minha rola na boca dela, que nem negou e passou a chupála bem gostoso, acariciando meu saco de leve, e me chupando bem carinhosa, boquinha macia, segurei a cabeça dela por trás e aumentei a velocidade, tipo bombando na boca dela e ela continou chupando, quando ela engasgou, virei ela de costas novamente e fui colando meu pal na bucetinha dela, invadindo mesmo, segurando-a pela anca, logo entrou tudo, percebi que ela amoleceu, aí comecei a bombar, que delícia, ela gemia tão gostoso, fiquei assim por uns 5 minutos, aí me sentei na cadeira e ela logo montou por cima, percebemos que a cadeira não aguenta ria, ela me puxou pela mão e me levou ao quarto dela, deitou na cama e me puxou por cima, entrou tudo, ela gemeu alto e comecei a estocar com força, enquanto apertava os seios dela, após um tempo assim, coloquei ela de quatro na cama e voltei a estocar forte, e com o dedão ia brincando na entradinha da bundinha, fiquei bombando por um bom tempo até que ela foi se deitando e começou a se retorcer deliciosamente, gozando pra valer mesmo, e eu sem parar de bombar fui vendo aquela mulher toda suada, mas com uma cara satisfeita, feliz, e ela começo a jogar a bunda pra trás deixando as estocadas ainda mais gostosas, e pediu que eu gozasse pra ela, e eu no auge do tesão disse que queria gozar na cara dela, ela disse que era só avisar a hora, nessa mesma hora não aguentei, empurrei ela pra frente, ela já se virou segurando os cabelos pra trás e ficou esperando a jatada, soltei umas 5 jatadas fortes, pelo rosto todo, ela enfiou meu pau na boca e foi chupando bem gostoso, enquanto a porra ia descendo pelo pescoço dela, ela deixou meu pau limpinho, sorriu, e disse, vamos tomar um café?...voltamos ao escritório, ela se vestiu novamente, toda esporrada, e me deu roupão novamente, levou minha roupa pra secadora e voltou a conversar comigo se nada tivesse acontecido, levei na mesma forma, umas 2 horas depois, eu tinha terminado o serviço, ela já tinha tomado banho, fui avisá-la que ia embora, ela me deu um beijo na boca, e disse que o sigilo iria gerar outras transas tão gostosas como essa, eu garati que isso era certeza, e fui embora, foi completamente inusitado, porém muito delicioso...

 

Sozinho há um bom tempo

Oi turminha! Tô sozinho há um tempo, sou super discreto, e como não dou pinta não dá pros caras que paquero saberem bem o que quero. Tenho atração por sujeitos discretos também, tipo normal, nem muito machão marrento e nem afeminado. Por isso nos contos que leio gosto de saber como é que as pessoas se conheceram, onde foi, quem tomou a iniciativa, etc.
Sou casado, amo a minha família, mas desde criança que tenho atração por outros homens. Desde as brincadeiras com os primos que eu quero descobrir mais, ver mais. Por volta dos 12 anos eu parei e resolvi lutar contra esse impulso. A luta continua até hoje, kkk estou com 42a. Minha família é bacana e não quero ofender por nada.  Também não peguei fama de bichinha, que aqui no interior de Minas é o fim da felicidade de toda família.
Toda semana eu vou a BH onde trabalho também e fico alguns dias em um Kitnet alugado no Centro.  Tenho 1,80m, 70kg, cab e olhos cast, corpo branco e peludo. Sou muito carinhoso e afetivo. Sou ativo, já dei e não gostei, não quero repetir porque não me senti bem.
Não freqüento lugares “óbvios” e como sou sério, tá difícil a coisa aqui.  Sempre fico esperando uma pessoa bacana, casada (de preferência), que também goste de uma amizade com gozadas gostosas. Logo que cheguei em BH há uns 10 anos, fiquei louco com a beleza masculina desta cidade, destaque especial para a Polícia Militar, cujo uniforme é o melhor que tá tendo.  Até hetero deve ter tesão.
Já faz uns 10 anos também, eu estava em casa à noite, já de short após o banho,  toca a campainha. Primeiro susto, depois o tesão, eram dois PMs,  medi os dois de alto a baixo, eu logo abri toda a porta. Houve uma reclamação da vizinha e estavam averiguando nem sei mais o quê. Quando eu ia convidar para entrar, a outra vizinha também abriu a porta e eles decidiram se dividir. Nunca tive sorte em sorteios, mas neste saí premiado: Orfeu (pseudônimo), 1,90m, uns 98 Kg, NEGRO, gostoso, cheiroso, sorriso farto, 36 anos, musculoso. É claro que o meu pau ficou duro na hora, e eu tava sem cueca. Fiquei constrangido mas não deu prá disfarçar. Falei: desculpa, eu sai do banho agora, vou pegar uma camisa... ele disse: tô veno tá até um cheiro de sabonete, mas não esquenta não que aqui é bem rápido.  Assentou-se e começou a perguntar umas coisas, logo o colega chamou, e ele foi embora. Fiquei na dúvida se ele havia olhado para o meu corpo, e pro meu pau, tive medo que ele me tirasse por causa da ereção, que tentei disfarçar com a mão mas ele já tinha olhado, custei a dormir aquela noite. Masssss...
Na noite seguinte um pouco mais tarde, toca a campainha, pelo olho mágico vejo que é ele, corro para tirar a camisa e o sapato, e ainda deixar duas camisinhas na mesa ao lado da cama. (como chamariz). Eu moro em um kitnet e quando se entra já dá direto no quarto. Quando abro a porta ele já estava indo embora então eu chamo: Orfeu, ele volta sorrindo, barba feita, perfumado, algemas, cassetete, pistola, etc etc...
“Você se lembra do meu nome? Então,  eu me esqueci de pegar a sua assinatura ontem”... “Entra aí, Orfeu, vou ver se acho uma caneta, quer usar o banheiro? Ele tirou o cinturão, deixou sobre a cama e foi mijar. Fiquei ouvindo a cachoeira, o safado mijou bem no meio da água prá fazer bastante barulho. Quando voltou, apontou para as camisinhas e perguntou: “Tá esperando alguém?” Eu disse “não é apenas prevenção”, e ele afivelando o cinturão deu uma ajeitada na mala – “Qual é a sua?” Eu não respondi ou não entendi e disse: “esse cinturão é mesmo um mistério” e já fui com a mão no cassetete, ele segurou a minha mão com uma força incrível e levou até a mala dele, que já estava pesada, abracei-o e ele me beijou com tanta força que quase me sufocou. Fui tirando suas roupas devagar, aquele corpo quente do negão me encostando eu já ficando louco, fui vendo as formas, os músculos, a pele lisinha, nem um pelinho, comecei a lambê-lo, sorvê-lo todo, ele foi me abaixando até a sua cintura, a cueca branca não continha mais o pau enorme, grosso e lindo que já apontava na cintura. Deixei o pau sair só a capeçona, cheirei, lambi e chupei liberando o respo do seu corpo cheio de veias aparentes, percebi a curvatura do pau para a esquerda –adoro isso-  Lambi as bolas, a coxa, ele se deitou, e pediu que eu aumentasse o som para os vizinhos não escutarem, aumentei o som e voltei sobre ele, mas agora ao contrário, fiz um 69 ele embaixo e eu em cima, abri-lhe as pernas e fui lamber a terra de ninguém ele gemeu, muito alto, urrou, e eu lá, aquele cheiro de macho quase me sufocando, o pau imenso na minha garganta e então o melhor: ele abriu a minha bunda com beijos e tacou sua língua quente, dentro do meu cu. Quando ele mordiscou o meu cu fui eu que gritei. Orfeu ficou louco, me virou de frango assado e me lambeu todo, chupou e deitando-se sobre mim me beijou apaixonadamente. Nossa que homem pesado, quente, suando, gemendo e bufando no meu cangote.

Eu pensei: esse cara vai querer me comer. Tremi de medo daquele caralhão. Tenho que pensar em algo rápido. Fui dando aquele banho de gato nele e comecei a falar umas coisas gostosas de se ouvir, consegui virá-lo o que não foi fácil, ele fazia força para ficar por cima como se estivesse dominando um bandido e eu tentando escapar, mas virei e cheguei lá embaixo, não gosto muito, mas foi o jeito: apliquei-lhe uma linguada no cu, que eu mesmo tive inveja, ele foi se rendendo, e eu me ajeitando, um dedinho, dois, e ele se vira e me pega no colo. – “Cara, eu não dou não porque sou casado.” – Essa era a deixa que eu queria ouvir, casado e virgem (quase acreditei no virgem). Nessa hora entrou o poder de sedução e negociação: “quero muito comer um PM quero muito comer você, sua bunda é muito gostosa e o gosto do seu cú na minha boca me deixou no cio. Não vai doer, aproveita que o meu pau é pequeno,  eu é que não vou agüentar esse seu cassetete ( o pau dele é o dobro de mais grosso que o cassetete, mas um pouco mais claro) quase não cabe na minha boca, etc, etc”.  Encapei o bicho, coloquei o minha presa de frango assado e fui descendo, apliquei-lhe mais um cunete e passei KY, encostei o pau, ele reclamou nem tinha entrado, e eu fui orientando: “relaxa o abdômen, faça  movimentos com o ânus que eu to te comendo...”, ele ainda estava chiando quando encostei os pentelhos em sua bunda e comecei a bombar, primeiro de leve e depois acelerando, viramos, ficou de quatro, encostei-lhe o rosto no colchão e ele empinou aquela bundona pra cima, fiquei em pé e lhe mandei a vara, eu vendo aquela cena, o meu pau branquinho, naquela bundona lisa, brilhante e deliciosa as costas enormes suadas, brilhando, aquele gemido de macho ahnn, ahnn aquele cheiro de homem... Já estava transpirando baldes quando ele pediu que queria beber o leitinho, já que eu era casado não deveria ter problema. Sentei-me no pau dele (por fora é claro) e fui batendo uma punheta (demoro muito pra gozar), quando veio o gozo pedi que ele se levantasse um pouco para não engasgar, eu gozo muito, enchi-lhe a boca e ele engoliu todo, não deixou prá mim nem uma gota. Depois foi minha vez, (mas não gosto de beber) pedi que ele gozasse na minha cara, no meu peito, e ele fez, mas o cara goza tão forte que não acertou nenhum jato em mim, foram três jatos na  na parede, e até hoje tenho uma marca lá, como troféu.

Deitou-se sobre mim, e era cena final de filme de amor, as roupas da farda no chão, butina, armas, aquele negão sobre mim, e eu branquinho sonhando de amor.
Ficamos juntos por 2 anos. Todas as semanas nos víamos já éramos também amigos. Até que ele achou que estava indo longe demais e resolveu se separar a sua mulher estava desconfiando que saíamos para pegar mulher. Deixou comigo uma cueca usada, que de tanto cheirar não sei mais que cheiro tem, o dele ou o meu. Nunca lavei e de vez em quando visto por uns minutos, é muito bom. Sinto muito a sua falta, mas foi bom porque eu estava  muito apaixonado e isso é perigoso....  Tenho outros casos nossos muito loucos. Uma vez o chupei no seu plantão, mas isso é pra outro dia.

Casados discretos de Belo Horizonte, que quiserem me conhecer e quem mais gostou do conto escrevam     para      arabe555@gmail.com

 

Adoro xixi

Eu e minha namorada Alexandra eventualmente já praticamos sexo com xixi e cocô(uma vez só). Particularmente adoro o xixi, que também chamam de pissing, mas uma vez, dormindo em uma barraca no meio da madrugada ela fez cocô junto com o xixi, como eu já escrevi em outro conto. Mas desta vez a coisa foi maior...
Eu e Alexandra decidimos passar um final de semana em Laguna, reservei um hotel e já fiquei imaginando todas as fantasias sexuais que poderíamos fazer sozinhos na praia em Março que tem pouco movimento. Na quarta-feira ela me disse que iria levar uma amiga junto, imediatamente não gostei da idéia pois iria atrapalhar tudo que estava planejando, mas não teve jeito, ela insistiu muito e acabei ligando pro hotel e pedindo um quarto tipo “família”com uma cama de solteiro a mais. Só conhecia a moça pelo nome, Karen, mas sabia que eram muito amigas.
Na madrugada de sábado passo na casa de Alexandra e me surpreendo quando as duas entram no carro, Karen é muito bobina, loira, cabelos lisos, 1,70m, no peso ideal e também muito legal de conversar, a viagem foi perfeita, animada e descontraída. Chegamos a tempo de curtir uma praia(que estava quase deserta) e um pouco fria, ficamos bebendo cerveja, comendo uns petiscos e jogando conversa fora. Quando já estávamos bem alegres e com muita latinha vazias na volta a Alexandra diz precisa fazer xixi e eu pensei: pena que essa outra esta junto, senão poderia fazer aqui mesmo, embaixo do guarda-sol, não tem ninguem num raio de 50 metros. Interrompendo meu pensamento, Karen fala que tb quer fazer e completa: “Paulo, não esquenta, a Xanda já me falou tudo, que você fazem xixi na frente um do outro e eu quero fazer também.” Olhei com ar de interrogação pra Alexandra e ela confirmou “Desculpa meu amor, mas eu tinha que contar pra Karen, ela é minha melhor amiga e eu confio nela e ainda ela ficou louca pra praticar conosco”. “OK, se vocês estão de acordo eu só posso aceitar” respondi inseguro. Nós três estávamos sentados em cadeiras de praia virados para o mar e Alexandra puxou o biquíni pro lado e mostrou aquela xeca peluda que eu já estava com saudades e chamou, “venham, quero os dois bem pertinho pra ver o meu jatinho saindo” Eu e Karen chegamos bem perto e percebi que relamente ela esta excitada com a coisa. Alexandra não demorou e soltou um mijão como eu nunca tinha visto, formou um arco de uns 2 metros, foi bem longe. “Agora eu, agora eu...venham bem pertinho também”. Ai Karen puxou o biquini pro lado mostrou sua xequinha linda, com pentelhos pretos(era loira falsa, eu acho) chegou bem pra frente na cadeira e começou a mijar fraquinho e tipo uma torneira aberta sem jato. “Para, para, para....”gritou Alexandra, “não é assim, deixa que eu te ensino”, colocou a mão na xeca da Karen, abriu bem o grandes lábios puxando um pouco pra cima e deixando o buraquinho do xixi bem amostra e esticadinho, “vai agora, com força...”e Karen mijou bem forte e ainda mais longe que o da Alexandra.
Foi uma risada geral, que loucura. “E você não vai fazer também? Quero te ver também” perguntou Karen. A essas altura eu já estava de pau-duro e disse que não daria. “da sim, mostra pra ela, ela já sabe que o teu pau é bem grande e ta louquinha pra ver” disse Alexandra, puxando meu pau pra fora e mostrando a amiga. “Não vai dar pra mijar, antes eu tenho que gozar” eu disse. “deixa com nós duas”. E começaram a me chupara, ajoelhadas na frente da cadeira onde eu estava sentado. Uma chupava um pouco e colocava o pau na boca da outra e vice-versa, não resisti muito e gozei na boca da Alexandra (que adorava engolir tudo), ela tirou o pau pra fora e mostrou pra Karen, “olha que legal, ele ta gozando, vai chupa um pouquinho” e ela chupou o restinho de porra, e lambeu tudinho. Uns 5 minutos depois eu já estava pronto pra mijar e tirei novamente o pau pra fora, agora mole, mas ainda grande, elas foram logo segurando e pedindo pra mim mijar, rapidamente comecei a mijar pois senão iria endurecer de novo. Assim que comecei a fazer elas ficaram brincando de mangueira e mirando em tudo. Fiquei mais de 1 minuto mijando e elas apavoradas com a quantidade que saiu e se divertindo muito.
“Agora ta na hora de ir pro hotel meninas, antes que aconteça algo aqui mesmo” disse a elas.
O clima entre nós estava muito legal, ninguém forçando nada, chegamos no quarto, cada um tomou seu belo banho e conversamos sobre vários assuntos, como se nada tivesse acontecido. Deitamos um pouco e dormimos até umas 8 da noite, quando então levantamos e fomos jantar em restaurante bem legal. Bebemos algumas cervejas e a língua foi se soltando novamente “Faz tempo que vocês conversam sobre o que eu e a Xanda fazemos a sós? “ perguntei a elas “Faz um pouco, desde que nós fizemos aquele outro negócio, sabe, o número 2, no camping, lembra?” , “claro, mas você contou isso tb?” , “claro, a Xanda ficou muito entusiasmada e eu não resisti e implorei que ela me contasse tudo, no inicio fiquei em choque, não sabia o que era, mas ao mesmo tempo fiquei excitada” disse Karen. “Agora eu é quem estou em choque!!!” disse bem baixinho.
“Calma meu amor, voce já viu que a Karen é super legal e super minha amiga, nunca vai contar nada pra ninguém, ela só quer se divertir junto com a gente, e eu também quero”. Passou a tremedeira e o jantar também e então continuamos a falar sobre o assunto que passamos a chamar de Kaviar. Elas confessaram que haviam planejado tudo para esse final de semana e que teria que ter kaviar também, não só pissing e que estavam a uma semana se preparando, comendo bastante frutas e fibras pro kaviar ficar bem bonitinho. “Fazem 5 dias que eu não faço”, disse Alexandra, “e eu 6, nós vamos ver que faz o maior, e tu vai ter que escolher o melhor também”. A essas alturas já estava tudo liberado e o amor entre nós já era latente.
Pagamos a conta e fomos correndo pro hotel pois elas já estavam segurando o kaviar por muito tempo e eu estava louco pra ver, e seriam dois juntos, é bom demais.
O banheiro do quarto éra bem grande e tinha uma banheira de hidro também. “já imaginei tudo, tu deita na banheira e nós duas fazemos em cima de ti”ordenou Alexandra já tirando a roupa. “vamos rápido que o coco já esta na porta, e vai ser bem grandão”completou Karen. “então vem você primeiro” eu disse já deitado na banheira.
Aquela loira linda tirou a roupa e eu pude ver ela nua pela primeira vez, “da uma voltinha pra mim te ver bem” eu disse. Então ela subiu na banheira e ficou em pé, de frente para onde eu estava, abriu bem a xeca e mijou direto na minha cara e pelo peito todo. “primeiro o xixi, agora vem o numero 2” disse Karen, virando de costas e mostrando o cuzão já um pouco aberto, onde aparecia uma ponta marrom escuro começando a sair. Xanda estava em pé ao meu lado e observando tudo bem de perto. Já tinha saído uns 3 cm de coco e cu da Karen se abria cada vez mais, pois o coco estava engrossando. “abaixa bem em cima da boca dele, eu quero ver cair direto na boca” ordenou xanda já se masturbando enlouquecida. Karen segurou a merda e se abaixou lentamente ficando com bunda a uns 30cm da minha cara e começou a fazer força pra o coco continuar a sair. “vou fazer bem devagarinho, olha ele saindo, olha...” murmurava Karem e o kaviar começou aumentar de novo. Então Alexandra abaixou do meu lado e segurou a bunda da Karen guiando pra que aquela lingüiça, agora com uns 15cm e bem grossa fosse na direção da minha boca. O coco continuou a crescer e eu nunca tinha imaginado que um coco pudesse ser tão grande. Quando chegou perto da minha boca já tinha mais de 20cm e continuou a sair, entrando dentro da boca. “Karen, para, para,ele já ta dentro da boca do Paulo, olha só” vibrou xanda. “Ainda tem mais um monte, vou continuar...”respondeu. E para meu desespero continuo a sair merda daquele cu. Fui empurrando sua bunda pra frente e o coco foi saindo mais e mais até que soltou do cu dela e a outra ponta caiu no meu peito. Ela levantou e veio admirar sua obra. É uma lingüiça marrom, quentinha e grossa com uns 2 palmos de comprimento, acreditem, isso da mais de 40cm. “Olha que lindinho, valeu a pena guardar por todos esses dias...” disse ela, pegando pela ponta e sentido o cheiro e a textura da obra, as duas começaram a brincar com a merda e eu explodi em uma punheta deliciosa, que nunca vou esquecer.
Não acabou, são somente 11 da noite de sabado e ainda tem o presente da Xanda, que esta guardado a 5 dias....

jpspee@hotmail.com

Comendo a esposa do amigo...

vai eu cair numa gandaia; assim foi estes dias; eu estava viajando e fui visitar alguns amigos da velha guarda, gente do meu tempo de criança quando não tínhamos muito compromisso com a vida.  Visitei um amigo aqui, uma amiga ali até que cheguei na Soraia, uma ex-colega de escola que sempre foi conhecida por ser hiper deliciosa. Soraia era uma garota gostosa que aos 15 anos perdeu a virgindade com um amigo nosso de escola; eles namoraram e a garota acabou engravidando e vivendo apenas para manter o casamento e o filho.

