Contos Eróticos

O professor de espanhol

Queridos leitores, por causa deste caso, me deu vontade de estudar todas as linguas.

Trabalho em um escritório de advocacia, é normal aparecerem clientes estrangeiros, por isso a diretoria me disse para procurar um curso de espanhol, pois muitos clientes eram do mercosul.

Andei procurando, mas esses cursinhos comuns estão por fora, então um colega me disse que professor particular era melhor. Era mesmo.

Procurei na internet, anuncio de revistas, jornais, encontrei alguns, pedi para fazer uma aula teste e fui conhecer alguns, mas escolhi um cinquentão que era maravilhoso. E ainda falava bem prá caramba.

Chegando lá, sentamos num sofá e conversamos sobre as minhas dificuldades, eu estava muito tenso, nem sei porque, ele ofereceu um drink, para relaxar e soltar a lingua e estavamos nessa conversa e ele me olhava de alto a baixo, me medindo, ele era mais baixo que eu, acho que 1,75. mas era forte, um pouco gordo, com aquela barriga de cerveja sabe, já meio calvo, cabelos grisalhos, bigode, voz forte e rouca, não era bonito, mas parecia muito sério e atraente pelo conjunto, aos poucos me senti mais desinibido.

Em pouco tempo estávamos rindo muito, ele contava piadas sobre professores e "pérolas" de alunos idiotas, então, ele deu uma ajeitada no pinto, eu estava olhando prá ele e ele olhou nos meus olhos e percebeu a deixa, fez uma piadinha e se aproximou um pouco mais, aí ele levou a minha mão até a perna dele e rocei o pinto que já estava duro, e disse para eu alisar, foi o que fiz.

Bom, ele correspondeu, me abraçou e abriu minha camisa, me trouxe junto dele, alisou minhas tetinhas e me beijou, ai eu me entreguei, ele me deitou sobre seu colo e pos o pinto para fora e eu fiquei mamando ali um tempão.

Tiramos o resto da roupa, e subimos para o quarto, tomamos um banho primeiro, juntinhos, nos beijamos de novo, eta homem para beijar bem, e fomos para cama, onde comecei a mamar de novo, então me virei e ficamos de 69, ele me chupava e brincava no meu cusinho, depois virei de novo e ele sentou na cama e me colocou de joelhos no meio das pernas e mandou chupar mais, e pegava minha cabeça e enfiava aquela rola grossa toda,as vezes quase sufocava, então ele gosou, tentei tirar a boca, mas já tinha ido, gosou na minha cara, me lambusou todo, sentia o gosto daquela porra quente na lingua, mas continuei chupando até ele me soltar.

Então fomos tomar outro banho, enquanto eu me secava ele disse que queria separar uma peça de roupa para eu usar, perguntou se eu aceitaria. Como eu nem sabia que tipo de roupa ele ia separar, eu disse que aceitaria qualquer roupa. Então, quando eu cheguei ao quarto ele tinha separado um espartilho preto, com meias 7/8 e calcinha tudo preto, disse que tinha muito tesão em comer um rapaz com roupas femininas. Achei muito esquisito, pensei em recusar, mas acabei aceitando, pois ninguém saberia, e eu podia nunca mais voltar a vê-lo e depois eu estava mais propenso a me deixar levar, vesti a roupa e me olhei no espelho, pensei que se estivesse depilado e de peruca até me sairia bem, então a transa começou a ficar bem quente, mais beijos, mais brincadeiras, e voltamos para a cama, ele disse que iria me comer, seu pinto já foi ficando duro de novo, não era grande mas era grosso, ele pegou o ky e começou a passar em mim, me lambusou bem, brincou com o dedo ou mais dedos, e falava coisas picantes, eu estava muito a vontade, então ele pos a caminsinha e me virou de costas e veio por cima de mim, era gostoso sentir aquele homem pesado em cima de mim, muito gostoso.

Colocou os travesseiros por baixo para ajudar, mandou abrir as pernas e empinar o bundão, sim eu tenho bundão, empinei e ele veio bem devagar, estava apertado, ele afastou a calcinha para o lado e forçou a cabeça, ele mandou relaxar, abrir mais as pernas, e mandou ver, nossa, gritei, como era grosso, eu gemia de verdade, não era frescura, e ele gostava, enfiou tudo e soltou o peso em cima de mim, me mordia a orelha e falava um monte de coisas, sacanagens, e foi bombando devagar, ai que gostoso, ele me chamava de menina e eu gostava, ele bombava suavemente ora rápido ora devagar, me fazia ver estrelas, eu agarrava o lençol com as mãos, me sentia totalmente preenchido por aquela pica grossa e quente, então sentia que estava gozando e meu pinto nem estava duro, foram espasmos ritmados, eu arqueava as ancas e sentia o pinto dele mais fundo ainda, ele gostou tanto que ele gosou de novo, então terminamos, nossa respiração forte ia diminuindo, estavamos tão suados que ficamos do mesmo jeito um tempão, o suor dele pingava no meu rosto, sentia a respiração dele, foi demais, e fizemos muitas vezes, um pouco de aula e um pouco de sexo, acabei me depilando e ele me comprou uma peruca morena, me chamou de menina todas as vezes.

bjs
Pedrita

 

Mecânico perfeito

Oi, meu nome é raoni bueno, moro em betim (RMBH) Minas Gerais.
Tenho 23 anos, 1,76 mts, 63Kg, moreno, cabelo castanho raspado e um pau de 16cm. Nunca sequer beijei um homem mas sempre tive muita curiosidade com seria sair com um cara e foder com ele.
Namoro sério há 3 anos, minha namorada nem sonha com isso, moro sozinho mas é bem difícil dar uma fugida dela. Trabalho em uma empresa e por lá tem um mecânico muito gostoso, o nome dele é Tiago. Era perfeito, +/- 24 anos, 1,75, 75Kg, cabelos negros, mãos grandes e fortes, uma boca linda e avermelhada e dono de uma bunda... capaz de fazer virar a cabeça até de um hétero, linda, redondinha e eu ficava imaginando como ela seria sem aquele macacão. Quando ele passava parecia uma aparição, olhava sempre escondido, pois tinha medo que qualquer pessoa percebesse, pricipalmente ele.
Um dia quando cheguei do serviço, tomei um banho, coloquei uma cueca vemelha e fui deitar mais cedo.

Como não conseguia dormir, resolvi sair pra caminhar um pouco. Já era por volta de 22:30hs e, andando por uma rua deserta, vi um carro abrir a porta como se alguém fosse sair. Quem estava lá dentro parecia não me ver, julguei ser um casal de namorados e eram dois caras, o que estava no banco do carona deu um beijo super molhado na boca do motorista segurando sua coxa com muita vontade. Eu ia passar como se não estivesse vendo nada, mas o carona tomou um susto e sem pensar olhou pro lado, nem acreditei era o Tiago. Se me contassem duvidaria, aquele homem parrudo, jeitão de garotão macho pegando outro cara!?!?
Continuei andando, o carro arrancou forte e passou rápido por mim, quando olho para trás o Tiago estava vindo atrás de mim, parei ele chegou e falou que era pra eu esquecer o que tinha visto, e que jamais contasse pra ninguém, eu perguntei porque faria isso e ele disse que tinha meios pra calar a minha boca. Perguntei: É, como? Como a rua estava muito escura e deserta ele me empurrou contra o muro, debaixo de uma árvore, onde havia um espaço do padrão de energia eletrica e dificilmente nos veriam ali. O cara beijou minha boca e começou a passar a mão sobre minha nuca, costas e peito, segui seu ritmo porém fui logo no seu caralho que cresceu na minha mão, alisei sua pica enquanto ele invadia minha boca com sua língua grossa, ele beijava de um jeito tão gostoso que quase me fazia gozar, o moleque era mais gostoso que pensei. Eu nem sabia o que fazer e a princípio fiquei quieto, ele colocou a mão dentro da minha calça e alisou minha bundinha pequena, a coisa foi só esquentando e quando percebi ele tinha abaixado a calça e estava com seu caralho pra fora, e eu já estava lá com aquele mastro na minha boca, chupando aquele cacete delicioso. Não era o maior pau do mundo mas era o mais gostoso, era grosso, cheiroso, e melado parecia lubrificado. O cara gemia enquanto forçava sua vara na minha boca, parecia transar com ela, e eu chupava com vontade, afinal era o "Tiago" e era a primeira vez que eu sentia uma vara quente e dura na boca. Tiago soltou um gemido muito gostoso, começou a se contorcer e enquanto seu pau aumentava volume e calor, ele começou a depositar seu gozo em minha boca, engoli o que pude e o cara não parava de gozar. Ele me levantou me colocou de costas pra ele, abriu minhas pernas e começou a lamber meu cuzinho virgem. Ah que língua, ele a passava em volta do meu anel e quando menos esperava foi enfiando ela lá dentro. Não aguentei o tesão e gozei forte no muro.
Parecia um sonho... e foi. Acordei melado, suado, morrendo de tesão e com misto de alegria e raiva por ter tido o sonho mais real da minha vida.

Poderia ser realidade. Add no msn, quero um AMIGO pra conversar, contar suas histórias e quem sabe pode rolar uma transa.
MSN: raoni_gp@hotmail.com

 

Carnaval - segundo dia

Dormi profundamente, exausto. Acordei tarde ainda confuso comigo, o cheiro de sexo exalava forte na cama. Passei a mão em meu corpo e senti a calcinha moldada em minha bundinha....excitante.
Meu cuzinho comichava, passei a mão ainda estava inchado, dolorido pela intensa atividade.
Que sensações gostosas. Nunca tinha gozado tanto. Como Luiz era viril!

Como foi bom andar vestidinho de mulher, de salto alto, espartilho, aquelas meias...que sensação gostosa. Tinha sido mulher de meu amigo e dado prazer a ele!!!!.
Fiquei relembrando,.... e meus amigos......., remorso...., que pensariam de mim!!! Como foi bom.
Estava decidido, hoje era sábado, até quarta-feira continuaria experimentando ser uma fêmea.
Fui as compras decidido a me montar novamente como uma gatinha.

Comprei outra meia 7/8 bem lizinha, meia 7/8 arrastão, meia-calça, várias calcinhas, outro espartilho bem justinho, modelador (tipo maiô com presilhas no meio das pernas bem justinho), comprei uma sainha plissada tipo colegial, um vestido justinho bem curtinho. Já não tinha vergonha de comprar estas roupinhas, não ligava para os outro, estava de calcinha e até experimentava as roupas no provador. Comprei maquiagem, esmalte, batom, comprei uma peruca comprida morena, ...estava pronta para mais uma transformação.
Meus amigos não paravam de ligar para meu celular, não atendi...
A tarde foi muito excitante, depilei os pelos que ainda tinha e os que começavam a aparecer, tomei um demorado banho de banheira com sais..., passei bastante creme hidratante, perfume corporal, vesti uma calcinha bem justinha, sutiã, o modelador tipo maiô bem justinho , coloquei o vestidinho e comecei a pintar as unhas de vermelho.

As vezes parava e caminhava de salto alto pelo AP me sentindo uma fêmea, estava muito bom. Já estava acostumado com aquele salto enorme, caminhar de salto força a panturilha e as coxas, as pernas ficam mais esbeltas, bonitas e levanta a bundinha.
Fiz uma maquiagem bem provocante com as faces vermelhas, batom vermelho forte contornando os lábios com um lápis marrom escuro que deixavam meus lábios maiores e mais sexy. (aprendi na net)
Coloquei cílios postiços e pintei bem os olhos e coloquei a peruca bem comprida....Olhei no espelho e não acreditei....estava linda....parecia uma menina.
Já era tarde e como pretendia sair a noite terminei de me arrumar.
Coloquei uma meia 7/8 bem fina e a arrastão por cima, vesti uma calcinha bem pequenina acomodando meu pinto e minhas bolas, coloquei o sutiã bem justinho apertando e levantando meus peitos, vesti o espartilho pretinho e coloquei as liguinhas puxando as meias,...que tezão.
Coloquei a botinha de salto e me deliciei caminhando assim pela casa.
Desfilava e olhava no espelho, estava linda, sexy.
Coloquei outra calcinha rendada e o vestidinho bem justinho com o cinto largo elástico na cintura que modelava ainda mais meu corpo realçando a bundinha e minhas coxas que apareciam quando caminhava. Quando sentava o vestido encolhia aparecendo a calcinha e as liguinhas.
Luiz ligou, atendi. Disse que eu tinha que sair com ele, fiz-me de difícil, ele insistiu muito dizendo que seria só este carnaval e que ninguém saberia, concordei e ele disse que a noite me apanharia para sairmos.

Terminei a preparação, maquiagem, brincos, perfume e uma pomadinha em meu cuzinho que ainda estava inchado, parecendo uma bucetinha.
Estava pronta, me sentindo uma fêmea e ansiosa para dar minha bundinha novamente.
Luiz chegou e ficou ainda mais espantado com minha produção.
Me agarrou forte e me deu um longo beijo na boca me apertando contra seu corpo.Eu não sabia mais quem era. Aquilo me desarmou totalmente , estava entregue em seus braços, suas mãos em meu corpo, apertando minha bundinha, totalmente grudada nele e já começava a sentir o volume do seu pau crescendo em minhas coxas. Me pendurei em seu pescoço e ficamos nos beijando. Estranho, eu estava com muito tezão e meu pau continuava molinho, meu cuzinho e meus peitos coçavam, um frio na espinha, aquela barba mal feita, sua saliva em minha boca, sua língua, ....estava quase gozando de pau mole.
Ele queria entrar, ir para a cama, pedi para esperar e sairmos um pouco. Queria experimentar mais uma vez sair em público toda vestidinha de menina.
Fomos a outro baile de carnaval em um clube da cidade. Os rapazes me paqueravam, as vezes no aperto sentia uma mão boba em minha bundinha.
Luiz não me deixava, sempre me abraçando e me acoxando por trás.
Caminhar assim de salto alto sendo acoxada e sentindo o volume de seu pau em minha bundinha era muito bom. Caminhava feito uma putinha rebolando naquele pau.
Dancei de salto alto requebrando bastante, rebolando, sentia meu corpo pulsando sobre os saltos, minhas pernas retezadas pelos saltos muito alto estavam sexy com a meia 7/8, as liguinhas, o espartilho, Luiz me agarrava me apertando, me acoxando, que tezão.
Fui ao banheiro, ninguém notou que não era mulher, retoquei a maquiagem, passei batom, fiz xixi agachadinha, arrumei a peruca e sai.
Bebemos, dançamos bastante e fomos para casa.
Luiz dirigia com a mão em minhas coxas, cruzei as pernas apertando sua mão, eu o abraçava e passava a mão em seu pau enorme dentro das calças.
O envolvimento, o tezão entre nós era muito grande, abri sua calça e seu pau saltou para fora, coloquei na boca e chupava, abocanhava, beijava, a cabeça enorme e macia pulsava em minha boca, eu apertava para que não gozasse ainda. Ele corria ansioso por chegar.

Entramos em casa e ele sempre me agarrando, acoxando, fomos direto para o quarto, não via a hora de ser possuído novamente, sentir aquele pau me invadindo.
Ele tirou meu vestido, me agarrou e me levou para a cama de salto mesmo, ajudei-o a tirar a roupa e deitamos na cama, ele por cima de mim me abraçava e me beijava, eu sentia seu pau enorme roçando em minhas coxas, meus seios coçavam, ele apertava tirou uma alça do espartilho e sutiã e começou a chupar. Meus peitos pareciam seios coçando, eu quase me acabava com suas sugadas, estavam durinhos, pedi que me possuísse.
Ele imediatamente me virou, baixou as calcinhas e beijou meu cuzinho, sua língua quente me tocando, invadindo, eu delirava, me contorcia, um frio me subiu pela espinha, ele apertava minha bundinha enquanto passava a língua pelas minhas coxas, bundinha, cuzinho.....era muito gostoso, que sensação diferente, eu dentro daquelas roupinhas me sentindo uma fêmea dando prazer para um homem.

Eu não agüentava mais de vontade , fiquei de quatro e pedi que ele me penetrasse. Ele se ajoelhou e encostou a cabeça de seu pau em meu cuzinho. Que sensação boa, meu cuzinho agora inchadinho abocanhava a cabeça, eu pedi que ele fosse devagar, queria prolongar o máximo este prazer. Aquele homem enorme me segurando firme pelos quadris, eu rebolava em seu cacete, meu cuzinho piscava entrava um pouquinho, saia, ele me segurou forte e começou a me penetrar, a cabeça forçou a entrada, doeu um pouco, eu rebolava e forçava para que não entrasse de uma vez enquanto ele me puxava, ...entrou a cabeça, ..ai ...que dor, que sensação...foi entrando devagarzinho, eu rebolava naquele pau,... que tezão enorme, aquele pauzão me invadindo....., suas veias roçando meu cuzinho, .....eu apertava, .....soltava rebolava, .....piscava o cuzinho, foi entrando,...entrando... entrando... invadindo. .... senti suas bolas em minha bundinha e suas mãos fortes me segurando.
Estava totalmente fudido, ...seu pau estava todo alojado em minha bundinha, ....sentia seu volume me preenchendo....grande dentro de mim. Ele queria socar, pedi que esperasse um pouco, ....fui me deitando devagarzinho, ..ele deitou-se em cima de mim, sentia o peso de seu corpo sobre o meu, ele me abraçava agora com as mão em meus peitos, apertando, ....sentia meu cuzinho arregaçado e aquele volume enorme dentro da minha bundinha, ....eu me contorcia de prazer, estava quase gozando,... comecei a piscar o cuzinho, ....intumecia e contraia involuntariamente, ...ele começou a socar,.. levantava e quando quase saia socava violentamente, ....a cama pulava....eu rebolava o que podia, ....piscava, ...sentia seu pau me arrombando, ...violento, ...doía, ....minhas pernas tremiam, ...sentia calafrios, gritava, ...ele gemia, suava, mordeu meu pescoço, começou a socar com mais violência, ...sentia seu pau maior a cabeça maior, ..macia, ...dura, ...invasiva,....pulsava, ....senti a porra quente me invadindo, ...ele socava muito, meu cuzinho ralado doía, esquentava e sentia a porra escorrendo em minha bundinha, pernas, ..ele estava eufórico, ...socava, ..deitava sobre mim, o peso do seu corpo sobre o meu era muito grande, me imobilizava, ....eu não queria parar rebolava quando podia, ...ele continuava socando, ...gozava ainda, ...sentia sua porra dentro de mim sendo expelida...., me lambuzando, me enchendo,... o cheiro forte, ....comecei a gozar também, ...sentia espasmos pelo corpo todo, ...seios, ...pernas, ...meu cuzinho doía de prazer,.. sentia seu pau e a cabeça enorme dentro de mim pulsando, inchando, ....o cheiro forte de porra.... Tremi todo, quase desfaleci de tanto prazer, ele continuava socando, ...agora mais devagar. Acabamos juntos. Deitamos calados, ele resfolegando em mim.

