Contos Eróticos

Minha tia Lúcia – parte 2

Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Esta história passo a contar agora.
Tio Carlos estava ali parado na porta do quarto e a Lúcia de quatro sendo fodida por mim, gelei quando o vi e Lucia apertou meu cacete com o rabo impedindo que eu saísse, olhei para o meu tio e ele estava pálido, com um olhar de muita raiva.
- Vem meu querido tira a roupa e junte-se a nós que depois eu te conto tudo – pediu Lúcia para o Carlos.
- E você meu macho gostoso, soca o cacete na minha bunda que você sabe que eu adoro – pediu para mim, já empurrando a bunda de encontro ao meu cacete.
Fiquei indeciso e olhando para o meu esperava a ação dele para decidir o que fazer, a feição dele que inicialmente era de raiva foi se transformando em excitação e ele começou a se despir, quando ficou nu, Lucia esticou o braço e agarrou o cacete dele e trouxe para perto dela.
- Carlos que delicia, olhe como está duro o seu cacete, faz muito tempo que não o vejo assim, te excita ver a sua esposa sendo fodida por outro macho?? - perguntou Lucia.
- Cacete Lúcia, que vadia você é, trepando com o meu sobrinho – falou Carlos com a voz tremula.
- Você não imagina as coisas que fizemos, depois te conto tudo, agora deite-se em baixo de mim e chupa a minha buceta, seu corno manso – ordenou Lúcia.
Carlos deitou-se por baixo dela e enquanto ela sugava seu cacete ela lambia a sua vagina, o cacete do tio Carlos parecia que ia estourar, Lúcia tirava o cacete da boca e olhava para ele ver como estava duro e batia com ele nos lábios, eu socava fundo na bunda dela e senti o Carlos lambendo minhas bolas, enterrava fundo e demorava para tirar da bunda dela para deixar que Carlos me lambesse, ele de quando em quando enfiava as bolas na boca, quando percebi que ia gozar tirei do rabo da Lúcia e enfiei na buceta, enfiei lentamente para deixar o Carlos ainda com mais tesão, ele lambia a extensão do cacete que desaparecia na buceta da esposa, Lúcia delirava de tesão e logo percebi que Carlos ia gozar, empurrei a cabeça da Lúcia para enterrar o cacete do Carlos na garganta dela, ele estremeceu e encheu o boca da esposa de porra, Lucia gozou em seguida, inundando o meu cacete e a boca do Carlos, tirei o cacete da buceta dela e gozei nos lábios da sua xota e na boca do Carlos, ele alucinado lambia a xota e o cacete para não perder nenhuma gota.
- Que loucura, nunca imaginei que isso era tão bom, minha esposa sendo fodida por outro macho na minha frente – murmurou Carlos
Lúcia contou todo o nosso caso, desde o inicio e quando Carlos percebia que ela havia pulado alguma parte pedia que contasse com detalhes, ela desfilava as nossas safadezas se ao mesmo tempo nos masturbava, nossos cacetes de inertes iam crescendo e logo estavam novamente eretos, pude prestar mais atenção no meu tio, ele estava conservado para a idade e seu cacete não era maior do que o meu era mais grosso, ela adorou saber que eu havia sido eleito pela esposa o macho da casa e confirmou que tanto ele quanto a esposa estariam à minha disposição sempre para me servir, juntos ou individualmente, para tudo que eu desejasse.
- Vai cadela, vai tomar um banho e volta bem limpinha e cheirosa para o teu macho – ordenei para a Lúcia.
- E você fica aqui, seu corno, que vai me servir enquanto ela se banha – mandei
Carlos obedeceu, quando ela se levantou ele murmurou, estou ao seu dispor meu macho, coloquei-o de quatro e passei a alisar sua bunda e seu rabinho, ele abria as pernas para facilitar o acesso ao rabinho, comecei a dar palmadas leves e sentia Carlos tremer de tesão,
Explorei sua bunda e quando passei pelo rabinho enfiei um dedo e ele gemeu baixinho, levantei e apanhei um pote de creme da Lucia, lambuzei dois dedos e enfiei no rabo dele,
Lucia voltou do banho e mandei que ela ficasse embaixo dele e iniciasse um 69, abri as pernas do titio e me fui enfiando meu cacete no rabo dele, lentamente ele engoliu ele inteiro , meu saco batia no dele e Lucia se engasgava com o cacete do marido que gemia baixinho e pedia para socar bem fundo, em poucos momentos seu corpo tremeu e ele inundou o boca da esposa com seu gozo, sai do rabo dele e fiz com que invertessem a posição, agora era a esposa que estava de quatro, abri a bunda dela e enterrei fundo, ela não esperava e tentou fugir, segurei-a pelo quadril e enfiei tudo, ele gemia de dor e de prazer.
- Fode a tua puta, fode na frente do meu maridinho corno – pedia Lucia
No vai e vem alucinado, gozamos os três , quase juntos.
Meu tio estava nas nuvens e confessou que nunca imaginou que seria tão delicioso ver a esposa ser fodida por outro macho e que sempre havia sonhado em ser arrombado pelo amante da esposa.
Fomos os três para o banho e Lucia me ensaboou e me lavou gulosamente, demorando-se no meu cacete, alisava, ensaboava, enxaguava e olhando para o marido dizia:
- Olha corno, olha o cacete do nosso macho, ele me fez sentir mulher na sua ausência, gozei feito louca com o nosso amante – sussurrava Lúcia.
Dizendo isso ajoelhou-se e pôs-se a mamar no meu cacete, Carlos, ajoelhou-se e ajudou a esposa na tarefa de chupar o macho.
Mandei que parassem e me seguissem nus para o fundo da casa. A casa era enorme e com um vasto quintal na frente e nos fundos, o muro que dividia as residências era de alvenaria e do nosso lado existia também uma cerca viva que ultrapassava a altura do muro, estávamos no verão e fazia um calor insuportável, apagamos as luzes de fora da casa e fomos caminhando para os fundos da casa, lá chegando ordenei que Carlos ajoelha-se na minha frente e abrisse a boca, posicionei-me à sua frente e comecei a urinar na sua boca, mandei que não bebesse, que deixasse escorrer pela boca, mandei que Lucia de deitasse e bebesse a urina que escorria pelo peito e barriga do marido, o cacete do Carlos estava como um ferro em brasa de tão duro e vermelho.
Após esvaziar a bexiga, peguei uma cadeira, me sentei e mandei que Lucia sentasse no meu cacete, enquanto Carlos se masturbasse lentamente, ela obediente veio por cima e ajeitando o cacete na entrada da vagina foi sentando e agasalhando o cacete que desapareceu na sua vagina.
Ordenei que Carlos ficasse de quatro co0m a bunda ao alcance da minha mão e comecei a dar palmadas na sua bunda, depois peguei o chinelo e perdi a conta das chineladas que dei na sua bunda, ele gritava de dor e prazer e implorou para que eu o deixasse gozar, autorizei e ele se desmanchou em um orgasmo forte e escandaloso.
Lucia com maestria também me conduziu ao orgasmo, gozando ela logo em seguida, mandei que fossem para dentro e fiquei lá relaxando, todo lambuzado pelo meu e pelo gozo da minha deliciosa amante.
Depois de algum tempo relaxando ouvi gemidos que vinham da casa do nosso vizinho, na casa ao lado moravam um casal de alemães, sessentões, Dona Petra e Sr. Wolfang, ele diretor de uma empresa alemã que vivia viajando e ela uma dona de casa, simpática e elegante, subi na cadeira e através das folhagens, vi Petra deitada numa esteira de praia, nua, se masturbando alucinadamente, ela era alta, seios grandes, bunda grande e uma vagina lisinha, sem nenhum pelo, fiquei ali na penumbra olhando aquele mulher madura se acabando na siririca. Petra abriu as pernas e socando fundo na vagina gozou, foi relando, sua respiração voltou ao normal e ela lentamente se levantou e foi para dentro da casa, vê-la me deixou excitado e fui para dentro de casa procurar a vadia da Lucia, precisava trepar e gozar depois daquela cena, encontrei os dois deitados nus já adormecidos, fui a te ela e encostei meu cacete nos lábios dela, ela começou lambendo e abrindo a boca me recebeu na boca dela, acordou e chamou o marido:
- Vem seu corno, nosso macho está com tesão, vamos fazê-lo gozar - ordenou ao marido.
- O que você quer que eu faça, meu macho – falou Carlos sonolento
- Lamba meus pés e depois a bunda dela – ordenei
Ele lambeu meus pés com carinho, enfiava os dedos um de cada vez na boca e depois enfiava todos de uma vez, lambeu até eu ordenar que fosse lamber a bunda da Lucia, ela ficou de quatro e ele se posicionou atrás dela e lambeu demoradamente sua bunda e seu buraquinho, quando estava bem molhada, arranquei-o e fui foder a bundinha da esposa, fodemos gostoso até gozarmos novamente e dormirmos abraçados até a manhã seguinte.
A visão da Petra se masturbando não me saia da cabeça, acordamos cedo e fomos tomar banho os três, Lucia e Carlos me ensaboavam e ficávamos sempre nos tocando, beijando, lambendo e se masturbando, começávamos os dias sempre excitados pelas lembranças da noite anterior e pelos banhos excitantes, não usamos roupas em casa e de comum acordo ficou decidido que eu não trabalhava mais no restaurante apenas estudava à noite, Lucia também ficava em casa para cuidar do macho, como pedia Carlos para a esposa, todas as manhãs ele falava:
- Tenham um bom dia e você esposa safada cuida bem do nosso macho e não deixe-o esgotado que se ele quiser a noite gostaria de servi-lo- dizendo isso dava um beijo na boca da esposa e uma lambida no meu cacete.
Ordenei que Lucia se aproximasse da Petra e que ela teria a missão de traze-la para o nosso relacionamento, queria transar com a Petra e a Lucia juntos, a cadela reclamou e disse se não era suficiente o casal de amantes que eu tinha em casa, se eu não era feliz com o nosso relacionamento, se ela e o marido não me satisfaziam, dizendo isso veio ao meu encontro me abraçou e pousando a cabeça no meu peito começou a chorar.
- Você não tem noção de o quanto tem nos feito feliz, Carlos nunca esteve com tanto tesão, ele te adora, diz que se sente realizado como homem, que nunca imaginou que poderia ser tão feliz com outro macho e eu então nem fale, sinto plenamente realizada, estou com o marido que amo e com o macho que me realiza, estamos completos com você, mas parece que você precisa de mais – choramingava Lucia.
- Minha doce e gostosa vadia, nunca imaginei que a minha vida sexual seria assim como está sendo, minhas expectativas e fantasias foram superadas, mas tenho fantasias que ainda não se realizaram, tal como estar com duas mulheres, e nas minhas fantasias você e o Carlos estão presentes, imagina a loucura que seria transar eu você e a Petra, entenda que seremos ainda mais felizes, disse enquanto fazia um cafuné.
Lucia levantou a cabeça me olhou nos olhos e disse:
- Eu te amo e farei tudo o que você mandar, se você a quer então farei de tudo para que você a tenha.
- Pela sua insolência e atrevimento em me questionar será castigada, vá até o quarto e traga o meu cinto – ordenei
Lucia voltou com um cinto de couro largo e grosso.
- Fique de quatro e apóie-se na mesa – mandei
Lucia obedeceu, fui até ela, abri mais as pernas e toquei os lábios da sua vagina que já denunciavam a excitação, estavam molhados e quentes.
Afastei-me e dei a primeira cintada, o couro estalou na bunda dela e ela gritou de dor, tentou fechar as pernas, quando gritei com ela:
- Abra as pernas sua cadela insolente, vai apanhar mais ainda, vagabunda.
Aumentei a potencia das cintadas e deixei a bunda dela marcada, chegando a cortar a carne em vários pontos, nunca havia judiado tanto dela, mas achei que para que ficasse claro quem dava as ordens na casa foi um castigo necessário e importante para o nosso relacionamento.
No término do castigo Lucia agradeceu pelo vigor e disse saber que merecia, suas nadegas estavam com marcas profundas e eu havia provocado vários cortes, estava inchada e mandei que deitasse sobre a mesa, fui à geladeira peguei cubos de gelo e coloquei sobre a sua bunda, ela gemia pelo choque térmico, pelo dor, pelo inusitado e pelo carinho que o macho demonstrava com ela.
Quando Carlos veio para o almoço, Lucia já instruída por mim, foi até ele o despiu e o colocou na mesma posição que esteve pela manhã, foi até o quarto e me informou que o marido estava pronto, voltamos para a cozinha, Lucia trazendo o cinto foi até o marido abriu-lhe as pernas e falou:
-Pronto nosso dono, seu escravo está pronto.
Na primeira cintada Claudio tentou sair e a segunda acertou-lhe os genitais em cheio, ele ajoelhou de dor e eu continuei o castigo, com maior severidade ante a tentativa dele de escapar do corretivo, a bunda dele ficou em piores condições do que a da esposa.
Lucia rapidamente pegou gelo para aplacar a dor, Claudio chorava de dor, sua bunda tinha vários cortes que sangravam alem de vários hematomas, ficaria impossibilitado de sentar por alguns dias.
- Aprenda seu corno insolente, jamais questione meus desejos e nunca tente impedir a minha cadela de me servir, que tenha aprendido a lição – disse-lhe em voz alta enquanto analisava as marcas deixadas.
Claudio gemia de dor ainda quando percebi que ejaculava, sem sequer tocar o cacete, ordenei que lambesse toda a porra que caiu no chão, ele virou-se dizendo que não iria fazê-lo, dei-lhe várias bofetadas no rosto e ele chorando ajoelhou-se e lambeu toda a porra que havia derramado. Coloquei-o de castigo, ajoelhado ao lado da mesa, sentei e ordenei que a Lucia servisse o almoço, o marido comeria apenas sobras,. Os olhos de ambos brilhavam de prazer, apesar da dor que sentiam em suas bundas. Claudio passou o tempo durante ao almoço sentado, gemia de dor mas manteve-se obediente, eu pegava pedaços de comida e dava em sua boca, antes passava na buceta da Lucia que serviu o almoço e ficou em pé ao meu lado, quando terminei de almoçar mandei que ele lambesse a buceta dela para limpa-la, fui para a sala e instantes depois ela surgiu, ajoelhou-se e colocou a cabeça nas minhas pernas, Claudio vestiu-se e foi trabalhar.
- Meu senhor não tem idéia do quanto nos fez feliz hoje, seu capacho me confidenciou que havia sonhado com isso a vida inteira e sabe que existe apenas para servi-lo e eu então, ver ele sendo açoitado foi delicioso, e preciso confessar gozei duas vezes enquanto ele apanhava, me perdoe não pude evitar – falou Lucia em voz baixa e tremula.
- Está perdoada minha deliciosa cadelinha, prepare meu banho que vou descansar esta tarde, à noite tenho mais tarefas para vocês – ordenei enquanto fazia um carinho nos cabelos dela.
À noite, esperei Claudio chegar do restaurante e depois da Lucia despi-lo fui olhar os estragos da bunda dele, realmente foi um baita estrago, as nadegas estavam roxas e inchadas, mandei Lucia preparar uma bacia grande com bastante gelo e água gelada, isto feito ordenei que ele sentasse na bacia, o contato com o frio provocou arrepios no corpo dele, principalmente quando os genitais tocaram a água, ele tentava sentar lentamente, quando pisando na barriga dele afundei-o na água gelada, ele gritou de dor e implorou para sair, dei duas bofetadas no seu rosto e ele resignado deixou-se afundar na bacia, ordenei que Lucia ficasse sobre ele com as pernas abertas e retirando cubos de gelo da bacia enfiava em sua vagina, coloquei uns dez cubos dentro dela, ordenei que os mantivesse lá até que derretessem, peguei outros cubos de gelo e passei na bunda da Lucia que estava arrepiada de frio, depois deste castigo ordenei que os dois fossem para o quintal nos fundos da casa, eu havia providenciado duas coleiras e duas corretes para cães e chumbei as corretes no chão distantes uma da outra, coloquei dois cobertores no chão e ordenei que deitassem, coloquei as coleiras e amarrei as mãos aos pés assim não conseguiriam se soltar da coleira, cobri-os com outro cobertor e falei que mais tarde, quando voltasse da faculdade viria vê-los.
Voltei da faculdade entrei na casa me despi e fui para o fundo da casa ver meu casal de escravos, uma cena excitante, os dois amarrados e acorrentados, tirei o cobertor de cima dela soltei- e ali mesmo, deitei-me sobre ela e a possui, sua buceta estava encharcada imaginei quantas vezes já havia gozado, não demorei e vi que ria gozar, sai de dentro dela e fui até meu tio, ele parecia estar em transe, seus olhos faiscavam de excitação, ele abriu a boca e eu enchia-a de porra, Claudio depois de engolir tudo agradeceu, soltei-o e fomos os três para dentro para jantar e continuar a diversão.
Um sábado no final da tarde caiu um imenso temporal, com muitos raios e trovões, a tarde virou noite e um raio caiu em um transformador na rua e várias quadras ficaram sem energia, Lucia lembrou que Petra estava só, o marido havia viajado, mandei que ela fosse chamá-la, logo as duas voltaram, Petra agradeceu pela nossa preocupação e pediu para ficar até que a energia voltasse, consentimos e eu fui tomar um banho, a casa tinha um aquecedor a gás, após um banho relaxante chamei meu tio e mostrei como meu cacete estava duro só pela presença da Petra na casa, ele riu e pediu permissão para toca-lo, consenti e titio pegou meu cacete suavemente e iniciou uma masturbação lenta e suave, ordenei que parasse e fosse tomar um banho e depois chama-se Lucia para fazer o mesmo, coloquei um pijama sem cueca e fui para a sala, a iluminação da casa era feita por alguns lampiões espalhados pelos cômodos, na sala Lucia e Petra conversavam animadamente sentadas no sofá, sentei- ao lado da Lucia e ela de costas para mim tateava disfarçadamente para encontrar meu cacete, quando o encontrou massageou suavemente, logo Carlos chega na sala e pede que elas tomem banho, as duas vão juntas para o banheiro, deixando-me a sós com meu tio.
- Senhor que bom seria estar com elas no banho, tirei a chave da fechadura e se o senhor quiser pode vê-las – sussurrou Carlos.
- Bom trabalho, mas prefiro esperar elas saírem.
Dizendo isso trouxe a cabeça dele para o meu cacete que já estava fora das calças e começou a mamar, chupava com carinho e maestria, e antes que gozasse ordenei que parasse, logo em seguida as duas saíram do banheiro e foram para o quarto se trocar, depois de se vestirem chegaram na sala, como Petra tinha seios e quadril maiores que os da Lucia o pijama que Lucia emprestou para Petra ficou muito justo, a calça colado ao corpo e a blusa com os botões prontos para estourar.
Fiquei maravilhado ao vê-la, os seios grandes sendo contidos pelo pijama justo, os biquinhos duros quase furando o tecido, a vagina dividida ao meio pela costura da calça, deliciosamente tesuda, apesar de sessentona tinha um corpo de uma mulher vinte anos mais jovem, não havia tido filhos e se cuidava com cremes para a pele que o marido trazia das viagens para a Europa,
Meu cacete parecia pedra de tão duro e meu tio também estava com muito tesão, pois via seu cacete também duro, ficamos sentados num sofá eu e meu tio, no outro sofá Petra e na poltrona Lucia, conversamos banalidades e eu não agüentando levantei e fui para a cozinha seguido por Claudio, ficamos na cozinha no escuro com sacanagem, o abracei e ele pousou a cabeça no meu ombro, nossos cacetes se tocavam aumentando o tesão, enfiei a mão dentro da calça do pijama dele e alisei sua bunda, ele afastou as pernas para facilitar a caricia e enfiei dois dedos no seu rabo, ele gemeu de tesão e implorava que eu o enrabasse, nos acariciando nos despimos e eu já ia fode-lo quando Lucia entrou na cozinha falando que a Petra havia adormecido, pedindo para participar da sacanagem, despi a Lucia enquanto o marido sugava meu cacete, decidi ver a Petra dormindo, e levei o casal junto, colocamos o lampião na estante e ordenei que com cuidado o sofá onde nossa hospede estava adormecido fosse aberto, era imenso a excitação do trio, eu o o Claudio com os cacetes duros, a Lucia com a vagina encharcada, ficamos ali em pé ao lado da Petra olhando-a, o lampião produzia uma iluminação que fraca que aumentava ainda mais o tesão de todos, abaixei ao lado dela e comecei a abrir a blusa do pijama, lentamente para não acordá-la, minhas mãos tremiam , abri de baixo para cima e fui descobrindo o corpo daquela mulher deliciosa, estávamos ofegantes e a cada botão aberto maior o risco dela acordar, quando soltei o ultimo botão vi aparecer os seus belos seios, grandes, com aureolas e bicos proporcionais, toquei levemente os bicos e os vi crescer e ficarem duros, a calça do pijama não teria como tirar, era muito justo e ela certamente acordaria, levantei e peguei uma tesoura, cortei o elástico da cintura e fui descendo cortando até chegar à altura da sua virilha, suavemente retirei a calça do pijama e tivemos revelado o corpo de uma mulher sensacional, linda, pele lisinha, seios duros, coxas grossas e para o nosso delírio uma vagina totalmente depilada.
Ajoelhado ao seu lado toquei o bicos dos seios com minha boca, lambi e os beijei suavemente, a cada toque ela se arrepiava mais, todos tomados pelo medo dela acordar e ver os três ali ao seu lados nus e ela também nua.
Carinhosamente afastei suas pernas e beijei a parte interna das suas coxas, sua virilha, e cheguei a sua deliciosa buceta, beijei os lábios e abri-os com cuidado para sugar seu clitóris, ela estava ensopada, e sua pele arrepiada, se contorceu parecendo que ia acordar, parei e esperei um pouco, decidi possuí-la e ordenei que a Lucia se postassem ao lado da Petra e segurassem um braço e uma perna, com cuidado para ela não acordar, se ela acordasse deveriam segurar firme para que eu a possuísse, elas assim o fizeram, fui por cima da Petra, posicionei meu cacete à entrada da buceta dela e ao meu sinal enterrei fundo nela, meu cacete deslizou com dificuldade e ela acordou apavorada, meus escravos a mantiveram de pernas e braços abertos, consegui enfiar tudo, retirei e voltei à carga, ela gritava e eu comecei a socar com violência, debrucei sobre seus seios e suguei com sofreguidão, uma delicia.
De repente meus escravos soltaram-na e ela me abraçou com vigor, sua mãos pegaram minha bunda e me empurrou de encontro a sua buceta, ela rebolava e pedia para enfiar tudo, soquei com vigor e logo ela estava gritando de tesão e gozando, eu continuei socando até encher a sua vagina de porra, beijei sua boca demoradamente e ela pediu:
- Não tire seu cacete de dentro de mim, gozei muito gostoso, preciso de mais orgasmos assim, me fode como você fode seus escravos, me faça também sua puta – implorou Petra.
Deitei sobre ela, ofegante e realizado, beijava sua boca, pescoço, e seus deliciosos seios, depois de muitos amassos, sai de dentro dela e levei meu cacete para a Lucia chupar.
- Anda cadela, limpa o cacete do teu dono, limpa direitinho – ordenei
Petra veio para chupar também e levou uma bofetada.
- Não te mandei chupar o meu cacete, espere a sua vez – gritei.
Lucia lambeu o cacete, as bolas a virilha e quando ele começou a endurecer, deitei-me de costas e mandei que Petra viesse sugá-lo, ela tremia de tesão e medo, começou timidamente e logo engolia ele inteiro, ordenei que a Lucia viesse por baixo dela e limpasse também a sua vagina, Carlos recebeu a tarefa de buscar cremes e o cinto que eu usava para castiga-los.
Petra mamava com gula meu caralho, Lucia lambia a vagina da Petra para deixá-la limpa para ser usada novamente, Carlos chegou e mandei que lambesse a vagina da esposa, peguei o cinto e comecei a açoitar Carlos, levemente no inicio e Petra vendo ele apanhar acelerava os movimentos que ocasionava maior firmeza nas cintadas, ele pedia entre as lambidas que dava na buceta da esposa.
- Bate senhor, bate no teu escravo, eu mereço, não tenha dó, meu corpo te pertence – gemia ele.
Autorizei que ele gozasse e tão logo recebeu a ordem inundou as pernas da esposa, mandei que lambesse toda a porra despejada por ele, Lucia afundou a cabeça do marido no meio das sua pernas e também gozou, Petra implorou para que eu gozasse na sua boca e resetando seu corpo gozou na boca da Lucia, segurei a cabeça da Petra e enterrei meu cacete na sua garganta e gozei abundantemente, fazendo-a engasgar, ela bebeu até a ultima gota e continou sugando até ele amolecer.
- Senhor, se me permite, eu queria agradá-lo e tomei a liberdade de contar sobre nosso relacionamento para a Petra, elajáe havia nos visto no quintal e desde daquele dia tem a vontade de ser também a sua escrava, perdoe pela intromissão, queria apenas agradá-lo – falou Lucia em voz baixa.
- Meus queridos certamente que me agradaram e terão muito ainda para fazer para continuar dando ao seu macho prazer e satisfazendo minhas fantasias – falei em voz suave.
Ordenei que Carlos fosse até o quintal e trouxesse o par de coleiras e as correntes, ele voltou e prendi-o no pé da poltrona mais distante de nós, Lucia foi atada ao pé do sofá que estávamos, seu corpo ficou em cima do sofá, deixei-a com as pernas abertas e Petra foi colocada de quatro a cabeça próxima das pernas da Lucia, postei-me atrás da Petra e beijei suas pernas, coxas afastei seu lábios e lambi demoradamente sua vagina que estava molhada novamente, abri sua bunda e lambi e enfiei a língua no seu rabinho, ela estava arrepiada de tesão, lambi demoradamente e ordenei que ela sugasse a vagina da Lucia como premio para o trabalho de aliciamento da Petra, Lucia abriu as pernas afastou os lábios e escancarou a vagina para Petra lamber, postei-me atrás da Petra e arreganhando a sua bunda encostei meu cacete na entrada do seu rabo, sem penetrar, fiquei pincelando seu rabo que piscava de tesão.
- Meu macho, arromba a sua nova puta, fode meu rabo, sou sua – implorava Petra.
Pressionei e lentamente fui penetrando sua bunda, com dificuldade enfiei a cabeça e lentamente fui enfiando tudo, logo minhas bolas tocavam a sua buceta, tirei todo ele para voltar a empurrar até o fim, repeti o movimento cada vez com mais vigor, ela estava sendo arrombada, meu cacete doía pelo atrito mas era delicioso foder a polaca, Lucia rebolava na boca dela e Carlos acorrentado assistia a tudo, olhei no chã e vi que ele já havia gozado e sabia que seria açoitado por isso, Petra remexia e a cada estocada jogava seu corpo para trás, dei-lhe uma primeira palmada na bunda e ela assustou-se pois não esperava, estocava seu rabo e dava palmadas cada vez mais intensas, depois debrucei-me sobre ela e enquanto estocava tocava seus seios, beliscando os bicos, ela ofegante pedia para deixa-la gozar, consenti e ela tendo verdadeiras convulsões gozou, senti sua coxas molharem com o sumo que saia de sua vagina, Lucia arqueando o corpo gozou também ensopando a boca da Petra.
- Rebola vadia, faz teu macho gozar, ordenei enquanto batia vigorosamente na sua bunda.
O contraste de cores era lindo, sua pele branca, tinha manchas róseas, vermelhas e roxas, a surra provocou hematomas e o estouro de pequenas veias, com essa visão afundei meu cacete na bunda dela e gozei deliciosamente, sai de cima da Petra e fui até onde meu tio estava acorrentado e puxando-o pelos cabelos ordenei que limpasse a minha vara, ele lambeu ela inteira, lambeu meu saco minha virilha ele terminou o serviço e me agradeceu, soltei-o e mandei preparar nosso quarto e depois se banhar.
Jogada no sofá Petra e Lucia se acariciavam , soltei a Lúcia e me juntei a elas, deitamos so sofá, uma deitada de cada lado, abracei-as e ordenei que me masturbassem.
- Deixem este cacete duro que vou foder a buceta da Lucia, ela merece mais um orgasmo, imediatamente iniciaram a masturbação e eu beliscando os seios de ambas, olhava o trabalho das vadias.
Quando meu cacete ficou duro mandei que Lucia me cavalgasse, ela sentou sobre meu cacete e o fez desaparecer na sua vagina, ordenei que Petra sentasse sobre a minha boca de frente para a Lucia, elas se beijavam e alisavam seus seios, Petra abriu bem as pernas e encaixou sua buceta na minha boca, lambi demoradamente e ela esfregava a buceta no meu rosto para voltar à minha boca, , Lucia gozou primeiro ensopando meu cacete meu saco e minha virilha, ordenei que saísse e Petra abaixou a cabeça e ficamos num 69 delicioso até gozarmos.
Carlos retornou do quarto e ficou nos observando e avisou quando gozamos:
- Senhor o quarto já está arrumado e eu de banho tomado, quer que prepare o vosso banho? – perguntou Claudio em voz baixa.
- Prepare e avise quando estiver pronto, as cadelas vão dar banho no dono para serem usadas mais tarde.
Enquanto ele saia em direção ao quarto eu o olhei com volúpia, nunca imaginei que meu próprio tio seria meu escravo e menos ainda que teria duas mulheres deliciosas ao meu dispor, aquela noite foi a primeira de uma série incontável de noites de prazer, sexo, tesão, muita paixão e amor que dedicamos aos nosso relacionamento.
Petra estava sempre conosco, seu marido viajava muito e uma noite pulamos o muro os três para fode-la no quintal enquanto o marido dormia. Essa é outra história que contarei brevemente. Quem quiser pode entrar em contato pelo e-mail mestre47sp@hotmail.com.
 