 Passados tantos anos, hoje Soraia tem 40 anos, mas manteve-se com um corpinho sensacional, como se pode observar na foto, que é real e autorizada por ela. Na última semana eu encontrei seu filho adolescente e este me disse que sua mãe estava trabalhando num banco daquela cidade. Fui até a agência e encontrei uma “cavala” deliciosa vestida em saia de executiva, óculos e cabelos presos. Confesso ter ficado excitado, de pau duríssimo, mas eu necessitava manter a compostura, afinal de contas ela é casada, mãe de um jovem amigo e esposa de um velho conhecido.  Conversamos um pouco no banco e ela me convidou para almoçar; falamos tudo, rimos, lembramos o passado e quando eu lhe perguntei sobre seu casamento ela me disse que estava de mal a pior. Falou que seu marido bebia muito, saia de casa e voltava dois, três dias depois e que inclusive, ela já soubera que ele tinha dois filhos com outras duas mulheres. Eu não tive muito o que dizer e segui conversando.  Para encurtar a história ela me pediu para sairmos dali e rumarmos a sua casa, onde ela trocaria de roupas e iria até a academia; eu lhe disse que sim, mas achei chato, caso o marido e os vizinhos nos vissem entrando na casa; ela me disse que na vida dela quem mandava era ela; rimos um pouco e lá fui eu levar a gata sexy para trocar a roupa.

 Quando entramos em sua casa ela foi tirando o blazer e jogando no sofá; minha cabeça doente esperou que ela tirasse o restante da roupa e ficasse nua. Eu fiquei imaginando como eram aqueles seios, como eram aqueles pelinhos pubianos de sua buceta, como eram suas pernas após tantos anos e como estavam aquela bunda linda que sempre me fez praticar a velha masturbação.  Soraia entrou num quarto e me pediu para esperá-la um pouco; logo notei um barulho de chuveiro; de repente a voz da gata sexy me chama e pede para eu levar algo até ela; juro que pensei que ela estivesse vestida, mas para minha surpresa, ao chegar na porta do banheiro, notei a mulher peladinha, água caindo sobre seu corpo e ela passando sabonete na xoxtota mais deliciosa da cidade; estava lisinha, sem pelos e brilhando com a água do chuveiro.  Fiquei estático, imóvel, o pau endureceu na hora, o suor começou a cair e ela, sem perder o rebolado me disse: meu marido está viajando, meu filho na casa da avó e eu aqui, com tesão e o garoto que eu sempre quis comer no tempo da escola!  Tirei toda a roupa e cai no chuveiro; entre beijos, chupões, esfregas e ralações, meu pau parecia que ia explodir. Soraia esfregou a bunda em meu pênis duro, pediu para eu não dizer nada; depois esfregou a buceta, abaixou-se e fez o mesmo com os seios e mais baixo ainda, colocou meu pinto inteiro na sua boca.

 Chupou meu pau por vários minutos e quando viu que eu ia gozar, saiu rapidamente e apertou bem a cabeça do mastro para estancar o gozo; ela me disse que queria tudo aqui em outro lugar. Soraia ficou quase de quatro e pediu para eu enfiar tudo, mas que eu não gozasse. Entrar naquela buceta era como ganhar na loteria; meu pau entrava a medida que meu sangue fervia e ela gritava, uivava e gemia.  Ficamos naquela ralação por mais alguns minutos e depois saímos do banho; fomos para a cama do casal namorar; foi lá que Soraia me pediu para enrabar ela com força; me disse que o pinto de seu marido não a satisfazia a pelo menos 5 anos e que seu tesão era desde então solitário. Com carinho e sem timidez ela umedeceu a cabeça de meu pau com sua saliva e ficou aberta, receptiva a receber 17 cm de músculo cheio de veias latejando em sua bunda. Comecei devagar e logo aumentei o ritmo; ela gritava mais e tentava rasgar seus lençóis.  Após algumas boas estocadas no cuzinho da moça eu gozei e ela pediu para não tirar o pau de dentro; Soraia começou a bolinar a sua buceta e meu pau voltou a crescer; quando fui meter forte ela gritou e disse que estava gozando; eu segurei, mas não consegui; ao notar o gozo forte daquela mulher linda de 40 anos e 5 de cio, gozei mais uma vez e quase morri.  Deitamos um pouco, ela sobre meu corpo, tomamos outro banho e ela enfim vestiu-se para ir a academia. Levei-a até a academia e para minha surpresa, seu professor era seu marido, que aliás, me recebeu muito bem e sorridente. Soraia falou algo baixinho ao seu ouvido e ele sorriu mais ainda; tentei sair o quanto antes, mas na saída o marido dela me disse: Obrigado! Fiquei sem entender nada e fui embora sem ao menos me despedir direito da gata.  

Quando cheguei em casa recebi uma ligação deles e ele, o marido, me disse que somente daquela forma a mulher dele ficava feliz, ela também pelo visto. Disse-lhe que não sabia do que ele estava falando, mas ele sorriu e me afirmou que eu sabia sim. Me convidaram para jantar naquela noite, mas eu não podia por motivos pessoais.  No dia seguinte nos encontramos e fomos os três para sua casa e lá, rolou novamente uma orgia; eu e o marido de Soraia comendo ela ao mesmo tempo. Foi sensacional e novo para mim. Marcamos de nos encontrar mais vezes.

 

Vem meu lindo, come meu bumbum

Passo aqui um conto verdadeiro, aconteceu comigo há três meses, foi quando, finalmente, perdi minha virgindade no bumbum. Foi a única vez que dei até agora.

Hoje tenho 22 anos. Desde criança, tenho desejos de ser menininha; tudo começou quando vi a tiazinha na TV, e fiquei excitado. Criança que era, tudo que queria era ser como tiazinha, colocar calcinha, seduzir os homens...
O desejo foi crescendo, me masturbava muito, via vídeos na internet, fotos, contos...comecei a entrar em bate-papos gay e brincar na cam com vááários homens; mostrava minha bundinha pra eles, rebolava gostoso, abria a bundinha. Comecei, inclusive, a depilar meu cuzinho por causa disso; gozei muito e fiz vários gozarem.
Aventuras à parte, apenas com 21 anos tomei coragem, com um moço que conheci na internet. Apesar de baixinho, ele era saradinho, tinha uma pica gostosa, bonita, grossa. E mais: morava perto de casa, o que aumentou ainda mais minhas fantasias. Conversei com ele várias vezes e me masturbei muito, até que, um dia, estava sozinho em casa, encontrei ele no MSN, e decidi que iria encontrá-lo.
Combinamos um local. Eu corri pra ficar delicioso pra ele: tirei todos os pelos do meu bumbum e peito, cortei minhas unhas, roubei um creme da minha irmã e passei no corpo pra ficar cheiroso, enfim, fiquei limpinho. Encontrei ele e, logo, ele me fitava da cabeça aos pés, com desejo; era bonito, o cara ideal para perder minha virgindade, morava sozinho.
Entrei na casa dele, fiquei muuuuito nervoso; como seria dar o cú? Seria bom? E se minha mãe descobrisse? Bom, logo ele tirou o pau pra fora, e eu comecei a chupar a cabecinha, olhando pra ele com cara de putinha carente, os olhos pra cima, enquanto lambia o pau, chupava o saco, dava mordidinha nas bolas. Gostoso, fui perdendo o nervosismo.
Resolvi deixar ele louco. Ele pediu pra chupar o pau dele, e eu disse: - “não, eu sou menininha”. Pedi pra chupar meu cuzinho...foi uma delícia!!! Gemi muito alto, enquanto sentia a língua no meu cuzinho recém-depiladinho, vinha um friozinho e uma sensação boa que me dava calafrios. Fizemos um meia nove, e eu, me sentindo uma puta, estava realizado.
Beijamos na boca, sentindo pelos de macho na minha face. E, logo, me agachei na cama, fiquei de quatro, e pedi: “vem meu lindo, come meu bumbum!” Ele bombou na minha bunda, meteu muito, eu gemia que nem uma puta, piranha, vendo o pau indo e vindo na minha bundinha branca.
Ele gozou. Eu gozei em seguida. Tomamos banho juntos. Apesar de ter siso bom, ainda não sai com ninguém de novo. Quero alguém mais especial agora, se houverem candidatos, mandem email...
Beijos!

danipassivo@hotmail.com

Minha Aluna Tarada - Um fim de semana delicioso parte I

Como já havia dito antes, me rendi a Amanda. Desde o inicio nosso relacionamento foi conturbado, porque alem de ser minha aluna, é menor de idade, tudo bem que ela tem17 anos, mais no ponto de vista legal é menor...

Mas enfim após o nosso primeiro encontro, resolvemos continuar a nos ver, o que cada vez estava se tornando uma tortura, porque vê-la quase todos os dias em sala de aula e não poder tocá-la, beijar aquela boca vermelhinha... Era uma tortura, e para piorar a sacana sabia disso e ficava provocando, vinha com vestidos curtos e sentava em minha frente, abrindo suas pernas, se exibindo para mim, acreditem teve um dia que ela foi sem calcinha e se abriu toda pra mim, quando vi ela toda aberta, aquela bucetinha toda depiladinha em minha frente quase cai da cadeira, olhei para ela e a cínica deu um baita sorriso e piscou... Sinceramente eu tava lascada com essa garota... Essa foi uma, das muitas vezes que ela me provocava em plena sala de aula.

O conto em questão aconteceu durante uma excursão que o cursinho ofereceu, a turma que tivesse o melhor desempenho em um simuladão, iria ganhar uma viagem para Caldas Novas – GO, bom a turma que Amanda estudava ganhou, foram escolhidos 6 professores para acompanhar a turma, e eu fui um deles a ser escolhido, iriamos passar o fim de semana, sair na sexta pela manhã e voltar domingo a noite.

Chegando na sexta feira, a reunião foi enfrente ao cursinho, pois era lá que o ônibus sairia , assim que cheguei procurei logo por Amanda, quando olho para o outro lado da rua, me deparo com Amanda saindo do carro de seus pais e pior seus pais saindo também, e parece que eles faziam menção de atravessar a rua... Resolvi procurar alguma coisa pra fazer, mas quem disse que adiantou, eles vieram justamente falar comigo... No instante que se aproximaram de mim pensei lascou tudo, agora que eles me matam...
Sem mínima cerimonia Amanda chegou em mim e disse:
- Professora Sarah quero apresentar a você meus pais...

Cumprimentei e disse:
- Muito prazer em conhece-los...
E seus pais responderam:
- O prazer é todo nosso, afinal nossa Amanda fala também de você...
Olhei pra ela e vi aquela safada com um baita sorriso estampando...
Conversamos mais um pouco, confesso que não lembro de nada de tão nervosa que estava. Escutamos o motorista dizendo que estava na hora de irmos, entramos no ônibus e fomos pegar a estrada.. Sentei junto de André o professor de física, ele era gente boa, mas tinha uma cara de doido, rsrsrs... Amanda tinha sentado perto de sua melhor amiga, e estavam numa animação, de onde eu estava conseguia ouvir sua risada, nosso como adoro essa risada dela...
Pra resumir, a viagem foi assim Amanda na dela e eu na minha... O que pra mim foi um sacrífico e um alívio...Porque do jeito que eu estava de saudade poderia ter feito besteira ali mesmo...
Chegamos na pousada, confirmamos nossa reserva e fomos para divisão dos quartos.. Fiquei dividindo o quarto com mais 4 alunas, torcendo que Amanda estive entre elas... Mas o que não aconteceu, mas do males esse era o menor, afinal, iria passar um fim de semana com ela, tudo bem que tinha bastante gente, mas iamos dar um jeito...
Entreguei as chaves para umas das meninas enquanto acertava um detalhes na recepção... Tudo certo me encaminhei ao meu quarto, e quando chego lá encontro outra professora em meu lugar desfazendo as malas...
Estranho e pergunto:
- Ué, também vai ficar aqui?
E ela me responde:
- Na verdade eu estou no seu lugar.. As meninas pediram para trocar de lugar com você, e como não me dou muito bem com elas, eu troquei, algum problema?
Disse que não havia e me encaminhei para o quarto que foi indicado...
Conferi o numero, e entrei. Quando entro dou de cara com Amanda e as amigas dela...
Num grito elas exclamam: - Até que enfim você chegou... Me puxaram a mão e me mostraram onde ia ser a minha cama... Falaram mais umas coisas, mas a única coisa que consegui pensar que ia dividir o mesmo quarto com minha Amanda...
Falaram que ia conhecer o lugar, e foram saindo, inclusive a Amanda, pedi que ela ficasse pois queria conversar com ela... As meninas pediram para ela não demorar e nos deram tchau...
Assim fecharam a porta, Amanda sentou na beira da cama, fui até a porta e passei a chave.. Não estava mais aguentando ficar só na vontade, puxei ela e lhe dei um beijo, não aquele beijo sereno, mais sim um beijo que mostrava como estava louca por ela, um beijo que parecia querer tirar sua alma. Sem parar de beija-la apertei sua bunda de encontro mais ainda ao meu corpo, passei minha coxa por entre as pernas dela, e ela entendendo meu recado começou a se esfregar em mim, gemendo, desci meus lábios por seu pescoço, aquele pescoço maravilhoso, branquinho, passando a língua, mordendo, dando pequenos chupões (tomando cuidado para não deixar marcas), enfiei minha mão dentro do seu short a apertei mais ainda sua bunda, a cada aperto que dava ela, se esfregava ainda mais, me deixando mais louca de desejo ainda, e quando estava preste a colocar a mão na parte da frente do seu short, escutamos batida na porta me chamando. Continuamos na mesma posição, quando respondi dizendo que já estava indo...
Lhe dei um selinho nos labios e lhe disse: - Garota você me deixa maluca...
Me retribuiu passando a língua em meus lábios dizendo que ia cobrar o que paramos... Com outro selinho disse que podia cobrar muito mais se quisesse. Me recompus e fui ver o que era...

Sarah Pezzine

sarahpezzine@hotmail.com

Verônica deu para o ginecologista

Verônica vinte e oito anos, tinha um corpo lindo: morena clara, bundinha arrebitada, seios médios, um metro e sessenta e cinco, um rosto lindo com um sorriso cativante, boca carnuda, dentes perfeitos.
Iniciou sua vida sexual aos dezoito anos, fodia com seus ficantes dentro do carro com muita freqüência, infelizmente ia pouco a motéis, os caras tinha carro, mas faltava o dinheiro para o motel. Desinibida, chupava e adorava ser chupada, tinha uma tesão enorme, porém não atingia o orgasmo, seus parceiros a fodiam de todas as maneiras e ela não gozava, sabia que o homem adora a idéia da mulher gozar e assim “fingia”, gemia alto, gritava com escândalo dizendo que o companheiro era gostoso, delicioso, mandava meter tudo, pedia para ser xingada e não abria mão de uns tapas na bunda, mas não gozava; o parceiro gozava muito, ela fingia e terminava a foda com o coração disparado, xoxota em brasa pedindo mais e muitas vezes se masturbava em casa após ser fudida, se assim não fizesse não dormia, só gozava se masturbando!
Fazia de tudo para gozar com os homens que fodia, não conseguia.
Marcou uma consulta no seu convenio e assim foi ao ginecologista achando que tinha alguma coisa errada com ela, lá chegando teve uma surpresa de encontrar um ginecologista Dr. André na faixa dos cinqüenta a sessenta anos, cabelos totalmente grisalhos, ele a recebeu com educação perguntando de uma forma bastante natural qual era seu problema e assim Verônica deixou claro que “não sabia o que era um orgasmo”, o médico Dr. André fez lhe algumas perguntas sobre se ela ficava excitada naturalmente com caricias ela relata que sim, sem chegar a detalhes; ele a pede que tire a roupa e deite na maca solicitando imediatamente a presença da enfermeira para acompanhá-los no exame local. Verônica se despe, coloca uma espécie de bata aberta na frente e se deita colocando as pernas no aparelho na posição de exame. A enfermeira presente auxiliando o Dr. André, este chega examina sua xoxota pegando de uma forma profissional nos lábios e aperta um pouco o clitóris (o grelo) que era um pouco avantajado, pegou no grelo com uma leve pressão, examinou o de perto, Verônica teve a impressão que ele soprava no seu grelo, mas parecendo respiração normal, afinal a enfermeira estava em pé vendo a ser examinada, Verônica sentiu tesão “com a impressão do sopro”. O celular da enfermeira tocou ela pediu licença e foi atendê-lo, Dr. André com a mão enluvada introduziu um dedo lubrificado na xoxota de Verônica perguntando se ela sentia dores, ela disse que não e aproveitando a saída da enfermeira sussurrou: “O senhor tá me deixando excitada Dr!”, Dr. André tirou a mão Verônica se sentiu envergonhada, a enfermeira
retorna quando o Dr. Já estáva usando os  aparelhos observando o interior da vagina.
Terminado o exame local o médico solicita exames de sangue e de urina rotineiros, Verônica vai embora, seu carro no estacionamento, resolve tomar um lanche, telefonar, ver umas vitrines no shopping ao lado coisas assim, demora umas duas horas e quando vai entrar no seu carro descobre que está com um pneu furado, fica um pouco furiosa porque não sabia trocar um pneu, nunca trocara, abre o porta malas e para sua surpresa uma voz lhe pergunta se podia ajudar, era o Dr. André  o ginecologista, ele vê o pneu furado e diz que vai ajudá-la, com uma energia incomum para sua idade ele troca o pneu em minutos, suja as mãos e vai ao shopping lavá-las quando Verônica agradecida o convida para o almoço, era o mínimo que ela podia fazer por ele que a ajudara, ele diz que topa porque terminou seu plantão na clinica e lá vão os dois almoçar.
Verônica e Dr. André conversam muito sobre filmes, livros e curioso é que ele era atualizado, antenado com o mundo ao seu entorno.
Seu olhar fascinava Verônica principalmente quando ele “pousava” os olhos no seu decote, olhava muito, sempre com discrição, Verônica começa a sentir tesão por aquele senhor de cabelos brancos e fica com o biquinho do seio intumescido debaixo da blusa de malha, mesmo com o soutien ela nota que o “danado do biquinho do seio” está “aceso”.
Começam a falar da vida, de relacionamentos e ele conta pra ela que está separado há seis meses, como trabalha muito não tem se relacionado com ninguém neste tempo, com tesão Verônica começa a imaginar ele na cama, será carinhoso, fala palavras bonitas, gosta de ser chupado, chupa gostosos, mete devagar, demora fudendo? Ela lera em uma revista que homens mais velhos não têm a tesão de um garotão, mas que suas fodas têm mais qualidade, paciência com a parceira e que “naturalmente demoram a gozar”, estava sentindo a xoxota se contrair de tesao ao ter estes pensamentos quando inesperadamente diz ao Dr. André: ---“Nunca namorei um homem da sua idade, mas gostaria”! Imediatamente o Dr. André dá um sorriso bonito, dentes perfeitos e diz aproveita “estou solteiro”! Assim conversando ele diz que ela é bonita e que ele ficou de pau duro ao examiná-la principalmente quando viu que ela tinha o grelo grande, a conversa dele deixou Verônica com mais tesão, além do bico do seio demonstrando que ela estava pegando fogo, a xoxota se contraindo debaixo da calcinha Verônica ficou com a respiração ofegante dizendo que estava com muita tesão naquele momento. O Dr. André disse que também estava com vontade de beijá-la, acariciá-la, mas que ali pegava mal para ele, medico vestido de branco um senhor de cabelos brancos acariciando uma mulher jovem, ele disse que se sentia mal e disse: ---“Vamos a um motel fazer amor bem gostoso, sou velho mais sei tratar uma mulher”! Verônica não pensou duas vezes, passou a mão na bolsa e disse ---“vamos”!
O Dr. André a levou em um motel chique, Verônica se sentiu valorizada como mulher, o local era lindo, cortinas, quadros, cama redonda, luz negra no teto, TV de plasma, frigobar em que ela abriu e retirou uma garrafa de vinho e duas taças geladas.
Começaram a se beijar e beber e Verônica adorava o beijo do coroa, ele começava a roçar os lábios Verônica se chegava querendo beijar forte, ele puxava o corpo, apenas roçar para tesar mais a Verônica, em seguida puxou a para si beijando com força, línguas se tocando e de vez em quando ele sussurrava: “gostosa” de uma forma que arrepiava, voz rouca um sussurro!
Roupas espalhadas pelo chão e um explorar de corpos contínuos, ele adorou seus seios e começou a “mordiscar” o biquinho inchado de tanta tesao, às vezes era suave, às vezes um pouco selvagem parecia querer engolir seus seios, Verônica desceu a mão no seu pau e sentiu o duro, pulsando, latejando em suas mãos, imediatamente desceu pegou aquele cacete cheia de tesão, olhou-o, um cacete bonito levemente curvado para cima e com uma cabeça no pensar dela “apetitosa”, começou passando a língua suavemente Dr. André gemia: ---“Oh, uuuuiiii, aaaai delicia, chupa gostoso, chupa meu bem”! Verônica passava a língua suavemente ajoelhada aos pés do Dr. André, de vez em quando chupava e olhava pra ele de uma maneira safada, seu sorriso prometia que ia ser uma tarde daquelas!
André deita a na cama beija todo o seu corpo, dá uma bitoca na xoxota e desce até seus pés, em seguida pede a para virar de costas e começa a subir beijando e mordiscando, beija as panturrilhas, morde de leve a bunda, abre suas nádegas e introduz a língua no cuzinho, Verônica geme baixinho quando ele passa a língua durante uns dois minutos no seu cú: ---“aaaaaaaa, ohhhhhhh, hummmm delicia, nunca fui chupada no cu”! Andre sobe passando a língua no meio da coluna, subindo e descendo, Verônica tá que não se agüenta mais de tesão e pede: ----“Me fode!”, André diz que não, que ainda não é à hora, beija sua nuca lentamente e vai da nuca a boca, Verônica sente seu pau duro latejando no meio da sua bunda, até seu cuzinho pisca de tanta tesão, Andre a vira, abre suas pernas e diz assim: ----“Que xoxota linda, xoxota vou lhe dar um chupada daquelas”! E começa a passar a ponta da língua de baixo para cima, de cima para baixo, mordisca os lábios da buceta prendendo-os entre os seus lábios, introduz a ponta da língua dura como se fosse fodê-la com a língua, em seguida começa a sugar seu grelinho que já e grande e agora parece que ele cresce mais na boca do Dr. André, Verônica excitada sente o calor da boca daquele macho maduro e experiente no seu grelinho, toda a sua xoxota treme, queima e deseja aquele macho, realmente o danado sabe chupar uma mulher!  pede a Verônica que fica por cima ao contrario e fazem um sessenta e nove daqueles, Verônica nunca sentira tanta tesão, não se agüenta mais e diz que quer cavalgar aquele garanhão, quer sentar em cima do caralho e senta e este vai entrando naquela buceta quente, macia, apertada, parece que o caralho entra e o Dr. Andre sente que seu cacete está sendo mastigado, a buceta da Verônica se contrai e relaxa de segundo em segundo, entra tudo! Verônica sente o saco do homem sendo pressionado e começa a rebolar e arremeter para frente e para trás sobe e desce gostosamente, sente que aquele caralho um pouco inclinado para cima fricciona o seu grelo e começa a gozar um gozo longo, continuo e único, Verônica começa a gritar, a urrar louca de tesao e de gozo FINALMENTE: ---“aiiii, uuuuiii, deliciaaaaa, estoooooouuuuuu gooooozzzzzzaannnndoo, aiiii , gostoso, me fode, delicia da mmmmmiiiiinnnnhhhhhhhha vidaaaaaaaaaaa”, André fica alucinado de tanta tesao, de ver aquela fêmea subindo e descendo, gritando, balançando seus seios, sacudindo a cabeça pra direita e pra esquerda e urrando: ---“Delicia de coroa gostoso, você é meu, me fode gooooossooootttttooossso, mais, me fode, agora sim sou mulher completa, fode meu amor, fode sua puta, sua escrava, sua cadeeeellllaaaa”! André por baixo, força a entrada da “pica” naquela buceta louca e força e o caralho entrando cada vez mais naquela fêmea rebolando em seu caralho, Verônica pela primeira vez goza, goza durante uns dez longos minutos, Andre ordena: ---“Fica de quatro minha puta, quero te enrabar, te comer como um cachorro fode uma cadela”! Verônica fica de quatro e Dr. André que há muitos meses não fodia, fode aquele mulherão com força, seu caralho entra totalmente e no vai e vem houve-se o plec, plec, plec do caralho batendo na xoxota e ambos gozam deliciosamente durante horas, Dr. André deu três fodas em quatro horas de muito amor, carinho, conversas, risos, vinho e respeito, Verônica agora via novos horizontes, via possibilidades de ser feliz, de gozar, de ser uma mulher completa.
Por razoes varias Verônica casou-se com um empresário evangélico, se tornou evangélica, praticava a religião era uma verdadeira santa para os irmãos da igreja, mas não conseguia gozar com seu marido que extremamente religioso dizia que sexo é para aliviar o homem e procriar, Verônica fingia que aceitava as idéias dele, cantava na igreja, pregava, visitavas pessoas doentes, uma santa! Porém, toda semana ela inventava uma desculpa e ia “foder” com Dr. André, a última foda ela ficou na cama do motel deitada com soutien e calcinha vermelha, fumando um cigarro aromático em uma longa piteira e, exigiu que o Dr. André entrasse a visse deitada e perguntasse quanto que era o preço da foda, fazendo-se de puta, era uma fantasia que ambos adoravam, e fodiam, fodiam, fodiam como um homem e uma mulher devem foder sem medo, sem preconceitos, se entregavam ás delicias do amor.
E assim, vivendo uma vida dupla Verônica na igreja era uma santa, bem vestida sem decotes até parecia uma beata, mas em determinado dia da semana, em um determinado motel; ela fudia e atendia aos apelos da sua buceta “caliente”.
E assim, a vida vai passando, cada um com seus desejos, frustrações e satisfações.
A vida é bela! Não acham?
wilsonmartins@r7.com

