Contos Eróticos

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Aula nada literária

Dava aula num colégio particular, e tinha uma aluna que era meio rebelde na sala, mas na minha aula era uma santa, geralmente as portas de uma sala pra outra não ficam alinhadas na frente de outra, mas no meu caso sim, pois fizeram um banheiro pra deficiente no fundo do corredor que tiveram que posicionar a porta da outra sala na frente da minha, durante um horário devido a professora de português dava aula de frente pra minha porta, que me deixava bolada, porque ela dava risadinhas de vez em quando mas não dizia uma só palavra.

No intervalo fiquei sozinha com ela na sala dos professores e perguntei porque ela ria, ela disse que eu era muito distraída e não percebia como a minha aluna me olhava com cara de safada. E que minha aula era a única que essa menina não fazia bagunça.
Fiquei tão sem jeito, mas comecei a perceber, até que um dia essa menina muda de lugar e senta na carteira de frente pra minha mesa. Por incrível que pareça, nunca conseguia me concentrar direito com aquela menina na sala me comendo com os olhos, mas mesmo assim não tive coragem de ficar com ela.
Quando tive coragem de conversar com a outra professora sobre isso ela me disse, eu não pensaria duas vezes, gata e safada daquele jeito até eu pegava.
Fiquei surpresa com que ouvi, nem me passava pela cabeça fazer burrada com aluna e nunca imaginei que a outra professora saia com mulher assim como eu!
Ela disse calma aí eu gosto de homem, mas pra ela e pra vc eu abriria uma exceção, e como abriria!
Respondi, pronto agora que não consigo dar aula mesmo!
Ela deu um sorriso, e o sinal bateu. Peguei um café e saí da sala totalmente sem graça.
Fiquei um tempo sem ter oportunidade de ficar sozinha com ela, a gente trocava olhares direto, era uma tortura uma dentro da sala e outra fora dela, ambas me comendo com os olhos.

Depois de certo tempo acho que a aluna desistiu, e dentro da sala ela me olhava daquele jeito com menor freqüência.
Na sexta feira eu só dava uma aula, durante o período da tarde, era o dia que a outra professora não trabalhava, mas quando eu estava indo embora eu ouvi a voz dela na sala da diretoria, achei estranho e fiquei curiosa, fui até lá ela me viu e deu um sorriso dizendo já estou indo se despediu da diretora e veio em minha direção, com um sorriso no rosto e disse oi, está pronta, to de saída te dou uma carona, passando por mim rebolando mais que o normal.
Pensei ui!
E saí sem se despedir de ninguém, só escutei a diretora gritando tchau né?
Voltei rapidinho pra sala dela meio sem graça e disse tchau Ana, até amanhã, ela responde; nesse sábado vc não dá aula lembra?
Então até segundo, e bom fim de semana.
Segui minha colega de trabalho até o carro dela que já estava ligado, entrei e ela falou quer ir pra onde?
Respondi, guia o carro pra onde vc quiser.
Ela seguiu sentido centro, e eu não disse uma só palavra.
Ela perguntou gosta da Raposo?
Respondi rindo acho que já fui a todos. Antes de vc escolher quero dar uma paradinha no mercado ou venda tanto faz.
Seguimos mais um pouco e ela estacionou o carro e ia descendo, eu falei não, fica aqui que eu já volto, é surpresa, não demoro.
Ela adorou a novidade, e esperou numa boa, e eu voltei com sacolas cheias de coisas a deixou curiosa, mas não disse uma palavra sobre o assunto, como não sei o que ela gostava então comprei várias coisas pra não ter falha.

Enfim chagamos no Motel, mal fechou a porta da garagem eu pulei pro banco dele sentei no colo a beijei e comecei a tirar a blusa dela, nos levantamos, e começamos a se despir pela garagem, espalhando roupa pra todo lado até a entrada do quarto era peça pra todo lado, enquanto ela abria a porta eu estava grudada pro trás dela chupando o pescoço e acariciando os seios, ela aos gemidos vira e nos beijamos outra vez andando direto pra cama deitei sobre ela e a penetrei com tudo a fazendo gemer bem gostoso e desci até seu sexo e chupei seu grelinho enquanto a penetrava sem parar até ela explodir gritando durante o gozo. Enquanto eu morria de tesão, mesmo assim hesitei e disse; as sacolas ficaram no carro! E fui buscar, ela esperou deitadinha com uma cara de safada!

Peguei tudo e subi, entro no quarto e lá estava ela, morena e gostosa prontinha pra mim outra vez, então pedi pra ela fechar os olhos, ela obedeceu numa boa, e peguei uma cobertura de caramelo e comecei a despejar sobre os seios dela e lamber, cada vez que eu lambia e a beijava, a fazendo gemer a cada beijo e a cada lambida, e assim fui seguindo chupando ela todinha e espalhando a calda pelo corpo gostoso todinho entregue pra mim, fui descendo a língua pelo corpo dela lambendo até seu grelinho quente cheio de tesão, onde passei a língua de forma bem suave, ela abre mais as pernas como um convite oferecendo sua orquídea linda e eu não hesitei enchi minha boca bem quente e molhada sugando a todinha e penetrei dois dedos a fazendo gemer mais e mais, aumentando a pressão até ela gozar outra vez e não parei dessa vez que a fazia implorar pra parar, mas eu não parava até ouvir os gritos dela gozando novamente se tremendo na cama, então parei e olhei pra ela que me diz em foz rouca; nossa como vc faz gostoso! Desse jeito vou morrer aqui professora, eu respondi claro que não professora quero vc vivinha pra te chupar todinha de novo!

Deitei ao lado dela e nos beijamos com mais calma, então ela se levanta e vê as outras coisas que eu tinha comprado viu um pote de cereja em calda e pegou, abriu e veio em minha direção, com uma na boca e me beijou, o pote caiu e rimos, deixamos pra lá e começamos a se devorar como loucas ela enfiou a mão entre minhas pernas e penetrou com tudo me fazendo gemer aos gritos, expulsei o dedo dela de dentro de mim quando gozei e ela me olhou meio intrigada, mas gostou e me penetrou outra vez mantendo sua mão mais firme que antes para eu não expulsa La novamente me fazendo gozar por várias vezes, até a gente desabar. Duas professoras em plena reunião carnal durante aquela tarde toda...

Ela me deixou na porta de casa e foi embora dizendo até a próxima, e bom fim de semana, segunda feira a gente conversa melhor, ela saiu e pude ver minha vizinha olhando curiosa como sempre, e entrei em casa cantarolando mal podendo subir as escadas com as pernas bambas.
Segunda ela fez uma proposta irresistível, se unir a ela com outra mulher, mas esse episódio fica pra depois.

fulgasbi@hotmail.com

O leiturista da companhia eletríca - parte II

Bom dia para todos ! Meu nome é Shirley, sou morena baixa, na faixa dos trinta anos, realmente casada há 13anos com Jony, formamos um casal liberal, gostamos muito de sexo e de realizar as nossas fantasias, temos várias amizades sigilosas e seguras com casais e homens e é através delas que sempre que aparece uma oportunidade estamos fazendo o que mais gostamos; realizando fantasias com sigilo e segurança.

O que vou contar agora pra vocês é apenas a parte II do último relato que postei juntamente com meu marido, que tinha como titúlo; O LEITURISTA DA COMPANHIA ELÈTRICA, nesse conto eu narrei como conheci o Cris, o leiturista que todos meses vinha a minha casa anotar a leitura, como o medidor ficava dentro de casa eu tinha que abrir a porta pra ele entrar, sempre que ele vinha eu estava sozinha, aos poucos fomos ficando amigos íntimos e não demorou muito pra rolar sexo, contei tudo pro Jony, meu marido, que uma certa vez chegou a assistir eu tranzando com o Cris escondido atrás da cortina da sala, meu marido adora ser corno e com o passar do tempo foi me pedindo para convencer o Cris a tranzar comigo na sua frente, pois bem, eu como sou uma esposa muito obediente ao meu marido fui aos poucos conversando com o Cris sobre o assunto toda vez que agente ficava junto, a princípio ele quis se recusar, não queria acreditar, ele sentia uma mistura de medo e timidez mais eu lhe transmiti segurança e ele acabou aceitando, Cris queria ter certeza de que tudo era real e me pediu o número do celular do Jony, meu marido pois ele queria ouvir dele se realmente tudo que eu disse a ele era verdade.

Na sexta- feira a noite, o Cris ligou para o Jony e ele confirmou tudo, Jony disse ao Cris que há tempos sabia do que rolava entre nós dois, que ele era corno manso assumido, que gostava de ver a mulher dando pra outro homem, que fosse uma pessoa educada, sigilosa e confiável pois nós gostavámos de fazer sexo saudável, com confiança em ambos, depois de ouvir isso, Cris queria vir a nossa casa naquela noite mesmo mais nós marcamos para o dia seguinte, no sábado, após o meio-dia. Chegando o dia e hora combinada eu e o Jony estávamos prontinhos, eu estava com um vestinho curto semi-transparente sem nada por baixo, ele chegou, entrou, nos cumprimentamos e fomos para a sala de jantar, sentamos na mesa e começamos a tomar umas cervejinhas e a conversar, o assunto foi evoluindo até chegar em sexo e putaria, o clima foi esquentando, Jony já apertava seu pau por cima do seu short e eu já não aguentava mais,estava exitada, louca por um pau duro dentro da minha buceta, então olhei pro Jony, meu marido e disse;.... Estar pronto amor para realizar a sua fantasia ? Fica sentadinho ai nessa cadeira e assisti a tudo. Depois disso, eu me levantei e fui em direção do Cris, me abaixei por baixo da mesa, entre suas pernas, puxei seu short/cueca, peguei aquele pau duro e comecei a chupar,a princípio Cris ficou meio sem geito olhando pro Jony , meu marido, que logo puxou uma cadeira para próximo de nós para assistir de pertinho, eu chupava com vontade, tentava engolir tudo que podia, Cris foi se soltando e precionava minha cabeça contra seu pau fazendo entrar tudo, sentia a cabeça da sua rola tocando minha garganta, em seguida chupei as bolas punhetando seu pau ao mesmo tempo, Cris delirava com a minha chupeta, o pau dele pulsava dentro da minha boca, estava duro feito ferro, em seguida, eu fiquei de pé e me sentei em cima da mesa, de pernas abertas, em frente a cadeira em que o Cris estava sentado, ele retirou sua camisa e se enclinou um pouco, abriu minha buceta e começou a chupar, passava a língua no clítores e depois enfiava no fundo da minha buceta, a língua dele era uma delícia, eu gemia de tezão, Jony, meu marido, assistia a tudo se acabando na punheta, sua língua era tão gostosa que depois de alguns minutos eu acabei gozando em seu rosto pela primeira vez, em seguida, ele ficou em pé entre minhas pernas, vestiu uma camisinha em seu pau e colocou ele na entrada da minha buceta depois foi enfiando lentamente até entrar tudo, eu retirei o meu vestido e ofereci meus seios pra ele chupar, em seguida ele me agarrou e começou a meter na minha buceta, o pau dele era uma delícia, a sensação era muito gostosa, quando ele metia fundo eu cravava minhas unhas em suas costas e gemia feito uma cadela, Jony batia punheta a mil pro hora e pra deixar ele louco de tezão eu dizia;..... Ta gostando amor de ver sua mulher dando a buceta pra outro ?

Olha e aprende como é que come uma buceta de verdade, Jony revirava os olhos de tezão, depois disso, Cris se sentou na cadeira e eu fui pra cima dele, sentei no seu pau de frente pra ele, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar subindo e descendo em cima daquela rola, ele abria minha bunda com as suas mãos e metia tudo, depois de alguns minutos, eu continuei sentada em seu colo só que dessa vez de costas pra ele, Cris me segurava pela cintura e precionava meu corpo contra o seu pau até ele entrar todinho dentro da minha buceta, estava gostoso, em seguida, eu relaxei minhas costas em seu peito e ele abriu minhas pernas, deixando minha buceta toda aberta com seu pau dentro, eu estava louca de tezão, aproveitei o momento e chamei o Jony, meu marido, para chupar minha buceta com o pau do Cris dentro, ele não pensou duas vezes, Jony se ajoelhou entre nossas pernas e começou a chupar minha buceta com o pau do Cris dentro, entrando e saíndo, de vez enquanto o pau de Cris escapava da minha buceta e tocava os lábios e a língua do meu marido, ele parecia gostar, Jony pegava o pau do Cris, punhetava um pouco e depois colocava de volta dentro da minha buceta, estava demais essa foda, depois disso, saímos da sala de jantar e fomos para o nosso quarto, lá eu fiquei logo de quatro na borda da cama, Jony, meu marido, se sentou ao meu lado, abriu minha bunda e minha buceta para o nosso amigo, Cris veio em nossa direção e em pé mesmo enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter gostoso, Jony ficou sentado ao lado vendo de pertinho aquele pau enorme entrando e saíndo da minha buceta e batendo uma punheta ao mesmo tempo, depois dessa, eu me deitei de lado na cama e o Cris se deitou por trás de mim, levantou uma das minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta novamente, me abraçando e apertando o piquinho dos meus seios,Jony batia punheta vibrado na gente e eu provocava ele dizendo ao Cris;... Me come meu macho, enfia tudo, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre, adora ver uma pica grande e grossa entrando na minha buceta, me come,vai ahahahahahahha...

Após ouvi isso Jony quase gozou, não demorou muito e meu corpo foi esquentando, minha buceta estava enxarcada, então me virei de frente e fiquei deitada de pernas aberta, ele veio por cima de mim e enfiou tudo de uma vez na minha buceta, olhei nos seus olhos e começamos a nos beijar enquanto ele metia forte e rápido na minha buceta, Cris metia tão fundo que eu sentia a cabeça do seu pau tocando meu útero, nesse ritímo não demorou muito e acabamos gozando os dois juntos aos gritos, eu estava gozando pela segunda vez, em seguida ficamos abraçados por alguns instantes, O Cris que estava por cima de mim foi deslizando pro lado esquerdo e continuou abraçado comigo, o pau dele foi saíndo de dentro da minha buceta e permaneceu por cima dela, Jony, meu marido, se aproximou das nossas pernas e começou a chupar minha buceta, ele passou vários minutos chupando, sugando tudo, até deixa-la bem limpinha, a língua dele estava tão gostosa que eu acabei me exitando novamente, logo nós começamos a nos beijar, notei que seu pau foi ficando duro novamente durante o beijo, em poucos minutos o Cris já estava pronto pra outra, o Jony se afastou e o Cris veio logo para cima de mim, metendo na minha buceta mais eu não aguentei muito, a minha buceta ardia e doía de tanta rola que eu tinha levado, pedi pra ele parar um pouco, ele aceitou mais pediu pra comer o meu cuzinho, eu disse a ele que podería ficar a vontade, como eu já estava deitada na cama, Jony, meu marido, pegou uma almofada e colocou embaixo da minha bunda, em seguida levantou minhas pernas e começou a chupar o meu cuzinho, lubrificando ele, Cris se aproximou de nós e em seguida, Jony colocou o pau do Cris na entrada do meu cuzinho e mandou ele enfiar lentamente, quando entrou a metade, Cris começou a meter, Jony ficou do meu lado, assistindo o Cris comendo meu cuzinho e batendo punheta, depois de alguns minutos, o Jony começou a chupar meus seios e isso me ascendeu novamente, eu já tinha um pau dentro do meu cú e a minha buceta mais uma vez queria mais, comecei a bater uma ciririca e a enfiar os dedos dentro da minha buceta enquanto o Cris arrombava o meu cú mais isso não foi suficiente, então resolvi ir pra cima do Jony, meu marido e encaixei seu pau na minha buceta deixando minha bundinha empinada para o Cris que não perdeu tempo, ele se pocisionou por trás de mim e enfiou seu pau novamente em meu cuzinho, logo logo estavámos fazendo uma dupla penetraçao, estava gostoso demais, um pau na minha buceta e outro no meu cú, eles metiam com vontade, a sensação de ter duas picas dentro de mim era demais, eu gritava de tezão e minutos depois nós três explodimos em um gozo alucinante, caímos os três pro lado quase desmaiados de tanto gozar. Passamos quase uma hora deitados, relaxando, depois fomos tomar banho os três juntos, dentro do banheiro ainda fiz uma chupeta no Cris enquanto tomavámos banho, seu pau não ficou duro mais ele conseguil gozar dentro da minha boca e eu fiz questão de dividir seu esperma com o Jony, meu marido, beijando sua boca e nos lambuzando com o esperma do Cris.

Depois de tudo nós nos vestimos, nos despedimos e ele foi embora. Essa foda foi uma das melhores e mais demoradas que fizemos, gozamos feito loucos, foi inesquesível. Aparti desse dia, Cris se tornou amigo do meu marido e meu amante, Jony adora me ver dando a buceta pra ele. Bom, depois de uma dessas, vamos dar um tempo para nos recuperar mais assim que acontecer a próxima nós contaremos pra vocês.

Até logo !

O leiturista da companhia elétrica - parte I

Bom dia meus amigos, tudo bém ? Somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, realmente casados e liberais, adoramos sexo e há doze realizamos nossas fantasias, fizemos muitas amizades e sempre que aparece uma oportunidade segura nós aproveitamos independente de estar os dois juntos ou não, eu gosto de ver ela em ação porém quando isso não é possível ela vai sozinha mesmo e depois me conta tudo em detalhes, agente senta juntos e escreve esses contos para vocês lerem e saberem como é gostoso realizar fantasias. Hoje nós dois vamos contar mais uma pra vocês.

Eu saio muito cedo para trabalhar e a Shirley, minha esposa me conta que uma vez por mês estar chegando horas atrasada no seu trabalho por causa do leiturista da companhia elétrica, no dia especificado na conta de energia ela se arruma toda para trabalhar e tem que ficar esperando o leiturista para anotar a leitura por que o medidor fica dentro da nossa casa, a minha mulher falou que o leiturista atual era um senhor de idade e que da última vez que ele veio trouxe consigo um rapaz jovem e bonito e lhe apresentou dizendo que aquele rapaz era um estagiário que lhe substituiria pois ele iría se aposentar, o tempo foi passando e todos os meses a minha mulher se arrumava toda e ficava esperando o jovem leiturista, ela me falou que com o passar do tempo eles já estavam bastantes amigos, o nome dele era Cris, que algumas vezes convidou ele para ir até a conzinha tomar um suco e comer algo, que ele não tirava o olho da sua bunda e das suas pernas e que na hora de ele ir embora os dois trocavam olhares muitos próximos, ela também me disse que ele era um rapaz bonito e gostoso e achava que ele tinha um pau enorme do jeito que ela gosta, notei logo que a minha mulher estava louca para trepar com ele por isso tratamos logo de resolver esse assunto.

Um certo dia, tomando café da manhã juntos, a Shirley, minha mulher, me contou que várias vezes fantasiou tranzando com o leiturista e me perguntou se eu aprovava a idéia pois o dia da leitura estava se aproximando, eu como sou um corno manso assumido não pensei duas vezes e disse a ela que poderia ficar a vontade. Pois bem, o dia chegou, acordamos cedinho, tomamos banho juntos e nos arrumamos, a Shirley estava ansiosa e exitada, enquanto ela se vestia eu vi várias vezes ela tocando seus seios e sua buceta, em seguida tomamos café e eu como sempre sai primeiro para trabalhar deixando ela sozinha esperando o rapaz. O próximo trecho deste relato será narrado por ela. Após meia hora que o meu marido saiu para trabalhar o leiturista chegou apertando a campanhia, eu abri a porta e mandei ele entrar, em seguida fechei a porta e nós dois caminhamos até o medidor, eu na frente e ele atrás, no trajeto ele não tirava o olho de mim, quando nos aproximamos do medidor ele começou a digitar os números da leitura em um aparelho, em seguida, eu fiquei na sua frente, de costas pra ele e pedi explicações de como funcionava aquele aparelho pois a conta de energia estava vindo muito alta, ele se posicionou por trás de mim e começou a explicar, nesse momento Cris se aproximou tão próximo de mim que pude sentir seu pau duro encostando na minha bunda, tive uma sensação gostosa e a minha buceta começou a ficar úmida, eu me virei de frente pra ele e olhei nos seus olhos, ele soltou o aparelho de leitura e me abraçou, começamos a nos beijar e a se enfregar um no outro, em seguida ele a mão por baixo da minha saía, afastou minha calcinha pro lado e enfiou um dedo na minha buceta, eu abri sua calça, coloquei seu pau pra fora e comecei a punhetar enquanto nos beijávamos, ele olhou pra mim e disse que não tinha muito tempo pois havia muitas casas pra verificar as leituras, em seguida ele me empurrou contra a parede, levantou minha saía e baixou minha calcinha, colocou seu pau na entrada da minha buceta e tentou me penetrar, eu fechei minhas pernas com o pau dele no meio delas e perguntei se ele tinha uma camisinha, ele disse que não tinha e eu também não, então eu disse a ele que sem camisinha não rolava e que eu era uma mulher precavida e casada, ele disse que não se preocupasse que ele também era casado e que mau traía sua mulher, mesmo assim eu não aceitei mais abri um pouco as pernas e ele ficou rosando seu pau na minha buceta sem penetrar até que nós gozamos juntos, o esperma dele escorria nas minhas pernas, em seguida tratamos logo de nos vestir e combinamos que da próxima vez seria bem melhor, depois que ele foi embora e eu fui trabalhar, quando retornamos para casa, eu e meu marido conversamos sobre tudo que aconteceu e ele me pediu para que na próxima vez eu tranzasse com nosso amigo ali mesmo, na sala, em um final de semana pois ele gostaria de estar presente, escondido atrás da cortina que fica por trás da estante da sala, para assistir nossa tranza, sem que o nosso amigo soubesse, ficamos combinados e os dias foram se passando até chegar o dia da próxima leitura, era uma sexta-feira, quando ele chegou não rolou sexo, apenas trocamos algumas caricías e combinamos que ele viesse no dia seguinte, no mesmo horário pois era dia de sábado e nós ficaríamos mais a vontade.

