Contos Eróticos

Namorado Voyeur

Meu namorado é Voyeur. Faz quase quatro anos que estamos juntos e desde o início ele sempre desejou de alguma forma me ver com outro homem. À princípio, ele se contentava em fazer sexo nos olhando no espelho, depois começamos a tirar fotos transando, eu as enviava por e-mail para que ele, de sua casa, nos visse transando. Agora estamos mais sofisticados, fazendo filmes VHS os quais ficamos assistindo quando ele vem me ver. Várias e várias vezes ele me pediu para mandar fotos sem nossos rostos, só para ele me imaginar transando com outro homem. Muitas vezes eu me montava como empregadinha, ou loira vamp, ou ruiva fatal, só para que ele se imaginasse com outra mulher e assim poder me ver em várias produções transando com ele.

Mas, essa sua fantasia está cada dia mais forte e tomando rumos cada vez mais estranhos e perigosos. Agora ele começou a exigir que eu arrume outro homem para poder nos observar. Todos os contato que eu faço, constrangida, explico ao pretendente que caso haja um encontro, meu namorado gostaria de estar presente, proposta essa que sempre afasta qualquer intenção de avanço numa relação inicial. A cada recusa, meu namorado fica mais e mais furioso, a ponto de começar a me ameaçar de não mais sair comigo se eu não satisfazer seus instintos ou pelo menos de me empenhar em satisfazê-lo..

Eu me esforço e a cada nova conquista, ligo para ele entusiasmada e ele enlouquecido pede para deixar o fone fora do gancho para escutar a transa, ou fica atrás da porta, correndo o risco de ser descoberto e criar uma situação terrível e sempre me pede para perguntar se aceitam uma relação a três, o que é sempre negada.

A sua insistência em escutar eu transando com outro homem é tanta que às vezes dá certo e quando o rapaz vai embora, ao pegar o fone para verificar se ele ainda continua lá, percebo-o alucinado dizendo para eu não me mexer, pois está a caminho para me ver e terminar o serviço que o outro começou... é uma delicia de vida e continua sendo, pois ainda continuamos a procurar este outro homem.

Semana passada, num belo dia, a coisa deu certo... confirmando aquele velho ditado profundo e filosófico: “Quem procura acha...” e nós achamos.

Fui acessada pela Net por um homem, e na troca de e-mails e papos pelo chat, trocamos telefone, fotos e ficamos algumas semanas nos conhecendo e trocando informações... expliquei que eu namorava e que meu namorado era voyeur e gostaria de estar presente para assistir nossa transa, ele ficou meio assim, não gostou muito mas disse que aceitaria desde que antes pudesse estar comigo para me conhecer e ver se haveria empatia entre nós. Aceitei lógico.

Liguei para o meu namorado e contei o que estava rolando. Conheço-o muito bem, a partir desse momento ele não me deu mais sossego, ficava insistindo para estar presente logo no primeiro encontro, me pondo numa situação terrível de desespero, pois não queria contrariá-lo e nem contrariar o outro.

Escondida, marquei encontro com o rapaz num sábado a noite, dei meu endereço, e combinamos que assim que ele chegasse, me ligaria e eu desceria e ficaríamos conversando no carro. Estava me aprontando e meu gato me liga e pergunta o que eu estava fazendo, disse que havia marcado um encontro e que estava me aprontando para conhecê-lo. Sua resposta: To indo já para ai.. nem deu tempo de contestá-lo, ele desligou e de propósito, deixou o seu celular fora do ar. Comecei a ficar nervosa. Eu estaria com um homem que eu não conhecia, e meu namorado apareceria e não sei o que poderia haver entre os dois.

O rapaz chegou, eu desci entrei em seu carro e ficamos conversando... disse que estava muito nervosa, pois meu namorado estava vindo e queria estar presente... vi o ar contrafeito no rosto dele. Nisso o meu tel toca, era ele, me pergunta onde eu estava, disse que estava no carro, ele pede para falar com o rapaz, trocam idéias sobre mim, e nisso eu percebo que o rapaz começou a concordar com algo que meu gato estava propondo. Desligaram e ele me disse então que iríamos esperar meu namorado chegar.. Meu coração estava a mil.. não fiquei mais preocupada, pois conheço muito bem meu namorado, sei da sua paixão e do seu tesão por mim, conheço a sua idoneidade e de seu imenso carinho para comigo e fiquei tranqüila, pois com ele por perto eu estaria segura.

Eu estava com uma blusinha preta de alcinha que demarcava muito bem os meus seios, uma saia xadrez tipo escocesa, bem curtinha, meia-calça preta, estava bem maquiada, um salto preto.. estava como se diz: “disponível”...

O rapaz tocou os meus seios e me pediu para tirar minhas meias, pois queria acariciar minhas pernas. Cada gesto que eu fazia percebia que ele se contorcia de tesão.. quando levantei a perninha para tirar a meia do pé, ele não se conformou com o meu pezinho, pegou-o, beijou-o e exclamou: Que coisinha linda... ahhh eu estava no céu.

Pediu para eu ficar de ladinho, queria ver a minha bundinha. Reclamei... aqui na rua? Acho que não vai dar.. vamos para um lugar mais tranqüilo. Nisso chega meu namorado... ele encosta, eu aceno para ele, ele estaciona e vem em nossa direção, entra no carro no banco de trás.

Aquele clima constrangedor, e eu ali, de saia levantada mostrando que estava sendo explorada. Fomos para um lugar mais tranqüilo... estacionamos, ficamos conversando um pouco, meu namorado dizendo ao rapaz para ele tocar nos meus seios, explicando como eu era gostosa, como eu fazia um boquete delicioso, e eu li escutando dois homens falarem da maravilha que eu era. Ele quis conferir e voltou a pedir para eu ficar de ladinho.. fiquei, minha saia foi levantava, senti suas mãos tocarem em mim, e um dedo tentou explorar meu cuzinho.. meu namorado delirava lá atrás. Virei meu rosto e ele me beijou alucinadamente... o rapaz estava com a sua respiração ofegante. Toquei no seu pênis por cima da calça e percebi a monstruosidade, pedi para colocá-lo para fora, eu ainda de ladinho, com a minha bundinha empinada para aquele garanhão, peguei no seu pênis e vi como estava duro.

Não deu tempo, ele me virou de lado, pegou um creme, colocou a camisinha e enterrou no meu anus, eu gritei de dor... depois acostumei e fui possuída ali mesmo sem dó. Fiquei de quatro no banco, ele se posicionou atrás de mim, enfiou com força e meu namorado no banco de trás com o pau pra fora se masturbava.. pediu para chupá-lo. Dar e chupar dentro de um carro não é nada fácil, precisei me contorcer para manter minha bundinha empinada e para alcançar com a boca a rola deliciosa do meu gato.

Os dois gozaram ao mesmo tempo... um dentro de mim, e o outro na minha boca... nunca me senti tão puta, tão vagabunda, tão de rua como nesse sábado... meu namorado tinha razão.. dois é bem melhor do que um, e depois sempre dá para temperar e viver novas emoções.

Limpei o pênis do meu namorado com a boca, depois tirei a camisinha do outro e dei outra limpadinha com a boca.. eles estavam extasiados, largados, cada um no seu canto. Eu me recompus, coloquei a minha calcinha, as meias, refiz minha maquiagem no espelhinho, penteei meu cabelo e fiquei pronta para voltar ao meu ap.

O rapaz, nos deixou em frente ao meu prédio e foi embora, meu namorado me deu um beijo na boca, ali na calçada mesmo, disse que me amava. Voltei ao ap, um pouco triste, mas contente por ter dado prazer ao meu gato que eu adoro.

Estamos agora, os dois, procurando novos parceiros para viver esta vida maravilhosa.

Selminha - selminha@hotmail.com

Uma antiga paixão

Depois de alguns meses namorando o Fernando (ver “Minha Amiga Sandra”), pouco a pouco fomos nos afastando e tudo acabou, sem traumas felizmente. Já não havia aquela paixão inicial e achamos, os dois, continuar apenas bons amigos.

Eu fiquei um pouco decepcionada porque realmente no início esperava muito daquele relacionamento, e por isso dediquei-me totalmente ao trabalho nos meses seguintes. Saí umas duas ou três vezes porque sem sexo não dá para ficar totalmente, mas foi uma coisa sem envolvimento, com gatinhos que encontrei numa ou outra balada. Nada de especial. Eu precisava de um homem mas eles só me conseguiram me satisfazer como machos. Na hora foi gostoso mas foi uma coisa meio vazia.

E enquanto não encontrava meu Príncipe Encantado, um homem com H, que me satisfizesse não só as necessidades físicas mas também as intelectuais e espirituais. Por isso dediquei-me a trabalhar, juntar um dinheirinho e comprar roupas e jóias, o que qualquer de nós a-do-ra.

Para mudar um pouco o visual, pintei meu cabelo de preto e deixei crescer até os ombros. Fiz ainda uma tatuagem muito bonitinha, de uma flor, bem no finalzinho das costas. E comecei a malhar bastante, tendo perdido uns dois quilinhos, o que me deixou com um corpo bem bonito, modéstia à parte, 54 quilinhos e 1m70 de altura.

Uma tarde, era um fim de semana, acho, estava em casa quando minha mãe me ligou. Nós já havíamos resolvido todos os nosso problemas e ela finalmente me aceitara como Tanya:

- Oi Tanya, é sua mãe, como vai.
- Oi mãe. Tudo bem. E você?
- Tudo ótimo. Você se lembra do Bruno, perguntou-me?

É claro que eu me lembrava. Eu havia saído com ele, fora um de meus primeiros namorados, só que ninguém sabia, porque na época eu ainda morava em casa e vivia uma vida de menino. Mas havíamos nos distanciado e há muito eu não via. Mas se ele não havia mudado, era um gatinho. E imediata,mente senti um friozinho na barriga.

- Claro, disse, porque?
- Ele está indo aí para o Rio e disse-me que queria te ver. Será que eu posso dar o endereço para ele? Ou seu telefone? Não sei se ele vai te entender. Aliás nem sei sem ele sabe que agora você é a Tanya.
- Não tem problema mãe, pode dar o meu telefone prá ele.

Conversamos mais um pouco e logo depois desligamos. O Bruno, pensei, como estará ele? Gordo, magro? Ele tinha um corpinho bem sarado, mas éramos jovens.... O nosso caso, se é que posso chamar de caso, foi rápido, coisa de adolescentes. Três ou quatro vezes, enquanto estudávamos. Ele era um ano mais velho que eu, mais experiente e viu que eu estava a fim. Na primeira vez ele veio por trás e roçou o pau duro na minha bundinha. Quando eu ia protestar ele me deu um beijo pegou minha mão e quando eu segurei nele foi um gozo só. Depois disso ele foi menos apressado e transamos direito, com penetração e tudo. Mas logo em seguida ele saiu da cidade e, quando voltou,, quem havia saído era eu.

Agora iríamos nos ver novamente. Será que ele sabia? Estaria casado, divorciado?

Confesso que nos dias seguintes o Bruno vinha à minha cabeça com frequencia, afinal eu estava curiosa para ver a reação dele. Estava muito orgulhosa de mim, do meu corpo, muito segura de minha feminilidade e há muito sem gostar de ninguém. O Bruno era uma possibilidade. Afinal, dizem que amor que fica é amor de p...

Uma quarta-feira à noite toca o telefone:.

- Alô, respondi.
- Tanya?
- Sim, quem é, perguntei.
- É o Bruno. E ficou em silêncio.

Eu estava com a minha voz mais feminina possível e ele me chamara de Tanya! Logo ele sabia.

- Minha mãe te deu meu telefone não?
- É, foi sim. E também me contou que agora você não é mais o Beto. É a Tanya! Puxa, que mudança! Mas como vai você?
- Bem, muito bem mesmo, e você Bruno, como você tem passado?
- Tudo bem. Trabalhando muito. E você?
- Eu também. Agora sou tradutora. Não paga muito mas eu faço meus horários e posso trabalhar e,m casa se quiser. Tem lá suas vantagens. E você? O que você faz? Casou?
- Casei sim mas separei-me há uns dois anos. Agora estou solteiro. Só trabalhando. E estou indo ao Rio porque recebi uma oferta de emprego num banco e vou falar com os caras. O negócio está quase certo, é só eu ficar uns dias com eles para ver se vou me adaptar e tudo mais. Aí lembrei-me que você morava no Rio e falei com sua mãe. E ela me contou as novidades.
- Aha, entendi.
- E como vai sua vida, muitas festas e badalações pela Cidade Grande?
- Nada disso, eu estou só trabalhando.
- Eu gostaria de te ver. Você pode ou tem alguém?
- No momento estou sozinha. Morei com um cara, o Fernando, por dois anos, mas agora estou sozinha. Só trabalhando também. Então, quanto tempo você vai passar mesmo por aqui?
- É, vou passar uma ou duas duas semanas por aí e gostaria mesmo de te ver, bater um papo.
- Seria ótimo, se bem que eu estou um pouco, digamos, diferente.
- Imagino, disse ele. Mas tenho certeza de que você deve estar bem bonita. Aliás, você sempre teve traços finos e delicados.
- Isto não sei, mas não tenho recebido reclamações, respondi dando uns risinhos.
- Olhe, estou de saída para viajar. Nos vemos hoje à noite?

Resolvi ser um pouco dura e disse: “Hoje não posso mas que tal nos vermos amanhã para almoçar, você pode?”

- Bem, tenho umas duas horas livres e podemos. Onde você quer que nos encontremos. Eu posso te pegar em sua casa.
- Não é necessário. Eu te encontro para você não perder tempo.

Marcamos um local para almoço, um restaurante tranquilo, na Zona Sul, e despedimo-nos.

No dia seguinte acordei cedo, terminei rapidamente um trabalho que tinha para fazer e planejei meu dia. Eu ia levar a coisa devagar. Não iria me entregar a ele assim sem mais nem menos. Queria ver como nos sentiríamos. Era óbvio que ele se lembrava de nossos encontros e se estava me procurando era porque queria mais. Só que agora eu não era mais a mesma pessoa. Estava segura de mim e sabia oque queria.

Por isso tomei um banho tarde, coloquei uma maquiagem bem leve, apropriada para o dia, sem carregar muito mesmo porque ia estar de óculos escuros. Retoquei as mãos (deveria ter ido à manicure, mas deixei para depois, se saíssemos, ou quando saíssemos à noite) e coloquei um vestidinho preto, com bolinhas brancas, um pouquinho acima do joelho, uma graça. O decote era discreto mas mostrava um pouco dos meus seios, sem exagerar. Amarrei meus cabelos num rabo de cavalo, botei uma sandalinha preta, alta, algumas jóias discretas e fui para encontrar o Bruno. O que será que me aguardava?

Não iria demorar a saber. Cheguei um pouquinho atrasada e logo vi que ele já estava no bar, muito elegante, de terno e gravata. Ele a princípio não me reconheceu. Quando eu cheguei perto, parei, coloquei as mãos na cintura e disse:

- Ué Bruno, não tá me reconhecendo?

Ele ficou me olhando sem dizer nada um bom tempo até que levantou-se com um sorriso e disse:

- Tanya, que linda você está! Nunca iria te reconhecer.
- Poxa Bruno, mas eu te reconheceria facilmente. Você continua o mesmo. E isto é um elogio hein!
- Mas o meu também é um elogio. Você não sabe como! Você está linda mesmo. E sem tirar os olhos dos meus seios, concluiu: “E com muita saúde...”.

Sentamo-nos, ele pediu um chope e eu uma Diet Coke. Depois de uns momentos assim meio sem jeito o papo fluiu naturalmente. E ele foi logo ao ponto:

- Olhe Tanya, eu não sumi assim sem mais nem menos, é que meus pais saíram da cidade e...
- Eu sei, respondi. Mas mesmo assim senti saudades. Mas isto já passou.
- Espero que não, respondeu. Vou matar estas saudades nestes dias. A não ser que você não queira....

Bem, agora já era quase uma cantada. E eu queria ser cantada mas não podia ser muito fácil. Como não sabia o que dizer, mudei de assunto.

- Bem, vamos pedir, estou morta de fome.

Pedimos o almoço, comemos e continuamos conversando amenidades, até que o telefone dele tocou. Pela sua cara vi que não havia gostado nada mas respondeu “está bem, amanhã estarei aí” e virando-se para mim disse:

- Uma pena mas há uma emergência e terei de voltar esta noite. Não temos muito tempo. Uma pena..e segurou minhas mãos por sobre a mesa e ficou me olhando com aqueles olhos fundos enquanto acariciava minhas mãos.

Eu fiquei, claro, decepcionadíssima porque estava muito a fim dele. E acho que ele notou. Tanto que levantou-se de seu lugar e veio sentar na cadeira de meu lado. Passou o braço sobre meus ombros, puxou-me de encontro a ele e beijou-me, delicadamente mas com paixão.

Não consegui resistir e retribui o seu beijo. Depois encostei minha cabeça em seu ombro e quando senti suas mãos acariciando meus cabelos virei-me e voltamos a nos beijar, desta vez um pouco mais demoradamente. Sua mão, sobre meus ombros, enquanto nos beijávamos, tocava delicadamente meu corpo, procurando meus seios e minhas mãos. Que estavam entrelaçadas sobre minhas pernas escorregaram até que pude sentir sua virilidade.

- Acho que temos tempo para matarmos um pouco de saudade, o que você acha, murmurou no meu ouvido.
Eu não via nada, somente assenti com a cabeça e voltei a encostá-la em seu ombro, enquanto ele me apertava com força para junto a si e pedia a conta.

Não podíamos perder o controle porque, afinal, ainda estávamos no meio da tarde, mas ficamos namorando, discretamente, até que a conta veio e saímos agarradinhos à procura de um taxi que nos levasse até seu hotel. Olhando no relógio ele disse:

- Poxa, já são quase duas horas e às seis tenho de sair para o aeroporto. Mas qualidade é melhor que quantidade disse sorrindo....

No taxi, até o hotel, beijamo-nos algumas vezes mas com cuidado para não dar vexame. A minha vontade era de chupá-lo todinho alí mesmo. Os seus olhos não saiam de meu decote e por mais de uma vez sua mão boba já “sentira” meus seios.

- Quero chupar estas tetinhas a tarde toda sunssurou ele no meu ouvido enquanto se ajeitava para que minhas mãos ficassem mais à vontade. Mas percebendo que o motorista estava de olho no banco de trás mantive-me discreta até chegarmos ao hotel.

No elevador, por sorte, estávamos sós e fomos nos beijando até o andar em que ele estava hospedado. Felizmente o quarto era próximo ao elevador porque nenhum de nós ia aguentar muito tempo mais. Ao abrir a porta e fechá-la ele me agarrou contra a parede e pude sentir, junto à minha barriga, sua excitação por completo.

Enquanto ele buscava os botões para tirar meu vestido eu soltei meus cabelos e ajudei-o a desabotoar, já que do jeito ansioso que ele estava iria me estragar todo o vestido que caiu no chão, deixando-me somente de calcinha e sutien.

Enquanto ele me apertava contra a parede segurando uma de minhas mãos no alto, com a outra soltava um de meus seios do soutien e beijava-me toda, começando no pescoço e até colocar o mamilo todo – que já estava durinho - eu sua boca.

Ninguém falava nada, só gemíamos de prazer. Mas quando consegui, com a mão livre, soltar o cinto, abrir sua calça e colocar a mão dentro de sua cueca para acariciar e sentir aquela maravilha duríssima, ele não se controlou:

- Ah meu amor, que gostoso. Você está maravilhosa. Acho que vou ficar apaixonado e soltando a minha mão que estava contra a parede acabou por tirar meu soutien e acariciar (e beijar) com carinho meus seios. Com um movimento de pernas ele livrou-se da calça e isto foi como um código. Tirei sua cuequinha com a duas mãos e foi me abaixando até ficar de joelhos, chupando aquela pica gostosa.
Foram uns dois minutos de chupada quando senti que o Bruno não ia resistir. Fiz que ia para mas ele pediu para que eu continuasse e pouco tempo depois ele estava me dando aquele leitinho todo que escorria pelos lados de minha boca enquanto ele urrava de tesão e prazer.

Eu bem que tentei engolir tudo mas não consegui e quando ele finalmente ficou mole levantei-me fui até o banheiro, onde lavei a boca e quando ia voltar para o quarto senti que o Bruno me encoxava por trás enquanto acariciava meus peitos e beijava meus ombros. Ficou assim uns 30 segundos e novamente pude sentir que ele estava pronto para outra.

E mais uma vez ele tomou o controle. Levou-me para a cama e deitou-me de costas. Em seguida, já com o pau duro, veio por cima de mim, beijando-me o rosto todo, os peitos, as orelhas até que perguntou-me se eu tinha camisinha. Por sorte eu tinha e também estava com pomada para que ele me lubrificasse todinha.

Coloquei a camisinha em seu pau no mesmo momento que ele enviava um e depois dois dedinhos no meu rabo que estava ansioso por algo mais substancioso. Depois de mais uns 30 segundos de preliminares ele botou-me novamente de costas, Pôs um travesseiro embaixo da minha bundinha e penetrou-me, a princípio devagar e, quando sentiu que eu já estava aberta, estocou com mais força.

- Ah meu amor, que gostoso. Me penetra todinha e ne faz sua fêmea eu gemia enquanto ele gemia e dizia que ia me fuder todinha e estocava seu pau todinho para dentro de mim.

Depois de alguns segundos e começou a beijar-me enquanto eu, de pernas abertas, do gemia e grudava minhas unhas em suas costas, na posição submissa de fêmea querendo mais e mais o seu macho. O Bruno perguntou-me se eu precisava que ele tocasse uma punhetinha pata que eu gozasse mas fiz que não com a cabeça e puxei-o mais para junto de mim.

Ficamos assim, ele me beijando e penetrando por quase 15 minutos quando eu senyi que iria gozar:

- Aí amor, eu vou gozar eu disse. Quero que você venha junto comigo. Ele aumentou a frequência e uns 30 segundos depois ele explodia dentro de mim ao mesmo tempo que eu chegava ao orgasmo mais maravilhoso que tivera em toda a vida.

Eu estava apaixonada de novo...

Tanya Trich - tanyatrich1@yahoo.com

Doce Transformação de Carlinha

Vou tentar contar como foi meu inicio de minha vida como mulher, temo que o conto seja um pouco longo, mas acho que vcs. Vão gostar. Sou moreno, quarentão, 1,75 alt. 85 quilos, simpático, mas vamos ao que interessa quando me tornei rapaz de mais ou menos 18 anos, sempre que podia me vestia com lingeries, de minha irmã ou de minha mãe, tinha sido muito feliz como fêmea de meu pai e meus tios, no passado quando garotinho.

Mas estava só e não me encontrava como homem e não tinha como ser mulher, pois tinha de trabalhar e não podia me depilar e nem tomar hormônios ou coisa parecida, era responsável por ajudar nas despesas da família, tinha pai aposentado, mãe ligeiramente doente e minha irmã que dependia de mim.

Conversando com minha irmã certo dia ela me disse por que eu era tão tristonho e não sei como me abri com ela e contei que gostaria muito de ser mulher e me vestir como tal e que já tinha tido experiências quando garoto com o papai e meu tio, ela ficou horrorizada e disse que iria me ajudar, pois achava que eu tinha sido abusado por eles e que isto não poderia ficar assim, eu fui aos poucos expondo a ela que não eu tinha deixado e tinha adorado, mas meu tio faleceu, meu pai era um velho doente e eu fiquei sem ninguém, mas que isto já faziam mais de 8 anos eu tinha desejos de ser mulher, mas não podia devido as convenções sociais, ela disse que no dia seguinte Falaríamos sobre este assunto.

Passado alguns dias minha irmã que vou chamar de Dani, me chamou e disse que tinha solução para meu caso, eu teria de viver duas vidas, da seguinte forma: ela iria me arrumando roupas intimas suas e eu sem que ninguém soubesse iria usar por baixo de meus ternos e me depilaria nos locais que não fosse visível, como coxas, braços, pois eu trabalhava de terno, corpo, bundinha, peito, etc. eu vibrei e aceitei suas idéias e comecei a viver meu paraíso escondido.

Quando recebi o primeiro pagamento de salário, do mês seguinte, ela separou uma parte e disse que fariam economias na casa e foi comigo a uma loja de lingeries, e compramos soutiens, calcinhas, camisolas etc.

Então sempre estava depilada e passei a me chamar quando na intimidade de CARLINHA, e todos os dias ia ao trabalho de calcinha e no inverno quando usava malhas, por baixo ia de soutiens também, mesmo sem ter os seios desenvolvidos (usava alguns enchimentos).

Assim fui formando meu guarda-roupa, e adorava estar depiladinha e de calcinhas, minha irmã vendo minha felicidade, resolveu falar com minha mãe tudo o acontecido comigo, e disse ela iria deixar eu me portar e me vestir como mulher em casa na intimidade, minha mãe ficou emocionada chorou muito, pois não sabia de meu passado com meu pai, e disse que sim que eu fizesse o que fosse melhor para mim e que iria obrigar meu pai aceitar também

Senti-me no paraíso, passei a me vestir com saias, corpetes, lingeries, meia calça, e tudo o que conseguia comprar com as sobras de meu salário, passei a ser a Sandrinha feliz daquela casa.

Com o passar do tempo a vida que estava deliciosa, passou a ser uma coisa só minha embora com o incentivo de mãe e irmã, mas faltava algo, e minha irmã começou a procurar alguém para ser meu homem, e brincávamos muito com isto, ela perguntava e no trabalho não tem ninguém que te olha, eu dizia que não, pois me portava como machão, e no metro, no ônibus eu dizia nada querida DANI, ela disse vou continuar procurando, pois vc. Fica linda quando produzida, vai ter que ter alguém para lhe amar de verdade, não como os homens que vc. Teve na infância, mas como mulher de verdade.

Um dia estava só em casa toda produzida e tocou a campainha eu não sabia o que fazer para atender, corri para meu quarto a procura de uma roupa de homem e não encontrava, pequei de qualquer jeito um roupão e fui atender a porta, era o Sr. Fernando dono da padaria, que foi entregar uma encomenda de minha mãe, ao apanhar o pacote o roupão abriu e ele viu meu soutiens e que eu estava depilada, mas nada falou, depois soube que viu também minhas meias de nylon.

Ele disse a minha irmã em um dia que ela foi à padaria que gostaria muito de conhecer sua irmã, ela disse que não tinha irmãs e sim um irmão, ele disse é ele mesmo gostaria de lhe conhecer e falar com ele, Malu ficou de falar comigo, mas eu recusei-me a recebê-lo, pois tinha vergonha e ele era muito conhecido no bairro.

O Sr. Fernando era um homem maduro de uns 50 anos, forte, másculo, negro, com alguns fios de cabelos grisalhos, com 1,80 de altura, 80 quilos mais um menos, enfim um deus grego havia ficado viúvo há uns 10 anos e que se soubesse nunca mais tinha tido ninguém.

Quando minha irmã chegou a casa estava esfuziante de alegria e disse CARLINHA, o Sr. Fernando que falar com vc, eu fiquei assustado e contei para ela que ele havia me visto de soutiens e não sei mais o que, fiquei morrendo de medo que ele fosse depois espalhar pelo bairro que eu era mulher, quando todos me conheciam como homem.

Um dia minha mãe foi as compras e o Sr. Fernando, falou se ele poderia vir visitar sua filha, ela pensando que fosse minha irmã disse pode sim e ele marcou que iria no próximo sábado por volta das 8h00 minha mãe disse tudo bem.

Quando ela contou para minha irmã, ele disse mãe ele quer é visitar a Carla, pois já havia perguntado sobre ela para mim, e tenho certeza que ele quer conversar com ela e não comigo.

Ao me falarem eu fiquei apavorada, pois nunca tinha recebido visitas de homem, que estivesse interessado em mim, mas quando foi chegando o dia minha irmã disse, vamos fazer uma super produção em vc. e vai aparecer para ele como Sandra, e começamos a me arrumar, fazendo as unhas, me depilando todinha, escolhemos as roupas adequadas para a ocasião, calcinhas, soutiens, meia calça, mini saia, top e sandália de salto., segundo que me viu fiquei um tesão.

Minha família, mãe, pai e irmã, estavam apreensivos, do que iria acontecer, quando chegou à visita, minha irmã o recebeu e pediu para entrar e aguardar na sala apareceu meu pai e mãe também, e ele disse e a sua irmã não vem, ela então foi me buscar.

Quando entrei na sala todos ficaram deslumbrados com a visão proporcionada por mim, inclusive seu Fernando, ficou paralisado, e disse linda vc é nunca pensei que fosse tão linda.

Entregou-me um ramalhete de rosas vermelhas e disse que eu era a rosa mais linda de todas e pediu para falar comigo a sos, ao ficarmos sozinhos, eu muito constrangida tentei explicar para ele porque me vestia e me portava assim na intimidade, ele de pronto respondeu, sou um negro, viúvo, não lindo para aspirar alguém como vc. mas gostaria de pedir vc. em namoro, e ai após nosso casamento eu lhe farei mulher, sempre quis alguém como vc. e pediu quer namorar comigo.

Se vc. aceitar vou falar com seus pais, e aos poucos vc. poderá deixar de ser h na rua e será somente fêmea linda como agora, acho que posso lhe fazer feliz, de pronto muito emocionada falei, mas não sou mulher e vc. pode encontrar muitas mulheres completas e que o farão muito mais felizes do que eu que ainda quero me transformar em mulher, ele disse estou apaixonado por vc. desde o dia que lhe vi de roupão, vi que vc. é a mulher ideal para ser minha companheira pela vida toda, aceite, eu disse aceito.

Falou com meus pais e todos ficaram contentíssimos, e minha mãe ainda alertou que seria muito difícil os vizinhos e conhecidos aceitarem a nossa situação, mas se era de gosto de nos dois ela daria a maior força.

O Namoro

No dia seguinte Fernando como havia prometido, chegou logo após terminar seus afazeres e como havia prometido, me levou a um cinema, lá nos beijamos e fiquei encantada com seus carinhos, suas gentilezas etc., etc. após o cinema fomos jantar em uma cantina no centro de São Paulo, como dois namorados, pois eu estava linda completamente feminina, com um lindo vestido preto tubinho e lingeries da mesma cor, salto alto, meias enfim uma verdadeira dama, meus cabelos castanhos caiam sobre meu ombros escondendo o decote, que ia quase ate a cintura nas costas, enfim estava um tesão

Fernando disse que infelizmente não poderíamos passar a noite em um motel, pois só iria por ocasião de nosso casamento, eu estava louca para ser possuída, morrendo de tesão e ele também, pois sua calça quando ao volante do carro pude notar estava com o pau duríssimo e pela altura do monte, deveria ser enorme.

Assim todo o dia chegava correndo em casa, me vestia me maquiava e ficava esperando meu namorado chegar, pois fechava seu estabelecimento por volta das 22:00h e namorávamos muito.

Um dia ele me beijava me acariciava e eu com bastante tato, mas eu ao olhar para o seu pau, sabia que era para só o aliviar. Alisei seu pau, por cima da calça... Sentia o suave perfume do seu cacete atravessando o tecido da roupa. Esfreguei o rosto sobre o pau que endurecia, era a primeira que sentia o cheiro do pau do homem amado. Ainda por cima da cueca, fui mordiscando, beijando o pau dele, esfregando, pegando, apertando e sentindo a jeba ficar durona. Puxei a cueca dele e aquela tora, duraça, apareceu latejando na minha cara. quando vi o tamanho do pau dele, quase não acreditei era enorme com cerca de 23/24 cms de comprimento muito grosso, apesar de meio curvado prum lado, torto, era gostoso, as veias saltadas, que ia engrossando ainda mais na direção da base e com uma cabeçona respeitável. Abri bem a boca engolindo cada pedacinho daquela pica deliciosa. Beijei, lambi, engoli a baba que saia, desci lambendo todo aquele tronco grosso e cheio de veias, beijei e mordisquei as bolas, chupei a virilha e, dando um banho de língua, fui descendo pelas coxas, pernas e pés, até tirar a cueca por completo, deixando-o peladão ali deitado. Era uma visão do paraíso. Voltei a chupar a pica e ele gemia de prazer: - Ahhhh! Que boca gostosa! Chupa mais, chupa. Aaaaaaaaaiii, sua puta safada. Era isso que você queria, então toma. Tua boca parece uma buceta agasalhando meu cacete. Viado gostoso. Chupa meu cacete, chupa mais. Ele mexia os quadris enfiando o cacete na minha boca, me fodendo, segurando minha cabeça e empurrando ela na direção da sua vara. Remexia as pernas, se contorcia de tesão. Eu chupava e ele fodia. O pau chegava na minha garganta e eu quase perdia o fôlego de tanto levar vara na boca. Ele urrava de prazer e pedia mais: chupa, deixa ele duraço que eu vou te foder. Você vai ser minha puta. Esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu, quero este monumento dentro de mim e disse, não aquento mais quero ser sua, vou tentar agüentar esta maravilha, ele disse vamos ficar noivos logo ai poderá concretizar seu sonho.

O Noivado

Fernando resolveu abrir de vez nosso relacionamento e quis fazer uma festa de noivado, e me apresentar para todos os parentes e amigos, e assim foi feito, convidou seus parentes eu os meus e seus amigos, junto comigo fomos escolher roupas para a festa, compramos varios conjuntos de lingeries, vestidos, saias, tops, sapatos, sandálias, perfumes, etc.

Convidamos cerca de 100 pessoas, e alguns sabiam que algo não era normal no noivado do Fernando, algumas nem imaginavam qual o mistério de nosso noivado tão repentino, pensavam que a noiva poderia estar grávida ou coisa parecida.

A festa iniciou com a chegada de convidados, eu fui ao salão de beleza, fiz o cabelo, maquiador, massagista, manicure, e por volta de 10:00h, com quase todos os convidados presentes, Fernando foi me buscar no camarim do salão de festas, e entramos de mãos dadas, foi um frenesi geral, ninguém conhecia a noiva e fui apresentada a família de meu noivo, amigos, e todos ficaram encantados com minha beleza e performance.

Quando a festa terminou após muito baile, e de muitas valsas com Fernando e com seus familiares, ele me beijou um delicioso beijo de língua e falou, a partir de hoje vc. vai se transformar em mulher realmente, vai a especialistas, vai tomar remédios para se feminilizar, hormônios, para crescerem seus seios, e tudo mais, tudo com acompanhamento medico, e vai pedir demissão do emprego, eu cuido de seus familiares, quando muito vc. Pode me ajudar em meus negócios, mas sempre a meu lado. Ele assumiu para seus parentes e amigos que eu era um homem e que iria virar mulher e quando isto o acontecesse iria casar comigo e viveríamos sempre juntos.