 

Um swing gostoso com um casal de amigos parte II

Boa tarde caros leitores, meu nome é Jony, a minha esposa é a Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, casados há mais de doze anos e loucos por sexo, nosso relacionamento é aberto e liberal, adoramos realizar fantasias e em todos esses anos de convivência já realizamos muitas, não desperdiçamos uma chance, depois agente senta, comenta e escreve para vocês lerem e sentirem como é gostoso fazer aquilo que gostamos. Essa que vamos contar hoje é a continuação do conto ; UM SWING GOSTOSO COM UM CASAL DE AMIGOS que postamos há algum tempo atráz onde eu e a minha esposa Shirley alugamos uma casa e convidamos um casal de amigos, João e Flávia para passar dois dias conosco, lá rolou muita cerveja, dança, sexo e swing, tranzamos os quatros no mesmo ambiente com direito a troca de parceiros e tudo mais, começamos logo após o meio-dia e entramos pela noite, nós quatro já estavámos um pouco exastos, dançamos, bebemos e fizemos um swing gostoso no início da tarde, próximo das 22:00 Hs resolvemos dar uma pausa pra recupear as energias e dormir um pouco, eu e a Shirley fomos pro nosso quarto e o João e a Flávia foram pro quarto deles. Era 01:30 da manhã quando eu acordei com uma sede danada, olhei pro lado e vi que a Shirley, minha mulher dormia, então resolvi descer as escadas da casa e ir até a cozinha tomar um pouco de água, quando eu estava retornando encontrei com a Flávia, esposa do João na porta da cozinha, ela também tinha vindo tomar água, perguntei pelo João, seu esposo e ela me respondeu que ele estava dormindo, enquanto ela tomava água eu fiquei esperando, Flávia é uma loira alta e bonita, sempre fui tarado por ela, ela estava vestida somente de calcinha e sutiã, eu estava vestido em um shortinho curto, sem cuecas, comecei a olhar pra bunda da Flávia que é enorme e gostosa, meu pau ficou duro na hora, como eu estava de short sem cuecas, o volume que se formou por baixo do meu short era enorme e notório, quando ela viu meu pau duro, parou na minha frente e perguntou;..... Nossa, você já estar assim, uma horas dessas, de pau duro ?

E eu respondi;.... Tô sim, foi olhando pra sua bunda que fiquei desse jeito, em seguida ela sorrriu e veio na minha direção, ficamos os dois em pé na porta da cozinha, olhando um pro outro, nos abraçamos, começamos a se beijar e a trocar caricías, em seguida retirei seu sutiã me enclinei um pouco e comecei a chupar seus seios, depois coloquei ela escorada na parede, de costas pra mim, me ajoelhei no chão, retirei a sua calcinha e comecei a massagear aquela bunda enorme e gostosa e a acariciar sua buceta levemente, ela virou seu olhar pra tráz e ficou observando tudo, em seguida, eu abri sua bunda com as duas mãos e comecei a chupar sua buceta e seu cuzinho também, ela começou a gemer de tezão e a rebolar sua bunda em meu rosto, ficamos nessa por alguns minutos até que ela se virou de frente pra mim, pegou na minha mão e me fez ficar de pé na sua frente, começamos a nos beijar novamente, depois ela foi descendo apertando meu pau por cima do short e chupando meus peitos, logo ela se ajoelhou no meus pés, retirou meu short, me segurou pelas pernas, abriu sua boca e começou a chupar meu pau sem usar as mãos, ela chupava muito gostoso, em seguida ela punhetava meu pau e chupava ao mesmo tempo, chupava com vontade, daquele tipo de mulher que chupa pra se deliciar e sentir o sabor da rola, estava um delícia, depois disso, puxei uma cadeira e me sentei, Flávia veio pra cima de mim e sentou no meu colo, de frente pra mim, colocou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar subindo e descendo, eu sugurava ela pela cintura e forçava seu corpo contra o meu fazendo com que meu pau entrase todinho em sua buceta, de vez enquanto eu abria a bunda dela e metia um dedo em seu cuzinho enquanto metia meu pau em sua buceta, ela continuava pulando no meu colo e gemendo de tezão com me pau dentro da sua buceta, ficamos nesta pocisão por muito tempo pois a Flávia não queria parar de cavalgar no meu pau mais estava um pouco tarde e eu queria aproveitar sozinho aquela gata, então resolvemos mudar um pouco, Flávia ficou de quatro em cima da cadeira e eu em pé por tráz dela, peguei meu pau duro e enfiei na sua buceta novamente, fiquei metendo e curtindo a bunda da Flávia que é um tezão de bunda, a Flávia gemia forte mandando eu meter tudo na sua buceta, eu enfiava tudo e ela delirava com minhas estocadas, teve um momento que meti tão forte na sua buceta que a flávia soltou um grito alto me pedindo para parar um pouco pois ela já não aguentava mais de tanto gozar, parei um pouco e retirei meu pau de dentro da sua buceta, ela se levantou e sentou na cadeira, de pernas abertas, de frente pra mim e ficou se abanando com as mãos e respirando forte, eu aproveitei esse momento e me aproximei, me agachei um pouco, levantei suas pernas, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho e fui enfiando devagarzinho, quando meu pau entrou a metade eu comecei a meter, ela ficava parada olhando meu pau entrando e saindo do seu cuzinho, fiquei comendo seu cuzinho por alguns minutos até que o tezão dela começou a voltar, logo ela começou a passar a língua nos lábios e a se masturbar massageando sua buceta enquanto eu metia na sua bunda apertada e gostosa, ela gemia alto e forte masturbando sua buceta e pedia pra eu meter tudo em seu cú e gozar dentro dele, eu acelerei as estocadas naquele cuzinho apertado enquanto ela punhetava sua buceta e em poucos segundos gozamos os dois juntos, ela gozou com seus dedos na sua buceta e eu gozei dentro do cú dela, foi muito gostoso, depois disso, nos vestimos e fomos em direção dos nossos quartos, quando chegamos no final das escadas encontremos com o João, marido da flávia, antes que ele perguntase qualquer coisa, a Flávia foi logo dizendo que veio tomar água e que por coincidência nós havíamos nos encontrado alí, que ela estava muito cansada e que naquele momento iría dormir, rapidamente ela foi para o seu quarto, eu e o João descemos as escadas e ficamos na cozinha conversando um pouco, eu acabei contando pra ele tudo que havía acontecido entre eu e a Flávia, logo depois disso, João ficou exitado, de pau duro e me pediu para também tranzar com a Shirley naquele momento, eu como adoro ver minha mulher tranzando com outro concordei na hora, contando que eu estivesse presente e assistisse a tudo, tudo aceito entre nós dois, eu pedi pra ele um tempo e fui até meu quarto falar com a Shirley, minha mulher, cheguei lá acordei ela com carinho e disse a ela o que havía acontecido entre eu e a flávia e também do que o joão queria fazer com ela, a Shirley demorou um pouco pra responder pois ainda estava um pouco sonolenta mais acabou aceitando e fazendo algumas exigências, disse que estava um pouco cansada e que queria uma tranza rápida, que era pra eu ficar quetinho assistindo ela e o joão tranzando e se vingando de mim e da Flávia, nesse momento eu fui tirando a roupa da Shirley e pedindo pra ela esperar o João totalmente nua em cima da cama, ela me atendeu e eu fui até a cozinha chamar o joão, quando abri a porta do quarto João já me esperava do lado de fora, nú, de pau duro, logo pedi pra ele entrar, fechei a porta, ascendi a luz e lá estava a Shirley deitada nua em cima da cama de pernas abertas, eu me sentei em uma cadeira e disse ao João que aproveitase logo aquele momento pois já era muito tarde, que todos nós precisavámos dormir e descansar para o dia seguinte, depois disso, João foi em direção da cama, se agachou entre as pernas da minha mulher e começou a chupar sua buceta, ela pegou uma das mãos dele e colocou sobre os seus seios, ele chupava a buceta dela e acariciava os biquinhos dos seios dela com as mãos, isso foi ascendendo um pouco o tezão da minha mulher, em seguida, ela mandou ele deitar na cama e se sentou em cima do seu rosto, depois se enclinou um pouco e começou a chupar seu pau, os dois iniciaram uma meia nove e ficaram um chupando o outro por alguns minutos até que ela saíu de cima dele e se pocisionou de quatro em cima da cama, colocou seu rosto em cima de um traveseiro e com suas próprias mãos abriu sua bunda mandando o joão meter seu pau, João logo foi por tráz dela, enfiou seu pau na buceta da Shirley e começou a meter, enfiava forte e rápido na buceta dela sem parar por vários minutos até que ela pediu a ele parar e mudar de pocisão, ela mandou ele se deitar na cama e foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele o começou a cavalgar pulando em cima do pau dele, ficou cavalgando por alguns minutos naquela rola até que ela se enclinou um pouco e ofereceu seus seios pra ele chupar enquanto ele metia em sua buceta, isso aumentou um pouco o tezão da minha mulher e ela começou a gemer, há essas alturas, meu pau já estava duro e eu comecei a bater uma punheta vendo a shirley dando a buceta pro joão, ele metia na buceta dela e chupava seus seios ao mesmo tempo, não demorou muito e ela acabou gozando aos berros sentada no pau dele, em seguida ela deu um demorado beijo na boca dele e ficou descansando um pouco em cima do João sem tirar o pau dele de dentro da sua buceta, depois de alguns minutos, joão começou a meter na buceta dela novamente e ela pediu pra ele parar pois não aguentava mais, ele aproveitou a oportunidade e pediu para meter um pouco no cuzinho dela, ela aceitou, saiu de cima dele e se deitou na cama de pernas abertas, ele se ajoelhou entre suas pernas, colocou uma almofada por baixo da bunda dela, levantou suas pernas, colocou seu pau na entrada do cuzinho e foi enfiando lentamente até entrar tudo, em seguida ficou comendo o cuzinho dela numa boa, ela estava paradinha assistindo ele meter seu pau em seu cuzinho até que depois de algunus minutos ele começou a acariciar a buceta dela enquanto metia em seu cuzinho, derrepente ela mesma pediu pra ele gozar e começou a se masturbar esfregando sua buceta enquanto ele comia o cú dela, ele foi acelerando as estocadas no cuzinho dela e disse que iría gozar, nesse momento, ela rapidamenete retirou o pau dele de dentro do seu cú, colocou dentro da sua buceta e mandou ele gozar logo, em seguida ele deu umas quatro estocadas fundo e forte dentro da buceta dela e os dois explodiram num gozo forte, gemendo e se contorcendo, agarrando um ao outro e se beijando, joão gozou dentro da buceta dela, depois de alguns segundos, João saiu de cima dela, vestiu sua roupa rapidamente e foi pra seu quarto, a Shirley estava em cima da cama com a buceta brilhando com o esperma que o joão gozou dentro, eu que até aquele momento batia uma punheta assistindo a tudo, me aproximei da Shirley e comecei a chupar sua buceta cheia de esperma, limpei ela inteirinha sugando até a última gota, depois coloquei meu pau entre os seios da shirley, punhetei um pouco e gozei em cima deles, ela limpou todo o meu esperma, caíu pro lado da cama e foi dormir, eu também fiz o mesmo. No outro dia apenas tomamos banho de piscina e bebemos umas cervejinhas.

Até a próxima !

 