O dia de sábado amanheceu, antes do horário combinado eu tomei um banho e vesti um baby dool sem nada por baixo, a campanhia tocou e o jony, meu marido correu para detrás da cortina, eu fui abrir a porta. A parti desse momento quem passa a narrar esse conto é o Jony, meu marido, afinal esse relato é de nós dois. Pois bem, minha mulher abriu a porta e lá estava o nosso amigo Cris, moreno, devería ter uns vinte e poucos anos, estava vestido de short e camiseta, ela convidou ele para entrar e os dois sentaram no sofá, em poucos minutos eles já estavam no maior amasso, foram tirando suas roupas até ficarem completamente nus, ela se sentou no sofá de pernas abertas e ele se ajoelhou entre suas pernas e começou a chupar seus seios, foi descendo pela barriga até chegar na sua buceta onde chupou com vontade, ela se contorcia de tezão, pegava a cabeça do rapaz, pressionava contra a sua buceta e ficava se esfregando até gozar no rosto dele, ela adora fazer isso antes de receber um pau duro, em seguida, ela deu um beijo na boca dele e pediu para ele ficar de pé na sua frente, pegou o pau dele, colocou na sua boca e começou a chupar, ela estava com fome de rola, tentava engolir tudo que podia, depois chupava as bolas, passava a língua em volta da cabeça até que o pau do rapaz ficou duro feito ferro dentro da sua boca, eu assistia a tudo por trás da cortina, batendo uma deliciosa punheta, depois disso, o Cris colocou uma camisinha em seu pau e a Shirley se posicionou de quatro em cima do sofá, ele em pé mesmo foi por trás dela, encaixou seu pau na buceta dela e começou a meter lentamente até entrar tudo, depois segurou ela pela cintura e começou a enfiar ficando somente as bolas do lado de fora, a safada gemia de tezão e para me deixar mais louco ainda dizia; ..... Me come meu macho gostoso, enfia tudo, arromba minha buceta, vai , me ajuda a colocar um par de chifre naquele corno é isso que ele merece.... ela fazia de proposito, quando ouvi isso quase gozei na punheta, estava muito gostoso ouvir aquilo tudo e vê a minha mulher arreganhada de quatro em cima do sofá com aquele macho de pau duro comendo a buceta dela, depois disso, eles mudaram de posição, ele sentou no sofá e ela foi pra cima dele, sentou em cima do seu pau e começou a cavalgar subindo e descendo, ele segurava ela pela bunda e puxava contra o seu corpo fazendo entrar tudo, em seguida ele foi se levantando com ela nos braços sem tirar o pau de dentro até ficar em pé, ela estava suspensa no ar, com as mãos no pescoço dele e ele segurou ela pelas suas pernas que estava abertas, encaixada na sua cintura com o pau dele dentro, nessa pocisão ele começou a meter tudo, forte, a Shirley gritava de tezão dizendo;....

Que rola gostosa você tem Cris, me come gostoso, enfia tudo dentro de mim, arromba minha buceta, ahahahahhahh!!!!!!! em seguida, ela acabou gozando no pau dele pela primeira vez, aos berros nos braços do Cris, depois disso, ela desceu dos braços dele e caiu em cima do sofá para relaxar um pouco, deixando sua bundinha pra cima toda arribitada, Cris se aproximou dela e começou a massagear sua bunda, em poucos minutos a Shirley já estava se remexendo, querendo mais rola, nisso, o Cris foi pra cima dela e meteu na sua buceta novamente, depois de alguns minutos, eles deitaram de lado no sofá, ele levantou uma das pernas dela e ficou metendo na sua buceta por vários minutos, de onde eu estava dava pra ver o pau dele entrando e saindo da buceta da minha mulher, ele metia e chupava os seios dela ao mesmo tempo, ela gemia feito uma cadela, não demorou muito e ela gozou pela segunda vez, eles deram uma pequena pausa e ficaram agarradinhos na posição que estavam até o Cris dizer que também queria gozar, então ele pediu pra ela se sentar na ponta do sofá de pernas abertas e jogar seu corpo para trás, assim ela fez, em seguida ele se ajoelhou no chão entre as pernas dela e foi metendo seu pau devagarzinho na buceta até entrar tudo, a safada ficava parada, exasta de tanto gozar, assistindo o pau dele entrando e saindo da sua buceta, ele ficou metendo por alguns minutos até pedir para comer o cuzinho dela, ela aceitou sem nenhuma cerimônia, apenas pediu pra ele ir com calma para não machucar, o rapaz retirou seu pau da buceta dela e foi enfiando no seu cuzinho, quando entrou a metade ele começou a meter, eu me acabava na punheta assistindo tudo, depois de alguns minutos, a safada começou a rebolar no pau dele e a massagear sua buceta, batendo uma siririca, o rapaz vendo aquilo tudo começou a meter mais forte no cú dela enfiando tudo, os dois se beijavam, de vez enquanto ele chupava os seios dela e metia em seu cuzinho ao mesmo tempo, o tezão dos dois foram aumentando até ela pedir pra ele retirar o pau do seu cuzinho, colocar outra camisinha e meter na buceta dela para os dois gozarem juntos, Cris obedeceu imediatamente, trocou a camisinha, enfiou na buceta da minha mulher e começou a meter tudo, muito forte, rápido, sem parar, os dois começaram a gemer alto e acabaram gozando juntos, em seguida, Cris se vestiu, se despediu da minha mulher e foi embora, quando ele saiu, eu fui até a minha mulher e cai de língua na sua buceta chupando tudo, deixando a buceta dela bem limpinha, depois bati uma punheta e gozei nos seios dela.

Com o passar do tempo o Cris se tornou amante da minha mulher e meu amigo mais ele ainda não sabe que eu sei de tudo, quase todos os meses que vem anotar a leitura ele tranza com ela. Nós três já estamos bastantes amigos, a Shirley, minha mulher, aos poucos estar tentando convencer o Cris que eu sou um corno assumido e que gostaría de ver ele tranzando com ela na minha frente, se pintar confiança suficiente pra isso poderemos tranzar os três juntos ou poderei somente assistir os dois tranzando, batendo a minha punheta. Acho que isso não vai demorar a acontecer pois ele tem demostrado ser uma pessoa sigilosa, educado e higiênico. Quando tudo acontecer garanto que contaremos pra vocês.

Até a próxima !

Vai continuar ao meu lado... Final

Bom pessoal... Dando continuidade a minha historia, (Contos: Sempre esteve ao meu lado... e Continua ao meu lado... E vai continuar ao meu lado parte I) vou contar pra vocês como minha historia de amor, acaba...

No domingo o Guilherme nem deu as caras na minha casa, o que foi ate bom, pois o pessoal da faculdade foi pra minha casa e assamos carne enquanto contávamos mentiras, relembrávamos da viagem e riamos bastante, fiquei a tarde toda com meus amigos, e nem me lembrei do Guilherme, acho que chega em um certo ponto do relacionamento onde você fica tão desgastado por sofrer demais e não ser correspondido, que se adquiri uma blindagem, você fica avesso a discussões e dramas. Enfim, na segunda feira, não iria ter aula, ainda estava de férias da faculdade, então meus planos eram, TV, Videogame, Piscina, TV, TV e TV, acordei pela manhã, com minha mãe esbravejando e me sacudindo na cama, para me dizer que iria pra Campos, com os pais do Guilherme, eu apenas balbuciei algumas palavras e ela foi, enrolei mais uma hora na cama, ate que me lembrei que o Jorge estava na minha casa, então pulei da cama, tomei banho, me arrumei e desci, era mais ou menos 10 horas da manha.

Fiquei por ali na cozinha, ora tomava água, ora comia alguma coisa, e o Jorge nada de falar comigo, ate que resolveu me cumprimentar, eu o cumprimentei com um sorriso e trocamos algumas palavras ele sempre muito atencioso, ate que toca o interfone, vou atender e era o Guilherme, abri o portão sem dizer nada, ele como sabia que o pessoal da construção estaria lá, fez questão de entrar pelos fundos, quando passou pelo Jorge, disse um bom dia, que dava pra sentir a raiva na voz dele, ele entrou me deu um abraço, perguntei porque ele sumiu no domingo e ele disse – Minha avó que mora no Mato Grosso, estava em casa, e como sei que você não gosta dela nem te chamei pra ir la em casa, na verdade não sou eu que não gosta dela, ela simplesmente me detesta e eu nunca soube o porque, mais voltando a historia, o Guilherme estava muito simpático, conversamos de modo que não fazíamos a tempos, uma conversa sadia e muito legal, ficamos na sala de TV, conversando e assistindo um filme trash coisa que adoramos fazer, só pra falar mal do filme depois... as horas foram se passando e de repente o Jorge entra dizendo que iriam sair pra almoçar e que voltariam dentro de duas horas, disse que tudo bem, e eles foram embora.

Mal fechou o portão e o Guilherme começou – Nossa mais esse cara não desconfia mesmo, vou ter que ter uma conversa com ele, quem ele pensa que é pra mexer com você assim?! E por acaso você ta dando corda pra ele? Interrompi dizendo – Guilherme o que, que o cara fez, ele só veio dizer que tava indo embora, mais que ciúmes louco é esse?! Nossa daí ele ficou nervoso, ciúmes nada, esse cara ta te comendo com os olhos só você que não ta vendo isso, cai na risada, e fui em direção a ele que estava no outro sofá e comecei a dar beijos no rosto dele, enquanto ele estava de bico pra mim, parecendo criança quando fica emburrada, fiquei ali dando beijos nele, e ele nem se manifestou, daí comecei a passar a mão no corpo dele, por baixo da camiseta, desabotoei a bermuda dele, e ele quietinho sem se mexer, mais já estava extremamente excitado, perguntei se poderia continuar, ele sem desfazer o bico, apenas fez sinal positivo com a cabeça eu estava achando aquilo tudo muito fofo, mais queria que ele desmancha-se aquela cara emburrada e dei um beijo na boca dele, que foi correspondido com tanta vontade quanto foi dado, ele por fim me abraçou e ficamos a nos beijar, ele tirou minha roupa, me deixando nu na frente dele, e ele se levantou tirou a roupa, e me chamou para irmos pro meu quarto, assim que chegamos nos deitamos na minha cama, ele me olhando nos olhos me disse – Você não sabe o quanto eu senti falta disso sabia, desses nossos momentos de intimidade.

O Guilherme as vezes era um ogro, mais sempre que eu estava prestes a deixa ele vinha e renovava meu amor por ele, enfim no quarto tudo ocorreu de forma linda, sempre como era antes, ficamos quase duas horas naquela sacanagem que só nos dois sabíamos fazer, quando terminamos tomamos um bom banho, e fomos a sala vestir nossa roupa, foi o prazo de terminamos de nos vestir o interfone toca, era o pessoal da obra, eles entraram enquanto o pedreiro ficou na parte externa para descarregar o caminhão de cimento e afins, o Jorge entrou e me deu um kinder ovo, eu tinha comentado com ele que eu adorava o chocolate do kinder ovo, então ele dizendo ter lembrado disso me deu um chocolate, eu agradeci e dei um abraço nele, pude sentir que quando o abracei ele cheirou minha nuca, e deu um suspiro de leve, e me disse que eu era muito cheiroso, eu agradeci e me afastei, nessa hora cheguei a conclusão que definitivamente o Jorge estava me querendo, mostrei pro Guilherme o mimo que o Jorge tinha me dado, ele ficou irado dizendo – Quer dizer então que ele quer te conquistar pela sua gula né, nossa vou quebrar esse cara, não vai ter jeito não... Olha a merda que você ta fazendo, ele ficava falando e eu achando tudo aquilo muito fofo, interrompi pedindo pra ele parar com teatrinho, porque eu não iria beijar o Jorge, nem fazer outras coisas, que poderia ficar tranqüilo com relação a isso.

O tempo foi se passando a obra na minha casa chegou ao fim, e finalmente eu e o Guilherme nos entendemos, estávamos como um casal feliz, sempre saiamos juntos como amigos, mais existia uma relação de cumplicidade que era inédita no nosso namoro, ele estava mais maduro, diria ate mais sóbrio, começaram nossas aulas na faculdade tudo transcorria bem, quando se aproximava de Julho, decidimos viajar, e fomos para uma cidade chamada Bonito, no Mato Grosso do Sul, ficamos vinte dias lá descansando a cabeça, quando retornamos no final das férias de Julho, no dia em que chegamos fomos a casa do Guilherme, entramos na sala e quem estava lá, a ex namorada dele, fiquei sem entender assim que chegamos ela deu um abraço nele dizendo que morria de saudades, e blá, blá blá, que tinha vindo passar uns dias na casa dele, nossa fiquei com vontade de puxar ela pelos cabelos e literalmente (Dar na cara dela) mais me segurei o Guilherme abraçou ela, eu me dispedi e fui para casa, não tinha mais o que fazer, se bem que não senti ciúmes, nem nada disso, cheguei em casa guardei o carro, desfiz minhas malas, em Resumo o Guilherme sumiu da minha vida, a ultima vez que nos falamos foi no final de agosto do ano passado, nunca entendi muito bem o que aconteceu com a gente.

Pelo que soube da mãe dele isso já neste ano de 2011,é que eles estão morando no norte em uma cidade chamada Apodi que se não me engano fica no Rio Grande do Norte, enfim.. já neste ano em Abril conheci uma pessoa extremamente especial um cara chamado Igor, alguém que sinceramente acredito ser o meu parceiro pra passar o resto da vida, pois sinto por ele algo que não sentia pelo Guilherme, se esqueci o Guilherme?! Não minha relação com ela é impossível de ser esquecida pois foi o primeiro cara da minha vida, meu namoro com o Igor tem ido muito bem, e que apesar dos ciúmes dele, e meus, temos ido muito, mês passado o Igor, foi convocado pra servir, no Amazonas, sim ele é militar, estamos quase a trinta dias sem nos falar, apenas conversamos pela internet uma única vez depois que ele se foi, mais esta prestes a retornar, porem fui surpreendido com uma visita em minha casa no mínimo assustadora, o Guilherme, veio me trazer um convite de seu casamento, me quer como padrinho da cerimônia, e o que é pior, queria uma ‘saidera” comigo, mais sou incapaz de trair o Igor....

O final da minha historia com o Guilherme não foi feliz, mais acreditem é a mais sincera verdade, teríamos a chance de continuar juntos, porem só se eu aceita-se as condições dele ou seja, permitir que ele se casa-se e ficasse como amante, mais isso não é vida para ninguém... Hoje em dia estou com o Igor, um cara sincero, que não tem medo de assumir pra si mesmo que ama outro homem.

Obs.: ( Não quis dar detalhes sexuais para não perder o ar de romantismo da Historia, desculpem se esperavam um final picante, é que minha historia ainda não teve final) ^^”

jsfj1990@hotmail.com

Final de semana Perfeito

Era mais um dia de trabalho, eu sou consultor de seguros de uma grande indústria nacional, e por decorrência desse fato tenho contato com corretores de seguros e vendedores de maquinário para mineração de todo pais, pois quando compramos algum equipamento antes de colocá-lo para trabalhar o mesmo já tem que ir assegurado, pois bem, cheguei ao trabalho, que fica na zona-rural e fui informado pela diretoria da aquisição de doze tratores escavo-carregadores, mais conhecido como (Pás-Carregadeira) enfim já sabia o que teria de fazer liguei para nossos corretores, encaminhei a nota fiscal e pedi para que providenciassem algumas propostas, que teríamos ainda o prazo de uma semana para fecharmos a cotação.

Deixa eu me apresentar, me chamo Eric tenho 21 anos de idade, sou moreno, tenho 1,83 altura, peso 80 kilos, tenho cabelo curto, enfim sou bonitinho, daí quando já estava a resolver outros tramites, me liga um dos nossos vendedores de maquinas, vou chamá-lo aqui de Carlos (fictício) me dizendo se poderia entrar na cotação pois tinha aberto uma corretora de seguros, disse a ele que sim, e como as maquinas adquiridas tinham sido vendidas por ele, que ele já teria todas as informações de que precisaria, enfim e marcamos de nos reunir na quarta-feira para eu passar pra ele quais coberturas que eu tinha necessidade e ele me apresentar uma primeira proposta.
Na quarta feira, veio o Carlos me apresentar a proposta dele, e chegou uma hora antes do horário combinado, eu sempre tive curiosidade de ficar com outro homem, mais nunca tive coragem nem oportunidade de fazer tal coisa, e o Carlos era do tipo de cara que me atraia, era educado, bonito, inteligente e eu adoro pessoas inteligentes, voltando a historia, ele tem 1,80 de altura deve pesar uns 85 kilos, e gostosinho sem ser malhado, ou ter corpão definido, branco, com cabelo curto porem muito liso e negro, olhos castanhos escuros, dentes perfeitos e abertinhos, o que deixava ele ainda mais sexy, e tem 36 anos de idade, ele chegou muito cheiroso e risonho na minha sala, começamos a conversar, ele me apresentou a proposta que já tinha as coberturas que eu queria, e o preço estava abaixo do praticado pelo mercado, mais de qualquer forma é protocolo da empresa deveria esperar mais duas cotações pra fechar e fazer o pedido de compra. Engatamos em uma conversa bem distraída e despretensiosa, ate chegarmos no assunto festas e boates, daí comentei que sempre via ele em uma boate da cidade, mais que ele sempre estava rodeado de mulheres e que eu nunca tinha coragem de chegar pra falar com ele, ele então me disse que estava sem companhia para ir na festa flashback, que teria na cidade, pois ele queria muito beber whisky e não poderia dirigir depois, falei que por mim poderíamos ir juntos já que eu não bebia mesmo, poderia servir de taxi pra ele.

Enfim, a semana foi se findando e fechamos seguro com ele, pois alem de eu querer muito fazer isso, foi o preço mais baixo a ser oferecido, na sexta-feira a noite, era mais ou menos meia noite, e alguém buzina na minha porta, era o Carlos, eu já estava arrumado mesmo e fomos a boate, mais achei que iríamos no meu carro mais foi ate bom ir no carro dele mesmo, se vomitasse seria no dele, chegamos a festa que por sinal estava ótima adoro flashback, o Carlos é muito assediado pelas mulheres da festa, acho que pelo fato de ser muito charmoso, as piriguetis caem matando, ele ficou com umas cinco só que eu vi, daí chegaram uns amigos meus e ficamos a conversar e dançar, mais eu sempre dando atenção a ele pra que não se sentisse deslocado, ou excluído, quando já se aproximavam das 05:00 da matina, resolvemos ir embora, ou melhor eu resolvi, pois ele não estava mais em condições de tomar decisão alguma, entramos no carro dele, perguntei onde ele morava, ele me disse algo que não entendi o que era, e decidi levá-lo pra minha casa , chegamos guardei a caminhonete dele na garagem, e entramos, nos entramos ele me perguntou onde era meu quarto, eu sinalizei com a mão e ele foi, pensei que fosse tirar a roupa pra tomar banho, eu fui para cozinha, preparar um lanche pra mim, pois estava faminto enrolei mais ou menos uns quarenta minutos na cozinha, quando fui para o meu quarto ele estava deitado na cama só de cueca branca e tinha roupa dele espalhada por todo meu quarto, eu estava tão cansado que nem liguei apenas tirei minha roupa e deitei do lado dele, demorei pegar no sono, pois alem de pensar que ele poderia vomitar a qualquer minuto, ele roncava como um motor velho.

No sábado levantei já eram 10 horas da manhã, olhei para o lado o Carlos não estava mais lá, então me levantei de cueca ainda fui ao banheiro escovei meus dentes, dei uma arrumada no rosto e fui a cozinha, quando cheguei e olhei no balcão ele tinha feito uma bagunça enorme pra preparar dois sanduiches pra ele, coisa típica de homem quando entra na cozinha, estava sentado comendo com o rosto melado com Ketchup achei muito fofinha a cena, ele me disse se teria problema de comer ali, disse que não que ficasse a vontade, e se sentisse em casa, daí ele brincou dizendo – Se eu me sentir mais em casa, só se ficarmos como um casal pois eu já to bem a vontade, me disse isso com um sorriso no rosto, o que me fez ficar muito envergonhado. Disse pra ele ficar a vontade, e fui arrumar a casa, pois como moro sozinho tenho que me virar mais como ele estava sentado eu nem notei mais ele tinha trocado de roupa, pois a roupa dele da boate ainda estava jogada no quarto, daí arrumei meu quarto, limpei os banheiros, depois fui para cozinha arrumei tudo, e ele ficou na sala a ver TV, enquanto eu tirava uma de empregado domestico, ficou bem jogadão no sofá, toda aquela coisa de ter um homem na minha casa, me deixa extasiado, pois era muito novo pra mim, e era algo que eu sempre quis
Terminei de arrumar tudo entrei pro banheiro tomei um banho, quando estava pronto já era quase 12:00, ele então veio na minha direção me imprensou na parede e me perguntou se eu não tinha nada a falar pra ele, eu fiquei muito envergonhado, e disse que não, pois já que ele tinha ficado com tantas garotas na festa, deveria estar bem cansado... Ele riu dizendo que eu estava com ciúmes dele, e que queria me beijar e sabia que eu também queria ele, eu tentando desconversar, perguntei onde ele tinha arrumado aquela bermuda, chinelo e camiseta que ele estava usando, ele me disse que já estava na caminhonete e ele colocou pois pensou que aconteceria alguma coisa na noite passada, mais que eu estava muito devagar, Nossa como ele era convencido, disse pra ele que ao contrario dele eu nunca tinha feito nada com outro homem, e não queria simplesmente fazer sexo por fazer, ele deu uma gargalhada, e disse – Tu é virgem então?! Nossa é melhor do que eu pensava, to querendo você a tempos e ainda virgem, perfeito.

Falei para ele que eu era virgem com homens, mais com mulheres não, ele então me soltou e disse depois resolvemos isso, vamos almoçar, e fomos a um restaurante que eu adoro, comemos muito... Eu principalmente, pois estava com fome, enquanto comiamos ele ficava roçando a perna dele na minha, e dando sorrisinho de canto de boca, o que me deixava irritado, como ele poderia ficar tão calmo, mesmo fazendo aquilo em um lugar movimentado como aquele, terminamos a refeição ele pagou a conta e fomos pra minha casa de novo, mais antes passamos em uma locadora pegamos alguns filmes e fomos, chegamos em casa, ele super a vontade, já deitou no sofá colocou o filme enquanto eu fui pegar pipoca e refrigerante pra gente, quando voltei pra sala coloquei a pipoca e o refri na mesa de centro, fui surpreendido com um beijo, que me fez tremer as pernas, ate desmoronei no colo dele, parece que ele notou, foi como um sinal verde, ele começou a me beijar e a passar a Mão pelo meu corpo, tirou minha camiseta, e me beijava quase me sufocando, depois parou tirou a roupa dele se sentou de novo porem desta vez nu, e me fez sinal pra sentar no colo dele, tirei minha cueca, e me sentei eu já sabia o que iria acontecer mesmo, eu sentia o membro dele bem rijo entre minhas pernas, eu também não conseguia esconder minha excitação, não tinha mais jeito, ele ficava me beijando e me masturbando ao mesmo tempo, seus gemidos ao meu pé do ouvido me faziam arrepiar, ele então me sussurrou ao ouvido, ta na hora da mamadeira, eu entendendo o recado, me ajoelhei na frente dele e comecei a fazer um oral, meio sem jeito no começo, mais parece que esse tipo de coisa a gente nasce sabendo com pouco tempo já parecia que eu tinha feito isso por anos, ele gemia alto, me segurava pelas orelhas e começava a fuder minha boca, parece que quando eu engasgava isso era como uma conquista pra ele, ficamos nisso um tempinho, ele me colocou no sofá, e foi atrás de mim, e começou a morder minha bunda, a chupar, lamber, quando ele enfiou o dedo nossa minha cabeça chegou a doer, pois eu era virgem e ele colocou dois de uma vez, mais eu queria tanto aquilo que simplesmente abstrai da dor, e deixei rolar.