Toda a noite esperava ansiosa por Fernando, para poder beijar e acariciar meu homem, e quase sempre terminava em uma chupada deliciosa e ele me beijava inteirinha e todos os dias chupava meus peitinhos que começaram crescer com os hormônios e remédios que os médicos me receitaram e fui ficando mais mulher ainda. Ele me tirava a roupa e lambia meu corpo todo ia me beijando a boca, enfiando aquela língua deliciosa, e depois beijava minhas costas e lambia toda a minha bunda me fazendo gemer e gritar de tesão, quando ele enfiou sua língua em meu cuzinho, gosei tanto que até minha irmã, ouviu pois me perguntou como tinha sido, eu disse que não ainda, foi só a língua dele entrando em mim. Aproveitei e contei a minha irmã que tinha um pouco de medo pois o pau dele é muito grande e a muito tempo eu não recebia nada em meu cuzinho, ela disse tenha sempre a mão um tubo de ky, e eu passei a fazer isto deixando sempre em minha bolsa.

Uma noite ao chupar seu pau, ele gozou muito em minha boca e eu engoli tudo, fazendo-o segundo ele o homem mais feliz do mundo ele então disse, vamos ao seu quarto, pois hoje vc vai ser minha mulher.

 Ao chegar à porta do quarto ele me pegou nos braços e levantou-me e beijando minha boca, enfiando sua língua dentro dela, entramos no quarto. Fez questão de tirar toda a minha roupa beijando cada parte que ficava exposta, depois chupou meus peitinhos durinhos, e lambeu minha nuca, pediu para eu me deitar de bruços e começou a lamber cada centímetro de minhas costas e foi baixando, até chegar as nádegas onde lambeu cada pedacinho e enfiou com bastante tesão a língua em meu cuzinho, eu estava nas nuvens fiquei louca e pedi por favor me come meu macho, come.

Ele então com muito carinho colocou a cabeça no meu buraquinho, mas era muito grande eu disse peque o ky em minha bolsa amor, ele assim o fez, e com muito jeito conseguiu enfiar a cabeça de seu enorme pau em meu buraquinho eu gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, ele continuou enfiando bem devagarzinho e conseguiu enfiar até o meio do pau e quase desmaiando de dor chorava e pedia para ele não parar, mas ele ficou com receio de me machucar e gozou com apenas a metade de seu pau dentro de meu cu, foi porra para todo o lado, delirei de prazer e desmaiei de dor.

Cobrindo-me de beijos ele pediu desculpas, pois tinha cometido duas falhas, tentado me comer antes do casamento e me machucado, quando voltei a mim estava toda ardida e com o cu em brasa, e fiquei triste por não ter agüentado aquela jeba toda no cu. Nos beijamos e prometi que da próxima vez eu agüentaria, ele muito feliz disse que eu era uma mulher maravilhosa, e que sabia que com o tempo eu acostumaria e nunca mais conseguiria viver sem este pau no cuzinho diariamente.portanto iria providenciar o casamento para o quanto antes.

O Casamento

Ele me convenceu e a meus pais que deveríamos casar o quanto antes, pois queria me colocar em sua casa para cuidar dele e ajudá-lo em seus negócios. Portanto marcou o casamento para dali a um mês, não fazia nem um ano que nos conhecemos, o casamento consistia em uma festa, na qual assinaríamos um contrato de união estável, e um testamento me deixando como herdeira de todos os seus bens. Eu falei em seu ouvido não quero nada disso só quero o seu pau inteiro dentro de mim mais nada.

Minha irmã me levou logo cedo ao salão de beleza, onde eu iria me preparar para casar, era o dia da noiva, fui logo cedo, tiraram a sobrancelha, cuidaram do cabelo, maquiagem depilação etc.

A festa e a cerimônia foram divinas, eu estava contentíssima, afinal iria me casar com o garanhão do bairro, já conhecia o tamanho de seu pau, era cheirosinho e carinhoso, enfim iria me fazer a mulher mais feliz do mundo. Ele disse esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu? Aquela era a primeira vez, a partir dali, de muitas que seria a mulher dele e estava gostando... Aquela pica era seu trunfo para mostrar quem mandava de nós dois... As minhas forças foram vencidas, a barreira masculina que havia, em mim, estava quebrada, meu espírito estava quebrado, e eu nada mais podia fazer, a não ser me entregar totalmente como mulher para seu homem. Fernando chegou como um conquistador de nações, foi se apoderando de mim, como se todo o corpo fosse dele... Ele ordenou que eu parasse, para a minha surpresa... Fernando colocou me de quatro e, depois me calçou a barriga com os travesseiros... Pelo espelho da cabeceira da cama, de quatro, via um homem nu preparando-se para possuí-me. Eu agora seria a mulher de Fernando, acolheria em meu corpo o pênis de um homem, que estava viril ao extremo. Por vezes olhei para meu próprio pênis que não manifestava sinal de vida, apenas ficava mole, inerte e melado. Aguardou então a decisão do homem de me invadir, o que não demorou muito.

Paulo avidamente segurou-me pelas ancas, que bem definida, e começou a forçar a entrada. Paulo pediu para eu colaborar rebolando. Além de aceitar um homem dentro de mim, teria de colaborar? Assim o fez, e a cabeça começou a tomar conta de meu interior. Doía, mas nada mais podia ser feito. Fernando me segurava com força, e forçava cada vez mais, no que restou me, apenas, relaxar e rebolar, enquanto Fernando se regojizava ao ver seu pênis cada vez mais me invadir. Lágrimas brotavam de meus olhos e ele via isso pelo espelho. Após pelo menos quinze minutos, Paulo retirou seu mastro de mim, e mandou me virar de frente, pois queria que eu olhasse bem no rosto do homem que me tirou a minha masculinidade. Novamente fui possuído, vendo-se com as pernas erguidas nos ombros de Fernando, e meu traseiro totalmente livre para aquele homem se satisfazer. Após um tempo, Paulo gozou e me fez gozar junto, sem ereção, apenas sendo penetrado. Uma coisa eu sabia. Homem eu nunca mais seria. Senti seu caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia sair da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Era magnífico ter os genes do Fernando serem absorvidos pelo meu corpo e a misturar-se com os meus. Acabamos adormecendo, jamais irei esquecer como foi ser mulher de meu macho e até hoje parece estar vivendo cada momento.

Marcela Ramos - marcelaramos74@yahoo.com.br

Virei namorada por acaso

Meu nome é Rodrigo tenho 28 anos e desde criança o mundo feminino, principalmente roupas e maquiagens me chama a atenção.

Quando criança sempre que tinha oportunidade experimentava as roupas de minha que ficavam no banheiro para lavar. Aos 23 anos quando fui morar sozinho comecei a ter minha própria coleção mas isso sempre foi um fantasia reprimida que nunca havia sido revelada a ninguém até esse dia.

Eu e mais alguns amigos sempre saímos juntos nos finais de semana, e nesse dia no final da noite um deles, Paulo, o meu amigo mais próximo com quem estava de carona me convidou para passar em sua casa e tomar mais algumas cervejas. Aceitei. Chegando lá começamos a conversar normalmente, já consideravelmente bêbados. Paulo que apesar de ser um cara bonito e com um corpo em forma estava sem namorada a alguns meses e depois de várias cervejas e muito papo resolveu começar a brincar.

- Bem que você podia tocar uma punhetinha para mim, ser minha namoradinha. Faz tempo que não como ninguém e uma mão diferente seria uma boa.

Levei na brincadeira e não dei bola. O problema é que ele ficava insistindo na mesma coisa de tempos em tempos e ficava massageando o pau por cima da calça na minha frente. Até que resolvi entrar na brincadeira e provocar. - Assim direto não dá! Tem que fazer um carinhos, dar uns beijos que eu faço. Inacreditavelmente ele (acho que meio sem noção pela bebida) veio em minha direção e me tirou para dançar (continuei levando na brincadeira), e começou a acariciar minha bunda e logo segurou minha nuca e me beijou. Meio sem reação, assustado, nunca havia tido contato com homem antes (nem ele), retribuí o beijo. Foi um beijo de uns 30 segundos, com vontade, bem molhado.

Paulo sem falar nada pega a minha mão e a conduz ao seu pau e eu começo a acariciar por cima da calça, ele então vai ao sofá, tira a roupa ficando só de cueca pede para eu tocar uma para ele. me ajoelho no chão tirou o pau para fora (um belo pau, estava meia bomba mas duro deve ter uns 17 cm, grosso e cabeçudo) e ficou uns minutos punhetando até que não resisto e ponho a boca. Meu amigo vai a loucura e começa a gemer forte fica falando que está uma delicia que minha boquinha e macia.

Não demorou muito e ele começou a gozar na minha boca, engoli o que deu, mas era tanto que um pouco acabou escorrendo pelo seu pau. Ficou um clima estranho depois disso como se estivéssemos arrependidos e levantei para ir ao banheiro lavar meu rosto. Quando voltei ele estava vestido e falei que ia embora.

No dia seguinte, passado o efeito do álcool não acreditava no que tinha acontecido e tentava esquecer. Fiquei alguns dias sem falar com meus amigos, procurando me afastar, com medo que Paulo tenha dito alguma coisa. Na sexta-feira seguinte pela manhã recebo um email dele agradecendo por ter sido a namorada dele aquele dia e dizendo que havia recebido a melhor chupeta de sua vida. Dizia ainda que queria curtir um final de semana com a "namorada" em casa e estava me convidando para passar o final de semana na casa dele. Achei que ele estava me sacaneando e liguei para ele. Paulo foi extremamente carinhoso comigo ao telefone, não parecia meu amigo falando comigo, mas sim com uma mulher que ele quer comer mesmo. Aceitei o convite. Resolvi que seria a minha oportunidade de ouro para ser a Camila (nome que uso quando estou montada) e fui para casa dele com várias roupas do armário da Camila.

Chegando lá Paulo me abraça e me dá um selinho para quebrar o clima. Falei que já que ele queria uma namorada no final de semana que faria uma surpresa para ele, e fui ao banheiro.

Comecei a dar vida a Camila, coloquei uma calcinha de rendinha preta fio dental, cinta liga, meias finas, um par de próteses de silicone para mastectomia em baixo do bojo do sutiã (deixam o visual lindo) e uma blusinha fechadinha. Uma sandália salto alto, peruca longa e um pouco de maquiagem. Ao sair do banheiro Paulo ficou boquiaberto, apenas disse:

- Caralho! É você mesmo Rodrigo? Respondi: Não Paulo sou a Camila, muito prazer! Paulo ficava repetindo... que gostosa.... e veio ao meu encontro.

Logo estávamos na cama nos beijando como casal recém formado e apaixonado. Não demorou para estar com o pau de Paulo na minha boca novamente, dessa vez com ambos sóbrios.

Paulo ficava falando: - Vai minha Camilinha, chupa o pau do seu macho, do seu amor, vai minha putinha gostosa. Tesão de boquinha! Aquilo me dava muito tesão e tomei a iniciativa de parar de chupar e entre alguns beijos sussurrar no ouvido dele. - Come minha bundinha amor? O olho dele brilhou! Me tascou um beijão e disse: - Claro linda! Me deitei de costas na cama e deixei eu fazer o resto. Beijos minha bunda meu anelzinho e começou e colocar um dedo, dois dedos e logo senti ele se posicionar sobre meu corpo. A sensação da cabeça do pau dele tocando a entrada do meu cu é inesquecível! A dor de quando ele forçou tudo para dentro também! Confesso que ele não foi muito carinhoso no início, mas após meus pedidos ele se acalmou.

Estava em transe com seu pau dentro de mim, ele bombando devagar, eu gemendo baixinho e ele beijando minha nuca. Após alguns minutos ele acelerou me comeu forte, sabia que ele estava para gozar e não deu outra, sinti o pau dele pulsar forte no meu cu e não resisti e acabei gozando junto. Paulo desfaleceu sobre mim, me beijou carinhoso e disse: Te amo Camila!

Apesar de ser óbvio que era efeito do climax, aquilo me deixo muito feliz como mulher, saber que tinha realizado meu macho. Tomamos banhos juntos, coloquei uma camisolinha e fomos dormir

No dia seguinte ele me trouxe café na cama e retribuí com uma bela chupeta. Fiquei o final de semana inteiro montada para ele, ele sempre me tratando como Camila e como sua namorada.

No domingo a noite enquanto ele tomava banho me troquei e fui embora. Essa rotina se repetiu em alguns finais de semana durante uns 3 meses até que Paulo começou a namorar uma mulher novamente e não nos encontramos mais como casal, mas nossa amizade continua e ele sempre brinca comigo. Manda um beijo pra Camila que eu não esqueci dela não hein!!!!

Camila Maia - camilinha-cd@hotmail.com

Que prima

Isso que aconteceu é real e nunca mais saiu da minha cabeça!! Quando eu tinha por volta de uns 9 anos era comum para minha família passar o final de semana na casa de praia e ficávamos todos juntos primos e primas. Todo final de semana a casa sempre ficava lotada, era uma casa grande e ficavam mais ou menos umas dez crianças brincando.

Numa certa ocasião só estava na casa eu e minha prima Sofia, além é claro de nossos pais. Sofia na época devia ter uns 14 ou 15 anos e naquela noite dormimos no mesmo quarto, não me lembro quando dormi, só sei que estava cansado e dormi bem cedo.

Nesta noite que tudo aconteceu. Só sei que de madrugada percebi que minha prima estava mexendo em mim, quando vi ela tinha tirado meu shorts e minha camiseta e me colocado um vestidinho dela, inclusive sua calcinha já estava nos meus joelhos, não entendi nada e disse pra ela parar. Ela me segurou a força e me deu um beijo na testa e foi descendo até a minha boca, então ela disse:

-  Vi isso num filme, fica quietinho que vai ser bom pra gente.

Realmente fiquei assustado mas estava gostando!! foi o meu primeiro beijo!! ela ficou me acariciando e eu gostei!! logo em seguida ela me colocou em pé e começou a arrumar o meu vestido (tudo isso no escuro). Eu tinha o cabelo um pouco comprido e ela ficou me penteando  e me acariciando, ela dizia somos duas meninas lindas, eu retrucava dizia que não e ela colocava a mão na minha boca e logo em seguida me dava um selinho!! Isso durou pouco porque nossos pais poderiam acordar, tirei a roupa e fiquei atordoado!! Não consegui dormir!!

No dia seguinte aconteceu a mesma coisa ela me acordou e já foi tirando minha roupa e me colocando um vestidinho de praia. Ficamos mais tempo desta vez!! O Diferente foi que ela ficou um bom tempo acariciando minhas partes intimas, todas elas e dizendo baixinho: - Ta Gostando!! E lambendo meu ouvido ao mesmo tempo!!

 Na tarde de domingo nossos pais queriam fazer uma caminhada para o morro da asa delta, antes de irmos embora, disseram: -  fiquem aí que vocês não vão agüentar a caminhada, daqui umas duas horas voltamos.

Era tudo que ela queria, assim que nossos pais saíram ela já foi até o quarto pegou um biquíni e veio em minha direção eu tentei fugir mas ela era mais forte, me segurou, tentei resistir mas não deu!! Ela me colocou o biquíni, penteou meu cabelo e pôs uma tiara, me levou até a frente do espelho, eu estava realmente parecido com uma menina!! De repente ela falou:- Esqueci de uma coisa importante!! Pegou um baton, fiz que ia fugir mas ela me segurou pelo cabelo e passou com todo cuidado!! quando terminou ela começou a me beijar pra valer!! Recebi um belo beijo de língua!!  Beijou também meu pescoço!! Ficamos deitados na cama todo tempo com ela dominando a situação!!

De repente ela disse chega de biquíni agora vou te transformar numa menina de verdade. Ela pegou o secador de cabelos e começou a fazer uma escova, pegou uma caixa de maquiagem e me colocou sentado no colo dela e foi fazendo tudo com muito cuidado!! Pegou também um vestido, uma calcinha e um sutiã, de novo tentei impedir mas ela era bem mais forte, me segurou novamente pelo cabelo e não teve jeito!! Depois disso ela me vestiu e me colocou de frente pro espelho, não acreditei estava parecendo uma menininha!!!

Então ela me pegou me beijou novamente  e ficamos no sofá e eu gostando de receber muitas carícias. De repente ela resolveu prender o meu cabelo, pegou um spray, jogou nele e fez um cock de bailarina, de novo eu estava parecendo um menina!! O pior é que eu estava gostando!!!!

 Percebemos que já estava ficando perigoso, ouvimos o barulho do carro dos nossos pais e  tirei tudo rapidamente!!!! ela guardou toda roupa. Corri e pulei na piscina lavando toda minha cara e atrapalhando todo cabelo!!! Neste mesmo dia fomos embora, na hora da despedida ela só me olhou com uma cara de sacana e perguntou pra minha mãe se voltaríamos no carnaval!!

Depois deste final de semana nunca mais tivemos a oportunidade de fazer tudo isto de novo!! Nunca mais tocamos no assunto!! Hoje ela mora no interior e quando nos vemos sinto que ela me olha diferente!! Toda este episodio mexeu comigo para sempre!!

Lara Matos - laracma@hotmail.com

A minha amiga Sandra

Era uma sexta-feira e eu ainda não sabia o que iria fazer. E, como geralmente acontece nestes casos, resolvi ir até o shopping, dar uma olhada na s lojas e comprar uma roupinha nova, para ficar bem bonitinha no final de semana.

Como era fim de tarde eu não fui vestida, porque apesar de já estar no décimo sétimo mês do meu tratamento hormonal ainda não tinha coragem de assumir para todos a minha identidade de Tanya.

E ia eu tranquilinha, admirando as vitrinas quando escuto:

- Oi Beto, há quanto tempo!

Virei-me e dei de cara com a Sandrinha, uma antiga colega de colégio e a quem não via há uns 8 anos. Ela sempre fora a mais bonita da classe e o desejo de todos os rapazes, eu inclusive, já que naquele tempo ainda não havia me encontrado. Ela continuava linda e estava ao lado de um homem um pouco mais velho (nós temos a mesma idade, 26 anos, naquela época) que ela me apresentou como sendo o seu marido, o Toninho que, cá entre nós, não era de se jogar fora.

Confesso que tive de me controlar um pouco para não dar na pinta já que vinha aperfeiçoando meus modos femininos e conversamos algum tempo, trocando telefones de casa e do trabalho e cada uma foi para seu lado. Eu então continuei com minhas compras, me esquecendo completamente da Sandrinha.

Mais ou menos uns 15 dias depois, eu estava no escritório (era uma quinta-feira, lembro-me bem) quando toca o telefone. Era a Sandra, me convidando para sairmos, os dois sozinhos.

Eu estranhei um pouco quando ela frisou que estaria sozinha porque ela estava casada mas disse que tudo bem. Foi até difícil encontrar uma roupa boa para sair. À noite, ao contrário do dia e do trabalho, já há algum tempo saia de menininha e arranjar uma camisa largona (para meus seios não ficarem evidentes) e bonita foi complicado. Mas para não alongar muito, consegui me virar e às 9 horas em ponto estava no restaurante que a Sandrinha havia escolhido. Cheguei antes e fui para o bar, onde pedi um copo de vinho branco e sentei-me para esperá-la.

Era um local mais ou menos isolado e muito romântico. Isto não vai acabar bem, pensei comigo mesma, mas havia prometido ir e não tinha como fugir. Uns 15 minutos depois chegou a Sandrinha. Estava arrasadora, num vestidinho preto curtinho que me deixou morta de inveja. Eu elogiei-a e ela, entendendo a coisa pelo lado errado, disse-me que precisava conversar muito comigo, já que sempre confiara em mim e estava precisando de um amigo.

Sentamo-nos e ela explicou que estava casada há dois anos mas que de uns tempos para cá seu marido, que ela ainda amava muito, estava distante, estranho e frio e ela achava que ele estava tendo um caso com sua secretária. E isso não poderia suportar.

Eu fiquei meia sem jeito mas disfarcei o mais que pude até que ela começou a chorar, dizendo que não entendia essas coisas. Ela o amava muito e sabia que ele também a amava. Mas que não conseguia revelar suas desconfianças. O que fazer?

Realmente fiquei sem jeito e principalmente sem saber o que falar. Além disso não entendia porque a Sandra estava se abrindo tão rapidamente comigo, já que não nos víamos há tantos anos. Nos dez minutos seguintes falei muito sem dizer nada até que a Sandrinha me interrompeu e perguntou:

- Você acredita que se pode amar duas pessoas ao mesmo tempo?

- Não sei, respondi, porque, perguntei inocentemente.

Aí a Sandra pegou minha mão (ainda bem que não examinou bem, porque minhas unhas estavam feitas, sem cutícula e razoavelmente grandes) olhou em meus olhos e disse-me desafiadoramente:

- É que eu sempre tive o maior tesão por você. E com tudo isto que está acontecendo comigo quero sair com você para ver se realmente amo meu marido. E eu me lembro que você sempre me olhava, me olhava e não tinha coragem de chegar perto. Agora então eu resolvi tomar a iniciativa.

Se eu já estava um tanto ou quanto sem jeito, com aquela revelação fiquei realmente trêmula. E enquanto tomava uma gole de vinho pensava no que fazer. E decidi-me pela verdade:

- Sandrinha querida. O que você está dizendo deveria deixar qualquer um louco. Mas sei que você está fazendo isto por causa de seus problemas. E além do mais, tem uma coisa que tenho de confessar. Eu já te desejei muito. Mas atualmente só me veja como um amigo. Aliás, como amiga. Eu tenho que lhe dizer que sou gay. Na cama só tenho prazer com homens. Estou fazendo tratamento hormonal, me depilo toda e meus amigos e amigas atuais me chamam de Tanya. Ainda ando vestido de homem durante o dia por motivos profissionais. Desculpe a franqueza mas na cama nós duas queremos a mesma coisa. Um homem de verdade.

Se de repente o George Bush aparecesse de braços dados com o Fidel Castro na mesa ao lado não teria causado tanta surpresa para a Sandrinha. Ela abriu a boca e por uns 40 segundos tentou falar alguma coisa mas não saiu nada. De repente ficou vermelha e, falando baixinho mas indignada, se abriu:

- Seu safado. Então você é desses também não é? Como é que eu fui me enganar desta forma! O mundo é mesmo um nojo. Eu só não te dou um tapa na cara porque não quero me meter com uma bicha safada. Até logo!

Ato contínuo levantou-se, pegou sua bolsa e sem dizer mais nada foi embora, deixando-me sozinha(o) no meio do restaurante. Fiquei envergonhadíssima mas continuei na minha. Acabei de jantar, paguei a conta, peguei meu carro e fui embora. Queria esquecer aquela noite e fui dormir.

Nos dias seguintes ainda fiquei um pouco aborrecida com a Sandrinha mas no fundo até que entendi sua atitude, pela surpresa e por causa de seus problemas pessoais com o marido.

Com o passar do tempo esqueci-me do incidente principalmente pelas grandes mudanças pelas quais passei nos meses seguintes e que praticamente mudaram minha vida. Primeiro fiz um regime forte. Tenho 1m70cm e pesava 68 quilos. Com muito esforço, dieta e ginástica baixei para 56 quilos.

Ao mesmo tempo consegui me firmar profissionalmente como tradutora. Já podia trabalhar em casa e, assim, viver 24 horas como mulher sem satisfações para ninguém. Para complementar, um grande passo. Fiz um implante nos seios para que ficassem maiores, não enormes, mas grandes o suficiente para me sentir orgulhosa de mim mesma. Eles ficaram lindos de morrer! E minhas medidas, com 1m70, 56 quilos, 94 de busto, 64 de cintura e 92 de quadris me deixaram muito satisfeita.

E também mudei-me de apartamento porque não aguentava mais os olhares das pessoas que me conheciam como Beto. Fui para um menor, mas muito confortável, num edifício pequeno, de três andares, tranquilo e sossegado.

Depois da operação também mudei um pouco o meu ritmo de vida. Não abandonei meus amigos e amigas mas decidi dar uma parada. Tinha de repensar minha vida sentimental com calma. E estava tranquila, mas triste, sem nenhum namorado, numa vida bem caseira. Não queria sair com nenhum homem que me conhecesse como Beto, pelo menos um homem com quem tivesse algum relacionamento mais profundo.

Mais dois meses e minha vida estava se estabilizando. Me mudara e passara a ser apenas a Tanya para todos meus vizinhos, uma mulher bonita e responsável. A transformação completa ainda ficaria para mais tarde. Na verdade não sei se teria coragem para tanto, embora o desejo de eliminar por completo qualquer vestígio de masculinidade fosse grande. Mas já me sentia quase mulher, ainda mais que meu cabelo crescera, estava com as unhas grandes e bem cuidadas, as sobrancelhas feitas e jogara fora todas minhas roupas masculinas. Nunca tivera muita barba e a depilação à laser que fizera funcionara muito bem. No resto do corpo quase não tinha pelos mesmo, apenas o comum em quase todas as mulheres e uma cerinha resolvia (apesar da dor). Minha voz também melhorara bastante – nunca fora muito grossa mesmo - e na rua não sentia quase nenhum olhar estranho, apenas as costumeiras olhadas de desejo dos homens.

Na época da operação eu pensei em também mexer nos quadris mas resolvi não fazê-lo porque tenho as cadeiras largas, não tão largas como as de uma mulher, mas bastante passáveis. E é claro que continuava com o tratamento hormonal, para ficar cada vez mais feminina.

Um fim de tarde havia chegado do cabeleireiro – havia decidido ficar loura, com reflexos e estava admirando minha nova cor de cabelos no espelho - quando toca o telefone celular. Atendi e do outro lado ouvi a Sandra:

- Alô, atendi.

- Beto? Quem está falando?

- É a Tanya, respondi, não reconhecendo a voz da Sandra.

- Tanya, sou eu a Sandra. Eu queria desculpar-me. Não tinha o direito de fazer o que eu fiz com você.

Respirei profundamente e disse que entendia caprichando na minha voz mais feminina possível.

- Não precisa se preocupar, respondi.

- Não, de verdade, eu agi muito mal e preciso me desculpar. Posso ir até sua casa? Eu gostaria de conhecer a Tanya pessoalmente. Há algum tempo que estava tentando falar com você mas custei a me lembrar do celular, já que no antigo número não sabem para onde você se mudou.

- É, foi de propósito, queria me afastar um pouco. Mas tudo bem, respondi. O Beto já não existe mais. Pode vir que estou te esperando e dei meu endereço.

Eu estava com um shortinho curto, como sempre fico em casa e uma blusinha também curta, de alça, sem soutien, bem confortável. Como queria estar bonita somente dei uma retocada na maquiagem, botei um chinelo (sempre ando de salto alto) mais ajeitado, arrumei o cabelo e sentei-me para esperar a Sandra. Meia hora depois ela chegou e ao abrir a porta até se confundiu:

- Eu queria falar com..... Tanya! . Desculpe. Meu Deus! Tanya. Não deveria ter agido daquela forma. É que foi um choque para mim. Mas você está linda. Gatíssima! E loura!

- Sandrinha, entre e fique a vontade. Tá tudo bem.

- Como você mudou! E, entre risos, e apontando para meu busto disse e como está peituda!. Teus seios parecem lindos, deixe-me vê-los!

Eu tirei a blusa não só porque ela pedira mas porque estava muito orgulhosa de meus peitos, com uma auréola bem grande e rosada. Ela quis logo saber qual era o meu médico porque ela pensava em fazer o mesmo e tirou sua blusa para mostrar-me seus seios, que eram muito bonitos mas um pouco menores que os meus.

- Eu sempre quis tê-los assim, durinhos e grandes como os seus, disse. Eu vou falar com o Toninho. Também quero me turbinar.

- E é ele quem vai se aproveitar, disse-lhe sorrindo.

Interessante é que quando ela examinou meus seios e depois mostrou os seus não houve nada de sexual entre nós, éramos apenas duas amigas trocando confidências.

Depois nos sentamos, tomamos uma Coca-Cola (Diet é claro!), comemos uns bolinhos e conversamos como duas amigas. Trocando segredos. E ela queria saber como os homens agiam comigo. Se era verdade que sempre acabávamos sendo ativas. Como era a minha vida:

- Você nunca se arrependeu Tanya? Nunca fica insegura?

- Ah Sandrinha, às vezes eu me sentia muito insegura, mas depois que resolvi assumir e viver 24 horas por dia mulher melhorei muito de cabeça, principalmente porque me abri para minha família.

- Você contou para seus pais? Como foi a reação deles? Eu me lembro que vocês se mudaram para o interior um pouco antes de entrarmos para a Faculdade e foi aí que perdemos o contacto!

- Bem, quando fomos para o interior eu tinha de 15 para 16 anos e era um rapaz normal. Mas logo depois tive uma experiência com um colega bem mais velho, nada que eu não quisesse é claro, mas um mundo novo abriu-se e não teve mais volta. Aliás saí de casa quando completei 18 anos porque não agüentava mais a atitude de minha família. Era evidente que eu não queria nada com garotas, que era homossexual e então era recriminação de todo lado. Mas, você sabe, depois fizemos as pazes porque mãe é mãe e família é família. Hoje em dia eles sabem que eu sou a Tanya mas nunca me viram assim porque até há seis meses atrás eu disfarçava e quando ia em casa ia como Beto nunca ficava sem roupa na frente de ninguém para não dar bandeira, com os peitinhos já crescendo.

- E como você se virou por aqui, sozinho ou, desculpe-me, sozinha. Deve ter sido muito difícil não?

- Eu nunca me prostituí, respondi. Não que ache isso errado, eu vendo e dou o que é meu e pronto. Agora eu dei sorte porque recebi uma herançazinha de minha avó e pude comprar um apartamentinho e sobraram uns caraminguás para eu me manter enquanto conseguia um emprego de tradutora o que eu fiz logo e não parei mais de trabalhar. Eu sou muito boa de língua disse enquanto dava uma gargalhada. Com trocadilho! E ríamos as duas, felizes. Mas a Sandrinha estava curiosa.

- Por falar em língua, me diga se é verdade que os homens que saem com travestís gostam é de ser passivos?

- Bem, é o que algumas amigas que tenho e que estão na noite me dizem. Mas eu só gosto de homens ativos. Eu sou passiva, gosto de ser dominada e de ser penetrada. Um 69zinho também é muito gostoso, principalmente quando o cara é bom de lingua e enfia ela com força no meu buraquinho. E você, vai dizer que não gosta de um 69 também?

- É claro que gosto. Mas eu sou mulher e nós gostamos de sentir e dar prazer. Você vai ver que quando você estiver amando, dar prazer para o homem às vezes já nos deixa realizadas. Se bem que nada como um orgasmo à dois. E você, como você sente prazer? Você tem de se masturbar ou seu amante te masturba?

- Bem, acontece de todas as formas. Mas eu gosto mesmo é de ser possuída e beijada ao mesmo tempo. E quando a transa é boa, quando eu fico taradinha, gozo sem masturbar. Mas isto é muito raro. Só me aconteceu uma ou duas vezes e eu estava com muito tesão no cara. Sei lá, era a primeira vez com ambos, mas depois não consegui mais, só me masturbando, ou sendo masturbada.

- E dar a bundinha não dói muito? Eu experimentei uma vez com o Toninho e não gostei muito. Doeu demais.

- Bem, em primeiro lugar não tenho outra opção para ser possuída não? Mas quando o homem me deixa com tesão e sabe me tratar na cama não dói não. É uma delícia. Eu me sinto entregue, dominada, uma fêmea à mercê do seu macho. Como você diz que há coisas que somente as mulheres entendem esta é uma coisa que, acho, somente nós homossexuais e passivas, ou melhor, vamos falar mais claro, nós bichinhas sentimos.

- E com mulheres, nada? perguntou-me

- Meu amor. Vocês são lindas, arrasadoras. Mas o que eu gosto mesmo vocês não podem me dar. E nós não conseguimos enganar os homens como vocês. Se eu não ficar excitada meu amante vai saber logo, não é verdade? Felizmente que não tenho muitos problemas em ficar excitada se bem que nos últimos tempos estou um pouco parada.

- Você já se apaixonou por alguém, já encontrou aquele homem que não sai de sua cabeça 24 horas por dia, que te deixa meladinha só de pensar nele?

- Não, ainda não. Já tive aquele tesão, aquela sensação de loucura mas que depois do sexo passou. Eu não sei se algum dia vou me apaixonar. Eu gostaria tanto de ter alguém que me fizesse sentir assim, toda derretida, uma pessoa a quem eu quisesse me entregar por inteiro. Mas não sei se terei esta felicidade.

E ela concordou e até riu. Trocamos de assunto e passamos a falar de algo que gostava muito mas precisava aprender mais, moda e maquiagem, mas volta e meia voltávamos ao nosso tema preferido. Homens. Ela queria saber como fora minha primeira vez, qual o meu tipo preferido, se eu gostava de sexo oral, como meus homens me acariciavam, tudo enfim. Até que eu perguntei:

- Você não veio aqui para tentar me seduzir, não?

- - Bem, eu até que pensei, mas depois que te vi desisti imediatamente. Não, isto é brincadeira. Já resolvi meus problemas com o Toninho e era tudo paranóia minha. E tive uma outra idéia. Você é, posso considerar agora, minha amiga. Você sabe que eu nunca tive muitas amigas mulheres. Mas você é, digamos, diferente não? Na realidade o que eu queria mesmo é desculpar-me e para provar que não há nada por trás disto quero te convidar para passar o fim-de-semana do feriado conosco, em nossa casa nas Montanhas.. O que você acha!

Tentei escapar mas ela não aceitou nenhuma desculpa. Fazia questão que eu fosse e quando tentei dizer que seu marido não ia gostar exclamou:

- Que nada! Você não conhece o Toninho direito. Ele é muito liberal em tudo. E pode ficar tranquila porque como isto envolve uma situação um pouco, digamos, diferente, eu explicarei a situação para ele e tenho certeza que não haverá o menor problema. Se eu gosto de você e a considero minha amiga ele irá agir da mesma forma.

Nas duas semanas seguintes não fiz muita coisa. Trabalhei muito e não saí nenhuma vez. Já estava morrendo de tesão porque desde a operação que não transava. Mas como estava muito ocupada e iria passar quatro dias fora de casa trabalhei muito para aprontar uma encomenda que recebera de última hora.

Era um desses fim-de-semanas compridos, com um feriado na quinta-feira e um dia enforcado na sexta, de modo que na quarta à tarde estava prontinha para viajar. Por incrível que pareça era a primeira vez ia viajar sem levar nenhuma roupa de homem.

