Contos Eróticos

Casado chupou e gostou

Olá, meu nome é Alex, tenho 42 anos, sou casado ŕ 20 anos e vivo muito bem com a minha esposa, apesar de termos uma vida sexual muito activa (praticamente todos os dias), sinto falta de algumas coisas. Adoro sexo oral, mas a minha esposa, que é do interior, é muito reservada, apesar de já ter feito isso algumas vezes, parece que fica meio sem jeito, de modo que eu preciso praticamente de implorar para isso acontecer, o que fica muito chato.

Entăo fui pela primeira vez a uma dessas galerias eróticas, onde vocę assiste a filmes porno em cabines individuais que tęm um buraquinho onde uns viadinhos ficam ali implorando para te chupar.
Estava eu lá me punhetando quando um cara botou a boca naquele buraco e ficou ali balançando a língua, botei meu pau duro como uma pedra em sua boca, ele chupou gostosamente até eu gozar e depois engoliu tudo. Isto foi o suficiente para eu me viciar, sempre que desejo uma boa chupada, vou lá e acontece geralmente a mesma coisa.
Um dia eu estava lá me punhetando quando aconteceu uma coisa diferente. Um cara botou o pau duro como uma rocha naquele buraco, um pau igual ao meu, que năo é muito grande, aproximadamente 15 cm mas bem grosso, com um cabeçăo enorme. Como eu sou e me considero heterossexual, năo dei muita importância, fiquei até meio assustado. O cara năo desistiu e continuou com aquilo ali, que devido ŕ posiçăo da cadeira em que eu estava, acabava ficando bem próximo do meu rosto…

De repente, me vi observando aquele pau, tentando fazer comparaçăo com o meu. De tanto observar, comecei a me sentir atraído por aquilo, e já me punhetava olhando aquele pau latejando de tesăo. Meu tesăo também era enorme, já estava quase gozando, me deu uma vontade muito grande de pegar e sentir aquilo na minha măo. Fiquei nervoso, minha măo tremia, suava que era um absurdo. Năo aguentei a curiosidade, e como sabia que estava em um lugar reservado e que ninguém podia me ver, peguei naquele pau durissimo e comecei a punhetá-lo, ele tirou da minha măo, chegou o rosto perto do buraco e disse:
- Chupa um pouquinho????

Colocou novamente o pau no buraco e ficou ali balançando na minha frente, eu estava tremendo de nervoso, uma vontade muito grande mas uma mistura de medo e culpa me tomava. Năo resisti e abocaquei de uma vez só, confeso que mesmo nunca tendo feito aquilo antes, eu estava adorando aquela experięncia. De repente, ele tirou da minha boca e para minha surpresa, deu a volta e bateu na porta da minha cabine. Năo sei porquę mas abri…
Ele disse que também era casado, tinha 40 anos, ele tinha um físico bom para um homem dessa idade, năo era afeminado, mas disse que gostava de umas brincadeirinhas com homens e depois acrescentou:
- Aqui a gente pode fazer o que as nossas esposas năo gostam de fazer em casa.

O pau dele ainda estava latejando e ele pediu que eu voltasse a chupar, o que fiz com muito gosto. Ele também pediu para me chupar e fez muito gostoso, quando eu estava quase gosando, ele parou e disse que queria gozar primeiro.
Como eu năo tinha muita experięncia, passei a fazer como minha esposa faz, o que me leva ao delírio. Peguei o pau dele e comecei a punhetá-lo com a glande na minha boca, comecei a passar a língua por baixo, do mesmo jeito que minha esposa faz comigo. Ele quase enlouquece, gemia, dizia que estava uma delicia, que eu chupava muito gostoso etc… Aumentei o ritmo e ele preocupado disse que ía gozar na minha boca, que se eu năo quisesse parasse. Mas ao contrário disso, me deu uma vontade louca de ver aquele cara gozando na minha boca. Aumentei ainda mais o ritmo e ele explodiu num gozo tăo intenso o qual eu nunca tinha visto,inundou toda a minha boca ao ponto de escorrer pelos lados, năo parei até que năo saía mais nada. Fiquei assim com o pau dele na boca até começar a amolecer devagarinho, depois ele se abaixou e sem nada dizer, começou a me chupar bem gostoso, me abraçou nessa posiçăo e começou a acariciar a minha bunda. No inicio fiquei meio sem geito e até nervoso, mas depois fui-me acostumando e gostando. Ele acariciava até a entrada do meu ânus, colocou um dedo e foi fazendo movimentos leves, năo demorou muito, tive um orgasmo maravilhoso, gozei como nunca tinha gozado em toda a minha vida.

Depois ele se levantou, se ajeitou e foi embora sem dizer nada, nem os nossos nomes falamos um ao outro.
Continuo a frequentar galerias eróticas, e já levei várias chupadas, mas nunca mais aconteceu como naquele dia.
Ŕs vezes até espero e desejo que alguém ponha o pau naquele buraco para eu chupar, mas năo acontece, e eu ainda me sinto tímido em tomar a iniciativa.
Năo tenho desejo de sexo anal, nem activo nem passivo, mas confesso que desejo um dia chupar e ser chupado bem gostoso como naquele dia.

rayketo@hotmail.com CENTRO DO RJ

 

Minha mulher chupou meu cú

Olá, meu nome é Alex, tenho 42 anos e sou casado ŕ 20. Tenho uma vida conjugal muito sólida, minha esposa é maravilhosa, porém muito recatada.

Eu adoro sexo oral e acho que entre 4 paredes vale tudo para o prazer, ela até já fez sexo oral algumas vezes, mas parece năo gostar muito.
Em todo esse tempo de casado eu ainda năo a tinha levado a um motel. Um dia resolvi fazer uma surpresa uma surpresa, convidei ela para dar uma volta, e sem dizer nada entrei num motel. Ela ficou calada, quando já estávamos lá dentro eu disse que queria realizar esse sonho.
Ela estava meio tensa mas foi relaxando aos poucos, talvez pelo ambiente, os espelhos, etc… senti que a minha esposa estava diferente, com mais tesăo, mais solta, mais liberal… de cara ela me fez um boquete maravilhoso sem que eu pedisse, isso em casa era impossível.
Fomos para a piscina, estava uma delicia pois era Verăo e a água estava numa temperatura super agradável. Fizemos amor ali mesmo…
Minha esposa năo é de beber, mas ali nós já estávamos na segunda garrafa de vinho. Ela já estava meio alterada, começámos entăo a fazer um 69 delicioso, eu estava por baixo e a visăo daquele cuzinho na minha frente me deu um tesăo enorme… Entăo eu resolvi inovar, fazer o que ela jamais permitiria de sóbria.

Comecei a passar a língua na sue bucetinha até ao cuzinho, senti que ela deu um gemidinho, entăo continuei, passei a demorar mais um pouco no cuzinho enfiando toda a língua e colocando o dedo na sua bucetinha. Ela passou a gemer mais alto, quase gritava. De repente ela parou de me chupar e enfiou a língua no meu cu também, fiquei assustado mas era gostoso demais… ela me chupava e me punhetava, eu nunca tinha experimentado uma coisa assim, só quem já fez é que sabe o quanto é gostoso senti que ela estava me imitando, entăo continuei chupando a sua bucetinha e enfiei um dedo no seu cuzinho que já estava lubrificado, passei a fazer um vai vem bem gostoso, ela rebolava, dizia que estava gostoso, gemia, gritava. De repente meteu meu pau todo na boca até ŕ garganta, depois enfiou o dedo no meu cu que também já estava lubrificado com a sua saliva… Aí foi demais, eu é que passei a rebolar, a gemer e a gritar, pedia para ela enfiar mais…. Ela metia e tirava, fazia um vai vem e eu fazia o mesmo com ela. Năo sei quem rebolava, gemia e gritava mais!!! Nessa loucura gozamos juntos um na boca do outro.
Foi um orgasmo tăo intenso que dormimos naquela posiçăo, depois de 2 horas de sono acordamos meio tontos, ainda tentei mais alguma coisa mas ela disse que queria ir embora, estava preocupada com as crianças…
No carro quase năo nos falamos, nunca mais tocámos no assunto. Em casa já tentei fazer a mesma coisa mas ela năo me deixa, nem a bucetinha ela me deixa chupar.

Uma vez estavamos fazendo amor de 4 e tentei colocar meu dedo no seu cuzinho, mas ela rapidamente mudou de posiçăo.
Já a convidei para ir-mos ao motel novamente mas ela năo aceita. Năo tenho coragem de tocar no assunto, pois tenho medo que ela pense que eu sou Gay, o que năo sou, mas confesso que aquela experięncia mexeu comigo. Como eu gostaria que ela fizesse de novo!!!!
Como ela quase nunca faz oral comigo, ŕs vezes vou a essas galerias eróticas onde acabo levando uma chupada de algum viadinho ali presente.

rayketo@hotmail.com

 

A descoberta de Dayane

Num sábado à tarde, estava em casa tomando cerveja sozinha, um baita calor, e tocando violão, ouvi Dayane me chamando no portão, pedi pra ela subir, e segurei meu cachorro, ele não morde, mas pula em todo mundo que entra em casa...
Ofereci um copo pra ela enquanto ela se acomodava no sofá da sala, com regata e mini saia, aquelas coxas a mostra sempre me chamavam a atenção, mulata, do jeito que gosto, nariz fininho, olhos claros, cabelos longos e cheirosos, super gata. Como sempre não deixo mostrar meu interesse, afinal, minhas amizades com hétero sempre foram preservadas com cautela...
Ela estava meio chateada, pois acabava de descobrir que o namorado tinha traído ela, e me pediu para gravar um mp3 pra ela, pois o que eu tinha gravado estava na casa dele, ela resolveu não buscar, era folga dela, e ela queria ficar em casa na fossa.
Disse: fique aqui, a gente toma umas cervejas, e fica conversando e ouvindo música, você se distrai na sua casa você vai ficar chorando...
Resolveu ficar, e conversando sobre as aulas de estágio que ela estava dando, do nada, me pergunta: o que eu tenho de errado?
Respondi: ter escolhido um canalha pra namorar, por que de resto, você é perfeita...
Ela me encarou por um instante, deu um gole na cerveja e veio em minha direção, me encarando com um olhar triste e meio tímido, me abraçou alisando minhas costas, e eu fiquei imóvel naquele momento, sentindo o toque suave de mão macia deslizando sobre mim.
Sentindo aquele cheio bom que saia dos cabelos dela bem de pertinho, fiquei excitadíssima, meu grelinho pulsava de tesão, mas fiquei com receio e deixei ela continuar a acariciar, e foi descendo a mão apalpando minhas nádegas, percebi que era a deixa para avançar o sinal, e coloquei meu nariz no pescoço dela e cheirei aquela pele macia e adocicada de creme de chocolate, dei um beijo de leve, e apertei o abraço que recebia, o copo dela caiu no chão, levei um susto, esperando um tapa ela pediu desculpa por ter deixado cair, balancei a cabeça como quem diz , não foi nada, e ela veio em minha direção de novo me olhou outra vez e me beijou, quase me engolindo viva me empurrou no sofá, subindo em cima de mim continuou me beijando, ficamos nos amassos, e senti a mão dela procurando o feche de meu sutiã com um sorriso meio tímido no rosto mas decidida em seguir em frente, parei um instante e perguntei a ela: Tem certeza? É isso mesmo?
Ela responde: é o que eu mais quero nesse momento!
Levantei a blusa dela a procura de seus seios e comecei a devo ralos com um tesão louco, enfiei a mão entre as pernas dela e senti sua calcinha pequena toda umedecia, fiquei louca, e por cima da calcinha alisava suavemente à deixando mais excitada, me debrucei sobre ela, chupando os seios, puxei a calcinha de lado, coloquei meu dedo no grelinho dela e senti seu sexo extremamente encharcado, e acariciei bem de leve em movimentos circulares, ela gemia e apertava suas unhas em minhas costas com força, eu nem percebia mais nada, só a empolgação dela, e desci até o grelinho, puxei ela um pouco pra frente, ela ficou meio sentada no sofá e me ajoelhei bem de frente daquela delícia, abri as pernas dela, puxei a calcinha de lado, e de um lambida bem de vagarzinho na sua bucetinha, ela gemeu, e eu me deliciando meti minha boca no grelinho dela chupando como um beijo e respirando pela boca pra ela sentir o hábito quente da minha boca, ela se contorcia no sofá, e eu não parava de chupar,ela segurava meus cabelos com força e empurrava minha cabeça para seu sexo com muita fome, eu não parava, e aumentei a velocidade, no instante em que penetrei meu dedo em sua bucetinha ela solta um grito estrondoso, até levei outro susto, mas não parei, e ela puxa meu cabelo com tanta força que rançou um tufo. Olhei pra ela, sem entender ela me pergunta...
O que aconteceu?
Eu disse: você acabou de gozar meu amor... continua...

fulgasbi@hotmail.com

 

Minha amiga me libertou

Desde pequeno eu já sentia uma vontade incontrolável de me vestir de menina e não raro nas brincadeiras infantis com minhas colegas eu era sempre uma irmã ou prima, o que acompanhava uma caracterização com roupas femininas (o que eu adorava).

