Contos Eróticos

Irresistível tentação

Olá! Me chamo Marcus, tenho 20 anos, olhos e cabelos castanhos, 1,60 de altura. Bem, eu tenho uma fantasia perigosa( risos ): homens casados. Pois bem, tenho muitas amigas e a Cris é umas das minhas melhores; putz, ela tem um maridao... Carlos; imagian só: cabelos castanhos escuros, olhos verdes, saradao e um sotaque galante. Eu sempre gostava de conversar com ele, sempre tinha assuntos pra me entreter ou piadas pra me dizer quando eu nao tava bem.Mal sabia ele minhas segundas intençoes. Como a Cris era rica, tinham uma casa na praia e me convidou pra ir ver o Carlos de sunga vermelha quase me fez cair pra tras

Cris saiu pra fazer compras e ficamos só nos dois na casa de praia conversa vai conversa vem até q ele entra no assunto de sexo "entao marcus vc é sexualmente ativo?" eu respondi digamos q meus hormonios carlao sao incontrolaveis os homens piram comigo ele levanto uma sobrancelha e disse noss ta podendo eu nao parava de olha pra pernas dele era uma coisa de loco!!! marcus, como é transar com homens? a pergunta dele me estremeceu pq que saber carlao disse eu ai ele falo sei lá to curioso eu ainda nao peguei um ainda? ja percebi uma certa vontade nele q eu nao ai dexa passar vc ja beijo h carlao? nao, ele disse gostaria so pra ver como é ele levanto e me encaro pode me ajuda a faze isso marcus? eu nao sabia o q dizer na hora mas respondi tem certeza q que isso?

claro ele disse vc e amigo da minha esposa e meu tb q mal há nisso? eu disse ta bom ele se aproximo e me deu um beijo acho q so a lingua dele foi suficiente pra me enlouquecer mas ele nao paro por ai coloco a mao dentro da minha sunga na minha bunda e falo no meu ouvido gostei ai eu ja falei como um safado quer mais? ele falo logico eu abaxei a sunga dele e comecei a chupa a rola dele tive q me controla pra nao goza de tanto tesao q eu tava ele pedia pra q eu nao parasse q eu tinha uma boca quentinha e deliciosa depois ele dise tira a sunga e fica de quatro na cadera vo chupa seu cu noss vcs nao imaginam o q e senti a lingua de uma macho na bunda eu gemia muito pq ele chupava com muita vontade ate q eu nao me segurei e gozei. ele falo noss ja eu nao acabei ainda tenho q te come ele correu pra dentro de casa e volto com uma camisinha boto com presssa no pau e pediu pra eu fica de quatro de novo comecei a meter mas nao doeu ele fodia tao gostoso q eu cheguei a rebola na rola dele isso ai garoto sempre quis te comer safadinho rebola mais vai rebola no meu pau vai noss ele gozo pra caralho em mim depois q a gente termino ele falo noss marcus vc e gostoso mesmo heim valeu continue sempre assim meu filhote e me deu um beijo de lingua avassalador bem é isso ai querem me conhecer ad ai marcaotesao2010@hotmail.com quem quiser real comigo nao vai se arrepende

 

Podem me chamar de Carol

O que vou contar nada mais é do que eu mesma. Desde criança adoro lingeries, na lojinha de meu tio sempre dava um jeito de roubar uma calcinha e naquela epoca era só de malha mesmo. Lembro que tinha uns 10 anos ja afanava as calcinhas da loja de meu tio e sempre me achei diferente mas tinha ainda mais três irmãos e uma irmã mais nova que não poderiam saber de minhas preferencias.


Cresci com este gosto maravilhoso por calcinhas e tudo o que envolvia traje feminino. Não me considero, ainda, um gay. Principalmente por não ser assumido. Tenho uma familia com dois filhos e estou em um segundo relacionamento heterosexual mas nunca me esqueci de meus gostos por lingeries. Pode ser fetiche mas passa o tempo e gosto mais ainda, mesmo que escondido de todo mundo.


É estranho porque minha primeira mulher descobriu e acabou comigo. Nunca consegui ter um relacionamento normal com ela apesar dos dois filhos (hoje com 34 e 33 anos). A minha segunda mulher sabe porque contei mas nas brigas ela falou sobre o assunto principalmente quando ela encontrou em minha gaveta de cuecas e pijamas, umas 5 calcinhas e me colocou mais para baixo que capacho.


Bem, a historia é longa. Tenho 57 anos hoje e tenho devaneios com relação homosexual mas não tenho coragem de procurar uma. O maximo que consigo é uma seção de cenouras e vibradores de silicone. Hoje por exemplo passei o dia inteiro, no trabalho, com uma calcinha cinza e outra rosa por cima (sempre gosto de por duas, uma pequena e outra maior por cima) e para proteger coloco um protetor diario de calcinhas (tipo always). Isto para que não suje muito a gostosa pecinha.
Minha atual mulher sabe que faço isto mas não comenta nada mas sei que ela sabe e sua filha tambem sabe. Principalmente porque aquelas calcinhas que ela achou na gaveta, deu todas para a filha (usadas). Então, hoje para dar um exemplo,minha mulher viajou e volta somente depois de amanhã a noite e pela manhã peguei uma cenoura e guardei em uma das gavetas do guarda-roupas e passei o dia todo com as calcinhas, fui trabalhar normalmente e agora a noite fiz o seguinte, esperei meu sogro e a filha de minha mulher irem dormir, peguei um vibrador que temos em casa bem guardado, um oleo lubrificante e duas camisinhas. Não tive duvidas nem receio, vesti a cenoura e o vibrador com as camisinhas no banheiro mesmo. como estava vestidinha (com um soutien de renda branco e as calcinhas), comecei a passear pelo quarto e banheiro chupando o vibrador (que não é pequeno, medindo uns 20x6 cm).


Besuntei a cenoura e o vibrador com o lubrificante, passei tambem no meu cuzinho que ja estava diodinho para ser penetrado e tirei as calcinhas. Em pé mesmo, no banheiro posicionei a cenoura (menor que o vibrador) e fui forçando bem devagar. Claro que meu pau começou a soltar aquele liquido maravilhoso, que fui pegando gota a gota com um dedo e fui engolindo todo ele. Enquanto isto fui forçando a cenoura que foi forçando as paredes meu meu rabo com muita dor tanto fora como nos ossos. Parecia que iria quebrar tudo mas continuei até sentir que tinha dado uma laceada e empurrei a cenoura para dentro. O lubrificante ajudou muito pois logo em seguida pude fazer os movimentos de vai e vem. Com a cenoura no rabo, fui para cama procurando não manchar nada e deitei-me de barriga para cima e pernas par o alto e fui enfiando a cenoura. Ai que delicia sentir o vai e vem da cenoura. Troquei de posição ficando de quatro na cama e empurrando a cenoura. Foi magico, delicioso sentir ela la dentro, sempre lambendo os dedos com o liquido de meu pau. Levantei e voltei ao banheiro onde estava o vibrador. Como a cenoura ja havia aberto o caminho, foi facil colocar o vibrador todinho dentro de mim ele ja estava lubrificado e entrou muito facil mesmo, apesar do tamanho, "engoli" por inteiro, deitado, de quatro, em pé, sentado nele na tampa da privada. Foi uma loucura. Estou até agora com o rabo queimando e (acho) que querendo mais. Vez por outra ele da uma piscada.


Quando me cansei e com o cu já quente mesmo, tirei o vibrador que trabalhou muito entrando e saindo de meu cu, fui tomar banho, guardar e jogar fora os objetos utilizados (camisinhas, envolucros, etc). Não gozei mas adorei a seção especial que tive (nunca tive tal oportunidade antes mesmo porque não havia pensado na cenoura).


Quando terminei de tomar banho procurei novas calcinhas e peguei uma fio dental branca e lilas e mais uma calcinha azul para por por cima. Coloquei o sutiã branco e um vestidinho velho de minha mulher (que ela descartou por ser velho) e estou aqui escrevendo.
Para falar a verdade, estou vestidinho mas ainda, um dia, vou conseguir o que muito quero, que é um verdadeiro pau na minha frente para me deleitar. Enquanto isto vou aproveitando as oportunidades para me deliciar com o vibrador, a cenoura e minhas calcinhas e soutiens que tenho escondidos.


Esta é uma historia de hoje. Um dia qualquer conto mais historias minhas ao longo deste tempo todo como amante de lingeries (e qualquer roupa feminina).
Bem, vou dormir agora pois tenho que trabalhar amanhã cedo. Amanhã verei com quais calcinhas vou trabalhar.


Beijos
Podem me chamar de Charol

Vestidos de Vento

INTRODUÇÃO
                                 
Um escritor é um espelho vivo.
Este conto é dedicado aos “crossdressers” que tem um apreciação sexual mais suave e, ao meu ver, muito bonita!...
Dentro da Alteridade que lutamos por construir ,Deus deu a eles a tarefa  de trazer  novas roupas.Que, se não servem pra todos, nos inspiram com as cores do arco-íris.
Queria deixar aqui a dedicatória a três ou quatro nomes que considero estrelas, simbolizando todo esse novo universo.
São a Yummi, a Lia Ferraz, a Elisabeth Bardoti e a Maitê.
Isto é um longo abraço que passa inapelavelmente por elas.
Com toda a modéstia, espero que o público goste.

             Afetuosamente :  

                       Prisma

 

         VESTIDOS DE VENTOS       

   Tudo aconteceu talvez porque tenha comido uma semente de flor.
   Talvez um gerânio.
   Isso porém, de absoluta fertilidade aconteceu muito depois.
   Vivia, nos meus quatorze anos, com minha mãe. Separada de meu pai, que  viajava
muito ao estrangeiro ___(ele nos visitava no Natal!).
   Minha mãe era Major do exército. Alcançar o posto, depois de muita luta ( era militar
de carreira ). Como levava a vida militar muito a sério ( morávamos a três quadras  das edificações militares, amplas, simétricas, iguais ___brancas e caiadas numa  cadência monocórdica___o passo militar não admite intervalos ) ___nossa vida era rígida.
   Acordávamos às cinco horas da manhã. E após a ginástica... tarefas!...
   Tudo impecavelmente limpo!
   A lógica era implacável:café, almoço, janta e cama. Nessas nuvens brancas, nenhum rasgo de sol, ou de noite escura, fértil em estrelas. Tudo claro, limpo, engomado.Implacavelmente fardado.
   E como, ao primeiro ponto de sol ela transpunha os portões do quartel, deixava-me u-
ma tabela. A executasse.Uma vez por semana, uma diarista. Uma boa ajuda para as rou-
pas, o chão, sempre varrido e brilhante ___ ...e o pó!Tirado assepticamente com  aspira-
dor... tanto quanto espanador !... O ar ficava esterilizado.Poder-se-ia comer no chão !...
   Por uma singularidade quase inexplicável nossa casa ___bem  perto dos  “headquar-
ters “ tinha membros mais dissolvidos e mais orgânicos. Não era uma casa marcial, antes uma casa bela, de média a grande, num estilo mais antigo, decorada do lado de fora com balaústres de pedra e rendilhados relevos. De dois andares, com ampla sala e uma escadaria ___que me atraía. Lá fora o jardim, entregue ao perfume das flores, ao  verde das gramas, as copas arredondadas das árvores e aos todos o ventos. De  longe  fazia
um lindo efeito.Tinha uma privacidade militar sem por isso ser um eremitério, ou um ovo fechado na sua brancura. (Vejo isso ,hoje,situado depois do meu tempo de transição que,
 na época, pela extrema simetria de sua “alma”  interna, causava  apenas  uma  certa opressão.E aflição. Como um calendário sempre atrasado.Ou um relógio que só focasse
o tempo futuro e fosse só cordas !...).
   Faltava, apenas, caricaturalmente, um daqueles postes de mãos de prontidão que existem no corpo de bombeiros !...
  Apesar dessa rigidez elevada ( o uniforme de mamãe era o mais brilhante e impecável
de todo o quartel ___uma pontualidade extremada corrigia o próprio tempo ! ). A mãe era naturalmente boa e tinha um hobby ___que a fazia relaxar de suas horas. Cultivar flores. Seu jardim era verdadeiramente exuberante.A ponto de as tropas ao marcharem olharem disciplinadamente para o lado na grata intenção incontinente de todo vê-lo, deleitá-lo.Um alívio para tanta norma!
   Flores eram o seu orgulho.
   Evidentemente, esse ambiente implacável como o brilho o aço não condiz com fertili-
dade. Antes fala de um modo de ver impessoal como o senso extremado de dever espalhado por todo o universo. Como a cabeça da medusa semeando uma seriedade e
em extremo secando a semente do humano.
   Pois foi num banho de banheira que tudo aconteceu.
   E porque eu , inadvertidamente, comi uma semente de Gerânio!...Tenho certeza.Ou...
quase !
   Mas todas as coisas, a menor delas, nos diz a sabedoria com sua amplidão de Praça, Pública, todas elas têm uma ao de ser, um significado. E é por isso que todas as coisas
( mais cedo ou mais tarde ) têm cura. E as peças todas acabam se encaixando , abrindo
a imagem do quebra-cabeças. Do nosso quebra-cabeças que tem vindo de muito longe.
   Isso torna os Inícios,na verdade como um Sempre Novo...
   Mas vieram minhas primas.
   Certo dia elas assomaram ruidosas, abrindo suas verdes folhas vaporosas de  bom humor, cindindo todo o espaço com graça. Vieram passar  dias. Haviam  feito  inscrição
para uma escola afamada e, o restante das férias passariam com  sua tia, conhecer toda
a nossa cidade, queriam. Gostei.
   Eram a Stéfane, a Linda e a Ema. De sobrenome Queirós, do Alto-Goiás ___região de fértil, boa lavoura e criação.
   Tinham a situação estabelecida, eram modernas, os pais, fazendeiros.
   Ficaram no quarto colado ao meu.
   Só então houve um espaço naquela colada disciplina militar.  Era  como se só agora respirássemos.
   Minha mãe as amava e se desfez em amabilidades.
   Já eu tive de me acostumar com todo esse sopro feminino, novo para mi8m. Porque e-
las eram femininas ... e como !...
   Nossa rotina, então, ficou cheia de fru-frus e jovens rendas.
   Como sementes à procura de solo, elas se dispuseram ali, todas florires, com seus per-
fumes e bem situados caprichos.Eram, realmente, luminosas !...
   Coloco aqui apenas algumas palavras que mostram em imagens o que Foi  o desabro-
char ali dessas sementes em flor:
    Pequenas minúcias, dedinhos esticados, olhos primorosos, losango negros, peles bran-
cas, pele negra com  prata da noite,  lacinhos-lembrança,  biquininhos  verdinhos cor de esperança, calcinhas a fartar  pra não faltar,  rostinho  de  atrevidas, malhas de oncinha, camisolas de  sono  sempre acordado, acetinado, sapatilhas,  tutus de balé, saltos altos, pequenos  coraçõezinhos  espalhados  sobre o branco,  rabos-de-cavalo, laços floridos, aparelhos de chá d porcelana negra, equilíbrios instáveis e cores desmaiadas, tons  pastel, triângulos a que não faltam calcinhas, fofuras, dobras gordinhas, tufos de  flores,  suspen-
sas  orquídeas, montes macios, pina resolutas, sardas, areia que arrasta, gruda, branca e dourada,  suspiros  absorventes,  pulsos  abertos para os arco-íris,  meneios circulares, pulseiras,  felpos  de  toalha  azul, molas cheias de amor ____labirinto de  reentrâncias, banhos demorados, sementes de amor... Acho que é só !
   O quarto delas ficou sendo um mundo.
   E um dia partiram.
   Mas antes fizeram uma brincadeira comigo.
   Me eram um cartão de despedida, dizendo : “Nós voltaremos !...” Ao  abrir, lá  estava o meu rosto: era um cartão espelhado, e...cercado de flores e rosas... como um  vaso ou um jardim. Tudo vermelho, cor-de-rosa e branco. E... a assinatura das três...
   O abrir foi surpreendente.
   Passaram os dias e eu senti muito a falta delas.Elas haviam  traçado um risco no centro do rio de nossas vidas. E os rios, por mais comuns que sejam,  têm a destinação  de regar. De levar e trazer as águas...
   Saudosos, voltamos ao “normal “...
   Até um dia...

 

   Nossa casa tinha uma bela banheira. Era branca e, com as águas, era como se a  alma
do mármore falasse. Como se brilhasse por dentro o pó mais nobre que faz a vida.  Minha mãe havia aberto sementes de gerânio.Nesse dia resolvi tomar um banho mais  demorado. Passei pela sala e sujei sem querer as mãos nas sementes de Gerânio.Sem querer, também, levei a mão à boca.
   Água enchendo. Banho.
   Fiquei uns cinco minutos naquela água morna, quando tudo aconteceu.
   Era inverno.
   O vento dava tapinhas na transparência das janelas.
   O universo todo, então, pareceu flutuar.
   De repente senti um pequeno vento interno. Ele  se ampliou. As águas  se  tornaram leitosas, se espessaram. E todo o estofo daquele quarto delas ___  de  muita vivacidade !___penetrou em mim e pela brecha da alma ___ e era uma Imensa Rosa Aberta ___com seu miraculoso pólen, cheio e perfumes e voltas... Ah! Que instante ! Vi o universo contido num círculo. Respirei fundo.Por dentro brilhava e as pálpebras se achegavam, cheias, para um longo abraço. A casa dava flor !...
   E o por dentro se modificou. Em abertas luzes.
   Flores e laços e rendas e painas.
   A alma flutuava numa imensa rosácea azul.
   Meus olhos viam tudo, mas... femininamente.
   Olhei o corpo ( sabia que era o mesmo ) repassado de perfume.
   Floria. Como jamais pudera supor.
   Meus sentidos ficaram mais aguçados.
   Minha voz ( a interior ) mais clara.
   O olfato ( dir-se-ia ) me faria sentir até mesmo os tons mais recônditos da alma. Ficou primoroso.
   E havia um peso de todas as concretudes em mim.
   Denso e categórico como (perdão pela imagem! )___ um repolho.
   Quando olhava era outro o espaço e outra a visão.
   Lá dentro de mim se abriu uma imensa sombrinha, ou uma imensa saia ( o que sei ?!...) ___toda fofa e rendada, preciosa de pérolas de amor. Como se espera um dia que a dor se mude definitivamente em Glória!...
    Muito, nos intervalos de semente, eu não sei...
   Só sei que me sentia no enlace suspenso e quando andava, abria, num triângulo, as  a-
sas esvoaçantes que falavam tanto do passado da vida quanto do futuro.
   Como o mais leve vestido de cauda.
   Desci... e então a escadaria brilhou.
   Parecia ela a noite que esperava uma estrela.
   Senti toda a casa. Todo o seu passado.Preenchi cada recanto de memória viva. Senti que as estradas das filha de Eva (com o cordão umbilical de Maria ) passavam por ali... e abrindo irradiante Jardim.
   Perfumes.
   Pequenidades gostosas de tocar, sentir e ver.
   A fragilidade dos cristais, a ternura dos pássaros,  a  fofura  dos  bichos,  a  vitalidade ingênua das plantas...
   Dentro em mim senti então porque era o sexo frágil.
   Como estrela que teima reinar no céu ( não importam as tempestades )...
   O arco-íris floriu... e minha mãe chegou. Abriu a porta.
   Era que, desde as primas, ela se modificara.
   Estava atenciosa e mais sonhadora.
   Naquela noite, aconchegado a um roupão, tudo falei pra ela !... Parecia  esperar  aquilo. Seu olhar era longo como o Infinito. Sorriu, apenas. Aberta a porta do coração, acreditou. E eu, delicadamente ( não podia agora ser diferente ) pedi :
   E nem precisava.
   Ela concordou.   Como um conto , “O espelho “, que havia lido há muito tempo ( Ma-
chado de Assis ) precisava que a alma exterior abrisse Vida. Me desse confirmação. Até
isso acontecer, tudo era expectativa.
   Dois dias depois ela veio com as compra.
   E me vestiu.
   A Vida tem sempre um conto que vai preencher o ar. É a oferta mais pura. É a esquina aberta. Por isso é tão importante. E por isso veste o Sonho Humano ___estrela  que  não finda em sua luz e nos liga à alteridade.
    Sim, me vestiu. Foi o encontro da feminilidade. Nunca foram suas mãos tão  carícia e belos aconchegos. As calcinhas de flor e bichinho, segundo a mescla da minha idade,  as meia coloridas num visual moderno, soutien com seu bojo de cândidos leites e suas  cha-
ves de elástico mel. Luvas nas mãos, brancas de toda  expectativa  futura. As  sandálias, perfeitas no seus pontos de flores, lençol que envolve  o  próprio perfume.  Cabelo  com apliques, franjas e   tranças.  Brincos. Bem  bonitos,  brilhando à face  suave,  pintada, discretamente para uma moça ___deve ser!...___ Sombra sonhativa e exclamativa, nunca chamativa. Enfim, a suavidade das saias, babadas de algodão, o hálito puro  da  blusinha, pronunciando abraço no seu látex tecido de ruguinhas ___preocupações mulher,  indaga-
ções ___ entre menina e moça. E bolsa. (Onde sempre esperamos, por mais diminuta que seja, caiba tudo ! ).
   Unhas normais ___ a base que cura as garras.
   Um ponto de perfume.
   Só.
   E o esplendor vai sempre continuar, como o show que “must go on!”  Candelabro  que ilumina todo o universo. E se ata à Estrela Maior.
   Realizadas !...
   Dia depois, na tarde, hora divina que abre portais e esperança, veio o banho de reforço.
   E nele, as águas do sonho eram maiores que a Vida. Full Scream. Sonho  concreto  e real... aliás... na candura dos lírios, como deve ser todo Sonho !...