Como eu ia no carro só com a Sandrinha a viagem ia ser mais tranqüila e, coloquei uma blusinha rosa clarinho, de viscose, com um decote no busto e de manga curtinha, uma mini saia de babados, do mesmo tecido e cor e sandálias bem altas, também rosa claro.

A Sandrinha chegou na hora (que coisa rara!) e me olhou de cima embaixo:

- Puxa Tanya, você tá querendo provocar hein! Os homens vão ficar loucos quando virem estes teus peitos p’rá fora e estas pernocas à mostra.

E bem que ela tinha razão. Paramos numa lanchonete no meio do caminho e enquanto comiamos um grupo de rapazes não tirava os olhos de nós. E para provocá-los um pouco mais eu volta e meia como me espreguiçava, levantando os braços vagarosamente e juntando-os sobre a cabeça. Com isso esticava meu corpo e fazia com que meus seios fossem para frente, como se quisessem sair da blusa. A Sandrinha também notou que eles estavam nos olhando e fazia das suas, já que era muito bonita e gostosa. Posso confessar que nos divertimos muito com a provocação.

- Estou vendo que você aprendeu rápido disse a Sandrinha e ria, fazendo carinhas e boquinhas.

Voltamos para o carro e pouco depois estávamos em sua casa. Uma delícia, linda e muito grande, com um jardim maravilhoso e uma piscina muito bonita ao lado de uma churrasqueira e uma sauna semi-profissional. Uma coisa de doido!

Ela me apresentou para as duas empregadas (esta aqui é a Dona Tanya, falou e me deixou flutuando nas nuvens) e foi mostrar-me minha suíte. Como não podia deixar de ser, uma gracinha, todo em tons pastel claro. Coloquei minhas malas no chão e perguntei como deveria vestir-me para jantar quando ela me surpreendeu:

- Coloque alguma coisa simples mas bonita porque vamos jantar fora. O Toninho vai chegar daqui há pouco com seu irmão, sua cunhada e o cunhado e já reservei uma mesa no La Foulée, que tem uma cozinha francesa maravilhosa.

- Mas Sandrinha, você não me disse nada sobre outras pessoas! Pensei que fossemos somente eu, você e seu marido!

- Não se preocupe. O Toninho chamou o irmão e a cunhada, que se chama Valéria e ela disse que o irmão dela teria de vir. Ele é um rapaz de uns 28 ou 30 anos, muito simpático. Você vai ver.

- E, disse, com um sorriso maroto, acho que vai gostar.... E pode ficar tranqüila que todos já sabem quem você é e tirando a Valéria, que é boazinha mas às vezes meio chatinha, você não terá problema com ninguém. Agora vai se aprontar e fique bem bonita para sairmos.

De repente eu fiquei ainda mais nervosa. Não bastava encontrar o Toninho, que conhecera há poucos meses e quando eu ainda era o Beto (argh!) e agora ia ter todo esse pessoal. Mas resolvi seguir o conselho da Sandrinha e me arrumar.

Escolhi uma calça jeans strech, de cintura baixíssima e apertadíssima, que dava até para ver que estava usando uma calcinha bem pequenininha por baixo. Um cinto negro bem largo e uma blusa preta, de renda, semi-transparente, de mangas bem largas. Soutien de seda preto, meia-taça, e calcinha, também de seda, bem pequenininha, também preta.

Havia tomado um banho rápido e prendi os cabelos (como disse recém havia feito reflexo nos meus cabelos, agora louro cinza escuros) num rabo-de-cavalo simples. Coloquei uma maquiagem leve, batom bem vermelho (havia ido ao cabeleireiro pela manhã e fizera aos mãos e os pés), uma sapato preto de salto bem alto, algumas jóias (não tinha muitas), meus brincos pingente bem grandes e logo em seguida ouvi a Sandra me chamando, que os outros haviam chegado.

Respirei fundo e pensei comigo mesma que isto era o que eu havia escolhido para mim e fui para a sala encontrar o pessoal.

Fui andando devagar, sem exagerar no rebolado mas fazendo questão de mostrar minha feminilidade. É claro que o ruído dos meus saltos no piso de pedra normalmente já seria o suficiente para me excitar (estas coisas ainda me surpreendiam). Mas estava nervosa demais para isto.

Quando cheguei na sala a Sandra veio correndo me pegar pelo braço e levou-me para me apresentar a todos. A Valéria me olhou de baixo em cima e cumprimentou-me com um sorriso leve. Seu marido, o irmão do Toninho, o Juca, foi mais amável e me deu dois beijinhos. O irmão da Valeria era realmente um gato. Mais alto do que eu e com um sorriso ma-ra-vi-lho-so. Seu nome era Otávio e disse-me para chamá-lo de Tátá. Mas apesar disso não me pareceu muito simpático.

O Toninho nãp estava na sala e logo chegou, muito amável, dizendo que queria muito me conhecer que a Sandra não parava de falar em mim, etc.. Muito gentil. Ele me ofereceu um drink e como estavam todos bebendo vinho resolvi tomar um pouco também. O papo correu gostoso por uns dez ou quinze minutos quando o Toninho disse que teríamos de ir por causa da reserva.

Fomos em dois carros. Os rapazes no carro do Toninho e nós com a Sandrinha. Quando chegamos e sentamos notei que era um misto de restaurante e boate, com uma pista de dança ao fundo e um conjunto muito bom, tocando todos os tipos de música dançáveis, lentas e rápidas.

Pedimos uns drinks para começar e enquanto esperávamos os dois casais foram dançar. Eu e o Tátá ficamos na mesa, conversando. Um papo um tanto ou quanto sem jeito mas ele logo desculpou-se porque havia visto uns amigos em outra mesa. E deixou-me sozinha, o que para mim estava bem. Em primeiro lugar estava acostumada e sabia que nem todos me encaravam com naturalidade. E o Tátá obviamente estava sem jeito. Além disso eu estava muito confiante em mim mesma. Sabia que estava bonita pelo jeito com que os homens nas outras mesas me olhavam.

Pouco depois a Sandrinha e a Valéria voltaram para a mesa com seus maridos porque os drinks haviam chegado. A Sandrinha nos chamou para ir ao banheiro.

- Ao banheiro feminino é claro, disse-me no ouvido. E disse ao Toninho que íamos retocar a maquiagem.

No caminho ela perguntou a Valéria pelo Tátá, que havia me deixado sozinha, mas eu respondi imediatamente que não havia problema, ele encontrara uns amigos e fizera bem em ir conversar com eles e que não me importava de ficar sozinha.

Neste momento passávamos pelo bar e um sujeito, de uns 38 ou 40 anos, que afastou-se para que pudéssemos seguir em frente, ouviu o que eu dizia e falou:

- Eu não sei de quem você está falando mas eu não ia te deixar sozinha, e riu levemente.

Eu fiquei momentaneamente surpresa mas, já me acostumando a ser a caça e não o caçador, somente olhei-o e virei rapidamente a cabeça, fazendo com que o rabo-de-cavalo roçasse em seu rosto, sem dizer nada e segui em frente, como se ficasse ofendida.

Ao chegarmos no banheiro a Valéria disse que ouviu o que ele havia dito e que ele lhe parecera bem bonito. A Sandrinha, que não escutara a gracinha, mas também o notara (estava percebendo que as mulheres era muito perceptíveis para os homens, o que eu também era) concordou.

- É, eu também achei ele bem interessante.

E imediatamente as duas passaram a me dar conselhos para a melhor forma de conquistá-lo. E, isto, é uma coisa que somente as mulheres sabem. E a opinião foi unânime. Ao passar por ele na volta, não deveria dizer nada, mas dar uma olhadela rápida, de modo a que ele notasse que eu o havia notado. E seguir em frente, se possível com um andar bem sexy e provocante. E assim eu fiz, dando uma ligeira olhadinha para ele enquanto passava. Notei que ele viu meu olhar e imediatamente virei o rosto, seguindo em frente e fazendo questão de rebolar provocadoramente, mas sem exagerar.

De volta à mesa sentei-me e continuei conversando normalmente, mas volta e meia olhava para o bar e podia ver que ele continuava me olhando. A Sandrinha viu que eu estava olhando e como estava de costas para ele e não podia ser vista, murmurou:

- Tanya, não dá mole não e para de ficar olhando o tempo todo para ele. Basta uma olhadinha e quando você estiver a fim um pequeno sorriso assim meio disfarçado. Ela vai vir logo depois.

- Bem é que a fim eu estou. Ele não é gatissimo mas também não é de se jogar fora né?

- Bem, isto é com você. Como eu te disse achei-o bem interessante.

Resolvi seguir seus conselhos, parei de ficar olhando e concentrei-me na comida e no papo. Fiquei só vigiando de canto de olho para ver se ele não saia. Uns dez minutos depois virei o rosto de lado para o bar, enquanto conversava com o pessoal na minha mesa e ao notar que ele continuava me olhando sorri ligeiramente, fiz uma boquinha e retornei à conversa.

Não se passaram nem 30 segundos e vi que ele levantou-se e veio em nossa direção. Ao chegar perto de mesa eu levantei os olhos para ele que chegou-se mais perto e perguntou:

- Oi. Você quer dançar?

- Tudo bem, respondi. Vamos.

Gentil ele ajudou-me a levantar puxando a cadeira e deu-me a mão para irmos até a pista de dança. Eu estava me sentindo muito bem, apesar de um pouco envergonhada, não sei porque.

- Obrigado. Muito prazer. Meu nome é Fernando, disse ele, e o seu?

- Eu sou a Tanya. Ele usava um perfume delicioso, acho que era o Eternity, que eu acho um dos melhores perfumes masculinos.

- Você está muito bonita, disse-me e o perfume é delicioso.

- Obrigada, respondi. É Giorgio. O seu também é muito gostoso.

Como chegamos logo à pista e a música era ligeira, tipo techno, e muito alta, começamos a dançar sem oportunidade para maiores papos. Eu podia ver que a Sandrinha e a Valéria ainda estavam na mesa mas estavam me vigiando. Coloquei o Fernando de costa para elas e imediatamente as duas fizeram discretos sinais de positivo para mim. Eu não sou a melhor dançarina do mundo mas aquela música rápida estava me fazendo muito bem, principalmente porque eu procurava saltar o mais possível, para fazer meus peitos balançarem. E podia notar que o Fernando, mesmo buscando ser discreto, não conseguia tirar os olhos deles.

Logo depois o DJ colocou uma música lenta e, sem perguntar nada o Fernando me puxou para junto dele, passando as duas mãos em volta dos meus quadris. Mesmo com meus saltos ele era um pouco mais alto do que eu, que coloquei minhas mãos atrás de seu pescoço e deixei-me ser conduzida.

A música era deliciosa e, para mim, muito significativa, "The man I love", com a Liza Minelli. Ele era melhor dançarino do que eu, que procurava apenas seguí-lo. Suas mãos estavam firmes nos meus quadris e eu comecei a rebolar um pouquinho, para provocá-lo, o que parece ter surtido efeito porque ele me puxou para mais perto. Resisti e mantive alguma distância entre nós. Tudo muito discreto, como deve ser. Mas eu já estava excitadíssima. Ao final da música perguntou-me se não queria ir sentar com ele. Aceitei e fomos até um canto do bar, onde estava sua mesa.

Antes mesmo de sentarmo-nos numa espécie de sofá comprido, de couro vermelho, que corria ao longo de toda a parede, ele perguntou se eu queria beber alguma coisa.

- O que você está tomando, perguntei?

- Ah, eu estou no whisky. Você quer um também?

- Pode ser, mas com muita água.

Eu sentei-me e ele sentou ao meu lado. Não muito perto mas o suficiente para que eu continuasse sentindo seu perfume. No início a conversa foi um pouco sem graça ("você vem sempre aqui?", "você é bonita demais para eu nunca ter te notado antes") mas pouco a pouco engrenamos e eu soube que ele tinha 42 anos (eu tenho 26), era desquitado, não tinha filhos e trabalhava num banco de investimentos. Pelas roupas e pela conversa era, se não rico, bem de vida.

- Você sabe, o divórcio nunca é legal. Mesmo em meu caso, quando não houve rancor de nenhuma das duas partes, disse-me ele. Mas é sempre uma sensação de falha, de vazio. Mas foi melhor assim e, felizmente que minha ex-mulher já arranjou outro.

A conversa então começou a fluir bem fácil. Os drinks chegaram e começamos a bebericar até que, depois de uns cinco minutos pedi licença para ir até o banheiro:

- Fernando, vou até o banheiro mas antes vou até minha mesa para falar com minhas amigas que devem estar pensando que eu sumi, disse.

Fui até minha mesa e disse à Sandrinha e a Valéria, que conversavam, se não queriam ir até o banheiro. As duas se levantaram mais que depressa e já no caminho começaram o interrogatório:

- E aí, como é que está indo? Ele é amigo da Táta e, segundo me disse, muito bem de vida! Falou a Valéria.

- Não vai ser muito fácil nem muito difícil hein! Olha lá, os homens valorizam as conquistas difíceis, mas não muito difíceis, disse a Sandrinha.

- Podem ficar tranqüilas, disse. Está tudo sobre controle. Ele é muito simpático. Eu só vim dizer que vou ficar sentada com ele e quando vocês forem embora me avisem. Hoje, não importa o que aconteça, vou para casa cedo, e ri.

- Muito bem. Acho que por mais que você esteja com vontade de fazer algo diferente você está certa, disse-me a Sandrinha. Agüenta firme porque depois ele vai comer na tua mão. Ou em qualquer outro lugar e deu uma gargalhada.

- Eu tinha de vir ao banheiro porque vou te confessar que estou toda molhadinha respondi. Mas vamos ver o que acontece finalizei enquanto retocava a maquiagem e soltava os cabelos, deixando-os cair sobre meus ombros. Peguei minha bolsa na mesa e voltei para o Fernando, que ao ver-me levantou-se e sorriu.

- Poxa, já estava pensando que você me abandonara! Mas valeu a pena porque gostei muito dos seus cabelos. Você ficou ainda mais bonita. Não quer dançar mais um pouco?

- Claro, vamos e de mãos dadas voltamos à pista de dança, onde uma música bem balançada animava os casais.

E dançamos umas duas ou três músicas assim. Minha cabeça estava à mil. Eu estava me sentindo super feminina mas começava a me preocupar em como dizer para ele que, na verdade, eu tinha um detalhezinho a mais. E estava com medo da sua reação embora quisesse aproveitar ao máximo aquele momento. Afinal era tudo o que eu sempre quis. Estava bonita, bem vestida, gostosa (impressionante como meus peitos aumentaram minha confiança em mim mesma) e sendo paquerada por um homem que, evidentemente, queria mais do que uma simples dança. E quando a próxima música lenta começou e ele me puxou para junto dele, fui naturalmente, não impedindo que nossos corpos se aproximassem. E encostei minha cabeça em seu ombro enquanto deixava que ele me guiasse pela pista, como um casal apaixonado.

Foram uns cinco minutos assim, sem nem uma palavra, embalados pela música e pelo desejo. Eu podia sentir sua excitação por baixo da calça. O que me deixava cada vez mais louca de tesão porque sabia que aquele homem estava buscando me conquistar porque me queria como mulher, para fazer de mim sua fêmea. Eu estava até trêmula e nem vi que a Sandrinha e a Valéria também estavam dançando, já que estava literalmente sonhando com os olhos semi-cerrados. Mais tarde elas disseram-me que eu parecia estar andando nas nuvens, coisa que realmente estava. E sentia que estava toda molhadinha, com meu pipi bem durinho entre minhas pernas, bem escondido dele.

A música foi ficando cada vez mais lenta e o ambiente mais escuro, quando vi que ele recuara a cabeça. Levantei o rosto para olhá-lo e ele fixou seus olhos nos meus e vagarosamente, enquanto continuávamos a nos movimentar ao som da música romântica, fechou os olhos e chegou seus lábios junto aos meus, beijando-me delicadamente. E, ao notar que eu correspondera e retribuía o beijo, puxou-me ainda mais para junto dele enquanto nossas línguas se encontravam e trocavam carícias.

Repentinamente a música voltou a ficar animada e ele perguntou se não era melhor que fossemos para a mesa. Eu concordei. Quando chegamos ele sentou juntinho a mim, passou o braço esquerdo por cima de meu ombro e, fitando-me de frente falou:

- Tanya, você é linda, e começou a beijar-me com força me puxando com o braço esquerdo para junto dele enquanto a mão direita ia discretamente para cima do meu seio. Eu, que estava com as pernas juntinhas e cada vez mais molhadinha, retribuí. Meu braço direito ficara entre nossos corpos e minha mão foi naturalmente para cima de sua calça. Quando arrastei minhas unhas por sobre sua perna pude sentir o tamanho do seu desejo. De-li-ci-o-so. Depois de uns trinta segundos o empurrei ligeiramente e tirei sua mão de cima do meu peito. Tomara a decisão de contar-lhe a verdade e, enquanto ele se afastava um pouco eu me ajeitei e disse:

- Olha Fernando, você é uma pessoa muito legal. Eu não tenho muito tempo hoje porque tenho de voltar para casa com minhas amigas e vejo que elas já estão se levantando para ir embora.

- Mas eu te levo depois, não se preocupe, vamos ficar mais um pouco. Eu sei que você também está gostando, respondeu.

- Realmente, eu estou adorando. Mas hoje eu vou e...

- E amanhã, você pode sair, perguntou?

- Posso, se você ainda quiser depois do que eu vou te contar, respondi.

- Não entendo, foi a vez dele falar.

- É que eu tenho de te dizer uma coisa que não sei se você vai entender ou gostar. É que eu souum pouco, digamos, diferente das outras meninas que estão por aqui. Eu...

- Não vai me dizer que você é travesti? me interrompeu com um sorriso. Isto não é novidade para mim. O Tátá me disse. Ou você acha que eu fui para o Bar quando vocês foram para o banheiro por acaso?

Minha surpresa foi enorme. "Então o Tátá esta falando de mim para todos?".

- Não é o que você está pensando. Ele sabe que eu tenho atração por travestis. Por isso separei-me de minha mulher. Foi um caso conhecido e nunca escondi isto de meus amigos. Se eles querem ser meus amigos têm de me entender. Não precisa se preocupar.

Confesso que naquele instante fiquei confusa e não sabia mais o que dizer, apenas que uma sensação de alívio muito grande tomou conta de mim e quando ele perguntou se "então posso te ligar para a gente sair amanhã?" eu só fiz que sim com a cabeça e recostei-me no banco para respirar fundo. Estava realmente confusa com toda a situação.

- Eu quero que você saiba que você é a mais bonita daqui e de muitos outros lugares, disse-me quando viu que eu estava confusa. E que eu amanhã eu passo por sua casa às 8 e meia para a gente jantar, dançar e se divertir. Tá bom?

Eu mal balbucie um "tá" quando ele me olhou fundo nos olhos novamente e me veio uma espécie de dor, ou agonia no coração (e também entre as pernas). O beijo apaixonado que trocamos em seguida foi o seguimento absolutamente natural. Não foi violento como o anterior mas muito mais carinhoso e apaixonado. Deixei meu braço sobre suas pernas enquanto sua mão acariciava meus cabelos e de olhos fechados nos beijamos por algum tempo.

- Tanya, eu preciso de você. Não quer ir comigo para minha casa?

- Fernando, hoje não. Estou um pouco confusa e preciso pensar. Vamos sair amanhã, como você falou, respondi.

Na verdade não sabia que sentimento era aquele. Eu achava que realmente estava ficando apaixonada por aquele homem, maduro e gentil. Minhas pernas estavam trêmulas e sentia uma espécie de dor no peito só de pensar em estar na cama com ele, com seu membro duro em minha boca e depois com ele me possuindo devagar e carinhosamente. Eu estava quase gozando só de pensar que iria fazê-lo feliz. Isto já me deixaria realizada. Será que isto era o amor que a Sandrinha falara? Ou apenas paixão momentânea? Bem, paixão era mas acho que era um princípio de amor. Será? Nunca sentira nada disso anteriormente e estava realmente confusa!

Feliz(ou infeliz)mente a Sandrinha veio até a nossa mesa e disse:

- Tanya, já estamos indo! E virando-se para o Fernando:

- Como vai Fernando? Você é amigo do Tátá não. Ele falou-me que na realidade trabalha com você, na sua corretora. Eu lamento mas vim pegar minha amiga. Ela está lá em casa e já estamos indo.

- Eu sei disse o Fernando. Eu pedi a ela que ficasse, que eu a levaria em casa mas ela disse que não podia que tinha de voltar com vocês. Eu não entendo, vocês são muito complicadas. Mas tudo bem, já desisti de entendê-las. Mas combinamos que amanhã eu passo para pegá-la às 8 e meia, certo Tanya? Não se esqueça hein e virando-se para a Sandrinha continuou "cuide direitinho dela porque vejo que ela está um pouco confusa. Linda, mas confusa".

- Ok disse a Sandrinha sorrindo, pode deixar. Ela (eu a-do-ra-va quando me chamavam de ela, embora neste momento estivesse com a cabeça longe dali) vai estar prontinha na hora certa. E uma gata como sempre. Tchau, um beijo.

- Ok Sandrinha, já estou indo, disse-lhe eu. Virei-me para o Fernando, beijei-o na boca e disse baixinho para que somente ele ouvisse "tchau meu amor, te espero amanhã". Ao levantar-me passei minha mão por seu rosto para que ele sentisse minhas unhas arranhando-o levemente, virei-me rapidamente e fui atrás da Sandrinha, rebolando provocadoramente. Quando alcancei-a disse:

- Espero que você esteja certa com esta história de jogo duro. Porque hoje ele estava durinho, deu para sentir. E se ele não aparecer amanhã te mato. Por falar nisso não peguei seu telefone. Espera aí que eu vou lá um segundo e já ia me virando quando ela disse.

- Meu amor, pode ficar tranqüila que ele vai aparecer. O Tátá tem o telefone dele e ele o do Tátá. Então não há porque dar esta bandeira. Você fêz muito bem em agüentar firme. Um dia pelo menos não? e sorriu.

- Menina eu nunca senti nada assim. Fiquei derretida. Mas fiquei mesmo. Umas sensação de afogamento de uma coisa me rasgando aqui no meio do peito. Que coisa! E um tesão que nem te falo. Só de pensar em estar em seus braços com ele dentro de mim quase gozei. Quase gozei sozinha. Você não sabe o que é!

- Pôxa, isto está parecendo amor à primeira vista! Estas foram as mesmas sensações que eu tive quando conheci o Toninho! Estes homens nos deixam loucas não!

- E aí Tanya, como é que foi, disse a Valéria que chegou junto à nós enquanto esperávamos o carro porque os rapazes já haviam saído porque queriam ver um programa qualquer na TV. Um jogo de tênis pelo satélite, acho. Conte-me tudo e não esqueça nada.

Eu contei para elas passo a passo tudo o que havia acontecido. Até que eu pude notar sua excitação enquanto dançávamos e, depois, quando estávamos nos beijando. E toda aquela sensação estranha que eu sentira, a tesão que eu estava sentido por aquele homem e também que ele sabia como eu era.

- Será que estou ficando apaixonada, perguntei? Nunca me senti assim antes. Não consigo tirar ele da cabeça. Já sei que quero dormir para descansar e ficar bem bonita para ele amanhã mas não vou conseguir. Estou excitadíssima! Será que estou apaixonada gente!

As duas concordaram que se não estava, dava toda a impressão.

- Mas isto é ótimo Tanynha, disse a Sandrinha. Para todas nós há uma primeira vez. Este deve ser a sua. E, por experiência própria você vai ver que é a melhor coisa do mundo quando vocês estiverem se amando, um nos braços do outro. E para você ficar bem bonita amanhã de manhã vamos sair logo depois da piscina que eu quero comprar um vestido novo para você e depois te levar no cabeleireiro.

- Boa idéia disse a Valéria. Eu quero ir para ajudar você a escolher este vestido. E se você quiser te empresto uma bolsa do Louis Vuitton que eu trouxe e não vou usar. E também pode pegar algumas jóias emprestadas.

- Pôxa, vocês são muito boas. Eu realmente preciso de alguma ajuda. Meu guarda-roupa não é lá essas coisas, afinal estou começando há pouco não é? Além disso não trouxe as melhores coisas que eu tinha porque não sabia que isto ia acontecer. E eu quero ficar bem bonita para o Fernando amanhã.

- Pode deixar disseram as duas, nós vamos te ajudar.

Chegamos em casa e fui direto tomar um banho. Mas ao me ver no espelho, loura, linda, com aqueles peitos bem grandes (eu ainda não me acostumar de todo) e apaixonada por um homem tão gostoso não consegui me segurar e masturbei-me delicadamente enquanto enfiava um vibrador que eu trouxera no meu cuzinho e pensava em estar sendo possuída pelo Fernando.

Foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Não que aquilo me tirasse o Fernando da cabeça mas, junto com um banho bem morno e demorado, me relaxou o suficiente. Coloquei a camisola que comprara um pouco antes de viajar (curtinha, rosada e bem cheia de rendas e babados) e dormi profundamente. Não me lembro se sonhei mas ao acordar o Fernando ainda estava em minha cabeça.

- É pensei, não estou sonhando. É hoje o meu dia!

Levante-me cedo e quando desci para tomar café já encontrei a Sandrinha dizendo para eu colocar um biquini para irmos um pouco à piscina:

- O sol está ótimo e você vai ficar ainda mais bonita, comentou.

- É, além disso, como estou muito branquinha, vai ficar uma marquinha que os homens normalmente gostam, disse eu e fui correndo colocar meu biquíni novo (o antigo não servia porque o soutien era muito pequeno para meus seios novos e eu ia ficar com vergonha na frente de todos)

Depois de umas duas horas ao sol, conversando com a Sandrinha e a Valéria sobre as minhas expectativas para aquela noite fomos tomar um banho rápido para irmos às compras. Vesti-me rapidamente, prendi o cabelo e coloquei um vestido comprido, bem soltinho, só com um soutien e uma calcinha por baixo e uns tamancos bem altos que eu pegara emprestado com a Sandrinha (ela tinha o pé menor que o meu, 37 contra 38) mas como eram lindos de morrer e combinavam com minha roupa resolvi ir assim mesmo.

Nossa primeira parada foi numa boutique de uma amiga da Sandrinha e ela foi logo dizendo ao chegar:

- Marianinha, esta é a Tanya. Quero que você consiga algo lindo para ela arrasar esta noite. Uma coisa ao mesmo tempo elegante, simples e super-sexy. Fácil não!

- Oi Tanya, disse a Mariana, eu acho que tenho algo bem assim. É um pretinho básico, de seda aveludada, bem cintado e curtinho. Não é muito chamativo porque não é decotado, ele não tem gola mas deixa o pescoço e o início do peito à mostra, bem acima do busto. As mangas são longas e justas, deixa eu te mostrar porque, deixa ver, você é bem alta mas tenho no seu tamanho. Vamos experimentar para ver se precisa dar alguma ajustada.

- Não disse a Sandrinha. Acho melhor aquele conjuntinho ali, e apontou para a vitrine onde uma manequim estava vestida com um conjuntinho de saia justíssima e bem

curtinha, um cinto grosso, todos pretos, uma blusa de seda creme e um bolerozinho, também curtinho preto. Uma graça!

- Pera aí, quanto custa, eu não posso pagar muito, disse.

- Que é isso, disse a Sandrinha, eu faço questão de pagar. Tenho uma conta-corrente com a Marianinha e pode botar nela que eu faço questão de pagar. Afinal, para que é que serve um marido rico? Nem se discute este assunto. Vai experimentar e deixa de ser boba Tanya disse a Sandrinha.

Eiu ainda tentei protestar mas não deu. Experimentei e o vestido ficou ótimo. O conjunto também. A Marianinha deu só uma ajeitadinha no casaquinho, para ficar bem sexy. A saia era bem curtinha e mas fazia o efeito que eu desejava. Estava escondendo pouco e insinuando muito. Era uma roupa simples e sexy. Linda.

Dalí fomos a uma sapataria onde comprei uma sandália de salto bem alto, abertinha com duas faixas cruzando sobre o peito do pé e uma florzinha delicada bordada bem no meio. As meias, também pretas mas bem finas, também eram novas. Daí fomos para o cabeleireiro. A Sandrinha e a Valéria haviam "decidido’ que eu devia mudar meu penteado e pediram para o Jacques (esse era o nome do cabeleireiro) fazer algo bem sexy, deixando meus cabelos meio ondulados e meio alvoroçados, com aquele "look" selvagem. E sugeriram, e eu aceitei, que re-fizesse as unhas dos pés e das mãos, pintando-as à francesa, com base de esmalte incolor e as pontas brancas. Ficou di-vi-no. A-do-rei.

Fomos para casa e quando cheguei, uma surpresa muito agradável e que me deixou emocionada. O Fernando havia enviado um bouquet de rosas (champagne) para mim. Lindas.

-É, ele está mesmo querendo te conquistar, disseram. Você parece estar com sorte porque não se fazem mais homens assim atualmente.

Eu peguei minhas flores e levei-as para o quarto, para ficar olhando e me lembrando do Fernando. Eu estava morrendo de desejo por ele e aquilo me deixara ainda mais ansiosa em agradá-lo, em ficar mais bonita e gostosa para ele. É, eu realmente estava ficando apaixonada e pensei comigo mesma que se naquele momento ele aparecesse na minha frente faria qualquer coisa que ele pedisse. Depois de uma suspirada profunda voltei para a sala. Enquanto tomávamos um café a Sandrinha disse que iria fazer minha maquiagem.

- E olhe que eu sou muito boa nisso, disse, você vai ver.

- Poxa Sandrinha, não precisa se incomodar. Desculpe e não me entenda mal, mas até parece a mãe preparando a filha para sair pela primeira vez, comentei.

- Olha que é quase assim que eu me sinto, afirmou. E fico feliz em ajudá-la. Afinal, você, como menina ainda é novinha e não sabe todos os nossos truques, pelo menos em relação à moda e maquiagem, riu.

As três rimos muito e depois fui tomar um banho, de banheira para não estragar o cabelo. Aproveitei para depilar-me por completo, ficando sem uma penugenzinha sequer. Ao terminar coloquei um soutien de renda preta, bem delicado mas que cobria os seios inteiramente, e uma calcinha também preta, pequenina, as meias pretas finíssimas, enrolei-me numa toalha e chamei-as (a Valéria disse que também ia ajudar) para maquiar-me.

Quando chegaram a Sandra pediu para eu tirar o soutien e mostrar meus peitos para a Val porque ela havia comentado e a Val queria ter uma idéia de como ficaram. Eu fiquei meia sem jeito mas como elas insistiram ("deixa de ser boba, qual o problema" perguntaram) acabei tirando o soutien e mostrei orgulhosamente meus seios, que foram elogiadíssimos e deixaram a Val (que também mostrou os seus, durinhos mas pequeninos) morta de inveja. Curioso é que mais uma vez ficamos todas nuas, comentando sobre os seios e foi algo inteiramente normal, não houve nada de sexual na coisa, eu realmente estava agindo e sentindo o que uma mulher normal sente.

Logo em seguida a Sandra começou a maquiagem, e foi direto nas minhas sobrancelhas, deixando-as bem certinhas e iguais. Depois limpou minha pele com uma loção hidratante e que eliminou a oleosidade excessiva, passou uma base e um blush chegado ao rosado. Em seguida aplicou uma sombra cintilante sobre toda a pálpebra e, apenas na parte de baixo, espalhou uma sombra pink, bem mais escura, só até a parte do côncavo dos olhos. Depois passou delineador preto bem juntinho à linha dos olhos, em cima e embaixo. Nos lábios passou um gloss mais escuro, quase marrom e depois o rímel. Quando olhei no espelho, ao final de quase meia hora de produção, estava linda:

- Ficou ótimo Sandrinha, amei. O que você acha Val?

- Também gostei muito disse.

Daí fui me vestir, complementei com um colar de pérolas emprestado pela Val que combinava com uma pulseira que ela também me emprestara e também de pérolas. Eu havia levado meus brincos de pingente de pérolas, que faziam um conjunto muito bonito. A Sandrinha me emprestou dois anéis bem delicados, de ouro com pedras (rubis) pequeninas e eu também coloquei meu pequeno anel de brilhante, que havia comprado há muito e com muito esforço. Era pequenininho mas uma graça. Coloquei bastante perfume (Lauren), arrumei uns itens de maquiagem na bolsa e ouvi a campainha. O Fernando havia chegado e escutei ele conversando com o Toninho e a Sandrinha na sala.

Dei uma última olhadinha no espelho, ajeitei a saia, peguei minha bolsa, suspirei fundo (estava gostosamente ansiosa) e fui para a sala encontrar o Fernando que, ao me ver chegando, levantou-se, veio até mim, deu-me dois beijinhos bem comportados e falou:

- Bem pessoal, foi um prazer mas temos de ir. E então está confirmado para amanhã, as duas da tarde hein, estou esperando.

E pegando minha mão puxou-me para sairmos, mal dando tempo de despedir-me da Sandrinha (que piscou o olho para mim) e do Toninho.

- Calma Fernando, sorri. Eu já vou. Obrigada pelas flores. São lindas. Eu amei. Mas afinal, o que está marcado para amanhã perguntei?

- É que eu convidei-os para um churrasco lá em casa. Você não se importa, não?

- Ué, claro que não. A casa é sua! Acho ótimo.

- Eu também, quero ficar o tempo todo ao seu lado meu bem, é isso disse com um sorriso que deixou-me derretida e ato contínuo colocou o braço sobre meu ombro enquanto eu abraçava sua cintura. Ao chegarmos no carro ele abriu a porta para eu entrar, cavalheirescamente e ainda pude ver a Sandrinha olhando pela janela. Parecia minha mãe mesmo!

O Fernando disse que íamos voltar ao La Foulée já que era uma cidade pequenina e sem muitos lugares bons e lá poderíamos comer bem, dançar e relaxar.

- Você não se importa de repetirmos não?

- É claro que não. Lá é muito gostoso e para mim está ótimo.

- Você está linda, como sempre. E queimadinha! Ficou muito tempo na piscina?

- Não porque tive de sair para fazer compras e ir ao cabeleireiro. Mas deu para me queimar um pouquinho não?

- É, ficou ótima.

- Você também está muito bem, disse eu ao reparar que estava muito elegante, com um paletó esporte xadrez e uma camisa branca muito fina. E repetira o Eternity.

- E muito cheiroso novamente, disse.

