Contos Eróticos

Meu namorado taxista

Bom vou lhe contar sobre meu primeiro namorado meu primeiro amor.
Quando eu tinha 19 anos fui ver um desfile de moda fui convidado por um amigo chamado guimaraes ele era professor de jaz ele era coreografo de modelos de passarelas.
Chegando no local do evento fomos direto falar com a dona de uma loja muito badalada em sp a mesma k estava promovendo o desfile.

Quando entrei no camarinho nossa achei muito loko muita correria aquela agitacao mexeu muito comigo. Fui apresentada pela dona da loja ela ficou encantada comigo conversamos um pouco o logo ela me pediu para eu desfilar pra ela fiquei paralizado porque eu nao sabia oq dizer pois nao sabia desfilar. ela pegou na minha mao me levou pra colocar umas roupas da loja e la fui eu mesmo sem saber desfilar.

Entrei e sai varias vezes no final do desfile ela me convidou pra ser um dos seus modelos mais falei pra ela que nao sabia desfilar mais logo me prontifiquei em fazer um curso com este meu amigo guimaraes.
Bom depois de meses fazendo o curso e participando de varios desfiles foi ai que conheci meu amor. Ele era taxista nossa que show neh rs. Em todo os desfile que eu participava ele estava ali presente ai comecamos a pegar so o taxi dele pra voltar dos desfiles porque toda as vezes depois do desfile nos iamos pra algum lugar comemorar mos tudo por conta dos lojista e claro.

Bom vou falar um pouco de mim sou sansei filhos de filhos de japoneses sou magro 1.70 cabelos pretos lisos curtos. Ele era bem mais velho ele tinha 25 anos branquinho magro queixo fino cabelos cacheaos curtos ele tinha uns olhos lindos quando eu olhava pra ele ficava minutos e minutos apreciando sua beleza eu ficava encantado por ele.

Bom depois de tanto pegar seu taxi este meu amigo guimaraes um gay assumido ficou muito amigo dele mais como eu era muito timido e nao demostrava ser gay fiquei na minha sempre olhando ele por baixo e quando ele nao estava me vendo as vezes ficava escondido olhando ele tempos e tempos e cada vez que o via meu coracao disparava.

Nossa como era gostoso sentir aquilo por alguem ai tomei coragem e fui me aproximando cada veiz mais dele comecei a puxar conversa com ele as vezes ficava sentado na mesma mesa que ele estava e ficava conversando horas e horas com ele eu percebi que ele nao olhava para as meninas que passavam que so faltavao pular no colo dele e me veio varios pensamentos maldosos sera k ele era gay tambem ou coisa assim e isto me deixava em duvidas porque ele nao parecia ser gay na verdade com aquela cara de macho sacana mais de macho me deixava muito em duvidas .

Foi ai que descobri que ele tambem gostava de mim e que todos os desfiles que eu participava ele estava presente porque ele era um fan meu ele me adimirava muito nossa quando descobri que ele gostava de mim quase desmaiei de emocao foi quando este meu amigo guimaraes me falou que ele so ia nos desfiles pra me ver desfilar porque ele gostava muito de mim nossa quando meu amigo me falou quase matei ele de raiva porque ele me via sofrendo por ele e ele por mim e so foi me falar depois de um tempao. Coisa de bixa maldosa.

Resolvi fazer meu aniversario numa casa que minha familha estava construindo na verdade ela ja estava pronta so nao haviamos mudado pra la resolvi fazer uma festa e resolvi chamalo pra participar do meu aniversario nossa que dia.
Depois de um tempao ja era mais de meia noite todos os meus amigos na festa aquela agitacao e eu triste por dentro porque ele nao tinha vindo pro meu aniverssario fui buscar umas bebidas e quando estava voltando ele estava entrando na sala ele veio ao meu encontro ele estava vestido com uma camisa branca manga comprida e uma calca preta ele me deu um presente e me deu um abraco apertado eu senti seu queixo no meu pescoco aquele cheiro de perfume aquele cheiro entrando dentro de mim mais que cara cheiroso quentinho foi ai que minha noite comecou ai sim.

Logo chamei o pessoal pra cortar o bolo cantar parabens essas coisas que se fazem porque tinha muita gente que so estavao esperando cantar parabens e cortar o bolo pra irem embora bom nesta altura so ele era importante pra mim cortei o bolo dei o primeiro pedaco pra ele alguns nao entenderao nada mais tudo bem.

depois de um tempo o pessoal ja estavao indo embora percebi que ele tambem ja estava com aquela carinha de sono perguntei se ele nao gostaria de ir pra um dos quartos e se deitar um pouco so que so tinha carpete nos quartos mais nada ele falou que tudo bem que iria aceitar depois de me despedir do pessoal alguns ficarao dormindo espalhados pros cantos esses deixei dormir fui ate o quarto onde ele estava acendi a luz do quarto ele estava de barriga pra cima com os dois bracos esticados na cabeca cheiguei bem devagar me sentei do seu lado fiquei olhando pra ele por uns 5 minutos comecei a passar minhas maos no seu rosto depois no seu peito ele percebendo abriu os olhos e perguntou porque havia dado o primeiro pedaco de bolo pra ele mais nao falei nada

E continuei a passar minhas maos no seu corpo abri sua camisa dei um abraco fiquei com minha cabeca na sua barriga ele entao passou as maos na minha cabeca e falou que gostava muito de mim nao falei nada coloquei meu braco em cima do seu pau e percebi que ele estava ficando duro logo comecei a aperta lo devagar pois nao sabia oque iria encontrar logo tirei sua roupa ele estava com uma cueca vermelha florida seu pau ja nao cabia mais dentro da cueca tava levantado tava quase pulando pra fora eu tirei ele pra fora era enorme comecei a chupa lo ele se contorcia e gemia fiquei ali chupando por um tempo depois fui sentir aquele cheiro gostoso no pescoco comecei a chupar e dar umas mordidinhas no pescoco dele ele aproveitou me colocou de barriga pra baixo me deu um bj na nuca tirou minha calca passou saliva e comecou a socar seu pau dentro de mim eu me virava pros lados porque nao estava aguentando ele percebendo deu uma parada depois de muito tentar ele conssegui me penetrar ai foi ficamos horas e horas ele me chupando e eu chupando ele tinha partes do meu corpo que estava ate dolorido de tanto ser chupado aff que dor que gostoso foi ai que comecou meu grande amor pena que nao foi pra sempre ficamos 2 anos assim quando fiz 21 anos terminamos vim pro japao e aki estou ainda com muitas saudades dos tempos passados .
As vezes me lembros das manchas de chupadas no pescoco minha mae e amigos curiosos em saber quem foi e ele com o mesmo problema.
E isto ai.

vc70fujirmaiseu20buscar@hotmail.com
Se por acaso alguem quiser saber mais ja sabe onde me encontrar.

 

 

Meu amigo inesquecível...

Quando completei 18 anos, ganhei o maior presente que um jovem nesta faixa etária poderia desejar. Eu morava com meus pais em Minas Gerais, perto da capital e sempre fui muito solitário, tendo dificuldades enormes para me relacionar com as pessoas a minha volta. Durante a festa do meu aniversário, numa Quinta feira, no exato momento em que eu cortava o bolo para distribuir aos convidados, ouvimos sons estranhos. Todos foram para fora e percebemos o motivo de todo aquele barulho. A casa que ficava do lado direito da minha e que esteve vazia durante 3 anos por problemas de inventário após a morte do antigo dono, finalmente teria um novo morador. Um grupo de três homens e uma mulher estava dentro da casa fazendo a limpeza e preparando para a mudança. Meu pai foi até lá e como bom vizinho, ofereceu ajuda caso eles precisassem. Quando ele retornou, nos contou que eles eram os irmãos do novo morador que se chamava Gustavo. A mudança ocorreria no Sábado.

Ficamos curiosos e ao mesmo tempo preocupados a respeito do caráter do novo proprietário. Nosso bairro sempre foi tranqüilo e a vizinhança bem selecionada, nunca nos causou problemas e nem nós a eles. Finalmente chegou o dia da mudança e eu estava chegando da faculdade quando o caminhão parou na porta e 3 homens começaram a carregar os objetos para dentro. Eu fui tomar banho e almoçar. Meia hora depois, fui até a janela ver o que acontecia e finalmente vi o novo vizinho. Ele era branco, bem alto ( aparentava ter 1,80 cm ), corpo não musculoso, porém, bem modelado. Dava para ver pelos braços, pernas e pelas laterais da camiseta os pêlos longos e abundantes. Olhos castanho claros, assim como também seus cabelos. Usava um bigode que o deixava ainda mais másculo. Lembrava de rosto o falecido ator Rômulo Arantes. Estava descalço e usava um short negro com 2 listras brancas nas laterais e sua camiseta vermelha sem mangas e bem cavada. Ao ver me na janela deu um sorriso muito simpático e cumprimentou-me, ao que respondi com um aceno. A noite chegou e eu não conseguia dormir. Sempre fui muito curioso quanto ao fato de ver outras pessoas sem roupa, pois tive uma educação religiosa rígida, que só serviu para me aguçar ainda mais a curiosidade em assuntos de sexualidade. Várias vezes escondido no escuro, através de minha janela eu já havia observado vários vizinhos e vizinhas nus, trocando de roupa, tomando banho e até mesmo fazendo sexo, sem ser notado.

O muro que separava todas as casas era baixo, pois nunca tivemos assaltos ou problemas parecidos. Aproveitei a oportunidade para ver melhor o novo vizinho. Ele não estava no quarto dele que ficava em frente ao meu e imaginei que estivesse na sala vendo televisão. Na verdade estava tomando banho e quando eu menos esperava, apareceu completamente nu em frente à janela aberta. Tomei um susto tão grande que quase caí da cadeira onde eu estava trepado observando, pois tive medo que ele me visse. Fiquei muito impressionado com ele. Era muito mais bonito do que parecia. Eu nunca tive relações com ninguém, porém, gostava de fantasiar que estava possuindo sexualmente as pessoas que eu observava. Também adorava ver fotos e filmes de sexo, fossem eles de heterossexual, de bissexual ou de gay Até aquele dia eu nunca havia sentido atração verdadeira por alguém. Eu simplesmente me masturbava imaginando fazer sexo com alguém e depois esquecia tudo. Desta vez foi diferente. Quanto mais eu imaginava penetrar nele os ser chupado por ele, mais excitado eu ficava. Cheguei a sentir vertigens ao imaginar meu pênis entrando naquele macho gostosão e meu esperma escorrendo em sua boca. Passei a noite acordado, confuso com o novo sentimento que descobri dentro de mim. Nunca me imaginei transando de verdade com ninguém, muito menos com outro homem. Tudo não passava de fantasia na minha cabeça, até aquele momento. Acabara de descobrir o que é realmente sentir atração por alguém. O pior de tudo é que várias vezes eu o vi levar mulheres para casa e numa das vezes, até o vi fazendo sexo com ela. Isso me deixava muito frustrado, pois sabendo que ele era heterossexual, não haveria nunca possibilidade de realizar minhas fantasias. Um mês se passou e ele, que estava de férias, voltou a trabalhar.

Na verdade, trabalhava como engenheiro numa empresa bem perto da faculdade onde eu estudava. Ao descobrir isso, ele gentilmente ofereceu-me carona para ir e voltar todos os dias. Meu pai concordou e assim, todos os dias viajávamos juntos. Conversávamos bastante e descobri que tínhamos muita coisa em comum. Apesar da diferença de idade ( ele tinha 40 e eu 18 anos ), ficamos muito amigos e íntimos. Gostávamos das mesmas coisas : videogames, jardinagem, ficção científica etc. Começamos a sair juntos como amigos, indo ao cinema de vez em quando. Ele não tinha muito tempo disponível, pois trabalhava muito e chegava tarde. Um ano se passou e eu fui me apegando cada vez mais a ele. Era um sentimento confuso, mistura de atração sexual, admiração e amizade. Nunca tive oportunidade de demonstrar ou falar do que sentia por ele. Eu tinha enorme pavor de imaginar que ele ficaria furioso comigo e eu perderia para sempre sua amizade. Para alguém que nunca teve nenhum amigo verdadeiro, isso seria uma tragédia. Era realmente uma pessoa maravilhosa e não digo isso porque me apeguei a ele. Digo apenas o que observei durante o tempo em que estivemos juntos. Ele era capaz de fazer qualquer sacrifício para ajudar alguém em dificuldades. Tinha o coração mais puro que eu já vi. Um dia, aconteceu uma coisa muito estranha. Após tomar banho e sentar na varanda de minha casa a noite para olhar as estrelas, ouvi ruídos e vi duas sombras se movendo pelo quintal do Gustavo. Fiquei curioso e logo imaginei que ele mais uma vez estivesse levando alguma garota para cama. A excitação foi demais e resolvi me aventurar mais do que de costume. Pulei o muro que separa nossas casas e fui observar através das frestas da janela do quarto dele, que desta vez estava fechada. Ao olhar pela fresta, tive uma surpresa que quase me fez desmaiar. Não havia nenhuma garota no quarto com ele e sim o Édson, vizinho que mora na rua por trás da minha.

Os dois estavam abraçados e trocando carícias deliciosas, à medida que tiravam suavemente a roupa um do outro O Édson é negro, alto magro e tinha fama de ser um garanhão, pois ?devorava? todas as garotas virgens da vizinhança. Achei que o Gustavo iria possuir ele e continuei observando excitadíssimo, louco para ver o garanhão levar vara no traseiro. A coisa continuava esquentando cada vez mais. Agora completamente nus, deitaram na cama e o Édson chupava o pênis do Gustavo com tanto desejo que meu sangue começou a ferver. Eu estava quase gozando na cueca quando aconteceu o inesperado. Gustavo chupou o pênis do Édson enquanto este enfiava dois dedos no ânus dele. Não podia ser verdade o que eu acabava de ver ! Aquele macho lindo e peludo estava ficando cada vez mais submisso ao negão. Quando vi o Édson pegar o lubrificante, cobrir com ele o próprio pênis e depois esfregar um pouco no ânus do Gustavo, não consegui mais agüentar. Ficou claro naquele instante que o negão cacetudo iria ter tudo que eu sempre desejei e nunca consegui. Eu o vi ajoelhar montado sobre as nádegas do Gustavo e abri-las com as mãos, alisando e penetrando o ânus com os dedos. Fiquei totalmente louco e corri em direção à porta da frente. Chegando lá comecei a esmurrar a porta desesperadamente, ao mesmo tempo em que chorava e soluçava. Em menos de um minuto, o Gustavo pareceu com cara de assustado e veio me atender. Logo que abriu a porta, antes que tivesse tempo de perguntar alguma coisa, corri e o abracei, chorando ainda mais do que antes. Ele me abraçou carinhosamente, como sempre fazia e me colocou sentado na beirada da cama dele. Eu ainda podia sentir o cheiro de excitação que eles deixaram no ar. Só meia hora depois, consegui me acalmar e falar com ele. Não sei o que aconteceu com o Édson, porém, imagino que saiu pela porta dos fundos antes que eu o visse.

Chegou a hora de abrir meu coração para ele, apesar de ter poucas esperanças de vencer esta batalha. Eu imaginava que ele e o Édson já estavam íntimos e provavelmente se relacionavam há muito tempo, sem que eu soubesse. Contei tudo que aconteceu desde que o vi pela primeira vez até aquele momento em que o vi na cama com o Édson. Falei dos meus sentimentos e de minha atração por ele. Do meu sonho de ter ele só para mim. Depois disso, pedi que me perdoasse por invadir a casa dele daquele jeito e por atrapalhar o encontro deles.

Gustavo permaneceu calmo, porém, ficou calado uns quinze minutos olhando fixo para mim. Eu já me preparava para ser expulso da casa dele e para perder o único amigo que tive durante a vida. Como ele não respondia, não suportando mais a espera, eu me levantei e disse que compreenderia se ele nunca mais quisesse me ver depois do que eu disse e fiz. Fui saindo triste e envergonhado quando ele me puxou pelo braço e abraçou-me bem apertado.

Senti alguma coisa pingar em meus ombros e vi que ele estava chorando. Então o abracei bem forte e disse o quanto ele era importante para mim e que eu morreria se ele deixasse de ser meu amigo. Ele me olhou bem dentro dos olhos e agradeceu. Fiquei sem entender e perguntei por que me agradecia. Gustavo deu o sorriso mais lindo que já vi e respondeu que nunca ninguém demonstrou tanto carinho por ele quanto eu. Que na verdade estava acostumado a se relacionar com mulheres e o encontro com o Édson seria a primeira experiência gay de sua vida, que, porém, estava muito contente por eu ter salvado ele desta situação. Ele estava consciente de que Édson era um garanhão e que apenas queria usar o corpo dele, gozar e partir, como se faz com uma puta qualquer. Que jamais seria capaz de dar amor ou demonstrar qualquer afeto por ele. Disse que agora sim ele havia encontrado o homem certo para este primeiro encontro. Ao dizer isso me beijou, penetrando sua língua grossa em minha boca.

Fiquei de pênis duro na mesma hora e correspondi ao beijo, me entregando ao prazer tanto desejado. Eram 20:00 horas de Sábado e não teríamos compromisso no dia seguinte. Gora podíamos nos entregar ao prazer e matar nosso desejo tanto tempo reprimido. Agarrei seu corpo com força e o empurrei, fazendo-o cair deitado na cama. Deitei-me por cima dele e fui alisando e beijando cada centímetro daquele gigante peludo. Arranquei sua camiseta e chupei seus mamilos grandes e rígidos devido a excitação. Enquanto isso ele também retirava minha roupa e logo retribuiu, chupando meus mamilos. Deitamos lado a lado e retiramos nossos shorts e cuecas, ficando totalmente nus. Deitei meu corpo sobre o dele e fiquei me esfregando naquele macho peludo e gostoso. Ele me puxou para cima, me fazendo montar no peito dele e nesta posição, agarrou o meu pênis e colocou na boca. Chupava com força, parecendo querer arrancar de tanto chupar, mais ao mesmo tempo, sem machucar. Eu já não estava agüentando mais e ele deitou de bruços. Puxou o vidro de lubrificante que estava em baixo do travesseiro e me entregou. Não perdi tempo. Coloquei sobre o meu pênis e depois, usando os dedos, coloquei bastante no ânus dele. Deitei por cima e coloquei o pênis no meio das nádegas peludas dele. Comecei a forçar a entrada e ele gemendo e reclamando de dor. Pediu para eu ir devagar, pois nunca havia sido penetrado antes. Ele era virgem ! Que maravilha ! Não poderia ser melhor. Um homem lindo, gostoso, bom amigo e virgem ! Eu nem acreditava no que estava acontecendo. Penetrei-o com vontade, e me movimentava para frente e para trás, entrando cada vez mais fundo e dizendo coisas obscenas aos ouvidos dele.

Gozei em poucos minutos, enchendo o reto dele com meu esperma quente. Fiquei um pouco decepcionado por gozar tão rápido, mais ele me disse para não me preocupar com isso, pois era normal para alguém sem experiência como eu. Descansamos meia hora e logo recomeçamos. Desta vez ele sentou no meu colo e inclinou o corpo para trás. A penetração nesta posição é mais profunda, fazendo o meu gatão se contorcer de prazer. Ao mesmo tempo em que o penetrava, eu segurei seu enorme pênis com uma das mãos enquanto com a outra eu massageava seu umbigo. Ele foi ficando cada vez mais excitado e eu senti as pulsações do pênis dele em minha mão aumentarem, até que ele não agüentou mais e gozou, lançando jatos e jatos sucessivos de esperma. O dia estava clareando quando eu saí da casa do Gustavo, exausto e muito feliz. Fui dormir após passar a noite inteira montando naquele deus grego em todas as posições possíveis de se fazer. Deste dia em diante, viramos amantes e todas as noites nos encontrávamos para aproveitar a companhia um do outro. Como era gostoso agarrar e apertar seu corpo forte, sentir o seu cheiro de macho, alisar seus longos pelos enquanto o penetrava. Nossa amizade ficou ainda mais forte, e passamos a sair juntos para acampar, excursões etc. Meus pais começaram a ficar desconfiados desta ligação tão forte. Passamos cinco anos nos encontrando e fazendo sexo até a exaustão. Eu aprendi todos os segredos do sexo com ele. Era um ótimo professor.