 

   Não sei o que vai acontecer daqui em diante. Não uso as roupas . Não preciso !  esse vento que teima por dentro é o melhor ! É o melhor e leva pra longe. Lá, naquela região do céu ( com ou sem flores ) em que as estrelas todas dão a mão.
   Gerânios são flores muito mais que lindas.
Ela florem perfume. Se integram no cotidiano... na porta do dia-a-dia. Levam sempre a um melhor !
   O chão refletirá sempre a eternidade que precisa de um corpo.
   Branco mármore é mais precioso com inclusões.
   Linda como uma flor aberta no ar e completa. Verdadeiro/verdadeira porque flor que sou só não precisa de vestir ___só do Vento do Dentro.
   Pérola, a mais suave cura, como estrelas e seu perfume que envolveu a noite escura.
   E tudo brilha e nada some.
   Belos elos de amor pronunciando vitória contra o vazio.
   Agora... só preciso de um nome !...

O meu melhor amigo

Chamo-me Leon, tenho 26 anos de idade, negro, 1,87m, 83 kg, pratico esportes, por isso tenho um corpo definido. Sou homossexual, mas não sou afeminado, muito menos assumido. Tenho parceiro fixo a mais de três anos, mas o que aconteceu foi com um dos meus melhores amigos.
Tenho um amigo chamado Alex (nome fictício) que sabe tudo de minha vida. Aquele amigo irmão mesmo. Ele tem 24 anos de idade – na época ele tinha 23 e eu 25. Alex é claro, olhos verdes, cabelos castanhos, 1,70m, corpo bem definido pelo futebol e academia. Ele é o típico homem galinha, pega todas que se abrir pra ele, mas sempre com os devidos cuidados. Bom, eu e Alex temos uma amizade muito forte, à ponto de chamá-lo de filho. Conversamos sobre qualquer coisa, inclusive sobre minha relação com o meu companheiro, mas nunca faltamos com respeito um ao outro, apesar das brincadeiras libidinosas que sempre rolava. Respeito era o que mais havia entre a gente.
No ano passado, pra ser mais exato no dia 13/06/2010, estava em casa quando Alex me ligou chamando para ir à casa de um amigo dele (eu nem sabia onde era a casa, mas cheguei lá), para assistirmos um dos jogos da Copa do Mundo. Fui, assisti ao primeiro tempo do jogo e ao término deste, chamei Alex e disse que iria para casa, pois estava com uma forte dor de cabeça... Ao que ele me respondeu:
-Eu tenho um bom remédio pra isso.
Levei na esportiva, pois sempre brincávamos... Perguntei:
-Tem mesmo? E que remédio é esse?
Ele respondeu:
-Abre as pernas que a cabeça passa!
-Não me ofereça aquilo que não pode me dar - Respondi a ele.
Então ele me disse:
-Se estou oferecendo é porque posso e vou dar.
Saí dando risada como se fosse mais uma brincadeira.
Dois dias depois, no dia do primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa, fomos para a casa de uma amiga, pois como bom baiano, tudo pra gente é motivo de festa. Ao termino do jogo, tive um desentendimento discreto com o meu pessoal, e Alex, por saber da gente, percebeu tudo. Quando eu estava indo pra casa meu celular tocou, e ao atendê-lo, ouvi Alex falar:
-Está com dor de cabeça por causa da discussão? Se estiver, posso te dar o remédio que te prometi antes de ontem. E saiba que não estou brincando.
Disse a ele que esperasse em minha casa, pois estava indo tomar banho e quando terminasse conversávamos, pois estava precisando.
Quando terminei, encontrei com ele em um jardim perto de minha casa. Então ele me pediu que pegasse o carro, pois realmente estava a fim de sair comigo. Assim eu fiz. Peguei o carro e seguimos para um motel, calados durante todo o deslocamento. Ao chegar à frente do motel, falei para ele:
-Se quiser desistir o momento é agora, pois depois que entrarmos ali, não poderá voltar atrás.
Ele nada disse. Apenas pegou minha não e me passou que estava seguro em seu desejo.
Ao chegarmos ao quarto, meio sem saber o que fazer por causa da situação, liguei a TV e deitei na cama. Neste momento, Alex deitou-se ao meu lado e me deu o melhor beijo de minha vida. Começou a falar coisas do tipo: você é tudo pra mim... Há muitos anos espero por isso... Sempre te desejei, mas por respeito e por amizade sofri esse tempo todo calado. Ao ouvir essas coisas do meu melhor amigo, hétero, maior galinha da cidade, não tive dúvidas... Eu queria muito aquele homem.
Nossos corpos se misturaram, eu fui descendo, beijando seu peito bem esculpido, sua barriga, sua virilha... Seu sexo. Aquele pênis de 18 cm bem feito, projetado para cima, penetrou em minha boca preenchendo-a em todos os espaços. Alex falava coisas belas e alisava a minha cabeça em direção ao seu membro. Puxou-me pela nuca e me deu outro beijo ardente. Depois, sem cerimonias, desceu até o meu membro e me levou à loucura. Tirou minha roupa como quem abre o melhor presente do mundo, e avançou com sua língua na direção de meu ânus, que parecia chamar o teu nome. Alex me levou ao céu, de um jeito que eu nunca imaginei ser possível. Aquele homem me penetrou com sua língua como um viajante no deserto sedento por água. Depois voltou a me beijar e me disse:
-Deixa eu sentir você por dentro. Me faça o homem mais feliz: me deixe te penetrar.
Eu nada respondi, apenas me posicionei e recebi aquele homem que tanto me desejava. Alex lubrificou o pênis e veio com uma delicadeza que homem nenhum – nem mesmo o meu – havia tido comigo. Ele me penetrou com virilidade e sexualismo, sendo um verdadeiro homem másculo, porém delicado e amável, me falando coisas profundas e dizendo me amar mais que a qualquer pessoa que já havia passado em sua vida. Era difícil para mim acreditar que aquele homem, meu amigo a mais de dez anos, pudesse me amar calado por tanto tempo. Alex me penetrou com uma maestria que me fez gozar sem nem mesmo ter me masturbado. E quando o seu gozo veio, ele me abraçou, me beijou e me disse:
-Guarda dentro de ti a prova de todo o amor que eu sinto por você. Eu te amo.
E então jorrou seu líquido quente dentro de mim, me abraçando com mais força, me beijando e se declarando aos gritos.
Tomamos banho, juntos e transamos mais uma vez. Terminamos, voltamos pra casa e conversamos naturalmente sobre tudo o que tinha acontecido. Alex então me confidenciou que tinha sido a sua primeira experiência homo, e que estava realizado porque tinha sido com o homem que ele amava.
Hoje nossa amizade hoje em dia é muito mais forte que antes. Continuo com o meu pessoal. Ele não sabe de nada, mas sempre que possível, tenho meu amigo Alex em meus braços.

O sequestro

Olá gente, é minha primeira vez aqui, então vou me apresentar.
Sou Marcos Molinnari, tenho 22 anos, 1,75 de alt. 72 kg, olhos castanhos e muito carinhoso!!!
Isso que vou contar pra vocês foi real.Aconteceu quando tinha 18 anos, esta esperando o ônibus pra voltar pra casa, depois de um dia muito cansativo de trabalho, por volta das 18:30 hs. Não tinha muita gente na parada, e isso facilitou muito.
Assim que cheguei na parada de ônibus, dois rapazes de aproximadamente 24 anos, morenos, fortes, o corpo sarado, até bonitinhos. Começaram a me encarar e conversar um com o outro baixinho. Percebi que estavam falando de mim, e fiquei um pouco desconfortável com a situação.
O ônibus chegou e eu torci pra eles não entrarem, mas pra minha surpresa entraram no mesmo ônibus e sentaram duas fileiras atrás de mim.
A viagem parecia que não ia acabar mais, estava ficando preocupado, com medo de fazerem algo comigo.
Sou muito discreto, quem não me conhece não sabe da minha preferência sexual, então, presumi que eles queria me assaltar.
Chegou no ponto onde eu ia saltar e lês vieram atrás de mim, meu coração batia acelerado, e quando menos espero, fui surpreendido por eles, que me pegaram a força e me levaram pra um lugar deserto.

Pensei que ia morrer, quando um deles pegou um celular e ligou pra outra pessoa. Ficamos ali uns 20 minutos, quando chegou outro rapaz de carro.
Nesse momento percebi que não era um simples assalto, mas um seqüestro. Eu trabalho em uma grande empresa, como auxiliar administrativo, não tenho muito dinheiro, mas me visto muito bem. Talvez eles tivessem achando que eu era muito rico. Quando o rapaz desceu do carro, me colocaram no banco traseiro e um veio me segurando.
Nesse momento eles começaram a dizer que iam me deixar muito machucado, que eu nunca mais ia esquecer aquela noite, e eles estavam com toda razão, nunca esqueci e nem vou esquecer essa noite.
Comecei a chorar, estava aterrorizado com a idéia, andamos uns 15 quilometros e entramos em uma casa, numa rua pouco movimentada.
Quando entramos, a casa estava vazia, tinha poucos móveis, estava muito empoeirada, e achei que seria o meu cativeiro.
Eles me amarraram na cama, e um deles disse: Quanto vamos pedir?
O outro respondei: Não sei, vamos ver. Mas antes, vamos brincar um pouquinho com ele.
Ótima idéia, disse o outro. Eu to louco pra comeu um cuzinho apertadinho!

Essa fala simplesmente me deixou muito excitado, esqueci que estava sendo sequestrado e comecei a imaginar aqueles três caras me comendo.
Começaram a tirar a roupa, tinha um cacete enorme, um deles sentou em cima de mim e me colocou pra chupar, fingi que não queria, mas ele tinha um cacete tão gostoso que não resisti. Cai de boca naquele pau maravilhoso.
Hummm, ele ta gostando de chupar meu pau. Disse ele.
Vamos torar esse viadinho. Disse o outro.
Vierem os três, me desamarram e eu comecei a chupar eles com gostou, enquanto isso, um me pegou por traz e começou a enfiar o cacete no meu cominho, eu gemia de dor e prazer, estava adorando! Nunca tinha tranzando com mais de um e naquele dia, estava fudendo com três de uma vez.

Fudemos a noite toda, e no amanhecer do dia, resolveram me soltar, dei apenas o que tinha na carteira naquele momento, uns 250 reais.
Até hoje, todos os dias, espero que eles voltem ao ponto d ônibus que eu pego pra repetir aquele seqüestro maravilhoso!

Espero que tenham gostado, se quiser podem compartilhar!

marcosmolinnari@hotmail.com

A surpresa da Professorinha

Há uns anos atrás eu estudava Inglês num curso perto da USP. E tinha aula com uma professora japonesa muito gostozinha...era uma delícia...tinha uma carinha delicada, parecia uma bonequinha de louça embora fosse alta 1,70m e esguia, quase da minha altura tinha uma sorriso doce e meigo,peitinhos pequenos mas rígidos, sempre usava uma saia curtinha que mostrava um belo par de pernas lizinhas branquinhas, usava uma sandálinha bem fininha deixando mostrar os pézinhos delicados e bem tratados dedinhos bem contornados, unhas bem contadas e pintadas de vermelho...um dia, a gente começou durante a aula a ficar meio se olhando...de vez em quando ela me dava um sorrizinho diferente...e eu fui me interesssando até que um dia resolvi criar coragem,  e depois da aula me ofereci para leva-la em casa...e depois disso volta e meia eu levava ele em casa de carro, até que um dia ela pareceu meu triste disse q ue o noivo dela tinha trocado ela por uma amiga que ele conheceu na academia.

Nesse dia ela me convidou para ir no apartamento dela tomarmos um chá...logo fiquei empolgado, tava louco para ir para a cama com ela...fiquei com tesão só imaginando durante o caminho. Quando chegamos no ap dela ela ja foi logo tirando as sandalias, deixando-as logo na porta e me dizendo para fazer o mesmo para que eu ficasse à vontade e sentasse no sofá enquanto ela preparava o chá..dali a pouco ela veio e trouxe duas xicaras, tomamos o chá e começamos a conversar. Ela começou desabafando as mágoas do noivo e disse que se sentia protegida ao meu lado...logo depois...em dado momento ela me acariciou o rosto e me deu um delicioso beijo de língua bem lascivo...disse que me adorava desde o primeiro dia em que me viu e começou a passar a mão na minha perna despertando meu tesão...fui me soltando e também fui acariciando as perninhas dela, lisas e delicadas , branquinhas...enquanto ela tirava minha camisa, fui abrindo sua blusinha expondo os peitinhos dela apertadinhos num sutiã transparente. Em seguida, tirei a sainha dela deixando-a só de calcinha e sutiã.

Comecei a acaricia-la nos peitinhos por baixo do sutiã deixando ela com os mamilos durinhos,louquinha de tesão, fui despindo ela bem devagar deixando-a só de calcinha fui descendo encostando os lábios na pele macia dos seios, na barriguinha...ela por sua vez terminou de me despir me deixando nuzinho me virou de costa e começou a acariciar minha bundinha lizinha bem de leve, passando o dedinho no meu reguinho afundado pouco a pouco até tocar meu cuzinho...achei aquilo um pouco estranho mas acabei gostando fui ficando muito excitado...depois me virei e tirei a calcinha dela e qual nào foi meu espanto quando saltou para fora um pauzão enorme e bem duro... a principio fiquei paralizado, assustado...como poderia uma japonezinha tão suave e delicada com aqu ele pauzão enorme, bem duro, cabeça vermelha, latejando...ela me disse que podia chupar se quisesse, e eu não fiz cerimonia peguei aquele pauzão lindo e comecei a acariciar, beijei e segurei aquela coisa dura e gostosa contra meu rosto passei a língua no saco dela lizinho chupei devagar as duas bolas e deixei minha "japonezinha" em ponto de bala...depois virei meu cuzinho piscando de tesão e ofereci a ela, que sem demora passou um creminho KY e  já encostou a cabeça daquele cacetão duro que escorregou para dentro do meu cuzinho com facilidade e logo já iniciou o entra e sai...foi um tesão inequecível...que noite!

...ela adorou comer meu cuzinho...gozou que nem louca...minha professorinha agora não pensa noutra coisa depois da aula.

 

 

 

 

Aventuras de Mariane

Oi pessoal,sou de Sao Paulo e meu nome é Mariane Miyuki,pode me chamar de Má (mas sou boazinha - brincadeira)! ou Mari! vou contar nos meus contos (este é o primeiro) um pouco de minha história misturada com minhas mais profundas fantasias; não tenha vergonha e qualquer duvida pode me perguntar ok? mmiyuki89@yahoo.com.br

