Contos Eróticos

Comida por acidente, literalmente

Bem, meu nome é Marcelo, sou moreno claro, tenho cabelos curtos e lisos, com 1,73 de altura, 63kg. Tenho 48 anos, considero-me em forma pela minha idade, gosto muito de caminhadas, sou carioca, casado e trabalho com consultoria de grandes empresas. É a primeira vez que estou postando um conto erótico. Essa é uma história verídica!
O que relato aconteceu em março de 2009. Era tardizinha e vinha do trabalho (tinha estado numa empresa de alimentos em Jacarepaguá).
Parei meu carro num semáforo e estava prestando atenção para que quando o sinal abrisse, eu saísse logo, para evitar aquele buzinaço dos mais apressadinhos.
Quando de repente, ouço um barulho de uma freada, seguido de uma tremenda bordoada na traseira do meu Fox novinho.
Saí do carro, e vi que meu porta malas ficou todo afundado.
Então fui em direção ao outro carro, já imaginando pagar geral, quando percebi que no carro estava uma jovem grávida (com um barrigão de uns 7 meses) no volante, e ao seu lado uma senhora, que vim saber depois, era mãe da jovem.
Apesar das duas não sofrerem nenhum ferimento aparente, a jovem estava em estado de choque, nervosa, e eu tentando contornar a situação, tentando acalmá-la, dizendo que: “isso acontece, não foi nada”, preocupado o tempo todo de não trazer transtorno à sua gravidez.
Daí que, no momento que eu disse que ia ligar para a polícia, para registrar o boletim de ocorrência, a jovem mais do que depressa falou:
“não, por favor, estou aprendendo a dirigir, estou sem carteira de motorista”.
O que pudia fazer, então? Para conversarmos melhor, fui e liguei o meu carro. Ainda bem que ele pegou, e o levei pra uma calçada na lateral.
Tentei fazer o mesmo com o carro dela, mas ele não pegou de jeito nenhum! Devia ter sofrido algum tipo de pane elétrica, pois estava com a parte dianteira bastante arrebentada.
Então, eu e mais dois moleques curiosos que chegaram, empurramos o carro dela e o colocamos também na calçada.
Como não queria deixar a jovem mais nervosa do que estava, chamando a polícia, sugeri que fôssemos no meu carro até uma concessionária da Volks que havia ali perto, para vermos em quanto ia ficar o meu prejuízo.
Elas toparam, e então deixamos o carro dela ali mesmo, e avisamos ao dono da casa em frente, pedindo a gentileza de olhar o carro dela, porque mais tarde, o marido dela viria para rebocar o carro.
Quando nós entramos no meu carro para irmos à concessionária, foi aí que meu coração disparou, porque pude reparar melhor na linda mulher que se sentou ao meu lado.
Ela se chamava Laura, era uma loira de olhos verdes, que não aparentava os 40 anos, que ela depois, disse ter.
Era gaúcha, descendente de alemães, que tinha cabelos um tanto curtos, fazendo com que parecesse muito com a Lady Di.
Notei que ela era um pouco mais baixa do que eu, estava com um vestido curto que colava no seu corpo, chamando a atenção para sua bundinha empinada, que mostrava suas coxas lisinhas e bem torneadas, com um decote bem acentuado. Fiquei hipnotizado por um instante, engolindo em seco, pois não conseguia tirar os olhos daqueles belos seios.
E tal mãe, tal filha. Sua filha também era muito linda!
No caminho pra concessionária, ao lado daquela gostosa, eu tentava me controlar e ser o mais discreto possível.
A jovem, sentada no banco de trás, começou a explicar que estava vindo com sua mãe de uma clínica, onde fazia o pré-natal, e que ao cortar um ônibus que estava parado num ponto, um pouco antes do sinal, não reparou que logo na sua frente o sinal estava fechado e o meu carro parado, não dando para frear em tempo, vindo a bater no meu carro.
Quando chegamos na concessionária, pedi a um rapaz que fizesse um orçamento do prejuízo no meu carro.
Enquanto isso, providenciei pra elas duas um copo com água e um cafezinho, que estava ali a disposição da clientela.
Fechado o orçamento, combinamos que ela poderia pagar o conserto do meu carro em 3 cheques.
Só que ela não estava com o talão de cheques em mãos.
“Não tem problema, disse.. te levo em casa pra pegar os cheques, e amanhã mesmo ponho o carro no conserto”.
Ao irmos para sua casa, ela já estava mais tranqüila, e já até comentávamos a respeito do bebê que estava pra nascer.
Chegando lá eu fiquei no carro aguardando enquanto elas entraram em casa.
Instantes depois veio a mãe, me entregou os cheques.
E apoiando, pelo lado de fora, os seus braços na porta aonde eu estava (já pude perceber, nesse movimento, que ela estava sem soutien e que seus peitinhos eram de médio para grande), ela me pediu uma carona até um ponto de ônibus mais próximo, pois tinha que voltar pra sua casa, e já estava escurecendo. Eu disse: claro, entra!
Quando ela entrou no carro, soube que ela morava no caminho de volta pra minha casa. Então, disse a ela: Te deixo em casa! Ela consentiu!
E eu vendo que estava sozinho ali com aquela gostosa, começou a bater um pressentimento de que algo muito bom ia rolar!
E no caminho da sua casa, comentávamos, entre outras coisas, que acidentes acontecem conosco com algum propósito!
Daí, ela começou elogiar o meu comportamento, minha educação, meu equilíbrio, essas coisas!
Ela, quando viu a aliança no meu dedo, comentou:
“sua esposa tem muita sorte de ter um marido assim como você!”
Coisa que não tinha acontecido com ela, pois estava separada do marido há dois anos, pois ele era um tremendo ignorante e beberrão.
Chegando em frente ao seu portão, ela me convidou para entrar, pois cismou de querer retribuir a minha gentileza com um capuchino bem gostoso!
Era um convite irrecusável, pois eu não tenho vício mas adoro um cafezinho!
Aceitei na hora o convite, imaginando que o “capuccino” dela deveria sim, ser muito, muito gostoso!
Antes de entrar, ainda dentro do carro, liguei para minha casa, avisando que ia chegar mais tarde, pois tinha sofrido um acidente no trânsito, mas que estava tudo bem, e que faltava registrar a ocorrência, por causa do seguro do carro.
Ao entrar notei que Laura tinha uma excelente casa, deixada pra ela pelo ex-marido.
Passamos pela sala e fomos em direção à cozinha, que tinha mesmo uma maquininha de fazer café expresso e capuccino!
Enquanto ela preparava o capuccino, já fui afrouxando minha gravata e abrindo alguns botões da camisa, mostrando os cabelinhos do meu peito.
Vendo aquela gostosa na minha de frente e de costas pra mim, olhando aquela bundinha saliente, não tinha como não a comer com os meus olhos!
Depois, sentei-me do lado dela, à mesa na cozinha, saboreando o capuccino e começamos um papo mais descontraído.
Ela, ao falar, olhava-me de um jeito sedutor, quando começou a rolar o assunto do sexo!
Em certo momento, ela colocou uma das mãos na minha perna, e disse que seu marido era muito ruim no sexo, e que estava se sentindo muito solitária, muito carente, que precisava de um chamego, de um carinho, que sentia falta de ser chupada, que queria um pau de verdade, pois já fazia 3 anos que sua “periquita” só experimentava vibradores!
Aquelas suas palavras me deixaram louco! E quando eu já pensava numa maneira de apagar todo aquele fogo, Laura, sem menos esperar, se chegou mais a mim, foi tirando minha gravata, terminando de desabotoar minha camisa!
Olhando fixamente nos meus olhos, ela disse:
Quero ser comida por um pau de verdade!
Eu depressa correspondi, levantando-a da cadeira, e já fui agarrando e dando um abraço apertado nela.
Comecei a beijá-la ardentemente, enquanto Laura sem querer perder muito tempo, já ía tirando o meu cinto!
Também não perdi tempo, levantei o seu vestido, tirando-o e começando a beijar e morder de leve os biquinhos dos seus seios!
Fui esfregando o meu pau que já tava explodindo, na sua xotinha, que já nessa hora deixara sua calcinha toda molhada.
Ficamos nos beijando intensamente.
Dava pra ver o quanto que ela tinha esperado um momento como aquele!
Beijou-me no meu pescoço, desceu e passou sua língua deliciosa sobre o meu peito, dando umas mordidinhas!
Continuou descendo, e começou a dar umas mordidinhas no meu pau por cima da cueca!
Depois, tirou minha cueca, começando a beijar meu pau, passando sua língua quentinha sobre ele!
Passava a língua na cabecinha, batia de leve uma punheta, que me levava à loucura! Eu delirava de prazer!
Depois, ela colocou meu pau todinho na sua boca, começando uma mamada como nunca eu tinha experimentado!
Sua chupada começou bem devagar, mas depois, era cada vez mais rápida! Ficou me chupando por um bom tempo!
Ela saboreava, chegando a comentar: Agora já posso jogar meu vibrador fora! Esse pau é muito, muito mais gostoso!
Mas, apesar de não ter problema de ejaculação precoce, eu sabia que não ía agüentar aquela chupada por mais tempo!
Para segurar o meu gozo, a interrompi um pouco! E falei:
Chegou a minha vez de enlouquecer você!
Ela respondeu: Mais do que eu já estou!?
Daí, eu a peguei no colo, fui levando-a e a coloquei deitada no sofá da sala.
Tirei a sua calcinha que já estava totalmente ensopada, e me deparei com um xotinha linda, depiladinha!
Fiquei no sofá sobre ela, coladinho, nos beijando.
Depois fui descendo, beijando e mordendo de leve, com prazer, cada parte daquele pedaço de mulher.
Depois, ajoelhei-me à beira do sofá, abri as suas pernas e comecei a passar a língua em volta da sua xotinha, bem de leve, devagarinho!
Depois fui direto no seu ponto G, passando a língua. Aquilo dava a ela um prazer indescritível.
Nesse momento, ela delirava, se deliciava e se contorcia, e gemendo dizia:
Como você chupa gostoso! Assim, você me enlouquece!
Fiquei chupando-a por uns 10 minutos, sua xotinha ficou mais molhadinha do que já estava, toda rosadinha e inchada, até que ela suplicou:
Mais rápido, não pára, não pára, faz mais rápido! Já vou gozar!
Dei uma acelerada, até que ela gemeu profundo, e eu senti aquele gosto suculento e delicioso na minha boca.
Ela sorriu para mim, seus olhos esverdeados brilhavam de tesão, e me disse:
Vem, meu macho, agora me fode de uma vez!
Eu já tava mesmo doido pra meu pau entrar em ação!
Comecei pelo “papai mamãe”. Esfregava meu pau, já um tanto melado, na entrada da sua xotinha, bem devagarinho, fazendo com que seus lábios vaginais, que eram bem fechadinhos, ficassem bem abertos, pressionado com a cabeça do meu pau!
Comecei a meter, colocando a cabeça dentro da sua xotinha!
De início, devagar, mais depois fui com mais força!
Colocava meu pau mais fundo que podia! E eu metia com força.
E quanto mais eu metia, mais ela gemia, e mais ela pedia pra que eu metesse!
Eu dizia: Diz que sou teu macho, diz que você quer meu pau!
Ela respondia: Vai, meu macho! Você me deixa louca.
Mete, mete mais, mete sem dó, meu garanhão. Come a sua cachorrinha!
Depois de um tempo, começamos a variar as posições!
Ela pediu: Deixa eu sentar nesse pauzão!
Eu disse: Vem então, mas fica de frente pra mim!
Ela colocou a cabeça do meu pau na entrada da sua xotinha, e foi descendo devagar, até engolir todo o meu pau.
Enquanto eu segurava nos seus seios, ela começou um “rebolation”.
Aí, subia e descia, no meu pau! Ela cavalgava feito uma alucinada!
E voltava a rebolar com meu pau todo dentro dela!
E quanto mais ela rebolava, mas ela gemia, escandalosamente!
Fiquei até preocupado com os vizinhos, mas ela dizia:
Vai, mete gostoso, come a sua cachorrinha!
E eu percebia que ela gozava repetidamente, e tudo com gemidos alucinantes!
E sempre quando isso acontecia, ela me olhava com satisfação, com aquela cara de safada, como quem não trepava daquela maneira fazia um bom tempo!
Depois, quando eu disse pra ela que também ía gozar, ela disse:
Eu quero seu leitinho todo na minha boca!
Nos levantamos, ela se ajoelhou na minha frente, bateu uma punhetazinha, colocando meu pau na sua boquinha, chupando maravilhosamente!
Aí, não resisti! Soltei vários jatos naquela boquinha, dizendo:
“Toma o leitinho do teu macho! Toma tudo! Mata a sua sede!”
Ela tomou o todo leitinho, engolindo, e passando a língua nos lábios!
Nisso, o seu celular toca.
Quando ela viu que era sua filha ligando, deixou no viva voz.
Laura perguntou: “Oi filha, tá tudo bem?
Ela respondeu: “Tá tudo bem, mãe!
Mãe, o Marcos já foi buscar o carro junto com o reboque!
Mãe! Como aquele moço foi legal, né!? Ele me passou tanta segurança!
Como ele é educado!”
Laura, ainda como o gosto do meu pau na boca, “viajando”, disse:
“É mesmo, muito educado..e muito gostoso!”
A filha, sem entender, perguntou: O que você disse, mãe?
Laura, com um sorrizinho muito sacana, explicou:
“É que tá muito gostoso o capuccino que estou tomando!”
A filha: Ah bem!
Laura, pensando na minha espera, encerrou:
Vou tomar um banho, depois te ligo!
A filha: Tá! Um beijo mãe! Laura: Um beijo pra você também!
Aí, tomamos um banho rápido! Mas no banho, ela disse:
Eu sei que hoje você precisa ir logo pra casa. Mas precisamos terminar nosso serviço! Da próxima vez, eu quero sentir esse pau gostoso na minha bundinha!
E isso aconteceu depois, muitas vezes na casa dela, pois Laura era professora, mas tinha todas as tardes livres!
E eu sempre retribuía o tesão que ela sentia quando estávamos juntos!
Laura deixava fazer tudo o que eu queria com ela!
E o que ela mais amava, era que eu gozasse tudinho dentro da sua bundinha!
Dois meses depois, seu netinho nasceu, e ela precisou dar mais atenção a sua filha, pois era marinheira de primeira viagem!
Daí, nossos encontros ficaram mais esporádicos!
Até que em outubro do ano passado, ela me ligou dizendo que tínhamos que parar com os nossos encontros, pois ela agora “tinha entrado para igreja”,
e não achava certo, aquilo que ela tava fazendo comigo e com minha família!
Eu tive que entender, afinal cada um pensa como quiser!
Mas se você quiser conhecer um cara legal, maneiro, simples, discreto, que guarda a cumplicidade..
Quem sabe, nós não poderemos desfrutar de um “capuccino” bem gostoso!
Contato: marcelocarioca48@yahoo.com.br

 

Pintura do apartamento

Foi tudo rápido e surpreendente. Num sábado de sol sai em direção à baixada santista (ou paulista, como virou moda dizer) logo nas primeiras horas da manhã. Minha mulher, indisposta, não quis me acompanhar. Não era um passeio. Pretendia dar uma mão de tinta nas paredes do nosso esconderijo da praia.

Cheguei, carreguei o material de pintura e subi. Estava limpando um pincel e observava desinteressadamente as janelas de prédios vizinhos. Arregalei os olhos quando vi uma morena no prédio ao lado andando nuazinha pela sala. Saíra do banho e esfregava preguiçosamente uma toalha nos cabelos. Aparentava ter um corpo bem esculpido, seios firmes e cabelos negros. Tive a impressão de que ela percebia meu olhar e se exibia de forma ousada e brincalhona.

Já que ela estva me sacaneando, fiz o mesmo. Desfiz-me das roupas e andava, como ela, de um lado a outro. Fiz questão de deixar visível o pau semi ereto pra ela se divertir um pouco mais. Vez em quando bolinava o pau e ensaiava uma punheta e percebi que ela agora estava de binóculos. Ocorreu-me uma sacanagem maior. Peguei um prato escuro do armário, daqueles colorex vagabundos. Pensei em me masturbar e mostrar no prato os "emeéles" de esperma viscoso e abundante que sairia daquele cacete cheio de vontade. E ficamos um bom tempo naquele jogo jogo erótico indefinido.

A certa altura ví que ela acenava com uma camiseta branca. Em seguida agitou na janela uma calça vermelha. Entendi a mensagem. Pensei: que pintura que nada, vou é comer essa morena. E desci para a rua. Em menos de dez minutos ela apareceu na calçada. Sorrimos e nos apresentamos. Camiseta justinha, seios delineados, biquinhos à vista e um sorriso colgate.

Subimos. Era extremamente desembaraçada e simpática.Tomamos um café demorado e conversamos banalidades como se fossemos velhos conhecidos. Gentil, levou a louça para a pia e lavou-a. Solidário, enxuguei e guardei no armário. Fui escovar os dentes. Ofereci-lhe uma escova nova. Enquanto escovava os dentes não resisti e abracei-a por tras. Fiz sentir o volume do meu desejo. Ela sorriu e comprimia a bunda no meu pau enquanto se exugava, olhando-me e rindo pelo espelho.

Peguei-a no colo, levei-a para a sala e a coloquei deitada sobre a mesa. Tirei-lhe as roupas e Deixei-a só de calcinhas. Comecei a dar um banho de gato. Beijei-a e comecei a deslisar a lingua pelo seu corpo, suguei-lhe os seios, enfiei demoradamente a lingua em seu umbigo e desci um pouco mais para ficar mordiscando sua xoxotinha por sobre a calcinha. Chupei-a com volupia.

Virei-a de bruços, afastei os cabelos e comecei a passar a lingua da nuca e, desci pelas costas, percorri a coluna e cheguei em suas nádegas. Arranquei a calcinha com os dentes. Mordia levemente seus gluteos. Afastei-os e vi aquele cuzinho apetitoso, um rabinho róseo. Perdi a cabeça e o controle. Pela primeira vez na vida lambi um rabinho. Molhava com saliva e a certa altura insinuava penetrá-lo com a lingua. Ela gemia e dizia as coisas mais malucas: vai....me fode....me come.....inaugura meu rabo....faz tempo que ele está fogoso....quero ver como é...quero dar a bunda...vai....vem....me fode...me estupra. Aquilo aumentava meu tesão. Acabou gozando e relaxou um pouco. Quatro vezes, me disse. Adorava e sabia tudo de sexo.

Desceu da mesa e, solidária, pediu-me que deitasse no seu lugar. Em pé, começou a maior tortura a que jamais fui submetido. Segurava firme meu pau duro e o lambia e engolia com gosto. Ensaiava uma punheta. Pedi-lhe que fosse devagar. Não queria gozar logo. Em seguida subiu na mesa. Em pé, ereta, tocava-me o corpo com os calcanhares. Foi agachando e enfiando a buceta molhada no meu pau. Eu me deliciava vendo-o entrar e sair brilhando com seus fluidos vaginais. Virou de costas para mim e abaixou a bunda encostando o cuzinho no meu cacete duro. Fazia bem devagar. Ouvi aquele "ploc", o barulhinho comum quando o pau acha o caminho. Eu estava tão tarado que com não mais que dez movimentos da pelvis ejaculei e senti o melhor orgasmo que tinha tido na vida.

Passamos o dia todo juntos. Jantamos. Por volta de meia noite disse que precisa ir pois seu marido chegaria no dia seguinte. E eu queria mais. Aproveitei e tambem liguei para minha mulher em São Paulo. Disse-lhe que nao conseguira terminar a pintura e ficaria ate o dia seguinte. Chegaria em casa por volta das 10 ou 11 da noite. Ela entendeu e me perdoou. Aproveitou e disse marotamente que estava ansiosa pela minha chegada. Queria fazer amor bem gostoso pra compensar o trabalhão que tivera na praia. Sorri preocupado. Em casa é um pouco mais dificil dar conta do recado.

 

Ana e Letícia

Ana e Letícia, as duas; no entanto, eram amantes de Marcos. Ele era um homem muito mulherengo e machista. Ana era a esposa de Marcos e tinham com ele 2 filhos. Como toda esposa, Ana era dedicada ao marido, casa e filhos. Não tinha tempo para se cuidar, embora fosse uma linda morena. Uma pérola que precisava ser lapidada. Ao contrário de Letícia, que esbanjava sexualidade pelos poros. Letícia tinha 174 de altura, cabelos loiros, olhos verdes, uma boca vermelhinha e carnuda. Essa mulher deixava Marcos louco. Porém, Letícia estava cansada da condição de amante de Marcos, ela vinha cobrando que ele deixasse Ana para ficar com ela. Marcos por sua vez, como não tinha nenhum caráter não saia de cima do muro. Cansada de ser enrolada Letícia resolvei ir até o escritório de Marcos, chegando lá, para a sua surpresa viu que Marcos estava com a sua esposa. Ele ao ver Letícia ficou muito sem graça e apresentou Letícia a Ana como sendo uma amiga de trabalho.
Ao olhar para Letícia, Ana sentiu algo estranho dentro de si...Letícia olhou fixamente para Ana, ela parecia ter sido congelada. Ela não conseguia tirar os olhos de Ana. Naquele momento nascia uma grande paixão.