Quando eu terminei a faculdade de Agronomia ele me deu um relógio de presente e logo a seguir viajou para a Alemanha a trabalho. Fui até o aeroporto me despedir dele e senti uma sensação horrível. Não conseguia suportar a sensação de nunca mais ver o melhor amigo ( e amante ) que encontrei durante a vida. Abraçamos-nos e choramos muito até que ele entrou no avião e desapareceu no meio das nuvens. Voltei para CSA me sentindo a pior pessoa do mundo, com um vazio enorme no coração.

Após um mês de viagem eu aguardava ansioso a volta dele, porém, o retorno não aconteceu na data prevista. Os dias passavam e nada. Nenhuma notícia dele. Até que um dia acordei com meus pais sentados na beira de minha cama me olhando de um modo estranho. Perguntei o que aconteceu e eles nada responderam. Minha mãe abaixou a cabeça e meu pai segurou minha mão com força. Senti meu coração gelar. Sabia que alguma coisa ruim havia acontecido. Comecei a chorar antes mesmo de saber a notícia. Ele nunca mais voltaria para mim. O avião em que voltava foi atingido por um raio, explodiu e caiu no mar. Eu não suportei a notícia. Fiquei muito doente com depressão e precisei ser internado para tratamento durante seis meses. Até hoje ainda sinto uma dor imensa quando me lembro dele e as lágrimas brotam dos olhos sem querer. A falta que ele me faz é grande demais. Jamais alguém será capaz de preencher o vazio que ele deixou. Adeus... Meu amigo inesquecível...

 

AP de diversões II

Imagino você, CD, chupando meu pau, eu te exclamando: "Que boca gostosa você tem!" e você: "Você acha?", assim começou a terceira desde o último conto publicado. Já fui CD, posso até ainda ser, já chupei muito, um único pau, era casado, me satisfazia, mas como disse no conto anterior, não gozava ou raramente gozava. Agora era meu pau que era chupado por uma "mulher". ELA QUERIA ME TER DENTRO DELA. Que prazer essa sensação de poder. Ter um pau, sentir a ereção, mesmo sendo homossexual, muitas vezes passivo, sentir prazer em dar e receber...Queria dar prazer e chupar, já disse que adoro sexo oral, de todas as formas, fui também chupá-la e enfiar dois dedos, um de cada vez, no seu cú. Ela tinha vergonha do clit dela como eu tinha do meu pau quando só passivo. Acendi um cigarro e entre uma tragada e outra chupava o clit dela. Ficou ereto, ainda mais com uns dedos no cú, vibrava, esperava, queria minha mão inteira penetrando ela, enfiei meu pau de uma só vez.

Endureu dentro do cú da minha cadelinha, urrava, suspirava, pedia e eu só tinha aquele cassete pra satisfazê-la. Era pouco pra ela, pedia mais, tirava o pau e enfiava três dedos de uma só vez, ela gemia, queria mais... dava meu pau pra ser chupado, engolia até as bolas, gemia, ainda era pouco, um homossexual não tem limites, se acha como a virgem que vai subir pelas paredes de tanto prazer, mas um gay tem um pau também além do ânus, é necessário o toque, mesmo que alguns rejeitem seu pau, como fiz durante anos, o clit dela estava excitadíssimo, chupei-o um pouco, meti de novo, não parei de meter, troquei de posição e era meu pau que estava ali, vivo, viril, como nunca sonhei, dava umas palmadas nela e ela só gemia, pedia mais, nunca iria ficar satisfeita.

Resolvi que minha cadelinha iria gozar logo após e gozei no cú dela. Punhetei o clit dela e ela gozou.
Trouxe um batom, ela se recompôs e nos beijamos. Deixou também a marca do batom no meu pau molhado. Já estava sem camisinha e ela começou a me punhetar, pensando em alguma rapidez. Nem adiantou me chupar, três é o meu limite.

Durante um vídeo na tv do quarto ela se vestiu e se despiu ficando só de calcinha e sutiã. Me deu um beijo, queria meu pau e eu queria ela. Apenas dormimos.

Quando acordamos estava com o pau duro na bunda dela. Sugeri um banho, Estava nua, sem peruca, sem sutiã nem calcinha, sem maquiagem, era feia assim, não gostava,

Tenho meus princípios, não beijo um homem sem maquiagem e lingerie e salto alto. Lembrando minha época de CD ajudei-a a ser a mulher que eu desejava. Que bom que ela não queria ser mulher, só travesti!
É assim que sou um homossexual feliz, transformando H em M e eu sendo o elo desta trasformação. Tenho minhas "bichices", não posso negar, Tenho prazer pelo poder, tenho um pau poderoso, posso enganar, me fingir de mulher, não importa, o que eu quero é ser feliz no sexo, isto é que importa.
Meter, chupar, dar, seduzir.

Me enviem os comentários, serão bem recebidos. Glórias à Maite, batalhadora, fiel e sempre feliz.

Lucky

colchaderetalhos10@hotmail.com

 

 

A primeira traição de uma esposa fiel

Os objetivos de eu escrever aqui, são dois. Primeiro espero que meu amigo leia e me responda, pois para evitar qualquer problema em casa, rasguei todo bilhete com telefone ou e-mail e agora não tenho como contatar. Segundo, para eu mesma poder relembrar de cada minuto maravilhoso que passei, lendo esse relato, toda vez que sentir saudades do acontecido.

Sou uma mulher casada, realizada, tendo tudo que uma mulher possa desejar. Marido trabalhador, charmoso, carinhoso, advogado de uma indústria. Talvez a única coisa que ainda não tenha são filhos, mas que já pensamos em conceber brevemente. Casei virgem, só tornando mulher na noite de núpcias, motivo porque meu marido me considera de total confiança, Eu nunca havia ido com outro homem para a cama, fato raro entre as garotas de hoje em dia. Talvez pelo fato de morarmos numa cidade não muito pequena, mas do interior, onde as pessoas tomam mais cuidado para evitar fofocas dos vizinhos.

Claro que tive alguns namoradinhos, mas com eles era somente aqueles abraços, beijos e caricias por cima da roupa. O máximo que chegamos a fazer, com um dos namorados, dentro do carro, ele tirava meus seios para fora, acariciava e os beijava, enquanto tirava seu pênis para fora e mandava eu segurar enquanto ele me beijava e chupava meus seios até ejacular em minha mão. Então eu conhecia como funcionava um pênis. Nessas ocasiões eu ficava super excitada, claro, mas conseguia me controlar, jamais deixando tirar minha calcinha. Após várias sessões dessas carícias, esse namorado chegava a colocar seu penis entre minhas coxas no carro do pai dele, eu sempre de calcinha, mesmo depois de ele tentar tirá-la a força, depois de ficar se mexendo com o pênis preso entre minhas coxas ele chegava a ejacular, sujando minhas coxas, minhas calcinhas e meus vestidos. Hoje sei que minha mãe devia ter visto as manchas e saber do que se tratava, mas na época, eu não pensava nisso, minha mãe era muito discreta.

Trabalho como secretária executiva de uma indústria multinacional que se instalou na região. Um dia o chefe do RH me chamou e disse que eu tinha de fazer um curso de atualização no Rio de Janeiro, e que meu chefe já foi informado e autorizado, com duração de 10 dias. A noite, em casa, falei ao meu marido que iria ter que viajar ao e ele achou normal e eu também. O curso seria dentro de uma semana. Eu viajaria no domingo, pois segunda feira de manhã começaria o curso e terminaria na outra quarta-feira, havendo aula inclusive num sábado, só descansando domingo. Quando chegou a data, meu marido me levou ao aeroporto da cidade vizinha, pois nossa cidade não tem aeroporto. Cheguei ao RJ e fui de taxi para o hotel, de onde liguei para casa avisando meu marido que tudo correu bem. Jantei no hotel, tomei um banho e dormi cedo para estar bem disposta na segunda feira.

Na manhã seguinte me arrumei e fui para o local do curso de taxi. Lá conheci uma pessoa que estava fazendo o mesmo curso, muito simpático e divertido, além de muito charmoso, lembrando um pouco o Tom Cruise. Ele se sentava ao meu lado e quando o Professor formou pares de discussão, par esse que seria o mesmo até o final do curso, eu e ele ficamos no mesmo grupo, analisando os problemas passados pelo professor, discutimos as soluções, eu e o novo colega, nesse dia ficamos juntos o dia todo, inclusive no almoço, fomos juntos, nos coffe break ele sempre me trazia sucos, chás, patês, etc e vimos que tinhamos muita coisa em comum. Era uma companhia muito agradável, além de ele ser um homem lindo!

O curso era muito útil, e com bons professores que nos animava o tempo todo. Ao final do dia soube que ele também estava no mesmo hotel que eu. Ele me convidou para voltarmos juntos no mesmo taxi, e no caminho me convidou para jantarmos e discutirmos os assuntos do curso. Até aí eu achava tudo normal. Fomos jantar no restaurante do hotel, onde falamos assuntos do curso, enquanto jantávamos, tomando uma garrafa de vinho. Após a sobremesa e o cafezinho, ele perguntou se eu não queria ir dançar. Agradeci e falei que ficaria para outro dia e que amanhã precisava acordar cedo.

Ele falou que lá no subsolo, tinha um piano bar para quem quisesse dançar. Relutante, mas diante do charme e da insistência dele eu concordei, afinal nada tinha a fazer, a não ser ficar no apartamento vendo TV, sem dizer que o convite vinha de um cavalheiro lindo. O local era bem agradável, meia luz, música romantica, gostosa para dançar, coisa que eu adorava, mas meu marido não apreciava dança. Fazia tanto tempo que eu não dançava.

Começamos a dançar uma música lenta. Logo ele foi me apertou bem junto a ele. Pensei em me afastar, mas deixei, afinal era uma musica romântica para se dançar assim. Dançávamos bem colados. A mão dele passou das minhas costas e foi até minha cintura onde inicia a elevação das nádegas. Senti um arrepio, afinal desde casada, nunca fiquei nessa situação com um homem diferente do meu marido. A outra mão dele que segurava minha mão esquerda, ele trazia prensada entre nossos corpos, e a costa da mão dele ficava encostada no meu seio o que não posso negar, me dava uma excitação natural.

Ele passou a me elogiar, dizendo que eu era linda, com corpo de fazer inveja às modelos, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Fiquei vermelha de vergonha, sem saber o que dizer, afinal, no interior, jamais um homem vem falando essas coisas a uma senhora casada.

Ele me apertou mais contra si pressionando meus seios contra seu peito e pude sentir o pênis dele, duro, encostado em mim. Aquela situação era nova pra mim, entrei em pânico, afinal era a primeira vez que acontecia uma coisa dessas. Vi que aquilo estava ficando perigoso e disse que iria me retirar ao meu apartamento. Soltei-me dele despedi e tomei o elevador, tremendo, ofegante, nervosa, com as pernas bambas.

No apartamento, abri o barzinho e tomei uma água mineral gelada para me acalmar, depois, enquanto tirava a roupa fiquei pensando no acontecido, ainda um pouco trêmula e ofegante. Vesti minha camisola,deitei e não consegui dormir pensando em tudo que aconteceu.

Estava confusa, por um lado meu instinto de esposa fiel dizia uma coisa, por outro lado, havia uma sensação desconhecida, que me deixava em dúvida, que me excitava claro, pensando se deveria aproveitar essa oportunidade única de conhecer outro homem ou continuar na minha rotina e não trair meu marido. Não podia negar que a vontade de conhecer outro homem me deixava excitada, mas me envergonhava de mim mesma por ter esse pensamento.

Estava com uma boa oportunidade, única talvez na vida, ali mesmo, no mesmo hotel, sem nenhum conhecido, um segredo que seria só nosso, soube que também era casado e por isso jamais contaria a alguém. Acabei dormindo só de madrugada. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada, mas o dia transcorreu tudo normal no curso, eu e ele resolvendo juntos os problemas propostos pelo professor. Houve trabalho em que eu e o novo amigo ficamos trabalhando juntos por longo tempo, a companhia dele era muito divertida e agradável. Ao final do dia ele me ofereceu carona de taxi para voltarmos ao hotel. Quando chegamos ao hotel, me convidou para jantarmos dali a uma hora para rever o material do curso (pelo menos, com a desculpa de recordar matérias do curso, minha consciência não doeu ao aceitar).

Aceitei e fui para meu apartamento, de onde liguei para meu marido, depois tomei um banho, coloquei um vestido leve que realçava minha cintura fina, revelando minhas costas alvas e um discreto decote deixava entrever o colo dos seios e o sulco entre eles, me vi no espelho. A princípio, me veio uma sensação de culpa, pensei em colocar uma roupa mais conservadora de trabalho, mas algo na minha cabeça mandava continuar assim e decidi continuar na minha loucura afinal era uma roupa nada escandalosa. No restaurante, ele novamente me elogiou. Qual mulher não adora ouvir elogios, ainda mais vindas da boca de um homem tão lindo e charmoso. Continuou dizendo que meu marido era um homem de sorte, por ter uma esposa linda, inteligente, com corpinho de adolescente, e disse algo que me deixou ruborizada, pois afirmou que eu era muito tesuda e gostosa. Jamais alguém disse uma coisa assim, desde que me casei, afinal moro numa cidade do interior. Para evitar que ele começasse a ter idéias, já disse-lhe que me casei virgem e que nunca trai meu marido até então.

Após muito conversarmos bebendo, fomos jantar. Terminado o jantar, novamente fomos dançar.

Desta vez ficamos dançando e pouco a pouco nos encostando cada vez mais e novamente senti o pênis rígido dele encostado em mim. Aquilo me deixou excitada claro mas também com medo, mas o tesão falou mais alto e permaneci dançando, sentindo aquela coisa dura roçando meu abdomem. A mão dele que estava em meus ombros, começaram a me acariciar as costas e, sua cabeça foi se aproximando do meu ombro, cada vez mais, sua boca veio junto ao meu ouvido, enquanto dançávamos coladinhos, a cabeça dele nos meus ombros, a boca dele junto ao meu ouvido. Ele começou a murmurar palavras de carinho, de elogios, aquilo foi baixando minha guarda. Começou a dar beijinhos na orelha me deixando arrepiada, depois no rosto, até que nossos lábios foram se encontrando. Ele passou a me dar selinhos nos lábios, eu sem resistir deixava que ele continuasse. Ele viu que estava vencendo a batalha, até que seus lábios colaram aos meus e senti a língua dele invadindo meus lábios, querendo penetrar minha boca e, inacreditavelmente, ao invés de me ofender, entreabri meus lábios como um convite à sua língua. Foi o bastante para sentir a língua dele começando a penetrar boca adentro, eu recebi aquela língua quente que tocou minha língua e ainda retribui, colocando agora, minha língua entre seus lábios, que ele imediatamente prendeu com seus lábios e nossas línguas começaram a travar uma batalha. Eu fiquei com as pernas bambas, trêmulas, respiração ofegante e instintivamente, num gesto de ousadia mas incoscientemente, fui abracando-o mais forte, senti a dureza do pênis dele encostando ainda mais na minha região do púbis, ele também me abraçou mais forte. Por sorte a tênue luz ambiente não deixava ninguém perceber nada, todos casais estava dançando bem coladinhos e trocando beijos apaixonados, ninguém prestando atenção ao que outro casal fazia.

Naquele momento senti que tinha atingido um ponto perigoso de onde não dava mais para voltar. Trocamos olhar cúmplice, nos beijamos e sem palavras nenhuma, ele me pegou pelos braços fomos saindo da pista de dança, e nos dirigimos ao elevador, subimos para o meu apartamento, como se fosse um casal voltando do jantar. Eu mesma me surpreendia pela minha atitude dócil, sem protestar, sem dispensá-lo. Ao entrar no meu apartamento e fechar a porta, com ele me seguindo, enquanto eu passava o trinco na porta, ele me abraçou por trás fazendo sentir seu pênis em minhas nádegas, depois, me virou de frente, me encarou, ai meu Deus, eu vendo aquele rosto lindo, másculo tão próximo naquela penumbra, aquela voz máscula murmurando palavras de amor..., ficamos olhando olhos nos olhos enquanto nossos rostos iam se aproximando, começamos a nos beijar, beijo lascivo, língua com língua.

Enquanto me beijava, ele foi me acariciando por cima da roupa, até que começou a descer o ziper do vestido nas minhas costas, abaixou as alças pelos meus braços e deixando a parte superior do vestido caido até a cintura. Ficamos abraçados e beijando, eu com a parte de cima do vestido na cintura e soutien que deixava ver o colo dos seios, enquanto ele discretamente ia tirando sua camisa e ficando só com a calça. Tiramos nossos sapatos enquanto nossas línguas travavam uma batalha, enquanto me beijava, ele com as mãos na minha costa, desabotoou meu soutien soltando as alças dos ombros, eu ajudava encolhendo os braços, ele foi tirando pelos meus braços até que abaixou as taças deixando meus seios livres, e colocar o soutien sobre a cadeira enquanto vinha beijando meu pescoço suas mãos seguravam e apertavam meus seios, depois sua boca vinha beijando, meu colo e finalmente meus seios, enquanto seus lábios prendiam meu mamilo, a mão segurava em cheio o outro seio. Depois foi a vez dele abrir o ziper lateral na altura da cintura, do meu vestido, vestido que tinha ganho de presente do meu marido.

Me virei de lado para facilitar a ele ver o ziper lateral do vestido, logo ele abria o fecho. Era uma situação inusitada para mim, pois nem meu marido fazia isso, de abrir o meu vestido. Não acreditava que eu me virei para oferecer ao um homem estranho abrir o ziper que era a última defesa do meu corpo, e ainda mais dentro de um quarto de hotel, onde uma convidativa cama ficava a nossa frente. Ele tirou meu vestido e sua calça. Me deixou só de calcinha cavada, que deixava minhas nádegas de fora e ele de cueca. Era a primeira vez que outro homem que não o meu marido, tirava meu vestido, desabotoava meu soutien, e me via apenas com uma minúscula calcinha.

E agora, eu em pé só de calcinha, com os seios a mostra com mamilos rígidos roçando um peito peludo, abraçando um homem só de cuecas, e nós dois num quarto de hotel, sem nenhuma testemunha e com uma convidativa cama ao lado e uma penumbra que criava um ambiente mais secreto e excitante ainda.

Depois de muitos beijos nos lábios e nos seios, ele me pegou em seu colo e me levou em seus braços para a cama, onde me deitou carinhosamente e veio ao meu lado só de cueca e passou a me beijar, aquele beijo lascivo, gostoso, língua com língua, meus seios comprimido pelo seu tórax peludo. Seu pênis estava tão duro, que levantava a cueca empurrando o tecido. Ele ficou por cima, eu sentindo a pressão do torax peludo sobre meus seios, abri minhas pernas, ele entrou entre elas e senti o pênis dele forçando encostando na região vaginal, enquanto ele me beijava, depois passou a beijar meu pescoço, meu colo enquanto suas mãos massageavam meus seios, ele continuava lambendo meu pescoço, meus seios, a barriga e desceu pelas coxas e pernas. Veio subindo beijando tudo, até lamber-me os seios novamente. Ele os segurou e apertou com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam rígidos, dizendo: "que peito lindo, gostoso de chupar, macio". Minha respiração se acelerou, não consegui me conter a passei a gemer com as carícias que ele fazia.

Ele começou a tirar minha calcinha e para minha surpresa, eu não fiz nenhum gesto para impedi-lo, pelo contrário era como se aquilo fosse a coisa mais natural , seus dedos seguraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, primeiro descobrindo os pêlos, depois os quadris que levantei ajudando. Nem acreditei, eu uma esposa dedicada e fiel, levantando os quadris para facilitar que um homem tirasse minha calcinha, e isso eu deitada numa cama, e um homem só de cuecas. A seguir minha calcinha passou pelas nádegas, até que ele tirou pelas pernas me deixando toda nua.

Eu a esposa fiel, deitada toda nua e nem senti vergonha com ele olhando e admirando meus seios, minha barriguinha, os pêlos vaginais, minhas coxas, pernas. Ele começou beijando minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, pouco a pouco foi afastando uma coxa da outra, com todo carinho, começou a lamber as laterais de minhas coxas até chegar aos lábios vaginais, a pele entre a vagina e o ânus fazendo eu gemer e estremecer, até que em certo momento abriu minhas pernas, arregaçando minha nádegas, falou “amor, que bucetinha linda amor, deixa eu chupar essa buceta gostosa”, mais que depressa respondi dizendo, "me chupa toda por favor, chupa minha bucetinha" ele colou sua boca para me chupar, senti aquela boca quente em contato com minha vagina, ele começou lambendo, senti a língua passando por todo rasgo da vagina e depois penetrando o orifício vaginal com sua língua. Era uma sensação estranha, tesão e medo, eu não parava de tremer e gemer. Nem meu marido me deu tanto prazer em todos esses anos, e para dizer a verdade, nunca me senti tão a vontade com meu marido como estava sentindo naquela hora, eu com as coxas toda aberta, com um homem enterrando sua cabeça mo meio das coxas, chupando toda minha vagina.