Hoje tenho 22 anos, 1,69 de altura tenho descendencia japonesa; como toda cd, desde pequena gostava de experimentar roupas e acessórios femininos, e isso realmente até hoje me deixa muitíssimo excitada! Tenho mega fetiche por sapatos, roupas, maquiagem, cabelos (eu de peruca), mas o que mais me excita mesmo é lingerie.
Sempre tive namorada, mas sabe como é, quem tem esse vicio nao consegue escapar nunca, e logo vc para de experimentar coisas dos outros e quer as suas proprias!
So que chega uma hora que vc realmente quer experimentar como e se sentir mulher de verdade, nem que seja apenas por um dia!
Sempre entrei em chats e salas de bate pato, mas como nunca saí do armário, só flertava so com os garotos e coroas do chat; fiz muito sexo virtual e sempre gostei muito de pornografia!.
So que um dia, la estava eu flertando denovo com os garotos qdo um em especial me chamou a atencao, eu estava logada como Julietcd, e um cara entrou como YourRomeu e entao comecamos a teclar, trocamos email e nos falavamos diariamente, sobre minhas e as fantasias deles, isso durou 1 mes.
O problema de quando vc conversa virtualmente e que todos tem 1 limite sabe, nao faz aquilo ou tem medo de outra coisa e tal, mas esse Romeu parecia mesmo interessado em mim, como se fosse apaixonado mesmo sabe, ele havia se separado a algum tempo, entao tinha mto tempo livre como trabalhava de autonomo.
Sempre trabalhei em escritorio, mas como na epoca tinha minha propria sala, podia me corresponder com ele todos os dias,
Ele chegava e falava:
- Vamos nos encontrar meu docinho queria te conhecer!
Eu respondia:
- Ok, vc ja tirou seu exame de sangue? sou super precavida!
- Claro meu amor! - e mandou uma foto do exame que era real mesmo.
E cada coisa que eu pedia ele atendia, me mostrava fotos e eu ficava cada vez mais com medo e encabulada, pois pra mim um encontro real sempre me pareceu impossivel de acontecer!
Como ja contei,tenho olhinhos puxados,1 69 de altura e 53kg, olhando a primeira vista nao pareco afeminado; mas qdo me produzo, pareco uma digna ladyboy (pra quem conhece); tenho pele branquinha mas nao tao clara, lisinha, quase sem pelos, sem pelo na barriga, costas e rosto, tudo natural!; pernas bem torneadas, um pouco longas para um homem , por isso bem femininas, bumbum macio; orelhas, nariz delicados e labios da boca carnuda para uma japonesa! - minhas maos sao femininas e macias, e cintura e ombros finos também! e um nervosismo digno de menininha mesmo!
Ele me passava fotos dele, da casa e onde ele trabalhava, e de uma serie de presentes que dizia ele ter comprado para mim, isso realmente me deixava com um frio na barriga.
Escolhi uma manhã de um dia de folga, pois trabalho quase todos os dias, inclusive feriados (um tanto quanto workaholic) e ele logo aceitou.
Combinanos de ele me buscar num metro, escolhi 1 bem longe! ( morro de medo ainda ate hj) e fui la normal de calca jeans e camiseta mesmo.
Quando cheguei ele ja estava me esperando, me apresentei e ele logo gostou do meu rosto delicado e sussurou no meu ouvido:
- Hummm, vc vai dar 1 menininha perfeita!
- Ahh eu ja combinei que nada de dar no primeiro encontro!
- HaHa, Ok Ok minha linda: vc é quem manda!
Ser chamada desse jeito feminino na net é uma coisa, ao vivo causa arrepios que eu lembro até hj (é por isso que as garotas adoram elogios).
Ja estava com as pernas tremendo quando entramos em seu carro, a cada quarteirão meu nervosismo aumentava ( é assim que elas devem se sentir no primeiro encontro?) entramos num motel e deu uma baita vergonha quando a moca da recepcao nos viu! eu parecia o passivo (e era) - (Meu Romeu chamava-se Rodolfo, tinha 1,88 cabelos castanhos e um corpinho de coroa, mas daqueles que vai na academia sabe?; todo depilado com belos musculos no torax, e com aquele bronzeado de praia de final de semana, realmente um belo partido! ( devia ter aceitado ir na casa dele mesmo! ) porém era cedo umas 7h da manha e o motel parecia vazio. Ele logo pegou a suite + cara e pediu o periodo de 8h e uma garrafa de vinho.
Na hora pensei ( aiii estou fodido hj, ou melhor fodida) e corei de vergonha!
Entramos no quarto e eu ainda com uma baita vergonha, ele tirou do porta-malas uma mala grande de viagem e falou:
- Gatinha, está tudo aqui o que vc pediu... vou ficar aqui te esperando!
Peguei tudo e logo entrei corrrendo no banheiro da suíte.. ficar sozinha me deixava um pouquinho mais calma..
Quando abri já esperava pelo conteúdo..em cima o exame de sangue dele (do proprio dia - ele deve ter madrugado!); mas uma surpresa ainda me esperava.. uma bombinha para fazer enema com o liquido sabor morango.. quando vi senti um frio na espinha (e na bundinha lógico). Nao hesitei e pensei (ahh uma lambidinha nao mata! - mal sabia que me arrependeria daqui a pouquinho!), coloquei o liquido na bombinha e comecei a me limpar, era a primeira vez que eu fazia enema... é como se fosse uma dor de barriga bem leve induzida, logo que acaba vc se sente bem mais leve e limpinha!(e putinha tb).
Levei um susto quando Ro gritou do quarto:
- Está tudo bem querida? precisa de ajuda?
- Está, está! a noivinha sempre chega atrasada lembra?
E continuei a minha preparação. Grudei os cilios posticos, certificando que o removedor estava lá, passei o lápis, a sombra de duas cores, um pouco de blush e a máscara nos cilios, com isso ja fiquei praticamente outra pessoa, pela primeira vez coloquei uma peruca com fixador por pressao, fiquei com os cabelos lindos, pretos lisos e bem longos , bem de japonesinha mesmo! mas tambem finos e macios, com uma leve franja na frente cobrindo so a testa; só a sensacao dos cabelos tocando as minhas costas ja me arrepiavam todinha! e nessa hora nenhuma cd resiste e faz aquele beijinho no espelho! nossa eu me apaixonaria por mim mesma! Passei um batom rosa claro com gloss, aqueles que dao efeito molhado e brilhante, qdo vc vê, ja sente vontade de beijar, e como todo macho vc pensa - hummmm imagina essa boca beijando o meu p.. !
Coloquei os brincos de pressao em formato de argola prateados (meu deus ele pensou ate nisso) e uma gargantilha bem curta com um coracaozinho prateado. Agora faltava a melhor parte..
Sempre me imaginei a sensacao de humilhacao e submissao que seria usar calcinha para outro homem... e esse dia era hj!... coloquei a calcinha fio dental pequenininha, daquelas que o bumbum engole na hora que vc poe... toda branca rendada, com lacinhos,combinando com o resto do conjunto... um espartilho branco todo romantico cheio de rendas, que com sua transparencia na frente deixava meu umbigo a mostra (mto sexy!) com muitos lacinhos! do jeito que os homens adoram mas ficam com vergonha de pedir pra esposa usar! parecia lingerie de noiva.. ele havia trazido ate prótese de seios também de pressao.... pensei - esse cara e perfeccionista aiai, grudei e ajeitei, com minha cintura fina e esses seios ja estava ficando com aquele jeito de lolita porém gostosa sabe? Coloquei lentamente as meias brancas 7/8 rendadas tb.. tinham lacinho na parte de tras e uma linha visivel tb na parte de tras.. (meu deus qdo coloco meias sexy assim fico mto excitada); encaixei as ligas na frente e atras, nessa hora ja senti o meu p.. durinho...
Grudei entao as unhas posticas (verifiquei que o removedor estava la tb) em estilo francesinha, com as pontas longas e quadradas, modestia a parte minhas maos sao de princesa! e uma tornozeleira no pé, essa estava escrito Mari Love atras, me pegou de surpresa!( e assim que elas se sentem quando ganham presentes ne!).
As Sandalias eram um show a parte, brancas e altas, no maior estilo pornstar sabe? grossas na frente com os dedos a mostra, salto altissimo e fino atras, prendendo no tornozelo, isso tudo empinava meu bumbum e realçava minhas pernas; nossa ele vai desmaiar quando me ver pensei.
Por último um roupao de seda perolado, e uma borrifada de channel no5 ( brincadeira! era so um perfume floral bem suave!).
Abri a porta do banheiro foi ai que senti o terceiro maior medo da minha vida! Pensei -
Ai... ele vai querer me comer, nao vai se satisfazer com uns amassos ou uma chupada..(coisa que nos tinhamos combinado) e sai andando na direcao da cama... A cada passo o plek plek dos saltos anunciavam a minha entrada.. andei de maneira sexy, bem mulher fatal mesmo, uma perna cruzando na frente da outra; parei e dei um rodopio e um sorriso pra ele, que ja estava com cara de bobao!
Ro estava deitado so de camisa social branca semi aberta, calca jeans e cinto (sim, faz parte dos meus fetiches! abrir o cinto naquela hora sabe) e ficou de boca aberta!
Ele levantou e me abracou.. me senti como nunca havia sentido na vida, e muita diferenca a sensacao de abracar uma mulher.. e ser abracado como uma... uma sensacao de protecao.. e ao mesmo temo calor e posse sabe... como se eu fosse dele..
Ele entao sentou e me pediu pra sentar no seu colo, sentei lentamente, e quando cruzei minhas pernas a la hollywood ja senti algo endurecendo tentando espetar o meu bumbum...
Fiquei extasiada, excitada demais! Finalmente eu era a femea sentada no colo de meu macho!
Ele retirou o meu roupao beijando meus ombros e pescoco, fiquei toda arrepiada! Foi nesses proximos minutos que senti o segundo maior medo da minha vida.. quando fui me sentar denovo, agora pele com pele, parecia que estava sentando num daqueles canos sabe? e ainda por cima estava quente! dei quase um salto e sai de cima dele; ele levantou e me puxou contra ele,os sapatos me deixavam numa altura otima para beija-lo, coloquei as duas maos no peito dele e dei uma arranhadinha de leve, com aquelas unhas ele realmente estava ficando doidinho!
Ganhei entao o que considero o primeiro beijo da minha vida, de lingua, molhado, profundo, e entendi porque que algumas putas nao beijam!.. o beijo me deixou bobinha bobinha, sem folego.. e minha calcinha quase explodindo!
Nessa hora senti o medo... na minha barriguinha eu senti o penis dele contra mim...e parecia realmente grande...
Ro perecebeu que fiquei assustada.. achou que eu seria dificil, mas se aproveitou a situacao e viu que eu estava facil facil! Seu penis, o simbolo da virilidade masculina e submissao feminina estava me deixando toda mole!
Ele pediu que eu tirasse a camisa dele... desabotoei de forma bem provocante e deixei uma marca de batom em forma de beijo no colarinho! ele viu e achou graça...aquilo me acalmou um pouco.. por pouco tempo... ele me sentou na cama de frente pra ele.. naquela altura sabe... me senti como uma verdadeira menininha virgem.. e pediu pra eu tirar as calças dele... abri a fivela do cinto e puxei.. aquilo me deixou nas alturas!..e
abaixei as calcas...a cueca preta boxer nao escondia nada o tamanho da masculinidade dele..meus 10 cm duro.. o pau dele tinha qse o dobro e ainda estava mole! - meu deus fiquei de boca aberta...queixo caido..logo abaixei a cueca e comecei a salivar... meu deus.. ainda mais eu sendo japa (aquelas piadas de tamanho né!), percebi a diferenca de ter um pipizinho ( logo vi que o meu estava mais pra um clítoris mesmo perto do dele) e ter um pau, um pauzão de verdade bem na minha cara!...
Aquela sensação era indescritível, fiquei hipnotizada pela beleza de um pau de verdade, as veias,o comprimento, a grossura, a glande, grande e lisinha,num rosa escuro brilhante, parecia estar olhando para mim!... Não resisti e peguei de leve com carinho.. toda assutada pela dureza e temperatura daquele pintão!Olhei entao pra cima e vi que ele estava rindo de mim..aquela risada de homem safado que todos têm sabe?
Senti então suas duas mãos nos meus ombros me empurrando para baixo.. nessa hora senti o que estava prestes a acontecer... um dos momentos que toda cd espera a vida toda...Ele puxou um travesseiro e jogou no chão na minha frente...
E lá estava eu, de joelhos, calcinha atolada na bundinha, lingerie mega sensual,salto alto, e com minhas duas mãos no pau dele, punhetando levemente.. e com água na boca! (já já seria leite!)
Uma coisa que toda putinha submissa tem q fazer é olhar pra cara do seu macho na hora do primeiro beijo na cabecinha do pau! Sempre fui super fissurada em sexo oral, e agora chegava a hora de pagar meu primeiro boquete!
- Mari, ja chupou pau de alguem antes?
- Não, não tinha nem beijado outro homem antes!
- Hahaha... relaxa e aproveita gatinha... faz de conta que é um pirulito (nossa que pirulitao), pode lamber e chupar a vontade é todinho seu.. no final tem recheio de leite condensado! e acariciou a minha nuca, subiu para a parte de trás da minha cabeça, e tocou os meus lábios com a cabeca do pau.... só nao vale morder! (sim, consigo abrir a boca sem mostrar os dentes!)... tá de boca aberta agora tem que cair de boca gata!
Essas piadinhas machistas e humilhantes sempre me excitaram muito!.. a sensação de ter um pau de verdade na mao é indescritível, na boca entao.. hummmm...humilhação, submissão, mas muiiiiito tesão!
Me senti então uma menininha de verdade!, agora era oficialmente uma putinha chupeteira de verdade! Depois do beijinho... um beijinho de lingua naquela cabecinha molhada, era muito lisinha e gostosa,comecei a sugar levemente.. ele gemia a cada sucção minha... comecei a fazer aquele sobe e desce que vcs tanto gostam...
- Mari, parece clichê, mas é a melhor chupeta da minha vida!
Eu sorri pra ele de boca cheia ainda,(eles realmente adoram quando olhamos para cima) continuando o sobe e desce, minha calcinha explodindo ja de tao durinho q eu tava... lambi toda a extensão do pau... explorei cada centimetro.. apalpei suas bolas que davam 3 das minhas bolinhas!... lambi seu saco... chupei suas bolas e senti o pau crescer cada vez mai e ficar cada vez + duro... então resolvi fazer o que toda mulher sempre tenta no primeiro boquete, sabe, é questao de orgulho!
Tentei colocar o máximo que dava na minha boca, comecei a engasgar, a cada engasgada eu tentava mais fundo e ele gemia mais alto! Vcs adoram isso ne? doi sabia? e não, por mais que vc ja tenha uma garganta não sensivel, é impossivel a garganta profunda no primeiro encontro!
Ele segurou meus cabelos em forma de rabo de cavalo, e comecou a fazer um vai e vem.. estava literalmente fodendo a minha boquinha! Senti o seu saco bater no meu rosto, nada mais humilhante que levar bolada no queixo né?
Ele fodeu minha boquinha durante uns 10min e depois me deixou continuar do meu jeito..
a cada chupada e sobe e desce eu fazia melhor e mais gostoso... perdi a noção do tempo enquanto matava a minha fome de pau...
O pau comecou entao a dar umas tremidinhas e inchar..eu ja sabia oq estava pra vir...só nao sabia como reagir... ele tirou da minha boca e comecou a se punhetar na minha cara... fui a loucura..! tao louquinha que me esqueci da piada + importante! ( nunca se esqueçam meninas... não deixa gozar na cara não, mete a boca!) não achei q no primeiro encontro eu ia levar esporrada na cara!
O pau tremeu e comecou a espirrar, ou melhor esquichar muito, mas muito leitinho! a primeira foi na testa, depois na bochecha, cabelos, quase acertou no meu olho, antes de eu me lembrar de por na boca... coloquei na boca e ainda tive que sugar muita porra antes de deixar o pau dele limpinho...(sim sou fa do peter north) cheguei a pensar que a porra dele tinha cerca de 30 vezes mais chance de engravidar uma femea do que eu!Aiiii.. ia dar ate vergonha de gozar na frente dele...ele ia ver que minha porra era menos que o pre-cum dele!
Meninas, não tem segredo, o gosto é forte, o cheiro é forte e de agua sanitária e tipo meu amargo e gosmento, gruda no dente e desce devagar na garganta... mas vou falar...
é uma delícia... e vicia! Além da sensação de missão cumprida!

FIM DA PRIMEIRA PARTE

correspondam-se comigo pessoal! demoro + respondo! mmiyuki89@yahoo.com.br

 

 

 

 

Meus dias de secretária

Bom dia meu ! Meu nome é Shirley, meu marido é o Jony, somos realmente casados, ambos na faixa dos trinta anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, gostamos muito de sexo e fantasias, em doze anos de casamento conquistamos várias amizades e já realizamos muitas fantasias, independente do Jony estar presente ou não, sempre que temos uma oportunidade estamos fazendo loucuras sexuais, nós não disperdiçamos uma chance, meu marido adora ver ou saber que tranzei com outro, me encentiva a usar roupas provocantes, a ser uma puta entre quatro paredes e a dar minha buceta para os nossos amigos, muitas vezes ele me ajuda a fazer contato com nossos amigos e a escrever esses contos. Vou contar pra vocês mais uma das muitas que já publiquemos.

Tudo aconteceu quando eu trabalhava de recepcionista em um pencionato para alunos de uma faculdade, lá eu trabalhava muito tempo sozinha, cheguei a tranzar com um rapaz dentro da minha sala e publiquei neste site no conto de casais com o tema;(Recepcionista provocante ), pois bém, o meu patrão se chama Sr. Fernando, um coroa enxuto, desquitado (separado), quarenta anos de idade, corpo atlético, cabelos um pouco grisalho, um gato para a idade dele, Sr. Fernando também é dono de um pequeno escritório de contabilidade, lá só trabalham ele e a Sônia, sua secretária, mês de janeiro era época de recesso e férias da faculdade e do pencionato, todos os alunos viajavam para as suas cidades e o pencionato ficava vázio, sem nenhum aluno hospedado, como Sr. Fernando gosta do meu trabalho, ele resolveu dar férias para a sua secretária do escritório de contabilidade, a Sônia e me colocou de sua secretária no lugar dela, até ela voltar das férias, todos os dias eu ía trabalhar calçando salto alto e vestindo roupas sensuais e provocantes, Sr. Fernando não tirava o olho de mim, como somos bastante amigos, ele sempre brincava comigo quando estavámos sozinhos, o Jony, meu marido, viaja muito para outros estados a trabalho, já fazia mais de vinte dias que ele estava fora de casa, Sr. Fernando aproveitava essa situação e me provocava dizendo que o meu marido uma horas dessas estava namorando com outras menininhas por onde ele estava e eu disse a ele que se eu soubesse eu fária o mesmo por aqui e namoraria também, depois que o Sr. Fernando ouviu isso, ele começou a querer se aproximar de mim, brincava comigo elogiando meu corpo, ás vezes, quando eu passava perto do Sr. Fernando, ele dava um tapinha na minha bunda e dizia que o meu marido era um homem de sorte, outro dia, eu entrei no banheiro e sem querer eu vi o Sr. Fernando fazendo xixi, fiquei parada olhando ele palançando seu pau, mesmo estando mole, dava pra ver que a rola dele era grande e grossa, a cabeça era enorme, quando ele me viu teve um susto, eu pedi desculpas pra ele e disse que era natural isso acontecer pois no escritório só hávia um banheiro para todos, em seguida fui para minha sala, me sentei em uma cadeira por tráz do birô e comecei a trabalhar, eu não conseguia me concentrar no trabalho, meu marido já estava viajando há mais de vinte dias e eu estava muito carente, não conseguia parar de pensar nas imagens que vi no banheiro, do Sr. Fernando balançando aquele pau enorme, fui ficando exitada, em seguida o ramal do telefone toca, era o Sr. Fernando me pedindo para ir até a sua sala, era quase onze e trinta da manhã, quando cheguei em sua sala, Sr. Fernando me pediu para fechar todas as portas e janelas do escritório, disse que não estava pra ninguém, que queria trabalhar comigo sem ser incomodado, me perguntou se eu podería almoçar mais tarde hoje e terminar esse trabalho com ele em sua sala, eu respondi que sim, que não tinha nenhum problema, então ele me pediu para ir até a outra sala pegar alguns documentos e voltar para a sala dele para fazer o tal trabalho, quando entrei em sua sala ele me pediu para travar a porta e começamos a trabalhar, de vez enquanto, eu pagava o Sr. Fernando olhando para minhas pernas, e eu também, de vez enquanto, olhava disfarsadamente para a cintura dele, tentando ver se ele estava de pau duro, aos poucos fui percebendo que nós dois estavámos exitados, as vezes Sr. Fernando apertava seu pau por cima da calça, a rola dele já estava dura, eu já estava louca por uma pica na minha buceta mais esperava a reação dele, como ele estava demorando eu resolvi dar um empurrãozinho, peguei alguns documentos e fui até próximo dele para tirar algumas dúvidas, quando eu ía retornando ao meu lugar, fiz questão de passar por tráz da sua cadeira e esfregar os piquinhos dos meus seios em suas costas, em seguida Sr. Fernando colocou a mão em cima do seu pau, mordeu os lábios e deu um suspiro, notei que ele estava louco para me comer, eu já não aguentava mais, fazia mais de vinte dias que eu não tranzava, minha buceta já estava ficando úmida e a vontade de ter um pau duro dentro da minha buceta era grande, eu precisava fazer alguma coisa, eu já estava há algum tempo sentada na cadeira por tráz do birô, senti uma leve dor nas costas de verdade, baixei um pouco a cabeça e Sr. Fernando foi logo perguntando o que estava acontecendo, eu disse a ele que sentia dores nas costas mais que logo logo isso iría passar, ele me pediu para parar um pouco o rítmo de trabalho e perguntou se eu queria uma massagem, naquele momento era tudo que eu queria e precisava, então eu aceitei a sua ajuda e ele veio em direção a mim, eu coloquei a cadeira ao contrário, coloquei a parte do encosto das costas para frente, próximo dos meus seios e deixei minhas costas livre para ele massagear, Sr. Fernando ficou em pé por tráz de mim e começou a me fazer uma massagem, apertava meus ombros e minhas costas por cima da blusa, eu fui relaxando e a dor já estava passando mais a vontade de ter um pau dentro de mim não passava, Sr. Fernando perguntou se eu não queria tirar a minha blusa para ele poder massagear melhor, eu não pensei duas vezes e fui logo retirando a blusa, ficando somente de sutiã e saía, ele continuava a massagear e de vez enquanto encostava seu pau duro em minhas costas, eu comecei a gemer baixinho e ele me perguntou o que estava acontecendo, eu disse a ele que o meu marido estava viajando há mais de vinte dias e que a sua massagem estava me fazendo pensar naquilo, em seguida ele me disse também que já fazia algum tempo que não tranzava e que aquela massagem também estava mexendo com ele, depois disso, eu virei o meu rosto para tráz, olhei dentro dos olhos dele e perguntei se ele estava pensando em fazer o mesmo que eu estava pensando e ele respondeu que sim, logo em seguida eu perguntei se podería confiar nele e que o que acontecesse alí ficaría somente entre nós dois e ele respondeu que sim, que não se preocupasse que ele não contaría nada pra ninguém e que nada mudaria no trabalho, em seguida, Sr. Fernando foi logo retirando sua roupa, ficando completamente nú, em pé na minha frente, eu já estava sentada na cadeira e me virei de frente pra ele, tive um susto, o pau dele era enorme, grande e grosso, em seguida ele se apróximou de mim, eu peguei o seu pau e comecei a punhetar, ele começou a pegar nos meus seios e retirou meu sutiã, eu peguei aquele pau lindo, comecei a cheirar e a passar no meu rosto, depois coloquei entre meus seios, passava a cabeça da rola nos biquinhos dos meus seios e em seguida comecei a lamber aquele pau enorme como se estivesse lambendo um sorvete, chupei as bolas e em seguida aquele pau, a cabeça da rola dele era enorme, eu abria minha boca ao máximo e tentava engolir tudo que podia, eu segurava ele pela bunda, ele segurava meu rosto e enfiava seu pau levemente dentro da minha boca, teve um momento que ele enfiou toda a sua rola dentro da minha boca que eu cheguei a me engasgar com a cabeça do pau dele rosando minha garganta, o pau dele era uma delícia, era muito gostoso chupar aquela rola, depois disso, ele retirou o pau da minha boca, se enclinou um pouco e começou a me beijar, em seguida se ajoelhou entre minhas pernas e começou a chupar meus seios, depois retirou a minha saía, minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta, metia a sua língua lá no fundo dela, chupava minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo, estava muito gostoso, como eu adoro gozadas preliminares, enquanto ele chupava minha buceta, peguei seu rosto com minhas duas mãos e forcei contra minha buceta, comecei a fazer movimentos circulares esfregando minha buceta na sua cara, poucos minutos depois eu gozei na boca dele, adoro fazer isso antes de ter um pau dentro de mim, lubrifica minha buceta para receber um pau duro, foi uma delícia de gozada, depois disso ele se levantou, pegou uma camisinha e vestiu no seu pau, depois me pegou pela mão e me escorou em pé na parede, de costas pra ele, nesse momento estavámos nós dois em pé, ele se pocisionou por tráz de mim, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente, no início ele enfiava somente a metade do seu pau para a minha buceta ir se acostumando com aquele pau enorme, o pau dele era uma delícia, ele metia tão gostoso que eu mesma comecei a rebolar jogando meu corpo contra o dele e depois de alguns minutos ele já enfiava seu pau todinho dentro da minha buceta, me abraçava pelas costas segurando meus seios e metia tudo dentro mim, a sensação era muito gostosa, eu delirava de prazer, depois de alguns minutos nessa, nós mudamos de posição, eu me sentei em cima do birô de pernas abertas, ele veio e ficou em pé entre minhas pernas, colocou seu pau na mina buceta e começou a meter, eu lacei ele com minhas pernas e começamos a nos beijar enquanto tranzavámos, que pau gostoso ele tinha, era tão grande e grosso que preenchia minha buceta enteirinha, eu delirava com aquele pauzão enorme dentro de mim, eu deixava ele louco de tezão falando putarias;.....