Minha tia Lúcia - parte 1

Após ler muitos relatos eróticos em sites resolvi contar casos de minha vida.
Meu nome é Francisco, tenho hoje 50 anos, sou casado, tenho 2 filhos.
Minha família é do Paraná, em 1978 vim para São Paulo para estudar e fui trabalhar no restaurante do meu tio na época ele tinha 48 anos e minha tia Lúcia tinha 32 anos.Eles tinham um restaurante no bairro do Brooklin, o prédio era formado por dois sobrados geminados que foram reformados e tornaram-se apenas um prédio, nos fundos havia duas edículas que foram mantidas uma servia como vestiário para os funcionários e outra como uma casa de hospedes.
Ficou acertado que eu trabalharia com meu tio e moraria na edícula de hospedes.
As primeiras semanas foram normais e eu me adaptando ao novo ritmo, já que trabalhava durante o dia no restaurante e à noite cursava Direito em universidade renomada, voltava da faculdade por volta da meia noite, lanchava, tomava um banho e dormia iniciando no trabalho na manhã seguinte.
Deixe-me falar sobre a minha tia Lúcia, ela é uma mulata, e eu andava alucinado por ela, com 18 anos vivia me masturbando pensando naquela mulher deliciosa. Ela tem seios e bundas grandes, quadris largos e coxas grossas, eu vivia olhando-a com volúpia e perdi a conta de quantas vezes acordei de madrugada pensando nela, acordava de cacete duro e sempre terminava em saborosas punhetas.
Durante o dia eu a seguia pelo restaurante esperando oportunidades para roçar no seu corpo, dezenas de vezes rocei em seus braços, seios, pernas e bunda, sempre me desculpava pelo ato, uma vez olhando-a na cozinha, pude ver os seios pelo decote do vestido, lindos com aureolas grandes e bicos enormes, meu cacete endureceu na hora e ela percebeu olhando –me com espanto e desaprovação. Sai dali em direção ao banheiro e me masturbei como louco, chegava a me masturbar 5 vezes por dia.
Certa noite, vindo da faculdade notei que tinha movimento no vestiário dos funcionários, fui até a janela e por uma fresta podia ver minha tia em pé com o vestido levantado até a cintura e o meu tio sentado na cadeira sugava a sua vagina enquanto ele a sugava tocava o cacete, duro feito pedra, olhando os dois saquei meu cacete e me masturbei, ouvindo os gemidos deles gozei lambuzando o chão em frente a janela, ainda vi Lucia gozando e meu tio gozando nas coxas dela, fui para o meu quarto e de os vi saindo do vestiário, Lucia saiu olhando para os lados e parou em frente a mancha de esperma no chão, agachou-se e com o indicador tocou o esperma no chão e cheirou, colocou o indicador na boca e lambeu indo embora com um sorriso maroto nos lábios.
Os dias transcorriam tranqüilos, até meu tio nos avisou que iria para o Paraná para fechar negócios com suas terras e outros bens que possuía por lá e ficaria ausente por uns 10 dias, pediu que neste período eu ficasse morando com minha tia na casa deles que ficava a 3 quadras do restaurante, meu tio viajou na 2ª feira pela manhã, trabalhamos normalmente no restaurante, à noite fui para a faculdade e na volta fui para a casa deles, cheguei e minha tia me esperava para jantar, ela estava com um pijama comprido que não combinava com aquele de monumento de mulher, fizemos um lanche rápido e La se despediu dizendo que ia dormir, eu ficaria no quarto de hospedes ao lado do quarto deles, fui para banheiro me despi tomei um banho e voltei para o quarto enrolado na toalha, ao passar pelo quarto dela vi a porta aberta e ela não estava, cruzei com ela no corredor voltando para o quarto com uma jarra com água.
- Tenho muita sede à noite – disse ela
- Durma bem tia Lúcia – emendei
- Vai ser difícil sem o seu tio aqui – murmurou tia Lucia
- Se precisar de algo me chame – disse indo para o quarto.
Me deitei e foi impossível não ter outra ereção pensando naquela mulher deliciosa no quarto ao lado. Me levantei tirei a calça do pijama e no escuro fiquei parado em frente a porta do quarto da tia Lucia, sentia o seu perfume e ouvia a sua respiração, como um louco me masturbei, gozei derramando meu esperma no chão e na porta do quarto.
Fui para o meu quarto e ma manhã seguinte fui ao banheiro e vi a Lucia agachada em frente ao seu quarto olhando as manchas de esperma.
- Bom dia tia Lucia, dormiu bem – perguntei
- Mais ou menos – murmurou ela
- Que engraçado já vi estas manchas na porta do vestiário do restaurante, o que será isso?? – perguntou ela, sorrindo.
- Não sei dizer tia – respondi indo para o banheiro.
Fomos trabalhar e o dia transcorreu normalmente, à noite cheguei em casa fiz um lanche, tomei um banho e fui dormir, percebi que não dormiria sem me masturbar já que meu cacete estava duro demais, levantei me despi e fui para a porta do quarto da Lucia, no escuro sai do quarto e fiquei parado na porta do quarto dela, comecei a me masturbar quando ouvi ela gemendo, ela estava se masturbando e chamava pelo meu tio.
- Vem meu macho vem foder a tua fêmea – gemia ela.
- Minha vagina está ensopada, quero seu cacete aqui- pedia Lucia.
- Vem Francisco vem foder a titia – pediu ela
Ao ouvir meu nome gelei, voltei para o quarto e me deitei, se meu tio soubesse disto eeu estaria ferrado.
Estava deitado quando ouvi ela me chamando, pedindo que fosse até seu quarto.
- Vem aqui, estou com medo de dormir sozinha – pediu ela.
Coloquei meu pijama e encabulado fui até o quarto dela, tentava disfarçar o meu cacete duro,.
- Deite aqui comigo, não consigo dormir – pediu Lucia.
Ainda no escuro deitei-me ao seu lado sem encostar nela,.
- Tenho me sentido muito só nestes dias, chegue mais perto – pediu ela.
Me encostei e minha mão encostou na sua coxa, ela estava nua, delirei de tesão, meu corpo tremia, ela virou de costas e pediu para abraçá-la. Tremendo de tesão abracei-a e segurei nas suas mãos, ela arrebitou a bunda e encostou no meu cacete, levou uma das minhas mãos ao seu seio e a outra às suas coxas, que mulher deliciosa, senti seus mamilos se arrepiarem e seus bicos endurecerem, senti seu perfume e a maciez de sua pele, ela estava arrepiada.
- Tira seu pijama e me abraça, estou carente de pele de macho – sussurrou ela
Tirei meu pijama e a abracei tocando seu seio e encostando meu cacete na sua bunda.
- Francisco você está com muito tesão, não se masturbou hoje como tem feito ultimamente, sei que você se masturbou em frente ao vestiário e em frente ao meu quarto, seu tarado, se masturbando pensando na sua tia, seu devasso- disse ela enquanto levava minha mão para a sua vagina.
- Toca a bucetinha da tia, veja como está molhada de tesão – gemeu ela.
Toquei levemente a sua vagina, ela gosta de manter a vagina peluda depilando apenas as laterais, sentia o perfume do seu corpo e estava quase gozando, ela tirou a coberta de cima de nós e pediu para acender a luz, queria que eu a visse nua, acendi a luz e me vi ante aquele monumento de mulher, seus seios arrepiados os bicos duros, a vagina peluda,
- Vem meu Francisco deite-se ao lado da sua tia – pediu ela
Deitei-me e ela veio por cima e me beijou, sua boca invadiu a minha e nos beijamos longamente, enquanto a beijava tocava sua buceta, abrindo os lábios e enfiando suavemente o dedo, ela estava ensopada, subiu o corpo e deixou na altura da minha boca seus seios deliciosos, beijei, lambi, mordisquei, ela gemia e arqueava o corpo para que eu beijasse os dois seios, continuava tocando a sua vagina e quando ela encostou as mãos no meu cacete eu pirei, não consegui segurar e gozei, lambuzando sua mão e suas coxas.
- Tia me desculpe, eu estou muito excitado e não pude segurar – falei envergonhado.
- Não se preocupe meu querido, vamos ter muito tempo para gozar- sorriu ela matreiramente.
Deitou-se de costas abriu as pernas e me pediu para beijar a sua vagina – enquanto falava levava minha cabeça para o meio de suas pernas, senti pela primeira vez o cheiro de uma buceta e fiquei alucinado, nunca mais consegui transar com uma mulher sem antes chupar a sua vagina.lambi seus pelos os lábios e me afundei na sua vagina, uma delicia, ela ensopada, gemendo e pedindo para não parar, em pouco tempo ela gozou e encheu minha boca com seu mel, puxou-me rápido e beijou minha boca para sentir seu gosto, ela adora fazer isso.
Deitei-me ao seu lado e ela começou a tocar meu cacete até que ele ficou ereto novamente, Lucia virou seu corpo e abocanhou meu cacete, primeiro colocou a cabecinha na boca e ficava dando chupões, tirando a boca, eu delirava, meu corpo tremia, ele virou o corpo até deixar a sua vagina próxima da minha boca, afastei suas pernas e me afundei novamente na sua buceta, Lucia foi posicionando a te que seu rabinho estava nos meus lábios, lambi o rabinho e enfie minha língua dentro dele.
- Chupa meu macho, chupa meu rabinho, lambe meu cuzinho – gritava ela.
Eu freneticamente chupava seu rabo e sua buceta, ela logo gozou me encharcando a boca novamente com seu mel, continuei chupando seu rabo até que ela gritou que ia gozar pelo cú, e gemendo gozou pelo rabo, eu alucinado enche sua boca de porra e ela bebeu tudo, caiu ao meu lado e adormecemos.
Fui acordado por ela de madrugada para tomarmos banho, fomos nus para o banho, eu estava no paraíso, só havia transado com prostitutas no Paraná e mesmo assim nenhuma que chegasse aos pés da Lucia, o banheiro tinha uma banheira enorme, ela ligou o chuveiro e entramos na banheira, em pé eu a abracei por trás e meu cacete duro encostou na sua bunda, com uma das mãos tocava os seios e a outra dedilhava sua vagina, ela abriu as pernas para que os meus dedos entrassem na vagina, beijei sua nuca e mordisquei sua orelha, ela com a pele arrepiada gemia e trazia sua bunda de encontro ao meu cacete.
- Vou levar você ao paraíso meu macho – gemeu ela
Ajoelhou-se e levou meu cacete até sua boca e chupou gulosamente, quando estava bem duro ela virou-se de costas ficou de quatro e pediu para eu chupar seu rabo, mordisuavemente sua bunda e abrindo ainda mais suas pernas arreganhei sua bunda e lambi seu rabinho que piscava a cada lambida.
- Vem meu macho fode a bundinha da sua puta – pediu ela.
Me ergui e pincelei a bunda dela com meu cacete, ela com pressa de ser fodida, agarrou meu cacete e levou até seu rabo , enfiei a cabecinha e ela abrindo a bunda gritava:
- Fode a sua titia, fode, arromba minha bunda – gritava.
Alucinado enfiei tudo de uma vez, ela urrou de dor e tentou fugir, segurei pelos quadris e fui bombeando, tirava todo o cacete para enfiá-lo de uma vez, após alguns minutos ela já rebolava para receber ele no rabo.
- Vem meu macho, faz a tia gozar – pedia ela
Rebolando gozou, tirou meu cacete do rabo e depois de lavá-lo, chupou novamente , ficou novamente de quatro e pediu para foder a bucetinha.
Que visão deliciosa, aquela mulher deliciosa de quatro, abrindo a buceta para ser fodida, encaixei meu cacete na portinha da buceta e ele deslizou naquela buceta ensopada, bombeava e de repente ela pede:
- Bate na minha bunda, bate na titia – gemia
Dei um tapa suave e ela gritou:
- Bate na sua puta, bate na sua pretinha, quero apanhar do macho – pedia Lucia
Fiquei enlouquecido com o pedido, tirei meu cacete da sua buceta, sai da banheira, agarrei-a pelo cabelo e levei-a até a cama.
- Fica de quatro sua puta, abra as pernas que eu vou foder a sua buceta – ordenei
-Sim meu macho fode a tua puta – gemia Lucia.
Peguei uma sandália dela e me posicionei atrás dela, fui enfiando meu cacete na vagina dela enquanto batia vigorosamente na sua bunda. Ela rebolava e gritava, pedindo para bater com mais força, com uma das mãos agarrei seus cabelos e puxei para trás com a outra dava lambadas na sua bunda, ela começou a gozar e gemendo gozou várias vezes, eu continuava bombeando sua buceta e quando vi que ia gozar, tirei da buceta, virei-a de frente para mim e atolei meu cacete na sua boca, gozei enchendo a boca dela de porra.
- Bebe tudo sua puta, bebe a porra do teu macho, sua vadia – ordenei
Ela engasgando com a porra tentava tirar o cacete da sua boca e eu batia no seu rosto afundando meu cacete na sua garganta, virei e enquanto ela limpava meu cacete abri suas coxas e suguei sua vagina e rabo alternadamente, fazendo-a gozar feito louca.
Descansamos um pouco, tomamos um banho e fomos para o restaurante, durante todo o dia eu descaradamente a encoxava, beliscava sua bunda e seios e quando não havia ninguém por perto dava tapas na sua bunda. À tarde passei por ela e falei te espero no vestiário, fui para lá e me despi da cintura para baixo, ela chegou e eu ordenei que se ajoelha-se e me chupasse, ela tentou sair e eu ordenei que não saísse pois se o fizesse seria castigada. Ela ajoelhou-se na minha frente, abocanhou meu cacete e chupou com carinho e tesão, quando ele estava bem duro, ordenei que ficasse de quatro apoiada na janela, Levantei seu vestido, rasguei sua calcinha e lambuzando meu cacete na sua buceta, enfiei no seu rabo, ele gritou de dor e tentou escapar.
- Fique calada sua puta, agüente sem gritar sua vadia, você gosta de levar no rabo, cadela – ordenei.
Ela arreganhou ainda mais a bunda e eu a invadi por inteiro, socava e sentia meu saco bater na sua vagina, ela rebolava e quando se aproximou o gozo enterrei tudo no rabo da Lucia, enchi ela de porra e ela gemendo gozou.
Tirei meu cacete da sua bunda e dei para ela chupar, ela tentou fugir, eu a agarrei pelo cabelo e a derrubei ela caiu sentada, segurei-a pelos cabelos e empurrei meu cacete na boca dela, ela tentava tirar, eu dei várias bofetadas e ela chorando engoliu meu cacete, chupando-o até ele amolecer,
Me vesti e a deixei sentada, chorando ela me pediu para educá-la e ensinar a ser a minha puta, que ela queria muito me servir, ser a minha escrava, a minha cadela.
Fomos trabalhar e à noite antes de ir para a faculdade, passei em casa para tomar um banho e ver a minha amante, a minha tia estava se mostrando uma verdadeira puta e eu estava adorando a idéia.
Quando cheguei ela estava no banho, me despi entrei no banheiro e ordenei que ficasse deitada na banheira, encostei ao lado da banheira e urinei sobre o seu corpo, mijei nos seios, na buceta e mandando ela ficar de bruços, mijei também na sua bunda. Lucia fechou os olhos e gemia a cada esguicho que caia no seu corpo, Quando terminei, ordenei:
- Vem agora chupa meu cacete sua vadia –
Ela ajoelhou-se na banheira e tomou meu cacete com a sua boca, seu corpo tremia de tesão, toquei seus seios que estavam arrepiados e duros.
- Chupa, me faz gozar sua cadela – ordenei.
Ele acelerou os movimentos e eu despejei novamente na sua boca uma carga de esperma que ela bebeu até a ultima gota.
- Não vou para a faculdade, vou fode-la a noite inteira, vagabunda.
Ordenei que ela toma-se banho e fosse para o quarto me esperar, quando ela saiu eu tomei um banho demorado e fui para o quarto ver a minha amante, ela deitada de costas com as pernas abertas tocava a buceta, com os olhos fechados dedilhava a vagina, deitei na cama afastei a sua mão e comecei a sugar aquela buceta deliciosa, ela gemia, pedia para eu não parar implorava para gozar, beijava seu grelo e tocava seus seios, que se eriçavam a cada toque. Ela gemendo gozou em minha boca.
- Levante-se e venha para a cozinha – ordenei
Fui na frente e ela me seguiu, mandei que ela subisse na mesa e ficasse de quatro, voltei ao quarto peguei uma escova de cabelo e um pote de creme, quando voltei para a cozinha ela estava de quatro com as pernas abertas, seu gozo escorria pelas coxas, passei o dedo e lambi, que delicia o gosto do mel da Lucia, dando palmadas na sua bunda, besuntei seu rabo de creme e enterrei o cabo da escova no seu cuzinho ela gemeu, mais de prazer do que de dor, fui até a geladeira e retirei a forma de gelo, peguei os cubos e fui enfiando na buceta dela, logo pelo menos seis cubos estavam enfiados na sua buceta, o gelo derretia e escorria pelas pernas, em pouco tempo todo o gelo havia derretido, toquei a sua vagina e estava gelada como um sorvete, peguei a escova e retirei da sua bunda, deitei-a de costas na mesa e suguei sua buceta, logo estava fervendo e expelindo uma mistura de água e mel, lambi e pegando a escova enterrei no seu rabo ela gemia de prazer e logo gozou novamente, peguei-a no colo e a levei para a cama, deitei e ordenei que ela sentasse no meu cacete, ela abriu as pernas e encostando o cacete na buceta sentou engolindo-o inteiro, Enquanto ela me cavalgava eu beijava seus seios, e dava palmadas na sua bunda, que delicia de mulher, extasiado com aquele mulherão, gozei e enchi novamente sua buceta de porra .
- Lucia, a partir de hoje você será a minha escrava para me servir e me dar prazer, quando estivermos em casa, quero-a sempre nua, vou me mudar para cá para treparmos sempre que me der vontade.
- O único problema será o meu tio, como contar para ele que a esposa é uma puta e vai trepar com o macho dela. – questionei Lucia
- Isso não será problema eu me encarrego de falar para ele, ele não tem tido muitas ereções só me satisfaz com sexo oral, como você viu naquele dia no vestiário do restaurante, há muito tempo venho falando sobre ter um amante e ele não foi contra só pediu para não transar com ninguém sem a aprovação dele.- confessou Lucia
- Mas não foi possível esperar, e ele vai aprovar o novo macho da casa tenho certeza.
Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Entrem em contato e-mail mestre47sp@hotmail.com

 

Primeira vez com um crossdresser

Não sou crossdresser mas escrevo para relatar um situação inesperada que me sucedeu e mudou completamente a minha sexualidade seguramente para o resto da minha vida.

Sou um homem normal que já tive várias namoradas e com quem tive relações sexuais.

Tive uma educação muito machista daquele tipo que me fazia repudiar tudo o que se relacionasse com o mundo GAY e afins.

Mas tudo começou a mudar quando um dia ao estar a navegar na internet onde explorava vários sites de sexo deparei-me involutariamente com uma foto de uma mulher super sexy não só devido ao seu corpo mas também devido à maneira como se vestia o que nada não teria de estranho se não fosse o facto de a tal suposta fêmea espectacular ser um homem ou um crossdresser como nessa noite então aprendi.

Lembro-me que nesse dia fiquei um pouco até envergonhado pois mesmo depois de ter descoberto que aquilo era um homem, continuava a ter uma enorme erecção.... estranhamente muito mais do que se tivesse a contemplar uma foto de uma mulher.

Lembro-me que fechei a imagem repentinamente com um misto de consciência pesada pelo aquilo que me estava a suceder mas também com a sensação de ter descoberto algo que me excitou imenso e que eu até então desconhecia completamente.

Aquela foi uma imagem que ficou-me na cabeça durante alguns dias o que fez com que alguns dias depois não resistisse e por consequência me pusesse na internet a procurar/explorar sites sobre crossdressers.

Lembro-me de ter encontrado primeiramente o URNOTALONE, depois o ANDYTV e depois vários outros que me iam deliciando e que pouco-a-pouco e sem me aperceber ia alterando a forma de encarar a minha sexualidade.

O desejo de "possuir" um crossdresser não saía da minha cabeça embora a minha consciência reprimida me impedisse de dar qualquer passo no sentido de efectivamente algum dia vir a o fazer.

Vivo numa cidade relativamente pequena e cuja sociedade é extremamente preconceituosa daí que essa realidade (crossdressers, travestis etc) não são coisas que haja por cá (pelo menos publicamente!!)

Passados 3 / 4 anos, aconteceu algo de surpreendente .

Na realidade vim por um acaso a reencontar de uma forma involuntária um antigo colega de escola com quem não falava à imensos anos (desde crianças).

Era o Paulinho que havia andado na mesma escola básica que eu quando nós tínhamos cerca de 6 ou 7 anos.

O Paulinho era uma criança gorducha (não gordo !!) lourinha com cabelinho lisinho, olhos azulinhos claros meio acizentados e desde criança que já revelava comportamentos estranhos/diferentes em relação às demais crianças o que o fazia ser colocado à parte e ser vítima de brincadeiras "estúpidas".

Naquela altura infelizmente eu era um dos que não brincava nem me relacionava com ele (coisas de crianças !!) mas no entanto era dos poucos que não o maltratava o que talvez fazia com que ele à vezes me observasse muito silenciosamente no seu canto.

Ora bem deu-se a coincidência que muitos anos depois (após ter-me sucedido aquelas cenas de descobrir os crossdressers na internet) reencontrei o Paulinho.

Paulinho é quem trabalha numa loja tipo aquelas que vende um pouco de tudo e que pertencia aos seus pais situando-se perto da escola onde nós andámos e a uns quinhentos metros acima da casa dos meus pais onde eu havia crescido e morado até à relativamente pouco tempo.

Tudo começou durante um período de férias aquando duma visita à casa dos meus pais. (moro muito perto dos meus pais)
Como era usual sempre que tinha algumas camisas faltando botôes levava para a minha mãe arranjar.
Como tal, nesse dia levei algumas roupas mas minha mâe apercebeu-se que não tinha alguns botões de determinadas cores daí que seria necessário comprá-los.

De imediato disse-lhe que não havia problema que durante a semana comprava os botões necessários e que depois nesse fim-de-semana quando lá fosse novamente, levaria os ditos botões.

Minha mãe sugeriu-me no entanto que fôsse à loja do senhor Gervásio comprar os botões que ficava ali perto e sendo assim no próprio dia arranjava toda a minha roupa de maneira a que eu a pudesse levar de volta naquele mesmo dia.

Achei uma boa ideia, pois já nem me lembrava da existência da velha loja pois é daquele tipo de lojas antigas semi-falidas que não se consegue entender como continuam abertas e a resistir contra o evoluir dos tempos.

A loja do senhor Gervásio é a loja do Paulinho. O senhor Gervásio era o seu pai que entretanto faleceu.

Chegando à dita loja entrei .

Continuava como sempre aquele balcões antigos de madeira com prateleiras e vidros cheios de tudo o tipo de coisas que se possa querer (tipo loja de Chinês com roupas, artefactos tudo o que possa querer) mas que basicamente são coisas baratas e às vezes até já fora de moda.

Ao aproximar-me vejo uma figura atrás do balcão que aparentava ser uma mulher meio gordinha mas ao aproximar-me apercebi-me que era afinal o Paulinho .

Paulinho depois de adulto continua a ter aquele aspecto de menina com aqueles olhinhos clarinhos o cabelo lourinho muito fraquinho e um lábios nuito finhinhos também.

Do lado de fora do balcão estava a senhora Lurdes que era uma velhota vizinha (uma beata) que passava a vida a falar da vida alheia na vizinhança.
Assim que entrei a velhota despediu-se de Paulinho e saíu.

Ao aproximar-me apercebi-me que Paulinho reconheceu-me mas no entanto não me cumprimentou como seria lógico por nós termos sido antigos colegas de escola.

Disse-lhe "olá" e ele respondeu-me simplesmente "Bom dia"

Pedi-lhe os botões.

Afastou-se e foi aí que vi que os anos passaram e acabaram por confirmar aquilo que se já se previa.

Paulinho andava e gesticulava duma forma escandalosamente afeminado.

De repente sucedeu um pequeno pormenor que fortaleceu/reavivou os meus desejos proibidos que havia descoberto 3 / 4 anos atrás.

Quando Paulinho buscou o escadote e subiu para poder abrir a porta dos armários onde tinha arrumado as caixas de botões, retira primeiro uma caixa que estava à frente ...e coloca em cima do balcão para então poder retirar as caixas com os botões que estavam mais atrás.

A caixa que pôs temporariamente em cima do balcão continha pacotes com meias-calça para vender.

Paulinho é gordinho ..mas é aquele gordinho bem feito ....ou seja um cu enorme mas com uma cintura delgada.

Inesperadamente a ideia de associar Paulinho com aqueles gestos afeminados e com aquele cu enorme usando uma daquelas meias-calça dando o cu para mim, provocou-me um tesão de outro Mundo de tal maneira que creio ele ter-se apercebido que eu estava a apreciar o seu cu.

Fiquei um pouco atrapalhado !!!!

Chegou perto de mim começou a escolher os botões e ai aproveitei para meter a conversa e perguntar-lhe se não se lembrava de mim!

Perguntei-lhe pela mãe a dona Dolores e ele respondeu-me que ela infelizmente já não podia trabalhar na loja juntamente com ele, pois a cataratas nos olhos acabaram praticamente com a sua visão e além disso estava praticamente acamada (passava o tempo todo na cama) vítima de sucessivas quedas que tinha dado nos últimos tempos.

Embora se mostrasse um pouco tímido no início para falar comigo, agora a conversa fluía como água. Eu estava conversando mas sempre que me lembrava da cena do CU ...ficava com um tesão de todos os tamanhos.

È aí que notei que a atenção dele ficou subitamente focada por alguns segundos naquilo que estava a passar na televisão.

Na realidade existia na loja uma pequena televisão em cima dum dos armários vitrine que estava sempre ligada.
Nesse momento estava dando uma notícia e passando imagens sobre um desfile de Orgulho gay que se havia realizado dois dias antes em Amsterdão creio eu.

Comecei a ver televisão e quando apareceram dois gays de bigode a se beijarem em frente à câmara aproveitei para dizer que aquilo me enojava ver dois homens com aspecto de homens a se beijarem entre si.

Mas logo sublinhei que quanto aos outros Gays e dei um exemplo aqueles que já nascem assim e que se sentem de tal maneira femininos que chegam ao ponto de inclusive sentirem a necessidade de se vestirem de mulheres ....eu aí nesse caso não condenava minimamente.

Paulinho simplesmente não pronunciou uma palavra que fosse.

Continuei eu a dizer que havia deles que se vestiam de tal maneira que por incrível que se pudesse pensar, conseguiam ficar mais femininos que muitas das mulheres da actualidade que adoptam muito aquele estilo tipo desportivo.

Paulinho continuava a ouvir mas não manifestava-se.

Mudámos de conversa e pouco depois despedi-me e saí da loja

Naquele dia chegando a casa bati uma grande Punheta fantasiando que estava a comer a "Paulinha" dando o cu para mim usando um meia-calça.

Depois disto andei a rondar a loja sempre com desculpas mas sempre com cuidado para não suscitar desconfianças na vizinhança.

Depois de algumas visitas creio que o "Paulinha" (vou começar a chamá-lo assim) começou a ver que a minhas compras / visitas / brincadeiras simpáticas talvez fosse pretexto para algo mais (tivesse alguma segunda intenção).

Daí que tenha tido a sensação que ele ficava mais nervosa e eis que um belo dia após chegar a casa com um pequeno saquinho de uma daquelas compras sem grande necessidade que fazia na loja do Paulinho ......encontrei um pequeno envelope.