Luiz dormiu sobre mim sem tirar seu pau.
Eu estava imóvel, chorava baixinho por tudo, ...prazer, ...culpa , ..muitas sensações. Estava gostando de alojar aquele cacete enorme em mim.
Dormi também, ....engatado naquele homem.....
Acordamos mais tarde deitados de conchinha, seu braço sobre mim, seu pau mole, mas ainda grande com a cabeça em minha bundinha, ...tudo melado de tanta porra.
Ele passou a mão em meu corpo, minhas coxas, meias, liguinhas, disse que eu estava um tezão e que nunca tinha gozado tanto, passou a mão em minha bundinha melada, cheirou sua porra, passou em minha boca e beijou-me forte, nos viramos, ele montou sobre mim me abraçando e beijando, sua língua em minha boca, eu o abracei, ficamos nos beijando e acariciando. .. O gosto de porra misturado com batom, sua saliva, era muito bom. Senti seu pau ficando duro em minhas pernas, apertei as pernas, ele montado sobre mim, me beijava, chupava meus seios, socava minhas coxas, estávamos novamente com muita tezão.
Eu queria sentir aquele pau, pedi para chupá-lo, ele se deitou na cama eu me abaixei, segurei aquele pau enorme, melado, lindo, coloquei na boca, chupei, abocanhei a cabeça, macia, beijava todo ele, aquelas veias fortes até as bolas, lambia, chupava, estava me deliciando com aquele cacete enorme, queria sentir mais, abocanhei e comecei a punhetá-lo enquanto mamava, apertava a cabeça, ela foi ficando maior, pulsava em minha boca.

Que delicia, nunca pensei que fosse gostar tanto de mamar um cacete. Apertava a boca sentindo-o pulsar....Eu continuava chupando, sugava, passava a outra mão por suas bolas, seu rego, cuzinho, ele se contorcia e gritava agarrado na cama. Continuei chupando abocanhando aquela cabeçona pulsante, engolia o que podia, ...ele começou a socar devagarzinho, a cabeça estava maior latejando, ...senti que ia se acabar, ...comecei a chupar com mais força, ...apertando com a mão alisando seu saco, cuzinho, ele arfava, gritava, ...senti a cabeça entumecendo mais, ...parecia que ia explodir de tão grande,... mal cabia na minha boca, ...apertei, ...chupei com força e começou a sair jatos de porra dentro da minha boca, na segunda golfada me encheu a boca toda, ...continuei chupando com a boca meio aberta para sair um pouco da porra, ...as golfadas continuavam com menos porra, ....eu abocanhava mais, ...chupava, ...engasgava, ...continuava chupando,.. a porra continuava saindo aos poucos, ...ele gritava, ...eu engolia a porra, ...não largava aquela cabeça linda pulsante, ...chupava, ...parou de sair porra, eu chupei mais com força até sentir o restinho de porra sair em minha boca, ...ele estava exausto, eu continuava chupando, lambendo, o gosto da porra, ...cheiro estava gostando, ...também tinha gozado em suas pernas.

Deitei sobre ele e ele me abraçou e me deu um longo beijo.
Dormimos novamente abraçados.
Acordamos com o dia amanhecendo. O cheiro de porra e suor na cama era excitante. Nós abraçados fomos nos beijando, com a mão eu explorava todo seu corpo forte, ele me acariciava, apertava minha bundinha, brincava com meus seios, meu espartilho, eu o beijava me sentindo uma menina, esfregava minhas pernas nas dele, com as meias era um atrito muito gostoso, depois de algum tempo se esfregando seu pau foi endurecendo de novo. Segurei com a mão alisei a cabeça, apertei um pouco, punhetei devagarzinho e ele ficou duro de novo, ele me acariciava, beijava, eu subi nele fiquei de joelhos segurei seu cacete e direcionei para meu cuzinho, ele estava grande, inchado, senti a cabeçona se acomodando enquanto eu rebolava devagarzinho, ele agarrado em minhas coxas apertava e fechava os olhos, eu comecei a forçar sentindo a cabeça daquele pau enorme começar a entrar em mim de novo, estava me deliciando, ...rebolava , ...mexia,... apertava, ...controlava a situação, forcei e senti a cabeça entrando afastando minhas pregas, ...meu cuzinho engoliu a cabeçona, ...agora já familiarizado, ...continuei descendo sentindo aquele pau forte,... suas veias grossas me invadindo, ...ralando, ...a cabeça penetrando mais fundo,....que delicia, ...continuei sentando , apertando até sentir seus pentelhos em minha bunda, ...a cabeça, o pau tinha invadido minhas entranhas, ...sentia o volume daquele pauzão dentro de mim, ...apertei bastante, ...rebolava esfregando minha bunda nele, ...sentia aquele volume todo dentro de mim me enchendo, ...ele gritava e apertava minhas coxas com mais força, ...eu não sentia dor, .só prazer, .eu saltava, ...pulava naquele pau, ...rebolava, ...socava, ...ele começou a socar também, senti o pau e a cabeça maiores,.... socava, ...esfregava minha bunda nele, ...apertava o cuzinho em espasmos involuntários quando comecei a gozar senti seu pau latejando, ...pulsando mais e algumas golfadas de porra quente dentro de mim,....que delicia sentir o gozo dele em mim....a porra escorria, o movimento ficou mais fácil, ....eu pulava,...rebolava,... socava, ...apertava o cuzinho naquele pau,....que delicia...ele urrava de prazer, ...socou com tanta força que eu subia e pulava sobre ele......cai sobre ele sem forças....ele me abraçou, cruzou as pernas fortes sobre mim, eu juntei bem as pernas e apertei meu cuzinho para trancar a cabeça daquele pau lindo dentro de mim e ficamos assim um bom tempo, abraçados, engatados.....

Era dia quando ele levantou, pedi que fosse embora, ele tomou um demorado banho enquanto eu me recompunha enrolado nas cobertas sentindo o cheiro do sexo, ...porra, ...suor..sentia meu corpo diferente.
Ele saiu do banho , se vestiu, disse que a noite voltaria e foi embora............

 

Diana, virgem e com desejo de sexo

Diana tinha completado seus dezoito anos, ainda virgem, pois não aparecera um homem a quem ela se sentiria bem ao fazer sexo, esperava alguém especial.
Fazia faculdade de administração a noite e durante o dia trabalhava em um escritório de contabilidade.
Diferente um pouco das meninas da sua idade, ela era recatada, não falava palavrões e teve sua tesão despertada desde os dezesseis anos quando fora beijada por um ficante, cada beijo acendia um fogo interior em que ela se entregava vertiginosamente às caricias, porém, não permitia que os meninos passassem do sarro.
Beijo aqui, ali, uma passada de mão, um abraço apertado e lá ia Diana tentar dormir morrendo de tesão.

Se descobriu masturbando inconscientemente no banho, água quente no clitóris, dedos massageando levemente e assim começou a conhecer os portais de entrada do prazer, a masturbação em sua vida estava virando um vicio, toda a noite no banho era uma motivação para se tocar, durante o dia muitas vezes se sentia molhada ao ver um trabalhador braçal suado, nu da cintura pra cima.

Estava namorado o Alcides um colega de faculdade e este insistia em fazer sexo com ela, três encontros e notava que este começara a se afastar, ela não lhe disse que era virgem, isso a entristecia contar? E ser motivo de gozações de todos, perder o namorado ou se entregar a ele, afinal era apenas um pouco de pele o seu hímen.

Diana tinha um vizinho de uns cinqüenta anos, Milton, casado, que ela admirava muito, seu porte elegante, ligeiramente calvo, uma bonita voz, um jeito de falar e olhar para seu corpo, sim ela notava que ele ficava incomodado perto dela, as vezes olhava seus seios, as vezes suas pernas, o certo que Diana sentia que mexia com o coroa, ele a comia com os olhos, Diana se divertia com a situação, mas começou a pensar que se entregasse a um homem mais experiente teria varias vantagens:
1- A primeira a experiência natural, acreditava que homens maduros são pacientes e que poderia ser prazeroso e não traumático,
2- A segunda é que este querendo continuar o relacionamento iria ser discreto, não falaria pra ninguém até pela sua situação de casado;
3- E a última vantagem que ela acreditava, é que adquiriria experiência para sair com homens mais jovens.
Assim Diana tomou uma decisão definitiva, iria “seduzir” o vizinho casado.

Começou a cumprimentá-lo com um acenar de mãos sempre que o via, ia a casa dele com um pretexto de conversar com a esposa dele sempre em horários que ela o via chegar de carro, com saias curtas e decotes generosos, conversava com a esposa e fingia ignorar o coroa, mas o objetivo era provocá-lo, ela sentia seus olhares discretos.

Um dia conversando com a esposa descobre que esta vai com os filhos passar uns dias na praia, Diana comenta com astúcia, estratégia: ----“é bom a família toda ir descansar, diminuir o estresse!” Nisso a esposa comenta que antes fosse assim o Milton era advogado estava cheio de serviço não ia com a família, pronto! A Diana com muita astúcia descobriu o que queria!
Ligou para o Milton mais tarde perguntando se poderiam conversar, pois uma amiga estava em uma situação complicada com a justiça e ela queria ajudá-la, marcou para a noite, a família tinha viajado para a praia pela manha.

Não fora trabalhar, foi a manicure e fez pacote completo, manicure, pedicure, limpeza facial, cabelos e depilação, quando estava sendo depilada pensava naquele homem e começou a ficar úmida de desejos.

A noite colocou uma lingerie sex lilás, se perfumou, blusa de malha e calça jeans comum, afinal não queria parecer uma “oferecida”, assim tocou a campainha da casa do Milton as 21h00, este há esperava de bermuda, chinelos, camisa leve ela percebeu um cheiro de banho tomado e um gostoso perfume.

Ele a convida a sentar, pergunta se ela tomaria um vinho com ele, ela concorda e daí há pouco ambos estão tomando vinho e comendo um especial queijo do reino cortado em cubos.

Sentados com um espaço de cinqüenta centímetros entre um e o outro, depois da segunda taça de vinho que Milton habilmente enchera, ele pergunta pela amiga que está com problemas, ela até hoje não sabe onde conseguiu coragem para dizer: ---“Não tem nenhuma amiga, tudo foi um pretexto; eu quero você”! Assim ela colocou a taça na mesa de centro inclinou o corpo e ofereceu seus lábios ao Milton que não resistiu aquela boca macia, linda e ávida por um beijo.
O lábios se tocaram, acenderam a chama do tesão em questão de segundos, beijavam-se loucamente, era como se fosse uma competição cada um querendo dar e receber carinhos mais do que o outro, as mãos passavam do rosto para nuca, desta para os cabelos de Diana, era um momento mágico, quanto tempo Diana sonhara com aquilo!

Milton passa-lhe a mãos nos seios por sobre a roupa, começa a tirar a blusa, desabotoa o soutien lilás e vê aqueles seios maravilhosos, com um biquinho saliente, auréola morena e não resiste começa a beijá-los com tesão, sugá-los, Diana geme baixinho: ---“ai, uuuuiiiii, delicia, gostoso, que bom Milton, suga meus peitos com força”!
Ficam em pé se beijando, a bermuda do Milton é retirada junto com a cueca pela Diana, esta pela primeira vez pega em um caralho que irá penetrá-la, como vira nos filmes e comentários das colegas abaixa-se e começa a chupar com carinho, a principio de leve, mais em seguida com força, com tesão, chupando e passando sua mão pra cima e pra baixo, o cacete está duro, rígido pronto para penetrar sua buceta, Milton continua beijando-a em seguida começa a morder sua calcinha tirando ela com os dentes, Diana está louca de tesão, Milton a deita, abre suas pernas e começa a passar a pontinha da língua naquela buceta virgem, nunca fora chupada, passa a língua sem pressa, Diana estremece, aperta os dentes com vontade de gritar alto que está gostoso, que o Milton é tudo o que ela sonhara e este sem pressa começa introduzir a ponta da língua, língua quente que parecia querer penetrá-la, a buceta depilada de Diana permite que Milton sugue os lábios da xoxota entre sua boca, suga com vontade deixando o clitóris ou o grelinho por último, em seguida pega o grelo intumescido e começa a chupá-lo como se fosse um pirulito e ele uma criança que não queria que este acabasse, Diana goza, jorrando toda seu tesão na boca de Milton, este coloca uma camisinha abre as pernas dele e começa a introduzir sem pressa, dizendo que se doer ele para, ela fecha os olhos em uma mistura de medo de doer, expectativa e muita tesão, sua buceta contraia,fechava e se abria ao ser introduzida pelo caralho do Milton, este não sabia que ela era virgem, mas viu que ela era apertadíssima, carinhoso e experiente teve cuidado e daí a pouco tinha introduzido tudo e mexia dentro de Diana gostosamente, ela gozava de forma incontrolável um orgasmo, um gozo um atrás do outro, todo o seu corpo gozava, Milton a perguntou se ela estava gostando ela só dizia: ---“hum, hum, hum!” Milton ao enfiar o cacete dava uma reboladinha que ela adorava. Depois de meia hora de fudida papai e mamãe ela a coloca sentada em cima do seu caralho e ela cavalga gostosamente, sentindo “apenas” um pouco de ardor na buceta toda molhada, cavalgando e gozando durante uns vinte  minutos Diana está exausta, molhada de suor, Milton a coloca de quatro e diz pra ela que é hora dele também gozar, pois ela já havia gozado muito, a visão que Milton vê é maravilhoso, aquele corpo, aquela cintura convidando-o a agarrar nela e introduzir o pau naquela buceta apertadinha, começou a introduzir o pau e este apesar dela muito apertada entrou gostosamente. Milton começou o movimento de pra frente e para trás e Diana rebolava como uma louca no seu caralho, que prazer Diana estava tendo!

Sentia tudo girar ao seu redor, parecia que estava desfalecendo, morrendo, mas pensava se eu estou morrendo, quero morrer recebendo este caralho na xoxota, Milton sinalizou que ia gozar e ambos gozaram juntos, Diana mais uma vez gozou louca de tesão, Milton fudeu-a gostosamente gozando e gritando palavras que são permitidas aos amantes dentro de quatro paredes: ---“Diana gostosa, safada, sabia que você queria meu caralho, delicia, buceta apertadinha” Diana dizia: ---“Eu era virgem você me comeu hoje e me fez mulher, agora mete com força este caralho, come esta buceta que se guardou pra você, come, mete, arregaça, me bate,faz comigo o que você quiser puto, safado, coroa sem vergonha, come esta xoxota, come mesmo, sacia minha vontade”! Assim o que se ouvia era: ---Ohhhhhh, ahhhh, uuuuuuiiiiii, bom demais gostosa, tesuda, 0hhh, aaaaaaaaaa, uuuuuuu, delicia come esta xoxota come muuitoooo, vamos gozar, vamos Milton? Sim, estou gozando aaahhhhhhh, tome tuuuuuddddo para você, gosttttoooossssssaaaa, ai, ui, ahhhhhhhhhh.

Assim Diana se entregou a um homem experiente e hoje quem mete com ela fica apaixonado.

wilsonmartins@r7.com

 

Trepando com o taxista

Olá boa tarde meu nome é Phellype sou branco, tenho 19 anos, 1,65m, 56 kg, sou de Campos dos Goytacazes - RJ enfim esse é meu primeiro conto.

Tudo começou no sábado de carnaval, eu fui assistir um filme ao cinema estava entediado de ficar em casa sozinho, chovendo muito resolvi deixar a moto em casa e ir de ônibus, fui na ultima sessão.Terminado o filme não tinha mais ônibus, acabei tendo que ir de taxi, dei o sinal pro primeiro taxi, o taxista não parou me deu uma raiva, aí logo atrás veio outro, eu sinalizei ele parou, quando abaixou a janela, era um moreno, mais ou menos 1,75 de altura, olhos verdes, fiquei parado por algum tempo, quando ele me perguntou: vai ?? Ai eu meio que me assustei e disse que iria
Quando entrei no carro, ele perguntou pra onde, eu já pensei besteira, só que falei o destino. Passado certo tempo ele começou a puxar conversa perguntando seu eu não iria viajar, eu respondi que não, pois das ultimas vezes que eu fui pular carnaval eu fiz umas besteirinhas, o safado perguntou que tipo de besteira eu respondi que bebi de mais e fiz besteiras, ele insistiu perguntando que tipo de besteira eu falei nada de mais não. Ele ja virou dizendo: bebia e passava a mão nos “pirus” dos machos? Eu respondi sem pensar, concerteza.
Ele disse: Mas você tem que tomar cuidado nem todo mundo gosta
Eu disse: na verdade acho que todo mundo gosta, uma chupada de homem é melhor do que uma chupada de mulher um homem sabe o que o outro gosta.
Ele disse que eu tinha razão, mas que às vezes tem pessoas que não sabem fazer na encolha. Eu logo disse a ele, tudo tem que ser com sigilo, escondido tudo é mais gostoso (dei uma risadinha safada). Ele disse concerteza. Logo em seguida olhei pras pernas dele percebi o volume na calça que já ficava pequena para aquele pau que forçava pra sair, ele percebeu e disse o engraçado de tudo isso é que essa conversa ta me excitando.
Faltavam umas 3 quadras pra chegar na minha casa eu arrisquei: Vai querer ficar excitado e acabar na punheta ou ta afim de levar uma chupada na encolha ??
Ele sem pensar respondeu que eu teria que ir chupando enquanto ele dirigia, logo pegou um camisinha no porta-luvas do carro e eu comecei a mamar aquele pau de 20 cm, comei a chupar pela cabeça era lindo e grosso, ele começou a socar como se fosse um cú socava com força, eu senti aqueles 20 cms na minha garganta, depois de uns 10 minutos ele perguntou: E se eu quisesse te comer agora? eu fiquei quieto e continuei chupando, pois, o pau dele era maravilhoso e eu já engolia tudo com mais facilidade e ele gemia de tanto tesão, segurou no meu cabelo e perguntou de novo: E se eu quisesse te comer agora?? Eu perguntei onde seria? Ele: você daria esse cuzinho pra mim? eu insisti perguntando onde, ele disse que o local não me importava só disse que queria me comer falei tudo bem continuei chupando ele por mais uns 5 minutos e chegamos no local, era uma rua bem escura onde quase não haviam casas, e as que tinham lá estavam vazias, devido ao feriado de carnaval.
Ele puxou meu cabelo fazendo com que eu parasse de chupar e disse: Vai ter que gemer igual uma putinha. Me jogou no banco de trás, abaixou minha roupa e disse que ia enfiar devagarzinho, colocou aquela cabeça imensa na porta do meu cuzinho que já piscava louco por pica, e socou tudo, mentiroso, dei um gemido de dor e de prazer ao mesmo tempo, ele agarrou no meu cabelo e me deu uns tapinhas na cara dizendo: geme igual puta caralho, eu imediatamente comecei a gemer igual putinha, ele não dava tréguas socava com força sem nenhum lubrificante só um pouco de saliva que ainda tinha restado na camisinha. De repente ele tbm passa pro banco de trás e fica sentado mandando eu cavalgar no pau dele, fiquei naquela posição por uns 15 minutos e ele socando com força parecia insaciável, mandou eu gozar, e já não faltava muito pra eu gozar soltei jatos de porra na minha barriga gozei muito, logo em seguida ele me colocou de 4 outra vez e começou a bombar mais forte que nunca anunciando que ia gozar e eu gemendo loucamente como se fosse uma puta senti uma estocada mais forte e ele anunciou que havia gozado, gozou muito tbm depois fomos conversando, e ele me deixou em casa.
Nossa esse dia foi ótimo, espero pegar mais uns taxistas assim rsrs

Se alguem estiver afim de me add esse é o meu msn: lyh-18@live.com

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luiz phellype

 