Com o tempo fomos crescendo e poucas amigas de infância mantiveram contato, sendo que uma delas foi sempre muito chegada a mim. Um dia fomos uma festa juntos e bebemos um pouco mais e fomos para a casa dela onde começamos a recordar nossas brincadeiras e afins.

Até que certa hora resolvemos brincar como antigamente e lá fui eu de novo me vestir de prima, porém agora com maiores requintes pois minha amiga fez questão de me montar e maquiar completamente. Pronto lá estava eu montada e linda, uma mulher, minha amiga adorou a transformação, disse que eu estava perfeita e que se não soubesse quem era passaria por uma verdadeira mulher. Eu iá estava com a vaidade lá em cima, cheia de tesão e vontade de expor minha real vontade interna de ser CD.

Começamos a ouvir musica, dançar e beber um pouco mais, foi aí que para minha surpresa minha amiga se declarou bissexual e que tinha ficado com o maior tesão de me ver montada, eu surpreso,porém aliviado, também lhe contei sobre o meu intimo. Ela então com o maior sorriso pegou minha mão e me levou para o quarto onde começamos a nos acariciar e nos beijar de todas as formas possíveis.

Ela tinha vários acessórios sexuais guardados em sua mesinha de cabeceira, tais como vibradores, gel, camisinhas e consolos diversos. Rapidamente nos despimos para aproveitarmos imediatamente nosso delicioso momento de sexo pleno, foi absolutamente maravilhoso. Iniciamos uma sessão infindável de chupadas, dedadas e caricias, sua língua era divina percorria meu anus, saco, pênis, eu ia a loucura e retribuía com lambidas nos seios, vagina, anus, enfim pelo corpo todo. Em certa altura ela perguntou se eu já havia sido penetrado, eu disse que não e que aguardava uma situação especial para isto, ela então pegou um enorme pênis de cintura e disse que era hoje esse dia. Fiquei meio paralisado: um misto de medo,ansiedade,felicidade e prazer, ela lubrificou bem meu anus bem como o poderoso membro e foi delicada e carinhosamente me penetrando de uma forma alucinantemente vagarosa, prazerosa e inesquecível.

Ficamos nos divertindo a madrugada inteira e dormimos exaustos de prazer. No dia seguinte acordamos conversamos e rimos muito relembrando o tempo perdido por não nos abrirmos anteriormente. Já realizamos várias fantasias em outros sessões sexuais maravilhosas e sem preconceitos, adoro ver ela transando com outras mulheres ou homens e ela adora me observar com outros homens.

Ela me apresentou amigos e amigas que também são altamente liberados, bi, lésbicas ou transexuais, tem sido ótimo, pois já chego montada e mando ver, tomara que vocês todas encontrem amigos e amigas assim.

 

O concurso público

Um ano atrás, fui aplicar uma prova na une nove na região central de Sampa.
Tinha que chegar 6 da matina, sem falar que fui um dia antes pra fazer aquele maldito curso preparatório de sempre, o curso terminou super tarde, cheguei sonolenta, mas encarei.
Peguei uma sala com a turma do S... Silvia, Simone que era a maioria das mulheres, apliquei a prova com um rapaz, na hora da prova todos os candidatos podiam ir ao banheiro, no meu caso eu levava as mulheres kkkkkk, que era ótimo é claro!
Mesmo pescando de sono eu tentava me manter acordada, que era hilário, eu dava altas pescadas durante a prova, mas por conta disso não tive problemas foi tudo muito tranqüilo, até que uma candidata resolve me pedir pra ir ao banheiro, fui de boa e reparei que ela era bastante comunicativa, um amor de pessoa, e com um bom humor incrível, japonesa e com bundão! Simone o nome dela, ela com um leve sarcasmo deu um sorriso no rosto e perguntou: Você não dormiu ontem?
Respondi: dormi sim, é que cheguei muito tarde em casa devido a chuva que deu, eu moro longe na região de Embu...
Ta pescando bastante ela disse, e foi ao banheiro, voltou com um sorriso lindo e voltamos pra sala, me agradeceu e se sentou.
Durante a prova levei quase a sala toda, e lá vou eu outra vez com a mesma Simone e com um sorriso no rosto ela foi bem mais simpática comigo, e perguntou se eu sempre aplico provas, respondi que já apliquei antes que não era novidade pra mim, e entrei no banheiro lavei o rosto pra despertar enquanto ela lavava as mãos e me olhava com um olhar maroto, uma cara de safada!
Fiquei sem graça, mas saí do banheiro com ela, e dei de frente com a coordenadora do curso que era entendida também, e se ligou no clima que tava rolando, só eu que era besta e fiquei na dúvida, ela olhou pra mim e deu um sorriso do tipo, se deu bem! Eu entrei na sala pensando, coordenadora safada!
Roxa de vergonha, entrei na sala com Simone e quase no final do concurso me pediu pra ir ao banheiro outra vez!
Puts!!! Como assim? Eu pensei, mas fui de boa de novo e resolvi entrar com ela até a porta do Box, fiquei do lado de fora e ela não fechou a porta e me olhava nos olhos, sorriu e me disse: quer entrar?
Meia sem jeito eu respondi, não fique a vontade, eu não vou invadir sua privacidade, só vou ficar te esperando!
Ela vai e me responde: que pena! Eu queria que você me invadisse!
Sério? Quer mesmo que eu entre aí com você?
O banheiro já estava mais vazio, os candidatos já estavam indo embora e quem terminava as provas não podiam usar aquele banheiro, tinha que se dirigir a outro, e foi show, ela disse em voz alta, meu brinco caiu você pode me ajudar encontrar?
Nem pensei duas vezes, entrei naquele Box com ela e piquei um beijo trancamos a porta e parti pra cima dela, beijando o pescoço e tirando a blusa dela de forma faminta, que tesão!! Eu sussurrei no ouvido dela, e comecei a descer a língua no pescoço pro seio durinho dela, lambendo, chupando e fazendo movimentos circulares no biquinho com a ponta da língua deixando ela louca ao ponto de dar um gemido alterado, bem baixinho ela Deise desculpe escapou e deu uma gargalhada gostosa. Enquanto eu chupava os seios ela foi tirando a calça e eu prestando atenção na fome dela por mim, doidinha pra se possuída, reparei na calcinha minúscula dela, preta de rendinha, ui fiquei doida!
Ela olhou pra mim e falou, pode chupar eu passei lencinho!
Quando eu desci lambendo a barriga dela até o umbigo pude sentir o cheirinho de bebe que exalava da xaninha dela e falei nossa que bebezinho lindo e cheiroso! E caí de boca naquela delícia depilada com cera, bem lizinha e cheirosa, ai que tesão só de lembrar fico doida!Nunca pensei que a uma japonesa poderia ter uma bucetinha tão gostosa! Ajoelhei-me e passei a língua de leve e ela soltou um gemidinho bem baixinho... Então dei uma boa lambida com força ela tremia de prazer e empurrava minha cabeça pra dentro das pernas dela com força e eu comecei a chupar o grelinho como um beijo apaixonado em seguida penetrei dois dedos no buraquinho dela apertadinho que tive que tirar um dedo e deixar só um, quando ela tava bem relaxada me sentei no vaso e puxei ela pro meu colo então penetrei os dois dedos nela e ao mesmo tempo acariciava o grelinho dela com meu polegar até que ela explodiu de um gozo bem gostoso no meu colo soltando um grito bem alto, mas pensando rápido ela gritou, AAAAHHHH ODRIGADA POR ACHAR!!!!!!
Você me salvou eu adoro esse brinco!
Eu dei uma risada e disse foi um prazer te ajudar...
Voltamos pra sala, e quase que de imediato ela foi a te a mesa dela e pegou a prova que já estava pronta e me entregou dando um sorri são gostoso e falou obrigada professora, não vou esquecer o que você fez por mim, isso é porque você estava com sono heim! Imagine o que você faz se dormir bem!
Corei na hora, o rapaz que estava me ajudando olhou sem entender nada, e a minha coordenadora estava me olhando do final do corredor desconfiada, mas não disse nada.
Quando fui levar as provas com um sorriso no rosto sem disfarçar o que eu tinha feito a minha coordenadora me perguntou: gostou? eu respondi amei, ela riu e as outras coordenadoras ficaram sem entender nada, só eu e ela sabia o que tinha acontecido naquele final de semana...
Antes de ir pra casa passei na Liberdade e é claro que fui comer sushi rindo a toa...

 

Tempo de amor

Havia um ano já que Rafael e eu estavamos apaixonados, nos amavamos muito e tinhamos uma relação amorosa e sexual como mais ninguem haveria de ver. Sempre gostei muito de ler e como Rafael era professor de História sempre chegava em casa com alguma indicação de livro novo. Em uma terça feira, Rafael chegou em casa diferente, estava excitado e quando perguntei o que havia acontecido disse que uma aluna estava dando a muito em cima dele e naquele dia não conseguiu resistir, levou a menina até a casa dela e acabou dando um beijo na mesma. Na hora fiquei furiosa e me senti traida de uma forma que ninguem consegue imaginar, disse a Rafael que sairia dali e que nunca mais queria olhar para ele.

Ele suplicou, me implorou e mesmo assim eu fui, cheia de raiva. Quando cheguei ao hotel que ficaria hospedada até Rafael voltar a casa da mãe, ele me mandou uma mensagem me perguntando aonde eu estava, eu respondi, pois comecei a pensar na história de outro modo e senti muito tesão com aquilo pois sempre sugeri a Rafael para fazermos sexo a três e ele nunca aceitara. Quando Rafael chegou eu estava nua sobre a cama me masturbando, Rafael entrou no quarto e não entendeu nada. Quando me perguntou se não estava brava eu apenas disse:
- Meu amor, se deite e faça amor comigo.

Ele se deitou e me deu um beijo como no começo de namoro, intenso e muito apaixonado, eu despi Rafael rapidamente, segurei seu membro em minha mão e estava duro como se já estivesse me penetrando. Abocanhei seu membro devagar passando a lingua e sentindo seu membro quente, quando Rafael sentiu que estava prestes a gozar, me deu um beijo e me penetrou rapido, eu estava molhada pois sempre gostei de chupar um pau enorme como o de Rafael, ele se deitou pondo seu corpo masculo em cima do meu e fomos a loucura juntos, gozando os dois ao mesmo tempo. Rafael se ajoelhou, me pos deitada e se pos a me chupar ele passava a lingua lascivamente sobre minha buceta me fazendo gemer muito alto. E outra vez a explosão, gozei de novo nos braços do meu amado.