Abri e era uma declaração de amor.

Era mesmo sentimental não era coisa de sexo.

Fiquei eu um pouco nervoso com aquilo e lembro-me de pensar para mim mesmo "vê lá em que é que te andas a meter" ...mas paralelamente fiquei também com um tesão de todos os tamanhos só de imaginar que podia me aproveitar da situação para fazê-lo vestir-se para mim como eu quisesse e deixar-me fazer dele o que quisesse.

Fiquei cerca de um dia pensando no assunto pois tinha também a parte de consciência religiosa que era na altura o maior impedimento para deixar soltar o meus desejos proibidos.

Mas falou mais alto o tesão. Daí que dois dias depois tivesse ido à loja. Paulinho que quando me lá viu chegar ficou nervosíssimo. Assim como eu fiquei também.

Aproximei-me perguntei se estava tudo bem. Ele olhou para mim fixamente sem dizer nada.

E foi aí que comecei a desbobinar.

Comecei por me fazer rogado no que respeitava os sentimentos dele e disse-lhe que ele tinha que ter bem a noção que a vida não é feito de amores Platónicos (e então comecei a levar as coisas como me convinham)...disse-lhe que aquilo era algo muito sério pois quando por exemplo dois seres humanos assumem entre si uma relação de afecto deste tipo isso acaba inevitavelmente mais tarde em implicar SEXO.

E logo perguntei para ele se tinha a noção do que seria aquilo !?!? e se teria preparado para tal situação..!?!?? e se imaginava sequer o que tal seria !?!??

Finalmente Paulinho impetuosamente exclamou muito decidido que da parte dele estava seguro do que estava a fazer ....e ....que inclusive já nos tinha imaginado juntos e que estava pronto a levar a situação em frente ....

Quando me disse que já nos havia imaginado juntos fiquei com um tesão de todo o tamanho e prontamente confessei-lhe que embora me sentisse atraído sexualmente por ela ao ponto de já nos ter inclusivamente imaginado juntos ele vestido de mulher e eu a possuí-lo, não estava ainda completamente à vontade para ir em frente uma vez que aquilo era uma situação completamente nova para mim e que me tinha apanhado de certa forma surpreendido .

Alertei-lhe que havia ainda o problema sobre onde é que no encontraríamos visto ele não saír praticamente de casa para cuidar da mãe!!?..

De repente agarrou-me na mão ...foi a primeira vez e fiquei meio atrapalhado e um pouco receoso visto que a qualquer momento alguém poderia entrar na loja e ver, mas não dei parte de fraco e perguntei-lhe se nós levássemos aquilo em frente se ele seria capaz de se vestir de mulher para mim ...ao que ele disse que sim e perguntou-me que tipo de roupas eu gostava que ele usasse quando estivesse comigo .

Eu disse-lhe e aproveitei a oportunidade para elogiar-lhe que ele tinha umas ancas de mulher. Perguntei-lhe se podíamos nos encontrar no sábado. Respondeu que sim desde que fosse na loja ou na casa que ficava por cima da loja mas que lhe telefonasse antes.

Dois dias depois (sábado) telefonei-lhe e combinámos que fôsse ter a casa junto à loja mas que entrasse numa porta lateral que dava para uma esquina escondida junto a um antigo fontenário. Aproveitei para garantir-lhe que eu seria muito carinhoso e levaria as coisas com muito cuidado para não magoá-la. "Ela" aproveitou para me confessar que embora nunca tivesse estado com homem antes, havia já no entanto imaginado muitas coisas e apimentou a situação acrescentamdo que já costumava inclusivamente fazer umas "brincadeirinhas" com cabos de escovas de cabeleireiro.

Ao ouvir aquilo, fiquei louco de tesão e não via a hora de chegar a sábado.

A zona onde ficava a loja era ideal visto que ficava numa parte da estrada muito íngreme onde a estrada ficava mais estreita e situava-se de frente (no lado oposto da rua) para uma moradia enorme circundada por um muro alto a toda a volta dos terrenos circundantes mas que pertencia a emigrantes que passavam a maior parte do ano fora vivendo em França e que geralmente ocupavam a casa somente durante as férias no mês de agosto.

Quanto à loja, para o lado da rua havia duas portas.

Uma das portas era a da loja que estava ladeada por duas janelas que serviam de vitrine para expôr mercadoria e mais acima ficava a porta de acesso exterior da casa (embora houvesse uma escada de comunicação interior entre aloja e casa)

Em baixo, ao dobrar a esquina do edifício fica um recanto escondido onde antigamente existia um velho fontenário e onde se situava uma porta que só esporadicamente era aberta para carregar mercadoria para a loja.

Chegando ao Sábado andei o dia todo um pouco nervoso é certo mas sempre cheio de tesão. Marcámos por telefone às 20h00 na porta do canto escondido. Chegando ao início da noite muito discretamente aproximei-me da loja sempre receoso para não ser visto (fui a pé) bati levemente na porta que ficava no recanto escondido onde antigamente existia o velho fontenário e logo a porta abriu um pouco e o suficiente para eu entrar.

Chegando a dentro fiquei completamente babado e o meu caralho (o cacete) quase que não cabia dentro da calças.
Aí estava ela toda maquilhada (um pouco exagerado ...mas excitante) lábios cheios de baton vermelho berrante ...estava vestida, com um vestido branco justíssimo abaixo do joelhos, collants negros debaixo do vestido e uns sapatos de verniz cõr-de –rosa altíssimos:
Era notório que tratava-se de roupa barata (talvez daquilo que tinha na loja para vender) mas que dava-lhe um ar ordinário de puta.

Logo após fechar a porta agarrei-a encostei-a à parede tendo lhe metido a lingua dentro da boca dando um beijo cheio de intenções sexuais ao mesmo tempo que agarrava-lhe naquele CU descomunal e que apalpava sem fim.

Estávamos cheíssimos de tesão mas estava a ver que teria de tomar a decisão, foi quando agarrei-lhe na mão e pus-lhe em cima do volume das minhas calças.

Ela que inicialmente parecia pouco à-vontade para tomar a iniciativa, logo que se viu com a mãozinha (ela é alta ...principalmente com os saltos altos...mas tem umas maõzinhas, pezinhos e boquinha tão pequenos em relação ao corpo.) no meu volume, agarrou-se ao Caralho com tal avidez que parecia não o querer deixar mais nunca ...era quase como ....se fosse finalmente aquilo que tanto queria depois de tantos anos.

No local onde estávamos, a luz estava desligada sendo que a única claridade vinha de cima do início das escadas mas isso (a sensação de estar a fazer aquilo escondido) fazia com que ficasse ainda mais cheio de tesão.
Baixei-a, pus-lhe de joelhos, e fui então que vi que ela estava completamente ansiosa com aquilo que eu ia a fazer....abri os botões das calças e meio atabalhoadamente tirei o Caralho para fora que estava completamente duro.

Era incrível tinha a sensação que o tesão era tal que o Caralho parecia maior do que o costume.

Pus-lhe em frente á cara dela que parecia hipnotizada pelo "BICHO" foi então que meio à bruta abri-lhe a boquinha e meti o máximo que pude do Caralho lá dentro... agarrando-lhe na cabeça...ela ficou louca começou a "mamar" meio desajeitamente, mas de assim que apanhou o jeito do vai-vem começou a mamar vigorosamente e cada vez mais a engolir o máximo caralho que podia emitindo uma respiração ofegante sendo que esporadicamente como que se atrapalhava com a própria saliva mas mamava como uma grande Puta...não demorou muito soltei o AHHAHAHHAHA e disparou-se o primeiro esguicho de leite ....ela ia tirar da boca mas eu cheio de tesão agarrei-lhe no cabelo e obriguei ela a engolir o leite todo.

Levantei-a dei-lhe um beijo, comecei a beijar-lhe o pescoço e pus-me por detrás dela a comprimir o meu Caralho contra o rego dela. Comecei puxando o vestido dela rapidamente para cima mas com dificuldade visto que tinha um cu enorme e o vestido era muito apertado.

Logo de seguida baixei-lhe os collants o suficiente para conseguir meter-lhe o caralho no cu mas quando começava a fazer planos para finalmente lhe enrabar eis que surge uma voz nos confins da casa lá em cima que tem comunicação por dentro com a loja cá em baixo ....foi um grande susto ...era a Velhota Dolores a chamar pelo filhinho ..que .meio aflito interrompeu tudo e praticamente pôs-me pela porta fora dizendo que depois falávamos.

Saí, fui para casa e nessa noite só pensava em repetir aquilo novamente. Foi incrível.
Domingo de manhã telefonei para a loja (ele não tem telefone celular) mas dava um toque no máximo de forma a não alertar/chamar a atenção da velha Dolores.

Finalmente o telefone atendeu e lá estava Paulinho.

Perguntei como foi depois de eu saír.
Respondeu-me que apesar de tudo, correu bem, pois tirou logo os saltos altos mas que o problema foi subir rapidamente as escadas com aquele vestido apertado e com as meias um pouco abaixo do cu e que além disso o facto de estar com as meias mas sem sapatos a faziam escorregar no chão de madeira quando dirigia-se rapidamente ao banheiro para despir-se e tirar as pinturas afim de ir rapidamente ao quarto da mãe.

Disse-lhe que gostei muito e que gostaria que nos encontrássemos outra vez.

Marcámos para essa noite.

Chegada à noite (combinámos às 23h00 assim talvez a mãe dele já estivesse dormindo e não tornasse a interromper) estava uma chuva enorme e cheguei meio alagado, toquei levemente na porta que se abriu um pouco devagarinho, entrei e aí fiquei completamente estupefacto e super louco de tesão.

Ali estava o meu viadinho de bunda descomunal me esperando todo produzido com o mesmo baton e pinturas do dia anterior mas desta vez vestido com uma chemise vermelha semi-transparente comprida só mostrando os pés que indicava que usava por baixo da chemise um cinto de ligas e umas meias 7/8 côr-da-pele escuras, umas chinelinhas brancas com duas pequenas tirinhas na parte dianteira suficientes para conseguir manter as chinelinhas enfiadas nos pezinhos mas que tinham um salto de tal maneira altíssimo que praticamente o pezinho ficava quase na horizontal apoiando-se no chão somente na zona dos dedinhos o que fazia com que Paulinho ao movimentar-se a sua maravilhosa bunda grande, branca e bem-feita, ficasse em relevo e abanasse imenso lá em cima daqueles saltos conforme eu podia ver através da chemise semi-transparente que usava .

Fiquei com um tesão tal que até parecia que sentia as pancadas do coração na glande do caralho que parecia estar latejante.

Reparei através das costuras das meias que saíam na parte dianteira das chinelinhas que , tinha-se até dado ao cuidado de pintar com verniz vermelho as unhas dos pezinhos. Estava numa verdadeira PUTA.

Nunca na minha vida havia sentido tanto tesão !!

Agarrei-a beijei-a apalpei-lhe vigorosamente aquela bunda monumental e disse-lhe que queria foder-lhe o CU.

Ela agarrou-me pela mão e puxou-me para subir atrás dela pelas escadas acima, imediatamente segui-lhe subindo as escadas agarrando-lhe a cintura e comprimindo já o meu volume das calças pela Bunda dela dentro enquanto que aproveitava para ajudá-la a subir as escadas visto que caminhava com dificuldade devido às chinelas altíssimas que usava.

Uma vez que nos aproximávamos do andar de cima (da casa) tivemos que fazer menos barulho visto que todo o chão da casa assim como a escadaria que sobe da loja até à casa no andar de cima é de madeira antiga. Além disso ao chegarmos a cima tínhamos de passar em frente ao quarto da Velha que estava na cama meia cega mas não totalmente surda para poder então passar para o quarto do viado onde eu o ia enrabar.

Entrámos no quarto fechámos a porta. Tinha um género dum pequeno corredor depois da porta do quarto até chegar propriamente a zona do quarto onde ficava a cama e os outros móveis.
Aí logo no corredor ao ver/sentir aquela bunda enorme através da chemise associado aos sons superfemininos provocado pelo roçar das meias com a chemise e o barulhinho dos seus pezinhos a bater nas chinelinhas deu-me um tesão tal que beijei-lhe o pescoço encostei-lhe o volume do meu tesão pela bunda dentro e apressei a chegada (empurrei-a delicadamente) até à zona da cama onde eu o ia enrabar.

Uma vez chegado lá notei que dormia numa cama que parecia um ninho.

A cama era tão fôfa e tinha tantas almofadas que quase que dava para ficar enterrado a meio daquele ninho de amor.

A cama já estava meia desfeita o que dava para advinhar que alguém já tinha planos para aquela noite além de que , ela tinha fechado as cortinas da janela que dava para um pátio traseiro e tinha somente a luzinha da mesa de cabeçeira acesa mas com um pequeno pano por cima para que a luz ficasse muito ténue.

Beijei-lhe o pescoço agarrando-lhe por trás e continuando a comprimir o meu caralho contra a chemise dele dentro na zona da bunda insinuando-lhe o que eu queria.

O viadinho ficou louco de tesão.

Desamarrou imediatamente o cinto da chemise e deixou-a caír no chão.

Usava um soutien branco .....ao ver aquele cu branco bem feito e enorme com aquelas duas queixadas carnudas suspensas lá em cima daquelas chinelinhas de salto altíssimo com aquele cinto de ligas branco prendendo umas meias cõr-de-pele tipo PUTA e com um fio dental que praticamente desaparecia-lhe a meio do CU ....foi demais !!!!

Perante este cenário agarrei-me num apíce ao lubrificante que tinha trazido rasguei-lhe o fio-dental e empurrei-a à minha frente para cima da cama.

Ao caír em cima cama perdeu as chinelinhas e ficou só de soutien, com as meias e o cinto de ligas.

Pôs-se de quatro abri-lhe aquelas queixadas do cu e comecei a lubrificar-lhe o anus ...!!

Ela(e) começou a gemer ...!

Aproveitei quando tinha o buraquinho a comprimir-se dei-lhe um beijo no cuzinho molhei o dedo novamente com o lubrificante e comecei a preparar o buraquinho que entretanto não parava de palpitar.

O tesão aí era tal que pus-me nu em segundos (foi mesmo em segundos).

Depois agarro no meu Caralho que estava rijo como um ferro e lubrifiquei-o muito bem .

A Paulinha entretanto curvou-se baixando um pouco a cabeça junto a cama e deixou-me o CU espetado lá em cima à minha disposição.

Pus-me a jeito.

Chegou à hora !!

Fiz pontaria da glande do Caralho contra o CU dele cujas contracções do buraquinho pareciam dizer mete.

Comecei a meter a Cabeça ... e Paulinha estremeceu um pouco e começava a gemer um pouco

Aquilo pôs-me louco e fez-me meter a cabeça toda e mais um pouco do caralho.

Ela agora gemia mais acentuadamente

Então comecei devagarinho a metê-lo mais a abrir-lhe o cu e ela agora ou suspirava ou gemia !!

Quando já tinha entrado para aí uns 80% ela disse que não sabia se entrava mais ....foi então que deu-me um ataque ultra tesão e então é que lhe enterrei o caralho todo do CU até bater com as bolas contra o cu dela. Ela estremeceu toda.

Agarrei-lhe por detrás e enrabei-a um tempinho de forma a que ela conseguisse disfrutar bem a virilidade do meu caralho quente e duro como un ferro dentro do seu CU o que a pôs louca.... só depois comecei recuando o caralho para trás devagarinho.
Tornei a enterrar devagarinho e repeti isso algumas vezes o que a fazia gemer de prazer ....logo que o "canal" estava bem escorregadio e pronto para o vai-vém, coloquei-me a jeito encavalado em cima dela de maneira a que lhe cobria toda (TIPO GARANHÂO) e comecei a foder-lhe o CU com vigor.

Felizmente estava chovendo imenso lá fora (a chuva fazia imenso eco quando caía em cima de umas chapas zinco dum viveiro de pombos que tinha lá perto) o que dava para disfarçar os sons resultantes do que estava sucedendo dentro daquele quarto ou seja:

A partir do momento em que comecei a dar-lhe no CU com vigor ouvia-se

O viado a gritar

A minha respiração bastante ofegante também contribuía para o barulho assim como o barulho na cama a ranger e o barulho de carne a bater contra carne resultante das estocadas viris do meu corpo batendo contra a sua bunda à medida que lhe ia dando no CU

Quando olhava para um espelho do armário que tem no quarto e que ficava situado em frente da cama,... não conseguia ver o meu caralho a entrar-lhe no cu mas conseguia ver o meu corpo peludo na cama encavalado em cima dele passivamente debaixo de mim a dar o cu vestido somente com um soutien e o cinto de ligas com as meias o que me ponha ainda mais completamente excitado.

Pouco tempo depois de ela se vir (gozar) tive aquele que provavelmente foi o maior orgasmo da minha vida. Não faço ideia ...mas devo ter-lhe enchido o CU de leite até não poder mais.

Fiquei um pouco dentro dela e depois tirei o Caralho que curiosamente já dava indícios de querer ficar pronto para outra ...foi então que inexplicavelmente a Paulinha apesar de ter delirado com a primeira foda que levou tirou o soutien e de repente começou a chorar !?!!?

Perguntei-lhe se a havia magoado mas disse-me que não... que não era isso que era tontarias (bobagens) que já passavam.

Enquanto dobrou-se para a mesinha de cabeceira para buscar um lenço para limpar as lágrimas mostrou-me aquela bunda branca, grande, bem-feita e efeminada que associada
àquelas pernas bem longas e bem torneadas relevadas por continuar a usar as meias que lhes dava um ar imensamente feminino e erótico, deu-me um tesão de todo o tamanho.

Dei-lhe uns beijos no pescoço e inventei que a amava..(disse-lhe que a amava) ... .ela ficou toda derretida (era o que eu queria) disse-lhe que gostava de continuar a fazer amor com ela o que ela concordou beijei-lhe o pescoço e .... pus-lhe de lado....pus um mão por debaixo dela e abraçei-lhe a sua cintura e enterrei-lhe o caralho no CU e coloquei uma das pernas em cima dela.
Depois comecei com o vai-vem a foder-lhe o cu.......estava demorando um pouco e ela dá sinal de começar a chorar outra vez ...só que nessa altura eu já estava com um tesão louco, pois já a fodia com estucadas rapidíssimas (tipo coelho) e estava quase a atingir o segundo orgasmo e portanto não liguei ao pequeno choro dela ....e pouco depois estava novamente vir-me dentro do cu dela. (ela desta vez ela não atingiu o orgasmo).

Um vez mais perguntei o que passava ao que ela uma vez mais disse que "não era nada !... que ia passar!". Pediu para puxar os lençois para cima porque entretanto estava a sentir um pouco de frio.

Perguntei se ela não tinha gostado da segunda vez !?'! ela disse que sim mas como tinha-lhe dado para chorar sem saber porquê, entretanto não se tinha concentrado suficientemente no acto para disfrutar completamente como da primeira vez ao ponto de ter atingido o orgasmo antes de mim.

Ficamos calados um tempo com ela deitando a sua cabecinha no meu peito peludo.

Quando ela movimentou-se ligeiramente para buscar outro lenço na mesa de cabeceira o roçar nos lençois das meias que ela continuava a usar, encheu-me novamente de tesão.

È ai que quando volta-se para mim peço-lhe para fazer-mos mais um pouco de amor.

Pois estava cheio de tesão e louco para dar-lhe mais uma FODA mas agora numa posição diferente..... ela concordou. À já algum tempo que não havia tido uma sessão de sexo tão cheia de tesão ao ponto de ter vontade de dar três praticamente seguidas.
Se dúvidas houvesse, agora estava tudo esclarecido, finalmente tinha descoberto qual era verdadeiramente a melhor faceta da minha sexualidade ......"comer crossdressers gays efeminados e passivos".

Abraçamo-nos beijámo-nos e é quando abro-lhe as pernas (espreitei debaixo dos lençois e vi que ela tinha um penis pequeno cuja glande nem aparecia por estar envolvido pela pele) ponho-a na posição de missionário ela descansa as pernas nos meus ombros e eu começo a enterrar-lhe o caralho no cu.
Ponho-me todo em cima dela de forma cobrir-lhe toda de tal maneira que olhando para o espelho do armário que ela tinha em frente à cama ...só dava para notar que estava alguém debaixo dos lençois por baixo de mim através da sola dos pézinhos dela esticados que mantinham-se descansados nos meus ombros ladeando o meu pescoço mostrando somente a costura das meias que na altura já eram as únicas peças de roupa que continuava usando.

È então que começo a foder-lhe animalescamente o cu para cima e para baixo de tal maneira que se tinha havido barulhos com a primeira a FODA isto não era nada comparado com esta Foda.

Fodíamos como loucos e parecíamos estar em transe

Ela gritava cada vez mais alto AI AI AI AI AI AI

Eu agora urrava pois sentia o meu caralho teso como um ferro a entrar e saír incontroladamente louco naquela bunda quentíssima!!!!!

A cama parecia que se ia desmanchar .

Pouco depois viemo-nos . naquilo que foi mais um fodão inolvidável.

Felizmente continuava chovendo imenso lá fora e o barulho resultante da chuva batendo nas chapas de zinco lá fora tinha disfarçado imenso o barulho resultante daquele inovidável coito anal que se tinha consumado.

Caso contrário a velha Dolores (mãe do Paulinho) que se encontrava dormindo num quarto alguns metros afastado poderia ter deduzido que o viadinho do seu único filhinho estava fechado no seu quarto dando o CU para um macho.

A partir desse dia temos fodido como loucos e sempre cheios de tesão sempre envolvidos em cenas altamente eróticas!

 

Um luxo de princesa

Sou carioca mas estou morando na capital da Bahia tem 1 ano. Sou heterosexual, nunca tive vontades ou fantasias de outro tipo.
E em um ponto de ônibus, conheci uma morena com quem eu viveria algo que nunca imaginei viver.

Eu só a via quando saia do clube onde nadava depois do trabalho. Saia por volta de 9, 9.30 da noite e lá estava ela no ponto de ônibus. Pernas grossas, panturrilhas desenhadas, seios grandes, cabelão. Com o tempo, depois de me ver por ali olhando-a com desejo tantas vezes, imagino eu, ela começou a corresponder. Eu ficava meio receoso de aborda-la, meio da rua, gente em volta, aquela coisa.

Mas um dia tomei coragem. Tinha só um senhor bem idoso e lá fui eu. Abri o jogo, disse que não conseguia tirar o olho dela e que queria conhece-la. Ela me passou o telefone e fomos cada um pro seu lado.

De perto ela tinha o queixo marcado, um nariz que não era dos mais delicados, mas nada feio ou que chamasse atenção. E já estava vidrado naqueles peitos, naquelas pernas e naquele lindo bumbum.

Marcamos de sair na sexta feira seguinte. Bebi muito no final da tarde daquele dia comemorando uma importantíssima vitória profissional com minha equipe. Tomei um banho relâmpago e sai apressado. Busquei-a em casa e fomos pro bar. No caminho começou a chover muito. Ficamos ali conversando e dizendo “e agora, vamos nos enxarcar!” e ela me disse calmamente “podemos ir pra sua casa, o que acha?” Claro que adorei a idéia...

Três garrafas de vinho na temperatura ideal esperavam por momentos como esse, assim como duas taças.

Logo que entramos na minha casa ela passou à minha frente e eu pude ver sua maravilhosa bunda. Fiquei louco. Puxei ela pela mão e lhe beijei. Ela correspondeu, já apertando meu pau com vontade por cima da calça.

Quando paramos de nos beijar, ela me olhou no olho e disse que precisava me contar uma coisa. “Ela é casada!” pensei desesperado. Mas nem minha imaginação estava preparada para o que estava por vir. Ela me contou que era um travesti. Assim que ela acabou de dizer aquelas palavras, foi como uma miragem se dissipando. Não vou mentir, olhei o nariz, o queixo e pensei desgostoso “como não percebi?!”.

Fiquei prostrado no sofá, ela sorria e me fazia carinho na mão dizendo que aquilo não era motivo para não termos uma noite agradável. Confesso, eu tinha vontade de mandá-la embora. Disse que não dava e fui pegar mais vinho. Ela relaxou, talvez pensando que não ia sair nada dali e começamos a falar da vida. Ouvi impressionado como era o dia a dia de um travesti, das taras de homens e mulheres, do preconceito. Foi uma conversa longa, e os copos nunca ficavam vazios.

De repente, lá pras tantas, começou a vir uma música muito gostosa das minhas caixas de som. Lenta. Ela me chamou pra dançar, tentei declinar, mas ela insistiu tanto que aceitei. Mas não dançamos de frente, ela se virou e encaixou aquela bunda enorme e carnuda no meu pau. Não gostei de início, mas o vinho, a música, e aquela volúpia toda começaram a fazer seu efeito e fui ficando excitado.

Não demorou para ela me puxar para o sofá. Sentei sem saber o que fazer, num misto de tesão e desconforto. Talvez para não me assustar, ela não me beijou, mas começou a abrir minhas calças e caiu de boca no meu pau, já bem duro. Foi uma chupada ESPETACULAR. O desconforto passou e o tesão reinou absoluto.

Ela começou a tirar a calça, de lado, e ficou de quatro no chão rebolando a bunda pra mim. Eu não conseguia ver o pau, que estava por ali em algum lugar, por causa da pouca luz e pensei “vou me divertir antes que o tesão passe, vou viver essa experiência”, peguei uma camisinha, coloquei na pica e me ajoelhei. Ela gemia, pedia pica e dizia que a buceta de nenhuma menina ia me dar prazer como aquele cuzinho. Isso me excitou. O tesão e a vontade dela me excitavam muito.

Comecei a empurrar meu pau devagar, ela gemia, como se fosse alguém com sede bebendo água gelada. Meu pau entrou todo. Começamos a transar muito gostoso e eu logo esqueci que era um travesti quem eu comia. Meti de quatro e de ladinho. Foi maravilhoso. Ela rebolava e mostrava um prazer que me deixavam querendo transar mais e mais. O corpo dela, nesses ângulos, era perfeito e o cuzinho muito gostoso de comer.

Já suados, exaustos, eu avisei que ia gozar. Ela disse gemendo como se estivesse em outra dimensão que queria beber cada gota do meu suco. Tirou a camisinha e começou a me chupar de novo, gemendo, esfregando meu pau na boca e no rosto enquanto me olhava no olho. Gozei gostoso como poucas vezes gozei. Ela ficou toda melada com meu leite quente.

Ficamos ali deitados no chão, ela se arrumou e eu a levei pra casa.

Nunca mais nos vimos. Tive medo. Mas nunca esqueço minha única vez com uma boneca.

E querem saber? Ás vezes sinto muita vontade de repetir a dose...

Se você for uma boneca bem linda e feminina, me escreva.
Quem sabe podemos nos encontrar? Ah! Hoje moro em Natal...
email: marceloditilandia@gmail.com

 

Minha ex é minha amiguinha

Vou me descrever: hoje tenho 29 anos, corpinho bem gostoso, 1,75 a 68 kg, pele sempre lisinha, pois me depilo, os poucos pelos que tenho, num salão de uma amiga íntima de 20 em 20 dias com cera quente, no qual me deixa sempre lisinho. Tenho peitinhos inchadinhos e um pouquinho desenvolvido, devido aos exercícios que fiz e os hormônios que tomei por quase um ano. Adoro usar lingeries e fazem mais de 5 anos que não sei o que é usar cuecas. Só uso calcinha, pequenininhas que ficam toda enterradinha no meu bumbum. Bom mas vamos ao que interessa. Quando completei 18 anos, estava meio confuso, pois gosto de mulheres também.

Acabei conhecendo uma gatinha sensacional, gostosinha demais, aliás até hoje continua. Começamos a namorar e não demorou um ano e estávamos casados. No começo estava tudo a mil maravilhas. Acabei confessando a ela minhas taras e fantasias. Compramos então vibradores e ela passou a me comer também. Adorava usar calcinha, camisolinhas na sua frente. Só que as brigas começaram e no sexo eu conseguia satisfazer ela só na base do oral. È que eu não conseguia mais ereção e até hoje é assim. Tínhamos 6 anos de casados, quando ela se cansou e disse que queria se separar. Fazer o que, tive que aceitar, mas falei que não tinha para onde ir. Ela aceitou que morássemos juntos, mas em quartos separados. E assim foi. Ficamos uns 6 meses com poucas conversas.