Dei pra dois no carnaval

Saudações, amigos!
Obrigado a todos os que leram/lêem meus dois contos anteriores, dos quais recebi ótimas críticas: A Primeira vez que um macho me fudeu e Fudido no loteamento.
Este é meu terceiro conto e, ao contrário dos outros dois nos quais relato minhas duas primeiras vezes, decidi contar a foda maravilhosa que tive há poucas semanas, mais precisamente no dia 06 de março de 2011, carnaval, as 16hrs. Esta foi, também, minha 14° transa e uma das mais espetaculares.
Bem, o que seria de mim sem o bate papo UOL??!! Com esse site consigo fodas incríveis e que qualquer passivo adoraria ter.
Tenho muitos desejos eróticos ocultos e que apenas esperam a chance de se realizarem. Fuder com dois machos tesudos ao mesmo tempo e sentir-me dominado por eles era um desses desejos; nesse carnaval tive a oportunidade e segurei-a firme, da mesma forma com a qual chupei meus dois tesudos.
AO CONTO!
                Por cautela, não direi nomes; mesmo que fictícios.
Desta vez fui pego por dois machos tesudos: um loiro e outro moreno. Machos viris, gostosos e fudedores por natureza.
Eu tenho 1.72m, 60 kg, moreno claro, cabelo liso e curto, pau e 18 cm e bunda redondinha. Ouço tantos elogios da minha bunda que até tenho vontade de comê-la.
O moreno tem 1.70m, 65kg prox., com pleos no peito e parte do abdômen e um pau delicioso de 18 cm. Um macho da cor do pecado com os atributos necessários para proporcionar um tesão inexplicável.
O loiro era uma obra-prima da natureza: um macho viril, sadio, cara de hétero safado, com 1.80m e 78 kg, loiro, forte, malhado, barriga definida e um peitoral apetitoso, 18 cm de puro prazer, acompanhado de um saco grande, entre coxas grossas e musculosas e pernas fortes, ambas levemente peludas. A rola desse puto é grossa, grande e tem uma cabeça rosada e bem maior que o corpo. Tudo isso envolto em pelos dourados.
Como disse no primeiro conto, o carnaval daqui é o 3° maior do NE e nessa época uma boa putaria é algo garantido. Os machos de outras cidades vêm atrás de festas, curtição e sexo e temos o DEVER de dar-lhes o melhor da cidade: uma boa foda.
Conheci o loiro no bate papo no dia 05 de março, à noite. Pensei que não rolaria, pois dei em cima do safado, mas ele alegou estar cansado e disse que não iria sair. Fiquei decepcionado, mas mal sabia eu que seria recompensado posteriormente.
No dia seguinte, por voltas das 13h e 15 min, o loiro entrou no MSN. Sem grandes expectativas apostei em mais uma investida. Só não sabia que ele também estava caçando. Ser persistente tem suas vantagens e uma delas é criar as próprias oportunidades e aproveitá-las; assim o fiz.
Foi aproximadamente 1h de conversa até obter êxito. Queria muito ser fudido pelo meu loiro tesudo e daria tudo por aquela trepada.
Inicialmente, pensei que seríamos apenas nós dois, mas tive a agradável surpresa quando me perguntou se toparia uma suruba. Tive um pouco de medo, mas topei na hora e combinamos que eu levaria um amigo meu, que acabou furando. Todavia, não me arrependo de não tê-lo levado. Sobrou mais pica para mim!
Marcamos em frente a um colégio, às 15:30 hrs. Peguei um moto-táxi e fui ao local. Eles já estavam me esperando. O cara parou a moto um pouco depois do carro deles. O moreno estava dentro do carro e o loiro sentado um pouco distante. Ele era bem gostosinho e sua cara não escondia a vontade que estava para fuder. Fui aproximando-me do carro e não acreditei quando o loiro veio em minha direção. Tinha uma idéia do que me esperava, mas não pensei que o cara fosse daquele jeito. Não agüentei quando vi aquele monumento de homem. Era felicidade demais. Simplesmente arrepiei. Senti calafrios pelo corpo. Meu pau ficou duro feito pedra e só consegui me imaginar sendo dominado na cama por um homem daquele tamanho. O cara exalava um cheiro de macho delicioso. Seus braços eram grandes e as pernas grossas. Ai, mal podia esperar para levar uma surra da pica dele e, de quebra, cair de boca na tora do moreno.
Seguimos para o motel. Durante o trajeto fomos conversando e nos conhecendo.  Ao chegarmos, entramos no quarto e nos acomodamos. Próximo à cabeceira da cama tinha uma mesinha. O moreno tirou o boné e eu tirei meu óculo e colocamos em cima. Ele estava do meu lado e o loiro aproximou-se. Ao vê-los na minha frente caí sentado, mas logo levantei. Não queria perder nada do momento. O moreno tirou a camiseta e começou a passar a mão na minha bunda. O loiro estava perto e também começou a passar a mão em mim. Fiquei de frente para o moreno e ele chupou meu peitoral. Beijei o pescoço e chupei o peito dele e virei para o loiro.
O loiro tirou a camiseta e não pude acreditar quando vi. O cara era espetacular, apetitoso: malhado, definido, peitoral delicioso. Confesso que tremi quando vi. Fiquei arrepiado. Tive vontade de gritar de tanta felicidade. Comê-lo. Arrancar um pedaço dele. Não fiz nada disso. Caí de boca no peito dele e dei uma das melhores chupadas que já tinha feito. Chupei-o com vigor, com vontade, sedento do meu macho. Lambi seu peitoral e desci até a barriga e umbigo. Chupei-o como louco. Ele, por sua vez, surpreendeu-me: beijou meu pescoço, lambeu, deu uma mordidinha na minha orelha e beijou-me intensamente. O cara, além de lindo, sabia e gostava de beijar outro macho. Foram ótimas linguadas e chupadas de lábios. Enquanto beijava-o, massageava seu corpo, tentando explorar todo o prazer que esse puto poderia me proporcionar. Já me sentia dominado por aquele macho que, somente nas preliminares, já me estava proporcionando uma das melhores ficadas que tive.
Durante esse momento, por trás, o moreno me encoxava. O pau duro dele roçava na minha bunda, forçando a entrada, dando-me mais prazer. Com uma das mãos apalpava meu morenão safado e com a outra explorava o corpo e apertava o pau do meu loiro puto. Sentir dois caras me apalpando e abraçando, esfregando seus corpos deliciosos no meu foi uma das melhores coisas que já me aconteceu.
Não me fiz de rogado e abaixei-me para mamá-los. Pela primeira vez tinha uma rola em cada uma das mãos. Aqueles dois cacetes eram deliciosos, grandes, grossos, fartos. Comecei mamando o moreno, que tinha um pau duro, medianamente grosso, e bem gostoso. Babei com vontade e passei para o loiro. Enquanto punhetava o moreno, engoli a pica cabeçuda do loiro puto. Era deliciosa, macia e dura ao mesmo tempo. Minha língua passeava por todo o aquele instrumento, deixando-o todo babado. Chupava a cabeça, lambia, beijava. O corpo do cacete era ótimo: grosso, saboroso, branco. Chupei o saco, engoli-o, babei-o, lambi-o. Mamava aquela tora como um bezerro mama as tetas de sua mãe. Senti-me completo por estar com dois machos cacetudos dando-me um banho de pica.
O loiro, então, foi subindo na cama e eu, sedento de pica, segui-o como um cão busca um osso. Deitado na cama, ele abriu as pernas e pude ver todo o esplendor do seu cacete e saco. Caí de boca com tanto gosto como poucas vezes fiz. Estava chupando-o de quatro e o moreno, por trás de mim, abriu minhas pernas e aplicou uma linguada no meu cu como poucas vezes havia recebido. Ele deixava meu rabo todo babado, ao mesmo tempo em que forçava a entrada com o dedo e a língua. Sentia um arrepio na espinha. Meu corpo tremia. Enquanto mamava o loiro cacetudo, recebia um delicioso cunete de um moreno tesudo.
Senti o momento em que o macho da cor do pecado lubrificou meu rabo. A partir Dalí percebi que estava totalmente, incondicionalmente, dominado por aqueles putos. O moreno começou a forçar a entrada com seu cacete. Empinei minha bunda para recebê-lo. De joelhos, por trás de mim, ele penetrou a cabeça. Senti dor acompanhada de prazer. Abri mais as pernas; ele tirou o pau e voltou a penetrar devagar, mas continuamente. Quando havia entrado mais da metade, segurou-me pela cintura e meteu o resto. Levantei a cabeça e soltei um gemido mais alto. Olhei para ele, ele para mim e começou a bombar. Tudo o que puder fazer foi voltar a chupar o pauzudo do loiro enquanto levava tora do moreno. Meus gemidos eram constantes, involuntários. Adoro ser dominado por um bom ativo e esses dois estavam demais. Não sentia dor, apenas prazer. Ainda não acreditava que estava levando pau no cu, enquanto outro fodia minha boca.
O loiro levantou. Percebi que era a vez dele me dar uma surra de pica. Empinei minha bunda enquanto o moreno metia com força e segurava meu pau. Pedi que parasse, senão gozaria. Ele me forçou a deitar na cama. Deitei-me de bruços e ele meteu ainda mais forte. De repente, saiu de cima e notei que era hora de levar rola do loiro.
O pau dele era maior, mais grosso e mais cabeçudo que o do moreno. Na verdade, era mais cabeçudo que qualquer outra rola que já me tinha fudido. Fiquei um pouco receoso, mas louco para sentir todo aquele mastro arregaçar meu rabinho.
Em pé, do lado da cama, o loiro me puxou e fiquei de 4 na beirada da cama. Ele posicionou o cacete e começou a introduzir. Senti o cabeção abrir ainda mais meu cu, que já estava aberta pela metida anterior. Com um misto de dor e prazer, arrebitei minha buna e ele acomodou o cacetão todo dentro de mim. Vi estrelas nesse momento.
O moreno estava de joelhos na minha frente e puxou minha cabeça pelo cabelo para chupá-lo. O loiro não teve pena do meu rabo e bombava com força, com maestria, gostoso. Seu saco batia na minha bunda, deixando-me mais louco. Era maravilhoso sentir tudo aquilo dentro de mim massageando minha próstata. Na minha frente, o moreno fodia minha boca como se fosse uma buceta. Às vezes seu pau chegava à minha garganta e eu engasgava.
Este com o pau no cu e outro na boca ao mesmo tempo. Era incrível observar a cena no espelho do quarto. Entregue totalmente ao prazer e sendo fudido por aqueles dois machos, não pensava em nada mais. Apenas gemi e rebolava. Rebolei gostoso para meu loiro caralhudo, que estava bombando gostoso meu cu, enquanto seu saco batia na minha bunda. Ele largou meu cu e foi ao banheiro.
Continuei chupando o moreno, que agora, deitado, forçava minha cabeça contra seu pau e fodia minha boca com vontade. O pau dele estava muito babado. Ficamos assim por um tempo, até que o puto gozou na minha boca. Foi o primeiro a fazer isso. Tinha uma gozada forte, farta, cremosa. Acabei engolindo parte e cuspindo a outra. Ele e eu levantamos e fomos ao banheiro. Estava com um pouco engasgado com a gala e precisava cuspir. Ele tomou banho e eu banhei-me um pouco.
Quando saia do banheiro, para minha agradável surpresa, o pauzudo do loiro ainda não havia gozado. Pegou-me e me colocou de frango assado na beira da cama. Levantou minhas pernas com seus braços fortes e deixou meu cu a mercê da sua vara descomunal.
A água havia tirado um pouco da lubrificação, mas não liguei. Foi ainda melhor. O safado posicionou a rola no meu cu e socou. Eu estava literalmente submisso a ele, o que aumentava meu tesão. Levantou minhas pernas e meteu fundo e com vontade. Tudo o que podia fazer era observar sua cara de safado olhando para mim, admirando minha cara de vagabundo que apenas expressava a delícia que era receber a rola dele dentro de mim. Com minhas mãos, massageava seu peitoral, barriga e costas, dando-o ainda mais prazer. Ele, por sua vez, retribuía-me com estocadas fortes e rápidas que me faziam delirar.
Finalmente o gozo do meu macho loiro tesudo veio. Vi sua cara de prazer e senti o cabeção de seu cacete deixar meu pequeno orifício.
Safado como sou, segui-o até o banheiro e ofereci-me para chupá-lo, insaciável que estava por sua pica. Ele prontamente aceitou. Agachei-me e mamei seu cacete com gosto, enquanto ele tomava banho. Era ótimo ouvir os gemidos do safado enquanto eu sugava toda a sua rola e seu saco. Passaria toda a vida chupando ele, mas já estávamos a algum tempo no motel e precisávamos ir embora. Vestimo-nos. Pagamos o motel e saímos. Eles deixaram-me próximo a minha casa e fora curtir a folia.
Depois, fiquei sabendo que tinha sido o primeiro cara que o loiro tinha pego no carnaval.
Essa foi, sem dúvida, uma das melhores fodas que já tive. Embora tenha curtido os dois, não posso esconder minha preferência pelo loiro. O cara é puto demais, perfeito, safado, lindo, gostoso. O tipo de macho ativo para o qual um passivo safado adoraria dar o rabo. Sinceramente, espero poder foder outra vez com ele. Com certeza, serei ainda melhor, mais puto, mais vagabundo. Um objeto para ser usado e abusado em nome do prazer.
Bem, pessoal, fico por aqui. Depois posto mais contos. Espero que tenham curtido este. Aguardo comentários.
Dedico este conto aos meus dois machos e, em especial, ao loiro tesudo, pela foda inesquecível que me proporcionaram.
MSN: gahpassivo@hotmail.com

 

Meu engenheiro pirocudo

Depois de minha primeira e única experiência onde relato o ocorrido, com o título “Um corte especial”, conheci através da Net um engenheiro de Sampa e depois de muitas conversas por e.mail resolvi com muito receio ir ao seu encontro. Aproveitei o carnaval e fui passar o carnavara com ele. Combinamos o encontro em seu escritório já que ele é casado. Tudo que eu procurava. Sério, maduro e discreto. E isto tudo iria comprovar ao vivo. Estar preparado para dar a bunda é só uma questão de admitirmos nossos desejos mais secretos e encontrarmos alguém em quem confiar e liberar nosso lado puta.

Eu ainda não tinha dado  mas sentia que seria naquele início de tarde de sexta-feira que pela primeira vez aos 53 anos eu tomaria no cú. Sabe, há mais de dez anos atrás eu levei minha primeira língua no cú. Estava fazendo um 69 com a piranha da minha mulher e ela me chupou a rosca. Fingi não ter gostado muito, mas foi um prazer inebriante.Doravante passei a colocar a bunda na cara dela e na maioria das vezes ela me comia com a língua. Ficava com o pau quase explodindo de prazer. Aí fudeu tudo. Despertei e passei a navegar em sites gays e a babar com aquelas picas maravilhosas. Passei a aceitar o meu lado fêmea. Foi assim que cheguei ao meu engenheiro pirocudo, depois de mamar o meu barbeiro.  No horário marcado já estava na portaria. Ele chegou um pouco cansado de algumas poucas visitas. Nada muito longe do que imaginei. Subimos e nos trancamos em sua sala. Confesso que estava um pouco tenso e ansioso, mas a pica já estava ficando dura. Sentei na cadeira e ele lentamente se aproximou e ao afasta a cadeira eu já estava com a calça arriada e segurava meu caralho que chamava por ele. Depois de se acomodar entre minhas coxas ele se abaixou e com as duas mãos segurou minha pica como quem segura um doce e passou a língua em toda a extensão Da cabeça até o saco. Me arrepiei todo.É muito gostoso ver um macho chupando meu caralho. De tanto mamar sinto meu gozo chegando.

Gozo e gozo muito. Esporro todo meu leite em sua boca quente que deixa escapar um pouco do mel pelos cantos daquela boca nervosa. A sua surpresa é grande ao perceber como é gostoso um leite direto do boi. Mas e meu engenheiro. Não goza? Me levanto, acabo de tirar suas calças e dentro salta uma cobra de respeito. Abocanho e mamo. Mamo como um neném ávido pela mamadeira, até sentir que ela esta dura e no ponto. Me deito sobre sua mesa e apoio meus pés em seus ombros como uma franguinha e peço. Bota meu coroa, bota toda esta piroca no meu cú e me faz uma vagabunda. Sinto no mesmo instante aquela cabeça vermelha encostar na porta de meu cuzinho ainda com as pregas de fábrica. Penso em recuar mas o tesão é maior e sinto ela passar e todo o resto daquela vara abrindo caminho na minha bunda.. Cara!!! É muito gostoso. A sensação de ser uma mulher e sentir um macho metendo e tirando do meu rabo foi algo indescritível e peço cada vez mais. -Mete tudo, vai, mete gostoso e rasga este cú que é seu. Enfia esta pica até gozar. E ele fez direitinho. Gozou.

Gozou e encheu meu cú de porra. Senti aquele liquido quentinho invadindo minhas entranhas. Ele caiu sobre mim suado e com respiração ofegante ficou com seu rosto colado ao meu. Ficamos ali ainda em cima da mesa abraçados e percebo seu pau devagar amolecendo e se despedindo do meu cú; Voltei ao RJ, mas já sinto saudades daquela piroca.

 Meicoroa98@yahoo.com.br

 

Perdendo o cabaço no terreno vazio

Olá, me chamo Eduardo e venho aqui relatar o que deliciosamente ocorreu comigo.

Sempre ficava navegando na net e olhando vídeos com travestis, adorava a forma de vê-las sentindo tesão ao serem comidas e batia várias, até que um dia, em um chat, encontrei uma, chamava-se Anita, conversamos pelo chat e logo trocamos msn, ao começar logo fiquei maravilhado por ser tão linda, conversamos sobre nossas vidas e sobre nossos gotos na cama, falei que era só ativo e que tinha um louco desejo de conhecer uma travesti, ela falou que realizaria esse meu louco desejo, falamos sobre fantasias sexuais ela citou algumas e eu citei a de que adoraria transar em um lugar público, ela então falou que poderia tb realizar, marcamos e fomos nos ver, encontrei-a em um bairro aqui no Rio e ela falou: "vem comigo", andamos um pouco e ela me levou a um terreno vazio (Já era por volta das 22h), e disse, pronto, vou realizar seu desejo e sua tara, mas do meu jeito, eu perguntei o jeito e ela disse que eu veria depois

. Eu fiquei meio sem graça, nunca antes estive com uma travesti, ela me fez um cafuné e me puxou para me beijar e eu aceitei, ela tinha uma boca e um hálito delicioso....me beijou muito, meu pau já estava latejando e ela o colocou pra fora, abaixou e começou a mamar, comecei a delirar de tesão, em seguida ela levantou. virou de costas e abaixou o shortinho que estava usando, fiquei louco na bunda dela que ela fez questão de empinar...qdo cheguei perto..e já tentando meter, ela mandou eu esperar pq eu teria uma esperiência nova, foi quando ela virou e mandou eu segurar a vara dela, era grande e grossa, demais, fiquei com medo..ela disse: "agora quero que você mame gostoso, vamos" quanto mais eu mamava, mais aquela pica ficava grossa..depois de um tempo ela falou: "se você veio até aqui e já está me mamando, vai me dar esse cuzinho também", temi quando ouvi isso, ela falou pra não ter medo que seria carinhosa, mandou eu segurar em uma arvore que estava perto e que eu abaixasse e empinasse a bunda, adorei obedecê-la e fiz assim, ela encheu meu cuzinho de KY .. forçou uma dedadinha e logo em seguida começou a dar pressão com a pirocona dela, eu sentia dor e desejo por ela ao mesmo tempo e ela forçava cada vez mais..quando a cabeçorra dela passou e ela começou vagarosamenta a penetrar eu começei a gemer alto de dor e tesão..ela tampou minha boca e puxou meu corpo para mais perto do dela...foi quando senti seu saco batendo na minha bunda e ela disse: "minha cadelinha gostosa, meu pau tá todo dentro de você" ...