Segredos que as esposas contam para os psiquiatras

Tenho atendido tantas clientes insatisfeitas no casamento, que resolvi fazer uma análise, para tentar ensinar aos maridos como tratar suas esposas. Julgo que com isso, poderei levar a felicidade a muitos lares que estão prestes a serem desfeitos.
Resolvi gravar todas as consultas, e depois do expediente, eu os ouço, e transcrevo em meu computador do consultório, sem identificar as pacientes, com intuito de editar um manual aos maridos. Por enquanto, ainda estou coletando os dados e agrupando em casos semelhantes, para facilitar a análise. Já são mais de 400 gravações.
Como ainda deve demorar algum tempo, para poder lançar o Livro de Ajuda aos Maridos, resolvi escrever aqui, como um teste da recepção que o livro terá e também para ouvir sugestões e críticas de vocês.
Vou transcrever alguns casos, e da mesma forma que estou escrevendo no livro, colocarei na forma de pergunta e resposta, quando eu pergunto, escrevo “Psiq:” e quanto a paciente responde escrevo um “Nome:” e quando eu fizer uma Observação para facilitar o entendimento por vocês, escreverei “Obs:” darei nome fictício às pacientes, para preservar a identidade delas.
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Caso 1 :
Obs: Para vocês poderem imaginar, a paciente deste Caso 1, Lucia, é uma esposa com 33 anos, magra, 1,63 m de altura, 48 Kg, rosto lindo, sorriso que derrete qualquer pessoa, se veste com extrema elegância e bom gosto, tem braços e pernas longas, finas e torneadas, sempre com vestidos justos, e cintos que realçam sua cinturinha, separando seus seios fartos dos quadris arredondados, adora andar em sapatinhos de saltos altos. Enfim, é uma mulher que chama atenção e admiração em qualquer lugar. Está casada há 2 anos e ainda não tem filhos.
Ela adora se sentar na poltrona do meu consultório, expondo um pedaço de seu par de coxas alvas e bem torneadas, envoltas em meias cor da pele, com sapatinhos de salto alto, enquanto faz sua terapia. As vezes, ela tira os sapatos, e dobra suas pernas sob as coxas, fazendo suas saias e vestidos subirem, expondo ainda mais os belíssimos par de coxas. Mas eu não me abalo, estou acostumado a consultar pacientes lindíssimas e muito elegantes.
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Lucia: Dr., ultimamente, meu marido, durante nossas relações sexuais, tem feito uns pedidos, que acho muito estranhos, e gostaria de saber sua opinião Dr., e saber como devo reagir. Meu marido começou a me perguntar quantos namorados eu já tive, como eu perdi a virgindade, quem me ensinou a chupar e a ser chupada, idem para sexo anal, 69. No início, levei na brincadeira, mas vi que ele fala sério, quer saber em detalhes. E noto a como ele fica excitado nessa hora.
Psiq: E você tem contado o que ele quer saber?
Lucia: Eu falo só um pouco de cada pergunta, mas ele quer saber em detalhes. Eu fico em dúvida, se eu devo contar tudo, como ele pede, ou se é melhor eu mentir para não criar problema conjugal. Fico com medo que ele, ao saber toda verdade, possa pensar que eu seja uma mulher vulgar e perca o respeito que tem por mim.
Psiq: Isso depende muito do tipo de relação que você tem com seu marido. É uma relação sólida? Ele tem a mente aberta para aceitar as coisas?
Lucia: Sim, temos um ótimo relacionamento, em todos os sentidos, inclusive na cama. Para nós, entre 4 paredes, não há limites, desde que seja com consentimento mútuo.
Psiq: Você teve muitos namorados antes dele? O que você já contou sobre seu passado?
Lucia: Quando começamos a namorar, eu não contei, por exemplo, que já não era mais virgem, pois achei desnecessário, ele perceberia na primeira relação que eu já não era virgem, assim, ele sabia que eu já tive outros namorados, mas nunca falei quantos eram, ou como eram meus namoros.
Psiq: Na verdade, Lúcia, todo marido gostaria de saber em detalhes tudo o que se passou na vida da esposa, o passado delas, principalmente no tocante a sexo, mas eles não tem a coragem de perguntar, pois temem ouvir coisas terríveis. Seu marido, não é nenhum anormal, somente ele teve a coragem de dizer.
Lucia: Mas morro de medo de contar tudo, como ele pede, por isso resolvi vir pedir sua opinião Dr.
Psiq: Mas há algo muito forte, no seu passado, algo que você fique com receio do seu marido não entender? Você não deveria ter medo de nada, pois a grande maioria das mulheres, tem tido muita experiência sexual, com outros, antes de se casarem. Elas simplesmente, não contam aos marido, e por isso acontece essa falsidade toda entre casais. O marido morre de vontade de conhecer em detalhes tudo o que a esposa já fez, e a esposa fica mentindo e escondendo. Os maridos também não contam seu passado. Se os dois tiverem maturidade suficiente, o melhor é usar isso a favor de um relacionamento bem mais sólido. Seu caso é muito mais comum do que você imagina. Muitas pacientes, que resolveram contar tudo, começaram a ter uma vida sexual mais intensa, melhorando a vida do casal em todos os sentidos. Mas porque você tem tanto medo? Conte para mim, como se eu fosse seu marido, assim, você já vai se preparando para quando for contar a ele, com todos os detalhes, como ele pediu.
Lucia: Tive alguns namoradinhos quando adolescente, como toda menina, mas nada de mais acontecia. Eles me abraçavam, beijavam. No máximo, enfiavam as mãos dentro da blusa e do soutien e seguravam meus seios, apertando os mamilos. Só uns 2 namoradinhos, conseguiram abrir minha blusa, tirar meus seios para fora do soutien e beijá-los. Eles tiravam seus pênis e mandavam eu segurar. Na primeira vez, fiquei toda trêmula ao segurar um pênis na mão, quente, grosso, duro mas macio ao mesmo tempo. Eles mandava eu apertar e ficar fazendo um vai-vem, até que eles ejaculavam na minha mão.
A primeira vez que ejacularam na minha mão, levei um susto, achei que estavam fazendo xixi, mas vi que era um líquido branco, gosmento. Foi assim que conheci o pênis e vi como eles gozavam. Na minha vagina, eles só passavam as mãos por cima da roupa, pois eu lutava muito e não deixava passar disso.
Tinha um dos namoradinhos, que tirava meus seios para fora, beijava, lambia, tirava seu pênis, levantava minha saia, mesmo sob meus protestos, colocava o pênis entre minhas coxas, e ficava me beijando, até eu sentir um jato de esperma quente, molhando minhas coxas. Acho que minha mãe,chegou a ver restos de esperma na minha saia, mas nunca falou nada.
Tem outro rapaz, que conseguiu arrancar minha blusa e meu soutien, no banco de trás do carro do pai dele, depois colocou o pênis dele entre meus seios, apertou um seio contra outro cobrindo o pênis, e ficou indo e vindo, até que ejaculou no meu pescoço, cabelo, colo e seios.
Nessas noites, ao chegar em casa, na cama, me lembrava de tudo isso e me masturbava até gozar umas duas vezes seguidas, para me acalmar, fazendo um esforço, para não gemer de tesão, na hora de gozar.
Psiq: Quantas vezes voce goza para se sentir satisfeita?
Lucia: Quando me masturbo, as vezes uma vez me acalma, se estiver muito excitada preciso gozar umas duas vezes para me acalmar.
Já tive namorado que me fazia ter tantos orgasmos, que eu chegava a desmaiar.
Drpsiq: Quando deixou de ser vigem?
Lucia: Tive meu primeiro namorado sério, aos 19 anos, quando vim estudar na faculdade em SP. Meus pais eram do interior e eles alugaram um apartamento para eu ficar, assim que fui aprovada na faculdade, onde com o tempo, conheci e comecei a namorar um rapaz, cuja família também era do interior e que morava numa república, com mais 4 rapazes. Com o passar do tempo, ele veio morar comigo, mas escondido, pois meus pais não podiam saber, então, ele só trazia pouca roupa.
Psiq: Lucia, seu marido disse que queria que você contasse todos os detalhes, mesmo os mais íntimos. Você está só contando para mim, sem entrar em detalhes.
Lucia: Desculpe Dr., é que fico envergonhada em falar certas coisas.
Psiq: Mas é justamente esses detalhes íntimos que todo marido quer saber e não tem coragem de perguntar. Já que seu marido perguntou, conte em detalhes para mim, como se eu fosse seu marido.
Lucia: Conheci o Mauro (nome fictício), e fui atraída, pela beleza, pela masculinidade, ele era tão diferente dos outros alunos da classe. Depois começamos a estudar juntos na biblioteca, a tomar lanches juntos. Até que quando vimos, já andávamos abraçados, beijávamos muito, ele beijava tão gostoso, tinha uma língua quente.
Psiq: Você ainda era virgem? Como era sua vida sexual, assim que se mudou para SP?
Lucia: Sim, eu ainda era virgem, isto é, eu tinha o hímen intacto, apesar de já ter segurado uns pênis, e meus namoradinhos terem gozado entre minhas coxas e entre meus seios. Bom, acho que minha vida sexual, era como de todas as garotas, me acariciava no chuveiro ao passar sabonete pelo corpo, e às vezes, me deitava nua e me masturbava na cama.
Psiq: Com que freqüência você se masturbava?
Lucia: No chuveiro, sempre esfregava com sabonete nos seios, coxas, e vagina, isso me dá muito prazer. Na cama, eu me acariciava pelo corpo, toda noite, pois tenho costume de dormir nua. Mas acho que só duas ou três vezes por semana, eu me acariciava até gozar.
Um final de semana, meus pais tinham ido viajar para Europa, e tinha certeza que eles não apareceriam, fomos ao cinema eu e meu namorado Mauro. Na volta, ele me levou para casa. Eu o convidei para tomarmos um lanche. Depois que entramos no apartamento, ele me abraçou e começou a me beijar, ficamos travando uma batalha de línguas, por vários minutos, esquecendo o lanche. Só sei que, quando vi, estávamos no quarto, ele somente de cueca e eu só de calcinha, com os seios de fora, os mamilos rígidos esfregando nos pêlos do tórax dele o que me excitava ainda mais. Era visível nossa excitação, minha calcinha toda molhada e a cueca dele quase estourando as costuras devido aquela enorme ereção.
Ele não parava de segurar e beijar meus seios, arrancando gemidos de mim. Ele pegou as laterais da calcinha e abaixou, e quando apareceram meus pêlos pubianos, ele foi beijando tudo, os seios, minha barriga, meu ventre, meus pêlos pubianos, minhas coxas. Ele ajoelhado aos meus pés, seus braços enlaçando meu quadril, suas mãos segurando minhas nádegas e sua boca, beijando cada um dos pêlos vaginais.
A seguir, ele tirou sua cueca e liberou aquele pênis enorme como eu nunca tinha visto, (apesar de já ter visto e segurado alguns nenhum deles tinham aquele porte), duro, apontado para cima.
Falei a ele, para não me possuir, pois eu era virgem.
Ele até se assustou pelo fato de eu ser virgem ainda, com 19 anos. Mas ele foi muito cavalheiro, me disse para não preocupar, que eu continuaria virgem. Na cama, eu deitada, ele veio por cima, mas com a cabeça nas minhas pernas e os pés dele junto a minha cabeça. Ele começou a beijar minhas pernas, e eu retribuía, beijando as pernas dele.
Até que ele foi se posicionando, beijando meus joelhos, eu retribuía beijando os joelhos dele, depois ele subiu beijando minhas coxas branquinhas e eu as coxas peludas dele. Até que ele abriu minhas coxas arregaçando os lábios vaginais e eu vi o enorme pênis dele, balançando junto ao meu rosto.
Ele falou: “amor, me chupa, engole meu pau amor, lambe ele”. Assim que eu segurei o pênis dele e comecei a lamber e a colocar na boca, ele arregaçou os lábios vaginais e colou sua boca na na fenda, fazendo um barulhão a cada chupada que dava, e dizia “puta merda, amor, que bucetão lindo, delícia de buceta, amor”. Acho que ambos estávamos excitados demais, eu comecei a gozar na boca dele quando a língua dele lambia meu clitóris. O pênis dele se contraiu na minha boca e começou a lançar jatos de esperma na boca, no meu rosto, molhando meus cabelos, meu travesseiro, meu pescoço e seios. Foi demais.
Ele se virou e nos abraçamos e nos beijamos, ele com a boca e face toda molhada com meus líquidos vaginais e eu toda lambuzada com o esperma dele. Resumindo, ele ficou o final de semana e também a semana seguinte, sempre, nós dois dormindo juntos pelados, mas eu continuei virgem, por quase um mes.
Gozávamos um na boca do outro, ou ele gozava entre meus seios quando fazia espanhola, ou entre minhas coxas. Depois de gozar, ele espalhava o esperma no meu corpo, eu tomava um verdadeiro banho de porra como ele dizia, nos seios, coxas, nádegas.
Psiq: E quando ele conseguiu romper sua virgindade?
Lucia: Foi depois de quase um mês, desde que começamos a gozar um na boca do outro, nos seios e coxas. Eu até já conseguia engolir o esperma que ele lançava na minha boca.
Foi numa quinta feira, era aniversário do Mauro. Eu caprichei num jantar com vinhos, a luz de velas, coloquei um vestido lindo.
Depois do jantar, falei a ele, que daria um presente que eu nunca tinha dado a ninguém, a minha virgindade.
Ele arregalou os olhos e falou: “eu não mereço tanto, imagine um cabacinho”!
Fomos para a cama, nos deitamos totalmente nus, depois de muitas carícias, depois de fazermos um 69 sem gozar. Eu forrei a cama com uma toalha branca, me deitei em cima, abri minhas coxas, e falei: “amor, guardei essa virgindade só para você amor, me come amor, me faz mulher.”
Ele entrou nas minhas coxas, ajeitou a cabeça do pênis no buraco da minha vagina. Quando sentir a glande encaixar e pressionar, ele se deitou sobre mim, para me beijar. Ele perguntou: “amor, tem certeza disso? Posso arrebentar seu cabaço?”. Eu o beijei e falei: “me come amor, me faz mulher, quero sentir esse seu pau entrar todo em mim, me rasga toda amor, me come, me come amor”. Ele começou a aumentar a pressão no ventre enquanto me beijava.
Seu pênis começou a pressionar a membrana do hímen, e comecei a sentir dores e também a sentir muito tesão. Até que num dado momento, ele falou: “agora amor, vou te comer todinha, abre sua bucetinha, relaxa para meu pau entrar mais fácil amor, abre sua bucetinha que vou tirar seu cabaço, amor!”, ele lançou seu ventre para frente com tanta força que acabou rompendo o hímen e o pênis dele pulou todo dentro da minha vagina, até seus pêlos baterem nos meus pêlos.
Eu soltei um grito de dor e o agarrei, abraçando com as pernas e braços, foi uma dor terrível, além de romper o hímen, ainda aquele pau enorme arrombando minha vagina tão apertadinha, mas também me veio uma onda de tesão, ao sentir sendo alargada por dentro, um pau quente e grosso dentro de mim, pela primeira vez.
Ele não agüentou meu canal vaginal tão estreito ficar apertando seu pênis grosso em toda extensão e gozou, me inundando meu canal vaginal e meu útero de esperma pela primeira vez. Ele falou: “amor, não agüento mais, vou gozar, abre a buceta que to gozando, puta eu o pariu, que bucetinha mais apertada, caralho. Tá sentindo meu gozo amor?,
Tá sentindo meu pau dentro da sua bucetinha sem cabaço?”
Ficamos longo tempo abraçados, até que o pênis dele ficou flácido e saiu da vagina. Mas continuamos abraçados, trocando juras e beijos, sem pensar nas conseqüências.
Quando levantamos, vi a toalha manchada com resto de sangue misturado com esperma. Eu guardei essa toalha por um bom tempo, como lembrança da minha virgindade. Dr., o Sr. Acha que meu marido vai querer que eu conte isso com esses detalhes todos?
Psiq: Lucia, tenho certeza que ele irá adorar ouvir tudo isso. E foi o Mauro que iniciou você no sexo anal?
Lucia: Não, o Mauro só fazia o sexo convencional. Sexo anal, iniciei, com outro namorado, depois que terminei com o Mauro, após 2 anos de namoro. Nesses dois anos, transávamos quase todas as noites e dormíamos pelados como dois casados, só não nos encontrávamos, quando meus pais vinham a SP.
Psiq: Lucia, isso que aconteceu com você, é o que acontece com quase todas as moças, na primeira relação sexual, tenho certeza que seu marido vai gostar de ouvir. E você tinha medo que seu marido não gostasse de você ter perdido a virgindade assim?
Lucia: Dr., é que além disso, tem outros namorados, só com o Mauro, eu dormi com ele, transando por quase 2 anos. Tem outro namorado, que me ensinou sexo anal, com quem também, vivi por 1 ano. E tem também uma moça que morou comigo por um semestre.
Psiq: E você transou com essa moça?
Lucia: Sim, eu jamais imaginei que pudesse fazer sexo com outra mulher, mas ela era cativante, simpática, linda, corpinho para ninguém botar defeito, elegante, era a mulher que todo homem deseja.
Ela me conquistou e mostrou como é gostoso, delicado, o sexo com outra mulher.
Psiq: Lucia, novamente, você está deixando de contar os detalhes, tanto do sexo anal como desse amor lésbico.
Lucia: Desculpe, Dr., vou começar pelo meu outro namorado que me ensinou os prazeres do sexo anal…..
Obs: Caros leitores, essa historia esta ficando longa demais para contar aqui. Digam o que vocês acharam. Você acha que transcrição dos depoimentos das pacientes, como esta amostra, pode ser repetida em todo o livro que estou escrevendo? Pretendo colocar a confissão de umas 30 pacientes, procurando caso diferentes um do outro, para não ficar muito repetitivo. Mandem sugestões, para : drpsiq@hotmail.com

 

No matinho

Meu nome é Diogo, tenho 165m, 65kg, cabelos pretos, pele clara olhos castanhos e 19cm, a um mês atras eu estava comemorando 1 ano e 3 meses de seca.

No bairro em que eu moro eu via sempre um cara me olhando e tentando puxar assunto comigo, ele tem aproximadamente 170m uns 70kg, é loiro, bonito e tem uns 36 anos.

Sai de casa determinado a encontrar alguém que me fudesse com maior prazer e neste dia eu encontro ele andando em uma rua, era proximo as 22:00horas, ao me ver ele foi indo em direção a uma rua escura, me encarando sem parar, claro eu fui discretamente seguindo ele, ao chegar em um ponto um pouco escuro, onde não havia nenhuma casa ele parou e ficou me olhando, eu cheguei e então falei com ele que me respondeu como se não estivesse nem um pouco afim, logo ele disse que estava com muito tesão e colocou a mao na sua pica, nesse momento eu estava explodindo de tesão, louco para cair de boca nele, mais agi como se não estivesse afim, ele me convidou para entrar no meio de um mato fechado, eu topei sem exitar, afinal ele estava muito gostoso naquela noite, ao entrar a luz do poste clareava um pouco, o que me fez ver quando ele tirou sei penis para fora, era enorme e não muito grosso, fiquei parado olhando sem tomar nenhuma atitude, quando senti a mão dele pegando minha cabeça e colocando proximo a o pau dele, cai a chupar, sem pensar, naquele instante pensei que iria gozar, estava explodindo de tesão, afinal não é sempre que se sai com um cara com maior pinta de hetero, seu pau entrava e saia de minha boca, eu chupava desesperadamente aquele pênis lisinho e enorme com o maior prazer, o medo de alguem nos ver naquele mato nos envolvia e tornava tudo com um gostinho de quero mais, derrepende ele me puchou pelos cabelos e começou a chupar meus mamilos como se fossem um peito, peguei a mão dele e coloquei o dedo indicador dele na minha boca como se fosse a pica dele, ele gemeu de prazer, o que me deixou mais exitado, tirei a camiseta dele bem devagarzinho com a boca e minha lingua percorreu cada centimetro daquela barriguinha, e ele gemia com maior prazer, ele me pegou brucamente arrancou minhas calças e pôs o dedo no meu cuzinho simulando, como se fosse seu penis, me fazendo gemer sem mais medo algum de alguem nos ver, após ele colocou o lingua, eu estava qze gozando de prazer, então ele colocou seu penis bem devagarzinho, pedindo para que eu ficasse de 4, nossa esse foi o auge, ele colocou como se eu fosse uma puta, me dando tapinhas e gemendo de prazer, dizendo que meu cú apertadinho estava deixando ele mais exitado que nunca, fiquei naquela posição ate sentir um liquido quente em meu cú, o que me fez ter um orgasmo prolongado, apos, ele tirou sua pica e colocou em direção a minha boca, senti um liquido quente em meu rosto, ele gozou litros e gemia de prazer. depois de terminarmos a foda ele colocou a roupa, disse que era casado e que nos veriamos por ai, hoje passo por ele e nemolho direito, mais minha maior vontade é de arrastar ele para qualquer matinho novamente e me deixar ser usado...

Se houver algum bruto afim de algo.. super me exito, meu e-mail é d.goulartzimba@hotmail.com, sintam-se a vontade ;)

Gostoso com perigo

Oi, a todos que lerem meu conto que é bem real. Tenho uma amiga muito querida que de tanto amizade já estamos bem intimas.Ela se diz hetero, mas é só o marido viajar e ela corre pra mim... e eu adoro ela, pois faz muito gostoso.Bem uma noite dessas o marido dela estava viajando, e eu e ela fomos convidadas pra mesma festa, bem tudo já estava planejado, ficariamos esta noite, mais como ela é casada e nossa cidade é pequena é complicado ficar com ela tenho que driblar muita gente, inclusive alguns desconfiados ( minha mãe por exemplo), na hora da festa soube que minha mae tambem tinha sido convidado e pensei: começou dar errado, ela ia ficar na minha cola. pois nao admite minha opção.

Liguei pra minha gatinha e contei a ela, ela desistiu da festa mas, que queria ficar comigo de qualquer jeito e falei que nao ia dar... disse que outro dia.Fui a festa e lá pelas 22:30 fui embora pensando nela, liguei e ela atendeu indignada dizendo que eu não queria ficar com ela e tal... Perguntei onde ela estava e ela me disse que dormiria na casa dos pais dela.Eu falei posso ir ai pra gente conversar, ela disse não, que não queria me ver, insisti ela disse sim.Fui na boa pra conversar mesmo pois gosto muito da companhia dela, ela muito divertida.

Quando cheguei lá, ela estava sozinha na sala, de baby dool, sentei ao lado dela e comecamos a conversar sobre a festa, ela colocou uma almofada entre as pernas como quem queria esconder algo, na verdad ela estava deitada no sofá. Coloquei a mao na nuca dela puxei e beijei ela me empurrou disse que eu era louca que seu pai ainda estava acordado, me afastei mais depois fui de novo tirei a almoda de entre as pernas dela e comecei o roça roça, ela dessa vez retribuia, mas me pediu pra parar pq era perigoso. Nessa hora me veio a brilhante ideia , eu falei vamos pro seu quarto eu pulo a janela depois e ela aceitou.Caminhamos devagar até lá, entramos e mais uma supresa o filho dela estava dormindo no quarto, eu pensei e se esse gartinho acorda, mas tava tão afim que não liguei.

Ela deitou e disse vem eu comecei a beijar aquela boquinha linda, suguei o pescoço dela enquanto ela tirava minha roupa, quando vi aqueles peitinhos lindos comecei logo a mamar ela dizia baixinho: mama,mama, meu bb... coloquei uma mão por dentro da parte deaixo do babydool e vi que tava muito molhadinha, ela me chamando de safada, que eu me aproveitava dela... tirei a roupa dela e comecei um roça roça com ela, pedi pra ela deixar aquela xoxota bem aberta, ela rebolava e eu me esfregava na quele molhado gostoso, e ainda xupava aqueles peitinhos, depois ela virou o jogo quis ficar por cima e me lambia do pescoço ao umbigo, uma momento ela se encaixou e rebolava tão gostoso que nossos melzinhos se misturarm, enquanto isso pedi pra ela me dar, que eu queria xupar aquela bucetinha todinha, ela apenas deitou e abriu as pernas, eu fui com linha lingua faminha saborear aquela delicia, lambia e deu umas moridinhas e se contorcia e segurava minha cabeça como se tentando impedir que eu saisse dali, depois de satisfeita dei beijinhos na barriguinha dela e fui subindo suguei os peitinhos e dei uma beijo demorado na quela boca ficamos abraçadas de frente, minha coxa entre as pernas dela eu podia senti nosso gozo misturado, comecei dar beijinhos rapidos no pescoço e no queixinho lindo dela fui a orelha e lambi e pedi quero mais ... ela riu e disse o que mais ?