Ele parecia adorar aquele tipo de coisa, ele me pediu pra pegar a bermuda dele no sofá e entregar pra ele mais que ainda ficasse de quatro porque o melhor estava por vir, e assim o fiz, ele pegou um preservativo e lubrificante, eu não acreditava que ele tinha planejado tudo isso já, passou um gel na minha bunda, e começou a forçar, me deu vontade de correr e xingar ele, mais ele me segurou pela cintura e foi forçando quando passou a cabeça o resto entrou fácil, ele sequer me deixou acostumar com aquele membro estranho dentro de mim, e começou a bombar, mais fuder mesmo, meu corpo tremia, se esquentava por dentro ele me segurava pelos ombros e me puxava meu corpo pra trás pra ele entrar todo dentro de mim, nem vi quando gozei, e sem por a mão apenas saiu, e nunca foi em quantidade tão grande, ele notou que tinha gozado porque meu corpo começou a contorcer e apertar o pau dele, ele tirou de uma vez, se deitou e me mandou sentar em cima dele, e assim o fiz, sentei ainda incomodou um pouco, mais comecei a cavalgar em cima daquele corpo macio e ele ia me falando sacanagens e me deixando conduzir a “dança” ficamos nisso uns dez minutos ate que ele começou a novamente me fuder em movimentos ritmados e muito rápido e me disse que gozaria me levantei ele veio em minha direção e gozou no meu peito, me lavou o peito e depois se sentou no sofá, ficamos alguns minutos ali parados sem dizer nada um ao outro, de repente ele me pega pelo braço e fomos ao banheiro tomamos banho juntos, nosso primeiro banho juntos, depois vestimos cuecas e apertamos Play. Foi o final de semana perfeito.

Obs.: Essa historia é ficção apenas baseada em pessoas reais.

jsfj1990@hotmail.com

Cibele - minha mais nova aquisição

Meu nome é conhecido no meio do BDSM por DOM GRISALHO, sou DOMinador a muitos anos, bastante experiente e também exigente e autoritário com as minhas cadelas. Mas somente posso ter esta vida voltada ao BDSM apenas fora de casa, porque minha companheira (Elisa) não tem muita vontade de sexo e muito menos de S&M. Bem, o que estou escrevendo é o relato de como adquiri uma nova peça ao meu rol de escravas. Tenho por natureza ser monogâmico, e curto apenas ter uma serva por vez, a idéia de ter um canil não me atrai. Mas vamos lá, saibam como vim a ter Cibele.

Minha esposa tem uma grande amiga, a Cibele, não é uma mulher atraente ou especial, diria sem atrativos físicos, uma mulher bem comum – bem isso até conhecê-la melhor, rsrsrs. A Cibele é viúva a alguns anos, têm seus 46 anos, 1.65, 50kls, olhos pretos assim como os cabelos que são curtos e ligeiramente ondulados, tem uns peitinhos pequenos, contudo firmes e uma bunda redondinha.
Numa certa sexta-feira, quando cheguei do trabalho minha esposa me disse que havia combinado para eu ir no sábado na casa da Cibele para ajudá-la com alguns afazeres domésticos. Sempre sobrava para mim quando Elisa queria ajudar a amiga, e isso me cansava porque não me consultava, mas como não queria brigar, resolvi atender.
Durante aquela noite tentei “namorar” com minha esposa, mas, como sempre, ela estava indisposta, o que me deixou puto da vida, pois sexo entre EU e minha companheira era algo difícil e quando ocorria era apenas o tradicional “papai e mamãe”, apenas para cumprir a obrigação (dela), e cá para nós eram e são bastante chato, não tem graça, pois adoro fazer sexo diferente, assim evita que a rotina se instale no nosso casamento. Minha esposa não é chegada a transar, segundo ela o amor e a harmonia do casal são mais importantes que sexo. Elisa frustrava-me direto, pois Eu ao contrário dela quero é sexo, com amor e harmonia também, se for possível claro.
No sábado pela manhã, a contragosto e sem vontade alguma, fui para o apartamento de Cibele. Eu estava de sandálias, bermuda e camiseta, fui recebido por ela à porta. Ela trajava uma sandália rasteirinha, bermuda larga (bem feia por sinal) e uma camiseta comum. Nada sensual, na verdade até dava um ar de relaxada.
Enfim, comecei a trabalheira, troca de bocais de luz, conserto de interruptores, troca de chuveiro, colocação de quadros, arrumando a porta do banheiro, etc. Fiz o que comumente se fala dos modernos “maridos de aluguel”, mas sem receber nada em troca ou gratificação, pois era um favor de Elisa a amiga. Bem EU pensava que seria assim, mas fui muito bem recompensado, vocês irão entender como.
Por volta das duas da tarde tudo estava terminado e em seguida Cibele começou a colocar a mesa do almoço. Eu lhe afirmei que não iria almoçar, pois, tinha outras coisas a fazer e Eu não tinha interesse nenhum de ficar fazendo-lhe companhia. Mas ela insistiu e para evitar muita conversa, acabei ficando. Logo estávamos sentados a mesa, ela fez meu prato e serviu-me uma cerveja, sentou-se do outro lado da mesa e começamos a comer.
À mesa comecei a reparar em Cibele! Ela estava bem a minha frente e não conversávamos. Vendo aquela mulher pequena, ali sozinha, meus pensamentos começaram a voar e acabei me excitando com ela. Estava com tesão recolhido e ela ali, sozinha, a muito tempo sem sexo segundo Elisa me falou, resolvi arriscar, quem sabe poderia fazer com que ela viesse a servir-me, e caso não desse certo Eu apenas não investiria mais e iria embora. Afinal estava chateado com a situação que minha esposa me colocou, fiquei de pau duro e sem transar.
Parti para a conquista e perguntei a Cibele o que ela pensava sobre mim. Ela começou a responder coisas clássicas, como: amigo, legal, prestativo, etc. Essas coisas de pessoas conhecidas. Mas Eu não estava satisfeito e a indaguei o que ela achava de mim de maneira mais íntima, de como a Cibele mulher me via.
Nesse momento vi que ela me encarou, ficou vermelha, notei seu constrangimento e seu desconforto.
Ela não respondeu… Ficou calada, estática. Sem reagir ou fazer qualquer menção de responder.
Estava agitado, e sem pensar muito, Eu me levantei e fui para o lado de sua cadeira. Ela apenas me seguiu com o olhar. Comecei a massagear seus ombros e pedi que relaxasse, pois estava muito tensa. Fiz de forma bem carinhosa para não espantar àquela que viria ser minha propriedade. Notei que seus nervos estavam como pedra. Voltei a insistir que relaxasse e curtisse, dizendo-lhe que não faria mal algum a ela, apenas para o seu próprio bem e, se não gostasse bastava apenas falar e Eu pararia. Passei os dedos pelos seus cabelos, e ajeitei-os atrás da orelha.
Ela nada fez ou respondeu, estava dura, sem se mover, procurei fazer uma massagem bem relaxante, fazendo-a gostar e querendo que Eu não parasse. Sentia que estava se acalmando, ficando bem tranqüila, a massagem estava fazendo-lhe bem. Aos poucos e lentamente desviei meu corpo de lado fazendo minha virilha tocar no seu antebraço o que fez minha vara ficar dura na hora. Não parei e passei a roçar no seu ombro, antebraço, minhas mãos continuavam a massagear os ombros deslizando uma mão para a nuca e a outra pelo pescoço indo até o queixo e voltando. Ela apenas ficava quietinha, prestes a entregar-se.
Ela suspirou e sussurrou baixinho:
“PÁRA… EU NÃO SOU DE FERRO… E Há MUITO TEMPO NÃO TENHO UMA RE…….” sua voz foi morrendo, como se fosse se entregando, sentia que ela estava querendo que EU continuasse, mas sem forças para reagir em contrário.
Passei a massagear sua nuca com força e vitalidade, e com a outra mão passei a acariciar seu pescoço, colo, descendo por cima da camiseta. Quando pude notar de relance os biquinhos quase que furarem a camiseta. Ela estava querendo, estava com o tesão aflorado. Foi à deixa, sabia que iria dominar a Cibele naquele dia. Tinha apenas que continuar a deixá-la excitada e sedenta por uma boa transa. Deslizei meus dedos pela sua nuca e pescoço. Desci a mão pelo seu colo até acariciar superficialmente seus peitos por sobre a camiseta. Estava sem soutien e os mamilos pontiagudos, quase a furar sua roupa.
Segurando-a pela nuca guiei sua face até minha virilha e esfreguei sua face no meu membro, por cima da bermuda. Ela não se fez de rogada, minhas pernas estremeceram quando senti suas mãos massagearem e arranharem minhas coxas com vontade. Em seguida ela subiu com uma das mãos por debaixo da bermuda e da cueca até alcançar minha bunda onde me deu um apertão vigoroso, um apertão de quem está prestes a se entregar. Senti volúpia em Cibele.
Sem pudor desci mais minha mão e apalpei aquele peitinho diminuto e massageei com força, beliscando, apertando, puxando. Eu comecei a usar Cibele da forma que Eu queria, ela estava totalmente entregue, o tesão estava deixando-a amalucada e a falta de homem a muito tempo a estava fazendo ficar “doidinha”, era questão de poucos minutos para que Eu a forçasse a fazer as minhas vontades, quer era muito mais que sexo, a queria para minha escrava. Meu membro latejava e Eu o passava pelo rosto da Cibele.
Afastei-me um pouco, minhas mãos escorregaram pela lateral do corpo dela e delicadamente passei a suspender a camiseta, ela não ofereceu qualquer resistência. Fiz seu corpo se aproximar do meu, guiando-a pela nuca. Passei a deslizar a face dela na minha barriga enquanto minha virilha se encaixava no entre seios dela. Afagava seus cabelos com desejo e a outra mão aranhava suas costas e volta e meia beliscava suas tetinhas, ela sentia e notei que estava gostando, era uma submissa, se tinha alguma dúvida até então, naquele instante acabei de confirmar.
Podia sentir a pele quente e macia, ela nada falava ou fazia que me contrariasse nas minhas intenções de seduzi-la, quando minha mão desceu até o sutiã e o abri, senti Cibele estremecer. Era tudo ou nada naquele instante e parti para a conquista em definitivo.
Ela se desvencilhou dos meus braços, mas continuou colada a mim, com a carinha de tesão, ela era um vulcão prestes a explodir, ainda encontrou forças para argumentar:
“PARE….. NÃO É CERTO…… SOU MUITO AMIGA DE ELISA …….”
Coloquei o dedo na boca dela e simplesmente ordenei “PSIUUUUUUUUUUUU, fique quieta”.
Olhei nos olhos e encarando-a com olhar malicioso e enérgico falei-lhe:
“SEI QUE VOCE ME QUER……. SINTO SEU CHEIRO DE DESEJO…. NOSSAS PELES SE ATRAEM….PARE DE PENSAR NELA……. AFINAL FOI ELA QUEM ME MANDOU AQUI…….”
Ela baixou o olhar e sussurrou: “EU SEI MAIS DE VOCÊ DO QUE IMAGINA… ELA SEMPRE FALA QUE VOCE É UM PERVERTIDO… QUE QUER QUE ELA FAÇA COISAS… E SEI QUE AS COISAS QUE QUER, ELA NÃO FAZ… QUE GOSTA DE SUBMETER ÀS MULHERES PARA QUE FAÇAM O QUE VOCE DESEJAR… DEPOIS QUE ELA ME FALOU DE SEUS GOSTOS, PROCUREI ENTRAR NA INTERNET PARA SABER… E FALEI A ELA QUE DEVERIA FAZER COM VOCE TUDO QUE FOSSE POSSÍVEL… MAS ELA NÃO ACEITOU MEU CONSELHO…”
Minha mão voltou a afagar os cabelos da nuca a fazendo levantar um pouco o rosto e me encarar.
A outra mão deslizou pela face, boca, queixo, pescoço, colo até tocar de forma bem dura nos biquinhos das tetinhas, que estavam duras como pedra. Bulinei um pouco ali e sussurrei:
“CIBELE ENTÃO VOCÊ SABE O QUE PODE TER ……… TENHO CERTEZA QUE NÃO VAI SE ARREPENDER….. SERÁ MINHA ESCRAVA, FARÁ TUDO QUE QUERO, COMPREENDEU!!! VOCÊ NÃO TEM QUERER… OU NÃO ME QUER??? SEI QUE VOCE GOSTA DE VADIAGEM, ELISA ME CONTOU…SEI QUE É SAFADA, POR ISSO FIQUE QUIETA E APENAS FAÇA O QUE EU QUERO……COMPREENDEU???”
Ela não respondeu, apenas olhou-me e, se levantou da cadeira fazendo menção de tentar sair, mas é aquela vontade de sair sem querer, sem forças de lutar e já sabendo que iria se entregar. Com isso, ao tentar levantar o que aconteceu é que ela ficou mais ainda perto de mim. Ela me queria, embora ainda lutasse em sua mente para não ceder, seu corpo queria, clamava por mim. EU sabia como conduzi-la.
Seus peitos balançavam para cima e para baixo em razão de sua respiração alterada. Dava para sentir o conflito que se travava no corpo e pensamentos. Sua boca nunca estivera tão sensual, com lábios entreabertos e convidativos, deixando que eu visse um pouco dos seus dentes brancos.
Aproximei meu rosto do dela e delicadamente toquei meus lábios nos delas. Só toquei. Só um leve roçar.
Comecei mordiscando o lábio inferior, chupei e mordisquei aquele lábio pequeno.Quando passei para o lábio superior sua respiração já estava ofegante e seu controle estava por um fio.
Após dar o mesmo tratamento no lábio superior puxei seus cabelos da nuca para trás com força e vigor, fazendo-a olhar para o teto e deixando seu queixinho na minha frente. Cibele estava muito excitada, senti que queria transar imediatamente, por que não agüentava mais, já estava se mordendo, se contorcendo de tesão. Quando segurei o queixo com vigor….. mordisquei…. lambi….. quando sugava os queixo senti os braços dela se envolverem no meu pescoço, soltei seus cabelos e finalmente nossas bocas se encontraram. Ela pegou meu rosto com as duas mãos e beijou com fúria minha boca. Sugou forte e abriu a boca, para eu enfiar a língua por inteiro.
Minha língua foi rápida e logo a enterrei toda naquela boca pequena, desbravei cada centímetro, dentes, céu, gengiva, logo ela estava metendo sua língua na minha boca e chupei com força, mordi a pontinha com os lábios e depois com os dentes. Ela correspondia, com força lambia-me.
Ela segurava agora com os dois braços em torno do meu pescoço e parecia que tinha nascido ali de tão forte que apertava. De repente suas mãos começaram a procurar lugares para me apertar. Apertaram a ponto de deixarem marcas.
Enquanto sugava aquela boca pequena virei-a contra a mesa. Minhas mãos desceram por suas laterais e a seguraram na cintura. A fiz ajoelhar-se, em frente a mim e dei-lhe o primeiro tapa como seu SENHOR. Ela não respondeu, apenas me fitava, com os olhos cheios de tesão. Seu corpo implorava por mim. Continuei a bater-lhe e dei-lhe mais dois tapas, com mais força. E disse-lhe, de forma autoritária que a partir daquele instante era minha escrava, que faria o que bem entendesse e que ela servia apenas para servir-me. Sua resposta foi apenas: “SIM SENHOR”, aceitando totalmente a nova situação. Já era minha, EU poderia fazer o que desejasse, meu EGO queria usá-la mais e mais.
Depois a levantei do chão e a coloquei sentada encima da mesa. Delicadamente, fui deitando sua costa nua no tampão da mesa, cuidadosamente fui afastando pratos e travessas. Com ela deitada na mesa, minha boca deslizou pelo queixo, pescoço, colo, sempre lambendo, beijando, sugando e mordendo bem gostoso.
Ao chegar às tetinhas passei a ponta da língua por volta do mamilo que estava como pedra. Desci e com a ponta da língua, lambi todo o contorno das lindas tetinhas. Quando passei a língua pela parte debaixo dos seios, Cibele estremeceu, se contorceu na mesa sussurrando e gemendo, dizendo-me: ‘FAÇA MEU SENHOR TUDO COMIGO QUE DESEJAVA COM ELISA, QUERO LHE SERVIR, SOU SUA!!!”.
Ouvir aquilo foi êxtase para mim… Voltei a passar a língua no local sensível e dessa vez me demorei um pouco mais. Ela passou a segurar minha cabeça pelos cabelos segurando-me na posição e intercalando entre os seios. Passei a roçar os dentes na parte inferior dos seios. Dava chupadas vigorosas na base dos peitinhos e ela começou a gemer alto e sem pudor.
“AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII HUMMMMMMMMMMMMMMMMMM SIIIISSSSSSSSSS”
Levantei um pouco o rosto e a vi de olhos fechados, sua feição era de alegria e felicidade, nisso percebi a latinha de cerveja do lado.
Peguei-a e passei no biquinho, ela estremeceu e gritou;
”HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM DELICIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! AHHHHHHHHHHHHH”
Passei a bolinar com a latinha gelada nos peitinhos e minha boca voltou a descer.
Passei a intercalar o quente da minha boca com o gelado da lata.
A essa altura Cibele se contorcia, gemia, rebolava, vindo a confirmar o que EU já sabia: ela já era minha….
Abri o botão da bermuda e logo baixei o zíper, tirei a bermuda e vi uma calcinha rosa tamanho médio…
Dei uma cheirada vigorosa na virilha e minha boca voltou a descer.
Coxas, panturrilha, pés, dedos, todo aquele corpinho foi beijado, lambido, chupado, sugado.
Quando voltei a subir ela já estava se arreganhando para mim, bem safada, como EU a queria.
Cibele já havia vencido a vergonha, uma de minhas mãos tocava os seios e a outra batia na sua xana por baixo da calcinha. Segurei suas mãos e as coloquei de lado. Segurei sua calcinha e senti-a toda molhadinha, parecia que tinha se urinado toda, segurei pelas laterais e lentamente tirei-a.
Que xaninha……!!!!! Era pequena, nem lisinha nem peluda, mantinha os pelinhos bem aparados e com uma higiene perfeita, o cheiro era de desejo e estava ensopada.
Cai de boca, primeiro lambendo os grandes lábios, logo estava sugando seu néctar, pela parte superior descendo e subindo, ela se abria cada vez mais. Descia minha boca até sua bundinha e voltava, lentamente fui desbravando-a. Vencidos os grandes lábios, minha língua passou a entrar e sair bem devagar, subia e descia. Quando descia enterrava a língua, sentia o aroma de sua buceta, sentia o gosto de seu mel e chupei cada vez mais, cada vez com mais força e dedicação.
Quando enterrei minha língua toda naquela buceta ouvi Cibele dizer-me:
“VEM MEU DONO… ME TENHA…….. ME FAZ GOZAR…… AI….. VEMMM…… EU TE QUERO MEU SENHOR……”
Afastei-me e deu um tapa de lado, na coxa………..me debrucei sobre seu corpo e olhando-a nos olhos sussurrei:
“VOCÊ ME QUER????? QUER QUE EU FODA SUA BUCETA????? ENTÃO SAIBA QUE EU GOSTO DE PUTA………GOSTO DE SAFADA… DE CADELA…….VOCÊ É MINHA VADIA???”
Ela me olhou com ar de desejo e mais atração, abriu a boca passou a língua nos lábios e sussurrou:
“VEM FODE SUA PUTINHA…QUERO SER SUA CADELA VADIA…VEM ME FAZER SUA…FAÇA O QUE QUISER”
Afastei-me um pouco e fiquei alucinado. Segurei-a por um dos braços e a fiz girar, coloquei-a de costas, fiz sua bundinha ficar arrebitada na borda da mesa.
Com uma das mãos eu apertada, acariciava tava tapas naquela bundinha enquanto a outra abria minha bermuda e descia minha cueca.
“AI….. DONO…….QUE DELICIA…… ENTERRA SEU PAU NA MINHA XANA…… JUDIA DA SUA SOFIAZINHA….”
Eu aprumei minha cabeça naquela buceta lubrificada e num movimento rápido e violento enterrei meu membro.
“AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII”
“HUMMMMMMMMMMMMM QUE MACHO GOSTOSO… FODE…… METE…… BOMBA, MEU HOMEM… QUERO SER FODIDA INTEIRINHA POR VOCE. MEU DONO”
Passei a por e tirar de uma única vez, enterrando fundo fazendo o corpo dela ser jogado contra a mesa
“AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII METE….. METE FUNDO…… JUDIA DESSA CADELINHA SOLITÁRIA……”
Ela não tinha como controlar os movimentos, pois, seus pés não alcançavam o chão e eu a puxava de volta contra meu corpo.
“HUMMMMMMMMMMMMM ASSIM QUE EU GOSTO – VEM MEU SENHOR, JUDIA ….. BATE…..”
Dei-lhe um tapa, mais outro, mais outro e outro em sua bundinha. Ela apenas sorria, naquele instante percebi que ela gostava e queria apanhar… Continuei desta vez com mais força e quanto mais batia mais ela se arreganhava, a vadia estava gostando, os olhos de Cibele chegavam a brilhar de desejo e felicidade.
Logo depois senti minhas bolas baterem naquela bundinha e nesse momento passei a segura-lá pelos ombros.
“QUE DELICIA…… COMO AQUELA CORNINHA NÃO GOSTA DISSO ????? AIIIIIIIIIIIIIII”
Ao ouvir a ofensa à minha esposa, confesso que amei, mas tinha de castiga – lá e sem dó dei um tapa forte de mão aberta na bundinha, com o máximo de força que me foi possível.
“AIIIIIIIIIII MEU SENHOR……….. DOEU……. MAS BATE, ISSO BATE………”
Em tom forte e grave disse: “NUNCA FALE DELA… NUNCA ENTENDEU???” falei isso sincronizando com as enterrada.
“AIIIIIIIIII TÁ BOM MEU DONO, DESCULPA…… MAS QUE ELA É BOBA, FOI E É, ELISA NÃO SABE O QUE ESTÁ PERDENDO…….O SENHOR É MUITO GOSTOSO…… NÃO VOU FALAR DELA NUNCA MAIS”
Afastei-me e a virei de bruços, abri suas pernas e voltei a meter agora de frente.
Ela me deu um abraço de pernas pelas costas e eu retribuo apertando suas tetinhas.
Passei os dedos com delicadeza na parte inferior dos seios enquanto bombava.
Bastaram mais algumas socadas com força junto com as carícias na base dos seios e senti todo o corpo dela estremecer…. espasmos….. convulsões….. gritos….
“AIIIIIIIIIIIIIIII HUMMMMMMMMMMMMMMMM AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII SISSSSSSSSSSSSSSSSSSS”.
Sua pele estava lisa do suor…….me deitei sobre o corpo dela e ela gemeu:
“AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII VOCÊ TÁ ME ARREBENTANDO POR DENTRO SENHOR…….”
Sem dizer nada ficamos ali alguns minutos se passaram e a respiração de Cibele voltou ao normal.
Afastei-me e olhando-a disse : “PUTA SAFADA…… VOCÊ NAO É TÃO BOA QUANTO IMAGINAVA…..”
Ela só se virou de lado e saiu da mesa.
Começou a recolher sua roupa, eu fui até o sofá e disse.
“VEM CÁ CIBELE, VEM SATISFAZER SEU DONO, VENHA LOGO QUE NÃO GOSTO DE ESPERAR”
Ela olhou-me e sussurrou: “ACHO QUE NÃO!!!!!”
“ACHO QUE SIM……..” disse seriamente……
Ela foi correndo ao banheiro, EU me levantei e fui atrás, ela tentou fechar a porta mas eu a empurrei e entrei junto. Abracei e voltei a beijá-la.
Massageei as costas, nuca, ombros, enquanto minha boca comia literalmente a dela.
Ela logo se entregou ao meu beijo e voltou a abraçar-me.
Segurando-a pela nuca foi lentamente descendo sua face por meu pescoço, peito, até deixa-lá de frente com minha vara.
Encostado no balcão da pia do banheiro, ordenei……. “VAI CIBELE,,,,MAMA NO SEU MACHO… QUERO GOZAR NA SUA BOQUINHA….. QUERO VER VOCE TOMAR MEU MEL… SE DELICIAR COM MEU LEITE”.
Ela se afastou um pouco inclinou a cabeça e me encarando sussurrou.
“SEI QUE ELISA NÃO FAZ ISSO……….MAS MEU DONO….. EU AMO FAZER ISSO….”
“ENTAO VAMOS VER SE VOCÊ É BOA MESMO!!!” e dei-lhe um tapa na cara, que a fez quase cair. Mas ela não reclamou, apenas pegava meu pau.
“MAS E SE EU ME ENVOLVER COM O SENHOR??? E SE EU NÃO CONSEGUIR TE ESQUECER DEPOI.. ??” ‘NUNCA TIVE UM DONO EM MINHA VIDA, NÃO SEI DIREITO COMO É”
“CIBELE VAMOS VIVER E CURTIR O AGORA…….” disse.
Ela abriu a boca e começou a acariciar minha cabecinha com a ponta da língua.
Ela era experiente no oral. Lambeu a cabecinha com maestria, logo estava sugando com gosto meu pau.
Lentamente ela engoliu minha vara toda, sem frescura alguma começou a enterrar toda a minha pica na boca, pondo e tirando num ritmo frenético.
Minhas pernas começaram a tremer e ela passou a acariciar minhas coxas com as pontas das unhas.
Segurei sua cabeça pelos lados, afastei e deu a primeira golfada naquela face safada.
Ela abriu a boca e o segundo jato entrou direto atingindo o céu da boca e ela fez meu mel se espalhar na boca rapidamente, segurou minha vara e apontou para o colo onde o terceiro jato melou toda a pele e começou a escorrer pelo entre seios.
Ela se afastou e começou a se lambuzar com o que ejaculei, passando os dedos no colo e levando até a boca. Ela limpou tudinho e chupou os dedos com vontade. E, algumas gotas caíram no chão, ela não se fez de rogada, limpou totalmente com a língua, afinal ela era bastante limpinha, rsrsrs
Entramos num banho demorado onde ela não parava de me chupar e lamber.
Sugou meus peitos com vontade, mordeu com força chegando a deixar marcas.
Meti novamente naquela bucetinha pequena, mas quente e macia. Depois veio um gemido intenso e sua buceta se contraiu inteira no meu pau. Ela havia acabado de gozar. A partir daí eu comecei a socar. Soquei forte poucas vezes e também senti aquele arrepio gostoso que percorre o corpo e termina na ejaculação. Segurei sua bunda e soquei umas quatro ou cinco vezes, com toda minha força enquanto esporrava dentro dela. ficamos abraçados, cansados, suados, ali de pé encostados na pia, com minhas calças nos tornozelos, seu vestido todo levantado, e seus braços ainda em torno do meu pescoço. Então sem me soltar e ainda com meu pau pulsando dentro dela, ela me beijou. Beijo longo, sem pressa, sem medo e sem reservas. Era a entrega total.
Quando saímos do banho estávamos exaustos. Deitamos-nos um pouco na cama dela e demos um cochilo.
Acordei logo depois, com ela me chupando novamente.
Coloquei-a de quatro na cama e comecei a bulinar o rabinho dela, ela confessou que não estava acostumada. E que da última vez tinha sentido muita dor.
Voltei a meter na bucetinha e fiquei bulinando com o dedinho o rabinho.
Ela pedia mais e com mais força, não demorou muito e gozou novamente.
Cibele disse-me: ‘DOM GRISALHO, SOU SUA ESCRAVA DE HOJE EM DIANTE… NÃO VOU QUERER HOMEM NENHUM FORA O MEU SENHOR. FAÇA COMIGO O QUE QUISER. PERTENÇO-LHE DE CORPO E ALMA.”
Sofia estava em meus braços, toda satisfeita, resfatelada na cama, sorrindo… Quando minha esposa ligou. Esperei mais um pouco, dei-lhe um beijo demorado e fui para casa.
Até hoje, quase toda semana, estou com minha pupila…
Hoje EU e Cibele fazemos muito mais coisas do que apenas sexo e tapas, hoje já a instruí como gosto de ver e ter uma cadela, hoje sou seu DONO e SENHOR e ela aprendeu a tratar um DOM como mereço.
Toda vez que nos encontramos, ela afirma: ‘SOU SUA, FAÇA O QUE QUISERES…..” Somos muito felizes!!!
Se alguma candidata desejar vir a ser minha protegida, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – fico no aguardo de apenas mulheres.