Eu adorei ouvir isso, ela socava muito fundo e muito forte, eu estava morrendo de dor e tesão, de pois de ter socado muito , falei não aguentava mais e implorei para ela tirar a pica, ela tirou e me mandou mamar até ela gozar....mamei por mais um bom tempo..e na hora dela gozar..ela gozou no meu peito..era muito leite que escorreu pra minha cintura, ela falou que eu não poderia limpar, ela espalhou a porra no meu corpo como que fosse um creme e mandou eu colocara blusa de volta e voltar pra casa assim. nos encontramos mais umas 3 vezes, depois ela viajou pra SP e hoje só nos falamos por msn, depois daquele dia descobri como é bom ser passivo e submisso para uma travesti ativa. Se você gata travesti, só travesti, leu esse conto é do Rio e gostaria de um gatinho ativo, mas também bem passivo e submisso, me add no MSN e vamos conversar,hunterrio@hotmail.com

hunterrio@hotmail.com

 

Minha namorada e a prima dela

Ola, caros leitores. Meu nome é Junior e sou moreno, magro, 1,80 com 75 kg digamos q tenho um físico definido. O que vou contar é como comi minha namorada Ana e a prima dela Camila q por sinal são muito gostosas as duas.  Numa noite a gente tava na casa da Camila vendo filme junto com a mãe dela, era um filme tipo American Pie com algumas cenas de sexo. Nessas horas Ana ficava mais agarrada em mim e em uma delas ela me disse q tava ficando com vontade e segurou meu pau. Acabando o filme a mãe da Camila disse que ia dormir pois ia trabalhar cedo no outro dia, então resolvemos ir p garagem conversar, durante a conversa entramos no assunto sobre o filme e as cenas engraçadas e eu disse que as de sexo também eram boas. Nessa hora Ana percebeu que eu já tava de pau duro de novo e pegou nele dizendo que eu tava muito safadinho e Camila ficou sem graça, mas eu não sabia que ela era bem mais safada que eu.

Quando vi o jeito que Camila ficou falei pra ela não se importar porque Ana tava fazendo graça, mas pro meu espanto ela disse que ficou sem graça porque tava sozinha e eu na hora falei pra ela que ia chamar um amigo meu se ela topasse, mas Ana disse pra ela que não importava em me dividir com ela naquela hora. Ai que meu pau ficou duro mesmo ai Camila disse que se eu topasse tudo bem. Nessa hora Ana já tava abaixado minha bermuda deixando meu pau a mostra pra Camila ver. Camila disse que não via um pau assim na frete dela a muito tempo, foi ai que Ana disse pra ela chupar. Sem perder tempo Camila veio com a boquinha dela me sugando todo o pau dentro dela e me chupava tudo e lambia a cabeça dentro da boca dela enquanto eu beijava Ana. Estava prestes a gozar quando tirei o pau da boca dela e dei um beijo forte e bem molhado naquela boquinha macia e Ana começou a tirar toda a roupa ficando peladinha e abaixando a saia da Camila, fiquei com mais tesão ainda quando vi as duas gostosas peladas na minha frente.

Deitei no chão e Camila veio devagar sentando no meu pau enquanto Ana sentava na minha cara já com a xana toda molhadinha de desejo e gemia a cada enfiada da minha língua dentro dela. E Camila sentava e rebolava com meu pau dentro dela que logo senti o gozo dela escorrendo ai que fui enfiando com mais vontade a língua dentro da xaninha da Ana que logo gozou também. Foi uma sensação incrível foder as duas gostosas e sentir o gozo delas. Depois disso foi a vez de comer Ana de quatro enquanto ela chupava a xaninha da Camila, bombava forte da xana da minha gata e quando fui gozar avisei p ela que na hora me pediu pra tirar porque queria chupar meu pau pra gozar na boca dela, Camila também já não agüentando mais também levantou e ficou na frente do meu pau enquanto eu me punhetava pra poder gozar na cara delas, senti a porra saindo e vi o jato indo direto na boca de Ana que passou a língua e engoliu tudo enquanto jorrava mais na cara da Camila. As duas limparam toda porra que ainda tava no meu pau. Nos vestimos e fui embora com Ana e chegando na casa dela rolou mais sexo. Bom isso fica pro próximo.....
Gatas que curtiram a historia e que gostem de uma conversa quente no msn, adicionem ca_junin@hotmail.com

 

Noivinha desprezada

Há cerca de 06(seis) meses, comecei um namoro virtual , com Antero (nome fictício) com um homem de Belo Horizonte, eu sempre tive tendência feminina, mas nunca assumi, ê este belo homem, um negro de 50 anos, funcionário publico, estilo militarr, na verdade é um homem que dá desejo a qualquer um,conversamos diariamente pelo MSN, ele me manda fotos, de todas as formas, de corpo inteiro, nu, mostrando seu monumental penis, deve ter mais ou menos 22xm x 4,00 cm, ele sempre diz que vai me levar para a cama, fazer de mim sua mulherzinha, vai me dar prazer e que em nosso primeiro encontro será nossas núpcias.Moro no interior e não tenho conseguido encontrar-me com ele, mas o amo loucamente e não vejo a hora de ser possuído por ele, mesmo morrendo de medo principalmente pela grossura de seu cacete.Pois bem muitas vez pelo CAM, ele se desnuda para mim, mostra seu penis e se masturba,oque me deixa louco, pois gostaria de sentir seu penis me adentrando eou chupando-o, muitas vezes choro copiosamente ao ver aquela cena, ele jorrando seu liquido (que deverá ser saboroso), quando com certeza eu poderia estar saboreando seu néctar. È muito difícil nossa situação, a cerca de trreis meses, segundo ele ficamos noivos e iremos nos casar em breve. Há mais ou menos dois meses ele parou de dar noticias, entrei em desespero pois ele é o homem de minha vida, deverá ser ele a ser o primeiro a me penetrar. Com esta situação senti-me deprimido, ate que , certo dia, num supermercado, vi um negro maravilhoso, nossos olhares cruzaram e senti um calafrio, sorrimos e ficamos nisto. No entanto aquilo mexeu comigo, voltei ao supermercado e lá esta ele, nossos olhares novamente cruzaram, e , ele se aproximou e apresentou, como professor aposentado pela Universidade Federal de Uberlãndia, conversamos como bons amigos e eu fiquei pasmo, estava interessado naquela beleza , fui embora e entrei em pânico, pensando estar traindo Antero meu verdadeiro amor, tentei contato com ele e não consegui. Como havia dado meu telefone para Aguinaldo (o professor), ele me ligou, convidando para um lanche, relutei, mas aceitei.

Não falamos nada sore qualquer relação, simplesmente estávamos nos conhecendo. Após uns 04 encontros, ele me convidou para irmos lanchar em sua casa, também relutei mas aceitei, morrendo de medo do que poderia acontecer. Êle morava numa linda casa, com piscina e tudo, convidou-me para sua sala de estar, ficamos conversando ele preparou um lanche. Estava absorto observando alguns quadros, quando ele me abraçpu por trás e começou a fazer-me caricias, e daí ele me beijou avidamente, ao que correspondi, era a primeira vez que beijava um homem, senti enconstando em mim algo duro, afastei-me dele, chorando, disse-lhe que amava outro homem e contei-lhe minha história, ele disse-me tudo bem respeito seus sentimentos, mas se esse cara de BH gostasse de você ele viria vê-lo. Aproximou-se novamente tomou-me em seus braços e nos beijamos, ele tirou seu cacete para fora e disse-me para chupa-lo , o que fiz e adorei o sabor de seu cacete e ainda mais quando ele encheu minha boca daquele liquido viscoso e saboroso, sentime muito bem. Fui embora , no outro dia ele me ligou dizendo carinhosamente que me queria e nos encontramos , nos amassamos , fizemos caricias e chupeio, isto aconteceu mais ou menos durante 15 dias. Ate que certo dia ele pediu para me comer, eu disse ser impossível, pois amava outro homem, e seu cacete era descomunal e que eu não o suportaria. Seu cacete tinha 22cm por 6 cm, parecia uma vasilha de detergente, aargumentei que seria impossível suporta-lo, carinhosamente e com cuidado ele me convenceu a tentar, colocou-me de bruço, passou creme na minha arruela e no seu monstruoso cacete, pos seu cacete na entrada de meu anus e começou a forçar, não entrava e ardia, quando ele forçou mais e aquêle monstro adentrou no meu anus, gritei alucinadamente, ele parou, acho que havia entrado a cabeça, ardia e doía, ele forçava devagar, pedi-lhe para parar, pois não suportava, ele carrinhosamente disse calma, tudo vai dar certo, foi forçando devagar e me penetrava cada mais, eu chorava de tanta dor, rebolava para facilitar e suportar melhor, mas na verdade estava gostanto, apesar da dor, creio que havia entradl uns 15 cms, e não suportando mais de tanta dor, disse-lhe enfia tudo e acaba com isto, ele empurrou tudo, gritei e chorei, não esta suportando tanta dor, quando ele começou um vai e vem, entrei em desespero pois a dor era alucinante, pedi-lhe para parar , ele disse-me agora você não é mais uma NOIVA DESPREZADA, MAS SIM MINHA MULHER, aquele vai e vem ardia meu anus, quando ele tirou tudo e enfiou de novo, eu gritava de prazer e dor, e pedi-lhe tira tudo e Poe de novo, foi uma loucura, ele gozou copiosamente em meu rego, que cheguei achar que ele estava mijando dentro de mim, nuca pensei que alguém poderia ter tanta porrra, fiquei com ele dentro de mim,, ´por mais ou menos mai hora, período em que chorei feito uma adoslecente, seu pinto saiu de dentro de mim, e não sei como cai de boca NÊLE e chupei=o ate gozar novamente. Hoje estamos juntos , moro na casa dele , sou tratado como uma princesa, e o pagamento por isto e deixa-lo fazer amor de duas a trres vezes pó dia, dói muito mas apredendi ama-lo e suporta-lo.
Rute 1945

 

Do Chat para a Cama (Luana)

Olá safadinhos e safadinhas!
Como também sou fã dos contos eróticos decidi dedicar um tempo para escrever algumas das minhas aventuras sexuais. Essas histórias aconteceram há pouco tempo e todas elas vão está sob o título “Sexo Casual – Do Chat para a Cama” apenas trocando o nome FICTÍCIO da menina em questão. Irei também omitir as idades por não concordar com certas leis dessa sociedade hipócrita. Quero deixar claro que também sou fã de chats, como o da UOL e da BOL, e por meio dos quais já fiz e ainda faço grandes amizades virtuais, algumas até se tornando amizades bem reais.
Bom ...
Pra iniciar digo que tenho 30 anos, 170 cm, 82 kg bem distribuídos, pernas e bumbum bonitos e olhos que chamam atenção. Não sou nenhum gato de cinema, mas também nunca fui chamado de feio. Tenho um excelente emprego e moro [praticamente] sozinho. Não tenho filhos e nunca fui casado (ainda bem!).
Em certa tarde, entrei com o nick de fotógrafo em um desses chats e enviava uma mensagem para todos perguntando se “alguma menina se interessava em ser fotografada nua sigilosamente por um fotógrafo safadinho”. É claro que a intenção nunca foi de fotografar, e sim de ter sexo casual, mas o tema iria abrir margens para uma gostosa conversa quente.
Entrei em várias salas até que em uma delas uma menina começou a puxar assunto. Ela perguntou como, onde e o que ela iria ganhar se aceitasse posar para tais fotos. Tivemos uma ótima conversa, expliquei tudo direitinho e trocamos MSN.
Quando a adicionei no MSN, tive uma grande surpresa! Ao ligar a webcam pude perceber que ela não era “ela”, e sim, era “ele”. Fiquei sem entender nada e puto de raiva por está conversando com um suposto “viadinho” que se passava por mulher. Mas, eu controlei minha raiva e me dei uma chance. Perguntei pra ele o porquê dessa pegadinha e ele respondeu que sua irmã iria explicar melhor. Foi nesse momento que ele saiu da cadeira dando lugar a Luana (será o nome FICTÍCIO) ficando de frente para webcam.
Ela começou a dizer que o irmão dela tinha entrado no chat apenas para “zoar com a cara dos otários” e que eu já era a décima vítima. Mas, de alguma forma, ela tinha sentido algo diferente em minha conversa e quando eu pedi o MSN a ele, ela pediu ao irmão para dar o MSN verdadeiro dela, e assim ele fez.
A partir daí, conversamos por quase duas horas se conhecendo e falando praticamente de todos os assuntos. Também tive que revelar que, como o irmão dela, eu tinha entrado no chat para “zoar”, que a história do fotógrafo era pura fantasia virtual e que nem câmera eu tinha, kkkkkkkk. No final da conversa, trocamos telefone.
Nossa amizade continuava crescendo dia após dia e, depois de dois meses, Luaninha se sentiu segura em me encontrar. Marcamos em um local perto da casa dela onde pudéssemos ter ao mesmo tempo um ambiente movimentado (no caso de eu ser um seqüestrador) e um ambiente deserto (no caso da química entrar em cena). E foi assim que aconteceu.
De cara notei que a menina era mulher (ou a mulher era menina, rsrsrs). Seios pequenos, rosto angelical, branquinha, cabelos lisos na altura da marca do sutiã, olhos grandes e cheios de sonhos, pernas grossas, magrinha, bundinha em formação (bem redondinha) e voz aveludada como seus lábios. Digamos que eu tinha achado uma rara princesinha. De pronto disse “Oi” e a beijei.
Nesse dia a química rolou e acabamos saindo do lugar movimentado para o lugar deserto. Demos uns “amasso legais” e pela primeira vez a fiz pegar em meu pau já quente e duro. Aaahhh! Que emoção! Aquelas mãozinhas lisinhas por dentro de minha calça com o zíper aberto só com a blusa cobrindo por cima! Ensinei a ela como subir e descer, massageando o meu pênis. Ensinei sim. Não se surpreendam! A Luaninha era totalmente virgem.
Para um primeiro encontro, acho até que rolou um clima quente demais, mas foi exatamente esse momento que deixou a saudade dentro de nossas almas. Continuamos a nos falar por telefone quase todos os dias e prometíamos um ao outro que a cada encontro ela aprenderia algo diferente. As conversas por telefone já me deixavam excitadíssimo.
Nosso segundo encontro foi em uma universidade. Na época ainda cursava minha graduação e eu já tinha percebido que por volta do meio-dia as salas ficavam abertas e sem ninguém por perto. Era o lugar perfeito! Ela chegou e eu fui ao seu encontro. Logo entramos em uma dessas salas e fechamos a porta. Pronto! O cenário estava armado. Nossas bocas já não eram tão tímidas e nossas mãos já não possuíam qualquer pudor. Ela já sabia onde encontrar o que queria (o meu pau) e não se fez de arrogante. Como prometido e com a coragem de principiante, ela se ajoelhou em minha frente e (mesmo sem saber fazer direito) me fez um maravilhoso sexo oral. Noooossssaaaaa! Como era macia aquela boca e como era quentinha e úmida. Impressionante! Desculpem-me as mulheres que estão lendo, mas eu não agüentei e gozei no fundo daquela garganta. Eu mordia a minha própria blusa para não gemer tão alto ao ponto de ser flagrado por algum segurança. A Luaninha, coitada, ficou sem reação. Ela não sabia o que fazer e eu vendo aquilo, disse:
- Se quer aprender de verdade, então tem que engolir e sentir.
Ela engoliu, fez uma carinha de nojo e revelou:
-É amargo, quente, ruim, mas foi uma das sensações mais legais que já tive. E sorriu!
Poxa! Aquela menina tinha me conquistado de verdade. Fomos ao banheiro e conversamos por mais de uma hora sobre outros assuntos e tomamos aquele “sorvetão” para refrescar o nosso juízo.
Os dias rapidamente passaram e logo estávamos em nosso terceiro encontro. Esse teve que ser bastante rápido, pois os pais dela só a deixava sair à noite se fosse junto com sua irmã mais nova. O jeito era levar a tal irmã pro shopping também. Chegando lá, kkkkkkkk, tivemos que subornar a irmãzinha com 50 reais para ela comer e brincar onde quisesse. A irmãzinha topou na hora. Pegamos um taxi e fomos para o meu apartamento (na época eu morava realmente sozinho). Já chegamos naquele clima de saudade e nossos corpos pediam mais e mais. Em dois minutos as roupas já estavam no chão e então perguntei:
-Hoje você quer perder a virgindade comigo?
-Sim, amor. Será hoje. Mas, ainda não será o da frente. Será o de trás. Quero ver e sentir se realmente é o que dizem.
Confesso que não entendi direito, mas assim fizemos. Pedi pra que ela ficasse de quatro no sofá (já perceberam como as virgens não sabem ficar de quatro na primeira vez? Rs), peguei um tubinho de KY, passei um pouquinho no meu pênis logo após a Luaninha dar aquela chupadinha mágica, passei também um pouco na entrada do ânus dela, massageando e enfiando o dedinho, aproveitando para ensinar como seria a sensação de ser penetrada. Fiz de tudo para ela relaxar. Depois de tudo lubrificado, encostei o meu pênis na entradinha do orifício dela e disse:
-Luaninha, não vou lhe enganar! Irá doer um pouco. E só tem um jeito de ser prazeroso: é você tentar relaxar ao máximo. Sei que será difícil, pois a tensão da primeira vez sempre nos deixa nervosos, mas se acalme que eu serei bem paciente. Aos poucos você verá que o prazer tomará o lugar da dor, até que em determinado momento, você só sentirá prazer.
Fui penetrando de pouquinho em pouquinho, dando tempo pra ela respirar, e de vez em quando mexendo pro meu próprio prazer não ir embora. Aos poucos o meu pênis foi entrando até que, enfim, entrou tudo. Luana, ainda gemendo bem baixinho de dor e prazer, curtiu devargazinho a nova sensação. O ritmo do vai e vem aumentou um pouquinho, mas sempre com aquela cautela por ser a primeira vez. Sentindo que eu já iria gozar, Luana novamente me surpreendeu e pediu pra que eu gozasse na boca dela. É claro que eu não ia rejeitar. E no momento máximo, no clímax, retirei meu pau de dentro dela, bati umas quatro ou cinco vezes e gozei em sua boca. Aaaahhhh! E é por isso que estou escrevendo agora! Foi inesquecível! Tomamos banho, vestimos as nossas roupas e voltamos ao shopping. Engraçado! Ainda deu tempo de brincar de autopista ... realmente ... inesquecível!
Então, enfim, chegou o grande dia! Ela tinha chegado de viagem e tinha decidido perder a virgindade da bucetinha. Luaninha não via a hora desse momento chegar. Nem eu. O local seria novamente o apartamento, o nosso ninho de amor. Desta vez, a mãe dela já me conhecia e confiou a Luaninha aos meus cuidados. A confiança perfeita! Hehehe.
Fomos ao apartamento e já no elevador os beijos rolavam quentes e as mãos percorriam todo o corpo. Decididos, combinamos não perder tempo e fomos direto ao assunto. Peço desculpas novamente as leitoras, mas pela primeira vez me lembrei de ensinar a Luaninha o prazer de um bom sexo oral. Deitei-a na cama e comecei a percorrer toda a extensão de sua vagina com minha língua sedenta de desejos, ora sentindo o hímen com a pontinha, ora mordendo devargazinho os grandes lábios, ora estacionando no clitóris fazendo movimentos circulares. Poxa! Pela primeira vez a Luaninha sentiu o orgasmo vir e não agüentou. Ela gozou forte na minha boca mordendo o travesseiro. Quanta emoção de participar do primeiro orgasmo de uma mulher. Sou fã disso e experiente no assunto [sem me gabar].
Luaninha estava ainda sentindo os espasmos das contrações que seu orgasmo proporcionava e nem percebeu quando me posicionei no meio de suas pernas, já pronto pra descabaçá-la. Por um instante, ainda de olhos fechados, ela pôs a mão no meu peito e me pediu calma. Nesse instante, aproveitando para deitar por cima dela, encostei minha boca perto de sua orelhinha e falei:
-Não existe momento mais mágico do que esse. Vou aproveitar esse momento de seu orgasmo para continuar lhe dando prazer. Não se preocupe! A noite é sua. E da mesma forma que foi no sexo anal, aqui também o prazer tomará o lugar da dor. Não será uma dor tão grande assim, pois você já está tomada pelos os seus desejos mais íntimos.
Não perdi tempo mesmo. Enfiei devagar ao som dos gemidos de dor e prazer, e, ao ultrapassar o hímen, comecei um lento vai-e-vem (não acho justo fazer um sexo animal na primeira vez). Deste modo, Luaninha, mesmo sem abrir os olhos, conseguiu atingir o seu segundo orgasmo.  Ficamos olhando pro teto e conversando coisas sem sentido, riamos a toa, como duas crianças. Depois tomamos banho, limpamos a sujeira do sangue (beeeeem pouquinho, mas saiu), comemos alguma coisa e na saída, claro, a Luana me retribuiu com mais uma chupada mágica. Só assim conseguir gozar. Venho aqui revelar as mulheres que é muito difícil para um homem conseguir dar e ter prazer na primeira vez de uma mulher. Pois normalmente ou se consegue um, ou se consegue outro. E deixo o recado que o importante mesmo é a pessoa com quem você se relaciona.
Estava feito!
Desde aquele dia até esse momento Luana já tinha aprendido muito e nossos encontros, apesar de raros, eram muito prazerosos. Passamos muito tempo ficando dessa maneira até que as coisas foram esfriando e perdeu o brilho. Uma lástima, mas creio que tudo na vida é assim mesmo. Cada um seguiu o seu destino. Mas, com certeza, esse nosso passado, essas nossas emoções, ninguém nos tira, nunca vamos esquecer. Os momentos estão enraizados em nossa alma e nos faz lembrar que ainda estamos vivos e que ainda temos muito pra viver e aprender.
E pensar que tudo isso, toda essa história, saiu de uma simples conversa em um desses bate-papos, em uma simples conversa virtual.
Eu sei que muitos safadinhos devem está batendo uma punheta agora, como também muitas safadinhas estão com as mãos nos seios e na xoxotinha. Para essas safadinhas que gostaram do conto, deixo um recado: “Não esqueçam que vocês possuem uma vida real, sendo assim, não a troque pela vida virtual. Saia de frente desse computador! O que você irá contar depois?”
Deixo o meu e-mail [supremo_descabacador@yahoo.com.br] SOMENTE para as safadinhas [até 20 anos] [de Fortaleza] que desejam sair dessa chata vida virtual e curtir uma emocionante vida real. [As virgens serão muito bem ensinadas]. Espero o seu contato!
Obrigado a todos!