Ela começou então a sair nas noitadas. E eu ficava acordado até ela chegar lá pelas 3 horas, meia de pilequinho. Por diversas vezes ficava atrás da cortina e via ela chegar com um cara. Se beijavam e ele ia embora. Aquilo me dava, em vez de ciúmes, um enorme tesão. Me masturbei várias vezes, só de pensar que ela estava trepando com outros. Um dia porém ela me viu espiando. Quando entrou no meu quarto, fingi que estava dormindo, quando ela chegou, de pilequinho e disse que não adiantava eu fingir porque ela me viu atrás da cortina. E disse também se eu vi ela beijando o fulano na boca. Disse que sim. Ela me perguntou se eu não gostaria de saber de onde estava vindo. Eu disse que sim e ela na lata me falou: de um motel. Nesse momento dei um suspiro de tesão, que quase gozei sem me tocar. Percebendo minha excitação, tirou o vestido e ficou nuazinha pra mim. Abriu as pernas e mostrou aquela xaninha lizinha e guiou minha boca pra lá dizendo._Chupa gostoso e sinta o gosto de porra que ele me deixou. Fiquei louco de tesão e chupei fazendo ela gozar muito. Ela então tirou minha bermuda e minha camisa e ai ela viu eu estava de calcinha. Ela riu bastante e achou que eu estava uma gracinha. Chupou meu pauzinho, tentando deixar ele duro, mas foi inútil. Ela de uns dois tapas nele e disse que eu tinha que virar fêmea mesmo, pois isso ai já era, apontando pro meu pênis. Eu estava cansado e ela também. Então ela me convidou pra dormir com ela. Fomos tomar um banho.

Então ela me deu uma camisolinha dela para eu vestir. Dormimos abraçadinhos. A partir deste dia, por incrível que pareça, nos tornamos amigos pra lá de íntimos. Como estamos separados, ela aceitou eu do jeito que sou e ela claro, ta dando mais que xuxu na serra. Ta livre pra trepar com quem ela quiser. E é assim até hoje. Começamos a nos bronzear no quintal de casa, que tem muros altos. Eu e ela sempre de fio dental, onde ficamos com marquinhas bem sexy no bumbum. Para vocês terem uma idéia da nossa amizade e felicidade, semana passada quando estava saindo a noite ela me perguntou se eu ia sair. Falei que não, estava afim de ficar em casa mesmo. Então ela me falou: _ Toma um banho gostoso, e veste o que eu deixei em cima da cama e fica assim, me esperando. Quando vi, era uma camisolinha bem curtinha preta e uma calcinha fio dental também preta. Nossa adorei. Já passavam das uma da manhã, eu estava tomando uns drinks e já estava meio embaladinho, resolvi ir descansar. Deitei na cama e acabei dormindo. De repente fui acordando com alguém me acariciando meu corpo e escutando muitos gemidos.

Quando acordei totalmente quase explodi de tesão. Vi minha ex chupando um cacete enorme de um negão enquanto outro, também negão me acariciava. Ela então olhou pra mim e disse: _ Gostou da surpresa? Dei um gostoso beijo em sua boca lhe agradecendo. A partir daí, foi so sacanagem. Os dois foderam eu e ela de todas as maneiras. Bebemos muita porra até de manhã. E até hoje somos assim. Ela sempre chega com dois convidados para fazermos nossas festinhas. Agora ela está tendando arrumar não dois, mas uns dez negões bem dotados para nos saciar. Quando isso acontecer, eu conto tudinho pra vocês.

Beijus,, Lú.

milena.rib@bol.com.br

Comida por acidente, literalmente

Bem, meu nome é Marcelo, sou moreno claro, tenho cabelos curtos e lisos, com 1,73 de altura, 63kg. Tenho 48 anos, considero-me em forma pela minha idade, gosto muito de caminhadas, sou carioca, casado e trabalho com consultoria de grandes empresas. É a primeira vez que estou postando um conto erótico. Essa é uma história verídica!
O que relato aconteceu em março de 2009. Era tardizinha e vinha do trabalho (tinha estado numa empresa de alimentos em Jacarepaguá).
Parei meu carro num semáforo e estava prestando atenção para que quando o sinal abrisse, eu saísse logo, para evitar aquele buzinaço dos mais apressadinhos.
Quando de repente, ouço um barulho de uma freada, seguido de uma tremenda bordoada na traseira do meu Fox novinho.
Saí do carro, e vi que meu porta malas ficou todo afundado.
Então fui em direção ao outro carro, já imaginando pagar geral, quando percebi que no carro estava uma jovem grávida (com um barrigão de uns 7 meses) no volante, e ao seu lado uma senhora, que vim saber depois, era mãe da jovem.
Apesar das duas não sofrerem nenhum ferimento aparente, a jovem estava em estado de choque, nervosa, e eu tentando contornar a situação, tentando acalmá-la, dizendo que: “isso acontece, não foi nada”, preocupado o tempo todo de não trazer transtorno à sua gravidez.
Daí que, no momento que eu disse que ia ligar para a polícia, para registrar o boletim de ocorrência, a jovem mais do que depressa falou:
“não, por favor, estou aprendendo a dirigir, estou sem carteira de motorista”.
O que pudia fazer, então? Para conversarmos melhor, fui e liguei o meu carro. Ainda bem que ele pegou, e o levei pra uma calçada na lateral.
Tentei fazer o mesmo com o carro dela, mas ele não pegou de jeito nenhum! Devia ter sofrido algum tipo de pane elétrica, pois estava com a parte dianteira bastante arrebentada.
Então, eu e mais dois moleques curiosos que chegaram, empurramos o carro dela e o colocamos também na calçada.
Como não queria deixar a jovem mais nervosa do que estava, chamando a polícia, sugeri que fôssemos no meu carro até uma concessionária da Volks que havia ali perto, para vermos em quanto ia ficar o meu prejuízo.
Elas toparam, e então deixamos o carro dela ali mesmo, e avisamos ao dono da casa em frente, pedindo a gentileza de olhar o carro dela, porque mais tarde, o marido dela viria para rebocar o carro.
Quando nós entramos no meu carro para irmos à concessionária, foi aí que meu coração disparou, porque pude reparar melhor na linda mulher que se sentou ao meu lado.
Ela se chamava Laura, era uma loira de olhos verdes, que não aparentava os 40 anos, que ela depois, disse ter.
Era gaúcha, descendente de alemães, que tinha cabelos um tanto curtos, fazendo com que parecesse muito com a Lady Di.
Notei que ela era um pouco mais baixa do que eu, estava com um vestido curto que colava no seu corpo, chamando a atenção para sua bundinha empinada, que mostrava suas coxas lisinhas e bem torneadas, com um decote bem acentuado. Fiquei hipnotizado por um instante, engolindo em seco, pois não conseguia tirar os olhos daqueles belos seios.
E tal mãe, tal filha. Sua filha também era muito linda!
No caminho pra concessionária, ao lado daquela gostosa, eu tentava me controlar e ser o mais discreto possível.
A jovem, sentada no banco de trás, começou a explicar que estava vindo com sua mãe de uma clínica, onde fazia o pré-natal, e que ao cortar um ônibus que estava parado num ponto, um pouco antes do sinal, não reparou que logo na sua frente o sinal estava fechado e o meu carro parado, não dando para frear em tempo, vindo a bater no meu carro.
Quando chegamos na concessionária, pedi a um rapaz que fizesse um orçamento do prejuízo no meu carro.
Enquanto isso, providenciei pra elas duas um copo com água e um cafezinho, que estava ali a disposição da clientela.
Fechado o orçamento, combinamos que ela poderia pagar o conserto do meu carro em 3 cheques.
Só que ela não estava com o talão de cheques em mãos.
“Não tem problema, disse.. te levo em casa pra pegar os cheques, e amanhã mesmo ponho o carro no conserto”.
Ao irmos para sua casa, ela já estava mais tranqüila, e já até comentávamos a respeito do bebê que estava pra nascer.
Chegando lá eu fiquei no carro aguardando enquanto elas entraram em casa.
Instantes depois veio a mãe, me entregou os cheques.
E apoiando, pelo lado de fora, os seus braços na porta aonde eu estava (já pude perceber, nesse movimento, que ela estava sem soutien e que seus peitinhos eram de médio para grande), ela me pediu uma carona até um ponto de ônibus mais próximo, pois tinha que voltar pra sua casa, e já estava escurecendo. Eu disse: claro, entra!
Quando ela entrou no carro, soube que ela morava no caminho de volta pra minha casa. Então, disse a ela: Te deixo em casa! Ela consentiu!
E eu vendo que estava sozinho ali com aquela gostosa, começou a bater um pressentimento de que algo muito bom ia rolar!
E no caminho da sua casa, comentávamos, entre outras coisas, que acidentes acontecem conosco com algum propósito!
Daí, ela começou elogiar o meu comportamento, minha educação, meu equilíbrio, essas coisas!
Ela, quando viu a aliança no meu dedo, comentou:
“sua esposa tem muita sorte de ter um marido assim como você!”
Coisa que não tinha acontecido com ela, pois estava separada do marido há dois anos, pois ele era um tremendo ignorante e beberrão.
Chegando em frente ao seu portão, ela me convidou para entrar, pois cismou de querer retribuir a minha gentileza com um capuchino bem gostoso!
Era um convite irrecusável, pois eu não tenho vício mas adoro um cafezinho!
Aceitei na hora o convite, imaginando que o “capuccino” dela deveria sim, ser muito, muito gostoso!
Antes de entrar, ainda dentro do carro, liguei para minha casa, avisando que ia chegar mais tarde, pois tinha sofrido um acidente no trânsito, mas que estava tudo bem, e que faltava registrar a ocorrência, por causa do seguro do carro.
Ao entrar notei que Laura tinha uma excelente casa, deixada pra ela pelo ex-marido.
Passamos pela sala e fomos em direção à cozinha, que tinha mesmo uma maquininha de fazer café expresso e capuccino!
Enquanto ela preparava o capuccino, já fui afrouxando minha gravata e abrindo alguns botões da camisa, mostrando os cabelinhos do meu peito.
Vendo aquela gostosa na minha de frente e de costas pra mim, olhando aquela bundinha saliente, não tinha como não a comer com os meus olhos!
Depois, sentei-me do lado dela, à mesa na cozinha, saboreando o capuccino e começamos um papo mais descontraído.
Ela, ao falar, olhava-me de um jeito sedutor, quando começou a rolar o assunto do sexo!
Em certo momento, ela colocou uma das mãos na minha perna, e disse que seu marido era muito ruim no sexo, e que estava se sentindo muito solitária, muito carente, que precisava de um chamego, de um carinho, que sentia falta de ser chupada, que queria um pau de verdade, pois já fazia 3 anos que sua “periquita” só experimentava vibradores!
Aquelas suas palavras me deixaram louco! E quando eu já pensava numa maneira de apagar todo aquele fogo, Laura, sem menos esperar, se chegou mais a mim, foi tirando minha gravata, terminando de desabotoar minha camisa!
Olhando fixamente nos meus olhos, ela disse:
Quero ser comida por um pau de verdade!
Eu depressa correspondi, levantando-a da cadeira, e já fui agarrando e dando um abraço apertado nela.
Comecei a beijá-la ardentemente, enquanto Laura sem querer perder muito tempo, já ía tirando o meu cinto!
Também não perdi tempo, levantei o seu vestido, tirando-o e começando a beijar e morder de leve os biquinhos dos seus seios!
Fui esfregando o meu pau que já tava explodindo, na sua xotinha, que já nessa hora deixara sua calcinha toda molhada.
Ficamos nos beijando intensamente.
Dava pra ver o quanto que ela tinha esperado um momento como aquele!
Beijou-me no meu pescoço, desceu e passou sua língua deliciosa sobre o meu peito, dando umas mordidinhas!
Continuou descendo, e começou a dar umas mordidinhas no meu pau por cima da cueca!
Depois, tirou minha cueca, começando a beijar meu pau, passando sua língua quentinha sobre ele!
Passava a língua na cabecinha, batia de leve uma punheta, que me levava à loucura! Eu delirava de prazer!
Depois, ela colocou meu pau todinho na sua boca, começando uma mamada como nunca eu tinha experimentado!
Sua chupada começou bem devagar, mas depois, era cada vez mais rápida! Ficou me chupando por um bom tempo!
Ela saboreava, chegando a comentar: Agora já posso jogar meu vibrador fora! Esse pau é muito, muito mais gostoso!
Mas, apesar de não ter problema de ejaculação precoce, eu sabia que não ía agüentar aquela chupada por mais tempo!
Para segurar o meu gozo, a interrompi um pouco! E falei:
Chegou a minha vez de enlouquecer você!
Ela respondeu: Mais do que eu já estou!?
Daí, eu a peguei no colo, fui levando-a e a coloquei deitada no sofá da sala.
Tirei a sua calcinha que já estava totalmente ensopada, e me deparei com um xotinha linda, depiladinha!
Fiquei no sofá sobre ela, coladinho, nos beijando.
Depois fui descendo, beijando e mordendo de leve, com prazer, cada parte daquele pedaço de mulher.
Depois, ajoelhei-me à beira do sofá, abri as suas pernas e comecei a passar a língua em volta da sua xotinha, bem de leve, devagarinho!
Depois fui direto no seu ponto G, passando a língua. Aquilo dava a ela um prazer indescritível.
Nesse momento, ela delirava, se deliciava e se contorcia, e gemendo dizia:
Como você chupa gostoso! Assim, você me enlouquece!
Fiquei chupando-a por uns 10 minutos, sua xotinha ficou mais molhadinha do que já estava, toda rosadinha e inchada, até que ela suplicou:
Mais rápido, não pára, não pára, faz mais rápido! Já vou gozar!
Dei uma acelerada, até que ela gemeu profundo, e eu senti aquele gosto suculento e delicioso na minha boca.
Ela sorriu para mim, seus olhos esverdeados brilhavam de tesão, e me disse:
Vem, meu macho, agora me fode de uma vez!
Eu já tava mesmo doido pra meu pau entrar em ação!
Comecei pelo “papai mamãe”. Esfregava meu pau, já um tanto melado, na entrada da sua xotinha, bem devagarinho, fazendo com que seus lábios vaginais, que eram bem fechadinhos, ficassem bem abertos, pressionado com a cabeça do meu pau!
Comecei a meter, colocando a cabeça dentro da sua xotinha!
De início, devagar, mais depois fui com mais força!
Colocava meu pau mais fundo que podia! E eu metia com força.
E quanto mais eu metia, mais ela gemia, e mais ela pedia pra que eu metesse!
Eu dizia: Diz que sou teu macho, diz que você quer meu pau!
Ela respondia: Vai, meu macho! Você me deixa louca.
Mete, mete mais, mete sem dó, meu garanhão. Come a sua cachorrinha!
Depois de um tempo, começamos a variar as posições!
Ela pediu: Deixa eu sentar nesse pauzão!
Eu disse: Vem então, mas fica de frente pra mim!
Ela colocou a cabeça do meu pau na entrada da sua xotinha, e foi descendo devagar, até engolir todo o meu pau.
Enquanto eu segurava nos seus seios, ela começou um “rebolation”.
Aí, subia e descia, no meu pau! Ela cavalgava feito uma alucinada!
E voltava a rebolar com meu pau todo dentro dela!
E quanto mais ela rebolava, mas ela gemia, escandalosamente!
Fiquei até preocupado com os vizinhos, mas ela dizia:
Vai, mete gostoso, come a sua cachorrinha!
E eu percebia que ela gozava repetidamente, e tudo com gemidos alucinantes!
E sempre quando isso acontecia, ela me olhava com satisfação, com aquela cara de safada, como quem não trepava daquela maneira fazia um bom tempo!
Depois, quando eu disse pra ela que também ía gozar, ela disse:
Eu quero seu leitinho todo na minha boca!
Nos levantamos, ela se ajoelhou na minha frente, bateu uma punhetazinha, colocando meu pau na sua boquinha, chupando maravilhosamente!
Aí, não resisti! Soltei vários jatos naquela boquinha, dizendo:
“Toma o leitinho do teu macho! Toma tudo! Mata a sua sede!”
Ela tomou o todo leitinho, engolindo, e passando a língua nos lábios!
Nisso, o seu celular toca.
Quando ela viu que era sua filha ligando, deixou no viva voz.
Laura perguntou: “Oi filha, tá tudo bem?
Ela respondeu: “Tá tudo bem, mãe!
Mãe, o Marcos já foi buscar o carro junto com o reboque!
Mãe! Como aquele moço foi legal, né!? Ele me passou tanta segurança!
Como ele é educado!”
Laura, ainda como o gosto do meu pau na boca, “viajando”, disse:
“É mesmo, muito educado..e muito gostoso!”
A filha, sem entender, perguntou: O que você disse, mãe?
Laura, com um sorrizinho muito sacana, explicou:
“É que tá muito gostoso o capuccino que estou tomando!”
A filha: Ah bem!
Laura, pensando na minha espera, encerrou:
Vou tomar um banho, depois te ligo!
A filha: Tá! Um beijo mãe! Laura: Um beijo pra você também!
Aí, tomamos um banho rápido! Mas no banho, ela disse:
Eu sei que hoje você precisa ir logo pra casa. Mas precisamos terminar nosso serviço! Da próxima vez, eu quero sentir esse pau gostoso na minha bundinha!
E isso aconteceu depois, muitas vezes na casa dela, pois Laura era professora, mas tinha todas as tardes livres!
E eu sempre retribuía o tesão que ela sentia quando estávamos juntos!
Laura deixava fazer tudo o que eu queria com ela!
E o que ela mais amava, era que eu gozasse tudinho dentro da sua bundinha!
Dois meses depois, seu netinho nasceu, e ela precisou dar mais atenção a sua filha, pois era marinheira de primeira viagem!
Daí, nossos encontros ficaram mais esporádicos!
Até que em outubro do ano passado, ela me ligou dizendo que tínhamos que parar com os nossos encontros, pois ela agora “tinha entrado para igreja”,
e não achava certo, aquilo que ela tava fazendo comigo e com minha família!
Eu tive que entender, afinal cada um pensa como quiser!
Mas se você quiser conhecer um cara legal, maneiro, simples, discreto, que guarda a cumplicidade..
Quem sabe, nós não poderemos desfrutar de um “capuccino” bem gostoso!
Contato: marcelocarioca48@yahoo.com.br

 

Pintura do apartamento

Foi tudo rápido e surpreendente. Num sábado de sol sai em direção à baixada santista (ou paulista, como virou moda dizer) logo nas primeiras horas da manhã. Minha mulher, indisposta, não quis me acompanhar. Não era um passeio. Pretendia dar uma mão de tinta nas paredes do nosso esconderijo da praia.

Cheguei, carreguei o material de pintura e subi. Estava limpando um pincel e observava desinteressadamente as janelas de prédios vizinhos. Arregalei os olhos quando vi uma morena no prédio ao lado andando nuazinha pela sala. Saíra do banho e esfregava preguiçosamente uma toalha nos cabelos. Aparentava ter um corpo bem esculpido, seios firmes e cabelos negros. Tive a impressão de que ela percebia meu olhar e se exibia de forma ousada e brincalhona.

Já que ela estva me sacaneando, fiz o mesmo. Desfiz-me das roupas e andava, como ela, de um lado a outro. Fiz questão de deixar visível o pau semi ereto pra ela se divertir um pouco mais. Vez em quando bolinava o pau e ensaiava uma punheta e percebi que ela agora estava de binóculos. Ocorreu-me uma sacanagem maior. Peguei um prato escuro do armário, daqueles colorex vagabundos. Pensei em me masturbar e mostrar no prato os "emeéles" de esperma viscoso e abundante que sairia daquele cacete cheio de vontade. E ficamos um bom tempo naquele jogo jogo erótico indefinido.

A certa altura ví que ela acenava com uma camiseta branca. Em seguida agitou na janela uma calça vermelha. Entendi a mensagem. Pensei: que pintura que nada, vou é comer essa morena. E desci para a rua. Em menos de dez minutos ela apareceu na calçada. Sorrimos e nos apresentamos. Camiseta justinha, seios delineados, biquinhos à vista e um sorriso colgate.

Subimos. Era extremamente desembaraçada e simpática.Tomamos um café demorado e conversamos banalidades como se fossemos velhos conhecidos. Gentil, levou a louça para a pia e lavou-a. Solidário, enxuguei e guardei no armário. Fui escovar os dentes. Ofereci-lhe uma escova nova. Enquanto escovava os dentes não resisti e abracei-a por tras. Fiz sentir o volume do meu desejo. Ela sorriu e comprimia a bunda no meu pau enquanto se exugava, olhando-me e rindo pelo espelho.

Peguei-a no colo, levei-a para a sala e a coloquei deitada sobre a mesa. Tirei-lhe as roupas e Deixei-a só de calcinhas. Comecei a dar um banho de gato. Beijei-a e comecei a deslisar a lingua pelo seu corpo, suguei-lhe os seios, enfiei demoradamente a lingua em seu umbigo e desci um pouco mais para ficar mordiscando sua xoxotinha por sobre a calcinha. Chupei-a com volupia.

Virei-a de bruços, afastei os cabelos e comecei a passar a lingua da nuca e, desci pelas costas, percorri a coluna e cheguei em suas nádegas. Arranquei a calcinha com os dentes. Mordia levemente seus gluteos. Afastei-os e vi aquele cuzinho apetitoso, um rabinho róseo. Perdi a cabeça e o controle. Pela primeira vez na vida lambi um rabinho. Molhava com saliva e a certa altura insinuava penetrá-lo com a lingua. Ela gemia e dizia as coisas mais malucas: vai....me fode....me come.....inaugura meu rabo....faz tempo que ele está fogoso....quero ver como é...quero dar a bunda...vai....vem....me fode...me estupra. Aquilo aumentava meu tesão. Acabou gozando e relaxou um pouco. Quatro vezes, me disse. Adorava e sabia tudo de sexo.

Desceu da mesa e, solidária, pediu-me que deitasse no seu lugar. Em pé, começou a maior tortura a que jamais fui submetido. Segurava firme meu pau duro e o lambia e engolia com gosto. Ensaiava uma punheta. Pedi-lhe que fosse devagar. Não queria gozar logo. Em seguida subiu na mesa. Em pé, ereta, tocava-me o corpo com os calcanhares. Foi agachando e enfiando a buceta molhada no meu pau. Eu me deliciava vendo-o entrar e sair brilhando com seus fluidos vaginais. Virou de costas para mim e abaixou a bunda encostando o cuzinho no meu cacete duro. Fazia bem devagar. Ouvi aquele "ploc", o barulhinho comum quando o pau acha o caminho. Eu estava tão tarado que com não mais que dez movimentos da pelvis ejaculei e senti o melhor orgasmo que tinha tido na vida.

Passamos o dia todo juntos. Jantamos. Por volta de meia noite disse que precisa ir pois seu marido chegaria no dia seguinte. E eu queria mais. Aproveitei e tambem liguei para minha mulher em São Paulo. Disse-lhe que nao conseguira terminar a pintura e ficaria ate o dia seguinte. Chegaria em casa por volta das 10 ou 11 da noite. Ela entendeu e me perdoou. Aproveitou e disse marotamente que estava ansiosa pela minha chegada. Queria fazer amor bem gostoso pra compensar o trabalhão que tivera na praia. Sorri preocupado. Em casa é um pouco mais dificil dar conta do recado.

 

Ana e Letícia

Ana e Letícia, as duas; no entanto, eram amantes de Marcos. Ele era um homem muito mulherengo e machista. Ana era a esposa de Marcos e tinham com ele 2 filhos. Como toda esposa, Ana era dedicada ao marido, casa e filhos. Não tinha tempo para se cuidar, embora fosse uma linda morena. Uma pérola que precisava ser lapidada. Ao contrário de Letícia, que esbanjava sexualidade pelos poros. Letícia tinha 174 de altura, cabelos loiros, olhos verdes, uma boca vermelhinha e carnuda. Essa mulher deixava Marcos louco. Porém, Letícia estava cansada da condição de amante de Marcos, ela vinha cobrando que ele deixasse Ana para ficar com ela. Marcos por sua vez, como não tinha nenhum caráter não saia de cima do muro. Cansada de ser enrolada Letícia resolvei ir até o escritório de Marcos, chegando lá, para a sua surpresa viu que Marcos estava com a sua esposa. Ele ao ver Letícia ficou muito sem graça e apresentou Letícia a Ana como sendo uma amiga de trabalho.
Ao olhar para Letícia, Ana sentiu algo estranho dentro de si...Letícia olhou fixamente para Ana, ela parecia ter sido congelada. Ela não conseguia tirar os olhos de Ana. Naquele momento nascia uma grande paixão.

 

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ANA É LETÍCIA ...............PARTE 2

Após terem sido apresentadas, as duas notaram que tinham grandes afinidades. Marcos, sempre querendo levar vantagens, achou que seria uma ótima oportunidade para manter as duas mulheres a sua disposição sexual, por isso, não sem importou na amizade das duas. Ana chamou Letícia para fazer um lanche em sua casa. Letícia de pronto aceitou. Letícia chegou à casa de Ana quando Marcos ainda estava. Ele deu um sorriso bem safado para ela e disse: “ veja bem o que você vai falar. A noite nos veremos naquele mesmo motel. Beijos gostosa.”  Letícia não respondeu nada.... Quando Marcos saiu a casa ficou leve, parecia que um imenso fardo tinha saio de lá....
Durante toa à tarde as duas conversaram, riram e beberam vinho. Quando era 18:00 hs. Letícia disse que iria embora. Ana se levantou e pediu que ela não fosse, pois a conversa estava muito boa e que não queria ficar ali sozinha. Ana começou a se lamentar com Letícia, dizendo que não conseguia se satisfazer com nada em sua vida....então Letícia disse que não entendia como ela estava assim, porque ela era uma mulher muito linda e que merecia ser muito feliz....naquele momento foi como se o tempo tivesse parado. Os olhares delas se cruzaram. Ana acariciou levemente o rosto de Letícia, que por sua vez fechou os olhos e se entregou a paixão....Ana se aproximou dela, começou a beijar o pescoço, e dizendo no ouvido de Letícia como ela era atraente e linda, e desde o primeiro dia que a viu sentiu um enorme desejo de beija-la. Ana pegou Letícia e a levou contra a parte de começou a beijar os lábios dela, lambeu os lábios dela, enfiou a língua na boca de Letícia. Ana levou Letícia para o seu quarto, e a deitou em sua cama, começou a tirar toda a roupa de Letícia, peça por peça...tirou a blusa, saia, foi tirando o sutiã e bem devagarzinho começou a tirar a calcinha...quando tirou a calcinha ela abriu as pernas de Letícia, abriu a buceta dela e viu como era linda a buceta de Letícia, Ana não resistiu e começou a chupar....como chupava delicioso e com tanta vontade...Letícia delirava de tesão...Ana meteu a língua bem fundo na buceta de Letícia, chupou tanto o grelinho dela que ficou todo vermelhinho....Letícia gozou tanto na boca de Ana....Ana queria mais, e pedia que ela gozasse mais, ela queria sentir o gosto do gozo de Letícia, e Letícia, no entanto gozou novamente...sempre com a boca de Ana na bucetinha dela. Letícia queria mais e pediu para Ana enfiar os dedos dentro dela e chupar os biquinhos os seus seios. Ana deitou sobre Letícia, começou a chupar os seios dela e Letícia abriu as pernas e Ana colocou os dedos dentro dela, Ana fazia movimentos de vai e vem dentro da buceta dela. Como gemia de tesão....Letícia gozou novamente, dessa vez com os dedos de Ana dentro dela. Quando Letícia gozou Ana estava exausta, e disse como era gostoso sentir uma mulher gozar, como lhe dava tesão escutar os gemidos de uma mulher....Letícia olhou para ela e disse é verdade. Agora e a minha vez de fazer você gozar......Ana nunca havia provado um prazer tão profundo, nunca sentiu tantos orgarnos em uma só transa....Letícia abriu as pernas de Ana e começou a chupar a buceta de dela, só que Letícia era mais experiente, e sabia chupar de uma forma que fazia com que Ana visse todas as estrelas do céu. Letícia comeu Ana por várias horas e de todas as formas.

E tudo isso aconteceu na cama de Marcos. Que ficou igual a um babaca esperando Letícia no motel. Enquanto ele esperava Letícia por horas naquele frio motel, ela comia por horas a sua mulher na cama e na casa dele.
O mulherengo acabou solitário, brocha e ainda perdeu a mulher para a sua ex amante.   

 

Mudando de casa

Em 2003 por razões profissionais tive que mudar de cidade. Eu me chamo Ana, tenho 28 anos, tenho 168, cabelos e olhos castanhos claros. Sei exatamente o que quero da vida e vivo sempre em busca da felicidade.

No inicio estranhei muito a minha nova cidade, as pessoas eram “recatadas” e muito discretas.