Vc sabe mais uma chupadinha ela olhou pra propria xaninha e disse toda sua ... Foi demais apesar do medo de ser pega pelo pai dela, depois fui embora... mas nao tive que pular a janela pois essa nao abriu .

vxz84@hotmail.com

Enrabei a sobrinha como penitência, esposa gozou como puta

Certa noite e mina mulher, uma linda morena de olhos verdes, 29 anos e delicioso corpo, estávamos em ardentes preliminares sexuais, Quando Mariana, sua sobrinha de 18 anos, ouviu um ruído, no que levantou prontamente da cama, abriu a porta da varanda e qual não foi sua surpresa? Flagrou Simone se masturbando só de calcinha na varanda. Sua reação foi irascível: de modo furioso puxou a adolescente pela mão e enquanto vociferava ofendendo-a, colocou de quatro na cama, pegou meu cinto no armário e estalou nas duas nádegas da menina com toda a força por diversas sem piedade, após quatro lambadas, Simone já chorava de modo suplicante, mas Fernanda estava descontrolada, possuída pela ira: vagabunda ordinária, toca siririca vendo a própria tia transar com o marido, puta safada, vou arrancar a pele da sua bunda no couro do cinto e continuou batendo, quando intervi por dó da garota, embora estivesse descontroladamente excitado com aquela situação inusitada.

Muito tempo depois desse evento, tomei um susto ao chegar em casa e flagrar Mariana dando outra surra como essa em Simone, dessa vez estava mais furiosa ainda, quando perguntei o motivo, afirmou que tinha pego o diário da menina, onde confessava uma fantasia comigo, incluindo sexo anal e tudo mais. É isso que quer, né putinha ordinária? Dar esse rabo de vadia, então vai levar rola até o talo, ela chorava muito. Não agüentei de tesão, tirei a roupa inteira, Mariana ordenou: fique quieta aí, se você se mexer vai apanhar como uma escrava sua cadela. Então Simone choupou meu pau com um tesão inesperado, babou cuspiu e ordenou: mete sem dó no cu dessa puta. Nem ousei desobedecer, meti o pau naquele cuzinho que se retraía todo. Quando entrou inteiro ela berrava e chorava, até arfava: aaaaaaai tá doendo muito, eu nunca dei o cu, para por favor, tia pede pra ele parar, esse pinto tá me rasgando.

Ah é, sua puta? Pois vai rasgar mais ainda. Mariana abria bem a bunda da sobrinha pra rolar deslizar cu adentro, me pediu para sodomizar aquela adolescente em todas as posições, especialmente de frente e com as pernas para cima, de cabeça para baixa, ela me fez foder a menina em posição invertida, com a piroca entrando como uma parafuso e arrobando aquele orifício. Simone se peidava de nervoso e saíam gotas de sangue de seu ânus, não parava de implorar: para não agüento mais, vou desmaiar, tira esse pau do meu cu, por favor, faço qualquer coisa. Mariana teve um orgasmo assustador enquanto se masturbava com a situação .

No fim, gozei em sua boca e ordenou que Simone lavasse minha rola com a boca. Depois daquele dia, a sobrinha rebelde tornou-se a adolescente mais bem comportada que já vi. Mariana, por sua vez, passou a me dar a bunda frequentemente, gozando muito, ato que antes não tinha coragem de fazer. Depois disso, em determinada época, passamos a fazer ménage e com prazer sexual coletivo, irrestrito e já despojado de ciúme, nós nos tornamos uma família feliz, mas essa já é história para outra ocasião.

Contato: fepace@uol.com.br 

 

Enrabada na praia

Como já relatei aqui sou um menino preso num corpo de mulher porque tenho um metro e setenta e cinco sessenta e oito quilos corpo bem definido e todo lisinho naturalmente devido a um tratamento depilatório que mamãe fez na adolescência sem saber que estava grávida de mim.
Tenho cabelos loiros pouco abaixo dos ombros coxas grossas e bem torneadas bunda arrebitada e com marquinhas de biquíni seios pequenos com quarenta e quatro centímetros.
Seria uma mulher perfeita não fosse o membro de dezesseis centímetros que carrego entre as pernas e que deixa as mulheres doidas quando transam comigo.
Quero deixar bem claro que não sou travesti sou uma menina com cabeça e membro masculino.
Sempre tive problemas com relacionamento desde que me conheço por gente tenho que lutar muito para superar grandes conflitos de relacionamentos familiares escolares e pessoais para ser aceita numa sociedade machista e conservadora.
Por sorte sou de família rica com meus pais me apoiando em tudo acho que por isso consegui vencer na vida sendo hoje uma bem sucedida empresaria casada e feliz.
Sou uma menina muito meiga e carinhosa cativando a todos que me rodeiam porem quando completei vinte e dois anos minha namorada atual esposa pediu que me transformasse em sua fêmea me presenteando com calcinhas sutiãs e outros apetrechos necessários para uma menina.
Confesso que nunca havia antes me vestido como menina porem ao colocar aquela minúscula calcinha preta enterrada na bunda e um sutiã que parecia abraçar meus seios um vestidinho preto salto alto batom e maquiagem não conseguir conter a felicidade de ver nascer uma linda e desejosa mulher.
Estava muito feliz e realizada principalmente ao ver o tesão estampado no rosto de minha namorada que me puxou para o quarto fazendo um escândalo enorme enquanto transávamos sem importar com a presença de meus pais na casa que com certeza ouviram seus gemidos e sussurros.
Papai e mamãe ficaram boquiabertos ao me ver assim com mamãe super feliz porque sou filho único e seu sonho era ter uma filhinha.
Fazia tempo que não via meus pais tão felizes e para surpresa de todos meu pai anunciou que deveríamos mudar para outra cidade onde nos apresentaria como suas duas filhas.
Passado o susto da surpresa do momento acertamos os detalhes duas semanas após nos mudamos para uma cidade onde papai tem duas empresas.
Estava muito feliz podendo passear livre leve e solta pela cidade onde era desejada por muitos com minhas roupas bastante decotadas e provocante.
Meu único desespero era não poder abraçar e beijar minha namorada embora era nítido que tinha algo entre nos duas.
Papai nos apresentava com muito orgulho entre seus sócios amigos e funcionários e eu particularmente me deliciava com eles olhando para mim com olhos de desejos e tesão.
Estava cada vez mais apaixonada por minha namorada e em pouco tempo nos casamos somente no civil para desgosto de meus pais que são muito religiosos e tementes a Deus.
Como presente de casamento ganhamos um cruzeiro e após vinte dias de viajem resolvemos desembarcar em uma cidade praiana em recife onde ficaríamos por mais alguns dias descansando e curtindo nosso novo relacionamento amoroso.
Estava muito excitada com meu pênis duro fazendo com isso a minúscula calcinha entrar cada vez mais em minha bunda com os bicos dos seios totalmente expostos no fino tecido da blusa branca só aumentando e muito meu tesão.
Deixamos o motorista do táxi maluco com nosso namoro enquanto rumávamos para o hotel e não fosse minha mulher me segurar teria transado com ela ali mesmo.
Ao desembarcar carreguei minha amada nos braços ate nossa suíte desejando joga-la na cama e meter bem gostoso nela.
Porem para meu desespero ela pediu mil desculpas dizendo estar indisposta chegando a vomitar varias vezes e vendo que não tinha outro jeito após ser medicada fomos dormir porque teríamos muito tempo para nos divertir.
Por mais que tentasse não conseguia pegar no sono ficando cada vez mais excitada vendo o corpo desnudo de minha amada que dormia profundamente.
Após um leve retoque na maquiagem e sai para passear pela orla marítima sentindo o vento suave tocar minha pele me deixando arrepiada e alucinada com algumas meninas metidas em seus micros biquínis e shorts nos quiosque da orla por onde passava sendo muito assediada e cantada pela rapaziada.
O dia já estava amanhecendo quando caminhava de volta pela praia deserta e ao passar próximo a uma galera notei que três deles levantaram e vieram atrás de mim me elogiando muito com um deles passando a mão em minha bunda levantando minha saia deixando minha bunda toda de fora coberta somente pelo fio dental branco.
Tentei argumentar que não era quem imaginavam e ao tentar desvencilhar deles fui jogada no chão enquanto um deles pulava em cima de mim me esbofeteando muito me chamando de puta safada sem vergonha e outros nomes mais.
Estavam todos bêbados e por ter curso de defesa pessoal era mole acabar com eles porem para surpresa minha estava muito excitada e tendo um deles sentado encima de meus seios enquanto tinha minha saia calcinha e blusa arrancada do corpo enquanto ele se ajeitava me oferecendo um enorme cassete que abocanhei sem conseguir pensar nas conseqüências deixando ele alucinado com seu pênis tocando em minha garganta.
_Olha o que temos aqui.
Ouvi um deles argumentando enquanto segurava firme meu pênis duro enquanto conversavam entre gargalhadas.
Fui ao paraíso quando senti um deles abocanhar meu pênis chegando a engolir literalmente minhas bolas juntas enquanto tive uma das pernas levantada para ter o cu desvirginado por um dedo hábil que apesar da dor e desconforto momentâneo me acendeu ainda mais.
Saindo de cima de mim sem tirar seu porrete de minha boca vi aquele rapaz esticar o corpo apoiando as mãos e as pontas dos pés ficando totalmente esticado fazendo flexão enquanto me deixava sem fôlego com seu porrete indo fundo em minha goela.
Engasguei tossindo muito quando ele encheu minha boca de porra enquanto ele caia ao meu lado que ao tentar levantar fiquei de quatro enquanto vomitava uma quantidade imensa de porra sem consegui impedir que um deles segurasse em minha cintura para enterrar sem dó tudo aquilo em meu cu que parecia estar sendo rasgado ao meio com um fogo que parecia queimar minha alma
Pensei em levantar e acabar com todo meu sentimento quando senti um prazer crescente vindo do fundo de minha alma estremecendo todo meu corpo gozando forte e longe sem mesmo me tocar enquanto o rapaz intensificava as estocadas para fazer me sentir sua porra quente inundar meu cu deixando-me alucinada de prazer.
Ao sair de mim olhei para o lado vendo o rapaz que tinha me afogado de porra alisando seu imenso porrete e como cadela no cio levantei me ajeitando encima de tudo aquilo que aos poucos foi sumindo dentro do meu cu enquanto tinha os seios sugados com grande volúpia pelas bocas gulosas dos outros dois.
Como uma puta gemia chorava e pedia mais deixando ele cada vez mais duro e tenso dentro de mim que levantava a bunda deixando ele quase sair de mim apertando o canal do ânus como que mordendo tudo aquilo e chegando encima soltava o peso do corpo sentindo ele entrar fundo chegando a bater em meu estomago com sua cabeça imensa e vermelha.
Urrei gemi e gozei forte enquanto ele enchia meu cu com sua porra abundante enquanto outro gozava fundo em minha garganta com seu pênis atolado em minha garganta e o outro mordia meus seios me levando a loucura.
Estava toda mole sentindo o corpo dolorido e o cu em brasa quando eles me despertaram pedindo que vestisse apontando uma turma que vinha longe em nossa direção.
Rapidamente me joguei na água lavando meu corpo saindo da água em direção deles que ajudaram a me vestir e quando a galera passou por nos me viram beijando ardentemente a boca de cada um agradecendo pelo imenso prazer e ao me despedir me deram o endereço de onde estavam hospedados fazendo prometer que ia visitar eles.
Após um banho e desjejum acordei minha amada e vendo a um tanto febril levei ela ao hospital onde constatou tratar-se de uma virose e a noite em casa enquanto ela dormia profundamente sob os efeitos dos medicamentos vesti uma calcinha vermelha e minúscula um vestido tipo tubinho preto bem decotado com os seios quase todo a mostra salto alto e fui ao encontro dos meus machos que me receberam com muita alegria onde me apresentaram mais dois amigos e foi assim que após dançar sensualmente para eles enquanto tirava minha roupa bem devagarzinho ficando somente de calcinha a pedidos deles rebolei gostosos nos mais variados porretes que me comeram por todos meus buracos me deixando toda molinha de tanto gozar.
O dia já estava amanhecendo quando fui carregada literalmente pra casa e já como sol a pino fui acordada por minha esposa toda animadinha que teve que me levar as presas para o hospital devido a febre alta.
Passei o dia todo tomando soro com os médicos afirmando ser apenas um esgotamento físico.
Dias depois vestidas em minúsculos biquínis saímos para passear onde aproveitei para levar minha amada próximo a casa de meus machos sem ela saber é claro e ao sermos flagradas por dois deles enquanto ela urrava com minha língua em sua boceta fomos arrastadas com certa violência por eles ate sua casa onde enquanto três encarregavam da minha esposa dois me despia enquanto um deles para surpresa e espanto de minha mulher ajoelhou em minha frente engolindo meu pênis que devido ao meu estado de excitação gozei rápido enchendo sua boca que saiu de mim rapidinho e foi dividir com minha esposa grudando sua boca na dela que arfava de tesão parecendo querer engolir a boca do rapaz.
Enquanto era enrabada vi minha mulher sendo comida de todos os jeitos e maneiras e em certo momento enquanto mamava gostoso em um porrete tendo outro atolado em meu cu vi minha amada gemer gostoso enquanto sentava em um porrete enquanto outro invadia impiedosamente seu cu fazendo ela gemer alto jurando me amar agradecendo pelo imenso prazer que tinha proporcionado a ela.
Estávamos molinhas nos lambendo enquanto os cincos de pe em nossa volta nos presentearam com suas porras enquanto se masturbavam vendo nos duas nos lamber gostoso.
Nos vinte dias que passamos ali não teve um dia se quer que ficamos sem dar para eles e no penúltimo dia estava acamado e confesso que fiquei com pena de minha esposa que foi sozinha a casa deles voltando toda mole e dolorida de tanto meter sem imaginar que eu já tinha passado por isso.
Hoje somos muito amigas de dois deles que sempre que vem a nossa cidade se hospedam em nossa casa onde passamos a noite transando.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Continua ao meu lado...

Bom... Pra quem leu meu outro conto (sempre esteve ao meu lado...) vai ficar mais fácil entender minha historia!
Guilherme e eu transávamos sempre que era possível, pelo fato de nossos pais serem amigos de longa data era fácil ele vir pra minha casa ou eu ir para dele, tudo caminhava muito bem, ate que certo dia fui surpreendido. Era domingo estávamos em casa esperando os vizinhos para um almoço, eis que chegaram os pais do Guilherme, ele e uma garota, ele muito empolgado me apresentou essa garota dizendo ser sua namorada, por sinal era uma linda mulher. Apresentou-nos ela, almoçamos fui o mais cordial o possível para não dar na cara meus ciúmes. Foram horas torturantes, por fim era quase noite quando foram embora.
Ao fim da noite fui deitar e mal dormi durante a noite, no outro dia, meus pais iriam para Campos, eu ficaria só em casa, depois que meus pais já haviam saído, o Guilherme veio ate minha casa, pra conversar, e me perguntou o que havia achado da namorada dele, eu quis morrer com aquela pergunta, nem vi quando respondi:
- Como é que você pode me perguntar uma merda dessas? Você se quer imagina o quanto me fez mal você trazer aquela garota aqui.

Cortando-me, e já em tom de raiva ele me disse. Eu é que te pergunto. Que merda é essa, não somos namorados, só amigos, se eu te fudia as vezes era porque estava com tempo ocioso, e isso nem significou nada pra mim!
Comecei a chorar na hora, eu me sentia usado, um verdadeiro trapo, falei pra ele que o amava, e já que a recíproca não era verdadeira era melhor ele ir embora da minha casa, porque eu não queria ser torturado com aquilo.
Ele mesmo vendo o mal que estava me fazendo, ainda me chamou de viado de merda e foi embora, o que mais me magoava é que havíamos planejado de viajar juntos, e agora quem iria no meu lugar era ela. Após uma semana sem ver o Guilherme, era aniversario da minha mãe, e também aniversario de casamento dos meus pais, organizamos uma festa gigante, todos os amigos foram chamados, começada a festa o inevitável aconteceu o Guilherme veio e trouxe a namorada, a festa foi sensacional, meus primos todos estavam lá, então nem senti tanto a falta do Guilherme, fomos jogar futebol, La pelas 2h da manhã, quando de repente o Guilherme resolve jogar, fingi que tudo bem jogamos em times oposto, depois de uns 20 minutos de jogo ele me deu uma entrada mais forte, pensei que tinha ate quebrado minha Perna, doeu demais, ele ainda se prontificou a me acompanhar ate o quarto.
Chegamos ao meu quarto ele me empurrou na cama o que deu um estalo na minha perna, e que me fez gemer de dor, depois veio por cima de mim na cama, dizendo:
-Quem você pensa que em pra me ignorar a festa inteira, você nunca foi assim comigo, porque não em ligou durante a semana? E nossa amizade? Só porque ele arrumou uma namorada eu deixei de ser amigo dele? E começou e falar em tom de ameaça apertando minha perna, que tinha uma marca certa do pé dele na minha canela, nossa como doía.

Pedi pra ele parar, porque a namorada poderia chegar, e não entender o que estava acontecendo, dito e feito, ela ligou no celular dele e perguntou por que a demora, ele disse que estava no banheiro, saiu de cima de mim, me deu um tapa no rosto que ate ardeu e saiu do quarto batendo a porta e dizendo que aquela conversa não tinha acabado. O tempo foi passando e eu fugindo do Guilherme já haviam se passado sete meses desde o aniversario da minha mãe. Era Novembro eu estava me preparando para o rancho de um amigo da faculdade, estava sozinho em casa era uma terça feira, quando chamam no interfone, vou olhar no porteiro eletrônico, era o Guilherme. Perguntei o que ele queria, pois meus pais não estavam em casa, então não havia nada aqui que pudesse interessar a ele. Foi então que fiquei surpreso.
Ele chorando, me disse que havia terminado o namoro, e que não queria mais ser ignorado por mim, que me amava, e que agora ele entendia o quão importante eu era pra ele, agora eu sei como ele se sentia quando eu chorava, a sensação era ótima. Ele continuava... Não me deixa no sol não, eu quero entrar. Abri o portão ele entrou e veio ate a cozinha, me abraçando e querendo me beijar, virei meu rosto, e olhei nas mãos dele que estava sem aliança, Disse pra ele que não era só terminar que eu estaria a espera dele, falei que estava namorando e que estava indo pra fazenda dele. Ele disse.
- É ele? Quem é esse cara? É um daqueles mauricinhos de merda da sua faculdade? Você já deu pra ele?

Disse para ele que estava me ofendendo, ele se desculpou e começou a chorar e lamentar de novo, me implorou para eu não ir pra fazenda do cara, pra ficar com ele. Teríamos duas semanas pra ficarmos juntos, nossos pais estavam de viagem. Respondi pra ele que era mentira minha eu não estava namorando ninguém e que só falei aquilo pra ele saber que se marcar bobeira pode acabar perdendo por medo de tentar. Quando terminei de falar ele riu muito nunca vi ele tão feliz, ele falava que eu não me arrependeria por dar mais uma chance pra ele, começou a me beijar, beijava com muita vontade, era gostoso, quente. Ficamos trocando caricias na cozinha por alguns minutos, então ele me pegou no colo e fomos para o quarto, chegando lá, ele já foi tirando minha roupa, e a dele ficamos nus, ele deitou por cima de mim, e ficou me beijando de pau muito duro. E então pela primeira vez ele me chupou, ate então ele nem tinha tocado no meu penis, ele fez um oral delicioso o deixei ficar brincando com meu pau, as vezes ele passava os dentes acho que por falta de experiência, quando eu vi que gozaria puxei a cabeça dele. O beijei mais uma vez, o virei e fizemos um 69, conforme eu ia chupando ele, ele imitava o que eu fazia estava muito gostoso, ele ergueu minhas pernas e começou a passar a língua na minha bunda, e me pediu de forma muito carinhosa. –Posso te comer.