Me come meu macho gostoso, mete tudo dentro de mim, arromba minha buceta com esse pau enorme, vai me come, ahahahahahahhaa, Depois disso, ele retirou o pau da minha buceta e foi se sentar em sua cadeira, eu fui atráz dele e me sentei em seu colo, de frente pra ele, coloquei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar, subindo e descendo em cima daquela rola, ele me segurava pela bunda, chupava meus seios e metia na minha buceta ao mesmo tempo, eu estava adorando aquilo tudo, ele olhava pra mim e dizia;...... Que buceta apertada e gostosa você tem Shirley, é muito gostoso tranzar com você, aparti de hoje eu vou ser seu amante e vou te comer sempre, em seguida, eu sai de cima dele e me posicionei de quatro em cima do sofá, ele veio por tráz de mim e em pé mesmo meteu seu pau na minha buceta novamente, ele metia gostoso demais, o tezão que eu sentia era muito grande, eu estava descontrolada, gemia forte, olhava pra ele e dizia;....

Mete tudo dentro de mim, come a puta da sua secretária, ela adora dar a buceta e colocar chifres no corno do seu marido, Sr. Fernando adorava ouvir isso, ficou com tanto tezão que começou a enfiar tudo dentro da minha buceta, metia tão forte que eu sentia a cabeça do pau dele tocar no meu útero, era muito gostoso, depois de alguns minutos nessa, ele diminuiu o rítimo das metidas , começou a acariciar minha buceta e a enfiar um dedo em meu cuzinho enquanto me comia, não demorou muito e ele pediu para meter em meu cuzinho, eu aceitei na hora mais disse a ele pra ir devagar, com calma e paciência pois o pau dele era muito grosso e eu não sabia e se iría aguentar aquela rola enorme dentro do meu cuzinho, em seguida, eu fui até minha bolsa pegar um creme e dei pra ele, depois me sentei no sofá de pernas abertas e joguei meu corpo para tráz, ele se ajoelhou no chão e começou a passar creme em meu cuzinho, lubrificando, em seguida ele levantou um pouco as minhas pernas e foi enfiando seu pau lentamente no meu cú, eu abria minha bunda com as duas mãos para facilitar a penetração, ele enfiava e retirava a sua rola do meu cuzinho e a cada enfiada ele ía colocando um pouco mais fundo, começou a doer e eu pedi pra ele parar um pouco, ele parou mais não retirou o pau de dentro do meu cú, deixou só a cabeça da rola dentro, em seguida ele se enclinou um pouco e começou a me beijar, depois desceu um pouco e começou a chupar meus seios, o tezão começou a voltar, ele já metia um pouco mais no meu cu e chupava meus seios ao mesmo tempo, eu aproveitei esse momento e enfiei quatro dedos em minha buceta e comecei a me masturbar, o tezão era enorme, essa combinação me ascendeu, ele já enfiava metade do seu pau dentro do meu cuzinho, estava tão gostoso que eu acabei gozando com o pau dele enfiado no meu cú e meus dedos enfiado na minha buceta, depois disso, eu fiquei parada, relaxando um pouco e ele continuou metendo seu pau lentamente dentro do meu cuzinho por vários minutos até que depois de um certo tempo ele começou a acariciar minha buceta enquanto comia meu cuzinho, pedi pra ele chupar meus seios um pouquinho e isso tudo fez reascender um fogo de tezão dentro de mim mais o que eu queria mesmo naquele momento era gozar junto com ele, então eu pedi pra ele trocar a camisinha e vir pra cima de mim, de imediato ele me atendeu, eu me deitei no sofá de pernas abertas e ele veio por cima de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, eu já não aguentava mais, estava louca para gozar gostoso, então pedi a ele para meter forte, enfiando tudo pois eu queria gozar junto com ele, depois disso, ele começou a meter muito forte na minha buceta, chegava até a pular em cima de mim, nós dois começamos a gritar, gemendo forte e em poucos minutos gozamos juntos, eu gozei muito, minha buceta ficou completamente encharcada, quando ele retirou o pau de dentro de mim, eu pude ver que a camisinha estava cheia de esperma, ele também havia gozado muito, depois disso, fomos os dois pro banheiro tomar banho, lá ficamos um pouco de tempo embaixo do chuveiro, passando sabonete e shampool um no outro e se esfregando, chegamos até a trocar alguns beijos e caricías e isso deu um pouco de tezão novamente, ele queria tranzar outra vez, eu também queria mais fui sincera em dizer que eu não aguentava mais, que eu estava toda dolorida de tanta rola e que ele deixasse para um outro dia, ele concordou mais eu fiquei com pena dele, de ver ele naquele momento de pau duro na mão, me desejando, então eu disse pra ele que eu iría fazer alguma coisa para amenizar a sua situação, em seguida, me sentei em cima do vaso sanitário e puxei ele pra perto de mim, peguei seu pau, coloquei na minha boca e comecei a chupar, chupava com vontade, punhetando e tentando engolir tudo, comecei a fazer movimentos de entra e sai com o pau dele na minha boca, simulando ser minha buceta que estava ali, ele começou a gostar e continuou enfiando seu pau na minha boca como se estivesse metendo em minha buceta, ele estava adorando minha chupeta, depois de alguns minutos nessa ele anunciou que iría gozar, eu abri minha boca ao máximo, coloquei a língua pra fora e fiquei esperando seu gozo, segundos depois, ele começou a punhetar forte seu pau e acabou gozando dentro da minha boca, me lambuzei toda com seu esperma, ainda chupei seu pau mais um pouquinho, deixando ele bém limpinho, em seguida terminamos o banho, nos vestimos e fomos almoçar juntos.

Depois desse dia, toda vez que o meu marido viaja por muito tempo eu mato a minha fome de rola tranzando com o Sr. Fernando. Hoje meu marido já sabe de tudo pois eu mesma contei pra ele. Há pouco tempo atráz, meu marido me pediu para assistir eu tranzando com o Sr. Fernando, quando isso acontecer eu conto pra vocês. Até logo !

 

Recepcionista provocante

Olá, tudo bém ? Meu nome é Shirley, estou na faixa dos trinta anos, casada com o melhor marido do mundo pois ele me deixa fazer tudo que quero, agora chegou a minha vez de publicar mais uma das nossas aventuras pois das outras vezes quem mais relatou foi ele, o Jony, meu marido, que adora ver ou saber que é corno manso de verdade. Tudo começou quando comecei a trabalhar de recepcionista em uma pensionato para alunos de uma faculdade, minha função principal era recepcionar os alunos e alugar atravéz de contratos os apartamentos que ainda estavam vagos, no período da manhã, dás 07:30 ao 12:00, eu ficava sozinha pois todos os alunos estavam na faculdade naquele horário, sempre que eu ia trabalhar vestia roupas provocantes, caprichava na maquiagem, calçava salto alto, vestia saía bém curtinha e blusa com decote aberto sem sutiã que era para deixar meus seios bém visivéis.

Um certo dia pela manhã chegou um rapaz que se apresentou por nome de Edson, moreno, alto, muito bonito, deveria ter uns vinte e quatro anos, ele disse que era aluno novato da faculdade e que estava procurando uma vaga em um dos apartamentos do pensionato, abri a porta e mandei ele entrar, fechei a porta e nos dirigimos até a sala da recepção, ele colocou suas malas no chão e sentou no sofá, enfrente ao birô no qual eu estava sentada, começamos a conversar, dei as boas vindas a ele e disse que havia uma vaga, falamos dos valores, das regras do pensionato etc, enquanto nós conversavamos notei que o Edson estava de pau duro pois dava pra ver o volume que se formava sobre o seu short, fingi que não vi mas fiquei sem entender por que naquele momento ele estava tão exitado, parei um pouco pra pensar e foi então que lembrei que a parte da frente do birô era aberta e eu estava sentada de pernas abertas, com saía curta e uma calcinha semi-transparente e como o Edson estava sentado de frente pra mim, logo deduzi que ele estava vendo toda a minha buceta, como ele já estava exitado eu comecei a me exitar também, com a mão esquerda eu preenchia o seu cadastro e com a mão direita eu comecei a acariciava minha buceta lentamente, o rapaz começou a ficar impaciente e questionou se poderia me fazer algumas perguntas pessoais, eu disse que sim e ele me peguntou quantos anos eu tinha e se eu era casada, eu respondi que tinha trinta e poucos anos e que era casada sim mas meu marido gostava mais de futebol do que de mim, ele respondeu ;....

È uma pena, se eu fosse seu marido não saíria de perto de você um só minuto, eu nada falei mais aquela altura eu já estava com a buceta toda molhada pois ele era muito gostoso, em seguida ele veio assinar o contrato e depois fomos até o quarto onde ele ficaria hospedado, chegando lá abri a porta e mostrei a ele o quarto e em seguida voltei para a recepção e me sentei no sofá, logo depois ele veio atráz de mim e perguntou se poderíamos conversar um pouco, eu disse que sim e ele se sentou no outro sofá de frente pra mim, ele me perguntou se eu poderia lhe dar um desconto no preço do quarto e se eu desse esse desconto ele me recompensaria em dobro, eu disse a ele que eu poderia lhe dar um desconto contando que a tal recompensa que ele me desse ficaria sendo um segredo só meu e dele e que ninguém mais podería saber, ele concordou na hora e disse que eu poderia pedir o que quissese. Eu já estava louca por um pau duro e não perdi tempo, a ele eu nada disse o que queria mas fiquei de pé na sua frente, tirei minha saía e minha calcinha e me sentei de volta no sofá, abri as pernas e comecei a acariciar minha buceta olhando nos seus olhos, ele logo me perguntou;.... O que é que você quer que eu faça ? Eu respondi;....

Se você quer um desconto conquista aqui na minha minha buceta. Ele veio na minha direção e começamos a nos beijar, em seguida ele se ajoelhou no chão, me puxou para a ponta do sofá e começou a chupar minha buceta, a língua dele era uma delícia, lambia subindo e descendo, sugava meu clitóris e enfiava sua língua todinha dentro da minha buceta, estava tão gostoso que comecei a movimentar minha buceta na cara dele me contorcendo toda, o resultado não foi outro, acabei gozando no rosto dele, depois disso ele se levantou e me deu um beijo de língua dizendo;... Sente o gosto da sua buceta na minha boca, em seguida começamos a tirar nossas roupas, depois disso ele se sentou no sofá e começou a acariciar seu pau, eu fui até ele, me ajoelhei entre suas pernas, empinei bém a bunda para tráz e comecei a chupar sua rola que era enorme, o pau dele era grande, grosso e gostoso, eu engolia tudo que podia, enfiava a língua no buraquinho do pau, passava ele no meu rosto e nos meus seios, chupava as bolas e em seguida colocava na minha boca novamente, ele delirava de tezão, em seguida ele ficou de pé na minha frente, eu de joelhos chupava seu pau olhando pra ele e dizendo; Eu quero essa rola todinha dentro da minha buceta, tá ?

Quero sentir tudo dentro de mim. Em seguida peguei uma camisinha e dei pra ele vestir no seu pau, fiquei de quatro no sofá, ele veio por tráz de mim e enfiou tudo na minha buceta, eu me sentia nas nurvéns pois ele metia muito gostoso, ele enfiava todinha, era uma delícia sentir toda aquela rola dentro de mim, eu gemia de tezão dizendo;...Me come meu macho, mete tudo, arrromba essa buceta, ela é toda sua, em seguida resolvemos mudar de posição, ele sentou no sofá e eu fui pra cima dele, sentei no seu colo de frente pra ele, coloquei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar pulando em cima dele, como era gostoso muntar naquele pau enorme, depois virei de costas para ele e continuei sentada no seu pau, pulando em cima dele, em seguida caimos pro lado e deitamos no sofá, ele continuou metendo na minha buceta sem tirar de dentro, com força, me segurando pelos seios e beijando minha boca, foi aí que gozei no seu pau pela primeira vez, ele parou de meter um pouco e me perguntou baixinho no meu ouvido;.... Shirley, deixar eu comer o seu cuzinho ? Eu respondi; Pode comer meu amor mas vá devegar, coma com carinho para não doer, tá ? Em seguida ele me sentou na beira do sofá, abriu minhas pernas, lambeu meu cú e depois começou a enfiar a cabeça do seu pau na entrada do meu cuzinho,, no cemeço senti um pouco de dor mas ele era muito paciente e carinhoso, no início colocava só a cabecinha, ao mesmo tempo acariciava minha buceta e chupava meus seios, essa combinação me deixou com um tezão enorme e quando percebi a rola dele já estava todinha dentro do meu cú, ele enfiava tudo, o que era dor virou prazer, o Edson estava adorando meter no meu cuzinho, eu olhava pra ele e dizia;....

Come meu cú Edson, enfi seu pau todinho dentro dele, me arrombe, ele metia forte,sentia as bolas dele batendo na minha buceta, eu já não aguentava mais pois já havia gozado na rola dele, ele gemendo de tezão anunciou que queria gozar, eu lacei ele com minhas pernas, segurei ele pela cintura e forcei seu corpo contra o meu, ele enfiava tudo com força dentro do meu cú e ao mesmo tempo metia dois dedos na minha buceta, não demorou muito e nós dois gozamos gostoso, ele gozou dentro do meu cú e eu gozei no no pau e nos dedos dele, foi uma delícia, depois ele foi pro quarto dele e eu fui me ajeitar para voltar ao trabalho, foi uma manhã inesquesivél. Quando cheguei em casa contei tudo pro meu marido, ele ficou louco de tezão, me puxou pra dentro do banheiro, me chupou todinha com gosto de outro macho, meteu seu pau dentro de mim e gozamos gostoso.

Viu como somos um casal féliz.

Os amigos do meu filho

Os amigos dos meus filhos sempre me respeitaram muito. Conheço eles desde crianças, agora são jovens maduros, todos têm namoradas e eventualmente acompanho todos quando vão aos puteiros da cidade, e quando chegam tarde das baladas eu permito que durmam em minha casa para não correrem risco de sofrerem assalto. Todos me chamam de pai e jamais desconfiaria que um deles tivesse tendência bixessual, mas um dia aconteceu:
Eu havia chegado cedo do trabalho, por volta das 13:00h, meus filhos chegariam da faculdade por volta das 18:00h, assim como a minha mulher. Logo que entrei em casa a campainha tocou e fui ver quem era. Era o Marlon, um dos amigos do meu filho que havia chegado da faculdade, pois não haveria mais aula para ele naquele dia. Mandei que entrasse e esperasse os meus filhos, na sala, assistindo televisão, enquanto eu tomaria um banho.
E assim fiz, enquanto eu estava no banho, ouvi o rapaz me chamar: ___ Posso usar o banheiro, quero dar uma mijada? Então eu respondi: Claro que pode, a porta está só encostada, eu estou no box tomando banho e vou demorar um pouco. Então aconteceu o inusitado: Quando eu menos esperava, o rapaz já estava todo despido entrando no box e disse: Vou tomar banho junto com o senhor! Confesso que naquele momento fiquei sem ração, mas permiti.
A água estava morninha e der repente senti uma mão apalpando meu pênis e eu deixei para ver até onde ia aquela situação. Ele se ajoelhou no chão do box e começou a chupar meu pau, como se fosse devorá-lo. Pedi então que ele se levantasse e comecei a ensaboá-lo delicadamente por todo o corpo e ele fez igual. Acabamos o banho, nos enxugamos e fomos para o meu quarto, onde a cama é de casal.
Comecei a fazer sexo oral nele, e ele levantava as pernas feito um louco, querendo que eu lambesse o seu cuzinho, e assim o fiz. Ficamos em posição de 69 e ele também começou a lamber meu pênis e o me cu deliciosamente. Ficamos naquela brincadeira por muitos minutos, até que ele virou-se e pediu que eu o penetrasse vagarosamente com prazer. Peguei então um creme facial da minha mulher e esfreguei no meu pênis para que ele deslizasse no cuzinho do rapaz com toda suavidade.
Enquanto eu penetrava mais profundo, mais ele e excitava, e continuei até gozar. Gozei bastante, mas não saciei a minha vontade completamente. Percebi que o rapaz ficou entristecido e chamei-o novamente para que nós nos lavássemos, para continuar a brincadeira. Percebi que sua tristeza era por não ter conseguido gozar. Havia mais de 20 anos que eu não permitia que ninguém me penetrasse, mas diante daquela cena eu amoleci. Pedi que ele usasse o mesmo creme que eu usei, e então ele me penetrou da mesma forma como eu havia feito com ele.
Percebei que ele também gozara bastante, mas também não estava completamente satisfeito. Propus então que continuássemos a brincadeira somente com sexo oral, e cada um de nós gozou pelo menos mais umas duas vezes.
Pensei que aquela havia sido apenas uma loucura momentânea nossa, e que aquilo nunca mais se repetiria, mas eu me enganei: Ele continua freqüentando a minha casa, visitando meus filhos, como se nada tivesse acontecido conosco, mas pelo menos uma vez por semana nós nos encontramos para continuar a loucura.

 

Uma Carona Com Meu Professor de Anatomia

Olá meu nome é Caio, sou estudante de odontologia e vou contar um fato real que aconteceu comigo.

Tudo começou com uma simples carona até o shopping, que pedi ao meu professor de anatomia Heitor, que tem 1,80 de altura, super bombado, barriga de tanquinho, olhos verdes e cabelos castanho escuro. No aminho começamos a bater um papo sobre a faculdade, ele começou a me elogiar e falamos dos outros alunos também, e do nada ficamos calados. Então ele veio com uma conversa meio sem pé e sem cabeça. Disse-me assim: “Caio teve uma pessoa que veio me dizer que você é doido pra ficar comigo!”. Eu estranhei e morri de rir na hora, pois ele não é nada afeminado, fiquei sem jeito. Era mentira dele, eu nunca tinha dito isso a ninguém. E falei: “Menino isso não existe, é imaginação de quem te disse! Mas se você quer ficar comigo, fica mais bonito dizer na cara!!!” E comecei a rir. Na mesma hora ele parou o carro em uma rua que não tinha movimento, eu pensei que ele ia mandar eu sair do carro, mas ele me agarrou e deu-me um beijo muito gostoso e quente. Enquanto me beijava, percebi que ele abria o porta luva do carro e tirou alguma coisa de dentro, era camisinha e lubrificante. Botei a mão sobre seu pau, e ele estava em frenesi la dentro. Eu o puxei para o banco de trás, e tiramos a roupa.

Ele caiu de boca no meu pau que latejava loucamente, chupou muito com toda sua experiência e eu gemia falando palavrões e forçando sua cabeça contra meu pau. Depois de muito boquete, pedi para ele ficar de quatro, então peguei a camisinha e o lubrificante, encapei o menino, e chupei seu cu como ninguém tinha feito antes. Deixei-o nas nuvens e com o cu bem lubrificado. Devagarzinho fui enfiando meu pau naquele cu bem quentinho e macio, enquanto eu metia, ele falava: “Vai meu aluninho, fode seu professor, vem meu puto!”. Essas palavras me deixavam louco e cheio de tesão, quando dei por mim já estava com a pica todinha atolada no rabo do prof., que gemia feito uma cadelinha no cio. Metia e tirava com força do cuzinho dele, deitei no banco e ele sentou no meu pau e começou a cavalgar e rebolar freneticamente! Enquanto ele rebolava no meu pau, chupava meu peito, meu pescoço e minha língua. Comi seu cu de todos os jeitos (frango assado, papai e mamãe e etc.). Quando eu disse q ia gozar, ele pediu para gozar dentro da sua boca. Eu fiquei de joelho e ele me punhetou com o pau dentro da sua boca! Eu gemia muito, cinco segundos depois foi uma explosão de gala dentro da boca dele, era tanto leite que escorria pelos cantos de sua boca! Ele bebeu todinho e gozou também sem nem tocar no seu pau.

Até hoje quando encontro com ele pela facul marcamos para fuder depois da aula!

 

Com o Filho do Patrão

Chamo-me roberto, tenho 27anos, tenho 1.85, corpo malhado, olhos e cabelo castanho e uma pessoa trabalhadora. Lá estava eu em mais um dia de trabalho na mansão da família Silva, meu trabalho era proteger o filho do senhor Júlio Silva, chama-se Carlos e tem 18 anos, tinha que andar sempre atrás daquele garoto mimado o dia todo, leva-lo as compras, colégio, até em casa não podia sair perto dele.

Dessa vez, estava o menino Carlos num colchão insuflável na piscina a apanhar banhos de sol, na berma da piscina tinha que estar eu, uma empregada para quando ele saísse da agua ter uma toalha e a Cláudia, a governanta que me da o maior tesão. Eu e a Cláudia mantemos um relacionamento secreto pois se o senhor Silva soubesse do nosso relacionamento íamos os dois para a rua.