Fui morar numa vila com mais 3 casas. Em uma dessas casas, eu vi que morava uma bela morena. Demorei um pouco para saber o nome dela. Até que um dia ela esta em casa e nos cruzamos no corredor. Ela se chamava Elaine, tinha 30 anos e era a mulher mais linda que eu já havia visto. Elaine tinha 170 de altura, olhos azuis, um corpo maravilhosoooooo, umas curvas muito bem delineadas, era impossível não ficar admirando aquela maravilha de mulher. Elaine me deu um sorriso e disse que se eu precisasse de qualquer coisa era só bater na casa dela...Eu fui para minha casa e não consegui tirar aquele corpo dos meus pensamentos. Naquela mesma noite eu com o pretexto de tomar café fui à casa de Elaine saber se ela tinha açúcar....Ela pediu que eu entrasse, eu entrei, me sentei no sofá.....Elaine estava usando uma linda camisola transparente com uma calcinha minúscula....Eu suspirei fundo, mas não conseguia deixar de desejar aquele corpo moreno! Eu sentada no sofá vendo-a se movendo de um lado para o outro com aquele camisolinha transparente, aquele momento parecia que o mundo estava todo em câmera lenta.....Elaine parecia um anjo andando pelas nuvens, ela tinha um andar, umas coxas tão lindas e bem torneadas e estava toda bronzeada. Ela foi chegando perto de mim e eu fiquei paralisada olhando para aquela boca carnuda, meus olhos desciam sobre o corpo dela, eu olhava e desejava aquela boca, aquele queixo, olhei para aqueles seis durinhos com os biquinhos apontados para mim. Elaine sabia que era linda e sensual, ela jogava um charme como se estivesse querendo que eu a agarrasse...naturalmente nós fomos nos aproximando, e eu fui deslizando as minhas mãos nas coxas de Elaine, ela fazia uma cara de quem estava com um tesão danado.

Eu fui deslizando as minhas mãos sobre ela, fui passando pela cintura apertando cintura de Elaine eté que aproximei o seu corpo sobre o meu e comecei a deslizar a minha língua sobre os lábios dela, dei mordidinhas no queixo, passei a língua na boquinha dela, beijei os lábios carnudos de Elaine, Ahhh que boca deliciosa!!!!! Eu beijava e minhas mãos não conseguiam ficar quietas eu passava as mãos sobre todo o corpo dela e ela correspondia com muito gemidos e sussurros...tirei a camisola dela, dei muitos beijos nos seios, lambi o biquinho do seio dela, chupei muito o biquinho do peito dela. Ela gemia de tesão pedia para eu não parar...Aqueles gemidos me deixaram louca de desejo, imediatamente abri as pernas dela e comecei a lamber aquela bucetinha, eu abri a bucetinha dela e chupei o grelinho molhadinho, eu coloquei a minha língua bem fundo na buceta de Elaine, eu estava com muito tesão e não conseguia parar de chupar aquela buceta...estava deliciosa, eu lambia, chupava, fazia círculos com minha língua, Elaine gemia muito....naquela altura ela já tinha gozado muito na minha boca, mas eu não conseguia parar de chupar a bucetinha dela. Fiquei chupando Elaine por muito minutos, sinceramente esqueci do tempo, eu não queria saber de mais nada, só conseguia escutar os gemidos de prazer de Elaine. Ela me pediu para colocar os dedos dentro dela, coloquei-a sentada na minha frente e enfiei meus dedos dentro dela que delirou de tesão, Como ela gemia gostoso....Eu fazia vários movimentos com meus dedos dentro da buceta de Elaine que não conseguir segurar e mais uma vez gozou...Ficamos naquela posição por muito tempo...... Quando nossos desejos foram todos saciados, fomos para o banheiro tomar um banho. Chegando lá......................................ESTE CONTO CONTINUA...............

Contato: forrest.gump@msn.com

O vôo dos meus sonhos

Conheci Raquel em um vôo de Frankfurt para São Paulo, onde eu estava cobrindo um congresso gastronômico. Ela era professora de Alemão e Inglês e fora visitar parentes na terra natal de seus pais. Naturalmente, Raquel é loira, no auge de seus vinte e cinco anos quando nos conhecemos, baixa, pele bem clara, corpo esbelto, seios médios e apetitosos e uma bundinha bem redonda. Sentou-se na poltrona ao meu lado. Usava um vestido seda azul.

Notei que estava muito ansiosa e a questionei em inglês, pois não tinha certeza de sua nacionalidade e não falo alemão, ela respondeu que era brasileira em português. Apresentamo-nos e ela confessou sua fobia por altura após o aviso da contagem regressiva para a decolagem. Não hesitei e instintivamente agarrei sua mão e lhe disse para não temer. Para minha surpresa, ela se aproximou e me beijou. Após o longo beijo, incrementado por carícias quentes, sussurrou em alemão ao meu ouvido, na verdade eram obscenidades que só depois ela traduziu para mim, mas surtiram efeito imediato mesmo sem compreendê-las naquele momento. Fiquei excitadíssimos. Ficamos nos beijando, trocando carícias e sussurros por duas horas, quando não resisti e meti a mão sob o vestido e a calcinha e descobri e descobri uma bocetinha depilada e já encharcada de tesão, com o clitóris sensível a ponto de provocar um orgasmo quase instantâneo em Raquel.

Foi só começar a siririca que ela já estava gozando e tinha que beijá-la para calar seus sussurros e gemidos. Em certo momento, quando a preliminar já havia esgotado seus limites e Raquel já havia molhado toda a virilha, pediu ao meu ouvido: espere cinco minutos e vá ao banheiro, estarei esperando. Quando cheguei, empurrei a porta, tranquei, Raquel enlaçou-me pela cintura, soltou meu cinto, baixou calça e cueca e alcançou meu pau que já explodia de desejo, plenamente denunciado pela vermelhidão da glande. Ela chupou como uma criança chupa o mais delicioso sorvete, indescritível, fui aos ares já nos ares. Depois chupei sua xoxota rosada em retribuição e trepamos com o avião estando em turbulência. Fizemos tudo em quinze minutos e ambos julgamos ser o orgasmo mais intenso que tivemos. Depois, já em solo nacional ela presenteou-me com um anal de sonhos.

Confessou-me que já havia namorado três alemães e com todos praticava sodomia e disse que adoraria dar a bundinha para o cara lhe proporcionou tanto prazer num momento de medo profundo. Aquilo me excitou muito e devorei o rabo de Raquel que até o fim pediu mais, além de pedir tapas na bunda, o que também não neguei, deixando suas nádegas como um tomate. Depois a enchi de beijos e carícias, pois percebi que ela gostava dessa oscilação entre o carinhoso e o selvagem e isso fez com que nosso relacionamento durasse por dois anos repletos de alegrias e prazeres.

E-mail: fepace@uol.com.br
http://fepace.blog.uol.com.br/

 

 

Raquel e Vanessa

Me chamo Vanessa. Tenho 21 anos. Sou loira, 1.65 m, cabelos ondulados, olhos verdes, seios grandes, uma bundinha bem gostosa e coxas grossas.
VOu contar, resumidamente, como foi a primeira vez da minha namorada, que por acaso, comigo... Inesquecível, tanto para ela quanto para mim.
COnheci Raquel através do Orkut. Ela era muito linda, muito mesmo. Mas não parecia ser entendida, por isso, de início, só queria amizade mesmo. Também notei que ela era uma menina muito triste, seu rosto estava sempre fechado, sério. Seu semblante era triste. E não era para menos, ela tinha sérios problemas familiares em casa.
Depois de nos encontrarmos pela primeira vez, saíamos direto juntas. Ela dizia que gostava da minha companhia, porque eu era extrovertida, falava muita besteira, a fazendo rir.
Ela não sabia que eu era bissexual, e eu nem queria que soubesse tão cedo, uma vez que estava começando a sentir que meus sentimentos para com ela estavam ultrapassando a amizade... E eu tinha muito medo de perdê-la.
Certa noite, Raquel discutiu com a mãe e a irmã. Me ligou em prantos, perguntando se poderia vir para meu apartamento. Já que eu morava sozinha, não precisava me preocupar com nada, então concordei.
era por volta de três da tarde, quando ela chegou. Seu rosto ainda manchado de lágrimas. Me abraçou, dizendo que não agüentava mais aquela vida, que não agüentava mais a família e tal. Eu para acalmá-la, sem quebrar o abraço e ao mesmo tempo, me controlando para não reagir às correntes elétricas que percorriam meu corpo, acariciei seus cabelos, suas costas, e murmurei em seu ouvido:
-- Não fica assim, isso vai passar.
Ficamos assim por um bom tempo, até que por fim, a levei para meu quarto. Ela ficou ouvindo músicas da nossa banda favorita, Within Temptation, no meu computador, enquanto fui tomar banho.
Saí do banheiro ainda enrolada na toalha e vi Raquel encarando a foto de uma menina de cinco anos, sua irmãzinha que havia falecido há poucos anos, enquanto tocava Somewhere nas caixas de som do PC. Me aproximei e ela disse, com voz embargada, que queria deitar, pois não estava se sentindo bem.
Deixei que ela deitasse na minha cama e fui por minhas roupas. Ao voltar, ela já dormia. Aproveitei então para admirar seus cabelos lisos e negros espalhados no travesseiro, seus olhos cerrados outrora vivos e azuis, seu rosto naturalmente pálido... Uma parte safada de mim admirou, mesmo por baixo dos lençóis e roupas, as curvas de seu corpo, seus seios redondinhos e naturalmente durinhos, sua barriguinha tão gostosa...
Em um impulso descontrolado, me aproximei dela e sussurrei:
-- Parece um anjo. Um ajo tão lindo...
Eu mesma me interrompi, tocando os lábios carnudos dela o mais leve possível com os meus. Mas logo em seguida me afastei.
Não aconteceu nada daquela vez. Raquel foi embora no dia seguinte de manhã e não disse nada sobre o beijo.
Mas meses depois, durante uma conversa por telefone, ela confessou que só fingia dormir. Estava acordada, até muito bem acordada, e já tinha notado algumas das minhas reações, mas queria ter certeza, antes de me informar que eu estava sendo correspondida. Fiquei em uma felicidade sem par, pedi ela em namoro por telefone mesmo e ela aceitou.
Conversamos a noite inteira, até fizemos GF. Mas marcamos um encontro para o dia seguinte. Ela viria ao meu apartamento, com a desculpa de ver algumas fotos de qualquer coisa, já que a mãe dela nem podia sonhar que ela estava se encontrando com uma mulher que tinha segundas, terceiras, décimas intenções para com sua filha.
Raquel chegou por volta das sete da noite. E assim que eu abri a porta, ela já me abraçou e me beijou. Foi um beijo longo, quente, apaixonado. Nossos corpos se encontravam, se esfregavam.
Tratei de puxar logo ela para dentro e fechar a porta. Eu estava tão louca de tesão que joguei ela no sofá e comecei a beijar sua boca com mais ferocidade ainda. Acariciava seus seios por baixo da blusa, porém por cima do sutiã.
COmecei então a beijar-lhe o pescoço, enquanto tirava sua jaqueta. Sim, estava muito frio e Raquel usava uma jaqueta de couro preta, uma. blusa preta bem discreta, calça jeans e botas cano longo. Mas então, tirei-lhe a jaqueta, logo em seguida a blusa, e fui descendo em direção aos seus peitinhos, enquanto abria o sutiã.
Comecei a chupar um dos seus seios enquanto brincava com o outro. Ela gemia bem baixinho, balbuciando meu nome, me pedindo para parar. Mas ela gemia de forma provocante, seus biquinhos estavam cada vez mais duros, não tinha como parar.
Desci por sua barriga, lambendo e dando mordidinhas em volta de seu umbigo enquanto tirava-lhe as botas e a calça, deixando à mostra, suas coxas grossas e durinhas. Fui descendo em direção à sua virilha, ela dizia que não queria... não...
Tirei sua calcinha e me deparei com uma bocetinha maravilhosa. Raspadinha e apertadinha. Minha vontade era de enfiar logo a língua e chupar com vontade, mas passei o dedo levemente por seus grandes lábios, olhei em seus olhos e perguntei:
-- Você quer?
-- Sim -- ela respondeu tão baixo quanto um suspiro.
Então fui adentrando sua bocetinha de leve com meu dedo, enquanto massageava suas coxas com minha outra mão. Alisava seu clitóris e quando pressionei seu ponto g, ela soltou um gemido longo, agudo, gostoso...
Não agüentando mais de tesão, abri suas pernas com minhas duas mãos e devorei aquela bocetinha. Empurrava minha língua fundo e chupava forte. Raquel gemia alto agora e me segurava pelos cabelos.
Em certo momento, ela gritou que ia gozar e gozou, teve um orgasmo na verdade. Eu sentia seu mel escorrendo por minha boca enquanto ela gritava:
-- Me chupa, safada! Minha cachorra! -- E aquilo só me enlouquecia mais e mais.
Depois de gozar bastante, para minha surpresa, ela me agarrou pelos ombros e me puxou para o seu lado no sofá, de modo que fiquei deitada ao lado dela. Mas por pouco tempo, já que ela logo deitou-se sobre mim.
Começou a beijar minha boca, passando a língua por meus lábios, saboreando seu próprio gosto.
Ela então beijou meu pescoço, subindo até minha orelha, dando mordidinhas nela e sussurrando:
-- Agora é minha vez.
Ao contrário do que eu imaginava, Raquel era mais faminta que eu. Seguiu o mesmo percurso, porém tirando minhas roupas com mais pressa e me chupando, mordendo e lambendo com mais fome do que eu imaginava que ela tivesse. Quando chegou em minha barriga, ela tirou seu corpo de cima do meu, ficando ajoelhada no chão. Mas não parou de me chupar.
Alcançou depressa minha bocetinha e já começou a chupá-la, a sugar cada gota do meu líquido. Eu gritava e gemia, pedia mais e mais. A língua dela era tão gostosa, quentinha na minha boceta... Foi então que a coisa mais extraordinária aconteceu: ela voltou a jogar seu corpo sobre o meu, mas em posição de 69. Mas nem o choque que levei com a surpresa me impediu de abocanhar aquela bocetinha, apertar-lhe a bundinha, enquanto ela continuava a me penetrar com aquela língua gostosa.
Gozamos várias vezes, naquela posição mesmo, e quando nos sentimos demasiado exaustas para continuar, deitamos lado a lado no chão mesmo, até sobre nossas roupas, abraçadas. E por ali ficamos, nos beijando por horas.
Fizemos amor mais vezes, até mesmo naquela noite, mas isso vai ficar para outra história...

***

Gostou da história? Pena que é fictícia... Mas enfim, se quiser falar comigo, fique à vontade: carolina.shadowkissed@gmail.com Espero seu contato!

O garoto do ônibus

By: carlosecesar33@gmail.com

Noite de domingo. 15 de março de 2005. Fui visitar uns parentes e na volta para casa, na Rodoviária do Plano Piloto, peguei o 116 W/3 – L-2 Norte. Eu vinha sem nenhum pensamento específico, quando na altura da 505 sobe um rapaz, daqueles de “fechar o trânsito”, tipo “capa de revista chick”. Aparentava entre 23 e 25 anos, cabelos negros, avolumados e lisos, uma sobrancelha cheia muito bonita e chamativa, o nariz afinado perfeito e uma boca... lábios bem delineados, grandes. Era a receita que meu médico me receitou para uma noite de domingo. Passou pela roleta, passou a mão nos cabelos e escolheu um lugar para sentar. O ônibus estava praticamente vazio. Sentou-se em lado oposto ao meu. A partir daquele momento meu coração acelerou e eu não tirava o olho do belo rapaz, mas pensei comigo mesmo. Este não é homem para mim. Deve ter todas as mulheres que deseja, mas não custava sonhar... O ônibus andando e meu ponto quase chegando. Me levantei olhei para o garoto e dei um sorriso... Lambi os lábios com a ponta da língua, uma forma de dizer “gostoso”. O garoto me retribui o sorriso deixando a mostra os dentes lindos. Eu fiz sinal que ia descer e para minha surpresa o garoto se levantou... Neste momento eu tremi e pensei. Será que ele vai descer exatamente no meu ponto? Muita coincidência. Puxei a cordinha, o ônibus parou e eu desci. Dei uns cinco passos e ouvi uma voz bem próxima.
- Tens fogo?
- Aqui não, mas moro naquele prédio e em casa eu tenho.
- Tô afim de um cigarro. Posso te acompanhar?
- Claro que sim.
Eu mal conseguia caminhar, minha adrenalina subiu, a boca secou e não conseguia falar absolutamente nada. Eu só imaginava. Meu Deus este garoto vai a minha casa? Na portaria eu não achava a chave, dei muita bandeira, claro que ele percebeu meu nervosismo.
- Está tudo bem?
- Sim, é que não sei exatamente onde botei a chave – eu usava uma mochila cheia de bolsos. Ah! Achei. Vamos.
- Está calor apesar da chuva aqui na Asa Norte.
- Muito vou abrir a janela.
Aí eu me dei conta que o garoto queria fogo para acender o cigarro. Peguei um isqueiro e o entregue.
- Fuma?
- Não muito, mas de vez em quando eu gosto.
- Se incomoda?
- Não mesmo, fique a vontade.
Enquanto ele fumava, fui ao banheiro lavar o rosto, eu demonstrava nervosismo.
- Meu nome é André Lucas e o seu?
- Carlos.
- Legal Carlos. Vou direto ao assunto. Você é gay? Estou certo?
- Sim.
- Eu percebi, pessoas como você tem uma “estrela na testa”, uma placa estampada, uma espécie de marca registrada. Tá afim de dar uma chupada ?
- Sim.
Desabotoei o cinto, abri a braguilha e tirei para fora aquela pica. Confesso que quase desmaiei. Era a pica mais linda que já tinha visto, 20x6cm, roliça, digo esculpida, digna daquele rapaz igualmente belo.
- Você tem algo para beber?
- Sim. wiski, cerveja.
- Pode ser uma dose de wiski.
- Gelo?
- Não cawboy
Servi a dose caprichada, o garoto sorveu em um único gole. Aquilo me assustou. Mas...
- Então. Tá esperando o que pra cair de boca?
Acabei de despir o rapaz, tirei a camiseta, que me deixou ver o corpo moreno, bronzeado, tipo moreno jambo. Que corpo. O rapaz tinha ombros largos, sem exageros, peito bem formado, musculoso e aquela curvinha na cintura... Pouquíssimos pelos, umas coxas grossas e uma bunda extremamente desenhada... Curvas perfeitas. Mas o mais bonito era mesmo o pau. Pouco excitado, segurou bem firme, deitou na cama e me chamou.
- Vem dá uma caprichada nesta piroca. Ela está louquinha para ser chupada.
Eu peguei, acariciei e comecei a sessão de chupada, dando lambidinhas, apertando os lábios e de vez em quando engolindo toda. Era uma pica especial e eu, agora mais calmo, me deliciei por um longo período.
- Que boca. Gostosa. Chupa esse caralho é todo seu. Chupa safado!
Eu chupava horas mais velozmente, horas mais suaves. Lambendo a cabeça. Com a boca umedecida fazia movimento de vai e vem. Ele se erguia a fim de que eu a engolisse toda apertava minha cabeça em direção ao pau. Até que eu não agüentei e pedi.
- Mete um pouquinho em mim.
- Tem camisinha?
- Sim.
Peguei uma na gavetinha do criado mudo, entreguei a ele, me despi também, porque até este momento eu estava completamente vestido. Tirei toda a roupa e ele colocando a camisinha me pediu.
- Me serve outra dose. Estou precisando.
- Claro.
Servi o garoto, aproveitei e tomei uma também, a seco. Diminui a intensidade da luz, deixando o ambiente mais aconchegante. Novamente ele tomou de um gole só, botou o copo no chão e disse:
- Vou te fuder todo, gayzinho gostoso.
Eu não tinha pomadinha própria e a solução foi usar creme hidratante. Lubrifiquei o cú, me deitei de bruços e pedi.
- Mete, vai, mete nesse cuzinho.
O garoto ficou de joelhos na cama, segurou o pau, brincou um pouco fingindo que ia meter... Fez isto várias vezes. Botou só a cabecinha e me fez sentir o que vinha pela frente.
- Eu não agüento mais tanta tesão. Mete por favor... Quando de repente senti a penetração vagarosamente me invadindo... Eu senti um choque gostoso e pensei. Eu tenho dentro de mim um garoto que jamais imaginei ter. Foi uma sensação inesquecível.
- Que cuzinho apertadinho. Quer esta pica sempre?
- Sim, mete.
Ele apoiou os cotovelos na cama e em movimentos lentos, metia e tirava, metia e tirava até penetrar todo aquele pau no meu cuzinho. Me deu um tapinha na bunda e perguntou:
- Gosta de levar pica? Quer levar tapinhas? Fala que gosta, isto me excita.
- Devagar, vai me dá uns tapinhas.
- Então levanta, quero te comer em pé.
Encostei-me a uma cômoda enquanto ele metia gostoso.
- Vamos pro banheiro, gosto de ver pelo espelho, me dá mais tesão.
Lá ele cruzou os braços na minha cintura, apertou forte enquanto metia mais e mais. Me mordeu o pescoço, arranhou minhas costas e pediu para voltarmos à cama.
- Aguenta mais?
- Sim.
- Então troca a camisinha.
Entreguei-lhe outra. O pau daquele garoto não diminuía de tamanho e seu estado de excitação era impressionante.
Se deitou na cama, com as costas na cabeceira, forrou com almofadas.
- Vamos mudar de posição. Senta no meu pau.
Eu obedeci, sentei meio ajoelhado de frente para ele e deixei o pau entrar lentamente no meu cuzinho, mas o garoto me puxou para baixo, fazendo com que todo aquele cacete me penetrasse. Era uma posição desconfortável para mim, mas pelo André eu fazia qualquer coisa. Até plantar bananeira se preciso fosse.
- Deita de ladinho.
Deitei e ele com a perna sobre a minha meteu novamente.
Eu também estava excitado, mas ele apenas acariciava meus cabelos, colocava um dedo na minha boca e com a outra mão segurava meu ombro que estava por cima. Passados uns 10 minutos ele tirou o pau, tirou a camisinha e falou ao meu ouvido:
- Vamos gozar, vamos?
- Sim.
Eu encostei nos travesseiros e ele de joelhos bem junto a mim, Começamos a nos masturbar uniformemente. Ele gemia, jogou a cabeça para trás e gritou ao jorrar o primeiro jato de porra. Coloquei a mão em sua boca e pedi que não gritasse, pois a janela estava aberta e visinhos poderiam ouvir. Ele gozou por um longo período, deixando aquele creme cair sobre minha barriga. Imediatamente eu também gozei e muito. Achei que fosse desmaiar de tanto prazer. André se jogou na cama, estávamos completamente exaustos.
Passados uns 20 minutos, quando nosso batimento cardíaco voltou ao normal, fomos para o banheiro, tomamos uma chuverada e ele disse que precisava ir embora.
Se vestiu e disse que qualquer dia voltaria.
Fui levá-lo à portaria e subi ainda cambaleando, pois minhas pernas estavam tremendo eu mal consegui subir os 20 degraus.
Eu não resisti, tomei outra dose de wiski, fumei um cigarro e olhando a fumaça e gritei comigo mesmo:
- Eu sou a bicha mais feliz do mundo, eu acabei de transar com um garoto de cinema. Um Bad Boy. Eu não estou acreditando – mas estava pois meu “estado” dizia tudo. Este dia vai ficar na história da minha vida... Tomei um copo d’agua e fui dormir muito, mas muito feliz mesmo.
André voltou a minha casa uma única vez, mas este eu conto depois. Não moro mais na 312 norte e já se passaram 5 longos anos.
Se você quiser ter comigo uma experiência semelhante, me passa um e-mail. Carlosecesar33@gmail.com

 

Chegando da faculdade

By: carlosecesar33@gmail.com

Sexta-feira, 12 de maio de 2007.

Saí da Faculdade por volta de 22:46 horas. Fui embora a pé, pois era bem perto de casa. No caminho levei uma cantada de um cara de carro, mas fiquei com medo e não entrei. Apesar do carinha ser excitante. Dispensei e continuei meu caminho. Ao virar a esquina da 312 Norte, em frente ao meu prédio, notei que tinha uma pessoa meio escondida na coluna, em frente a portaria. Não entrei de imediato, deu uma volta e percebi que se tratava do filho do alfaiate da loja de baixo ao lado do portão. Tomei coragem e andei em direção a portaria. Ele me cumprimentou e percebi que se encontrava super excitado. O volume em sua calça era assustador, mas intrigante. Ele foi direto e objetivo.

- Tô afim de subir um pouquinho, posso?
- Sim.
- Tem alguém lá em cima?
- Não. Estou chegando da faculdade.
- Então sobe, deixa a porta encostada que já vou.
Subi a escadaria tremendo, pois fui pego de surpresa. Já tinha visto aquele rapaz na alfaiataria, já o desejei várias vezes, pois é um jovem de +- uns 23 anos, alto, moreno claro, barba mal feita, dentes bonitos, meio gordinho, mas musculoso e coxas sensacionais (já o vi de bermuda também). Abri a porta, joguei o material sob a mesa e corri para verificar se eu tinha preservativos, pois sem eles não rola. Claro que tinham 3 lacradinhos. Em menos de dois minutos a maçaneta da porta girou, foi me pedindo baixinho.
- Apaga as luzes, tranca a porta, não posso ser visto.
- Tudo bem, vamos para o quarto que é melhor.
- Tô no maior tesão e muito a fim de dar uma gozada...
Já foi abrindo o zipper da calça super apertada e levando minha mão aquele mastro. Era uma piroca grande, uns 23x6. Uma cabeça igualmente grande e dura.
- Dá uma chupada gostosa, eu sei que você gosta.
Me agachei e, comecei com a ponta da língua, ele porém, me empurrou forçando-me a engolir toda, como o pau do bofe era muito grande, me engasguei...
- Calma, não seja guloso.
Voltei a chupá-lo, desta vez dando lambidinhas de cima baixo e vice-versa.
- Calma se não eu gozo.
- Não. Eu quero dentro do meu cuzinho.
Entreguei-lhe a camisinha, mas ao tentar vestir, rasgou, tão grande era o pau. Peguei outra e dei uma esticada antes de vestir.
Ele me virou de costas, passou cuspe no meu cú e enfiou de uma vez. Dei um gritinho, pois doeu um pouco.
- Devagar...
- É assim que eu gosto, putinha...
E socou novamente com mais força. Eu senti aquele pau rasgando meu cuzinho. Eram 23 cm aproximadamente de pica toda no meu rabinho. Eu mal podia me mexer... e mal conseguia falar.
- Mete gostoso esse caralho grande, mete.
Mas não deu tempo eu pedir de novo, ele tirou bruscamente.
- O que houve?
- Gozei.
- Como assim, tão rápido?
- Disse que estava quase gozando. Posso tomar um banho?
- Sim, claro.

O carinha entrou no banheiro, enquanto isto eu me masturbei e gozei gostoso ainda sentindo a dor gostosa no meu cuzinho. Ele foi super rápido no banheiro, mal se enxugou, vestiu a roupa e foi embora.

- Entenda. Eu nunca subi aqui, eu não te conheço e você também não me conhece. Fui. Bateu a porta, desceu as escadas e eu só ouvi o barulho da porta de enrolar abrindo e fechando.
Tomei um banho e enquanto me ensaboava enfiava o dedão no cuzinho e, claro me excitei novamente e gozei embaixo do chuveiro.

Se vc quizer viver uma experiência igual, me procure: carlosecesar33@gmail.com

 

Proposta

Em primeiro lugar, deixe me apresentar.Tenho 45 anos, loira , 1,64m, 54 kg, tipo perua, exibicionista, gostosa, casada com um homem agora corno manso assumido.

Sou advogada, formação rígida e conservadora, e que ao longo do tempo fui liberando a fêmea dentro de mim, e assumindo meu lado vulgar, devasso e sedento por prazer.

Estimulada pelo marido, comecei de uns tempos para cá a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais.Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens, paquerar, tudo isso com incentivo do futuro corno, que se excitava com isso.

Comecei a ousar cada vez mais.Exibia minhas pernas, deixava os seios parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bunda, fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais carregada, gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.

Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de cinta-ligas com meias 7/8 passou a fazer parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o marido, que começou e falar que eu deveria experimentar outro macho.Era o início de uma nova fase.

Meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar roupas mais ousadas para mim, procurando sais e blusas em lojas para putas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim, já um pouco vulgar e com jeito de mulher oferecida, fácil.

Veio a proposta do marido : saia com outro macho e receber uma grana como pagamento, como uma puta.Isso me excitou , e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, vulgar, me entregando ao ´prazer.

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho,era encarada por um mulato, cara de safado, que não se intimidava com a presença de meu marido.Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando, e eu, excitada falei ao meu marido que ia ao toilette.

Levantei, e rebolando passei pelo cara e fui ao toilette.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o corno sobre isso.
A ousadia do cara ,e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.