 

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ANA É LETÍCIA ...............PARTE 2

Após terem sido apresentadas, as duas notaram que tinham grandes afinidades. Marcos, sempre querendo levar vantagens, achou que seria uma ótima oportunidade para manter as duas mulheres a sua disposição sexual, por isso, não sem importou na amizade das duas. Ana chamou Letícia para fazer um lanche em sua casa. Letícia de pronto aceitou. Letícia chegou à casa de Ana quando Marcos ainda estava. Ele deu um sorriso bem safado para ela e disse: “ veja bem o que você vai falar. A noite nos veremos naquele mesmo motel. Beijos gostosa.”  Letícia não respondeu nada.... Quando Marcos saiu a casa ficou leve, parecia que um imenso fardo tinha saio de lá....
Durante toa à tarde as duas conversaram, riram e beberam vinho. Quando era 18:00 hs. Letícia disse que iria embora. Ana se levantou e pediu que ela não fosse, pois a conversa estava muito boa e que não queria ficar ali sozinha. Ana começou a se lamentar com Letícia, dizendo que não conseguia se satisfazer com nada em sua vida....então Letícia disse que não entendia como ela estava assim, porque ela era uma mulher muito linda e que merecia ser muito feliz....naquele momento foi como se o tempo tivesse parado. Os olhares delas se cruzaram. Ana acariciou levemente o rosto de Letícia, que por sua vez fechou os olhos e se entregou a paixão....Ana se aproximou dela, começou a beijar o pescoço, e dizendo no ouvido de Letícia como ela era atraente e linda, e desde o primeiro dia que a viu sentiu um enorme desejo de beija-la. Ana pegou Letícia e a levou contra a parte de começou a beijar os lábios dela, lambeu os lábios dela, enfiou a língua na boca de Letícia. Ana levou Letícia para o seu quarto, e a deitou em sua cama, começou a tirar toda a roupa de Letícia, peça por peça...tirou a blusa, saia, foi tirando o sutiã e bem devagarzinho começou a tirar a calcinha...quando tirou a calcinha ela abriu as pernas de Letícia, abriu a buceta dela e viu como era linda a buceta de Letícia, Ana não resistiu e começou a chupar....como chupava delicioso e com tanta vontade...Letícia delirava de tesão...Ana meteu a língua bem fundo na buceta de Letícia, chupou tanto o grelinho dela que ficou todo vermelhinho....Letícia gozou tanto na boca de Ana....Ana queria mais, e pedia que ela gozasse mais, ela queria sentir o gosto do gozo de Letícia, e Letícia, no entanto gozou novamente...sempre com a boca de Ana na bucetinha dela. Letícia queria mais e pediu para Ana enfiar os dedos dentro dela e chupar os biquinhos os seus seios. Ana deitou sobre Letícia, começou a chupar os seios dela e Letícia abriu as pernas e Ana colocou os dedos dentro dela, Ana fazia movimentos de vai e vem dentro da buceta dela. Como gemia de tesão....Letícia gozou novamente, dessa vez com os dedos de Ana dentro dela. Quando Letícia gozou Ana estava exausta, e disse como era gostoso sentir uma mulher gozar, como lhe dava tesão escutar os gemidos de uma mulher....Letícia olhou para ela e disse é verdade. Agora e a minha vez de fazer você gozar......Ana nunca havia provado um prazer tão profundo, nunca sentiu tantos orgarnos em uma só transa....Letícia abriu as pernas de Ana e começou a chupar a buceta de dela, só que Letícia era mais experiente, e sabia chupar de uma forma que fazia com que Ana visse todas as estrelas do céu. Letícia comeu Ana por várias horas e de todas as formas.

E tudo isso aconteceu na cama de Marcos. Que ficou igual a um babaca esperando Letícia no motel. Enquanto ele esperava Letícia por horas naquele frio motel, ela comia por horas a sua mulher na cama e na casa dele.
O mulherengo acabou solitário, brocha e ainda perdeu a mulher para a sua ex amante.   

 

Mudando de casa

Em 2003 por razões profissionais tive que mudar de cidade. Eu me chamo Ana, tenho 28 anos, tenho 168, cabelos e olhos castanhos claros. Sei exatamente o que quero da vida e vivo sempre em busca da felicidade.

No inicio estranhei muito a minha nova cidade, as pessoas eram “recatadas” e muito discretas.

Fui morar numa vila com mais 3 casas. Em uma dessas casas, eu vi que morava uma bela morena. Demorei um pouco para saber o nome dela. Até que um dia ela esta em casa e nos cruzamos no corredor. Ela se chamava Elaine, tinha 30 anos e era a mulher mais linda que eu já havia visto. Elaine tinha 170 de altura, olhos azuis, um corpo maravilhosoooooo, umas curvas muito bem delineadas, era impossível não ficar admirando aquela maravilha de mulher. Elaine me deu um sorriso e disse que se eu precisasse de qualquer coisa era só bater na casa dela...Eu fui para minha casa e não consegui tirar aquele corpo dos meus pensamentos. Naquela mesma noite eu com o pretexto de tomar café fui à casa de Elaine saber se ela tinha açúcar....Ela pediu que eu entrasse, eu entrei, me sentei no sofá.....Elaine estava usando uma linda camisola transparente com uma calcinha minúscula....Eu suspirei fundo, mas não conseguia deixar de desejar aquele corpo moreno! Eu sentada no sofá vendo-a se movendo de um lado para o outro com aquele camisolinha transparente, aquele momento parecia que o mundo estava todo em câmera lenta.....Elaine parecia um anjo andando pelas nuvens, ela tinha um andar, umas coxas tão lindas e bem torneadas e estava toda bronzeada. Ela foi chegando perto de mim e eu fiquei paralisada olhando para aquela boca carnuda, meus olhos desciam sobre o corpo dela, eu olhava e desejava aquela boca, aquele queixo, olhei para aqueles seis durinhos com os biquinhos apontados para mim. Elaine sabia que era linda e sensual, ela jogava um charme como se estivesse querendo que eu a agarrasse...naturalmente nós fomos nos aproximando, e eu fui deslizando as minhas mãos nas coxas de Elaine, ela fazia uma cara de quem estava com um tesão danado.

Eu fui deslizando as minhas mãos sobre ela, fui passando pela cintura apertando cintura de Elaine eté que aproximei o seu corpo sobre o meu e comecei a deslizar a minha língua sobre os lábios dela, dei mordidinhas no queixo, passei a língua na boquinha dela, beijei os lábios carnudos de Elaine, Ahhh que boca deliciosa!!!!! Eu beijava e minhas mãos não conseguiam ficar quietas eu passava as mãos sobre todo o corpo dela e ela correspondia com muito gemidos e sussurros...tirei a camisola dela, dei muitos beijos nos seios, lambi o biquinho do seio dela, chupei muito o biquinho do peito dela. Ela gemia de tesão pedia para eu não parar...Aqueles gemidos me deixaram louca de desejo, imediatamente abri as pernas dela e comecei a lamber aquela bucetinha, eu abri a bucetinha dela e chupei o grelinho molhadinho, eu coloquei a minha língua bem fundo na buceta de Elaine, eu estava com muito tesão e não conseguia parar de chupar aquela buceta...estava deliciosa, eu lambia, chupava, fazia círculos com minha língua, Elaine gemia muito....naquela altura ela já tinha gozado muito na minha boca, mas eu não conseguia parar de chupar a bucetinha dela. Fiquei chupando Elaine por muito minutos, sinceramente esqueci do tempo, eu não queria saber de mais nada, só conseguia escutar os gemidos de prazer de Elaine. Ela me pediu para colocar os dedos dentro dela, coloquei-a sentada na minha frente e enfiei meus dedos dentro dela que delirou de tesão, Como ela gemia gostoso....Eu fazia vários movimentos com meus dedos dentro da buceta de Elaine que não conseguir segurar e mais uma vez gozou...Ficamos naquela posição por muito tempo...... Quando nossos desejos foram todos saciados, fomos para o banheiro tomar um banho. Chegando lá......................................ESTE CONTO CONTINUA...............

Contato: forrest.gump@msn.com

O vôo dos meus sonhos

Conheci Raquel em um vôo de Frankfurt para São Paulo, onde eu estava cobrindo um congresso gastronômico. Ela era professora de Alemão e Inglês e fora visitar parentes na terra natal de seus pais. Naturalmente, Raquel é loira, no auge de seus vinte e cinco anos quando nos conhecemos, baixa, pele bem clara, corpo esbelto, seios médios e apetitosos e uma bundinha bem redonda. Sentou-se na poltrona ao meu lado. Usava um vestido seda azul.

Notei que estava muito ansiosa e a questionei em inglês, pois não tinha certeza de sua nacionalidade e não falo alemão, ela respondeu que era brasileira em português. Apresentamo-nos e ela confessou sua fobia por altura após o aviso da contagem regressiva para a decolagem. Não hesitei e instintivamente agarrei sua mão e lhe disse para não temer. Para minha surpresa, ela se aproximou e me beijou. Após o longo beijo, incrementado por carícias quentes, sussurrou em alemão ao meu ouvido, na verdade eram obscenidades que só depois ela traduziu para mim, mas surtiram efeito imediato mesmo sem compreendê-las naquele momento. Fiquei excitadíssimos. Ficamos nos beijando, trocando carícias e sussurros por duas horas, quando não resisti e meti a mão sob o vestido e a calcinha e descobri e descobri uma bocetinha depilada e já encharcada de tesão, com o clitóris sensível a ponto de provocar um orgasmo quase instantâneo em Raquel.

Foi só começar a siririca que ela já estava gozando e tinha que beijá-la para calar seus sussurros e gemidos. Em certo momento, quando a preliminar já havia esgotado seus limites e Raquel já havia molhado toda a virilha, pediu ao meu ouvido: espere cinco minutos e vá ao banheiro, estarei esperando. Quando cheguei, empurrei a porta, tranquei, Raquel enlaçou-me pela cintura, soltou meu cinto, baixou calça e cueca e alcançou meu pau que já explodia de desejo, plenamente denunciado pela vermelhidão da glande. Ela chupou como uma criança chupa o mais delicioso sorvete, indescritível, fui aos ares já nos ares. Depois chupei sua xoxota rosada em retribuição e trepamos com o avião estando em turbulência. Fizemos tudo em quinze minutos e ambos julgamos ser o orgasmo mais intenso que tivemos. Depois, já em solo nacional ela presenteou-me com um anal de sonhos.

Confessou-me que já havia namorado três alemães e com todos praticava sodomia e disse que adoraria dar a bundinha para o cara lhe proporcionou tanto prazer num momento de medo profundo. Aquilo me excitou muito e devorei o rabo de Raquel que até o fim pediu mais, além de pedir tapas na bunda, o que também não neguei, deixando suas nádegas como um tomate. Depois a enchi de beijos e carícias, pois percebi que ela gostava dessa oscilação entre o carinhoso e o selvagem e isso fez com que nosso relacionamento durasse por dois anos repletos de alegrias e prazeres.

E-mail: fepace@uol.com.br
http://fepace.blog.uol.com.br/

 

 

Raquel e Vanessa

Me chamo Vanessa. Tenho 21 anos. Sou loira, 1.65 m, cabelos ondulados, olhos verdes, seios grandes, uma bundinha bem gostosa e coxas grossas.
VOu contar, resumidamente, como foi a primeira vez da minha namorada, que por acaso, comigo... Inesquecível, tanto para ela quanto para mim.
COnheci Raquel através do Orkut. Ela era muito linda, muito mesmo. Mas não parecia ser entendida, por isso, de início, só queria amizade mesmo. Também notei que ela era uma menina muito triste, seu rosto estava sempre fechado, sério. Seu semblante era triste. E não era para menos, ela tinha sérios problemas familiares em casa.
Depois de nos encontrarmos pela primeira vez, saíamos direto juntas. Ela dizia que gostava da minha companhia, porque eu era extrovertida, falava muita besteira, a fazendo rir.
Ela não sabia que eu era bissexual, e eu nem queria que soubesse tão cedo, uma vez que estava começando a sentir que meus sentimentos para com ela estavam ultrapassando a amizade... E eu tinha muito medo de perdê-la.
Certa noite, Raquel discutiu com a mãe e a irmã. Me ligou em prantos, perguntando se poderia vir para meu apartamento. Já que eu morava sozinha, não precisava me preocupar com nada, então concordei.
era por volta de três da tarde, quando ela chegou. Seu rosto ainda manchado de lágrimas. Me abraçou, dizendo que não agüentava mais aquela vida, que não agüentava mais a família e tal. Eu para acalmá-la, sem quebrar o abraço e ao mesmo tempo, me controlando para não reagir às correntes elétricas que percorriam meu corpo, acariciei seus cabelos, suas costas, e murmurei em seu ouvido:
-- Não fica assim, isso vai passar.
Ficamos assim por um bom tempo, até que por fim, a levei para meu quarto. Ela ficou ouvindo músicas da nossa banda favorita, Within Temptation, no meu computador, enquanto fui tomar banho.
Saí do banheiro ainda enrolada na toalha e vi Raquel encarando a foto de uma menina de cinco anos, sua irmãzinha que havia falecido há poucos anos, enquanto tocava Somewhere nas caixas de som do PC. Me aproximei e ela disse, com voz embargada, que queria deitar, pois não estava se sentindo bem.
Deixei que ela deitasse na minha cama e fui por minhas roupas. Ao voltar, ela já dormia. Aproveitei então para admirar seus cabelos lisos e negros espalhados no travesseiro, seus olhos cerrados outrora vivos e azuis, seu rosto naturalmente pálido... Uma parte safada de mim admirou, mesmo por baixo dos lençóis e roupas, as curvas de seu corpo, seus seios redondinhos e naturalmente durinhos, sua barriguinha tão gostosa...
Em um impulso descontrolado, me aproximei dela e sussurrei:
-- Parece um anjo. Um ajo tão lindo...
Eu mesma me interrompi, tocando os lábios carnudos dela o mais leve possível com os meus. Mas logo em seguida me afastei.
Não aconteceu nada daquela vez. Raquel foi embora no dia seguinte de manhã e não disse nada sobre o beijo.
Mas meses depois, durante uma conversa por telefone, ela confessou que só fingia dormir. Estava acordada, até muito bem acordada, e já tinha notado algumas das minhas reações, mas queria ter certeza, antes de me informar que eu estava sendo correspondida. Fiquei em uma felicidade sem par, pedi ela em namoro por telefone mesmo e ela aceitou.
Conversamos a noite inteira, até fizemos GF. Mas marcamos um encontro para o dia seguinte. Ela viria ao meu apartamento, com a desculpa de ver algumas fotos de qualquer coisa, já que a mãe dela nem podia sonhar que ela estava se encontrando com uma mulher que tinha segundas, terceiras, décimas intenções para com sua filha.
Raquel chegou por volta das sete da noite. E assim que eu abri a porta, ela já me abraçou e me beijou. Foi um beijo longo, quente, apaixonado. Nossos corpos se encontravam, se esfregavam.
Tratei de puxar logo ela para dentro e fechar a porta. Eu estava tão louca de tesão que joguei ela no sofá e comecei a beijar sua boca com mais ferocidade ainda. Acariciava seus seios por baixo da blusa, porém por cima do sutiã.
COmecei então a beijar-lhe o pescoço, enquanto tirava sua jaqueta. Sim, estava muito frio e Raquel usava uma jaqueta de couro preta, uma. blusa preta bem discreta, calça jeans e botas cano longo. Mas então, tirei-lhe a jaqueta, logo em seguida a blusa, e fui descendo em direção aos seus peitinhos, enquanto abria o sutiã.
Comecei a chupar um dos seus seios enquanto brincava com o outro. Ela gemia bem baixinho, balbuciando meu nome, me pedindo para parar. Mas ela gemia de forma provocante, seus biquinhos estavam cada vez mais duros, não tinha como parar.
Desci por sua barriga, lambendo e dando mordidinhas em volta de seu umbigo enquanto tirava-lhe as botas e a calça, deixando à mostra, suas coxas grossas e durinhas. Fui descendo em direção à sua virilha, ela dizia que não queria... não...
Tirei sua calcinha e me deparei com uma bocetinha maravilhosa. Raspadinha e apertadinha. Minha vontade era de enfiar logo a língua e chupar com vontade, mas passei o dedo levemente por seus grandes lábios, olhei em seus olhos e perguntei:
-- Você quer?
-- Sim -- ela respondeu tão baixo quanto um suspiro.
Então fui adentrando sua bocetinha de leve com meu dedo, enquanto massageava suas coxas com minha outra mão. Alisava seu clitóris e quando pressionei seu ponto g, ela soltou um gemido longo, agudo, gostoso...
Não agüentando mais de tesão, abri suas pernas com minhas duas mãos e devorei aquela bocetinha. Empurrava minha língua fundo e chupava forte. Raquel gemia alto agora e me segurava pelos cabelos.
Em certo momento, ela gritou que ia gozar e gozou, teve um orgasmo na verdade. Eu sentia seu mel escorrendo por minha boca enquanto ela gritava:
-- Me chupa, safada! Minha cachorra! -- E aquilo só me enlouquecia mais e mais.
Depois de gozar bastante, para minha surpresa, ela me agarrou pelos ombros e me puxou para o seu lado no sofá, de modo que fiquei deitada ao lado dela. Mas por pouco tempo, já que ela logo deitou-se sobre mim.
Começou a beijar minha boca, passando a língua por meus lábios, saboreando seu próprio gosto.
Ela então beijou meu pescoço, subindo até minha orelha, dando mordidinhas nela e sussurrando:
-- Agora é minha vez.
Ao contrário do que eu imaginava, Raquel era mais faminta que eu. Seguiu o mesmo percurso, porém tirando minhas roupas com mais pressa e me chupando, mordendo e lambendo com mais fome do que eu imaginava que ela tivesse. Quando chegou em minha barriga, ela tirou seu corpo de cima do meu, ficando ajoelhada no chão. Mas não parou de me chupar.
Alcançou depressa minha bocetinha e já começou a chupá-la, a sugar cada gota do meu líquido. Eu gritava e gemia, pedia mais e mais. A língua dela era tão gostosa, quentinha na minha boceta... Foi então que a coisa mais extraordinária aconteceu: ela voltou a jogar seu corpo sobre o meu, mas em posição de 69. Mas nem o choque que levei com a surpresa me impediu de abocanhar aquela bocetinha, apertar-lhe a bundinha, enquanto ela continuava a me penetrar com aquela língua gostosa.
Gozamos várias vezes, naquela posição mesmo, e quando nos sentimos demasiado exaustas para continuar, deitamos lado a lado no chão mesmo, até sobre nossas roupas, abraçadas. E por ali ficamos, nos beijando por horas.
Fizemos amor mais vezes, até mesmo naquela noite, mas isso vai ficar para outra história...

***

Gostou da história? Pena que é fictícia... Mas enfim, se quiser falar comigo, fique à vontade: carolina.shadowkissed@gmail.com Espero seu contato!