Um outro homem chupando aquela vagina que era só do meu marido. Uma onda de choque percorria meu corpo, não agüentei muito e disse que ia gozar. Ele dizia “goza amor, goza na minha boquinha, quero sentir o seu mel, vou chupar todo mel da sua buceta, goza amor”. Ele chupou com mais força e eu me entreguei, gozei gemendo, gritando, me estremecendo, meus quadris pulando sem controle, enquanto ele segurava firme minhas nádegas e coxas, para não deixar a língua escapar da minha vagina.

Gozei muito gostoso na boca de outro homem pela primeira vez. Nem com meu marido gozei tão violento e gostoso assim, aliás, meu marido nunca me fez gozar na boca dele. Eu fiquei tremendo, com a respiração ofegante.

Ele continuou chupando minha vagina que jorrava líquido do amor. Aquilo me acendeu novamente. Eu não agüentei mais, e pedi que ele me possuísse, nem acreditei que eu uma mulher casada, estava pedindo a um homem para me possuir, mas não estava agüentando mais não agüentava mais de tesão. Então, só aí ele tirou sua cueca libertando um pênis enorme, senti um estremecimento ao ver aquilo, ele segurou minhas pernas, abriu minhas coxas e se posicionou sobre mim e vagarosamente encostou seu pênis na entrada vaginal e foi pressionando, até que seu pênis começou a penetrar em minha vagina. Ele dizia, "amor, está sentindo meu pau entrando na sua buceta? Abre essa a bucetinha quentinha, abre ela para meu pau entrar até o saco". A minha tesão era muito grande, ao sentir seu pênis me penetrando firme, me abrindo, nem pensei em meu marido, nem na traição que estava cometendo ao receber uma pênis estranho em minha vagina, a vagina que pertencia somente ao meu marido até aquela data.

Eu estava sendo possuida por outro homem pela primeira vez na minha vida, sentindo um pênis dentro da minha bucetinha que só meu marido conhecia. E tudo isso sem camisinha, minha vagina sentindo o contato direto do penis. Ele meteu até o fundo e começou a mexer, eu sentia o saco dele batendo em minhas nádegas. Depois ele ia tirando tudo e voltava a penetrar de novo, me matando de tesão, eu não conseguia conter os gemidos de prazer. Ele estava com muito tesão também, pois gozou logo. Fiquei um pouco sem jeito, pois queria mais, queria que ele metesse mais acabando com meu tesão. Ele deitou do meu lado e eu não sabia o que fazer; afinal eu era uma iniciante, nunca me aconteceu uma coisa assim.

Fiquei pensando na loucura que tinha feito, mas agora já estava feito. Virei para ele, passei a mão pelo peito cabeludo e desci até o pênis. Estava semi mole. Agarrei, apertei, mexi no saco. Olhava aquele pênis que me penetrou, todo melado com meu líquido e seu esperma, aquele pênis que tinha me comido, todo liso, escorregadio, brilhando de esperma misturado com meus líquidos vaginais. Ele começou a dar sinais de vida. Apertei novamente e fui com a boca em direção a ele, engolindo aquele pênis todo lambuzado, coisa que nunca tinha feito com meu marido, imagine chupar um pênis todo lambuzado. E isso por ser a primeira vez me dava mais tesão ainda, eu segurava o pênis dele, lambia toda extensão, depois colocava na boca e engolia até onde conseguia.

Lambi a cabeça toda melada com uma mistura de meus sucos com o esperma dele, lambi o pau ao longo de seu comprimento e só aí pude ver que aquele penis era bem maior que do meu marido, e fui até o saco. Lambia todo aquele pau, voltava na cabeça e colocava a cabeçona na boca e dava uma chupada forte. Logo ele ficou duro. Ai passei a chupar com vontade, com força. Metia na boca, passava a língua, chupei muito, como jamais tinha feito com meu marido.

Quando senti bem no ponto eu parei de chupar, fui por cima cavalgando e sentei em cima dele. Segurando o pênis com a mão, encostei a glande na entrada enquanto ele dizia "senta no meu pau amor, faz sua buceta engolir meu pau". Devido a posição, enquanto eu tentava encaixar o pênis na entrada vaginal, vi que escorreu esperma de dentro de mim molhando o pênis dele e deixei meu corpo ir caindo, foi entrando, entrando até que entrou tudo, não agüentei e passei a gemer. Passei a subir e descer como uma louca. Que delícia sentir aquele pau entrando em mim. Ele dizia "cavalga meu pau amor, cavalga, engole ele com sua bucetona". Assumi o controle. Fiquei cavalgando até que não agüentei mais de tesão, e quando senti que iria gozar, mexi forte e rápido ele não agüentou aquilo e gozou lançando jatos de esperma dentro de mim se contraindo eu falei, "já vem, vou gozar, vou gozar, estou gozandoooo" gemendo enquanto eu explodia num gozo sem igual, não conseguia me conter, eu urrava, gemia, me estremecia. Não acreditava, eu uma mulher casada, cavalgando, gemendo, sobre um homem, até fazê-lo gozar dentro de mim, não dava mesmo para acreditar.

Ai fui eu quem caiu de lado exausta de cansaço, estava exausta, mas levantei e fui tomar banho, ao chegar em frente ao banheiro vi o esperma escorrendo da buceta para minhas coxas. Ao voltar, ele estava deitado na cama, eu pedi que ele fosse para o apartamento dele, pois me veio um resquício de culpa e vergonha.

Ao ficar só na cama, me veio uma pequena sensação de culpa ao sentir o esperma dele ainda escorrendo da minha vagina, mas a sensação de satisfação era maior. Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, eu estava com um duplo sentimento. Saciada e com culpa. Evitei falar muito com ele durante o dia. Mas ao final voltamos juntos para o hotel. Cada um disfarçando, mas estavamos com muito tesão. Na volta do curso, paramos no restaurante para jantar um prato leve, depois, no elevador eu disse a ele que iria tomar um banho e que se ele quisesse poderia vir ao meu apartamento, dentro de meia hora.

Assim que tomei meu banho e já fiquei só enrolada no roupão, não vi motivo para me vestir, afinal ele já conhecia meu corpo todo. Liguei ao meu marido, para evitar que ele ligasse em momento indevido, ao ouvir a voz dele, quase desisto de receber meu novo amigo, depois de falar com ele, antes que pudesse pensar em desistir ouvi batidas na porta. Era ele, e assim que entrou, me tomou pelos braços como se fosse a coisa mais natural, com isso perdi toda vontade de parar com aquela loucura.

Ele tirou meu roupão e se despiu jogando as peças da sua roupa no chão, foi bem diferente da noite anterior, era como se cada um quisesse aproveitar cada momento cada minuto e por isso nos despimos logo. Ficamos em pé, pelados, fomos nos aproximando, para minha surpresa, eu não senti nenhuma vergonha de estar toda nua, vendo meu parceiro pelado em minha frente se aproximando de mim, com o pênis duro, fomos nos aproximando até que acabamos nos abraçando. Como era gostoso, sentir a pele de outro diretamente na pele da gente. O pênis dele encostado aos meus pêlos vaginais, meus seios comprimindo seu torax. Ficamos assim, abraçados, o pênis rígido dele encostado em meu estômago, enquanto nossas línguas travavam uma batalha, até que ele me levou para a cama, e caímos na cama abraçados e beijando, até que ele foi beijando todo meu corpo dizendo "abre essa buceta amor, agora vou chupar sua buceta", se virou para chupar minha bucetinha, e passou as pernas uma em cada lado da minha cabeça dizendo "chupa meu pau amor, chupa", e vi diante de mim, um pênis duro e comprido, enquanto gemia de prazer com a língua dele na minha buceta, peguei aquele pênis que balançava em minha frente e comecei a beijar até que coloquei na boca e começamos um 69 maravilhoso, não podia acreditar, eu uma mulher casada deitada nua com um homem em cima de mim chupando minha vagina enquanto eu estava com metade do pênis dele enterrado em minha boca, até que cada um acabou gozando na boca do outro. Eu engoli toda esperma que jorrava daquele pênis, coisa que também eu fazia pela primeira vez. Já tinha ouvido falar em 69, mas meu marido nunca fez isso e nunca ele tinha gozado em minha boca, nem sabia qual era o gosto de esperma. Estranho o fato de uma esposa só vir a conhecer o gosto de esperma com outro homem. Fizemos amor a noite toda, quando ficávamos exaustos, dormíamos abraçadinhos e ao acordar daí a algum tempo, começava de novo, até os dois gozarem de novo e dormir abraçadinhos e ele acabou dormindo, abraçado comigo até de manhã como marido e mulher e não sentia mais nenhum remorso em fazer isso.

A noite seguinte, foi outra noite de sexo intenso, já era tão natural que não foi preciso dizer nada, no elevador só dissemos até já, e logo ele bateu na minha porta. Já havia tanta intimidade entre nós que cada um falava de tudo, ele "dizia abre essa buceta deliciosa amor, que buceta apertadinha, vou comer seu cuzinho" e eu também pela primeira vez na vida dizia livremente "me come toda, mete esse pauzão na minha buceta, goza na minha boca que quero tomar toda sua porra, enche minha buceta com sua porra" palavras que jamais achei que um dia eu diria. E quando ele estava me possuindo de quatro, tirou o pênis de dentro da buceta e começou a introduzir seu pênis em meu cuzinho virgem, senti dor e tesão ao mesmo tempo, até que foi introduzindo pouco a pouco, eu gemendo de dor e tesão, acho que eu sou muito apertadinha no cú, pois ao introduzir metade, com muito sacrifício, ele gozou dentro e nessa hora ele segurou meu quadril e puxou forte, enterrando todo pênis de uma vez, provocando um grito de dor e tesão da minha garganta, me fazendo gozar também com o pênis entalado em meu cuzinho eu gritava de dor, de tesão e de gozo, depois fomos tomar um banho, eu com o cuzinho dolorido. Nós dois estávamos com muita fome de sexo.

Fizemos amor, a noite toda depois ele dormiu comigo de novo, nós dois pelados e abraçados, até de manhã e quando acordava de madrugada dava outra metidinha. Ao final passamos a semana fodendo todas as noites, já sem inibições, fizemos 69 até um gozar na boca de outro e em todas as posições, com ele por cima, eu por cima, de ladinho. Foram fodas gostosas. Todas as noites dormi com a bucetinha cheia de esperma, e de manhã sempre tinha uma mancha no lençol. Para uma iniciante até que foi demais. O melhor foi a noite de sábado para domingo, ficamos trepando a noite toda, só acordamos as 9:30h, fomos correndo tomar café antes que recolhessem. Durante o dia de domingo, só saimos na hora do almoço para que a camareira limpasse o quarto, depois ficamos trancados nós dois pelados na cama. Fizemos coisas inacreditáveis, como por exemplo, eu ligar ao meu marido estando nós dois pelados na cama, ele beijando meu corpo e me chupando enquanto eu falava com meu marido, eu dizendo que sentia a falta dele e que o amava muito e que não via a hora de voltar, eu tinha de fazer força para não gemer, pois meu chefe estava chupado minha bucetinha me dando um prazer indescritível, quando eu ia mandar um beijinho de despedida ao meu marido, ele colocou seu pênis diante do telefone, e eu beijei a cabeça do pênis sonoramente, e meu marido sem perceber nada. Se ele soubesse que aquele barulho era do meu beijo na cabeça do pênis do meu amigo, nem sei qual seria sua reação. Ele também ligou para a esposa dele, com nós dois pelados, ele dizendo que a amava, enquanto eu estava com o pênis dele dentro da boca e quando ele ia mandar o beijo de despedida, coloquei meu seio junto ao telefone, e ele deu um sonoro beijo no meu mamilo, e a esposa dele toda feliz sem nem imaginar como saiu aquele som do beijo. Retornei na outra quarta-feira a noite depois do curso.

Meu marido me esperava no portão de desembarque do aeroporto. Me abraçou, deu um beijinho que comparado com o do meu amigo, foi tão sem graça, e perguntou-me como foi o curso. Respondi que foi útil com novos conhecimentos que teria de usar agora e que seria util no meu dia a dia. Fomos para casa e a noite, apesar do meu cansaço, tive de fazer amor com ele, afinal foram mais de 1 semana sem sexo para ele, eu por meu lado, já estava muuuuuuito satisfeita, até demais, afinal fora as 2 primeiras noites, depois foram todas as noites de sexo direto.

Tive de fazer de conta que eu também sentia falta de sexo como ele, mas na verdade, eu mesma não fazia nenhuma questão de fazer amor com meu marido.
Pude sentir como é diferente fazer amor com o próprio marido. A começar pelo tamanho do pênis, que antes me parecia de bom tamanho, agora que conheci e muito bem, o do meu amigo, diante dele, o do meu marido parece tão menor.

Também o corpo do meu marido que antes eu idolatrava, se comparado com aquele corpo todo peludo do meu amigo..... só de sentir aqueles pêlos contra meus seios, minhas coxas, minhas costas, minha bundinha, já me dava tanto tesão.

Foi aquela rotina, primeiro ele colocando uma camisinha para evitar a gravidez, tive até de mergulhar o rosto no travesseiro e ficar de bruços, para ele não ver o sorriso nos meus lábios, pois era muito engraçado, depois de passar a semana toda fazendo amor sem camisinha, agora o próprio marido colocando uma camisinha!

Se ele soubesse que minha vagina já teve mais horas de contato direto de um pênis estranho, direto pele com pele sem camisinha que o pênis do marido, e que sua esposa passou todas as noites da semana, recebendo jatos de esperma direto dentro da vagina, inundando o útero, e isso várias vezes por noite, e que enquanto ela dormia ficava escorrendo esperma de outro homem, manchando o lençol, meu Deus, ele me mataria.

Já imaginou se a camareira um dia contasse ao meu marido, que todo dia de manhã, o lençol da cama de sua esposa estava melado de tanta porra que ficava escorrendo da bucetinha dela?

Meu marido, empurrou minhas coxas para os lado com suas pernas e já subiu em cima de mim, me penetrando com o pênis revestido pela camisinha até gozar na camisinha! É tão sem graça sentir o gozo com camisinha, diferente daquele jato quente que meu amigo lançava no fundo da vagina. Como é gostoso o contato de um pênis direto na vagina sem a camisinha, com a camisinha, fica tão lisinha e não vem aquele calor que queima por dentro.

Senti falta das carícias, dos beijos de língua, depois dos beijos no meu corpo todo, nos seios, coxas, vagina.

Senti falta das palavras que depois de ficar ouvindo por uma semana, se tornaram familiares para mim, como: "abre as coxas, arregaça sua buceta, quer dar seu cuzinho para mim, chupa meu pau, engole minha porra, tesuda, peituda, que bundão, que buceta gostosa, arregaça sua bucetona, engole meu pau", ou eu mesma dizendo sem nenhum constrangimento: "me chupa toda, que delícia de pauzão, goza na minha boca, chupa minha buceta, vou gozar, goza junto comigo, põe devagarzinho porque meu marido não come meu cú e não estou acostumada, goza na minha boca que vou engolir toda porra" e coisas assim que me davam tesão só de lembrar.

Aliás, eu tive de tomar muito cuidado, pois meu amigo me acostumou mal, eu já falava sem nenhum constrangimento, palavras como pau, porra, buceta, cuzinho, coisas que meu marido ficaria horrorizado se eu dissesse.

Meu marido fez tudo calado, só dava para ouvir sua respiração ofegante. Quando ele ia gozar, tive de me conter para não tirar o pênis de dentro, arrancar a camisinha e cair de boca para engolir aquela porra. Meu amigo ficava me possuindo por longo tempo, socando aquele pau enorme por vários minutos, castigando minha bucetinha, meu marido, ao contrário, depois de enfiar e tirar umas quatro vezes, já gozou. Eu que gozava várias vezes durante a noite com meu amigo, com meu marido, não cheguei a gozar nem uma vez, mas fiz de conta que gozei.

Eu tive de me policiar durante o ato, para não fazer nada do que aprendi com meu amigo, como o 69, ou eu subir nele, encaixar seu pênis em minha bucetinha e cavalgá-lo, pois se eu chupasse seu pênis depois de me possuir, aquele penis todo lambuzado de esperma pela camisinha, ele iria desconfiar.

Eu tinha até de tomar cuidado para não falar, "chupa minha buceta, me fode forte, me rasga toda, enfia todo esse pauzão na minha buceta, ou vou te chupar e quero que goze na minha boca, come meu cuzinho, goza na minha boca que vou engolir toda porra", coisas que no hotel, eram normais entre eu e meu amigo.

Se eu falasse isso, meu marido teria um ataque.

Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, pois conheci novos limites do sexo.

Se por acaso, voce meu parceiro de curso ler este depoimento, me escreva por favor, fiquei sem contato com voce e estou com muita saudade, mande mensagem para : lucialourdesm@hotmail.com

Minha primeira vez com um casal

Bom vamos lá...
Eu não sou escritor mas vou então escrever um relato!rsrs
Em 1988 estava numa sala de chat por volta das 7:30hr da noite!
qdo comecei a teclar com uma garota, ela me disse ser casada e que tinha filhos como eu papo vai papo vem ela me disse que ela e o mardo tinham uma fantasia transar a 3, confesso que no começo fiquei meio assustado rsrs pois não acreditei muito no papo até mesmo cheguei a pensar que ela( era um gay) se passando por mulher...

Depois de umas horas teclando no chat passei o nr. do tel da empresa que trabalhava ela ligou uns dias depois... qdo a secretária me disse que era a garota da cidade Tal. eu fiquei gelado! atendi e conversamos e ela disse que tinha contado para o marido sobre nossa conversa...etc... marcamos um encontro que seria numa praça na cidade deles que no primeiro encontro seria so uma bom papo pra gente ver se rolava...

Marcamos e lá estava eu eu todo excitado! deixei o meu carro naquela praça e fomos no carro deles numa pizzaria que na época rolava muito caraoke por este ser um lugar barulhento, o casal escolheu com medo de alguém houvir nossa conversa... Nossa conversa foi agradável o casal me passou ser muito tranquilos... dali o marido me perguntou e aí gostou da gente gostaria de ir até a nossa casa? Fiquei mais excitado ainda com o convite lá fomos...

Entrando na casa eu fiquei meio sem geito! rsrsr mas...ela veio e me beijou na boca comçamos a dar um malho ali mesmo na sala, e o cara abaixou suas calças e começou a se masturbar...tirei a blusa dela o sutiã e comecei a beijalos...ela abriu meu cinto e começou a me chupar foi uma loucura! o marido dela disse a ela é isso que vc quer minha putinha...deliciosa! ela sacodia a cabeça dizendo que simmm rsrsrs ele veio e me ajudou a tirar sua calça e a calcinha dela depoia começou a chupar a bocetiha dela e me disse coloca a camisinha no seu pau gostoso e a fodi bem gostoso que eu quero ficar olhando....Puts foi muito gostoso, fiquei um bom tempo me segurando para nao gosar... depois ela disse agora vc dai o cara foi pra cima dela e coneçaram a transar.... e ela me fazendo uma gulosa....depois ele ofereceu dupla penetração ela rapidinha se ageitou no sofa, que loucura sentia o pau deledentro dela eu atras e ele na frente ela gritava de prazer....gosamos praticamentes juntos....fomos os tres para o chuveiro tomar banho! conversando e nos tornando amigos conversavamos sobre tudo! filhos familia...um bom papo dali fomos para a cama do casal, fizemos amor novamente...e continuamos até hoje 2010 rsrs, a uns dois anos atras, ela me disse que gostaria de ver o marido me chupando, se eu topava eu disse que sim pois preciso agradar o corno tbm...

o cara caiu de boca no meu pau junto com ela cada minuto e um que me chupa se beijam se lambem junto com meu pau na boca deles...no ano passado! enquando ela tomava banho ele me chupava como sempre dai ele me disse!!! coloca seu pau na minha bunda mas sem enetrar quero senti-lo tem geito? eu continuava com muito tesao pois eu consigo segurar e fico horas sem gosar... ele deitou de bruço e eu comecei a esfregar no rabo dele...ele passou um pouco de KY, dei um empurraozinho e entrou so a cabeça!e ali ficamos brincando....de re pente ela veio do banheiro enrolada numa toalha e ficou muito decepcionada com ele naverdade ela ficou é muito doida magoada! paramos fui tomar banho e os dois ficaram na cama qdo voltei eles estavam discutindo e ela me disse \Poxa! isto eu nao queria, ver meu marido sendo penetrado e que já havia achado estranho ele ter pedido pra ela me chupar...