A noite dos meus sonhos

Bom, tudo começou na noite de 8 de julho de 2011, minha MELHOR amiga veio ate minha cidade (mais de 5h de viagem) me visitar, pois meu niver foi de 6 e não queríamos deixar passar em branco. Saímos nesta bendita noite do dia 8, ela tava numa deprê que soh, aí qd deu umas 9h e pouca da noite, fomos em um barzinho aqui perto de casa mesmo, tomamos um caldo (e que caldinho excitante da porra), uma cervejinha, e lá ficamos. Conversamos bastante, voltamos mais tarde, aí quando chegamos, papo vai, papo vem, ela me pede um danone. Prestativamente peguei o bendito, e comecei a espalhar no rosto dela (jah mal intencionada huahuahua) iniciei passando a língua na testa, depois nariz, boxexa, queixo, ficava sem jeito de passar exatamente no meu alvo: a boquinha. Genteee e que boca gostosaaa. A gente tinha discutido um dia antes exatamente pq eu disse q ela era assexuada [não sentia prazer nem por homem nem por mulher], ela se retou cmg, e foi a melhor coisa q eu poderia ter feito, pq assim ela me provou q de assexuada ela não teh eh NADA.

Mas enfimmmm, depois q começamos nesse “lambe-lambe” de danone, (ô danone q rendeu viu?!) isso já tarde, mais de meia noite, a luz apagada, a gente já deitadinha., eu jah havia lambido o rosto dela td e dado uns selinhos ULTRAAA RAPIDOS, meio desconfiados.. eu fiz: quer mais beijinho: ai ela: qeruu simm [com uma voz superr dengosa misturada cm prazer q eu fico loucaaaa], ai eu dava esses beijinhos cmo ela pediu e falava: e beijÃO? Ai ela: beijão? Como é o beijão? EU TENSAAA NO MUNDO: ahh, vc num vai qrer saber cmo é o beijão, vc vai brigar cmg... (pense na pessoa q tava nervosonaaa era eu..) ai ela: eu queroo o beijão, me dê o beijãoooo! Genteee, aquela “súplica”, insistência msm pelo beijão SO ME ENLOQUECIIIIIIIA. Aí qd eu n tava mais agüentando mesmo de prazer , taquei AQUELE SUPERRRRR BEIJO, foi o primeiro e o mais marcante pq além de tudo, durou mais de 5 minuntos, SEM PARAR MESMO, aquela coisa quente, molhada, intensa, que nós sentíamos que as duas estavam ADORANDO. No momento eu tava morrendo de vontade de fazer xixi (rsrs), mas eu ficava cm medo de quando eu voltasse ela não quisesse mais falar cmg, ou me olhasse de forma contrária. Aí depois desses minutos tds, eu ficava dizendo q qria ir ao banheiro, ela dizendo: pode ir.. mas eu continuava sem jeito.. mas enfim, fui e quando voltei o negocio so EVOLUIU. Deitamos novamente, começamos a nos beijar, a nos tocar, eu tava tão sem jeitoo q até na hpra de tirar a blusa dela, o sutiã e a calcinha, eu fazia: “posso?!” EXATAMENTE PRA IR COM A PERMISSÃO DELA, para q depois não falasse q fiz nada contra sua vontade. ELA ME DIZIA “SIIIIIIIM” PRA TUDOO, eu fiz um oral nela DELICIOSO, foi o primeiro oral em mulher da minha vida, e nem os q jah fiz em homens por ai foram melhor, não mesmo.  Sempre fui super cachorrona na cama com os homens, mas hj FELIZMENTE naoe stou sentindo atração nenhuma por pika. Que bucetinha molhada q ela tem.. super saborosa, sabe aquela coisa q vc COMEE, DEVORA MESMO, e q se pudesse não parava nunca mais?!?! Essa eh a bucetinha dela. Gentee fico loucaaaa aqui so digitando, lembrando dos nossos momentos.. Enqto eu trabalhava mais embaixo, ela ficava mais encima, chupa os meus seios como NINGUEM jamais chupou, acaricia-os como ninguém, ninguém mesmo. Mas enfim, td tem sido uma extrema delicia, ahh  sem contar q dentro dessas transas maravilhosas eu tive uma explosão DAQUELES de prazerrrrrrr, de xiarr, sentir explodindo tudoo por dentro de tanto tesão, um verdadeiro FRISSON.

Hj estamos namorando, começamos no dia 16/07/2011.. mesmo infelizmente morando taoo distantes, ela sempre ta vindo me ver, agora em setembro ta voltando para comemorarmos o niver dela da MELHOR e mais GOSTOSA forma possível (6)

Tamo lutando ai p próximo ano ela vir morar aqui, fazemos planos de morar juntas, futuramente, qm sabe, ate adotar uma criança, uma menininha (nosso sonho). Mas enfim, td tem sido muuuuuuuito maravilhoso, ela me ama, so sente verdadeiro prazer cmg, e gozamos ate qd estamos simplesmente conversando por sms ou telefone. EU TE AMOOOO MINHA DELICINHA!
ps. Vale ressaltar q nenhuma das duas jah havia tinha relação bi.

História de um encontro com uma mulher casada

.Nos conhecemos pela internet, através de um site de relacionamentos. Eu sou casado e ela também é. Enviei uma mensagem e ela me respondeu, a partir daí passamos a conversar quase todos os dias. Aos poucos a conversa foi ficando mais quente, fomos nos descobrindo. Uma noite, já bem tarde, conversávamos quando ela ligou a web cam. Já havíamos trocados fotos, mas aquela foi a primeira vez que conversávamos com a web cam ligada. A conversa foi esquentando e ela baixou a câmera até mostrar o seu sexo por inteiro, completamente molhado de tesão. Nos masturbamos e mostramos o nosso gozo ao vivo, para que nenhum dos dois tivesse mais dúvidas.

Foi então que resolvemos marcar um encontro. Eu morava em uma cidade, ela em outra e depois descobri que ela era natural da cidade em que eu morava, mas havia casado e mudado de local. Fui ao encontro dela então. Era um sábado, e como eu tinha outros compromissos na cidade durante a semana e o início da seguinte, foi fácil ficar por lá. Ela fazia um curso de especialização sempre aos sábados, mas naquele dia tinha uma folga. Nos encontramos e a sensação do “ao vivo e a cores” é sempre melhor do que pela lente do computador. Ela usava um vestido lindo que demonstrava toda a sua sensualidade. Fomos até um restaurante e almoçamos. A conversa foi bastante divertida, pois estávamos deixando de lado a tensão do primeiro encontro, mas havíamos combinado de que neste primeiro encontro nós não faríamos nada além do encontro, do almoço, ou seja, nada de sexo. Mas aquela mulher me enlouquecia e sentia todo o seu desejo por algo além do almoço também.
Paguei a conta e ao descermos pelo elevador, não me contive e beijei-a suavemente, ao que ela respondeu e me apertando contra o seu corpo. Já fora do restaurante, entramos no meu carro e percorremos um pouco a orla da cidade enquanto continuávamos a conversa. Paramos em um trecho da orla, descemos do carro, fomos até um bar na beira da praia, tomamos uma cerveja e já mortos de tesão, resolvemos sair dali. De volta ao carro eu perguntei se poderia sequestrá-la, ao que ela me respondeu que não haveria problema, desde que ela estivesse em casa ao final da tarde. Esta foi a senha.

Entramos no primeiro motel que encontramos, já não tínhamos tanto tempo assim. Chegando lá dentro, desatei os laços que sustentavam o vestido dela e ao cair nos seus pés, me vi diante de uma deusa, bela, cheirosa, charmosa, sensual e que conseguia bater com sobras qualquer garotinha de 20 anos. Eu já estava na casa dos 40 e ela se aproximava dos 32.

Retirei-lhe o soutién com cuidado e ao ver aqueles lindos e maravilhosos seios na minha frente, não resisti e passei a acariciá-los lentamente, percorrendo-o em cada milímetro com minha língua, enquanto ela suspirava de tesão. Mordiscava-o, provocando-a. Passando a mão em seu sexo, senti o quanto ele estava encharcado, completamente úmido a espera de outra coisa que não fossem os meus dedos. Neste instante, ela passou a me beijar. Ela se ajoelhou, retirou o que restava da minha roupa e ficou diante do meu membro, que aquela altura estava totalmente duro e pulsante. Sem cerimônias, ela passou a chupá-lo com volúpia, com desejo, parecendo que iria me devorar naquele instante. Eu já não aguentava mais de tesão.

Ela se levantou e eu a carreguei até a cama onde retirei-lhe a calcinha e coloquei-a com as pernas levemente abertas, deixando-me diante daquela visão do paraíso. Passei a chupá-la com carinho e aproveitando para saborear todo o seu néctar delicioso; ela gemia, gemia e anunciou que estava gozando. Neste instante, apertou a minha cabeça com as suas pernas e me segurou com mais força pedindo para não parar. Foi o gozo feminino mais alucinante que tinha presenciado até aquele momento. Beijei-a, deixando que ela sentisse um pouco do seu próprio sabor. Ela foi à loucura.

Lentamente, foi se virando, deitou-se de lado, foi se agachando e se encaixando em mim. Pegou novamente o meu membro e foi então que ela, ainda deitada, colocou o meu cacete dentro do seu sexo. Ah como era quente e úmida aquela grutinha deliciosa. Beijei a sua nuca, virei um pouco o seu rosto, beijei-a novamente e ela então afastou-se de mim, ficou de quatro e disse-me: vem, me come de quatro, esta é a posição que mais gosto. Fui à loucura novamente.

Passei então a minha língua no seu sexo outra vez, o que a deixou mais alucinada ainda, coloquei uma camisinha e então penetrei-a outra vez, só que agora de forma mais profunda, sentindo todo o seu sexo se contrair apertando o meu membro, uma sensação única, especial. Ela falou: ai que rola gostosa, que cabeça grande e macia, me come vai, me fode com gosto. Fui aos poucos aumentando o ritmo das estocadas, ela já gritando de prazer, anunciando outro gozo, me pedia para gozar junto com ela. Ela apertava mais ainda as suas pernas, contraindo a sua vagina e apertando o meu membro dentro dela. Não aguentei e anunciei que iria gozar e ela também disse que estava gozando. Gozamos juntos e acho que se não estivesse de camisinha teria ejaculado e inundado toda a sua vagina com o meu sêmen.
Deitamos um ao lado do outro, exaustos e descansamos um pouco. Depois fomos tomar um banho e repetimos tudo novamente, de forma mais intensa ainda. Nos encontramos outras vezes, em outros locais e nos divertimos bastante, mas esta é outra conversa.

Uma surpresa enorme

Anteriormente comentei sobre meu arranjo com Maria minha mulher.
Que ela poderia sempre sair para trepar com quem escolhe-se.
Talvez assim ela viesse a sentir o orgasmo que nunca sentiu.
Ela apenas tem orgasmo quando se masturba ou é masturbada.
Por suas saídas, ela tinha formado certa quantidade de “amigos” o pessoal La da praia. Que vez ou outra trepavam com ela. Eu nunca quis saber o nome de nenhum deles. O que me interessava era ela contar os detalhes. De como fora comida. Se tinha chupado antes ou depois de cara comer seu cu. Se tinham gozado na cara dela. Como era o pau do amigo que a tinha comido. Se era bom de foda. Se ela também o tinha comido. O que sempre fazia comigo. Onde eles tinham ido foder? Na praia ou no carro, ou na casa de algum deles? Como ela tinha feito para atrair sua “vitima”. Assim ela os chamava.
Ela adorava foder na praia, para sentir-se vigiada e vista pelas pessoas. Isso aumentava loucamente seu tesão.
Lembro que uma vez chupou um jovem em uma viagem de ônibus. O ônibus lotado, ela colocou um lenço sobre a sua cabeça e pronto.
Outra vez fodeu com um senhor em uma viagem de avião entre Vitoria e Rio.
Ela sempre adorou esse tipo de “perigo”. E o melhor, eu sempre estava por perto ou junto a ela.
O que eu sempre queria meu presente dado por ela. Era poder sentir suas coxas meladas de porra, o mesmo com suas calcinhas. Que ela jamais tirava para trepar. Apenas afastava de lado. Assim, não perdia nenhuma gotinha.
Afinal era o meu presente.
O meu tesao maior minha loucura mesmo era o ciúmes que sempre sentia por ela em suas saídas, e depois quando podia enfiar meu pau fundo na sua buceta todinha melada de outro macho.
Mas, ia me esquecendo do que queria contar: Em uma sexta-feira tive que trabalhar até de noite. Quando voltava para casas, sabia que iria poder ter algum presente muito especial como sempre, e ouvir seus reatos em todos os detalhes.
Chegando em casa, abro a porta e percebi que havia alguém mais em casas. Fui a nosso quarto e lá estava ela com mais cinco jovens. Todos pelados, ela apenas de calcinha. Uma calcinha minúscula de seda negra. Que eu havia comprado há poucos dias para ela.
Eles não se importaram com minha chegada. Ela estava sendo comida em dupla penetração, e tinha um caralho fundo em sua boca.
Afastando por um minuto sua boca, disse: Meu amorzinho senta um pouco ai que estamos quase no fim. Passamos a tarde toda fodendo e eles têm que se mandar. Eu tenho um presentão para você. E quero te contar como foi maravilhoso ser comida por eles todos.
Hoje bati meu recorde.
Dito isso volto ao que estava fazendo, e logo depois o rapaz com grande gemido gozou na cara dela.
Passando as mãos sobre o rosto, recolheu a porra ali depositada e passou pelos seus seios maravilhosos.
E assim de forma gentil e brincalhona disse. Meninos, vistam-se e vão dando o fora. A gente se encontra outra hora. La no Triangulo. Não e não esquecer: trazer mais alguns amigos junto. Quero aumentar meu recorde.
E assim eles fizeram.
Foram saindo, todos felizes e dando beijinhos.
Ela, novamente deitou-se na cama e com aquele sorriso maroto e delicioso me disse:
Vem meu amorzinho, poe tua mao aqui, sente como estou toda melada.
Sente minhas calcinhas elas estão encharcadas de tanta porra.
Agora você vai fazer o que sabe fazer bem direitinho: me limpar todinha com tua língua gostosa.
Vou sentar em tua boca e te comer bem fundo e gostoso.

Biscate69@aol.com

Vivendo uma nova fase

Depois de namorarmos as escondidas por mais ou menos uns três meses, Brandom eu decidimos dar um passo importante quanto casal, ou seja, morarmos juntos, apesar de eu ser sete anos mais novo que ele, mesmo assim não temos diferenças entre um e outro, ate porque nada pior que uma pessoa se sentir mais inteligente ou importante que a outra em um relacionamento, o Brandom tem 28 anos de idade, 1,88 de altura, loiro de olhos verdes tem um filho de 4 anos de idade, no começo do nosso relacionamento cheguei a pensar que poderia ser um empecilho ao nosso namoro, mais com o passar do tempo, eu comecei a me apegar demais aquela criança quando estávamos com quatro meses de namoro, decidi trocar meu carro, e comprei um melhor e mais potente, enfim fiquei mais ou menos uns três dias com o carro e meu namorado me pediu emprestado pois viajaria e queria amaciar o motor na estrada e me deixou com a caminhonete dele, que por sinal ótima de dirigir, estava a uns dois dias com o carro dele e na minha casa, quando a Lorena mãe do Matheus me ligou, me pedindo para ficar com o Matheus por três dias pois teria que viajar e como não conseguia falar com o Brandom decidiu me ligar, aquilo me assustou 1° que eu não sabia, que ela era ciente da homossexualidade do pai do filho dela, 2° a naturalidade com a qual ela falou comigo ao telefone, 3° aonde ela arrumou meu telefone? Antes que eu pudesse dizer que o Brandom estava em viagem e que eu trabalho ela já me passou o endereço e desligou o telefone, ou seja, eu seria obrigado a buscar o menino, eu tinha duas opções ou ficava com o garoto ate o pai dele voltar, ou levaria para casa dos pais do Brandom, que ate então não me conheciam, e eu não queria ser apresentado dessa forma.

Então la fui eu buscar o menino, quando cheguei a casa dele, ele veio correndo em minha direção no portão e me deu um grande abraço, nada melhor que um abraço de criança eles são sinceros,e quando demonstram carinho pode ter certeza que é porque eles gostam mesmo de você, quando a mãe dele veio, eu queria morrer de tanta vergonha, porem mais uma vez fiquei surpreso, ela novamente muito educada, e muito bonita tinha 22 anos, me disse que bom que o Brandom arrumou alguém descente pra ele, finalmente, me convidou a entrar e tomar um café com ela, e o Matheus já foi me puxando pelo braço, então entramos nos sentamos a mesa e conversamos para mais de quarenta minutos, sobre a escola do Matheus essas coisas que mães ficam falando, quase que uma troca de figurinhas, perguntei como ela tinha conseguido meu telefone, ela então me respondeu que o Brandom tinha colocado ele na agenda de escola do Matheus como telefones uteis, e que ela deduziu que seria meu numero já que o próprio Matheus vivia a falar de mim, o quanto eu era legal e gostava de mim, Obs.: o Matheus me chamava de Zunio, fiquei satisfeitíssimo quando soube disso, me senti realmente parte da família do Brandom, depois do animado papo peguei as coisas do Matheus e fomos embora, chegamos em casa, mais eu não queria fazer comida, então tomei um banho e fomos ao Giraffas, deixei ele se esbaldar depois caminhamos um pouco pelo calçadão ele me contando coisas da escola dele, dos amiguinhos e fomos embora, chegamos na minha casa ele trouxe o caderno dele de artes e me mostrar que já aprendeu a escrever o nome dele, o que eu achei muito fofo, nessa hora eu tive certeza que queria ser pai. Ficamos assistindo TV ate umas 22:00 então iríamos dormir, ele me perguntou se poderia dormir na minha cama pois tinha medo do escuro eu falei que podia, então dormimos, no meu trabalho não tenho que cumprir horários britânicos, ate porque sou responsável pela minha carga horária e como era final de colheita eu poderia me dar ao luxo de não ir trabalhar, acordei as 8 da manhã tomei banho me arrumei, quando já eram quase 9 o Matheus acordou, perguntei se ele sabia tomar banho sozinho, ele disse que sim, então foi se banhar, depois saiu foi ao quarto eu já tinha arrumado as coisas dele no guarda roupa no dia anterior, ele se vestiu sozinho, passou perfume, um homenzinho, então fomos ao mercados comprar comida para tomarmos café, quando retornamos ele pegou um pacote de bolachas e Danone e foi para sala assistir Phineas e Ferb, nunca entendi esse desenho, mais enfim.