 

Amigas e uma playboy

Certa tarde resolvi ir comprar um celular, afinal; o meu tinha quebrado... Enfim, minha amiga estava fazendo um curso nas proximidades, não posso dizer o nome, pois nós somos comprometidas,resolvi ligar pra ela, e por uma acaso ela já estava saindo do curso.
Nos encontramos no metrô, e logo disse a ela que comprei uma revista com fotos eróticas de uma atriz que eu acho um tesão .
Continuamos o trajeto até minha casa, como sempre agimos normalmente, afinal, nunca tinha rolado nada entre nós, então assim que chegamos começamos a folhear a revista, encontrei uma foto de uma desconhecida, que fiquei tão excitada e maravilhada que não me contive, falei em voz alta que achei uma delícia aquela foto , ela que não é boba percebeu minha euforia, soltou um sorriso gostoso com um olhar totalmente malicioso, e disse: Vamos até minha casa preciso tomar um banho, tirar essa roupa do curso e a gente volta.

Fui o caminho todo e voltei meia sem jeito, mas morrendo de tesão, então resolvemos comprar vinho, cerveja... depois de beber e folhear aquela revista, a namorada dela liga, ela disse algumas palavras que eu nem prestava a atenção, fiquei fazendo massagem nos pés dela, por um instante senti uma vontade de chupar os dedos, mas hesitei, der repente a minha namorada liga, e minha amiga pra provocar disse pra ela vir assim faríamos a três... minha namorada é muito safada, queria vir, mas eu não deixei. Sei que minha amiga não falava a sério. Peguei o telefone da mão dela e disse: não que era brincadeira, desligamos, e resolvi tomar uma atitude, afinal, já tinha passado da hora...
Colocamos o colchão na sala e ficamos assistindo DVD de um show...Deitei ao lado dela, sentindo aquele cheiro gostoso daqueles cabelos, meu grelinho pulsando de tanto desejo, afinal, não era a primeira vez que sentia tesão por ela, mas dessa vez criei coragem...Rsrs
Abracei por trás, sentindo o perfume delicioso dos cabelos, e sussurrei; nossa que cheiro bom! Tira a roupa pre eu sentir o cheiro de tudo o restante? Ela disse; Você vai estragar a nossa amizade...
Que amizade?Rsrs

Apertei seu corpo, com firmeza e delicadamente fui beijando e chupando seu pescoço, nesse momento esqueci a amizade, só enxerguei uma mulher gostosa extremamente excitante nos meus braços, com um sorriso safado, se deixando levar por aquele momento....
Nos despimos, um beijo extremamente excitante deixou aquela noite gelada de inverno, em uma noite extremamente quente, parecia verão... Beijei suas costas e fui descendo lambendo seu corpo até suas nádegas, lambia e mordiscava sentiu sua pele arrepiar num gemido meio tímido ainda continuei lamber seu corpo... Então pedi pra ela sentar em minha boca, quando percebi a maravilha que ela quardava a sete chaves,dei um sorriso e fiquei mais excitada ainda, chupei aquela delícia, parecia uma orquídea de tão bela, toda depiladinha, linda e saborosa, ela soltava um gemido gostoso, que me enlouquecia, explodi em orgasmos, e chupando aquela delícia, gozei mais e mais... ela se sentou no meu colo, nos beijamos, olhei no olho dela por um instante e me encarou com um olhar malicioso, que senti meu corpo tremer de tanto tesão, ela avançou subindo em cima de mim, e foi descendo até meu sexo, me chupou da maneira mais delicada, ao sentir aquele hálito quente, me virei e fizemos um 69, gozei outra vez, senti seu dedo me acariciando, e me olhando ela veio com aquele corpo gostoso abriu as pernas e se encaixou em mim, quase não acreditei, estávamos tão molhadas que a gente deslizava sentindo aquele calor, naquele momento nossos corpos estavam coberto de suor, e o cheiro do sexo perfumando o ambiente numa explosão de prazer gozei sem parar, e ela gemia e me deixava louca, nos desencaixamos, desci minha mão então senti o sexo dela quente toda molhadinha, penetrei meu dedo naquela delícia, apertadinha, extremamente quente e molhada, a senti pulsando por dentro, a esse ponto já tinha perdido as contas de tanto que gozei...

Ela gemia e me penetrava também, com a outra mão tocou seu grelinho, nesse momento o gemido dela já era um grito gostoso e uma grande explosão de um orgasmo que realmente foi algo que jamais esqueci... apartir desse momento, saberíamos que nossa amizade ficaria marcada pra sempre. Isso é que chamo de amiga íntima. Agora toda vez que vejo uma revista playboy, eu lembro da minha amiga a mais íntima de todas...

fulgasbi@hotmail.com

 

Fiquei com gostinho de quero muito mais

Meu nome e alexandre moro em São Paulo carapicuiba e sou bissexual e tenho 18 anos e sou passivo eu tava em casa num sabado e resolvi ir ate uma lan house chegando eu tava no msn e no bate papo quando entra um rapaz muito lindo e ficou olhando pra mim no começo eu não gostei muito pois não sabia qual a intenção dele mais ele deu uma risadinha muito fofa ele se levantou e saiu eu pensei que ele tinha ido embora mais ai eu também levantei e mudei de computador ele voltou me procurando e olhou de novo pra mim e sorriu novamente ai eu percebi que ali tinha coisa ele sentou no computador que tava atrás de mim e perguntou meu msn eu fiquei com medo mais passei meu msn ai ele começou a teclar comigo mandou um oi eu respondi oi ele falou tudo bem eu falei tudo ai ele perguntou oq eu tava fazendo ali eu respondi que tava conversando com minhas amigas no msn ele perguntou se eu namorava eu disse que não eu comecei a estranhar fiquei com medo das perguntas dele ai ele me elogiou falou que eu era bonito eu falei brigado você também ele me perguntou você curte oq eu respondi depende ele falou curte sai com meninos eu respondi depende ele perguntou depende oq eu falei se forem ativos ele falou você e ativo ou passivo eu falei que era passivo ele perguntou se eu queria conversar la fora eu logo aceitei chegando la fora eu tava tremendo porque nunca fiquei com nenhum menino ele tem 19 anos e e muito lindo começamos a conversar e ele me pediu um beijo fomos num lugar mais escuro com pouco movimento ele me pegou de jeito me agarrou pegou na minha bunda eu pedi pra pegar no penis dele ele deixou detalhe agente tava no meio da rua eu fiquei muito excitado ele querendo me levar pro motel mais eu não tava preparado pra dar fiquei com tanto tesão e ele também me chupando meu pescoço mordendo meus labios ai que delicia nossa eu nunca tinha sentido tanto tesão marcamos de sai pra mim dar pra ele mais nunca mais vi ele eu continuo virgem da budinha ate hoje esperando um gostosao pra tirar o lacre da minha bundinha bom essa e minha historia( meu msn pra contato e alexandremouraforadocerio@hotmail.com)

Homens gostosos ativos de São Paulo de 18 a 30 anos que me quiserem e só pegar esse meu msn estou esperando

 

Esposa engravida do amigo e marido lambe porra sem saber

Escrevi este relato, a mando do pai do meu filho. Ele insistiu que eu relatasse exatamente nosso romance, desde o início, sem omitir nada, e depois publicasse na internet. Ele ainda queria que eu criasse uma situação para meu marido ler, mas isso não tive coragem, afinal só decidi publicar, após muita insistência e discussão, pois eu era contra isso.
Sou casada, feliz no casamento, tenho um bom emprego onde conheci uma pessoa. Sabe aquela pessoa que você se identifica logo de cara, almoça junto todos os dias e acaba ficando amigo? Como almoçamos quase todos os dias juntos, acabamos nos conhecendo bem, sabia de suas namoradas e ele um pouco de mim. Comecei a pegar carona com ele ao final do expediente, fato que achei melhor esconder do meu marido, ele acha que eu volto de ônibus, mas ônibus são tão lotados e demorados. Um dia, o transito estava horrível parado por enchentes, e ele sugeriu paramos em uma ruazinha para dar um tempo, por sorte o carro tem vidros escuros dando mais segurança. Ele conversava virado para mim com a mão no encosto do meu banco, e estranhamente comecei a sentir bem ficar ali com ele. Continuamos conversando, nisso ele começou a passar a mão nos meus cabelos, me elogiando sem parar. Comecei a sentir uma estranha, excitação interna, não exatamente por ele, mas pela situação. Afinal, para mim que sempre levei vida de esposa fiel, tudo era novidade, e novidade sempre atrai as mulheres.

Ele desceu a mão até meu pescoço, sentia sua respiração. Me arrepiei, ele percebeu e veio se aproximando cada vez mais, segurou meu rosto, foi aproximando seu rosto até que encostou seus lábios nos meus. Eu não sabia o que fazer, fiquei surpresa e paralisada. Senti a língua dele passando suavemente, até entrar em minha boca e tocar minha língua. Senti um choque e um calor pelo corpo todo, por essa situação inusitada. Fiquei toda sem jeito, eu o empurrei, me afastei um pouco, ficamos olhando um nos olhos do outro, sempre ele segurando meu rosto, eu já com a respiração acelerada. Depois ele puxou minha cabeça novamente, encostou seus lábios nos meus novamente. Ele começou a introduzir novamente sua língua dentro da minha boca. Acabamos nos beijando mais e mais, meus braços o abraçaram.

Em um desses beijos eu já estava quase em transe, tremendo, ofegante, deixando escapar uns huuuumm, huuuuumm, ele começou a passar a mão nos meus seios por sobre a blusa (os mamilos já estavam duros), sem querer eu soltava uns aaaaiiiiiii, aaaaiiiiiii, a sussurrar no ouvido dele dizendo: “pára, pára por favor, não faz isso, sou casada, me larga, pára por favor” e ele me beijava mais e mais. Confesso que aquilo me dava um prazer quase que desconhecido, era uma delicia sentir nossas línguas se encostando enquanto ele apertava meus seios.
Ele pegou minha mão e colocou sobre seu pênis que já estava duro, aí eu não agüentei, fechei a mão e apertei, sentindo me umedecer toda, fiquei segurando um pouco já ficando maluca, ele tomou meu gesto como aceitação da situação e desabotoou minha blusa, enfiou uma mão dentro do bojo do soutien e segurou meu seio na mão, com outro mão ele começou a abrir o zíper da calça dele, quando percebi, eu estava segurando o pênis quente dele direto na mão, levei um choque, um estremecimento percorreu meu corpo, soltei um gemido “ahhhhhhh”, mas também me despertei, e parei definitivamente com aquilo. Eu o empurrei, abotoei minha blusa com mãos tremulas, e ele colocou o pênis dentro da calça. Fomos embora quase calados.

Nessa noite, na cama com meu marido, só de me lembrar do que aconteceu, comecei a ficar muito excitada. Eu segurei o pênis do meu marido, fechei os olhos imaginando ser o pênis do meu colega, abaixei a calça do pijama dele e comecei a lamber a glande, até que coloquei na boca. Mas sempre de olhos fechados imaginando ser o pênis do meu amigo e não do meu marido. Meu marido que nem imaginava meu pensamento, ficou excitado, seu pênis ficou duro, arranquei minha calcinha, puxando-o entre minhas coxas e forçando-o a me possuir (ele queria por camisinha, mas eu puxei até que o pênis entrou em mim). Eu sempre de olhos fechados, imaginando ser o pênis do meu amigo, tinha de fazer força para não falar o nome do meu amigo, por isso eu só dizia, “que gostoso amor, enfia mais amor, me come, me come, me abre toda amor”. Ao ouvir isso ele me possuiu gostoso, e chegou uma hora que não agüentei mais e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar amor, ahhhhh to gozando, to gozando, to gozando amor” mas eu estava falando era para meu amigo. Meu marido também não agüentou e acabou gozando, primeiro queria sair de dentro para gozar na minha barriga, mas eu prendi e ele despejou dentro. Senti jatos de esperma sendo lançado dentro de mim, eu ainda de olhos fechados, imaginando ser meu amigo que estava me enchendo de esperma, abracei forte meu marido com braços e coxas.
Um dia meu amigo me chamou para almoçarmos em uma churrascaria perto da marginal e lá fomos nós. Na verdade, eu não pensava em outra coisa a não ser beijá-lo novamente e sentir toda aquela sensação vivida há uns dias atrás. Ele novamente parou o carro, e começamos a nos beijar. Os beijos foram esquentando ele, passando as mãos pelos meus seios por cima da blusa, nas minhas costas, suas mãos começaram a acariciar meus joelhos, fazendo a saia subir, deixando parte de minhas coxas a mostra, cruzei as coxas, impedindo a investida dele. Eu não tinha a menor intenção de dar para ele, só queria ficar sentindo aquela sensação gostosa.

Ele queria me levar a um motel, isso eu não queria, minha consciência não me deixava levar aquela aventura a esse ponto. Ele com aquela lábia que tinha, começou a dizer que éramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria, pois sabia que eu era casada, e estaríamos mais seguros dentro do motel, sem risco de sermos assaltados. Ele tomou meu silencio como um consentimento, ligou o carro e foi. Eu ainda lutava por dentro, entre colocar um ponto final naquela loucura ou continuar aquela sensação tão gostosa. Coloquei na minha cabeça, que não passaria dos beijos, que eu tinha plena consciência do fato de ser uma mulher casada, adulta, responsável. Quando percebi, estávamos parados na portaria do motel, e por resquício de culpa, abaixei a cabeça, tentando me ocultar da moça da portaria, sentia como se ela percebesse que eu era casada. Ao estacionar, a porta fechou, isolando nos dos olhares indiscretos. Descemos do carro, eu com as pernas bambas, não acreditava ainda no que estava fazendo, entrando num motel com um homem. Mas eu ainda dizia, para mim mesma, que nada iria acontecer, além de beijos. Ele trancou a porta do apartamento, me puxou para sentarmos na cama. Conversamos um pouco, ele sempre segurando minhas mãos, se virou para mim, pegou meu rosto em suas mãos, e veio se aproximando, até que colamos os lábios e nossas línguas se encontraram, me fazendo sentir aquela sensação, mas o ambiente agora já era outro, estávamos em uma cama, num quarto de motel. Quando falei que minha blusa estava amassando, ele gentilmente desabotoou e começou a tirar a minha blusa para não amassar, eu a esta altura já estava toda entregue a aquele homem lindo, forte e sensual.
Já sem blusa, me abraçou, nossas línguas se encontravam, suas mãos foram à minha costa e desabotoou meu soutien. Depois com toda delicadeza, abaixou as alças pelos meus braços, pegou o bojo e tirou meu soutien, deixando meus seios que não são pequenos, livres. Suas mãos começaram a segurar, apertar, ele foi se abaixando, dando beijinhos em meu pescoço, orelha, colo, ombros, braços, até que segurando meus seios falou “puta que o pariu, mas que peitão gostoso, lindo, tesão de peito”, começou a lamber meus mamilos. Era demais, eu estava com a respiração ofegante, não conseguia me conter e meus gemidos escapavam pelos meus lábios, por mais que eu tentasse, acabei soltando uns “ahhhhh, ahhhhh”. Ele lambia os bicos dos meus seios de uma maneira delicada que só aumentava meu tesão. Eu falava para mim mesma, que não passaríamos daquele ponto. Ele começou a me chupar de uma maneira tão maravilhosa fazendo barulho das chupadas, foi me puxando para me deixar em pé, até que começou a acariciar minhas nádegas, levantando a minha saia, nem senti ele tirar suas calças, eu estava totalmente entregue, sendo acariciada e beijada. Quando percebi, estava sem saia e sem calcinha, totalmente nua abraçada a ele que totalmente nú apresentava um pênis ereto apontado para cima, que se comprimia entre nós. Ele me fez cair na cama, se abaixou, abraçou minhas pernas e começou a beijar minhas coxas. Eu fechava minhas pernas, ainda achava que conseguiria me manter fiel ao meu marido, mas ele sabiamente, não me forçava a nada, só beijava e acariciava minhas pernas, minhas coxas, minha barriguinha, passava as mãos nos meus seios me fazendo arrepiar toda, até que depois de quebrar toda minha resistência, eu mesma acabei abrindo as pernas, abri minhas coxas lentamente já sem nenhum pudor em mostrar minha vagina a outro homem. Ele se aproximou do ventre, vendo os grandes lábios depilados sem nenhum pêlo e só com um triangulo de pêlos acima do rasgo. Ele separou os lábios vaginais com os dedos e começou a lamber minha vagina lentamente, com toda delicadeza, me arrancando gemidos, eu não conseguia abafar e gemia “aiiii, aiiiii, aiiiii, que gostoso amor, aiiiii”, ele vinha lambendo tudo, o rasgo da vagina, até o buraquinho do ânus, coisa que ninguém fez, e isso me arrepiava. Eu não parava de gemer, “aiiii, aiiiii aiiii, que delicia amor, aiiiiii que delicia”. Ele continuou, até engolir e lamber meu clitóris, não parava de chupar o meu clitóris, fazendo barulho da chupada. Eu não agüentei tanta carícia, senti uma onda vindo e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar, to gozando, to gozaaaaaando, aiiiiiiiiii”, fiquei sem fôlego, meu corpo se estremecendo todo, gozei soltando gemidos, gritinhos, me estremecendo, eu não consegui controlar, mas por dentro, eu ainda dizia que não passaria dali, eu já achava que tinha ido longe demais, para uma esposa casada.