Dai ficamos meses sem eles lme ligar pois é esse o trato! um dia ela me ligou e disse que gostaria de sair comigo sozinho fomos a um motel pois nossos encontros sempre foram na casa deles e sempre pela manhas pois ´temos horários flexiveis no trabalho... sai com ela fizemos amor deliciosamente como sempre mas se a presença dele! dai ela disse que tinha conversado com ele e que ela tbm tinha chegado a conclusao que era um direito dele pois ele a permitia comigo! e achou melhor aceitar o desejo dele em ser penetrado por mim... nunca tinha transado com um cara na verdade nunca tive atração por isso!!! hoje continuamos a sair pelo menos a cada dois meses nos vemos transamos com ela juntos...e depois dou uma bombada nele! as vezes enquando penetro nele ele penetra nela tbm kkkkkk é muito engraçado e excitante nossa transa! somos amigos nos respeitamos...Bom sou o ativo para os dois e tbm já deixei claro que jamais vou chupa-lo ou ser enrabado por Ele.

meu e-mail para os casais rsrsrsrs interessados.... lirdeu@hotmail.com

 

Minha primeira vez

Tenho 27 anos, sou hetero, casada e mãe.

Sempre tive tesão em um belo par de seios, mas nunca compartilhei meu fetiche com ninguém.Foi quando que por curiosidade, em um final de semana em que eu estava sozinha em casa, comecei a entrar em salas de bate papo com lésbicas, por pura curiosidade...e aquilo só aumentou ainda mais o meu tesão por meninas..."brinquei" com algumas via msn, e foi muito gostoso se sentir desejada por outra mulher, sentir seu corpo em chamas de imaginar ser tocada por mãos femininas, mas tinha medo de marcar um encontro real, pois sempre fui uma esposa muito fiel...

Então conheci uma jovem mulher que estava na mesma situação que eu, eu um relacionamento hétero estável, mas louca para transar com uma mulher e descobrir como seria essa experiência...entramos no msn, e a sua foto do perfil mexeu ainda mais comigo....era uma foto em que ela estava deitada de bruços, só de tanguinha, tomando sol....como era linda aquela bundinha...perfeita, redondinha....

Após alguns minutos de conversa, ela se ofereceu a vir até a minha casa, já que eu estava sozinha, mas meio desconfiada, sugeri um rápido encontro em um motel...e ela topou...trocamos nossos telefones e ela me ligou....minhas pernas tremiam, minha mão suava, igualzinho a primeira vez em que beijei um garoto...me senti adolescente outra vez...era uma mistura de medo e de tesão...minha calcinha se enxarcou ao ouvir a sua voz doce...era exatamente o que eu procurava, uma mulher feminina como eu...enquanto chegávamos ao local marcado, nos ligávamos para ter certeza de que nenhuma desistiria do encontro....tinha medo de não gostar do que iria encontrar, mas quando a ví, não acreditei....que bela morena....linda, da boca carnuda e olhos pequenos....

Entramos no motel, ambas morendo de vergonha, mas entramos....chegando no quarto tomamos uma ducha, separadas, e sentamos na beira da cama enroladas na toalha...conversamos um pouco, falamos de nossas vidas, e quando faltou assunto, avancei em seu pescoço beijando suavemente...e ela gemia baixinho....beijei aquela boca gostosa, acariciei seus seios avantajados e os beijei, beijei todo o seu corpo enquanto ela se entregava abrindo as suas pernas....lambi o seu clitóris enquanto a masturbava com calma, que delícia de vagina...que delícia chupar uma mulher...a penetrei com a minha língua e nos curtimos intensamente...a coloquei de quatro e a fiz gozar, senti ela gozando em meus dedos...e como um ato de agradecimento ela fez o mesmo...gozei como há muito tempo já não gozava...meu corpo ficou mole, deitamos uma ao lado da outra e demos risada , imaginando o que nossos maridos pensariam a nosso respeito...

Minha primeira vez com um homem foi uma experiência muito ruim, mas agora posso dizer que a "minha primeira vez" com uma mulher foi maravilhosa....não sei se nos veremos novamente, mas jamais esquecerei aquela tarde....

ilovebeagirl@yahoo.com.br

 

Colega de trabalho

Oi, meu nome é Glicia esse é meu primeiro conto, espero que gostem.

Tenho 25 anos, magra, alta, bonita, mas nao do tipo "gostosa"...um tipo mais delicada!

Nunca fui muito tarada por garotos, mas nenhuma mulher havia me chamado a atenção...até eu começar num emprego novo, era um escritório onde trabalhavam 8 mulheres, mas Ana me chamou a atenção por sua beleza, simpatia, ela tem 2 anos a menos que eu e um sorriso lindo, mas ela não puxava assunto comigo e era casada!

Até que um dia passei a sentar ao seu lado, e desse dia em diante tentava tira-la do meu pensamento, afinal tinha se tornado minha melhor amiga, não devia querer ela, mas quem disse que o corpo e coração obedecem a cabeça.

E essa proximidade piorava a situação, pois como amiga eu ia fazer compras com ela, um dia quase morri do coração quando ela experimentou uma ligerie na loja e pediu a minha opinião, acho que nem precisava falar a minha opinião, dei uma arrumadinha no elastico (só pra tirar uma casquinha).

Eu ja tinha me conformado que não ia passar disso, afinal eu não teria coragem de tomar a iniciativa e correr o risco de perde-la e ela não demonstrava nenhum interesse além da amizade.

Um dia no trabalho combinamos todas de sair, ir numa pizzaria e ela disse que nao iria, pois o marido estava viajando e ela ficaria sem carro, então eu disse que eu a levaria em casa, mas por ser longe ela disse que ficava ruim eu voltar só e combinamos que eu dormiria na casa dela e no outro dia iriamos direto pro trabalho...

Chegado o dia eu tentava não ficar fantasiando, mas não tinha como, ela não saia a minha cabeça, enfim depois de muito tempo chegou o fim do dia, cheguei na casa dela, entramos e vi que só tinha uma cama, tomamos banho, não aconteceu nada, e fomos dormir (uma de costas pra outra)...

Dormir é modo de falar pq só fingi, o cheiro dela não saia de mim, me atormentava, ter ela ali tão perto e não fazer nada era mais torturante do que pensava, mas ai ela se virou na cama e me abraçou tipo conchinha, meu coração disparou, eu imaginei que ela tava dormindo, mas me enganei, ela começou a me acariciar, segurou meus seios e logo começou a deslizar a mão pelo meu corpo e chegando no fim da camisola começou a subir, agora com a mão na minha pele, segurou minha coxa e foi deslizando até minha calcinha que ja tava molhada só por ela estar ao meu lado, então ela disse no meu ouvido:
-Eu sabia que voce tambem queria; não consegui mas disfarçar o meu desejo, e comecei a gemer, parece que era o que ela esperava pra me pegar de jeito, então começou a apertar meu corpo contra o dela, a xaninha dela no meu bumbum e a mão dela na minha xaninha, me subiu um calor, uma coisa inexplicavel, diferente de tudo que eu ja tinha sentido...me virei e começamos a nos beijar e a nos esfregar, então eu não aguentei e tirei sua camisola, ela vestia a lingerie q tinha visto outro dia e ela disse q tinha comprado pra mim...então beijei seu corpo e por instinto cheguei até seu grelinho e chupei...nao imaginava o quanto era bom fazer isso e gozei quando senti seu gozo...

Nos abraçamos como namoradas e se terminasse ali ja seria magico, mas ela resolveu brincar mais (só de lembrar ja me arrepia) me virou de bruço e beijava e mordia, orelhas, minha nuca e foi descendo as costas assim até chegar ao bumbum, mordia a parte de baixo de uma forma que eu sentia sua respiração na minha na minha xaninha, as vezes passava a lingua como se fosse sem querer e aquilo era como choques deliciosos, até q implorei pra ela parar com a tortura e e foder de uma vez entao ela me colocou de 4 e começou a foder com a lingua e com a mão acariciar meu grelinho, nao demorei pra gozar novamente...nessa noite praticamente não dormimos, mas fomos trabalhar felizes como nunca...

 

Ana Luiza

Trabalho em um escritório de advogacia e recentemente foi contrata como estagiária, uma estudante de direito que é travesti/transex, nunca entendi direito estas terminologias, ou nunca fiz diferenciações, confesso a minha ignorância. Ela trabalhava do meio-dia dia até as seis horas da tarde. Ela nunca foi vestida de homem, sempre estava como mulher e sempre muito bem produzida, sendo que mesmo os colegas mais preconceituosos diziam veladamente que ela era muito bonita , dava para ver claramente, embora jamais fossem admitir, que ela os deixava com tesão, os olhares eram cobiçados, a fome estampada explicitamente em suas reações.
O tempo passou e lá se iam 6 meses de convivência direta com Ana Luiza, já que esse era o nome que ela nos disse, embora nos documentos oficiais era um outro qualquer que não nos dizia respeito. Com o tempo, ninguém mais notava se ela era homem ou mulher, dentro de nós ela só existia como Ana Luiza. Como eu nunca fiquei com esta bobeira de preconceito, até porque gostava de travestis para sair e também por trabalhamos mais próximos fui o seu melhor amigo do escritório. As vezes quando coincidia nossos horários de saída dava uma carona a ela, íamos conversando sobre tudo, inclusive sobre algumas insinuações de alguns colegas, o que eu me divertia bastante. Claro que eu já tinha me aberto falando das minhas relações com travestis e claro que confessei que tinha tesão por ela, mas esta confissão só saiu quando ela abertamente me perguntou e eu confirmei, ela não mostrou-se zangada ou feliz, ficou indiferente, o que não achei muito bom, mas enfim a vida seguiu e permanecíamos amigos.
Era uma sexta-feira de julho, lá fora um frio intenso, o tempo fechado, a garoa fria, o chefe já havia saído as 14 horas e não voltaria mais naquele dia, os restante já enrolava o trabalho e todos com boas desculpas para sair mais cedo e assim foram indo, quando me dei conta, as 17 h, só estava eu e Ana Luiza no escritório. Nos encontramos na sala de café, um de frente para o outro e conversando bobagens sobre o tempo e nossos corpos se aproximavam, até estarmos tão próximos que nossas bocas quase se encostavam. Disse a ela que aquele tempo dava um tesão louco, ela repetiu que o mesmo acontecia com ela, então não houve mais dúvidas e nos beijamos com muito intensidade. As línguas se buscavam, se queriam, se desejavam, depois as mãos escorregando pelo corpo um do outro, ela chegou a enfiar a mão dela dentro da sua calça e ajeitar o pinto que ela sempre escondia, então passei a mão sobre a frente da sua calça e senti o volume e formato dele. Abri o zíper e o botão da sua calça, saltou a sua vara para fora e me ajoelhei para chupa-la. Lambia a cabeça e procurava enfiar o que podia dentro da minha boca, Ana então segurou minha cabeça e fez da minha boca um cu gostoso para meter, metia gostoso com tudo o que podia, eu só esperando e deliciando com aquela belo pinto, não foi muito e ela começou a gemer mais forte, sabia que iria gozar, segurei nas suas ancas e a chupei com mais vontade e senti a porra dentro da minha boca. O primeiro jato forte foi seguido de outros deliciosos, por fim, com minha boca cheia, engoli toda a sua porra saborosa. Ela me pediu desculpas que não iria conseguir mais nada naquele dia, mas que eu seria recompensado. Ri e disse que já tinha recebido a recompensa mais doce que provara.
A semana seguinte foi normal, o relacionamento entre nós permanecia da mesma forma. Na sexta-feira ela me perguntou se eu não queria ir em uma festinha que ela ia dar para umas amigas em seu apartamento, claro que não pensei para aceitar, iria ser no dia seguinte.
Sábado chegou e lá pelas 22 h estava eu em frente a porta do seu apartamento com duas garrafas de vinho, entrei e além dela mais três amigas travestis. A noite rolou com vinho, salgados, queijos. Por volta de uma da manhã, já mais bêbado do que são, sentado no sofá, fiquei entre Ana Luiza e uma de suas amigas. A amiga chamava Cristiane e era loira como Ana. Ana então comentou sobre o fato no escritório, como eu havia chupado e tomado sua porra. Cristiane então me perguntou se eu gostava de porra, assenti e ela adorou, perguntou se eu não queria provar a dela naquele momento, voltei a assentir. Ela então levantou a saia e puxou a calcinha de lado e mostrou o pinto ainda mole, me debrucei sobre o seu colo e o enfiei na boca e fui sentindo ele crescendo, endurecendo, o pau dela depois de duro era imenso e pesado. Enquanto chupava, minha calça era aberta e a boca da Ana já engolia meu cacete, pouco depois as outras duas amigas estavam na sala e muito alegres foram tirando a roupa, logo nós cinco estávamos nus e nos chupando, fizemos uma roda no início, depois outra brincadeira onde cada um tinha chupar todos os outros, era fantástico, sair de um cacete e engolir o outro.
Depois acabamos formando um trio com Ana, eu e Cristiane e as outras duas ficaram se comendo. Eu caí de boca no cacete da Ana que estava deitada no chão e na posição de 4 senti o volume duro do pau da Cristiane na porta do meu cu. Ela espalhou bem o gel lubrificante e anestésico e em seguida foi enfiando em meu cu, senti meu cu preenchido com tudo aquilo, ela toda enterrada dentro de mim, me chamando de puta vadia, de cadela gostosa e começou e tirar e meter, no começo quase não saia, depois parava na cabeça e voltava a empurrar tudo, não conseguia sequer continuar chupando o lindo cacete da Ana, que acabou desistindo e indo atrás da Cristiane e meteu nela. Quanto mais Ana a fodia, mais eu sentia o cacete da Cris dentro de mim. Depois Ana pediu para me foder, sentou no sofá e eu sentei no seu cacete de frente pra ela, enterrou tudo, me comia enquanto nos beijávamos, eu ainda ouvindo Cris mandando-a me foder muito, para foder a putinha dela. Ana já não aguentava mais segurar o seu gozo e me perguntou se eu o queria na boca, assenti novamente. Saí de cima dela, tirei a camisinha do seu cacete e me ajoelhei chupando-a. Não precisou muito, mas depois do primeiro jato em minha boca, tirei o seu cacete da minha boca e esperei o resto em meu rosto, saboroso. Enquanto ela relaxava, limpei toda a porra do seu cacete com minha língua
Agora era a vez da Cris, primeiro me pediu para fode-la, queria de “frango assado” assim ela podia ficar se masturbando enquanto a comia. A delicia de ve-la assim, batendo uma com toda força, aquele pau lindo, maravilhoso, era algo muito complicado pra resistir ao gozo, não suportei e acabei gozando dentro do seu cu. Ela me pediu para sair e ficar lambendo seu cacete enquanto ela seguia sozinha. Ana a beijava e então ela jorrou o primeiro jato, depois o segundo e terceiros já foram dentro da minha boca, ela segurando minha cabeça, minha boca engolindo, sentindo a força do seu jato, da sua porra quente dentro de mim, o tremor de todo o seu corpo, saboroso.
Ficamos os três deitados no tapete da sala quando as outras duas amigas chegaram. Estavam ainda de pau duro e disseram que não haviam gozado. Uma disse que queria comer a Ana e a outra, uma morena não muito bonitinha, que queria comer o meu cu. Eu e Ana ficamos de 4 e esperamos os cacetes entrarem em nós. Elas fodiam muito, embora de paus menores que o da Cris e o da Ana, socavam muito, chegaram a trocar de lugar e então eu estava sendo comido por todas elas, a moreninha que agora fodia a Ana, acabou por gozar sobre a bunda dela, a outra que soube que eu tinha tomado duas porras também quis dar o seu leite em minha boca, ficou em pé e masturbou até gozar sobre o meu rosto e depois enfiar na minha boca para eu tomar tudo. Acabamos dormindo em seguida.
Na manhã seguinte, já perto do meio-dia fui o primeiro a acordar, tomei um banho, em seguida Ana apareceu, nos beijamos com muito paixão. Fomos para o quarto, ela trancou a porta e então fizemos amor. A comi de lado, com ela de costas, meu pau enfiando no seu cu, nossas bocas nunca deixando de se beijar, a masturbava, sentia o seus gemidos, seus pedidos para come-la mais e mais, gostava do pau enterrado em sua bunda. Depois pedi para ela me foder, deitado de costas com ela por cima, como metia, como cavalgava em meu cu, nos beijávamos muito enquanto ela socava com toda força e foi assim, abraçado por ela, com nossas bocas grudadas, sentindo toda sua respiração em mim que ela gozou novamente, o pau enterrado em meu cu. Depois que se recuperou, que sua respiração voltou ao normal, tirou seu pau de mim, me beijou novamente e desceu com sua boca até meu pau, tirou a camisinha e me chupou até eu gozar, recebeu toda a minha porra, tomou-a. Depois ficamos um tempo deitados abraçados, curtido um ao outro e ela me confessando que não tinha esquecido a chupada no escritório, o prazer que sentiu quando gozou em minha boca, como queria dar e me comer. Deste dia em diante fui com frequência até sua casa, sempre comia e era comido por ela, apenas uma vez mais encontrei a Cris por lá. Ana não a deixou me foder, permitiu no entanto que eu bebesse a porra dela, bem como permite que eu beba também de suas outras amigas, mas agora apenas o pinto da Ana entra no meu cu e o fode de uma forma maravilhosa e cada vez gosto mais e cada vez mais o quero dentro de mim e cada vez mais quero amar aquela mulher e ser dela e ser comido por ela e come-la.

jacklenon1@yahoo.com.br

 