Quando se aproximava da hora do almoço o pai dele me ligou, e me disse que chegaria as 15:00 eu não disse nada sobre o Matheus queria fazer surpresa, então arrumei o Matheus e o levei a escola, confesso que sempre tive o sonho de ter um filho e levá-lo e buscá-lo todos os dias na escola, voltei para minha casa, passou um tempo o Brandom chegou, sujo de terra, com aquele jeitão de macho, não me segurei e cai matando, eu simplesmente adoro beijar a boca dele, ficamos nos beijando esbarrando nos moveis ate entrarmos no quarto, ele já foi tirando a roupa e vindo pra cima de mim me dizendo algumas obscenidades, me chamando de minha puta, me mordendo puxando minha roupa, me despi ai ele ficou doido, me virou de costas e começou a morder minha bunda, confesso que ate doía mais eu adoro dar prazer a ele, me dava tapas bem leves, era um homem de verdade, me puxava pelo pescoço, e começou a lamber minha bunda, descia ate minhas bolas e voltava novamente, naquele movimentos que chegava a estremecer minha pélvis e me causava prazer enorme, me virou novamente e me beijou, de forma muito máscula, era impressionante a química sexual que tínhamos na cama era algo quase que inexplicável, depois de me beijar me disse em tom de sussurro “amorzão, mama eu” não precisou pedir duas vezes, ele se sentou na cama, e comecei a mama-lo como se fosse o ultimo picolé do deserto, ficamos ali perdidos em caricias sexuais por quase meia hora, eu me engasgando com aquele pauzão na boca, e ele me chamando de puta e se contorcendo a medida em que eu o acariciava, uma das coisas que mais gosto nele, é que quando esta sentindo prazer os dedos do pé ficam em ritmo frenético acho muito fofinho, então depois de quase fazê-lo gozar, decidimos passar a parte sexual em si, ele me virou de costas, peguei um preservativo na gaveta ele colocou, e deitou-se sobre mim na cama eu sentia todo o peso do corpo dele em cima do meu, e me sentia totalmente submisso a vontade dele, e ele simplesmente adorava aquilo tudo, começou a fazer movimentos fortes e rápidos, ficava forçando a entrada, a dor era absurda, pois ele havia sido meu primeiro homem, mais o prazer era muito maior, depois de me comer deitado sobre mim, passa a fuder de quatro, ele me segurava pela cintura e dava estocadas fortes, eu rebolava bem devagar so pra demonstrar que estava adorando ele dava sorrisinho de canto de boca, e me chamava de puta de vadia, viadinho, eu adorava pois em um contexto sexual acho que coisas assim são bem validas, ficamos nesse vai e vem por muito tempo, se bem que minha noção de tempo ficou um pouco afetada a meia luz do quarto, não vi os minutos passando, Ele então acelerou ainda mais os movimentos eu já sabia que levaria um banho de esperma, ele tirou seu membro de dentro de mim de uma vez e me lavou as costas com seu leite espesso e em grande quantidade, depois caiu por cima de mim dando risada, e mais uma vez disse em tom de Sussurro “Eu te amo” é muito bom ouvir um eu te amo, ainda mais quando ele soa tão sincero da boca de uma pessoa que você também ama. Nossa nem me apresentei, me chamarei aqui de Junior tenho 21 anos de Idade, sou moreno, tenho cabelo curto, 1,83 altura, peso 85 kilos, então...

Depois do sexo tomamos aquele banho, abri as janelas da casa, e então contei a ele que o Matheus estava comigo, que tinha levado ele ao colégio e que a mãe dele estava em viagem, o Brandom ficou muito feliz quando soube disso, eu pensei que ficaria bravo pois eu não tinha contado a ele que o menino estava comigo, mais não, ele gostou da noticia e me disse que mais a noitinha sairíamos juntos, para levar o Matheus para assistir os Smurfs no cinema, e assim o fizemos, fomos ao cinema, depois o Brandom foi por um caminho que ate entao a mim era pouco conhecido, quando perguntei onde iríamos, ele me disse que iriamos na casa da mãe dele quê estava passando de hora da família dele me conhecer, nossa eu fiquei em estado de choque quando ele disse isso, não sabia o que pensar, o que dizer, como agir, enfim, chegamos a casa da mãe dele o Matheus de mãos dadas comigo, entramos e a mãe dele uma senhora muito distinta já veio de encontro a nos dois na porta da sala, me olhou com uma cara muito amistosa me deu um abraço e me disse:então finalmente conheci o Junior, eu dei um sorriso meio sem graça e olhei ao Brandom que se segurava tentando conter o riso, a mãe dele vendo meu desconforto me disse, calma não foi o Brandom que falou nada, e sim o Matheus que não para de falar de você é Zunio o tempo inteiro, ai eu consegui me soltar, quando entramos a casa, muito bela por sinal, encontrei o pai do Brandom sentado em uma poltrona os dois são parecidíssimos e ele um senhor muito charmoso se levantou me cumprimentou, e nos sentamos a sala de estar, conversamos enquanto o Matheus corria brincando com os cães da casa, aquela família só me surpreende a estrutura é totalmente diferente da do contexto em que eu fui criado, são todos muito mente aberta, e como eu já sabia, eles me disseram que o Brandom é assumido para família desde os 17 anos e que o Matheus foi uma tentativa de enganar-se a si mesmo, então meu namorado disse que sempre tinha tido relacionamentos ruins e por isso tentou com mulher também, ate que finalmente me encontrou, eu super me identifiquei com o pai dele pois como trabalho em uma grande industria agrícola e ele é fazendeiro tínhamos assuntos para mais de meses, já se aproximavam das 21:00 horas então decidimos ir embora, pois no outro dia eu acordaria muito cedo para trabalhar nos despedimos e fomos rumo a minha casa, quando chegamos ele me disse: pega sua roupa e vamos la pra nossa casa, dorme com a gente hoje, o Matheus no banco de trás deu um grito de empolgação, nesse momento me senti realizado e o homem mais feliz do mundo...

Depois eu continuo narrando a minha historia.

jsfj1990@hotmail.com

O gosto da orquídea

Essa foi minha primeira vez com uma mulher, e por sinal definitivo.
Fui pra uma festa americana e levei a cunhada da minha irmã. Eu sabia que ela era do babado, já até dormiu em casa algumas vezes, e comigo, mas nunca tinha acontecido nada.

Na véspera da festa ela dormiu comigo de novo, eu senti tesão dessa vez, mas apenas deitei ao lado dela sentindo o cheiro do pescoço, e coloquei minha perna em cima dela, da pra imaginar onde. Dava pra sentir a xaninha dela pulsando, mas ela não tomou atitude nem eu. O dia amanheceu deitei no colo dela e ela ficou me fazendo cafuné, que só aumentava meu tesão, fomos pra festa, e minhas amigas percebiam como eu tinha uma conexão com ela, afinal eu era a única hétero no lugar e tava dando uma bandeira! E ela também, depois de um tempo agente se olhava de um jeito tão gostoso! Malicioso, e com uma sintonia que tava me enlouquecendo, então a gente começou a jogar cartas e eu fiquei sentada no colo dela, vai vendo...

Ela começou a caçar assunto na minha nuca, cheirando primeiro, der repente eu vi minha outra amiga fazendo sinal com a cabeça pra ela ir adiante, senti uma boca quente na minha nuca, encostando de leve eu me derreti e acabei indo pra trás um pouco quando ela colou a boca de vez e deu uma chupadinha, levantei do colo dela, e falei se você fizer isso outra vez eu vou devolver. Sentei outra vez no colo dela e ela deu outra chupada no meu pescoço, levantei e fui por trás dela e chupei a tatuagem da rosa que ela tem no pescoço. De um jeitinho bem safado nem forte nem fraco o suficiente pra deixa La louquinha.

Pronto a gente ficou atiçada de vez, mas continuei no colo dela jogando baralho e ela acariciando minha coxa e beijando meu pescoço, não demorei muito eu acabei gozando bem ali na frente de todos, quase morri de vergonha. Mas não foi escandaloso, foi algo sutil ao ponto de uma amiga só perceber. E agora? O que faço? Pensei mil coisas menos no meu namorado! Pois é ele era um cara muito legal e a gente tinha um grande entrosamento na cama, íntimos demais eu nunca tinha traído (ainda), mas aquele momento era tão mágico e tão fora do comum que me deixei levar sem pensar em mais nada. Só fui deixando.

Depois de um tempinho, a gente foi pra um salão que estava só eu ela e minha amiga que tava ligada em tudo. Ela me pegou e levantou no braço encostada na parede com uma facilidade me ergueue colocou minhas coxas no ombro dela e me deu uma cheiradinha na minha xaninha com se fosse fazer sexo oral, foi tudo tão rápido que nem deu tempo de pedir pra me colocar no chão. Minha amiga rolava de rir, mas logo depois ela me colocou no chão e quase na hora de ir embora a gente se beijou e nesse momento tiraram foto, sacanagem né?

Fomos pra casa da minha amiga e pra piorar a gente tinha bebido além da conta a ponto de se beijar no caminho todo! Nem acredito que fiz isso até hoje. A gente acabou ali no carpete da casa de uma amiga tomamos banho e deitamos (daqueles de lã de carneiro) no chão, ela tava nos dias cruéis e realmente teve que ficar de calcinha, mas tinhas seios lindos que pude sentir eles quentes por cima de mim! A gente se beijou bastante interminável beijo gostoso e intenso que acabei gozando mesmo antes de tudo, ficava louca vendo como eu tava respondendo daquela forma só de beijar minha boca e encima de mim começou a se esfregar bem gostoso e quente. Então ela desceu a mão bem de vagar até meu sexo e sentiu que escorria tudo e deu um gemido juntinho comigo ao mesmo instante que me tocava e eu sentia aqueles dedos experientes acariciando meu grelinho pequeno, mas extremamente fogoso, eu delirava de prazer, mas não gemia alto pra não acordar minhas amigas, e isso me deixava mais excitada sem saber se alguém ouvia a gente ou não. E pude sentir o dedo dela entrando bem de vagar dentro de mim e saindo bem de vagar me torturando tanto que eu explodia por todo tempo gozando a ponto de expulsar o dedo dela de dentro de mim, ela amando saber que eu gozava daquele jeito diferente, e acabava me penetrando com mais força e afundando dentro de mim que eu nem sabia mais o quanto tinha gozado, só senti minha boca adormecida anestesiada e quando pensei que ela pararia ela voltava e me penetrava outra vez e gemia bem no meu ouvido me enlouquecendo de vez, naquele instante realmente percebi que não tinha mais volta que eu nunca mais seria a mesma senti medo desejo e fui me entregando toda pra ela como se a gente já tivesse feito antes, parecia que esta cena era uma repetição de algo que já tinha vivido, de tão completa e entregue que eu estava! Nunca imaginei ficar tão à vontade e confiante como naquele momento. Quando eu pensei que ela iria parar ela me beijando sem parar e acaba descolando os lábios carnudos da minha boca e sobe o dedo que me penetrava cheira dando um suspiro de prazer em sentir meu perfume dando um suspiro e depois chupa, deu uma risadinha, e ela fala bem baixinho, seu cheiro é tão delicioso quanto seu gosto, delícia! E foi descendo chupando meus seios e descendo até meu sexo encarou meu grelinho e deu um selinho depois uma bela lambida que eu senti meu corpo tremer, depois colocou aquela boca quente, carnuda e extremamente experiente no meu grelinho, que pensei que iria morrer de prazer, ouvia os gemidos dela abafados no meu sexo e eu gemia junto, eu gozei tanto naquela boca que quando ela levantou tava com o queixo o nariz tudo ali ao redor branco! Ela deu uma gargalhada gostosa e disse; noossa! Que delicia que é vc ! que que isso mulher?

Fiquei sem jeito, mais eu dei risada também e nos beijamos bastante quando vi o dia já estava claro eu fui pra casa, minha filha tava dormindo na casa de uma amiga, acabei descendo junto com minha amiga que não disse uma só palavra, mas com um sorriso no rosto com o olhar de eu sabia!
Não demorei em casa voltei e fui me despedir dela, acabamos não se desgrudando mais depois disso, ela vinha todo fim de semana em casa pra terminar comigo e a gente pulava na cama, sentia o cheiro dela olhava aquela bunda sexy e fiava louca, no dia que ela resolveu acabar tudo de vez, eu deitei de conchinha por trás dela sentia o cheiro dela e acabei tendo um orgasmo de maneira mais louca e inusitada que a fez agir imediatamente, se virou e nos amamos como loucas, era um vício uma com outra que se tornou impossível se separar. Só foi ficando maior ao ponto de todos perceberem, terminei com o namorado, tive uma conversa com minha irmã que era casada com o irmão dela, como foi ela quem incentivou a gente se conhecer e dizendo que a gente se parecia muito e principalmente que iria gostar uma da outra, nem preciso dizer que ela tinha razão. Minha família se assustou no começo, mas aceitou a dela já não gostou porque condenam dizendo que ela era a culpada e quem disse que eu liguei pra família dela? Não ligaria nem pra minha.

Eu só tinha que seguir a diante e ver no que dava, e depois de muito esforço eu consegui enfim possui La, e não foi nada fácil, ela não deixava nem chegar perto, eu odiava isso não me conformava mesmo! Nem hoje entenderia, afinal de contas ela já tinha transado com homem também, teve muitas mulheres, mas não as deixava possui La, mas eu nunca deixaria por isso mesmo. Eu sei que tentar ir direto nunca conseguiria então usei estratégia mais gostosa do que perder tempo tentando tocar ou falar com ela. Fui deixando ela atiçada sempre, em todas às vezes eu ficava fazendo algo pra despertar a fêmea fogosa que eu percebia nela, hora passando meus seios no corpo dela até nas regiões que com certeza eu sei que a deixaria louca, hora falando besteirinhas gostosas ao pé do ouvido, chupando os dedos dos pés que até hoje nunca vi um pé tão lindo como o dela, perfeito, perece até que foi desenhado a mão, e depois de chupar os dedos lindos eu colocava eles dentro de mim, e gozava nele, ela ficava louquinha, depois de tirar o dedo do pé dela de dentro de mim eu o chupava, me esfregava pelo corpo dela e gozava, por ele todinho, assim que ela raspou a cabeça não perdoei gozei na careca dela também. Na bucetinha, no cuzinho, até na rosa tatuada no pescoço, que foi o lugar que eu dei o primeiro beijo safado nela, por que não gozar? Não poderia deixar de fazer isso!

E é claro eu lambia logo em seguida a deixava louca, só deixei o melhor pro final, um belo dia eu tava gozando nos seios dela bem no biquinho ui, depois eu chupei eles e aproveitei e desci bem de vagar minha boca pelo corpo dela até chegar ao grelinho ela tentou reagir, mas dessa vez eu fui mais rápida e desci com tudo do nada, coloquei minha boca nela, e senti algo muito diferente juro que senti uma explosão enorme no meu grelinho que parecia querer sair do meu corpo, então entendi tudo o que ela tinha dito antes, ela queria retirar minha boca pra tirar o excesso do mel dela, mas não deixei, era muito tarde. Dalí eu não sairia mais, chupei todinho, e ela deu um gemido tão gostoso! E relaxou bem e eu pude gozar fazendo o que sei que mais gosto agora, chupar e chupar sentindo o calor o cheiro e o gosto do da orquídea quente saborosa se derretendo na minha boca até o final pulsando em minha língua me fazendo sentir como se fosse a minha. Aaaai como é bom! Depois de chupar a deixando bem à vontade eu coloquei meu dedinho dentro dela, e pude sentir como era mais gostoso ainda, e mais do rápido eu fiz um 69, o nosso primeiro de muitos, e nossos gemidos abafados por estar com a boca preza no sexo melado cheiroso e todo gozado da gente!

Daí em diante foi só melhorando, muito tesão, muito prazer e é claro loucuras, transamos na rua, no ônibus, na cozinha da minha irmã, na sacada da minha mãe, no quintal, mudei de casa e transamos no telhado! Eu dou risada quando me lembro das loucuras que fizemos, foram tantas, a três, com alguém olhando pra tentar contar meus orgasmos! Esse não deu certo. Kkkkk. Então comprei brinquedos, ficou ainda mais quente, mas eu prefiro os dedos mesmo, acho muito mais gostoso, sempre fica no lugar certo, não é? E fantasias! Como é bom realizar! Ela gravata nua vestida com a cinta de couro! Ui, quase enfartei! Com certeza foi uma das vezes que mais gozei aos berros.

Não sei o que aconteceu, a gente se perdeu no caminho o ciúme dela então! Acabamos amigas, agora estou pensando realmente que é impossível sermos amigas nesse momento, eu a amo muito, mas tenho que seguir em frente e deixa La ir. Do jeito que está não dá pra ficar.

fulgasbi@hotmail.com

 

30 minutos

Depois de minha amiga entender que eu gostava de mulheres acho que isso mexeu com as fantasias dela. E com ela eu já aprontei muito. Somos muito entregues na cama, temos muita química como muita gente diz, nossas transas são recheadas de muita sacanagens, e quando estamos juntas esquecemos do resto do mundo.

Certa vez uma amiga minha viajou e me deixou com a chave do seu AP. Eu e minha amiga amante estávamos conversando por telefone quando ela me pergunta onde estou . Eu digo que estou neste AP, pois a fulana tinha viajado a uns 15 min, e tinha me pedido pra ficar com chave até ela voltar. Ela me diz posso passar aí. Eu pensei muuuito cerca de 3 segundos e disse SIM! Na minha cabeça já passava o que ia acontecer, e meu corpo respondia aos estímulos de prazer só em pensa em ficar com ela. 20 minutos depois ela chega, fica enrolando jogando conversa fora, eu muito concentrada no corpo dela, num impulso arrastei ela pro quarto, ela dizia pra parar, que é isso? Me chamava de tarada. Que não podia ficar. Tava fazendo charminho. Deitei ela e fiquei beijando-a pelo pescoço e busto, pus as mãos dentro da blusa, tentava tirar, mais ela impedia, dizendo que não podia tinha que ir pra casa. Eu olhei nos olhos dela e disse: então por que veio?

Em seguida beijei-a demoradamente, queria aproveitar bem aqueles lábios. Ela me dava lambidinhas nos lábios e me disse baixinho: EU QUERO, mais tem que ser rápido meu marido me esp... 30 minutos disse eu. Dentro de instantes ela estava completamente nua, eu fazia questão de percorrer todo aquele corpo moreno, pele macia, com seios médios de mamilos proeminentes cor de chocolate, um umbiguinho fundo com pouquissimos pelinhos finos que desciam pelo seu ventre de encontro a vagina de pequenos lábios que cobriam bem o região do clitóris, era suave, pois estava depilada, tinha um cheiro indescritível que me enchia de desejo, olhei para as suas coxas , e pensava como eu quero essa mulher... Meu coração palpitava forte, minhas mãos inquietas tentavam percorrer todo aquele corpo nu, num ato quase violento, eu a queria completa pra mim. Nos beijamos e eu podia senti que ela também me desejava. Me posicionei entre suas pernas, abri suas coxas e mergulhei no seu sexo molhado, lambe a fonte do meu prazer, queria beber o gozo dela, eu poderia passar horas ali.Entre lambidas leves as vezes vinham xupões fortes e eu via ela se contorcer segurando meus cabelos, fazia movimentos pra cima e pra baixo com o quadril eu ouvia ais, ais , ais, e isso era melhor musica pra mim.

Um gemido mais forte, e silêncio por alguns instantes. Me deitei sobre ela e beijei seu rosto. Ela me disse louca, você é louca Marcia! Que é isso?Você ta me deixando louca também. De repente ficou por cima de mim, eu pude sentir a umidade dela no meu ventre, nos beijamos e teve que ir embora.
Foram os melhores 30 minutos da minha vida

 ilesgalmente@hotmail.com

 

Eu e minha cunhada

Tenho 31 anos, sou casado há 3 anos e conheço minha cunhada há pelo menos uns 7 anos, desde a época da faculdade. Minha cunhada é uma mulher gostosa, alta, cabelos lisos no meio das costas, peito farto e corpo delicioso. Muito sexy que sabe que é gostosa e desejada pelos homens e mulheres. Do tipo de mulher que desperta vontade e te faz pensar “vou comer essa mulher”. Sempre fui tarado nela e na época da faculdade sempre fui a fim de comê-la... pena que ela namorava.

Conheci minha esposa através da minha cunhada, que nos apresentou numa festa no último ano da faculdade.

Tudo aconteceu quando estávamos num churrasco de sábado a tarde com algumas amigas da faculdade da minha esposa na nossa chácara. Sabe como é, faculdade de Nutrição, muitas mulheres gostosas, cerveja vai, caipirinha vem, calor, sol, piscina, minha cunhada e outras mulheres de biquíni e eu de pau duro na churrasqueira.

Minha vara já estava quase estourando minha bermuda quando as amigas da minha esposa começaram a ir embora, pois já estavam ficando bêbadas e a chácara é um pouco longe da cidade, e minha esposa, que nunca foi de beber e naquele dia encheu a cara por estar animada com a presença das suas amigas, acabou ficando bêbada e foi dormir no quarto, sendo que acabamos ficando lá ainda tomando algumas cervejas apenas eu e minha cunhada gostosa.

Após mais algumas cervas começamos a nos lembrar da época da faculdade, das festas e das putarias que rolaram, de quem comeu quem, e eu olhando aquele corpo delicioso no minúsculo biquíni que ela usava meu pau voltou a ficar duro. Comecei a conversar com ela a comendo descaradamente com os olhos, fixando o olhar nos peitos e naquela buceta que sempre desejei.

Ela que não é boba e sabe que é gostosa, começou a fazer charme e reparou que minha bermuda quase não suportava a minha vontade que se manifestava no meu pau endurecido, quando perguntou na forma mais provocante e ingênua possível o que era que havia acontecido com minha bermuda e eu, numa resposta rápida e sacana, disse que eram anos de desejo acumulado.

Nessa hora não nos falamos mais, a peguei pela cintura e a beijei na boca já passando as mãos pela sua bunda durinha e empinada, puxando seu biquíni e o encavando no meio da sua bunda e roçando meu pau duro no seu corpo.

A coloquei de lado pra mim, ainda em pé encostado na bancada da churrasqueira, forçando minha vara contra a sua coxa, com a mão direita acariciando a entrada do seu cuzinho e com a mão esquerda bulinando sua buceta molhada, alternado as carícias com seus peitos fantásticos.

Ela se contorcia toda e soltava uns gemidos baixinhos, quando tirei a calcinha do seu biquíni, a coloquei sentada na pedra da bancada com as pernas abertas, agachei e coloqueis os pés dela nas minhas costas e comecei a chupar loucamente aquela buceta raspadinha, rosada, toda molhada de excitação.

Chupava e buceta variando com lambidas no cuzinho apertadinho, minhas mãos exploravam seus peitos grandes, duros e lindos quando ela disse “me come”. Como eu estava gostando de chupar aquela buceta (uma chupada que esperei durante anos) eu fingi que não ouvi seu pedido e enfiei mais ainda a língua. Suas mãos hora seguravam minha cabeça hora a apoiavam na bancada.

Suas coxas também eram lambidas em alternância com sua buceta, quando ela começou a tremer, segurou minha cabeça me fazendo olhar para seu rosto, quando tive a visão mais perfeita do mundo: eu agachado, minha boca ainda encostada na xana dela, suas pernas muito abertas passando ao lado da minha cabeça e seus pés nas minhas costas, a visão passava pela sua barriga, ultrapassava seus peitos duros e chegava no seu rosto de expressão de desejo e tesão, quando ela disse quase que suplicando (como se precisasse): “me come agora, me come”.

Eu fiquei em pé a puxando para frente e enfiei de uma vez só minha vara dura naquela linda buceta molhanda e comecei a comê-la ferozmente. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e passou os braços pelos meus ombros e quando eu ia gozar eu tirei meu pau da sua buceta, ela desceu da bancada ajoelhando-se e atolando minha vara toda na sua boca e mamando toda a minha porra com cara de satisfação.