Ele se recuperou e me colocou de 4 passando agora a comer meu cuzinho, Rafael me fez gritar indo devagar e fundo dentro de mim. Até a minha terceira explosão de prazer e a segunda do meu amor, eu estava exausta já, mais Rafael era incansavel. Me pus a chupar seu membro novamente e Rafael gozou em minha boca, quente e doce como um bolo que acabara de sair do forno. Rafael se cansou e se pos ao meu lado me fazendo carinhos e me beijando delicadamente. Dormimos um ao lado do outro como se nada mais na Terra existisse.

 

Busão de Bauru

OU DE BAURU INTERIOR SP. ESSA É MINHA PRIMEIRA EXPERIENCIA COM CARAS.

VOU FAZER UM BREVE RESMO SOBRE ELA. ESTAVA VOLTANDO PRA CASA DO TRABALHO NO ONIBUS DA LINHA MARY DOTA-CENTRO BAIRRO ONDE MORO. ONIBUS LOTADO CHEIO DE GENTE VCS SABEM COMO É NÉ. TEM SEMPRE ALGUEM ESFREGANDO NA GENTE. CONFESSO QUE NAQUELE DIA FIQUEI SURPRESO. ESTAVA EU PROXIMO AO BANCO QUANDO UM CARA PAROU ATRAS DE MIM E COMECOU A ME ENCOCHAR. COMO O ONIBUS ESTA MUITO CHEIO NÃO DAVA PRA NINGUEM NOTAR. FUI INVESTINDO NA SITUACAO COMECEI A PASSAR MINHA BUNDA NO PAU DELE, LOGO PERCEBI O TAMANHO E A DUREZA DELE, LOGO COMECOU A ME PINCELAR, FIQUEI LOUCO DE TESAO.

QUERIA COLOCAR MINHA MAO PRA TRAS PRA PODER SEU PAU MAS SERIA IMPOSSIVEL, COMO ESTAVA PROXIMO AO BANCO UMA SENHORA SAIU E EU SENTEI NUM BANCO ALTO. ELE SE APROXIMOU E COMECOU A PINCELAR O MEU OMBRO, FOI DELICIOSO EU PRA AJUDAR PASSAVA O OMBRO NO PAU DELE TBEM, CONSEGUI ARRANCAR UM GEMIDO DELE BEM BAIXO, NAO RESISTNDO DISCRETAMENTO CRUZEI MEUS BRAÇOS DE FORMA QUE MINHAS MAOS FICARAM EMBAIXO DE SUVACO E CONFORME ELE ME PINCELAVA EU PEGEUI NO PAU DELE E DEI UM APERTO BEM DEVARGAR. ERA BEM CUMPRIDO. MEU PONTO ESTAVA PROXIMO, LEVANTEI E DESCI PRA MINHA SURPRESA ELE VEIO ATRAS. PERGUNTOU MEU NOME E COMECAMOS A CONVERSAR.

DISSE QUE ESTAVA LOCO PRA E COMER, SUGERI QUE FOSSEMOS NUM MATAGAL PROXIMO ONDE ESTAMOS ELE TOPOU NA HORA. ERA NOITE POR VOLTA DAS 21.00, CHEGANDO ELE COMECOU A ME AGARRAR TIROU MINHAS ROUPAS BEM DEPRESSA, LOGO NOS DOIS ESTAMOS PELADOS. ELE ME PEGOU POR TRAS E ENFIOU SEU PAU NO MEIO DAS MINHAS PERNAS COMO ERA GRANDE TINHA UNS 22 CM ELE CONECOU A ROCAR NO MEU SACO CONSEGUIA SEGURA SEU O PAU DELE E O MEU. ELE DESCEU E COMECOU A CHUPAR MEU CUZINHO, EU GEMIA DE TESAO, ELE QUERIA ENGOLIR MEU CUZINHO, NAO AGUENTEI PEDI PRA ELE PARAR E COMECEI A CHUPAR O PAU DELE, ELE GEMIA FEITO LOCO, PASSAVA A LINGUA NO SACO DELE, ELE GRITAVA, FOI QUANDO ENTAO ELE COMECOU A ENFIAR SEU PAU NA MINHA BUNDA, FOI DEMAIS, PEDI PRA ELE ME COMER DE FRENTE. FUI ATENDIDDO DE IMEDIATO. ENQUANTO IA ME COMENDO IA CHUPANDO MEUS PEITINHOS ONDE MORO DE TESAO.

EU GRITAVA DE MAIS CHAMAVA ELE DE MEU MACHO. ELE FICAVA DOIDO COM ISSO E BOMBAVA CADA VEZ MAIS RAPIDO, ATE QUE GOZOU E GOZOU MUITO,QUANDO ELE TIROU SEU PAU DO MEU CU SENTI ESCORRER PORRA NAS MINHAS PERNAS , NAO SATISFEITO ME COMEU DE QUATRO, CAVALGOU LITERALMENTE EM CIMA DE MIM, PEDI PRA ELE DEITAR E SENTEI NA PICA DELE, FIZ SUMIR ENQUANTO ELE ME COMIA FUI BATENDO UMA PUNHETA, GOZEI PRA CARALHO. FOI BOM COMBINANOS DE NOS ENCONTRAR MAIS VEZES. DEPOIS DISSO JA TRANSAMOS MUITAS VEZES

ELE É CASADO E ADORA COMER MEU CU. QUEM TIVER A FIM ME ADICIONA NO MSN ALYSON_BAURU@HOTMAIL.COM

 

Começou como num filme pornô

Era domingo. Como de costume estava em casa curtindo aquela preguiça. Eu havia passado esse fim de semana sozinha, todos de casa tinham viajado, então eu estava com vontade de conversar com alguém. Entrei no MSN e teclei um pouco com uma amiga, mas logo ela saiu e não aparecia ninguém para bater um papo e me distrair.

Fui até minha estante e procurei algum filme antigo pra assistir. Foi então que achei um filme pornô e morri de vontade de vê-lo. A primeira cena era de um casal. A mulher loira e muito bonita com seu namorado na história. A mulher, com seus longos cabelos loiros, lembrava a mim mesma, e eu comecei a me imaginar naquelas cenas e a ficar muito excitada. A segunda cena, era de um casal, realizando a fantasia sexual da mulher de transar com um negão. Na cena, os três se divertiam, se beijando, se masturbando, se lambendo... a essa altura eu já estava toda molhadinha e começava a me tocar, me imaginando entre aqueles dois gostosos de picas grandes e duras, sentando naquele negão com o maior cacete que já vi na vida.

De repente, ouvi o barulhinho do MSN, alguém tinha puxado conversa comigo. Fui ver, meio contrariada, pois já estava suando no sofá da sala. Pra minha surpresa, era um rolo meu, dos mais gostosos e que já tinha um tempão que a gente não ficava junto. Ele perguntou se eu estava ocupada, pois meu status estava ausente. Eu disse que estava vendo um filme e ele perguntou que filme. Quando eu disse qual era o filme, ele ficou muito surpreso e imagino que muito excitado também. Então me perguntou se eu estava gostando e eu disse que sim, mas que se estivesse acompanhada, seria bem melhor. O homem ficou louco. Perguntou se podia ir ver o filme comigo e é claro que eu queria.

Tomei um banho e vesti apenas uma blusa de malha comprida. Voltei pro sofá e continuei vendo o filme, pra estar bem excitada quando ele chegasse. Em mais ou menos 40 minutos, minha campainha tocou. Abri a porta, e não dissemos nada um pro outro. Ele entrou, eu tranquei a porta e ali mesmo ele me agarrou. Me encostou na parede e me pressionou com seu corpo me dando um beijo longo e molhado. Ele me beijava a boca, o pescoço, percorria todo meu corpo com suas mãos. Tirou minha blusa e me vendo ali toda nua, ele ficou muito excitado. Continuou me beijando a boca, me lambendo o pescoço, segurava os meus seios com força e os chupava como bezerro faminto. Eu morrendo de tesão, apertava a bunda dele forçando mais seu corpo contra o meu, descia beijando seu peito, sua barriga e dando mordidas em seu pau muito duro por cima da calça. Aí ela não se conteve e tirou de uma vez sua calça e a cueca, me prendeu na parede, me segurando pelas coxas, me penetrou de uma só vez. Soltei um gemido de prazer, eu estava morrendo de tesão por aquele homem, que levantou minhas pernas e me encostando na parede, me comeu da forma mais safada e deliciosa. Me senti uma puta ali, dando pra ele no corredor da minha casa, de pé, e nem um "oi" havíamos trocado um com o outro. Gozamos muito rápido, e ao mesmo tempo, mas antes que nossas respirações voltassem ao normal, olhei nos olhos dele e disse apenas: "quero mais".

Aquele homem parecia não acreditar estar na frente de uma mulher tão sedenta de sexo. Mas ele não titubeou. Peguei ele pela mão e o levei até o sofá da sala, onde antes eu via o filme e me masturbava sozinha. Liguei o filme que estava pausado, e ficamos vendo os dois aquelas cenas provocantes, de pessoas se pegando de tudo quanto é jeito e fomos ficando excitados de novo.

Segurei o membro dele, e fui sentando devagar, rebolando suavemente, até ele entrar todinho na minha buceta molhadinha. Fiquei rebolando devagar ali, com aquele cacete todinho dentro de mim e servi meus seios pra que ele chupasse. Adoro quando chupam os meus seios com vontade. Então, enquanto ele ia chupando meus seios, pegando neles e apertando, eu ia rebolando mais rápido, beijando o pescoço dele, passando as mãos pelas suas costas, peito e coxas. Quando dava, colocava a mão por trás e pegava em suas bolas, o que o fazia gemer. Fiquei muito excitada novamente e comecei a subir e descer cavalgando aquela pica maravilhosa. Subia e descia aumentando aos poucos a velocidade e ele me segurava pelo quadril, me fazendo aumentar a força e a velocidade da minha cavalgada. Eu cavalgava feito uma puta safada, louca de tesão, gemia de prazer e em pouco tempo gozei, ficando com o corpo mole e me deixando relaxar sobre ele. Mas o meu homem ainda não tinha gozado, e depois de ter me dado tanto prazer, eu senti que devia a ele seu segundo gozo...

Virei de costas pra ele e me sentei novamente naquela pica gostosa do homem que estava doido pra gozar em mim. Ele segurava meus seios e ia ditando o ritmo de sobe e desce que eu fazia assistindo ao filme. Inspirada na cena que estava passando na hora, fiquei de quatro no chão na frente dele, que veio de joelhos e me comeu por trás com tanta vontade que eu parecia sentir a cabeça do seu pau bater em minha barriga do lado de dentro. Ele acelerou as estocadas, enquanto eu falava pra ele: "vem meu tesão, me come como essas mulheres do filme, hoje eu sou sua puta e você pode tudo nesse corpo..." Ele foi ficando louco de tesão, então tirou da minha bucetinha, e se ajoelhou na minha frente. Foi só o tempo de eu abrir a boca pra ele jorrar toda sua porra lá dentro. Eu chupava e lambia seu pau todinho, engolindo todo aquele líquido delicioso, sem deixar desperdiçar nem uma gotinha, como fazem aquelas atrizes dos filmes pornôs.