Então, ele começou a subir com sua língua quente, vindo para cima de mim, me lambendo o triângulo peludo que deixo acima do rasgo vaginal, depois veio lambendo a barriguinha, lambeu meu umbigo, segurou meus seios com as mãos enquanto lambia os mamilos. Depois continuou me lambendo até o meu pescoço e se posicionando em cima de mim segurando minhas pernas, de forma tal que eu ficasse na conhecida posição papai mamãe e quando ele começou a chupar meu pescoço e a enfiar sua língua na minha boca, senti seu pênis encostando na minha vagina. Eu tomei um susto e voltei à realidade, tentando sair de baixo, mas ele estava encaixado dentro das minhas coxas. Ele me segurou forte pelos ombros, acelerou os movimentos da sua língua em minha boca, o que me deixou mais louca, ainda mais sentindo seu corpo quente e peludo se esfregando em todo meu corpo. Meus movimentos de luta, ajudaram a fazer com que o pênis dele encaixasse na entrada da vagina. Quando senti a cabeça do pênis na entrada da minha vagina, gemi soltando um aiiiiii, misto de medo, surpresa e tesão, tudo ao mesmo tempo. Por um lado eu sabia que não deveria deixar, mas eu não tinha mais força para resistir, não conseguia. Creio que é como o desejo que os viciados sentem das drogas, não tem como resistir, afinal eu estava deitada toda nua numa cama, com um homem totalmente pelado sobre mim, lindo, peludo, amável, um tesão de homem e com a cabeça do pênis encaixado na entrada da vagina, toda lubrificada. Ele fez uma pressão no quadril e senti a cabeça do pênis pular para dentro da minha vagina e começar a deslizar para dentro. Ele introduzia na minha vagina, me penetrando vagarosamente, deliciosamente. Ele dizia, “puta merda amor, que buceta quente amor, lisinha, caralho, que buceta apertadinha amor, engole meu pau, engole amor”. Eu não acreditava, jamais imaginei que um dia fosse fazer isso com meu marido, mas era tão gostoso, mas tão gostoso, que eu não parava de gemer. A única coisa que eu conseguia dizer era “aiiiii, aiiiii, aiiii amor, aiii que gostoso amor, aiiiii”, e ainda o abraçava puxando o mais ainda para dentro de mim, por mais que tentasse, não agüentei mais tanto tesão, eu gemia sem parar, minha respiração ofegante, eu dizia: “aiiiiii que delicia amor, aiiii, me fode me fode toda, me come toda amor, aiiiiiii que delicia amor”. Ele dizia: “vou te comer toda, abre essa buceta, abre essa bucetinha quente e apertada, puta que o pariu que buceta gostosa”.

Eu sentia cada centímetro daquele pênis desconhecido, entrar dentro de mim, eu gemia sem parar, não conseguia me controlar, até que comecei a gozar como nunca. Meu tesão era enorme, (talvez apimentado por uma situação proibida). Eu não podia acreditar, comecei a apertar a bunda dele com minhas mãos.
Logo ele se virou para o lado, deitou e me puxou para cima dele para eu cavalgar e pude ver aquele pênis ereto e em pé, peguei-a com muito carinho aquela tora quente e molhada, bem mais grossa e longa que do meu marido. Pincelei ele pelo rasgo da minha vagina até encaixar no buraquinho da entrada e fui sentando em cima dela, engolindo pouco a pouco, até que entrou tudo em mim. Senti que por dentro, a cabeça do pênis dele empurrando meu útero. Comecei a rebolar, ir pra frente e pra trás, logo, ele me virou de quatro e começou a meter vigorosamente, me segurando firme pela cintura. Toda vez que entrava tudo e a cabeça do pênis socava meu útero, eu deixava escapar um aiiiiii, aiiiii, e logo eu já estava gozando de novo, ele massageava meu clitóris enquanto enfiava aquele cacete gostoso e ficava roçando os pentelhos na minha bunda.
Quando menos esperava, senti o pau dele ficar mais grosso, inchado, ele parou de se movimentar, me puxou forte para junto dele, fazendo seu pênis entrar profundamente, empurrando meu útero. Ele gemeu dizendo “puta que o pariu, vou gozar, abre a buceta que vou gozar amor, toma leitinho amor” e aí veio aquele jato que com certeza entrou tudo dentro do útero, e pude sentir aquela porra quente me inundando por dentro. Que loucura, eu poderia ficar grávida de outro homem que não o meu marido. Só aí recobramos a consciência, nos vestimos rápido, sem nem tomar banho, pois nosso horário de almoço estava chegando ao fim. Voltamos ao trabalho sem almoçar. Na empresa, fui ao banheiro e vi aquela gosma branca escorrendo nos fundilhos da minha calcinha, parte escorrendo pelas coxas e atingindo a saia. Só aí é que percebi a loucura que acabava de cometer. Existia o perigo de ficar grávida de outro homem, mas já era tarde, nada mais poderia ser feito. Me limpei da melhor forma possível, coloquei um absorvente para recolher o resto do esperma que ainda iria descer.
Como é estranho sentimento de culpa, a noite, eu não conseguia olhar diretamente nos olhos do meu marido. Ele percebeu algo diferente e quis saber se aconteceu algo. Eu disse que estava com dor de cabeça, falei ao meu marido que iria tomar um banho para ver se melhorava minha dor de cabeça. Ao entrar no banho, tirei toda roupa, arranquei o absorvente que estava úmido por ter absorvido mais esperma. Durante o banho, lavei bem minha vagina. Depois pequei o absorvente, embrulhei bem em papel higiênico e coloquei entre minhas roupas sujas.
A noite, na cama, meu marido queria saber se eu já estava melhor, e como percebi que ele estava excitado, achei melhor dizer que ainda não. Assim pelo menos evitava ele ver algumas marcas de dente ao redor dos mamilos, nas nádegas, até nas coxas, e se ele fizesse sexo oral, teria perigo de ele sentir gosto de esperma, além de eu estar exausta, pois nunca gozei tantas vezes seguidas.

Eu prometi a mim mesma que aquilo jamais se repetiria, mas como já disse, acho que é como vício de drogas, foi só vê-lo, que me vieram aquelas lembranças tão agradáveis dos momentos que passamos juntos. Na semana seguinte, ele falou queria ir almoçar comigo, para eu dar um jeito de sair 5 minutos antes. Eu gostei disso, pois evitava de algum colega do serviço nos verem juntos. Assim que entrei no carro dele, com os vidros escuros fechados, ele voou para o motel. Chegando lá, ao fechar a porta da suíte, ele já me abraçou e começou a desabotoar minha blusa, e eu a camisa dele. Num instante estávamos totalmente pelados, abraçados beijando. E fomos beijando, sem parar para a cama. Ficamos um tempo nos beijando, abraçados, até que ele foi se virando, até que chegou à minha vagina e eu vi diante de mim, o pênis ereto dele. Fizemos um 69 maravilhoso, gozei gostoso em sua boca. Eu estava bem mais solta, não me continha mais, eu gemia sem tentar conter os gemidos como na primeira vez. Na hora de gozar eu chegava a urrar, me estremecendo como que estivesse tendo um ataque epilético, coisa que não acontecia nem com meu marido. Depois disso ainda saímos mais umas vezes, eu sempre dizia para mim mesma que não haveria próxima vez, mas que se houvesse, seria com camisinha, mas na hora do tesão eu não conseguia dizer não e a gente não se lembrava de colocar camisinha. Para evitar de ficar grávida dele, sempre que eu ia ao motel com ele, a noite, fazia questão de fazer amor com meu marido, dizendo para ele fazer sem camisinha para eu sentir o pênis dele, e dizia que eu tomava anticoncepcional (na verdade não tomava), acho que porque, o perigo de me engravidar de outro macho criava um clima mais forte de tesão.

Até que ele um dia, ele acabou me engravidando, eu sabia que era dele, porque meu marido tinha ido viajar a serviço justo nessa época, e por isso não fazíamos amor há quase uma semana, no meu período fértil, e após ir com ele ao motel, no dia seguinte estava sentindo enjôos pela manhã. Para meu marido não desconfiar, assim que ele retornou, a noite eu mesma o procurei dizendo que não agüentava de desejos devido ausência. Por sorte ele também estava excitado, só que ele queria usar camisinha. Eu falei que não tinha perigo, e fiz com que ele gozasse dentro de mim. Depois de um mês eu sempre ocultando meus enjôos, comecei a dizer a ele sobre enjôos. Ele insinuou que eu poderia estar grávida, eu disse que isso, nem pensar, pois eu tomava anticoncepcional. Ele disse que nem sempre o anticoncepcional é seguro, e logicamente eu concordei com ele, mas para disfarçar, eu disse, “só faltava falhar justo conosco”. Fui ao médico, ele confirmou a gravidez, ao contar meu marido ficou super feliz, o que foi um alivio para mim. Meu marido não me procurou mais, com medo de prejudicar a gravidez, mas meu amigo, fazia questão de me levar ao motel, ver a evolução da minha barriguinha e ver meus seios ficarem maiores, e me possuía, enfiando aquele pênis enorme, e ejaculando lá bem no fundo, no útero. Acho que o bebezinho, viu diversas vezes o pênis do meu amigo, ou melhor o pênis do pai dele, entrar até lá e lançar jatos de esperma. Meu amigo chupava tanto meus seios, que antes mesmo do bebê nascer, já começou a sair leitinho. Ele sabia até o gosto do meu leitinho, e meu marido mesmo, não conhece o gosto do meu leitinho até hoje. Com a gravidez, meus seios que já não eram pequenos, ficaram maiores ainda e o meu amigo, não perdia oportunidade de prender seu pênis entre eles. Ele adorava ficar segurando, chupando por muito tempo, me deixando os bicos doloridos, mas com muito tesão.

Meu marido não sabe de nada até hoje, acha que é o pai do menino, que nasceu com a cara do meu amigo, eu disse que parece mais com o pai dele, e o avô fica todo contente com isso. O médico recomendou evitar sexo por 2 meses após parto. Eu tirei 4 meses de férias. Quando o bebezinho tinha 3 meses, ele telefonou querendo ver o bebezinho e queria se encontrar comigo pois iria tirar folga nessa tarde. Coloquei uma roupa linda no bebezinho, afinal ele iria se encontrar com o verdadeiro pai. Encontrei me com ele, e para minha surpresa, me levou a um famoso hotel, onde ele se registrou. No apartamento, depois de muito brincar com o bebezinho, depois de me ver amamentar, o tesão dele falou mais alto, ele deixou o bebezinho dormindo numa cama de solteiro ao lado. Veio me abraçando e beijando e me despiu toda, segurando e acariciando meus seios que estavam bem maiores, quando ele chupava saia leitinho. Ele ficou também pelado com o enorme pênis ereto. Eu ficava vigiando o bebê pelo espelho, onde refletia nós dois pelados na cama ao lado. Quando eu falei que meu marido ainda não tinha me possuído após o parto, ele dizia, “não acredito, não é possível, como é que você dorme com ele, com esse corpinho, essa bundinha, coxas, essa cinturinha de adolescente, com esses peitões balançando e ele não te come?” Ele falava para o bebezinho que dormia, “veja como é linda sua mamãe peladona e o corno do marido dela não sente tesão por esse corpinho, dá uma olhada nesses peitões, essa bundinha a cinturinha e essas pernas branquinhas”, enquanto ele segurava, apertava e chupava meus seios, fazendo espirrar leitinho, dizia: “você me deixa tomar um pouco do leitinho, no peitão da mamãe, prometo que não vou tomar tudo, você deixa?”, quando ele mergulhava a cabeça entre minhas coxas, dizia: “olha como o papai chupa bem gostoso a bucetinha da mamãe e ela adora”, enquanto me possuía, dizia: “olha o caralho do papai entrando todo na bucetinha da mamãe, essa buceta que o corno do marido dela nem comeu ainda depois que você saiu daí” e ficava enfiando e tirando bem devagar, me matando de prazer e arrancando gemidos da minha garganta. Ele continuava a brincar, dizendo, “que delícia essa bucetinha toda molhada de onde você saiu, olha os pelinhos na buceta da mamãe estão começando a crescer. Quando você saiu por aqui, a bucetinha da mamãe tava toda raspadinha, sem nenhum pelinho”, e enquanto ele colocava seu penis em minha boca, dizia: “olha a mamãe chupando o pauzão do papai, e depois o corno do marido vai chupar o pau do papai por tabela quando beijar a mamãe”, e enquanto me possuía, dizia: “olha o papai fazendo um irmãozinho pra voce”, e me possuía forte, me inundando de esperma dizendo “abre a bucetinha que to gozando, toma porra amor, vou encher sua buceta de porra”. Voltei para casa, com o bebezinho no colo ainda dormindo e com a vagina cheia de esperma, escorrendo pelas coxas.

A pedido do meu amigo, fiz uma loucura nesse dia, fiquei sem trocar a calcinha com ela toda úmida e melada, fiquei sem tomar banho nessa noite, fui dormir com a mesma calcinha com que voltei do hotel, no meu corpo todo, nos meus seios ainda havia saliva ressecada do meu amigo, nas coxas e nádegas, resto de esperma seco. Na hora de dormir, tirei a roupa na frente do meu marido, conforme meu amigo mandou, ficando com os seios cheios de leite livres só com a calcinha cavada tipo tanga, que deixava a mostra minhas nádegas e na frente, os pelinhos que começavam a nascer, meu marido ficou vendo mas não fez nada, me dava medo e tesão ao mesmo tempo saber que minhas coxas e nádegas estavam com esperma ressequidos, que até dava para eu ver. Coloquei uma camisola por cima ficando com a calcinha molhada. Meu marido me viu vestindo a camisola, com os seios soltos e balançando, ainda bem que ele não quis me possuir, meu medo era esse, e o meu amigo queria que meu marido me possuísse assim do jeito que eu saí do hotel, cheirando a ele e com esperma escorrendo.
Me deu tesão a noite toda, só de saber que estava com o corpo cheio de saliva do meu amigo pois ele tinha me dado um banho de língua, e com a vagina cheia de porra. Eu sentia o cheiro dele no meu corpo e abraçada ao corno do meu marido. Nem acreditava, mas ainda fiz o que meu amigo mandou, isso é, passei o dedo na vagina, melecando meus dedos no esperma dele, depois coloquei os dedos na minha boca, lambendo tudo, e logo depois sem engolir a porra, dei um beijo sensual na boca do meu marido. Ele com certeza, deve ter sentido um gosto diferente, só não sabia que era gosto de porra de outro macho.

Minha sorte é que o bebezinho não entende nada, senão iria contar ao meu marido, que a mamãe foi para um apartamento de hotel com um homem estranho, e que ele tirou toda roupa da mamãe, deixando a totalmente pelada e outro homem ficou pelado também, e que ele era muito peludo e ficaram se abraçando, beijando, ele tomando o leitinho dos peitões, prendendo o pauzão entre os peitos e que a mamãe não protestava, só gritou, gemeu e chorou quando o pauzão do homem peludo sumiu dentro da bucetinha da mamãe.

O pai do bebezinho foi o primeiro que me possuiu depois da gravidez, antes do meu marido. Meu marido ainda com medo de me machucar ficou mais um mês sem me procurar, sem saber que outro pau muito maior que o dele, já tinha aberto minha vagina após o parto, socado forte, lançando porra dentro e que ele até tinha provado o gostinho da porra de outro macho que saiu de dentro da vagina da sua esposa.

 

Minha aluna tarada

Tinha acabado de me formar em letras quando consegui uma vaga para dar aulas num cursinho. Já tinha uns 02 meses de curso já. E uma coisa me perturbava, a atração que sentia por Amanda, uma aluna minha. Desde o momento que a vi, senti uma enorme vontade de agarrá-la... Relaciono-me somente com mulheres desde os 17 anos, mas nunca tinha sentindo algo igual como sinto por ela.... Já fique com mulheres tipo gostosona. Ela não é de parar o transito, mas tem uma corpo lindo, alta, magra, branquinha, olhos e cabelos castanhos claros, seios pequenos... ela me tira do sério...
Estava numa boate, onde ia pessoas de vários estilos... Estava dançando quando olho pro lado e vejo Amanda, num vestido azul curto, mas não indecente... Naquele instante engoli seco... Fui tomar algo para dar coragem... Mas nem precisei ir até a pista encontra-la, ela veio me cumprimentar...

Conversamos um pouco e fomos dançar juntas, de um jeito discreto ela começou a se insinuar para mim, se esfregando, nossos corpos se tocando, coxas se roçando, até que ela, falou no meu ouvido, o que acontece fora de aula, permanece fora, após dizer isso, me deu uma lambida no pescoço que me arrepiou toda... e Saiu...
Fiquei parada sem ação, vendo a ir embora... Quando olho, minhas amigas me mandando ir... Quase sai correndo da pista de dança, paguei minha comanda, e fui atrás dela... Que estava me esperando lá fora, com um sorriso cínico no rosto, a me ver disse: Pensei que não ia vim... Ao dizer isso me agarrou, me lascou um beijo que me deixou zonza, o clima começou a esquentar, fui passando à mão no seu corpo, subindo seu vestido... Quando lembrei que ainda estávamos na rua... Sussurrei no seu ouvido: - Vamos para um lugar mais reservado...
Levei-a até meu carro, e começamos a nós agarra. Ela sentou no meu colo, com o vestido pela cintura, pegue seu seios, pequenos, durinhos maravilhosos, comecei a lambê-los, a chupá-los, enquanto ela gemia e se esfregava em mim. Pedindo mais, implorando para que eu a possui-se, a chupasse toda... Estava tão excitada, que sentia meu clitóris pulsar de tanto tesão...
Escutamos uma batida na janela do carro, nós recompomos ou tentamos, abrir a janela, era um guarda, pedindo para fazer o que estávamos fazendo em outro lugar...

No meio de uma gargalhada ela disse para o guarda: - Pode deixar que vamos continuar mesmo... Acabei rindo também, dei a partida no carro, olhei para ela e perguntei para onde vamos: motel ou hotel. E ela disse que tal sua casa?!
 Fomos para casa então, mal deu tempo de entrar e ela pulou em cima de mim, se esfregando, sentindo meu cheiro, meu gosto, fomos direto para o quarto onde a deitei na cama.