Deixei-a extasiada e dei um pulo na piscina para esfriar um pouco os ânimos e ela foi tomar uma ducha também para relaxar, o que não deu certo, pois da piscina, ainda com a vara dura, eu a via passando as mãos pelo corpo, o que me deu vontade de comê-la novamente. Saí da piscina caminhando em sua direção e o resto da trepada eu conto em outra oportunidade.

 

Cíntia conhece Pedro

Todas as tardes, no bairro da Liberdade, uma tgirl causava furor entre as pessoas: Cíntia. Tinha uns 20 anos e ninguém diria que não era uma mulher de verdade, sem pinto. Seu rosto era o de uma boneca japonesa. Sua silhueta sugeria um corpo também bem torneado, fruto de muito cuidado com a saúde. Durante a semana, parecia apenas cruzar o bairro para ir a algum lugar, talvez estudar. Mas nos sábados e domingos, divertia-se com os amigos e amigas na praça.

Pedro que sempre passeava por ali, não podia deixar de notá-la. Sempre atento a qualquer mulher, com ou sem pinto, ele não conseguia se conter ao ver aquela jovem. O tesão de vê-la era maior do que qualquer outro sentimento. Como já era um especialista em "garotas" e garotas, deu um jeito de puxar convers com ela, um dia, dentro de um pequeno restaurante de comida chinesa do bairro.

Ao chegar, da entrada viu aquela garota com sua blusa e jeans bem justos, mostrando a todos que ela era tudo, menos um homem. Pedro não sabia como abordá-la e foi caminhando até que, ao aproximar-se da mesa da solitária garota, acabou tropeçando sem querer. Apoiou-se na mesa e viu a tgirl assustada: "o senhor está bem"? Pedro, quase instintivamente, respondeu que sim. Perguntou a ela se poderia se sentar ali e Cíntia não se incomodou.

Foi então que percebeu a chance que estava em suas mãos. Tentou puxar um diálogo.

- Não se incomode. É só até me recompor.
- Tudo bem.

A resposta foi fria, nem receptiva, nem agressiva.

- Puxa, eu venho sempre por aqui, e nunca me aconteceu isto. Olha, nem me apresentei, sou o Pedro.

Estendeu a mão em busca de um cumprimento. Cindy cumprimentou-o com o olhar.

- Será que poderia lhe agradecer pagando-lhe um refrigerante?
- Por que? Eu não fiz nada?
- Fez sim. Nem todos ajudam as pessoas hoje em dia. Mas você me evitou um bom tombo.

Riu meio sem graça e notou que Cíntia esboçou um pequeno sorriso. Sentiu que poderia ter uma pequena chance de conhecê-la melhor.

- Você é..
- Pode me chamar de Cíntia.
- Ah, Cíntia. Ok.

Pedro notou que Cíntia havia reparando algo nele.

- O que foi?
- Ah, nada...estava apenas vendo que o senhor tem uma camisa legal.
- Obrigado, comprei numa loja aí em cima. Ei, olhe que boa idéia. Que tal se eu te agradecer comprando uma destas para você?
- Que isso...não...
- Mas não é cara. Eu insisto.
- Bem...

Cíntia usava um pouco seu charme natural em um misto de interesse pelo homem e interesse infantil em ganhar uma camisa. Pedro também começou a reparar cuidadosamente nas formas da garota. Tentava ser discreto, embora sentisse cada vez mais tesão por ela.

- Eu espero você terminar sua refeição e vamos.
- Mas o senhor...
- Não me chame de senhor, já falei, sou o Pedro.

Sentado, ali, de frente para ela, "aquela gata que sempre via por aqui", pensava em como fazer para disfarçar seu tesão. Tentava se ajeitar na cadeira, discretamente, e, embora fosse um homem normal, fazia uma força para evitar tocar o próprio pênis. Sim, o tesão era realmente muito grande. Pensou em ir ao banheiro, mas poderia assustar a recém-conhecida garota. Então tentou se acalmar pensando em outras coisas. O tempo passou, ele se acalmou e Cíntia terminou.

- Vamos então, Pedro?
- Ah, sim, claro.

Levantaram-se, Cíntia pagou a conta e foram até a tal lojinha que ficava no segundo andar de um pequeno shopping. As camisas, de malha, tinham as frases mais engraçadas. Pedro havia passado por lá um dia antes e comprado sua camisa. Cíntia perguntou-lhe se poderia experimentar uma ou duas.

- Claro, hoje é sábado. Tenho todo o tempo.

Sorrindo, notou um sorriso mais amistoso no rosto de Cíntia.

- Eu também tenho muito tempo livre hoje, Pedro. Já volto.

Cíntia pensou que não deveria ter falado aquilo. Poderia ser interpretada como uma facilzinha qualquer. Mas logo se esqueceu disto ao experimentar as camisas. Pedro estava muito contente com aquilo tudo.

- Bem, pode ser esta aqui, Pedro?
- Ela fica bem em você.
- Obrigada.

Pagaram e saíram. Começaram a conversar sobre vários assuntos. O passeio era tão bom que não viram a hora passar. Falavam sobre eles mesmos, sobre interesses, cinema, etc. Quando se deram conta, já eram umas sete da noite.

- Nossa! Já está tarde!
- Você tem algo importante a fazer, Cíntia?
- Bem, na verdade...tenho que ir para minha casa. Minhas amigas querem sair...tenho que avisar...
- Não se preocupe. Eu te levo em casa.
- Mas...a gente mal se conhece...este trabalho todo...
- Que é isso, Cíntia. Vamos comigo?

Cíntia pensou que poderia estar correndo perigo, mas, pela hora, resolveu aceitar, já que não morava longe mesmo.

Entraram no carro e conversaram mais um pouco. Cíntia apoiava seu queixo e olhava para Pedro, agora com um pouco mais de interesse. Sentia-se feliz, sem saber bem o porquê. Pensava se deveria chamá-lo para sair, mas ao mesmo tempo lembrava-se que mal o conhecia. Da janela, viu seu prédio se aproximar. Quando faltavam alguns quarteirões, começou uma chuva forte.

- Nossa!
- Calma que logo chegaremos, Cíntia.

O trânsito ficou um pouco pior, mas isso não os atrasaria muito. Logo, o carro chegou na esquina. Mas a chuva forte havia piorado bastante o trânsito.

- Eu desço aqui?
- Não senhora! Não quero que minha nova amiga se molhe toda!
- Ah...bem...vamos esperar um pouco...

Pedro começou a sentir novamente a sensação de tesão, mas tinha medo de assustá-la. Mas Cíntia notou o volume discreto surgindo sob sua bermuda. Como toda mulher, ficou muito excitada em saber que causava aquilo em um homem, mas estava confusa com a rapidez daquilo tudo. O carro andava lentamente, seguindo o fluxo, sob aquela chuva forte. Não estava fácil chegar até a entrada do prédio de Cíntia. O fluxo de carros lembrava uma cobra movendo-se lentamente sob aquela chuva toda.

- Pedro...
- Sim.
- Hoje foi ótimo, não foi?

Surpreso, Pedro respondeu que sim. Cíntia pegou sua mão, causando-lhe uma sensação incrível.

- A gente pode, sei lá, sair...
- Quando??
- Sei lá...um dia destes..

O olhar daquela princesa foi a gota d'água. Pedro agarrou-lhe e lhe beijou apaixonadamente. Cíntia não resistiu. Pelo contrário, retribuiu com o mesmo ardor. Mas a buzina dos carros interromperam aquele momento.

- Tudo bem, vamos ao meu apartamento então.
- Agora?
- Você quer? A gente pode ver um filme, fazer um lanche...quem sabe?

Cíntia ficou em dúvida sobre se deveria fazer aquilo. Mas o beijo tinha acendido algo nela. Seu lado selvagem, mulher, seu lado que se entrega com paixão. Tentou organizar os pensamentos, mas se viu beijando Pedro no rosto. Olhou discretamente para as calças de Pedro e resolveu aceitar o convite.

- Só se for agora!

O trânsito fluía lentamente e eles se tocavam no rosto, beijos rápidos, o que esquentava bastante o interior do carro. Pedro quase morria de tesão e já não tinha tanta vergonha de se manifestar. Após mais uns quarenta minutos, chegaram ao prédio onde Pedro morava. Entraram na garagem e não conseguiram resistir. Pedro começou a beijar o pescoço de Cíntia que já o abraçava com força. Pedro tentava colar seu corpo no dela e Cíntia discretamente tentava se afastar. Qual seria a reação dele se descobrisse que ela era....

Pedro insistiu e colocou as mãos entre as pernas da bela Cíntia que se assustou.

- Oh...
- Pedro...eu posso explicar...
- Não precisa, Cíntia. Eu não tenho problemas com isso.
- Não??
- Se você conhecer melhor, verá que você não é a primeira mulher "especial" que eu conheço.

A felicidade de Cíntia foi às alturas. Poderia curtir um pouco aquela noite com um homem? Saíram do carro já em ponto de explodirem e pegaram o elevador. A pegação entre eles fazia inveja a muito casal. Ao chegarem no apartamento de Pedro, Cíntia pôde ver alguns DVDs pornôs de filmes com travestis. Sentiu-se aliviada. Ambos cairam no sofá, rindo e se pegando. Cíntia enfiou a delicada mão na calça de Pedro e sentiu o outro lado daquele moço simpático e alegre. Isso a deixou mais excitada. Pedro arrancou a blusa e viu que Cíntia tinha pequenos peitinhos, de hormônio. Começou a beijá-los e a brincar com eles, roubando alguns suspiros da sua nova princesa.

Cíntia suava e Pedro mais ainda. Seu membro rijo e todo úmido foi delicadamente abrigado na boca de Cíntia que lhe fez um boquete como nunca ele havia visto antes. Pedro, admirado com aquela pele bem cuidado, pegou-a de lado, tirando seu caralho daquela boca faminta e começou a alisar-lhe as pernas, os braços, tentando excitar mais ainda Cíntia. Colocou-a de frente para a parede e começou a lhe dar leves palmadas naquela bunda firme. Cíntia começou a amar o momento. Pensava em todo tipo de fantasia com homens.

Pedro, por sua vez, estava quase fora de controle. Fugiu rapidamente para o quarto, pegou uma camisinha e um gel. Voltou e, cuidadosamente, acariciou o gel onde toda mulher deve ser acariciada. Cíntia gemia baixinho com aquele dedo lhe causando um desconforto que ela não queria deixar de sentir. Pedro veio devagar. Forte, mas devagar, para fazer daquele momento um momento inesquecível.

Devagar e forte, úmido...aos poucos seu corpo se colou ao dela. Abraçou-a com força. Beijou-lhe a nuca. E então começou a trabalhar como um homem para sua pequena garotinha. Ela sentia o desconforto, mas gostava. Se Pedro pudesse, ficaria ali para sempre. Mas estava com tanto tesão acumulado que não demorou muito a encher a camisinha de porra. Porra grossa, quente, de cheiro forte. Cíntia sentiu as vibrações e se mexeu com mais força. Foram se ajoelhando lentamente e deitaram-se no chão, exaustos.

Fim

 

O relato de Bruninha

Me chamo Bruninha, tenho 23 aninhos e isso que vou relatar aconteceu a duas semanas, como tenho um emprego publico nunca pude usar roupinhas o tempo todo, só na intimidade e isso me consumia, então preparei as ferias dos meus sonhos, rs, antes de entrar de ferias deixei o cabelo crescer e fiz minha barba a lazer, porém o corte de cabelo era masculino ainda. Chegada as ferias viajei para Belo Horizonte e fiquei em um hotel onde não conheço ninguem e nem tenho familia, o primeiro passo foi fazer um alisamento progressivo no meu cabelão que chegava na cintura,cortei bem feminino com uma franjinha do tipo que a angelina jolie estava usando recentemente,fiz a sombrancelha, pintei as unhas de vermelho, e depilei todo o corpo, sou branquinha e da boca vermelhinha, so faltava a marquinha, vesti um biquininho e fui pra piscina do hotel e queimei a tarde inteira, não peguei muita cor mas fiquei com a marquinha,pra isso tudo gastei dois dias, estava linda, muito mesmo, e ia por a prova minha beleza nas ruas Belo Horizontina, fiz o ultimo toque, com uma agulha de vacina e um seringa bem grande inseri subcutaneamente 300 ml de soro fisiologico em meus peitinhos, fiquei top, vesti um espartilho e amarrei bem na cintura pra ficar bem feminino, coloquei a cinta liga e as meias 7/8 pretas de rendinha, vesti um vestidinho tomara que caia bem curtinho que quase não escondia a cinta liga pra me deixar bem sexy, aparecendo a marquinha, passei blush, baton vermelho pra realçar mais minha branqueza, passei lapis e sombra estilo Jade, porém bem discreta, estava perfeita, tenho 1,73 m, e um bundão com coxas grossas tava um arraso com meu salto agulha estava muito parecida com a tgata Bailey Jay só que coma bunda maior.

Decidi sair e ir a uma boate Gay que tem em bh chamada Eros, chamei um taxi e desci até o saguão do hotel pra esperar ele chegar e testar minha beleza, e fiz o maior sucesso, os funcionarios do hotel so faltavam me atacar, quando taxi chegou do saguão até o taxi recebi uns fiu-fiu de pessoas que estavam na porta do hote, quando entrei no taxi o taxista me encarou bem e com um olhar safado me perguntou pra onde iria, quando disse que era pra eros ele entendeu tudo rs, chegando na eros, fui logo comprar bebida e comecei a dançar perto do bar, ainda meio timida com a esposição, em determinado momento fui me dirigir ao banheiro tendo que atravessar o salão e enquanto andava senti uma puxada e um giro quase fiquei foi tonta, e quando percebi era um homem moreno claro de quase 2 metros e todo fortao, que simplesmente me disse sussurrando no ouvido- lindinha eu ainda te pego- afastei um pouquinho meu corpo olhei pra ele e apenas sorri a um palmo de sua boca, ele sorriu e disse- daqui a pouco a gente conversa- e saiu com seus amigos, eu estava lokinha queria conversar agora, naum depois, mas obediente fui ao banheiro me retoquei e fiquei dançando de forma que ele me visse fazendo a distraida e derrepente quando me distrai mesmo senti uma encoxada bem forte por traz, olhei meio de lado e era meu deus grego, que logo me lascou um beijo de lingua que correspondi e de quebra empinei a bundinha no pau dele, que por sinal ficou durrasso, nos beijamos muito e fomos conversar, ele me disse que chamava Lucas e era veterinario e morava em bh mesmo, que adorava pegar travequinhas e por isso estava na Eros com seus amigos, depois de um tempo fomos atéa rodinha de amigos dele e ele me apresentou dizendo _ essa a bruninha, cuidado com a intimidade que ela é minha- e eu molhei toda, ficamos conversando e dançando e ele sempre me bulinando e enconxando sei que tarde da noite ele me mordeu a orelha e disse que queria me levar pra sua casa, e eu fazendo a bobinha perguntei- pra que- e ele seco me respondeu - pra te comer- molhei na hora e respondi com um beijão na boca e ele entendeu, nos despedimos dos meninos e fomos no seu carro, enquanto dirigia ele me apertava a coxa e eu adorando, apertou meus seios mas doeu um pouco, acho que pelo enchimento com soro, assim que entramos na garagem fiquei meio tremula de medo, ele percebeu e me disse- calma princesa vai ser como vc quiser, sem pressa- fiquei mais calma e excitada entramos em casa e ele foi logo me beijando e dizendo que eu estava linda, gostosa e coisas assim me segurou pela cintura e me levou pro quarto, fiquei lokinha, chegando lá não aguentei desci até seu pau e chupei ele todinho das bolas a cabeçona, passava a lingua circularmente pela cabeça ele não aguentou o boquete e gozou meio que na minha boca e parte no meu olho, me limpei engolindo tudo e reclamei pke ainda nem tinha levado no rabinho e ele me disse que isso não era problema que na verdade me comeria a noite toda pediu apenas pra que eu fisesse um strip pra ele e eu prontamene atendi, dancei no seu pau ainda de vestido, e depois tirei o vestidinho devagarzinho, mostrando meu espartilho e minha cinta liga ele pirou me pegou com força me deu um beijão na boca me virou na cama ainda me segurando, cuspiu na mão e arredando a calcinha meteu sem do no meu cuzinho eu gritei alto e as lagrimas começaram a escorrer pelos olhos, implorei pra ele ir devagar, e ele disse -você me provocou agora aguenta rola- eu tava sentindo muitaaaa dor, ai ele segurou minha cintura apoiou seu peso em mim e começou meter forte e quase que como magica a dor foi virando tesão, desci minha mão ate minha rolinha e comecei me masturbar e tava gostoso demais ele me dava tapas na bunda e chamava de cachorra eu quase gosava e por fim ele estremeceu todo e encheu meu cuzinho de porra e so entaum vi que estavamos sem camisinha, ele me beijou e me convidou pra dormir lá, mas eu não aceitei queria ir embora então ele me levou ate o hotel trocamos numeros e aguardo anciosa ele me ligar denovo.

meu email é bubucd@hotmail.com

 

Ajudando no trabalho de escola

Ola Meninas! Há um tempo, minha namorada me pediu pra que fosse a casa dela, ajudá-la com um trabalho de escola. Ao fazer o pedido, notei que não seria só o trabalho pela ênfase que ela deu ao dizer que estaria sozinha em casa pela tarde. Claro que também notei sua cara safada ao dizer isso. Tendo segundas intenções ou não, o fato é que fui, pois com certeza eu não me arrependeria e mesmo que alguém chegasse, uma boa parte da tarde seria bem aproveitada ao lado dessa mulher sensacional.

Arrumei-me e pra entrar no jogo dela, coloquei uma saia curta e uma blusinha provocante. Ao chegar a casa dela, pude comprovar suas intenções já que realmente estava sozinha e pela forma de se vestir. Ela só pra provocar estava com uma bermuda xadrez meio apertada (que eu adoro) e uma camiseta branca. Logo que cheguei, ela me deu um abraço apertado, como sempre muito carinhosa, seguido de um beijo maravilhoso. Fiquei ate sem ar. Fingindo não ter me ligado de suas intenções, a chamei para terminarmos o trabalho logo, pois logo ia chover muito e eu precisava ir embora antes disso. Isso foi o que eu demonstrei, pois fiz de tudo pra que ela não percebesse o quanto torcia por aquele temporal.

Começamos procurando as informações em livros e nas pesquisas que ela havia retirado da internet. Entre um livro e outro rolava uns beijinhos, nada de mais ate então. Estávamos na sala, quando o barulho de um trovão me deu um grande susto. Gritei e a abracei, ela ficou rindo de mim. Fiz-me de brava e a soltei, sentei do outro lado do sofá e peguei um livro. Ela veio pra perto de mim, levantei e fui ao outro novamente. Ela me disse pra parar de bobeira e deixá-la chegar perto de mim, mas sei o quanto ela adora me ver brava e continuei. Pedi pra que não chegasse perto de mim, ela brincou e disse que iria trovejar novamente, fingi não me importar. Ela novamente veio pra perto de mim com a desculpa de me proteger, eu disse que não era pra se preocupar, que me virava sozinha.

Ela vendo que eu não ia ceder, sentou no meu colo de frente pra mim, pegou o livro de minhas mãos e o jogou longe. Segurou em meu rosto e disse-me que agora eu não fugiria. Continuei dando uma de “nervosinha”, a empurrei, mas ela voltou, sentou-se novamente e segurou meus braços. Agora, nem se eu quisesse conseguiria levantar. (Também não fiz muito esforço). Ela segurou meu rosto com uma mão e me beijou, tentei virar o rosto, mas já não conseguia controlar meu desejo. Só de estar perto dela já me excito, temos uma sintonia fora do comum. Desde que cheguei a sua casa e a vi, vestida da forma que adoro, senti meu sexo ficar úmido. Ela por sua vez, já sabia dessa minha tara e era obvio que fazia propositalmente. Deixei o beijo rolar, no inicio bem carinhoso, mas foi ficando mais intenso e safado. Ela não perdeu a oportunidade e começou a me acariciar. Apertava meus seios, descia pela minha barriga. Eu já havia perdido a noção do perigo, pois apesar de ela ser assumida, se alguém nos visse daquela forma, seria um escândalo.

Para nosso azar, ou sorte, o telefone dela tocou, era sua tia. Ela não quis atender, mas pedi que ela atendesse, porque poderia ser algo urgente. Ela atendeu contrariada e logo se abriu um sorriso no rosto da minha morena. E que sorriso lindo ela tem. Aliviei-me um pouco mais, pois se ela ria, só podia ser algo bom.

Ela se sentou novamente ao meu lado e disse que sua tia só chegaria mais tarde por conta da forte chuva. Adorei. Com tanta excitação, foi a minha vez de sentar sobre ela. Virei-me e sentei em seu colo, como ela antes fizera. Beijei-a calmamente, pois agora teríamos todo tempo para nos amarmos.

Ela voltou a acariciar-me, adorei, continuamos com o beijo molhado, intenso e maravilhoso, e eu também a acariciava. Seu rosto, seios, pescoço, tudo que alcançava naquele momento era apalpado. Entre um beijo e outro, soltava gemidos para provocá-la. Logo senti sua mão subindo sobre minha coxa, levantando a saia. Ela apertava, provocando-me. Sua forma de me acariciar era suave, mas ao mesmo tempo ousadas sempre buscando meu sexo que há essa hora já estava bem mais do que molhado.

Quando sua mão alcançou entre minhas pernas, meu gemido foi maior. Ela colocou a calcinha pro lado, levantei-me um pouco mais para que ela me tocasse com facilidade. Nossos lábios continuavam grudados, em um beijo que se fazia necessário. Eu era puxada contra seu corpo, da mesma forma que ela, eu precisava sentir seu calor, sua pele.

Já não agüentava mais, fiquei em pé sobre o sofá e tirei a calcinha, minha saia já não era problema, o que eu queria era somente pertencer a aquela mulher, satisfazê-la e me satisfazer. Ser dela e fazê-la minha.

Apesar de adorar me provocar, vi que ela já não estava agüentando, foi então que em seu ouvido pedi que me fizesse sua mulher, que me possuísse e me amasse. Ela não se fez de rogada e me penetrou de forma magnífica, com força. Claro que não tive resistência, deixei que ela usasse meu corpo para seu único e exclusivo prazer.

Já não podia controlar meu desejo, estava a ponto de explodir, mas queria ainda dar prazer a minha amada. Deitei-a no sofá e fiquei por cima, sua mão ainda me explorava, minha boca desejava a sua. Nossos corpos tremiam, suavam. Ela me tocava e eu gemia bastante. Com tanta excitação não me agüentei, gozei em seus dedos. Ela me beijou devagar, fui me acalmando, seus dedos continuavam a me tocar. Deitou-me sobre o sofá, sua boca percorria meu corpo, meus seios, até chegar ao meu sexo. Aquela língua quente me penetrava, sugando meu mel. Arrepiava-me, me enlouquecia. Após me secar toda, ela me convidou para um banho, sem resistência nenhuma fui conduzida até o banheiro. Amamos-nos novamente no chuveiro, dessa vez de forma mais romântica, todo aquele amor era demonstrado por beijos, leves toques, palavras de afeto. Seu sexo junto ao meu era o que agora nos satisfazia. A chuva continuava, e o barulho nos deixava ainda mais envolvidas, desligadas de tudo que acontecia após aquelas paredes. Meu gozo foi espontâneo, senti que ela também estava no auge. Beijei-a. Ao terminar realmente o banho, fomos para a cama. Ficamos abraçadas, trocando caricias por horas, sua tia avisou que voltaria apenas no outro dia, e passamos a noite juntas.