O garoto do ônibus

By: carlosecesar33@gmail.com

Noite de domingo. 15 de março de 2005. Fui visitar uns parentes e na volta para casa, na Rodoviária do Plano Piloto, peguei o 116 W/3 – L-2 Norte. Eu vinha sem nenhum pensamento específico, quando na altura da 505 sobe um rapaz, daqueles de “fechar o trânsito”, tipo “capa de revista chick”. Aparentava entre 23 e 25 anos, cabelos negros, avolumados e lisos, uma sobrancelha cheia muito bonita e chamativa, o nariz afinado perfeito e uma boca... lábios bem delineados, grandes. Era a receita que meu médico me receitou para uma noite de domingo. Passou pela roleta, passou a mão nos cabelos e escolheu um lugar para sentar. O ônibus estava praticamente vazio. Sentou-se em lado oposto ao meu. A partir daquele momento meu coração acelerou e eu não tirava o olho do belo rapaz, mas pensei comigo mesmo. Este não é homem para mim. Deve ter todas as mulheres que deseja, mas não custava sonhar... O ônibus andando e meu ponto quase chegando. Me levantei olhei para o garoto e dei um sorriso... Lambi os lábios com a ponta da língua, uma forma de dizer “gostoso”. O garoto me retribui o sorriso deixando a mostra os dentes lindos. Eu fiz sinal que ia descer e para minha surpresa o garoto se levantou... Neste momento eu tremi e pensei. Será que ele vai descer exatamente no meu ponto? Muita coincidência. Puxei a cordinha, o ônibus parou e eu desci. Dei uns cinco passos e ouvi uma voz bem próxima.
- Tens fogo?
- Aqui não, mas moro naquele prédio e em casa eu tenho.
- Tô afim de um cigarro. Posso te acompanhar?
- Claro que sim.
Eu mal conseguia caminhar, minha adrenalina subiu, a boca secou e não conseguia falar absolutamente nada. Eu só imaginava. Meu Deus este garoto vai a minha casa? Na portaria eu não achava a chave, dei muita bandeira, claro que ele percebeu meu nervosismo.
- Está tudo bem?
- Sim, é que não sei exatamente onde botei a chave – eu usava uma mochila cheia de bolsos. Ah! Achei. Vamos.
- Está calor apesar da chuva aqui na Asa Norte.
- Muito vou abrir a janela.
Aí eu me dei conta que o garoto queria fogo para acender o cigarro. Peguei um isqueiro e o entregue.
- Fuma?
- Não muito, mas de vez em quando eu gosto.
- Se incomoda?
- Não mesmo, fique a vontade.
Enquanto ele fumava, fui ao banheiro lavar o rosto, eu demonstrava nervosismo.
- Meu nome é André Lucas e o seu?
- Carlos.
- Legal Carlos. Vou direto ao assunto. Você é gay? Estou certo?
- Sim.
- Eu percebi, pessoas como você tem uma “estrela na testa”, uma placa estampada, uma espécie de marca registrada. Tá afim de dar uma chupada ?
- Sim.
Desabotoei o cinto, abri a braguilha e tirei para fora aquela pica. Confesso que quase desmaiei. Era a pica mais linda que já tinha visto, 20x6cm, roliça, digo esculpida, digna daquele rapaz igualmente belo.
- Você tem algo para beber?
- Sim. wiski, cerveja.
- Pode ser uma dose de wiski.
- Gelo?
- Não cawboy
Servi a dose caprichada, o garoto sorveu em um único gole. Aquilo me assustou. Mas...
- Então. Tá esperando o que pra cair de boca?
Acabei de despir o rapaz, tirei a camiseta, que me deixou ver o corpo moreno, bronzeado, tipo moreno jambo. Que corpo. O rapaz tinha ombros largos, sem exageros, peito bem formado, musculoso e aquela curvinha na cintura... Pouquíssimos pelos, umas coxas grossas e uma bunda extremamente desenhada... Curvas perfeitas. Mas o mais bonito era mesmo o pau. Pouco excitado, segurou bem firme, deitou na cama e me chamou.
- Vem dá uma caprichada nesta piroca. Ela está louquinha para ser chupada.
Eu peguei, acariciei e comecei a sessão de chupada, dando lambidinhas, apertando os lábios e de vez em quando engolindo toda. Era uma pica especial e eu, agora mais calmo, me deliciei por um longo período.
- Que boca. Gostosa. Chupa esse caralho é todo seu. Chupa safado!
Eu chupava horas mais velozmente, horas mais suaves. Lambendo a cabeça. Com a boca umedecida fazia movimento de vai e vem. Ele se erguia a fim de que eu a engolisse toda apertava minha cabeça em direção ao pau. Até que eu não agüentei e pedi.
- Mete um pouquinho em mim.
- Tem camisinha?
- Sim.
Peguei uma na gavetinha do criado mudo, entreguei a ele, me despi também, porque até este momento eu estava completamente vestido. Tirei toda a roupa e ele colocando a camisinha me pediu.
- Me serve outra dose. Estou precisando.
- Claro.
Servi o garoto, aproveitei e tomei uma também, a seco. Diminui a intensidade da luz, deixando o ambiente mais aconchegante. Novamente ele tomou de um gole só, botou o copo no chão e disse:
- Vou te fuder todo, gayzinho gostoso.
Eu não tinha pomadinha própria e a solução foi usar creme hidratante. Lubrifiquei o cú, me deitei de bruços e pedi.
- Mete, vai, mete nesse cuzinho.
O garoto ficou de joelhos na cama, segurou o pau, brincou um pouco fingindo que ia meter... Fez isto várias vezes. Botou só a cabecinha e me fez sentir o que vinha pela frente.
- Eu não agüento mais tanta tesão. Mete por favor... Quando de repente senti a penetração vagarosamente me invadindo... Eu senti um choque gostoso e pensei. Eu tenho dentro de mim um garoto que jamais imaginei ter. Foi uma sensação inesquecível.
- Que cuzinho apertadinho. Quer esta pica sempre?
- Sim, mete.
Ele apoiou os cotovelos na cama e em movimentos lentos, metia e tirava, metia e tirava até penetrar todo aquele pau no meu cuzinho. Me deu um tapinha na bunda e perguntou:
- Gosta de levar pica? Quer levar tapinhas? Fala que gosta, isto me excita.
- Devagar, vai me dá uns tapinhas.
- Então levanta, quero te comer em pé.
Encostei-me a uma cômoda enquanto ele metia gostoso.
- Vamos pro banheiro, gosto de ver pelo espelho, me dá mais tesão.
Lá ele cruzou os braços na minha cintura, apertou forte enquanto metia mais e mais. Me mordeu o pescoço, arranhou minhas costas e pediu para voltarmos à cama.
- Aguenta mais?
- Sim.
- Então troca a camisinha.
Entreguei-lhe outra. O pau daquele garoto não diminuía de tamanho e seu estado de excitação era impressionante.
Se deitou na cama, com as costas na cabeceira, forrou com almofadas.
- Vamos mudar de posição. Senta no meu pau.
Eu obedeci, sentei meio ajoelhado de frente para ele e deixei o pau entrar lentamente no meu cuzinho, mas o garoto me puxou para baixo, fazendo com que todo aquele cacete me penetrasse. Era uma posição desconfortável para mim, mas pelo André eu fazia qualquer coisa. Até plantar bananeira se preciso fosse.
- Deita de ladinho.
Deitei e ele com a perna sobre a minha meteu novamente.
Eu também estava excitado, mas ele apenas acariciava meus cabelos, colocava um dedo na minha boca e com a outra mão segurava meu ombro que estava por cima. Passados uns 10 minutos ele tirou o pau, tirou a camisinha e falou ao meu ouvido:
- Vamos gozar, vamos?
- Sim.
Eu encostei nos travesseiros e ele de joelhos bem junto a mim, Começamos a nos masturbar uniformemente. Ele gemia, jogou a cabeça para trás e gritou ao jorrar o primeiro jato de porra. Coloquei a mão em sua boca e pedi que não gritasse, pois a janela estava aberta e visinhos poderiam ouvir. Ele gozou por um longo período, deixando aquele creme cair sobre minha barriga. Imediatamente eu também gozei e muito. Achei que fosse desmaiar de tanto prazer. André se jogou na cama, estávamos completamente exaustos.
Passados uns 20 minutos, quando nosso batimento cardíaco voltou ao normal, fomos para o banheiro, tomamos uma chuverada e ele disse que precisava ir embora.
Se vestiu e disse que qualquer dia voltaria.
Fui levá-lo à portaria e subi ainda cambaleando, pois minhas pernas estavam tremendo eu mal consegui subir os 20 degraus.
Eu não resisti, tomei outra dose de wiski, fumei um cigarro e olhando a fumaça e gritei comigo mesmo:
- Eu sou a bicha mais feliz do mundo, eu acabei de transar com um garoto de cinema. Um Bad Boy. Eu não estou acreditando – mas estava pois meu “estado” dizia tudo. Este dia vai ficar na história da minha vida... Tomei um copo d’agua e fui dormir muito, mas muito feliz mesmo.
André voltou a minha casa uma única vez, mas este eu conto depois. Não moro mais na 312 norte e já se passaram 5 longos anos.
Se você quiser ter comigo uma experiência semelhante, me passa um e-mail. Carlosecesar33@gmail.com

 

Chegando da faculdade

By: carlosecesar33@gmail.com

Sexta-feira, 12 de maio de 2007.

Saí da Faculdade por volta de 22:46 horas. Fui embora a pé, pois era bem perto de casa. No caminho levei uma cantada de um cara de carro, mas fiquei com medo e não entrei. Apesar do carinha ser excitante. Dispensei e continuei meu caminho. Ao virar a esquina da 312 Norte, em frente ao meu prédio, notei que tinha uma pessoa meio escondida na coluna, em frente a portaria. Não entrei de imediato, deu uma volta e percebi que se tratava do filho do alfaiate da loja de baixo ao lado do portão. Tomei coragem e andei em direção a portaria. Ele me cumprimentou e percebi que se encontrava super excitado. O volume em sua calça era assustador, mas intrigante. Ele foi direto e objetivo.

- Tô afim de subir um pouquinho, posso?
- Sim.
- Tem alguém lá em cima?
- Não. Estou chegando da faculdade.
- Então sobe, deixa a porta encostada que já vou.
Subi a escadaria tremendo, pois fui pego de surpresa. Já tinha visto aquele rapaz na alfaiataria, já o desejei várias vezes, pois é um jovem de +- uns 23 anos, alto, moreno claro, barba mal feita, dentes bonitos, meio gordinho, mas musculoso e coxas sensacionais (já o vi de bermuda também). Abri a porta, joguei o material sob a mesa e corri para verificar se eu tinha preservativos, pois sem eles não rola. Claro que tinham 3 lacradinhos. Em menos de dois minutos a maçaneta da porta girou, foi me pedindo baixinho.
- Apaga as luzes, tranca a porta, não posso ser visto.
- Tudo bem, vamos para o quarto que é melhor.
- Tô no maior tesão e muito a fim de dar uma gozada...
Já foi abrindo o zipper da calça super apertada e levando minha mão aquele mastro. Era uma piroca grande, uns 23x6. Uma cabeça igualmente grande e dura.
- Dá uma chupada gostosa, eu sei que você gosta.
Me agachei e, comecei com a ponta da língua, ele porém, me empurrou forçando-me a engolir toda, como o pau do bofe era muito grande, me engasguei...
- Calma, não seja guloso.
Voltei a chupá-lo, desta vez dando lambidinhas de cima baixo e vice-versa.
- Calma se não eu gozo.
- Não. Eu quero dentro do meu cuzinho.
Entreguei-lhe a camisinha, mas ao tentar vestir, rasgou, tão grande era o pau. Peguei outra e dei uma esticada antes de vestir.
Ele me virou de costas, passou cuspe no meu cú e enfiou de uma vez. Dei um gritinho, pois doeu um pouco.
- Devagar...
- É assim que eu gosto, putinha...
E socou novamente com mais força. Eu senti aquele pau rasgando meu cuzinho. Eram 23 cm aproximadamente de pica toda no meu rabinho. Eu mal podia me mexer... e mal conseguia falar.
- Mete gostoso esse caralho grande, mete.
Mas não deu tempo eu pedir de novo, ele tirou bruscamente.
- O que houve?
- Gozei.
- Como assim, tão rápido?
- Disse que estava quase gozando. Posso tomar um banho?
- Sim, claro.

O carinha entrou no banheiro, enquanto isto eu me masturbei e gozei gostoso ainda sentindo a dor gostosa no meu cuzinho. Ele foi super rápido no banheiro, mal se enxugou, vestiu a roupa e foi embora.

- Entenda. Eu nunca subi aqui, eu não te conheço e você também não me conhece. Fui. Bateu a porta, desceu as escadas e eu só ouvi o barulho da porta de enrolar abrindo e fechando.
Tomei um banho e enquanto me ensaboava enfiava o dedão no cuzinho e, claro me excitei novamente e gozei embaixo do chuveiro.

Se vc quizer viver uma experiência igual, me procure: carlosecesar33@gmail.com

 

Proposta

Em primeiro lugar, deixe me apresentar.Tenho 45 anos, loira , 1,64m, 54 kg, tipo perua, exibicionista, gostosa, casada com um homem agora corno manso assumido.

Sou advogada, formação rígida e conservadora, e que ao longo do tempo fui liberando a fêmea dentro de mim, e assumindo meu lado vulgar, devasso e sedento por prazer.

Estimulada pelo marido, comecei de uns tempos para cá a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais.Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens, paquerar, tudo isso com incentivo do futuro corno, que se excitava com isso.

Comecei a ousar cada vez mais.Exibia minhas pernas, deixava os seios parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bunda, fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais carregada, gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.

Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de cinta-ligas com meias 7/8 passou a fazer parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o marido, que começou e falar que eu deveria experimentar outro macho.Era o início de uma nova fase.

Meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar roupas mais ousadas para mim, procurando sais e blusas em lojas para putas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim, já um pouco vulgar e com jeito de mulher oferecida, fácil.

Veio a proposta do marido : saia com outro macho e receber uma grana como pagamento, como uma puta.Isso me excitou , e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, vulgar, me entregando ao ´prazer.

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho,era encarada por um mulato, cara de safado, que não se intimidava com a presença de meu marido.Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando, e eu, excitada falei ao meu marido que ia ao toilette.

Levantei, e rebolando passei pelo cara e fui ao toilette.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o corno sobre isso.
A ousadia do cara ,e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.

Sentei na mesa, visivelmente alterada, e comentei com meu marido que um cara queria dançar comigo, e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que buscava , que eu seria bem paga por isso.

Me senti uma puta ali na mesa, e excitada, dei um gole na bebida, olhei para o mulato, sorrindo, e fui para a pista de dança.

O cara sorriu e foi em minha direção, me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma loira gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.Depois de alguns minutos me soltou, e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha, e devia ver como o corninho estava gostando de ver a esposinha com um macho.

Voltei para a mesa amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente.Falei o que o mulato queria, e disse que iria tirar a calcinha no banheiro, reforçar minha maquiagem e me entregar ao cara.Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que esperava minha grana ali, antes de tirar a calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 200,00e me entregou, dizendo:agora é com você.

Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos , quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha, deixa a bolsa na mesa e vamos para a pista.

Me pegou, dançando e me amassando, e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que ela merecia.Senti que o cara estava de pau duro, se esfregava na minha perna para eu sentir, e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta.Prendendo minhas mãos acima da minha cabeça, me imobilizou e dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer, e muito, e que eu iria adorar, assim como o corno...foi falando que tinha experiência com casal assim, esposa puta e marido corno, e que eu seria a vaca devassa dele.

Depois de um gozo intenso, o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia safada, sabendo que começava uma nova fase da nossa vida...

Continua........

 

O professor romântico

Bom estou aqui novamente pra escrever mais uma aventura minha! Os meus ultimos conto que postei, foi "BRAD, O GOSTOSO" (http://www.casadamaite.com/node/1978). “O FISIOTEREPEUTA GOSTOSÃO” (http://www.casadamaite.com/node/10608 ) E para quem não se lembra mais, sou branco, tenho 36 anos, 1.80m, 95kg, tipo fofinho, não sou gordo e nem curto caras assim, tenho poucos pelos no corpo, bunda lisa, sou passivo e não sou e nem curto caras afeminados. Moro em Jacarepaguá/Freguesia/Rio de Janeiro/RJ.
Só curto caras machos ATIVOS, com jeito e atitude de homem, que tenha pegada, e que goste de sexo seguro mais intenso, na faixa etária de 25 a 40 anos, do RIO DE JANEIRO, com corpo normal, não curto caras gordos e nem peludões de mais, podem ser parrudos, fortões sarados ou até com corpo normal, mas gordos e gordões to fota. Bom,vamos ao meu novo conto.
Estava eu teclando no MSN, quando alguém me adicionou e logo se identificou dizendo ter pego meu MSn no meu ultimo conto do “O FISIOTEREPEUTA GOSTOSÃO”, onde tinha lido e ficado chei de tesão. Mas o que mais interessou ele foi o fato de morarmos perto no mesmo bairro, começamos a conversar ele me disse que era casado, professor e que tinha que ser tuda na encolha, por causa disso. Eu falei tuddo bem, que ele poderia ficar tranqüilo que sou discreto e onde moro também e um prédio discreto e super familiar que ninguém desconfiaria de nada. Ficamos nesse papo umas duas semanas, pois ele tave sem tempo e eu também, e fomos nos conhecendo por foto ate que hoje ele me ligou perguntando se daria, eu disse que sim, estava chegando em casa, e que so precisava de um tempo pra um banhoi e me preparar, ele me disse que daria aula as 19:30hs da noite, que eu por volta das 16:30hs poderiva vir aqui em casa, mas que me ligava quando tivesse vindo. Eu falei tudo bem e combinamos, no horário ele ligou eu passei o endereço, e na hora marcada ele chegou.
Quando abri a porta apesar de já te-lo visto por foto não foi nenhuma sumidade de beleza que apareceu, ele e um cara normal, Marcos tem 1.75m, 75kg, cabelos e olhos preto, pelos no peito corpo normal na da de sarado e fortão, um sorrizo simpático, cativante e espontâneo, resumeindo ele é bem gostosinho! Mas mal fechei a porta fui aos céus, ele me agarrou com uma pegade de macho gostoso bem firme e me tascou um beijo que eu não esperava, e lógico que retribui calorosamente, onde ficamos alguns minutos assim até que falei pra irmos pra o quarto. Lá ele foi logo tirando minhas roupas chupando meus peitinhos lambendo minha barriga e começou a chupar meu pau que e uma delicia, ai eu pensei, pronto o bofe me enganou disse que era ativo e vai querer que eu coma ele.
Mas derrepente ele me sentou na cama e começou a rirar a roupa dele ficando nu e mostrando aquela pica gostosa, de seu 18cm, bem grossinha, já durassa e cheia de tesão por mim. El se jogou encima de mim, e começamos a fazer um 69 gostos onde cada um chupava o pau do outro, ai ele me disse que era ativo, mas que curtia so chupar, eu falei sem problemas pode ficar a vontade, que eu gosto de ser chupado! Ficamos um bom tempo assim nos chupando e depois nos beijando e sarrando, até que ele falou que queria me comer eu falei que estava doido pra isso e fui pegar a camizinha e o KY na mesa de cabeceira e ele aproveitou para me abraçar por traz, e ficou fungando no meu cangote e passando a barba por fazer na minha nuca. Fiquei louco de tesão, pos adoro que façam isso comigo, e mais ainda sem pedir, quando parte espontaneamente do macho! Fiquei louco pra da pra ele, virei coloquei a camisinha nele e passei KY no pau dele e no meu cuzinho, e já ia ficar de 4 quando ele falou que queria de frendo, eu falei melhor ainda! Ele se possicionou eu também e aos poucos ele foi me penetrando com calma e carinho para não me machucar, coisa que ele comentou ter o maior cuidado com os parceiros, ele me penetrou tão gostoso e como eu estava com muito tesão das cafungadas que ele me deu, que quando percebi o pau dele tava todo dentro de mim, e eu não senti dor nenhuma, entrou suavemente, onde ele so me dava prazer com isso, ele levantou as minhas pernas ate seus ombros e se curvou sobre mim, e começou a me beijar e bombar gostoso dentro de mim, foi muito gostoso, pois ele fazia com calma e carinho, pra não me machucar, isso foi muito bom, pois partiu dele eu não pedi nada deixei ele agir naturalmente, ele me bombava e beijava ao mesmo tempo com tanto carinho e tesão que eu simplemente sai de mim, e viajei no prazer que tava sentindo, parecia que fazíamos amor como dois namorados e não so sexo por sexo. Foi muito gostoso, pois ficamos um bom tempo assim, pois perdi a noção do tempo, e nem tava preocupado com isso! Mas o tesão dele foi aumentando e ele começou a bombar com mais força uma vez que percebeu que eu so gemia de prazer e já tava acostumando com ele. Ele foi intencificando a foda ate que gozou gostoso ond esenti o pau dele pulsar dentro de mim, e os jatos do gozo dele dentro da camisinha, mas ele mesmo gozand inda continuou metendo suavemente, e começou a me masturbar, pra que eu gozasse gostoso, pois ele queria ver. O sexo com ele foi tão intenso e gostoso que tinha até esquecido de me masturbar pra gozar junto com ele, mas ele todo cuidadoso fez questão de que isso acontecesse, e so parou depois que gozei bem gostoso com o pau dele dentro de mim, ai sim carinhosamente ele tirou e ficamos um tempo abraçados nos beijando conversando, ate que deu a hora dele ir, pediu pra tomar um banho, pois tinha que dar aula e não poderia chegar no colégio cheirando a sexo, eu ri indiquei o banhiro dei uma toalha pra ele, e assim que terminou se arrumou, me deu um gostoso e apertado beijo com pegada como gosto e foi, mas disse que voltaria a me ligar pra repetimos, pois ele não que nad serio comigo mas me quer pra uma amixzade com foda gostosa como disse, onde ele não vi mais precisar procurar na internet, toda vez que tiver com tesão.
Espero que tenham gostado de mais uma aventura sexual minha, se quizerem fazer parte me procurem me adicionem, os que se enquadram no que curto, e estiverem dentro do perfil, que sejam ATIVOS e do RIO DE JANEIRO.
Aos interessados, meu e-mail e MSN é: alone.guy2009@hotmail.com
Abraços ALONE
 

 

Como consegui comer a cunhada e a sogrinha

Depois do que consegui fazer, não consigo guardar essa conquista, esse trunfo, essa super aventura, só para mim, sinto necessidade de contar a todos. Afinal, para que serve uma super conquista, se não puder contar?
Acho que todo homem normal, sente tesão por sua cunhada, ainda mais se ela for muito gostosa como a minha, do tipo que quando passa na rua todos olham. O irmão da minha esposa, ou seja, meu cunhado, deve ter ficado caído por ela, pelo seu lindo rosto e por aquele corpo maravilhoso, sensual, que desperta tesão em qualquer homem, mas eu tinha de fingir que não sentia nada.
Conheci minha esposa na firma onde eu trabalhava, ela sem dúvida era uma das funcionárias mais linda, elegante, bundinha arrebitada que marcava seus vestidos e saias justas, com corpinho que …. meu Deus.. e simpática, por isso apesar de eu ser um conquistador nato, eu nem tentei conquistá-la, imaginava ser impossível uma musa daquelas, dar bola para mim. Era o tipo de garota que coseguiria casar com quem ela quisesse.
Resumindo, incrivelmente ela foi com minha cara, passamos a sair nos fins de semana, até que um dia me levou para sua casa, para conhecer sua família. Primeiro conheci seu irmão, um rapaz bonito e educado com uma esposa que parecia uma miss, tive de fazer força para não demonstrar minha admiração por ela. Fingia indiferença ao vê-la, mas quando ninguém estava por perto, eu fixava meu olhar em seu corpo escultural.

O pai da minha garota, um sujeito muito simpático, me recebeu muito bem. Quando ela me apresentou sua mãe, engoli em seco, esperava uma senhora gordinha e barrigudinha, mas apareceu uma moça com corpinho inacreditável, num vestido elegantésimo, que realçava sua cintura fina, pernas esculturais, e seios fartos, além de muito bonita. Para vocês terem uma idéia, teve uma novela chamada Caminho das Indias, onde quase no fim, apareceu uma mulher indiana, milionária que era a mãe da noiva do Barruan, esguia, porte aristocrático, corpo escultural, sempre elegante, com classe, e linda de rosto, pois era idêntica a minha futura sogra.
Minha sogra tem 47 anos e cabelos castanhos claros, 1,60 m de altura, com 48kg (segundo minha esposa, ou seja 1 Kg a mais que ela), dava para imaginar seios fartos mesmo ela estando com vestido fechado e bumbum arrebitado de causar desejo a qualquer homem. Ela adora usar vestidos que deixam a mostra as curvas de seu corpinho. Apesar da idade, ela aparentava ter bem menos, acho que devido aquele corpinho de moça.
Minha cunhada tem cabelos castanhos mais escuros, 1.65, aprox. 50kg seios de médio para grande e coxas que começam finas junto aos joelhos bem torneados e vão engrossando nos quadris, todas as três (minha esposa, minha sogra e minha cunhada) têem cabelos longos e ondulados, até abaixo dos ombros, impossível as pessoas não olhares quando esse trio anda nas ruas.
Eu adorava ir à casa dela namorar, além do prazer de vê-la, ainda com pai simpático, mãe escultural e principalmente quando o irmão dela estava lá com minha futura cunhada, sem duvida era uma família linda! Com aquela garota, até mesmo eu um inveterano opositor do casamento, sentia vontade de casar e te-la em casa só para mim.