Tarde chuvosa em São Paulo

Esse é a segunda aventura que eu escrevo aki no site da Maite....
Bom hoje minha folga estava eu em casa sem nada pra fazer e com tesao a mil por hora, como sempre vi varios sites de acompanhantes e sites de filme gratuitos pornos logico pq não sou de ferro, porem quanto mais filmes eu assistia maior o tesão ficava até que decidi matar esse desejo incontrolável que me consumia.
Liguei para uma amiga (travesti) que aki vou chama-la de Camila e conversamos um pouco e comentei que estava assistindo filmes de sexo gays e com travestis, ela ficou louca de tesão pois descrevia no fone o que acontecia no filme, ela gemia e disse que queria assistir os filme e fazermos exatamente o acontecia na tela, não pensei 2 vezes e chamei-a para vir aki em casa. Não demorou nem 30 min ela já estava aki na porta com uma calça de moletom e jaqueta pois alem de chovendo esta frio pacas.
Eu tambem estava de moletom e com uma coberta aki no sofa da sala.... ela rapidamente tirou a jaqueta o tenis e se aconchegou comigo debaixo da coberta, papo vai papo vem coloquei no começo o DVD e ficamos ali eu sentado e ela deitada com a cabeça nas minhas pernas....
O filme começou a ficar quente e ela elogiando os dotes dos atores e comentando que adora filmes gays com negros...(eu tb adoro) e começou a cena que desquevia pra ela no fone... ela começou a me alisar as pernas e subiu ate minha boca .. que sem falar nada já veio me beijando voluptuosamente, mostrando que seu tesao estava a mil... comecei entao a acaricia-la e logo tirei sua blusa deixando seus grandes seios a mostra porem logo os cobri por causa do frio e vendo ela toda arrepiada não tive duvidas, tirei minha blusa tambem e nos cobrimos... ficamos nos beijando um bom tempo e ela passou da menininha ingenua a dominadora feroz, me mandando chupar sua lingua... ela mandava e olhava o filme pra ver o que ia fazer comigo... em questão de instantes ela mandou tirar toda a roupa dela, que obedeci sem questionas afinal de contas ela é uma deusa...
Quando os caras começaram o 69 ela se virou e mandou eu imitar... logico que sorrindo tirei a calça dela que já estava mais que estufada pois ela tem simplesmente 20cm de pau, muito grosso que faz com que muitos caras chorem quando a mandioca entra... (sei por experiencia propria). Ficamos no 69 ate que ela mandou eu pegar o creme e a camisinha pois já tinha passado da hora dela gozar. Nem acreditei e como já tinha segundas intençoes quando liguei pra ela já estava tudo á mão. Coloquei a camisinha com a boca como ela mandou e esperei suas ordens que foram diretas “senta no sofa e abre as pernas que eu vou te foder do jeito que eu gosto” realmente ela quando vira a dominadora se transforma e me faz ver estrelas.
A Camila é uma travesti linda tem 1,85 de altura pesa 78kg muito bem distribuidos, com uma cintura fina de deixar mulheres morrendo de inveja, seios grande e perfeitos um cabelo macio e sedoso ate o meio das costas e o dote de 20cm grosso, reto com uma cabeça vermelha grande que da um mix de tesao e medo, vendo o filme rolar me puxou para a beirada do sofa e passou muito Ky e se ajeitou na porta do meu cú, levantou minhas pernas e foi entrando... nossa que pica... quando passou a cabeça ela disse rindo... viu já foi a cabeça... eu louco de tesao como estava falei em alto e bom tom desafiando-a, vai ficar so nessa micharia ? rs .. ela não perdeu tempo... numa ajeitada dela enfiou metade me deu um beijo e meteu o resto.. nossa parecia que ia sair pela boca... falei olha o filme, vc nem esta vendo o que esta rolando... ela vou a cabeça pra Tv e estava o negão de frango assado como eu estava e o outro metendo sem dó.. dava pra ouvir o saco do negão batendo no outro... ela pirou e disse que faria o mesmo eu so concordei com a cabeça e ela começou a meter... ficou louca... começou a me chamar de puto, de cachorro, de escravo gostoso.. até sua voz engrossou, mandei ela meter mais e fui gratamente atendido... o negao do filme começou a cuspir no outro e a dar tapas no passivo.. ela fez o mesmo.. ai eu fiquei louco.. e ela metendo.. nossa tirava tudo e metia.. com força.. sem dó... uma delicia... gente como ela mete gostoso.. sentia o saco dela bater na minha bunda... e o filme rolando.. quando o negào tirou do passivo e fez ele ficar de 4.. a camila repetiu.. eu senti que agora eu estava fodido... rs muito bem fodido...
O negao colocou em uma estocada só ate as bolas e ela fez o mesmo, como agora ela conseguia ver a Tv eu fiquei a sua merce... ela meteu muito, começou a bater na minha bunda.. me fez olha pra ela e cuspiu em mim.. e me lambeu em seguida.. huummmm perguntei se ela estava gostando do filme ela disse que estava adorando meu cú... disse que estava adorando me comer e meu cú estava uma delicia eu entao gemendo gostoso disse que podia fazer o que quizesse ... ela meteu ate o talo e me segurou... disse que estava com tanto tesao que queria gozar na minha boca... eu disse que podia fazer e aceitaria com prazer...
Ela voltou a meter.. nossa que foda deliciosa...um macho com seios socando feito um garanhão e começou a aumentar o ritmo e gemer.. hhuumm que delicia ver ela assim... sentia que a leitada estava proxima.. não deu outra... ela socou, socou, socou e mandou eu abrir a boca... eu logico que obecedi.. ela tirou do meu cú arrancou a camisinha e eu fique na frente dela... ela bateu um pouquinho e enfiou o pau ate a metade.. segurou minha nuca e gemia enquando gozava... nossa quanto leite... uma porra deliciosa.. grossa.. porra de macho... e ficou assim ate acabar... encheu minha boca...eu gozei enquanto ela gozava na minha guela... ela ainda sacana me mandou limpar a pica dela todinha...deixei zeradinha... disse que se quizesse podia cuspir eu engolir... eu preferi cuspir.. e nossa quanta porra... o fime o negao já tinha gozado tambem e ele estava mijando no outro cara... a Camila falou tb quero... com carinha de pidona.. não da pra falar não ne... e fomos para o banheiro... entrei no box e fiquei esperando suas ordens... ela mandou eu ajoelha e fiz.. ela fechou os olhos e começou... huummm delicia,, um banho quente... mijou muito... pegou o pau já mole e bateu na meu ombro...tirando as ultimas gotas do liquido dourado... disse rindo que eu era o primeiro que ela mijava assim e gostou... eu tb adorei... e fomos para o banho...
O restante conto depois....

Se alguma gata quizer tb ver um filme gostos e imitar estou a disposiçao – marko.ramius@hotmail.com

 

Meu primeiro travesti

Abril de 2004. Já estava rodando há um tempão naquela noite. Tinha chovido mais cedo, e não conseguia encontrar uma mulher de programa sequer nos pontos em que normalmente eu as pegava. Isso lá pelas 11 da noite, até que num deles eu vi o que me pareceu ser, à primeira vista, uma garota.
Naquela época eu fazia um curso à noite, por isso, apesar de casado, tinha relativa facilidade de sair e aproveitar. Por muito pouco não atingi o mínimo de presença para ser aprovado no módulo.
Parei o carro, a chamei e perguntei quanto era o programa. A resposta, numa voz extremamente baixa, me fez perguntar mais duas vezes o preço. Para mim, naquele momento, não havia dúvida que se tratava de uma menina de programa, como tantas outras que eu já tinha visto e pego, porque tinha um bom par de seios, uma bunda também bem grande, enfim, tudo o que se espera de uma garota (lembrando também que ha aquelas que não exatamente bonitas). Confesso que já tinha visto vários travestis em pontos por aí, mas nunca me ocorreu chamar um, até porque, via de regra, são sempre bem exagerados - me refiro ao corpo, sempre com obros largos - e a pouquíssima roupa. Na verdade, nunca tinha tido intenção de chamar um eles, até porque gosto de ver bunda grande, seios, corpo feminino com as suas bem conhecidas formas, e os que eu tinha visto pessoalmente, até então, não tinham nada disso. Naquela época, na minha cidade, isso era algo que eu não via, caras não apenas vestidos de mulher, mas com formas femininas. Eram só caras retos, sem as formas que sempre me atraíram. Quando pedi que entrasse no carro, ela nada falou, apenas entrou e ficou quietinha. Como sempre faço, puxei conversa, para quebrar o gelo. Perguntei o nome e ela me respondeu "Marcela", timidamente. E foi apenas nesse momento que percebi o tom mais grave na sua voz. Devo confessar que fiquei apreensivo, mas não tive coragem de perguntar se ela era um cara. Tentei não pensar nisso, esperando que estivesse enganado. Continuei fazendo perguntas: qual a idade, onde morava - ela disse que na cidade de Cuiabá. Ao mesmo tempo, não parava de tentar descobrir se se tratava de uma garota ou de um cara. Fiquei com a cabeça à mil.
Não vou dizer que nunca tinha pensado na possibilidade de transar com um travesti, até porque já tinha visitado sites na internet, e já tinha observado que ha travestis muitos bonitos, alguns até mais que muitas mulheres, mas aquele momento foi meio inesperado, porque estava acreditando, quando a convidei a entrar no carro, que se tratava realmente de uma garota.
Chegamos ao motel, não muito longe, e ela correu pro banheiro, não sem antes eu notar que caminhava com extremo. Fiquei imaginando se apenas não estaria tomando cuidado pra não levar uma queda no piso molhado e escorregadio da suíte. Quando saiu do banheiro, estava enrolada numa toalha, e eu olhando de esguelha para aquele tesão, vendo se percebia algum volume anormal por baixo. Nada.
Então ela puxou devagar a toalha e vi que era um cara, apesar do corpão bem feminino. Disse naquele momento - com cuidado, evidente - que estava um pouco surpreso e achava que ela era uma garota, o que a levou a perguntar, agora sem disfarçar a voz, se eu não tinha percebido que ele era um travesti. Respondi que inicialmente não, e ela perguntou o que eu iria fazer. Respondi que tava muito a fim de transar e que ela seria minha primeira vez com um cara, e que sempre tivera essa curiosidade.
Ela, então, me disse algo surpreendente: pediu que eu fosse o mais cuidadoso possível, porque ela tinha sido atropelada ha cerca de um nês e meio, e estava na cidade ha menos de uma semana, visitando a mãe e irmãos que moravam lá.
Caraca!!! Isso fez o meu pau, que já tinha levantado pela visão à minha frente, ficar mais flácido. Perdi um pouco de tesão, momentaneamente, já meio que arrependido da situação toda. Ela, porém, percebendo que meu entusiasmo diminuíra e que estava sem saber o que fazer, se aproximou e baixou a minha cueca. Já havia tirado o restante da roupa, enquando ela estivera no banheiro.
Graciosamente, deu um sorriso e abaixou-se, colocando a boca no meu pau, que reagiu prontamente, graças aos céus.
Ela tinha, além do corpo, uma rosto bem delicado, apesar de algumas marcas de espinhas. Mas à luz ambiente ficava claro que se tratava, efetivamente, de um rosto masculino. Tentei me concentrar no trabalho que ela estava fazendo no meu pênis, já sentindo bastante prazer naquele boquete. Ela chupava com vontade, e bem delicadamente. Acho que numca tinha sido chupado tão bem, por mulher nenhuma, como ela estava me chupando naquela hora. Comecei a acariciar seus seios, bem devagar, como ela pediu, e, deitando na cama, dei um puxão pelo seu quadril, o que a fez gemer e reclamar, me pedindo que eu fosse mais devagar.
Já estava pronto para penetrá-la e a puxei, tentando colocá-la de quatro, mas ela me pediu que ficasse numa outra posição: deitada de lado, e eu a pegasse por trás. Fiz o que ela pediu. Ela puxou, então, a sua minúscula bolsa e tirou creme, que passou no seu ânus. Nesse momento, eu colocava a camisinha, e também a observava
posicionada bem na minha frente. Ela pegou meu pau, devagar, passando também o gel, e o esfregou na entrada do seu cuzinho. Mais uma vez eu a segurei com força pela cintura, e mais uma vez novos "uis" da parte dela. Devia eu encarar aquele momento com seriadade, mas fiquei me esforçando para não rir, e, claro, não perder a concentração, que é o pior que pode acontecer nesses momentos.
Não fiquei exatamente convencido de que ela sofrera um atropelamento; estava desconfiado, isso sim, que ela sofrera alguma agressão física por parte de alguém, um namorado ou outro cliente, talvez. Apesar dessa desconfiança, eu nada falei à respeito,.Bem, o fato é que eu a estava penetrando naquele momento, sentido a pressão de seu cú no meu cacete, e isso me deixou nas nuvens, enquanto ela gemia baixinho, e me segurava pela base do pênis, com certeza tentando prevenir que eu não a penetrasse de uma vez. Digo que a sua preocupação era desnecessária, porque nunca tinha sido violento com ninguém, ainda mais com uma parceira de sexo, apesar de que algumas mulheres - algumas de programa incluídas - gostam de uma pegada mais forte e mais bruta. Numa transa, sempre tento ver até onde posso ir sem causar nenhum desconforto para quem está comigo.
E continuei penetrando-a, cada vez mais rápido, e com mais vigor. Apesar de não termos variado a posição, e apesar de toda a situação naquela noite, não demorei muito e gozei fortemente, agarrando-a pelo torso, e apertendo-a contra o meu corpo. Lembro que só naquela ocasião eu aproximei mais minha cabeça da dela, sentido o cheiro de cabelo molhado e, aparentemente, lavado com um shampoo com perfume bastante adocicado. Bom, pelo menos foi o que imaginei naquele momento.
Desnecessário dizer que adorei a transa, apesar de tudo, e eu retirei meu membro com muito cuidado daquele cuzinho apertado. O pau ainda tava latejando, e assim ficou por um bom tempo.
Ela levantou-se e novamente foi a banheiro, e eu fiquei na cama sozinho, olhando pra minha imagem no reflexo do espelho, no teto. E sem acreditar ainda no que acabara de acontecer. Num pulo, deixei a cama e entrei no banheiro também, mas ela não estava no chuveiro, mas sentada no vazo, e percebi que ficou meio sem jeito por eu ter entrado sem avisar. Tomei um banho rápido e saí. Quando ela finalmente saiu do banheiro, eu já estava vestido. Não houve papo, conversa. Ela se vestiu rapidamente, e eu entreguei o dinheiro combinado. Ela sorriu e só então lembrei de pedir a conta. Ainda passamos alguns minutos ali, até que ela perguntou se eu havia gostado da transa. Respondi que sim, e ela quis saber se eu a chamaria novamente para sair. "Claro", respondi sem muita certeza: ainda estava absorvendo e tentando racionalizar os fatos.
Paguei, saímos do motel, e eu a deixei no mesmo local onde a tinha pego. Antes de sair, inclinou-se e tentou me dar um beijo da bochecha. Eu não me movi, estava completamente sem ação e, confesso, meio constrangido. Ela então perguntou se eu não queria o seu telefone, e eu respondi que "sim", de novo sem muita certeza ou convicção de que era o que estava querendo de fato. Isso aconteceu numa quarta-feira. Passei o restante da semana pensando em tudo o que aconteceu. Não liguei para ela. Na semana seguinte, minha mulher viajou, e lá estava eu, de novo, percorrendo os bairros e esquinas nas quais se encontram garotas de programa. Mas dessa vez, tinha mais uma coisa na cabeça: a imagem da Marcela, e de como eu havia gostado daquela foda.

 

Saudosa Diana

Eu me lembro sempre com carinho a primeira vez que eu fui de fato possuído por uma travesti, e esse episodio aconteceu há quase 30 anos e foí com a saudosa Diana, uma traveca loíra de cabelo comprido e sempre de short cavadinho ou mini saia, e eu semprei saia com ela e ela me fazia um boquete no carro e eu pagava e deixava ela no ponto, e com o tempo foi formando uma amizade e ela sempre elogiando as minhas pernas e querendo colocar o dedo lá atrás que eu sempre rcusava, ou seja, mentia pra mim mesmo, rsrsr. Um dia nós fomos em um local afastado erá uma trilha escura e estavamos dentro do carro ela pagando uma boquete pra mim, eu lembro que estava frio e ela falou eu sei que vc quer dar e começou a forçar o dedo lá atrás e eu fui cedendo e ela me chupando e aumentando a pressão da boca e do dedo e eu sentado no banco do carro mais forçando a levantar o corpo pra facilitar a dedada e depois que eu explodi em gozo ela veio e me deu um beijo fazendo eu beber o meu esperma, aí ela falou vamos pra fora do carro que agora e a minha vez de ter prazer e ela estava com uma bota branca de cano alto e sem a blusa e vestindo apenas uma calcinha fio dental também branca e me pegou as mãos com autoridade e elvou até o seu pau que estava meio duro e eu comecei a punhetar aquele cacete e ela forçou a minha cabeça pra baixo e me fez pagar um boquete que eu fiz com o maior prazer eu de joelhos na terra e não me importava com o perigo até me excitava mais o carvam com as posrtas abertas e eu apertando a bunda dela e trazendo o pau mais pra dentro da minha boca, ela começou a ficar cada vez mais autoritária e isso foi me excitando ainda mais, ela me xingava e tirava o pau da minha boca e batia com ele na minha cara e me chamava de putinha e teve um momento que ela falou lambe a minha bota e eu comecei a lamber e ela voltou a colocar o pau na minha boca e estava quase gozando quando tirou e falou pra mim que ainda não tinha acabado.

E a Diana me colocou de costas pra ela me empurrando em direção ao capo do carro, e começou a passar saliva nas mãos e passar no buraquinho e a enfiar um dedo e depois dois dedos e começar a fazer aquele vai-vém delicioso, e me forçando abriu bem a minha bunda e me deu uma linguada aí eu arrepiei e começou a me lamber com vontade e eu rebolava no rosto dela empurrando e abrindo ainda mais o meu rabinho e quando ela sentiu que eu estava mais lubrificado ajeitou o cacete e começou a enfiar, no começo não tinha jeio e começou a doer, e eu quiz desistir, aí ela ficou brava e falou para de chorar viadinho eu sei o que vc quer, e me segurou firme pela cintura empurrando o meu corpo com força e fazendo com que eu empinasse a bunda ficando bem de quatro, ela levou o pau com uma das mãos e colocou na portinha dando um golpe quando eu senti que estava entrando dei um pulo pra frente e um urro de dor, e falei pra ela tirar e ela rindo falou e tarde vc vai ser a minha mulherzinha agora e forçou mais e ele foi entrando com tudo, abrindo e me ardendo toda, ela colocava e tirava, e com o tempo eu fuí deixando de sentir somente dor e comecei a sentir prazer, sem deixar de sentir dor, e ela arfando atrás de mim, aquela sensação foi muito louca e quando ela foi gozar deu um tranco firme e forte caindo pra cima de mim, e eu quase desmaiei em cima do capo, passado alguns minutos eu virei e olhei pra ela, e vi ela com um sorriso de satisfação e me puxou pra perto dela e passando as mãos no meu rosto, e limpando o meu suor começou a beijar a minha boca e a falar no meu ouvido, vc gostou? e eu assentindo com a cabeça falei que sim, mais disse que estava doendo muito e ela me falou e assim mesmo no começo e vc vai sentir dor a semana toda e rindo me falou que a partir daquele dia quem ia pagar o boquete sería eu e não mais ela, que sería o meu macho e eu a sua fêmea e de fato foi assim mesmo eu não podia ir sempre mais me preparava fisica e mentalmente para viver esses momentos de prazer proibido e delicioso, um beijo no seu coração e na sua alma minha linda Diana.

loba2469@gmail.com

 

 

Pau número 2

Nessa tarde fresquinha que fez hoje em Curitiba, acredite se quiser, transpirei mais do que nas tardes quentes deste último verão. O motivo foi um cliente safadinho que tem mais de 70 anos e tem um fôlego que muito homem na faixa dos 20 não tem. Volta e meia ele aparece, nos damos muito bem na cama, uma transa com uma química muito boa. Se você visse esse senhor, diria que é apenas um vovô simpático, daqueles em que a pipa não sobe mais, mas creia, na cama, ele faz de um tudo e muito caprichado. Vamos ao relato do nosso encontro de hoje...

Antes de tudo, ele me abraçou forte, disse que estava com saudade e assim ficamos namorando um pouquinho, dançando coladinhos. Nem precisei dar uma duchinha nele, ele já veio impecável. Deitamos na cama, ora eu por cima, ora por baixo, a pegada dele até me assustou, rs... Fizemos um 69 bem safadinho, nos encaixamos muito bem, sem contar os dedinhos aqui, dedinhos ali. Quando o clima esquentou mesmo, eu o deixei de quatro, coloquei uma camisinha na língua e a enfiei com carinho no seu cuzinho, ele gemeu, adorou e falou mais uma vez que eu sou especial, rs... Aos pouquinhos ele foi deitando na cama e eu fui por cima dele, agora já esfregando meu pau entre suas coxas e meus seios nas suas costas. Então coloquei meu pau na entradinha e daí a pouco, já estava todinho dentro dele. Soquei, soquei, enquanto ele pedia pra eu fazer forte, uau, que tara! Ele gemia e rebolava... Mudamos de posição, ele ficou então de quatro no cantinho da cama e eu continuei comendo. Ele da mesma forma continuou pedindo pra que eu não parasse, pois estava bom demais. Nessas alturas eu já estava suando, rs... Mas, ainda não parei, simplesmente ele ficou de franguinho assado e eu continuei comendo. Enquanto enfiava no seu cuzinho comecei a masturbar seu belo pau que estava bem duro. Então ele pediu pra que eu parasse, pois ele não queria gozar assim. Ele gostaria de gozar me comendo! Uau, hoje ele está me surpreendendo, pensei comigo! Então eu parei, lambuzei meu cuzinho e fiquei de quatro na cama e ele veio com tudo... Enfiou sua picona até o talo, enquanto segurava na minha cintura e socava.

Eu rebolava e dizia que era muito gostoso dar o rabo pra ele. Passados alguns minutos ele continuava bombando, eu já suando de novo! Não é que gozei desse jeito? Pois é, então levantei, pedi um tempinho pra tomar um ar, rs... Ele ficou de joelhos na cama e pediu pra que eu fosse chupar seu pau pra ele gozar. Fiquei na frente dele e pedi se ele gostaria de me comer mais. Ele disse que adoraria, pois meu rabo é o que faz ele vir me visitar de vez em quando, sem contar as inúmeras vezes que ele se masturba olhando as fotos dele na internet. Mas, gentilmente ele pediu se eu não me importaria, pois percebeu que eu estava suadinha e satisfeita... Humm, que delícia, já me empolguei de novo. Deitei na cama de barriga pra baixo, coloquei um travesseiro em baixo de modo que meu bumbum ficasse bem empinado e do jeito que ele adora ver. Ele veio por cima, encaixou bem e socou de novo. Eu apenas mordia seu pau, rebolava, gemia e pedia pra ele me comer muito. Desse jeito não demorou muito pra ele dar uns berros e dizer que estava gozando. Foi ótimo, simplesmente deitamos lado a lado, cansados, extasiados e suados, eu muito mais que ele, rs... Conversamos um pouquinho e eu disse que faria este relato. Só precisava achar um nome. Pau número 2... Este é o título.