Não saíra de carro com homens muitas vezes, pelo menos não assim, toda arrumada e com alguém que queria ficar comigo. Aliás, desde a operação não saia com ninguém e a situação estava me deixando absolutamente doida. Eu estava atraidíssima pelo Fernando e me sentindo hiper feminina. Sentada no banco do carro coloquei o cinto entre os seios, com cuidado para não amassar o vestido e cheguei meu corpo para a esquerda, mais para perto dele, enquanto juntava as duas pernas e as inclinava os joelhos para a esquerda.Os dois pés também deixei naturalmente juntos, bem inclinados de modo a que o sapato tocasse de lado no chão. Cruzei as mãos sobre minhas pernas para mostrar meus anéis e, como não podia deixar de ser, empinei-me todinha, para realçar os seios.

Não deu para conversar muito porque logo chegamos ao restaurante. O porteiro abriu a porta do craro para mim e falou "Boa noite madame". O Fernando saltou e logo veio para junto de mim, pegou minha mão e levou-me para dentro, onde fomos sentar numa mesa próxima onde estivéramos na noite anterior. Pedimos uns drinques e a conversa fluiu normalmente:

- E aí, o que você fez além de piscina e cabeleireiro?

- Não houve tempo para muita coisa não. Fomos também comprar esta roupa e estes sapatos. Eu não havia trazido nada de muito especial para cá.

- Mas não precisava. Ontem você estava simples e linda. Não que não esteja ótima hoje também, está sensacional. Linda de morrer. Só que não precisava de tanto esforço.

- Obrigada. Mas eu queria mesmo estar bem bonita para você. Achei que você ia gostar.

- Eu já te disse que adorei e beijou-me delicadamente na testa.

- Olhe,está tocando uma música ótima, vamos dançar, continuou já se levantando.

- Vamos sim e levantei-me.

Fomos de mãos dadas para a pista. Eu estava cada vez me sentindo melhor. Sendo paquerada por um homem com H maiúsculo, carinhoso, gentil e que a cada momento me parecia mais atraente. Não era lindinho, como um garoto, mas de traços firmes e quase ásperos, e estava me deixando tonta, apaixonada e com muita tesão. Além do meu pintinho que já estava durinho há muito eu podia sentir os mamilos duros de desejo. E eu tinha certeza de estar provocando as mesmas sensações. O que nos deixava ansiosos mas ao mesmo tempo com vontade de aproveitar todos aqueles momentos mágicos. Era uma cumplicidade óbvia mas excitante.

A "música ótima" era uma seleção do Frank Sinatra, que eu adoro, ainda mais porque permite dançar coladinho. Ao andar para a pista, de mãos dadas, fui rebolando e consciente de que os olhares de vários homens estavam em cima de mim. E isto me fazia sentir cada vez mais feminina, principalmente porque eu via que eles olhavam direto para meus peitos, como se eu estivesse nua. E notei que o Fernando sentiu uma pontinha de ciúme porque apertou forte minha mão e ao chegarmos à pista abraçou-me pela cintura e puxou-me para junto dele.

Não me fiz de rogada, e com o rosto colado ao dele deixei-me levar pela música enquanto passava a mão carinhosamente por seus cabelos e seguia seus passos, de olhos fechados e aproveitando ao máximo aquele momento. Dançamos assim por uns dois minutos, tempo suficiente para eu sentir que o Fernando estava tão excitado como eu, já que podia sentir o seu membro delicioso roçando na minha barriga enquanto ele se movia. Suas mãos acariciavam meus quadris delicadamente e eu aproveitava para balançá-los de um lado para outro, acompanhando o ritmo da música mas mostrando toda minha feminilidade.

Quando começou a música seguinte, também lenta, ele veio com as mãos até meu rosto, levantou-o e beijou-me nos lábios, à princípio delicadamente mas, à medida em que era correspondido e eu aceitava sua língua dentro de minha boca e a chupava e mordia de leve, cada vez com mais força. Até que ele não se conteve e, afastando-se olhou-me dentro dos olhos e disse:

- Tanynha, eu preciso de você. Hoje.

- Eu também preciso de você meu bem, respondi, toda melosa.

- Eu quero te comer. Vou fazer de você a minha mulherzinha esta noite. Você está muito gostosa, um tesão!

- Meu amor, e eu quero dar prá você. Quero ser toda sua.

- Ah que tesão, disse ele. E continuou a me beijar com força enquanto me puxava para junto de si.

Ficamos mais alguns momentos abraçados e depois voltamos para a mesa. Ambos estávamos a fim um do outro e até havíamos esquecido a fome. Eu sentei no sofá e ele sentou-se a meu lado, passando o braço sobre meu ombro e me puxando para junto de si. Sua outra mão foi inicialmente para cima de minhas coxas e depois foi subindo por dentro do meu casaquinho até chegar na blusa. Seus dedos entraram entre os botões e ele começou a buscar meus seios. Quando tocou no mamilo encontrou-o durinho, de paixão.

- Hum, que gostoso. Ela também está excitada. Adoro um peitinho durinho. Vou te chupar muito esta noite, tá bom? E você vai me beijar também?

De tenta tesão e amor eu quase não conseguia falar. Só de ser beijada e acariciada por aquele homem delicioso já estava quase gozando, imagine quando ele me levasse para a cama e eu pudesse sentir aquele pau durinho em minha boca ou em meu rabinho, que estava ansioso para ser penetrado.

- Você vai ver que eu vou te deixar louco de tesão, disse-lhe eu. Vou fazer você gozar várias vezes, pode deixar. Só espero que você me agüente.

- Não se preocupe, com o tesão que estou em você vou te comer a noite toda. Vou botar no seu rabinho bem devagar e gostoso. Vou te deixar louquinha e taradinha.

- Já deixou meu amor, já deixou. E enquanto nos agarrávamos (já não era mais um simples beijo) minha mão escorregou para cima de suas calças e comecei a acariciá-lo mais diretamente, deixando-o ainda mais doido.

- Vamos embora, eu não quero comer nada aqui. O que eu quero é te foder todinha. Vamos!

- Vamos, eu também quero ir logo, quero que você me foda todinha a noite toda. Chama o garçon e peça a conta porque eu já estou que não me agüento mais e dá para notar que você está ficando em ponto de bala. E não quero perder nem um pouquinho desse pau maravilhoso qu eu estou sentindo agora por debaixo de suas calças.

Logo que chegou o garçon, pagamos a conta e saímos agarradinhos. No caminho de casa eu estava sentadinha a seu lado, com sua mão direita nas minhas coxas e no meu peito enquanto eu abria sua barriguilha e segurava no seu pau que já estava enorme e com a cabecinha molhada. A cada para beijávamo-nos enquanto eu seguia segurando aquele pau maravilhoso e de ve em quanto passava a pontinha da unha no seu pré-gozo e o trazia até minha boca, chupando-o como se fosse sua pica e o deixando ainda mais doido.

Quando chegamos em sua casa mal entramos e ele me agarrou com força e recomeçou a beijar-me, os dois de pé, no meio da sala escura, somente iluminados pelo luar e por nosso desejo. Ele levou-me até o sofá, levantou-se para colocar uma música romântica no som e voltou correndo, já sem camisa. Enquanto beijávamo-nos, ainda sentados, ele foi tirando meu bolerinho e depois, pouco a pouco, tirou minha blusa, deixando-me somente de soutien e saia. Em seguida ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo. Enquanto sua mão entrava dentro do meu soutien e puxava meu peito para fora ele levantou-me e começou a acariciar meu mamilo, que estava durinho. Eu então comecei a tirar seu cinto e a caça caiu no chão.

Minha mão foi para cima de sua cueca e eu pude sentir toda a sua tesão. O Fernando me agarrou pela cintura e beijou-me fortemente na boca, enfiando sua língua até minha garganta.

Eu gemia de paixão quando ele voltou a beijar meus seios. Para facilitar eu, numa posição muito sexy, abri o soutien e joguei-0 no chão. O Fernando começou a me beijar os peitos loucamente, passando sua lingua durinha sobre os meus mamilos enquanto dizia:

- Meu amor, que gostosa você é! Que peitinho maravilhoso! Vou te chupar todinha.

- Ah, gostoso é você! Me beija, chupa meus peitinhos. Você é o primeiro homem que eles vêem! Me chupa, vai!

Ele continuava a me chupar como se o mundo fosse acabar mas eu queria mais. Estava sentindo o seu pau duro contra minha barriga e estava louca de vontade de chupá-lo também. Pouco a pouco fui me abaixando, enquanto também beijava-o no corpo todo. Ele era bem cabeludo, o que me deixava ainda mais louca de tesão. Devagarzinho fui me ajoelhando até que cheguei onde queria e gentilmente comecei a passar minha língua ao longo de seu pau que., a esta altura, esta duríssimo e delicioso.

Enquanto agora era a vez do Fernando gemer eu continuava chupando e suas palavras só me deixavam mais taradinha e com vontade:

- Isso meu amor, chupa meu pau! Chupa com força sua bichinha safada. Mostra que você é a fêmea que eu estou querendo falava enquanto acariciava meus cabelos. Depois de uns cinco minutos ele disse:

- Vamos para a cama Tanynha, eu não agüento mais se não vou gozar e quero fuder tua bundinha gostosa.

Ato contínuo levantou-me e de maõs dadas fomos para a sua cama. Confesso que neste momento nem notei quão bonito era ou mesmo que cor era. Só pensava naquele homem, em seu pau e no prazer que ele iria me dar e como eu podia fazê-lo ainda mais feliz. Eu estava realmente apaixonada.

Detitamo-nos ou melhor, caímos na cama já nos beijando, eu segurando seu pau e ele com a mão dentro de minha calcinha, já acariciando meu cuzinho ansioso para recebê-lo. Ele mesmo foi tirando minha calcinha enquanto estava deitado de costas na cama. Eu fui novamente beijando-o ao longo de todo o corpo até chegar no seu pau, que engoli por inteiro.

Neste momento o Fernando virou-me de costas e enquanto eu continuava a chupar seu pau ele começou a enfiar a lingüinha em meu cuzinho, fazendo-me gemer de tesão. Logo depois ele enfiou um dedinho, depois dois e quando eu já estava bem abertinha, botou

uma camisinha e deitou-me de costas na cama. Eu queria tanto ser fodida que não agüentava mais esperar e quando senti ele me penetrando somente conseguia dizer:

- Vem meu amor, me fode, me fode gostoso. Bota na minha bundinha!

- Ah meu amor, eu vou te fuder todinha sua putinha. Ao ver que me pauzinho estava durinho ele ainda gritou "ah, sua safadinha, você está gostando não é" e deu-me um tapinha no rosto que quase me fez gozar. Ser comida por aquele homem gostoso e ainda ser dominada era algo que me deixava absolutamente fora de mim.

E nos próximos minutos ele me fodeu de todos os modos. E eu dei para ele de frente, de lado, de costas, de cachorrinho, em pé, deitada, sentada até que finalmente enquanto cavalgava aquele pau delicioso senti que ele ficava ainda mais duro e o Fernando gritou:

- Goza meu amor porque eu vou gozar já já, vamos juntinhos e em seguida comecei a sentí-lo vibrar dentro de mim enquanto ele agarrava meus peitos com força. Eu mal cheguei a mão no meu pauzinho e também comecei a ter um orgasmo delicioso (havia colocado uma toalha para não sujá-lo).

O Fernando gozou por um longo tempo até que parou de mover-se e lentamente puxou-me para junto de si e começou a beijar-me.

- Hum, que gostosa que é você minha bichinha! Você também gostou?

- Claro meu amor, você é delicioso. Eu vou querer mais.

- Não se preocupe. Eu só estou começando. Vou deixar seu cuzinho ardendo.

Fomos até o banheiro, lavamo-nos e voltamos para a cama, onde eu aconcheguei-me em seus braços, com a cabeça em seu peito enquanto o Fernando ia acariciando delicadamente meus seios enquanto conversávamos. Não demorou muito meus mamilos começaram a ficar pontudinhos e, notei, seu pau reagiu imediatamente, principalmente porque como não quer nada eu também passei a, carinhosamente, manipulá-lo.

Tenho de confessar que nossa conversa na realidade não durou muito. Não resisti àquele pau duro, à sua conversa e em breve estava beijando e em seguida estava novamente de quatro em cima da cama, com aquela pica dura dentro de minha boca.

Chupei-o de todas as formas e logo ele estava com seu dedo dentro do meu rabinho pedindo para me comer:

- Vem cá minha bichinha, deixa eu te foder gostoso e enquanto me virava de lado ia enfiando aquele pau duro no minha bundinha.

Eu fiquei de costas na cama, com a perna levantada sobre seus ombros enquanto ele socava meu cú com aquela pica deliciosa e, ao mesmo tempo, passava as mãos em meus peitos. Eu gritava e gemia de prazer e pedia mais:

- Me fode meu amor, bota mais e puxava sua corpo para junto de mim o mais que podia.

Mais uma vez foi uma foda maravilhosa. Ele me comeu de todas as formas. De cachorrinho, em pé, por sobre mim, de lado, comigo cavalgando seu pau. E sempre falando bobagens ao meu ouvido como "você gosta de um pau em sua putinha?", ou "que bichinha gostosa!".

Mas, quando ele me colocou de lado na cama, penetrou-me profundamente enquanto acariciava meus seios e disse-me, enquanto enfiava a sua língua em minha boca "agora você vai ser a minha fêmea, só minha. Eu quero fazer um filho em você..." eu não resisti. Sabia que ele estava dizendo aquilo só para me deixar louca, mas o resultado é que deixou-me super excitada e comecei a gozar incontrolavelmente. Ele, ao ver aquilo, começou a socar-me o cú com mais força e começou a gozar juntinho comigo. Foi a glória.

Gozamos tanto e tão profundamente que depois do banho até esquecemos que não comêramos nada. Eu, mais uma vez, aconcheguei-me entre seus braços e pouco depois estávamos dormindo.

Tanya Trich - tanyatrich1@yahoo.com

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte IV

Nessa noite, chegamos em casa quase à meia noite, eu tinha bebido pouco, mas estava radiante, feliz, desinibida, e não queria perder o controle ou cair de sono, queria curtir cada momento, cada minuto, cada centímetro dele ... ... ... ...

Fui entrando no quarto e deixando os sapatos e meias pelo caminho, ele parecia feliz, me abraçou assim que entramos no quarto, me apertou e me encoxava, senti seu pinto crescendo, ele afrouxou o abraço e eu me virei, eu ia falar alguma coisa .....mas ele me beijou ...e foi me apertando, apertando, eu resisti...abri os olhos ... nossos olhares se encontraram, então ele apertou mais ainda, me entreguei, gemi e quando ele me soltou dei um baita suspiro.... ele gostou, e tirou minha camisa, afrouxou o cinto e soltou minhas calças, então ele me viu de calcinha, de calça arriada, me levou pela mão até a cama, me abraçou e soltou o peso do seu corpo sobre mim, tive que me jogar para trás, ele é bem pesado, e me beijou de novo, até me tirar o folego, me olhou novamente, passava a mão em minhas pernas, então ele me disse suavemente, quase cochichando, hoje vou tirar o restinho da sua masculinidade, você não é mais um homem, é uma fêmea, vou ser o seu macho, você vai sentir eu te penetrando, e você vai me pedir mais, eu sou o único homem aqui, e vou te penetrar bem devagar, para você não esquecer, vou beber suas lágrimas, e olhar nos seus olhos, enquanto você me chama de macho, de senhor, você entendeu?..... não é isso que você quer?.... faz tempo que quer não faz???....

Fiquei com um pouco de medo, pensando que ele pudesse ser violento, não estava nem um pouco a fim de lutar, estava doido prá me entregar, prá ele me fazer de sua femêa, ele percebeu que eu estava com medo, me beijou mais forte, e continuou falando o que faria comigo, seu pinto estava tão duro que parecia que ia quebrar, eu também estava de pinto duro, mas o dele era maior e mais grosso, e ele falou que assim que me penetrasse meu pinto ia amolecer e eu ia gozar de pau mole, ...porque viado que é viado só goza pelo cu...então, do jeito que estava, com seu peso em cima de mim, ele abriu as minhas pernas, dizendo que ia me comer de frente, para me olhar o tempo todo e gozar cada segundo.....

Dito e feito, na posição que eu estava, de frango assado, ele tinha total mobilidade, eu estava a sua mercê, um misto de ansiedade e de apreensão, ele ria da situação, e me provocava ................... o homenzinho está sumindo, cadê??? .... não estou vendo nenhum .... só estou vendo um viadinho ... que tá doido prá virar fêmea ...não é?? .. então ele se deixava deitar sobre mim, o seu peso me imobilizava, e o seu beijo me tirava o folego, em dado momento, ele segurou minhas duas mãos com uma só mão, e com a outra me desferiu alguns tapas ...... minha apreensão aumentou, será que ele era adepto de violência????? ... talvez ele gostasse de sadomasoquismo ... ai ai ai, eu li tantas coisas sobre isso, quando não é tortura é nojento ...... mas não, foi só para me assustar, ele ria, pegou o gel (nem vi de onde ele tirou o tubinho), e começou a passar no meu cuzinho, senti um geladinho e seus dedos muito hábeis me lubrificando, mas ele não enfiava os dedos no meu cu, só lubrificava, ..... então ele começou a me provocar .... fala "meu cuzinho"... vamos repete!!! ....vai, fala ... "meu cuzinho", ... então eu repetia meu cuzinho........ agora continue e fala assim .... "não é mais meu é do Paulo", .... ele ria, e me dava um tapa. vamos repete!!! ... "não é mais meu é do Paulo", ........então eu repeti, ........mas ele disse ....ahhh mas assim não tem graça.... não, não tem graça....... fala tudo desde o começo, fala como um viadinho fala... olha, sua bunda tá tão vermelha, tô achando que você gosta de uns tapas .... então eu disse, não por favor, não gosto não.... então repete tudo de novo... vai!!! ....então, eu falei......... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ........ falei e fiquei parado olhando ele ........ então ele disse, só isso???, não, assim não, você tem que falar mais vezes, vai repetindo, tem que falar mais vezes, vai!!! faz por mim, vai ......... então eu comecei a repetir, ....... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .......e ele enquanto me beijava, ora lubrificava meu cuzinho (só na portinha) ...... ora me dava um tapa, ... então de repente ele parou, percebi ele lubrificando e ajeitando seu pinto, colocou bem na porta do meu cu, e falou assim ...... agora, você que já era viado, vai virar meu viado, e de viado vai virar minha fêmea, então ele começou a penetração, bem devagar, eu parei de falar e ficamos nos encarando, estava um pouco doído, eu estava tensa, com medo, o seu pinto era muito grande, grosso, ele disse para relaxar, relaxar as pernas....... e ele falou para eu não parar de falar até ele mandar, para repetir tudo de novo, bem alto até ele mandar parar ........... então eu continuei, ....... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ...... MAIS ALTO ele gritava..... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ....., e foi assim mais alguns minutos, quando senti que ele já tinha colocado a cabeça, seu pinto era grosso, estava doendo mais agora, apesar de ele fazer bem devagar, ele não estava sendo bruto, ele estava sendo carinhoso de verdade, ...... mas doía, ..... e eu não fazia anal há meses, e nunca tinha tido um homem do tamanho dele.....engasguei, parei de falar, disse que estava doendo, ele não disse nada, forçou mais um pouco, a dor aumentava, senti muita dor, ... protestei e fui às lágrimas, ele lambeu meu rosto, lambeu minhas lágrimas, parou de forçar, deu uma risada e esperou eu me acostumar, ... então ele disse, que no começo seria assim mesmo, .... iria doer algumas vezes, até eu me acostumar com a pica dele, meu cu iria alargar um pouquinho, meu cu iria se acostumar ao seu pinto e depois não ia doer mais........ então ele começou a me beijar, ele disse para eu rebolar um pouco, mexer com a cintura, prá lá e prá cá, que ajudaria a diminuir a dor, ele passava a mão em meu rosto, eu eu estava banhado de suor, ele deu mais uma estocada e eu não aguentei e soltei um grito .... aaiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii Pauloooo, não vou aguentar, tira, tira, tiraaaaaaaa ....... eu chorava e gritava ao mesmo tempo, tentei empurrar ele para cima ......... então ele parou de forçar para me dominar, jogou seu peso contra mim, me beijava e dizia para eu ter calma, para relaxar, ..... ficou esperando eu me recompor ..... eu me sentia totalmente dominada, possuída, ..... ora ele era carinhoso, ora ele era macho, penetrando e dominando sua presa .... sim, sua presa era eu, .... então ele recomeçou, me chamava de viadinho, e falava que eu ... o seu viadinho estava virando "sua" fêmea, de repente ele solta o corpo devagar, senti seu pinto avançando, a dor era grande, ardia, ... quase desmaiei e soltei um gritinho ........ estava tão sem forças que minha voz saiu fina, fina até demais ......... aaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Paulo, pára, por favor, eu não aguento mais, tira, por favor..... então quanto mais eu chorava mais ele ria, lambia meu rosto, .......... senti suas coxas na minha bunda, dava para sentir o seu saco batendo em minha bunda, ele me olhou nos olhos e disse, .... agora eu te penetrei todinha, estou rasgando suas entranhas, rasgando sua masculinidade, de agora em diante, você é o meu viado, meu viado/fêmea, .... eu tentei baixar os olhos e ele pegou no meu queixo e ergueu meu rosto, .... então ele disse ...... Olha prá mim, senão vai levar um tapa........ e continuou, ........ eu estou todinho dentro de você, dentro do seu cu, cadê o homem agora?? responde??? ..... quem é o macho aqui ... a dor agora já era suportável, consegui falar assim .... você Paulo, é o meu macho, eu sou seu viado, sua fêmea, eu sou viado do Paulo, sou fêmea do Paulo, mas não bate em mim, tá doendo muito ......... então ele forçou mais um pouco e me apertou, jogou seu peso todo contra mim, e me beijou, colocou toda sua língua em minha boca, eu me sentia invadido pela boca e pelo cu, a dor estava diminuindo, .... as lágrimas escorriam pelas minhas faces ....... eu nunca mais seria o mesmo, pelo menos perto dele, ..... diante da presença dele eu seria sua fêmea...., voltei a realidade quando então ele começou a dar estocadas, algumas me arrancaram mais lágrimas, e realmente meu pinto estava mole e eu estava todo melado, minha porra escorria, do pinto mole de viado, ele ia e voltava mais rápido, eu me apertava de encontro ao peito dele, enlacei minhas pernas em sua cintura e seguia seu ritmo, seu suor espirrava em meu rosto, sentia o gosto salgado, .... eu pedia mais.... ele me beijava, me lambia, eu não aguentava mais, .... mas pedia mais pica ....gritei, pulei, mas ele continuava no comando, quase desfaleci, gozei de pinto mole, como ele disse ...... eu sentia a grossura do pinto dele me resgando por dentro, mas também sentia uma espécie de prazer .... eu realmente estava gozando, gozando pelo cu....... ele riu ... tá vendo, só viado goza de pau mole, fala pro Paulo quem é viado, fala!!! ...... nessa hora eu gritava SOU EU PAULO, EU SOU SEU VIADO..... eu sou seu viado, sou sua fêmea, sou seu viadinho ........ o que você quiser ......... ele pulava em cima de mim frenéticamente, eu me sentia anestesiado, não sentia mais dor, então ele tirou seu pinto de dentro mim e por uns instante eu senti um tremendo vazio dentro de mim, é como se faltasse alguma coisa em mim, ele me virou de costas, eu obedecia a tudo, estava tão mole, tão sem controle, então ele me colocou de joelhos e falou, ....... agora vou acabar com a sua masculinidade, vou comer seu cu com você de joelhos, morde a fronha para não gritar seu viado escandaloso ..........., e foi enfiando seu pinto em mim, bem devagar, como se estivesse curtindo um doce, eu sentia meu cu alargando de novo, doeu de novo, ele começou a me dar mais alguns tapas, .... gritando para eu rebolar... então eu comecei a remexer os quadris, ... ele gritava agora ... TÁ SENTINDO VIADO.....VIADO ....VIADO...., eu falei que estava, ele enfiou tudo e forçou uma estocada, eu senti a ponta do seu pinto bater no meu estomago, de tão grande que era, foi a sensação que eu senti, parecia que eu estava prestes a ser atravessado, e estocou várias vezes, eu escutava o barulho das coxas dele batendo em minhas coxas, ..... eu queria me largar, mas ele me segurava pela cintura, e mandava pau, eu estava totalmente entregue, totalmente ...... então ele tirou novamente, e me virou de frente, de frango assado outra vez, .... agora você vai deixar de ser viado e vai ser minha fêmea, ...... e sem querer eu falei ... Paulo, goza, goza meu macho, goza prá tua fêmea, goza, Paulo, gozaaaaaaaaaaaaa ..................ele ria eu gritava prá ele gozar, goza Paulo gozaaaaaaaaaaaaaaa ..... eu não estava aguentando, eu me jogava de encontro ao corpo dele, minhas pernas enlaçavam sua cintura e eu empurrava meu cu ao encontro do pinto dele, e o abraçava pelo pescoço, ele me beijava e penetrava minha boca e ao mesmo tempo eu sentia sua língua desbravando o céu de minha boca e seu pinto desbravando o desconhecido dentro do meu cu, estava totalmente possuída, literalmente possuída, eu realmente estava gostando, totalmente e deliciosamente possuída, não consigo descrever aquelas sensações, ..... A VERDADE ERA QUE EU ESTAVA ADORANDO SER ENRABADA, EU QUERIA ISSO ...... então ele deu uma última estocada, bem fundo, eu sentia seu pinto inchando e alargando minhas preguinhas, então aconteceu ......... ele me inundou de porra, esporrou muito, e ficou em cima de mim, com a respiração ofegante, eu me abraçava a ele, meus braços em volta do seu pescoço, e minhas pernas enlaçadas na cintura dele, olhava pra o teto, eu era um viado completo, e agora era fêmea de um macho, forte, como um touro, e que sabia como comer um cuzinho..... eu me sentia realizada...... minhas lágrimas eram de satisfação, eu tinha gozado duas vezes, e fiquei acariciando os cabelos dele e chamando ele de meu macho ...meu macho ...meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ..meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ..meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ....eu sou seu viado, seu viadinho, sua fêmea.... tudo o que você quiser .....meu macho......

Depois dessa noite, teve muitas outras, namoramos bastante tempo, não cheguei a sair do armário, perto das outras pessoas eu aparentava ser um homem normal, mas algumas poucas pessoas sabiam, perto de um homem como o Paulo, eu era mesmo viado, e com ele, era viado-fêmea.

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Descobrindo o amor em outro homem

Chamo-me Brandom, tenho 1,92 alt, 85 Kg. Branco, alto, olhos azuis, sou loiro tenho 28 anos meus amigos me chamam de alemão, vou contar para vocês a historia real de como conheci o amor da minha vida, e por bobeira minha quase que o deixo espaçar por entre meus dedos... isso ocorreu a 3 anos, na minha cidade tem uma tradicional festa chamada Barraquinha de Santa Rita, reúne muita gente, estava eu com alguns amigos, todos heteros e eu também ate aquele dia. Eu sou agrônomo, e meus pais tem fazenda o que me torna conhecido na cidade, nessa festa já eram 01:00 da madrugada, quando meio animado por ter bebido muito, estou saindo dela com uma taça de vinho na mão, quando outro bêbado trombou comigo e derrubei vinho nas costas de um rapaz que estava de camisa branca... Na hora pensei, vai dar merda.


Quando o cara olhou para trás, senti uma coisa estranha no peito, ele era moreno da cor do pecado, traços bem delicados no rosto, um corpo gostoso, não malhado apenas bonito, ele me olhou e deu um sorriso com olhar de desdenho e saiu, quando ele fez isso meu coração disparou, mais não podia deixar meus amigos perceberem afinal eu era hetero, disse a eles que iria ao banheiro, e fui atrás do cara, ele estava parado em uma esquina como se esperasse alguém cheguei me desculpei, ele disse que tudo bem, mais sua expressão era de quem estava com muita raiva, eu me senti super mal, quando ele falou comigo quase tremi, sua voz era firme, ele tinha 1,80 de altura, aqueles olhos mel, estavam começando a me excitar, perguntei o nome dele, o que ele fazia, se era daqui, onde mora, ele prontamente respondeu, que era sim da cidade, tinha acabado de entrar para o curso de economia na faculdade, tinha 20 anos, e que se chamava Junior (nome fictício) e me disse que morava em um condomínio, que por sinal era o mesmo que o meu, quando ele disse isso, me prontifiquei dizendo que o levaria ele me olhou dos pés a cabeça e disse que não precisava, era um olhar de desprezo, aquilo estava mexendo comigo, meu pau que estava meia-bomba ficou totalmente duro, ele notou minha ereção, já que minha calça era justa do tipo “agro boy” ele viu minha empolgação e deu um sorriso sacana, nossa aquilo me deixou louco, e disse para ele ir comigo, novamente ele disse não me desdenhando, quanto mais ele me desprezava mais eu queria.


Depois de uns 20 minutos insistindo ele aceitou, quando chegamos ao meu carro, a feição dele ate mudou, na época eu tinha uma Mitsubishi Prado, entramos no carro, e no caminho conversamos, mais o cheiro do perfume dele junto ao cheiro de vinho me mantinha de pau duro o Tempo todo, eu não estava entendendo meu corpo, poxa era um homem do meu lado, mais o instinto estava me guiando, quando chegamos a sua casa fiquei em choque ele morava de frente comigo e eu conhecia seu pai, era um cliente da empresa de Consultoria agrícola que eu trabalho, quando paramos perguntei se não queria ir a minha casa, pra conversarmos, pois eu queria ser seu amigo, ele me dispensou de novo, dizendo que alem de não querer minha amizade, tinha prova no outro dia, e que teria que descansar, quando saia do carro perguntei se ele não queria mesmo minha amizade, ele retrucou dizendo que minha amizade não, mas...

Não concluiu a frase e saiu àquilo estava me enlouquecendo queria bater uma ali mesmo, não é possível que um cara de 20 anos estivesse me controlando daquela forma, cheguei em casa e não consegui dormir bati umas duas bronhas pra ele e ainda estava de pau duro, no outro dia estrategicamente as 09:00 fui a sua casa, aproveitei que estava no período de combate da soja e fui visitar seu pai, as casas do condomínio não tem muros na frente então cheguei a porta toquei o interfone, e a voz do Junior me atendeu, não me identifiquei, perguntei pelo seu pai ele chamou então seu pai veio me atender me chamou pra dentro conversamos por muito tempo, eu sabia que as que as aulas do Junior começariam as 10 da manhã na faculdade, então as 09:45 me despedi dizendo que iria rumo ao centro o pai dele me perguntou se poderia deixar o Junior no centro, nem acreditei meu plano deu certo, disse que sim sem mostrar minha empolgação, entramos no carro, chegamos lá ele desceu sem dizer uma só palavra, como era época de provas decidi esperar por ele, eu fiquei lá rodando tomando sorvete, quando ele voltou depois de quase três horas perguntei como tinha sido a prova, ele me deu um mega sorriso e disse que pra ele tudo era muito fácil,e que se garantia em tudo que faz, e me uma piscada com olho esquerdo, ele estava tão confiante, e me perguntou o que eu ainda fazia ali, disse que esperava ele e que iríamos sim ser amigos e que eu não aceito não como resposta... Ele então sorriu e entramos no carro ele me chamou pra almoçar então fomos, comemos conversarmos, nos conhecemos, e eu cada vez mais apaixonado por ele.


Saímos do restaurante entramos no carro, ele colocou a mão em minha perna eu gelei, então ele começou a me beijar, e que beijo era aquele, nem me preocupava de estarmos em um estacionamento em uma vaga frente a rua, nos beijamos mais ou menos uns dez minutos ele controlou o beijo, chupou minha língua, conheceu toda minha boca, foi lindo... Então ele ligou para o pai dele disse que havia horário no dentista demorar e depois iria sair com amigos, olhou pra mim e ordenou, com olhar firme e penetrante, vamos pra sua casa, na hora fiquei pensando esse muleke já armou tudo, nossa meu pau estava em tempo de estourar minha justa calça, cheguei com bastante cuidado em casa já que ele morava de frente, entrei na garagem descemos e entramos em casa, moro numa casa muito confortável, e grande, então ele me perguntou se morava sozinho, quando disse que sim, ele retrucou: Isso vai acabar logo, e veio em minha direção meu coração batia muito rápido, ele chegou próximo começou a desabotoar minha camisa, a tirou quando me tocou e viu que eu estava tremulo me perguntou se era virgem, eu disse que com homem sim, parece que aquilo atiçou ele, ele me beijava minhas pernas tremiam, ele desabotôo minha calça e abaixou junto a minha cueca descobrindo meu pau, fiquei com vergonha mais ele muito determinado sorriu pra mim e disse que era lindo, e modéstia a parte era mesmo, branco com a glande rosada 19x5 cm, ele me deitou no sofá e começou a me beijar deixando marquinhas vermelhas, então colocou a boca no meu pau, quase gozei, era emocionante demais, ele chupava muito gostoso, girava a cabeça, lambia e alisava meu saco enquanto chupava, muito melhor que qualquer boquete que já ganhei na vida, eu o queria, quando viu que eu iria gozar, ele parou, ficou de pé e tirou sua roupa, que corpo lindo, quando foi tirar a cueca virou de costas, nossa que bunda gostosa, lisinha moreninha, redondinha ornada com pernas bem torneadas e com poucos pelos tirou a roupa me pegou pelo braço perguntou onde era o quarto e então fomos, subimos as escadas ele na frente e eu vendo aquele cuzinho, e querendo estar dentro dele, chegamos no quarto e ele continuou a chupada e que chupada, foi melhor que a primeira quando ia gozar pedi pra ele parar então o virei de costas pra mim, beijava seu corpo, quando cheguei ao cuzinho, que vi não agüentei mordia e chupava aquele cu, fiquei nisso uns 10 minutos então ouvi sua voz ofegante dizendo “me come” nossa isso me acendeu, peguei uma camisinha no criado mudo coloquei peguei lubrificante e comecei, passei coloquei um dedo, pra preparar, depois não agüentando mais forcei a entrada demorou um pouco estava apertado,ele gemia de dor e prazer, então quando entrou a cabeça deslizou ate a metade, soltei um suspiro e ele começou a rebolar me excitando ainda mais, comecei a bombar de leve, até que acelerei, como era bom comer aquele cu, fiquei metendo dez minutos, eu já queria gozar então ele se afastou, me deitou na cama me beijou e sentou em cima, e cavalgava em cima de mim, ele mexia o corpo como uma puta e me olhava nos olhos nossa que cara gostoso, não agüentei e gozei dentro da camisinha, ele sem tirar meu pau de dentro fez uma carinha de tesão e gozou na minha barriga, ficamos lá extremamente cansados, eu dentro dele ainda de pau duro então ele levantou e me chamou pra tomar banho, no banheiro nos beijamos, rimos muito, naquele momento tive uma certeza eu queria aquele cara, pra passar o resto da vida comigo, e assim foi, éramos ótimos amigos, ele sempre vinha a minha casa e ate dormia aqui algumas noites, mais quando estávamos em publico eu não conseguia agir como eu sempre agia em casa eu era mais frio.