Tirei seu vestido e admirei o corpo que estava em minha cama. E sorri dizendo, estava esperando esse momento, nos beijamos nos esfregamos, e nossas roupas ao pouco foram parar no chão... Beijei seu corpo todo, pescoço, dei um tratamento especial aos seios, deixando eles inchados de tanto mamar, deixei um rastro molhando em sua barriga, e quando cheguei um sua xoxota, que era coisa mais linda e cheirosa que já tinha visto, a chupei loucamente, lambia seu clitóris, enquanto ela se contorcia de tanto prazer, ela gozou em minha boca, seu gosto era bom, dei lhe um beijo para que ela também sentisse seu sabor, me olhando ela disse agora é minha vez...
Sempre fui à ativa, mas naquele dia, a garota me virou do lado avesso, me chupou, me deixou toda lambuzada, me penetrou de um jeito que eu adorei, após me fazer gozar varias vezes subiu em cima de mim e começou a rebolar, isso me deixou mais excitada, rebolou, se esfregou até que gozamos juntas...

Deitamos uma do lado da outra, me apoiei no cotovelo perguntei onde ela tinha aprendido tudo isso:
Com a cara mais lavada do mundo disse : Na internet...
Acabei rindo dizendo que ela não existia...
No decorrer da noite ela me mostrou tudo o que tinha aprendido na internet, passa a noite juntas uma noite recheada de prazer e boa risadas...

sarahpezzine@hotmail.com

Eu sou a Sônia

Eu sou a Sonia, sou gostosa, boca sexy, clarinha, coxas grossas e bundao  grande , peitinhos empinados, com 1,50 mts e 45 kg, estava noiva do Sergio, moreno, 1,65 mts e 60 kg, não acontecia nada de mais entre nós, alem da passaçao e agarras-agarras, acabei casando virgem.
Alguns anos depois ele pedia e não parava de  insistir para eu usar roupas mais sexy, mais batons, cores berrantes nas unhas, brincos grandes , sandálias altas, vestidos mais curtos e decotes ousados. Com muita briga com os meus princípios e modos, mas por ser meu marido e aconselhado pela minha mãe e pela minha irmâ mais velha, fui aos poucos cedendo. Um certo dia nos iríamos para a praia e ele me fez acompanhá-lo nas compras para meu uso na ocasião;alem dos vestidinhos curtos , sandálias sexy e altas, sainhas, bustiês, me fez comprar dois bikininhos micros, a cortininha não cobria nada e o fio dental sumia no meu bundao, com na frente a bucetinha, agora depilada por ordem dele, sai pra fora. Relutei muito, mas a mãe me aconselhou a tomar cuidado, se não ele iria arrumar uma amante que usaria o que ele queria. Mãe me dizia. Vai : relaxa, desfrute e não fique procurando obstáculos. Achei por bem ficar com o Sergio, pois já tínhamos um nenê e eu queria outro. O nenê ficou com a minha mãe e fomos. No Caminho, bem longo de Goiania a perto de Ubatuba, paramos num motel para dormir e o Sergio já me vestiu de mulher fatal, meio que de safada também e me levou para jantar na cidade de Campinas com uns amigos  dele da faculdade: Marcondes ( 1, 85 m, 80 kg) e Pedro (1,90m , 90 kg) , pois a 10 anos não se viam e tinham morado na mesma republica por 5 anos. Morria de vergonha com os olhares destes e de outros homens para as minha pernas, pro meu decote sem suitians, etc. Eles cheios de elogios para mim e o Sergio sem reagir. Passei a desconfiar de que havia algo diferente, para me suportar e para não reagir ,passei a beber vinho, um copo atrás do outro. Na volta o marido começou a elogiar o pau do Pedro e a falar da quantidade de porrá que o Marcondes ejaculava, não entendi na hora o papo. A noite eu queria dar uma ,pois fiquei exitadissima, ele pulou fora, disse estar cansado e que iríamos viajar na manha. Pela manha me fez por uma bluzinha rosa quase transparente , com um vestidinho branco que com calcinha branca fio dental me deixava a sensação de estar pelada,e todos viram os meus regos. no café quase que me comem com tantos olhares. Falei para ele= e´isto que você quer ? acharem que sou uma puta?, uma vadia ? , Ele disse que eu estava entendendo os desejos dele e que eu estava mais uma vez fazendo ele feliz. Assumi o papel. Na estrada tirei as sandálias, a saia e a blusa, coloquei os pés no painel e pedia para ele ficar bem ao lado da janela dos caminhões para ouvir eles gritarem PUTA, VADIA, ``para ai na frente``.O  Sergio estava de pau duríssimo, quando quis fazer um boquete ele não quis, desconfiei de algo mais errado estava se passando. Coloquei a roupa e fiquei calada o resto da viagem e sofrendo com meu tesao reprimido.
Uma vez na casinha alugada de um pescador, na praia longe da estrada fui logo pra água e areia, meu mini bikini atolado, me fazia pelada . O Sergio iria procurar um barco para alugar no cais, sentei num bar na frente da casa de um pescador, camarão, peixe e como só tinha cerveja ´´quente´, aceitei uma caipirinha, mesmo sabendo que sou fraca para bebidas eu somente tomava vinhos, por volta das 2 hs fui ate as pedras e acabei me masturbando, ai sim totalmente pelada, pois era deserto por La. Assustada com o que fiz ,voltei para a casinha alugada, sendo engolida pelo olhares dos pescadores puxando uma rede, Sergio não havia me informado onde ficava a chave, fui no vizinho que nos alugou e este me informou que o Sergio estava numa outra casinha com 2 amigos que haviam chegado também e La chegando fui entrando e me deparo com o Sergio de 4 com o Pedro enrrabando o cu dele, enquanto mamava a picona do Mendonça. Sai correndo, com eles atraz pedindo para me explicar, me alcançaram quase na água . ai fiquei sabendo que o Sergio foi  a bonequinha da `republica da faculdade` e que era homem mas gostava de se vestir de mulher, de dar e chupar machões. Imaginem a minha cara.Susto terrível. Alem de zonza da caipirinha, minha cabeça não parava de rodar, com vagar fui para a nossa casinha com o Pedro me acompanhando , com a calma de um psicólogo fez com que eu me controlasse e levou um papo muito bom, me serviu um vinho e foi me conquistando a confiança. Eu já estava rindo atoa da situação quando pegou na minha mão   e beijou, gostei da elegância dele, passou a acariciar meu braço, o que me arrepiou, passou a mão  na minha nuca e tremi, me beijou o rosto e gostei, Pedro e´um galanteador e romântico, alem de ser carinhoso e calmo.  Quando dei por mim já estava beijando na boca. Com maestria soltou a parte de cima do bikini, elogiou os peitinhos com bicos rosados e beijava e mamava e mordiscava, eu já subia na parade, quando suas mãos foram ao meu joelho e acariciando sem pressa foi ate a coxa e daí ate a bucetinha foi um pulo. Tirou a parte de baixo, que já não escondia muito e me vi pela primeira vez como mulher nua na frente de um segundo homem, pois ate a minha medica tinha que ser discreta . Me beijando a barriga, as coxas e me passando a mão  pelo corpo chegou no grelo, que estava super duro (o meu tem 3 cm), mamou, mordeu ,chupou ate eu ter um orgasmo.Tirou do shorts, um tremendo pau de tamanho muito maior do que do Sergio (imagino o dobro), muito grosso e já babando. Não necessitei de convite e já fui na gula enfiando ate a garganta, ai constatei de que o do Sergio tem 11 cm e o dele 20 cm, de bitola então a diferença era imensa. Ele gozou rápido e acabou na minha garganta , boca, coisa que eu não fiz com o Sergio, sempre eu tirava antes. Engoli tudo e gostei do gosto e cheiro. Pedro me Poe na curva da cama de bruços e enfia a língua no meu cu, incrível sensação, nunca tinha feito isto. Quando  ele disse que me amou e estava apaixonado  e que iria comer meu cuzinho virgem eu aceitei. Passou manteiga no pau e na minha bunda toda, enfiou um dedo, depois dois, depois 4 e doía, eu gemia e deixava, com retiradas e novas entradas meu cuzinho virava cuzao, colocou a cabeça na portinha e enterrou, dei um grito e chorei muito, ele ficou parado esperando a dor passar, depois com movimentos iniciais lentos foi aumentando, agarrou meu grelo e apertou ate eu gritar e gozou gostoso , eu finalmente sentia um leite quente nas minha entranhas. Tirou de vagar aquele pauzao do meu agora cuzao e mordiscava minha nuca. Descansamos um tempo e Pedro passa a elogiar meu corpo, meu rosto, etc. fui ficando exitada e mamando naquela picona que crescia ate eu me por a calvagar tal qual uma louca , terminei por ter uns orgasmos seguidos, algo que não tinha acontecido comigo, Ficamos deitados agarradinhos. Após um banho , saímos pela Vila , nos de mãos dadas. Paramos num boteco, que ele já conhecia e encontramos o Sergio e o Mendonça namorando. Aceitei a condição e após os comes e bebes voltamos pela areia, ate perto das pedras, quando resolvem que eu e o Sergio deveríamos trocar as roupas entre nós. Vi que meu marido era mesmo um viadinho, rebolava e falava tal e qual um travesti, eu ria e ria. Ao chegar na casinha deles, passei a chupar o Pau do Mendonça e o Sergio o do Pedro, meu marido de pau duro disse que queria meu cu, mas na hora já lhe disse que jamais ele teria isto e sentei na pica do Mendonça, cavalgando, ate que o Pedro resolve enterrar na buceta o cacetao gostoso, uoau. Huau, vem o Sergio e enfia na minha boca aquele pintinho, foi uma tripla penetração.
Todos gozaram dentro da Soninha, menos o Sergio que não tem este direito .Hoje já tenho mais filhos, com o Sergio  namorando com os dois e os dois me levando ao paraíso de tanto eu gozar.Continuo me vestindo e saíndo por Goiania como uma puta e vadia para agradar o marido e tenho traído os três com outros amigos na escondida.
Minha mãe e minha irmã sabem das coisas.

 

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Esposa partilhada após 12 anos de casamento

Minha esposa, muito gostosinha, gordinha e baixinha, bunda grande, seios perfeitos, clarinha, coxas roliças, uma bocona sensual.
Tínhamos uma vida sexual pra dar inveja a qualquer casal, no entanto eu sempre tive vontade, tara mesmo, de ver minha esposa sendo arregaçada por outro homem e fui aos poucos! Pedia para ela chamar-me com nomes de outros homens e foi aí que percebi que ela começou a ter orgasmos mais intensos e querer foder cada vez mais, Passamos a usar um lindo consolo, com dupla penetração e a fazia chamar o outro pelo nome de amigos nossos. Eu a tratava como uma princesa, Levava nos melhores cabeleireiros, massagistas, personal- training. Comprava sempre as roupas mais sexy, curtas, transparentes, bons perfumes, jóias, etc. Sempre passeava nos bares e festinhas, mostrava aos amigos, aos clientes da fábrica, etc. Aos poucos ela foi aceitando a idéia, apesar do medo. Quando então a levei para a praia, num biquíni micro, sua bunda toda à mostra, sua xana depilada quase pula pra fora, um mini bustiê de renda e curtininha. Parou a praia! Não a deixei usar a canga e a fiz ir pela rua até o barzinho assim mesmo. FOI UM DELIRIO TOTAL! Ela já tinha tomado o vinho que tanto gosta, PARA TER CORAGEM!

A Convidei para irmos ao motel, saímos quase correndo. No caminho , mesmo dirigindo tirei com a mão direita o seu sutiã, deixando seus peitos à mostra. Ela ria muito! Depois, no motel o recepcionista levou um susto e eu também! Sem eu perceber, ela tinha tirado a parte de baixo. Quando entramos no apto, ela era outra mulher! Telefonei para a portaria e encomendei tudo que queria. Em minutos chegaram as bebidas e o garoto de programa que eu havia escolhido um dia antes pela sua grande altura, porte físico e pau bem grande. Ela se assustou. Com carinho, passei a chupar seu grelo. Ela grita, geme etc. O rapaz a agarra por traz e começa a passar a mão nos peitos e a chupar seu pescoço. Saí de perto e fui fotografar tudo. Ela enfiou a pica do rapaz na garganta e ele mordia seu grelo. Quando já estava bem na hora, ele a colocou de quatro e enfiou-lhe até o saco! Ela só pedia mais e mais. Ele deitou na cama de costas e ela iniciou uma cavalgada maluca. Pulou muito e gozou como eu nunca tinha visto antes. Quando ele foi gozar ela tirou a xana fora e chupou ate o gozo total estar na sua boca. Engoliu tudo, coisa que nunca fez comigo. Dormiu uns minutos e voltou à LUTA. Depois de uns minutos o cara já estava duro de novo! Ela passou gel lubrificante no rabo e sentou naquilo. Gritava de dor, mas queria mais e mais, ficou arrombada.Sacanagem pois nunca me deixou meter no cu dela. Ele foi embora e ela me deixou fazer a faxina geral com a minha língua. A partir desta data. Não foi mais necessário usar garoto de programa, era só sair oferecendo. Sempre que o COMEDOR do dia quisesse, eu a levava até ele. Ajudava a servir o vinho, tirava a roupa dela e ficava do lado só assistindo. Ajudava a passar o lubrificante no rabinho e ajudava o COMEDOR, abrindo os buracos. Abria bem as pernas dela, ate ao máximo e ficava segurando para o COMEDOR enfiar tudo. Às vezes eram duas por dia, às vezes com dois ao mesmo tempo. Eu ali, quieto, só olhando e cuidando dela. Hoje ela já viaja com os mais conhecidos, uns sempre levam ela nas pescarias no Araguaia por uma semana ou mais, onde ela se entrega nestes dias para 4 ou 5 homens e eu fico no trabalho cuidando da casa e dos filhos. Nesta ultima os ´´PESCADORES´´no ultimo dia deram ela de presente aos dois barqueiros que moram por lá e não vem mulher por 12 meses ou mais, ela conta que os ´peões´´ ficaram malucos e passaram o dia encima dela, com cada um gozando 4 ou mais vezes durante as  24 hs. bebeu  tanta porra que ate se engasgou e tiveram que esperar na troca de avião em Brasilia por 12 hs ate ela se restabelecer no hotel por estar toda arrombada que não dava pra sentar. Chegou em casa muito feliz, alegre e faz o nosso casamento cada dia melhor.

 

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Fiz minha esposa virar puta

Estimulada pelo marido, comecei desde o reveion  a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais. Tenho 1,53 m, peso 48 k, sou clarinha de olhos verdes. Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens,  tudo isso com incentivo do candidato a corno, Comecei a ousar cada vez mais. Exibia minhas pernas com coxas grossas,  deixava os seios sem  sutiã parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bundona , fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais sexy,na minha boca sexy,  ainda gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.
Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de mini-saia e sandálias  passaram a fazer  parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o Sergio meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar mais jóias e bikinis ousados para mim, procurando saias e blusas em lojas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim,
Veio a proposta do marido :  eu receberia pagamento, como uma puta.isto me excitou  e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, me entregando ao prazer.ele ficava exitado e gozava.
Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo o meu vinho favorito, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho e o Sergio  do lado, eu era encarada por um mulato cara de safado de uns 1,95 m, muito forte que não se intimidava com a presença de meu marido. Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando e eu excitada falei ao meu marido que ia ao toalete.
Levantei e  passei pelo cara e fui ao toalete.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que eu era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o cafetão sobre isso.
A ousadia do cara e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.
Sentei na mesa, visivelmente alterada e comentei com o Sergio que um cara queria dançar comigo e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que ele buscava , que eu seria bem paga por isso.
Me senti uma puta ali na mesa e excitada, tomei dois copos de vinho, olhei para o mulato, sorrindo e fui para a pista de dança.
O cara sorriu e foi em minha direção me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.
Depois de uns 20 minutos me soltou e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha e devia ver como o cafetão estava gostando de ver a putinha nova do pedaço  com um macho.Voltei para a mesa toda amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.
Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente. Tinha me oferecido mas só transado com conhecidos EM FANTASIAS `´. Este vai ser outra historia na minha vida``-respondeu `´ pode ir, se diverte que eu te apoio``.
Informei que iria tirar a calcinha no banheiro, Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que me esperava toma grana aqui e vai tirar a  calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 500,00 e me
entregou, dizendo:agora você é puta. Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos  quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha,que eu sou colecionador,  guardou no bolso , mandou deixar a bolsa na mesa e ir para a pista.
Me pegou, dançando e me amassando e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que eu merecia.Senti que o cara estava de pau duro e que monstro de pau se esfregava na minha perna para eu sentir e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro na varanda e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta. dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, puta,cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer e muito e que eu iria adorar, assim como o cafetão... puta e que eu seria a vaca devassa dele.
Depois de um gozo na cueca , o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia , contei pro Sergio o que tinha acontecido e ele adorou, quase gozou nas cuecas tambem.
O cara chama-se  Marcelo, sentou na mesa com uma garrafa de Vodka gelada e ofereceu ao Sergio, viu que eu tomava vinho e completou o meu copo, Virando-se para o Sergio perguntou= Quanto  $ e´uma noite com sua garota? Quero um programa completo, O Sergio de brincadeira falou que ia fazer R$ 600,00 porque eu era a esposa dele, o Marcelo riu do susto , pagou e nos levou pro estacionamento, falou pro Sergio ir atrás e esperar na garagem.
 No caminho enfiou a mao no meio das minhas pernas e apertou o meu grelao sem dó , gemi , gritei e adorei .Tirou o pau pra fora e mandou eu chupar, que maravilha, 24 cm e 6,5, já todo ensopado, mamei gostoso , mas ele não quis gozar. Entramos no edifício e deixamos o Sergio no carro esperando.
Ao fechar a porta do AP. tirou a roupa, foi pra poltrona e me fez chupar ate me encher ate a garganta com muita porra, Armou uma câmera de vídeo e passou a me filmar, elogiando cada pedaçinho do meu corpo, falando coisas obscenas, eu me contorcia de tesão e bebia mais vinho, tirava peça por peça bem devagar quando entra na sala outro cara, que susto ate ele me avisar que era primo dele que morava ali também e que não havia risco. O Marcelo começou por me chupar o grelo e com os dedos ia alargando o meu cu , Marcio atacou um seio e apertava muito o outro bico, se alterando e me levaram  ao orgasmo, Marcelo foi reposicionar a câmera quando Marcio me deu um pau quase igual ao do primo para eu mamar, era uma deliciosa obra de arte, com meu rabao pra cima levei, fui arrobada pelo Marcelo que alem de me alargar minha xana bateu La no fundo e com estocadas fortes e ritmadas gozou dentro, o outro se deita no sofá com aquele mastro armado e me chama pra cavalgar, mesmo com a minha xana babando de porra,não me fiz de rogada , gozei gostoso, mas num passe de mágica eles estavam me ajudando a enterrar com muito Ky o cu no pauzao do Marcelo, chorei, gemi mas aos poucos com muito carinho foi entrando e arrombado ate a ultima prega. Ele gozou com muitos gemidos, me chamando de vagabunda e puta safada. Juro que desmaiei no orgasmo.Quando já estou levantando para um banho, vem a proposta de me darem mais $ 500,00 se eu permitisse a dupla penetração e por eu ter aceito o primo sem reclamar. Não me fiz de rogada e fui com muito cuidado e carinho levando o Marcio no cu, quando estava todo dentro o Marcelo veio por baixo e enfiou no bucetao já bastante largo. UFA que dor incrível de gostosa, com movimentos iniciais leves foram aumentando o socar ate que eu gozei como nunca na vida, em pouco mais tempo foi o Marcelo e por fim o Marcio que me lotou de porra. Dormi uns minutos e eles do lado só filmando, tive que limpar a pica dos dois engolindo o que restava.
Fui ao banheiro, mas decidi não tomar banho,so me vesti. Ganhei mais $ 600,00 e o Marcelo me levou ate a garagem para abrir o portão. Me passou um envelope com o $ e a copia do filme para se eu quizesse mostraria ao Sergio.Foi o inicio de uma nova vida de uma nova puta .Sonia.