O porquê fica entre mim e ele - Sabe aquelas histórias de ''apelidos'' que gosto de usar né? Então, rs... A partir de agora quando ele me ligar, vai apenas dizer: - Drikka, aqui é o "pau número 2"... Ah, antes dele sair hoje, me confidenciou mais uma coisinha que me deixou surpresa, disse que havia tomado um comprimidinho, rs... Mesmo assim, elogiei a sua performance, pois já transei com muitos homens mais novos que também tomaram um comprimidinho e nenhum deles passou em cima de mim feito um trator como ele fez especialmente hoje, rs...

 

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Se eu sair com uma travesti, ela vai querer me comer depois?

Olá Drikka, sou heterossexual, casado e sempre leio seus artigos. Gostaria de saber se eu sair com travesti se ele vai querer me comer depois? Ou posso ir sem medo que ele só vai fazer o que eu pedir, pois tenho vontade mas tenho medo. Obrigado, Fã Inseguro e com tesão.

Minha resposta: Oi fofinho, a princípio eu acho que só vai acontecer o que vocês combinarem. Quando você ligar para a boneca, já deixe claro que você é somente ativo. Inclusive quando chegar também, assim evitará que ela faça algum carinho em lugar que vai te deixar apreensivo. Esse papo de que ela vai te pegar à força e te comer, que eu saiba não existe. Isso existe na fantasia de muitos, que querem que isso aconteça, mas a boneca já tem que saber desse fetiche do cliente. As bonecas adoram serem passivas, já falei muito isso por aqui, mas as circunstâncias exigem que elas sejam mais ativas, por isso você muito comercial disso! Se você tem vontade de comer uma boneca, está perdendo tempo. Beijos e divirta-se, usando sempre camisinhas tá bom?

Gosto de sair com travestis e quero ajudar para contar para minha esposa e até ela participar. Como faço?

ºººººDesde os 18 anos comecei a observar e ter curiosidade por uma transa com trans, de lá para cá, esta curiosidade se tornou tesão e com grande frequência estou vendo artigos, fotos, filmes e contos relacionados na net, porém até hoje não tive a coragem de realizar esta fantasia, por uma série de fatores, sendo o principal deles achar uma pessoa igual a você que seja legal, paciente, atenciosa e que não seja como a maioria ou pelo menos como vemos por ai pessoas que só querem saber do dinheiro e extorquir os clientes. Minha esposa não sabe desta minha fantasia, porém gostaria muito de contar para ela, para que ela compartilhe e quem sabe até participe junto comigo posteriormente, como posso fazer isso, você tem alguma dica de como contar e até mesmo de como convencê-la a participar comigo???
Te pergunto, pois sei que você tem muita experiência e deve conhecer muitas pessoas que devem ter passado pela mesma situação e que talvez tenham até realizado com você.
Fã Ansioso

Minha resposta: Caro 'Fã Ansioso', esta é uma situação muito delicada. Pela experiência que tenho, aconselho você a realizar a sua fantasia por etapas como sair sozinho com uma boneca antes de qualquer coisa. Eu só atendo em Curitiba, se você não pode vir até aqui, fica difícil, então você terá que arrumar alguém na sua cidade, que com certeza tem muitas, infelizmente não conheço alguém que eu possa dizer ''vá com certeza que tudo será perfeito''... Mas, te dou alguns conselhos básicos... Ligue para alguém que seja do seu agrado e que você já teve algumas informações concretas através de sites e tenha uma conversa por telefone, depois verifique o local e por fim enfrente seus medos, sei como isso deve ser difícil... Leve apenas o dinheiro combinado, deixe seu carro em estacionamento seguro e faça sexo sempre com preservativos. O primeiro encontro pode não ser o que você espera por causa da sua ansiedade, medos e sentimentos estranhos como traição, culpa, etc...

Se você gostar da boneca, você poderá fazer uma segunda visita onde se sentirá mais descontraído e quem sabe relaxar bem mais. Não que de repente você não encontre alguém legal e já no primeiro encontro tenha uma transa especial. Agora quanto a realizar a fantasia juntamente com sua esposa, isso já é bem mais complicado. Não sei com que liberdade vocês tratam esses assuntos. Mas, a minha opinião é de que, se sua esposa sugerir uma terceira pessoa, tudo bem, você pode ir aos poucos, até chegar no caso de um travesti, caso contrário, pode não dar certo e você vai deixá-la com uma pulguinha atrás da orelha! Também você poderá estar arriscando seu casamento por causa de uma fantasia. Geralmente as mulheres já tem ciúmes com outra mulher e, se tratando de um travesti, será muito complicado.

Eu converso com muitos clientes que tem essas fantasias e sempre acabamos chegando nesse ponto em comum. Se a mulher tocar no assunto abrir brechas, tudo bem, aí você terá elementos mil para achar desculpas. Ao contrário, o resultado pode não ser o que você espera! Esta é a minha opinião. Apesar de já ter saído com casais nunca conversei sobre este assunto e o que é uma boa idéia para uma próxima vez... Super beijos.

 

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

'G' de gostoso

Na segunda-feira passada ele me ligou, mas não pude atendê-lo, achei até que ele havia ficado magoadinho, mas não, afinal hoje deu tudo certo e nos encontramos no meio da tarde. Tarde quente, que ficou ainda mais quando meu 'G' chegou, tirou a roupa, me agarrou e nos grudamos num delicioso beijo. Huuum que delícia! Entre mim e ele nossos paus duros se comprimindo no abraço forte... Levei-o pra baixo do chuveiro e fiquei ainda mais excitada dando banho nele, que bunda linda, daquelas que adoro, adoro lambê-la todinha, todinha...

Sabem, adoro me tocar vendo aquela perfeita obra da natureza. Depois ele se secou e veio para meus braços com um sorrisinho maroto... Foi então que pedi pra que ficasse de quatro na cama, pois gostaria de fazer uma averiguação, rs... Tão bonzinho como um cordeiro, aquele belo 'fetiche' em forma de homem ficou como pedi, se ajoelhou na cama, encostou a cabeça no lençol e empinou a bunda. Vocês precisavam ver a minha cara de felicidade vendo aquilo tudo, ainda mais quando ele gemeu de prazer, pois enfiei a linguinha bem no alvo. Por baixo alisava suas bolas e mexia no seu pau que começava a crescer com os carinhos ousados.

Tirei a camisinha da língua, coloquei no dedo, lubrifiquei bem e adentrei naquele buraquinho apertadinho. Huuuum, ele adorou, mas pediu pra eu ir devagarinho, que ele já estava lacradinho novamente, eu havia sido a última a invadir aquele espaço que segundo ele, é só meu, he he he, e isso já fazia uns 3 meses. Averiguação feita, ele estava no ponto e pronto pra nossa sessão 'tira teia de aranha', rs... Mas, antes disso, nos entregamos ao bom e velho 69. Eu chupei, ele chupou, eu alisei, ele alisou eu isso, ele aquilo... Chega! Foi bom demais! Lá pelas tantas ele segurou meu rosto, me beijou e disse: - O que eu faço se me apaixonar por você? Uau, nem respondi, não achei resposta, rs...

Apenas disse pra que ele deitasse estendidinho na cama e de bruços bem relaxadinho que eu gostaria de fazer uma massagem. Hummm, como é bom! Como é bom ver um homem 'G' de gato fazendo movimentos com o bumbum pra cima e pra baixo apenas pra eu ver. Eu vejo, me excito, e avanço, me acoplo, também faço movimentos de sobe e desce, vai e vem, bem agarradinha a ele, mordiscando sua orelha, só curtindo, ouvindo ele gemer de prazer. Algum tempinho depois ele se virou, tiramos as camisinhas, colocamos outras e ficamos nos tocando, eu quase desmaiada nos braços fortes do meu 'G' de grandão. Ele passou a mão no meu rabinho, tentou enfiar o dedo, pegou lubrificante, me untou, huuum, agora era a minha vez, oba! Ele deitou-se de barriga pra cima e eu sentei no seu pau. Como adoro cavalgar, aquilo foi o melhor de tudo, rs... Subi, desci, mordisquei seu pau... Gemendo, suando e só vendo sua carinha linda sorrindo e dizendo: - gostosa, enquanto meus mamilos estavam sendo carinhosamente tocados por ele. Ah, ah, ah, não vou aguentar... E, gozei...! Ele ficou arrepiado e delirou me vendo gozar sobre sua barriga.

Saí de cima, tirei a camisinha e ele se masturbou, enquanto isso eu recuperei o fôlego e rapidamente comecei a fazer carinhos nos seus mamilos, exatamente como gosto que façam em mim. Temos estes pontos sensíveis em igual intensidade. Por isso, não demorou nada pra ele fazer mais porra jorrar sobre ele, claro, agora a dele... Sorrimos, nos beijamos com uma sensação de bem estar, de moleza, de destruídos, rs...

Meu 'G' tomou uma ducha e tirou toda a lambuzeira que fizemos, pois além do nosso calor, lá fora também o tempo estava quente, não muito, mas o suficiente pra suarmos. Ele se foi e eu também saí bater pernas, tinha muita coisa ainda pra fazer, agora eu precisava dar um tempo, revigorar as forças, antes que algum outro cliente ligasse e eu dissesse que estava muito cansada pra atender.

 

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Conto Erótico Verdadeiro .....

Saudações a todos, adoro ler contos eróticos mas é a primeira vez que conto um.
Gostaria de ressaltar que todos os detalhes são verdadeiros.
Tenho 27 anos e namoro desde os 17, fui fiel por muito tempo, perdi a virgindade nesse namoro de 10 anos e por 5 anos minha namorada foi a unica mulher que conheci intimamente.
Com o passar do tempo, meu desejo por outras mulheres, misturado com a curiosidade em conhecer novos corpos e reações foi aumentanto bastante.
Comecei a entrar em salas de bate papo, onde conheci a quem, aqui, vou chamar de Angela.
Nos conhecemos bem antes de nos encontrar-mos pessoalmente, eram longas conversas pelo msn noite afora, praticamente todos os dias.
Eu sabia muito sobre ela e ela sabia muito sobre mim.
Ambos sabiamos que o outro namorava, ela a menos tempo, mas já sentindo o mesmo que eu, vontade de se aventurar com outro...
na época eu tinha 22 para 23 anos, ela 19.
Não sou um galã de cinema, mas tenho minhas qualidades e bom papo, normalmente conseguia, sem muita dificuldade, despertar a curiosidade das mulheres ao meu redor, e isso é sempre um bom inicio.
Depois de muita conversa, decidimos nos encontrar, e o encontro foi em um shopping, combinamos antecipadamente que iriamos assistir a um filme.
Eu já havia percebido que ela ainda era um pouco insegura, provavelmente pelo fato de não ter muita experiência em relacionamentos anteriores. Havia perdido a virgindade com o namorado atual, a menos de um ano (quando do encontro).
Enfim chegou o dia, nos encontramos, como o combinado, e no inicio, naturalmente, o clima de timidez ainda existia, pois apesar de todas as nossas conversas via msn, pessoalmente era a primeira vez que conversavamos.
Angela é uma garota loira, com um rostinho delicado, 1.70 aproximadamente, devia pesar seus 65 ... 70 Kgs, nem magrinha, nem gordinha, cintura média e quadril largo, desde o inicio, a achei muito gostosa.
Tinha um jeito meio timido, mas não ao ponto de ficar quietinha em um canto, esperava a minha atitude para reagir, ora com um lindo sorriso, ora com uma frase inteligente (ela é muito inteligente, algo que percebi já nas conversas via msn e me atriu muito).
Já no cinema, rolou o primeiro beijo e foi uma delicia, não sei se por eu estar a tantos anos com a mesma pessoa, mas senti algo diferente, já no primeiro beijo o tesão tomou conta e notei que era algo reciproco.
depois de uns vinte minutos que estavamos ali, percebi que ela começou a se soltar mais, acariciava minha nuca, estava mais relaxada com a situação.
Conforme eu a beijava, sua respiração aumentava, era quase um susurro, um gemido, principalmente quando beijava seu pescoço, e ameaçava descer para os seios.
O Tesão em nós dois era visível, mas nesse dia não aconteceu nada a mais que os beijos deliciosos.
A Deixei em casa e ao chegar em casa lá estava ela, no msn, me esperando.
No msn admitiu que a muito tempo não beijava alguêm tão intensamente, e que em alguns momentos quase esqueceu que estava no cinema.
Angela é muito inteligente e habil com as palavras, ela insinuava coisas para sentir minha reação, só após as minhas respostas, dava as suas.
Disse a ela que senti o mesmo e que logo no primeiro beijo fiquei muito excitado.
Ela disse com uma certa maldade: '' Percebi rsrs ''.
Aproveitando a deixa e mantendo o tom de brincadeira, respondi que quando isso acontecia, devido a algumas características fisicas, eu tinha dificuldade para esconder, e ela mais
uma vez, de forma sutil mas direta, respondeu com um ''huumm ...''.
Dai em diante nossas conversas eram mais quentes, e ficamos de nos encontrar novamente.
No segundo encontro, ao contrário do primeiro, não combinamos nada antecipadamente, apenas o lugar onde nos encontrariamos.
Já no carro, começamos a andar sem destino, eu a perguntava se tinha algo em mente e ela dizia que não, mas ambos sabiamos e percebiamos o que o outro queria, só não adimitiamos
um para o outro.
Disse a ela que queria um lugar discreto, onde pudessemos ficar a vontade, para eu poder curtir seus beijos novamente.
Ao passar em frente a um drive-in, perguntei o que ela achava e ela disse que nunca havia entrado em um, que nem sabia como era.
Eu disse o mesmo (e de fato, nunca havia entrado em um, minha namorada não gosta ...) , mas que sabia, através de conversas com alguns colegas de que era um lugar onde paravamos o
carro e não eramos incomodados por ninguêm, que ficariamos em um tipo de garagem.
Ela concordou e entramos.
Logo que parei o carro na vaga, ela começou a me beijar, tão intensamente como no cinema.
Chamei a para o banco de traz e empurrei os bancos do motorista e passageiro para que tivessemos mais espaço.
Nos beijavamos loucamente, sua respiração era alta, e conforme beijava seu pescoço, se tornava um susurro, vezes um gemido gostoso.
A essa altura minhas mãos passeavam livremente pelo seus corpo, ainda vestido.
Eu sentei do lado direito e a deitei sobre o meu colo, enquanto a beijava, minhas mãos acariciavam sua coxa grossa, sua barriguinha, sua cintura, seios seios .... ela respirava
alto (aquilo me enlouquecia)
Ela estava com uma camisetinha apertada e eu podia ver seus mamilos duros, enormes por baixo da camiseta .... resolvi tirar sua camiseta. Ela me ajudou.
Comeicei a beijar todo o seio, queria provoca-la antes de partir para o mamilo. Fazia que ia e não ia ...enquanto isso, minha mão esquerda, já passeava sobre sua buceta ... mas
ainda por cima da calça, nesse momento ela já soltava gemidos altos, como se já estivesse sendo penetrada ... como se implorasse para eu continuar, estava sob o meu dominio, suas
mãos no máximo acariciavam meu pescoço.
Provoquei-a enquanto pude, mas não aguentando mais ver aquele mamilos enormes e duros proximos a minha boca, comecei a chupa-los, no inicio, com delicadeza, para sentir as suas
reações, comecei a dar pequenas mordidinhas e percebi que ela gemia mais e mais .... então desabotoei sua calça jeans coladinha, e não resistindo mais, toquei sua buceta com os
dedos .... ela estava simplesmente ENCHARCADA ... sua calcinha estava molhada como se tivesse saido de um balde cheio de agua ....aquele liquido gostoso melando meus dedos me
deixou louco ... a essa altura meu pau latejava, pulsava, ainda dentro da minha calça, mas jã com a cabeça para fora e o ziper aberto (por mim mesmo, devido ao incomodo).
Passei a masturba-la e a lamber seio seio completamente, as vezes descia na altura da cintura, e ela gemia, gemia ... eu intercalava lamidas no seio ... na barriga e demorados
beijos na boca enquanto a masturbava com a mão esquerda e ela gemia sem parar, mesmo com a minha lingua dentro de sua boa .... não resistindo mais, resolvi levanta-la, deita-la no
banco e chupar sua buceta (adoro sexo oral, se a mulher deixar, passo horas chupando o clitóris).
Ela não relutou, se deitou e me ajudou a tirar sua calça, ficando completamente nua.
Ela tinha uma buceta cheinha, ainda mais saliente por estar inchada de tesão, com um corte do tipo moicano bem baixinho .... comecei beijando seus pés (sou louco por pés
femininos) e fui subindo .... acariciava suas coxas enquanto subia com minha lingua por sua perna .... até que cheguei na buceta, comecei a lamber os labios e depois de chupar
literalmente todo o liquido vaginal que ali estava, abri delicadamente os labios, antes de chupar o clitori, enfiei minha lingua no canal da buceta, adoro sentir o gosto do
liquido vaginal ... e para minha loucura, logo ao enfiar a lingua, senti que ela já tinha gozado, senti o gosto do seu gozo e sem muito charme bebi tudo, seu gozo se misturava com
a minha saliva e aquilo era a melhor bebida que conheço, parti para o clitoris e nesse momento ela se contorcia, gemia, gritava dentro do carro, pedindo para eu não parar ...
aquilo era tudo que eu queria ouvir ... como já disse, adoro chupar uma buceta.
Lembro de ter dito, após uma das vezes que ela pediu para eu não parar:
''só vou parar quando sentir vc gozar na minha boca ....''. e assim aconteceu, após chupar e lamber sua buceta por uns 15 minutos, ela gozou muito, na minha boca.
Sentir aquele gozo gostoso na boca e ouvi-la gemendo alto, quase gritando enquanto eu a chupava me deixaram excitado ao extremo, meu pau pulsava ...
Enquanto ela recuperava os sentidos após gozar na minha boca, eu tirei minha roupa ... ela me olhou e disse: ''realmente é dificil esconder tudo isso ... '' era um rostinhoo
angelical, com um olhar maldoso, vezes paredenco uma virgem, vezes parecendo uma prostituta cheia de tesão ... vesti a camisinha comecei a penetra-la, bem devagar, sua buceta era
bem apertadinha e estava totalmente melada e quentinha ... uma delicia indescritível ... coloquei a cabeça do pau e ela gemia me chamando de gostoso e pedindo mais ...
conforme penetrava mais profundamente, sentia como se a buceta dela apertasse meu pau, era realmente muito apertada ..... enfiei tudo, devagar ... ele gemeu, gritou e passou a
movimentar o quadril de encontro ao meu ... abri bem as pernas dela, deixando os joelhos sobre a curva dos meus cotovelo e passei a socar meu pau com força, aumentando o ritimo,
ela então passou a gritar como uma puta ... a casa estocada que eu dava sentia sua buceta apertar o meu pau ... ela então me disse que iria gozar novamente ... aproveitei para
gozar junto e foi uma delicia ..... tirei fora para trocar a camisinha, meu pau continuou duro como se eu nem tivesse gozado ... eu ainda estava louco de tesão por aquele misto de
anjinha com puta .... ela pediu para eu colocar outra camisinha, me posicionou sentado no meio do banco de traz e começou a cavalgar deliciosamente no meu pau, esfregando seus
lindos seios no meu rosto ..... ela rebolava ... gemia ... susurrava no meu ouvido ..... segurei bem firme na sua cintura e passei a forçar uma penetração profunda ... ela então
mais uma vez parecia enlouquecida ...eu chupava seus mamilos, e a movimentava para cima e para baixo ... ela mais uma vez me avisou que iria gozar ... pedi que ela gozasse gostoso
para mim e mais uma vez, entre gritos e gemidos deliciosos, ela se contorceu sobre o meu pau.
Ela saiu de cima, sentou-se ao meu lado ... trocamos alguns beijos e eu continuava com o pau duro, enorme, pulsando de tesão .... e assim ela me manteve com alguns beijos
deliciosos, até que disse tudo que eu queria ouvir naquele momento: ''vc me fez gozar gostoso, vou retribuir'' ... me afastou para o canto do banco, ficou de 4 e começou a lamber
meu pau, como se fosse um sorvete ... passava a lingua nas minhas bolas, empinava bem aquela bundinha gostosa, e lambia a cabeça, ficou lambendo meu pau por uns 3 .. 4 minutos, e
ai começou a fazer um delicioso boquete .... ela chuvapa com vontade, engolindo quase meu pau inteiro .... eu apenas acariciava suas costas e segurava seu cabelo para que não
ficasse na frente ... era uma delicia ver aquela loira, com cara de anjinho, engolindo meu pau quase inteiro ... se deliciando com ele .... já estava quase gozando quando ela
parou, olhou para mim e pediu apenas para que eu avisasse antes de gozar ... concordei (apesar da enorme vontade de encher aquela boquinha de porra) e ela continuou, quando não
aguentava mais, avisei que iria gozar, ela parou de chupar o pau, passou a lambe-lo em volta e continuou me masturbando .... ela lambia olhando para mim e pedindo ''goza pra mim
goza ... '' gozei muito, o jato de porra melou o teto do carro e o banco do passageiro ... ela foi melando toda a mão ... pois continuou batendo uma pra mim depois que gozei ...
quando parou, pegou a meia que vestia, se limpou, limpou o meu pau, disse que iria guardar aquela meia sem lavar e pediu para eu leva-la embora porque estava tarde .....
passamos quase 4 horas dentro do drive-in ......
continuamos nos encontrando após esse dia .... mas sem duvida, a primeira foi a nossa melhor transa de todas ....