Por mais que o Junior fosse e é um cara muito discreto eu tinha receio que meus amigos e família descobrissem alguma coisa a nosso respeito, e assim foram-se passando os meses até que o Junior me intimou disse para eu mudar de postura, pois para ele daquela forma não estava muito bom, tentei conversar dizendo que no meu trabalho não daria pra eu me assumir homossexual pois correria o risco ate de perder o emprego se fizesse isso ele então disse que era melhor então continuarmos apenas como amigos, que não iria mais fazer sexo comigo, nem me beijar que precisava me esquecer, e assim ele fez passou a me tratar apenas como amigo... E eu em um ato de extrema burrice em uma festa de final de ano da empresa onde os agricultores estavam e conseqüentemente o Junior eu beijei uma garota fiz porque queria provar pra mim e pra ele que ainda poderia ficar com mulher se quisesse, depois desse dia o Junior sumiu não entendia meus telefonemas, não nos encontrávamos mais, ficamos de dezembro ate fevereiro sem nos ver, ate que em uma noite de Março eu chegava em casa e notei que o Junior também chegava, porem acompanhado de um rapaz, meu peito doeu nessa hora, fui correndo de encontro a ele, já cheguei perguntando quem era o cara e porque estavam juntos, ele me mandou parar de escândalo e disse que era amigo de faculdade dele, fiquei super sem graça, mais já aproveitei e disse na frente do cara e do seu pai que saia a porta: Junior volta pra mim eu te amo...


Quando fiz isso, ele arregalou os olhos e me abriu um mega sorriso, como eu senti saudades do sorriso dele, o pai dele que eu pensei que fosse ficar furioso sorrindo falou, finalmente você admitiu que ama o Junior, ou você achou que eu não sabia que meu filho era gay, ou que vocês namoravam, após a recuperação do susto, abracei o Junior, e disse em seu ouvido que nunca mais nos iríamos nos separar... e tem sido assim ate hoje.
Depois eu conto o resto da Nossa Historia JSF & BLD

brandom.damasceno@hotmail.com

Sedução Virtual, Sexo Real

Nossos caminhos inicialmente se cruzaram numa sala de bate-papo, e agora já era a terceira vez que eu papeava com esta garota chamada Teca. Da sala de bate-papo para o popular programa de mensagens instantâneas foi um rápido pulo.
De frase em frase as afinidades estavam sendo descobertas paulatinamente, só que eu desconhecia que estava causando tão boa impressão assim na moça. Como sempre acontece, gosto de grafar bem nosso idioma e tenho relativa facilidade no assunto: esse fato por si sempre provoca ótima empatia, já que se percebe ter alguém culto e letrado do outro lado, porém evito parecer pedante na minha escrita.

Ela mora num bairro próximo ao centro da cidade, ao passo que eu moro no subúrbio a cerca de 10 km aproximadamente de distância. Nada complicado quando se tem um carro, mesmo para um trânsito caótico como é o da nossa cidade (São Luís do Maranhão), só para dizer o mínimo.
Teca estava nos seus 40 e poucos anos, branca, cabelos castanhos claros e lisos, e como era de biótipo magro estava com boa aparência e bem conservada, talvez pelo fato de eu gostar de mulheres magras, sei lá. Ela era separada e tinha um filho adolescente que morava com o pai. Como costuma acontecer com as mulheres nesta faixa etária, estava com o tesão à flor da pele e doida para foder (vim descobrir isso posteriormente, claro).
Quase que diariamente nos encontrávamos no WLM, mesmo que por breve tempo, e devo confessar que sua prosa não era lá das melhores, eu é que segurava a peteca nos nossos diálogos. Ela demonstrava deleitar-se com nossas conversas, que depois de algum tempo começou a resvalar para assuntos sexuais, como já era de se esperar.

Desde o início havia notado que ela tinha uma webcam, contudo não pedi para ela abri-la até que houvesse conquistado a sua confiança, mantendo um perfil bem discreto e cometido (o que de fato sou). Em dado momento dos nossos papos ela por iniciativa própria abriu sua webcam, e a partir de então ela sempre abria a sua webcam, mostrando sua face e o ambiente que a cercava. Até aí nada demais, mas eis que de repente, sem aviso, ela começou a exibir seu seio de forma casual, quase sem querer, fingindo mesmo ser incidental (ah, as mulheres quando querem dar...).

Aquilo me deu um feliz choque erótico e a partir de então passei a provocá-la sempre que podia pedindo para ver mais e mais. Confesso que não sou adepto de sexo virtual, seja lá o que isso for, mas aquilo estava fazendo um bem danado à minha libido, isso devo confessar.
Sou muito desconfiado com as “facilidades” que nos surgem via internet, especialmente ofertas sexuais mesmo que veladas. Veio-me à mente algumas possibilidades: seria ela garota de programa, ou algum tipo de vigarista querendo fisgar-me com propósitos melífluos? Aquilo me pôs na retranca e me deu uma cisma danada. Entretanto, segui com a dança da sedução virtual, só pra ver no que daria (ah, os homens quando querem conquistar...).
No geral, sempre acesso o WLM a partir de casa (gosto de ser bom professional e separar as coisas), todavia naquela noite no final de expediente eu estava com um tesão danado e não por acaso abri o WLM esperando encontrar a Teca. Para a minha surpresa ela não estava online, assim resolvi demorar mais algumas dezenas de minutos no PC e ver o que aconteceria.

Com cinco minutos passados online a Teca entrou, e de imediato entabulamos um papo que foi resvalando rapidamente para a sacanagem, no melhor estilo provocativo que conheço. Pedi pra ela exibir seus seios, o que ela fez, embora por poucos segundos, só pra me provocar. Segui instigando-a, e como notei que ela estava de vestido, indaguei se estava com calcinha, ao que ela respondeu positivamente. Perguntei como ela usava a sua xota, se depilada, tosada ou peluda. Ela um pouco acanhada disse-me que a sua xana estava depilada e aquilo me deixou de pau duríssimo. Maliciosamente e audaciosamente disse que gostaria de ver a sua xaninha depilada, mas ela ficou receosa, mesmo tímida, creiam. Insisti no tema e para meu grato espanto ela se levantou da cadeira onde estava, levantou o vestido, baixou a calcinha e mostrou a boceta lisinha com os pequenos lábios róseos salientes.

Ao contemplar aquela xota glabra creio que a minha pressão arterial subiu e mal pude crer no que via! O desejo de foder aquela fêmea foi puramente instintivo, afinal mulher nenhuma mostra a xota na webcam impunemente. Sugeri que nos encontrássemos pra tomarmos um chope logo mais, afinal a casa dela não era longe do meu trabalho, coisa de 10 minutos de carro. Ela relutou, mas terminou aceitando, passando-me seu endereço e eu acertei de pegá-la dentro de 20 minutos.
Fui encontrar a moça e durante o trajeto no carro imaginava se aquilo não seria uma pegadinha, ou coisa pior, quem sabe um assalto? Tomei todas as precauções possíveis, marquei o ponto de encontro num local público com movimento, mas nunca se sabe, vivemos tempos bicudos, e era noite...
Felizmente correu tudo bem, e ao chegar ao local combinado liguei no celular e a Teca veio ao meu encontro célere. Cumprimentamo-nos, ela entrou no carro onde eu e minha cisma já a esperava--com o motor ligado, só por via das dúvidas.

Levei-a a um barzinho razoavelmente próximo de minha casa (isso ela desconhecia), e começamos um papo regado à cerveja, buscando nos conhecermos mais um pouco, para além do WLM. Trocamos experiências e ela pareceu-me uma pessoa simpática, dada e confiável, logo, quando já contávamos com umas três ou quatro cervejas bebidas decidi que era hora de irmos para o “rala e rola”, por assim dizer.
Paguei a conta e rumamos pro meu apê no meu carro. Teca a tudo aquiescia, já parecia conhecer o roteiro. Ao chegar lá, fui logo oferecendo mais um chope, o qual depois de servido e sorvido foi o prenúncio da foda. Comecei a beijar e a bolinar a Teca, fui despindo a sua blusa e explorando seu corpo, desnudei os seus seios e parti pra desabotoar-lhe a calça jeans, com o firme intuito de acessar a sua boceta lisa.

A boceta da Teca já estava úmida e meus dedos patinaram naquela umidade. Friccionei seus lábios e clitóris, e levemente introduzi meu dedo médio na sua racha gulosa, ao tempo em que beijava vorazmente sua boca e sugava sua língua dardejante. Meu pau parecia uma tora de tão duro, eu tinha mesmo a impressão de que ia explodir devido à sua pressão interna.
Teca ronronava e demonstrava gostar das nossas preliminares, e enquanto isso aproveitava para massagear meu pau ainda preso na calça, mas não por muito tempo, já que ato contínuo eu liberei o caralho que saltou pra fora e que parecia ter molas e mesmo vida própria.
Ela sentou-se na borda do sofá e começou a sugar meu pau da glande à base com sofreguidão, deixando-o salivado e fazia barulhinhos com a sugação, ao passo que massageava carinhosamente minhas bolas. Ela sabia como chupar um caralho, isso eu podia ver, pois estava uma delícia! Segurei sua cabeça e comecei a estocar a sua boca com minha vara indo até a garganta, ela aguentou bravamente minhas investidas nas suas amígdalas.

Ficamos nesse jogo algum tempo, mas eu queria mesmo era meter naquela boceta. Empurrei-a para trás no sofá, tirei-lhe a calça junto com a calcinha num único movimento, e suspendi-lhe as pernas pondo-as nos meus ombros, deixando assim sua xana totalmente exposta ao meu rombudo e vermelho cazzo. Posicionei a roxa glande na entrada da molhada vagina e arremeti com gosto, sentido as paredes vaginais se dilatarem para dar passagem ao meu caralho. Teca suspirou fundo com prazer e eu iniciei um lento movimento de entra e sai no seu túnel: meu pau saiu todo lambuzado de seu mel e chegou a luzir na meia-luz do abajur da sala.
Sua boceta exalava um excitante cheiro de fêmea no cio que me deixava mais arretado ainda. Bombeei meu pau impiedosamente por vários minutos naquela xota como um monomaníaco, enquanto ela delirava de prazer e gozo, e ainda sussurrava que era grande demais e que tais. Aproveitei o fato de que ela estava superexcitada e sugeri no seu ouvido pra fazermos anal, ao qual no princípio ela relutou, mas ao final cedeu.
Dei um salto e corri para pegar o KY-Gel no quarto, e ainda aproveitei pra trazer a câmera fotográfica digital, pois estava decidido a registrar toda foda. Felizmente ela não se incomodou com a câmera, e eu habilmente besuntei meu cazzo de gel e as pregas de seu ânus também, aproveitando pra introduzir de passagem um dedo no cu dela. Sou um tarado por sexo anal, adoro enrabar uma guria,  eis aí algo que me excita sobremaneira.

Teca pediu-me pra ir devagar, pois já fazia algum tempo que não dava o cuzinho, ao que eu tranquilizei-a dizendo que ela estava nas mãos de um analista experiente. Ela continuava deitada no sofá e assim posicionei meu porraz na entrada do seu ânus, depois de novamente jogar-lhe as pernas sobre meus ombros, e fui metendo devagar... Verdadeira delícia sentir seu esfíncter de dilatando a fim de acomodar meu pênis entumecido. Progressivamente fui arregaçado seu rabo quentinho gostosamente, saboreando cada dobra do seu reto apetitoso. Enfiei o pau até onde deu e a partir daí comecei o erótico movimento de vai e vem, sem pressa alguma.
Ela suspirava e gemia dizendo que estava gostoso e pedia pra eu arrombar seu rabo, metendo tudo até o cabo, sem pena. Fiz o que pude, é claro, pra atender ao pedido da moça: estocava até minhas bolas ricochetearem nas pregas do seu ânus, enquanto isso eu fazia malabarismos pra fotografar firmemente toda a devassa cena, quadro a quadro. Gozei copiosamente no seu reto guloso, deixando minha porra quente inundar aquele canal, chegando mesmo a transbordar na entrada do cu o excesso, que escorreu pelo rego da bunda abaixo.

Resumindo tudo, fodemos até às 5h30 da manhã, depois dormimos exaustos algumas horas. Acordamos lá pelas 10h, tomamos banho, tomamos o café da manhã e finalmente fui deixá-la em casa, agora em plena luz diurna esfuziante. Depois desse encontro não nos vimos mais, muito embora ela tenha insistido em querer repetir a fodelança nos nossos breves encontros posteriores no WLM.

 

Dei pela primeira vez sem pagar

Fazia frio ontem à noite e eu estava em meu escritório tentando encontrar forças para escrever um relatório importante, contudo minha atenção parecia desviar-se constantemente para outro trabalho, também importante, mas não tão urgente e certamente muito mais agradável do ponto de vista intelectual.

Cada neurônio do meu cérebro dizia que o relatório chato era mais urgente e que eu teria que terminá-lo ainda ontem, mas minha vontade era dedicar meu tempo escrevendo o outro.

Quando sou tomado por este tipo de impasse, entro em uma espécie de transe de baixa produtividade e já descobri que não adianta forçar a barra, porque sentar-me diante do computador e digitar as teclas por puro sentimento de obrigação, não vai fazer o relatório sair, pelo menos com boa qualidade.

No passado, eu costumava sair do escritório e passear a esmo pelas ruas da cidade, fumando e buscando calma para prosseguir com o trabalho e fazia isso consciente de que o tempo para escrever o relatório seria muito maior que o normal. Felizmente, ontem à noite eu ainda tinha a noite toda para buscar a calma necessária e depois poderia gastar duas ou três horas escrevendo o relatório.

Hoje eu não fumo mais, mas admiti para mim mesmo que sou bissexual, que me sinto bem fazendo sexo com outros homens e sei que preciso disso para o meu equilíbrio psicológico. Meu passeio, nos dias de hoje é pelas avenidas onde travestis fazem pontos. Já tive bons e maus programas com bonecas, mas na maioria das vezes, busco-as para poder chupar os paus delas ou até mesmo dar o cu e a sensação de ser comido já me basta para me fazer sentir prazer. Bonecas são bonitas e devo confessar que algumas delas me deram muito prazer, mas quando eu sinto desejos homossexuais, gostaria mesmo de transar com homens.

Na noite de ontem, eu estava pensando em buscar na pista, alguma boneca que me comesse um pouco. Mesmo fazendo isso, eu ainda teria tempo de terminar meu relatório. Acontece que o que me aconteceu foi bem melhor que isso e é por esse motivo que eu resolvi contar a história nesse site.

Já eram mais ou menos oito horas, quando eu já tinha decidido que iria procurar uma boneca que pudesse saciar meus desejos secretos. O prédio estava vazio e eu tranquei a sala para buscar meu intento, sabendo que teria que atravessar a portaria principal em direção ao estacionamento e a portaria certamente estaria cheia de pessoas indo e vindo.

Quando já estava no corredor vazio, observei que estava com o pau duro e muito aparente, então voltei para o meu escritório e tentei olhar o computador para pensar em outras coisas até que o pau ficasse mole e eu pudesse sair. Qual o quê. Meu pau não descia e eu só conseguia pensar em dar a bunda, não conseguia esquecer a vontade de sentir uma rola entrando no meu cu, precisava chupar, beijar, acariciar e ser acariciado, sentir minhas nádegas sendo apalpadas e sentir bolas nas palmas das mãos.

Mudei meus planos e pensei que a única coisa que eu poderia fazer, seria bater uma punheta para aliviar minha vontade. Entrei num site que continha filmes de relações homossexuais, assisti muitos filmes, até que encontrei um que me chamou a atenção. Era um homem de meia idade, não musculoso, uma pessoa mais realista que os halterofilistas e jovens lindos que apareciam nos outros filmes. Com ele, havia um jovem, talvez vinte e cinco ou pouco mais, mulato claro e também com um corpo normal, belo mas não parecia um modelo.

Os dois faziam um delicioso meia-nove, depois o jovem comeu o velho e por fim se deixou comer. O filme tinha menos de cinco minutos, mas eu o assisti diversas vezes até ter coragem de me masturbar assistindo aquelas imagens.

Tranquei a porta e tirei as calças e cuecas e fiquei nu da cintura para baixo. Sentei-me na cadeira e fiquei manipulado lentamente o meu pau, pois queria que a sensação se prolongasse tanto quanto fosse possível. Acho que vi todo o filme umas três vezes enquanto estava pelado. Vez por outra eu me levantava e enfiava o dedo no cu, ou acariciava a bunda com uma mão enquanto me masturbava com a outra.

Derrepente a porta abriu-se e eu fui visto em pé, na frente do computador, nu da cintura para baixo e com a mão direita no pau e a esquerda na bunda. Não poderia fazer nada para disfarçar, minhas calças estavam no outro lado da sala, sobre a cadeira do meu assistente que tinha faltado naquele dia.

Quem estava na porta era ele, o Alex, meu assistente que eu pensava que estava em qualquer outro lugar.

Olhei e lhe pedi que fechasse a porta antes que mais alguém visse. Alex é meu assistente e amigo, já somos parceiros de trabalho faz oito anos e somos muito chegados um ao outro. Ambos tempos famílias para sustentar e tenho certeza que ele jamais desconfiou que eu tenho esse lado homossexual.

Ele entrou e fechou a porta atrás de si, sem dizer nada e eu andei nu, até o outro lado da sala, onde peguei minha cueca e as calças e me vesti novamente. Durante todo esse tempo, não trocamos nenhuma palavra, mas eu percebi que os olhos dele não saiam de cima de mim.

Quando eu finalmente olhei em sua direção, ele só me disse para tomar mais cuidado e aprender a trancar a porta direito, era preciso dar duas voltas na chave.

Eu permaneci em silêncio, olhando encabulado e com vontade de sumir dali, mas quando prestei atenção, percebi que seu pau estava duro. Ele notou meu olhar e segurou o pau por cima da calça e virou-se para trancar o porta novamente, e depois me perguntou:

- Você é ativo ou passivo?
- Posso ser o que você quiser – eu respondi
- Vamos fazer um troca-troca?

Eu ouvi e já fui andando em direção a ele e quando me aproximei, ele saltou em direção aos meus braços e me beijou com tanto paixão, como eu não me lembrava que era possível. Eu nem pensei em fugir daquele beijo. Nossas línguas se enroscavam e nossos braços trocavam carícias inocentes e pecadoras nas costas, bundas, coxas e virilhas. Íamos com toda sede ao pote e tentávamos tirar oito anos de desejos reprimidos, de ambos.
Eu ria sozinho, de susto e de felicidade. Tudo o que eu queria era continuar beijando aquele homem até que o universo se apagasse. Eu jamais tinha trocados beijos em minhas relações homossexuais, afinal foram todas com bonecas ou garotos de programa, desde que eu tomei coragem de experimentar o sexo anal, cinco anos antes.

Sinto desejos homossexuais, desde a mais tenra infância, mas somente depois de adulto, com quarenta anos, é que eu tive a coragem de permitir que um garoto de programa comesse o meu cu. Foi dolorido e desagradável, mais eu nunca mais consegui parar e, felizmente, depois disso eu já tive outras experiências bem mais gostosas.

Mas ontem, pela primeira vez, eu estava prestes a fazer sexo com alguém que não precisava de dinheiro ou qualquer outro favor. Tenho certeza que o Alex não estava fazendo aquilo por interesse. Ele sabe que é meu empregado favorito e certamente ele conhece o próprio valor como empregado competente.

Nosso beijo foi longo e quando terminamos, sorríamos e ríamos um para o outro como se fôssemos dois bobos e embora eu não tenha perguntado nada, sei que ele estava sentindo as mesmas delícias e alívios que eu mesmo estava experimentando. Eu já estava percebendo que seríamos amantes secretos e que eu poderia dar vazão aos meus desejos escondidos, sem ter que pagar por fodas frias e muitas vezes desinteressantes.

Ele seria meu macho e eu seria o dele e sempre que um de nós quisesse, o outro estaria disponível. Seria um daqueles namoros secretos que acontecem no colégio e que ninguém pode saber.

Depois do beijo, eu virei-me de costas para ele, com a bunda bem empinadinha e as pernas abertas para que seu pau ficasse na altura certa da minha bunda. Rebolei como uma bicha louca no pau duro dele enquanto ele segurava minha cintura e me encoxava com toda a força.

Virei outravez, ajoelhei-me e desci rapidamente as calças e cueca dele, até que seu cacete duro, de tamanho médio e com a cabeça bem vermelha estivesse ao alcance da minha boca. Comecei a chupar, como nunca mamei na vida. É verdade que eu já tinah chupado picas maiores, mas aquela estava dura pra mim e não por causa de um comprimido de Viagra. Ele gemia a acariava meus cabelos enquanto eu subia e descia a boca no pau dele e apertava-lhe a bunda com força e carinho.

Cada socada que ele me dava na boca, me fazia sentir que estava perdendo a virgindade outravez.

- Quer gozar na minha boca? – eu perguntei.
- Não! hoje eu quero comer seu cu – ele respondeu

Fiquei meio decepcionado, pois queria ter minha primeira experiência de beber porra, mas tudo bem, eu também estava a fim de dar o cu.

Depois que eu chupei bastante, ele me pediu para que nós dois ficássemos nus e déssemos uma foda completa. Eu topei e imediatamente nos afastamos, para que cada um pudesse se despir o mais rapidamente possível.

Quando eu estava nu, ele ajoelhou-se a começou a me lamber as pernas e a virilha, mas antes de cair de boca na minha rola, virou-me de costas e ainda ajoelhado, abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cu. Também era a minha primeira experiência sendo lambido no rabo.

É evidente que, como não poderia deixar de ser, eu adorei. Mais uma vez eu rebolei e abri mais as nádegas e abri as pernas e arrebitei o rabinho e fiz tudo que eu lembrei, que poderia me deixar ainda mais com aquela sensação de ser bicha.

Depois ele me virou de frente o começou a chupar meu pinto com uma habilidade insuspeitada. O cara é um tremendo “mamador”. Puta perícia na hora de chupar. Como é perfeita a força da língua e os dentes nunca encostam, mesmo porque, meu pau é bem grosso e é preciso habilidade para chupá-lo sem nunca encostar os dentes.

Tomei a iniciativa e afastei-me lentamente daquela boquinha deliciosa que estava me chupando, mas eu já não agüentava mais de vontade de levar. Dei-lhe uma camisinha que eu tirei da carteira, virei de costas para ele com as mãos apoiadas na minha mesa de trabalho, abaixei e abri bem as pernas.

Senti a pica lubrificada (camisinha com lubrificante) colada no meu cu e logo em seguida ele começou a entrar devagar, mas sem parar. A enterrada era lenta, mas já tinha ficado claro pra mim que ele ia enfiar até o fim. Eu deixei, porque não estava doendo nem um pouquinho, era simplesmente o momento de maior prazer de toda a minha vida.

A rola foi entrando devagar até que eu percebi que ele parou de enfiar. Senti as coxas dele coladas nas minhas nádegas e percebi vaidoso que já estava tudo dentro de mim. Nessa hora, depois que já tinha entrado tudo e que ele parou de penetrar é que começou a doer. Doeu pra caralho (“mesmo”) e eu quase gritei e pedi pra ele tirar fora. Comecei a mexer meu corpo para frente, mas ele segurou minha cintura e impediu que eu escapasse. Tentei escapar mais um pouco e choraminguei que estava doendo muito. Mesmo assim ele continuou me segurando e foi beijando minhas costas e meu pescoço e dizendo algo assim:

- Calma! Já vai passar! Agüenta só mais um pouquinho que você não vai se arrepender.

Era verdade, tão logo ele começou com aqueles gostosos carinhos por traz de mim, a dor começou a ceder e em breve eu já não sentia mais nada que não fosse prazer.

Ele meteu a mão pela minha frente e começou a me bater uma punheta, pois meu pau tinha ficado mole depois da enterrada dolorida, mas desta vez, com a dor tinha passado e a mão dele estava fazendo um trabalho bem gostoso no meu pau, não foi nenhum pouco difícil ficar excitado outra vez.

Lentamente ele foi tirando e pondo. Primeiro devagar e em fodinhas curtas, depois ele foi aumentando a amplitude dos movimentos, tirando quase tudo pra fora e depois voltando a enterrar, sempre devagarinho.

Enquanto isso, eu sentia a mão dele batendo punheta pra mim e cada vez mais, eu adorava a sensação de estar sendo o responsável pelos suspiros e gemidos que o Alex dava enquanto me enrabava.

- Isso! Fode meu cu seu viado! Mete até o toco e me arromba seu boiola do caralho! Isso! Isso mesmo seu fliha da puta! Come o meu cu que gosto de dar pra você. Mete! Mete! Isso!.Ahhhhhhh!

Gozamos juntos, ele no meu cu e eu no chão da sala, só na punheta.

Viramos de frente um para o outro e nos beijamos novamente. Meu pau já estava amolecendo e o dele também, mas mesmo assim o beijo era gostoso. Não tive nem um grilo de consciência ou sentimento de culpa por ter dado o cu pra ele e acho, pela intensidade do beijo, que ele também estava feliz com a nossa foda.

Terminamos o beijo e nos vestimos. Depois conversamos um pouco e foi só então que eu descobri que ele tinha vindo ao escritório para pegar um pendrive que ele precisava para trabalhar em casa (bendito pendrive).

Despedimos-nos, sem falar nada sobre o futuro, mas tanto ele quanto eu, sabemos que já somos amantes e que nosso caso ainda vai durar muito tempo. Ontem não deu pra comer o cu dele, pois fiquei sabendo que ele nunca deu antes, então achei melhor tirar a virgindade anal dele numa cama, com a ajuda de KY, mas isso não vai demorar, pois sei que ele está louco pra ser comido.

Ele se foi, levando a camisinha para jogá-la fora longe do escritório e eu dei uma geral na sala para ocultar todas as pistas da nossa aventura. Depois terminei o tal relatório chato. Não vou dizei que adorei fazer aquele serviço, mas com certeza eu já tinha muito mais capacidade para me concentrar no trabalho do que eu tinha no começo da noite.

Beijos

barbacinzenta@gmail.com

Casadinha

Casei novinha com meus 18anos quando meu marido retirou-me de um internato ( católico)... Ele por sua vez era um rapaz de 27 anos, de uma família riquíssima daqui do RJ.

Era, fiquei sabendo depois, muito farrista, mulherengo, só vivia em festinhas da alta sociedade do Leblon.
Se apaixonou realmente por mim,quando no internato esteve,fazendo entregas de doações devido a um forte temporal ocorrido, onde muita gente ajudou.
Voltou lá várias vezes, declarando suas intenções de casar, levando um ano, ininterrupto, praticamente todos os dias, fazendo juras de sua mais nobre intenção, comigo já me interessando também pois ele era, ou melhor, continua sendo lindo...Com a permissão concedida, partimos para o casamento, com muito convidados , os quais nunca tinha visto,,, de minha parte,nenhum, pois era órfã desde dos meus 3 anos, somente minhas amigas e o pessoal do internato ali estavam presente.
Passaram-se 5 anos de enorme felicidade,,,,viagens ao redor do mundo, festas, estudos particulares, principalmente, orientações comportamentais,,,,,me tornei uma dama da alta sociedade também. O Carlos, um homem já com seus 32 anos, continuava muito sedento de sexo, tudo pra ele em primeiro lugar,vinha o sexo,,, depois de um tempinho de casamento entre nós,me levava a motéis e fazia questão de eu assistir com eles aqueles filmes eróticos,,aquilo me excitava demais, pois ele o Carlos,tinha um pênis minúsculo, uns 13 cm, ereto,,,,eu já fazia comparações com os que eu assistia nos filmes.

Ele com uma personalidade muito forte, me amando de verdade, dava sempre entradas para que eu me soltasse com ele.Perguntava até se eu teria vontade de um dia fazer sexo com aqueles descomunais que vínhamos,,, saía pela tangente,dizendo sempre não, pois ele já me satisfazia plenamente. Mas certa vez aconteceu algo inusitado; estávamos em um cinema em Lisboa e um senhor com seus 60anos, sentou-se ao meu lado,,, ( tudo combinado entre ele e o Carlos,fiquei sabendo depois) eu estava com um casaco longo, fechado por botões na frente, sem nada por baixo, ou melhor, só de calcinha, a pedido do Carlos antes de sairmos para o cinema,pois ele iria brincar sensualmente comigo em público. Aquilo mais me excitou quando eu percebi o senhor colocar pra fora um CARALHÃO como eu nunca tinha visto,,,eu fiquei inquieta na cadeira,olhava para o Carlos, voltava em seguida a olhar o senhor que estava se masturbando acintosamente pra mim.

Derrepente quase desmaiei de emoção quando eu senti ele abrindo uns botões de meu casaco,na altura da minha calcinha.neste momento olhei novamente para o Carlos e ele calmamente me disse: Deixa amor,,deixa o Sr,Antonio bulinar vc gostoso, pois se vc quiser eu já combinei com ele, daqui poderemos ir pra um motel,,,  vc quer?  Já com dois dedos enterrados em mim,eu disse soluçando, quero amor, quero sim,,,, mas antes ele está dizendo que quer me comer aqui mesmo, lá no final do cinema,,,, vamos,,, vamos, estou louca, vamos,,,,, chegando lá, eu já tinha aberto todo o casaco,retirado a calcinha, que deixei lá na cadeira,,,,,me posicionei e ele, na minha primeira vez com um pau descomunal, foi enterrando sem parar,lentamente,pedacinho por pedacinho,,, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii  uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii maissssssssssssssss CARALHO, não tira ,bota mais,,assimmmmm  vou gozarrrrr,,,, em minha volta já estavam vários homens com seus paus pra fora,,,,ainda dei três chupadinhas diferentes  e saímos para o motel,,, onde ele inaugurou-me no sexo anal, o qual nunca mais vou para de dar,,,,,,,  ( marianaejuca@gmail.com )

 

Uma aventura gostosa depois da aula

Olá caros leitores, meu nome é Shirley, sou casada com o Jony, ambos na faixa dos 30 anos, somos liberais e adoramos realizar fantasias, ele me apoia em tudo, não gostamos de desperdiçar uma chance quando o assunto é sexo, meu marido é corno manso assumido e adora ver ou saber que tranzei com outro, depois agente senta e escreve esses contos. Estamos juntos há 13 anos e em todo esse tempo fizemos várias amizades que resultou na realização de muitas fantasias. Vou contar mais uma pra vocês. Uma certa vez, veio passar alguns dias na minha casa o meu primo Bruno, filho da minha tia, eu considero ele como meu irmão, nós temos quase a mesma idade, fomos criados juntos, eu gosto muito dele, quando crianças, nós bricavámos juntos, simulavámos ser marido e mulher, meus primeiros beijos e toques foi com ele mais nós erámos crianças e não tinha graça nenhuma, o tempo foi passando e Bruno foi morar em outra cidade, hoje ele é noivo, eu casada e sempre que ele vem a nossa cidade fica hospedado em minha casa.