De repente reparamos que o Carlos adormeceu e decidimos arriscar e sair de la por 5 minutos e aproveitar aquele tempo para estar com a Cláudia, fomos para a cozinha e estava ela em cima da mesa e eu agarrado a ela no maior clima até que ouvimos algo a partir atrás de nos, viramo-nos e encontramos Carlos na porta e com um ar irónico disse:

-UPS! Caiu…
Nossa nos gelamos e aquele puto mimado ainda acrescentou:
- acho que alguém ainda vai ter problemas… e se não apanharem os vidros vai ser pior!
Nem pensamos duas vezes, baixamo-nos e apanhamos os vidros mas quando reparei, o Carlos já estava a ir na direçao do escritório do pai, tinha que agir e fui atrás dele…

- por favor Carlos, finja que não viu nada, peço-lhe por favor, faço tudo o que voce quisere mas não contes ao seu pai.
- hummmm não sei
- por favor, faço tudo o que me pedir
- Hum... Tudo mesmo?!
-Sim, Carlos faço tudo o que quizeres
-Mais agora nada me vem em mente... vou tomar banho, e acho bom voce me acompanhar.
Aquele garoto sabia me tirar do serio, não sabe ter uma conversa com ninguém. mas tive que ir atrás dele como manda o meu trabalho.

Ele entrou no banheiro e eu fiquei na porta como sempre, mas enquanto ele estava la dentro, chamou-me, e eu claro que obdeci, entrei e encontrei-o completamente nu deitado na banheira. Fiquei meio sem jeito, eu devia-lhe respeito e ele estava ali completamente nu.
-Roberto, chega aí a minha toalha…

E eu peguei na toalha e fui ao pé da banheira e ele levantou-se e saiu. No entanto eu ia sair da porta e ele me chama outra vez e diz-me para ficar la. Achei muito bizarro ficar a ver o filho do patrão a secar o corpo e a vestir mas ordens são ordens.
e para me provocar o Carlos deixa cair a toalha e eu em um ato instintivo viro a cara, e ele diz:
- olha para mim roberto! Não te mechas! Se tu sais daí eu vou contar tudo ao meu pai!
Não sabia o que ia sair dali mas obedeci. Aquele puto mimado começou a roçar-se em mim, a passar-me a mão, a efregar-se no meu corpo, parecia uma stripper num bar e eu era varão. Achei aquilo nojento pois sou hetero e aquilo fez-me muita confusão, até que ele senta na cadeira e começa a bater uma ponheta a minha frente, e eu ali sem poder mecher. Ele gemia muito como uma verdadeira puta...

E eu comecei a ficar com o pau duro, achei muito estranho pois não sou gay nem nunca tive dessas experiencias. Depois ele levanta-se, vem ter comigo, mete a mão dentro dos meus boxeres, agarra o meu pau completamente duro e vem-se para cima das minhas pernas, manchando as calças todas. Depois manda-me sair.

Fiquei a noite toda a pensar naquilo e fiquei com nojo de mim próprio, ao mesmo tempo que a lembraça do que tinha ocorrido me causava certa excitação...
No dia seguinte fui chamar Carlos a cama como de costume para ele ir para o colégio e ele levantou-se completamente nu e deu-me um beijo na boca e deu-me os bons dias. Fiquei mais uma vez com raiva dele e agarrei-lhe a mão com força e disse

- seu viadinho de merda! O que é que você quer? Eu não sou como tu! Vais parar com essas merdas!
- hey acalma aí é melhor larga-me antes que eu grite!
- desculpei-me! Largando a sua mão
Ele apalpa-me a bunda e disse
- espera-me no carro!

E assim foi, levei-o ao colégio como sempre e estava tudo calmo, depois fui busca-lo e quando vinha-mos a meio do caminho, perto de uma mata, ele diz:
- vira aí nesse caminhinho
- porque?
- primeiro porque eu estou mandando e segundo ontem perdi aí uma coisa

Andamos mais 2 ou 3 minutos e paramos o carro la no meio da mata, saímos e ele mandou-me procurar por um anel, enquanto eu andava de joelhos a procura ele sentou-se em cima do capô do carro. Até que me pediu para procurar atrás do carro e eu fui.

Finalmente encontrei o maldito anel! E caminhei para a frente do carro e vi o Carlos nu, deitado em cima do carro, o questionei sobre o que ele fazia naquela mata !? e porque o anel de formatura do pai dele estava perdido ali, mais uma vez ele mimado e mal educado me responde.
-Não é da sua conta Roberto, o que fazia aqui, esquece isso e vem roberto, Vem foder-me.
- ta maluco Carlos, não sou viado não!
- vem meu cuzinho não aguenta mais ele quer seu pau, aproveite que estou aqui a me oferecer a ti.
- não vou, deixa de ser viado
- olha que eu conto para o meu pai

- Carlos chega de chantagem, não vou fazer nada consigo.
E ele começa a meter 2 dedos na bunda e a gemer muito enquanto estava de costas no capô do carro com o peito apoiado no carro e me olhando por cima dos ombros e o meu pau cresceu novamente, não aguentei ver aquele viado a contorcer-se de prazer e num impulso, tirei meu pau para fora e comecei fui em direção a ele, enfiei meu cacete dentro daquela bunda, meu pau ja estava tão melado que enfiei-lhe a seco e comecei a foder-lhe com ódio, com raiva e quanto mais eu ficava com raiva mais ele gritava e ria na minha cara, aquilo estava me deixando louco já, aquele viadinho mimado estava a me desafiar.

Comecei a dar-lhe porrada e ele sempre a pedir mais comecei a fuder com gosto a dar bombadas como munca havia feito antes, ate porque as mulheres não gostam que eu as foda com força, tenho um pau relativamente grande, estava gostando tanto de fuder aquele rabo que nao me segurei e bombei até que gozei no seu cu e ele me empurrou, meio que pra se livrar do meu pau, levantou-se e sentou vestiua apenas a calça e caminhou sentando se no banco ao lado do condutor
Eu fui atrás e sentei-me no meu lugar logo depois é claro de ter vestido minha roupa, ele ordena-me que conduza enquanto eu saia com o carro ele começou a acariciar meu pau por cima da calça, eu ja estaa entregue a putaria e o deixei brincar com meu material, ate que fiquei excitado mais uma vez e ele entao começou a chupar meu pau enquanto conduzia… ele chupava muito bem….
fala serio ele me chupou como nenhuma mulher havia feito até hoje, era bom demais,Não aguentei e gozei na sua boca. Enxi a boca do patrazão com minha porra, e saiu muita, ele como um bom puto limpou tudinho com a boca, nao deixando escorrer nada.

Hoje somos amantes e deixei a Cláudia para passar a foder o filho do patrao, tudo no mais absoluto sigilo é claro.

FIM
(As diferenças no escrever, é pelo fato de eu ser a ca de Portugal)

Minha fetiche realizada

Certo dia, eu estava a trafegar na cidade, quando me deparei com uma blitz, mas estava tranqüila, os documentos estavam todos em dia, veio uma policial toda fardada na minha janela e me pediu os documentos, eu não conseguia tirar os olhos do busto dela, ficava só imaginado como seriam aqueles seios, pois aparentemente ela tinha seios fartos, ela percebeu e ficou me encarando, enquanto averiguava a situação da documentação, saiu e em menos de 1 minuto voltou pedindo que eu a acompanhasse até a Van para eu responder algumas perguntas, abri a porta do carro, ela mal me deu espaço, então desci e ficamos cara a cara, muito próximas, fiquei a olhar fixamente em seus olhos, foi quando ela se recompôs e apontou na direção, então entrei na Van, onde estávamos somente nós duas, os outros policiais estavam todos ocupados, ela deixou a porta quase por completa fechada e disse que eu não devia ter olhado pra ela daquela forma, sua expressão não era de estar brava, mas sim de sedução, fiquei a olhar seus olhos e nos aproximamos num beijo ardente, porém logo ela se afastou, me dizendo que não poderia fazer isso ali, eu só pensava em ter aquela mulher pra mim, ela é linda, alta 1, 75, corpo atlético, belos olhos cor de mel assim como seu cabelo, e aquela boca, com lábios perfeitos. Aí lhe perguntei como eu poderia encontrá-la, ela me falou que a blitz duraria mais uns 20 minutos e que ela iria ao batalhão e logo iria embora, pediu que eu a seguisse discretamente, assim fiz.

ela saiu e eu a esperava na esquina, ela entrou no meu carro ainda fardada, inclusive de cap, já foi me beijando como uma louca, eu então a levei pra minha casa, entramos já loucas pra nos despir, nos encaminhamos ao quarto, chegou como se estivesse me enquadrando e disse que eu teria que arcar com as conseqüências, tirou o cap, revelando lindos cabelos ondulados cor de mel, exalando um perfume excitante. Ela me beijava o corpo todo e tirava minha roupa, sua boca era tão macia e quente, eu pedi pra despi-las, mas ela me virou de costas como se quisesse bater uma geral, me pegava nos seios com uma mão e com a outra acariciava minha bucetinha, que já estava toda molhadinha, então ela me permitiu tirar sua farda, e pude ver aqueles lindos seios, eu os beijava e ela gemia, ela me deitou na cama e foi com vontade beijar meus seios e voltou a minha boca e disse que queria que eu a chupasse enquanto ela também me chupava, partimos pra um 69, estávamos com muito tesão, cheguei naquela bucetinha linda, toda depiladinha e comecei a dar leves lambidas, mas estava tão gostosa que não resisti em chupar com muita vontade, ela também me chupava muito gostoso, nós estávamos tão excitadas que de repente sentimos que gozaríamos juntas, e foi delicioso sentir o gozo dela na minha boca.
após esse orgasmo, voltamos a nos beijar, e percebi que ela ainda queria mais e eu não exitei em satisfazê-la, fui beijando seu pescoço, seus seios e descendo até chegar novamente a sua bucetinha, chupava ainda com mais vontade só de ouvir seus gemidos, coloquei meu dedo nela e ela soltou um gemido mais forte revelando seu tesão, não demorou muito pra ela chegar ao orgasmo novamente, cansada e sem fôlego ela me disse que sentiu que deveria sair comigo e eu revelei a ela que ela satisfez uma das minhas fetiches que era transar com uma policial, ela sorriu e disse que era esse um dos motivos que tive ainda mais audácia.
Sempre que possível nos duas voltamos a nos encontrar e realizar todo que queremos

A primeira transa de Suelem com uma amiga

Karina e suelem estavam conversando no sábado à noite no apartamento de karina. Em meio à conversa karina disse pra amiga...vc já pensou em transar com uma mulher? suelem respondeu tá louca, nunca iria pensar numa coisa dessas, que nojento...karina disse vc tem que experimentar primeiro para depois achar nojento...te garanto que não é não...suelem respondeu pára com isso karina, estou ficando assustada com vc...karina puxou a amiga para perto e disse porque vc não relaxa e deixa tudo comigo...sou sua melhor amiga e te acho super gostosa...suelem tentou afastar-se mas karina colou seu corpo no corpo dela, os seios se tocaram e suelem disse para com isso amiga, eu não quero...ao mesmo tempo karina notou que suelem estava tremendo...e disse vc está excitada amiga, posso notar...claro, disse suelem, vc está me deixando assim, mas eu não quero, não é certo...somos mulheres...karina disse deixa de ser boba, vc está gostando...neste momento...karina meteu sua mão direita por baixo do vestido de suelem e tocou sua calcinha que já estava molhada...suelem gemeu e disse pára karina...não faz isso...por favor...karina disse deixa eu terminar o que comecei...aposto que vc não vai se arrepender...e foi tirando a roupa de suelem...suelem já estava se entregando...

Karina disse eu já aguentava mais suelem...queria te comer há meses...agora vc não vai me escapar...nem terminou de tirar toda a roupa de suelem e com a calcinha ainda no corpo da amiga karina deu uma primeira lambida longa e gulosa na xana molhada e piscante da amiga que disse aiii aiii sua puta...me come vai...me chupa sua cadela...foi a deixa para karina partir de vez pra cima de suelem...kariana comeu a amiga de todas as formas, com a língua, com os dedos, lambeu o cuzinho da suelem e enfiou os dedos na buceta e no cuzinho da amiga que gozou várias vezes...depois mandou que suelem chupasse a sua buceta, ela disse...chupa logo a minha buceta suelem...suelem já tinha deixado de lado seus pudores e atendeu o pedido de karina...sugou a buceta da amiga com muita volupia...e fez karina gozar também...karina comandava as ações e as duas fizeram um 69, suelem gozou de novo na boca de karina que se deliciava com aquele suquinho doce que saia da bucetinha da amiga tesuda...ela disse ainda...vem cá vadia...cola essa buceta na minha e vamos gozar...as duas roçaram as bucetas uma na outra...e gritavam como loucas...gozaram várias vezes...no final...ficaram abraçadas, nuas e exaustas...

Suelem confessou que nunca tinha tido uma transa igual em sua vida...ela disse eu adoro transar com homens, mas nenhum conseguiu me fazer sentir o que vc me fez hoje karina...karina disse sempre que vc quiser eu vou te comer, adoro vc, quero ficar contigo, te amo muito amiga...quero ser a tua mulher e a tua paixão louca e depravada.

 

Xandão, um carioca fudedor (Ensinando o primo a ser comedor)

Igor era um primo de Xandão, filho de uma tia que morava em Paracambi, interior do estado. O garoto acabara de completar 18 anos e precisava ficar 2 dias no Rio, para se alistar na Aeronáutica. Xandão chegou em casa e se deparou com o garoto na sala vendo tv, sua mãe lembrou q tinha avisado que o primo chegaria, mas ele havia esquecido. A ultima vez que tinham se vista fazia 10 anos, o garoto ainda era uma criança, mas agora tinha crescido e, aos 18 anos era um belo moreno de 1.77, 74kg, cabelo moicano olhos castanhos feito o dele.
“ Fala tio, blz?”disse Igor.
“Não sou seu tio seu mané, sou seu primo”, respondeu Xandão,achando engraçado o jeito do muleque.
E prosseguiu:
“Cara vc pretende se alistar usando esse cabelinho estilo Neymar?! Vão te zuar muito lá...”
“É mesmo né, primão...Depois penso no que fazer então”, respondeu Igor passando a mão no cabelo.
Trataram logo de ir caçar um video-game p jogar enquanto a mãe de Xandão terminava o jantar. Xandão quis saber como era a vida em Paracambi e o primo relatou q a cidade é pequena e sem grandes opções de lazer e balada, mas que tinha umas garotas lindas e aproveitou p falar das que ele já havia ficado. Xandão se interessou e deu um tom mais sacana ao papo, querendo saber onde ele levava as meninas qdo queria sexo, e sorriu qdo o garoto soltou, sem a menor cerimônia, que o motel mais comum da cidade era mesmo o matagal. Aquele papo estava divertido, Xandão contou q já levou muitas meninas tbem p matagal e meninos também. Igor parou a jogada do video-game e encarou o primo, com expressão de susto e disse: “ seu palhaço, tá falando bobeira só p eu perder a jogada, mas não vai adiantar, eu vou te ganhar”.
“É sério cara, aqui no bairro mesmo tem um, o Marcelo, esse eu pego toda semana, ontem mesmo eu passei a vara nele, é um cara casado e se amarra na putaria. Tudo na encolha, é claro, no sigilo total.”
“Caraca primão, que maneiro! Eu tenho muita curiosidade, mas não faria nada por lá. Já aqui no Rio, uma cidade maior eu teria coragem de ver qual é...” respondeu Igor.
“Cara, então amanhã vou te levar p fuder o rabo do Marcelo junto comigo, vc vai curtir, pode ter certeza.”
“ Mas vc já não comeu ele ontem? Será q ele vai topar dar p 2?”
“O cara faz o que eu mando, vc vai ver, sem falar que ele tem uma bunda que é uma delícia.”
As 21 h do dia seguinte Xandão e Igor estavam na mercearia de Marcelo, o vizinho evangélico.
“Aí Marcelo, esse é o Igor, meu primão, resolvi oferecer seu rabo carnudo como boas vindas p ele, vc vai ser bem obediente a ele como é pra mim.” Decretou Xandão ao parceiro, que deu um sorriso constrangido e balançou a cabeça concordando. “ Pra começar, pega logo lá umas cervejas p gente”, concluiu.
Igor e Xandão aguardavam Marcelo voltar com as cervejas, estavam somente de sunga e sentados, Marcelo os serviu e nosso fudedor ordenou que ele logo iniciasse a sessão de boas vindas, mandando o parceiro ajoelhar e lamber os pés de igor e depois ir subindo. Marcelo começou pelo pé esquerdo, deu um trato de lingua: lambia, beijava, acariciava, esfregava o rosto naquele pezão moreno, beijava mais, lambia mais e mais. Igor suspirava parecendo não acreditar na cena, olhava para o primo e sorria com cumplicidade. As linguadas de Marcelo eram quentes e ávidas e chegaram até suas coxas, o garoto logo tirou a sunga e sua pica ficou livre, para logo ser abocanhada avidamente pelo parceiro. A pica de Igor tinha 17 cm, não era, portanto, tão avantajada quanto a do primo, mas era bastante grossa, daquele tipo q arregaça na entrada, e era do tipo babona, saía muita baba pelo orifício. Memso não sendo tão grande como a de Xandão, era ainda muita carne, Marcelo teve dificuldade p mamar aquilo tudo, mas tentava de todas as formas... Viu Xandão cochichando algo no ouvido do primo. Nesse momento, Igor o agarrou pela nuca e forçou ainda mais a sua cabeça a mergulhar profundamente entre suas pernas até o nariz de Marcelo encostar em seus pentelhos, fodia sua boca fazendo movimentos pra frente e pra trás, segurava novamente seus cabelos e indicava a direção do saco, Marcelo passava a sugar suas bolas, até conseguia abocanhar as duas de uma só vez,fazendo Igor gemer gostoso. Xandão não se contentou em somente assistir e posicionou-se ao lado do primo, fazendo com que Marcelo tivesse agora duas picas p dar conta, duas picas morenas, uma grossa e comprida que ele já conhecia tanto, e agora uma outra, um pouco menor, mas tão saborosa quanto. As duas ali, assustadoramente rígidas feito rocha, dois verdadeiros trabucos pendurados entre as pernas de dois machos sedentos feito touros no cio, o cheiro das virilhas dos dois se misturando, Xandão dizendo as putarias de sempre, que ele tanto gostava de ouvir, seus cabelos sendo puxados ora por um ora por outro, tapas bem dados com mãos ásperas estalando em seu rosto, sem falar das pirocadas q recebia contra o rosto e da baba q as picas expeliam e que ele adorava e tratava de sorver tudo enquanto mamava com devoção e êxtase. Marcelo estava mesmo com sorte.
“Ae primão, viu como meu vizinho é chegado numa pica? Vc vai se fartar de comer esse cuzão, ele aguenta pirocada na moral. Não é Marcelo?”
“ Encaro essa pica a 8 anos e cada dia Xandão me come mais gostoso.” Disse Marcelo, sem perder a concentração no boquete q fazia.
“Então tá na hora do meu primão arregaçar essa bunda branca de chefe de família também!” decretou Xandão. Marcelo sabia q não seria facil encarar uma pica tão grossa, mas não questionou, pois já conhecia o temperamento de Xandão e não estava a fim de apanhar na frente de Igor. Só pediu implorou para que usassem gel lubrificante, mas Xandão decidiu que apenas uma salivada no cu já seria o suficiente e, de quatro no tapete, Marcelo começou a sentir o pau duro e latejante de Igor ir entrando com firmeza, abrindo caminho de forma meio desajeitada pelo seu cu, que ainda se encontrava dolorido devido a surra de pica que Xandão havia lhe aplicado na noite anterior. Sentia cada centímetro da pica inchada ir deslizando p dentro até sumir, suava frio e se contorcia, tentando se adaptar àquele invasor, o garoto metia com cautela e isso deixava Marcelo até tranquilo, mas Xandão logo começou a sugerir que Igor fosse mais malvado... Então estocadas começaram a ficar mais vorazes. Igor, cada vez mais animado, bombando com força e comentando com Xandão como a bunda de Marcelo era branquinha e grande e como o cuzão era quente e guloso. Xandão concordava com tudo e mandava então Igor tirar e meter novamente até o talo e o garoto obedecendo, todo eufórico por estar comendo o primeiro rabo de sua vida. A tora grossa do muleque vai abrindo o cuzinho rosado e dolorido, entrado, saindo, mexendo pra lá, mexendo pra cá. Marcelo geme indefeso e logo sua boca é preenchida pela pica de Xandão.
“ Tá adorando ser fudido por duas picas pretas né minha putinha! Levando no rabo e levando na boca igual uma vagabunda!” Xandão debochava enquanto forçava a pica cada vez mais fundo na boca do parceiro, que gemia, grunia, suava e arfava de tanta pirocada ao mesmo tempo.
“Come ele de frango-assado Igor, essa puta adora!” disse Xandão para logo em seguida perceber que o primo não sabia o que era isso.
Foi preciso nosso fudedor posicionar Marcelo arreganhado no tapete e determinar que Igor prosseguisse com as pirocadas. Marcelo foi enrabado novamente, dessa vez cara a cara com Igor, que tinha no olhar um mix de euforia e tesão. Xandão até pensou numa dupa penetração, mas desistiu da idéia pq Igor era inexperiente demais e poderia tumultuar a ação e tbem pq o cu de Marcelo ficaria deformado após ser atacado por duas picas tão grossas ao mesmo tempo, e cu largo o nosso fudedor não curte. O jeito era ir um por vez mesmo, logo encapou seu pau e Igor saiu para que ele pudesse ocupar seu lugar, e assim seguiram se revezando e mandando vara na bunda de Marcelo, que apesar do incômodo da posição, estava adorando aquela sova de pica e, mesmo se não tivesse gostando teria q suportar tudo caladinho, as poucas vezes q resolveu dizer um não a Xandão levou 2 bofetadas q a cara ardeu durante horas seguidas. Os dois primos não tiveram piedade, ainda comeram Marcelo de pé apoiado na mesa, mandavam ver no cuzinho já sofrido de Marcelo que suas pernas tremiam, a mesa rangia, ele queria gritar, mas tinha que se contentar em gemer baixo para não chamar atenção. Igor tirava e logo vinha Xandão,jogaram Marcelo de quatro no tapete novamente e prosseguiram com a surra de pica por mais 30 minutos. O gran-finale foi os dois machos jorrando leite farto na boca, no peito e no rosto de um Marcelo. Coberto com tanta porra, ia ter q tomar um banho ali mesmo, no escritório do mercadinho, pois não tinha condições de sair a rua e nem chegar em casa naquele estado... parecia que tinha vindo de uma batalha. E de fato participou de uma, uma batalha onde manda quem pode e obedece quem tem juizo.

junior.mpg@hotmail.com

Xandão, um carioca fudedor (Maltratando o vizinho)

Xandão, nosso carioca fudedor ainda morava na mesma rua tranquila, no subúrbio de Anchieta, na mesma casa onde fui criado. Dos caras que ele tanto comeu, agora só tinha o Marcelo morando ali, esse já estava com 29 anos, casado, e ainda evangélico, se preparando para ser pastor da igreja e já era dono de sua própria mercearia. Ainda continuava achando que fuder com Xandão era coisa do demônio, mas ainda se pelava de medo do cara. Medo e tesão é claro, pois bastava o macho marcar que Marcelo topava.