Depois que deixei seu cacete limpinho, peguei uma bebida para nós, descansamos um pouco e ele foi embora. Ao se despedir de mim, ele quis marcar uma sessão "vale a pena ver de novo" na próxima semana, mas eu prefiro não marcar e deixar as coisas acontecerem naturalmente no momento em que devem acontecer...

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Delícia de sonho

Mais um dia inteiro na net, teclando com várias pessoas. Uma delas, um gatinho com quem trocava vários e-mails com fotos normais, picantes, ousadas... além de material erótico. Fiquei até de madrugada teclando com meu gatinho e fui dormir muito cansada. Rapidamente peguei no sono.
Quando acordei no dia seguinte, senti algo estranho, uma sensação de excitação muito grande e notei que minha calcinha estava úmida. Parei e tentei lembrar do meu sonho, pois se passasse muito tempo eu não conseguiria me recordar. Foi assim:

Eu caminhava por uma rua deserta, em um lugar que parecia uma cidade bem pequena, de interior. Era noite e fazia frio. De repente, começa a chover. A chuva estava muito forte e eu comecei a procurar abrigo. Entrei em um casebre abandonado, e pouco depois entrou um rapaz que também fugia da chuva. Nos sentamos em um canto do casebre que não tinha nenhum móvel. Conversamos e como eu não parava de tremer de frio, ele se encostou em mim e me abraçou, a fim de nos aquecermos com o calor do corpo um do outro. Estávamos muito próximos, de rosto colado. O rapaz era muito atraente e aquela situação, parecendo cena de novela era muito excitante.

Fui virando o meu rosto e ele virou o seu também. Nossos lábios se encontraram em um beijo inocente, outro um pouco mais demorado, até o beijo de língua, quente, molhado, profundo. Nos abraçamos mais apertado e nos beijamos loucamente, beijos longos, cheios de desejo. Ele então começou a passar suas mãos pelo meu corpo: costas, cintura, quadris, barriga. Arrepiada pelo frio e pelo tesão que começou a me invadir, passeei também, com minhas mãos pelo corpo dele.

Aos poucos, ele tirou minha blusa e meu sutiã. Ele tocou de leve os meus seios, molhados, geladinhos e durinhos pela chuva e pelo frio. Depois beijou de leve a pontinha de um deles. Labeu o biquinho, beijou. Passava a língua em volta e aquilo me enlouquecia. Em pouco tempo, abocanhou-o com vontade, chupando, mamando como uma criança faminta. Com a mão, acariciava o outro com força. A essa altura eu já tinha entregado meu corpo, me dado a ele, pois já tinha perdido o juízo, a razão, o controle... o tesão tomou conta de todo meu ser. Eu o beijoava e o apertava contra o meu corpo, sentia ondas de prazer percorrerem meu corpo e cada vez mais desejava aquele homem dentro de mim.

Ele então tirou minhas calças, me deixou deitada completamente nua e bijou todo o meu corpo. Se colocou entre minhas pernas e beijou minha bucetinha. Beijou, lambeu, chupou toda minha bucetinha que já estava tão excitada que ao seu toque parecia que emitia uma corrente elétrica pelo meu sorpo. Ele chupava minha bucetinha e meu grelhinho de uma forma muito gostosa que não consegui segurar, gozei na boca dele. Ele lambia o meu gozo e dizia que eu era deliciosa. Então ele se deitou e pediu que eu fizesse o mesmo com ele. Peguei o seu cacete duro e latejante, e comecei a chupar com vontade, colocava ele todinho na boca, sentia-o bater em minha garganta, e achava muito gostoso. Eu olhava pra ele e via a experssão de tesão em seu rosto e isso me fazia querer chupar ainda mais gostoso aquela pica maravilhosa. Até que ele disse: "não vou aguentar!" e gozou fundo na minha garganta. Eu continuei chupando, saboreando aquele caldo gostoso e quente que preencheu minha boca, me deixando cheia de satisfação. Chupei até não deixar nenhum gota de porra em seu pau, e ele continuava duro, meu gatinho disse então que queria mais.

Pediu que eu me sentasse em seu pau e o cavalgasse. Assim que me sentei, senti todo o tesão tomar conta de mim novamente e cavalguei feito uma puta doida. Eu subia e descia, rebolava pra frente e pra trás naquele cacete que me fazia perder o controle de minhas ações. Gozei gosotoso naquela posição, meus peitinhos ficaram arrepiadinhos e meu gatinho pediu que eu me abaixasse que ele queria chupá-los daquele jeito. Enquanto ele chupava eu aproveitava o êxtase em que meu corpo se encontrava. Mas meu gatinho ainda não tinha gozado e me pôs de quatro dizendo"agora quero seu cuzinho, minha cadelinha!". Ai... ele comeu meu cuzinho com força, dava estocadas firmes, fortes e aumentando a velocidade, senti a porra quente enchendo meu cuzinho, depois escorrendo dele pelas minhas pernas....

Caímos cansados e ficamos ainda abraçados um tempo. Nem notamos que pessoas passavam, olhavam e algumas haviam entrado no casebre para se proteger da chuva, nos vendo ali nus, nos comendo enlouquecidamente como dois animais no cio... não me lembro até quando esperamos, ou se a chuva passou. Só sei que a lembrança desse sonho delicioso ainda me inspira para noites solitárias de prazer...

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Uma fantasia perigosa

Por: claudiacasada23@hotmail.com

-Amor, vamos passar naquela avenida onde ficam as prostitutas?
-Vamos, assim poderemos nos divertir um pouco
-Olhe Roberto, aquela loirinha... que linda!
-Hummm não sei não Cláudia, acho que é travesti...rs
- Ah! Mas bem que você ficou excitado olhando para a bunda dela...rs
- Você teria coragem de por uma roupa daquelas e fingir que é uma prostituta?
-Claro que sim... Se você deixar...
- Eu deixo, mas duvido que você tenha coragem
-Quer apostar? Se eu for, vc deixar eu dar para o meu ex?
- E se você não for? Você deixa eu sair com minha prima?
- Fechado, aposta feita.
- E se eu gostar de algum “cliente”?
- Nada disso, o máximo que você pode fazer é passar a mão na pica dele e mesmo assim por cima da calça.
- Ah meu corninho, e se ele tirar a pica prá fora e pedir prá eu dar uma lambidinha... só na cabecinha.?
- Vamos ver... Mas não quero ninguém passando a mão em você
- Ah não meu boizinho, passar a mão não arranca pedaço
- Ok minha vaquinha, mas não quero que passe disso, sou um corninho ciumento
Assim era a vida deles, cheia de fantasias, cheia de tesão. A avenida estava cheia de prostitutas se oferecendo, os carros iam e vinham. A maioria do homens estavam sozinhos, mas também passavam casais e grupos de amigos.
Roberto ficou com aquela fantasia na cabeça, na verdade ele adoraria ver sua deliciosa esposa de mini-saia, sem calcinha sendo cobiçada por aqueles homens a procura de sexo pago.
Chegaram em casa, e ele estava ancioso, sentiu vontade de realizar aquela fantasia.
- Amor, põe aquela sainha preta, curtinha... Vamos voltar lá.
- Você quer levar a nossa aposta adiante?
- Vamos apenas estudar o terreno
Cláudia fez o que Roberto pediu, vestiu uma sainha preta, rodada bem curtinha, vestiu também um calcinha branca, que ficava enfiada naquela bundinha deliciosa.
Roberto decidiu ficar numa rua próxima à avenida das prostitutas, onde o movimento era bem menor.
- Desce aqui minha cadelinha, fique proóxima ao ponto do ônibus, vou dar a volta no querteirão e ficar te olhando de longe.
Cláudia estava nervosa e, ao mesmo tempo, excitadíssima com aquela situação. Ela não conseguia ficar parada devido à sua anciedade. Andava bem devagar pela calçada, de longe Roberto podia ver aquela sainha preta balançando de um lado para o outro, aparecendo um pedacinho da calcinha branca... Como ela estava linda.... Não demorou muito parou um carro ao seu lado.
- Oi gata, tudo bem?
-Oi tudo bem. E você? Ta afim de um programinha?
Claudia não sabia o que dizer, era uma mistura de medo e tesão.
- Quanto?
- R$350,00 mais o motel
Ela deu um valor bem alto, para que o cara desistisse, normalmente as mulheres cobravam uma média de R$80,00.
- Nossa...Tá muito caro, por esse preço da prá comer a Cléo Pires...rs
- Este é o preço, se você não pode pagar...
- Valeu, quem sabe outra hora.
O cliente se foi, mas nem todos eram bem educados assim, muitos a xingaram de nomes que ela nem sabia que existia. De longe Roberto observava tudo.
Por volta das 3h da madrugada, parou um carro ao seu lado, ela não sabia a marca, mas sabia que era um carro importado.
- Oi tesuda, quanto é o programa?
- R$350,00 mais o motel.
- Uma vadia linda como você vale R$1000,00, eu topo, entra ai.
Claudia gelou, ela jamais podia esperar que alguém aceitasse gastar quase R$500 por uma trepadinha.
- Infelizmente eu já estou indo embora, quem sabe amanhã?
O sujeito não gostou da resposta.
- Quem você pensa que é, sua vadia? Você deu o preço e eu aceitei... Agora exijo que você cumpra a sua parte.
Ela continuou negando, ele desceu do carro e começaram a discutir. Robertou notou que algo estava errado, ligou o carro e foi socorrer sua esposa.
- O que esta acontecendo aqui?
- Essa vadia, combinou um preço comigo e agora quer pular fora.
- Mas é um direito dela, se ela não quer você tem que respeitar a decisão dela.
- Respeitar o caralho! Ou ela faz o programa ou o bicho vai pegar.
A situação estava fora de controle. Cláudia não queria transar com o estranho, mas propôs o seguinte:
-Olha eu estou muito cansada, mas prá você não ficar no prejuízo, eu posso fazer uma chupetinha bem gostosa prá você e não vou cobrar nada.
- Ok! Eu aceito...vamos.
-Mas tem uma coisa, eu quero que seja no carro desse cavalheiro. Disse Claudia apontando para o marido, que neste momento estava apavorado.
- Mas porque?
- Porque ele parece um bom sujeito e vai me proteger de você, nós ficamos no banco de trás, ele fica dirigindo até você gozar, depois volatamos aqui e cada um segue o seu rumo.
O sujeito aceitou, afinal de contas, iria ganhar uma chupeta de graça, de uma loirinha linda e gostosa.
E lá foram eles, Roberto dirigindo, Claudia e o cliente no banco de trás.
Pelo retrovisor Roberto observava tudo, o cliente encostado do lado direito do banco, com as pernas abertas esperando pelo prêmio.
Cláudia se ajoelhou entre as pernas dele, com calma baixou o zíper, enfiou a mãozinha trêmula entre a cueca dele e pegou um cilindro grosso, que pulsava forte de tanto tesão. Com esforço ela puxou aquela pica pra fora, ela nunca tinha visto uma daquele tamanho, a cabeça enorme estava pingando... Roberto dirigia lentamente e apreciava a cena, cheio de tesão.
Claudia lambia a cabeça daquela rola com maestria.
- Que rola deliciosa. Ela dizia – Hummmm que delícia.... Bem mais gostosa do que a piroquinha do meu marido.
- O cliente se contorcia, sentir aquela boca macia, molhada...era o paraíso.
- Se você for um bom cliente, e voltar outro dia, eu deixo você comer minha bucetinha... e se você lamber meu cuzinho eu dou ele também.
O cliente estava quase explodindo:
- Deixa eu chupar sua buceta.... depois eu gozo na sua boca.
Claudia deixou, sentou-se no banco, tirou a calcinha e abriu as pernas. Os olhos do cliente brilhavam de felicidade, nunca tinha visto uma bucetinha tão perfeita. Ele lambia, enfia a língua, mordia... parecia um animal no cio. Claudia gemia alto:
-Que delícia... como você chupa bem...queria que meu marido visse prá ele aprender como se faz...hummmm
Roberto assistia tudo calado, cheio de ciúmes e de tesão....
E o cliente chupava gostoso, Claudia gemia alto... Ele parou um pouco, começou a limpar a boca com a mão. Claudia vendo isso disse:
- Não limpa assim não, dá a sua boca aqui que eu limpo com a minha língua.
E lambia a boca dela, o nariz... o rosto todo, e chupava a lingua dele com gosto.
O cliente não agüentando mais disse:
- Chupa minha rola... não agüento mai segurar.
Claudia pelo aquela pica enorme e chupou com vontade, com tesão até sentir um liquido quente espirrando em sua boca, a porra escoriia pela boca dela... Ela tirou a pica da boca e ainda levou três jatos na cara.
Roberto parou o carro, o cliente saiu satisfeito, dizendo que a procuraria novamente.
Claudia passou para o banco da frente, seu tesão estava à flor da pele, ela e marido se beijaram, um beijo longo, molhado, desesperado... Pararam no primeiro motel que encontraram e fizeram amor gostoso, rindo e relembrando a aventura que tiveram. Ao amanhecer foram prá casa, como se nada tivesse acontecido.