Com o tempo acabei casando com ela. No dia do casamento, lá estava minha sogra, com vestido longo, tomara que caia e um chale transparente nos ombros desnudos, no colo se via um par de seios que sustentava o lindo vestido. Minha cunhada, que foi a madrinha junto com meu cunhado, também com vestido longo, tomara que caia, realçando aquela cinturinha de pilão e seus seios um pouco menores que de minha sogra mas mesmo assim, de bom tamanho. Os convidados batiam muitas fotos, e eu sabia que eles estavam é batendo fotos para terem a imagem linda da minha sogra, minha cunhada, e minha esposa também, mas eu ao invés de me aborrecer, sentia orgulho disso.
Claro que minha esposa, linda com seu corpinho espetacular, seios grandes como da sua mãe, me dava muita tesão e desde a noite de núpcias, trepávamos todas noites onde eu a ensinei como chupar um pau dando prazer ao macho, eu a ensinei a engolir porra quando eu gozava na boca dela durante um 69, ensinei a dar o cuzinho coisa que no começo ela não gostava mas depois começou a sentir tesão, sempre acordava pelo menos uma vez de madrugada para mais uma trepada. Mas homem é bicho sem vergonha, apesar de ter uma mulher tesuda e linda como minha esposa, muitas vezes, eu trepava com ela, imaginando estar com minha cunhada e até mesmo minha sogra. Quem conhecia minha esposa, jamais imaginaria que um homem, ao ter uma mulher linda e sensual como ela, em seus braços, toda núa, conseguisse pensar em outra mulher. E o pior é que eu apesar de tê-la só para mim, pensava em outras duas, e isso estava virando uma obsessão, eu tinha de bolar algo para poder comer as duas. Para mim, era como um desafio, pois sempre consegui comer as que eu queria. Fiquei pensando em várias formas de conseguir.
Nessa época, na empresa, entrou um rapaz que acabamos nos tornando grandes amigos, com quem sempre ia almoçar junto e as vezes tomavamos uma cervejinha no fim do expediente, para nos descontrair, ele era solteiro, tipo galã, ele era como eu quando solteiro, não queria saber de casamento, ele estava na fase de ficar namorando várias mulheres nas baladas noturnas até conseguir comer e contava as conquistas dele para mim. Era muito excitante ficarmos falando de mulheres, ele era mulherengo e já tinha usado quase todos artificios para conseguir as mulheres que queria, isso me inspirou a lutar para eu também conseguir comer as duas mulheres que povoavam minha imaginação, ou seja, minha sogrinha e minha cunhadinha.

Uma vez, a avó da minha esposa (mãe do meu sogro) que mora no interior de Santa Catarina, ia ser operada de um tumor. Minha sogra não se dava muito bem com ela, eu não tinha a menor vontade de rodar horas e horas para visitar uma pessoa que mal conhecia por isso inventei que tinha serviço importante na empresa naqueles dias, e minha cunhada, como ia prestar concurso publico, não podia viajar.
Ficou resolvido que iriam viajar de carro o meu sogro, meu cunhado e minha esposa, pois ela e seu irmão, quando crianças, passavam as férias, na casa dessa avó.
E ficou resolvido, que como minha casa era a maior de todas, era um sobrado, com 2 suítes de hóspedes além de um outro quartinho que usávamos como segunda salinha de TV, quintal, e bem localizada para todos, ao lado da estação de metrô, minha sogra e minha cunhada dormiriam em nossa casa !
Eu não podia demonstrar, mas fiquei tão contente como se tivesse ganho sozinho na loteria, claro que eu tinha dado sugestões, para que aquela situação encaminhasse dessa forma.

Imaginem eu morando sozinho com duas mulheres lindas e desejáveis, que já inspiraram algumas trepadas com minha esposa, na minha imaginação.
Juntos eu e esse novo colega da empresa, aproveitando nossa imaginanção e nossa experiência de conquistador e as experiências desse novo amigo em papar mulheres, preparamos uma maneira de eu poder comer minha sogra e a cunhada.
Ficou combinado que ele iria entrar comigo, eu como refém dele, ele como assaltante, como se eu tivesse sido abordado ao entrar em casa, ele entraria com capuz ninja cobrindo o rosto, como se fosse assaltante, e ele me obrigaria a comer tanto minha sogra como minha cunhada, mas tinha de ser convincente, como se eu fosse obrigado, contra minha vontade, a comê-las. Eu levei e mostrei fotos das duas para ele.

Ele pegou as fotos, deu um assobio, e disse que agora entendia esse meu desejo de possuí-las, mas mulherengo como ele era, sentiu tesão imediatamente pela minha cunhada.
Ele muito esperto, disse que ele também tinha de comer a cunhadinha, senão elas iriam desconfiar! Mesmo contra minha vontade, tive de concordar que ele tinha razão.
Nenhum assaltante entra numa casa, manda um cara comer duas mulheres e vai embora sem as molestrar, isso faria as duas desconfiarem!

No dia da viagem, depois que meu sogro, minha esposa e meu cunhado foram viajar, no fim da tarde, após serviço, voltei para casa a noite, quando sabia que as duas já estavam na casa. Fui junto com meu amigo, o “assaltante”, tudo combinado, já tínhamos comprado até um revolver de brinquedo imitação perfeita de um verdadeiro.
Chegando em casa, entrei na garagem, fechei o portão para ninguém ver, abri a sacola de compras tirei dois copinhos de água mineral e tomei um comprimido de Viagra e dei outro Viagra ao “assaltante”, eu não preciso de Viagra, mas essa noite prometia exigir muito do meu pau, então para prevenir tomei o Viagra para poder gozar várias vezes.
Depois mandei meu amigo colocar a toca ninja, recomendando para ele jamais me chamasse pelo meu nome, agir como um assaltante violento, sem gritar para não chamar atenção apesar de minha casa ser isolada. Recomendei também para ele recolher os celulares para evitar de elas chamarem a policia. Liguei para minha esposa, falei com ela, com meu sogro e meu cunhado, para evitar de eles ligarem em hora imprópria, e desejei boa noite a eles.
Entrei em casa e vi que minha sogra estava na cozinha.
Fechei a cortina da sala, entrei na cozinha com o “assaltante” encapuzado me segurando e apontando a arma, eu já com as mãos amarradas. Ele apontou a arma para minha sogra, anunciou assalto e mandou ela ficar quietinha, senão iria nos matar. Eu via medo estampado no rosto dela. Ele já estava com uma tira e amarrou as mãos dela também, e sussurrando perguntou a ela, quem mais estava na casa. Ela disse que a nora dela estava no quarto em cima.
Ele sempre falando baixinho, mandou nós irmos para cima junto com ele, em silêncio, para pegar a outra moça. Subimos a escada, ele entrou no quarto da minha cunhada que estava assistindo TV, e ficou aterrorizada ao nos ver. Ele mandou ela ficar quietinha e explicou o assalto, e que se a gente cooperasse ele nos deixaria vivos, caso contrário mataria os três, e amarrou as mãos dela também.
Ele levou todos nós para meu quarto (como tinhamos combinados), fechou a janela e a cortina, acendeu todas as lâmpadas inclusive os abat jours, que eu tinha trocado por lâmpadas mais fortes para iluminar todo quarto, e deixou bem claro que queria dinheiro para comprar droga, e se alguém tentasse fugir, ele mataria nós três. Todos nós afirmamos que iríamos cooperar.
Ele queria saber quem era quem, e minha sogra disse que eu era genro, a outra nora.
Depois ele pegou tiras de panos já preparados para isso, e amarrou forte meus olhos, me vendando, não conseguia ver mais nada, e minha cunhada e minha sogra assistiram a isso. Depois foi a vez dele vendar minha sogra e minha cunhada, elas também já não conseguiam ver nada, e ele deixou bem claro que ele iria tirar a toca ninja, e se alguém visse o rosto dele, ele mataria para não ser reconhecido.
Ele falou para mim: “Ó Zé Mané, mostra logo onde tem dinheiro aqui, senão te apago”. Eu falei que para eu pegar algum dinheiro, ele precisava soltar minhas mãos. Ele desamarrou avisando que se eu tentasse alguma coisa ele mataria todos nós, fui desamarrado e afrouchei a venda dos olhos e pude ver, minha sogra e minha cunhada, amarradas na cadeira, com os olhos vendados, cada uma num canto.
Depois, ele abriu sua mochila, tirou uma garrafa de caipirinha feita de pinga e vodka, com limão e bastante açúcar para disfarçar o quão forte era a bebida. Pegou dois copos da estante, encheu de caipirinha e entregou um para minha sogra, outro para minha cunhada e fingiu dar outro para mim, e obrigou nos a tomar tudo sob pena que levar um tiro se não tomasse. O açúcar disfarçava bem por isso, tanto a sogra como a cunhada, conseguiram tomar em uns 4 goles forçados pelo “assaltante”.
Comecei a abrir gavetas, dizendo olha, aqui tem esse dinheiro, aqui tem mais isso, aqui mais isso, por favor, você já tem o dinheiro, deixe nos livre que prometo que não contaremos nada à polícia. E de uma das gavetas, tirei uma filmadora que já tinha preparado, e comecei a filmar, pois nenhuma das duas conseguia ver nada e o álcool já começava a perturbar as duas.
Ele com linguajar de malandro, dizia: “tu és um cara legal mano, mais tu achava qui vô saí só com a grana, sem comer essas putas?”
Eu fingi estar horrorizado, falei que ele já tinha dinheiro suficiente, pedi clemência para não fazer mal às mulheres, e ele em tom violento mandou me calar, disse que se eu falasse mais alguma coisa, ele me mataria.

Ele ficou ao lado da minha cunhada, acariciando seus cabelos, sua cabecinha, dando beijinhos, na orelha, no pescoço e nos lábios. Ela procurava se esquivar, então, ele falou: “escuta aqui sua puta, eu vou ti comê de quarqué jeito, si tu ficá dando uma de difícil, vai sê pió, porque eu vou te comê de quarqué jeito. Qué fazê du jeitu fácil ou tu quê dá apanhando”. Depois dessa, ela ficou quieta, deixando ele ficar passando as mãos pelo corpo e ainda dando beijinhos na face.
Como eu sabia que não dava para minha cunhada nem minha sogra verem nada por estarem vendadas, fiquei filmando ele passando as mãos nos peitos da minha cunhada, por cima da roupa, nas pernas dela, passando as mãos pelas coxas por baixo da saia.
Notei que minha sogra estava muito assustada quase chorando

Depois ele mandou minha cunhada se despir, após livrar suas mãos das amarras, deixando bem claro que se ela tirasse a venda dos olhos e visse o rosto dele, ele mataria. Ela, com medo, jurou que não tentaria tirar a venda.
Ela estava relutante, envergonhada, mas tirou a blusa, a saia, sempre de olhos vendados e eu filmando sem ela saber, que beleza, eu vendo aquele corpo esguio só de soutien e calcinha. Depois soltou o fecho do soutien nas costas, eu a vi, descendo as alças pelos braços, depois segurar o bojo e tirar o soutien, revelado um par de peito maiores que a média, cheinho e firme, com tamanho gostoso de pegar, apertar e chupar.
Finalmente, depois de ficar imaginando tanto tempo, consegui ver os peitos da minha cunhada com mamilos cor de rosa. Depois ela segurou as laterais da calcinha e começou a abaixar, vimos aparecer uma bundinha redondinha, firme, lisinha e pela frente um triângulo de pêlos acima da buceta. Descobri que ela depilava cuidadosamente sua bucetinha em volta dos grandes lábios, coisa que até aquele dia, somente meu cunhado sabia, agora eu também partlhava desse segredo! Ela deixava um tufo de pêlos triangular em cima do rasgo da buceta. Ela se virou, ficou de costas para mim, para tirar a calcinha, eu me abaixei para continuar filmando de baixo para cima, por trás daquela bundinha tesuda e quando ela levantou a perna para tirar a calcinha, vi no meio das pernas, o rasgo da buceta sem pêlos, com lábios bem cheinhos, lisinhos, sem nenhum pêlo, e também o anel do seu cuzinho mais escuro, que filmei com zoon. Meu pau quase estourava de tão duro.
Mentalmente, fiquei admirando o corpinho perfeito da minha cunhadinha.

Só queria ver qual seria a reação do meu cunhado, se ele, um dia, souber que eu já vi o corpo todo da sua esposa, seus peitos com mamilos rosas, sua barriguinha sarada, onde começam os pêlos da bucetinha, sua bundinha redondinha linda que esconde o anel do cuzinho mais escuro, suas coxas longas bem torneadas, o rasgo da buceta e até as pregas do cuzinho dela, e também que eu sei que ela se depila ao redor da bucetinha deixando um tufo de pêlos em cima, e que estava tudo gravado no meu filminho e que eu assisto sempre, acho que ele nunca mais falaria comigo. Depois que ela ficou pelada, ele a segurou e a colocou sentada na cadeira de novo, claro que antes, ele passou as mãos pelos peitos e pela bundinha e o corpinho dela, agora com as mãos livres. Que beleza, minha linda e gostosa cunhada, sentada peladinha, com os peitos a mostra, e entre as suas coxas alvas, o tufo de pêlos, era uma visão linda demais, que eu filmava embevecido, minhas mãos até tremiam de tanto tesão.

Ai o cara chegou perto da minha sogra e falou: “e tu madami, qué ficá peladona numa boa ou qué levá umas coronhadas primeiro?” Ela bem baixinho, com voz tremula, disse que tirava a roupa, e ele soltou as mãos recomendando que se ela tirasse a venda dos olhos, a mataria. Eu me posicionei e passei a filmar a minha linda, elegante e deliciosa sogrinha.
Minha sogra em pé, elegantemente vestida, porte aristocrático como uma rainha, como mulher da alta sociedade, começou a tirar a roupa, vermelha de vergonha, com a cabeça baixa. Ela desabotoou os botões do vestido, depois segurando a barra, levantou para cima, para tirar pela cabeça,ela tirou o vestido ficando só de soutien e calcinha.
Jesus, nunca imaginei que minha sogrinha tivesse um corpão desses, meu sogro era um cara de sorte, um corpo esguio, sem gordura, sem celulite, cintura fina, um par de peitão, bunda arrebitada, pernas bem torneadas, barriguinha sarada, entendi de quem minha esposa puchou.
Por cima do soutien, dava para ver um pedaço do peitão dela. O cara mandou continuar e ela vermelha de vergonha, continuando de cabeça baixa, primeiro colocou aqueles braços longos e perfeitos para trás, nas suas costas e desabotoou o soutien, abaixando as alças, deslizando as em cada braço, depois segurou a taça do soutien e tirou fora, deixando livre dois peitos grandes macios com grandes mamilos cor de rosa, que causaria muito tesão em qualquer homem. Era um peito grande e lindo, tanto eu como o “assaltante”, já estávamos de pau duro há tempo. Vi de onde que minha esposa herdou aqueles seios grandes, a diferença é que da minha esposa era mais firme, e mais duros que o da mãe dela. Depois a sogrinha pegou as laterais da calcinha e foi puxando para baixo, primeiro apareceu aquela bunda maior que a da cunhadinha, mais carnuda, mas ainda firmes, sem celulite, bunda madura, gostosa, tesuda, redondas, eu sempre filmando a bunda por trás. Pela frente, apareceram os pêlos da buceta, ela foi deslizando a calcinha pelas coxas e pernas, até tirar pelos pés, fiquei abaixado por trás, filmando de baixo para cima e ao levantar a perna para tirar totalmente a calcinha, vi por entre suas nádegas, uma buceta grande e coberta de pêlos, com um rasgo no meio daquele matagal. Ela nua, revelou uma bunda grande mas sem exagero, muito bem feita, eu imaginava que a bunda dela fosse bonita, mas nunca imaginei que ela tivesse uma bunda tão apetitosa e gostosa assim, e também uma buceta toda peluda, diferente da buceta depilada da minha cunhada. Ele a pegou e colocou sentada na cadeira mais afastada, aproveitando para passar as mãos no corpo dela, especialmente nos peitos, no canto do quarto. Eu via e filmava aqueles peitões macios, com mamilos escuros, as coxas branquinhas e os pêlos da buceta que aparecia no encontro das coxas, ela sentada elegantemente com as pernas fechadas mas deixando o tufo de pêlos a mostra.
Aí eu comecei a perceber como o corpo de minha sogra era apetitoso, ela era mais tesuda que eu tinha imaginado algumas vezes, afinal qual homem não vê uma mulher madura vaidosa, linda, sofisticada, gostosa, pensando no que ela tem por baixo do vestido?
Depois o “assaltante” mandou eu tirar minha roupa como garantia que eu não escondia nenhuma arma, foi a minha vez não teve outro jeito tive de tirar as roupas.

Era uma situação inusitada, nós três, sentados, eu vendo e filmando, dois pares de tetas e os pêlos na parte final das coxas delas. Ainda bem que minha sogra e minha cunhada não viam meu pau duro, em frente a elas, e eu estava tentando me controlar para que ele não ficasse mais duro, pois não parava de admira os corpos das duas, os peitos, os pêlos, as coxas, as bucetas, e tudo isso bem pertinho.
De repente o “assaltante” tirou sua roupa. Eu nunca o tinha visto pelado, mas quando ele tirou a cueca, saltou um pau longo, que ele pegou na mão e movimentou como se estivesse masturbando, e ficou passando as mão na minha cunhadinha, no rosto, no pescoço, nos peitos dela, dando beijinhos no rosto, o ouvido, na boca, chupando os mamilos, colocando a mão dela no seu longo pau e eu filmando tudo, tudo com calma, carinho, que acalmou minha cunhada. Eu sabia que intimamente, minha cunhada devia estar sentindo que o pau do “assaltante” era bem mais comprido que do seu maridinho.
Como minha cunhada nem sonhava que eu estava vendo e filmando, ela achava que todos estava de olhos vedados, ela segurava o pau, fazendo movimento de vai vem, o que me deixou com mais tesão. Imagine a filha da puta casada e manipulando um pauzão. Quando ele encostou a cabeça do pau nos lábios dela, eu vi que ela passava a língua na cabeça toda, até que começou a por na boca e engolir aquele pau enquanto ele massageava seus peitos. Não sei se fazia isso por medo de apanhar ou se a bebida começava fazer efeito deixando a com tesão. Ahhhh, filha da puta, chupando o pau de outro homem, eu já não sabia se ela fazia isso obedecendo ordens ou se fazia por sentir tesão, em todo caso, filmei tudo.
Que tesão de ver minha cunhada com um pau na boca, ahhh se o marido dela visse aquela cena!!!. Se eu não estivesse vendo (e filmando), iria achar que ela estivesse morrendo de medo na cadeira. Depois que ele ficou passando as mãos nos peitos, alisando as coxas e bunda, enquanto ela segurava e chupava seu pau, ele a levou para a minha cama, onde eu comia minha esposinha.
Era uma cena excitante, minha cunhada de olhos vendados, pelada, sendo puxada pelas mãos por um homem pelado, que mostrava um pau longo e duro, ele a deitou com as pernas para fora da cama.
Ele se ajoelhou no tapete segurou as pernas dela, abriu, deixando ver o rasgo da buceta para eu filmar em close, arregaçou com as mãos e colou seus lábios, começou a lamber e chupar.

Minha cunhada se arrepiava, e eu via e filmava, ela apertando os lábios tentando conter os gemidos acho que para ninguém perceber o que estava acontecendo. O álcool facilitava liberar seus instintos e ela se soltar assim, filmei seus dedos agarrando o lençol com força, não havia dúvidas do grau de excitação dela, acho que para minha sogrinha não escutar, apertava os lábios, até que não agüentando mais, passou a soltar uns gemidos abafados aaaaaahhh, aaaaaaahhhh, aaaaaiiiii, aaaaaiiiiiiiii, ela deixava escapar uns aiiii, aiiiii, aiiii com respiração cada vez mais ofegante, já abria as coxas por si só, os mamilos estavam duros.
Ficaram fazendo isso, até que percebi ela ficar toda rígida, fechando as mãos, tentando comprimir os lábios, parando de respirar, depois se estremecer gemendo alto, primeiro gemendo ai, ai, ai, ai, depois mais longos, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaiiiiiiii, já nem ligava mais se a sogra ouvisse, ela estava gozando seguidas vezes na boca dele. Eu não estava agüentando de tesão, e vi que minha sogra também contraia os músculos, vi seus mamilos ficarem duros, claro que ela estava com tesão, quem não ficaria, ainda mais depois de um copo de caipirinha ?
Depois ele foi lambendo o corpo todo dela, as coxas, a barriguinha, principalmente os peitos, pescoço, até que a colocou na posição papai mamãe, ela já ficou com aos joelhos dobrados e coxas abertas, pronta para o recebe-lo,
Ele segurou seu pau enorme e bem duro, encaixou a cabeça do pau no buraco lambuzado da buceta e foi forçando e penetrando lentamente e eu filmando aquele pau entrando centímetro a centímetro na minha cunhadinha, ele ficou entrando e saindo dentro dela por um tempão, eu filmando a bunda dele subindo e descendo para levar e tirar o pau da buceta, percebi pelos movimentos e pelos gemidos, que ela gozou mais 2 vezes durante a foda gemendo com gosto, depois da segunda gozada dela, onde ela gozou gemendo alto e estremecendo, ele a pegou pelos quadris, deixando a de 4, com a bunda para cima. Eu sempre filmando, vi quando ele enfiou o pau na buceta até o fim e tirou, depois, segurou na mão aquele pau lubrificado e encostou a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela percebeu a intenção dele de comer seu cú e pediu para ele parar, dizendo que iria machucar, que ela não estava acostumada.