Como dizer não pra uma pessoa que te olha de forma tão meiga, disse que sim, peguei preservativo na gaveta, e fiquei de 4, não demorou muito ele veio por cima, quando forçou doeu muito, afinal tinha quase 8 meses que não dava, depois de muitas tentativas entrou, mais entrou me rasgando, como na primeira vez, subiu nas minhas costas como se estive sentado me abraçou por trás e começou a bombar como um cachorro, urrava no meu ouvido mordia minha nuca e orelhas, e fudia e como estava bom de cama aquele cara, depois me deitei na cama já não suportando o peso dele coloquei um travesseiro embaixo de minha, empinando um pouco a bunda, olhei pra trás e falei sou todo seu, pode brincar, os olhos dele brilhavam como os de uma criança quando ganha um brinquedo, e bombava com muita vontade... Era uma delicia ficou me fudendo uns vinte minutos eu comecei a goza no travesseiro sem tocar no pau, ate porque como o travesseiro estava por baixo, me punhetava conforme as bombadas que ele dava, conforme eu gozava minha bunda se contraia pressionando o pau dele dentro de mim, ele vendo que gozei, anunciou seu gozo, senti ele tirando o pau, e um liquido molhando minhas costas e bunda, ele urrava, ainda bem que a casa é grande, e o terreno também, então não corríamos o risco dos vizinhos ouvirem.

Depois dessa foda tomamos um mega banho, já era quase noite saímos pra jantar, e ficamos duas semanas juntos, eu cozinhando, e dividíamos os afazeres do lar, estávamos sem ajudante pois ela estava de férias. Finalmente tudo tinha voltado ao normal, mais o resto da nossa historia eu conto depois.

jsfj1990@hotmail.com

 

Casada Fogosa

CASADA FOGOSA

 

TUDO ACONTECEU EM 2002 QUANDO EU TRABALHAVA EM UM RESTAURANTE, EU ERA O ÚNICO HOMEM ENTRE OS 17 FUNCIONÁRIOS; (ESTAVA NO PARAÍSO).
NUM BELO DIA COMEÇA A TRABALHAR UMA LOIRA (JANETE) DE 1,60 OLHOS VERDES, COXAS GROSSAS E UMA BUNDA REDONDINHA, ELA ERA LINDA, ME ENCANTEI COM ELA NO PRIMEIRO DIA, ELA ERA MUITO SIMPATICA SEMPRE COM UM SORRISO NO ROSTO.
COMO EM TODO LUGAR SEMPRE FALAVA-MOS MUITA BESTEIRA DURANTE O TRABALHO E EM POUCOS DIAS ELA FOI ENTRANDO NAS BRINCADEIRAS E EU COMECEI A ME APROXIMAR DELA E NOS TORNAMOS AMIGOS, NÓS SEMPRE SAIA DO RESTAURANTE POR VOLTA DAS 15:00 HS E COMO ELA MORAVA NA ZONA RURAL DA CIDADE SÓ TINHA ONIBUS AS 18:00HS, NÓS SEMPRE FICAVA-MOS EM UMA PRAÇA CONVERSANDO ELA ME CONTOU TODA SUA VIDA INCLUSIVE QUE NÃO AMAVA O SEU MARIDO QUE SÓ CASOU PORQUE ESTAVA GRAVIDA E SEU PAI A OBRIGOU A CASAR.
APÓS ALGUNS DIAS ESTAVA DIFÍCIL DISFARÇAR O CLIMA QUE ESTAVA ROLANDO ENTRE NÓS, TODO MUNDO NO RESTAURANTE JÁ TINHA PERCEBIDO, ATÉ QUE RESOLVEMOS QUE NÃO PODIAMOS MAIS ESPERAR E DECIDIMOS MATAR NOSSO TESÃO E MARCAMOS DE IR HÁ UM HOTEL.
NO DIA MARCADO ELA VEIO TRABALHAR COM UM VESTIDO QUE A DEIXAVA MUITO GOSTOSA, QUASE NÃO CONSEGUI TRABALHAR NAQUELE DIA IMAGINANDO COMO SERIA AQUELA MULHER. QUANDO TERMINOU O EXPEDIENTE CORRI ME TROCAR E FIQUEI ESPERANDO ELA DO LADO DE FORA, NÃO DEMOROU ELA VEIO E FOMOS AO HOTEL QUE FICAVA PRÓXIMO AO RESTAURANTE, EU JÁ TINHA RESERVADO O QUARTO.
CHEGANDO NO QUARTO FUI LOGO AGARRANDO ELA E A BEIJANDO COM MUITO TESÃO, FICAMOS TROCANDO BEIJOS POR UM LONGO PERÍODO, QUANDO TIREI SEU VESTIDO ME DEPAREI COM UMA MULHER LINDA USANDO APENAS UM FIO DENTAL BRANCO TRANSPARENTE NA FRENTE DEIXANDO A MOSTRA UMA BUCETA LINDA, TIREI MINHA ROUPA E FOMOS TOMAR UM BANHO, NEM NOS SECAMOS E FOMOS PRA CAMA, ELA FOI DIRETO CHUPANDO MEU PAU E ME OFERECENDO SUA BUCETA, FIZEMOS UM 69 MARAVILHOSO, QUANTO MAIS EU CHUPAVA MAIS ELA GEMIA DE PRAZER EU NAO ESTAVA MAIS AGUENTANDO DE TANTO TESAO, AQUELA BUCETA ERA MARAVILHOSA, ENQUANTO CHUPAVA SEU CLITORIS FUI ENFIANDO MEU DEDO EM SUA BUCETA ATE QUE ELA NAO AGUENTOU E GOZOU NA MINHA BOCA, EU NAO AGUNTEI E ENCHI SUA BOCA DE PORRA, QUE ELA ENGOLIU TUDO, O MEU TESAO ERA TANTO Q LOGO ESTAVA PRONTO PRA COMER AQUELA BUCETA, COLOQUEI ELA DE QUATRO E FUI COLOCANDO MEU PAU NAQUELA BUCETA Q TAVA ENCHARCADA DE TESAO ELA REBOLAVA E PEDIA PRA METER COM FORÇA E PUXAR SEUS CABELOS, ATE QUE ELA PEDIU PRA SENTAR NO MEU PAU, DEITEI NA CAMA E ELA FOI SENTANDO E COMEÇOU A CAVALGAR NO MEU PAU E A GRITAR DE TESAO, EM POUCO TEMPO ELA TEVE UM ORGASMO MULTIPLO , EU NAO AGUENTEI E ENCHI SUA BUCETA DE PORRA POIS O TESAO ERA TANTO QUE NEM USAMOS CAMISINHA.....FOMOS TOMAR OUTRO BANHO POIS ESTAVA NA HORA DELA PEGAR O ONIBUS. A PARTIR DESSE DIA NOS TORNAMOS AMANTES, E EU ATE FIQUEI AMIGO DO SEU MARIDO QUE NAO DESCONFIAVA DE NADA, OU FAZIA DE CONTA QUE NAO DESCONFIAVA, NÓS TIVEMOS MUITOS ENCONTROS INCLUSIVE EM SUA CASA.
NO PRÓXIMO CONTO CONTAREI O DIA EM QUE COMI SEU CUZINHO QUE ATE ENTAO ERA VIRGEM....

 

CASADA FOGOSA 1

COMO NARREI NO CONTO ANTERIOR, JANETE ERA UMA LOIRA MUITO GOSTOSA E DEPOIS DA NOSSA PRIMEIRA TRANSA NOS TORNAMOS AMANTES E TODOS NO RESTAURANTE JA SABIA DO NOSSO CASO, POIS NAO CONSEGUIA-MOS DISFARÇAR NOSSO TESAO UM PELO OUTRO COMO LÁ SÓ TINHA UM BANHEIRO PARA OS FUNCIONARIOS SE TROCAR DIVERSAS VEZES ENTRAVA-MOS JUNTOS NO BANHEIRO E TODA TARDE DEPOIS DO EXPEDIENTE FICAVA-MOS ATE A HORA DELA IR EMBORA E SEMPRE QUE DAVA IA-MOS AO HOTEL E NOSSAS TRANSAS ESTAVAM CADA VEZ MAIS EXCITANTES, POIS ELA SEMPRE TINHA UMA SURPRESA PRA MIM, COMO ROUPAS, ACESSORIOS, FANTASIAS, ETC.. EM TODAS AS NOSSAS TRANSAS EU TENTAVA COMER SEU CUZINHO E ELA SEMPRE PULAVA FORA POIS NUNCA TINHA DADO SEU CU E TINHA MEDO ATE QUE UM DIA TEVE UMA CONFRATERNIZAÇÃO PARA OS FUNCIONARIOS COM DIREITO A ALGUMAS BEBIDAS ESTAVA-MOS COM MUITO TESAO E RESOLVEMOS IR AO NOSSO HOTEL(JA ERAMOS CLIENTES ASSÍDUOS), NESSE DIA ELA IA NO ONIBUS DAS 22:00 HS ENTAO TINHA-MOS BASTANTE TEMPO PRA FICAR JUNTOS E EU ADOREI POIS DECIDI QUE SERIA NAQUELE DIA QUE EU TERIA SEU CUZINHO. NESSE DIA ELA ESTAVA USANDO UMA CALÇA JEANS BEM APERTADA E ESTAVA SEM CALCINHA, EU TIREI SUA ROUPA E FUI DIRETO CHUPAR SUA BUCETA QUE JA ESTAVA MOLHADINHA DE TESAO CHUPEI COM TANTA VONTADE QUE ELA GOZOU EM MINUTOS, CONTINUEI CHUPANDO SUA BUCETA E FUI PASSANDO A LINGUA NO SEU CUZINHO ELA SE CONTORCIA DE TANTO PRAZER E NESSA HORA ELA JA TINHA SE ENTREGADO PRA MIM, FUI CHUPANDO SUA BUCETA E BRINCANDO COM SEU CUZINHO ATE QUE FUI COLOCANDO UM DEDO ELA TENTOU ESCAPAR MAIS LOGO FOI RELAXANDO E MEU DEDO FOI ENTRANDO NAQUELE CUZINHO VIRGEM QUE EU TANTO QUERIA, CONTINUEI CHUPANDO SUA BUCETA E COLOQUEI MAIS UM DEDO NO SEU CUZINHO ABRINDO BEM ELE PRA RECEBER MEU PAU, ELA GEMIA DE PRAZER E PEDIA PRA CONTINUAR CHUPANDO POIS ELA TAVA ADORANDO, PEDI PRA ELA CHUPAR MEU PAU PRA FACILITAR A ENTRADA NO SEU RABO, COLOQUEI ELA DE QUATRO NA CAMA E FUI COLOCANDO MEU PAU BEM DEVAGAR ATE Q ENTROU, ELA DEU UM GRITO DE DOR NA HORA MAIS LOGO FOI RELAXANDO E SE ENTREGANDO EU COMECEI DEVAGAR E FUI AUMENTANDO OS MOVIMENTOS, ELA GRITAVA, ME XINGAVA, MANDAVA EU ARREBENTAR SUAS PREGAS POIS ELA ERA MINHA PUTA E EU ERA SEU MACHO QUE EU PODIA FAZER O QUE EU QUISESSE COM ELA, COMECEI A PUXAR SEUS CABELOS E A DAR TAPAS EM SUA BUNDA CHAMANDO ELA DE PUTA, CACHORRA DIZENDO QUE AGORA EU SEMPRE IA COMER SEU CUZINHO, AO MESMO TEMPO QUE EU COMIA SEU CUZINHO ELA SE MASTURBAVA E ENFIAVA OS DEDOS NA BUCETA ATE QUE ANUNCIOU QUE IA GOZAR EU AUMENTEI OS MOVIMENTOS E GOZAMOS JUNTOS, EU ENCHI SEU CUZINHO DE PORRA. CAIMOS NA CAMA E ELA DISSE QUE NAO IMAGINAVA QUE SERIA TAO BOM DAR O CU, A PARTIR DESSE DIA ELA VICIO EM SEXO ANAL.
DEPOIS DESSE DIA REALIZAMOS MUITAS FANTASIAS, INCLUSIVE UM SEXO A TRES COM UMA FUNCIONARIA DO RESTAURANTE QUE CONTAREI EM UMA PROXIMA VEZ...

Se gostou desse conto me escreva, pois tenho varias historias picantes.
marcio_011@hotmail.com

Morena inesquecível

Nos fundos da minha casa morava minha prima junto com a minha avó, eu e minha prima nos dava muito bem sempre saíamos juntos, ela e minha avó eram testemunha de jeová, e quase todo domingo elas recebiam visitas em casa pra almoçar, num sábado ela me pediu se eu podia assar uma carne pra ela no domingo pois ia receber tres amigas e tava com vontade de comer uma carne assada, eu disse que sim que nao tinha problema.

No domingo por volta de 10:00hs ela chega com suas tres amigas e entre elas tinha uma morena linda de 1,70 cabelo enrolado magra corpo todo durinho, ela tava usando uma saia abaixo do joelho e uma blusa que mostrava que ela estava sem nada por baixo e os seios durinho, me apaixonei por ela no primeiro momento, ela estudava na mesma escola que eu, mais nós nunca tinha se cruzado antes. terminei de assar a carne e almocei junto com elas, ficamos a tarde toda assistindo filme, eu nao tirava os olhos dela e percebi que ela tambem tava envolvida.

No dia seguinte na escola procurei por ela e conversamos o recreio inteiro, eu estava cada vez mais apaixonado por ela e ela por mim, uma semana depois estava namorando com ela, como ela tinha uma educação rigida tive que pedir ela em namoro pro pai dela, feito isso namoro liberado mais com algumas restrições, não podiamos sair sozinho, sempre a irma dela estava junto, tinhamos alguma liberdade na escola. Só depois de 3 meses o pai dela deixou ela ir sozinha na minha casa.

Durante seis meses o nosso namoro era só beijos e abraços sem muita pegação, aquilo tava me deixando maluco, mais devido a educaçao que ela tinha sido criada e o fato dela ser testemunha de jeová, ela nunca me deu liberdade, so 7 meses depois é que consegui passar a mão em sua bunda, a partir desse dia ela começou a se soltar mais e nossos encontros estava ficando cada vez mais quente, a primeira vez que consegui passar a mão em sua bucetinha foi no recreio da escola, aquilo me deixou louco, ela tinha uma buceta muito gostosa com poucos pelos, durante essa semana todos os dias eu passava a mão em sua xaninha mais só ficava nisso.

Como meus pais sempre foram muito liberais, quando ela foi almoçar em minha casa depois do almoço convidei ela pra ir no meu quarto, na hora ela não aceitou com medo dos meus pais ate que convenci ela dizendo que não teria problema nenhum, fomos até meu quarto e começamos com os amassos, tirei toda roupa dela e pela primeira vez chupei sua xaninha que era uma delicia, quando me preparei pra meter meu pau em sua xaninha, ela não deixou dizendo que nao estava preparada, foi um balde de agua fria, insisti mais nao teve jeito, até que convenci ela a me chupar pra aliviar meu tesão, ela me chupou com vontade ate eu gozar na boca dela, deitei do lado dela e dormimos ate as cinco da tarde.

Ficamos alguns meses com ela só deixando eu chupar ela e ela me chupando, como ela morava em uma casa de madeira antiga quando eu ia na casa dela a gente sempre ficava na cozinha ou na sala sozinho, e sempre quando eu ia na casa dela ela já ficava sem calcinha pra facilitar, quando estavamos na casa dela os pais dela achavam que nós se comportava, sempre que a gente ficava sozinho ela me chupava e me fazia gozar em sua boca e eu metia a mão em sua xaninha mais sem penetração, e essa situação tava me deixando louco eu nao aguentava mais de vontade de comer aquela buceta.

Quando faltava uma semana pra gente completar um ano de namoro ela me disse que ia se entregar pra mim, foi a semana mais demorada da minha vida, mais tinha que esperar, durante toda essa semana nos excitamos muito e eu pedi que ela se depilasse pois queria sua xaninha lisinha, ela me disse que ia pensar.

O grande dia chegou era uma quarta feira, ela trabalhava numa casa de familia e como eu nao trabalhava na época, sempre estava em casa, ela pediu a tarde de folga e foi até minha casa, ela chegou por volta das 12:30hs e eu ja tinha deixado tudo preparado e estava esperando ancioso, ela chegou usando um vestido um pouco acima do joelho, estava linda. Chamei ela pra ir até o quarto, ela estava nervosa mais aos poucos foi relaxando, começamos a nos beijar e aos poucos fui tirando seu vestido e revelando uma langerie preta que a deixava muito sexy, quando tirei sua calcinha uma surpresa ela estava lisinha do jeito que eu tinha pedido pra ela, comecei a chupar ela bem devagar e com muito carinho, passava a lingua por toda sua xaninha e as vezes enfiava a lingua nela, em pouco tempo ela teve um orgasmo que ela chegou a chorar.

Ela pediu um tempo pra se recompor, e logo ela veio me chupar, ela tava bem experiente nisso, deitei na cama e pedi pra ela colocar a camisinha e sentar no pau pra controlar a penetração, ajudei ela a colocar a camisinha e ela foi sentando no meu pau bem devagar, na hora ela reclamou que tava doendo mais não parou foi sentando ate que meu pau estava todo dentro daquela xaninha, ela começou a cavalgar bem devagar ate que eu vi que ela tinha finalmente perdido a virgindade pois tinha um pouco de sangue escorrendo de sua xaninha, estavamos descobrindo o sexo juntos, pois eu tambem não tinha muita experiencia, ela ja tava totalmente em extase ja nao tinha mais nenhum medo, pedi pra ela ficar de quatro e coloquei meu pau, fui enfiando devagar e aumentando os movimentos em pouco tempo gozamos os dois juntos. Estava realizado.

Depois desse dia, não paramos mais de transar, sempre que ela ia na minha casa passava a tarde toda no meu quarto transando, a gente tinha muita quimica, e como ela sempre usava saia devido sua religião sempre que tinha uma oportundiade a gente transava, ela sempre saia sem calcinha pra facilitar, era na escola, na casa dela enfim onde dava, até hj eu guardo diversas calcinhas dela que eu fazia ela deixar comigo pra ficar sentindo seu cheiro e sua bucetinha sempre estava lisinha a meu pedido.

A primeira vez que fizemos sexo anal foi em minha casa pra meu espanto ela não teve medo e gozou dando o cuzinho pra mim, e depois disso nossas transas nunca podia terminar sem sexo anal pois ela viciou em sexo anal, começamos a comprar alguns brinquedos em sex shops pra apimentar nossas transas ate que um dia compramos um penis de borracha pois ela queria ser penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo e isso foi uma loucura pois ela teve multiplos orgasmos com dois pau dentro dela.

Nós já estavamos juntos há mais de 3 anos e cada vez mais apaixonado e nossas transas cada vez melhor, ja tinha conseguido a confiança do sogro e podiamos sair sozinhos como eu ja tinha conseguido comprar minha moto fomos ha quase todos os moteis da cidade, transavamos quase todo dia e sempre faziamos coisas diferentes, mais como nem tudo é perfeito por causa de uma única pulada de cerca minha que ela descobriu terminou o namoro. Eu sofri muito pois amava ela de verdade.