Sentei na mesa, visivelmente alterada, e comentei com meu marido que um cara queria dançar comigo, e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que buscava , que eu seria bem paga por isso.

Me senti uma puta ali na mesa, e excitada, dei um gole na bebida, olhei para o mulato, sorrindo, e fui para a pista de dança.

O cara sorriu e foi em minha direção, me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma loira gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.Depois de alguns minutos me soltou, e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha, e devia ver como o corninho estava gostando de ver a esposinha com um macho.

Voltei para a mesa amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente.Falei o que o mulato queria, e disse que iria tirar a calcinha no banheiro, reforçar minha maquiagem e me entregar ao cara.Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que esperava minha grana ali, antes de tirar a calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 200,00e me entregou, dizendo:agora é com você.

Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos , quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha, deixa a bolsa na mesa e vamos para a pista.

Me pegou, dançando e me amassando, e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que ela merecia.Senti que o cara estava de pau duro, se esfregava na minha perna para eu sentir, e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta.Prendendo minhas mãos acima da minha cabeça, me imobilizou e dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer, e muito, e que eu iria adorar, assim como o corno...foi falando que tinha experiência com casal assim, esposa puta e marido corno, e que eu seria a vaca devassa dele.

Depois de um gozo intenso, o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia safada, sabendo que começava uma nova fase da nossa vida...

Continua........

 

O professor romântico

Bom estou aqui novamente pra escrever mais uma aventura minha! Os meus ultimos conto que postei, foi "BRAD, O GOSTOSO" (http://www.casadamaite.com/node/1978). “O FISIOTEREPEUTA GOSTOSÃO” (http://www.casadamaite.com/node/10608 ) E para quem não se lembra mais, sou branco, tenho 36 anos, 1.80m, 95kg, tipo fofinho, não sou gordo e nem curto caras assim, tenho poucos pelos no corpo, bunda lisa, sou passivo e não sou e nem curto caras afeminados. Moro em Jacarepaguá/Freguesia/Rio de Janeiro/RJ.
Só curto caras machos ATIVOS, com jeito e atitude de homem, que tenha pegada, e que goste de sexo seguro mais intenso, na faixa etária de 25 a 40 anos, do RIO DE JANEIRO, com corpo normal, não curto caras gordos e nem peludões de mais, podem ser parrudos, fortões sarados ou até com corpo normal, mas gordos e gordões to fota. Bom,vamos ao meu novo conto.
Estava eu teclando no MSN, quando alguém me adicionou e logo se identificou dizendo ter pego meu MSn no meu ultimo conto do “O FISIOTEREPEUTA GOSTOSÃO”, onde tinha lido e ficado chei de tesão. Mas o que mais interessou ele foi o fato de morarmos perto no mesmo bairro, começamos a conversar ele me disse que era casado, professor e que tinha que ser tuda na encolha, por causa disso. Eu falei tuddo bem, que ele poderia ficar tranqüilo que sou discreto e onde moro também e um prédio discreto e super familiar que ninguém desconfiaria de nada. Ficamos nesse papo umas duas semanas, pois ele tave sem tempo e eu também, e fomos nos conhecendo por foto ate que hoje ele me ligou perguntando se daria, eu disse que sim, estava chegando em casa, e que so precisava de um tempo pra um banhoi e me preparar, ele me disse que daria aula as 19:30hs da noite, que eu por volta das 16:30hs poderiva vir aqui em casa, mas que me ligava quando tivesse vindo. Eu falei tudo bem e combinamos, no horário ele ligou eu passei o endereço, e na hora marcada ele chegou.
Quando abri a porta apesar de já te-lo visto por foto não foi nenhuma sumidade de beleza que apareceu, ele e um cara normal, Marcos tem 1.75m, 75kg, cabelos e olhos preto, pelos no peito corpo normal na da de sarado e fortão, um sorrizo simpático, cativante e espontâneo, resumeindo ele é bem gostosinho! Mas mal fechei a porta fui aos céus, ele me agarrou com uma pegade de macho gostoso bem firme e me tascou um beijo que eu não esperava, e lógico que retribui calorosamente, onde ficamos alguns minutos assim até que falei pra irmos pra o quarto. Lá ele foi logo tirando minhas roupas chupando meus peitinhos lambendo minha barriga e começou a chupar meu pau que e uma delicia, ai eu pensei, pronto o bofe me enganou disse que era ativo e vai querer que eu coma ele.
Mas derrepente ele me sentou na cama e começou a rirar a roupa dele ficando nu e mostrando aquela pica gostosa, de seu 18cm, bem grossinha, já durassa e cheia de tesão por mim. El se jogou encima de mim, e começamos a fazer um 69 gostos onde cada um chupava o pau do outro, ai ele me disse que era ativo, mas que curtia so chupar, eu falei sem problemas pode ficar a vontade, que eu gosto de ser chupado! Ficamos um bom tempo assim nos chupando e depois nos beijando e sarrando, até que ele falou que queria me comer eu falei que estava doido pra isso e fui pegar a camizinha e o KY na mesa de cabeceira e ele aproveitou para me abraçar por traz, e ficou fungando no meu cangote e passando a barba por fazer na minha nuca. Fiquei louco de tesão, pos adoro que façam isso comigo, e mais ainda sem pedir, quando parte espontaneamente do macho! Fiquei louco pra da pra ele, virei coloquei a camisinha nele e passei KY no pau dele e no meu cuzinho, e já ia ficar de 4 quando ele falou que queria de frendo, eu falei melhor ainda! Ele se possicionou eu também e aos poucos ele foi me penetrando com calma e carinho para não me machucar, coisa que ele comentou ter o maior cuidado com os parceiros, ele me penetrou tão gostoso e como eu estava com muito tesão das cafungadas que ele me deu, que quando percebi o pau dele tava todo dentro de mim, e eu não senti dor nenhuma, entrou suavemente, onde ele so me dava prazer com isso, ele levantou as minhas pernas ate seus ombros e se curvou sobre mim, e começou a me beijar e bombar gostoso dentro de mim, foi muito gostoso, pois ele fazia com calma e carinho, pra não me machucar, isso foi muito bom, pois partiu dele eu não pedi nada deixei ele agir naturalmente, ele me bombava e beijava ao mesmo tempo com tanto carinho e tesão que eu simplemente sai de mim, e viajei no prazer que tava sentindo, parecia que fazíamos amor como dois namorados e não so sexo por sexo. Foi muito gostoso, pois ficamos um bom tempo assim, pois perdi a noção do tempo, e nem tava preocupado com isso! Mas o tesão dele foi aumentando e ele começou a bombar com mais força uma vez que percebeu que eu so gemia de prazer e já tava acostumando com ele. Ele foi intencificando a foda ate que gozou gostoso ond esenti o pau dele pulsar dentro de mim, e os jatos do gozo dele dentro da camisinha, mas ele mesmo gozand inda continuou metendo suavemente, e começou a me masturbar, pra que eu gozasse gostoso, pois ele queria ver. O sexo com ele foi tão intenso e gostoso que tinha até esquecido de me masturbar pra gozar junto com ele, mas ele todo cuidadoso fez questão de que isso acontecesse, e so parou depois que gozei bem gostoso com o pau dele dentro de mim, ai sim carinhosamente ele tirou e ficamos um tempo abraçados nos beijando conversando, ate que deu a hora dele ir, pediu pra tomar um banho, pois tinha que dar aula e não poderia chegar no colégio cheirando a sexo, eu ri indiquei o banhiro dei uma toalha pra ele, e assim que terminou se arrumou, me deu um gostoso e apertado beijo com pegada como gosto e foi, mas disse que voltaria a me ligar pra repetimos, pois ele não que nad serio comigo mas me quer pra uma amixzade com foda gostosa como disse, onde ele não vi mais precisar procurar na internet, toda vez que tiver com tesão.
Espero que tenham gostado de mais uma aventura sexual minha, se quizerem fazer parte me procurem me adicionem, os que se enquadram no que curto, e estiverem dentro do perfil, que sejam ATIVOS e do RIO DE JANEIRO.
Aos interessados, meu e-mail e MSN é: alone.guy2009@hotmail.com
Abraços ALONE
 

 

Como consegui comer a cunhada e a sogrinha

Depois do que consegui fazer, não consigo guardar essa conquista, esse trunfo, essa super aventura, só para mim, sinto necessidade de contar a todos. Afinal, para que serve uma super conquista, se não puder contar?
Acho que todo homem normal, sente tesão por sua cunhada, ainda mais se ela for muito gostosa como a minha, do tipo que quando passa na rua todos olham. O irmão da minha esposa, ou seja, meu cunhado, deve ter ficado caído por ela, pelo seu lindo rosto e por aquele corpo maravilhoso, sensual, que desperta tesão em qualquer homem, mas eu tinha de fingir que não sentia nada.
Conheci minha esposa na firma onde eu trabalhava, ela sem dúvida era uma das funcionárias mais linda, elegante, bundinha arrebitada que marcava seus vestidos e saias justas, com corpinho que …. meu Deus.. e simpática, por isso apesar de eu ser um conquistador nato, eu nem tentei conquistá-la, imaginava ser impossível uma musa daquelas, dar bola para mim. Era o tipo de garota que coseguiria casar com quem ela quisesse.
Resumindo, incrivelmente ela foi com minha cara, passamos a sair nos fins de semana, até que um dia me levou para sua casa, para conhecer sua família. Primeiro conheci seu irmão, um rapaz bonito e educado com uma esposa que parecia uma miss, tive de fazer força para não demonstrar minha admiração por ela. Fingia indiferença ao vê-la, mas quando ninguém estava por perto, eu fixava meu olhar em seu corpo escultural.

O pai da minha garota, um sujeito muito simpático, me recebeu muito bem. Quando ela me apresentou sua mãe, engoli em seco, esperava uma senhora gordinha e barrigudinha, mas apareceu uma moça com corpinho inacreditável, num vestido elegantésimo, que realçava sua cintura fina, pernas esculturais, e seios fartos, além de muito bonita. Para vocês terem uma idéia, teve uma novela chamada Caminho das Indias, onde quase no fim, apareceu uma mulher indiana, milionária que era a mãe da noiva do Barruan, esguia, porte aristocrático, corpo escultural, sempre elegante, com classe, e linda de rosto, pois era idêntica a minha futura sogra.
Minha sogra tem 47 anos e cabelos castanhos claros, 1,60 m de altura, com 48kg (segundo minha esposa, ou seja 1 Kg a mais que ela), dava para imaginar seios fartos mesmo ela estando com vestido fechado e bumbum arrebitado de causar desejo a qualquer homem. Ela adora usar vestidos que deixam a mostra as curvas de seu corpinho. Apesar da idade, ela aparentava ter bem menos, acho que devido aquele corpinho de moça.
Minha cunhada tem cabelos castanhos mais escuros, 1.65, aprox. 50kg seios de médio para grande e coxas que começam finas junto aos joelhos bem torneados e vão engrossando nos quadris, todas as três (minha esposa, minha sogra e minha cunhada) têem cabelos longos e ondulados, até abaixo dos ombros, impossível as pessoas não olhares quando esse trio anda nas ruas.
Eu adorava ir à casa dela namorar, além do prazer de vê-la, ainda com pai simpático, mãe escultural e principalmente quando o irmão dela estava lá com minha futura cunhada, sem duvida era uma família linda! Com aquela garota, até mesmo eu um inveterano opositor do casamento, sentia vontade de casar e te-la em casa só para mim.

Com o tempo acabei casando com ela. No dia do casamento, lá estava minha sogra, com vestido longo, tomara que caia e um chale transparente nos ombros desnudos, no colo se via um par de seios que sustentava o lindo vestido. Minha cunhada, que foi a madrinha junto com meu cunhado, também com vestido longo, tomara que caia, realçando aquela cinturinha de pilão e seus seios um pouco menores que de minha sogra mas mesmo assim, de bom tamanho. Os convidados batiam muitas fotos, e eu sabia que eles estavam é batendo fotos para terem a imagem linda da minha sogra, minha cunhada, e minha esposa também, mas eu ao invés de me aborrecer, sentia orgulho disso.
Claro que minha esposa, linda com seu corpinho espetacular, seios grandes como da sua mãe, me dava muita tesão e desde a noite de núpcias, trepávamos todas noites onde eu a ensinei como chupar um pau dando prazer ao macho, eu a ensinei a engolir porra quando eu gozava na boca dela durante um 69, ensinei a dar o cuzinho coisa que no começo ela não gostava mas depois começou a sentir tesão, sempre acordava pelo menos uma vez de madrugada para mais uma trepada. Mas homem é bicho sem vergonha, apesar de ter uma mulher tesuda e linda como minha esposa, muitas vezes, eu trepava com ela, imaginando estar com minha cunhada e até mesmo minha sogra. Quem conhecia minha esposa, jamais imaginaria que um homem, ao ter uma mulher linda e sensual como ela, em seus braços, toda núa, conseguisse pensar em outra mulher. E o pior é que eu apesar de tê-la só para mim, pensava em outras duas, e isso estava virando uma obsessão, eu tinha de bolar algo para poder comer as duas. Para mim, era como um desafio, pois sempre consegui comer as que eu queria. Fiquei pensando em várias formas de conseguir.
Nessa época, na empresa, entrou um rapaz que acabamos nos tornando grandes amigos, com quem sempre ia almoçar junto e as vezes tomavamos uma cervejinha no fim do expediente, para nos descontrair, ele era solteiro, tipo galã, ele era como eu quando solteiro, não queria saber de casamento, ele estava na fase de ficar namorando várias mulheres nas baladas noturnas até conseguir comer e contava as conquistas dele para mim. Era muito excitante ficarmos falando de mulheres, ele era mulherengo e já tinha usado quase todos artificios para conseguir as mulheres que queria, isso me inspirou a lutar para eu também conseguir comer as duas mulheres que povoavam minha imaginação, ou seja, minha sogrinha e minha cunhadinha.

Uma vez, a avó da minha esposa (mãe do meu sogro) que mora no interior de Santa Catarina, ia ser operada de um tumor. Minha sogra não se dava muito bem com ela, eu não tinha a menor vontade de rodar horas e horas para visitar uma pessoa que mal conhecia por isso inventei que tinha serviço importante na empresa naqueles dias, e minha cunhada, como ia prestar concurso publico, não podia viajar.
Ficou resolvido que iriam viajar de carro o meu sogro, meu cunhado e minha esposa, pois ela e seu irmão, quando crianças, passavam as férias, na casa dessa avó.
E ficou resolvido, que como minha casa era a maior de todas, era um sobrado, com 2 suítes de hóspedes além de um outro quartinho que usávamos como segunda salinha de TV, quintal, e bem localizada para todos, ao lado da estação de metrô, minha sogra e minha cunhada dormiriam em nossa casa !
Eu não podia demonstrar, mas fiquei tão contente como se tivesse ganho sozinho na loteria, claro que eu tinha dado sugestões, para que aquela situação encaminhasse dessa forma.

Imaginem eu morando sozinho com duas mulheres lindas e desejáveis, que já inspiraram algumas trepadas com minha esposa, na minha imaginação.
Juntos eu e esse novo colega da empresa, aproveitando nossa imaginanção e nossa experiência de conquistador e as experiências desse novo amigo em papar mulheres, preparamos uma maneira de eu poder comer minha sogra e a cunhada.
Ficou combinado que ele iria entrar comigo, eu como refém dele, ele como assaltante, como se eu tivesse sido abordado ao entrar em casa, ele entraria com capuz ninja cobrindo o rosto, como se fosse assaltante, e ele me obrigaria a comer tanto minha sogra como minha cunhada, mas tinha de ser convincente, como se eu fosse obrigado, contra minha vontade, a comê-las. Eu levei e mostrei fotos das duas para ele.

Ele pegou as fotos, deu um assobio, e disse que agora entendia esse meu desejo de possuí-las, mas mulherengo como ele era, sentiu tesão imediatamente pela minha cunhada.
Ele muito esperto, disse que ele também tinha de comer a cunhadinha, senão elas iriam desconfiar! Mesmo contra minha vontade, tive de concordar que ele tinha razão.
Nenhum assaltante entra numa casa, manda um cara comer duas mulheres e vai embora sem as molestrar, isso faria as duas desconfiarem!

No dia da viagem, depois que meu sogro, minha esposa e meu cunhado foram viajar, no fim da tarde, após serviço, voltei para casa a noite, quando sabia que as duas já estavam na casa. Fui junto com meu amigo, o “assaltante”, tudo combinado, já tínhamos comprado até um revolver de brinquedo imitação perfeita de um verdadeiro.
Chegando em casa, entrei na garagem, fechei o portão para ninguém ver, abri a sacola de compras tirei dois copinhos de água mineral e tomei um comprimido de Viagra e dei outro Viagra ao “assaltante”, eu não preciso de Viagra, mas essa noite prometia exigir muito do meu pau, então para prevenir tomei o Viagra para poder gozar várias vezes.
Depois mandei meu amigo colocar a toca ninja, recomendando para ele jamais me chamasse pelo meu nome, agir como um assaltante violento, sem gritar para não chamar atenção apesar de minha casa ser isolada. Recomendei também para ele recolher os celulares para evitar de elas chamarem a policia. Liguei para minha esposa, falei com ela, com meu sogro e meu cunhado, para evitar de eles ligarem em hora imprópria, e desejei boa noite a eles.
Entrei em casa e vi que minha sogra estava na cozinha.
Fechei a cortina da sala, entrei na cozinha com o “assaltante” encapuzado me segurando e apontando a arma, eu já com as mãos amarradas. Ele apontou a arma para minha sogra, anunciou assalto e mandou ela ficar quietinha, senão iria nos matar. Eu via medo estampado no rosto dela. Ele já estava com uma tira e amarrou as mãos dela também, e sussurrando perguntou a ela, quem mais estava na casa. Ela disse que a nora dela estava no quarto em cima.
Ele sempre falando baixinho, mandou nós irmos para cima junto com ele, em silêncio, para pegar a outra moça. Subimos a escada, ele entrou no quarto da minha cunhada que estava assistindo TV, e ficou aterrorizada ao nos ver. Ele mandou ela ficar quietinha e explicou o assalto, e que se a gente cooperasse ele nos deixaria vivos, caso contrário mataria os três, e amarrou as mãos dela também.
Ele levou todos nós para meu quarto (como tinhamos combinados), fechou a janela e a cortina, acendeu todas as lâmpadas inclusive os abat jours, que eu tinha trocado por lâmpadas mais fortes para iluminar todo quarto, e deixou bem claro que queria dinheiro para comprar droga, e se alguém tentasse fugir, ele mataria nós três. Todos nós afirmamos que iríamos cooperar.
Ele queria saber quem era quem, e minha sogra disse que eu era genro, a outra nora.
Depois ele pegou tiras de panos já preparados para isso, e amarrou forte meus olhos, me vendando, não conseguia ver mais nada, e minha cunhada e minha sogra assistiram a isso. Depois foi a vez dele vendar minha sogra e minha cunhada, elas também já não conseguiam ver nada, e ele deixou bem claro que ele iria tirar a toca ninja, e se alguém visse o rosto dele, ele mataria para não ser reconhecido.
Ele falou para mim: “Ó Zé Mané, mostra logo onde tem dinheiro aqui, senão te apago”. Eu falei que para eu pegar algum dinheiro, ele precisava soltar minhas mãos. Ele desamarrou avisando que se eu tentasse alguma coisa ele mataria todos nós, fui desamarrado e afrouchei a venda dos olhos e pude ver, minha sogra e minha cunhada, amarradas na cadeira, com os olhos vendados, cada uma num canto.
Depois, ele abriu sua mochila, tirou uma garrafa de caipirinha feita de pinga e vodka, com limão e bastante açúcar para disfarçar o quão forte era a bebida. Pegou dois copos da estante, encheu de caipirinha e entregou um para minha sogra, outro para minha cunhada e fingiu dar outro para mim, e obrigou nos a tomar tudo sob pena que levar um tiro se não tomasse. O açúcar disfarçava bem por isso, tanto a sogra como a cunhada, conseguiram tomar em uns 4 goles forçados pelo “assaltante”.
Comecei a abrir gavetas, dizendo olha, aqui tem esse dinheiro, aqui tem mais isso, aqui mais isso, por favor, você já tem o dinheiro, deixe nos livre que prometo que não contaremos nada à polícia. E de uma das gavetas, tirei uma filmadora que já tinha preparado, e comecei a filmar, pois nenhuma das duas conseguia ver nada e o álcool já começava a perturbar as duas.
Ele com linguajar de malandro, dizia: “tu és um cara legal mano, mais tu achava qui vô saí só com a grana, sem comer essas putas?”
Eu fingi estar horrorizado, falei que ele já tinha dinheiro suficiente, pedi clemência para não fazer mal às mulheres, e ele em tom violento mandou me calar, disse que se eu falasse mais alguma coisa, ele me mataria.

Ele ficou ao lado da minha cunhada, acariciando seus cabelos, sua cabecinha, dando beijinhos, na orelha, no pescoço e nos lábios. Ela procurava se esquivar, então, ele falou: “escuta aqui sua puta, eu vou ti comê de quarqué jeito, si tu ficá dando uma de difícil, vai sê pió, porque eu vou te comê de quarqué jeito. Qué fazê du jeitu fácil ou tu quê dá apanhando”. Depois dessa, ela ficou quieta, deixando ele ficar passando as mãos pelo corpo e ainda dando beijinhos na face.
Como eu sabia que não dava para minha cunhada nem minha sogra verem nada por estarem vendadas, fiquei filmando ele passando as mãos nos peitos da minha cunhada, por cima da roupa, nas pernas dela, passando as mãos pelas coxas por baixo da saia.
Notei que minha sogra estava muito assustada quase chorando

Depois ele mandou minha cunhada se despir, após livrar suas mãos das amarras, deixando bem claro que se ela tirasse a venda dos olhos e visse o rosto dele, ele mataria. Ela, com medo, jurou que não tentaria tirar a venda.
Ela estava relutante, envergonhada, mas tirou a blusa, a saia, sempre de olhos vendados e eu filmando sem ela saber, que beleza, eu vendo aquele corpo esguio só de soutien e calcinha. Depois soltou o fecho do soutien nas costas, eu a vi, descendo as alças pelos braços, depois segurar o bojo e tirar o soutien, revelado um par de peito maiores que a média, cheinho e firme, com tamanho gostoso de pegar, apertar e chupar.
Finalmente, depois de ficar imaginando tanto tempo, consegui ver os peitos da minha cunhada com mamilos cor de rosa. Depois ela segurou as laterais da calcinha e começou a abaixar, vimos aparecer uma bundinha redondinha, firme, lisinha e pela frente um triângulo de pêlos acima da buceta. Descobri que ela depilava cuidadosamente sua bucetinha em volta dos grandes lábios, coisa que até aquele dia, somente meu cunhado sabia, agora eu também partlhava desse segredo! Ela deixava um tufo de pêlos triangular em cima do rasgo da buceta. Ela se virou, ficou de costas para mim, para tirar a calcinha, eu me abaixei para continuar filmando de baixo para cima, por trás daquela bundinha tesuda e quando ela levantou a perna para tirar a calcinha, vi no meio das pernas, o rasgo da buceta sem pêlos, com lábios bem cheinhos, lisinhos, sem nenhum pêlo, e também o anel do seu cuzinho mais escuro, que filmei com zoon. Meu pau quase estourava de tão duro.
Mentalmente, fiquei admirando o corpinho perfeito da minha cunhadinha.

Só queria ver qual seria a reação do meu cunhado, se ele, um dia, souber que eu já vi o corpo todo da sua esposa, seus peitos com mamilos rosas, sua barriguinha sarada, onde começam os pêlos da bucetinha, sua bundinha redondinha linda que esconde o anel do cuzinho mais escuro, suas coxas longas bem torneadas, o rasgo da buceta e até as pregas do cuzinho dela, e também que eu sei que ela se depila ao redor da bucetinha deixando um tufo de pêlos em cima, e que estava tudo gravado no meu filminho e que eu assisto sempre, acho que ele nunca mais falaria comigo. Depois que ela ficou pelada, ele a segurou e a colocou sentada na cadeira de novo, claro que antes, ele passou as mãos pelos peitos e pela bundinha e o corpinho dela, agora com as mãos livres. Que beleza, minha linda e gostosa cunhada, sentada peladinha, com os peitos a mostra, e entre as suas coxas alvas, o tufo de pêlos, era uma visão linda demais, que eu filmava embevecido, minhas mãos até tremiam de tanto tesão.

Ai o cara chegou perto da minha sogra e falou: “e tu madami, qué ficá peladona numa boa ou qué levá umas coronhadas primeiro?” Ela bem baixinho, com voz tremula, disse que tirava a roupa, e ele soltou as mãos recomendando que se ela tirasse a venda dos olhos, a mataria. Eu me posicionei e passei a filmar a minha linda, elegante e deliciosa sogrinha.
Minha sogra em pé, elegantemente vestida, porte aristocrático como uma rainha, como mulher da alta sociedade, começou a tirar a roupa, vermelha de vergonha, com a cabeça baixa. Ela desabotoou os botões do vestido, depois segurando a barra, levantou para cima, para tirar pela cabeça,ela tirou o vestido ficando só de soutien e calcinha.
Jesus, nunca imaginei que minha sogrinha tivesse um corpão desses, meu sogro era um cara de sorte, um corpo esguio, sem gordura, sem celulite, cintura fina, um par de peitão, bunda arrebitada, pernas bem torneadas, barriguinha sarada, entendi de quem minha esposa puchou.
Por cima do soutien, dava para ver um pedaço do peitão dela. O cara mandou continuar e ela vermelha de vergonha, continuando de cabeça baixa, primeiro colocou aqueles braços longos e perfeitos para trás, nas suas costas e desabotoou o soutien, abaixando as alças, deslizando as em cada braço, depois segurou a taça do soutien e tirou fora, deixando livre dois peitos grandes macios com grandes mamilos cor de rosa, que causaria muito tesão em qualquer homem. Era um peito grande e lindo, tanto eu como o “assaltante”, já estávamos de pau duro há tempo. Vi de onde que minha esposa herdou aqueles seios grandes, a diferença é que da minha esposa era mais firme, e mais duros que o da mãe dela. Depois a sogrinha pegou as laterais da calcinha e foi puxando para baixo, primeiro apareceu aquela bunda maior que a da cunhadinha, mais carnuda, mas ainda firmes, sem celulite, bunda madura, gostosa, tesuda, redondas, eu sempre filmando a bunda por trás. Pela frente, apareceram os pêlos da buceta, ela foi deslizando a calcinha pelas coxas e pernas, até tirar pelos pés, fiquei abaixado por trás, filmando de baixo para cima e ao levantar a perna para tirar totalmente a calcinha, vi por entre suas nádegas, uma buceta grande e coberta de pêlos, com um rasgo no meio daquele matagal. Ela nua, revelou uma bunda grande mas sem exagero, muito bem feita, eu imaginava que a bunda dela fosse bonita, mas nunca imaginei que ela tivesse uma bunda tão apetitosa e gostosa assim, e também uma buceta toda peluda, diferente da buceta depilada da minha cunhada. Ele a pegou e colocou sentada na cadeira mais afastada, aproveitando para passar as mãos no corpo dela, especialmente nos peitos, no canto do quarto. Eu via e filmava aqueles peitões macios, com mamilos escuros, as coxas branquinhas e os pêlos da buceta que aparecia no encontro das coxas, ela sentada elegantemente com as pernas fechadas mas deixando o tufo de pêlos a mostra.
Aí eu comecei a perceber como o corpo de minha sogra era apetitoso, ela era mais tesuda que eu tinha imaginado algumas vezes, afinal qual homem não vê uma mulher madura vaidosa, linda, sofisticada, gostosa, pensando no que ela tem por baixo do vestido?
Depois o “assaltante” mandou eu tirar minha roupa como garantia que eu não escondia nenhuma arma, foi a minha vez não teve outro jeito tive de tirar as roupas.