Ele perguntou: “o corno nunca comeu teu cuzinho?”
E ela disse que não, pediu para ele parar que estava doendo, mas ele não quis saber, só mandou ela enterrar a cabeça no travesseiro para ninguém escutar os gritos. Ela mergulhou a cabeça no travesseiro deixando a bunda para cima, eu fui lá para filmar e vi a bunda aberta mostrando os lábios vaginais abertos totalmente melados e as pregas do cuzinho. Coloquei a filmadora perto, pegando a cena do pau encostando no cú, ele segurando o pau com uma mão e a bunda dela com outra, começou a empurrar.
Quando a cabeça do pau entrou, ela soltou um grito de dor, mas o travesseiro abafava os gritos dela, ele segurava a cintura dela com as duas mãos e continuava empurrando firme, vi a cabeça entrar e ele empurrando bem devagarzinho o pau cada vez mais, ela gemendo sempre com aaaiiii, para para para esta doendo, para, aiiiii, aiiii,, até que, quando vi, metade do pau já estava dentro do cú. Que tesão me deu, ao perceber que o cara tinha quebrado o cabaço do cuzinho da minha cunhada, coisa que nem o maridinho fez e eu filmei tudo.
Ela gritava cada vez menos, até que ele passou a mão por baixo e começou a massagear o grelinho, até ela começar a gemer de prazer, quando ela estava com a respiração ofegante, dando sinais de novo gozo, ele a segurou pela cintura puxando forte e com isso a metade faltante do pau entrou todo dentro do cuzinho, seus pêlos encostaram na bundinha dela.
Ela soltou um grito alto de dor, mas ao mesmo tempo começou a estremecer toda e gemer aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, aaaaiiii, percebi que ela estava gozando com o pau atolado no seu cú, ele também não agüentou e gemendo, gozou dentro daquele cuzinho que era virgem.
Ele soltava gemidos gozando dentro daquele cuzinho virgem, que estava recebendo porra pela primeira vez. O cuzinho da minha cunhada estava inaugurado, e muito bem inaugurado, ela gozando pela primeira vez pelo cú e também recebendo porra pela primeira vez lá dentro.

Coitada da minha sogrinha, é claro que mesmo sem poder ver, ela entendeu que sua nora estava sendo enrabada, ouvindo a esposa do seu filho gozando pelo cú e recebendo jatos de porra, no buraquinho onde o pau do seu filho nem conhecia ainda.
Ele se levantou, e falou: “oia só teu cunhadinho, de pau duro só de escutá a gente trepando”. E falou, agora eu vou sentar aqui, e quero ver tu trepando com a sogrinha, e se não trepar direito vai levar porrada. Eu verifiquei se minhas vendas estavam no lugar, para minha sogrinha não desconfiar, logicamente deixando frestas, para poder ver tudo e entreguei a filmadora para ele. Ele deixou minha cunhadinha com a buceta e o cú arrombados e cheia de porra, sentadinha na cadeira, fingiu que pegava minha mão, e me levou para junto da minha sogra.

Ele pegou minhas mãos, colocou nos peitões dela e disse: “pruveita aí Zé Mané, dá um trato na coroa e capricha porque seu num gostá, ces dois leva coronhada.” Então aproveitei e fiquei passando as mãos nos peitões dela, segurando, apertando e chupando os mamilos, beijando os ouvidos, pescoçinho.
Minha sogra, linda, com aquele corpinho de fazer inveja a adolescentes, com aqueles peitões, e eu segurando, lambendo e massageando, percebi que os mamilos estava duros, sinal que ela estava com muita tesão também. Eu vendo tudo pelas frestas da venda e ele filmando tudo, ele pegou a mão dela e colocou em cima do meu pau, dizendo: “dá um trato caprichado, queru vê tu chupando direito.”
Ela pegou meu pau na sua mão, ficou me masturbando bem de vagar, até que ele pegou minha sogra e levou nós dois até a cama. Eu vi minha sogra deitada na cama, aquele corpo lindo, peitão meio tombados para os lados devido peso, pernas e coxas bem torneadas, buceta peluda, era demais para mim. Ele comandava dizendo: “sobe aqui Zé Mané”, e colocou meu pau na boca dela. Ela segurou meu pau duro na mão e ficou passou a língua pela cabeça do meu pau, depois colocou na boca dela.

Como ela chupava bem, depois que metade do meu pau entrou na boca, ela fechou os lábios prendendo meu pau e ficou passando a língua na cabecinha do pau, dentro da boquinha dela, me dava arrepio só de sentir a língua dela passando na cabeça do pau! Esse meu sogro é um homem de sorte, ter uma esposa linda, com corpo perfeito, elegante, peitão farto, e que sabia chupar um pau como uma puta!
Eu não agüentava mais, me inclinei nas pernas dela, sempre deixando meu pau na boca dela, abri as coxas vendo aquela buceta toda peluda, passei minhas mãos por trás das coxas dela, mantendo as coxas abertas, afastei os pêlos lambuzados e arregaçando a buceta, vi que ela estava toda melada, escorrendo de tanto tesão e fiz uma descoberta inesperada. Ela tinha um grelo enorme, duro, em pé, igualzinho ao grelão da minha esposa. Na primeira vez que chupei a buceta da minha esposa, ela me impedia de toda forma de eu colar minha boca em sua bucetinha, isso me dava mais tesão, e usando minha força física, acabei abrindo as coxas dela e caindo de boca na bucetinha e só aí, eu descobri o porque ela relutava tanto em me deixar chupar sua bucetinha, ela tinha um clitoris enorme, rígido, que se levantava como se fosse um peniszinho. Eu fiquei louco de tesão, engoli aquele grelão e fiquei passando a língua e descobri que fazendo isso ela tinha um orgasmo atras do outro, gemendo, pulando, estremecendo, até praticamente desmaiar.
Me deu mais tesão, saber que aquele monumento que até então era inatingível por mim, ela estava muito excitada, o que se notava pela rigidez do seu clitoris.
Arregacei a buceta, sempre de modo que o “assaltante” pudesse ter a melhor visão, para a filmar aquela buceta melada e brilhante em close e aquele grelão duro dela, enorme apontando para cima como se fosse um pequeno cacete, exatamente igual da minha esposa, mostrei isso ao “assaltante”, ele arregalou os olhos, acho que mesmo um conquistador como ele ainda não tinha visto um grelão como aquele. Abri os lábios vaginais afastei os pêlos para ele filmar aquele grelão, pois mais tarde eu iria assistir sozinho, o filme do grelo, com mais calma. Depois encostei minha boca, ataquei de língua, aquela buceta deliciosa, sentindo o gosto do mel da minha sogrinha, engoli o grelão prendendo nos lábios e fiquei passando a língua na cabeça do grelo exatamente como ela fez com meu pau e também exatamente como eu fazia com o grelão da minha esposa. Com isso, fiz a sogrinha gozar gemendo muito e se estremecendo toda, exatamente como a filha. Eu sabia que lambendo aquele grelão ela sentia um puta tesão e era impossivel não gozar, pois minha esposa dizia isso.

Ela, no começo não queria dar o braço a torcer, ficou aguentando firme em silêncio, só ficava se contorcendo na cama apertando os lábios, mas o mel encorrendo da buceta não negava o tesão e esticando e encolhendo braços e coxas, abrindo e fechando as mãos, até que quando coloquei o grelão na boca e passei a lamber a cabecinha do grelão, ela não agüentou deixando escapar uns ai, ai, ai, ai, depois passou a gritar mais prolongadamente, com aaaaaaiiiiiii, aaaaaaaiiiii no gozo. Depois de ficar chupando toda buceta, enfiei dois dedos dentro e fazendo movimentos vai vem, enquanto chupava seu grelão, ela não aguentou, passou a gemer sem parar, sem ligar se sua nora estava ouvindo ou não, até que começou a pular como num ataque epilético, soltando gritos incontroláveis, huuummmm, ahahahahahhhh, uaaaaaiiiiiiii aaaiiiiii, porque meu pau estava atolado na boca, ela estava tendo uma sucessão de gozos e eu sabia disso, porque minha esposa gozava do mesmo jeito que a mãe dela quando tinha múltiplos orgasmos.
Que cena para eu rever no filme depois, a mãe da minha esposa tendo orgasmos múltiplos, pra valer enquanto fazia 69 comigo. O pau do “assaltante”, mostrava o quanto essa cena era excitante.
Depois, me virei, fui subindo e beijando cada pedaço daquele corpinho, as pernas, coxas, barriguinha, segurei seus peitos e fiquei mamando enquanto ela gemia depois subindo e beijando o pescoço, a orelha, enquanto fui, entrando no meio das coxas dela. Ela facilitava dobrando os joelhos e abrindo as coxas.
Segurei meu pau, coloquei no meio daquela selva de pêlos molhados e fiquei pincelando pelo rego todo, desde o grelo enorme (como da minha esposa) até o cuzinho. Ela soltava uns aaaaiiii, aaaaiii, toda vez que meu pau batia no grelão e no cuzinho. Coloquei a glande na entrada da buceta.
Ao sentir meu pau no buraco da sua buceta, ela mesma elevou seus quadris e com isso fez a glande pular dentro, entrou fácil pela excessiva lubrificação dela e fiquei fodendo na posição papai mamãe, enquanto a beijava e nossas línguas se encontravam, os braços e pernas dela me abraçaram forte, até que ela gozou de novo urrando.
Tirei o pau uma vez, segurei com as mãos levantei as pernas dela, apontei para seu cuzinho e fui enfiando, eu esperava ouvir protestos dela como da minha cunhada, mas nada, entrou fácil, sem ela protestar, muito pelo contrário, ouvi uns aaaaiiiii, aaaaiii, mas era de tesão e não de dor, deu para perceber que ela estava acostumada a receber no cu e isso lhe dava muito tesão. Depois de enfiar e tirar algumas vezes no seu cuzinho, quando senti que estava quase gozando, mudei de buraco, tirei do cu e atolei na buceta até o saco.
Meu sogro que me perdoe, mas eu não agüentei, enterrei todo meu pau até o fundo, com nossos pêlos se encostando e acabei gozando dentro da buceta da minha sogrinha, lançando vários jatos de porra.
O “assaltante”, já ia começar a se vestir para ir embora, mas eu apontei para minha cunhada, e fiz gestos que eu ainda queria comer minha cunhadinha. Então, ele tirou minha sogra da cama, ela estava com a buceta escorrendo porra que eu tinha acabado de descarregar, pegou minha cunhada, e falou, “agora quero ver tu fodendo tua cunhadinha”, e jogou ela na cama. Eu vi a filmadora na estante filmando o quarto. Ele se sentou na cadeira ao lado da cama com as pernas fechadas e o pau apontando para o teto, fez minha sogra sentar de frente no seu colo cavalgando-o, vi que as mãos dele seguravam a bunda da sogrinha, enquanto sua boca beijava a orelha, a boca, o pescoço, os peitos dela, deixando tudo brilhando de saliva.
Percebi que a cunhadinha não estava receptiva comigo, acho que sentia vergonha de trepar comigo perto da sogra. Comecei a beijar as pernas da minha cunhada, as coxas, a barriguinha, tudo com muita calma, pois tempo era o que não faltava, aqueles peitos macios e gostosos menores que da sogra mas mesmo assim de bom tamanho, o pescoço, orelha, beijinhos nos lábios, eu dei um banho de língua como ela nunca teve e claro que depois disso ela começou a ficar excitada, nenhuma mulher ficaria indiferente, e os mamilos durinhos mostrava o tesão dela.

Abri as coxas dela, depois de ficar vendo muito bem aquela buceta linda cor rosa, arregacei e comecei a lamber e a chupar, até que ela começou a gemer, me virei e ela colocou meu pau na boca, aquele pau babado de porra e mel da sogrinha, e ficamos fazendo um 69 delicioso, coloquei dois dedos na buceta, outro no cuzinho esporrado e fiquei lambendo o grelinho, até ela gozar gemendo e estremecendo com meu pau atolado na boca.
Então entrei no meio das coxas dela, peguei meu pau encostei na entrada da buceta e fui forçando até que ele começou a penetrar lentamente naquela buceta que tanto desejei, desde o dia que fui apresentado a ela. Finalmente conheci como era a bucetinha dela, tão apertadinha que agasalhava meu pau quase me fazendo gozar, quente, lisa, exatamente como eu imaginei.

Meu pau ficou entrando e saindo, com ela gemendo, até que ouvimos uns ai, ai, ai, ai gemidos vindo da cadeira ao lado e ao olhar para lá, vi minha sogrinha gemendo e cavalgando o pau do “assaltante”, ela abraçada no pescoço dele e subia e descia, eu via a bunda dela subir deixando sair parte do pau depois sentava de novo engolindo tudo, ele segurando a bunda dela com as duas mãos, ela cavalgava como uma amazonas seus peitões balançando e ele com a língua lambia os mamilos. Ela se esqueceu de nós e fodia com gosto, até que ele suspendeu a bunda dela, tirando o pau da buceta e direcionando no cuzinho. Ela mesma pegou o pau, ajeitou na entrada do seu cuzinho e foi sentando e engolindo o pau, aquilo foi demais Passei a foder com violência minha cunhadinha, pois ver minha aristocrática sogrinha cavalgando com o pau enterrado no cuzinho me deixou com tesão incrível, pois notava-se que ela sentia um puta tesão ao dar o cuzinho, afinal meu sogro é um cara muito calmo e acho que não usa muito o cuzinho dela. A cunhadinha também ouviu a transformação da sogra e ficou com mais tesão, como eu, ela me abraçou forte na posição papai mamãe com os braços e coxas, me beijou gostoso, e quando minha cunhada começou a gozar, eu não agüentei empurrei tudo para entrar o mais fundo possível e gozei dentro do útero dela, inundando aquele espaço que era só do meu cunhado, gemendo, vi minha sogra e o “assaltante” gozarem, todos nós gozando ao mesmo tempo.
Quando minha sogra ia saindo da sua posição de cavalgar, ao se levantar, vi o pau dele sair de dentro dela brilhando, e logo em seguida, uma porção de gosma branca escorreu de dentro da seu cuzinho, caindo no pau do cara. Depois disso, ele se vestiu, e falou: “Não posso deixá oceis vivu, sinão oceis vão na pulicia.”
Eu jurei que não faríamos nada, e pedi que ele nos deixasse vivos, minha sogra e minha cunhada também prometeram esquecer, até que ele falou, “se a pulicia pegá eu, eu vorto aqui i mato todo mundo dessa casa, por isso é bom esquecê tudo e não ninguém sai daqui antes de meia hora, si eu vortá e vê arguém di pé, eu mato memo!”

Ele deixou a filmadora comigo filmando, nos deixou todos deitados, numa posição, minha cunhada deitada no tapete de barriga para cima, minha sogra em cima dela, na posição 69, o “assaltante” mandou elas se chuparem. Fui correndo, e filmei em close minha sogra e minha cunhada se chupando. Vi por entre minha venda, quando filmava, minha cunhada segurando a bunda e lambendo a buceta da minha sogra, passava sua língua no rego e enfiava dentro do buraco da buceta, de onde escorriam porras minha e do cara, e minha sogra segurando as coxas e chupando a buceta da nora, também passando a língua pelo rego e enfiando no buraco da buceta, de onde escorria porra minha pela buceta e porra do cara pelo cú, e percebia o tesão que cada uma dava a outra, era um círculo vicioso, quanto mais elas se chupavam mais tesão dava, isso fazia a outra chupar mais e o prazer voltava de novo a quem chupou primeiro e assim sucessivamente, uma deixava a outra com mais tesão.

Depois de um tempo, me levantei, e falei: “cuidado que ele pode voltar, continuem aí, vou ver se ele foi embora ou se está em outro quarto”, fiz barulho como que saindo, mas fiquei ali filmando uma chupando a outra, aquela cena era demais, uma dando prazer a outra, a cunhadinha deitada no tapete, com os joelhos dobrados, coxas afastadas, com a sogrinha linda e esguia por cima, com a cabeça mergulhada entre as coxas, os braços dela por fora das pernas, as mãos nas coxas da cunhadinha abrindo, e a cunhadinha passando suas mãos por fora das coxas da sogrinha, cada mão em cada lado da bundinha, apertando a bunda e a bucetinha da sogra contra sua boca, meu pau duro como pedra, não imaginei que esse Viagra funcionasse tão bem. Tive de me conter para não comer o cuzinho da sogrinha que ficava alí na minha frente, abertinha e pingando porra. Fingi procurar pela casa, e ao voltar, vi no chão, aquelas duas mulheres excitantes, peladas se lambendo ainda, suspirando e gemendo, quase que pulo em cima delas, mas me contive e depois de filmar um pouco mais, escondi a filmadora ainda ligada e falei que elas podiam levantar.
Eu achei estranho o fato de eu ter que separar as duas, pois elas poderiam parar de se chupar, dava para perceber que o “assaltante” já se fora. Não sei se foi a primeira vez que elas chuparam uma buceta, mas dava para ver que adoraram.
Elas tiraram as vendas, e me viram pelado com o pau melado de porra e já duro de novo (esse viagra é um santo remédio), foi um momento de constrangimento para as duas, nós três pelados um vendo outro, isto é, elas vendo meu pau pela primeira vez, o pau que as comeu e que as fez gozarem tão gostoso. Elas com os rostos melecados de porra e sucos delas, as bucetas e os cuzinhos extravasando porra, eu com o pau duro, vendo as bundas, as coxas, os peitos, os tufos de pêlos e a buceta delas e elas vendo meu pau duro com porra ressecada, balançando.
Elas foram tomar banho, cada uma em sua suíte, enquanto isso, desliguei e escondi a filmadora e fu tambem tomar meu banho.

Depois de todos tomarem banhos e estarmos vestido, nos reunimos na cozinha e discutimos se iríamos dar parte na policia ou não. A minha sogra não queria pois estava envergonhada e não queria que ninguém soubesse, nem seu marido nem seu filho nem filhla. Eu concordei com ela estávamos todos ali com vida, graças a Deus, e ninguém precisava ficar sabendo o que passamos, ficaria sendo nosso segredo. Foi difícil com minha cunhada mas conseguimos convencê-la finalmente, após dizer a ela que o marido dela não entenderia o que se passou e poderia até se separar dela e que se ela ficasse quieta, ele nunca saberia o que tinha acontecido, além de lembrar a ela a ameaça do “assaltante” que disse que se o denunciássemos, ele voltaria e mataria todos da casa. Diante disso, ela acabou cedendo a idéia de não ir à policia. Nessa noite, tranquei a porta do quarto, liguei meu computador e fiquei com fone de ouvido, vendo o filme, eu parava a cena, dava zoom e massageando o pau, não aguentei e acabei gozando.

Depois desse dia, nem sei quantas vezes acordei de madrugada, para assistir o filminho sozinho em outro quarto, vendo aquela buceta peluda e o grelão da linda e elegante mãe da minha esposa e a buceta lisinha da minha linda e tesuda cunhada. Eu parava a cena, dava zoon, acho que eu conhecia melhor os peitos, o cú e a buceta da minha sogra que meu sogro, e também conhecia melhor os peitos, buceta e o cuzinho da cunhada que meu cunhado, de tanto que eu via, em close e com zoon, eu acabava ficando com pau duro, e voltava para cama pelado, tirava o lençol descobrindo o lindo corpinho da minha esposa que sempre dorme de camisola sem calcinha e caía de boca na buceta dela chupando até o grelão ficar duro, isso fazia ela acordar comigo chupando até fazê-la gozar e depois eu colocava meu pau dentro e ficava trepando até gozarmos juntos e me acalmar. Ela nem desconfiava que meu tesão era motivado por sua mãe e sua cunhadinha.

Sei que não sou o único a ter passado por uma aventura assim, nesse Brasil imenso. Se você leitor, tiver um caso assim, onde tenha filmado sua cunhada, sua sogra, ou até mesmo sua esposa e quiser entrar em contato comigo, podemos marcar um local, onde cada um leva seu filme e passamos os filmes, para um poder ver o filme do outro. Afinal, quem filmou como eu (e você), quer ter o prazer de mostrar a outro, o seu troféu que é o filme.
Só não vale trazer filme baixado na internet dizendo que é seu. Nem tente isso, é fácil descobrir esse golpe.
Tudo em sigilo, um respeitando o filme do outro e depois de assistirmos juntos, cada um leva de volta o seu filme.
Meu e-mail: galileusp2010@hotmail.com
Já fiz isso com colegas de confiança. O melhor filme desse gênero que assisti até hoje, é de um rapaz que trouxe o filme do seu casamento, e também da sua noite de núpcias, quando ele deixou sua filmadora escondida da esposa e filmando no quarto de hotel.
Depois de nós dois assistirmos esse meu filme do “assalto”, colocamos o filme dele e assistimos juntos, primeiro, a parte da cerimônia do casamento dele e de sua belíssima esposa virgem (coisa rara hoje em dia uma noiva virgem, segundo ele, ela só deixava chupar pois o sonho dela era entregar a virgindade na noite de núpcias) e em seguida assistimos o filme da noite de núpcias do casal. Até hoje sua bela e gostosa esposa não sabe que foi filmada, e muito menos que eu já assisti seu casamento e também seu defloramento duplo, tanto da buceta como do cuzinho!
Tanto esse rapaz como eu, colocamos camisinha antes de assistir e ficamos acariciando o pau, pois ele gozou vendo minha cunhadinha perdendo o cabaço do cuzinho e eu gozei vendo sua esposa perdendo os dois cabaços.
Ele levou vantagem, pois meu filme, bem iluminado, mostrava até close das bucetas e do grelão, ao passo que o filme dele, ficava mostrando meio de longe. Mas foi linda a cena quando ela apareceu do banheiro de camisola lindíssima e subiu na cama, onde o marido a recebeu aos beijos e carícias, até se despirem e cairem num 69. Apesar da distancia, dava para ver o lindo corpo da noiva, um monumento virgem na noite de nupcias, os lindos seios, a bunda, os pêlos da buceta e o que dava muito tesão, é como ela gritava, primeiro gritava de dor ao perder o cabaço, depois urrava de tesão ao gozar.
De nada adianta obras primas de filmes assim, se ficarem guardadas na gaveta para uma só pessoa assistir.
As vezes, quando estou sozinho em casa, eu ligo ao “assaltante”, e êle vem para assistirmos juntos nosso filme.