Choques para tirar o tesão de um corno

Estou farto de saber que sou corno porque tenho a pilinha e os tomates pequenos e porque a aleitadela que no fim de uma ejaculação deles sai não deve ter força suficiente para chegar aos ovários de uma mulher. O tamanho do meu orgão não é de molde a consolar uma mulher fogosa como minha esposa Raquel que nessa noite, no nosso quarto de dormir, me estava lembrando isso. Nada que eu tivesse esquecido pois o nosso acordo quando a pedi em casamento foi que ela só aceitaria ser minha esposa se eu me limitasse a ser o seu corno, mas porque isso é mais uma das deliciosas formas de me humilhar e demonstrar o seu ascendente sobre mim. Raquel estava como sempre belíssima, os cabelos negros curtos faziam-na parecer ainda mais terrível e bela e as suas vestes negras com especial destaque para a saia tufada mas curta descobrindo-lhe as pernas ainda mais acentuavam tal impressão.
- Os homens como tu – dizia-me minha esposa enquanto eu a ouvia ajoelhado, completamente nu - possuindo uma pila tão curta não podem aspirar a ser os donos de uma mulher como eu. É claro que adoro ser dominada por machos mas nunca aceitaria sê-lo por um homenzinho como tu com um caralhinho tão escasso e fino e umas bolinhas que mais parecem os colhões de um rato. A única forma que tens de agradar a uma mulher é provar-lhe a tua completa disponibilidade para a servires sem receberes outro prazer que não seja o prazer de a servires. Ou seja, tornando-te um objecto dela, compreendes maridinho corno?
Claro que compreendo. Desde há muito sei que ela é um capacho para os seus inúmeros amantes, só não o é para mim precisamente porque a minha pila e os meus tomates não se desenvolveram o suficiente. Mas eu ainda a adoro mais por isso.
- É difícil para um homem, mesmo com atributos tão escassos, fazer uma mulher atingir o gozo sem gozar não é? Mas por isso mesmo é que te quero começar a treinar, se fosse uma coisa fácil não tinha piada nenhuma, pois não? Sabes bem que só através da dor uma mulher consegue domesticar plenamente um homem, especialmente sendo ele tão pouco macho como tu. Afinal até um pilinhas como tu, bem domado, pode apesar disso ter alguma utilidade na cama para uma mulher. Não que eu precise de ti na cama, mas admito que me daria muito prazer ter orgasmos contigo sem te poder consentir o mesmo. E depois imagina a inveja das minhas amigas quando lhes mostrar que domestiquei de tal modo o meu cãozinho submisso que este me consegue fazer sentir mulher sem se poder sentir homem.
Nesta altura as mãos de Raquel acariciavam-me a pilinha e as bolinhas e a primeira, estimulada pelo contacto das suas mãos, já se começara a erguer tanto mais que já há várias semanas não lhe era consentido aliviar-se. Minha esposa sentindo o caralho ficar teso tratou logo de o fazer ficar murcho descarregando com violência nele e nos tomates a sua palma da mão aberta.
- Para baixo, caralho pequeno. Quem mandou ficar de pé? Para baixo, já disse. Não quero nunca mais ver esta coisa em pé, especialmente não tendo expressa autorização minha.
Aquilo doeu-me bastante e devia-me ter arrumado o tesão para o resto da noite. Pelos vistos não tinha pois Raquel ir-me-ia proporcionar um resto de programa que o faria levantar outra vez, ainda que para me provocar mais dor. Observei-lhe mesmo assim que se nunca mais me consentisse ficar com a pila dura eu nunca lhe poderia ser útil na cama, ao que Raquel contrapôs:
- Uma pila com tão pouca carne como a tua mesmo tesa nunca me poderia ser útil na cama, nem sequer para me abrir o caminho a autênticos caralhos. Não te acabei de dizer que deves a tua condição de corno ao facto de não teres um bacamarte apresentável aos meus olhos? É muita presunção tua pensares que essa tua ridícula pilinha me poderia alguma vez ser útil na cama. Pelo contrário satisfazer-me-ás melhor proporcionando-me orgasmo com a piça bem murchinha e mais raquítica do que de costume.
Com a piça murcha não seria capaz de lha meter e por isso disse-lhe não estar a ver como lhe poderia proporcionar um orgasmo, mas mais uma vez Raquel me elucidou não ter qualquer interesse em que lhe eu metesse, pois para isso tinha outros voluntários mais dotados do que eu. Simplesmente, dizia, não tendo eu pau apelativo para a cópula com fêmeas talvez a minha língua me compensasse de tal falha, mas para isso era imprescindível que durante todo o minete eu permanecesse de pila murcha.
- E se não conseguir? – questionei, pois me parecia impossível tal coisa.
- Tenho remédio para isso – assegurou-me numa certeza que a fez parecer ainda mais terrível. Fui então conduzido ainda nu para a cave. Encostada a uma parede Raquel tinha colocado uma cadeira de madeira, cujo estrado das costas formava uma cruz em cujas extremidades se encontravam duas correntes para prender os pulsos. As pernas da cadeira também apresentavam duas argolas mesmo junto ao chão, supostamente para servirem de grilhetas aos tornozelos. Imobilizar-me é uma deliciosa tortura que minha esposa me costuma impor e compreendi que o ia ser na cadeira. O mais assustador contudo é que no assento dela achava-se fixado um gigantesco falo vermelho de silicone com um tamanho imponente, pois tinha bem mais de 20 cms, e uma grosssura que não devia andar muito longe da grossura do meu pulso. Raquel enraba-me regularmente com vibradores mas nunca o tinha feito com um caralho da grossura do meu pulso e fiquei algo assustado quando a ouvi dizer-me depois de me ter manietado os pulsos e os tornozelos:
- Vais sentar o cuzinho na cadeira, meu querido cornudo. Mas atenção: quero o teu olhinho do cu bem enterrado no caralho que te arranjei. Parece que os homens de pilinha pequenina como tu gostam de sentir um caralho bem avantajado pelo cu acima coçando-lhes a próstata e tu não deves ser excepção. Mas já sabes, se a tua tão mal provida pila se levantar enquanto me consolas com a língua vais provar nela um castigo que nunca esquecerás.
Minha querida esposa adora bater-me nas partes íntimas com as mãos, com uma vara de vime, até mesmo com os seus chinelos de quarto, e fá-lo muitas vezes. Habituado como estou a suportar tais provações para a satisfazer não estava a ver como poderia inventar ela um castigo que eu nunca esqueceria mas já ia ver como. Sentei-me sobre o falo de silicone procurando abrir o mais possível o olho do cu para não sentir tanto a dor daquela estocada. Raquel consentira que eu chupasse e cuspisse previamente naquele pau onde seria sodomizado, e ela mesma fez-me o favor de me cuspir abundantemente para dentro do meu cu mas mesmo assim aquela enrabadela, tal como eu previra, foi bastante dolorosa. Quando finalmente consegui introduzir o caralho todo pelo meu cu acima sendo severamente esbofeteado de cada vez que me esquivava a ser penetrado, Raquel prendeu-me as coxas noutras duas correntes de maneira que deixei de me poder levantar. Minha amada dominadora não tirara a saia mas baixara já a sua calcinha vermelha que se achava caída no chão e tirara as suas mamas perfeitinhas para fora do peito. Com uma das mãos acariciava sua vagina e com a outra percorria-a no peito que eu tanto desejava sugar.
- Vamos, pila incapaz – mandava-me ela – rebola-te no caralho que te arranjei que eu quero ver se te aguentas com a piça murcha como te mandei enquanto eu me divirto.
As carícias que Raquel dispensava a si própria deviam de facto estar a fazer-lhe um enorme bem pois á medida que se ia tocando os seus gemidos de prazer eram cada vez mais elucidativos do tesão que dela se ia apoderando. Eu procurei rebolar-me no vibrador que me estava arreganhando todo apesar das argolas que me sustinham os movimentos, sendo brindado com mais bofetadas na cara quando Raquel achava que eu não mostrava empenho suficiente.
- Piça curta – insultava-me ela – Nem para apanhares no cu serves? Porco incapaz. Se a tua língua for tão inútil para me fazer um minete como o és para apanhar no cu esfrego-ta com uma escova de piaçaba até ficares com ela em carne vivo, meio-machinho. E quero-te com a piça para baixo, já te disse – e zás, pás, trás, lá vinham as mãos dela desferirem-me mais meia dúzia de palmas certeiras na cabeça da gaita. Mas desta vez era difícil fazê-la amochar. Eu adoro ser humilhado verbalmente por minha belíssima esposa, e depois a visão daquela maminhas formosas e durinhas que eu tanto adoro, imaginando-lhe a rachinha com os dois pomos tenros que a bordejam, sendo penetrada por aqueles seus dedos que me esbofeteavam a cara e me acertavam na pila e nos colhões, deixavam-me doido de desejo. E além disso havia ainda aquele bacamarte violando-me o rego, cucutando-me a próstata e forçando-me à erecção apesar da vontade de lhe obedecer, pois gosto de às suas ordens apanhar com vibradores no cu. Raquel resolveu então empregar outro método para me fazer murchar a piça. De cada um dos rebordos laterais da cadeira puxou um fio eléctrico de pontas descarnadas que eu ainda não vira e sem outro aviso que não fosse dizer-me que o meu tesão não passava só à força de palmadas encostou-me o fio da esquerda na pila e o da direita na costura dos colhões. Aiiiii, berrei num urro de dor que deve ter ecoado pela casa toda. Raquel riu-se muito sadicamente.
- Doeu-te, querido corninho com pilinha de bebé? Sabes bem que lição sem dor não é lição, não é mesmo? Além disso ficas tão querido quando gritas de dor. Adoooro ouvir-te gritar. Vamos queimar mais um bocadinho esta pilinha tão ridícula e estes colhõezinhos que tão pouca esporra produzem? Não, atreves-te a dizer-me que não, sabendo que me divirto tanto vendo-te contorcendo de dores a cada choque que levas na pilinha e nos colhõezinhos? Só por isso vais levar com mais 10 choques bem demorados no berimbau e nos ovitos.
Eu não queria nada disso mas agora pedia-lhe que sim, que me desse os choques que entendesse porque de facto a minha pila e os meus tomates e todo o meu corpo estavam à sua inteira disposição para fazer deles o que bem entendesse, embora me contorcesse todo de cada vez que sentia a corrente percorrer-me o corpo.
- Assim está melhor, meu querido corno – congratulava-se Raquel – então não te importas que a tua adorada e mazinha esposa te estorrique esta pilinha que ela nem por sombras alguma vez pensou em meter em nenhum dos seus buracos onde só outros mais abonados do que tu podem gozar, até te tirar o tesão todo, pois não?
Eu dizia-lhe que não, que de facto com a pilinha daquele tamanho não merecia ter tesão, e Raquel satisfeita voltava a encostar os fios descarnados por períodos mais demorados no meu pau e bolas. Aiii, aiiii, berrava eu revirando-me o que podia e tentando dessa forma, embora sem grande sucesso, que os meus órgãos estivessem o menos tempo possível em contacto com a corrente.
- Não, meu querido – censurava-me ela – não vale fugir. Se tentas fugir com a pilinha a tua querida esposa vai pensar que não estás sendo sincero e nesse caso vai-te aplicar os choques mais tempo – e demonstrando-me não estar a mentir agarrava-me na pixota com uma das mãos já enluvada deixando-a durante largos segundos encostada ao fio eléctrico. E então é que eu gritava! Raquel parava por momentos mas quando eu pensava já ter terminado ela aproveitava o intervalo para passear o outro fio por toda a pele dos meus colhões, às vezes os dois em simultâneo, fazendo-me dar pulos de dor.
- Ai de ti marido corno se pedes para parar – avisou-me fazendo trincar os lábios para não deixar sair as palavras que ela não me queria ouvir proferir – se o fazes, juro-te que ficas aqui toda a noite a apanhar choques eléctricos até ficares com a piroca e os tomatinhos feitos churrasco. E continua a rebolar-te no caralho que arranjei para o teu cu. MAS NÃO QUERO VER ESTA PUTA DE PIÇA EM PÉ.
Na verdade com tantos choques minha piça estava murcha e mirrada, ainda mais pequena do que o costume e Raquel começou a mostrar-se finalmente satisfeita com o estado dela. Mas ainda me queria fazer passar por uma última provação.
- Muito bem – gabou-se - Parece que começaste finalmente a entender como é que eu quero que a tua pila se comporte quando estiveres nu perante mim, preparando-te para me satisfazeres. Homens como tu com uma coisa abaixo dos 10 cms deviam ser impotentes para não insultarem uma mulher com a visão ridícula do seu tesão. Vamos é ver por quanto tempo é que a vais conseguir manter em baixo. Para teu bem espero que seja por muito tempo porque quando a voltares a pôr de pé aplico-te outro tratamento igual. Mas agora que ela está murchinha e eu tenho os lábios inchadíssimos vamos aplicar-lhe dois choques no buraquinho por onde sai a tua esporra e o teu mijo para garantirmos que a miserável não se vai voltar a erguer quando me estiveres a fazer o minete, certo?
Que podia fazer senão concordar com tal sugestão embora não me apetecesse nada? Raquel com um ar brilhante de pura depravação e maldade que a fez ficar ainda mais bela, agarrou-me na pila junto à base dos tomates e tentou mantê-la em pé o que só conseguiu com dificuldade.
- Vês como os choques eléctricos lhe fizeram bem? – observou gozando com o meu estado de impotência – Há bocado não conseguias manter o caralho em baixo, agora não o seguras de pé. Muito bem. - Sua mão subiu mais um pouco até bem perto da cabeça e prendendo-me fortemente a pila encostou-lhe um dos fios no buraquinho da glande. Aiiiii, isso não, meu amor, isso não, na cabecinha da pila não, por favor, querida, aí não, aiiii, as correntes da cadeira eram bem sólidas, de outro modo tamanha era a minha violência tê-las-ia arrancado.
- Que é isso, marido corno de pila minúscula? Eu não te avisei que não admito que me tentes dissuadir de te aplicar os castigos que entender? Tendo tu a pila tão incapaz de me satisfazer com ela porque pensas que casei contigo se não fosse para gozar com a tua humilhação e com a tua dor, únicas coisas que me interessam extrair de ti, cachorrinho? Já sabes que sempre que me dizes que não dobro-te o castigo, não sabes? E agora não vai ser excepção. Rápido, pede-me que te dobre o castigo ou garanto-te que te deixo aqui amarrado a apanhar choques eléctricos pela cabeça da piça até amanhecer.
Foi o que bastou para que embora contrariado lhe suplicasse humildemente que me dobrasse o castigo o que ela fez encostando na gretazinha da minha piroca o outro fio.
AIIIIIII, gritei. Raquel estava satisfeitíssima e dizia-me estar pingando só de me ouvir gritar e contorcer. Eu pelo contrário sentia as partes ardendo-me e devia ter os colhões tão secos como os de um velho impotente. Raquel subira agora a saia expondo-me o seu grelinho reluzente e rosado completamente depilado, pois subira para o assento da cadeira onde me acorrentara.
- Vamos meu corninho sem piça tesa, trata de fazer gozar a tua amada esposa com o único orgão com que o podes fazer.
Raquel achava-se de pé na cadeira, os seus pés de cada lado das minhas coxas, a sua região vaginal mesmo junto à minha cabeça. Fechei os olhos pois embora goste de lhe ver a rata não me acho digno de tal honra e fiz-lhe o mais delicioso minete que já algum homem lhe fez conforme ela mesma reconheceu. Não preciso dizer-lhes que apesar do gigantesco vibrador que permanecia enterrado no meu olho do cu e do cheiro da sua vagina húmida e quente, a minha piça permaneceu murcha todo o tempo que Raquel demorou a vir-se e mesmo assim para mim também foi o melhor minete que lhe fiz.

 