E naquela noite, tive a certeza de que aquela era a mulher da minha vida, aquela que não só me satisfazia na cama, mas que fazia com que eu me senti-se amada, me fazia amá-la da forma que jamais havia amado.

Infelizmente o que é bom nem sempre dura muito, e logo o ciúmes e outras coisas nos afastaram. Mas jamais vou esquecer-me daquele sorriso, das brincadeiras, e daquela menina que me fez tão bem.

Esse guardei a sete chaves pra você!

Saudades C..

 

T... GirlOfDesire@hotmail.com

 

Transa com garota da net

Olá, meu nome é Annie (ficticio) sou clara, olhos castanhos claros, cabelos lisos e claros, tenho 1.70m, 59 kg, malho, tenho o corpo malhado e pernas torneadas e bubum empinado e durinho. tenho 21 anos. Sou atraente e bonita.

Vou contar a historia (veridica) da primeira transa entre minha ex namorada( q conheci na net) e eu. O nome dela é July( ficticio), ela é bonita, tem 1.60m, 48kg, tem um corpo bonito, é morena e é gostosa.

nos conhecemos de madrugada na internete, conversavamos bastante e depois de quase um ano, convenci ela a nos encontrarmos. Entao nos encontramos. Fomos ao cinema e la nao nos aguentamos, começamos a nos beijar no escuro do cinema, e começaram as maos bobas. Fui passando minha mao pelo seus seios, pela sua barriga, pela sua xana e ela foi fazendo o mesmo, primeiro bem timidas. Depois td começou a esquentar e ja nao nos aguentavamos de tanto tesao. Eu estava mto molhada e senti q ela tbm estava ensopada. Saiamos do cinema e fomos p um quarto de hotel. Ficamos com vergonha de entrar, pesnamos, mas o tesao estava demais, pagamos e entramos. Ela foi ao banheiro e eu fiquei esperando-a morrendo de tesao na porta do quarto. Assim q ela abriu, eu a peguei com força e a joguei em cima da cama. Senti q eu ja tinha molhado a minha roupa toda. Ela m olhou e percebeu e sorriu maliciosamente. Eu adorei! Começei a beijar sua boca gostosa, seus labios sao bem carnudos e gostosos. Fui beijando seu pescoço, ela arrepiava toda com isso. Tirei sua blusa com a boca e lambia sua barriga, tirei seu sutian, e mamei em seus seios, chupei cada um deles com toda vontade, ela gemia e eu adorava e m molhava cada vez mais. Tirei sua calça, e beijei sua xana, ainda com a calcinha, ela gemia e pedia, implorava p tirar a calcinha, eu sorri p ela e logo tirei e caia d boca naquela xana cheirosa e molhadinha, ensopada. Chupei todo aquele mel delicioso. Passei minha lingua no seu clitoris e ela se contorcia d tanto prazer, gemia, m arranhava. Ela m puxou com força e beijou a minha boca, sentindo o sabor do seu mel. Entao eu contiunei lambendo, chupando e ela gemia, pedia p eu fuder. Entao enfiei meu dedo com toda força bem no fundo d sua xana, na hora ela se contorceu toda e m chamou d gostosa. Eu disse q gostosa era ela. Eu fudia a xana dela com dois dedos e ela se contorcendo na minha mao, gemendo, m arranhando e ficando cada vez mais molhada. Eu nao aguentei e gozei e estava ainda de roupa. Ai ela começou a tirar minha blusa, ela sentou em cima da minha barriga com a xana toda ensopada e rebolava em cima d mim. Eu enlouqueci com aquilo. Ela chupou meus seios, beijou minha boca, tirou toda minha roupa, beijou minhas pernas, minhas coxas, ela estava louca d tesao e eu tbm. Ela tirou minha calcinha e chupou minha xana, eu gozei assim q ela colocou a lingua na minha xana. Ela sorriu p mim e m disse q ja era a segunda vez q fazia isso e dessa vez ela ia chupar tudo. Eu ficava louca d tanto tsao. Ela m chupou ate eu nao aguentar mais e gozei novamente. Comecei a tremer sem parar d tanto tesao. Ela passava a lingua devagar pelo meu clitoris e isso m dava tanto prazer. Eu tive um orgasmo assim. Ela enfiou o deo na minha xana e socava la dentro com força e velocidade e eu m contorcendo d tanto prazer.

Enquanto ela m fudia eu chupava os seios deliciosos dela.
Fizemos um 69 gostoso. Ela m chupando e eu chupava ela e aquilo nos deixava loucas e ensopadas. Sugamos tudo. Depois rebolamos com as nossas xanas uma sobre a outra, que maravilha, q delicia, q tesao. Aquilo era maravilhoso. Nos duas em estado de extase, prazer total, esfregavamos nossas xanas molhadas.
Depois eu fudi ela novamente com meus dedos, com tres dedos e ela adorava. Ela fez novamente em mim.
Fizemos 69 novamente e qnd ja nao aguentavamos mais, e nem nos davamos conta da hora, ja havia passado 3 horas e nos duas nessa maravilha de transa. Mas mesmo assim continuamos nos chupando, sem preocupaçoers.
Fomos tomar banho juntas e agente s ensaboava mutuamente e nos beijavamos. E acabmos o banho e ficamos nuas em pe, Uma com o dedo no clitoris da outra, estimulando, aquilo era otimo e excitante.

Eu ajoelhei e chupei a xana dela toda molhada e limpinha.
Fomos novamente para cama e esfregamos as xanas enaqunto nos beijamos loucamente.
E entao o celular despertou, tinahmos q sair, ja estava na hora do meu onibus para casa. Infelizmente, vestimos as roupas, nos beijamos mais algumas vezes e fomos para a rodoviaria. O onibus estava atrasado. Tomamos um sorvete. E agente se olhava com tanto desejo. Chupando o sorvete com tanto tesao e ficamos molhadas novamente. Q vontade d comer e fuder aquela garota novamente. Procuramos um local vazio na rodoviaria p nos beijar. nao achamos. Entao fomos ao banheiro. Estava vazio. Entramos no mesmo banheiro e nos beijamos mais mtas vezes e colocamos a mao dentro da calça uma da outra. Ate q ouvimos um barulho, nos recompomos, ou tentamos e fomos embora.
Estava na hora do onibus. Fomos at o portao d embarque. Estavamos com tanto desejo. Nos seuramos p nao nos beijar novamente. Entrei no oniubs e ela foi embora.
No caminho trocamos sms deliciosas.
Adorei aquela primeira transa.

Entao decidimos começara a namorar, mesmo distantes. Nos encontravamos 2 vezes ao mes. E sempre agente pegava fogo juntas. Sempre foi muito gostoso.
Mas 1 ano depois terminamos e ate hj sinto saudades daquela mulher gosotosa, daquela xana gostosa e daqueles dias d transa maravilhosas com ela.
Quem gostou do meu conto e quiser m escrever. Sou de Joao Monlevade, MG. Sou lesbica, mas nunca mais depois dela fiquei com uma mulher novamente, pq nao conheço nenhuma lesbica solteira em minha cidade, é uma cidade pequena, sem cinema, sem nada. E eu morro de tesao por mulheres e tenho vontade de namorar uma mulher novamente.
Meu email: senhoritametalica@yahoo.com.br
Beijos, espero q tenham gostado. Eu fiquei super excitada so de lembrar.

 

Fudendo o cara da academia

Me chamo Igor tenho 26 anos, sou branco, tenho 1,89 de altura peso 80 kilos, tenho cabelo loiro meio acastanhados e olhos azuis, essa é minha primeira vez escrevendo um conto, então vamos aos fatos.

Sempre que eu ia pra academia malhar eu encontrava com um garoto, muito bonito, de uma beleza máscula, porém eu o achava delicado vou chamá-lo aqui de Junior, ele tinha 19 anos de idade, moreno com 1,83 altura, 78 kilos, olhos castanhos claros, e cabelos negros, muito bonito mesmo, mais só consigo admitir isso agora, pois na época eu era hetero, voltando a historia eu sempre via ele malhando e o achava parecido com alguém mais eu me lembrava com quem era, enfim, só que ele ficava me encarando o que me deixava um pouco irritado, ora ele me olhava fixamente ora dava piscadinhas pra mim, eu sempre olhava pra ele com cara de mal, mais ele sequer ficava intimidado, o que mais me deixava excitado, é que as meninas da academia ficavam de cima dele, e ele dava moral pra elas ate beijava algumas, o cara era um safado.

Certo dia estava no vestiário quando eu ele cruzamos na porta eu entrando ele saindo, e a entrada do banheiro é bem estreita, encostei-me à parede pra ele passar, e o safado passou com o corpo bem colado ao meu esfregando sua bunda na minha rola, e aquele cheirinho de shampoo dele, me deixou meio doido, se esfregou em mim, olhou pra trás e disse um Oi, com um sorrisinho safado no rosto, minha vontade nessa hora, foi de dar uma surra nele, e depois meter a rola pra ele aprender a ser macho, mais me contive e fui tomar minha ducha, enquanto tomava meu banho, o sorriso daquele muleque não me saia da cabeça, e meu pau o tempo tudo duro, eu não acreditava que estava daquele jeito por causa de um homem, terminei minha ducha, me vesti dei uma ajeitada na mala e fui embora, mais a noite decidi ir a uma conhecida boate da cidade com meus amigos todos heteros, chegamos fomos ao camarote a festa estava muito boa quando já se aproximava das 03:00 da manhã olho para o camarote da frente, e vejo o Junior beijando uma garota, e essa garota ficava passando a mão na bunda dele, alisando o corpo dele, nessa hora fui tomado por um sentimento que eu desconhecia, mais mesmo assim me contive enrolei por ali mais um tempo e fui embora, no estacionamento quem eu encontro parado próximo a um carro preto, ele mesmo o Junior, quando ele me viu aproximando já deu um sorrisinho de canto de boca o que me deixou muito puto, no fundo eu gostava das provocações dele, mais sempre fazia cara de marrento, pode parecer mentira mais meu carro estava ao lado do carro dele.

Aproximei-me e ele me disse – Olha só que minha noite pode ter um final melhor do que eu esperava Boa noite Igor. Eu o respondi sem entender muito bem o que ele estava falando, ele então me disse algo que me deixou doido, ele chegou próximo a mim com um cheirinho gostoso de perfume, me olhou nos olhos e disse – Na sua casa ou na minha, mais me disse isso dando uma senhora gargalhada, antes que pudesse pensar melhor e desistir respondi a ele – Vamos embora pra minha então Ué.
Nessa hora foi que a conversa começou a pegar fogo porque o Junior começou a me provocar dizendo:
- Você por um acaso sabe o que eu pretendo fazer com você Igor?
Igor: Acho que sei sim.
Junior: Então tudo bem então me segue no seu carro, que deixo o meu em casa e nos iremos seguir pra sua, pode ser?
Igor: Pode ser sim, mais já vou te avisando que hoje vou te ensinar a ser macho de verdade rapaz, tu nunca mais vai ficar se engraçando pra machos em academia, nem em lugar nenhum.

Junior: Muitos já me disseram isso e falhou na missão meu querido, mais você pode tentar, eu deixo, e só pra constar, eu depilei hoje to com a bunda lisinha.
Na hora que ele falou isso meu pau já pulou dentro da calça eu sabia que aquilo que eu estava fazendo era loucura mais mesmo assim que queria comer aquele muleque de qualquer forma, então já entrei no carro e ele também, e fui seguindo ele ate sua casa, ele guardou o carro e fomos rumo a minha eu moro sozinho o que facilitava bem as coisas, entramos na garagem abri a porta e nesse tempo ficamos todos calados, ninguém dizia nada, entramos pela porta da sala e perguntei se ele queria beber algo, ele disse que sim e me perguntou onde era meu quarto, sinalizei e fui buscar a bebida, quando cheguei no meu quarto ele estava deitado só de cueca na cama, e me fazendo sinal pra deitar, eu larguei a bebida no criado mudo e fui em direção a Cama no que me sentei ele já me deu um beijo, eu estava meio sem jeito não sabia onde colocar a mão, nem pra qual lado mexer a cabeça, ele percebendo minha insegurança disse – Pensa que eu sou uma garota que você sempre quis na sua cama.

Foi só o que eu precisava ouvir, comecei a tocar o corpo dele, passar a mão naquele bundao gostoso, ele gemia muito baixo mais de forma máscula, aquilo parecia um premio pra mim, eu adorava beijar ele e abafar seus gemidinhos, ele começou a morder minhas orelhas e ficou em cima de mim, começou a tirar minha camiseta, desabotou minha calça eu pra ajudar já tirei meus calçados com os pés, e ele tirou minha calça, ao mesmo tempo em que tirou minha cueca, meu pau já saltou pra fora todo melado, pedi para ele apagar a luz porque eu estava morrendo de vergonha, mais ele fez sinal negativo com a cabeça e novamente veio em minha direção mais dessa vez parou a altura da minha virilha e começou a me chupar, eu modéstia a parte tenho um pau de responsa 20cm, grosso na medida certa, enfim ele começou a me chupar de forma muito gostosa, eu passava a mão em seu rosto enquanto ele me sugava, era uma sensação muito boa, e tinha ouvido uma vez que homens chupam melhor que as mulheres e isso é verdade mesmo, ele ficou ali me dando prazer com aquela boca gostosa um bom tempo como eu estava bêbado nem passei perto de gozar, mais eu sentia cada toque ele me dava enquanto ele me chupava eu dizia algumas sacanagens pra ele do tipo – Mama eu seu puto, chupa essa rola, hoje ela é todinha sua, e fazia movimento com meu corpo pro meu pau entrar mais e mais na boca dele.

Ate que ele parou de chupar me beijou, eu senti meu próprio gosto e aquilo me mostrou uma sensação completamente nova, ele me envolveu em um beijo e disse – Igor Me come. Nossa meu sangue ferveu quando ele falou isso, peguei uma camisinha encapei o menino e subi em cima dele, que ficou de quatro pra mim, comecei a meter bem devagar porque era bem apertadinho, fiquei fudendo bem devagar, mais ele olhou pra trás e disse me desafiando – É só isso Igor? Caraca eu fiquei muito puto quando ele me falou isso, comecei a meter feito um animal no cio, fudia mesmo, segurava ele pela cintura e mandava rola sem dó nem piedade e dizia –Toma seu viadinho tu fica beijando as meninas mais eu sempre soube que seu negocio era rola, era isso que você queria, ele ria, e dizia que tava adorando, fiquei metendo ate que senti sua bunda prender meu pau la dentro, ele então sem tocar no pau gozou mais gozou muito mesmo ficou ate mole na cama, eu segurei sua cintura e dei mais umas cinco bombadas, daquelas bem profundas, tirei meu pau de dentro e coloquei na boca dele, que me recebeu muito bem ele só deu umas três mamadas e gozei na boca dele, sem nem avisar e ele bebeu tudinho não deixou cair nada no chão,e depois me beijou eu fiquei meio receoso no começo mais deixei ele me beijar.

Era um gosto totalmente novo, ele se levantou e foi tomar banho, esperei ele terminar e fui, assim que sai da ducha ele estava na sala só de cueca assistindo TV sentado no sofá, me sentei a seu lado e antes que disse-se qualquer coisa ele me deu mais um beijo, eu então resolvi viver essa nova experiência com um homem, não sei se é amor ou apenas tesão, mais uma coisa é fato, meu viadinho da muito Gostoso.

brandom.damasceno@hotmail.com

Fantasias de um corno viadinho

Eu sou um cara que fantasia demais. Adoro fantasiar criando estorinhas e bater gloriosas punhetas pensando nelas. Adoro bater punhetas, bato várias ao dia. Tenho muito tesão e me considero insaciável, muito tarado e safado entre quatro paredes. Sou do tipo topa tudo, exceto violência. Amo dar a bundinha e mamar gulosamente num pau grande e grosso. Sou bissexual desde meus 25 aninhos, logo após ter casado. Casei e comecei a gostar de rola. Hoje, após alguns anos, sou louco por elas. Não posso ver uma rola dura que fico babando nela. Confesso que já tive algumas transas com machos. Já cheguei até mesmo a transar com dois de uma só vez, onde guardo com muito tesão, pois afinal, dar a bundinha e mamar gostoso ao mesmo tempo não é pra qualquer um.  Como disse, adoro fantasiar, criando estorinhas onde faço de tudo que tenho vontade. Uma das minhas taras e fantasias é a de ser corno viadinho dela. Imagino tantas coisas assim que já amanheço de pau duro olhando a minha esposa seminua e batendo punheta pensando nela com outros machos. Vou narrar a seguir como gostaria de me tornar corno viadinho dela, obviamente, isto não passa de uma fantasia, pois sei que ela não toparia nunca tal coisa, até porque, nem sonha que gosto de homens, mas, porém, eu faria tudinho se ela topasse. Não deixem de ler, principalmente os corninhos e maridos que gostam de rola, pois garanto, vai dar muito tesão..............rsrsrsssssssssss.

Depois de três anos de casado, comecei a comprar revistas eróticas do tipo classificados eróticos para apreciar as fantasias das pessoas. Sempre me prendi muito a esse tipo de fantasia, pois assim, sabemos o que as pessoas sentem em relação ao sexo. Não era diferente de mim com certeza. Sempre folheava as revistas na hora do banho, até que um dia cheguei em casa e peguei minha mulher no banheiro folheando as revistas. Ao ver-me, deu um sorriso safado e perguntou o que eram aquelas revistas. Antes de me explicar ela disse que adorou ler tanta fantasia que parecia estar toda molhada. Fiquei louco de tesão, pegando-a e levando-a para cama onde transamos gostoso em seguida. Depois da transa, ela me disse que pode continuar a comprar tais revistas que gostaria de ver mais. E assim eu fiz, toda semana chegava com uma nova. Nossas transas ficaram mais intensas, sempre imaginando-nos realizando todas aquelas fantasias. Minha mulher ficou mais liberal e, em dado momento, nas nossas transas, ela começou a fazer carinhos na minha bundinha dizendo que tinha vontade de lamber meu cuzinho.  Achei maravilhoso pois além de já gostar de rola (ela nem sonhava com isso), seria um presente pra eu ficar de quatro e ser lambido por ela. Fiquei muito feliz e disse a ela que faria qualquer coisa por ela, pois a amava demais e que faria com muito tesão ela realizar todas as fantasias que ela tem vontade. Seus olhos brilharam mais uma vez e pediu então para eu ficar de quatro pra ela. Assim eu fiz, me arreganhei todo pra ela e então começou a brincar com minha bundinha, passando a mão, a lingua e o dedinho no cuzinho. Foi lambendo devagarinho me arrancando suspiros e gemidos. Percebia que seu tesão aumentava pois a força com que exercia sua língua também aumentava. Suas mãos me apertavam com mais força a bunda e então ela começou a dar-me tapas na bundinha, perguntando se o maridinho estava gostando. Eu disse que sim, que estava adorando. Então ela começou a enfiar dedos e mais dedos, até me fazer gozar gostoso. Depois da transa, ficamos horas conversando sobre fantasias e acabei soltando que tinha tesão por cacetes. Ela levou um susto e perguntou se já havia transado com homens. Disse que não, mas que tenho vontade. Decidimos então comprar um consolo pra ela me foder quando quisesse. Minha mulher pegou tanto gosto pela coisa que me fodia todos os dias, dando-me tapas na bundinha, me chamando de viadinho, putinha e que eu ainda vou virar o corno dela. Ela fazia-me gozar e levava minha porra na minha boca, dizendo que eu tinha que provar da minha porra, pois todo viadinho gosta de leite. Disse também que era pra eu usar calcinhas, pois não gostaria de comer um cu de macho e sim, de um macho putinha, que adorava rola e de ser a menininha dela. Comecei então a usar suas calcinhas e suas roupinhas. Depois de algum tempo, até dormia de calcinha fio dental e camisolinha ou baby doll. Passei a amar essa situação. Comecei a me sentir mais fêmea e gostar mais ainda de levar vara. Ela parecia ter encontrado a “amiga dos seus sonhos”. Agora eu virei sua “amiguinha lésbica”, pois além de me fazer usar suas roupinhas, agora até me maquiava pra transar com ela. Numa dessas transas, eu disse a ela que deveria arrumar machos pra foderem a gente. Ela concordou de imediato, pois disse que iria adorar eu gemer nos braços de um macho, fazendo de tudo com ele como se fosse sua namoradinha. Eu disse a ela que também queria ser corno. Queria muito ver ela nos braços de outro, trepando gostoso e sendo a namoradinha dele. Ficamos loucos de tesão pelas declarações e trepamos feitos animais. Passamos os próximos dias a procurar um macho que realizassem nossas fantasias. Estávamos todos os dias na net batendo papo e nada de arrumar alguém especial que me desvirginasse o rabo e comece minha puta na minha frente. Dias depois, arrumamos um macho, aproximadamente com seus 40 anos, corpo atlético, espirito jovial, com tudo em cima, boa pinta, educado e acima de tudo, muito tarado e safado com casais, pois disse-nos que  já tinha experiências com casais bi, onde já havia saído com alguns. Fiquei animado pois era o que eu queria, um homem que estivesse não somente querendo comer uma xoxota com o marido do lado, mas sim, uma xoxota com o cu e a boca do marido juntos. Disse que adora os maridos junto de suas esposas, principalmente os mais viadinhos, que trepam sem pudor na frente dela. Já estávamos convencidos que era ele e então marcamos de nos encontrar. Marcamos na manhã de sábado próximo em um bar/restaurante de Brasília. Chegamos na hora marcada e ficamos aguardando ele em um cantinho mais reservado, tomando um chopinho. Quando ele chegou, pelas características, rimos de felicidade, pois parecia ser melhor que imaginávamos. Ele se aproximou, apresentou-se e convidamos-lhe para se sentar conosco. Depois de muito chope, conversas variadas e muita descontração, começamos a falar de nossas fantasias. Dissemos tudo: quando começou, como começou, o que queremos, como gostaríamos etc.  Nossas calcinhas já estavam molhadas (eu estava de calcinha), pois estávamos nos deliciando com aquele homem gostoso à nossa frente. Decidimos então sair dali e procurar um motel para passarmos a tarde juntos. Fomos então. Minha esposa foi no banco de traz com o Claudio, beijando-o na boca e massageando seu pau. Tirou pra fora e deu um grito:

- Amor, olha que cacete maravilhoso que nós duas vamos apreciar!!! Virei-me e pude perceber que pessoalmente era melhor que na fotografia que havia mostrado. Nossa que pau delicioso. Era grande, grosso, reto, liso e cabeçona vermelha. Claudio era um moreno muito bonito. Minha mulher caiu de boca naquela vara e tirava suspiros de Claudio, olhando para eu dizendo que estava adorando ser chupado pela minha puta e que queria ver minha boca gulosa nele também. Acelerei pra chegarmos logo no motel. Descemos do carro e corremos para o quarto. Lá, minha mulher deu um longo beijo na boca de Claudio, quando ao mesmo tempo ele esfregava seu corpo no dela. Ela tirou a roupa toda de Claudio enquanto eu tirava a minha. Ficamos os dois pelados e minha mulher de joelhos mamando no Claudio. Ela então me pediu para juntar ao Claudio para mamar as duas de uma vez. Posicionei-me do lado de Claudio e minha mulher ora mamava em uma ora mamava em outra. Claudio me abraçou e alisou minha bundinha. Me arrepiei todinha, pois era o primeiro homem que passava a mão em minha bunda. Olhei em seus olhos e fui surpreendido por um beijo que me deixou sem folego. Minha mulher até parou de chupar o Claudio. Disse que não acreditava ter me visto beijando na boca de outro homem. Pediu novamente que fizéssemos pois havia adorado ver o macho dela beijando na boca de outro. Entreguei-me então ao Claudio por completo. Olhamos olho no olho e ele beijou-me como nunca havia beijado alguém. Beijou-me loucamente, passando as mãos sob minhas costas, bunda, nuca, apertando-me contra seu peito, sugando minha língua e mordendo meus lábios. Acordamos do transe ouvindo minha mulher batendo palmas e me chamando de corninho viadinho.
- Que delícia meu corninho, isso, quero ver você como uma menina minha putinha safada. Meu viadinho, te amo meu amor. Você é o macho que eu amo e ao mesmo tempo a minha menina que adoro!!! Continua amor!!
Dei um lindo sorriso pra ela e voltei a chupar a língua de Claudio. Que homem gostoso. Estava me tirando o fôlego antes mesmo de começar. Nisso minha mulher já estava tirando a roupa e me chamando pra provar a rola do nosso macho. Abaixei-me então e pude segurar, cheirar, beijar, lamber e chupar minha primeira rola de verdade. Minha mulher deixou-me mamar por uns instantes sozinho, até reclamar que estava ali de joelhos juntamente comigo para mamarmos juntas naquela rola e não eu sozinha. Ri e passei o pau pra ela. Começamos a revezar naquela pica gostosa. Ora ela chupava as bolas e eu a glande, ora eu chupava as bolas e virilha e ela a glande. Nosso macho puxou minha esposa e eu pelos braços e colocou-nos de quatro na cama. Pediu que ficássemos com nossas caras no colchão e assim fizemos. Ficamos com a bunda empinada e ele enfiou sua cara na bunda da minha mulher, chupando ao mesmo tempo seu cú e sua xoxota, ao passo que alisava a minha bundinha tb.
- Hummmmmmmm............Adoro xoxota molhada!!!   Disse ele.
- Soca sua língua no meu cú seu tarado. Quero dar meu rabo pra vc seu puto!!  Disse ela.