 

O ovo de páscoa de Andreia

Com a chegada da páscoa, Pedro pensou em surpreender sua cdzinha
oriental, a cada dia mais mulherzinha e safada. Andreia também estava
com idéias novas na cabeça e pensava em presentear seu macho de
maneira especial. Abriu o armário e começou a procurar pela fantasia
ideal: estudante, coelhinha, mulher-gato, mulher maravilha,
enfermeira...eram tantas que ela, como boa fêmea, não conseguia
escolher.
- Nossa, não tenho roupa para vestir neste feriado...
Enquanto pensava, olhou para o porta-retratos sobre o criado-mudo e
viu a foto de Pedro abraçando-a por trás. Não teve dúvidas.
Neste mesmo momento, Pedro preparava sua surpresa com suas amigas bonecas.
- Vamos fazer de Andreia uma mulher especial hoje, gente.
- Ai, Pedro, como fazemos isso?
- Você vai ver.
Marcia e Patricia, as bonecas mais chegadas da vida noturna de Pedro,
morriam de vontade de serem possuídas novamente por ele. Desde que
conheceu Andreia, ele não fazia mais programas com as “garotas”. Mas
neste dia, Marcia, a mais antiga das amigas, sentiu que havia algo
novo em seu olhar. Notou que Pedro estava mais solto, descontraído, e
pensou mesmo em alisar seu cacete por cima da bermuda, mas pensou
melhor e se conteve.
Pedro ligou para Andreia e chamou-a para seu apartamento. Andreia, por
sua vez, colocou a fantasia escolhida na mochila e chamou um táxi. Em
minutos estaria batendo à porta.
- Oi, querido.
- Oi, gata.
Pedro beijou-a lentamente, enquanto alisava suas costas com um abraço
forte e amoroso. Andreia não resistiu e sentiu seu pequeno clitóris
reagir.
- Sua safadinha...vem cá, gatinha. Entre.
- Claro, amor.
- Olhe quem está aqui: Marcia e Patricia. Você se lembra da Patricia
daquela festa no sítio, não lembra?
- Claro, querido.
As bonecas vieram cumprimentá-la. Trocas de beijos e abraços que
apenas deixavam Pedro mais excitado. Andreia pediu licença para se
trocar. As bonecas ficaram curiosas.
- O que você vai vestir hoje, cdzinha?
- Surpresa, gente!
- Ah...conta...
- Esperem um pouco.
Dizendo isso, saiu toda feminina rebolando aquela bundinha durinha e
suave para dentro do quarto de Pedro.
- Meninas, é agora!
Pedro havia preparado uma surpresa para Andreia. Uma surpresa, na
verdade, para ambos. Há meses notava que sua putinha oriental estava
mais desencanada com o sexo e queria muito fazê-la experimentar algo
novo.
As bonecas também não sabiam toda a surpresa, apenas que deveriam se
vestir com as roupas de líderes de torcida que Pedro havia comprado
para elas. Depois da última transa com Andreia, ele não tirava esta
fantasia da cabeça.
Marcia e Patricia logo estavam vestidas e a visão das duas deixou
Pedro em ponto de bala.
- Querido, você está bem disposto hoje, não?
- Sim, Marcia. Vocês duas estão lindas.
Antes que continuassem o diálogo, Andreia apareceu com sua fantasia
escolhida: Mulher Maravilha. Pedro quase desmaiou de tesão. Há tempos
queria transformar sua cdzinha gostosa em uma heroína safada. Em suas
noitadas com as bonecas já havia tentado convencer algumas delas a se
vestirem assim, mas as mesmas nunca tinham a fantasia e algumas só se
preocupavam com o horário do programa, o que tirava boa parte de seu
tesão. Foi por isso tudo que o cacete de Pedro se fez presente com uma
pequena mancha em sua bermuda.
- Surpresa, Pedro...ah, garotas, vocês também estão fantasiadas hoje?
- Sim, querida!! Mas você está linda!
- Era meu sonho de infância ser a Mulher Maravilha, Andreia!
- Não diga, Patricia...
- Nossa, você ficou ótima...esse shortinho azul caiu bem em você...
Enquanto isto, Pedro mal podia esconder sua excitação.
- Agora que as duas gatinhas e minha mulherzinha estão todas
gostosíssimas, proponho um brinde de Páscoa!
Pedro trouxe as taças e abriu a champanhe. Todos brindaram e se
entreolharam. Pedro sabia que conseguira criar algo no ar. O clima
estava alegre e ao mesmo tempo o cheiro do que aconteceria era cada
vez mais forte. Olhou para as bonecas e Andreia. Notou que a conversa
entre elas estava animada. Serviu discretamente mais chamapanhe para
que sua cdzinha se soltasse mais.
- Japonesas tímidas... pensou quase em voz alta.
Mas podia ver que o shortinho estrelado de sua japonesinha estava bem
estufado, denunciando o tesão que, inutilmente, Andreia tentava
disfarçar. Depois de tantos treinos com picolés e siriricas alternadas
com Pedro, a menina não sabia mais o que fazer nestas horas. Sentia-se
perdida.
Olhando para o outro lado, Pedro notou que as bonecas mais femininas
que conhecia também estavam bem à vontade. Patricia e Marcia adoravam
a fantasia de líderes de torcida e as saias curtinhas de ambas
deixavam aquelas pernas bem torneadas e depilada à mostra, convidando
Pedro para o prazer.
Discretamente, Pedro foi até a cozinha e trouxe um par de algemas sem
que ninguém visse. Repentinamente, tirou Andreia do sofá, abraçou-a
por trás mostrando-lhe o volume de seu desejo e, enquanto a mais
feminina das cdzinhas se derretia de tesão, puxou suas mãos para trás
e algemou-a.
- Pedro...o que é isso??
- A Mulher Maravilha está presa!
- Ai..ui...querido...
Já meio tonta, Andreia não reagiu muito – e nem queria reagir –
fazendo-se de dengosa e se esfregando em Pedro que apertou-a mais
ainda.
- Agora, querida, você é minha prisioneira. Garotas, venham aqui.
- Pedro, querido...
- Calma, gata. As meninas só querem te ajudar.
- Ahn...?
As duas travestis se aproximaram.
- Garotas, a Mulher Maravilha quer sentir novas sensações. Venham
aqui. Márcia, dê um trato nos peitinhos da minha putinha.
- Sim senhor.
Marcia veio, toda delicada, como uma boa líder de torcida, e começou a
alisar os peitinhos da japonesinha sem tirar o top.
- Ui...ui...
- Patricia, minha japonesinha se sente pouco a vontade aqui.
Ajoelhe-se e cheire minha gueixinha.
Patricia veio correndo, ajoelhou-se e sentiu que o shortinho já estava
um pouco úmido. Não resistiu e começou a lambe-lo.
- Ai...ai...querido...
- Gosta, tesãozinho?
- Adoro...ui...ai...Marcia, te adoro...Pat....você é tão gostosa...
- Você se sente uma cdzinha lésbica hoje?
- Ai....
Pedro chupava sua nuca e alisava sua bundinha. De repente, saiu e foi
à cozinha. Patricia agarrou a bunda da menina e começou a cheirar e
chupar mais forte fazendo com que o clitóris de Andreia ficasse
rígido. Marcia já tirava o top e chupava os peitinhos da cdzinha.
Pedro voltou com um pequeno consolo.
- Querida, você precisa ganhar seu ovo de páscoa.
- Ui..ai...sim...
Pedro se ajoelhou e, lentamente, baixou o shortinho de Andreia.
Patricia pôde ver o pequeno clitóris depilado bem à sua frente e
começou a chupá-lo para alegria e desespero de Andreia.
- Marcia, vem cá, querida.
- Sim,tesão.
- Chupa aqui o “ovo”.
- Claro, querido. Quer que chupe o seu também?
- Depois falamos disso, se minha japonesinha deixar.
- tudo bem, Pedro.
Marcia enfiou o consolo em sua boca e começou a chupa-lo como se fosse
o de Pedro que, não resistiu e começou a se punhetar lentamente. Pedro
pegou o consolo e deu uma chupada gostosa no cuzinho de sua
japonesinha delicada. Em seguida, abriu-lhe as pernas. Andreia, já
relaxada com a champanhe e o trato das bonecas, cedeu fácil. Foi então
que Pedro lhe enfiou o consolo devagar.
- Ai, ai...calma...querido..
- É seu ovo de páscoa, gatinha
- Sim...eu quero..me dá...
- Sim, gata...
- Ui..ai...
Marcia não resistiu e começou a beijar Pedro, deitando-se no chão. Viu
o cacete rijo de Pedro sobre seu rosto e puxou-o para si, chupando
vorazmente como que matando as saudades.
- Andreia, Marcia pode me chupar?
- Ai, pode...pode...ui...enfia...
Patricia acelerou o boquete deixando Andreia em ponto de bala.
Levantou-se e começou a beija-la e morder seu pescoço. As sensações
de Andreia eram as mais loucas e deliciosas possíveis. Pedro socava o
consolo em seu cuzinho delicioso enquanto era ganhava uma chupada
apaixonada de Marcia e se sentia nos céus.
Andreia não resistiu e resolveu ficar de quatro.
- Pedro, querido, deixa eu te pagar um boquete por este ovo...
Pedro deixou o consolo no rabo de Andreia, pediu para Marcia continuar
o que estava fazendo e ofereceu seu cacete melado com a saliva da
boneca para sua cdzinha gostosa.
Marcia olhava para Pedro e mostrava sua calcinha arregaçada de lado,
molhada, com seu pequeno clitóris a mostra. Marcia era totalmente
passiva e não se enrijecia nunca, o que deixava Pedro mais louco ainda
de tesão. Patricia, uma boneca mais nova, quase rasgava sua calcinha
de tesão com seu clitóris excitado. Correu para Marcia e começou a
beija-la na boca enquanto roçava seu clitóris melado no dela. Já o
cuzinho de Andreia perdeu o consolo.
- Querido..meu ovo...ai..quero mais...
- Calma meu benzinho...
Pedro tirou seu cacete super-lubrificado da boca de Andreia, caminhou
em direção aquele rabo gostoso e se preparava para lhe dar um trato
quando foi agarrado por Marcia e Patricia.
- Agora, querido, nós vamos lhe dar o nosso presente.
Andreia, algemada, não consegui fazer muito, mas ao se virar, notou
que ambas punhetavam Pedro com força.
- Ui, garotas...que delícia...duas líderes de torcida me punhetando em
frente ao cu da Mulher Maravilha...eu não poderia desejar algo mais
tesudo...
- Isto, gato...vamos....que pauzão gostoso...
- Vai, tesão...vamos te punhetar para sua japonesa...
Pedro não resistia mais e ambas o empurraram para o cu de Andreia que
soltou um grito. Foi então que Pedro gozou com força e tesão em seu
cu, com jatos de porra quente. Andreia podia sentir como se fosse em
sua alma, tamanho o tesão do seu macho.
- Ah....tesão!
- Ui...meu macho!
Marcia e Patricia se beijaram. Em seguida começaram a alisar Andreia
que, de quatro, algemada, e, agora, possuída, estava quase sem forças.
Marcia se inclinou e viu que Andreia já melava o chão.
- Querida, não podemos deixar você assim. Venha nos chupar.
Dizendo isso, escorregou por baixo de seu corpo e convidou-a para um
69. Andreia cedeu às suas fantasias com bonecas e chupou-a com força.
Patricia tirou Pedro do cu de Andreia e chupou-o.
- Vou te lavar, gostoso!
- Fique a vontade, putinha!
Andreia não resistiu e gozou na garganta mais feminina de todas as
bonecas. Marcia quase engasgou e abraçou-a fortemente. Andreia,
algemada, não conseguia se mexer, mas podia sentir os tremores do gozo
e do tesão de ser mulher de seu macho, agora num outro nível, mais
sexual do que nunca. Sabia que ele era seu homem, mas não sabia se
suas fantasias com Marcia – e agora com Patricia ou outras bonecas –
seriam um aperitivo a mais em sua relação com Pedro ou se seriam um
problema.
Mas estava tão cansada para pensar calmamente no assunto que resolveu
relaxar. Pedro tirou seu shortinho e trocou-o pela calcinha de Marcia.
- Olha, querida, como você fica sempre bem com a calcinha de sua amiguinha...
Patricia não resistiu, tirou sua calcinha e punhetou-se um pouco.
Levou-a até a boca de Andreia que, algemada, ficou agora sem ter muito
o que falar.
Pedro agarrou-a por trás e levantou-a lentamente. Alisou seus
peitinhos e beijou seu rosto feminino.
- Querida Andreia, você é a melhor namorada que já tive. Espero que me
perdoe por este presente inesperado de Páscoa.
- Mmm.m...mmm
- Ah sim, você está com a calcinha. Patricia...olha o que você fez.
Vem cá e tire isto com os dentes.
Patricia se aproximou, tirou a calcinha com os dentes, jogou-a ao chão
e beijou Andreia com força.
- Espere, Patricia.
Marcia veio e lhe deu outro beijo.
- Ai..queridas...nossa...
Pedro, então, virou-a para si e lhe meteu a língua naquela boca
safada. Andreia retribuiu o beijo e ajoelhou-se. Beijou o cacete de
Pedro e disse:
- Vamos todos para a piscina do apartamento?
E todos se juntaram para o final da comemoração de Páscoa.

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Andreia, a cheerleader

Andreia já vinha há algum tempo tentando tirar Pedro da frente da televisão. Seu macho só queria saber de assistir filmes com travestis femininas se curvando perante seus homens e fazendo aquilo que mais gostam: dar gostoso o rabo para homens de verdade, homens que não se intimidam com um bom cuzinho.

Ela pensava no que havia acontecido entre eles, em como sua andava seu namoro e resolveu que iria tirá-lo da frente do dvd player com sua sensualidade. Afinal, não é todo dia que uma cdzinha oriental aparece na vida de um macho safado como Pedro. Pensou até que a visita recente das amigas travestis de Pedro, Marcia e Patricia poderiam deixa-lo mais disposto a explorar seu corpo cheio de curvas e sua pele lisa e naturalmente depilada, mas ele nem deu muita bola para as duas gostosas bonecas.

Foi então que Andreia resolveu entrar nos "jogos". Foi até uma sexy shop e comprou uma fantasia de líder de torcida. Vestiu-a, colocou as meias, o tênis branquinho e se preparou cuidadosamente para a chegada de Pedro naquela noite de terça-feira. Quando ouviu o barulho da chave na porta, escondeu-se na cozinha.

- Andréia, querida, cheguei.
- Estou na cozinha, querido.
- Tudo bem, gata.

Andréia podia sentir a voz cansada de Pedro, seu desânimo com a rotina e sua sensação de monotonia.

"- Tenho que reconquistar minha vida de tesão" pensou a cdzinha safada.

Pedro entrou, jogou a mala no sofá, sentou-se e ligou a televisão. De repente sentiu a mão suave de Andréia em seu ombro.

- Oi, gato...
- Oi, gata...

Voltou-se para trás e viu Andréia vestida como uma daquelas líderes de torcida. Assustou-se e algo o fez sentir-se como nos velhos tempos.

- Andréia, querida...o que é isso?
- Eu comprei para você, meu macho.
- Você está muito sexy...adoro estas fantasias..
- Eu sei...

Andreia encarou-o nos olhos e depois notou que o volume na calça de seu macho estava como nos velhos tempos. Seu olhar safado foi notado e ela mesma sentiu-se excitada.

- Querida, estou vendo corretamente ou você está molhadinha?

A minissaia de Andreia acusava a pequena mancha de tesão de seu pequeno "clitóris". Pedro acariciou seus peitinhos e puxou-a para si. Deu-lhe um longo beijo de língua e Andreia não resistiu...caiu em seu colo no sofá.

- Querida, você está muito gostosa...está uma verdadeira putinha...
- Ai, Pedro, assim você me deixa com vergonha...
- Que é isso...vem cá...

Sem conseguir se controlar, Pedro acariciava as pernas lisas de Andréia e a beijava apaixonadamente. Andreia tentava não se siriricar na frente dele, mas a vontade era imensa. Quando Andreia pensava em que fazer, Pedro agarrou uma de suas mãos e levou-a para o meio de suas pernas, de sua minissaia.

- Isso, putinha, bate uma siririca para mim.
- Ai...mas...
- É isso o que eu quero. Vamos, putinha. Vem cá minha "cheerleader", mostra que me quer no seu cuzinho de femea safada!

Andreia não resistiu e começou a se siriricar em honra de seu amante. Seus gemidos excitavam Pedro mais ainda e ela podia sentir seu cacete roçando sua bundinha com força. Pedro beijava e mordia o pescoço e a nuca de sua cdzinha putinha. Isso a enlouquecia e a fazia acelerar sua siririca.

- Gostei do rabo de cavalo.
- Ai...ui...

Pedro apertava seus peitinhos e puxava sua calcinha para baixo, procurando roçar seu cacete grosso na entradinha de sua cheerleader oriental.

- Andreia gostosa...sempre vou te amar..
- Ui...querido...

Andreia não resistiu....gozou e melou sua mão. A calcinha ganhava novo cheiro e Pedro se sentiu na obrigação de terminar seu serviço como macho. Aproveitou que sua putinha estava relaxada e encaixou seu cacete naquele cuzinho que sempre o enlouquecia, arredando a calcinha de lado. Andreia sentiu e gemeu, mas ele não parou. Pelo contrario, apertou-a para si e começou a socar freneticamente.

- Ui, ui...ai...Pedro..estava ui...ai..com saudades...
- Sim...sim...Andreia....
- Ai...você gosta do meu cuzinho oriental.....não gosta?
- Claro, safada...ahh...humm...
- Mais do que o das bonecas?
- Mais...mais...
- Se você quiser, querido..ai...devagar...eu transo com você e te deixo comer uma delas na nossa cama....
- Ui...ai...

Pedro não resistiu. Com tanta sacanagem, gozou. As últimas frases de Andreia ecoavam em sua mente enquanto seu cacete latejava e ejaculava jatos de porra naquele cuzinho apertado e quentinho. Andreia sentia as bombadas e, mais uma vez, sentia-se realizada como uma mulher. Uma mulher que adora dar, gozar pelo rabo, dar o cu para um macho safado que nunca a deixava na vontade.

- Você está linda de cheerleader, japonesinha...
- Ai, obrigado...nossa...que intenso...
- É, você bem que podia me chupar aqui, gatinha..
- Posso?
- Pode, cheerleader.

A calcinha de Andreia, já molhada, agora também estava melada com os respingos de Pedro. Andreia se sentiu a própria cheerleader sexy e putinha da escola, algo que ela sempre sonhou em ser. Pedro sentiu-se fraco e relaxou. Mas não conseguiu relaxar totalmente pois Andreia como cheerleader o excitava muito.Andreia virou-se e beijou-o. Em seguida, desceu a boca e tentou encontrar as últimas gotas de porra que seu amante deixara para ela.Isto enlouqueceu Pedro mais ainda, já que Andreia estava mais sexy do que nunca. Sentiu seu tesão por ela renovar. E também começou a pensar no que a cdzinha lhe dissera. Será que conseguiria fazer um menage com ela e uma boneca? Ou isto seria apenas uma fantasia? Sentiu que Andreia relaxava e sua mão se aproximava de seu cacete, como em busca de segurança. Pensou em como havia sido gostoso comer uma cheerleader oriental cdzinha. Sorriu e, em seguida, dormiu.

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Sexo entre namorados

Olá. Sou um cara de 20 anos, carioca, moreno, com uma pinta meio árabe, estatura média, pernas muito fortes e um tanto de pelos no corpo.
Namoro há alguns anos, somos muito apaixonados, e relato aqui uma das fodas que tive com ele recentemente. Um dia, quando tivemos excepcionalmente um tempo livre pela tarde, fui à casa dele, que mora sozinho.
Chegando lá, pensei que fôssemos apenas ter um tempo normal à tarde. Ele cuidava da nossa cachorra, e tudo mais. Até que, depois de ficarmos deitados e abraçados bem juntos um tempinho, ele pôs a cachorra no quintal, fechou a porta, e voltou usando apenas uma cueca preta, de tamanho perfeitamente justo. E que visão, ele é um tipo meio europeu, grande, 184 de altura, claro, porte lindo, poucos pelos muito bem distribuídos nas pernas e braços, de cabelos loiro escuro, e um pau de uns 18 a 19 cm, grosso, veias amostra e com a cabeça bem inchada, que estava já se mostrando debaixo da cueca.
Eu tava de cueca só pelo conforto, e ele me virou na cama, de bruços, e foi deitando em cima de mim e esfregando de forma bem estratégica o pau no meu rabo, que modéstia à parte, é um belo rabão, com coxas grossas e com pelos. Ele ia se esfregando, eu sentia todo o corpo em cima de mim e aquele peso de homem, e ia sentindo as pontas dos dedos dele passeando pela minha bunda e minhas coxas, me provocando.