Hoje estou com 29 anos, estou casado, ela tambem esta casada, mais eu nunca esqueci essa mulher....
o grande amor da minha vida

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marcio_011@hotmail.com

 

Final de semana em Ubatuba

Eu e minha esposa moramos em uma cidade do Vale do Paraíba. Sempre que podemos, nos finais de semana, vamos curtir uma praia em Ubatuba, aos domingos. Como havia um feriado prolongado, resolvemos alugar uma casa e aproveitarmos melhor esses dias. Aluguei, de um conhecido, uma casa da praia do Perequê-Açú, nessa cidade. Uma casa simples, de praia, com poucos móveis, sem sala, mas com uma cozinha muito grande, dois quartos bons, sendo um de casal, que  tinha o luxo de um banheiro privativo, e outro, contendo umas quatro camas e um beliche, um banheiro de uso comum e mais nada. Na área externa, nos fundos da casa, uma área de serviço coberta, com uma churrasqueira excelente, uma geladeira...amarrada com cadeado a uma argola de ferro...medo  de roubos, só que para tira-la de lá ou seria pelo teto ou arrombando a porta da casa. Na frente da casa, uma boa área que dava para estacionar uns três carros, um terraço com locais para armar redes de cadeiras-de-praia. Adoramos a casa e, logo que chegamos, procuramos dar um boa limpeza em tudo, abrir as janelas e tirar um pouco daquele cheiro de casa fechada. Em seguida, fomos ao supermercado, nos abastecer de algumas coisas e, as principais, cerveja, vodca, limão, açúcar e salgadinhos de pacote...eram imprescindíveis. Minha esposa chama-se Vera, e é uma mulata linda, dona de um corpo maravilhoso, formas generosas, coxas firmes e grossas e um par de peitos fantásticos. Não houve economia na hora de criar a sua bunda...é um estouro...grande, carnuda e durinha...deliciosa. Com seu cabelo comprido e todo cacheado,  agora com uma cor dourada e algumas luzes....ela ficou um arraso. Ah...e tem um fogo a danada...adora uma vara, para que eu dê conta da Vera, preciso sempre manter-me em forma. Vera adora tomar umas caipirinhas de vodca e, quando fica meio alta, pelo efeito do álcool, ela dá trabalho, sim! É preciso tomar cuidado com ela.
                        No dia seguinte, pela manhã, fomos à praia, e estacionamos nossa “carreta” num quiosque à beira-mar. Peixinho frito aqui, camarãozinho frito ali, cervejinha gelada, caipirinha, um banho de mar, Vera entrando no mar e voltando toda molhadinha, com aquele cabelo todos escorrido....linda, não tinha quem não olhasse pra ela...e pra sua bunda deliciosa. Sem contar, os peitos, é claro, pois o biquíni ficava bem grudadinho e era uma visão deliciosa aqueles peitões quase explodindo para fora do sutiã. A calcinha do biquíni, entrando no rego de sua bunda...eu estava com vontade de comê-la o quanto antes...ainda mais que, após umas bebidas, o tesão é ainda maior. Relaxamos bastante nos dois primeiros dias. Praia pela manhã, bebidas, soneca à tarde e muita...muita meteção à noite. Regadas a mais bebidas, claro.. E nessas meteções, saiu uns papos de sacanagem que foi o máximo. Vera entrou de sola nas fantasias e começou a falar coisas que nunca havia ouvido ela dizer. Pelo jeito, já tomei uns bons chifres da minha mulata tesuda. Pra falar a verdade, gostei e a incentivava a falar mais e, entre uma bicada e outra de caipirinha de vodca, enquanto me cavalgava, Vera foi despejando umas fantasias muito loucas.
                        Bom, eis que chegou o domingo, último dia de folga, dia de voltar pra casa...ah, que desesperador. Mas, antes de ganhar na Mega-Sena e poder curtir a vida sem se preocupar com a segunda-feira, fomos à praia, pela manhã, como de costume. Uma caipirinha, uma cervejinha, Vera, como sempre, muito gostosa e, na mesa ao lado, uns caras tomando sua bebida, sem tirar os olhos da minha mulata, trocando conversas entre eles. Conversas essas que pareciam bem picantes, pois riam com caras de safados. Algumas vezes, os peguei oferecendo bebida pra minha mulher, mandando beijinhos, achando que eu não os estava vendo. Vera chegou pra mim e disse:
- Aqueles caras não tiram os olhos de mim, estou até com vergonha. Na última vez, que fui ao balcão, pegar pedir outra bebida, um deles quase me encoxou, chegou a esfregar-se em mim. Pelo jeito, estão doidinhos de vontade de comer a sua “neguinha”, o que você acha, meu amor??? – Olhei para ela, assustado, sem saber o que dizer, no momento. Passado o susto, e pelo efeito do álcool e as lembranças das fantasias das noites anteriores, resolvi esquentar a coisa, dizendo:
- E você, linda, ta a fim de conhecer esses mal-acabados? Vão querer te enrabar. Quer convidá-los para beberem com a gente?- E não é que a Vera aceitou. Momentos depois, os três caras estavam sentados em nossa mesa, bebendo com a gente, contando piadas de mal-gosto, olhando nos peitos da minha esposa, esfregando as coxas nas coxas dela, na minha frente. Um deles até a convidou para um banho de mar e, pelo que pude perceber à distância, rolou um belo de um beijo na boca entre os dois, no meio do mar...seria somente um beijo na boca, ou o cara estava com outra coisa nela, também? Demoraram demais para saírem do mar...estavam muito “juntinhos”. E, é claro, os outros dois perceberam a situação e começaram a trocar piadinhas e gracejos entre eles, e pagando-me mais bebida, induzindo-me a ficar bêbado. Quando Vera e o rapaz voltaram do mar, e pela hora que era, pensamos em terminar o domingo em casa. Tínhamos alguma carne, na geladeira, um bom estoque de bebidas, que não estávamos a fim de levar de volta para casa e, assim, perguntei à Vera, o que achava de convidar os caras, para um churrasquinho lá em casa. Era próximo dali, apenas algumas quadras, a pé. Se ficássemos bêbados, tinha muito lugar para dormir. Além do mais, o sol estava muito forte, e o calor, sufocante. De pronto, os caras toparam. E lá fomos todos, rumo a nossa casa.
                        Chegando em casa, fui direto para os fundos, acender a churrasqueira. Vera foi tomar um bom banho, num chuveiro improvisado que havia do lado de fora da casa, para tirar a areia do corpo e, claro, os caras entraram nessa com ela. Quando vi que não chegava ninguém, fui ver o que acontecia. Sob o chuveiro, minha mulher e três caras, se ensaboando e aproveitando a água fresquinha do chuveiro. Sob as sungas dos caras, lógico, dava pra perceber que seus membros estavam querendo pular para fora e arrombar minha mulher. Ela, mais do que safada,sorria escancaradamente, deixando os caras se esfregarem o quanto queriam na sua bunda. Fiz de conta que não vi nada, mas soube que, ia ter coisa pesada saindo dali. Volteis à churrasqueira, comecei a preparar a carne e, de lá, comecei a chamar o pessoal, para que viessem conhecer o local. Acho que o desejo de “tomarem mais uma” falou mais alto e, em pouco tempo, todos eles estavam por ali, abrindo uma lata de cerveja, tomando um gole. Vera trouxe uma toalha e, para meu desespero, fez questão de enxugar um por um, os caras. Eles adoraram aquela mulata linda e gostosa, passando uma toalha delicadamente em seus corpos. Coloquei uma música e a carne sobre a grelha. Os caras arrumaram umas cadeiras, se sentaram e começaram a falar...falar da minha mulher, sem a mínima cerimônia, na minha presença, começaram a comentar sobre sua bunda, suas coxas, seus peitos...e a vontade que tinham de “lhe enfiar a vara”. Olhavam para mim com um certo desdém, já meio alterados pelo álcool, e meio arrogantes para comigo...tipo, “fica na sua cara, não se mete, que vai sobrar pra você”. Começaram a comer uns pedaços de carne, uns salgadinhos e, de repente, Vera desaparece para a cozinha, dizendo que ia fazer mais caipirinha. Um dos caras foi atrás dela. Não o mesmo que tinha entrado no mar com a Vera. Dez, quinze, vinte minutos...e nada da Vera voltar com a caipirinha. Passado mais algum tempo, ela aparece, trazendo na mão um jarro de caipirinha e, atrás dela, o cara, com uma puta cara de safado. Logo imaginei...esse cara aprontou com a minha esposa. Em seguida, Vera arruma um pretexto para fazer outra coisa e, assim, voltar à cozinha e, dessa vez, é o outro cara quem se oferece para ajudar.
                        Nessa altura do campeonato, eu estava era bem chapado. Mal consegui comer um ou outro pedaço de carne. Bateu-me a dor de corno e comecei a beber feito louco. Em três tempos, apaguei. Quando acordei, umas três ou quatro horas depois, olhei em volta e não vi ninguém. De dentro da casa, do quarto, para ser mais exato, já que a janela fazia fundos com a área externa, deu para ouvir umas risadas altas, umas palavras tipo: “vai puta, pede mais, biscate. Queria vara, agora toma...chupa, piranha. E mais, uns gemidos, e era a voz da Vera, pedindo...”mete mais...enfia....me come, seu safado, me arromba, seu ordinário. Levantei depressa e entrei em casa, indo direto ao quarto. Qual não foi minha surpresa, ao ver Vera, segurando na cintura de um dos caras e com o cacete do mesmo enfiado em sua boca e, o outro, enfiando um puta de um cacete, no cu da Vera, enquanto o terceiro, se masturbava e esfregava o pau no rosto dela e com uma das mãos mexias em seus peitos. Quando o que estava com o pau na boca da Vera, me viu entrar, tirou o seu membro de onde estava e veio em minha direção, bravo, arrogante, gritando: “some daqui cara, vai se fuder, seu corno. Vai encher o rabo da cachaça que da sua mulher nós cuidamos...vamos arrombar essa biscate gostosa. Some daqui, ô viado...vai, vai...anda logo”. E foi me empurrando pra fora do quarto. Pensei em chamar a polícia, em pedir socorro, mas voltei assustado para perto da churrasqueira, peguei um resto de caipirinha de um copo e comecei a beber novamente...e a me lembrar da cena, de Vera dando o cu para aqueles caras, chupando o pau daqueles homens. Levantei-me e me aproximei da janela. Por uma abertura, dava para ver a cama e ver Vera dando pros caras. Comecei a bater uma punheta, vendo os caras comerem a minha mulata linda. Vera estava completamente sem-vergonha, engolindo os paus dos caras, oferecendo seu cu para todos, abrindo a sua bunda com as mãos, esfregando os peitos no pau deles e os punhetando com os mesmos. Que consegui ver, foi mais de uma hora de meteção entre eles. Os caras revezavam para comer o cu da minha mulher, para enfiar na sua boca, para deitarem sobre ela e comerem sua buceta...e  metiam, os sujeitos...pareciam loucos sobre ela... metendo com vontade, com gosto. Quando o primeiro a começou a meter com mais força e a gemer, vi que ia encher o cu da Vera de porra. Foi o que aconteceu. No mesmo instante, o outro que estava com o pau enfiado na boca da minha mulher, tirou seu pau dali e foi direto enfiar no cu dela, fudendo-a violentamente, até esporrar também. O terceiro, a jogou na cama, deitou-se sobre ela e enfiou em sua buceta, metendo com força e vontade, até conseguir gozar. Quando todos esporraram em minha esposa, pegaram suas coisas, se vestiram e foram embora, felizes da vida. Pensei...pelo menos, nos deixaram em paz...foram embora.
                        Não deu para voltarmos no domingo, estávamos acabados. Eu numa ressaca total, Vera toda quebrada de tanto dar. Tomamos um banho juntos, no qual comentamos sobre tudo. Vera confessou que, aquela, não era a primeira vez que transava com mais de um cara, que fazia uma sacanagem. Disse-me que, se quisesse continuar com ela, era para não se importar, pois apenas o meu pau, não a satisfazia. Disse-me, ainda, que havia dado o seu telefone para todos os caras e que, sempre que viéssemos a Ubatuba, ela ligaria para eles, se oferecendo para lhes servir.
                        Continuo sendo o marido de Vera, muito feliz, corno assumido, sabendo que minha mulata é um arraso, que topa qualquer sacanagem e que, com certeza, o cara que está passando na calçada ao lado, pode, muito bem, já ter comido a minha mulher. A partir daquele dia, vamos mais vezes para Ubatuba, mas não conseguimos arrumar uma transa igual a que tivemos aquele dia. Por mais que minha mulata dê mole, na praia, não temos dado sorte com os caras que aparecem. Sei que ela tem contato com os três que a fuderam aquele dia, sei que, às vezes, marca encontro com um ou outro deles, que vai para o motel com eles e tal, pois, pelo que fiquei sabendo, moram em uma cidade próxima a nossa. Mas os caras não me permitem participar da jogada. Não querem me deixar ver. Isso eu acho sacanagem. Fico sabendo de tudo somente quando estou comendo a Vera e ela me conta sobre os momentos que tem com os  seus amigos. Gostei, pois o cu da Vera está uma delícia pra meter, e entra fácil...gostoso...e ela adora dar a bunda. E eu adoro a minha mulata gostosa e assanhada.

José Roberto, Vale do Paraíba-SP.

 

rafaellaillya4@yahoo.com.br

Esposa advogada

Sou casado com |Paula há 15 anos. Hoje tenho 35 e ela, 33. Paula é uma mulher atraente, envolvente, belíssima, com um corpo delicioso, apesar de sua idade, deixando muita garota pra trás. Quando nos casamos, tudo corria muito bem. Ela se formou advogada, começou sua carreira em seguida e estava indo muito bem. Eu tinha um escritório de negócios imobiliários, e também posso falar que estava me dando muito bem nos negócios. Dois anos após nosso casamento, descobri que não poderia ter filhos. Isso, à época, foi muito difícil de superarmos, pois queríamos formar uma família. Pensamos em adotar uma criança, mas tanto eu como ela, passamos a valorizar nossa vida profissional acima de qualquer coisa.
                        Nessa época comecei a me relacionar com uma garota, que trabalhava em minha empresa e que me deu muita dor de cabeça. Paula descobriu sobre meu relacionamento e, a partir daí, começamos a brigar muito, o que culminou em algumas separações momentâneas, pois sempre terminávamos voltando uma para o outro. Foi numa dessas separações, já que eu insistia em continuar me relacionando com a garota, tanto porque a mesma não me deixava em paz e não desistia, que meu casamento mudou completamente. Após uns dois ou três meses de separação, que dizíamos ser “pra sempre”, voltamos a morar juntos. Dias depois, fomos jantar fora, ter uma noite romântica. Tomamos uns vinhos a mais e fomos para um motel qualquer. Lá chegando, Paula pediu mais vinho e nossa noite foi esquentando. Lá pelas tantas, enquanto transávamos, por uma bobeira qualquer, começamos a discutir. E isso, no meio de uma bela transa. Em dado momento, surgiu o nome da garota com que eu havia me relacionado e, irritada, Paula me deu um belo de um troco: confessou-me que, durante o período em que nos separamos pela última vez, havia conhecido um advogado, de outra cidade, que a procurou, em seu escritório, para tratar de um assunto profissional para um seu cliente. Disse-me ela, que esse advogado a convidou para um jantar e, sozinha, sem nenhuma outra preocupação, louca de vontade de descontar as traições que lhe infringi, aceitou o convite. Após o jantar saíram para uma volta de carro, estacionando-o em algum ponto qualquer da cidade e, lá, ele se aproximou dela e começou a beijá-la, o que, disse-me ela, retribuiu-lhe com muita vontade. Em seguida, disse-me que abriu o zíper da calça do sujeito, tirou seu pau pra fora, e fez-lhe uma maravilhosa chupeta. Paula, nervosa, gritava comigo, dizendo que o pau do cara era muito maior e melhor do que o meu, e que o chupou até que esporrasse em sua boca, enchendo-a de porra, que ela engoliu toda. E isso, eu sabia muito bem que ela adorava fazer: bebia tudo. Fiquei nervoso, chateado, brigamos muito aquela noite. Voltamos para casa e fomos dormir, novamente, em quartos separados. Passou-se uma semana sem que trocássemos uma palavra sequer. Eu percebi que estava com ciúmes de Paula e, durante a noite, em meu quarto, passei a fantasiar situações nas quais Paula transava com seus colegas de trabalho, com seus clientes e tudo mais. Por outro lado, percebi que isso estava me dando um tesão danado, tanto que, em certa noite, em não agüentando mais, fui ao quarto de Paula e pedi a ela que conversássemos um pouco, tentando, mais uma vez, me reconciliar com ela. Deu certo! A partir dessa noite, nosso relacionamento mudou completamente.
                        Alguns dias depois, louco de desejos por Paula, telefonei ao seu escritório e a convidei para jantar. Lá fomos nós, mais uma vez, em busca de uma noite romântica. E foi! Muito vinho, novamente um motel, um início de uma ótima transa e, enquanto Paula me cavalgava, com muito jeito, confessei-lhe que havia sentido muitos ciúmes dela com o seu colega advogado, mas que, por outro lado, aquilo havia me excitado bastante. Paula, que tinha tomado bastante vinho, estava bem à vontade, solta, sem nenhum pudor e, ouvindo isso, falou-me baixinho, ao ouvido:
- Ah..então você gostou de saber que eu chupei o pau gostoso do cara, né, safado, sem-vergonha. Pois foi isso mesmo, e digo mais, ela só não me comeu porque não deu tempo, chupei tanto pau dele, que o cara não agüentou e me encheu a boca de porra. Infelizmente, depois dessa noite, não o vi mais, mas se o visse, teria dado até o cú pra ele.
                        Isso me deixou louco de tesão e comecei a chamar-lhe de puta, de biscate, de vagabunda, a dar tapas em sua bunda e, pra minha felicidade, ela adorou tudo aquilo...havíamos perdido o cabaço e a vergonha um com o outro. A partir desse momento, nas nossas transas, eu sempre contava minhas fantasias para Paula, dizendo-lhe que gostaria de ver outro homem a comendo, enfim...aquelas conversas e desejos de todo bom corno. Por outro lado, Paula retribuía, dizendo que havia dado pra esse e aquele cara, que fulano a havia comido, que sicrano metia nela toda semana e por aí seguíamos. Enquanto falávamos de nossas fantasias, enquanto falávamos besteiras e nos xingávamos, transávamos maravilhosamente bem, nos satisfazendo completamente.
                        Alguns anos depois, essas conversas já estavam ficando monótonas e já conversávamos sobre fazer algo verdadeiro, uma transa diferente. Ficávamos horas na internet, à noite, em salas de bate-papo, sobre sexo, escrevendo um monte de bobagens enquanto nos acariciávamos um ao outro, vendo imagens pornográficas que nos motivava ainda mais. Chegamos ao ponto de entrar em contato, por e-mail, com um sujeito de São Paulo, para que enviamos algumas fotos da Paula, com o rosto mascarado, evitando seu reconhecimento, e recebendo fotos do cara, com o pau de fora, exibindo sua ferramenta. Nessa época, quase fomos nos encontrar com esse cara, de verdade. Mas as coisas tomaram outro rumo.
                        Certa noite, Paula chegou em casa e enquanto comíamos alguma coisa, disse-me que havia sido contratada para defender um sujeito em algum processo qualquer. Disse-me que o cara não era flor de se cheirar, que era “bandido” mesmo, mas...pagando, que mal tem? Foi o que ela me disse. Esse cara a procurou no escritório e lhe apresentou sua situação, perguntando-lhe se aceitaria o caso. Ela prometeu ir ao fórum, verificar o processo, pedindo-lhe que voltasse em seu escritório na semana seguinte.
                        Paula, sempre se veste muito bem para ir ao trabalho. Está sempre bem maquiada, perfumada, cabelos bem arrumados, roupas combinando e adora um vestido, o que a deixa deliciosamente “gostosa”, principalmente quando coloca seus tubinhos. No dia em que esse sujeito retornou ao seu escritório, ela estava “deliciosamente” vestida, com uma saia bem justa e uma blusinha de alças fininhas, deixando seus ombros completamente de fora...sim, estava muito “gostosa”. Porém, o sujeito não foi sozinho, levando consigo um amigo. Mais tarde, Paula disse-me que tinha ficado constrangida frente ao cara. Enquanto conversava com seu cliente, o sujeito, mal-encarado, de óculos escuros, mascando um chiclete violentamente, sentou-se bem em frente a ela, em um sofá de seu escritório, atrás de seu amigo, que sentava-se na poltrona que ficava à frente da mesa de minha esposa. Enquanto ouvia o seu cliente e lhe instruía sobre isso ou aquilo, o cara do sofá, não parava de encará-la, mexendo em seu próprio pau. Disse-me ela, que ele apertava o pau a todo instante, fazendo-a achar que o tiraria para fora e se masturbaria na sua frente a qualquer momento e, o pior, sem exibir nenhuma reação com o rosto, como se aquilo fosse natural para ele. Paula falou-me que aquilo, apesar de tê-la constrangido muito, a havia excitado bastante, levando-a a baixar uma das mãos por debaixo da mesa e começar a esfregar sua buceta. Ao despedir-se de seu cliente e, também, do companheiro do mesmo, fechou a porta de seu escritório, voltou a sua mesa e pôs-se a alisar novamente a buceta, segurando, com a outra mão, uma caneta, que levou à boca. Nesse momento, a porta do escritório se abriu, e o amigo de seu cliente apareceu, apontado o dedo para Paula e, com a outra mão, pegando em seu pau, por sobre a calça, e fazendo-lhe um gesto obsceno. Fechou a porta e foi-se embora. Paula disse-me que ficou tremendo, preocupada, sentindo-se ofendida com a atitude do sujeito mas, pouco tempo depois, louca de desejos e fantasiando mil e uma coisas, tanto que não conseguiu mais se concentrar no serviço. Naquela noite, em nossa cama, demos uma das melhores trepadas de nossa vida, fantasiando sobre o sujeito mal-encarado, que, ainda por cima, era grande, moreno e...sem-vergonha.
                        Dias depois, o cliente de Paula volta ao seu consultório, com o amigo, novamente. Apresenta a Paula alguns documentos, senta-se, conversa um pouco, o amigo senta-se no sofá, novamente, mexendo em seu pau, como da outra vez, e encarando minha mulher, observando como ela estava ficando sem jeito, descontrolada com a situação. Ambos saíram do escritório e, pouco tempo depois, como da outra vez, a porta se abriu novamente, franqueando a entrada do mal-encarado que, dessa vez, entrou mesmo, fechando a porta atrás de si. Veio até perto de minha esposa, abriu a vista da calça, tirou para fora seu pau e o ofereceu a minha esposa. Paula disse-me que não sabia se gritava por socorro, se saia correndo, nem o que mais mas, quando viu aquele pau duro, na sua frente, o cara levando uma das mãos a sua cabeça e a puxando de encontro a ele, ela não resistiu e fez o que o sujeito queria que fizesse: chupar o seu pau, algo que ele, com certeza, sabia que minha mulher desejava fazer...e muito.
                        Após chupar o pau do moreno, ela disse que se levantou, foi até à porta, trancou-a com a chave, pediu  a ele que não a machucasse pois faria tudo o que pedisse naquele momento. Em seguida, ela disse-me que, pela primeira vez, ouviu sua voz, quando lhe disse:
- Tira a roupa todinha e vem pro sofá, tesuda.
                        Foi o que ela fez, tirou a roupa, ajoelhou-se na frente do sujeito, puxou suas calças, sua cueca, levando-as até as canelas, desabotoou sua camisa e começou a lambê-lo, acariciá-lo, masturbá-lo, até voltar a engolir seu pau novamente. Enquanto o chupava, ouvia-o falar ao telefone com o amigo, dizendo:
 - Falei, cara, a puta tá engolindo meu caralho, tá mamando feito um vaca...tá peladinha e vou meter a vara nela...essa gostosa do caralho.
                        Foi o que ele fez pois, logo em seguida, puxou minha mulher sobre seu colo e a fez sentar-se de frente para ele, enfiando seu mastro em sua buceta, fazendo-a cavalgar seu pau ao mesmo tempo em que chupava seus peitos e a beijava loucamente na boca. Em seguida, deitou-a no sofá, subiu por sobre ela, enfiou seu pau e a comeu violentamente, com força e vontade, até a encher com jatos de porra. Paula, disse-me, enquanto eu a comia, que não agüentou e que gozou feito louca, gemendo debaixo do cara. Quanto ele terminou, saiu de cima dela e mandou que ela lambesse seu pau e o limpasse, o que ela disse ter feito com toda gratidão e carinho. Em seguida, vistiu-se, ligou para o amigo e falou:
- Taí, veio, meti a vara na biscate, enchi ela de porra, agora é minha, vai fazer o que eu mandar, ta tudo gravado.
                        Caindo na risada em seguida, mostrou a Paula o seu celular, no qual havia gravado todos os sons dos dois transando. Em seguida, virou-se e foi embora.
                        Na semana seguinte, Paula começou a demorar muito para chegar em casa, já passava das dez horas da noite, e nada. Comecei a ficar preocupado, pois não era normal ela fazer isso e não se comunicar. Tentei ligar em seu celular, mas deu fora de área. Lá pelas onze horas, ela chegou, veio até mim, beijou-me gostosamente na boca, passou a mão em meu pau e pediu-me para ir com ela para a cama. Estranhei, pois Paula não vai para a cama sem tomar banho, mas naquela noite, foi diferente. Ela se despiu rapidamente e chamou-me ao seu lado. Eu estava com o pau já duro e, deitando-me ao seu lado, comecei a alisar-lhe o corpo, a beijá-la, enquanto ela me alisava o cacete com uma das mãos. Em seguida, quando escorregou na cama para me chupar, comecei a sentir em minha boca um gosto estranho e, também, um cheiro estranho. Sempre que ela começa a me chupar, pelo-lhe para se virar para mim, fazendo com ela um delicioso “69”. Naquela noite, senti algo bem diferente...sua buceta estava melada, muito melada. Tinha um gosto diferente, um cheiro diferente, uma textura diferente de seu “caldinho” habitual. Quando ela sentou-se sobre meu pau e após beijar-me com muito desejo, confessou-me:
- Amor, dei praquele sujeito agora a pouco. Fomos parar num motel e ele me comeu feito louco. Estou toda cheia de porra desse cara e você está lambendo tudo.