Os encontros agora rolavam na mercearia, após as 20h. Xandão estava mais mandão do que nunca, exigia cerveja geladinha, queijo e azeitona para se deliciar enquanto Marcelo lambia seus pés e depois mamava sua pica como se fosse uma cabritinha faminta. Xandão dizia: “ isso putinha, mama esse picão que faz vc gemer a anos, mama” e ele aboncanhava os 22cm do parceiro com vontade, engasgava e lacrimejava. Xandão ainda tinha por hábito bater com a pica na cara dele e depois afastar girando pra lá e pra cá fazendo com que ele ficasse tentando abocanhar de novo. Quando tinha a pica de novo na boca, Marcelo fazia tudo para agradar o parceiro, mas certa vez não aguentou tanta pica na boca q teve uma ânsia e acabou sujando Xandão. Levou 2 tapas q chegaram a estalar. Depois desse epísodio, Xandão ficou 1 mês sem procura-lo.


Trancados no mini escritorio no fundos da mercearia, Xandão, como sempre, mandava. E Marcelo obedecia. De quatro no tapete, rabo empinado e a boca dormente de tanto mamar, Marcelo sentia o cacete escorregar dentro de si. Xandão empurrava a pica com a competência de sempre e ia até o fundo do parceiro, arregaçando suas pregas. Tirava o pauzão e tornava a meter, fazia isso várias vezes deixando Marcelo alucinado. Xandão alternava os movimentos de vai e vem e tambem remexia os quadris, movimentando a pica dentro do cu do parceiro de maneira espetacular. As estocadas fortes e viris não paravam, Xandão agora segurava forte na cintura de sua presa e bombava como um touro no cio, fazendo Marcelo se sentir dilacerado. “Toma nesse cu seu puto. Rebola na vara do seu macho preto, seu viadinho”.

Nosso fudedor sabia que Marcelo já era propriedade dele e que ele podia fazer o que bem entendesse na hora do sexo q seria obedecido, por isso, carcava mesmo seus 22 cm no parceiro sem piedade e adorava ouvir os gemidos aflitos e constantes. Marcelo despertava nele um tesão especial pelos seguintes motivos: tinha um cu profundo, uma bela bunda, era casado com mulher e, além disso, era másculo e evangélico. Chegava a comer Marcelo por 45, 50 minutos a 1 hora e só parava quando muito bem entendesse, e o resultado era sempre o mesmo: Marcelo indo para casa com o corpo entorpecido, cu latejando e ardendo e na boca o gosto de leite do macho que o acabara de devorar.

junior.mpg@hotmail.com

Sensações

Linda, loira, com um salto q é capaz de me enlouquecer.
Definitamente eu seria um tapete para mh namorada pisar.
Eu jogada pelo chão. E ela linda com os seus pés sobre meu corpo;
Um chicote em sua mão, e uma lingerie preta, causa dos meus delirios.
Ela passa seu chicote em meu corpo nu, tentando descobrir como me torturar de modo 'delicado', pois sabe q se pisar vou aos céus sem pensar.
Resolve me amarrar sentada em uma cadeira. Sim também axo uma covardia comigo. Coloca uma música e começa a me enlouquecer mais ainda.
Dança lentamente dentre minhas pernas. Subindo, descendo, tudo isso com um olhar de enlouquecer.
Um simples toque de suas mãos em minha barriga é capaz de sensações indescritiveis...
Treinei bem minha garota, e ela usa ousadia... Vem se aproximando dançando e beijando meu corpo. Faz carinha de quem ta adorando comandar a situação, só
não esperava uma pequena surpresa.
Consigo me soltar, a agarro mh loira e lhe tasco um beijo. Puxo ela de modo q caia sentada no meu colo, de frente p/mim... A seguro pelos cabelos, jogando
sua cabeça para traz, começo a lamber seu pescoço com movimentos circulares indo do pescoço ao pé do ouvido.
Agarro seus seios com mh outra mão, e um gemido diz que o caminho para dominação está sendo traçado...
Percebo que são seus seios meu primeiro ponto de tortura, decido torturar,beijar , lamber, mordiscar o bico enquanto a outra mão aperta o outro sem
parar...
Gemidos, sussuros, corpo se enclinando para que possa me aproveitar melhor...porém tenho planos para minha loira fatal, planos que nem mesmo eu tinha
programado.
A coloco na minha cama, vendo seus olhos, tiro a parte de cima da sua lingerie... Digo q ja volto, vou só buscar algo para dar mais sabor e prazer aos
nossos corpos.
Volto com uma caneta especial, uma caneta de leite condensado.
Desenho meu nome sobre seu ventre, e com desculpa de não ter ficado legal, passo minha língua retirado todo leite condensado.
Isso é só o começo...

Continuando minha doce e prazerosa tortura...

Continuo a desenhar sobre o corpo da minha loira fatal, contorno seus seios,para depois deixar minha boca brincar com aqueles seios perfeitos, e novamente
trilhar sua barriga lamber, porém sempre de modo mais rapido e ousado, enquanto ela segura minha cabeça, no intuito de eu dar uns beijos em seus labios,
nessa boca que tanto amo.
Não, agora é minha vez de me divertir, os beijos vão ter que esperar.
Desço mais, de forma de suas coxas são meu próximo alvo. Desenho tomando o cuidado para que minha mão encoste em seu sexo, volto e vou lamber de encontro
a sua virilha, mordiscando, beijando, lambendo, e do nada do uma lambida em sua fenda...um gemido alto, acho graça, e confesso que também estou louca de
tesão. Volto a passar minha boca em sua barriga, seios, pescoço, lábios, e que lábios.
Começamos a nos acariciar, de modo que nossos corpos se movem em movimentos sincronizados, juntas por um desejo de amar, de curtir cada sensação ou
momento juntas.
Sinto loucura para ama-la, beija-la, lambe-la, devora-la.
Porém, tudo tem seu tempo, e no momento só quero sensações de prazer, de amor, carinho, pois o gozo nem sempre faz diferença. A diferença é feita quando
estamos com a pessoa certa, curtindo uma a outra sem ansiar pelo 'sexo' em si.
Espero que tenham gostado, e em breve voltarei, e prometo que com ousadia e tudo mais...

Anonimo

A Minha Longa Iniciação - Parte 2

Como eu disse no conto anterior, estou relatando acontecimentos reais da minha vida. Sempre pensava em fazer algo assim, mas faltava-me coragem. Embora não pareça nos relatos, sou uma mulher discreta e muito tímida, mas reuni forças e estou colocando minhas aventuras no papel. Quando postei esse conto em outro site, recebi dezenas de e.mails elogiando, o que, em parte, deu-me força para continuar. Já respondi a todos. Sendo uma história totalmente real, a não ser com alguns ajustes no tempo da ocorrência dos fatos, às vezes ela poderá parecer longa, até porque não se trata de um simples conto, mas sim, dos capítulos iniciais do meu livro, que terá um total de 12 (doze) capítulos. Não deve ser lida de uma única vez, até porque estará sempre aqui, disponível para leitura, e em qualquer hora. Também aviso que não relata sacanagens explícitas, sem fundamento algum e que surgem do nada, porque a realidade é diferente da fantasia, e afinal, sacanagens explícitas é o que não falta nos sites da internet, concordam? Além disso, a vida pessoal de uma mulher comum não iria ter nada de muito interessante, se não fosse o acontecido entre quatro paredes. E é aí que estão as surpresas, que podem chocar alguns e agradar outros. Leia e tire suas conclusões. Aposto que você não se arrependerá...
Explicado isso, vamos à PARTE II :

Quando completei dezessete anos, meu pai avisou que iríamos nos mudar novamente. Fomos para Maringá, no Paraná. Ficamos quatro anos lá. Novos amigos, e uma grande reviravolta na minha vida. Matriculei-me numa das escolas locais e em poucos dias notei que a nova cidade era um lugar muito animado, pois as pessoas adoravam bailes, torneios, exposições e festas diversas.

Só sei que quando lá cheguei, a agitação local era por conta da eleição da miss da cidade. Nem me importei muito com isso, até porque sempre achara esse assunto uma cafonice. Entretanto, mesmo sabendo da minha opinião a respeito de tais concursos, algumas colegas ficaram me dizendo para eu me candidatar, que eu teria grandes chances de sair vencedora, que eu era muito bonita e tal. Acabei cedendo à ideia, no início por diversão mesmo. Talvez até me tivessem aflorado aquelas vaidades comuns aos adolescentes, que gostam de motivos para aparecer, chamar a atenção ou sentir-se importantes. Desnecessário dizer que tive a opinião contrária de toda a minha família, pois diziam que eu iria ridicularizá-los e tal.

Na verdade, embora aos dezessete anos já tivesse boa estatura para uma mulher daquela época (1,72m), além de ser loira, com olhos verdes, ligeiramente magra, coxas roliças, bumbum redondinho e um pouco avantajado (que ainda tenho até hoje, modéstia à parte), os meus seios eram considerados grandes, para os padrões de beleza da época. Qualquer pessoa de meia idade sabe que as mulheres de seios pequenos eram super valorizadas. Ao contrário dos dias atuais, a moda era cirurgia para a redução das mamas, ao invés do silicone para aumentá-las. Confesso que eu também pretendia isso (a redução) e ficava sonhando, achando que o dinheiro do prêmio, mesmo não sendo uma grande quantia, já seria o suficiente para custear a plástica.

Logo que me candidatei, começaram a correr boatos na cidade que eu seria a vencedora, sem dúvida nenhuma. Assim, passei a ser parada na rua pelos populares, pois, até então, não sendo moradora daquele lugar, poucos ainda me conheciam. E, com isso, eu me achava a “tal” ou, a “Rainha da Cocada Preta”, como dizem. Porém, infelizmente, como quase tudo que acontece ainda hoje no Brasil, eu apareci na hora errada e no concurso errado. Meus pais foram procurados pela diretora da minha escola, a mando de pessoas importantes da cidade. Ela — diretora — pediu-lhes que eu desistisse do certame, porque, se eu saísse vencedora, não teria condições financeiras de passar vários dias em Curitiba, na disputa do Miss Paraná. Além de que, para representar bem a cidade, eu deveria ter muitas aulas de passarela, etiqueta, gastar com roupas de grife e frequentar salões de beleza. A outra candidata, dentre as muitas, mas que diziam ser a minha rival direta, era de classe média também, só que contava com o patrocínio de uma grande rede de supermercados da cidade e de uma boutique de luxo, além de ter o apoio da rádio FM. Em resumo, propuseram pagar o dinheiro do prêmio à minha família, mesmo sem eu participar de nada; a rede de supermercados nos daria ainda cesta básica mensal para quatro pessoas, durante um ano, com dez itens, e a boutique me forneceria um par de roupas por mês, à minha escolha (também durante um ano), desde que a minha desistência fosse mantida em sigilo, isto é, que ela teria sido da minha livre e espontânea vontade, sem eu ter recebido pressão alguma por isso.

Lógico que era uma excelente proposta e, infelizmente, não tive outra opção, senão a desistência. Afinal, quem me poderia garantir a vitória? E, se de fato eu ganhasse, quem iria custear-me a permanência no concurso estadual? Enfim, o que era previsto aconteceu. Aquela que diziam ser a minha concorrente venceu em Maringá, depois em Curitiba, e ainda ficou em quinto lugar no Miss Brasil. Fiquei feliz pelo sucesso dela, mas, em parte, aquilo me abalou, porque eu era a todo momento cobrada pelas pessoas na rua pela minha falta de coragem em lutar por algo. Pior é que o dinheiro pago ficou todo com os meus pais e o meu único lucro direto foram as vestes recebidas da boutique. Desde então, não quis saber de mais nada; muito menos de namorar, apesar de receber inúmeros convites para isso. Enfim, eu evitava o contato com as pessoas. Fechei-me novamente. Quatro anos de reclusão. Meu pai brigava comigo porque eu não saía. Preferia ficar em casa, com os meus livros.

Na semana em que iria completar vinte e um anos, cheguei a Jaraguá do Sul, de volta a Santa Catarina, onde, depois de algumas mudanças, ainda tenho raízes. Era uma cidade bem diferente, com seu povo muito fechado. Já estava no terceiro ano da faculdade. Fizera o primeiro semestre em Maringá e deveria completá-lo em Jaraguá. Lembro-me bem de que todo mundo me olhava estranho. Os homens pareciam tímidos diante de mim. Cada professor que entrava na sala pedia que eu me apresentasse, como se eu ainda fora uma estudante do colegial e não universitária. Tinha vontade de sumir!!! Quando me perguntavam, e eu lhes dizia, a minha média de notas, alguns da sala mudavam de atitude comigo, começavam a me adular. Um saco!!!

No ano seguinte, já enturmada, comecei a me soltar mais. Fiz mais amigos, alguns dos quais tenho até hoje.

No outro ano, terminei meu curso de Pedagogia e comecei a trabalhar fora. Fiz vestibular para Economia, passei, mas não o frequentei, pois era em outra cidade, e não tinha como ir todo dia para lá. Deixei para estudar depois. Já tinha um diploma mesmo.

Quanto aos homens… bem, sempre do mesmo jeito. Eu me interessava, mas logo percebia que me tratavam mais como objeto de desejo ou algum troféu. Riquinhos exibindo o carro novo dos pais me assediavam, com a mais absoluta falta de assunto, falando infantilidades e infâmias. Como eu não tinha o mínimo interesse por eles, os de mente mais sensata eu fazia com que virassem meus amigos. Tinha receio de me transformar em objeto sexual, tipo uma Marilyn Monroe tupiniquim (rss). Sempre sem namorado, nem ficante. Dá para ver que amigos eu tinha bastante…

Decidi voltar a estudar. Resolvi fazer o curso de Letras, em Joinville, pois havia ônibus que levavam os estudantes. Algumas paqueras, novos amigos… sempre assim. Amigas pegavam no meu pé porque eu ainda era virgem. Foi um período danado para mim. Era muita pegação no pé. Eu não iria dar para ninguém só porque era fora de moda ser virgem.

Aos vinte e cinco anos, no ano de minha nova formatura, eu fazia inglês aos sábados e tinha um grupo de amigos. Nos finais de semana, sempre viajávamos juntos.
Certa vez, fomos para uma praia, num camping.

Nesse grupo, havia um rapaz muito bonito, chamado Carlos, que fazia pouco tempo estava saindo conosco. Antes, ele vivia me dando umas olhadas diferentes, se chegando. Ficamos algumas vezes. Ele chegou a me pedir em namoro, mas não rolou nada mais sério, além de muitos beijos. Mais tarde descobri que ele trabalhava numa filial da mesma empresa que eu.

Nesse dia em particular, estávamos em cinco pessoas, sentadas, bebendo, conversando e rindo. O restante do grupo tinha saído para dar uma volta. Eram 23h e ninguém tinha sono. Uma noite meio chata, pois estava nublado. Tempo assim é um saco para quem está acampando. Quando me dei conta, estávamos a sós, pois os outros já haviam saído. Ele foi se aproximando… e me deu um beijão daqueles. Pensei: é hoje!!!

Ele sabia que eu era virgem, pois os meninos tinham o maior cuidado com as meninas do grupo, principalmente comigo, que era a amigona de todos. Fui até carinhosamente apelidada por eles de “Miss”. Após uns longos amassos, outros apertões, algumas passadas de mão nos meus seios e na minha bunda, fomos para a barraca.

Entretanto, o problema logo começou, porque, diferente de quando estávamos lá fora, ele pareceu vir sobre mim como um bicho doido, sem se preocupar comigo. Como ele estava de calção, sem a menor cerimônia tirou-o na minha frente e pude ver seu membro rígido. Era de tamanho médio. Em espessura, acho que se assemelhava aos dois com os quais eu já tivera alguns contatos antes. Eu estava sentada no chão da barraca. Ele, segurando o pênis com a mão, dirigiu-o à minha boca, como se me oferecesse para eu chupá-lo. Recusei, lógico. Jamais tinha feito algo assim e, além do mais, sentia muito nojo.

Então ele desistiu da ideia, sentou-se ao meu lado, parecendo se acalmar um pouco, e beijamo-nos. Desta vez, com ele já menos afoito, pude sentir suas mãos acariciando minhas costas. Com sutileza, ele soltou o laço do meu top, deixando-me os seios desnudos. Depois os chupou sofregamente e, agora sim, senti um enorme tesão. Enquanto ele me sugava os seios, eu acariciava-lhe os cabelos. Estava muito gostoso. Não resisti e peguei no seu pau… Afaguei-o com vontade. Depois ele se ajoelhou ao meu lado e passou a beijar-me a barriga. Percebi o toque da sua língua no meu umbigo e uma das suas mãos puxando o meu shortinho, pernas abaixo, deixando-me somente de calcinha, que na verdade era a parte de baixo do biquíni… Senti sua mão lá dentro tocando o meu sexo já molhado. Esperto, breve ele me deixou livre da “calcinha”, tirou sua camisa e ficamos os dois, lado a lado, completamente nus, naquela barraca de vinil, numa noite morna e de céu nublado.

Em seguida, ele passou a beijar-me nas pernas. Subia com a língua até os meus joelhos e subia ainda mais, lambendo-me uma coxa, depois a outra, até que, finalmente, pude experimentar o toque molhado e quente da sua língua na minha bucetinha virgem. Fiquei doida. Abri as pernas todinha para ele e o seu rosto se agasalhou no meio delas. Segurei o seu pau e o percebi todo úmido na cabeça. Daí ele se virou por cima de mim, em posição invertida, cabeças com pés, e eu, de novo, peguei-lhe o pau duro, colocando-o entre os meus seios, enquanto ele me chupava lá em baixo… Não resisti e passei a beijar-lhe o bumbum e minha língua esteve perto do seu ânus. Senti vontade de tocá-lo com a língua, mas minha inexperiência venceu e não o fiz. Enquanto isso, ele esfregava o pau duro nos meus seios, continuando a chupar-me a bucetinha. Logo senti seu dedo massageando-me o cuzinho. Achei uma delícia aquilo. Rápido, ele levantou um pouco o corpo, tirando o pau dos meus seios, ficando com o tronco um pouco arqueado. Não resisti e passei a lamber-lhe as bolas… Nessa hora ele penetrou o dedo todo no meu rabinho. Daí agarrei seu pau e passei a punhetá-lo, até sentir seu esperma quente inundar-me os seios e o pescoço. Depois, ele mudou de posição e passou a esfregar o pau ainda molhado nos bicos dos meus peitos, até acabar de sair todo o seu gozo quente sobre mim. Fiquei ali deitada na barraca, todinha lambuzada.