“Nossa, eu não tava esperando isso agora não, hehe”

Ele só respondeu com um “hmmm” de tesão, bem grosso. Não é de falar muito na hora de foder. Foi abaixando a cueca dele, deixando a rola livre e apertando entre minhas nádegas, até que se ergueu, tirou minha cueca e foi pegar o tubo de lubrificante numa gaveta perto da gente. Eu fui junto, pra chupar aquele pau. Sou tarado em pica, e sou bem passivo, a oportunidade que eu tenho de chupar aquela rola, afundar a cara até sentir os pentelhos roçando, chupar aquele saco macio e farto, não desperdiço. Chupei um pouco só, ele curtiu, mas falou que a gente não tinha muito tempo. Um pena, normalmente gosto de mamar o pau e o saco dele, beijar as pernas inteiras, até os pés, que me dão um tesão da porra, tamanho 44.
Ajoelhado em cima da cama, foi aproveitando a minha mamada pra levantar minha perna direita e passar o lubrificante no meu cu, espalhando pela bunda. Foi tirando a pica da minha boca e melando de lubrificante também, me virou de bruços de novo e foi forçando a rola na portinha. Não sei porque, mesmo sendo cuidadoso, meu rabo sempre dói um pouco com aquela rola entrando. E a rola dele é grossa mas não é monstruosa. Falei “Vai com calma”, e fui sentindo a rola passar alguns centímetros, e continuou doendo pra cacete. Puxei a pica um pouco pra fora e aliviou. Assim eu empinei o rabo e engoli o caralho todo, até o talo, e ele soltou um gemido bem grave de prazer.
Não perdeu tempo, foi bombando a rola no meu cu, deitou por cima de mim abraçando forte, fodendo bem gostoso. Virei a cabeça pra dar um beijo na boca dele, passando a mão nos cabelos macios. Sentia a pica passando no meu rabo e a cabeça indo e vindo dentro do meu cu, sensação gostosa pra cacete, enquanto ele usava o peso dele todo pra ganhar força nas estocadas...
Me virou de lado, como um frango assado, apoiando nas minhas pernas pra que eu não mudasse a posição. Fui ajeitando meu rabo, enquanto ele ia bombando naquele ritmo perfeito, sem muita pressa, só num ritmo muito bom.”Vai, enfia que eu gosto, vai”... e ele suspirando enquanto eu sentia aquela rola dura que nem uma pedra.
Virei de bruços de novo, e ele se apoiou na cama, em posição de flexão, mas com as pernas todas em cima das minhas. Adoro sentir os dedos dele roçando nas minhas solas. Foi metendo mais forte, um tanto mais agressivo. Via os olhos fechados dele e a boca aberta, suspirando forte. Perguntei “Quer gozar?” e ele respondeu com uma voz muito safada e carinhosa “Não, não, não.... ainda não”. Foi socando mais forte, e eu fui sentindo uma sensação boa pra cacete de quando ele acerta o ponto mais prazeroso no meu rabo com a pica... fui me segurando forte no lençol e nos travesseiros, empinando meu cu e gemendo forte.

“Para de gemer, senão eu gozo, porra...”

Ele foi bombando a pica, suspirando, ganindo, metendo rápido, controlando o gozo, e eu não agüentei... apertei mais o travesseiro e soltei um gemido rouco, aquilo tava era bom pra caralho!!

“Não geme!... Ah, porraaa!!”

Ele começou a meter forte de propósito, começou a gemer alto dessa vez, socou a rola e esporrou no meu rabo. Desabou em cima de mim, senti o coração dele batendo muito acelerado, a respiração cedendo, e a pica pulsando dentro do meu cu, jorrando os últimos jatos de porra. Me virou de lado, esfregando a rola que já ia amolecendo na minha perna, beijando meu peito e punhetando rápido meu cacete, até que eu esporrei, beijando-o muito na boca e sujando meu peito peludo de porra. Depois fomos tomar um banho, conversando coisas boas e coisas da vida hehe.

Bom, é isso. Deixem comentários se quiserem. Talvez venha outra edição depois. Abraços.

produnov_ff@ymail.com

 

Meu adoravel massagista

Olá a todos(as)

Sou a Raphaella cdzinha gulosa e venho pra contar meu quinto conto real e que foi delicioso e inesperado.
Acordei com uma dor de coluna terrivel tipo nem conseguia andar direito,ai liguei pra um amigo me ajudar,esse amigo veio até minha casa e viu que eu estava mau realmente.Então resolvel me levar numa clinica de massagem oriental na Av. Santo Amaro-SP,chegando lá entrei de cadeira de rodas pra vçs terem uma ideia.Uma observação...Estava de camisola e fio dental.fui atendida imediatamente me levando a uma sala que tinha uma maca-cama,esperei por uns 5 minutos quando entrei um loiro de 1,90,linnnnnnnndddooooooooo....nossa gente...ele começou a me fazer perguntas e ai que percebeu meu lado ''menina'' e eu logico toda delicada e dengosa claro.Ele então pediu pra eu sentar na cama,tentei,mas não consegui,ai ele me pegou tipo no colo e me colocou na cama e fou me deitando de bumbum pra cima,sofri muito gente,mas aos poucos fui me acomodando,ai ele começou a tirar o avental da clinica,eu de canto de olho vi que ele não tirava o olho do meu rabo.mesmo assim sendo sempre profissional.passou talco no meu corpoe nas mãos e começou a massagem bem delicado e aos poucos começou com mais dureza,foi uma tal de ai daqui,ai dali toda dengosa e uma pouquinho de biscatagem( rsrsrsrsrsrs ) até que chegou bem no coquis (Na beirinha da bundinha) alias no bundão ( 112cm totalmente empinadinho ) e assim foi até que ele começou a fazer literalmente na minha bunda mesmo e eu ja entrei no clima e começei um aiiiiiiiiiiiiiiiiiii mais de tesão mesmo e empinava literalmente meu rabo pra ele e abri um pouquinho minhas pernas,ele a sacando , começou a fazer perguntas sobre eu e respondia tudo sem pudor nenhum e sei que isso o deixou com muito tesão e dizia a ele que o levaria pra minha casa pra me massegear todo dia , pois elogiava suas mãos, ele é sacana tbém , dizia que era melhor pararmos com aquela conversa se não daria certo e pergunte o porque não daria certo e ele dizia que açi era o trabalho dele e não era certo , eu disse a ele que deixasse rolar,ele entao ficou bem de frente acima da minha cabeça,a cama tem um buraco pra encaixar o rosto e quando olhei por debaixo vi sua calça estufada com um cacete muuuuiiiiitttoooooo duro,ai esqueci a dor e fui logo pegando naquele cacete que por sinal era um cacetão muito grande e muito grosso,ele não se esquivou,pelo contrario,me perguntou se eu gostava,disse que amava,então ele chegou mais perto bem proximo a minha boquinha e fui logo mordendo por cima da calça,ai foi ele que não aguentou mais e tirou pra fora e ja foi enfiando na minha boca que começei a lamber,chupar,morder e assim foi e ele gemia,me xingando de putinha gostosa,vadia,cadelinha e ,andava eu mamar e eu mamava muuuiiiittttooooooooooooo,ele fou alisando meu rabo e enfiando o dedinho no meu cuzinho e continuava me xingando e eu cada vez mais louca pra sentir aquilo tudo no meu rabo.ainda estava com dor na coluna,menos , mas ainda doia e adoro sentir dor.tirava a rola dele da boca e implorava pra ele meter em mim tudo aquilo sem dó.ele foi me ajeitando na maca tipo frango assado e pegou uma pomada tipo gel e foi lambusando meu cuzinho e o pauzão dele e eu pedia pra ele meter e me fuder muuuuiiiitttooooooo,e foi isso que ele fez,foi logo metendo e eu gemendo que nem uma cadelinha de zona
sentindo uma puta dor e ele me humilhando e xingando dizendo que eu era uma puta e era pra parar de choromingar e eu então pedi pra ele me bater na cara,a principio ele não entendeu e eu repeti,; vai macho,me bate,bate na sua cadelinha,vai bate sem dó e só senti uma tapa que me fez ver estrela e pedi mais e mais e ele enlouqueçeu e mandou ver.....nossa gente....foi a terceira vez que minha vida sexual sem me tocar,gozeiiiiiiiiiiiiiiiii muuuuuiiiiitttooooooooooooo e ele tapando minha boca e eu gemendo....aiiiiiiiiiiiiiiii....meu grelo ta rurissimo aqui agora........eu pedia pra ele me dar porra,leitinho pra putinha dele e ele socando mais rápido disse que ia me encher de porra e o fez....ele me encheu mesmo ....ai ele se debruçou sobre eu , me olhou dentro dos meus olhos e nos beijamos muito gostoso , que boca mais deliciosa , que bj mais gostoso , ficamos assim por uns 10 minutos , ai senti seu cacetão saindo do meu rabo e pedi pra ele enfiar na minha boquinha pra deixa-lo bem limpinho e ele o fez e me chamando de putinha , assim que deixei bem limpinho ja estava meio duro sabem , e continuei por mais uns 15 minutinhos e senti seu leitinho todinho na boquinha e engoli tudinho , Ai começamos a conversar e ele sempre elogiando meu corpo de mulher , meu rabo que ele dizia que muita mulher não tinha e sonhava em ter um rabo como o meu , uma citura como a minha e assim ficamos e ele então disse que voltariamos a massagem e colocaria minha coluna no lugar e foi assim . a seção que seria de 40 minutos foi quase 2 horas , antes de sair ainda ''namoramos'' mais um pouquinho , trocamos tels. , na mesma semana ele me ligou e combinamos dele vir me ver em minha casa e tudo acertado ele veio mesmo e passamos o final de semana inteirinho na cama trepando como se o mundo fosse acabar e eu como sua putinha submissa cuidando dele em todos os sentidos , fizemos de tudo , até um 69 delicioso . e eu sempre como a mulherzinha do meu dono .... Sempre estou disponivel pra cds,travestis,afeminados,mulheres tipo lesbicas .
OBS...Ja deixei vários recados aqui na querida Maite que não vou de forma alguma add alguem no meu Orkut e MSN pessoas que só querem perder tempo e enrolação...Não add ninguém,eu dise ninguém sem foto ok . Nem percam tempo
MSN raphaellacdzinhagulosa@hotmail.com
Orkut raphaellasaopaulo@hotmail.com
Bjs

 

Eu meu irmão e minha Cunhada

Em uma determinada ocasião meu irmão me pediu para ajudá lo em uma pequena reforma que faria em sua casa, como na época eu com dezessete anos naquela faze do quartel não arrumava emprego apenas uns pequenos bicos fui ate sua casa onde pousaria para o dia seguinte começarmos a tarefa bem cedo, mas La pelas tantas da noite enquanto conversávamos no pátio, ele me perguntou se eu teria coragem de transar com uma mulher casada na frente do marido dela, estranhei a pergunta, e, pego de surpresa fiquei sem saber o que responder, após a insistência na resposta respondi que só dependeria do momento para saber se eu teria coragem ou se eu broxaria.
Que até então isso nunca havia me passado pela a cabeça,desta vês a curiosidade partiu da minha cabeça porque ele me perguntara tal assunto, ele me falou que era de uma revista pornô onde leitores se correspondiam por carta que direto ele lia esses tipos de anúncios onde homens escreviam com a fantasia de ver suas esposas com outros homens, fiquei um pouco desorientado sem saber onde ele queria chegar, falei para ele ter cuidado se Lucia minha cunhada soubesse dessa historia ele certamente estaria encrencado, mas para a minha surpresa ele me falou que ela sabia que ele possuía uma coleção desatas revistas e que deves enquando ela também lia junto com ele.
Após alguns minutos de dialogo tímido meio sem jeito me perguntou o que eu achava de Lucia,sua esposa,
Ainda sem entender muito bem onde ele queria chegar eu era apenas um garoto de dezessete anos com poucas experiências conversando com o meu irmão quatro anos mais velho que eu com poucos anos de casado e o assunto era minha cunhada, então o que você acha dela, não vai me responder .
-Ah acho ela legal!
-Legal? Como assim?
-Gosto de tira sarro da cara dela contando piadas de loiras (Tendo em vista o fato dela ser loira de olhos verdes).
-Ta mas eu digo como mulher o que você acha dela?
Ainda meio sem entender muito bem onde ele queria chegar se ele realmente queria saber se eu toparia a sua fantasia de ver a sua esposa com outro ou se ele estava apenas me testando para ver se poderia confiar em mim se eu não faltaria respeito com minha cunhada.
Após alguns minutos de silencio ele me repetiu a pergunta e eu sem saber de onde tirei coragem respondi o que eu realmente pensava.
-Então diga o que você acha dela?
-Eu acho ela bonita, muito bonita!
-Hum!
-E também gostosa, muito gostosa!
-Oque você acha mais bonito nela?
-Na verdade eu nunca vi muita coisa, mas o pouco que vi e que adorei foi as pernas dela aquele par de coxas grossas, me deixou com muito tesão!
E assim foram minutos de conversa até que eu finalmente criei coragem e perguntei se ele teria coragem de deixar ela transar com outro, ele me respondeu apenas um quem sabe, tudo vai da hora e do momento, mas você já conversou com ela sobre isso? Já, nos as vezes ate fantasiamos que tem outro cara comendo ela
-Serio?
-Serio!
-E ela?
-Fica com tesão desgraçado, e normalmente quando peço para ela fantasiar alguém ela sempre fantasia você.
-Eu? Serio ?
-É ela fala que acha você parecido comigo, e pelo o fato de você ser mais moreno, acha a cor da tua pele bonita, aí ela fica fantasiando o teu pau, o tamanho dele etc...
Parecia eu já havia transado com ela e gozado três vezes tamanho o tesão que eu sentia naquele momento.
Então ele me falou que naquela noite ele iria aproveitar que dormiria La e iria transar com ela, durante a transa ele iria pedir para ela transar comigo para ver se ela aceitaria ou não.
Se ela topar você aceita?(como se ele precisasse me perguntar!
O meu coração foi a mil, pareci que ia sair pela a boca, e quando fomos nos deitarmos minha cunhada arrumou um colchão para mim no chão da sala, pois na época a casa era de madeira e pequena, logo que as luzes se apagaram comecei a ouvir conversa entre eles bem baixinho quase que murmurando, algumas pequenas risadas da minha cunhada, tremulo levantei me e fui pé por pé ate chegar atrás da porta do quarto na tentava de ouvir o que ele conversavam mas não consegui ouvir nada dali a pouco ficou tudo em silencio novamente então deitei me e não demorou muito comecei a ouvir alguns pequenos barulhos na cama e a voz da minha cunhada gemendo bem baixinho, senti um forte calorão da cabeça aos pés, com meu pau completamente duro levantei me e posicionei me com cuidado atrás da porta tomando o cuidado de não me encostar nela pois a mesma não trancava, e poderia abrir
Na medida que o tempo ia passando os seu gemidos iam ficando cada vez mais alto:
- Hummmm , áiiiii, ái,ái,á ique gostoso, ahhhhh, qua pau gostoso, hummmm ái , ái,ái!!!!aaaaaaiiiiiiiiiiii!!!aha aha aha !!!
No mesmo instante tirei o meu pau para fora e comecei a punhetalo.
E após algum tempo os gemidos foram acelerando cada vez mais, ate que ficou tudo em silencio novamente, deitei me e pela a fresta debaixo da porta vi quando a luz do quarto deles ascendeu, mesmo com o calorão que sentia resolvi cobrir, então a porta do quarto se abre com os olhos semi fechados como se estivesse dormindo pude ver minha cunhada com um shortinho preto colado ao corpo mostrando a poupa do bumbum e um topzinho, como eu nunca havia visto ela em ocasião nenhuma, então ela passou pela a sala e entro na cozinha pegou o liquidificador e preparou algo para eles tomarem com o barulho do liquidificado não tinha disfarçar que eu estava dormindo assim que me viu abrir is olhos deu um sorriso bem maroto como ate então eu nunca havia visto também, como que diz esta gostando do que esta vendo??
corretorctba@hotmail.com
Continua.....
 

Ativo que mama também

Moro no Rio de Janeiro, isso aconteceu recentemente (24/03/10) estava muito afim de gozar na boca de um macho... (não curto afeminados, me amarro e morro de tesão quando tenho um macho ajoelhado de boca aberta com minha pica na boca), tentativas frustadas de encontrar os putinhos casados que já mamam minha rola, resolvi entrar num cinema pornô, entrei fiquei na espreita pra ver qual macho safado ia cair de boca nela.
Passaram alguns, olharam, mas não me deram muita bola não (não sou um cara bonitão, mas tb não assombro ninguem rrrr), fiquei na minha, passou um coroa, quase roçando em mim e a medida que ele passou, sua mão deslizou pelo meu pau, que ja tava durão, afinal entrei ali com este proposito. Segui o cara, ele sentou, sentei do lado, ninguem falou nada, ele ja foi direto no meu pau, colocou pra fora e mamou..mamou muito mesmo, caraca, que delicia de lingua passeando no meu pau, ele chupava as bolas, depois metia todo pau na boca e ia até o talo, ele ficava de boca meio aberta, a pica atolada la no fundo, parado e eu socando a pica, segurando ele pelo cabelo..uma delicia de tesão, devia tá tesudo de ver a cena, pois um cara sentou do lado e ficou olhando aquilo e alisando a pica tb. Eu puxava ele pelo cabelo, de modo que o expectador visse a pica saindo a boca pra ele abocanhar tudo depois e fazer ela sumir naquela garganta profunda...
Não queria gozar ainda, queria fazer muita putaria e ja que estava ali, resolvi aproveitar, ia ficar na putaria da mamação, pois o local é muito desconfortavel pra fuder um cu (embora ja tenha comido uns carinhas ali)...ele queria leite, mas falei pra segurar um pouco, mas ele me fez prometer que quando fosse gozar, o leite seria del e (prometer???)..ele levantou saiu, me deixando de pau duro, o cara que tava assistindo, não se fez de rogado e imediatamente passou pra cadeira do lado, se ofereçendo pra terminar o serviço, (palavras dele). Ele era barbudinho, cara de macho safado, até então eu nao tinha percebido a aliança na mão esquerda entregando o estado civil do rapaz...caraca, não pensei duas vezes, baixei mais um pouco a calça e la vai ele mamar minha pica. Não sou destes ativos malucos que não curtem uma brincadeira com outro macho, então, mandei a mão na pica dele, grossa por sinal, punhetava ele enquanto ele engolia minha vara...como a calça dele tava solta, dava pra brincar legal tanto com a pica quanto com a bunda dele, durinha por sinal, me deu uma vontade doida de meter a lingua naquele cu. Perguntei se ele curtia uma linguada no rabo, a resposta foi afirmativa e completada com um " se vc fizer isso, vc me ganha"...pô não podia deixar escapar..então fomos ao banheiro imundo, mas por ser a primeira sessão entao ainda estava limpinho (sorte) coloquei o carinha contra a parede, desci a calca, abri o bundão (agora eu via um bundão), escancarei as bandas e cai de lingua, que cuzinho gostoso de linguar, poucos pelos, e limpinho, suguei aquele rabo com vontade, ele se contorcia e se punhetava, tesão a mil, encostei a cabeça da pica na entrada do cuzinho e ouvi um "mete" de macho sedento por pica..ele pedia pra meter de um jeito masculo que me dava mais tesão ainda. MAs como eu estava ali pra gozar numa mamada, não levei a porra da camisinha, falei que não tinha, a resposta foi ele se abaixar um pouco, pegar uma camisinha no bolso da calça e dizer: "agora não tem desculpa"...fazer o que?? Linguar mais o cuzinho, deixar molhado, encapar o moleque e brincar de esconde esconde naquele rabo de macho casado. Ficamos metendo por uns 15 minutos, o tesão tava demais, pedi pra ele mastigar meu pau com o cuzinho, o que fez com maestria e despejei meu leite naquele cu (e caralho, quebrei a promessa de gozar na boca do outro kkkkk)...camisinha cheia de leite, satisfação de um puto safado (EU),,tirei do cuzinho e ouvi dele...me chupa pra eu gozar gostoso tb....era o minimo que eu podia fazer depois de ter fudido aquele cuzinho...seguerei a pica, mandei na boca e suguei aquele pau, que agora me pareci a maior e mais grosso tb....senti tesão em mamar aquela vara, quando ele anunciou que ia gozar..tirei da boca (ainda nao curto gozada na boca) meti dois dedos no cu fudido dele e punhetei rápido e apertando o pau ate ele despejar o leite na minha mão...agora os dois satisfeito, saimos...ele para um lado eu para outro...mas não sem antes trocar telefone e receber um convite para ir visita-lo na sua cidade....(que não é tão longe daqui)....
Ae galera, sou um cara normal, moreno, não bonito, mas muito safado na cama, curto fuder um cuzinho de macho, gosto de ser mamado....e posso mamar tb, então os coroas que curte m um cara safado mamando sua pica, pode entrar em contato...e quem tiver afim de levar uma linguada no cu e depois uma enrabada gostosa..me chama e vamos curtir. Prometo descriçao e sigilo a todos, e uma gozada memorável!!!!!!Não curto levar no cú, mas nem por isso sua gozada vai ser menos gostosa e tesuda!!
ps. esta experiência é real. e sempre que posso vou no cine Iris gozar na boca de um puto ou quem saber..meter gostoso num cuzinho de macho. Se alguém tiver local discreto, pode até ser local de trabalho, escritório, podemos brincar legal...ah ia esquecendo..email para contao (contato.2009@bol.com.br)!! Abços e quem quiser mais aventuras, manda email que eu envio!!