Estava ansioso aguardando minha vez de levar uma língua no cú, até que ele largou o dela e veio para o meu. Arrepiei-me todinho quando ele encostou sua língua no meu buraquinho. Que delícia levar uma língua no cú. Só quem já teve tal experiência é que pode narrar isso. É DEMAIS. Ele socava com força sua língua no meu cú, parecendo querer abri-lo com ela. Dava tapas ao mesmo tempo, chamando-o de viadinho, putinha, cadelinha, safadinha. Minha mulher estava nos olhando apreciando aquela situação. Revirava os olhinhos, minha boca secava, meu pau estava duríssimo e queria que ele ficasse ali por horas. Minha mulher perguntou se estava gostando.........disse que não tinha palavras para descrever tudo aquilo. Disse que eu a amava demais e que somente uma mulher como ela pra entender os desejos de um marido. Ela riu e disse que merecia muito mais. Nosso macho então resolveu comer a xoxota dela. Enfiou todo seu pau nela e pediu para que eu ficasse por baixo, tipo 69. Enquanto ele comia a buceta dela, eu lambia sua xoxota e ao mesmo tempo o saco dele. De repente ele tirou o pau da xoxota dela e enfiou na minha boca. Que delícia poder provar a xoxota da minha mulher naquele pau. Minha mulher até virou pra traz pra ver a cara dele. Eu gemia de tesão e felicidade. Ele fez várias vezes isso, até não aguentar mais e gozar na buceta dela. Encheu sua boceta de porra ao mesmo tempo que fazia ela gritar de tesão, pois estava gozando. Quando tirou o cacete, enfiou na minha boca pra limpar e depois falou pra limpar a buceta da minha puta. Falou em tom arrogante................ “limpa tudo viado”!!!! Corno!!!...........................hummmmmmmmmmmmmm......pela primeira vez ouvia aquilo e me tremia todo de tesão.. Adorei ser corneado por um homem como aquele. Cai de boca na sua vara gostosamente limpando toda porra que nela estava e depois cai de boca na xoxota da minha mulher limpando e sugando toda porra grudada nela. Hummmmmmmmmmmmmmm...................delícia............Estava tão bom que minha puta gozou novamente. Só quem gosta de porra que sabe como é bom ser submisso nessas horas. Enquanto sugava a porra na buceta da minha mulher, nosso macho foi ao banheiro pra banhar-se. Depois foi minha mulher e eu aguardava meu macho de quatro na cama, pois sabia que agora ele iria querer meu cú. Ele voltou e sem falar nada, enfiou sua cara no meio do meu rabo. Disse que eu era uma delícia de viadinho e que iria me comer muito gostoso. Ao ouvir aquilo, rebolei como uma menina. Ele sugava meu botãozinho e dava tapas na minha bundinha me fazendo suspirar de tesão. Depois de enfiar três dedos no meu cú, disse que iria me arrombar. Hummmmmmm.............ao encostar sua cabeça na portinha do meu cú fiquei apreciava pois somente havia dado a bundinha pra minha mulher, agora estava com um macho de verdade. Mas Claudio foi lindo demais, pois fez questão de fazer com muito carinho, colocando e tirando devagarinho do meu rabo, ao mesmo tempo que lambia minha nuca, chupava minha orelha e tentava beijar minha boca. Eu com aquele peso todo em cima de mim, suado, gemendo muito, estava delirando de prazer. Minha mulher vendo aquela putaria, enfiou debaixo do meu corpo e começou a fazer um 69 comigo. Nosso macho comia meu cú e ela mamava no meu pau. Não aguentei muito tempo assim, gozei loucamente na boca da minha mulher. Ela saiu debaixo de mim e veio me beijar com minha porra na boca. Delícia beijar na boca de outra pessoa meladinha de porra. Minha mulher me beijou e disse a Claudio que agora era a vez dela levar no cu. Claudio então tirou do meu rabo e enfiou na boca da minha mulher dizendo que ela deveria provar o cu do maridinho primeiro pra depois levar vara no rabo. Ela então mamou no pau de Claudio, provando do meu rabo e depois me beijou novamente pra sentir o gosto  de cú na sua boca. Ela ficou de quatro então e Claudio enfiou a rola no seu cu. A puta gemia de prazer. Claudio resolveu fazer comigo o que fez com ela. Tirava o pau do cú dela e mandava-me mamar pra provar o doce gosto de seu cú. Fiz isso varias vezes até ele não aguentar a socar seu caralho no rabo da vadia e pediu então que nos duas ficássemos de joelhos para beber da sua porra. As duas putas sedentas por leite quente ajoelharam-se no chão e Claudio começou a jorrar leite em nossas caras e bocas. Quanta porra Claudio jorrou em nossas bocas. Ao terminar, ele socou sua vara na boca de minha esposa e depois na minha.

Olhamos nos olhos uma da outra e nos beijamos loucamente, felizes e realizadas por ter dado pra um macho tão gostoso, tarado e safado como o Claudio. Depois fomos os três para banheira e lá, mamamos novamente o Claudio, fazendo-o gozar mais uma vez, porém, desta vez, minha mulher disse que queria ver eu  tomando toda sua porra sozinho. Assim eu fiz, Claudio segurou meu queixo na hora de gozar e socou sua rola dentro da minha boca, fazendo-me quase engasgar com sua porra. Mas engoli tudinho, saboreando cada gota e depois continuei chupando, até amolecer na minha boca. Depois desta putaria, fomos para casa, porém, sem antes combinar com Claudio quando treparíamos novamente. Claudio disse ter ficado lisonjeado em poder foder um casal tão gostoso e safado como nós, deixando claro que de agora em diante, seríamos dele pra sempre, aonde iria foder sempre as duas putinhas. A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.
Pessoal, para quem gostou, poderá ser continuado este conto com novas e gostosas putarias. Para quem não gostou, lamento, pois não deve fazer parte de suas fantasias. 

Escrevam comentando, vou adorar ouvir de vocês. Vou adorar trocar e-mail´s com estórias parecidas e/ou diferentes, porém, com muito tesão.

Sou um cara muito tarado e safado, boa pinta, quarentão, moro no DF e gostaria muito de fazer amizades e sexo real com pessoas idôneas, sexualmente taradas e safadas como eu, discretas, boa aparência e honestas. Se for de seu interesse, entre em contato e vamos nos tornar amigos. Sonho ter uma amiga CD.

Beijos.

Mikaela40df@hotmail.com

 

Meu dia de puta

Bom dia ! Meu nome é Shirley, sou casada há 13 anos com o jony, ambos na faixa dos 30 anos, formamos um casal liberal, gostamos muito de sexo e de fantasias, já realizamos muitas, meu marido adora ver ou saber que é um corno, ele me encentiva a usar roupas provocantes, paquerar e me auxilia na escrita desses contos. Vou contar agora pra vocês mais uma loucura que fiz sem o Jony, meu marido, estar presente, afinal ele me libera e depois eu conto pra ele. Eu tenho uma amiga que se chama Flávia, ela trabalha em uma revendedora de cosméticos vizinho ao escritório onde eu trabalho, o marido da Flávia é o João, ele trabalha com o Jony, meu marido, eles são representantes comercial e estão sempre viajando, nós quatro formamos dois casais liberais, estamos sempre juntos fazendo swing e menage.

Um certo dia eu estava trabalhando no escritório juntamente com o meu patrão, o Sr. Fernando, era uma sexta-feira a tarde, quase 16:00 Hs quando o telefone toca, era o Jony, meu marido, me dizendo que havia recebido uma determinação para viajar juntamente com o joão em uma hora e que ele queria que eu desse um jeito para sair mais cedo do trabalho para arrumar sua bolsa e se desse tempo namorar um pouquinho como despedida, mal eu baixei o telefone e um tezão enorme tomou conta de mim, então fui até a sala do meu patrão pedir a ele pra sair mais cedo, chegando lá eu expliquei pro Sr. Fernando que precisaría sair naquele momento para resolver um probleminha, Sr. Fernando aceitou o meu pedido e me liberou pra sair mais cedo até se prontificou a me dar uma carona no seu carro até a minha casa mais com uma condição; que eu desse uma rapidinha com ele ali mesmo no escritório, antes de ir me deixar em casa, Sr. Fernando é meu amigo/amante e eu já tranzei com ele várias vezes, inclusive nossa última tranza foi na frente do Jony, meu marido, mais mesmo assim eu não aceitei, eu disse a ele que estava apressada e naquele momento eu não tinha tempo, afinal o Jony iría viajar e depois disso eu e ele teríamos tempo de sobra, Sr. Fernando entendeu mais não compreendeu mesmo assim ele acabou aceitando, pegou seu carro e foi me deixar em casa, no trajeto ele ia dirigindo e me dizendo que estava morrendo de vontade de me comer e mostrando como seu pau estava duro dentro da sua calça, eu também estava com tezão danado mais o tempo era curto e eu tinha também de cuidar do Jony, meu marido, quando nós chegamos em frente a minha casa, Sr. Fernando parou o carro e me pediu para esperar um pouquinho, a rua estava deserta, em seguida ele abriu sua calça, colocou o pau para fora e começou a se masturbar rapidamente dizendo;......

Já que eu não posso te comer agora pelo menos me ajuda a gozar...... Em seguida peguei seu pau e comecei a masturbar, quando senti aquele pau duro pulsando na minha mão não resisti e cai de boca engolindo tudo, eu punhetava e chupava o pau dele ao mesmo tempo, ele delirava com a minha chupeta e vigiava pra ver se vinha alguém, algumas pessoas passavam pela calçada mas como os vidros do carro tem película escura ninguém via nada, depois alguns minutos ele acabou gozando dentro da minha boca, peguei um lenso e comecei a me limpar, nesse momento meu celular toca, era o Jony outra vez perguntando onde eu estava e eu respondi que já estava na porta de nossa casa, abri a porta do carro e desci rapidamente em direção da minha casa, entrei e o Jony estava no banheiro tomando banho, dei um oi pra ele e fui direto pro quarto arrumar sua bolsa, como a sua roupa e suas coisas já estavam separadas não demorou muito e sua bolsa já estava prontinha, em seguida ele saiu do banheiro enrrolado em uma toalha e veio em minha direção, me abraçou e começou a me beijar, segundos depois acho que ele sentiu o gosto de esperma na minha boca, parou de me beijar e perguntou o que eu havia feito e eu disse a ele tudo que havia acontecido, em seguida ele deu uma risada e me chamou de puta, me pediu para se ajoelhar nos seus pés e fazer o mesmo com ele, não perdi tempo e obedeci, retirei sua toalha e comecei a chupar o pau do meu marido, minutos depois ouvimos um som de buzina na nossa porta e em seguida o celular do Jony toca, era o João que estava enfrente a nossa casa pedindo pra ele se apressar para não perder o horário, depois disso, Jony, meu marido, pegou seu pau, começou a punhetar forte, rápido e me pediu para abrir minha boca, não demorou muito e ele enterrou seu pau todinho dentro da minha boca e gozou, senti o esperma dele descendo pela minha garganta, engoli tudo, em seguida ele se vestiu rapidamente, pegou sua bolsa, se despediu de mim e foi embora, eu continuei só na vontade, com tezão, pensei que iría ter uma rola na minha buceta para gozar gostoso mais só levei gozadas na cara, a noite chegou e resolvi ligar para a Flávia, esposa do João, ela também estava sozinha em casa pois nossos maridos viajaram juntos, convidei a Flávia para vir dormir comigo na minha casa e em 40 minutos ela chegou, abrimos uma cervejinha e ficamos conversando na sala, a hora foi passando e nós resolvemos ir até o banheiro tomar banho juntas antes de ir dormir, embaixo do chuveiro eu contei pra Flávia como teria sido a minha tarde e disse a ela que eu ainda estava morrendo de tezão por um pau grande e duro dentro da minha buceta, nesse momento, Flávia se aproximou de mim e me abraçou, começamos a se esfregar uma na outra, um demorado beija na boca rolou logo em seguida e apartir desse momento o nosso tezão ficou encontrolável, pegamos uma toalha, nos secamos e fomos direto pro meu quarto, chegando lá eu coloquei um filme pornô e deitamos nós duas na cama, mal o filme começou e nós duas já estávamos se masturbando, tocando uma siririca uma na outra, minutos depois eu abri as pernas da Flávia e me deitei em cima dela, ficamos se esfregando uma na outra e se beijando, desci um pouco e chupei seus seios, ela também chupou os meus, depois envertemos a posição e eu coloquei minha buceta na cara dela e fui chupar a sua, logo estavámos fazendo uma meia nove gostosa, não demorou muito e acabamos gozando as duas uma no rosto da outra, depois, fomos tomar outro banho e voltamos para a cama, ficamos relaxando um pouco e continuamos a assistir o filme, em alguns minutos o nosso tezão começou a se ascender novamente mais o que eu e a Flávia queríamos naquele momento era uma pica grande, grossa e dura, minutos depois começamos a falar putarias e a falar das tranzas loucas que já fizemos, eu contei pra Flávia sobre o Bruno meu primo, que ele era muito gostoso, liberal, educado e higiênico, que eu já havia tranzado com ele várias vezes e confiava muito nele, Flávia ficou enteressada e me perguntou onde estava o Bruno naquele momento, peguei o meu celular e liguei pro Bruno, ele atendeu, eu disse a ele que estava em minha casa juntamente com uma amiga também casada e que ambos os maridos estávam viajando e perguntei se ele não queria fazer companhia para nós duas, ele aceitou na hora e nos pediu um tempo dizendo que logo logo estaría em minha casa, depois de vários minutos ele chegou, apresentei ele a Flávia e fomos para a cozinha, sentamos na mesa e começamos a tomar umas cervejinhas, minutos depois meu priminho Bruno me chamou em um particular e perguntou o que eu e a Flávia estava aprontando pra ele, eu respondi que e a minha amiga estávamos em busca de prazer e só poderíamos encontrar isso em uma pessoa de confiança como ele, eu disse também que embora minha amiga fosse casada ela era bastante liberal e o que acontesesse ficaría somente entre nós três, depois disso, eu e o Bruno voltamos para a cozinha e nos juntamos a Flávia, depois de várias cervejas o clima foi esquentando e o tezão aumentando, eu e a Flávia estavámos vestidas somente de baby dool sem calcinha, como estava fazendo calor pedimos pro Bruno ficar a vontade e tirar sua camisa, ficando somente de short, devido a bebida nós já estavámos meio altas e começamos a falar putarias comentando sobre o tamanho do pau dos nossos maridos, Bruno entrou no assunto dizendo que não havia um pau igual ao seu e perguntou se nós queriámos ver, nós dissemos que sim, em seguida ele se levantou da cadeira, baixou sua roupa e apareceu aquele pau lindo, estava quase duro, a minha boca encheu de água e ele perguntou se alguém queria provar, a Flávia pediu pra ele sentar em cima da mesa, nós colocamos duas cadeiras próximas uma da outra e sentamos entre as pernas dele, pegamos aquele pau lindo e começamos a chupar, que pau delicioso, nós dividíamos aquela pica e alternavámos as chupadas entre o pau e as bolas dele, Bruno delirava de tezão tendo duas bocas famintas chupando seu pau, depois de vários minutos ele disse que queria chupar nós duas, pegamos na sua mão e fomos para a sala, tiramos nossas roupas e sentamos de pernas abertas no sofá, uma ao lado da outra, Bruno se ajoelhou no chão ente nós duas e começou a chupar nossos seios, depois nossas bucetas, ele chupava uma depois a outra, a língua dele era uma delícia, eu e a Flávia assistia a tudo abraçadas uma na outra até ele anunciar que queria meter em uma buceta, eu ofereci a minha e fui logo ficando de quatro no sofá por cima da Flávia, Bruno vestiu uma camisinha no seu pau e ficou em pé por trás de mim, em seguida, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente até entrar tudo depois começou a meter, que pau gostoso, ele metia com vontade, Flávia passou a chupar meus seios enquanto Bruno metia em mim, eu comecei a gemer alto, estava descontrolada, passei a falar putarias pro Bruno meter mais em mim, dizendo;......

Me come meu gato gostoso, enfia essa rola todinha dentro mim, arromba minha buceta ahahahhahahahh ........ Depois de ouvir isso, Bruno me puxou pelos cabelos e passou a meter forte na minha buceta, depois de vários minutos chegou a vez da Flávia também ser comida, Bruno se sentou no sofá e a Flávia foi pra cima dele, sentou em seu colo de frente pra ele, encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar subindo e descendo naquela rola, eu me sentei ao lado do Bruno e de vez enquanto chupava os seios da Flávia junto com ele, a safada da Flávia estava adorando, gemia feito uma louca com o pau do Bruno dentro da sua buceta, nossos corpos se desmanchavam em suor devido ao calor que fazia, então resolvemos ir até o banheiro, chegando lá fomos os três para debaixo do chuveiro e ficamos acariciando uns nos outros até o Bruno pedir para meter em mim novamente, fiquei em pé de costas pra ele, apoiei minhas mãos na parede e empinei minha bunda para tráz, ele se posicionou por tráz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, o pau dele era uma delicia, entrava gostoso na minha buceta, Flávia pegou um sabonete líquido e começou a derramar por cima de mim, a água que caía do chuveiro se misturava com o sabonete liquido em minhas costas se transformando em espuma e escorria em direção a minha bunda, o safado do Bruno aproveitou a espuma que se formava na minha bunda e começou a enfiar os dedos no meu cuzinho enquanto metia seu pau na minha buceta, depois de algum tempo, ele retirou o pau da minha buceta, colocou na entrada do meu cuzinho e perguntou se poderia enfiar naquele buraquinho, eu nada respondi e fui forsando meu corpo para tráz, como seu pau já estava na entrada do meu cuzinho ensaboado, ele foi deslizando lentamente para dentro e quando percebi seu pau já estava todinho dentro do meu cuzinho, em seguida ele começou a meter e eu comecei a massagear minha buceta enquanto ele metia em meu cuzinho, o meu tezão foi almentando, eu gemia alto e comecei a falar putaria pois todo homem gosta de ouvir;.........

Mete no meu cuzinho Bruno, ahahahahaha Come minha bundinha bém gostoso, ahahahahaha Mete vai, mete, me come meu macho, ahahahah Arromba meu cuzinho com esse pau gostoso, vai ahahahaa Come a puta da sua prima, vai...... Depois disso, Flávia veio para a minha frente, enfiou seus dedos dentro da minha buceta e começou a chupar meus seios enquanto Bruno comia meu cuzinho, nesse momento um tezão enorme tomou conta de mim, meu coração disparou e o meu corpo parecia querer explodir, comecei a gemer alto e forte, eu agarrei o rosto da Flávia e começamos a nos beijar e em alguns minutos eu gozei feito uma louca, com os dedos da Flávia na minha buceta e o pau do Bruno dentro do meu cú, eu gozei tanto que as minhas pernas não conseguia mais segurar meu corpo em pé, caí no chão de tão fraca que fiquei, em seguida fiquei sentada, Bruno foi trocar a camisinha e a Flávia veio em minha direção, sentou no chão de costas pra mim, entre minhas pernas, eu abracei ela por tráz e fiquei lhe fazendo carinho, tocando seus seios e beijando seu pescoço, Bruno veio em nossa direção e se sentou no chão entre as pernas da Flávia, abriu suas pernas e foi enfiando seu pau na buceta dela, depois começou a meter, Flávia começou a gemer alto e pedir pro Bruno meter forte na sua buceta sem parar pois ela queria gozar, Bruno obedeceu e enfiou tudo na buceta da minha amiga, ficava somente as bolas do lado de fora, Bruno se agarrava em nós duas e meta tudo, nesse ritímo a minha amiga não aguentou muito tempo e acabou gozando no pau do Bruno, em seguida, ela se virou de frente pra mim, ficando de quatro no chão e me deu um demorado beijo de língua, o Bruno se ajoelhou por tras dela e foi enfiando seu pau lentamente no cuzinho da minha amiga, quando entrou tudo ele começou a meter, depois de alguns minutos, Bruno anunciou que queria gozar, então, ele retirou o pau do cuzinho da Flávia e ficou em pé na nossa frente, nós se ajoelhemos nos pés dele, retiramos a camisinha do pau dele e começamos a chupar, chupava e punhetava ao mesmo tempo, depois de alguns minutos, Bruno começou a gemer e gozou em nosso rosto, nós ainda limpamos o pau dele todinho e nos lambuzamos com o esperma dele. Foi uma loucura. Depois disso, nós terminamos o banho e nos vestimos, Bruno se despediu de nós dizendo que tinha gostado muito, que depois queria mais e foi embora, eu e a Flávia fomos pra cama dormir. Foi uma tranza inesquesivél e inédita na minha vida pois embora eu conhesesse a Flávia a bastante tempo eu nunca tinha trocado tantas carisias com uma outra mulher e nunca tinha experimentado o bi feminino, percebi que uma mulher carente é capaz de tudo e essa foi uma experiência gostosa que eu vou querer repetir. Até a Próxima !


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