Ele deixou nosso cafofo, pelado mesmo, agora com o pau não muito duro. Estando lá fora, foi até um varal improvisado, onde havia algumas roupas e pegou algo para eu me limpar. Retornou com uma toalha. Assim que adentrou a barraca, seu pênis parecia ainda mais teso do que antes. Eu, já deitada, limpei-me e lhe agradeci. Em seguida, ele veio deitar-se por cima de mim e já tentou enfiar o membro duro na minha bucetinha. Ainda com o pau na minha porta, antes que forçasse alguma coisa, eu falei:

— Não, amor… Eu sou virgem, assim não posso…
Eu o escutava dizer que eu relaxasse, que eu iria gostar.
— Vamos com calma, então — disse eu.

Ele forçou um pouquinho, eu me assustei. Mas me retorci e… nada!!! Ele forçou novamente. Ele era muito forte!!! Tentei. Mas não dava certo. Ele pareceu cair em cima de mim como um bicho doido de novo, dessa vez sem sequer preocupar-se comigo. Fiquei com medo e já não queria mais. Pedi-lhe que parasse, pois não tinha mais tesão algum. E ele não parava. Eu tentava tirá-lo de cima de mim e ele não saía. Notei que ele suava em bicas, com o esforço que estava fazendo. Só sei que, em dado momento, ele segurou o pênis com uma das mãos, encostando sua cabeça bem na portinha do meu canal vaginal. Forçou muito e, por último, soltou todo o peso do corpo sobre mim. Foi um desastre. Senti um ardor imenso, e o membro dele entrou de uma vez, rapidamente, parecendo rasgar-me por dentro.

Enfim, perdi a virgindade. Com muita dor e nenhum prazer. E ele não conseguiu gozar. Quando senti a forte dor, desesperada, empurrei-o de um jeito tal, que ele caiu fora da barraca. Mandei-o embora. Foi um final de noite horrível.

Logo depois chegou Roberta, uma das minhas amigas.

Contei-lhe o acontecido. Ainda sentia dor. Um tempo depois, já vestida, vi sangue na calcinha. Fui tomar um banho e só pensava na dor. Meu corpo todo doía.

No dia seguinte, quando acordei, ele tinha ido embora. Ninguém soube de nada, só minha amiga. Durante a semana, ele me procurou (trabalhávamos na mesma empresa) e pediu desculpas. Nem me lembro do que falei, mas comentei-o com Roberta. Só sei que ainda sentia dor, quando me sentava. Tinha ido ao médico e ele me dissera que estava tudo bem, que a dor era mais muscular, por causa da força que ele fez.

Depois disso, ele ainda viajou conosco e tentou uma vez aproximar-se de mim. Eu, seguindo os conselhos de Roberta, não deixei. E ficou por isso mesmo.
Bom começo eu tive, né?

Lá fui eu me fechar de novo!

 

 

D

epois desse acontecido, Roberta revelou-se uma pessoa bacana, uma verdadeira amiga, na qual passei a confiar inteiramente. Os conselhos que dantes recebia dos meus pais, e sequer lhes dava ouvidos, eram praticamente os mesmos de Roberta. Só que a ela eu obedecia, até porque não me falava com ares de repressão e dever. Falava simplesmente como amiga. Ela sempre me dizia:

— Sabe, Tânia, por você ser muito bonita, a maioria dos homens vai querer mesmo apenas se aproveitar de você para fazer sexo e se divertir.

Eu dizia a ela:

— Mas eu também sinto falta de conhecer alguém, né?
— Conhecer quem? — ela me perguntava.
— Sei lá... alguém especial. De repente, até um dia eu possa me casar, ter casa, filhos…

— Nisso concordo com você. Você tem que arranjar um bom casamento, mas para isso precisa ser uma moça reservada, assim como eu e tantas outras também. Você deve pensar nas frutas das prateleiras dos mercados: aquelas em que todos põem a mão, ninguém compra. Mas as escondidas no fundo das caixas, todos as querem. E pagam mais caro por elas.

Tive de concordar com Roberta. Mas era sempre assim. Aparecia algum cara que eu achava interessante, logo vinha ela a me desanimar:

— Nossa… fulano de tal é muito feio pra você. Dispensa.
Aparecia outro, a mesma conversa:
— Muito novinho.
— Baixinho.
— Velho demais!

Até que um dia ela me falou:
— Sabe, Tânia, eu estive pensando bem e acho que nós duas precisamos mesmo é dar um passeio para longe, perto do Rio de Janeiro e São Paulo, e conhecermos melhor os ares da civilização, porque aqui neste buraco onde moramos nunca vamos arranjar alguém que seja legal para nós duas.

— Até que não seria mal. Nas férias poderíamos sair, sim — concordei.
Mas acrescentei:
— Só que Rio de Janeiro não, né, Rô. Lá só tem praias de interessante, e praia seria a última coisa que eu iria querer visitar, até porque morei muito tempo em Balneário, você sabe…
— Não, querida — disse ela. — Não precisa ser especificamente a cidade do Rio de Janeiro, nem a de São Paulo. Elas são apenas exemplos, entende? Mas poderíamos ir a Minas Gerais e conhecer suas cidades históricas, pois elas ficam lá perto do Rio de Janeiro e de São Paulo, entendeu? Ou quem sabe a Bahia e o Espírito Santo, onde faz calor o ano todo, e muitas outras mais.

Concordei com ela mais uma vez.

Combinamos alguns detalhes, e antes mesmo das férias viajei com Roberta para São João del-Rei (MG). Ela providenciou tudo: passagens, reserva de hotel, etc. Fomos de avião de Florianópolis até o Rio de Janeiro e lá pegamos um ônibus para São João. A continuação da viagem seria durante a noite e chegaríamos a Minas pela manhã.
Embarcamos num ônibus leito, muito confortável. Só sei que eu estava exausta, devido às estressantes entradas e saídas de aeroportos e rodoviárias, carregando bagagem. Dentro do ônibus, pegamos duas poltronas juntas, e eu, já na minha poltrona-cama, caí no sono.

Após uns trinta ou quarenta minutos de viagem, ainda dormindo, tive a impressão de estar sendo tocada no seio, por cima da blusa. Abri um pouco um só olho e não vi nada anormal, a não ser a escuridão do ambiente e algumas pessoas roncando nas poltronas.
Fingi dormir.

Passado algum tempo, senti novamente o toque no meu seio. Era Roberta, minha companheira de viagem, com a mão por dentro da leve coberta que eu usava. Pensei repreendê-la, mas já estava muito cansada para arrumar algum tipo de briga àquela hora. Ela passava suavemente a mão por cima da minha blusa, escondida pelo cobertor, enquanto que eu, já começando a gostar da sua carícia, fingia-me adormecida. Logo percebi que ela desprendia, bem devagar, os botões da minha blusa. Depois, abriu-a cuidadosamente e, como eu tinha tirado o soutien, de antemão, porque não gosto de dormir apertada, senti o toque dos seus dedos diretamente no meu peito esquerdo. Arrepiei-me toda. Ela percebeu e passou a tocar suavemente ora o biquinho de um, ora o do outro. A essa altura, ambos já estavam bem durinhos. Eu, vigiando-a, com um só olho meio aberto, vi quando ela enfiou o rosto e sumiu por baixo da pequena manta que me cobria. Logo senti seus lábios sugando-me os mamilos duros. Eu me retorcia toda, abri os olhos e olhei bem para os lados. Pareciam todos dormir e a poltrona ao nosso lado estava vazia.

Nessa altura, já com a blusa aberta na parte de cima, senti o hálito quente de Roberta e os seus lábios beijando meu pescoço. Ela não foi até a minha boca. Voltou novamente para beijar-me os seios e percebi sua mão lá embaixo, tentando soltar o fecho da minha calça. Encolhi a barriga e ela conseguiu. Depois, desceu o meu zíper. Feito isso, puxou minha calça, junto com a calcinha, um pouco para baixo e passou a acariciar-me a bucetinha, a essa altura já bem úmida. Senti o seu dedo me penetrando… abri um pouco as pernas… Ela o enfiava lentamente e o tirava… acabei gozando em silêncio, com as pernas entreabertas, deitada naquela cama improvisada de um ônibus a rodar.

Depois ela parou os movimentos, subiu minha calça de qualquer jeito, abotoou minha blusa e virou-se quieta para o outro lado, para o lado do corredor das fileiras de poltronas.

Eu ajeitei melhor a calça e voltei a dormir.

Chegamos antes do amanhecer. No táxi, a caminho do hotel, pensei no ocorrido. A confusão mental pela noite mal dormida às vezes fazia-me pensar e perguntar se eu não tinha sonhado. Roberta estava sentada no banco da frente, ao lado do motorista, e eu atrás, com algumas de nossas bolsas. Passei a observá-la com certa atenção que não tivera antes. Era uma bonita moça, nos seus vinte e seis anos. Morena, estatura mediana (talvez 1,60m), ligeiramente mais magra do que eu, mas sem aparência franzina, tinha cabelos compridos, abaixo dos ombros, olhos escuros, nariz fino, lábios carnudos, dentes perfeitos, seios de médios para pequenos, dando a impressão de serem pontiagudos. Embora sentada naquele momento, já sabia de antemão que ela também tinha pernas grossas e bumbum meio avantajado, como o meu.

Logo chegamos ao hotel e gostei do que vi. Roberta nos reservara um local bonito, no centro da cidade, às margens de um rio, próximo a uma pracinha com coreto e inúmeras casas comerciais, àquela hora todas fechadas, obviamente. O rio e as praças situavam-se no meio e ao longo de duas largas avenidas, ambas calçadas com paralelepípedos. O casario colonial, de portas e janelas largas, dormia solenemente, dando ares de que o tempo por ali não tinha passado. Não fossem os automóveis parados nas ruas, juraria que estávamos no século XVIII ou algo assim. Porém, em pouco tempo, a cidade iria despertar e, com certeza, a modernidade surgiria de alguma forma.

O porteiro nos ajudou com as bagagens e nos levou ao nosso quarto, um belo e grande quarto, diga-se de passagem, com todo o conforto possível à época atual. Tinha uma grande cama de casal e, ao lado desta, uma de solteiro. O banheiro era de sonho, com uma enorme jacuzzi cujo aquecimento era por caldeira, segundo nos informou o funcionário. Pedi-lhe a gentileza de ligar a água quente da banheira, porque estava doida por um bom banho, logo cedo mesmo, após horas viajando.

Enquanto isso, Roberta abria suas malas e ajeitava algumas roupas no armário. Eu nem quis mexer nas minhas coisas por enquanto. Com a banheira enchendo, o porteiro me deu rápidas instruções sobre a regulagem da temperatura da água, eu dei-lhe uma gorjeta e ele se foi.

Pegando uma toalha, eu me despi e me dirigi ao banheiro, ou melhor, à banheira. Passados alguns instantes, do quarto, Roberta perguntou como estava a água.
— Está uma delícia, amiga — respondi sorrindo. — Acho que é o melhor banho que estou tomando na minha vida.
— Cabe mais uma aí nessa banheira? — perguntou ela em tom de brincadeira.
— Cabe, sim, claro.
— Então me espera — disse ela. — Já vou.

Passados alguns instantes, o trinco da porta se mexeu e ela surgiu completamente nua, andando devagar em minha direção. Chegou, tocou levemente um dos pés na água, para sentir a temperatura, e disse:

— Nossa, Tânia, parece que a água está muito quente, né?
— Não está não — repliquei. — É só você entrar que se acostuma.
Ela entrou, sentou-se ao meu lado e depois escorregou o corpo todo para dentro d’água, ficando molhada por inteiro. Ficamos algum tempo pegando água com as mãos e jogando-a sobre nossos seios, relaxando. Notei que, embora pequenos, os seios dela eram mesmo duros e pontiagudos. Às vezes nossos pés se tocavam acidentalmente. Passamos um longo tempo assim, sentadas e imóveis, apenas curtindo o banho, até que ela me perguntou:

— Tânia, quer que eu lhe esfregue as costas?
— Quero, sim, querida. Obrigada.
Ela pegou o sabonete e, quando iria começar a passá-lo nas minhas costas, disse:
— Deixe-me massagear seus ombros.

De lado mesmo, começou a massagear-me perto do pescoço, chegando com as mãos até a minha nuca e os ombros. Depois, senti sua mão passando por baixo do meu braço, vindo por trás, até que tocou o meu seio. Senti um arrepio e coloquei a minha mão sobre a dela, que já segurava o meu seio. Nossa! Percebendo isso, nessa hora ela me deu um chupão no pescoço, até que eu me virei e acariciei-lhe o rosto. Não teve jeito… Nossas bocas se encontraram e nossas línguas passaram a brigar uma com a outra. Depois ela se ajoelhou de frente para mim e passou a beijar-me os seios enquanto sua mão descia lentamente pelo meu corpo até alcançar minha bucetinha… Agora de perto, pude confirmar que os seus seios eram mesmo pontiagudos, mamilos escurinhos. Toquei a mão neles… Só a ouvia dizer:

— Chupa meu peito, gostosa… chupa, vai…
Obedeci-lhe, tentando enfiá-lo todinho na boca. Era bem menor que o meu. Quase consigo. Fiquei com um tesão imenso e levei a mão ao encontro da buceta dela, encoberta pela água. Senti então que toquei em algo. Levei um susto.
— Pega no grelinho, Tânia. Pega nele!
— Nossa… o que é isso? — perguntei. — Isso é o seu clitóris?
— É, sim. Quer ver?
Ela levantou-se e meu susto foi grande. Mostrou-me sua vulva toda lisinha, que, na parte superior, parecia ter um “piruzinho”, de cinco ou seis centímetros de comprimento, mais ou menos. Com ela ainda de pé, eu, sentada, observava-a, até que ela chegou com a vulva bem próxima do meu rosto, e ordenou:
— Vem, põe a boca nele… Chupa, vai.
Nem fora preciso nova ordem. Caí de boca naquela buceta. Chupei-a feito uma doida, enquanto acariciava o seu bumbum.
— Vamos para a cama, querida. Venha, Tânia! — chamou-me ela.

Enxugamo-nos apressadamente, deixamos a banheira, voamos para a cama. Deitamos lado a lado e beijamo-nos com paixão. Depois ela foi descendo com a boca, lambendo-me todinha até alcançar minha buceta. Nossa! Como ela chupava gostoso. Depois nos viramos e fizemos um sessenta e nove. Eu não parava de lamber aquele grelinho duro. Engolia-o todinho. Gozamos as duas quase ao mesmo tempo. Depois, cansadas, mudamos de posição e ficamos deitadas e abraçadas, em silêncio, durante alguns minutos. Aos poucos ela foi se mexendo de novo. Soltou-me do abraço e sentou-se no meio da cama. Ouvi sua voz dizendo:
— Vem cá, querida, sente-se assim como eu.
— Assim como você de que jeito, Rô? — perguntei.
— Assim, amor: frente a frente.
— Entendi! — exclamei.
Ficamos sentadas as duas na cama, uma de frente para a outra. Daí ela me falou:
— Levanta uma perna, querida, uma só.
Eu levantei a perna esquerda e ela entrou com sua perna direita por baixo da minha e jogou o corpo para o meu lado. Nossos sexos se tocaram assim e senti seu grelinho duro, tocando minha pélvis.
— Chega mais para o meio da cama, Tânia, chega — pediu ela.
Obedeci.
— Agora curve seu corpo para trás, querida. Vou fazer o mesmo.
E fez.
Nossa!!! Que delícia. Bastou uma simples mexida e o grelinho dela entrou em mim. Nossas pernas ficaram cruzadas e presas, como se fôssemos uma tesoura. Enquanto fodia minha bucetinha, ela beijava-me os pés.
— Ai… ai… ai… ai… — passei a gemer muito.
— Safada… tá gostando de dar a buceta assim, tá, Tânia?
— Não para não, Rô… tá muito bom… — respondi.
— Geme gostoso, minha putinha… geme…
Ela mandava; eu obedecia.
— Aiii... uiiii… uuuiiii... que delícia está isso tudo…
— Tô gozando... Você me mata de tesão, Rô...
E gozei mais uma vez… Senti-a mordendo-me o dedão do pé… Ela estava gozando também.
Depois eu me levantei e fui ao banheiro limpar-me e escovar os dentes. Ela também foi ao toalete. O sol já estava alto lá fora quando, finalmente, o sono chegou. Dormimos ambas nuas e abraçadas, apenas cobertas por um fino lençol.

Fui acordada com a língua de Rô lambendo-me o bumbum. Eu já estava deitada de lado, enquanto ela beijava e lambia minha bunda. Ao ver que me acordava, ela me deu boa tarde e nos beijamos na boca.

Disse a ela que precisaríamos sair para comer algo, porque havíamos perdido o café da manhã do hotel. Daí ela me disse, brincando:
— Por mim, eu só como você!
E completou:
— Quero mais, gostosa. Esperei tanto por esses momentos com você. Ninguém sabe o que passei.
— Hummmmm... safadinha!
— Diga que você é só minha, Tânia, diga.
— Sou sua… Quero você também, Rô.
Virei-me de bruços para relaxar, enquanto ela me acariciava os cabelos, a essa altura completamente embaralhados. Acho que estranhei um pouco a cama, pois sentia o corpo todo doído. Vendo-me de bruços, ela deitou-se sobre mim, agora passando a esfregar a buceta no meu bumbum, enquanto me mordia a nuca. Inevitável não sentir o “carocinho” dela a me roçar. Depois ela foi descendo, passando a língua nas minhas costas. Senti um calafrio na espinha, com o toque da sua boca. Ela foi descendo mais, separou minhas nádegas com as mãos e senti um forte arrepio quando sua língua quente tocou o meu ânus. Ela o lambia e o massageava com um dedo. Depois pegou em minha mão e puxou-me um pouco para trás, dizendo:
— Vem cá, querida… Vem de costas para a beiradinha da cama, vem, amor.
Eu obedeci e fiquei como uma cachorrinha ajoelhada na beirada da cama, com os pés voltados para o lado de fora. E ela foi para o chão. Ajoelhou-se atrás de mim, beijou novamente minha anca, meu cuzinho, enquanto dava passadas de língua na minha bucetinha. Depois ela levantou um pouco o seu corpo, curvou-se para o meu lado e encostou o bico do seio duro na minha buceta. Nossa… foi uma loucura aquilo… Ela me apertava com os braços, enquanto esfregava o bico do seio na minha bucetinha… hummmmm… que delícia era aquilo. Depois ela ficou de pé por trás de mim e, sussurrando no meu ouvido, disse-me:
— Olha, amor… Vou tentar enfiar meu grelo no seu cuzinho, mas você tem que me ajudar, ok?
— Ajudar como assim, querida? O que eu tenho que fazer? — perguntei-lhe com voz bem suave.
— Eu vou me encostar em você, por trás e você o sente, tá…
Respondi com um gemido:
— hummmmm…
— Eu não consigo espiar, porque ele é muito pequeno, mas, quando você sentir que ele roça o seu cuzinho, você me avisa, ok? — sussurrou ela de novo.
— Aviso sim, Rô.
Daí ela se posicionou com a vagina no meu bumbum e eu fui guiando-a:
— Um pouquinho mais pra baixo, Rô... desceu demais... sobe…
— Calma — dizia ela. — Assim não vamos conseguir.
Até que, numa mexida, eu o senti e avisei:
— Pronto, Rô. Ele tá na entradinha.
— Não mexe — disse ela.
Em seguida ela o introduziu no meu rabinho e prendeu-me num forte abraço.
— Agora não se mexa. Fica paradinha, senão ele “sai de dentro”.
Ficamos assim, engatadinhas, com ela comprimindo o seu corpo contra o meu. Então ela me falou:
— Aperta o cuzinho nele, Tânia. Dá mordidinhas com ele no grelinho, dá, amor.
Eu obedeci e notei que ela ficava doida com aquilo. Logo senti o dedo dela na minha buceta. Eu só conseguia gemer:
— Ai… ai… que delícia, Rô… Você é demais…
— Geme, minha safadinha… geme… Tá vendo como a sua Rô sabe te dar um carinho bem gostoso?
Estava difícil aguentar mais tempo daquele jeito: o grelinho no meu cu; ela me apertando muito; seu dedo mexendo na minha buceta, àquela altura toda melada. Com tudo isso ao mesmo tempo, não deu outra: acabei explodindo num gozo intenso:
— Ai, Rô, mete, vai… que delícia… Noooooooooooooossssa...
Nessa hora ela cravou os dentes nas minhas costas e soltou um gemido forte:
— Huuuuuuuuuuu… huuummmmmmmm...
Gozou como um animal satisfeito. Aos poucos, ela foi me soltando do aperto do abraço. Deitamos exaustas, e depois no espelho pude ver que os seus dentes marcaram minhas costas…
Naquela hora, nem tivemos coragem de descer para o saguão do hotel ou até mesmo conhecer a cidade. Ligamos para a portaria, e o porteiro nos levou alguns menus de pizzarias que faziam entregas no hotel, bastando fazer o pedido pelo telefone.
Pedimos uma pizza grande e coca-cola. Não tivemos ânimo, nem mesmo para sair à noite. Por volta das 21 h, após outro banho, dessa vez separadas (rss), descemos até o refeitório do hotel, jantamos e fomos dormir.