                        Foi o suficiente, não resisti no momento, fiquei puto, quis bater nela, esbravejei, xinguei-a, tirei-a de cima de mim, saltei da cama, corri ao banheiro para me lavar, para lavar a boca mas, ao vê-la em minha frente, pelada, passando uma das mãos em sua buceta e chupando um dos dedos da outra mão, pulei sobre ela, abracei-a e a beijei com vontade. Ela, sem seguida, disse-me:
- Isso te deu tesão, não deu? – Tive que responder que sim e, voltando a nossa cama, chupei-a feito um louco. Quando meti meu pau nela, senti que estava larga, que realmente havia dado...e muito, e que o pau do cara era maior que o meu. Fiquei com mais tesão ainda.
                        Depois daquela noite, começamos a fantasiar muito com esse cara, ate que, em dado momento, confessei a Paula que meu desejo era vê-la ser comida por esse cara. Ela aceitou, dizendo que também tinha vontade de ser comida na minha frente. Perguntei a ela se o cara toparia e ela disse-me que falaria com ele. No final de semana seguinte, Paula ligou-me do trabalho, pedindo-me para vir buscá-la pois deixaria o seu carro no estacionamento. Lá pelas seis da tarde, fui apanhá-la no escritório...ela não saiu sozinha. Com ela vinha uma cara moreno, forte, mal-encarado, de óculos escuros, mascando chiclete, que entrou em meu carro e nem olhou pra minha cara. Sentou-se no banco de trás e Paula ao meu lado. Em seguida, Paula pediu-me para que fossemos a um barzinho do outro lado da cidade, um local de prostitutas, bêbados e jogadores. Lá chegando, ocupamos uma mesa, no ponto mais isolado do local. Paula pediu três caipinhas e enquanto aguardávamos, o sujeito abraçou minha mulher, puxou-a para perto de si e começou a beijá-la na boca enquanto passava uma das mãos em suas coxas. Percebi que outras pessoas no bar estavam olhando os gestos dos dois, fiquei com vergonha, mas fiquei firme...era o que eu queria, me sentir corno.
                        Depois de duas ou três caipirinhas, o cara já enfiava a mão debaixo do vestido de minha mulher e alisava sua buceta descaradamente. Quando percebi que ela também passava a mão sobre o pau do sujeito, resolvi pagar a conta e convidar os dois para irmos juntos para outro lugar. Ao ver minha esposa sair de um boteco, abraçada com outro cara, assanhada, deixando o cara passar a mão nela inteira, foi um horror. Entramos em meu carro e saímos dali. No caminho, percebi o cara enfiando a mão pela lateral da blusa de Paula e começar a pegar nos peitos dela. Paula, por sua vez, alisava sua buceta com muito desejo e urrava de desejo. Parei o carro e convidei-a a passar ao banco de trás, junto com nosso carona. Nos dirigimos a um motel, na beira da estrada. Pelo retrovisor vir Paula tirar o pau do sujeito pra fora e abocanhá-lo. Mal cabia em sua boca...era enorme, viril...lindo!!! Logo percebi a razão do desejo e do descaramento de minha esposa. Aquele pau era delicioso até para mim e fiquei com inveja dela.
                        Chegando ao motel, Paula tirou a roupa toda, ficou pelada em meu banco traseiro, punhetando, chupando, beijando e lambendo aquele cara e o seu pau  maravilhoso. Foi uma delícia me virar no banco da frente, olhar no banco traseiro e ver minha mulher peladinha, sendo alisar por aquele macho.
                        Paula abriu a porta do carro, desceu, puxou o cara pela mão e ficaram ambos em pé, na garagem do motel, se beijando, enquanto o sujeito passava as mãos em sua bunda, coxas, buceta, peitos e se divertia com minha mulher. Logo em seguida, ela olhou pra mim e me convidou a entrar com ela para o quarto. Lá chegando, ela ajoelhou-se na frente do cara e caiu de boca no seu pau, que estava pra fora da calça. Paula chupava vorazmente, engolia aquele caralho com vontade, feito uma louca e, enquanto fazia isso, ia despindo o cara. Ao ir vendo o corpo do sujeito, fiquei com mais desejo ainda, pois também queria lamber aquele homem e, não resistindo mais, fui beijar minha esposa, na boca. Nesse momento, o cara colocou o seu pau no meio e, meio sem jeito, acabei o lamber seu pau. Esse foi o início pois, em seguida, Paula veio me beijar, mas o cacete do cara estava entre nós, e não teve jeito, nos beijamos com o pau do cara entre nossos rostos. Após isso, Paula tomou frente e convidou-me a chupar o pau do sujeito junto com ela. Não teve jeito, eu estava louco por aquilo e, da melhor maneira possível, fiz de tudo para engolir aquele caralho lindo, delicioso, duro, forte, gostoso. O cara gostou da idéia de ter minha mulher e eu, seu marido, chupando seu pau. Pouco tempo depois, estávamos todos nus, no chuveiro, tomando um delicioso banho, no qual sentia aquele pau esbarrar em meu corpo, esfregar-se no de minha mulher e, pela primeira vez, vi aquele cara meter na Paula. Ela a pegou por trás, apertou-a contra si e enfiou seu pai vigorosamente em meio a suas pernas. Paula gemeu, agarrou-se a mim, foi se abaixando até chegar ao meu pau, quando começou a me chupar deliciosamente. O cara metia nela feito louco, com vontade, xingado-a de tudo o que era nome, e a mim também, dizendo:
- Toma aí, corno do caralho, ta vendo tua mulher gostosa levando ferro? É isso que você queria, viado. Pois agora eu vou comer ela e você junto, seu boiola. Maridinho de merda dessa cadela sem-vergonha e puta. – Em seguida, tirou o pau da buceta da Paula e me fez ajoelhar na sua frente e chupá-lo.
                        Após o banho, fomos para o quarto, mais uma caipirinha pra cada um e, pouco tempo depois, vi minha mulher levando aquela cacete inteiro dentro do rabo. Ela pegou o travesseiro e o mordeu com força, enquanto o cara enfiava sua vara na sua bunda. Eu, nesse momento, me punhetava. Mas, vendo aquela cena, entrei por debaixo dos dois e comecei a lamber a buceta da minha mulher e o saco e o pau do cara, que entrava e saia da bunda da minha esposa. O gosto era de deixar louco, o cheiro também me deixava louco, eu estava louco...de tesão, de vontade de chupar, de dar a bunda, de ver minha mulher sendo fudida, de tudo. Após o cara meter com vontade na bunda da Paula, ela pediu a ele que parasse um pouco, pois queria que fizesse outra coisa. Ele tirou o pau de dentro dela e enfiou em minha boca. Nesse momento, senti minha mulher passar-me algo gelado, molhado e oleoso na bunda. Senti um calafrio. Ela pediu ao seu parceiro para meter em mim. O cara, já alto pelas caipinhas, não pensou duas vezes e veio para o meu lado. Virou-me de lado, deitou-se atrás de mim e começou a forçar a entrada do seu pau no meu cu. Paula olhava e se bolinava, apertando os peitos com uma das mãos. Quando viu que o cara estava me comendo, foi olhar. Eu gemia, estava doendo, porém aquele óleo todo, facilitou pro cara que, com vigor, forçava a entrada de seu pau em meu cu. O que aconteceu. Ele me arrombou, em frente  a minha esposa, que parecia estar louca de tesão, pois entrou por trás do sujeito e foi lamber seu saco. Aquele era, naquele momento, nosso homem, nosso macho.
                        O cara me comeu o quanto quis, eu só conseguia morder o travesseiro e gemer. Paula lambia o saco e as bolas do cara. Quando ele parecida não agüentar mais, tirou seu pau de dentro do meu cú, colocou-me com o rosto colado ao de Paula, e esporrou em nós dois, gemendo feito um louco e nos xingando a todo instante.
                        Ficamos a noite toda naquele motel e, sinceramente, não sei como consegui agüentar tudo o que aconteceu: fui enrabado na frente de minha mulher por um macho maravilhoso....gostei, apesar da dor. Não havia tido experiências assim, apesar da já ter saído com  alguns travestis, em São Paulo, mas apenas chupetinha, nada de penetração como a que sofri naquela noite. Vi minha mulher ser comida de todas as formas possíveis, engolimos porra daquele cara, nos beijamos em seguida, nos lambemos inteiros e inteiramente lambuzados de porra. Não senti o mínimo de constrangimento na frente de minha esposa e muito menos ela, que se revelou uma puta fabulosa, louca por uma vara e por muita sacanagem, adorando ver-me chupar o pau do homem que a comia. Fomos várias vezes tomar banho e era uma sacanagem só, pois éramos encoxados e todo momento pelo sujeito, nos submetíamos a chupar seu pau a todo instante, assim como, aos seus palavreado chulo e que nos intimidava. No final de tudo, quando nos preparávamos para irmos embora, vi minha esposa dando algum dinheiro ao cara...não acreditei: ela pagou por aquilo tudo e, por isso, o cara topou a minha presença.

 Depois daquela noite, passamos ardentemente a desejar a chegada do
final de semana e nos encontrarmos com nosso querido macho, tomarmos umas e outras juntos, ver aquele cara encoxar minha mulher a todo momento, e na minha frente e, mais, constatar que Paula adorava ser envolvida por aquele cara sem-vergonha que a chamava dos piores nomes possíveis e a humilhava na minha frente, assim como a mim na frente dela.   

                        Após dois meses que estávamos nessa pura sacanagem, em dado final de semana, Paula me comunicou que viajaria sozinha, com o tal sujeito, que vou passar a chamar de Rodrigão. Não houve como desmotiva-la de tal propósito e, chegando sexta-feira, lá fomos nós para casa. Paula tomou um banho demorado, se depilou completamente, se maquiou, se perfumou e vestiu seu vestido mais sexy, curto, decotado e que deixava suas costas completamente de fora...estava linda. Senti ciúmes dela com aquele cara, senti inveja dela por estar tão bonita e poder se dar inteiramente  para o Rodrigão e por um final de semana inteiro. Lá pelas nove horas, ela me deu um beijo de despedida, pegou seu carro e saiu, levando consigo uma pequena mala com alguns pertences pessoais e algumas poucas roupas de troca. No fundo, eu sabia que o que menos ela usaria, seriam roupas.
                        Não consegui dormir naquela noite, pensando em Paula, com seu amante, fantasiando e imaginando minha mulher com aquele sacana, sabe-se lá onde. Sábado, não foi nada melhor e, a mim, só restava me masturbar insistentemente, pensando nos dois. Na noite de sábado, tomei um porre homérico e, dessa forma, desmaiei na cama. Acordei por voltas das dez horas, do domingo. Uma ressaca horrível me consumia mas, por outro lado, sabia que minha mulher voltaria naquele dia. Foi, de fato, o que aconteceu, às dez horas da noite...e eu puto da vida, pois ela não respondia às minhas ligações, meus torpedos...nada. Chegou em casa com a maior cara de puta que já vi, desnorteada da vida, dessarumada, cabelos desgrenhados mas, pelo jeito, feliz da vida. Ao chegar, beijou-me deliciosamente na boca e me carregou com ela para o banheiro. Lá tirou suas roupas, tirou as minhas e, nesse momento, pude ver as marcas em seu corpo. Sua bunda estava cheia de marcas de palmadas, estava avermelhada; suas coxas estava cheia de marcas escuras, seus joelhos estavam esfolados. Paula ligou o chuveiro e me levou com ela para debaixo da água, onde ma abraçou e me beijou novamente. Com uma das mãos, pegou no meu pau e começou a acariciá-lo e, em seguida, olhando nos olhos, falou:
- Amor...foi o final de semana mais delicioso que já tive. Você não pode imaginar tudo o que fiz e o que fizeram comigo. – Pérai, pensei eu...como, fizeram? E Paula explicou-se.
- Não fomos só eu e o Rodrigão, foi também o outro cara, o meu cliente e, se não bastasse só os dois, levaram outro cara junto, outro amigo deles. Aluguei um chalé numa cidade do interior e fomos os quatro para lá. Na viagem, fui sentada no banco traseiro, tendo ao meu lado, sempre dois caras, que se revezavam. Chupei-os a viagem inteira enquanto eles me passava a mão na buceta, na bunda, nos peitos, nas coxas, me beijavam, me xingavam e tudo mais. Quando chegamos ao chalé, estávamos todos loucos de tesão e a primeira coisa que fizemos foi tirarmos nossas roupas e começarmos a melhor de todas as sacanagens de que já participei. O meu cliente...era maravilhoso, tinha um pau deliciosamente grande e...amor, como me comeu durante esse final de semana. O outro cara, só queria saber de meter na minha bunda...ficou louco quando soube que poderia me enrabar. O Rodrigão tirava fotos e filmava...fui uma puta perfeita e completa para os três caras. Passei o final de semana inteiro levando vara, engolindo porra, sendo enrabada, comida, chupada e chupando. Amor, creio que vamos ter que mudar de cidade, pois aqui vai ficar complicado para mim e para você, também. Esses caras gostaram do que fizeram comigo e com você. O Rodrigão contou a todos o que fez com você, o que fez comigo e, agora, eles todos querem a mesma coisa. Se vazar as fotos e os filmes, desse final de semana, em algum lugar...estou fodida. Vão, com certeza, nos chantagear, mas foi delicioso, me liberei completamente e permiti a eles que fizessem o que quisessem comigo. Numa das vezes, depois que todos me comeram e esporraram em mim, fizeram deitar-me no chão e mijaram sobre mim. Depois, fomos todos tomar banho...e você nem imagina o que é uma mulher pelada no meio de três homens, debaixo de um chuveiro. Apostaram que iria dormir comigo...foi meu cliente quem ganhou e, sozinha com ele, no quarto, tive que obedecer plenamente aos seus desejos...ele me enrabou como um louco, cheguei a desmaiar de tanto gozar. Passei o final de semana inteiro sem vestir uma roupa sequer, somente sentando em paus.
                        Eu não resisti mais, esporrei na mão de minha esposa, beijei-a loucamente e confessei que a amava mais do que tudo e aceitaria dividir com ela tudo o que viesse, pois ela estava me proporcionando uma experiência maravilhosa...eu estava adorando ouvir aquilo tudo. Vou parar por aqui, pois a minha história já está muito comprida e sei que muitos nem vão ler mas, para quem chegou até aqui, tenho a dizer o seguinte: “Não mudamos de nossa cidade, continuamos juntos e maravilhosamente felizes. Estamos nos dando como nunca em nossas vidas e mas, antes, tínhamos apenas o Rodrigão para sairmos aos finais de semana e, agora, temos três homens para dividirmos. Eu não sou mais o homem de nossa casa, sou tão fêmea como minha mulher, pois troquei de lado e, hoje, embora transe com minha esposa uma ou outra vez, quem mais a come são os três caras que, além dela, me comem todas as vezes também. Uso maquiagem, lingerie, me depilo inteiramente, me perfumo e vou como uma verdadeira mulher encontrar-me com os três caras, junto com Paula. Os caras nos aceitam como somos e sempre que podemos lhes damos um bom dinheiro, o que os deixa mais felizes ainda. O terceiro sujeito, o que Paula ainda não conhecia, é o meu macho e, com ele, saio muito, mesmo durante a semana. No banco do meu carro, faço-lhe gulosas fantásticas e engulo toda a sua porra. Ouras vezes, quando ele prefere, sou sua mulher e viro-me de costa pra ele, sentindo aquele pau delicioso entrar em meu cu e me arrombar com força e tesão, ouvindo ser chamado de viado, boiola, bicha, corno, puto e tudo mais mas, quando aquele homem goza...quando sinto aquele leite gostoso invadir meu cu...é uma delícia...e tudo o que ele me faz passar, compensa. Sei que Paula pensa do mesmo jeito e se submete aos três inteiramente, como uma mulher completa, satisfazendo a todos os desejos daqueles três homens machos e maravilhosos que mudaram as nossas vida.

Abraço a todos.

 Antonio Carlos e Paula, com amor e carinho, para nossos amigos desconhecidos.

rafaellaillya4@yahoo.com.br


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