Pois bém, um certo dia, eu estava na escola onde estudo a noite e liguei pro Jony, meu marido vir me pegar depois das aulas, ele respondeu que o nosso carro havia ficado na oficina quebrado e ele estava muito cansado, perguntei se podería ir de moto-taxi para casa e ele me respondeu que não, que ele iría mandar o meu primo Bruno ir me pegar na escola pois ele estava louco para conhecer a escola e algumas alunas, terminou a última aula e lá estava meu primo Bruno me esperando no portão da escola, ele me pediu para apresentar algumas amigas e não o fiz pois ele era noivo, peguei no seu braço e fomos caminhando para casa, já era mais de 22:00 Hs, vinhá-mos caminhando por uma rua escura, com poucas casas, lá havia um terreno baldio, descampado, havia um muro grande e na sua entrada uma lixeira gigante, ouvimos gemidos fortes e fomos ver o que era, chegamos sem fazer barulho e ficamos por traz da lixeira, dentro do terreno, a uma certa distância, havia um carro parado e um casal de namorados tranzando, a moça deitada em cima do capô do carro e o rapaz em pé, segurando suas pernas e metendo nela, nós ficamos abaixadinhos por tráz da lixeira assistindo aquela cena e dando risadas baixinho, depois de alguns minutos vendo aquela cena eu comecei a ficar exitada, minha buceta foi ficando úmida, olhei pro Bruno e chamei ele para ir embora dizendo que se eu continuasse a ver aquela cena iría dar vontade de fazer o mesmo, em seguida, Bruno me pediu para ficar mais um pouco dizendo que se a minha vontade aumentasse ele estaria alí para dar conta do recado, que isso ficaría só entre agente, como nos tempos de criança, nós sorrimos , em seguida ele me abraçou por traz e ficamos vendo aquele casal se amando, coloquei os livros no chão e fiquei rosando minha bunda lentamente no pau do Bruno que foi ficando duro feito ferro, Bruno me abraçava por traz apertando meus seios e tocando minha buceta por dentro do meu short, o clima foi esquentado, Bruno desceu meu short e afastou minha calcinha pro lado, depois colocou seu pau pra fora e foi enfiando na minha buceta lentamente, quando entrou tudo ele começou a meter devagarinho, ficou metendo na minha buceta por traz de mim e beijando meu rosto e pescoço, estava muito gostoso, o pau dele entrava gostoso dentro da minha buceta, ficamos tranzando em pé e ao mesmo tempo assistindo aquele casal fazer o mesmo, depois de um certo tempo, Bruno começou a meter mais forte dentro de mim, eu pedia pra ele enfiar todo o seu pau dentro da minha buceta, sem perceber nós começamos a gemer forte e um pouco alto, isso acabou chamando a atenção daquele casal que pararam de tranzar e vinheram em nossa direção, rapidamente nós levantamos nossas roupas, peguei meus livros e saímos correndo daquele lugar, depois que dobramos a rua nós continuamos a andar normalmente em direção da minha residência, no caminho Bruno foi se lamentando que a nossa tranza estava gostosa demais para terminar da forma que terminou, eu disse a ele que ficasse tranquilo que eu daria um jeito para agente terminar o que havia começado, chegando em casa, abri a porta e entramos, fui até meu quarto e vi que o jony, meu marido, dormia que roncava, liguei o ar condicionado e tranquei a porta do nosso quarto por fora para o jony não sair, caso ele acordasse, mandei o Bruno ir tomar banho e me esperar na sala, depois foi a minha vez de tomar banho, quando terminei o banho, sai enrolada em uma toalha até a sala, lá o Bruno estava sentado no sofá, só de cueca, eu me ajoelhei entre suas pernas, tirei sua cueca, peguei seu pau e comecei a chupar, engolia tudo ficando somente as bolas do lado de fora, senti aquele pau crescendo dentro da minha boca e chupei até ele ficar bém duro, em seguida, eu me levantei, retirei a toalha e subi em cima do sofá, abri um pouco as pernas e deixei minha buceta na altura do seu rosto, ele não pensou duas vezes e começou a chupar minha buceta, parecia que ele tinha um vibrador na língua pois chupava muito gostoso me levando ao delírio, eu peguei sua cabeça e precionei contra meu corpo, fiquei esfregando minha buceta na cara dele até gozar em seu rosto, adoro essas preliminares pois lubrifica minha buceta para receber um pau duro, depois disso, eu me abaixei e sentei em seu colo, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar, ele me segurava pela bunda e chupava meus seios enquanto metia na minha buceta, eu delirava de tezão subindo e descendo em cima daquele pau duro, depois resolvemos mudar, eu sai de cima dele e fiquei de quatro em cima do sofá, ele veio em pé por traz de mim e enfiou na minha buceta novamente, me segurava pela cintura e metia tudo dentro do minha buceta, estava muito gostoso, meu priminho estava me comendo com carinho, nós começamos a gemer e eu fiquei com medo do Jony ouvir e acordar pois a sala ficava próximo a porta do nosso quarto, então peguei na mão do Bruno e fomos andando em direção a área de serviço da minha casa que fica no quintal, me sentei de pernas abertas em cima da pia da lavanderia, ele se aproximou de mim em pé entre minhas pernas, pegou seu pau e enfiou de uma vez dentro da minha buceta, senti que entrou tudo, abracei ele pela bunda e precionei seu corpo contra o meu e ele continuou metendo em minha buceta, estava muito gostoso, cheguei a gozar mais uma vez com o pau dele dentro da minha buceta até ele pedir para enfiar no meu cuzinho, não fiz questão, afinal eu gosto muito dele, é meu priminho de coração, em seguida, joguei meu corpo para traz e escorei minha cabeça na parede, ele levantou minhas pernas, retirou seu pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cuzinho, como o pau dele não era tão grande e grosso entrou com facilidade dentro do meu cú, quando fui perceber ele já enfiava tudo dentro do meu cuzinho deixando somente as bolas do lado de fora, eu massageava minha buceta e ficava assistindo aquele pau duro entrando e saindo de dentro do meu cu, estava uma delícia, depois de vários minutos nessa pocisão ele anunciou que queria gozar, eu já estava com uma vontade enorme de gozar junto com ele, então eu desci de cima da pia, mandei ele lavar seu pau com sabão e que em seguida ele fosse pro quarto de hospede pois eu estaria lá esperando por ele pra gente gozar juntos, cheguei no quarto e fui logo me deitando em cima de cama de pernas abertas, coloquei duas almofadas debaixo da minha cabeça e uma debaixo da minha bunda, fiquei esperando o Bruno, em poucos minutos ele chegou e foi logo pra cima de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, eu gemia de tezão pedindo pra ele enfiar tudo dentro de mim, depois de alguns segundos, ele começou a meter rápido e forte na minha buceta, chegava até a pular em cima de mim, pedi pra ele chupar meus seios enquanto metia na minha buceta e isso ascendeu um fogo dentro de mim, nosso tezão chegou ao limite máximo, começamos a gemer forte, nossos corpos começaram a tremer e acabamos gozando os dois juntos, ele gozou muito dentro da minha buceta, era muito esperma, inundou tudo, depois ele saiu de cima de mim e foi até o banheiro se lavar, eu fiquei deitada, relaxando um pouco, em alguns minutos ele voltou, deixei ele a vontade para dormir e fui direto pro meu quarto, quando cheguei lá, o jony, meu marido, ainda dormia, resolvi acordar ele pois o esperma do Bruno escorria pelas minhas pernas e o Jony adora ver isso, acordei o Jony e me deitei ao seu lado, de pernas abertas, a minha buceta brilhava com tanto esperma, o Jony quando viu perguntou logo de quem era aquele esperma e eu respondi que ele poderia fazer o que mais gosta que é chupar minha buceta cheia de esperma deixando ela bém limpinha, sugar tudo e sentir o gosto do esperma do macho que me comeu e que depois eu contava pra ele de quem era aquele esperma e o que havia acontecido, depois de ouvir isso, Jony caiu de boca na minha buceta, chupava com vontade, em seguida seu pau ficou duro, ele continuou chupando minha buceta e batendo uma punheta até anunciar que queria gozar, Jony queria gozar na minha buceta mais eu não deixei, puxei ele até meu rosto e comecei a chupar seu pau, depois de alguns minutos, ele retirou seu pau da minha boca e começou a se punhetar rápido, eu abri minha boca ao máximo e fiquei esperando, em poucos segundos ele gozou dentro da minha boca, como ele é meu marido eu engoli todo o seu esperma até a última gota, o Jony gostou muito e eu também, estavámos realizados, depois caimos pro lado e fomos dormir.

No outro dia eu contei pro jony tudo que havia acontecido entre eu e o Bruno, ele adorou e disse que eu podería tranzar com ele quantas vezes quisesse contando que, por enquanto, eu não deixasse o Bruno desconfiar que ele sabia de tudo que acontecia entre nós dois. Depois desse dia, eu e o Bruno ficamos bastantes intímos e confiámos um no outro, ele se tornou meu amante de confiança e já fizemos algumas loucuras sexuais. Com o passar do tempo, o Bruno começou a cursar faculdade na minha cidade e como ele é meu primo, passou a frequentar minha casa com mais intensidade, estavámos sempre juntos, eu, ele e o Jony e depois de um certo tempo agente tranzou na frente do meu marido que adorou assistir a tudo. Esta foi mais uma das muitas que virão pois não perdemos tempo e oportunidade. Até a próxima !

Magrinho do pau grosso

Conheci Bruno no MSN. Nos identificamos logo de cara. Ele louco por uma bunda gulosa, carnuda e empinada. Eu, alucinado por uma língua no meu rabo e uma rola sedenta de prazer. Trocamos telefone e passamos a conversar durante praticamente todos os dias da semana.

Nos encontramos na entrada de seu apartamento. Mal entramos, e ele meteu a mão na minha bunda carnuda, por cima da calça justa que eu usava. Segundos depois, ele já estava de cueca e comecei a alisar seu cacete, enquanto sentia sua boca deslizando em meus ombros.
Nossa, gente, que surpresa! Embora Bruno fosse franzino, magrinho mesmo, o cara tinha uma rola muito grossa. Assim que ela ficou totalmente dura, mal dava para segurar ela numa pegada de mão. Minha admiração se transformou simultaneamente em receio também. Como agüentar uma caceta daquela? Meu cuzinho estava muito longe de ter se acostumado com uma espessura daquela envergadura. Mas já que havíamos começado...

Com o pau super duro e apontando pro teto, Bruno me virou de costas e começou a despir-me, aproveitando para passar a vara no meu rabo, me encoxando. Após me deixar totalmente nu, me empurrou de bruços na cama e enfiou a língua molhada e macia em meu cuzinho piscante.
Realmente, o cara adorava chupar um rabinho. Lambia, mordiscava e me penetrava com sua língua quente. Não agüentei e comecei a gemer. Suas linguadas iam ficando mais nervosas. Suas mãos abriram completamente minhas bandas da bunda, expondo meu anel por inteiro e até seus lábios esmagarem meu lordo. Comecei a rebolar em sua cara e podia ouvir, de forma meio abafada, ele dizendo que minha bunda era uma delícia, que eu era um tesão. Às vezes, eu rapidamente ia de encontro ao seu pinto e tentava enfiar ele todo na boca. De tão grande, a baba escorria por todo seu membro. Adorei engasgar daquele jeito. Tirava o gigante da boca e o segurava sendo o meu troféu.

Calmamente, Bruno se afastou até a borda da cama e me colocou de quatro – posição que eu adoro – e voltou a chupar meu cuzinho, agora totalmente desabrochado. Eu, sem me conter, me peguei sorrindo sozinho e com o pau super duríssimo, fato que pareceu deixar meu macho mais safado ainda. Mal ele tirou a língua da minha bunda, pude sentir sua rola já encapada se esfregando no meu rego, subindo e descendo. Vez em quando, a cabeça da pica se encaixava naturalmente no meu culeiro e dava pequenas estocadas, tudo feito de forma desapressada. Em alguns momentos eu novamente saía daquela posição pra abocanhar sua benga novamente e, simultaneamente, sentir o gosto do meu próprio rabo e lubrificar bastante aquela verga de respeito.
Naquela sacanagem carinhosa, meu cuzinho foi dilatando sem dor e Bruno foi me convencendo que, daquele jeito, era muito natural qualquer bunda agüentar uma pica daquela, ainda mais a minha que estava faminta por rola.

Os minutos se passavam e sua rola ia ficando cada vez mais ousada nas pinceladas em meu anel. Pude sentir, mais feliz ainda, que a cabeça de sua pica já era praticamente engolida pelo meu cu. As tais encaixadas no meu rabo passaram agora a serem mais demoradas e, com tanta saliva e paciência, sua pica ia deslizando em minha bunda feito um parafuso, abrindo calmamente cada milímetro do meu reto.
“Que delícia de cu, cara. Que bunda gostosa!” – Ele repetia essa frase feito um mantra.

“Ai, como você mete gostoso. Devagarzinho, amor. Ai, que fodinha boa!” Eu murmurava feito uma putinha.
E assim fomos até que eu me peguei empurrando a bunda em direção à sua cintura até sentir aquela rola imensa de grossa todinha, todinha dentro do meu cuzinho. Que felicidade. Para ter certeza daquele fenômeno, coloquei meus dedos no rego e pude perceber que seu saco já encostara em minhas coxas. Não sentia nada de dor, somente tesão. Me sentia totalmente preenchido, mas não sufocado. Era perfeitamente gostoso.
“Nossa, amor, entrou tudo! Tá todo esse cacetão na minha bunda?!” – perguntei afirmando.
“Tá, meu amor. Guardei ele inteirinho nesse rabo delicioso. Agora vou te foder, viu? – Bruno confirmou o que eu já sabia.
Meu macho me pegou então pela cintura e começou a estocar com força, fazendo até barulho. Começamos os dois a nos conter, pois nossa vontade era de gritar. Eu, com o rabo já todo arrombado, fiquei de cinco, ou seja com a cabeça esmagada na fronha e a bunda inteira pro teto. Ao lembrar-me de um filme pornô, matei um desejo antigo: abri bem as bandas da bunda, junto ao rego e, ao mesmo tempo que expus totalmente meu cu arreganhado para aquela deliciosa invasão, pude sentir Bruno praticamente me sustentando ao segurar firme minha cintura. O safado percebendo minha putaria, tirou a piroca inteira do meu rabo e mandou eu abrir ainda mais as bandas. Meu cu estava um verdadeiro poço, liso e sem pregas. Dava até pra sentir um vácuo dentro do reto. Só de lembrar me dá vontade de bater uma punheta onde estiver.

“Puta cuzão do caralho!” – nem ele parecia acreditar.
“Tá gostoso, amor. Faz mais assim. Me arromba, seu puto!” Eu já estava pra lá de descontrolado. “Olha só o que você faz com meu cuzinho.”
Depois de várias vezes repetirmos essa sacanagem, falei pra ele que não estava agüento mais tesão, mas queria gozar com ele socando a benga na minha bunda. Entretanto, o safado tinha adorado aquela exposição anal e, ao expor mais uma vez meu cu arregaçado, não agüentei e gozei feito uma cadela no cio. Gemi feito uma mocinha. Minhas pregas estava tão dilatadas que mal sentia as piscadelas do orgasmo. Bruno então tirou rapidamente a camisinha e começou a se punhetar vendo eu daquele jeito, de cinco com o rabo todo arrombado e piscante.

“Tô gozando... pra caralho, que delícia!” – foi mais ou menos isso que eu ouvi ao sentir aquela chuvinha quentinha e maravilhosa em minhas nádegas.
“Goza gostoso, amor. Joga toda essa porra na sua putinha arregaçada!” – ordenei.
Como eu estava todinho inclinado, aquele creme escorreu por toda minha costa. Exausto, derrubei meu corpo lentamente, ficando de bruços na cama. Mesmo tendo juntado as pernas, dava ainda pra perceber o “estrago” que aquele pintão tinha feito no meu cu. Dava pra enterrar quatro dedos nele sem dificuldade.
Quando eu já estava terminando de me trocar, Bruno voltou do banheiro dizendo que na próxima vez ele me queria sentado e rebolando naquela super vara. Se eu não conhecesse sua paciência e carinho, iria dizer que aquilo seria praticamente impossível, mas depois de sentir o quanto ele era competente, o mínimo que poderia era dizer é que eu já estava ansioso. Sai do apartamento rebolando feito uma vadia, com ele dando tapinhas no meu popozão todo fodido e confessando: “to fissurado nessa bunda!”

Minha saudade da sua piroca aumentou ainda mais nas horas seguintes quando, naturalmente, meu cu começou a voltar ao normal e, na medida em que ele se contraía, me dava mais vontade de sentir novamente aquela sensação de ser arrombado com meiguice.

Transando com compadres

Sou casado a 20 anos, tenho uma vida sexual muito boa com minha esposa, mas ultimamente comecei a ter varias fantasias sexuais incluindo outras pessoas, fico muito excitado so de pensar em ver outro casal transando,mais para que isso seja gostoso minha esposa tem que estar participando dessa fantasia comigo, entao quando estava fazendo sexo com minha esposa começo a insinuar outras pessoas transando conosco, no começo ela ficou assustada mas depois foi deixando a fantasia e a imaginaçao  tomar conta da situaçao.

Com isso começamos a imaginar como seria transar com outras pessoas, e se ja tinha passado pela minha cabeça alguém conhecido,,foi ai que tudo começou,,falei pra ela que tinha sonhado que, eu ela eu e nossos compadres que moram em outra cidade tivemos uma noite de puro sexo..ela ficou abismada pois nunca tinha pensado nessa possibilidade,contei o sonho e ela ficou exctadissima e acabamos transando loucamente aquela noite,e sempre que iamos transar acabavamos imaginando nossos compadres no meio da nossa transa.

Certa dia fomos vistar nossos compadres, e coos somos amigos a muito anos sempre tivemos muita afinidades, estavamos jogando baralho e tomando uns drinks, quando começamos a falar de varios assuntos, e logico falamos sobre sexo, e que tanto eles como nos já estavamos casados a muitos anos e que dava vontade de realizar algumas fantasias..todos riram mas acharam legal,, e o assunto começou a fruir, meu compadre perguntou pra mim se eu tinha algumas  fantasias, não hesitei e falei que minhas fantasias minha esposa ate sabe quais são,,nisso ficaram surpresos e sorriram,então conta pra nos , meu compadre disse..fala, isso falo se todos também falarem,como todos já tinha tomados todas,,concordaram ai que a noite começou a ficar maravilhosa, falei que minha fantasia era ver e transar com outro casal e que minha esposa também achava legal,,meus compadres ficaram vermelhos, mais também confessaram que já tinham comentados isso varias vezes, mas que era muito difícil admitir e encarar uma fantasia dessas, todos riram,,ai eu disse  gente esse papo esta me deixando muito excitado, minha esposa que estava ao meu lado na hora passou a mao no meu pau por cima do shorts e disse , nossa amor vc ficou com muito tesao mesmo, minha comadre vendo aquela cena fez o mesmo com meu compadre e disse, não é so ele não olha esse homem aqui, acho que nunca vi esse pau tao duro, nossa naquela hora todos estavam com caras de tesao,,,minha mulher continuou a passar a mao no meu pau por debaixo da mesa, e minha comadre também no pau do meu compadre, falei nossa amor que tesao gostoso , e meu compadre olhou pra mim e disse , compadre isso aqui esta gostoso demais, nos quatro aqui nesse ambiente gostoso da vontade de fazer uma loucura e riu,,, minha mulher que já tinha bebido bastante falou ,estou com muita vontade de chupar esse pausao gostoso, e perguntou para o compadre, vocês não se importam?

Eles disseram claro que não fique a vontade que também ficaremos, nisso minha esposa entrou debaixo da mesa abriu meu zíper e começou a fazer uma gulosa maravilhosa, eu fiquei ali sentado olhando para a cara do meus compadres,, nisso miha comadre  também não resistiu e foi pra debaixo da mesa, nossa aquela cena era demais, eu e meu compadre sentados e as mulheres debaixo da mesa chupando nossos e escutamos alguns paus,derrepente pararam e escutamos alguns cochichos, uns baruhos debaixo da mesa,elas trocaram de lugar  agora minha esposa estava chupando o pau do meu compadre e a minha comadre o meu, aquilo nos deixou loucamente excitado , meu compadre disse,,nossa isso é demais ,vc também esta gostando,eu disse , com certaza sua mulher  sabe como chupar um pau também,,nisso rimos , ai elas levantaram..e  falaram, gostaram , dissemaosclalro que sim, agora é nossa vez,,fomos pra debaixo da mesa e começamos a chupar aquelas bucetas que já estavam bem molhadas,,troquei com meu compadree fui chupar a bceta da minha comadre,,que  delicia , elas se contorciam de tanto prazer.

Voltamos a nos sentar ainda excitadíssimos,rindo falamos que estava muito gostoso tudo aquilo, foi ai que minha comadre sugeriu da gente ir para o quarto deles terminar  aquele momento delicioso,,não hesitamos , nos levantamos e fomos em direção ao quarto, todos cedentos por sexo, chegando no quarto deitamos na cama,,eu já fui agarrando minha mulher e chupando os peitos dela que deixa ela superexctada,,meu compadre também encoxouminha comadre e foi alisando seus peitinhos,,,nisso ele viu eu trando a calça da minha esposa e ficou olhando aquela bunda linda e gostosa, nisso sua mulher percebeu e disse sem pudor, gostou amor, ele disse é muito bonita,,realmente era mesmo,minha esposa tem uma bunda deliciosa de se comer,,a de minha comadre já não é tao grande mais também apetitosa, nisso minha comadre disse ,,e ai compadre deixa ele dar uma pegadinha,,eu disse  claro , foi ai que trocamos de parceiros, ele pegou minha mulher e eu a dele,, nossa eu estava muito louco,,já cheguei chupando os biquinhos dos peita dela que eram enormes,,e meu pau já foi enfiando na buceta dela,demais,,quando olhei para minha mulher , meu compadre já estava enfiando o pau todinha na bundinha dela, aquela cena era demais,eu comendo minha comadre e minha mher dando pro meu compadre e tudo numa boa sem nenhum arrependimento,,,nisso minha esposa pediu pra chupar meu pau que estava com gosto da buceta da minha comadre,,aquilo foi demais,,,tirei meu pa da buceta da minha comadre e enfiei na boca da minha esposa,e meu compadre enfiando na bundinha dela,,demais,,depois trocamos, enfiei na bundinha da minha comdre,,e ela ficou chupando o pau dele,,demais,,,,já estávamos dodos pra gozar,foi ai que eu gozei muito  nos peitos da minha comadre,,,,e meu compadre ns peitos da minha mulher que chegou ate pegar na cara dela,,ficamos ali deitados  e exautos por algum tempo,,ate começar tudo de novo, e ainda com mais intensidade....

 

R$50,00 reais para chupar buceta virgem

OLÁ AMIGOS LEITORS, EU SOU ALEX E TENHO 43 ANOS, 21 DE CASADO. JÁ PUBLIQUEI AQUI AGUMAS EXPERIENCIAS MINHAS, GOSTARIA DE COMPARTILHAS COM VOCÊS MAIS ESSA QUE TEM ACONTECIDO NOS ULTIMOS DIAS.
COMO JÁ DISSE NOS OUTROS CONTOS, MINHA ESPOSA É MUITO RESERVADA E NÃO GOSTA DE MUITAS PRELIMINARES, COM ELA É SÓ PAPAI MAMÃE MESMO, ATÉ JÁ FIZEMOS AGUMAS COISINHAS A MAIS, MAS EU TENHO QUE INSISTIR MUITO PRA ISSO ACONTECER, ULTIMAMENTE TENHO DEIXADO COMO ELA QUER.

BOM VAMOS LÁ, Á UNS TRES MESES MINHA ESPOSA RESOLVEU PROUCURAR UMA MENINA PARA TRABALHAR LA EM CASA, COMO ELA TEM A LOJA DELA E TEM TRABALHADO MUITO, NÃO TEM TIDO TEMPO PARA OS SERVIÇOS DOMÉSTICOS. UMA CLINTE DELA INDICOU UMA MOÇA MUITO TRABALHADORA E DE CONFIANÇA.
A MOÇA COMEÇOU A TRABALHAR E POR UNS QUATRO DIAS EU AINDA NÃO À CONHECIA (INCOMPATIBILIDADE DE AGENDA), MINHA ESPOSA ESTAVA ADORANDO A MOÇA, MUITO LIMPA, CAPRICHOSA, ALEM DE COZINHAR MUITO BEM, MOÇA DE FAMÍLIA DO INTERIOR DA BAHIA.
NUM DETERMINADO DIA EU SAIRIA MAIS TARDE DE CASA E ELA CHEGA, MINHA ESPOSA ME APRESENTOU, AMOR ESSA É A RITA, QUANDO VÍ A MOÇA QUASE DESMAIO, LINDA DE MAIS, MORENINHA, BABELOS DE INDIA, CORPO DE MODELO, DISFARCEI MEU ESPANTO E A COMPLIMENTEI SEM MUITAS PALAVRAS.

PASSEI A SAIR MAIS TARDE DE CASA SÓ PARA VER A RITA CHEGAR, SEMPRE QUE POSSÍVEL QUANDO MINHA ESPOSA NÃO ESTAVA PRESENTE EU DAVA UMA OLHADA NELA DE CIMA EM BAIXO, FAZENDO QUESTÃO QUE ELA PERCEBESSE QUE EU A ESTAVA ADMIRANDO E CHEIO DE TESÃO.

O PAGAMENTO DELA FICOU POR CONTA DA MINHA ESPOSA, DEPOIS QUE ELA RECEBEU O PAGAMENTO EU DEI A ELA MAIS R$ 50,00 E PEDIR PRA ELA NÃO DIZER NADA PRA MINHA ESPOSA, POIS ERA UMA GRATIFICAÇÃO MINHA, ELA ADOROU E PASSAMOS A FICAR AMIGOS.
PASSEI A VIR EM CASA NO MEIO DO DIA COM UMA DESCULPA QUALQUER, A LOJA DA MINHA ESPOSA FICA PERTO DE CASA, PASSO PRIMEIRO NA LOJA PARA CONVERSARMOS UM POUCO E DEPOIS DIGO QUE VOU EM CASA PEGAR UM DOCUMENTO OU OUTRA COISA QUALQUER.
TODA QUARTA FEIRA EU SAIO MAIS CEDO DO TRABALHO E COSTUMO IR PARA CASA DESCANSAR UM POUCO, BOM AGORA EU TENHO UM MOTIVO A MAIS PARA FAZER ISSO, MEUS FILHOS ESTUDAM A TARDE E SÓ CHEGAM AS HS 17:00 MINHA ESPOSA ESTÁ NA LOJA E A RITINHA ESTÁ EM CASA, DELÍCIA!
NA PRIMEIRA QUARTA FEIRA JÁ COMECEI A CONVERSAR E FAZER UM MONTE DE PERGUNTAS, RITA TEM 19 ANOS É NOIVA DE UM RAPAZ DA IGREJA, ESTÃO PENSANDO EM SE CASAREM ATÉ O FINAL DESSE ANO, PASSOU A TRABALHAR PARA AJUDAR O NOIVO NA CONSTRUÇÃO DA HUMILDE CASA.

AS PERGUNTAS VÃO FICANDO MAIS ÍNTIMAS, ELA ME DIZ QUE É VIRGEM E QUE O NAMORADO À RESPEITA MUITO, FALO COM ELA DE VÁRIAS COISAS SOBRE SEXO E CONFESSO QUE SOU TARADO POR ELA, ELA SE ESPANTA MAS EU DIGO PARA FICAR TRANQUILA QUE EU NÃO VOU DESRESPEITA-LA.
NOSSA INTIMIDADE VAI ALMENTANDO, QUANDO ELA PASSA POR MIM FAÇO QUESTÃO QUE PERCEBA O VOLUME DENTRO DA MINHA CALÇA. PROMETO AJUDA-LA NA CONSTRUÇÃO DA CASA SE DEIXAR EU DAR UMA CHUPADA NELA, ELA RESISTE E DIZ QUE JÁ MAIS, POIS AMA MUITO O NOIVO.
EM OUTRA QUARTA FEIRA INSISTO E DIGO QUE ELA CASARÁ VIRGEM, PROMETO NÃO PASSAR DOS LIMETES, TOCO EM SEUS SEIOS ELA FINGE RESISTIR MAS ACABA DEIXANDO, ELA ESTÁ LAVANDO LOUÇA, EU CHEGO POR TRÁS E DOU UMA ENCOXADA E PEGO EM SEUS SEIOS DURINHOS.
ELA RESPIRA FUNDO E DIZ. PARA SEU ALEX!! NEM O MEU NOIVO NUNCA FEZ ISSO COMIGO! EU À DEIXO TIRO UMA NOTA DE R$ 50,00 E DOU PRA ELA. OLHO DENTRO DOS OLHOS DELAS E DIGO, VOCÊ PODE AJUDAR MAIS AO SEU NOIVO SE QUISER. SE DEIXAR EU TE DAR UMA CHUPADA EU POSSO TE DAR UMA NOTA DESSA A CADA VEZ
ELA PEGA NOTA E GUARDA, ME AGRADECE E DIZ QUE VAI PENSAR, FICO LOUCO SÓ DE PENSAR. A QUARTA FEIRA SEGUINTE LEVA UM ANO PRA CHEGAR!! QUE LOUCURA! MAS EMFIM CHEGA. CHEGO EM CASA E ELA ESTÁ NO TERRAÇO, LA É ROUBADA POIS OS VISINHOS PODEM VER.

CHAMO ELA PRA FAZER UM SUCO E ELA VEM, QUE LINDA QUE ELA ESTAVA! NUMA SAINHA JUSTA E BLUSA FININHA, TODA ARRUMADINHA, PERECE QUE ESTAVA ME ESPERANDO. ELA CHEGA NA COZINHA E VAI FAZER O SUCO DE MARACUJÁ, EU CHEGO POR TRAZ E DOU UMA ENCOXADA NELA.
E AÍ PENSOU NO ASSUNTO? HÁ, SEI LA! ACHO QUE ISSO NÃO TA MUITO CERTO! VEM CÁ VEM, LEVO ELA ATÉ O SOFÁ E FALO, VOCÊ NÃO É OBRIGADA A FAZER NADA QUE NÃO QUEIRA, VAMOS FAZER UMA VEZ SÓ, EU PROMETO QUE SE VOCÊ NÃO GOSTAR EU NÃO TOCO MAIS NO ASSUNTO.
ELA PENSA, PENSA, PENSA E DEPOIS DIZ, O SENHOR PROMETE NÃO ME FAZER MAL? CLARO! VOCÊ VAI CASAR VIRGEM, EU GARANTO. SE PEDIR PRA PARAR O SENHOR PARA? PARO, ENTÃO TA. VALE DIZER QUE NESSE HORÁRIO É SUPER TRANQUILO E FORA DE QUALQUER PERIGO DE UMA FLAGRA.

CHAMO ELA PARA O MEU QUARTO, ELA DEITA E EU VOU TIRANDO A SUA ROUPA BEM DEVAGAR SEMPRE COM MUITO CARINHO, NOSSA QUE PETINHOS MARAVILHOSOS! BEIJEI, MORDIR COM OS LÁBIOS E FUI DECENDO E TIRANDO O RESTO DA ROUPA, ELA ESTAVA COM UMA CALCINHA MINÚSCULA.
CERTAMENTE JÁ ESTAVA RESOLVIDA A FAZER AQUILO, FUI TIRANDO AQUELA PEÇINHA BEM DEVAGAR, QUE XANONHA LINDA! POUCOS PELOS QUE DELÍCIA DE GAROTA! ABRIR SUAS PERNAS E FUI BEIJANDO CENTÍMETRO POR CENTÍMETRO ATÉ CHEGAR EM SUA BUCETINHA VIRGEM, ELA MUITO TÍMIDA, EU CHEIO DE TESÃO.
QUANDO CHEGUEI LÁ FUI LAMBENDO BEM DEVAGAR, PAGAVA SEU CLITÓRIS COMOP SE FOSSE UMA LINGUA E CHUPAVA BEM GOSTOSO, ELA SE TORCIA TODA, QUANDO PERCEBIR QUE ELA ESTAVA PARA GOZAR ENCOSTEI A PONTA DO DEDO EM SEU ANUS SEM PENETRAR, SÓ MASSAGEANDO DE LEVE, ELA GOZOU.
PEDIR PRA ELA ME MASTURBAR MAS ELA NÃO ACEITOU, PEDIR QUE ELA FICASSE PELADINHA COMO ESTAVA EM QUANTO EU ME MASTURBAVA, QUANDO EU VÍ QUE IA GOZAR, CHEGUEI MAIS PERTO DELA E JOGUEI UM JATO DE PORRA EM SUA BARRIGUINHA, ELA SÓ APERTOU OS OLHOS E NÃO DISSE NADA.

NOS VESTIMOS E ELA VOLTOU AO SEU SERVIÇO, E DEI O QUE PROMETIR, UMA NOTA DE R$ 50,00. PERGUNTEI SE TINHA GOSTADO ELA NÃO DISSE NADA, PODEMOS FAZER NOVAMENTE NA PRÓXIMA QUARTA? VOU PENSAR. ENTENDIR COMO UM SIM. E NÃO FOI DIFERENTE. CHEGUEI E FOMOS DIRETO PRO QUARTO.
ISSO TEM ACONTECIDO TODA QUARTA FEIRA, ELA AGORA JÁ ME MARTURBA, ESTOU TENTANDO CONVENCE-LA PARA UM 69, ELA JÁ CHEGOU BEM PERTO, CREIO QUE VOU CONSEGUIR, NÃO QUERO FORÇA-LA A NADA. JÁ DISSE A ELA QUE DEPOIS QUE ELA CASAR PODEMOS IR UM POUQUINHO MAIS LONGE, ELA CALOU.
TENHO VIVIDO MOMENTOS MARAVILHOS COM ELA E CREIO VAMOS NOS TORNAR MANTES NO FUTURO, MAS ISSO EU CONTO DEPOIS.

SE VOCÊ É VIRGEM, TEM MAIS DE 18 ANOS E NUNCA LEVOU UMA CHUPADA BEM GOSTOSA , TEM VONTADE MAS TEM MEDO DE QUE O CARA TIRE SUA VIRGINDADE, FAÇA CONTATO COMIGO, PROMETO SÓ FAZER O QUE VOCÊ PERMITIR, SEM FORÇAR A BARRA. ME ADC PARA NOS CONHECERMOS MELHOR. SE VOCÊ QUISER AINDA PODE LEVAR R$ 50,00 rayketo@hotmail.com

 

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte III

Olhei para o relógio, 23:40hs, fui dormir confuso, cansado, descobririam tudo? minha cabeça iria estourar, confesso que estava mesmo ansioso para contar tudo a ela e pedir ajuda, como lidar com tudo isso, e principalmente, como lidar com tudo isso e mais a minha vontade de me entregar a ele, como eu deveria agir depois, será que descobririam no trabalho, ou sei lá o que.......fechei os olhos e apaguei .....tive um sono agitado, pesadelos...................................................

Hoje foi um dia horrível, acordei cansado, não conseguia me concentrar... o que eu mais queria era que o expediente terminasse e eu pudesse ir ao consultório da Bia. Era 17:00 recebi uma ligação do Paulo, ele me avisou que estava em NY, me deixou o telefone do hotel e mandou (ai ai me sinto mandada)... ele disse para eu ligar para dizer como foi a consulta com a Bia ou para qualquer coisa que eu precisasse, perguntou sobre o meu dia (não acreditava no que estava ouvindo, eu nunca fiz isso quando era homem.. era??? xiii), me sentia realizada com tanta atenção, que só me toquei que ainda estava no trabalho, quando entrou um colega na sala e disse "que risinho é esse? parece besta, catou alguma mina?" na hora me despedi com um beijo e disse que sim, era uma "mina" ... se ele soubesse que era uma "Mina de Homem" ... eu apanhava ali mesmo. Me deixou os relatórios de vendas e saiu, arrumei as minhas coisas, dei uma lida por cima nos relatórios, caramba ... essa empresa vendia muito ... olhei de novo os e-mails e desliguei o lap top. 18:05hs tchau e bença.

Saí e me dirigi ao consultório da Bia, não era longe, cheguei por volta das 18:50hs, uma moça me atendeu, pediu para eu aguardar numa ante-sala, a própria doutora faria minha ficha, ela comentou que eu era o último cliente, despediu-se da Bia pelo interfone e depois de mim e se foi. A recepção era pequena e modesta, uma mesinha e uma cadeira de visitas, a ante-sala tinha duas poltronas brancas, alguns quadros abstratos, era possível observar o movimento entre as duas salas, pois eram conjugadas, aguardei alguns minutos e então a porta da sala dela se abriu, acompanhou um rapaz até a porta, trocaram beijinhos e ele se foi. Ela se virou para mim, abriu os braços e veio em minha direção, recebi um caloroso abraço e 3 bitocas, ela estava com um conjunto, saia, blusa e casaco de cor marfim, maquiagem leve, cabelos presos em rabo, abriu um sorriso encantador e me guiou pela mão até sua sala. Sentei numa poltrona muito confortável, ela se sentou em frente a mim, numa outra poltrona, respondi algumas perguntas e ela anotou numa ficha, depois colocou-a num móvel ao lado, olhou bem para mim e perguntou se eu estava a vontade, se preferia diminuir a luz, ou recostar no divã, ou se me incomodava que ela ficasse me olhando de frente...... Eu respirei fundo, falei que não sabia o que estava sentindo...mas estava com vergonha, porque ela sabia que eu era gay ... não sabia o que dizer, o que ela pensava de mim, estava com vergonha de ela me achar um bichinha.... ela me interrompeu nesse momento e disse que não estava ali para julgar, mas para ajudar as pessoas a superarem suas dificuldades, ela trabalhava com homossexualismo há mais de 15 anos, especialmente por eu me tornar um querido amigo, ela se esforçaria em me ajudar....