Era uma situação inusitada, nós três, sentados, eu vendo e filmando, dois pares de tetas e os pêlos na parte final das coxas delas. Ainda bem que minha sogra e minha cunhada não viam meu pau duro, em frente a elas, e eu estava tentando me controlar para que ele não ficasse mais duro, pois não parava de admira os corpos das duas, os peitos, os pêlos, as coxas, as bucetas, e tudo isso bem pertinho.
De repente o “assaltante” tirou sua roupa. Eu nunca o tinha visto pelado, mas quando ele tirou a cueca, saltou um pau longo, que ele pegou na mão e movimentou como se estivesse masturbando, e ficou passando as mão na minha cunhadinha, no rosto, no pescoço, nos peitos dela, dando beijinhos no rosto, o ouvido, na boca, chupando os mamilos, colocando a mão dela no seu longo pau e eu filmando tudo, tudo com calma, carinho, que acalmou minha cunhada. Eu sabia que intimamente, minha cunhada devia estar sentindo que o pau do “assaltante” era bem mais comprido que do seu maridinho.
Como minha cunhada nem sonhava que eu estava vendo e filmando, ela achava que todos estava de olhos vedados, ela segurava o pau, fazendo movimento de vai vem, o que me deixou com mais tesão. Imagine a filha da puta casada e manipulando um pauzão. Quando ele encostou a cabeça do pau nos lábios dela, eu vi que ela passava a língua na cabeça toda, até que começou a por na boca e engolir aquele pau enquanto ele massageava seus peitos. Não sei se fazia isso por medo de apanhar ou se a bebida começava fazer efeito deixando a com tesão. Ahhhh, filha da puta, chupando o pau de outro homem, eu já não sabia se ela fazia isso obedecendo ordens ou se fazia por sentir tesão, em todo caso, filmei tudo.
Que tesão de ver minha cunhada com um pau na boca, ahhh se o marido dela visse aquela cena!!!. Se eu não estivesse vendo (e filmando), iria achar que ela estivesse morrendo de medo na cadeira. Depois que ele ficou passando as mãos nos peitos, alisando as coxas e bunda, enquanto ela segurava e chupava seu pau, ele a levou para a minha cama, onde eu comia minha esposinha.
Era uma cena excitante, minha cunhada de olhos vendados, pelada, sendo puxada pelas mãos por um homem pelado, que mostrava um pau longo e duro, ele a deitou com as pernas para fora da cama.
Ele se ajoelhou no tapete segurou as pernas dela, abriu, deixando ver o rasgo da buceta para eu filmar em close, arregaçou com as mãos e colou seus lábios, começou a lamber e chupar.

Minha cunhada se arrepiava, e eu via e filmava, ela apertando os lábios tentando conter os gemidos acho que para ninguém perceber o que estava acontecendo. O álcool facilitava liberar seus instintos e ela se soltar assim, filmei seus dedos agarrando o lençol com força, não havia dúvidas do grau de excitação dela, acho que para minha sogrinha não escutar, apertava os lábios, até que não agüentando mais, passou a soltar uns gemidos abafados aaaaaahhh, aaaaaaahhhh, aaaaaiiiii, aaaaaiiiiiiiii, ela deixava escapar uns aiiii, aiiiii, aiiii com respiração cada vez mais ofegante, já abria as coxas por si só, os mamilos estavam duros.
Ficaram fazendo isso, até que percebi ela ficar toda rígida, fechando as mãos, tentando comprimir os lábios, parando de respirar, depois se estremecer gemendo alto, primeiro gemendo ai, ai, ai, ai, depois mais longos, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaiiiiiiii, já nem ligava mais se a sogra ouvisse, ela estava gozando seguidas vezes na boca dele. Eu não estava agüentando de tesão, e vi que minha sogra também contraia os músculos, vi seus mamilos ficarem duros, claro que ela estava com tesão, quem não ficaria, ainda mais depois de um copo de caipirinha ?
Depois ele foi lambendo o corpo todo dela, as coxas, a barriguinha, principalmente os peitos, pescoço, até que a colocou na posição papai mamãe, ela já ficou com aos joelhos dobrados e coxas abertas, pronta para o recebe-lo,
Ele segurou seu pau enorme e bem duro, encaixou a cabeça do pau no buraco lambuzado da buceta e foi forçando e penetrando lentamente e eu filmando aquele pau entrando centímetro a centímetro na minha cunhadinha, ele ficou entrando e saindo dentro dela por um tempão, eu filmando a bunda dele subindo e descendo para levar e tirar o pau da buceta, percebi pelos movimentos e pelos gemidos, que ela gozou mais 2 vezes durante a foda gemendo com gosto, depois da segunda gozada dela, onde ela gozou gemendo alto e estremecendo, ele a pegou pelos quadris, deixando a de 4, com a bunda para cima. Eu sempre filmando, vi quando ele enfiou o pau na buceta até o fim e tirou, depois, segurou na mão aquele pau lubrificado e encostou a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela percebeu a intenção dele de comer seu cú e pediu para ele parar, dizendo que iria machucar, que ela não estava acostumada.

Ele perguntou: “o corno nunca comeu teu cuzinho?”
E ela disse que não, pediu para ele parar que estava doendo, mas ele não quis saber, só mandou ela enterrar a cabeça no travesseiro para ninguém escutar os gritos. Ela mergulhou a cabeça no travesseiro deixando a bunda para cima, eu fui lá para filmar e vi a bunda aberta mostrando os lábios vaginais abertos totalmente melados e as pregas do cuzinho. Coloquei a filmadora perto, pegando a cena do pau encostando no cú, ele segurando o pau com uma mão e a bunda dela com outra, começou a empurrar.
Quando a cabeça do pau entrou, ela soltou um grito de dor, mas o travesseiro abafava os gritos dela, ele segurava a cintura dela com as duas mãos e continuava empurrando firme, vi a cabeça entrar e ele empurrando bem devagarzinho o pau cada vez mais, ela gemendo sempre com aaaiiii, para para para esta doendo, para, aiiiii, aiiii,, até que, quando vi, metade do pau já estava dentro do cú. Que tesão me deu, ao perceber que o cara tinha quebrado o cabaço do cuzinho da minha cunhada, coisa que nem o maridinho fez e eu filmei tudo.
Ela gritava cada vez menos, até que ele passou a mão por baixo e começou a massagear o grelinho, até ela começar a gemer de prazer, quando ela estava com a respiração ofegante, dando sinais de novo gozo, ele a segurou pela cintura puxando forte e com isso a metade faltante do pau entrou todo dentro do cuzinho, seus pêlos encostaram na bundinha dela.
Ela soltou um grito alto de dor, mas ao mesmo tempo começou a estremecer toda e gemer aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, aaaaiiii, percebi que ela estava gozando com o pau atolado no seu cú, ele também não agüentou e gemendo, gozou dentro daquele cuzinho que era virgem.
Ele soltava gemidos gozando dentro daquele cuzinho virgem, que estava recebendo porra pela primeira vez. O cuzinho da minha cunhada estava inaugurado, e muito bem inaugurado, ela gozando pela primeira vez pelo cú e também recebendo porra pela primeira vez lá dentro.

Coitada da minha sogrinha, é claro que mesmo sem poder ver, ela entendeu que sua nora estava sendo enrabada, ouvindo a esposa do seu filho gozando pelo cú e recebendo jatos de porra, no buraquinho onde o pau do seu filho nem conhecia ainda.
Ele se levantou, e falou: “oia só teu cunhadinho, de pau duro só de escutá a gente trepando”. E falou, agora eu vou sentar aqui, e quero ver tu trepando com a sogrinha, e se não trepar direito vai levar porrada. Eu verifiquei se minhas vendas estavam no lugar, para minha sogrinha não desconfiar, logicamente deixando frestas, para poder ver tudo e entreguei a filmadora para ele. Ele deixou minha cunhadinha com a buceta e o cú arrombados e cheia de porra, sentadinha na cadeira, fingiu que pegava minha mão, e me levou para junto da minha sogra.

Ele pegou minhas mãos, colocou nos peitões dela e disse: “pruveita aí Zé Mané, dá um trato na coroa e capricha porque seu num gostá, ces dois leva coronhada.” Então aproveitei e fiquei passando as mãos nos peitões dela, segurando, apertando e chupando os mamilos, beijando os ouvidos, pescoçinho.
Minha sogra, linda, com aquele corpinho de fazer inveja a adolescentes, com aqueles peitões, e eu segurando, lambendo e massageando, percebi que os mamilos estava duros, sinal que ela estava com muita tesão também. Eu vendo tudo pelas frestas da venda e ele filmando tudo, ele pegou a mão dela e colocou em cima do meu pau, dizendo: “dá um trato caprichado, queru vê tu chupando direito.”
Ela pegou meu pau na sua mão, ficou me masturbando bem de vagar, até que ele pegou minha sogra e levou nós dois até a cama. Eu vi minha sogra deitada na cama, aquele corpo lindo, peitão meio tombados para os lados devido peso, pernas e coxas bem torneadas, buceta peluda, era demais para mim. Ele comandava dizendo: “sobe aqui Zé Mané”, e colocou meu pau na boca dela. Ela segurou meu pau duro na mão e ficou passou a língua pela cabeça do meu pau, depois colocou na boca dela.

Como ela chupava bem, depois que metade do meu pau entrou na boca, ela fechou os lábios prendendo meu pau e ficou passando a língua na cabecinha do pau, dentro da boquinha dela, me dava arrepio só de sentir a língua dela passando na cabeça do pau! Esse meu sogro é um homem de sorte, ter uma esposa linda, com corpo perfeito, elegante, peitão farto, e que sabia chupar um pau como uma puta!
Eu não agüentava mais, me inclinei nas pernas dela, sempre deixando meu pau na boca dela, abri as coxas vendo aquela buceta toda peluda, passei minhas mãos por trás das coxas dela, mantendo as coxas abertas, afastei os pêlos lambuzados e arregaçando a buceta, vi que ela estava toda melada, escorrendo de tanto tesão e fiz uma descoberta inesperada. Ela tinha um grelo enorme, duro, em pé, igualzinho ao grelão da minha esposa. Na primeira vez que chupei a buceta da minha esposa, ela me impedia de toda forma de eu colar minha boca em sua bucetinha, isso me dava mais tesão, e usando minha força física, acabei abrindo as coxas dela e caindo de boca na bucetinha e só aí, eu descobri o porque ela relutava tanto em me deixar chupar sua bucetinha, ela tinha um clitoris enorme, rígido, que se levantava como se fosse um peniszinho. Eu fiquei louco de tesão, engoli aquele grelão e fiquei passando a língua e descobri que fazendo isso ela tinha um orgasmo atras do outro, gemendo, pulando, estremecendo, até praticamente desmaiar.
Me deu mais tesão, saber que aquele monumento que até então era inatingível por mim, ela estava muito excitada, o que se notava pela rigidez do seu clitoris.
Arregacei a buceta, sempre de modo que o “assaltante” pudesse ter a melhor visão, para a filmar aquela buceta melada e brilhante em close e aquele grelão duro dela, enorme apontando para cima como se fosse um pequeno cacete, exatamente igual da minha esposa, mostrei isso ao “assaltante”, ele arregalou os olhos, acho que mesmo um conquistador como ele ainda não tinha visto um grelão como aquele. Abri os lábios vaginais afastei os pêlos para ele filmar aquele grelão, pois mais tarde eu iria assistir sozinho, o filme do grelo, com mais calma. Depois encostei minha boca, ataquei de língua, aquela buceta deliciosa, sentindo o gosto do mel da minha sogrinha, engoli o grelão prendendo nos lábios e fiquei passando a língua na cabeça do grelo exatamente como ela fez com meu pau e também exatamente como eu fazia com o grelão da minha esposa. Com isso, fiz a sogrinha gozar gemendo muito e se estremecendo toda, exatamente como a filha. Eu sabia que lambendo aquele grelão ela sentia um puta tesão e era impossivel não gozar, pois minha esposa dizia isso.

Ela, no começo não queria dar o braço a torcer, ficou aguentando firme em silêncio, só ficava se contorcendo na cama apertando os lábios, mas o mel encorrendo da buceta não negava o tesão e esticando e encolhendo braços e coxas, abrindo e fechando as mãos, até que quando coloquei o grelão na boca e passei a lamber a cabecinha do grelão, ela não agüentou deixando escapar uns ai, ai, ai, ai, depois passou a gritar mais prolongadamente, com aaaaaaiiiiiii, aaaaaaaiiiii no gozo. Depois de ficar chupando toda buceta, enfiei dois dedos dentro e fazendo movimentos vai vem, enquanto chupava seu grelão, ela não aguentou, passou a gemer sem parar, sem ligar se sua nora estava ouvindo ou não, até que começou a pular como num ataque epilético, soltando gritos incontroláveis, huuummmm, ahahahahahhhh, uaaaaaiiiiiiii aaaiiiiii, porque meu pau estava atolado na boca, ela estava tendo uma sucessão de gozos e eu sabia disso, porque minha esposa gozava do mesmo jeito que a mãe dela quando tinha múltiplos orgasmos.
Que cena para eu rever no filme depois, a mãe da minha esposa tendo orgasmos múltiplos, pra valer enquanto fazia 69 comigo. O pau do “assaltante”, mostrava o quanto essa cena era excitante.
Depois, me virei, fui subindo e beijando cada pedaço daquele corpinho, as pernas, coxas, barriguinha, segurei seus peitos e fiquei mamando enquanto ela gemia depois subindo e beijando o pescoço, a orelha, enquanto fui, entrando no meio das coxas dela. Ela facilitava dobrando os joelhos e abrindo as coxas.
Segurei meu pau, coloquei no meio daquela selva de pêlos molhados e fiquei pincelando pelo rego todo, desde o grelo enorme (como da minha esposa) até o cuzinho. Ela soltava uns aaaaiiii, aaaaiii, toda vez que meu pau batia no grelão e no cuzinho. Coloquei a glande na entrada da buceta.
Ao sentir meu pau no buraco da sua buceta, ela mesma elevou seus quadris e com isso fez a glande pular dentro, entrou fácil pela excessiva lubrificação dela e fiquei fodendo na posição papai mamãe, enquanto a beijava e nossas línguas se encontravam, os braços e pernas dela me abraçaram forte, até que ela gozou de novo urrando.
Tirei o pau uma vez, segurei com as mãos levantei as pernas dela, apontei para seu cuzinho e fui enfiando, eu esperava ouvir protestos dela como da minha cunhada, mas nada, entrou fácil, sem ela protestar, muito pelo contrário, ouvi uns aaaaiiiii, aaaaiii, mas era de tesão e não de dor, deu para perceber que ela estava acostumada a receber no cu e isso lhe dava muito tesão. Depois de enfiar e tirar algumas vezes no seu cuzinho, quando senti que estava quase gozando, mudei de buraco, tirei do cu e atolei na buceta até o saco.
Meu sogro que me perdoe, mas eu não agüentei, enterrei todo meu pau até o fundo, com nossos pêlos se encostando e acabei gozando dentro da buceta da minha sogrinha, lançando vários jatos de porra.
O “assaltante”, já ia começar a se vestir para ir embora, mas eu apontei para minha cunhada, e fiz gestos que eu ainda queria comer minha cunhadinha. Então, ele tirou minha sogra da cama, ela estava com a buceta escorrendo porra que eu tinha acabado de descarregar, pegou minha cunhada, e falou, “agora quero ver tu fodendo tua cunhadinha”, e jogou ela na cama. Eu vi a filmadora na estante filmando o quarto. Ele se sentou na cadeira ao lado da cama com as pernas fechadas e o pau apontando para o teto, fez minha sogra sentar de frente no seu colo cavalgando-o, vi que as mãos dele seguravam a bunda da sogrinha, enquanto sua boca beijava a orelha, a boca, o pescoço, os peitos dela, deixando tudo brilhando de saliva.
Percebi que a cunhadinha não estava receptiva comigo, acho que sentia vergonha de trepar comigo perto da sogra. Comecei a beijar as pernas da minha cunhada, as coxas, a barriguinha, tudo com muita calma, pois tempo era o que não faltava, aqueles peitos macios e gostosos menores que da sogra mas mesmo assim de bom tamanho, o pescoço, orelha, beijinhos nos lábios, eu dei um banho de língua como ela nunca teve e claro que depois disso ela começou a ficar excitada, nenhuma mulher ficaria indiferente, e os mamilos durinhos mostrava o tesão dela.

Abri as coxas dela, depois de ficar vendo muito bem aquela buceta linda cor rosa, arregacei e comecei a lamber e a chupar, até que ela começou a gemer, me virei e ela colocou meu pau na boca, aquele pau babado de porra e mel da sogrinha, e ficamos fazendo um 69 delicioso, coloquei dois dedos na buceta, outro no cuzinho esporrado e fiquei lambendo o grelinho, até ela gozar gemendo e estremecendo com meu pau atolado na boca.
Então entrei no meio das coxas dela, peguei meu pau encostei na entrada da buceta e fui forçando até que ele começou a penetrar lentamente naquela buceta que tanto desejei, desde o dia que fui apresentado a ela. Finalmente conheci como era a bucetinha dela, tão apertadinha que agasalhava meu pau quase me fazendo gozar, quente, lisa, exatamente como eu imaginei.

Meu pau ficou entrando e saindo, com ela gemendo, até que ouvimos uns ai, ai, ai, ai gemidos vindo da cadeira ao lado e ao olhar para lá, vi minha sogrinha gemendo e cavalgando o pau do “assaltante”, ela abraçada no pescoço dele e subia e descia, eu via a bunda dela subir deixando sair parte do pau depois sentava de novo engolindo tudo, ele segurando a bunda dela com as duas mãos, ela cavalgava como uma amazonas seus peitões balançando e ele com a língua lambia os mamilos. Ela se esqueceu de nós e fodia com gosto, até que ele suspendeu a bunda dela, tirando o pau da buceta e direcionando no cuzinho. Ela mesma pegou o pau, ajeitou na entrada do seu cuzinho e foi sentando e engolindo o pau, aquilo foi demais Passei a foder com violência minha cunhadinha, pois ver minha aristocrática sogrinha cavalgando com o pau enterrado no cuzinho me deixou com tesão incrível, pois notava-se que ela sentia um puta tesão ao dar o cuzinho, afinal meu sogro é um cara muito calmo e acho que não usa muito o cuzinho dela. A cunhadinha também ouviu a transformação da sogra e ficou com mais tesão, como eu, ela me abraçou forte na posição papai mamãe com os braços e coxas, me beijou gostoso, e quando minha cunhada começou a gozar, eu não agüentei empurrei tudo para entrar o mais fundo possível e gozei dentro do útero dela, inundando aquele espaço que era só do meu cunhado, gemendo, vi minha sogra e o “assaltante” gozarem, todos nós gozando ao mesmo tempo.
Quando minha sogra ia saindo da sua posição de cavalgar, ao se levantar, vi o pau dele sair de dentro dela brilhando, e logo em seguida, uma porção de gosma branca escorreu de dentro da seu cuzinho, caindo no pau do cara. Depois disso, ele se vestiu, e falou: “Não posso deixá oceis vivu, sinão oceis vão na pulicia.”
Eu jurei que não faríamos nada, e pedi que ele nos deixasse vivos, minha sogra e minha cunhada também prometeram esquecer, até que ele falou, “se a pulicia pegá eu, eu vorto aqui i mato todo mundo dessa casa, por isso é bom esquecê tudo e não ninguém sai daqui antes de meia hora, si eu vortá e vê arguém di pé, eu mato memo!”

Ele deixou a filmadora comigo filmando, nos deixou todos deitados, numa posição, minha cunhada deitada no tapete de barriga para cima, minha sogra em cima dela, na posição 69, o “assaltante” mandou elas se chuparem. Fui correndo, e filmei em close minha sogra e minha cunhada se chupando. Vi por entre minha venda, quando filmava, minha cunhada segurando a bunda e lambendo a buceta da minha sogra, passava sua língua no rego e enfiava dentro do buraco da buceta, de onde escorriam porras minha e do cara, e minha sogra segurando as coxas e chupando a buceta da nora, também passando a língua pelo rego e enfiando no buraco da buceta, de onde escorria porra minha pela buceta e porra do cara pelo cú, e percebia o tesão que cada uma dava a outra, era um círculo vicioso, quanto mais elas se chupavam mais tesão dava, isso fazia a outra chupar mais e o prazer voltava de novo a quem chupou primeiro e assim sucessivamente, uma deixava a outra com mais tesão.

Depois de um tempo, me levantei, e falei: “cuidado que ele pode voltar, continuem aí, vou ver se ele foi embora ou se está em outro quarto”, fiz barulho como que saindo, mas fiquei ali filmando uma chupando a outra, aquela cena era demais, uma dando prazer a outra, a cunhadinha deitada no tapete, com os joelhos dobrados, coxas afastadas, com a sogrinha linda e esguia por cima, com a cabeça mergulhada entre as coxas, os braços dela por fora das pernas, as mãos nas coxas da cunhadinha abrindo, e a cunhadinha passando suas mãos por fora das coxas da sogrinha, cada mão em cada lado da bundinha, apertando a bunda e a bucetinha da sogra contra sua boca, meu pau duro como pedra, não imaginei que esse Viagra funcionasse tão bem. Tive de me conter para não comer o cuzinho da sogrinha que ficava alí na minha frente, abertinha e pingando porra. Fingi procurar pela casa, e ao voltar, vi no chão, aquelas duas mulheres excitantes, peladas se lambendo ainda, suspirando e gemendo, quase que pulo em cima delas, mas me contive e depois de filmar um pouco mais, escondi a filmadora ainda ligada e falei que elas podiam levantar.
Eu achei estranho o fato de eu ter que separar as duas, pois elas poderiam parar de se chupar, dava para perceber que o “assaltante” já se fora. Não sei se foi a primeira vez que elas chuparam uma buceta, mas dava para ver que adoraram.
Elas tiraram as vendas, e me viram pelado com o pau melado de porra e já duro de novo (esse viagra é um santo remédio), foi um momento de constrangimento para as duas, nós três pelados um vendo outro, isto é, elas vendo meu pau pela primeira vez, o pau que as comeu e que as fez gozarem tão gostoso. Elas com os rostos melecados de porra e sucos delas, as bucetas e os cuzinhos extravasando porra, eu com o pau duro, vendo as bundas, as coxas, os peitos, os tufos de pêlos e a buceta delas e elas vendo meu pau duro com porra ressecada, balançando.
Elas foram tomar banho, cada uma em sua suíte, enquanto isso, desliguei e escondi a filmadora e fu tambem tomar meu banho.

Depois de todos tomarem banhos e estarmos vestido, nos reunimos na cozinha e discutimos se iríamos dar parte na policia ou não. A minha sogra não queria pois estava envergonhada e não queria que ninguém soubesse, nem seu marido nem seu filho nem filhla. Eu concordei com ela estávamos todos ali com vida, graças a Deus, e ninguém precisava ficar sabendo o que passamos, ficaria sendo nosso segredo. Foi difícil com minha cunhada mas conseguimos convencê-la finalmente, após dizer a ela que o marido dela não entenderia o que se passou e poderia até se separar dela e que se ela ficasse quieta, ele nunca saberia o que tinha acontecido, além de lembrar a ela a ameaça do “assaltante” que disse que se o denunciássemos, ele voltaria e mataria todos da casa. Diante disso, ela acabou cedendo a idéia de não ir à policia. Nessa noite, tranquei a porta do quarto, liguei meu computador e fiquei com fone de ouvido, vendo o filme, eu parava a cena, dava zoom e massageando o pau, não aguentei e acabei gozando.

Depois desse dia, nem sei quantas vezes acordei de madrugada, para assistir o filminho sozinho em outro quarto, vendo aquela buceta peluda e o grelão da linda e elegante mãe da minha esposa e a buceta lisinha da minha linda e tesuda cunhada. Eu parava a cena, dava zoon, acho que eu conhecia melhor os peitos, o cú e a buceta da minha sogra que meu sogro, e também conhecia melhor os peitos, buceta e o cuzinho da cunhada que meu cunhado, de tanto que eu via, em close e com zoon, eu acabava ficando com pau duro, e voltava para cama pelado, tirava o lençol descobrindo o lindo corpinho da minha esposa que sempre dorme de camisola sem calcinha e caía de boca na buceta dela chupando até o grelão ficar duro, isso fazia ela acordar comigo chupando até fazê-la gozar e depois eu colocava meu pau dentro e ficava trepando até gozarmos juntos e me acalmar. Ela nem desconfiava que meu tesão era motivado por sua mãe e sua cunhadinha.

Sei que não sou o único a ter passado por uma aventura assim, nesse Brasil imenso. Se você leitor, tiver um caso assim, onde tenha filmado sua cunhada, sua sogra, ou até mesmo sua esposa e quiser entrar em contato comigo, podemos marcar um local, onde cada um leva seu filme e passamos os filmes, para um poder ver o filme do outro. Afinal, quem filmou como eu (e você), quer ter o prazer de mostrar a outro, o seu troféu que é o filme.
Só não vale trazer filme baixado na internet dizendo que é seu. Nem tente isso, é fácil descobrir esse golpe.
Tudo em sigilo, um respeitando o filme do outro e depois de assistirmos juntos, cada um leva de volta o seu filme.
Meu e-mail: galileusp2010@hotmail.com
Já fiz isso com colegas de confiança. O melhor filme desse gênero que assisti até hoje, é de um rapaz que trouxe o filme do seu casamento, e também da sua noite de núpcias, quando ele deixou sua filmadora escondida da esposa e filmando no quarto de hotel.
Depois de nós dois assistirmos esse meu filme do “assalto”, colocamos o filme dele e assistimos juntos, primeiro, a parte da cerimônia do casamento dele e de sua belíssima esposa virgem (coisa rara hoje em dia uma noiva virgem, segundo ele, ela só deixava chupar pois o sonho dela era entregar a virgindade na noite de núpcias) e em seguida assistimos o filme da noite de núpcias do casal. Até hoje sua bela e gostosa esposa não sabe que foi filmada, e muito menos que eu já assisti seu casamento e também seu defloramento duplo, tanto da buceta como do cuzinho!
Tanto esse rapaz como eu, colocamos camisinha antes de assistir e ficamos acariciando o pau, pois ele gozou vendo minha cunhadinha perdendo o cabaço do cuzinho e eu gozei vendo sua esposa perdendo os dois cabaços.
Ele levou vantagem, pois meu filme, bem iluminado, mostrava até close das bucetas e do grelão, ao passo que o filme dele, ficava mostrando meio de longe. Mas foi linda a cena quando ela apareceu do banheiro de camisola lindíssima e subiu na cama, onde o marido a recebeu aos beijos e carícias, até se despirem e cairem num 69. Apesar da distancia, dava para ver o lindo corpo da noiva, um monumento virgem na noite de nupcias, os lindos seios, a bunda, os pêlos da buceta e o que dava muito tesão, é como ela gritava, primeiro gritava de dor ao perder o cabaço, depois urrava de tesão ao gozar.
De nada adianta obras primas de filmes assim, se ficarem guardadas na gaveta para uma só pessoa assistir.
As vezes, quando estou sozinho em casa, eu ligo ao “assaltante”, e êle vem para assistirmos juntos nosso filme.