serpvalerio@bol.com.br

O carteiro

Tenho 21 anos, sou moreno-claro, tenho 1,75 de altura e peso 60kgs. Sou muito discreto, já namorei inúmeras vezes e talvez por isso nunca e ninguém cogitasse uma suposta tendência homossexual, mas ela existe apesar de quase raramente exercitá-la, porém um caso ou outro surge esporadicamente, por que afinal ninguém é de ferro.
O que vou descreve a seguir ocorreu caso que por acaso ou como alguns queiram definir por ironia do destino. Mas vamos aos fatos estava eu sentado no pátio de casa da minha tia quando do nada surge o tal carteiro, um cara novo aparentando ter no máximo uns 25 anos, branco, louro de olhos verdes e um corpo mais sarado do que o meu, parou em frente ao portão e perguntou por uma tal Evanilse, me aproximei mais pra perto do portão, para visualizar melhor o carteiro, não sou do tipo de cara que se faz de desentendido quando percebe que rolou um clima no ar.
Foi de súbito que ele olhou pra mim meio vermelho e deu um longo sorriso malicioso, dava pra vê que ele estava nervoso procurei administra a situação a mais normal possível, se é que era possível, mas retribuir o sorriso com um outro de mesmo tamanho acompanhado de uma leve piscadela o que lhe desconcertou ainda mais, e dessa vez me deixando envergonhado, mas antes de lhe responder que a tal Evanilse não morava lá eu tentei engatar um papo mais descontraído, pois só agora me dou conta, que para quem estivesse por perto escutando a conversa não entenderia nada, porque a conversa era completamente desconexa uma mistura de fala com gestos discretos.
 Entretanto encerrei a conversa dizendo que não morava nenhuma Evanilse na casa e o vi, indo em direção a casa do vizinho ainda não refeito da paquera.A empregada me pergunta quem era e eu lhe digo que era o carteiro procurando uma Evanilse e para minha surpresa a Evanilse era ela ,conhecida populadamente como Eva.não pensei duas vez e corri para a rua e lá estava o carteiro checando o número da casa novamente ,ele me vi e tornou a ficar vermelho eu ainda estava impactado com o cara,mas falei que era a casa sim, expliquei o ocorrido ele olhou mais ainda  pra mim e riu,eu ri pegando o envelope de sua mão  e sorrindo  perguntei se ele não teria telefone,que abusado eu fui ,todavia ele me deu e falou que estaria num bar depois do expediente,me despedi dizendo que então estava tudo certo.
                Chegando ao tal bar a princípio não o vi e fiquei meio decepcionado, porém ele me viu e veio me conduzir à mesa onde ele estava, sentamos e finalmente nos apresentamos o nome dele era Dmitri e disse o meu Hiero, ele me perguntou o que queria beber falei que um refrigerante e ri ao lembra que eu estava sendo conduzido como uma dama ele voltou com o refrigerante e nós conversamos sobre uma miríade de assuntos o nosso entrosamento foi tão instantâneo como que espontâneo a nossa interação, parecia que nós conhecíamos há muito tempo, até que ele perguntou se eu estava afim de algo a mais, mostrando o volume que se formava em sua calça, que ingênuo claro que sim, talvez fosse ai que eu fiquei mais racional estava com tesão, entretanto as coisas tomaram um rumo do óbvio um caminho da cama para um até nunca mais. Porém estava afim eu fui com ele, ele morava numa vila de quartos de cômodos, ainda no caminho eu vinha refletindo sobre o que ele tinha me dito que veio do interior e passou no concurso dos correios e que ajudava os pais, a vontade de cursa uma universidade etc. um sujeito bem sério e de certos valores. chegamos no quarto e então tomei a iniciativa e beije-o ,de inicio um beijo tímido,para um mais elaborado e selvagem em direção a cama de solteiro,foi um amasso longo e demorado até que nós conseguíssemos nos despir a sensação era como nós fossemos nos fundir ficamos nos esfregando por cima das cuecas até que ele tirou a minha pedi para ele ficasse de pé enquanto eu ajoelhei em sua frente e com muita maestria abaixei lentamente a cueca revelando o cabeça de seu pau até então oculto pra mim,chupei a cabeça rosadinha e a medida que eu ia introduzindo o seu pau em minha boca eu abaixava a sua cueca ele ia a loucura gemia tentava bombar em minha boca mas como era grande o seu pau cerca de uns 20 cm de carne com uma pele tão macia eu de início me engasgava, ele virou, aí eu comecei a passar a mão na bunda dele, e ele gostando, mas logo parei, aí ele começou a me olhar com cara de safado me levantou e segurou um  no meu pau batendo um deliciosa punheta, e logo ele olhou de novo pra mim, entendi tudo e comecei a beijá-lo, ele continuou e a coisa foi esquentando mais e mais, até que ele começou a passar a língua pelo meu corpo até chegar no meu pau,que  já estava pulsando de puro tesão se ajoelhou e me chupou, que chupada!Começou pelo saco depois pela cabeça meu pau mede uns 18 cm e vi desaparece em sua boca que sugava com força que a sucção chegava a doe mais nada insuportável pelo contrário muito prazeroso tentei avisá-lo que eu estava pra gozar mais antes que pudesse lhe dizer, gozei como há muito tempo não tinha gozado jatos e jatos que encheram a boca dele até transborda pelos cantos pensei que o sacana não tivesse gozado e que tinha sido da minha parte egoísta mais ele havia gozado enquanto me chupava,ficamos deitados na cama recobrando energia. até que o um pau deu sinal de vida e ele logo se apresou pra chupa,chupava com mais calma fizemos um 69 gostoso eu por baixo e ele por cima na qual eu lentamente introduzia os dedos no seu cuzinho que piscava freneticamente cada vez que eu metia o dedo ele empinava sua bunda para trás. Depois de brincarmos muito nessa posição chegou à hora da tacada final, ele se deitou em baixo de mim, levantou as pernas e esperou que eu fizesse um delicioso frango assado e assim o fiz, ele me pedia fazia, comecei a brincar na portinha do cuzinho dele, encostava e tirava, encostava e tirava, ele se mexia tentando fazer com meu pau entrasse um pouco mais coloquei a camisinha no meu pau e começamos a brincadeira, chegava à porta e parava, até que num belo momento de tesão e loucura empurrei de uma só vez, o meu pau foi sendo engolindo pelo seu cuzinho, o meu pau latejava de tão duro, ele gemeu chegou até grita mais abafei a sua boca pressionando contra o travesseiro, depois que meu pau entrou e seu cu não esboçava mais resistência foi só alegria, comecei a mexer bem devagar tirando tudo e colocando novamente, de repente ele me pediu pra socar com força e eu comecei, ia e vinha numa força brutal, socando todo meu cacete naquele cuzinho quase virgem, e ele se contorcendo e fazendo carinha de puta pra mim, aquilo me deixava doido, e depois de uns quinze minutos naquele vai e vem delicioso eu disse a ele que iria gozar, e ele já não agüentando mais, disse que ele já estava a ponto de gozar. Então peguei no seu pau e bati um punheta e na hora que ele começou a gozar eu sentindo aquele pau pulsando e gozando ,não resisti e  comecei a gozar também dentro dele  o cu dele contraía e apertava o meu pau massageando deliciosamente fiquei mais um pouco bombando aquele cu até que gozei novamente,parece que foi uma gozada atrás da outra, mas em questão de segundos, foi espetacular!Saímos dali e fomos pro banheiro, tomar um banho pra relaxar.
 
Tomamos um banho e voltamos para o quarto, chegando lá eu troquei de roupa e ele também, mas pra minha surpresa ele não tinha se dado por satisfeito, tirou minha roupa e começamos tudo novamente. meurdris@hotmail.com até mais.

 

Vingança

Após varios anos atrelada a um casamento carregado de despresos e maus tratos, estou sozinha no meu apartamento. O dia foi longo, foi como aqueles que vemos nos cinemas onde o personagem está numa tenda no meio do deserto, está só e o que lhe resta é esperar ajuda, o calor do sol não o deixa dormir e uma mosca faz o único ruido num entorno lacrado pelo silencio e a solidão. Tomo um gole de uisqui. Não sou um perssonagem de ficção, sou uma pessoa real, e se bem o calor é tremendo, o meu uisquie com gelo atenua a imensa solidão e silencio que saem de dentro de mim. O apartamento ficou para mim. Tomara! Cada dedalhe foi meticulosamente escolhido, é um apartamento antigo, com o pé direito alto e com vidraças enormes por onde entra sem pedir licença o dia e a noite. Estou nua fa horas, a nudez me faz sentir livre e, agora, trafegar pela liberdade tem um único sentido: euforia. Sinto meu corpo sutil. Depois do ocorrido mais cedo, percebo como os últimos acontecimentos me deixaram leve, penetrada de mim.

Sinto  uma sutileza abstrata. Agora meu corpo só importa porque serve para o uso de conduzir a minha alma, que serve para o uso de guardar a minha memória, mergulhada, agora, pela gravidade de minha decisão. A ancora rompeu sua corrente, nenhum barco gosta de chão, mesmo as movediças areias das profundezas marinhas não servem para o barco que precisa navegar, salvo as embarcações velhas e enferrujadas são as que ancoram para sempre nas areias que fazem de chão, de cimitério. Hoje navegou solto meu barco. O vento foi seu timão, o vento que penteia as aguas salinas onde eu acrescento minhas lágrimas foi timão e timoneiro. Saber-me livre para fazer qualquer coisa, até as mais crueis, ridiculamente pungentes, como regar as fotos de meu casamento numa jarro preenchido de alchool, prender-lhes fogo e dançar em volta das anatomias deformadas, com um copo de uisquie na mão equelibrada por um corpo embalado numa dança desconhecida, hermética e que tem como melodia um blues é algo há doze anos impensável.

         O telefone toca, suspiro, flutuo entre o teto e o chão, encorajo alguns passos, sinto torpes as minhas pernas, me detenho em frente ao som. Não tenho costume de beber. Meu pai nunca me consentiu que bebesse. Ele também não. Ultimamente aceitava de bom gosto que eu tomasse uns tragos, assim ele me possuía, possuía a única parte com quem ele ainda mantinha um diálogo, as minhas carnes, os meus orifícios, os meus fluidos, os meus gemidos; sou sua puta, a rameira que ele despreza depois que solta sua tensão. Seu pau latejando no palco, como um virus, como um alien; ele invadindo o meu corpo resignado e embriagado, sem paixão, nem desejo. Tenho asco, arquejo, quase vomito as doses de malte que acabei de ingerir. São muitas horas bebendo, comemorando a minha vitória. É ele! Levanto a mão como se estivesse brindando. Do outro lado do toque estão oscilando suas cordas vocais, escuto elas vibrando o som, cuja onda ainda não circula, rebota na sua cabeça, como um grito dado numa caverna: atende essa porra, sua vadia! Atende essa merda de uma vez. Quero dizer que te amo, não é disso que você reclama, não é desse gentil homem que você precisa, uma fábula para teus sonhos, um mequetrefe, um boneco de pano para você brincar? Seguindo o jogo das suposições respondo. De que adianta agora? Não quero teu amor atrazado, você não presta, nunca prestou, é um enganador, engana a todos, até a você mesmo consegue enganar, acredita nos seus sentimentos que tem data de validade, e para muitas coisas é tão perecivel como uma viscera fora do corpo.Fôda-se o telefône, fôda-se você, fôda-se  o passado, quero meu futuro para mim sozinha, não quero compartir nenhum pedacinho dele com você.

O telefone não para de tocar. Aumento o volumem da música. Tenho vontade de urinar. No banheiro escuro acerto o vazo com precisão, preservo um bom traseiro, redondo, empinado. Ùltimamente uso roupas cinjidas ao corpo para provocar os ardores, tal vez provocasse nele o ciume que nunca teve. Sei que minha silhueta fomenta o apetite másculo, sinto como o vulto inrrompe na pelve, os lábios se untam  de saliva, os olhos se perdem na lassidão de uma ilusão erótica que me coloca como fêmea no viço. Para ele tanto fazia mostrar-me como freira ou como puta. Sinto nesse detalhe seu desprezo, ele podia ter todas as mulheres que teve; já eu, bem, de mim ele sabia de minha infantil honestidade, nunca soube mentir, nem sequer esconder, a minha cara desde criança denunciou minhas peraltices, fico corada, tal vez por isso, por essa sinceridade nunca a vida me castigou até que me apaixonei. Ontem ele levou suas últimas roupas, livros, discos, não trocamos uma só palavra. Pasei a noite em claro, de madugada decidí tomar uns ansiolíticos e, por fim, conseguí dormir.

 

Hoje, passado o meio dia, acordei como um zumbi. A feira estava instalada, todas as sextas é montada uma feira bem em frente ao predio onde moro. Coloquei um vestido solto, arejado, calcei umas chinelas baixas e descí para dentro da feira. Um rapaz ofereceu-se para carregar as minhas compras, era um sujeito jovem, forte, com uma musculatura exercitada, tinha os olhos duros, os lábios grossos, os dentes brancos, as mãos grandes e firmes. Disse quem sim, que precisava da ajuda dele. Perguntou a distancia até onde deveria levar minhas compas, apontei com o dedo. Acertamos seu pagamento. Paguei adiantado. Não tinha  intenção de comprar nada, estava lá para abastecer-me dos desejos mundanos, precisava fruir meu corpo na miscelânia de cheiros, de cores, de vozes, precisava sentirme nessa vitamina humana que se reune numa feira para comerciar, para comprar e vender, para ludibiar e enganar, para abastecer.

Depois de trafegar a esmo tendo o rapaz como meu acólito, depois de perguntar as corriquiras perguntas de quanto custa aquilo, ou de onde veio isto, como posso preparar aquilo outro, numa barraca de verduras agarrei uma cenoura quase cilindrica, para ser mais precisa era ligeiramente mais grossa no inicio que no fim, olhei para o rapaz, ele olhou para mim, descí a visão até as suas entrepernas e pisquei um de meus olhos, ele sorriu marotamente. Paramos numa barraca que vendia caldo de cana, pedi dos copos que vieram cheios do caldo açucarado, ele perguntou se no convite estava incluido um pastel, acenei afirmativamente, ele pediu um de franco com guariroba. Bebeu e comeu com impetuosidade. Lá, enquando palitava os dentes, disse para ele: quero que me leve no colo, eu sou a compra; quero que me carregue como se dois noivos recem casados fossemos; quero que abra a porta do meu apartamento e diga: em fim sós; quero que tire sua roupa para mostrar suas qualidades, enquanto isso eu tiro as minhas, pausadamente, assim as suas virtudes se multiplicam e, uma vez nus, quero que me penetre delas e pocure pelas minhas bem no fundo, como se meu corpo fosse um labirinto e na sua saida você gozasse a liberdade que ele deu as suas paixões. O rapaz só entendeu o principal, eu queria ser devorada pela sua jibóia.  

No apartamento perguntei o seu nome. Pedro, ele disse. Coloquei música, falei para o Pedro ficar a vontade. Fui até a cozinha e preparei duas doses de uisquie on the rocks, coloquei um pastiche de frutos secos num recipiente de cristal. Voltei, ele estava nú, sua roupa jogada no chão ao lado do kilim. O rapaz era do tipo viril, tinha um falo proporcional, nem grande, nem pequeno, nem grosso, nem fino, um pau perfeito, saudável e limpo. Pedro tomou a sua dose de um trago, triturou os gelos com os dentes, sorriu, disse ser a primeira vez em sua vida que tinha esprimentado uma bebida granfina, que no seu bairro, nos fins de semana ele enchia a cara com pinga, pinga da boa, replicou.

 Abaixei meu vestido, seus os olhos ficaram apertados, reunindo os detalhes de minha estampa. Bastou ver meu corpo nú para seu falo ficar terso. Bebí uns tragos. Ele, agachado, massageou meus pés. Seu tato era aspero, seus movimentos delicados, havia lá uma contradição, mas não era o meu propósito estabelecer qualquer correlação entre uma coisa e outra. Sua mão acariciava minha pele meticulosamente, igual um alfaiate toca o pano antes de retalhá-lo. Acho que ele não acreditava no que estava acontecendo. Senti seus labios beijando meus joelhos, subindo pelas minhas coxas, parando na virilha. Sua saliva fria me encheu de frenesi, explodí num orgasmo, um orgasmo eu veio rápido e curto. Como dizem os gourmets: um acepipe. Logo ele sugou minha vulva igual uma ostra, o rapaz era inculto mas virtuoso, parecia ter prática no coito oral. Veio outro orgasmos, este mais longo e profundo. Meu corpo flutuava empurrado suavemente pelos espasmos do prazer. Eu na ponta dos pés, ele de joelhos. Eu acariciando seu cabelo crespo, ele lambusando-se na pitança servida entre minas pernas. Me lançou sobre a chese e me penetrou. Sentí seu falo abrindo minhas entranhas lubricadas, sentí como sua glande socava uma e outra vez, como esmurrando rudimente a porta, a porta de uma fortaleza, até abrí-la em outro extase, este onírico, pois meu castelo havia sido invadido pela cavalaria amiga cujo fim era libertar-me da torre onde estava confinada. Estava no paraiso quando ele gemeu ferozmente, seu pau, como a cana, espremeu todo o seu sumo dentro de mim. O mar, agitado, conduzia suas ondas gigantescas até a praia onde explodiam em cortinas de espuma branca sobre as areias.

 Entramos em um estado de torpor, dormimos, ele sobre o chão, eu na chese. Acordei primeiro. Impulsada pelo deleite de tê-lo alí, sobre meus pés como uma presa abatida, fui até o meu cuarto e do armário retirei um cachecol, com ele vendei os olhos de meu jovem e desconhecido mancebo, acariciei seu peito limpo de pelos, com a boca começei a beijar seus mamilos, seu umbigo, sua cintura, precisava me alimentar, tinha que dar fuga a toda a fome contida e provocada pelo canalha de meu marido. Vingança! Uma vingança consciente. Precisava chupar outro macho, sentir os guinchos de sua linfa batendo em minha gargata. E assim foi. Engasguei, tosi, vomitei. No chão, nua, começei a chorar, as lágrimas caiam no tapete se misturavam aos nossos fluidos. Repentinamente uma melancolía invadiu minha consciencia. O Pedro, assustado, perguntou se eu estava bem. Disse que sim, que queria ficar sozinha. Ele pegou sua roupa e saiu batendo a porta com força.  

Agora estou aqui, nua, só, com o corpo preenchido por outro homem, já é noite, falta pouco uisquie para terminar a garrafa, a musica acabou, o telefone não para de tocar. É ele, ele precisa de mim, e eu preciso dele, preciso terminar minha tarefa.

Aló? Sim, pode vir, estou te esperando.     

 


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