Comecei a chorar, ela me incentivou a chorar e a desabafar, falar qualquer coisa, por para fora.... comecei a soluçar e a gaguejar porque eu? porque aconteceu comigo, nesta idade com 50 anos, porque virei viado, porque?????? ....Fui me acalmando aos poucos, ela falava suavemente, disse que não existia um porque? que o importante era eu compreender e aceitar minhas mudanças, sentir se essas mudanças me traziam prazer, eu sentia atração por esse homem? sim ou não? estava gostando de passar por essa experiência? e falamos e falamos, eu fui me soltando, entendendo algumas coisas, contei sobre o que eu havia lido na internet sobre esses assuntos, ela explicou com mais detalhes e me ensinou como me conhecer melhor, como analisar meus sentidos e impulsos, a situação era que eu apenas despertei para isso, mas esteve adormecido dentro de mim a vida toda........Ela explicou como os desejos se fixam na mente, como lidar com nossos medos, frustrações, me incentivava a por para fora tudo o que vinha na minha mente e falamos por duas horas., quando me dei conta da hora, pedi desculpas, mas ela disse que já esperava que a primeira vez fosse mais demorada, por isso marcou no horário final. Marcamos novamente, para a semana toda, até quinta-feira, ela queria saber mais sobre mim, sobre minha infância, meus pais, escolas, trabalhos, tudo para poder me ajudar, quando fui pagar, ela disse que o Paulo já tinha cuidado disso, fiquei sem graça, ela deu de ombros e brincou, fique tranquilo, você está passando por uma mudança brusca, isso vai passar, não deixe que pequenas coisas atrapalhem........

E assim nos vimos na terça, então falei tudo, das minhas vontades, sensações, contei tudinho o que aconteceu com o Paulo (menos descrever o sexo), contei que comecei a gostar de vestir calcinha e que raspei os pelos do peito, e que me incomodava os pelos das pernas e tudo mais, falei dos beijos, como me sentia, que as vezes me tratava no feminino e me sentia com raiva e ela foi anotando e comentando... jantamos juntas nesses dia, ela era alegre e descontraída, rimos muito juntas, mas nessa noite ele me ligou em casa, perguntou como estava indo e disse que iria demorar mais 3 semanas em NY, isso foi uma bomba ...... desmoronei ... nos despedimos e fui dormir, comecei a chorar e adormeci assim.

O dia foi péssimo, não via a hora de sair e me encontrar com a Bia, ele me recebeu e sem mais nem menos disse: ... você está péssimo!...

Desabei a chorar, e continuamos nossas conversas, contei minhas inseguranças, ela perguntou sobre o meu passado, acabei contando minhas outras experiências, ela ouvia tudo e comentava uma ou outra coisa, então depois da sessão, ela achou que seria melhor começarmos a ter sessões semanais, mas nestas primeiras semanas deveríamos nos ver duas vezes por semana, segundas e quartas, depois passaríamos para uma vez por semana, disse que eu ia passar por fases de altos e baixos, mas que não devia desistir, disse que desilusões fazem parte da vida, e depois do Paulo, haveria outro ou outros, mas o mais importante era que eu conseguisse me aceitar, mesmo que não conseguisse me revelar para o mundo exterior, eu deveria aprender a lidar com esse meu lado feminino, submisso, e viver um romance intenso do que não ter nenhum romance ...... aos poucos fui me refazendo e voltamos a conversar objetivamente, eu disse que não pensava em "virar" uma mulher, mas queria ser um homem mais delicado e que realmente me sentia atraído pelo Paulo e achava excitante ele me namorar ...... e eu queria fazer alguma coisa para agradar, ser "fêmea" para ele ......... estava ansiosa para "dar" para ele, mas queria que fosse especial, e lembrei que uma vez ele falou sobre ter um corpo lisinho, eu queria me depilar ... mas onde??? ... então ela prometeu me ajudar e disse que seria minha psicóloga, mas também queria ser minha amiga, queria um dia para sairmos juntas, um dia só nosso, e ela me ajudaria com algumas coisinhas e poderíamos ser amigas, confidentes e nos divertir muito, então elegemos a quinta-feira como "nosso dia".

Os dias foram passando, o Paulo me ligava todos os dias, perguntava como eu ia indo com a Bia, sobre o trabalho, o que eu fazia, contei a ele sobre nossa quinta, ele ficou feliz e perguntou o que fizemos, mas como eu disse que não podia falar, senti um pouquinho de decepção e ciúme (achei bárbaro), até vi a cara dele (como assim?? não pode me contar... mas que segredo o que?? não pode???? ahh...), ah ah ah, foi muito engraçado, como ele me ligava todo dia, uma vez ou outra perguntava de forma diferente, só prá ver se eu caía, ai ai, tava muito engraçado. Minhas crises foram diminuindo, e eu percebi que tinha um domínio muito bom, ninguém percebia mudança em mim, porque não existiam mudanças exteriores, Na quinta da segunda semana, já estávamos combinadas, íamos sair juntas, só que dessa vez ela disse que me pegaria no escritório, disse que não marcaria cliente no último horário e estaria lá às 18:00 em ponto, disse para eu esperar na rua, pois tínhamos meia hora para sair da av. Paulista e ir até a pompéia, pois tinha hora marcada. Esqueci de perguntar hora marcada prá que, pensei que fossemos sair, passear, beber, como na quinta anterior, eu pensava nisso quando ela encostou na calçada e abriu a porta para eu entrar, por um lado foi bom, várias pessoas me viram entrar no carro de uma mulher, inclusive o porteiro, comentei com ela, e ela respondeu que era isso que queria, pois isso afastava os curiosos e mal intencionados. Achei lindo ela ter pensado nisso, fomos conversando, ela contou algumas piadas, depois disse que hoje nosso programa seria totalmente de "meninas", eu perguntei, ué quinta passada não foi? Ela respondeu que não, pois tínhamos saído para passear, mas estávamos vestidos de forma diferente. Na hora gelei, pensei a maior besteira... Bia por favor, eu não vou me vestir de mulher e sair na rua com você, nunca.... ela me olhou, deu risada, mas você é muito boba, estou indo num salão de uma amiga, hoje é um dia de pouco movimento, ela reservou o salão superior só para nós, é que depois das 18:30, chegam algumas clientes, quero chegar antes para te preservar, mas vamos ser tratadas como princesas, eu e você............. ahhh tá, respondi! Mas também não quero pintar as unhas ..... vou fazer o que num salão???? .... ela me olhou, e disse: prá um homem moreno, você tá parecendo loira ...... calei a boca e fiquei pensando ..... fiquei mais tranquila quando lembrei da depilação... será??? me deu um friosinho, mas comecei a gostar da ideia.

Chegamos e subimos rapidamente, a amiga dela, a Cleide, nos levou até a parte superior, podíamos escolher um monte de coisas, pois iríamos ficar lá até as 10 da noite. O lugar era bem arrumado, duas macas, móveis com rodinhas, cheio de vidros, decoração bem leve, flores e plantas bem cuidadas, uma ante sala para trocar de roupa, banheiro, nooossa o banheiro era grande, com ofurô e chuveiro, podia escolher duas entre vários tipos de massagens, spa das mãos, spa dos pés, reflexologia, podologia, um monte de coisas....., então a Cleide voltou e apresentou a depiladora, a Greice, ( A Bia conhecia ela, era muito hábil, mas não muito delicada, disse que seria ótima para mim), eu ia fazer ofurô, para amaciar a pele, depilação da perna, virilha, hidratação e se desse tempo uma reflexologia, a Bia escolheu ofurô, massagem com pedras quentes, drenagem e massagem facial. Eu me sentia meio deslocado, será que elas sabiam que eu gay? acho que vou fala que sou ciclista... a Bia, lendo meus pensamentos, disse que a Greice atendia muitos casais ... principalmente casais gays.... aí ela veio falar comigo, disse que ela não tina preconceito, que achava que o importante era ser feliz, até porque sua filha era sapatão, e ela sabia dos sofrimentos que deveríamos sentir, perguntou se eu me ofenderia se ela me chamasse de menina, ela disse que assim não precisava decorar nomes de ninguém, todas eram meninas para ela, e ela tinha muitas meninas..... eu aceitei, então ela me deu um tapinha na bunda e mandou eu me trocar que ela iria preparar o ofurô e mandou eu voltar vestida com o roupão.

Estranhei no começo, pela primeira vez eu e a Bia nos vimos nús, ela era muito bonita, tinha seios grandes, barriguinha saliente e celulite aparente, mas fora isso, o corpão dela era lindo, ela tinha 1,70, cabelos compridos, acho que eram 65 kg, ela riu, chegou perto de mim e me deu um selinho, fiquei parado esperando, ela me olhou e disse .... tá esperando o que, pula nessa tina... eu pulei e perguntei porque ela me beijou e ficou nua na minha frente, ela podia ter se protegido com a toalha.... a resposta dela foi certeira e ligeira.... somos amigas, amigas mostram o corpo uma para outra, mas eu queria ver seu pipiu levantar ..... como ele não levantou ... significa que você não sente tesão por mim ..... é um grande passo para sermos amigas ...... íntimas, amigas íntimas....

Ficamos meia hora no ofurô, tava superquente, a Greice colocou um óleo, que amaciava a pele e evitava ressecamento, e para a Bia sais de relaxamento. Depois fomos para as macas de chão, ela foi receber a massagem (a menina chamava Lea), a Greice preparou a depilação, com cera quente, e começou da perna para as coxas, depois subiu para o bumbum, doeu bastante, principalmente na virilha, no bumbum foi sossegado, ela aparou meus pelinhos pubianos, desenhou um triangulo, bem pequeno, com o pinto enfiado no meio das pernas parecia uma xaninha, depois de quase duas horas eu estava todo lisinho, a sensação era muito gostosa, depois ela começou a hidratação e massagem ao mesmo tempo, entre uma atividade e outra serviram chá de camomila e biscoitinhos, a Greice era muito engraçada, simpaticíssima, rimos o tempo todo, então ela disse para voltarmos na próxima semana, para fazermos outras coisas. Eu me sentia tão bem, tão leve, eu nem estranhava nada, ficamos nos tratando de meninas o tempo todo e eu aceitei numa boa, a Bia disse que agora poderíamos sair e jantar, mas agora seríamos colegas, pois eu estaria vestido de sapo (pois é, aprendi essa também, quando as crossdressers não estão vestidas de menina, elas chamam de vestir as roupas de homem de "vestir-se de sapo").

Assim mais alguns dias se passaram, aprendi muitas coisas, me sentia bem, sabia que precisava me preocupar, não ia virar mulher e nem ser flagrado a qualquer momento, sabia que continuaria tendo aparência masculina, mas perto de um homem como Paulo, seria dominado e seria "fêmea" para ele, e estava gostando disso, compreendi melhor meus sentimentos, graças a ajuda da Bia, eu gostaria até de fazer terapia de vidas passadas, mas ela disse que era bobagem da minha cabeça, mas se eu quisesse mesmo, ela me ajudaria a encontrar alguém de confiança, a Bia me ajudou a comprar algumas roupas íntimas, para usar dentro de casa, li muito sobre o mundo crossdresser, conheci algumas inclusive, aprendi a me lavar antes do sexo anal, mas precisava ir devagar, me preparar para as coisas, foram tantas mudanças em 3 semanas, voltamos no salão da Cleide para outra sessão "menina", até hoje frequento lá, para cuidar de mim, é tão gostoso, agora entendo porque as mulheres precisam de lugares assim, o prazer de cuidar de seu corpo é muito grande.

3 semanas depois, o Paulo me avisou que voltaria para SP, foi numa quinta, conversamos bastante, eu sentia uma ansiedade tão grande, sentia "falta" dele, dos seus beijos, dos seus abraços, estava consciente de que ele me desejava, e depois de uma ausência dessas, ele ia me querer de qualquer jeito, me restava me preparar para isso, fisicamente eu estava como ele "disse" que gostava, bem lisinho, estava bem comigo mesmo, me olhava no espelho e via o mesmo Pedro, mas longe do espelho, me sentia a própria namorada, meu humor havia melhorado muito, a Bia me disse isso nesse mesmo dia quando jantávamos, então, pela primeira vez eu disse a ela uma frase que até hoje não esqueço, foi tão espontâneo que eu mesmo me surpreendi ..... Bia... meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea, ... ela ficou paralisada por um instante e soltou uma sonora gargalhada, ... " já encontrou boba!!! disse ela" .... entendi e rimos juntas, foi extasiante, foi relembrando tudo isso que me arrumei para dormir, agora passo creme hidratante todas as noites, durmo de calcinha e camisola, me sinto bem assim, adormeci pensando nele, ele chega nessa sexta, e teremos um fim de semana só nosso........

Nessa sexta, o dia passou tão devagar, que eu pensei que morreria de velhice antes de bater as 6 da tarde, noossa que horror, liguei para a Bia, conversamos alguns minutos, marcamos para quarta que vem, eu me sentia muito bem com ela, ela me ajudou bastante com estas mudanças, além do que sua amizade foi uma coisa maravilhosa, pois agora entendo o que é ter alguém para compartilhar as coisas, aprendi muito com ela, ela disse que eu estava muito bem e o Paulo ia gostar do que ia encontrar em mim. Ele me ligou, quase no fim de expediente, já estava no aeroporto, pediu que eu o esperasse naquele shopping, ele iria de táxi direto para lá me pegar e me ligava do caminho, disse que gostaria de jantar e passar a noite comigo, então achei melhor ele me buscar em casa, pois tinha algumas peças de roupa ... ele me interrompeu dizendo: não, vai prá casa não, eu quero te buscar daqui a pouco, está entendendo? compra tudo o que quiser nesse shopping me espere lá!!! entendeu!!! ... só me restou dizer um ... tá bom querido.... (ai ai, pensei comigo, preciso começar a me guiar por ele, quando vou aprender ...). Saí quase que imediatamente, fui ao Shopping Center 3, que fica pertinho, comprei praticamente as mesmas roupas que comprei com a Bia, duas calcinhas, uma branca e uma preta, duas camisolas, uma comprida rosa e uma mais curta preta, comprei um creme hidratante, seria bom ter algumas coisas na casa dele, pois percebia que ele me levaria para lá muitas vezes. Acho que não deu nem uma hora e ele me ligou, vinha de guarulhos, tinha trânsito na marginal tietê, disse que estava subindo a consolação e chegaria em 10 minutos, eu estava dentro de uma perfumaria, em frente a prateleira de maquiagem, com o pote de creme na mão, quando dei por mim, olhei para os lados, fiquei com vergonha de ter me distraído, era só o que faltava eu ficar sonhando em frente ao balcão de maquiagem, não podia dar bola fora, precisava ficar mais atento, mas a Bia iria me ajudar, eu queria experimentar alguma maquiagem ou batom, sei lá, alguma coisa....... paguei o creme e fui para a saída do shopping, ficaria fácil ele me ver do táxi.

Eu estava de olho em todos os táxis que passavam e alguns minutos depois um táxi grande, branco, foi parando em frente ao portão do shopping, fui até a calçada para enxergar melhor, a porta de trás se abriu e enxerguei ele ali dentro, corri para o táxi, para não demorar e não ser visto, ele pediu para o motorista ir em direção ao apto dele, nem bem me ajeitei, ele me abraçou e me beijou, com força, eu surpreso demorei a me desvencilhar, olhava prá ele de olho arregalado, fazendo sinal do motorista, ele entendeu e me tranquilizou, o motorista sabia que ele estava buscando uma "companhia", fiquei pasmo, mas ele disse, que motoristas, balconistas, atendentes, conhecem tantos rostos diariamente, que são indiferentes e depois, nesta região da cidade, há muitos "tipos de casais", que essas pessoas não estranhavam mais, ... isso me deixou pensativo...... ele perguntou como foi o meu dia, minha semana, tive que contar tudo o que eu já havia falado ao telefone e mais um pouco, ele se interessava por tudo, falei do salão, das comprinhas com a Bia, falei que tinha gostado de usar e que estava lisinho, e queria mostrar a ele, fiz para agradá-lo, ele me beijava a todo instante, ficamos abraçados o tempo todo, quando chegamos ele se endireitou, pediu ao motorista para dobrar a esquina, no lado contrário ao ponto de táxi da rua debaixo, e descemos alguns metros caminhando, entramos pela portaria, normalmente.

Chegando lá, fomos direto tomar banho, ele me despia com naturalidade, parecia estar acostumado e confiante, entramos juntos no banho, a água bem quente me relaxava, e ele me laçava e me beijava o tempo todo, depois de termos nos lavado um ao outro, ele não cansava de elogiar minha bunda lisinha, e gostou do desenho dos meus pelinhos, ambos estávamos com os pintos bem duros, então ele forçou suavemente meu corpo para baixo, não resisti e me deixei guiar, quando estava de joelhos, ele me ofereceu seu pinto, limpinho e cheiroso para chupar, e dessa vez não esperei ser mandado, chupei carinhosamente, e não demorou muito para ele gozar em minha boca, ainda não consigo engolir toda aquela quantidade de porra, que escorreu pelos meus lábios, mas um pouquinho acabei engolindo, e senti o gosto também, um pouco salgado, ele me puxou e me beijou, acho que ele também sentiu o gosto da própria porra ... eu estava muito excitado ... ele percebeu ... e fez uma coisa que eu achei que ele não faria, ele me chupou, eu gozei muito rápido, mas em menos quantidade, mas ele não cuspiu, engoliu um pouco e subiu e me beijou, me fez engolir minha própria porra, estávamos quites, ele disse que não tinha nojo de mim, e quando eu me acostumasse eu engoliria a porra dele, é só água e sais minerais, sai pela urina. Ficamos mais um pouco lá, na água quente, abraçados, satisfeitos, ele brincava de me encoxar e não parava de mexer na minha bunda, então disse para sairmos e nos trocar, pois íamos jantar fora com amigos ... ele estava de costas, não viu minha cara de decepção, pensei comigo ...(poxa!!?! pensei que seríamos só nós dois...) perguntei quem eram .... ele me olhou e abriu um sorrisinho bem safado e disse assim .... são alguns amigos, quero apresentar minha "namorada" ..... xiiii pensei (lá vem, quem será? porque ele disse namorada?1??) ... me distrai com a roupa, eu passei creme no corpo todo, me sentia bem cheirosa, resolvi por uma calcinha, vesti a mesma calça, uma camisa branca (era dele, e parecia bem maior, fui vendo que apesar de termos quase a mesma altura, ele é encorpado, peitos bem largos e grandes, barriga de chopp, ele é bem grandão, eu sou alto, mas sou magro), a calcinha não incomodava e não dava para perceber, pois a minha calça era um pouco larga, estava me olhando no espelho fazia alguns minutos, quando notei ele pronto, de braços cruzados me olhando ... corei ...peguei a carteira enfiei no bolso e saí andando, descemos até o sub-solo, ninguém nos viu, o beijo durou 5 andares, muito bom, pegamos o carro e saímos.

Enquanto esperava o portão da garagem abrir, alguém ligou, ele disse assim: ... já chegaram? então reserva uma mesa, num canto tranquilo, fomos para um restaurante bem grande, cheio de ambientes diferentes, parecia uma ... uma chácara... isso ... parecia mesmo, fomos andando até o fundo, eu olhava ao meu redor, admirando tudo aquilo, é o pessoal dali sabia fazer as coisas, longe da algazarra das mesas principais, ficamos numa mesa redonda, perto de um jardim, abrigados por algumas árvores e palmeiras, o chão de pedrinhas não deixaria sujar os sapatos de terra, muito interessante, então quem eu encontro!!!!!??? a Bia e um amigo, o Mauro, e o Jorge e o Ricardo, ele me apresentou como namorada e a Bia foi a primeira a me beijar e sussurrar no meu ouvido como eu estava ótima e já tinha um nome prá me batizar na turma, o Jorge e o Ricardo me beijaram e o Ricardo disse que estava torcendo para o Paulo me "pegar", e o Mauro era um professor da EPM. Foi uma noite alegre, rimos demais, o Rick (agora é íntimo) falou para sairmos juntos qualquer dia, disse que me levaria a alguns lugares que podemos frequentar sem sermos incomodados, aceitei claro, me chamou para ir ao banheiro, trocamos algumas confidências, ele perguntou se eu já tinha chegado aos "finalmentes" e respondi que seria hoje ... ele disse que estava torcendo por mim ... ahhh não é uma gracinha??? ele disse também, para eu beber pouco, evitar pimenta e condimentos, e quando eu falei que já sabia como me lavar e preparar, ele deu uma risadinha safada dizendo ... aiai passou a semana estudando né???? rimos muito mesmo ..... Não ficamos até tarde, ele queria mesmo era me apresentar e mostrar sua conquista, todos me tratavam muito bem, principalmente o Rick e a Bia.

Nessa noite, chegamos em casa quase à meia noite, eu tinha bebido pouco, mas estava radiante, feliz, desinibida, e não queria perder o controle ou cair de sono, queria curtir cada momento, cada minuto, cada centímetro dele .....

 

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte II

Foi uma delicia de café da manhã, rimos muito e ele prometeu me ajudar, perguntou se gostaria de fazer uma sessão com uma psicóloga, amiga dele de muitos anos, pensei na Bia claro e meus pensamentos voaram..................................................................

O tempo todo ele foi muito gentil, o tempo todo, eu me sentia estranho, diferente, não sabia como agir, queria ser delicada, quer dizer delicado, quer dizer, não sei, achava que tinha que ter um comportamento feminino, não sabia o que dizer, não sabia o que fazer, comecei a chorar de novo, ele me chamou e sentei no seu colo, procurou me acalmar e contei tudo o que eu estava sentindo, ele me olhou surpreso, parou um pouco ... respirou fundo ... e disse, calma, calma, quando eu disse minha femea, estava dizendo que eu sou o macho, e vou namorar você, vou ser seu homem, mas não quis dizer que você iria virar mulher. Eu sou gay, gosto de homem, é claro que prefiro homens delicados, submissos, mas não procuro uma mulher. Mas tenha calma, vamos marcar uma consulta com a Bia, se você se sentir mais a vontade, eu deixo você lá e busco depois.

Me acalmei, conversamos sobre o trabalho, como me comportar e disse que ficaria uns dias fora, isso ajudaria a me preparar melhor no trabalho, tomamos banho, nos vestimos e ele me deixou no trabalho para pegar meu carro e foi embora. No caminho de casa, fui repassando mentalmente as ultimas 24 horas, estava feliz, ansiosos, mas não sabia se estva arrependido, deixei de ser homem em um dia. Comecei a ter uma crise de culpa, perdi ou não minha masculinidade, estava com raiva de mim mesmo, comecei a chorar, fiquei com mais raiva, porque num dia já chorei 3 vezes, antes eu nem chorava, que merda!!! Meu pensamento começou a voar, será que as pessoas vão perceber, será que vão me chamar de viadinho.... era sábado... não sabia o que fazer... não tinha com quem conversar ... fui prá casa, cheguei e fui direto dormir estava muito cansado.... tirei a roupa e fui vestir a camiseta rosa e a calcinha.... mas que droga!!!! ... eu estava em minha casa procurando uma calcinha... puxa vida!! que coisa... não estava aguentando... queria tanto falar com alguém ... mas quem.... foi pensando nisso que adormeci.....

Quando acordei, estava com fome, olhei o relógio, eram seis da tarde, fui fazer um lanche, estava comendo quando toca o telefone, olhei para o telefone, pensei, nossa, nunca toca, quem seria.... era o Paulo. Estava tão abobalhado, que falei assim... "Oi Paulo, tudo bom, e aí que aconteceu, algum problema?" ... Ele respondeu assim ... "Você bebeu? como assim algum problema, vou passar por aí e te levar para passear, esqueceu que sou seu namorado? Quanto tempo precisa para se arrumar?" ... gaguejei..não ... imagina... eu estava distraída, quer dizer distraído... e pedi para ele me pegar as 8.

Saí correndo para o banheiro, fiz a barba, até o meu rosto ficar bem lisinho, raspei o peito, a barriga, e raspei debaixo do braço debaixo do chuveiro, como eu tinha visto tantas mulheres fazer... olhava minhas pernas e ve-las peludas me deixava mal, não sei porque, queria ficar lisinho para o Paulo, olhei bem no meu rosto, pensei ,,, o que está me acontecendo... fui procurar um creme hidratante, mas eu só tinha creme para o rosto, já usava há muito tempo, foi esse mesmo, usei no corpo todo, depois o desodorante, pensei comigo mesmo ... vou pedir para a Bia me ajudar a comprar um mais feminino, pelo menos para usar de fim de semana ... coloquei calça e camisa pretas, sempre me achei lindo de preto, nem vi a hora passar, pensei que tinha me arrumado em 15 minutos.... o telefone tocou ... era ele ... olhei o relógio.... eram 19:50 hs ... nossa jáaaa....

Falei prá ele subir, era no 5º andar, ele estaria aqui em 5 minutos, tudo o que eu tinha era muito masculino, comecei a procurar coisas menos masculinas.... eu não me conformava, bastava me distrair para me comportar estranhamente, eu parecia querer ser um viadinho, parecia gostar de agradar outro homem, ... meu homem... minha nossa ... que esquisito ... será que quero ser fêmea de alguém ... fêmea do Paulo... eu parecia estar gostando... então quando voltava a realidade me condenava.... não estava nada bem ... nada bem...
tocou a campainha.. me assustei e comecei a suar frio... fui abrir a porta ...ele entrou disse que eu estava lindo e fechou a porta atrás dele ... veio em minha direção ... eu estava paralisado ... ele veio vindo e me abraçou, me beijou e eu acariciei seus cabelos e me entreguei totalmente .... ele me apertou com mais força até eu gemer ... me soltou e eu suspirei ... ele riu dizendo ... tá aprendendo hem...... saímos.

Fomos direto ao subsolo, no elevador ficamos de mãos dadas, só percebi quando a porta do elevador se abriu, entramos no seu carro, era um corolla preto, bonito, perguntei aonde íamos, ele falou, cinema e jantar, o que acha? Eu adorei, enquanto ele dirigia alisava minhas pernas e minha mão estava sobre a dele, mão quente, quente e forte. Quando reparei estávamos em frente ao prédio onde ele morava, olhei sem entender, ele disse ... vamos de táxi... quero beber um pouco. Deixamos o carro lá e fomo a esquina e pegamos um táxi. Queria fazer o possível para ser afeminado sem parecer uma caricatura, estava me sentindo perdida, outra coisa que me incomodava, vira e mexe eu falava ou pensava em mim no feminino, quando ele percebia ele ria ... eu ficava vermelho, um misto de vergonha e raiva, ele falou que havia ligado para a Bia e "contado" sobre nós.... tirou do bolso e me estendeu um cartão com o fone dela, dizendo que ela me esperaria na segunda-feira, após as 19:00, que eu deveria ir sozinho na primeira vez e depois, talvez fossemos juntos um outro dia. Ficamos pensativos e em silencio por alguns minutos, quando voltei a mim, eu estava segurando sua mão, será que o taxista percebia? ... pensei ... ele sorria, todas as vezes que me olhava ele sorria, isso me deixava encabulado, já comecei a perceber que ele estava no controle, fomos ao cinema, na Av. Paulista, no center 3, assistimos o gato de botas (sim, aquele do Shrek), nos beijamos muitas vezes, o gatinho era uma gracinha, ficamos de mãos dadas o tempo todo, eu estava achando lindo, tudo lindo, ele me chamou de "menina" duas vezes, comprou pipoca, saímos do cinema e fomos jantar, num restaurante numa travessa da rua augusta. Ele nem disfarçou, entramos de mãos dadas, eu corei de vergonha, quando entramos e o recepcionista nos desejou boa noite, nem olhei, mas depois quando estávamos a mesa, percebi que todos os casais eram ..... só casais de homens... não havia uma mulher sequer no ambiente, percebi que alguns homens eram "muito" afeminados, pelos trejeitos ou pelas vozes, tudo era muito estranho para mim, o Paulo chamou o garçom, pediu uma cerveja e uma caipirinha para ele e um suco de melancia para mim, perguntou o que eu queria comer, eu não sabia o que escolher, pedi um filet e fritas, ele pediu filet a milanesa e polenta.

Conversamos animadamente enquanto os pratos não vinham, então passei pela minha prova em público, ele se aproximou de mim, pensei que ele ia cochichar no meu ouvido, mas ele me deu outro beijo, morri de vergonha e baixei a cabeça, quando reparei, que ninguém prestava atenção em nós porque ...... porque todos estavam se beijando. O Paulo riu, e disse para eu não me preocupar, naquele lugar ninguém nos conhecia e ninguém se interessava pela nossa vida, eu fui relaxando aos poucos, ele bebericava a caipirinha e me oferecia, eu bebi bastante, pois pedimos outra... enfim os pratos chegaram ... falamos de nossas famílias, a família dele era do sul, não tinha parentes em SP e isso o deixava bem tranquilo, falei da minha, dos meus medos, tudo que passava em minha cabeça, ele achava isso normal, me contou que teve outros relacionamentos com homens, e isso acontecia as vezes. Falou que a Bia trabalhava com homossexualidade a muito tempo e iria me ajudar a superar isso. Terminamos o jantar e ele pediu um licor, sambuca e eu quis experimentar, muito gostoso mas muito forte, eu estava cansado, queria ir dormir, minha cabeça estava a mil, a essa altura já tínhamos nos beijado dezenas de vezes. Ele me olhou e me convidou para dormir com ele de novo, imediatamente me pus em alerta, falei que não me sentia preparado, eu sabia que ele queria me comer, não conseguia me ver sendo penetrado, estava com medo, .... ok confesso que queria ... mas tinha medo... não era a mesma coisa que antigamente..... ele tentou me acalmar ... dizendo que isso aconteceria normalmente, pois eu me entregaria quando estivesse pronto.... me beijou e puxou minha mão para seu colo, desde o beijo no cinema até agora, seu pinto já tinha ficado duro umas dez vezes. Aceitei dormir com ele, estava difícil dizer não, eu queria mas estava com medo, o jeito era deixar a vida seguir.... saímos e pegamos um táxi, no táxi fiquei com a mão em seu pinto o tempo todo, graças ao blazer dele, o motorista não via o que eu fazia, meia hora depois estávamos no seu apartamento.

Desta vez ele me tratava como fêmea mesmo, eu procurei ficar no meu papel, ele me trouxe outra calcinha, agora uma branca e dessa vez nem precisou disfarçar com um camisão, era uma camisola curta mesmo, branca, com babados e com desenhos azuis. Ele notou que eu raspara o peito, e perguntou se eu me sentia bem, disse que sim, então ele disse que gostava de homem lisinho, e que se eu quisesse ele arranjaria para eu depilar as pernas, eu disse que sim, que me sentiria melhor, porque aqueles pelos me incomodavam, deitamos juntos e ele me beijou, com força, apertou até eu dar um gemidinho, ele sorriu, e levou minhas mãos para o seu pinto, que estava super duro... Ahh! Paulo!!! eu disse, estou sem graça ... ele apagou as luzes e me disse que não poderia dormir daquele jeito, que iria me "ensinar" delicadamente o meu papel ... mas eu devia aprender logo ... ele me puxou para perto dele, foi me beijando, me apertando, eu sentia seu pinto em minhas pernas, e novamente levou minhas mãos até seu pinto e disse, vamos faça alguma coisa, faça o que fazia no seu, então eu envolvi seu pinto com minha mão e comecei a masturbá-lo, devagar, carinhosamente, ele foi ficando mais duro, mais duro, então ele me soltou, ficou recostado na cabeceira da cama, e falou para eu ser uma boa menininha e lhe dar uns beijinhos para ajudar a mão .... e foi me levando, me dirigindo, me forçando, quando dei por mim, eu já estava com meu rosto encostado em seu pinto, duro, vermelho, e parecia bem grande agora, escutei ele dizendo, parecia estar mandando! .... chupe, agora, e bem devagar .... senti sua mão segurando minha nuca, não pude retroceder, ele me forçava e dizia ... chupe, lindinha, chupe.... chupe que seu macho quer você ...chupe ... me mostra como é sua boquinha quentinha .....feche os olhos ... você consegue .... eu já estava chupando, o pinto era bem grande, grosso, senti o gosto da babinha, e quando comecei a colocar aquele pinto quente em minha boca, agasalhar em minha boca com cada vez mais vontade, fazia um movimento ritmado e sentia que ele entrava quase pela metade, eu ía e vinha, sentia aquele gosto, parecia salgado, ele ejaculou em minha boca, bem no momento em que eu tentava enfiar um pouco mais, recebi os primeiros jatos na garganta, não pude evitar, engoli sem querer, senti um pouco de nojo, senti o gosto mais forte, do semem, cuspi enquanto ele ejaculava mais ainda, escorreu para o lençol, para seus pelos, sua barriga, estava tudo lambuzado, ele esfregou meu rosto em sua barriga, me fazia lamber, estava me forçando, me lembrava o tempo todo que era meu macho, eu me sentia desnorteado, envergonhado, eu queria sair dali, mas ele me segurou, me fazia lamber, e esfregava seu pinto em meu rosto, me mostrava que eu era a fêmea dele, e por fim, me puxou para junto dele e me beijou, profundamente, um beijo quente, forte, profundo, me deixando mole, senti suas mãos em minhas coxas, percebi que tinha gozado, sem perceber, ele passou a mão em minha perna, recolheu o meu semem e passou no meu rosto, me encarava enquanto fazia isso, no escuro eu encontrava o brilho do seu olhar, ele me beijou mais um pouco, lambeu meu rosto e disse .... vamos tomar um banho.....

Foi nosso primeiro banho juntos, e para mim a primeira vez que tomava banho com outro homem, das outras vezes eu sempre tomei banho só, estava sendo uma experiência diferente, ele me ensaboou todinho, passava suas mãos vigorosas em minhas costas, eu estava gostando, ele lavou meu bumbum e meu pipiu (que começou a ficar durinho), me virou de frente e me beijou, foi muito gostoso, ele passou a mão em meu peito e depois no rosto e me beijou de novo, então foi a minha vez, também passei a buchinha em suas costas, depois lavei seu bumbum, lavei seu pinto com as duas mãos, era grosso e estava meio duro, mas ele falou que logo o banho nos relaxaria e dormiríamos em paz, ele não parecia querer me humilhar, percebi que ele estava esperando eu me sentir pronta, quer dizer pronto ... me peguei pensando no feminino, não consigo entender, até parece que eu queria ser "uma femea" só para ele gostar, estava sendo beijado e abri os olhos, ele estava me olhando, ficamos nos olhando ... ele sorriu e disse calma que você vai conseguir ... fiquei de boca aberta ... parece que ele sabia o que eu pensava..............