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Uma aventura no drive-in

-Que calor!
-Verdade, a gente podia sair pra passear, o que você acha, Roberto?
- Tudo bem Cláudia, que tal irmos a um drive-in, como fazíamos quando éramos namorados?
-Boa idéia, coloque uma bermuda, assim fica mais fácil, vou colocar algo mais leve também.
Roberto vestiu a bermuda e ficou na sala esperando por sua esposa, quando ela apareceu, vestia um vestido de alcinhas, transparente na luz, ela usava sandálias havaianas e estava sem calcinha. Roberto a abraçou e passou as mão suavemente nas sua nádegas, por cima daquele vestido macio.
- Então vamos? Claudia perguntou com um sorriso sacana...
No caminho havia um trânsito lento, e o calor estava insuportável.
- Você fica um tesão neste vestido!
- Sei que você gosta, por isso o coloquei.
Roberto adorava exibi-la, quando um caminhão parou ao lado do carro, ele começou a passar a mão nas coxas grossas de Cláudia, que abriu as pernas para que ele pudesse brincar com sua bucetinha molhada.
Quando Roberto percebeu que o caminhoneiro estava olhando pra eles, não teve dúvida, puxou o freio de mão e passou a lamber aquela bucetinha gostosa, e só parou ao ouvir a buzina do carro que estava atrás. A esta altura, Cláudia gemia de prazer. O trânsito andou e eles foram para o drive-in.
Enaquanto esperavam pelo atendente, Roberto pediu a Claudia:
-Amor, coloque o pé direito sobre o banco, quero que o atendente veja sua buceta, vou fingir que não notei nada!
Cláudia fez o que o marido pediu, a luz do box deixava claramente aparecer aquela buceta delicosa, quase totalmente depilada, ela inclinou um pouco o banco e fingia ler uma revista quando o atendente chegou:
-Boa noite!
-Boa noite!
-O que vão querer? Ele fala com Roberto mas, mas não tirava os olhos daquele espetáculo maravilhoso....
-Queremos somente uma cerveja.
-Ok! Já volto.
Quando o atendente saiu Roberto olhou do lado, o banco do carro estava molhado, Cláudia estava cheia de tesão, Roberto também, e ele sabia que o atendente ficou excitado.
-Roberto tirou a pica pra fora, estava latejando de tesão, enquanto esperavam pela cerveja, Claudia não resistiu, passou a lamber aquela pica que ela tanto desejava.
- Com licensa, aqui está a cerveja. O atendente fala com voz trêmula, excitado com a visão daquela mulher linda, chupando a pica do marido.
Roberto agiu naturalmente, como se nada estivesse acontecendo.
José, o atendente, não conseguia disfarçar o tesão que sentia, Claudia estava debruçada no colo do marido, seu vestido estava puxado para cima mostrando aquela bunda redondinda, macia, rosada....
Quando José estava fechando a cortina, Roberto olhou pelo retrovisor e viu um enorme volume sob suas calças.
Os dois se divertiam com aquele exibicionismo, o tesão entre eles aumentava mais e mais....
-Meu corninho, vamos sair do carro pra você chupar a buceta da sua vaquinha sobre o capô?
- Vamos sim minha cadela, vou te por de qutro sobre o capô, vou chupar essa buceta deliciosa e lamber seu cuzinho...
Eles saíram do carro, ela nem precisou tirar o vestido, ficou debruçada sobre o carro, Roberto levantou seu vestido até seu pescoço, aqueles seios enormes encostados no capô, aquela bunda gostosa arrebitada, aquela buceta toda encharcada de tesão....
-Hummmm que delícia...adoro chupar essa bucetinha.....
-Ai meu corninho.... estou com vontade de chupar uma rola enquanto você me lambe....Posso?
-Pode sim minha cadelinha, pode o que você quiser....
Eles adoravam aquela fantasia, aquilo os deixava super excitados.
-meu corninho, e se depois que chupar ele quiser me fuder?...vc deixa?
-Claro que sim minha vaquinha, mas você tem que chupar minha pica enquanto ele te fode.
-Claro meu corninho, depois vocês trocam de... De repente ela leva um susto e para de falar
- O que foi sua vaca? A pica dele tapou sua boca?
Ela susurrou nervosa:
-Amor, acho que vi alguém nos espiando.
Roberto parou e olhou para a cortina do box, havia alguém na porta, do lado de fora, mas ele só podia ver os pés.
-Minha putinha, deixa ele olhar
- Ah meu corninho, e se ele entrar aqui?
- Deixe... Estou louco de vontade de ver você chupando uma rola diferente
Mesmo eles sussurrando, do lado de fora José ouvia tudo, seu coração batia forte, tinha vontade de entrar, colocar a rola na boca daquela mulher tão linda, mas tinha medo, e se eles me denunciarem? Não posso perder este emprego.
-Meu corninho, deixa eu chupar a rola dele?
Roberto não agüentava mais de tanto tesão.
-Claro minha vaquinha.... se ele entrar você pode fazer o que quiser.
José não entrava, ficava do lado de fora, passando a mão na rola que já estava pingando.
Roberto teve uma idéia:
-Amorzinho... vou até o banheiro... já volto.
Ao sair, notou o nervosismo de José, que não conseguia disfarçar o tesão que sentia.
-Por favor, preciso ir ao banheiro, você poderia tomar conta do meu carro? não quero que ninguém fique olhando para a minha mulher.
-Pode deixar Sr. Respondeu José com a voz trêmula
Claudia continuava na mesma posição, contorcia as nádegas de tesão, de vontade se ser penetrada.
-Por favor, disse ela a José, você poderia encher meu copo de cerveja?
José entrou no box, o tesão era maior do que o medo. Com as mãos tremendo, mal conseguia segurar a garrafa. Encheu o copo e deu a ela:
- aqui está!
Ela tomo um gole, e passou a língua maliciosamnte sobre os lábios....
-como você se chama?
-José.
-Você sempre fica escondido, olhando os clientes?
- Não... mas depois do que vi senti vontade de olhar
- Hummmmmmm.... gostou do que viu?
- Nunca vi uma mulher tão linda e gostosa tão de perto
- Você deve ter uma rola bem grande... Chegue mais perto.
José se aproximou, ficou de costas para a entrada do drive, Claudia abaixou o zíper de sua calça, ele estava sem cueca, uma rola enorme saltou para fora, Claudia acariciou aquela pica enorme com as duas mãos... Neste momento Roberto já estava do lado de fora, agora era ele quem espionava, Claudia percebeu e entrou no jogo do marido.... Ela lambia aquela pica, José não agüentava mais....
- Moça, acho melhor eu ir, seu marido deve estar voltando.
- Não se preocupe ele vai demorar, quando ele chegar você sai.
Ela mal conseguia chupar, a cabeça da rola preenchia toda a sua boca....
Não agüentando mais de tanto tesão, ela parou de chupar e ficou de quatro esperando ser fudida por auquela rola.
José meteu tudo de uma só vez, parecia um cavalo desesperado, o carro chegava a balançar com as estocadas. Roberto do lado de fora se masturbava, a visão de sua esposa sendo comida por outro era incrível e inédita para ele.
- Gostosa... nunca comi uma buceta tão deliciosa...tão apertada....
- Eu nunca senti uma pica tão grande me fudendo
- Hummmmm mexe gostoso.... que bunda linda que você tem...
- Que pica deliosa... que tesão....
-Vou gozar....
- Não.... na minha buceta não, quero que você goze na minha cara... quero ver esta pica gozando
José tirou o mastro... Quando Claudia tocou nele, a pica de José começou a espirrar porra para tudo que era lado, o rosto de Claudia ficou todo melado.
Neste momento Roberto decidiu entrar, queria que José pensasse que ele não tinha visto nada, pois não queria que outro homem o chamasse de corno.
Roberto deu alguns passo para trás, tossiu alto, alertando José sobre sua chegada.
Vendo que Roberto estava chegando, José saiu rapidamente, satisfeito...feliz.
Roberto olhou para Claudia, ela estava se contorcendo de tesão sobre o capõ do carrro, ainda não havia goszado... Roberto também não.
Roberto tirou a pica pra fora, segurou sua amada bem forte pela cintura e meteu tudo.
- Agora é minha vez, minha vaca gostosa.
- Me fode meu corninho gostoso, te adoro...
- Gostou de sentir outra rola?
- Adorei... Que pica deliosa que ele tem...você é um amor...meu corno!!!
E os dois gozaram juntos e tiveram a melhor foda de suas vidas, pediram a conta e foram embora, como se nada tivesse acontecido.
 