 

O ovo de páscoa de Andreia

Com a chegada da páscoa, Pedro pensou em surpreender sua cdzinha
oriental, a cada dia mais mulherzinha e safada. Andreia também estava
com idéias novas na cabeça e pensava em presentear seu macho de
maneira especial. Abriu o armário e começou a procurar pela fantasia
ideal: estudante, coelhinha, mulher-gato, mulher maravilha,
enfermeira...eram tantas que ela, como boa fêmea, não conseguia
escolher.
- Nossa, não tenho roupa para vestir neste feriado...
Enquanto pensava, olhou para o porta-retratos sobre o criado-mudo e
viu a foto de Pedro abraçando-a por trás. Não teve dúvidas.
Neste mesmo momento, Pedro preparava sua surpresa com suas amigas bonecas.
- Vamos fazer de Andreia uma mulher especial hoje, gente.
- Ai, Pedro, como fazemos isso?
- Você vai ver.
Marcia e Patricia, as bonecas mais chegadas da vida noturna de Pedro,
morriam de vontade de serem possuídas novamente por ele. Desde que
conheceu Andreia, ele não fazia mais programas com as “garotas”. Mas
neste dia, Marcia, a mais antiga das amigas, sentiu que havia algo
novo em seu olhar. Notou que Pedro estava mais solto, descontraído, e
pensou mesmo em alisar seu cacete por cima da bermuda, mas pensou
melhor e se conteve.
Pedro ligou para Andreia e chamou-a para seu apartamento. Andreia, por
sua vez, colocou a fantasia escolhida na mochila e chamou um táxi. Em
minutos estaria batendo à porta.
- Oi, querido.
- Oi, gata.
Pedro beijou-a lentamente, enquanto alisava suas costas com um abraço
forte e amoroso. Andreia não resistiu e sentiu seu pequeno clitóris
reagir.
- Sua safadinha...vem cá, gatinha. Entre.
- Claro, amor.
- Olhe quem está aqui: Marcia e Patricia. Você se lembra da Patricia
daquela festa no sítio, não lembra?
- Claro, querido.
As bonecas vieram cumprimentá-la. Trocas de beijos e abraços que
apenas deixavam Pedro mais excitado. Andreia pediu licença para se
trocar. As bonecas ficaram curiosas.
- O que você vai vestir hoje, cdzinha?
- Surpresa, gente!
- Ah...conta...
- Esperem um pouco.
Dizendo isso, saiu toda feminina rebolando aquela bundinha durinha e
suave para dentro do quarto de Pedro.
- Meninas, é agora!
Pedro havia preparado uma surpresa para Andreia. Uma surpresa, na
verdade, para ambos. Há meses notava que sua putinha oriental estava
mais desencanada com o sexo e queria muito fazê-la experimentar algo
novo.
As bonecas também não sabiam toda a surpresa, apenas que deveriam se
vestir com as roupas de líderes de torcida que Pedro havia comprado
para elas. Depois da última transa com Andreia, ele não tirava esta
fantasia da cabeça.
Marcia e Patricia logo estavam vestidas e a visão das duas deixou
Pedro em ponto de bala.
- Querido, você está bem disposto hoje, não?
- Sim, Marcia. Vocês duas estão lindas.
Antes que continuassem o diálogo, Andreia apareceu com sua fantasia
escolhida: Mulher Maravilha. Pedro quase desmaiou de tesão. Há tempos
queria transformar sua cdzinha gostosa em uma heroína safada. Em suas
noitadas com as bonecas já havia tentado convencer algumas delas a se
vestirem assim, mas as mesmas nunca tinham a fantasia e algumas só se
preocupavam com o horário do programa, o que tirava boa parte de seu
tesão. Foi por isso tudo que o cacete de Pedro se fez presente com uma
pequena mancha em sua bermuda.
- Surpresa, Pedro...ah, garotas, vocês também estão fantasiadas hoje?
- Sim, querida!! Mas você está linda!
- Era meu sonho de infância ser a Mulher Maravilha, Andreia!
- Não diga, Patricia...
- Nossa, você ficou ótima...esse shortinho azul caiu bem em você...
Enquanto isto, Pedro mal podia esconder sua excitação.
- Agora que as duas gatinhas e minha mulherzinha estão todas
gostosíssimas, proponho um brinde de Páscoa!
Pedro trouxe as taças e abriu a champanhe. Todos brindaram e se
entreolharam. Pedro sabia que conseguira criar algo no ar. O clima
estava alegre e ao mesmo tempo o cheiro do que aconteceria era cada
vez mais forte. Olhou para as bonecas e Andreia. Notou que a conversa
entre elas estava animada. Serviu discretamente mais chamapanhe para
que sua cdzinha se soltasse mais.
- Japonesas tímidas... pensou quase em voz alta.
Mas podia ver que o shortinho estrelado de sua japonesinha estava bem
estufado, denunciando o tesão que, inutilmente, Andreia tentava
disfarçar. Depois de tantos treinos com picolés e siriricas alternadas
com Pedro, a menina não sabia mais o que fazer nestas horas. Sentia-se
perdida.
Olhando para o outro lado, Pedro notou que as bonecas mais femininas
que conhecia também estavam bem à vontade. Patricia e Marcia adoravam
a fantasia de líderes de torcida e as saias curtinhas de ambas
deixavam aquelas pernas bem torneadas e depilada à mostra, convidando
Pedro para o prazer.
Discretamente, Pedro foi até a cozinha e trouxe um par de algemas sem
que ninguém visse. Repentinamente, tirou Andreia do sofá, abraçou-a
por trás mostrando-lhe o volume de seu desejo e, enquanto a mais
feminina das cdzinhas se derretia de tesão, puxou suas mãos para trás
e algemou-a.
- Pedro...o que é isso??
- A Mulher Maravilha está presa!
- Ai..ui...querido...
Já meio tonta, Andreia não reagiu muito – e nem queria reagir –
fazendo-se de dengosa e se esfregando em Pedro que apertou-a mais
ainda.
- Agora, querida, você é minha prisioneira. Garotas, venham aqui.
- Pedro, querido...
- Calma, gata. As meninas só querem te ajudar.
- Ahn...?
As duas travestis se aproximaram.
- Garotas, a Mulher Maravilha quer sentir novas sensações. Venham
aqui. Márcia, dê um trato nos peitinhos da minha putinha.
- Sim senhor.
Marcia veio, toda delicada, como uma boa líder de torcida, e começou a
alisar os peitinhos da japonesinha sem tirar o top.
- Ui...ui...
- Patricia, minha japonesinha se sente pouco a vontade aqui.
Ajoelhe-se e cheire minha gueixinha.
Patricia veio correndo, ajoelhou-se e sentiu que o shortinho já estava
um pouco úmido. Não resistiu e começou a lambe-lo.
- Ai...ai...querido...
- Gosta, tesãozinho?
- Adoro...ui...ai...Marcia, te adoro...Pat....você é tão gostosa...
- Você se sente uma cdzinha lésbica hoje?
- Ai....
Pedro chupava sua nuca e alisava sua bundinha. De repente, saiu e foi
à cozinha. Patricia agarrou a bunda da menina e começou a cheirar e
chupar mais forte fazendo com que o clitóris de Andreia ficasse
rígido. Marcia já tirava o top e chupava os peitinhos da cdzinha.
Pedro voltou com um pequeno consolo.
- Querida, você precisa ganhar seu ovo de páscoa.
- Ui..ai...sim...
Pedro se ajoelhou e, lentamente, baixou o shortinho de Andreia.
Patricia pôde ver o pequeno clitóris depilado bem à sua frente e
começou a chupá-lo para alegria e desespero de Andreia.
- Marcia, vem cá, querida.
- Sim,tesão.
- Chupa aqui o “ovo”.
- Claro, querido. Quer que chupe o seu também?
- Depois falamos disso, se minha japonesinha deixar.
- tudo bem, Pedro.
Marcia enfiou o consolo em sua boca e começou a chupa-lo como se fosse
o de Pedro que, não resistiu e começou a se punhetar lentamente. Pedro
pegou o consolo e deu uma chupada gostosa no cuzinho de sua
japonesinha delicada. Em seguida, abriu-lhe as pernas. Andreia, já
relaxada com a champanhe e o trato das bonecas, cedeu fácil. Foi então
que Pedro lhe enfiou o consolo devagar.
- Ai, ai...calma...querido..
- É seu ovo de páscoa, gatinha
- Sim...eu quero..me dá...
- Sim, gata...
- Ui..ai...
Marcia não resistiu e começou a beijar Pedro, deitando-se no chão. Viu
o cacete rijo de Pedro sobre seu rosto e puxou-o para si, chupando
vorazmente como que matando as saudades.
- Andreia, Marcia pode me chupar?
- Ai, pode...pode...ui...enfia...
Patricia acelerou o boquete deixando Andreia em ponto de bala.
Levantou-se e começou a beija-la e morder seu pescoço. As sensações
de Andreia eram as mais loucas e deliciosas possíveis. Pedro socava o
consolo em seu cuzinho delicioso enquanto era ganhava uma chupada
apaixonada de Marcia e se sentia nos céus.
Andreia não resistiu e resolveu ficar de quatro.
- Pedro, querido, deixa eu te pagar um boquete por este ovo...
Pedro deixou o consolo no rabo de Andreia, pediu para Marcia continuar
o que estava fazendo e ofereceu seu cacete melado com a saliva da
boneca para sua cdzinha gostosa.
Marcia olhava para Pedro e mostrava sua calcinha arregaçada de lado,
molhada, com seu pequeno clitóris a mostra. Marcia era totalmente
passiva e não se enrijecia nunca, o que deixava Pedro mais louco ainda
de tesão. Patricia, uma boneca mais nova, quase rasgava sua calcinha
de tesão com seu clitóris excitado. Correu para Marcia e começou a
beija-la na boca enquanto roçava seu clitóris melado no dela. Já o
cuzinho de Andreia perdeu o consolo.
- Querido..meu ovo...ai..quero mais...
- Calma meu benzinho...
Pedro tirou seu cacete super-lubrificado da boca de Andreia, caminhou
em direção aquele rabo gostoso e se preparava para lhe dar um trato
quando foi agarrado por Marcia e Patricia.
- Agora, querido, nós vamos lhe dar o nosso presente.
Andreia, algemada, não consegui fazer muito, mas ao se virar, notou
que ambas punhetavam Pedro com força.
- Ui, garotas...que delícia...duas líderes de torcida me punhetando em
frente ao cu da Mulher Maravilha...eu não poderia desejar algo mais
tesudo...
- Isto, gato...vamos....que pauzão gostoso...
- Vai, tesão...vamos te punhetar para sua japonesa...
Pedro não resistia mais e ambas o empurraram para o cu de Andreia que
soltou um grito. Foi então que Pedro gozou com força e tesão em seu
cu, com jatos de porra quente. Andreia podia sentir como se fosse em
sua alma, tamanho o tesão do seu macho.
- Ah....tesão!
- Ui...meu macho!
Marcia e Patricia se beijaram. Em seguida começaram a alisar Andreia
que, de quatro, algemada, e, agora, possuída, estava quase sem forças.
Marcia se inclinou e viu que Andreia já melava o chão.
- Querida, não podemos deixar você assim. Venha nos chupar.
Dizendo isso, escorregou por baixo de seu corpo e convidou-a para um
69. Andreia cedeu às suas fantasias com bonecas e chupou-a com força.
Patricia tirou Pedro do cu de Andreia e chupou-o.
- Vou te lavar, gostoso!
- Fique a vontade, putinha!
Andreia não resistiu e gozou na garganta mais feminina de todas as
bonecas. Marcia quase engasgou e abraçou-a fortemente. Andreia,
algemada, não conseguia se mexer, mas podia sentir os tremores do gozo
e do tesão de ser mulher de seu macho, agora num outro nível, mais
sexual do que nunca. Sabia que ele era seu homem, mas não sabia se
suas fantasias com Marcia – e agora com Patricia ou outras bonecas –
seriam um aperitivo a mais em sua relação com Pedro ou se seriam um
problema.
Mas estava tão cansada para pensar calmamente no assunto que resolveu
relaxar. Pedro tirou seu shortinho e trocou-o pela calcinha de Marcia.
- Olha, querida, como você fica sempre bem com a calcinha de sua amiguinha...
Patricia não resistiu, tirou sua calcinha e punhetou-se um pouco.
Levou-a até a boca de Andreia que, algemada, ficou agora sem ter muito
o que falar.
Pedro agarrou-a por trás e levantou-a lentamente. Alisou seus
peitinhos e beijou seu rosto feminino.
- Querida Andreia, você é a melhor namorada que já tive. Espero que me
perdoe por este presente inesperado de Páscoa.
- Mmm.m...mmm
- Ah sim, você está com a calcinha. Patricia...olha o que você fez.
Vem cá e tire isto com os dentes.
Patricia se aproximou, tirou a calcinha com os dentes, jogou-a ao chão
e beijou Andreia com força.
- Espere, Patricia.
Marcia veio e lhe deu outro beijo.
- Ai..queridas...nossa...
Pedro, então, virou-a para si e lhe meteu a língua naquela boca
safada. Andreia retribuiu o beijo e ajoelhou-se. Beijou o cacete de
Pedro e disse:
- Vamos todos para a piscina do apartamento?
E todos se juntaram para o final da comemoração de Páscoa.

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Andreia, a cheerleader

Andreia já vinha há algum tempo tentando tirar Pedro da frente da televisão. Seu macho só queria saber de assistir filmes com travestis femininas se curvando perante seus homens e fazendo aquilo que mais gostam: dar gostoso o rabo para homens de verdade, homens que não se intimidam com um bom cuzinho.

Ela pensava no que havia acontecido entre eles, em como sua andava seu namoro e resolveu que iria tirá-lo da frente do dvd player com sua sensualidade. Afinal, não é todo dia que uma cdzinha oriental aparece na vida de um macho safado como Pedro. Pensou até que a visita recente das amigas travestis de Pedro, Marcia e Patricia poderiam deixa-lo mais disposto a explorar seu corpo cheio de curvas e sua pele lisa e naturalmente depilada, mas ele nem deu muita bola para as duas gostosas bonecas.

Foi então que Andreia resolveu entrar nos "jogos". Foi até uma sexy shop e comprou uma fantasia de líder de torcida. Vestiu-a, colocou as meias, o tênis branquinho e se preparou cuidadosamente para a chegada de Pedro naquela noite de terça-feira. Quando ouviu o barulho da chave na porta, escondeu-se na cozinha.

- Andréia, querida, cheguei.
- Estou na cozinha, querido.
- Tudo bem, gata.

Andréia podia sentir a voz cansada de Pedro, seu desânimo com a rotina e sua sensação de monotonia.

"- Tenho que reconquistar minha vida de tesão" pensou a cdzinha safada.

Pedro entrou, jogou a mala no sofá, sentou-se e ligou a televisão. De repente sentiu a mão suave de Andréia em seu ombro.

- Oi, gato...
- Oi, gata...

Voltou-se para trás e viu Andréia vestida como uma daquelas líderes de torcida. Assustou-se e algo o fez sentir-se como nos velhos tempos.

- Andréia, querida...o que é isso?
- Eu comprei para você, meu macho.
- Você está muito sexy...adoro estas fantasias..
- Eu sei...

Andreia encarou-o nos olhos e depois notou que o volume na calça de seu macho estava como nos velhos tempos. Seu olhar safado foi notado e ela mesma sentiu-se excitada.

- Querida, estou vendo corretamente ou você está molhadinha?

A minissaia de Andreia acusava a pequena mancha de tesão de seu pequeno "clitóris". Pedro acariciou seus peitinhos e puxou-a para si. Deu-lhe um longo beijo de língua e Andreia não resistiu...caiu em seu colo no sofá.

- Querida, você está muito gostosa...está uma verdadeira putinha...
- Ai, Pedro, assim você me deixa com vergonha...
- Que é isso...vem cá...

Sem conseguir se controlar, Pedro acariciava as pernas lisas de Andréia e a beijava apaixonadamente. Andreia tentava não se siriricar na frente dele, mas a vontade era imensa. Quando Andreia pensava em que fazer, Pedro agarrou uma de suas mãos e levou-a para o meio de suas pernas, de sua minissaia.

- Isso, putinha, bate uma siririca para mim.
- Ai...mas...
- É isso o que eu quero. Vamos, putinha. Vem cá minha "cheerleader", mostra que me quer no seu cuzinho de femea safada!

Andreia não resistiu e começou a se siriricar em honra de seu amante. Seus gemidos excitavam Pedro mais ainda e ela podia sentir seu cacete roçando sua bundinha com força. Pedro beijava e mordia o pescoço e a nuca de sua cdzinha putinha. Isso a enlouquecia e a fazia acelerar sua siririca.

- Gostei do rabo de cavalo.
- Ai...ui...

Pedro apertava seus peitinhos e puxava sua calcinha para baixo, procurando roçar seu cacete grosso na entradinha de sua cheerleader oriental.

- Andreia gostosa...sempre vou te amar..
- Ui...querido...

Andreia não resistiu....gozou e melou sua mão. A calcinha ganhava novo cheiro e Pedro se sentiu na obrigação de terminar seu serviço como macho. Aproveitou que sua putinha estava relaxada e encaixou seu cacete naquele cuzinho que sempre o enlouquecia, arredando a calcinha de lado. Andreia sentiu e gemeu, mas ele não parou. Pelo contrario, apertou-a para si e começou a socar freneticamente.

- Ui, ui...ai...Pedro..estava ui...ai..com saudades...
- Sim...sim...Andreia....
- Ai...você gosta do meu cuzinho oriental.....não gosta?
- Claro, safada...ahh...humm...
- Mais do que o das bonecas?
- Mais...mais...
- Se você quiser, querido..ai...devagar...eu transo com você e te deixo comer uma delas na nossa cama....
- Ui...ai...

Pedro não resistiu. Com tanta sacanagem, gozou. As últimas frases de Andreia ecoavam em sua mente enquanto seu cacete latejava e ejaculava jatos de porra naquele cuzinho apertado e quentinho. Andreia sentia as bombadas e, mais uma vez, sentia-se realizada como uma mulher. Uma mulher que adora dar, gozar pelo rabo, dar o cu para um macho safado que nunca a deixava na vontade.

- Você está linda de cheerleader, japonesinha...
- Ai, obrigado...nossa...que intenso...
- É, você bem que podia me chupar aqui, gatinha..
- Posso?
- Pode, cheerleader.

A calcinha de Andreia, já molhada, agora também estava melada com os respingos de Pedro. Andreia se sentiu a própria cheerleader sexy e putinha da escola, algo que ela sempre sonhou em ser. Pedro sentiu-se fraco e relaxou. Mas não conseguiu relaxar totalmente pois Andreia como cheerleader o excitava muito.Andreia virou-se e beijou-o. Em seguida, desceu a boca e tentou encontrar as últimas gotas de porra que seu amante deixara para ela.Isto enlouqueceu Pedro mais ainda, já que Andreia estava mais sexy do que nunca. Sentiu seu tesão por ela renovar. E também começou a pensar no que a cdzinha lhe dissera. Será que conseguiria fazer um menage com ela e uma boneca? Ou isto seria apenas uma fantasia? Sentiu que Andreia relaxava e sua mão se aproximava de seu cacete, como em busca de segurança. Pensou em como havia sido gostoso comer uma cheerleader oriental cdzinha. Sorriu e, em seguida, dormiu.

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Sexo entre namorados

Olá. Sou um cara de 20 anos, carioca, moreno, com uma pinta meio árabe, estatura média, pernas muito fortes e um tanto de pelos no corpo.
Namoro há alguns anos, somos muito apaixonados, e relato aqui uma das fodas que tive com ele recentemente. Um dia, quando tivemos excepcionalmente um tempo livre pela tarde, fui à casa dele, que mora sozinho.
Chegando lá, pensei que fôssemos apenas ter um tempo normal à tarde. Ele cuidava da nossa cachorra, e tudo mais. Até que, depois de ficarmos deitados e abraçados bem juntos um tempinho, ele pôs a cachorra no quintal, fechou a porta, e voltou usando apenas uma cueca preta, de tamanho perfeitamente justo. E que visão, ele é um tipo meio europeu, grande, 184 de altura, claro, porte lindo, poucos pelos muito bem distribuídos nas pernas e braços, de cabelos loiro escuro, e um pau de uns 18 a 19 cm, grosso, veias amostra e com a cabeça bem inchada, que estava já se mostrando debaixo da cueca.
Eu tava de cueca só pelo conforto, e ele me virou na cama, de bruços, e foi deitando em cima de mim e esfregando de forma bem estratégica o pau no meu rabo, que modéstia à parte, é um belo rabão, com coxas grossas e com pelos. Ele ia se esfregando, eu sentia todo o corpo em cima de mim e aquele peso de homem, e ia sentindo as pontas dos dedos dele passeando pela minha bunda e minhas coxas, me provocando.

“Nossa, eu não tava esperando isso agora não, hehe”

Ele só respondeu com um “hmmm” de tesão, bem grosso. Não é de falar muito na hora de foder. Foi abaixando a cueca dele, deixando a rola livre e apertando entre minhas nádegas, até que se ergueu, tirou minha cueca e foi pegar o tubo de lubrificante numa gaveta perto da gente. Eu fui junto, pra chupar aquele pau. Sou tarado em pica, e sou bem passivo, a oportunidade que eu tenho de chupar aquela rola, afundar a cara até sentir os pentelhos roçando, chupar aquele saco macio e farto, não desperdiço. Chupei um pouco só, ele curtiu, mas falou que a gente não tinha muito tempo. Um pena, normalmente gosto de mamar o pau e o saco dele, beijar as pernas inteiras, até os pés, que me dão um tesão da porra, tamanho 44.
Ajoelhado em cima da cama, foi aproveitando a minha mamada pra levantar minha perna direita e passar o lubrificante no meu cu, espalhando pela bunda. Foi tirando a pica da minha boca e melando de lubrificante também, me virou de bruços de novo e foi forçando a rola na portinha. Não sei porque, mesmo sendo cuidadoso, meu rabo sempre dói um pouco com aquela rola entrando. E a rola dele é grossa mas não é monstruosa. Falei “Vai com calma”, e fui sentindo a rola passar alguns centímetros, e continuou doendo pra cacete. Puxei a pica um pouco pra fora e aliviou. Assim eu empinei o rabo e engoli o caralho todo, até o talo, e ele soltou um gemido bem grave de prazer.
Não perdeu tempo, foi bombando a rola no meu cu, deitou por cima de mim abraçando forte, fodendo bem gostoso. Virei a cabeça pra dar um beijo na boca dele, passando a mão nos cabelos macios. Sentia a pica passando no meu rabo e a cabeça indo e vindo dentro do meu cu, sensação gostosa pra cacete, enquanto ele usava o peso dele todo pra ganhar força nas estocadas...
Me virou de lado, como um frango assado, apoiando nas minhas pernas pra que eu não mudasse a posição. Fui ajeitando meu rabo, enquanto ele ia bombando naquele ritmo perfeito, sem muita pressa, só num ritmo muito bom.”Vai, enfia que eu gosto, vai”... e ele suspirando enquanto eu sentia aquela rola dura que nem uma pedra.
Virei de bruços de novo, e ele se apoiou na cama, em posição de flexão, mas com as pernas todas em cima das minhas. Adoro sentir os dedos dele roçando nas minhas solas. Foi metendo mais forte, um tanto mais agressivo. Via os olhos fechados dele e a boca aberta, suspirando forte. Perguntei “Quer gozar?” e ele respondeu com uma voz muito safada e carinhosa “Não, não, não.... ainda não”. Foi socando mais forte, e eu fui sentindo uma sensação boa pra cacete de quando ele acerta o ponto mais prazeroso no meu rabo com a pica... fui me segurando forte no lençol e nos travesseiros, empinando meu cu e gemendo forte.

“Para de gemer, senão eu gozo, porra...”

Ele foi bombando a pica, suspirando, ganindo, metendo rápido, controlando o gozo, e eu não agüentei... apertei mais o travesseiro e soltei um gemido rouco, aquilo tava era bom pra caralho!!

“Não geme!... Ah, porraaa!!”

Ele começou a meter forte de propósito, começou a gemer alto dessa vez, socou a rola e esporrou no meu rabo. Desabou em cima de mim, senti o coração dele batendo muito acelerado, a respiração cedendo, e a pica pulsando dentro do meu cu, jorrando os últimos jatos de porra. Me virou de lado, esfregando a rola que já ia amolecendo na minha perna, beijando meu peito e punhetando rápido meu cacete, até que eu esporrei, beijando-o muito na boca e sujando meu peito peludo de porra. Depois fomos tomar um banho, conversando coisas boas e coisas da vida hehe.

Bom, é isso. Deixem comentários se quiserem. Talvez venha outra edição depois. Abraços.

produnov_ff@ymail.com

 

Meu adoravel massagista

Olá a todos(as)

Sou a Raphaella cdzinha gulosa e venho pra contar meu quinto conto real e que foi delicioso e inesperado.
Acordei com uma dor de coluna terrivel tipo nem conseguia andar direito,ai liguei pra um amigo me ajudar,esse amigo veio até minha casa e viu que eu estava mau realmente.Então resolvel me levar numa clinica de massagem oriental na Av. Santo Amaro-SP,chegando lá entrei de cadeira de rodas pra vçs terem uma ideia.Uma observação...Estava de camisola e fio dental.fui atendida imediatamente me levando a uma sala que tinha uma maca-cama,esperei por uns 5 minutos quando entrei um loiro de 1,90,linnnnnnnndddooooooooo....nossa gente...ele começou a me fazer perguntas e ai que percebeu meu lado ''menina'' e eu logico toda delicada e dengosa claro.Ele então pediu pra eu sentar na cama,tentei,mas não consegui,ai ele me pegou tipo no colo e me colocou na cama e fou me deitando de bumbum pra cima,sofri muito gente,mas aos poucos fui me acomodando,ai ele começou a tirar o avental da clinica,eu de canto de olho vi que ele não tirava o olho do meu rabo.mesmo assim sendo sempre profissional.passou talco no meu corpoe nas mãos e começou a massagem bem delicado e aos poucos começou com mais dureza,foi uma tal de ai daqui,ai dali toda dengosa e uma pouquinho de biscatagem( rsrsrsrsrsrs ) até que chegou bem no coquis (Na beirinha da bundinha) alias no bundão ( 112cm totalmente empinadinho ) e assim foi até que ele começou a fazer literalmente na minha bunda mesmo e eu ja entrei no clima e começei um aiiiiiiiiiiiiiiiiiii mais de tesão mesmo e empinava literalmente meu rabo pra ele e abri um pouquinho minhas pernas,ele a sacando , começou a fazer perguntas sobre eu e respondia tudo sem pudor nenhum e sei que isso o deixou com muito tesão e dizia a ele que o levaria pra minha casa pra me massegear todo dia , pois elogiava suas mãos, ele é sacana tbém , dizia que era melhor pararmos com aquela conversa se não daria certo e pergunte o porque não daria certo e ele dizia que açi era o trabalho dele e não era certo , eu disse a ele que deixasse rolar,ele entao ficou bem de frente acima da minha cabeça,a cama tem um buraco pra encaixar o rosto e quando olhei por debaixo vi sua calça estufada com um cacete muuuuiiiiitttoooooo duro,ai esqueci a dor e fui logo pegando naquele cacete que por sinal era um cacetão muito grande e muito grosso,ele não se esquivou,pelo contrario,me perguntou se eu gostava,disse que amava,então ele chegou mais perto bem proximo a minha boquinha e fui logo mordendo por cima da calça,ai foi ele que não aguentou mais e tirou pra fora e ja foi enfiando na minha boca que começei a lamber,chupar,morder e assim foi e ele gemia,me xingando de putinha gostosa,vadia,cadelinha e ,andava eu mamar e eu mamava muuuiiiittttooooooooooooo,ele fou alisando meu rabo e enfiando o dedinho no meu cuzinho e continuava me xingando e eu cada vez mais louca pra sentir aquilo tudo no meu rabo.ainda estava com dor na coluna,menos , mas ainda doia e adoro sentir dor.tirava a rola dele da boca e implorava pra ele meter em mim tudo aquilo sem dó.ele foi me ajeitando na maca tipo frango assado e pegou uma pomada tipo gel e foi lambusando meu cuzinho e o pauzão dele e eu pedia pra ele meter e me fuder muuuuiiiitttooooooo,e foi isso que ele fez,foi logo metendo e eu gemendo que nem uma cadelinha de zona
sentindo uma puta dor e ele me humilhando e xingando dizendo que eu era uma puta e era pra parar de choromingar e eu então pedi pra ele me bater na cara,a principio ele não entendeu e eu repeti,; vai macho,me bate,bate na sua cadelinha,vai bate sem dó e só senti uma tapa que me fez ver estrela e pedi mais e mais e ele enlouqueçeu e mandou ver.....nossa gente....foi a terceira vez que minha vida sexual sem me tocar,gozeiiiiiiiiiiiiiiiii muuuuuiiiiitttooooooooooooo e ele tapando minha boca e eu gemendo....aiiiiiiiiiiiiiiii....meu grelo ta rurissimo aqui agora........eu pedia pra ele me dar porra,leitinho pra putinha dele e ele socando mais rápido disse que ia me encher de porra e o fez....ele me encheu mesmo ....ai ele se debruçou sobre eu , me olhou dentro dos meus olhos e nos beijamos muito gostoso , que boca mais deliciosa , que bj mais gostoso , ficamos assim por uns 10 minutos , ai senti seu cacetão saindo do meu rabo e pedi pra ele enfiar na minha boquinha pra deixa-lo bem limpinho e ele o fez e me chamando de putinha , assim que deixei bem limpinho ja estava meio duro sabem , e continuei por mais uns 15 minutinhos e senti seu leitinho todinho na boquinha e engoli tudinho , Ai começamos a conversar e ele sempre elogiando meu corpo de mulher , meu rabo que ele dizia que muita mulher não tinha e sonhava em ter um rabo como o meu , uma citura como a minha e assim ficamos e ele então disse que voltariamos a massagem e colocaria minha coluna no lugar e foi assim . a seção que seria de 40 minutos foi quase 2 horas , antes de sair ainda ''namoramos'' mais um pouquinho , trocamos tels. , na mesma semana ele me ligou e combinamos dele vir me ver em minha casa e tudo acertado ele veio mesmo e passamos o final de semana inteirinho na cama trepando como se o mundo fosse acabar e eu como sua putinha submissa cuidando dele em todos os sentidos , fizemos de tudo , até um 69 delicioso . e eu sempre como a mulherzinha do meu dono .... Sempre estou disponivel pra cds,travestis,afeminados,mulheres tipo lesbicas .
OBS...Ja deixei vários recados aqui na querida Maite que não vou de forma alguma add alguem no meu Orkut e MSN pessoas que só querem perder tempo e enrolação...Não add ninguém,eu dise ninguém sem foto ok . Nem percam tempo
MSN raphaellacdzinhagulosa@hotmail.com
Orkut raphaellasaopaulo@hotmail.com
Bjs

 


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