EUGÉNIO SADOC

Às vezes vale a pena ser puta

Naquela noite Afonso encontrou-me no Café P.. e perguntou-me se o queria acompanhar ao bar de um conhecido hotel na baixa de Coimbra onde a troco de uma comissão de 25% me apresentaria um sujeito quarentão que ali se achava de passagem e que segundo ele não se importaria de me pagar 5 mil escudos (nesse tempo ainda não havia o euro) se eu me prestasse a ser-lhe boa menina.
Habituada a alugar o corpo para poder pagar meus estudos de Direito sabia bem que nenhum cliente me pagaria tal preço só para eu lhe abrir as pernas ou o mamar mas aceitei o encontro sem qualquer compromisso, deixando claro que só subiria com o cliente para o quarto se ficasse com boa impressão dele. Além disso e como nunca gostei de chulos procurei regatear com Afonso o valor da comissão, procurando fazer que ele aceitasse ficar apenas com 15%, ainda que só tenha conseguido fazê-lo baixar para 20. Despedi-me assim do meu namorado Rui que ficou muito contrariado por não nos acompanhar e dirigi-me com Afonso ao bar do Hotel depois de este ligar para a extensão do quarto onde o indivíduo se achava alojado informando-o da nossa ida.
Este já estava assim à nossa espera no amplo bar deserto embora pouco passasse das 10 da noite, e pude ver que este era mais cinquentão do que quarentão o que me agradou ainda mais pois principalmente como puta sempre preferi homens mais velhos. Era igualmente muito charmoso com os seus cabelos curtos grisalhos e um ar maduro de empresário bem sucedido, vestido com um fato azul escuro de muito bom corte e uma aliança de casado no dedo, algo que eu ainda gostava mais de ver num homem que me pretendia alugar. Apresentou-se e eu fiz o mesmo o que não é normal em negócios com putas mas que serviu para me inspirar confiança nele. Ofereceu-nos um uísque, eu optei por um gin tónico, e durante a conversa depois de ter dito achar-me muito bonita, atraente e decerto muito safada mostrou-se disposto a oferecer-me os tais 5 mil escudos se o quisesse acompanhar ao quarto por uma meia hora, talvez um pouco mais. A condição era submeter-me às suas fantasias sem escândalos e sem chamar as atenções de ninguém. E que fantasias eram essas procurei saber.
- Bem quanto a isso não gostaria de abrir o jogo – respondeu-me – É para mim importante que tu não saibas o que vai acontecer. Apenas te digo que quero abusar de ti à minha maneira sem protestos nem desistências da tua parte. Mas asseguro-te que não te vou bater com força nem fazer qualquer outro mal além de te imobilizar e de gozar contigo uma boa foda. Aliás nem poderia ser de outra maneira. Estamos num Hotel, os empregados vão ver-te subindo comigo e o Afonso espera por certo aqui no bar enquanto bebe mais uns uísques por minha conta.
Aceitei quase com a certeza de ir ser enrabada no quarto do Hotel. Muito cortesmente o sujeito fez questão de me pagar logo ali a importância combinada, ainda que eu não tenha feito o mesmo em relação à comissão prometida ao Afonso já que sempre era uma maneira de o obrigar a esperar-me e deixei-me conduzir ao quarto. Quando lá chegamos mandou-me tomar um duche o que eu fiz rapidamente pois puta, tal como qualquer trabalhador por conta própria quando já recebeu pelo trabalho, quanto menos tempo perder com um cliente mais hipóteses tem de se encontrar a facturar com outro. O sujeito deixou-me sozinha durante todo o duche e nem sequer me pareceu que me tivesse ficado a espreitar como faria um homem cuja tara fosse a de ser mirone punheteiro como meu namorado. Antes pelo contrário. Quando se apercebeu que me estava limpando disse-me com a porta fechada para não me esquecer de vestir a mesma roupa, calcinha incluída, antes de lhe aparecer o que naturalmente fiz. A noite estava quente, eu vestia uma blusa azul marinha de alças bastante decotada no peito, sem sutiã por baixo pois sempre considerei um estorvo muita roupa para quem como eu vivia de vender prazer, uma mini -saia de ganga com uma calcinha branca rendada por baixo e as minhas botas vermelhas de cano até aos joelhos que ele também quis que calçasse. Quando voltei para a câmara reparei numa peça de mobiliário que nada tinha a ver com as restantes mobílias do Hotel e que só podia ter ali sido colocada pelo meu cliente. Tratava-se de uma cadeira de madeira colocada em cima da cama, robusta mas quase sem costas e articulada podendo por isso ser transportada numa mala de viagem. Sobre a cama uma mala aberta deixava ver várias cordas de nylon.
- Senta-te na cadeira, os teus braços apoiados nos dela – mandou.
- Quer que me deixe ficar vestida?
- Quero.
Compreendi que ia ser amarrada e dessa forma ele abusaria de mim e por isso tratei de me sentar o mais confortavelmente possível. Quando o fiz ele tratou de facto de me atar os pulsos aos apoios da cadeira tendo o cuidado de os ligar primeiro com lenços de seda antes de lhes passar as cordas de nylon para não me deixar as marcas destas na pele, nem me magoar demasiado. Agradeci tal cuidado porque apesar disso ele amarrou-me fortemente fazendo com que quase não os conseguisse mexer.
- Ora vamos lá começar por estes peitões – disse apalpando-me as mamas sobre a blusa - É das coisas que mais me entesa numa mulher e as tuas são deliciosas. Durinhas.
Puxou-me então a blusa para cima dos ombros deixando-os à vista até cobrir-me toda a cabeça com ela.
- Vou-te deixar no escuro, vadiazinha – disse novamente – Mas não tenhas medo. Como combinado quero-te imobilizada e sem veres o que te vou fazer.
As suas palavras avivaram a confiança com que tinha ficado no bar e acenei com a cabeça dizendo-lhe estar tudo bem. Ele agarrando então nas pontas da blusa uniu-as todas junto ao meu cabelo amarrando-as com outra corda, como se aquilo fosse a abertura de um saco de mercearia. Não corria o risco de asfixiar pois entrava ar pela abertura do pescoço mas efectivamente não via nada para fora. Será que ele tal como meu namorado Rui tinha a pila pequena e vergonha que eu lha visse, pensei. Não, não podia ser, os seus dedos começando agora a apertar-me os mamilos fazendo-os girar nos dois sentidos e obrigando-me a mexer na cadeira eram compridos, dedos de homem pauzudo.
- Oh sim, que mamomas lindas e tesas tens, Sandra – comentou – aposto que estás com tanto tesão como eu. Quieta vadia que te quero imobilizada – e pregou-me duas ou três palmadas leves nas mamas – Isto é só para te acalmares, não pretendo magoar-te.
Aquietei e ele fazendo-me levantar o rabo tirou-me a saia pelas pernas abaixo sem me descalçar as botas. Em seguida apalpou-me vagarosamente e nos dois sentidos a área genital por cima da calcinha tal como fizera nas mamas. Aquilo excitou-me bastante.
- Ou muito me engano ou trazes a rata tão inchada e tesa como os marmelões – observou – ora vamos lá a ver se antes de ta comer te faço gemer um pouco. E se a tens suficiente aberta para provar do meu caralho.
Com a calcinha posta penetrou-me com um dedo. Eu no entanto só comecei a gemer quando ele me enfiou três.
- Esta grossura já te faz gemer? Rebola-te como se o estivesses fazendo no meu caralho.
Oh sim, aquilo era gostoso. Huum! Até porque com a outra mão ele continuava apalpando-me o peito. Huuumm! O sujeito parou contudo com a siririca antes que eu me viesse.
- Vamos lá agora ver ao vivo como é a tua rata, rameirinha. Se fores uma boa puta deves tê-la bem escancarada.
Minha calcinha deslizou igualmente puxada pelas suas mãos. Levantei os pés para que ela caísse no chão.
- Vou amarrar-te também os tornozelos e deixar-te as pernas bem abertas de modo a não puderes furtar-me essa tua deliciosa ratinha – disse-me. Tirou-me então as botas e amarrou-me os tornozelos nos pés da cadeira da mesma maneira que fizera com os pulsos. Quando me achei assim amarrada ouvi-o cair de joelhos no meio das minhas pernas fazendo aquilo que poucos clientes gostam de fazer a uma prostituta mesmo quando ela tem a pássara acabada de lavar como era o meu caso. Beijou-me os lábios da vulva e começou fazendo-me um minete depois de a ter observado e ter dito que ela de facto tinha bem o aspecto de ser uma cona bem rodada como tanto gostava que fosse a cona de uma mulher.
O minete soube-me na verdade muito bem embora mais uma vez ele se tivesse detido antes de me fazer gozar.
- Tens tempo para te vires, cabritona – sua boca percorria-me agora o baixo ventre, mordiscando-me os pentelhos e o umbigo subindo-me pelo peito acima até às mamas, o que me deixava uma sensação de excitação muito boa como quando eu transava por gosto e não por dinheiro. De vez em quando dava-me uma mordida mais forte num dos bicos das mamas fazendo-me gemer mais alto mas no geral eu estava adorando aquilo. Seu corpo estava praticamente colado ao meu e enquanto me lambia as mamas seu caralho durão não deixava propositadamente de se esfregar na minha racha e no meu clítoris o que ainda tornava aquilo mais delicioso.
- Putazinha gostosa – ia dizendo quando interrompia a mamada, o que é sempre bom de ouvir. – Vamos lá deixar a minha piça provar estes peitões e ver se gosta tanto deles como a minha boca.
E juntando com as mãos as minhas mamas enfiou seu caralho no meio delas.
- Toma nas mamas, putazinha deliciosa, que não é só a boca de um homem que elas sabem satisfazer – dizia dando-lhes com força e voltando a fazer-me rodar os mamilos apertados nos seus dedos. Ohh, não havia dúvida que eu estava ganhando bem a noite de duas maneiras. Não é sempre que uma puta por necessidade pode dizer o mesmo.
Quando tirou seu pau levantou-se mais um pouco sobre a cadeira onde eu estava amarrada e percebi as suas coxas acercando-se da minha cara vendada.
- Faz-me uma mamada, cabritona – ordenou -. Pelo dinheiro que te pago bem me podes fazer uma mamada bem feita.
Pensei que me fosse remover a blusa que como um saco me cobria a cabeça para me enfiar o caralho na boca nua mas estava enganada. Sem ma tirar bateu-me com ele por todo o rosto até chegar à cavidade tapada da minha boca.
- Chupa putazinha linda.
Abri a boca e o seu pau envolvido no tecido da minha blusa entrou por ela dentro. Como era grande.
- Mama putazinha, mama. Mas não me tires o leitinho que o meu caralho ainda te vai entrar no buraco de baixo.
Mesmo assim como a blusa era de um tecido fino apercebi-me enquanto o chupava estar pingando bem. Ia ficar com uma bonita nódoa na blusa.
- Ah chupadora valente – reconhecia o cliente – Gostavas de sentir o sabor do meu caralho na tua boca, não gostavas? Descansa que já to vou fazer sentir na cona.
Tirando-o fora voltou a percorrer meu corpo com a boca, só que agora começando das mamas para a vagina, voltando a lambê-las e a mordiscá-las.
- Era disto que estavas à espera, não era putazinha quente? – perguntou-me encostando-me e esfregando-me a cabeça do cacete na entrada da rata – Nem sei porque motivo te pago se vais gozar tanto como eu.
Ohhh, sim, eu queria muito agora ser fodida por aquela tora latejante de tesão. Na verdade por vezes sai a sorte grande às putas e aquela era a minha noite. Amarrada como estava não podia abrir mais as pernas para o receber mas também não era preciso, elas estavam abertas o suficiente. E o meu cliente meteu no meio delas.
- Geme cona quente, que a minha é piça de macho, mesmo uma puta surrada como tu geme quando a sente entrar.
Gemeria mesmo que ele não estivesse mandando, mais do prazer de a receber e de a sentir entrando em mim do que de dor.
- Vou-te foder como as putas gostam de ser fodidas.
OHH SIM, FODE-ME COMO QUISERES, MAS FODE-ME, só me apetecia gritar-lhe mas contive-me pois não é de bom tom uma puta mostrar grande entusiasmo com o desempenho do cliente. E ele fodeu-me durante longo tempo, metendo e tirando o caralho com força sempre na mesma posição. Numa altura a cadeira estremeceu com o peso das suas investidas em mim e do seu corpo sobre o meu. Ele então inclinou-a de modo a fazê-la ficar mais apoiada na beirada da cama e continuou fodendo-me enterrando seu nariz no meio das minhas mamas e voltando a apertá-las como se pretendesse asfixiar-se nelas.
- Putazinha deliciosa! Cona quente com mamonas de vaca! – Suspirava – Que boa recordação vou levar desta noite de Coimbra.
Viemo-nos ambos num gozo intenso que dificilmente acontece numa relação de sexo pago. Às vezes vale a pena ser puta e aquela foi uma delas.
A sessão toda durara mais de uma hora mas rentável como tinha sido também não fazia intenção de nessa noite voltar a prostituir-me. Apesar disso uma vez feito o serviço eu lembrando-me que o Afonso ainda me devia estar esperando no bar para me cobrar a comissão apressei-me a vir embora e nem tomei banho, lavei apenas a pássara e as mamas antes de me despedir do sujeito com um beijo na cara e de descer.
Afonso continuava me esperando e pelo aspecto percebi que para matar o tempo se fartara de beber uísques. Minha blusa manchada de esperma não chamou apenas a atenção deste mas também a do empregado do bar que olhou para mim com ar de entendido. Que se fodesse, pensei.
- Foi boa a farra – comentou – Nunca mais te despachavas.
- A cliente que paga 5 contos não se o avia em dois tempos – observei – Dás-me boleia de volta para a Praça?
Afonso acabou de beber o último uísque e saímos. Ao entrar no carro lembrou-me que ainda não lhe pagara a prometida comissão pelo generoso cliente que me arranjara. Ora por nada me apetecia pagar-lhe os 20% combinados.
- Generoso? – Contrapus com desdém – Pagou bem é certo mas o serviço foi pior do que pensava. De tal maneira que não sei se o voltaria a fazer pelo mesmo preço. Ainda tenho as mamas e os lábios da cona de tal maneira trincados com as suas mordidas que quer-me parecer que nos próximos dias nem um dedo vou poder meter nela. E isto para já não falar que vou ter de mandar lavar a blusa por causa da mancha que o broche que me obrigou a fazer-lhe deixou nela. Por isso dou-te 10% em dinheiro e acertamos o resto da tua comissão com uma mamada que te farei agora mesmo.
- A esta hora o teu namoradinho está ansioso esperando que lhe vás tocar uma punheta – observou-me o Afonso pois sabia bem qual era a tara do Rui quando eu vinha de estar com um cliente.
- Deixá-lo – retorqui-lhe – Quanto mais tempo esperar melhor lhe saberá a punheta e mais depressa se vem o que sempre me poupa canseira ao braço. Como é? Aceitas ou preferes chegar a casa e deixares que seja a tua mulher a fazer-to?

A mulher dele tinha a mania que era chiquérrima, não lhe fazia broches nem imaginava que o marido se envolvia com putas universitárias. Aceitou por isso. A minha noite de puta acabou assim dentro de um carro na mata do Choupal chupando no pau do Afonso. O meu namoradinho Rui é que teve mais azar pois nem direito a uma punheta tocada por mim teve como devia estar a contar. Concluído o broche ao Afonso pedi-lhe que me levasse a casa e já não voltei à Praça da República onde ele, roído de tesão, me ficou aguardando até bem depois das três da manhã.

 

Negão e loiro pauzudos

SOU GAÚCHO DO INTERIOR DE PORTO ALEGRE, TENHO 28 ANOS, MORENO CLARO, 1,80 ALTURA 80 kl. PEITO E PERNAS PELUDAS, COXAS GROSSAS. SOU TARADO POR KCTS, AINDA MAIORES; ALIAS SÓ GRANDE...

EM UMA TARDE DESSAS SEM TER TREPAR HÁ MUITOS DIAS E LOUCO POR UM MACHO FUI A UMA SAUNA ONDE TEM DARK ROOM. FIQUEI LÁ A TARDE TODA E JÁ DE SACO CHEIO DE CARAS QUE VÃO NESTE LUGAR E FICAM SE FAZENDO. NÃO GOSTAM DE SER TOCADOS E NEM TREPAR. ISSO ME DEIXA PUTO DA VIDA; POXA, O QUE ELES FAZEM LÁ SE NÃO QUEREM CURTIR. BOM VAMOS AO QUE INTERESSA...

DEPOIS DE TANTOS CARAS, RESOLVI INVESTIR EM UM NEGRO QUE TAVA NO MEIO DA MUVUCA, TENHO MINHA TÁTICA. PRIMEIRO CONFIRO O VOLUME COM A MÃO, SEM FOR GRANDE CAIO PRA CIMA. O NEGÃO ERA DOTADO ( DEVIA TER UNS 23CM DE PAU ), MAGRO E ALTO CONVIDEI ELE PRA IR A UMA CABINE E MAMEI ELE GOSTOSO, DEPOIS FIQUEI ESCORADO NA PAREDE E ELE METEU NO MEU CÚ SEM TITUBIAR, NOSSO NO INICIO DOEU, MAS COMO EU TAVA SEM LEVAR KCT MT TEMPO TIVE QUE AGUENTAR. LEVAVA ESTOCADAS VIOLENTAS NO RABO, O MACHO GEMIA QUANDO METIA E MEU RABO FICOU DORMENTE POR CAUSA DO PAUZÃO DELE. AQUELE MACHO ME COMEU POR UNS 10 MINUTOS ATÉ ENCHER A CAMISINHA DE PORRA. SAIMOS E FICAMOS NO DARK ROOM COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO.

FIQUEI EM UM CANTO PRA ME RECOMPOR, MAS QUANDO VI UM COROA GOSTOSO QUE JA TINHA ME ARROMBADO NESTE MESMO LUGAR A UM BOM TEMPO ATRÁS, FIQUEI COM TESÃO DE NOVO E RESOLVI INVESTI DE NOVO, CHEGUEI PERTO DELE E PUXEI CONVERSA. ESSE MACHO LOIRO SEM CAMISA COM SEU PEITO PELUDO ( ADORO MACHOS PELUDOS ), PASSEI A MAO NO KCT E VI QUE TAVA DURO. NÃO LEMBRAVA O QUANTO ERA GRANDE E GROSSO É QUASE UM ANTE BRAÇO, DEVE TER UNS 25CM E UMA GROSSURA DE UMA LATINHA DE COCA-COLA. DISSE QUE TAVA LOUCO PELO PAU DELE, ELE DISSE QUE PODIAMOS IR PRA UMA CABINE, MAS NAO DEU. ESTAVAM TODAS OCUPADAS, MAS NAO PERDI TEMPO LEVEI ELE PARA O BENHEIRO E DEI PRA ELE GOSTOSO, ELE METIA NO ME CÚ COM VONTADE DIZENDO QUE MEU RABO ERA GOSTOSO E PRA UMA PICA COMO A DELE TERIA QUE SER UM CÚ GOSTOSO COMO O MEU. EU GEMIA DE DOR E PRAZER ENQUANTO ERA SOCADO COM TESAO E VONTADE POR ESSE MACHO SUPER PAUZUDO. ELE SOCOU MT ATÉ GOZAR E ENCHER A CAMISINHA. EU COMO NA PRIMEIRA VEZ QUE DEU PARA O NEGAO EU NAO GOZEI. QUERIA DAR PRA MAIS MACHOS DOTADOS, PORÉM NÃO TIVE MT SORTE... SAI DE LÁ COM TESÃO NO RABO AINDA POR NAO TER GOZADO, MAS VOU VOLTAR LÁ E ME SATISFAZER.

VOCE MACHO SAFADO, PAUZUDO QUE GOSTE DE COMER UM RABO E METER PRA VALER ME ADD NO MSN E MANDE FOTOS DO KCT POR E-MAIL. DE PREFERENCIA DE PORTO ALEGRE. MAS QUERO TODOS SEJA DE ONDE FOR, É SÓ VIR A PORTO ALEGRE, MORO SOZINHO E SOU MT DISCRETO. ADORO MACHOS CASADOS... SOU VERSÁTIL, MAS MINHA PREFERÊNCIA É SER PASSIVO ( DAR PRA UM MACHO GRANDÃO E DOTADO ).

MEU MSN : abstratus_rs@hotmail.com
ME ADICIONEM E VAMOS FODER GOSTOSO.

 

Casado bundudo aguentou dois negao

Podem me chamar de rafa , tenho 34 anos sou casado,moro em sinop mato grosso, e ja tive esperiencia passiva com travesti, tenho 1,69 sou fofinho e tenho uma bunda grande e lisinha , sempre chamou a atençao depois dos jogos tomando banho com outros caras, mas nunca tinha dado meu rabao para homem, mas um certo dia , viajei a cuiabá-mt fiquei em um hotel , e sai a noite fui em uma lanchonete e tomei umas cervejas, mas quando fui no banheiro tinha dois negao forte mijando entrei no meio deles e tirei meu pauzinho (12cm) quando olhei para baixo e vi os dois mijando levei um susto ele perceberam, e comentei é verdade mesmo em , ele disse o que , respondi q negros tem o pau enorme,eles disseram quer ver melhor, disse claro fecharam a porta e eu cai de boca chupei muito uma tinha uns 20cm grosso e o outro enorme 25cm cabaçudo nao consequia colocar na boca, ele disseram q queria me comer disse ali nao dava ia chegar gente e a porta trancada,mas ele queriam gozar nao deu outra gozaram tudo na minha boca encheu de porra loucura , me lavei ai fomos no bar tomar umas nao saia o gosto de porra enguli muito, ficamos la tomando cerveja ai eles falaram temos q terminar o serviço topa , dissse vamos, ele tavam de carro fomos ao ap de um q mora so, tomamos um banho , ai fomos para cama comecei a chupar e vendo crescer aqueles pauzao enorme, figuei com medo do que iria contecer afinal so tinha dado para um travesti de 19cm, quando ele nao aguentava mais falei vou dar primeiro para o menor de 20cm , ele colocou a camisinha e falou fica de 4 encostado na cam, ai vi estrelas colocou a cabeça e foi entrando devagar derrepente meteu tudo com força gritei ele me segurou e disse relaxa agora é so prazer e começou bombar com força um vai e vem delicioso enqunto isso chupava o outro 25cm , meteu 20 minutos no meu rabo nao guentei gozei com o pau dele na bunda sem relar no meu pauzinho, ele tirou o pau e gozou na minha cara , guando fui deitar o outro nao deixou , me pegou sentou na cama e disse senta no meu pauzao vou te arrombar , meu cu tava ardendo , colocou a camisinha e comecei a sentar a cabeça entrou apertada ele era muito grosso senti abrir meu cu doeu muito quando tava na metade pensei q j tinha acabado ele disse so foi a metade,na consequi sentar e engolir tudo, ele me colocou d 4 e disse agora vai começou enfiar foi melhor quando vi tava tudo no meu cuzao , ai começou o vai e vem fazia muito barulho o saco dele na minha bunda , gritei berrei ele meteu sem do gozei 3 vz com o pau dele no meu cuzao, foi uma hora de rola que tive q aguentar ele tirou o pauzao e gozou tudo na minha cara, fui no banheiro e vi no espelho meu cu arrombado vermelho , tomamos banho dormimos juntos pelado, de manha tomamos cafe e começou a fodelancia de novo tive q fazer ele gozarem 3 vz ainda quaze desmaiei, fui para o hotel e dormi o dia todo com a bunda doendo , fiquei uma semana sem sentar direito, quem gostou me mande e-mail ou adciona msn . anusfelis@hotmail.com

Conteúdo sindicalizado