Início

Estavamos sentados na sala da minha casa, a tv estava ligada porém nenhum dos dois estava prestando a atenção. Eu estava morrendo de tesão por ele, já estava muito excitado e não sabia mais como disfarçar. De repente sinto sua mão tocando de leve na minha mão, ele fazia carinho nela de leve, eu estava gostando muito, mas estava nervoso ao mesmo tempo, nunca tinha acontecido uma coisa dessas comigo. De repente ouço um barulho na porta, era o meu irmão mais velho que tinha acabado de chegar da faculdade. No mesmo instante me afastei, e fui ate a cozinha beber um pouco de água. Voltei pra sala e me sentei no sofa na mesma posição de antes, ficamos em silencio por uns 5 minutos, quando eu viro e fico olhando pra ele, ele me olha bem nos olhos, nesse momento não pensava em mais nada, nos beijamos. Foi um beijo leve, suave, e molhado. Eu me sentia sufocado, queria tirar toda a roupa minha e dele, para podermos fazer tudo o que tivessemos vontade. Depois do beijo ele perguntou se eu queria transar com ele, eu respondi que sim, mas como iriamos fazer? Naquele exato momento em minha casa não poderiamos. Mas a vontade e o tesão eram tanto que entramos os dois no banheiro, e começamos a beijar novamente, so que desta vez foi mais um amasso, acariciava sua pica por cima da bermuda. Ele me encostou na parede do banheiro e me engolia, passava a mão por todo o meu corpo, me fazendo gemer de tesão. Ele arriou as calças e eu chupei aquele pau gostoso, sugava ele, acariciava as bolas, lambia a cabecinha, colocava tudo na boca depois tirava e colocava de novo, e ele so gemia baixinho. Deichei seu pau bem babado , ele me colocou de quantro e começou a tentar penetrar, mas não conseguia, não entrava de jeito nenhum, então ele lambeu o meu cuzinho babando bastante, eu via estrelas de tanto prazer, meu pau doia de tão duro, eu queria muito aquele caralho dentro de mim. Novamente ele tentou a penetração, estava dando certo, aquilo tava me rasgando, o seu pau nem era tão grande deveria ter uns 16cm mas doia pacas, muito mesmo, na hora o meu pau amoleceu e eu me arrependi de ter desejado aquilo, tava começando a chorar de tanta dor, e ele metia furioso no meu cuzinho. Dizem que depois de um tempo a dor passa, mas não foi o caso, a dor continuou , eu gemia meio baixinho e ele tambem, a diferença e que ele gemia de prazer e eu de dor. Foi assim ate ele gozar , dentro de mim. Quando ele tirou aquela pica de dentro de mim eu senti um alivio, estava todo arrombado. Depois ele chupou o meu pau ate eu gozar, nos beijamos e ficamos nos esfregando um pouco,então nos limpamos e saimos do banheiro, meus pais estavam na sala, a sorte é que o banheiro fica no fim do corredor e não dá pra ver muito. Meu pai me perguntou o que estavamos fazendo eu disse que estavamos mechendo no pc. Minha mãe convidou o Rodrigo pra jantar mas, já estava muito tarde e ele tinha que ir, apesar de ele morar quase em frente a minha casa. Acompanhei ele ate a frente , ate lá não dissemos uma palavra, nos despedimos com um simples tchau e ate amanhã. Naquela noite me senti estramo, estava com uma puta dor no cu e não conseguia dormir direito, pensava no Rodrigo, em como nos iriamos nos tratar depois disso, se ele iria me evitar, eu gostava dele, mas como amigos, não me arrependi mas acho que estava meio que com vergonha dele.
No outro dia levantei , ainda tava com muita dor, e o pior que hoje era dia de ed. Fisica e eu não tava afim de fazer esforço fisico, tomei café encontrei o Rodrigo e fomos pra escola, não conversamos muito durante o trajeto. O dia foi cansativo ainda mais depois da aula de ed.ficica, voltei pra casa com o Rodrigo e não conversamos muito também no trajeto pra casa, ao chegarmos ele pediu pra mim entrar no msn. Cheguei ,larguei a mochila, tomei banho pois estava suado por causa da ed.fisica, almocei, e fui entrar no msn o Rodrigo estava off, mas alguns segundos depois ele ficou on, acho que estava esperando eu entrar, nossa conversa foi assim:
- Falaa ai
-ooi
- que vais fazer hoje de tarde?
-num sei, acho q vo dormi
-hmm, ñ ker vir aqui em casa ?
-tah, mas não precisava fazer o convite por msn, dava pra ser pessoalmente não
- eu sei mas é que eu queria te perguntar uma coisa
-eu imagino o q seja
- o q
-imagino também que vc tá com vergonha de me perguntar cara a cara não é
-tá bom, eu vo direto ao assunto, vc gostou do que a gente fez ontem?
- Apesar da dor imensa que eu senti, eu gostei, e vc?
-eu também gostei, mas vc não reclamou de dor ontem, se tava doendo era so me dizer
- eu sei mas eu não disse deixa pra lá
-eu curti muito e tava afim de repetir, e vc?
- vc gostou msm, por mim podemos repetir hoje?
-otimo, pode ser aqui em casa os meus pais sairam
-tá bom eu já vou pra i
-okei to te esperando
Chegando na casa do Rodrigo, nos sentamos lá fora no patio , porque estava calor,ele perguntou se ainda estava doendo, eu disse que so um pouquinho, mas que tinha valido a pena, então ele pegou a minha mão , eu sorri na hora, ele sorriu tambem, e disse que estava confuso com tudo aquilo, mas que tinha gostado de estar comigo, eu disse que sentia o mesmo. Ficamos conversando um pouco sobre nossas vidas, nossos desejos, vontades, sobre o futuro, estava muito boa a nossa conversa, eu adorava ficar conversando com o Rodrigo. Resolvemos entrar pra dentro de casa, eu disse que iria ate ao banheiro quando estava na porta ele me virou e me beijou, com bastante intensidade, eu abracei ele bem forte, e comecei a sentir o pau dele meia bomba entre as minhas pernas. Fomos ate o seu quarto , nos despimos, ele me chupou todinho, eu tremia de tanto tesão, começou a penetrar, eu sabia que iria doer, mas dessa vez doeu bem menos, ate que eu achei gostosinho desta dez. Ele me comia e me masturbava ao mesmo tempo, eu gozei junto com ele, depois exaustos, dormimos a tarde toda abraçadinhos de conchinha no quanrto dele. Antes dos pais dele chegarem eu me vesti pois tinha que ir, mas já não via a hora de estar de novo com o Rodrigo dentro de mim, então combinamos dele dormir todo o fim de semana na minha casa, onde iria rolar muita sacanagem, a noite. Fui pra casa e mal esperava pro fim de semana chegar logo...continua..

 

 

Dois Ex numa noite

Esse é meu primeiro conto, então vou me chamar X, até que me acostume contar minhas aventuras por aqui!
Sou branco com 20anos, 1,80m e 68kg. E o que importa é ter uma boa foda, com homem másculo e jeito de homem.
Coincidentemente, meu ex-namorado e o anterior a ele têm o mesmo nome, e ambos são ativos puros! Então vou chamá-los de Ricardo e Paulo, mesmo que seus nomes não sejam nenhum desses.
Namorei Ricardo [um moreno claro, 1.78, 72kg com 18cm] por um bom tempo, mas nos separamos e firamos amigos.Hoje conversamos muito sobre tudo, e claro, sobre nossos namoros. Eu terminei com Paulo na quarta, e Ricardo não estava bem com o namorado dele, então resolvemos sair na sexta da mesma semana. Fomos num bar na Frei Caneca-SP para espairecer, conversar e esquecer nossos parceiros, e quando percebemos estávamos numa troca intensa de carinhos e lembranças de fodas maravilhosas que tínhamos.Eu já estava muito excitado: lembrava de como ele me pegava de jeito no meu quarto.
E de tanto lembrar, estava com o pau explodindo de tesão e meu corpo pedindo por ele.
Depois de tanto relembrar e relembrar, o chamei pra dormir em casa e ele topou sem pestanejar. Já sabíamos o que queríamos e como queríamos, íamos transar como não fazíamos a mais de 2 anos.
Chegamos em casa de madrugada e tiramos a roupa um do outro com muita rapidez dentre beijos selvagens e muito tesão. Ricardo disse que demorei pra convidá-lo e que iria descontar a raiva do namorado dele bombando em muito em mim.
Eu:Pode fazer o que quiser, mas faz bem feito como sempre, sou todo seu.
Ricardo: Então começa a chupar esse caralho do jeito que você gostava
Só me abaixei e me deliciei com tudo o que ele tinha. Levantei e virei de costas pra realizar minha imaginação do bar.Dito e feito. Ele lambeu meu cuzinho até eu pedir pra ele me comer. Ele me pos de quatro e logo meteu o cacete em mim, me puxando pelo ombro contra ele, e já começando a bombar sem parar.
Já tinha acostumado com seu cacete em mim...e me deliciava relembrando de como era bom transar com ele.Ricardo logo gozou aos berros na minha bunda, me enchendo com sua porra quentinha. E deitou do meu lado cansado de tanto meter e disse que sentia falta de me ter. Conversamos, tomamos banho e dormimos.

De repente de manhã cedo, ouço meu nome vindo da rua. Era a voz do Paulo, dizendo que tinha nos visto no bar e que sabia que Ricardo tinha dormido comigo, mas queria conversar. Disse que não queria brigar.
Eu e Ricardo levantamos assustados e nos vestimos rapidamente, me despedi com um beijo e combinei com Ricardo para que eles não se vissem enquanto um saia e outro entrava em casa para não haver atrito.Deu certo!
-Onde está o Ricardo?
-Acabou de ir embora
-Voces transaram né?
-Sim.
-Não parei de pensar em vc a noite toda, quando vi você saindo com o Ricardo do bar fiquei louco. E ainda estou louco de tesão. Queria ver ele te comendo e fazer uma DP com vc. Adoro assistir vc virando puto.
Eu fiquei super assustado, nunca tinha ouvido isso de Paulo, mas fiquei ultra excitado e me imaginando entre os dois...wow. E sorri maliciosamente.

Paulo começou a me beijar quando viu que gostei da idéia e arrancou minha roupa num instante, disse que minha cama ainda cheirava sexo.
-Então aproveita sua vez!
Paulo é branco, 24 anos, 1.68 e 72kg. Homem parrudo com pelos no peito e voz grossa. E o melhor de tudo 21cm de uma rola deliciosa!
Ele me abriu as pernas, molhou o dedo e colocou em mim, me fazendo gemer gostoso. Disse que sentia o cheiro de porra no meu cu e que ia me encher mais.
Me colocou de bruços e começou a bombar delirantemente num sexo matinal gostoso.Me sentia ainda mais dominado com meu recente ex namorado. Ele consegue ser melhor na cama.
Depois pedi pra me comer de frango, ele parou um pouco pra não gozar, depois continuou fudendo cada vez mais forte.
Eu estava amando ser fodido de novo e por um cara diferente do anterior. Me sentindo uma vadia!
Ele tirou e gozou na minha boca, foi muita porra em todo meu rosto. Quando senti ele esfregando o pau melado na minha língua, eu gozei gostoso e lambi seu pau.
Foi uma foda maravilhosa. E reatamos o namoro, sabendo que tenho um namorado voyeur.
O Ricardo? Voltou com o namorado que tinha brigado!

 

A primeira vez dos dois

Bom o que vou relatar é realmente veridico, não um desejo ou sonho, meu nome é c. sou casado moro em BH, ate então nunca tinha tido uma relação homossexual , apesar de fantasiar e ter muita vontade.

a pouco tempo fiz uma reforma aqui em casa e chamei um rapaz indicado por um conhecido meu , de nome Antonio, negro +ou- 1,75m magro e de expressão um pouco rude parecia ter uns 45 anos, mais um cara traquilo não falava muito e parecia trabalhar bem .Como estava de ferias me dispus a ajuda-lo ai economizava com ajudante , no primeiro dia trabalhamos normal , mais reparei que ele me olhava diferente e nao liguei muito, pois poderia só ser o jeitao dele mesmo e eu nem o conhecia pra falar,no segundo dia reparei quando trabalhavamos q ele continuava olhando estranho, ai comecei a fantasiar que poderia rolar algo e isso começou a me excitar muito e as vzs sem querer começava a olhar pra ele tbm e principalmente na direçao do pau dele , e ele reparou , mais como era muito caladao falava mais do trabalho q da vida pessoal fiquei meio sem graça e tentava evitar de olhar.No terceiro dia de serviço dele reparei que ele estava de bermuda e sem cueca pois ao subir na escada sem querer (ou nao )vi o pau dele mole e nao conseguia parar de olhar e ele reparou e sorriu , fiquei putss muito sem graça pois isso nunca tinha rolado comigo , apesar q tbm fiquei com vontade de pegar no pau dele, almoçamos e depois do almoço fui assistir o esporte e o chamei pra ver ,coisa que veio na hora, quando se assentou reparei que de vez enquando me olhava , acabou o esporte valtamos ao trabalho, quando foi por volta das 16:00hs o horario que ele ia embora fiz um cafe e levei pra ele la fora, vi que ele estava novamente de pau meio duro , fiquei na entrada a porta da cozinha com a intençao de que , quando ele fosse levar o copo na cozinha iria ficar na entrada , pois inevitavelmente ele iria passar bem perto , confesso que estava tremendo de excitaçao e tesão, e foi o que realmente aconteceu só que pra minha surpresa ele nao só passou perto como relou em mim , senti seu pau passando bem devagar na minha bunda e ele sorriu pois viu q gostei , nao aguentei, quando voltou ele passou de novo pus a mao pra tras e peguei no pau dele .