 

Casado na Sauna

Ola...sou casado, 47 anos, 1m75, 70k, moreno claro, minha mulher é negra, gorda, 37 anos, adora uma putaria e gosta muito de meter na minha bunda enquanto fodemos...ela gosta de meter com os dedos, abrir meu rabo e chupar meu pau enquanto me fode na bunda....gozo gostoso na boca dela durante essa foda....Já participamos de uma ou outra foda com outros homens e eu gosto de ser corno dela....fico olhando ela chupar a pica e ser fodida no rabo....fico só olhando e me punhetando...um tesão....mas numa dessas fodas ela estava com muito tesão e me pediu para chupar a pica do cara antes dele meter nela....obedeci e chupei gostoso a pica do amante da minha mulher....e depois dessa ja tivemos outros encontros e eu acostumei a chupar, mas nunca dei na frente dela....e num desses encontros eu acabei marcando de ir numa sauna com um cara que foi meter com minha mulher....nos encontramos numa sauna em Pinheiros, aqui em SP, e logo ficamos apenas de toalha e subimos para um lugar bem escuro, onde tinha uma tv com um filme gay, uns caras metendo gostoso....logo ficamos de pica dura e nos esfregamos muito, batemos punheta um pro outro e fomos para um quartinho reservado...chegando la eu deitei ao lado dele e logo fomos para o 69....uma delicia chupar uma pica e sentir uma línguja no pau e no rabo....ele me deixou de rabo bem molhado e logo fui esfregar meu cu na pica dele....coloquei a cabecinha e fui descendo pra entrar tudo no meu cu...ele tem um pau de tamanho médio e foi entrando gostoso....comecei a rebolar na pica e ele começou e me foder mais rápido, me chamando de corno viado, de puta de macho, de tesão, foi forçando, forçando, euj sentindo aquela pica inchar no meu cu, ele me empurrou pra sair de cima dele e ficar de rabo pra cima, ele veio por cima de mim, ja quase gozando, abriu minhas pernas, meteu de novo e ficou me fodendo gostoso, mordendo meu pescoço, chupando meu pescoço, me chamando de puta tesuda, corno gostoso....e ai ele tirou do meu cu e me fez chupar a pica, punhetando até gozar na minha cara......me senti um corno realizado....agora minha mulher ja sabe disso e ja topou que eu de o rabo na frente dela.....e se alguem quiser meter conosco é só escrever para claudio4321@hotmail.com mas tem que gostar de uma puta gorda e negra, peituda, vagabunda na cama...e se gostar de dar para um mulher, ela vai adorar ser o macho de dois homens na cama.....ela gosta de ver dois machos se chupando e de meter nos dois...ela fica se masturbando me vendo meter na frente dela...depois ela chupa as picas e engole a porra....estamos esperando, apenas comigo, com ela, ou com os dois juntos....vamos meter gostoso...

Camilla-cd abduzida por um ET

Ola hoje conto como se deu minha inesquecível experiência, ocorrida quando eu tinha dezenove anos de idade, não posso precisar a hora, mas deve ter sido um sábado, porque o meu pai trabalhava na prefeitura e estava de folga. Era tempo de calor. Nós estávamos jogando bola, em frente ao teatro, na esquina, no meio da quadra , era um beco, porque não tinha continuação. Joguei bola até umas 17h. Os colegas foram para o cortiço abandonado, chamado Mandioquinha e eu fui para a chácara do Júlio, a 50 metros da rua que estávamos jogando e que hoje é a rua dos Alecrins, em frente à Praça dos Municípios, eu morava na chácara de Júlio .

Naquele instante surgiu um objeto voador se aproximou, quando o objeto pousou perto de mim, o vento fez minha camisa balançar e meu corpo se arrepiar. “Quando veio o aparelho, parou na altura de uns 60 centímetros do solo, desceu uma escadinha, tocou o chão. A escada tinha uns 60 centímetros de largura. O disco fazia o barulho de motor de geladeira: um ruído silencioso. Era cor de chumbo, escuro, fosco. Quando vi, já estava parando a um metro de mim. Quando pensei em correr a porta se abriu e rápido me apanharam. Uma pessoa me apanhou. Quando vi já estava na porta, a porta aberta, aberta para dentro do disco e tinha um de cada lado da porta, além do que estava comigo”.

CRIATURAS INTELIGENTES -, Os seres usavam trajes lisos e tentaram se comunicar por mímica, mas eu não entendia nada. Os únicos que tiraram o capacete foi o comandante , os outros dois, permaneceram como guardas, ficaram dentro, também de capacete. “Aí, eu me pus a chorar, a gritar e fui conduzido à frente do aparelho onde tinha os painéis. Não tinha volante, tinha alavancas e bastante botões amarelos, verdes, vermelhos e roxos. Alguns piscavam, hora um, hora outro... Não eram todos. Em frente do painel tinha mais uma pessoa, que dirigia o aparelho. O que me pegou tirou o capacete, era um homem, acho que era o chefão, porque ele é que dava ordens. Ele usava uma touca de piscina e o capacete com antenas. Todos capacetes tinham antenas”.

“No sufoco”, não soube precisar outras coisas. Mas eles conversaram entre si, em tom baixo, num idioma “tipo de língua alemão”. Me lembro que, “As roupas de todos eram da cor verde-oliva cintilante, o capacete era de cor verde-oliva, as botas eram pretas e as luvas e roupas da cor verde-oliva cintilante. Perto dos painéis ela tirou o capacete e tocou o meu rosto, procurando me acalmar. Ele não tirou as luvas, ninguém tirou as luvas. Fui conduzido para um aparelho nos fundos, onde foram feitos os exames na minha cabeça. No fundo da parede havia um buraco, tudo da mesma cor. Havia uma luz amarela em cima; calculo que, de uns 20 centímetros; não piscava; era ela que iluminava tudo dentro. A porta, por dentro, era fechada por uma roda volante. O comandante me conduziu até o buraco na parede”.

'Quando estava parado, o ruído era de geladeira, depois,
aumentou um pouco o volume, não era ruído violento'
A energia do lugar era tão forte como um calor que nos faz dormir e o meu corpo caminhava para o sono, sentindo um estranho frio interno. Percebi que eles projetavam tudo o que eu pensava em uma imensa tela e minha voz mental era audível como se um enorme autofalante estivesse ligado – adorei essa parte pois mostrou meu lado de menina com meus desejos e fantasias mais ardendes se não fosse interrompido teria pensado muitas coisas para ver as imagens de minhas fantasias como cdzinha. Alguém me mostrava as partes do cérebro, do lado direito, onde são possíveis, segundo a orientação, desenvolver a capacidade de pensar e executar minhas fantasias sexuais ou projeção de imagem ao mesmo tempo e eu adorei fazer isso (não sei se a ciência pensa assim). Fiquei meio embaraçada, mas por pouco tempo, quando vi que o telão projetava o meu corpo completamente nú (tinha pensado que estava nú) para toda a audiência mas vi que ninguém se preocupava com isso. Em certo momento, alguém disse que o meu corpo perdia muita energia e precisava ser "recarregado", para a transformação . Outro alguém projetou porções de algo parecendo bolas de sorvete coloridas na frente da minha boca e me mandou morder, mastigar e engolir. Assim que comecei a fazer isso, senti a energia do meu corpo se estabilizar, o sono diminuir e o calor interno aumentar. Era gostosa a "comida", mas não tinha sabor conhecido e se desmanchava na boca como sorvete. Muitas outras experiências foram feitas e me comprometi a não revelar, entre elas, a minha transformação. Foi quando adormeci.
Quando acordei estava numa sala arredondada muito branca e iluminada, onde não se via o foco de luz que clareava, parecia que estava dentro de uma lâmpada e temperatura era bem amena, muito gostosa. Estava deitado em uma maca completamente nu e não conseguia me mexer, o medo não existia mas, parece que estava em transe. Fiquei lá não sei por quantas horas, sem sentir fome ou sede. De repente ouço passos vindo em minha direção sem que pudesse saber de onde vinham. Eu já imaginava ter sido abduzido por uma nave alienígena, devido já ter lido vários artigos sobre o assunto e por isso resolvi não me desesperar e ver o que iria acontecer. Do nada surge um homem que realmente não poderia ser da terra, devido a seu tamanho e beleza. O homem era muito grande, mais ou menos 2 metros e meio de altura, uma pele bronzeada tipo surfista, os olhos eram violetas e os cabelos loiros, meio russo, parecia uma escultura de algum deus grego. O cara era um tesãaaaaaaao. Ele começou a falar que não me preocupasse que era amigo e que vinha de um planeta ainda desconhecido por nós e o objetivo dele aqui era somente para pesquisa e que jamais iria machucar qualquer que fosse a forma de vida existente aqui na terra. Me falou que seu nome era Kruv, que em sua língua significa vida. O cara tinha uma voz que parecia de um anjo, melodiosa mas muito excitante. Kruv disse que já me observava a muito tempo e que o objetivo era pesquisar pessoas especiais, e que eu era uma dessas pessoas, que conseguia esconder de todos o meu verdadeiro interesse por pessoas do mesmo sexo e que no planeta dele não existe essa diferença, pois só existe um sexo, todos são completos e por isso não existe a necessidade de sexos diferente. Que determinada época da vida seus organismos se modificam para que se reproduzam, mas isso só ocorre uma vez, já que o controle da natalidade é feito por muitos planetas de diversos sistemas solares. Que não é como aqui que se reproduzem como muita facilidade e sem planejamento. Falou muitas outras coisas que não dariam para relatar aqui. O alienígena falou que irai começar o exame, e começou a passar a mão por todo o meu corpo, agora todo transformado ou melhor todo fêmea ,alisando cada centímetro, parecia estar fazendo carinho, inclusive nos orifícios. a mão dele era muito grande e bonita e os dedos bem torneado e sem unhas. Ele falou que a mão dele trabalhava como um sistema, para nós conhecido como scaner, em que eram scaneados tudo dentro e fora do meu corpo, passando pelos órgão, da cabeça aos pés. Colocou o dedo no ouvido, boca, nariz, olhos, e quando penetrou o meu cú, fui ao delírio, tirava e botava, quase gozei, tirou o dedo do meu cú e passou a mexer no meus saco, apertou um ovo de cada vez, até segurar e apertar o meu pau (16cm, com propúcio, vergado p/esquerda e com a cabeça bem vermelha) que já estava a mil e ele lá massageando. Quando de repente me sinto solto, já podendo me mexer e já me contorcendo. Pedi para ele parar um pouco pois ira jorrar um líquido em sua mão. Ele falou que era isso que ele queria, pois a pesquisa ira encerrar ali. Tirei a mão dele e perguntei se ele tinha um órgão igual ao meu. Ele disse que sim mais que era maior do que o meu. Pedi a ele para me mostrar, o que fez prontamente, quando vi quase cai da maca, pois sem dúvida nenhuma era o pau mais lindo que já havia visto na vida, Um pau grande devia ter 25 a 30cm, grosso com uma cabeça vermelha, com prepúlcio ,reto e com muitas veias e sempre estava duro. Perguntei se poderia segura-lo, ele fez que sim com a cabeça, quando segurei aquele pau parecia uma brasa de tão quente e com uma pele meio grossa mais muito gostosa. Não resisti e cai de boca, ele levou um susto e se afastou, disse que ele é que faria isso em mim, pois só assim é que se poderia armazenar esse líquido tão precioso para a pesquisa que era meu sémem. Ai eu tive a idéia de pedir para que nos chupássemos simultâneamente, que deveríamos fazer o chamado 69, que ele deveria deitar na cana comigo e que só assim sairia muito líquido do meu órgão para sua pesquisa. E disse que também gostaria que se ele também produzisse esse líquido derramasse em minha boca, que eu gostaria de guardar para sempre o sabor do líquido dele e que aquela seria a forma de selarem o fim bem sucedido daquela pesquisa. Kruv parou me olhou maliciosamente e falou que deveria perguntar a seus superiores. Foi sumindo pela claridade a dentro e deve ter demorado uma meia hora. Quando voltou, estava sem roupas, o corpo nu de um verdadeiro deus grego com aquela pica totalmente reta, linda e disse que seus superiores concordaram e que seria num ambiente conhecido meu. Botou a mão em minha testa fechou meus olhos e transformou aquela sala em quarto de motel, bem aconchegante, com uma cama linda, era realmente o meu quarto dos sonhos capitado pela sua sensibilidade extra sensorial. Quando me dei conta estava no colo dele eu havia me transformado em uma lindo travesti , beijando o seu pescoço, me aproximei dos seus lábios e ele foi metendo a língua na minha boca e eu na dele. Foi melhor beijo de toda minha vida. Ele me colocou na cama com muito carinho nos abraçamos, me senti nas nuvens. Comecei a chorar, ele me beijando o rosto sorveu as minhas lágrimas e perguntou o porque estava me sentindo triste. Falei que queria que aquilo não acabasse jamais, pois era a sensação mais sublime que havia sentido, e sabia que estava apaixonado por ele e que já o conhecia dos meus sonhos. Kruv me disse que esse vínculo, o amor, já era previsto e que era ele mesmo que entrava nos meus sonhos e que nós estávamos atrelados para o resto de nossas vidas, que eu pertencia a ele e ele me pertencia. Falou também que sempre que possível estaria comigo em meus sonhos, que não seria um sonho e sim realidade, pois não existe barreiras para o verdadeiro amor. Nos beijamos muito, nos amaçamos, nos lambemos, suei muito por nós dois, pois ele não sua, mas ficou bem molhado. Kruv tem um cheiro maravilho e um gosto nunca dantes sentido. Começamos a nos chupar, o pau dele não cabia nem a metade em minha boca e tinha que fazer muito esforço para abocanha-lo. Ele sentindo a minha dificuldade perguntou se queria que diminuisse o tamanho de seu pau, eu fale que só um pouco para que pudesse abocanha-lo. Foi maravilhoso poder mamar aquele super pau, muito gostoso. E ele mamava com muita destreza me fazendo sentir em estado de graça, mamava muito bem e não conseguindo nos segurar mais gozamos muito um na boca do outro. A porra de Kruv tem um sabor diferente de tudo que já provei, grosso, muito branco e em muita quantidade, parecia até uma mamadeira, muito gostosa, mamei tudo. Quando terminamos nos abraçamos novamente e ele falou que precisava ir que era chegada o hora do meu retorno à terra. Mas para mim ainda faltava o grande final e lhe pedi que me tratasse com uma fêmea de meu planeta , então ele me pegou no colo novamente e Beijei sua boca e entreguei a minha, retribuindo apaixonadamente o seu beijo. Ergui meus joelhos e pernas e, finalmente uma fêmea, enlacei a cintura dele, cruzando meus pés às suas costas, me abrindo para o meu macho, expondo minha bundinha para que ele a penetrasse e me fizesse mulher. Ergui os quadris e senti quando ele, com uma das mãos ajeitou a ponta do seu imenso instrumento bem na entrada do meu cuzinho. Gemi alto quando ele me penetrou aos poucos, novamente abrindo muito minhas nádegas, eu, Kruy, a fêmea dele, abraçada a ele, entregando minha bundinha, minha boca e meus seios para o meu macho.
Sendo beijada e sentindo a língua do meu macho dentro da boca, rebolei para ele e entreguei a minha feminilidade enquanto suspirava e gemia. Totalmente dominada pelo tesão de me sentir penetrada por aquele pau monstruoso e delicioso, desgrudei minha boca da dele para sacudir a cabeça de um lado para o outro e me assumir definitivamente mulher. Quando senti que ele estava me abrindo com o corpo do pau, meu ânus mais uma vez recebendo algo que estava além do seu limite, rebolei mais, gemi e mordi os lábios dele, empurrando meus quadris para cima, querendo mais, mais, mais, mais, querendo que a penetração não parasse nunca, que ele continuasse a me abrir mais e mais, e quando ele se grudou em mim, o pau todo lá dentro, olhei-o nos olhos e descobri que havia sentimento verdadeiro entre nós. Então, pedi com os olhos e pedi com a voz e pedi com meus quadris e com todo o meu ser pedi: - Me fode! Por favor, me faz mulher! E ele beijou minha boca mais uma vez, segurou me rosto e me fodeu. Não era o meu cu que eu estava dando para ele: era a minha boceta. Eu me sentia fêmea, mulher, feminina enquanto ele me penetrava dolorosamente num clássico e adorável papai e mamãe. Eu, sua fêmea, entregava meu corpo e meu ser e rebolava para que ele me fodesse melhor. Eu queria ser comida, fodida, violentada. Queria que minha boceta fosse usada, queria sentir meu homem se derramando dentro de mim, me fecundando. Queria dar a ele minha máscula feminilidade, minha bundinha, meus quadris, meus seios, meus lábios. E dei, dei, dei. Dei para ele e me entreguei a ele e fui sua e quando ele fodeu com mais força, se preparando para gozar eu acelerei meus movimentos e me abri ainda mais para ele, seu pau me cutucando forte lá no fundo, a fricção da barriga dele contra o meu clitoris-pau me levando ao delírio. Quando senti que ele estava gozando, os arrancos dele mais fortes dentro de mim, me esfreguei nele, colei meus lábios nos dele e com um beijo de língua apaixonado, gozei também. Nos beijamos demoradamente, ele me colocou de volta na maca. Entrei em transe novamente, mas antes, vi lágrimas escorrerem pelos seus olhos. Quando acordei estava de roupas, caído no chão junto com minha mochila. Mas a sensação de prazer estava muito presente, Me levantei e olhei direto para o céu, e lá estava a luz que se apagava lentamente, como se Kruv estivesse se despedindo. Meus olhos marejaram e lágrimas correram pelo meu rosto. O mas interessante é que quando vi que horas eram , tomei um susto, pois só havia passado um minuto e era 17:01h. Resolvi seguir o meu caminho para casa. Desse dia então Kruy passou a fazer parte de meus sonhos mais íntimos.

Camilla-cdzinha – Camilla-cd@hotmail.com

 

De sainha, livre, leve e solta

Estava de folga na casa de mamãe por isso resolvi dar um passeio pelas redondezas lembrando minhas aventuras quando ainda criança.
Vestida com uma camiseta básica saia pouca acima dos joelhos calcinha tipo asa delta sandálias rasteirinha.Sai pela rua sentindo toda a liberdade de poder caminhar livremente embora quando fazia isto escondido era bem mais excitante.
Era constantemente paquerada pelas pessoas que passavam por mim comigo rindo imaginando o que fariam se soubesse dos meus vinte e dois cm de pênis embora quem não me conhece não pode sequer imaginar tal fato.
Como já relatei aqui sou um menino preso em um corpo feminino o que só aumenta meu prazer.
Sou exibicionista porque posso.Tenho um metro e setenta de altura oitenta e oito de busto,setenta de cintura,noventa e quatro de quadril,cento e três de bumbum,sessenta e quatro de pernas com coxas grosas bundinha com marquinha de biquíni olhos azuis claros cabelos loiros encaracolados pouco abaixo dos ombros.
Caminhava tranqüilamente quando passei próximo a um campo onde alguns meninos jogavam bola não dando a mínima para as palavras obscenas que dirigiam a mim.
Para não ter que andar muito de volta resolvi cortar caminho por um terreno baldio que fica atrás da casa de mamãe por onde muitas vezes fugia pulando o muro para me deliciar me exibindo pelas ruas dali.
Estava no meio do terreno e ao invés de seguir caminho pela trilha que sai na rua ao lado de casa,resolvi me embrenhar pelo matagal na intenção de pular o muro saindo nos fundos de casa.
Estava tão distraída que não percebi que estava sendo seguida por cinco rapazes e dois meninos que aparentavam ser menores de idade.
Vendo eles um pouco longe de mim resolvi me abaixar deixando que vissem minha bunda coberta somente pelo fino tecido da calcinha mesmo porque sou perita em artes marciais o que me da muita segurança.
Já ia pulando o muro quando um rapaz muito simpático pegou gentilmente em meu braço pedindo que ficasse um pouco mais com eles.
Não sei o que me deu naquele momento pois quando dei por mim estava conversando animadamente com o grupo já sentindo a calcinha estufada com meu pinto ficando duro.
Em certo momento um rapaz negro me abraçou beijando minha boca enquanto mãos levantavam minha saia puxando minha calcinha pra baixo.
Fingindo esta com muito medo pedi que fizessem com carinho informando que só deixaria se fosse somente no cuzinho.
Em pouco tempo estava de quatro com alguém socando fundo em meu cu enquanto mãos alisavam meus seios me dando muito prazer já comigo gemendo muito.
Estava extasiada sentindo pênis de diferentes tamanhos quando um dos meninos meteu a mão entre minhas pernas denunciando meu segredo.
Após rirem muito com a descoberta gemi gostoso em um estrondoso gozo anal com aquele rapaz negro enchendo meu cu de porra numa fúria louca e quando saiu de mim se posicionou embaixo de meu corpo abocanhando meu penis deixando minha glande bater em sua garganta já com alguém arrebentando meu cu com estocadas furiosas e viris.
Não tive outra alternativa senão abocanhar tudo aquilo sentindo meu próprio gosto nele.
Delirei quando com algumas poucas mamadas fui presenteada com um rio de porra depositado em minha garganta que não consegui engoli tudo porque urrava enchendo a boca dele com minha porra ficando molinha de tanto gozar.
Já estava escurecendo quando eles me liberaram e um deles vendo meu pinto meio duro encostou me em um tronco de arvore se ajoelhando em minha frente mamando com muito gosto meu porrete enquanto enfiava um dedo em meu cu e em poucos minutos urrei anunciando mais uma esporada sujando seu rosto com ele levantando em seguida beijando minha boca dividindo comigo minha porra com ele forçando a me virar onde tive a calcinha afastada pro lado com ele socando fundo em meu cu deixando me louquinha com sua pica socando fundo em mim.
Quando gozou dei graças porque já estava sem forças ate mesmo para me manter em pé perdendo as contas de quanto já tinha gozado co ele me dando um delicioso beijo na boca deixando me sozinha ali sentindo a porra escorrer pernas abaixo.
Tive que ir pela rua mesmo porque estava sem forças para pular o muro e enquanto caminhava sentia as pernas molhadas de tanta porra que saia de meu cu.
Após um banho cai mortinha na cama acordando muito tempo com mamãe mamando gostoso em meu pênis deixando o muito duro e ao me ver acordando sentou em cima fazendo tudo aquilo cutucar seu útero com ela cavalgando gostoso onde passamos uma estonteante noite de amor.
Beijos.
 

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