No dia seguinte, a minha história teimou em continuar, de diversas formas, mas a terceira parte fica para uma próxima vez...Na continuação da minha história, os leitores ainda terão aqui a sua Parte III, mas poderão acompanhá-la até o final dos 12 (doze) capítulos, adquirindo o meu livro. Se gostaram do que viram até agora, posso dizer-lhes, com certeza, que o melhor e o mais surpreendente estará por vir. Vou aceitar proposta de pedidos por e. mail ou MSN silvinhaalm@hotmail.com e a venda será direta pela editora, via Correios. Breve vocês ainda verão aqui a Parte III . Obrigada, Sylvinha.

O 40tão do msn

Bom, eu tenho um amigo meu ativo, que mora em Criciuma SC, e um dia ele chegou no msn me convidando pra ir na casa dele, eu aceitei
Quando chegamos la, começamos a conversar sobre nossas vidas, sobre assuntos intereçantes enfim.
Conversa vai conversa vem, ele me convidou para conhecer sua casa.
Quando chemos em seu quarto, ele me agarrou por traz passando seu nariz e dando beijinhos na minha nuca, enquanto isso ele tirava minha blusa e passava a mão pelo meu corpo,
ele me jogou na cama e começou a beijar minha barriguinha e ia descendo até a calça e foi tirando
me deixou so de cueca e começou a tira-la tambem, enquanto isso eu admitava tudo aquilo com o maior tesão.
Quando ele tirou minha cueca começou a passar a lingua no meu cuzinho deixando ele bem molhadinho, e eu gemia muito alto
Depois ele me colocou de 69 com ele e ficamos nos chupando por um tempo, e depois ele me pôs de lado e começou a penetrar seu pau de 17 cm grosso no meu cuzinho
eu gemia muito e ele adorava ouvir meu gemidos, ele falava no meu ouvindo que queria que eu gemesse, mais e mais.
Ele começou a me penetrar tão rapido que meu olhos viravam de tesão, eu nunca tinha transado com um homem tão experiente quanto ele, ele me fez ver estrelas na hora
Depois que terminamos, dormimos..
E eu acordei e comecei a mamar ele enquanto ele dormia tranquilamente, até que ele acorda e começa e ele começa a chupar meu cuzinho, ele me fez eu gozar muito
gozei tanto que meus olhos viravam de tanto tesão no momento.
Foi a transa mais gostosa que eu ja fiz, hoje ainda mantemos contato, mais nunca mais tivemos uma foda como aquela
sempre penso em tudo o que aconteceu e me masturbo com dois dedinhos no cuzinho.
fim.

Taras de um casal

Olá pra todos, meu nome é Adriana, tenho 38 anos, estou em completa forma apesar de já ter tuuuudo isso, sou clara, cabelos castanhos claros com algumas luzes, sou magra....mas com medidas bem feitinhas...rsss. Meu marido, que não vou citar o nome, tem 40 anos, está também em boa forma, é atraente e eu o amo. Estamos juntos há dez anos e nos damos muito bem em nosso relacionamento. Juntos, temos algumas taras, que foram desenvolvidas ao longo dos anos que passamos juntos. Por exemplo, meu marido já me fotografou algumas vezes, em poses sexis e nua, e as colocou em um site de algum país, que publica fotos de amadores. Mas, desde algum tempo, queríamos mais, ou seja, praticar algo bem diferente, bem “sacana”, e ver no que iria dar. Falamos sobre isso sempre que fazemos sexo, contamos nossas fantasias e inventamos outras nesses momentos...mas e então, por que não tentar fazer? E assim, combinamos, certo dia, de sairmos para uma noitada e desse no que desse...e deu!!!! ... rsss. Numa cidade próxima da que moramos, existem várias casas noturnas, casas de forró, boates e, aos finais de semana, estão sempre lotadas. Naquela sexta-feira, saímos com direção a qualquer uma delas.

Passamos por uma, demos uma olhada, um pessoal muito, digamos, ‘fino”...não, não seria nessa. Em outra, na porta, umas mulheres de fácil identificação do que faziam. Mais adiante, encontramos uma, que por sinal estava lotada, e parecia ter muitos casais por ali. Estacionamos o carro na única vaga que encontramos, um pouco distante do local, mas dentro do terreno da casa, e lá fomos nós. Eu vestia um vestido “tubinho”, com um decote modesto, bem grudado ao meu corpo e que o realçava e, por ser escuro, fazia destacar minha pele clara. Entramos no local e, de fato, havia bastante gente. Tentamos conseguir uma mesa e, no momento, isso foi impossível. Fomos ao bar e pedimos uma “caipiroska” cada um. Enquanto tomávamos nossa bebida, conversávamos sobre o que poderia sair ali. Eu olhava pra um e outro cara, sentia um friozinho no estomago, estava excitada e sentia minha buceta melada e piscando. Meu marido dava-me uns beijos, abraçava-me pela cintura e me apertava contra seu corpo. Numa dessas corridas de olhos pelo salão, identifiquei dois caras numa mesa. Um era bem moreno, era forte, com aparência de segurança de algum lugar. O outro cara era negro, bem mais baixo e bem acima do peso.

Esse era o que parecida mais a vontade ali, curtia o local, mexia com as meninas, tomava sua cerveja e paquerava todo mundo. Foi seu olhar que cruzou com o meu quando os observava. De pronto, ergueu seu copo e me ofereceu sua bebida. Dei um sorriso e mostrei minha bebida. Notou que estávamos em pé e veio nos convidar para sentar-mos na mesa que compartilhava com o amigo. Nesse momento, dei uma olhada sacana para meu marido e um sorrisinho maroto. Talvez por ser a nossa primeira vez, notei uma certa resistência de meu marido, mas seguimos o homem. No caminho, disse ao meu marido para ficar calmo, relaxar e deixar rolar...pois eu queria levar um bom “ferro” aquela noite. Disse-lhe: assuma seu papel de “corno manso”, querido. Ele sorriu para mim e fez que sim, com a cabeça. Sentamos com os dois caras, nos apresentamos a eles e o mesmo o fizeram a nós. O mais gordo, que se chamava Adilson, de cara me convidou para dançar, pedindo licença, com toda educação ao meu marido, que consentiu. Lá fomos nós. Tomando-me pela cintura, puxou-me para um forró maravilhoso, como eu nunca havia dançado antes. Posicionou sua perna no meio das minhas e foi me conduzindo...eu estava “amando” aquilo. A camisa do Adilson estava aberta no peito, quase até a barriga e, por ali, notava seu suor escorrendo devido ao calor do local. Adilson me puxava pela cintura, me encoxava sem dó nem piedade. Olhando pelo salão, vi que meu marido observava tudo, com um ar resignado.

O amigo de Adilson, que se chamava Paulo, também nos observava e via as encoxadas e corridas de mão que seu companheiro me dava. Em certo momento, com a bebida me subindo à cabeça, disse para mim mesmo: “tem que ser hoje...e vai ser com esse cara”. Fui me enroscando no pescoço do Adilson, me colocando a ele e deixando ele me passar a mão à vontade. Em certo momento, encostei-me bem em sua frente e pude sentir que seu pau estava duro. Ele notou meu movimento e minha intenção. Olhou-me com cara de sacana e me deu mais uma encoxada. Nesse momento, resolvi começar o meu joguinho. Disse a Adilson que estava muito quente dentro do salão, que eu queria me refrescar um pouco e o convidei a sairmos e levarmos nossos copos, tomando um ar mais fresco fora do salão. Ele, de pronto, concordou. Fomos até a mesa em que estávamos, pegamos nossos copos e disse ao meu marido e ao Paulo, que iríamos tomar um ar lá fora, pois ali dentro estava muito quente. Paulo notou a situação na hora, sabia que eu estava a fim de outra coisa e olhou para meu marido com cara de incrédulo. Pedi ao meu marido a chave do carro, para pegar alguns lenços de papel no porta-luvas. Saímos dali, eu e Adilson e fomos lá para fora, onde o chamei para irmos até nosso carro, com a desculpa de pegar os lenços de papel. Lá chegando, não havia ninguém por perto, estava deserto e, quando me virei para abrir a porta do carro, o homem me pegou por trás e me deu uma senhora encoxada...outra, né..rsss, passando a mão em meus peitos. Desvencilhei-me dele, virei-me de frente para ele e o beijei,  levando uma das mãos ao seu pau e o acariciando. Depois disso, o convidei para entrar no carro pois, lá dentro, lhe daria um presentinho...rsss. Para isso, ele se empolgou quando abri a porta de trás e lhe pedi que entrasse, em seguida entrei pelo outro lado e, daí pra frente, não teve jeito....o cara me pegou. Começaram a me beijar, lamber, passar a mão nas minhas coxas, alisar minha buceta, meus peitos e, eu, claro, seu pau. Logo que pude, pedi-lhe com carinho, para que me deixasse fazer algo que estava morrendo de vontade, que me deixasse chupar seu pau.

Mais do que depressa, Adilson abriu sua calça e tirou seu pau para fora, duro, grosso, que achei lindo. Imediatamente me abaixei sobre aquele pau melado e gostoso e comecei a lambê-lo enquanto notava a respiração ofegante do homem e seu desejo de que eu o abocanhasse imediatamente. Resolvi sacanear...abri toda a sua camisa, comecei a lamber seu peito suado, salgado, que me deixou mais excitada ainda e, fui fazendo isso, beijando-o e lambendo-o todo enquanto acariciava seu caralho com uma das mãos. Ele não agüentou e afundou minha cabeça em seu pau, enterrando-o todo em minha boca e, daí pra frente, fiz, acredito eu, a melhor chupeta de toda a minha vida. Chupei aquele cara com toda a minha vontade, com dedicação, com tesão, com desejo. Sentia minha boca cheia de água, como quando se come chocolate e, assim, para me saciar, engolia aquela rola toda, lambia, lambia e chupava o saco daquele homem, acariciava seu corpo com as mãos e o agradecia por estava me permitindo fazer aquilo. Enquanto  chupava o Adilson, ele enfiava sua mão por dentro de minha calcinha e alisava minha buceta, meu cu, enfiando o dedo na minha buceta, apertando minhas coxas. Meu vestido estava na cintura e eu, de quatro no banco, com o pau do Adilson dentro da boca, deixava minha bunda para cima, que ele alisava, dava tapinhas deliciosos, tentando, até que conseguiu, descer minha calcinha até meus joelhos. Chamava-me de puta, de biscate, mandando-me chupa-lo, engolir seu caralho, dizendo-me que estava louco para me fuder inteira. Ele urrava de tesão, eu lambia sua barriga, enfiava a língua no seu umbigo, e voltava a engolir seu caralho, enquanto ele implorava para que me sentasse no seu colo. Sentindo-me dona da situação, cheguei bem perto do seu ouvido, enfiei a língua dentro, e em seguida, disse-lhe: “Você quer me comer, Adilson? Pois bem, você poderá me comer quantas vezes quiser a partir de hoje, basta fazer o que eu lhe pedir. Ouça bem, eu e meu marido nos damos muito bem, temos algumas vontades que queremos ver realizadas e uma delas, é em parte, isso que estamos fazendo. Vamos fazer o seguinte, hoje, neste momento quero te chupar até você gozar, quero engolir toda a sua porra...só isso!

Depois, se você quiser me comer, quero que, ao voltarmos para o clube, convença seu amigo a vir junto. Se vocês forem legais com a gente, eu e meu marido, vocês poderão contar comigo sempre que estiverem a fim de dar uma boa metida..e comer uma “puta casada”. Dou o meu celular pra vocês, não vamos dar endereço e é tudo por nossa conta. De acordo?” Naquela hora, ele concordaria com qualquer coisa. Voltei ao seu pau e continuei chupando com toda vontade. Embora pensativo, Adilson continuava super excitado e tudo o que queria era me comer. Concordou e começou a fuder minha boca com toda vontade. Pouco tempo depois, notei que ele iria gozar e, nesse momento, apertei minha boca, engolindo até onde podia, aquele pau deliciosa. Em alguns segundo, senti seu leite quente explodir dentro da minha boca. Quase engasgando, soltei seu pau e lhe mostrei minha boca cheia de sua porra, engolindo tudo em sua frente, dando-lhe, em seguida um sorriso sacana. Voltei ao seu pau e lambi-o inteiro, limpando tudo. Saímos do carro e voltamos ao clube. Lá chegando, meu marido já estava um pouco alto devido à bebida e, entendendo que algo havia acontecido entre nós, veio até a mim tirar satisfação. Chamei-o num canto e pedi-lhe calma, pois o que nós queríamos estava acontecendo. Aproximei-me dele com carinho, e fui contando o que havia acontecido. Notei que se excitava. Observei a mesa e vi que Adilson tentava convencer o Paulo a sair com a gente, porém esse estava meio relutante. Deixei meu marido e fui até eles. Pedi ao Adilson para que me deixasse a sós com o Paulo. Ele se levantou e foi ao banheiro. Nesse momento, colocando minha mão sobre o pau do Paulo, por debaixo da mesa, pedi-lhe toda carinhosa e manhosa, que fosse com a gente, que ele teria um ótimo final de noite e, se nunca havia participado de nada assim, nós muito menos, pois era a nossa primeira vez, também estávamos nervosos e com medo, pois não os conhecíamos. Isso fez a diferença, pois notei que Paulo, a partir daí quis se mostrar um cara legal. Sentamos todos à mesa, novamente, tomamos nossas bebidas, conversamos um pouco, enquanto eu encarava o Paulo a todo momento e lhe dirigia sorrisos a todo instante, afinal queria ver o cacete daquele cara, e o queria em minha boca. Lá pela meia-noite saímos os quatro, combinados de irmos a algum lugar retirado e “nos conhecermos” melhor. Meu marido se assustou quanto sentei-me no banco de trás do carro, em meio aos dois homens. Adilson, que já havia provado de mim, era o que estava mais animado, passando-me as mãos e beijando-me a todo momento. O Paulo apenas olhava. Saindo do estacionamento, observava que meu marido não tirava os olhos do retrovisor interno, querendo ver tudo o que faziam comigo. Virei-me para o Paulo e comecei a acariciá-lo.

Ele foi ficando excitado e começou a me alisar também. Em seguida, abri sua calça e tirei seu pau para fora. Que delícia, meus leitores....era tudo o que eu queria...um tesão de caralho, duro, grande....liiiiindoooo!!!! . Imediatamente, caí de boca e o engoli. Adilson, puxando meu vestidinho, enfiava sua mão não minha bunda, no meio das minha coxas, alisava minha buceta e falava que iria me comer, na frente do meu maridão. Adorei aquilo e meu marido, acho que também, pois perguntou ao homem, se conhecia algum lugar que pudéssemos parar, ali por perto. Ele indicou uma estrada, que aquela hora da noite, estava completamente deserta, enquanto seguíamos pela mesma, eu chupava o pau do Paulo e alisava o cacete do Adilson com a outra mão. Num lugar qualquer, meu marido parou o carro. Para ganhar a confiança dos dois e não deixar a coisa se complicar, já dissemos que, “na próxima vez, iríamos a um motel e passaríamos a noite juntos, sozinhos, pois meu marido esperaria no carro, e que cada um ganharia uma grana por isso.”. Parado o carro, meu marido se virou no banco e ficou nos olhando. Tirou seu pau pra fora da calça e começou a se masturbar. Ajeitei-me no bando e tirei minha roupa, dizendo a eles que queria ficar “peladinha” pros dois se divertirem. Ao tirar tudo, os dois homens caíram sobre mim, me chupando, alisando, apertando, enfiando as mãos no meio das minhas coxas, pegando na minha bunda, nos meus peitos, beijando-me na boca....isso porque o Paulão não ficou sabendo que eu havia engolido toda aquela porra do Adilson...rsss. Garanto que não iria querer me beijar se soubesse disso. Assim, no pouco espaço do banco traseiro do carro, fui comida pelos dois, e bem comida, por sinal. Sentava no pau de um, no pau do outro, chupava um e outro, virava-me de frente para cavalgar aquele pau delicioso do Paulo, enquanto ele me lambia o pescoço, enfiava a língua na minha orelha, alisava minha bunda, minhas coxas, chupava meus peitos e me chamava de puta, biscate, vagabunda e tudo mais.

Depois, sentava no pau do Adilson, que, nesse momento, realizava seu desejo de me comer. Sentava-me de costas para ele, olhando meu marido se masturbando no banco da frente, olhando-me rebolar no cacete daquele cara, gemendo e fazendo caras e bocas enquanto ele apertava meus peitos, passava a mão na frente de minha buceta e me abraçava pela cintura enterrando seu pau no meio das minhas coxas. Com a outra mão, dava assistência ao Paulo, alisando seu cacete duro e melado.  Ele saiu do carro, deu a volta e veio do lado em que eu estava com o Adilson. Abriu a porta e, pegando minha cabeça, puxou-me para que o chupasse. Assim, enquanto um me comia a buceta, outro fodia minha boca com vontade. O fato do Paulo ter aberto a porta do carro, meu deu outra vontade, a de sair lá fora também, pelada, no meio da estrada, e deixar aqueles dois me fuderem. Pedi ao Adilson,  para descermos do carro e, lá fora, abaixei-me na frente deles e comecei a chupa-los com toda vontade, agachada na frente dos dois. Meu marido também havia decido e continuava ali perto, bem perto, se masturbando e ma vendo chupar o pau daqueles homens.  Pedi a ele que se aproximasse e pus-me a chupá-lo também. O Adilson levantou-me em seguida e deitou-me sobre o capô do carro, que por sinal estava gelado...aiii. Abriu minhas pernas e entrou com toda vontade seu caralho em minha buceta. O Paulão veio de lado e peguei em seu pau, passando a acariciá-lo com uma das mãos. Ele se deitou sobre mim e passou a chupar meus peitos. Nesse instante o Adilson me enchia de porra....outra vez, por sinal, apenas em lugar diferente. Tirou seu pau melado de dentro de minha buceta e eu o limpei com minha língua e, para fazer isso, fiquei naquela famosa posição de “Napoleão perdeu a guerra”, virada para o Paulão, que, na mesma hora, me encoxou por trás e disse, em tom autoritário e vigoroso....”vou comer sua bunda, biscate.” Gelei por dentro, virei-me para ele e pedi que não, que não estava acostumada a levar atrás, mas não teve jeito, pois o cara me virou de bunda pra ele, jogou-me de frente sobre o capô do carro, deu uma bela cuspida na mão e passou-me no rabo. Depois, foi passando a mão em minha buceta encharcada de porra, de líquido vaginal e lambusou meu cu de tudo que foi jeito. Olhou para meu marido e veio pra cima de mim. Senti seu pau na entrada do meu buraquinho, forçando passagem, começou a doer, e ele foi entrando, até colocar tudo enquanto eu berrava de dor.

Quando começou a meter, comecei a sentir tesão, pois já estava arrombada, já tinha sido comida, estava pelada, no meio da estrada, meu marido não poderia com os dois homens, o jeito era relaxar e deixar o cara comer meu cu. E meteu, o desgraçado. Meteu até não querer mais, gozando como um louco dentro do meu rabo, deitando-se sobre minhas costas e xingando-me de tudo que era palavrão. Tirou seu pau de dentro, olhou para o amigo, e disse: “valeu”. Agora vamos embora. Ambos olharam, então, para o meu marido e, percebendo sua vontade, perguntaram se ele não queria terminar o serviço. Imediatamente, meu marido meu virou de frente, entrou no meio de minhas pernas e meteu em minha buceta cheia de porra do Adilson. Meteu feito louco, chamando-me de meu amorzinho, minha puta, minha gostosa e, em seguida, soltando seu leite quente em minha buceta. Nos refizemos, vestimos nossas roupas, agradecemos aos rapazes a quem dei meu celular e pedi para que me ligassem, para que marcássemos um novo encontro, para que fossemos a um motel, por exemplo. Os caras toparam e pareciam ter gostado da transa. Entramos no carro e levamos os dois até a cidade.

No ponto em que pediram para descer, meu marido desceu com eles e, discretamente, vi que falava com os dois. Vi, também, quando deu aos dois algum dinheiro, apertaram as mãos todos eles, e demonstraram todos, inclusive meu marido, estarem super satisfeitos. No caminho de volta para casa, meu marido permaneceu calado o tempo todo mas, quando chegamos em casa, depois de tomarmos um banho....jogou-me na cama e me comeu a noite inteira. Acordamos no sábado, por volta de umas onze horas da manhã, tomamos um banho, um café e, novamente, meu marido veio me pegar e, naquele momento, confidenciou-me que havia combinado com os dois caras, o Adilson e o Paulo, para aquela noite, de sábado, irmos ao motel. Eu amo o meu marido...essa noite foi um tesão, que contarei da próxima vez. Abraços e beijos a todos e todas.

Até a próxima.

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