Ele não falou nada simplesmente tirou pra fora e me chamou pra sala se assentou com o pau pra fora duro igual uma pedra , devia ter uns 18 cm , nao era grosso ,nem fino d+, me puxou e antes de chupar fui sincero e lhe falei q nao havia feito antes e ele disse que eu aprenderia sem problema e comecei a chupar, não imaginava quer seria tao gostoso, lambia as bolas, lambia a cabeça e ele delirava , não falava besteiras , palavroes ,coisas assim achei ate melhor , mais stava gostando ,derepente segurou minha cabeça e disse que iria gozar , tirei a mao dele e falei que poderia gozar , ele gozou muito e engoli tudo sem falar nada, ficamos quietos sem falar nada ele levantou e só disse que queria que raspasse la embaixo no cuzinho e que amanha terminavamos e foi embora.fiz o que pediu raspei, nem dormi direito pensando no que iria acontecer , fiquei excitado e com medo, muito medo, mas decidi que iria ate o fim. No dia seguinte minha esposa saiu pra trabalhar tomei um banho e fiquei na espera.Ele chegou me comprimentou sorrindo e foi la pra fora na area de serviço , voltou e parou na minha frente esperando a minha reaçao eu me abaixei e tirei o pau dele pra fora e comecei a chupar , fomos pro meu quarto ele me colocou de costas e começou a morder minha bunda e lamber meu cuzinho e forçar a lingua pra entrar, as vzs lambia meu saco e eu ja estava doido quando ele pos um dedo quase gosei de tanto tesão , ele bombava com o dedo e eu delirava de tesao ele ameaçou colocar o segundo doeu pedi que fosse devagar e passou o dedo no meu pau que ja estava todo melado e lubrificou meu cu, ai sim colocou o segundo com mais facilidade e começou a bombar e bombava rapido e as vzs ia devagar , gozei me masturbado , ele deitou na cama e disse que queria gozar na minha boca e depois iria me comer , chupei ate le gozar na minha boca , cuspi um pouco da porra e lubrifiquei meu cu , e sem ele falar nada mandei ele ficar daquele jeito e realizei meu sonho que era literalmente sentar numa pica(sempre tive vontade de sentar) começou a entrar a cabeça e dou muito ele falou que de 4 doia menos , mais nao queria , queria daquele jeito , no começo sofri mais passou e metmos durante uns 30 minutos ate que gozei como um louco na barriga dele , depois me pos d quatro e meteu de uma so vez , vi estrela , mais foi gostoso , metemos demais naquele dia , e ele me contou que desde o 1º dia ele ficou interessado em mim e que era casado e que so tinha comido um primo dele quando era mais novo e que sempre sonhava em fazer de novo mais nao tinha coragem de cantar ninguem, por isso achava que nunca iria acontecer, que nao tem vontade de dar ,ele me comeu durante os outros 5 dias como um louco , acertei os valores com ele e saimos outras vzs . coisa que conto depois .

 

Realizando meu sonho (a vizinha)

Poderia descrever aquela noite como um sonho.
Fazia muito tempo que eu estava de olho na minha vizinha. Ela era uma mulata linda, corpo definido, pernas grossas e coxas enormes e suculentas, com um bumbum arrebitado como eu jamais tinha visto em uma mulher antes. Eu, olhava pra ela de uma forma diferente. Nunca me interessei por mulheres negras. Sempre namorei loiras e tal. Mas isso tudo mudou quando aquela gata veio morar do lado da minha casa. Estava doida pra conseguir ficar com a mulata. Isso já tinha se tornado uma obrigação. Pois bem, tinha que armar algo pra ela vir até a minha casa.
Resolvi dar uma festinha. Convidei algumas amigas, pois já estava desconfiada de que minha vizinha tb era lésbica e queria logo poder transar com ela. É claro que a primeira a ser convidada foi ela. Surpresa, logo aceitou o convite. Um pouco de boa vizinhança nunca é demais. Combinamos a hora e ela disse que estaria pronta pra balada.
Quando caiu a noite, as meninas começaram a chegar. Todas iam se servindo, pois já haviam vindo em outras festas aqui em casa. Eu estava ansiosa. Não parava de olhar a porta, desejando loucamente ver a vizinha e seu corpinho lindo adentrarem o recinto. Mantive a calma e continuei fazendo sala pra todas. Quando as bebidas acabaram, fui buscar mais na cozinha. De repente, a campainha tocou. Fui abrir o portão e adivinha quem era. A gostosa da minha vizinha, que estava mais linda do que nunca. Usava uma sainha vermelha e uma blusa branca, semi transparente, com um decote que me deixava ver a curva de seus seios quando me aproximei. Vim recebê-la, dei um beijinho, no rosto, desejando beijar aquela boca carnuda e levá-la para meu quarto. Levei-a para dentro e a apresentei as meninas, para que se enturmasse.
Dava total atenção a ela sempre. Quando podia e ela ficava de costas pra mim, eu mirava meus olhos para aquela bundinha linda, imaginando como seria tê-la em meu colo, ou em minhas mãos. Já quando ela virava de frente, eu ficava sonhando com a bucetinha dela, me imaginando chupando tudo aquilo, pq ela tinha uma xana enorme, que eu tinha observado com muita atenção quando ela resolveu tomar um banho de sol e usar um biquininho fio dental. Nem cabia na minha mão, mas deixaria minha boca cheia e muito satisfeita.
Eu já nem sabia mais pra onde olhar. E ficava com os olhos tão fixos nela, que de repente, ela acabou percebendo. Senti que ficou meio sem graça, mas retribuiu o olhar. Não desviei. Continuei olhando, pois a queria muito.Tinha que fazer algo.
Tive uma idéia e pus em prática. Chamei ela pra um canto e começamos a conversar. Senti que estava animada, não sei se era por causa da bebida ou se pq havia percebido que eu a estava olhando com vontade de devorá-la. Ficamos conversando por um tempinho, até que ela me disse que iria embora. Insisti pra que ela não fosse. Disse que a festa perderia a graça. Ela deu um risinho prolongado, interrompido por uma leve mordida, acompanhada da pergunta: Pq nós não continuamos a festa lá em casa? Pronto!! Era tudo que eu queria ouvir. Ela tinha me dado a chave do paraíso de bandeja. E é lógico que a resposta foi direta: Sim.Pq não!
Nós saímos da festa sem que ninguém percebesse, ela primeiro, depois eu. Assim que entrei no quintal de sua casa, a agarrei por trás, puxando pela cintura e a encontei no muro, beijando-lhe sem me preocupar com nada. Eu a beijava com tanta vontade, fazendo vários movimentos rápidos, que logo foram acompanhados por ela. Como era gostosa aquela boca. Logo imaginei que o corpo seria igual. Não me contive só em beijar e comecei a passar minha mão por sua bundinha, puxando-a pra mim, como se quisesse comê-la lá mesmo. Mas, fui interrompida por ela, que me empurrou para longe de seu corpo, dizendo para entrarmos em casa. Eu acenei com a cabeça em sinal positivo, pois queria muito continuar nossa festinha.
Fomos andando em direção a porta, ela na frente e eu, abraçada a ela, bem coladinha, para poder sentir o movimento de sua bunda e acompanhá-la. Mal deu tempo dela enfiar a chave na fechadura, quando ela girou e abriu, logo fomos entrando, voltando a nos beijar. Fechei a porta, com um simples empurrão. Nem lembro se tiramos a chave. Ela foi nos conduzindo até o sofá. Eu já passava minhas mãos pelo seu corpo, buscando levantar sua saia e encontrar sua xana. Quando a encontrei, nós caímos no sofá e começamos amassos loucos, nos esfregando, esfregando nossos corpos com movimentos rápidos e intensos. Não perdi mais tempo. Beijei seu pescoço e comecei a passar minha lingua por seu corpo. Os seios já estavam apontando naquela blusinha. Mal cabiam. Retirei sua blusa e comecei a lambê-los, bem de leve, no início, mas depois comecei a chupá-los, mordê-los. Ela não se conteve. Se contorcia, movimentava o corpo se encaixando no meu sem pudor algum. Se mostrava uma mulher completamente no cio.
Enquanto lambia seus peitinhos, com uma mão, acariciava sua xaninha. A queria ver molhadinha, pulsando, louca pra receber meus carinhos. Eu a estava acariciando mesmo, por cima da calcinha. Com pouco tempo senti que ela foi ficando ensopada, pulsando, prontinha pra receber um oral como ela jamais iria ter igual.
Fui descendo por seu corpo, primeiro seios, barriga, mordendo, lambendo, e logo depois cheguei até sua xana. Nem tirei sua saia. Bastou apenas levantá-la um pouco, e chegar sua calcinha pro lado.Fui beijando a parte interna da sua coxa, pertinho de seu grelinho. Sentia seu cheiro, os movimentos de contorção, doida pra que ela me pedisse pra colocar minha boca nela. Fiz isso durante alguns minutos, até que ela percebeu que eu a estava torturando de propósito. Viu em meus olhos que eu queria que ela pedisse. E foi o que fez. Já não aguentava mais. Ela estava ensopada, e eu também. Doida pra lamber, meter a língua, sugar... Então, eu ouvi: Para com isso! Me come, logo vai. Entre gemidos e sussurros, o pedido soou como uma ordem. Nem liguei pro tom. Comecei a lamber sua xana. Que xana!!! Finalmente estava conseguindo colocar minha boca aonde eu queria. Era vermelha, cor de fogo, e ficou mais intensa a cada lambida. Nem tinha penetrado ainda. A estava lambendo, afastando seus lábios pra lamber tudo, e ela já estava quase gozando. Fiz ela segurar. Parei e fiquei olhando e passando meus dedos na pontinha de seu grelo. Movimentava ele pra cima e pra baixo, esperando um movimento de suas pernas. Quando ela dobrou os joelhos e se ajeitou na cama, caí de boca. Dessa vez fui afoita, com força, vontade, lambendo, fazendo movimentos circulares e enfiando e tirando a lingua com volúpia. Como era gostosa. Poderia ficar a noite inteira fazendo sexo com ela, somente neste oral maravilhoso. Comecei a sugar, dar mordidinhas leves em seu grelinho, até que, de repente, gozou. Eu suguei todo seu melzinho, não deixando nada. E não parei de laber. Sequei tudo e senti que ela iria entrar em uma onda de orgasmos multiplos. Continuei os carinhos que fazia e senti seu corpo começar a tremer. E não parava. Sentindo isso, eu a puxava pela cintura mais ainda pra mim, para que, tremendo, ela não retirasse minha lingua de dentro de si. Continuei os movimentos. Alguns minutos depois, quando as tremidas paravam aos poucos, senti seu corpo se relaxando, se soltando, ficando leve...
Ela alongou suas pernas novamente e eu, sai do meio delas e fui deitar ao seu lado. Fiquei olhando para ela, pedindo mais com os olhos. Ela sabia que não estava satisfeita. Que uma transa não seria o suficiente. Pediu alguns minutos para se recompor. Eu permiti. A queria inteira, com vontade, desejo...
Passados os minutos que pedira, ela se colocou em cima de mim, achei que fosse retribuir meus carinhos, mas ela estava interessada em continuar se divertindo. Deitou sobre meu corpo, encaixando sua xana na minha. Agora, acho que queria que eu gozasse. Voltamos a nos beijar, movimentando nossos corpos de forma rápida, sem se desgrudar, roçando nossas xanas, uma na outra. A senti ficando molhada de novo.Ela não se continha. Colocou a mão sobre meus ombros, se segurando para poder levantar um pouco a parte de cima de seu corpo e buscou se encaixar ainda melhor. Fui ao céu. Ela se encaixou perfeitamente em mim. Eu virei um pouco minha cintura para encaixar minha xana na dela e iniciar nossos movimentos de esfregação intensa. Cada vez que eu a puxava pela bunda pra mim, o corpo dela se contorcia, revelando um imenso tesão. Eu pedia a ela para rebolar, usando a cintura, e ela me atendia. Se movimentava, esfregava, roçava, gemia, sussurrava pedindo mais e confessando que voltara a entrar em estado de gozo.Mas, desta vez, ela queria segurar e me pedia para acompanhá-la. Com esse esfrega esfrega frenético de nossos corpos e os movimentos únicos dela, eu iniciei meu transe. Estava quase gozando. Quando estava pronta, apertei sua bunda, dei-lhe um tapa leve e disse: Vamos!! Ela obedeceu e nós entramos em gozo juntas. Gozamos muito e continuamos nossa transa durante a noite. Sempre esperávamos um tempo entre os orgasmos múltiplos que tínhamos, mas valia a pena esperar por uma mulher tão gostosa.