Nos enxugamos, nos vestimos e fomos dormir, ele me abraçou, falamos um pouquinho, e eu adormeci, recostada no ombro dele, ele tinha um cheiro gostoso, sonhei com coisas extravagantes, que eu fiz um tratamento e operações para ser um transexual, e ter uma aparência de mulher, plásticas, hormônios, implantes, perucas, nunca tinha pensado nessas coisas. Acordamos quase ao meio dia, eu precisava ir almoçar com meus pais, afinal era domingo, fui me trocar e ele fez apenas um cafezinho, nos despedimos, dele disse para eu não faltar com a Bia, dele viajaria hoje a noite e voltava na quinta, eu disse que sim, que estava ansiosa, quer dizer ansioso para falar com ela, nos beijamos e saí.

Nunca me senti tão mal com meus pais, o tempo todo me policiando pensando se eles iam descobrir alguma coisa, pensei no Paulo o tempo todo, minha mãe notou a minha preocupação, mas acreditou ser problemas de "trabalho" pois segunda-feira eu tinha muitos problemas para resolver, após o almoço, fiquei mais pouco conversando e logo depois disse que ia sair com uma "conhecida" para ir ao cinema .... foi assim que me livrei deles ... que pena .... fazia tempo que não os visitava .... mas eu estava tão incomodado que pensei que ia explodir.

Fui para casa pensar em tudo, ora me sentia bem ora me sentia mal, as vezes sentia raiva de mim mesmo, bastou apenas um dia para um homem me transformar numa femea, para sua força e erotismo me dominarem, minha masculinidade estava muito abalada, eu não entendia como isso podia aflorar tão rápido dentro de mim, e como eu aceitava me entregar e ser tão submisso junto dele. Estava tudo diferente, ele me dominava, eu iria me entregar a qualquer momento, e não seria troca-troca, ele iria me penetrar e consumar sua masculinidade sobre mim, e eu seria sua fêmea sempre, pelo menos enquanto estivéssemos juntos, eu senti muito prazer usando calcinha e camisola, e já sabia alguma coisa sobre esses desejos, liguei o computador e entrei em vários sites sobre gays, crossdresser, lésbicas, e fui lendo, lendo, é difícil acreditar, mas eu me encaixava em grande parte das coisas que lia, lembrei das palavras dele .....
"você é gay, e é gay passivo, você perto de homem deixa de ser homem, entendeu? Sua masculinidade se desfaz se outro homem chega perto e te domina. Ponha isso na sua cabeça, perto de outro macho, você se amedronta e se entrega como uma fêmea"......"Eu sou gay, gosto de homem, é claro que prefiro homens delicados, submissos, mas não procuro uma mulher".........

Olhei para o relógio, 23:40hs, fui dormir confuso, cansado, descobririam tudo? minha cabeça iria estourar, confesso que estava mesmo ansioso para contar tudo a ela e pedir ajuda, como lidar com tudo isso, e principalmente, como lidar com tudo isso e mais a minha vontade de me entregar a ele, como eu deveria agir depois, será que descobririam no trabalho, ou sei lá o que.......fechei os olhos e apaguei .....tive um sono agitado, pesadelos....................................................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte I

Tenho 50 anos, estou separado há algum tempo, depois de 20 anos de casamento, no final nossa libido esfriou tanto que parecíamos irmãos, aliás essa era a queixa frequente dela, mas a verdade é que eu não sentia atração por ela, e aos poucos deixei de olhar para outras mulheres também, me sentia frustrado e desiludido. Cheguei a ter algumas experiências com homens e travestis, nada muito excitante, mas o suficiente para me deixar indeciso sobre minha preferência. Hoje eu toco minha vida entre o trabalho e as leituras, visitas a livrarias e sebos da cidade. Engraçado como sobra tempo quando vivemos sós. Trabalho como contador e foi num cliente que conheci o Paulo.

Paulo é advogado e professor, solteiro, 55 anos, alto, corpulento, adora chopp, ele divide um escritório com um sócio na Av. Paulista e nessa época ele foi prestar assessoria tributária para a empresa onde eu também prestava serviços. Ele é muito simpático, extrovertido, confiante, daquelas pessoas que fazem amizade com facilidade e justamento por isso eu simpatizei com ele desde o primeiro instante, pois sou muito tímido e tenho dificuldades em fazer novas amizades. Numas das reuniões com a diretoria, ficou decidido que eu deveria trabalhar diretamente com o Paulo, devido aos meus conhecimentos com ICMS e ele com conhecimento de créditos tributários judiciais.

Trabalhávamos juntos há algumas semanas e todas as sextas-feiras íamos tomar um chopp em alguns dos bares ali próximos. Ele era muito falante, gostava de qualquer assunto, e se interessava pela minha vida, perguntava como eu me sentia depois de tanto tempo casado e agora vivia só, ele não escondia que era liberal, disse já ter tido relacionamentos com mulheres e até rapazes, mas no momento não tinha ninguém fixo, pois estava numa maré de solidão. Acabei contando coisas do meu casamento e que eu não tinha atividade sexual há algum tempo. Nessa sexta ele me convidou para ir numa balada, tomar alguns drinks e se divertir, sair da rotina e jogar conversa fora. Falou que encontraria alguns amigos por lá e que seria bom eu fazer novas amizades, pois era muito fechado eu poderia deixar o meu carro na empresa e iríamos com o dele.

Fomos até lá, era uma boate gay perto da Pompéia, mas tinha tantos casais heteros, só de meninas e só meninos, que eu acabei acostumando com o movimento, seus amigos nos esperam numa mesa para seis pessoas, perto da pista de dança, a musica não era boa, sabe essas musicas com batida irritante e repetitiva, que os jovens adoram?. Bom, conheci todos eles o casal Jorge e Ricardo eram arquitetos, a Bia era uma psicóloga, o Daniel gerente de um Banco ali perto. Conversamos muito, demos muitas risadas e bebemos muito também. Como o Jorge e o Ricardo estavam naquele fogo de inicio de namoro, os demais estavam mais para a paquera, todos, exceto eu, saíram para dançar, pelo menos uma vez, vira e mexe alguém convidava a Bia para dançar e o Paulo e o Daniel frequentemente iam azarar as mulheres na pista, lá pelas duas da madrugada, estavam todos dançando uma musica lenta, que não lembro direito qual era, notei que o Paulo estava dançando com um homem (apesar de saber de sua liberalidade, não me senti bem) que aparentava estar próximo dos 50 anos, o Daniel com uma mulher loira que acabei não conhecendo, e a Bia dançava com o Jorge. Ficamos na mesa eu e o Ricardo, todos nós já tínhamos bebido o suficiente para para ficar mais que alegre, menos a Bia e o Ricardo, que não bebem, então ele me contou sobre seu trabalho, como conheceu o Jorge, como se apaixonaram, sobre sua condição de homossexual (entendi que ele era passivo na relação), pois elogiava atitudes masculinas do Jorge (por ele ser sério, autoritário etc etc) e além disso, o Jorge era bem mais velho (uns 10 a 12 anos), e isso o atraía muito e também lhe passava certa segurança. Aos poucos fui notando sua delicadeza, coisa que pareceria despercebida num outro ambiente e ele parecia feliz, realizado até.

Então, ele me fez uma pergunta, direta e tão espontânea, que pela minha surpresa e indecisão, falaram mais que minha resposta. Ele me perguntou se o Paulo estava me paquerando, eu neguei firmemente, mas ele não pareceu convencido, e passou a me falar um pouco de todos, quanto tempo se conheciam, que eram amigos há muito tempo, e nesse meio (por ele ser homossexual) as amizades eram poucas e os relacionamentos idem, porque em certos lugares não havia como se comportar naturalmente. A maior queixa deles e acho que da maioria dos gays ainda não assumidos era essa, ter que se comportar de um jeito em certos lugares (as vezes na maioria dos lugares) e sobrar pouco tempo para ser o que realmente é. Ele falou com tristeza sobre as reuniões de familia, pois quase nunca estavam juntos, as vezes ele se sentia tão enamorado, com vontade de beijar o Jorge, mas como fazer isso dentro da empresa (complicado né?). É nessa hora que fui entendendo como é difícil para esse grupo de pessoas suportar ter uma vida dividida, as cobranças familiares e todos esses problemas que assistimos na TV ou lemos nos jornais, realmente não é fácil e talvez por enxergar um pouco de angustia nesse rapaz, enquanto ele discorria sobre esse mundo, seus sentimentos, as dificuldades, o medo que existia dentro dele e dentro de todos, então passei a olhar esse rapaz com outros olhos, e senti uma misto de admiração e pena, pois acho que ele se sentiria muito feliz e realizado se já tivesse ousado se expor e assumido de vez essa condição. É muito fácil falar da vida dos outros, se eu fosse você faria isto, se eu fosse você faria aquilo, mas enfrentar a realidade com todas as suas dificuldades não é para qualquer pessoa, seja ela homem, mulher, gay, rico ou pobre, branco ou preto, seja o que for, falta coragem para muita gente e aí percebi, que eu ainda tinha muito a evoluir, pois coragem também é uma coisa que me falta......

O Jorge trouxe a Bia para a mesa e levou o Ricardo, pela insistência dela contei o que estávamos conversando, ela queria saber minha opinião sobre tudo isso, sobre os gays, principalmente, eu disse que não me incomodava mais como no passado, e quando conhecia de perto uma história como a do Ricardo, ficava triste, pois só nessa hora compreendemos o quão difícil é para essas pessoas. "Essas pessoas" disse ela, você ainda faz um certo tipo de separação, pequena mas faz, o que você realmente sente, nojo? repulsa? perguntou ela. Respondi que não, que como não tinha amigos com essa preferência, nunca tinha me sentido "tão próximo" desses sentimentos, mas respeito a opinião de todos, e acho que todos devem procurar o melhor caminho para suas vidas. Ela olhou firmemente em meus olhos, e enquanto me encarava perguntou se eu havia sido beijado por um homem, ia abrir a boca para falar não, então ela me beijou, tentei corresponder, mas ela percebeu, foi um beijo de surpresa, mas morno, ela procurou minha língua mas eu estava retraído. Ela me olhou e disse acho que você nunca foi beijado por um homem, (nesse momento pensei, ela errou, eu já beijei, travestis e alguns rapazes), pois você não sabe a diferença. Jorge e Ricardo voltaram a mesa e perguntaram se íamos iniciar uma paquera, eu fiquei vermelho, senti meu rosto em fogo e gaguejei, foi só uma brincadeirinha, mas ela riu gostosamente, e falou que eu não correspondi, talvez por ela não ser meu tipo. Qual o seu tipo, se apressou a perguntar o Ricardo, eu não sabia o que responder, tentei explicar que não sabia, que não tinha um tipo, que essas coisas deviam acontecer, que deveria acontecer uma "química" ou "rolar uma centelha", estava nessa enrolação, quando o Paulo voltou a mesa.

Após se inteirar da conversa, o Paulo disse que essa química que acontece entre homem e mulher, também acontece entre mulheres e entre homens, todos concordaram e eu parecia não acreditar, pois estavam todos me olhando, então o Jorge disse, eu namorei alguns rapazes antes do Ricardo, mas quando o beijei pela primeira vez, senti uma descarga elétrica dentro de mim, então pensei, vou ganhar este garoto! O Daniel volta para a mesa e ao se inteirar do papo, opina que a atração, entre sexos diferentes ou não, é que manda, inclusive ele falou que todos os homens e mulheres são homossexuais, só que alguns acabam se atraindo pelo sexo oposto, e que a homossexualidade esfria. Outros acabam se atraindo pelo mesmo sexo e a heterossexualidade esfria. A Bia disse que faria um teste, que beijaria todos de igual forma, e revelaria suas sensações para julgamento de todos. Começou beijando o Jorge, Ricardo, Daniel, Paulo e eu. Depois disse, que os beijos do Rick e meu, foram os mais mornos, coisa de irmãozinho. Os beijos do Jorge e do Paulo foram no dizer dela "burocráticos", menos excitantes (tipo beijo técnico de novela) e o melhor beijo foi o do Daniel. Todos brindamos a ele, ele agradeceu, e disse que um outro candidato deveria agora fazer o teste contrário, pois o teste da Bia provou apenas que o Daniel era o único a ter uma atração "forte" por ela. Tentamos dissuadi-lo, mas a Bia, tomou posse de dona de concurso e achou que o Jorge e o Paulo deveriam tirar no par ou ímpar, para saber quem seria o próximo "pesquisador". Ganhou o Paulo.

O Daniel, por ter sido vencedor da fase anterior, tentou se excluir, mas todos dissemos que seria a contraprova, normas das "Olimpíadas" e pronto. Ele resignou-se e foi o primeiro, mas o beijo do Paulo nele foi tão rápido e tão mal feito, e a cara que os dois fizeram, nos fizeram rir a vontade. O Daniel estava salvo e bebeu a isso. Depois foi o Jorge, que também foi fraco, o beijo no Ricardo foi mais bonito, mas o Ricardo disse que sentia estar beijando a "vovò". Beijou a Bia, mais demorado, mas ela não entregou os pontos. E depois se aproximou de mim, senti meu rosto arder, eu estava ansioso, mas não queria me entregar, e ele me abraçou, para que eu não me soltasse, procurou minha lingua, era para ser alguns segundos, mas pareceu uma eternidade, por uma fração de segundos deixei de resistir e suspirei, todos notaram o suspiro, mas ninguém soube que eu havia ejaculado nas calças e com o pinto totalmente mole. Ele então, deu seu veredicto. O Paulo "ainda" permanece hetero convicto, a Bia também, o Jorge e o Ricardo, gostaram mas não se entregaram por estarem apaixonados, e o meu beijo foi o que ele mais gostou. Todos brindaram a mim e eu fiquei de boca aberta e queixo caído. E assim rimos e brincamos até tarde da madrugada.

Todos saímos por volta das quatro horas, nos despedimos, o Ricardo e Jorge saíram primeiro, o Ricardo foi dirigindo, porque o Jorge estava mais prá lá do que prá cá, na despedida recebi um beijo carinhoso no rosto e o Ricardo disse que gostou de me conhecer, agradeceu por eu ter ouvido seus desabafos e pediu desculpas se falou alguma bobagem, eu sorri apenas, disse que também tinha gostado da conversa, fiquei olhando eles se foram....perdido em pensamentos, fui acordado pela Bia, que ia levar o Daniel e já me estalava 3 beijocas no rosto, me deu um sorrisinho maroto, falou que ia inventar um diminutivo prá mim assim como Rick, e foi embora, então olhei para o lado e o Paulo estava me observando.... só observando.

Sobrou apenas nós dois, ele pediu o carro e fomos embora, pelo horário ele achou melhor tirarmos um cochilo em seu apartamento e depois me levaria para a empresa buscar meu carro. Chegamos ao prédio, muito bonito por sinal, no bairro higienópolis, subimos ao apartamento, que era grande, mas modesto, me mostrou o quarto de hóspedes e me ofereceu uma camiseta e uma bermuda, e foi tomar banho........ Voltou de roupão, e foi a minha vez, tomei um banho bem gostoso, bem quente e voltei para a sala, ele estava assistindo um filme e disse que sempre espera "uma meia hora" para chamar o sono. Sentei ao lado dele, para ver o filme, era o In & Out (será que ele é), eu olhei para ele e perguntei se ele tinha levado a sério a brincadeira da Bia, ele me olhou e perguntou, bom...você levou na brincadeira?

Eu disse que sim, estávamos todos meio "altos", e tinha o Jorge e o Ricardo, mas eles são gays não é, estão acostumados, mas "nós" não.... então ele disse que eu havia correspondido, tentei dizer que não, que ele tinha bebido muito e não sabia a diferença, que isso nunca mais se repetiria, que tinha sido engraçado, mas só engraçado... então ele me abraçou novamente, trouxe meu rosto bem junto ao dele, e me disse, prove!

Começou a me beijar, tentou forçar a entrada de sua língua em minha boca, eu fiquei com raiva, porque queria que ele concordasse que tinha sido apenas brincadeira, pois eu não queria ser homossexual (pior é que eu já era, só não enxergava), então ele me apertou, com bastante força, meus braços estavam imobilizados, só podia fazer força com o tronco, tentei me jogar para trás, e ele percebeu, e veio junto para cima de mim, senti o peso dele em cima de mim, agora ficou difícil, nem a cabeça para trás dava para jogar, ele apertou mais ainda o abraço, parei para respirar e ele entrou, com sua língua, quente, sentia a sua respiração muito forte, ele não desgrudava os olhos de mim, então fechei os olhos e deixei.... foram muitos minutos, eu relaxei as pernas, os braços, e instintivamente passei a mão em seus cabelos, ele afrouxou o abraço, eu dei outro suspiro e el continuou me beijando mais um pouco... parou, eu abri os olhos e ele perguntou... você ainda não provou que era brincadeira, tente? e me beijou de novo, e desta vez me entreguei mais ainda, fechei os olhos e me deixei levar, foi um beijo muito gostoso, muito mesmo.... paramos, ele se endireitou no sofá e eu também, ele passou o braço no meu ombro e puxou meu pescoço, recostei o rosto em seu ombro, e ele puxou meu braço para seu colo, depositou minha mão em cima de seu pinto muito duro. Fiquei ali parado, sem saber o que fazer.

Ele me olhou, novamente, eu baixei os olhos, mas me ele forçou a encará-lo, então disse com todas a s letras, eu nunca mais esqueci, nunca mais, ele disse: ..........Pedro, seu casamento acabou, porque você não sente atração por mulher, aliás talvez você nunca tenha sentido, apenas deixou a vida te levar, com as tradições decidindo sua vida, encontrou uma boa moça, tiveram uma boa vida, ficaram amigos, mas acabou, você é o que é, você é gay, e é gay passivo, você perto de homem deixa de ser homem, entendeu? Sua masculinidade se desfaz se outro homem chega perto e te domina. Ponha isso na sua cabeça, perto de outro macho, você se amedronta e se entrega como uma fêmea, e isso te excita. É por isso que você se entregou ao meu beijo, eu senti, e todos perceberam, e agora você não está bêbado, nem estava antes, você bebeu bem pouco, bem menos que todos, e você está todo molhado. Baixei os olhos, a bermuda estava com uma mancha úmida, bem típica.....

Ouvir tudo isso, saber que ele estava certo, minha insegurança (porque não consigo resistir?), toda aquela situação, baixei os olhos e desabei, comecei a chorar, e então tive que reconhecer, que ele estava certo, eu estava confuso, inseguro, (lembrei das vezes que sai com rapazes e travestis), achei que era apenas um sacana, pagando por um pouco de prazer e mandava na situação, mesmo tendo feito troca-troca, mas não sentia minha masculinidade contestada), agora era diferente, ele me chamou de gay, de passivo e de fêmea, quando dei por mim, ele estava de pé, me oferecendo um pouco de água, eu bebi entre lágrimas e soluços, ele me abraçou de novo e disse se eu estiver errado, faça o seguinte, vista suas roupas, aqui tem R$ 200,00 deve dar para o táxi, tem um ponto de táxi 24 horas, na esquina descendo a rua, vá para sua casa e procure esquecer. Eu vou para o meu quarto, se eu estiver certo e você ficar, sabe que será minha fêmea, não estou namorando ninguém, estou livre e podemos namorar, e farei o possível para te ajudar, e me entregou uma calcinha e uma camiseta bem larga e cor de rosa. Fique e assuma ou vá embora. Ele foi para o quarto sem olhar para trás.

Eu fiquei ali, atônito, o filme tinha acabado, fiquei lendo os créditos, uma calcinha nas mãos, minhas roupas numa cadeira na outra ponta e em cima da mesa de centro os 200,00 para o táxi. Passado alguns minutos vesti a calcinha e a camiseta, mas acho que era um mini vestido ou sei lá, só chegava na altura do quadril, mal cobria o bumbum. Fui para o quarto e deitei em sua cama do lado esquerdo embaixo do lençol, ele estava do lado direito lendo um livro. Ele não disse nada, guardou o livro, apagou o abajur, me abraçou e me beijou, eu correspondi e pedi se ele podia ser paciente comigo. Ele disse ....... claro! vou ter toda paciência, então se deitou, eu me aproximei, recostei a cabeça no ombro dele, começando a sentir um monte de sensações, o cheiro dele, seu peito cabeludo, a barba dele era grossa, já estava aparecendo e parecia gostoso passar a mão no rosto e no peito dele, adormecemos assim.

Quando acordei passava das 11:00 hs, ele não estava na cama, então me levantei e fui ao banheiro, então me senti mal, a barba por fazer, e pela primeira vez senti nojo dos meus pelos, não sei se era nojo, mas me incomodava. Então procurei no armário o barbeador dele, achei e mandei brasa. Eu sempre mantinha a barba feita, sempre gostei do gosto liso (sempre??!? xi, não sei não). Então arrisquei e aparei os pelos do peito, que afinal sempre foram ralos (xi??!? sempre??), então senti vergonha de ficar de bermuda, voltei a vestir aquela camiseta rosa e procurei uma calça, achei no armário dele uma calça bem larga de moleton azul, foi essa mesma, saí do quarto e fui procurá-lo... ele estava na cozinha.

Quando pisei na cozinha, ele me olhou, disse bom dia, e ligou a cafeteira, deu a volta na mesa e ligou a torradeira, a mesa estava posta, com geleia, requeijão, xícaras, talheres, queijo banco, ele vinha em minha direção, estava com o mesmo roupão, me beijou longamente e me abraçou bem apertado, e apertou mais, até eu gemer, então parou. Olhou nos meus olhos e disse, só paro se você suspirar ou gemer. Me beijou de novo, me abraçou e sua mão escorreu para minha coxa e apertou minha bunda, estremeci, me desvencilhei e só consegui balbuciar...você prometeu..... Ele prontamente voltou a me beijar e me levou à mesa.

Foi uma delicia de café da manhã, rimos muito e ele prometeu me ajudar, perguntou se gostaria de fazer uma sessão com uma psicóloga, amiga dele de muitos anos, pensei na Bia claro e meus pensamentos voaram............................................................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Minha primeira vez num Motel

Aqui vai minha 1° vez num motel,que só agora tive tempo de escrever: Conheci um rapaz por e-mail,ele de São José dos Campos,eu de Campos do Jordão ele viu minhas fotos num site e me enviou um e-mail me elogiando. Trocamos vários e-mails,descobri que era casado,e sempre que possivel enviava fotos minhas. Até que vendo que ele queria algo mais sério passei meu telefone.

No dia seguinte de manhã ele já me ligou e combinamos de nos encontrarmos em uma cidade neutra,por sigilo. Assim fizemos,eu cheguei primeiro e liguei avisando-o. Ele disse que se atrasaria ,mas estava a caminho.Fiquei com medo de ter sido enrolada mas esperei. Chegando na cidade onde eu estava ele me ligou e rapidamente me pegou com seu carro. Fomos até um Motel ali por perto,eu coloquei uma peruca para entrar. No quarto do motel peguei uma toalha,tomei um banho rápido,e comecei a me montar:furei as orelhas,vesti calcinha,meia 7/8,corpete,sandalia de salto 10 cm, uma legging e um vestido rosa.Me maquiei,olhos,rosto,lábios.Coloquei outra peruca anéis,pulseira ,colar e me olhei no espelho. Não gostei da roupa,e como sempre levo uma troca,vesti uma blusinha rosa decotada e uma saia que adoro.Me olhei no espelho,gostei e fui até o quarto.

Ele já me esperava só de cueca,pediu para eu dar uma volta.Gostou e já pediu para tirar sua cueca e chupar seu delicioso pau. Após alguns minutos me pediu para ficar em pé e fazer um strip para ele,tirando a saia e a blusinha.Fiz isso e voltei a chupar seu pau,agora com a bunda virada para ele,de forma que ele lambia meu cú. Já bem excitado me pediu para ficar de quatro,colocou camisinha e carinhosamente me penetrou.Mudamos de posição,me pediu para cavalgar em seu membro,o que fiz com prazer. Me pediu para trocar a peruca pois a que estava usando lembrava uma ex namorada. Fiz isso,troquei também brincos e batom. Voltei para a cama e ele ja enfiou sua vara em minha boca até o fundo,senti até ansia mas gostei.

Me penetrou de quatro,de lado fazendo questão de me mandar olhar para o espelho no teto e dizer que ele era meu macho. Me pegou na posição"frango assado",mandando olhar no espelho do teto para ver meu homem e chama-lo de meu amor.Sentia até suas bolas batendo em minha bunda,enquanto passava a mão naquele corpo gostoso de Meu Macho. Ele então ficou em pé na beira da cama,me pediu para sentar de frente para ele e chupar seu pau pois iria gozar.Enquanto chupava aquela pica gostosa senti todo seu leite quente em minha boca,era tanto que deixei escorrer até meu peito,ele urrava,tirou o pau de minha boca e terminou de gozar na minha cara. Foi maravilhoso. Fui ao banheiro e por lá gozei,me desmontei,tomei um banho e então ele me levou até onde o havia encontrado.

Um dia inesquecivel......

Vanessa

vanessalidu@hotmail.com

O presente de aniversário

Estava em casa como minha ex e recebi um telefonema de uma amiga minha, ela falava do serviço, disse ter descoberto que tinha uma colega de trabalho entendida, e queria marcar um encontro entre eu e ela, dei risada, e falei pra ela que nunca tive um encontro as escuras, que era muito estranho, e eu não sei bem como ela era, não tanto pela a aparência, mas eu me preocupo muito mais com o comportamento que ela poderia ter, afinal, não gosto de nada escancarado.
Minha amiga disse que era seguro, afinal ela sabe do que eu gosto, confiei e pedi as características dela, então minha ex namorada desconfiou e perguntou porque eu tava corada e falando baixo, resolvi pedir pra ela ligar outra hora.

Depois que minha ex foi embora resolvi retornar a ligação, ela falou que me ligaria assim que tivesse uma brecha, afinal, ela trabalha em restaurante e era bem lotado.
Ela me retornou alguns minutos depois, disse que falava de dentro do banheiro, eu como sou do tipo que perde o amigo e não a piada soltei essa, fica longe da minha gata sua atrevida.

Ela riu e disse para de palhaçada tenho quer ser rápida ir direto ao assunto... Ela é loira, um metro e cinqüenta e oito, olhos cor de mel, corpinho de modelo, cheirosinha, comunicativa, solteira, gata pra caramba, cabelos cacheados e eu disse que hoje era seu aniversário e ela comprou um perfume pra vc e não me deixou ver, então ela disse que pelo o que eu falei pra ela sobre vc o perfume é a sua cara. Quer te entregar pessoalmente, vai em casa hoje, dormir lá e vc passa lá amanhã pra buscar.

Fiquei surpresa, e perguntei; o que vc falou sobre mim? Caramba!
Não esquenta confie em mim que cv não vai se arrepender, agora fala com ela.
Do outro lado, uma voz sensível bem delicadinha, fala; parabéns... Pelo que a Kátia falou vc realmente é especial, quero te entregar um presente, vc vai buscar amanhã?
Claro que sim, nunca faria uma desfeita dessa, amanhã a gente se encontra e obriga por enquanto, beijo até amanhã.
Ela deu uma risadinha e entregou o celular pra Kátia, que tava as gargalhadas, me dizendo nega, ela ta vermelhinha, que besteira vc falou pra ela sua safada?
Não falei nada ka, juro que não, ela que deve ser tímida mesmo.
Então ta bom, amanhã a gente te espera, to louca pra ver a cara de vcs, acho que formam um par perfeito, isso de ser cupido é um barato, até amanhã nega.
Beijo, até.
Beijo nega.
Nem conseguia dormir direito pensando em tudo que poderia acontecer amanhã.
O dia amanheceu e dei um pulo da cama, arrumei a casa cantando como nunca, tomei um belo banho demorado, e fui pra casa da ka, ainda bem que hoje não trabalho pensei, só amanhã a tarde, e tem gente que reclama de segunda feira!
Ao chegar à casa da ka, ela me atende com um sorriso, abriu o portão e me deu um abraço dizendo parabéns, meu presente está tomando banho, e o presente do meu presente vc vai receber assim que ela sair do banho.
Agradeci, e entrei, esperava na sala enquanto a ka fazia café, fiquei meio inquieta, afinal o banho dela parecia não terminar, e minha amiga ria demais me vendo daquele jeito.

Enfim sinto o cheiro dela passando para o quarto, aquele cheiro de banho tomado me fez fechar os olhos, e nem percebi que a Kátia estava com um copo de café bem na minha frente me oferecendo e rindo, até corei.
Então escuto a voz da Mel me chamando, dei uma olhada pra Kátia como se pedisse permissão pra ir, ela disse pode ir. Ao entrar no quarto, pude ver que era mais gato do que eu imaginei, e fiquei sem reação por um tempo, mas me aproximei e dei um beijo no rosto dela disse oi, ela gostou da minha atitude de não ser direta e me pediu pra ter um pouco de calma que ela já terminava de se arrumar, então voltei pra sala e esperei como uma boa menina.
Ela veio em minha direção e sentou ao meu lado, pronto senti minhas mãos congelarem e um baita frio na barriga, fiquei sem graça, e a Kátia disse, meu Deus Iara, vc é tímida, nuca pensei ver essa cena!

Resolver sentar no quintal, as três, e ficamos conversando por mais ou menos uma hora, e a Kátia perguntou pra gente e aí suas molengas gostaram uma da outra?
Respondemos que sim, nos olhamos com um sorriso tímido, e a Kátia falou vou tomar banho fique a vontade olhando pra Mel.
Assim que ouvi o chuveiro ligado me aproximei dela que me disse não, aqui não, a Kátia vai sair do banho e ver a gente se beijando, fingi que não ouvi e lasquei um beijo que quando eu a soltei tive que segura La, ficou até meio tonta tadinha!
Ela deu um sorriso e disse pra eu parar e esperamos super inquietas na sala até a Kátia aparecer tive que me sentar no outro sofá, a minha amiga entra e estranha tudo, perguntando porque sentar longe uma da outra.
Respondi, vai por mim, é mais seguro.

Ela deu uma gargalhada e falou vão sumam daqui, a Mel arregalou os olhos, e falou não, acabei de conhecer ela e vc já me manda ir assim?
Pode ir vc está em boas mãos, vai ser bem acolhida e super bem tratada, sei o que estou fazendo, seja feliz, deixa de ser boba xô, xô pra vcs, dorme lá a gente se encontra no ponto de ônibus.
Fomos pra minha casa, quase sem dizer uma só palavra uma pra outra, e eu louca pra beija La, assim que chegamos nem deu tempo de abrir a porta eu a beijei outra vez, e ficamos trocando carícias no quintal, quando me dei conta meu vizinho esta na laje olhando tudo, que me fez abrir a porta e bater na cara dele, e fomos pra sala se atracar no sofá. Ficamos ali namorando e ela tentando resistir, quando ela se desvencilhou dizendo; o presente de aniversario!
Correu até a bolsa e pegou me entregou e abri, era o perfume humor, dei risada e agradeci, com outro beijo é claro!
Depois de muitos beijos e carícias, a levei em direção ao quarto, onde retirei sua roupa com toda calma e ela meio tímida me pede pra apagar a luz, e tirar minha roupa também.

Fiquei só de calcinha, ela olhou sem entender, então falei que não poderia tirar, ela entendeu e prosseguimos a beijei de maneira faminta, e desci até seus seios durinhos e pequenos e suguei a fazendo gemer bem baixinho, e fui descendo a mão até seu sexo que estava totalmente depilado! Então eu gemi ao perceber isso.
Ai que gostoso eu sussurrei ao ouvido dela, e sentindo toda molhadinha fui deslizando minha mão percebendo que ela tinha um grelinho avantajado do jeitinho que mais gosto e acariciei, a fazendo gemer um pouco mais alto, e continuei bem de vagar mamando e acariciando quando de repente ela diz; quer pegar seu brinquedinho?
Parei o que fazia, e perguntei; até isso a Kátia te falou?
Ela respondeu ela só não me falou que fazia gostoso desse jeito, por acaso ela sabe disso?
Claro que não respondi, nunca fiquei com ela, somos amigas mesmo!
A bom ela falou, sou muito ciumenta viu?
Então peguei os dois ela escolhei um e eu perguntei bem baixinho quer que eu pegue a cinta?
Não por enquanto ela respondeu.

Foi quando eu coloquei a camisinha e a penetrei bem de vagar, e abocanhei seu grelinho gostoso, sugando o mel da Mel, quando ela me pede faz com força gosto de tudo com muita força, nooossa pensei, que gostoso!
Fui penetrando com tudo e chupando mais forte e ela aos gritos gemendo bem alto pra mim, eu fui à loucura acabei tendo um orgasmo delicioso e gemi bem alto, ela percebendo isso começou a rebolar na minha boca enquanto eu a chupava e penetrava com força ela soltou um grito bem alto gozando bem gostoso pra mim. Desabamos e ri um pouco ela perguntou por que eu ria, eu respondi o visinho deve ta louquinho agora, depois de ter visto a gente se pegar no quintal com aquela cara de bobo que ele ficou imagine depois tendo escutado o barulho que a gente fez?

Ela deu uma gargalhada gostosa e concordou com que eu disse, fomos tomar um banho juntas, ela falou; pena que vc está nessas condições senão eu te chuparia todinha agora, tirei minha calcinha e embaixo do chuveiro ela desceu a mão até meu sexo e me penetrou bem de vagar e começa a fazer pressão até eu explodir de em um orgasmo e retirou o dedo, ficamos ali por um tempo e fomos pra cama começar tudo de novo, fomos dormir o dia já amanhecia.
Antes de dormir ela me pediu em namoro aceitei sem pensar. Acordamos super tarde com minhas amigas me gritando no portão, elas entraram e pude perceber que a namorada da minha amiga ficou meio abobada com o que via afinal a Kátia tinha razão, a Mel era gata mesmo e eu realmente poderia confiar no que ela disse. O namoro não durou muito tempo por conta do ciúmes dela mesmo, sempre desconfiava de todas que eu apresentava perguntando logo depois se já fiquei com essa ou com aquela, o pior é que não, mas a gente sempre se encontrava pra matar a saudade, sempre que podia ela ia em casa tomar um vinho, e despejar aquele mel gostoso na minha boca quente...

fulgasbi@hotmail.com

fulgasbi@hotmail.com


Conteúdo sindicalizado