Tivemos outras noites, antes dela se mudar. Ela adorava realizar fantasias e acabou fazendo tudo que eu pedia. Se vestiu de colegial, aceitou usar brinquedinhos... Mas isso, só nos próximos contos.

 

A primeira vez nunca esquecemos

Eu tinha uma amiga muito pobre, chamada Francisca que tem um marido alcoólatra, desdentado e já coroa, uns cinquente e poucos anos. Ele não era feio, só estava mal tratado. A casa dela era de madeira, muito simples, um barraco. Ela estava trabalhando para uma senhora como faxineira e esta senhora começou a construir uma casa de alvenaria para ela. No dia que estavam fazendo a sala e o quarto eu fui dormir lá. Eu já ficava olhando pro saco dele havia tempos pq ele sempre estava bêbado e ficava usando um shorts surrados e largos. Qdo ele deitava ou sentava no sofá aparecia tudo. Era um senhor saco! O pau sempre estava mole, mas dava pra ver que era bem cabeçudo e grosso do jeito que eu gosto. Eu gozava muito imaginando aquele pau. Ela já não transava com ele há meses pq ele vivia bêbado e ela tinha noje. Acho que eles transavam a cada 3 meses. No dia que fui dormir lá todos dormimos em colchões na cozinha. Eu dormi com ele num colchão de solteiro e a Francisca em um colchão de casal com as crianças.

Até aí tudo bem, não tive nenhuma maldade e eu achava que ele tbm não. Mas durante a madrugada, qdo eu decidi sem querer querendo passar a mão nele vi que o pau já estava muito duro e pulsando. Pra provocar eu me virava de lado e ficava contraindo e relaxando minha bunda na coxa dele pra deixá-lo mais doido ainda. Ele levantava, tomava água, voltava e eu sempre colocando a mão sobre o pauzão dele, que deve ter uns 20 cm e é bem grosso. Então por fim eu não aguentei mais e fui abrindo o ziper da bermuda dele bem devagar. Levei uma meia hora pra chegar até quase o final e coloquei somente a ponta do meu dedo por dentro da bermuda e fiquei acariciando a cabeçona do pau dele. Ele estava completamente molhado e a respiração já estava muito ofegante. Então ele não aguentou mais e colocou a cobra pra fora. Eu bati muito punheta pra ele, muita, tipo umas duas ou tres horas direto e ele não gozava. Apertava o pau dele, lambia minha mão e a deixava bem molhada pra bater mais punheta pra ele. Foi muito gostoso. Então eu me virei e arriei a calça de moleton que estava usando. Ele só encostou o pau na minha bunda e puxava com muita força minha cintura. Não consigo esquecer até hoje o gemido dele bem baixinho no meu ouvido e aquela barba gostosa por fazer roçando na minha nuca, que delícia.

O braço dele também era muito peludo e eu me arrepio todo só de lembrar aquele pelos gostosos roçando na pele da minha bunda e cintura. A mão toda calejada, pq ele era pedreiro, e grande me apertando e me puxando, nossa! Então eu comecei a rebolar bem devagarzinho e ele me puxava com mais força. Não houve penetração, mas foi o suficiente pra ele gozar nas minhas coxas e na minha bunda. Eu fiquei todo sujo e o cheiro da porra dele era muito forte. Fiquei todo grudento. Por isso que até hoje eu sou louco por cheiro de porra. Foi a melhor foda que eu já tive, a primeira. E olha que não foi uma foda de verdade foi só uma brincadeira. Até hoje penso nele, mas não tivemos mais oportunidade pq a mulher dele descobriu, ele contou pra ela, e me expulsou de lá. Não me arrependo. Se pudesse voltar no tempo faria tudo de novo só que com penetração.

Espero que goste da minha historinha. Vamos fazer a nossa agora.
Bjs.

eros_liebe@hotmail.com

 

Treço - "Uma Vida de Prazeres"

Olá. Esse será o meu primeiro conto por aqui. Na verdade esse conto faz parte de uma história que criei com o título de “Uma Vida de Prazeres”. Aqui vai uma parte dela... Espero que gostem. Deixando bem claro, que essa história é fictícia. Criada por mim mesmo. Por isso se vocês curtirem se comuniquem comigo pelo bandeira_1991@hotmail.com

Após a nossa fantasia realizada, nós nos recompomos e liberamos elevador, chegamos ao térreo pegamos taxis diferentes. Porém me lembrei que o meu celular havia ficado na casa do Diego e votei para pega-lo. Desce eufórico para chegar ao edifício e imaginando ter que espera pelo elevador. Quando avistei o elevador, a porta já estava se fechando. Então gritei:
-“Segura ai.”
O elevador parou. Quando cheguei à porta e vi que era o pai do Diego que estava dentro dele corei.
- “Oi.” - Wagner respondeu sem me olhar.
- “Oi. Tudo bem?” - Responde meio sem jeito.
- “Vai subir, né?” - Wagner percebeu que estava nervoso.
- “Isso, esqueci meu celular lá na sua casa.”
- “Em que parte? No quarto do meu filho?”
- “Foi... bem que iria preferi... esquecer no seu quarto.”
- “No meu quarto, por quê?” - Wagner endagou como se não tivesse entendido.
- “Se eu tivesse sorte, eu poderia lhe encontra só de cueca deitado em sua cama.” - Juro que imaginei a cena.
- “Se você quiser você pode ter isso.”
Wagner se pôs na minha frente e esfregou a mão em seu pênis. É claro que fiz questão de pegar. Percebi que ele estava completamente acordado.
- “Amanhã que tal?” - Respondo.
- “Por que não hoje?” - Wagner perguntou me olhando fixamente.
- “Eu tenho que ir para a casa já, sem se falar que o seu pênis e muito gostoso e eu já dei bastante hoje...” - Eu ri.
- “Tudo bem. Como vamos fazer?”
- “Podemos nos encontra depois que eu sair do colégio. O que acha?”
- “Eu topo.” - Wagner continua. - “Eu passo lá para te pegar. Você estuda junto com meu filho?”
- “Não. Mas eu acho melhor nos encontramos em um outro lugar.”
- “Eu vou te pegar!” - Wagner finaliza o assunto.
Aporta do elevador se abriu e ele abriu a porta de sua casa e chamou pelo Diego.
- “Diegooo.” – Wagner grita.
- “Oi, o que foi?” – Diego aparece com uma toalha em rolada na cintura.
- “Olha quem eu achei lá em baixo.” - Wagner ri e vai para o seu quarto. Enquanto Diego vem na minha direção.
- “O que foi? Aconteceu alguma coisa?” - Diego passa a mão na minha cintura.
- “Vim só pegar o meu celular, que esqueci no seu quarto. Posso ir lá pegar?” – Falo.
- “E que eu estou ocupado e acompanhado.” - Diego tenta disfarça.
- “Tudo bem eu vou com você, não entro, mas você sim e você procura, acha e me traz e daí eu vou embora, afinal eu já sei o caminho de volta.” - Respondo já imaginando o que se passa dentro do quarto.
- “Beleza então.” - Ele não demorou muito, pois a moça que estava com ele já havia achado. - “Ta aqui.” - Diego termina.
- “Valeu, tchau.” - Virei-me para ir embora, quando Diego disse:
- “Vem aqui.” - Diego me puxa pelo o braço e me beija. - “Agora sim tchau.”
- “Tchau.” – Respondo.
Eu ia embora, mas eu não resisto e resolvi arrisca. Fui até o quarto dos pais do Diego. Ouvi o chuveiro ligado e fui até o banheiro, e vi aquele homem super-gostoso tomando banho ele era, maduro, forte, gostoso e com um pênis bem maior e grosso do que os do Diego e Victor. Ele percebeu que eu o olhava. Virou para mim e perguntou:
- “Quer tomar banho?”
- “E sua esposa?” - Pergunto.
- “Ela só chega depois que o shopping fecha.” - Wagner ri e me da a mão.
Não resiste tirei minha roupa e entrei no box. Beijei aquele corpo chegando até o pênis, e comecei a chupá-lo. Como era bom, grande e grosso, ele tirou da minha boca e me bateu com o seu pênis. Enfio novamente e começou a fuder minha boca. Depois me alevantou e me encostou na parede e meteu só a metade do seu grande mastro, pedi que ele metesse tudo, foi quando ele tirou e enfiou com tudo, fazendo com que eu jogasse o meu corpo para cima do dele. Ele começou o mete e puxa, empurrando enquanto a água descia pelos os nossos corpos. Em outro momento. Ele se sentou no chão do box e eu sentei em seu pênis. Eu estava ficando louco com tudo aquilo. Não parava de ficar pulando em seu pênis. Enquanto galopava em seu pênis, ele dava umas tapas em minha bunda, dizia coisas como: “Ainda vai querer dá pro meu filho?... Percebe que o pai é muito mais gostoso?” Depois fomos para na cama do casal. Nos beijamos enquanto íamos até a direção da cama. Ele me carregava no colo. Ele parou do lado da cama, me jogou nela. Jogou todo o seu corpo gostoso por cima do meu, me beijava e passava as mãos pelo corpo, como se tentasse descobri todas as medidas do meu corpo. Ele foi descendo com beijos e mais beijos, do meu pescoço até que chegou à minha barriga. Ele não me chupou, se bem que eu não o deixaria fazer isso. Nos ajeitamos na cama. E fizemos no melhor estilo papai e mamãe. Depois fizemos em mais duas posições. De ladinho e de quatro. Como foi bom. Cheguei em casa dei boa noite para todos e fui direto para o meu quarto. Disse que não queria comer. Dannyelle percebeu que havia transado e MUITO. No corredor me encontrei com o Bruno.

 

Minha primeira saída às ruas

Como todas nós CDs fazemos, adoro me vestir de mulher e ficar o dia todo pela casa de calcinha, sutiã, vestidinho, salto alto, etc. Também gosto de me mostrar na webcam para pessoas que conheço em salas de bate papo.

Já saí com travestis e somente para uma delas em tive coragem de me vestir de menina com as coisas que levei em uma mochila.

Até ontem eu nunca tive coragem de sair à rua montada. A Marcela só existia entre as paredes do minha casa. Mas resolvi fazer a maior loucura da minha vida: sair de carro completamente montada.

Para colocar meu plano em prática, à tarde fui às compras em uma feira de roupas que tem aqui em Brasília. Eu já tenho um guarda-roupas feminino básisco mas todas roupa de putinha. Eu precisava de algo mais comportado. Rodei pelos boxes da feira procurando algo que mostrasse as curvas das minhas belas pernas e bumbum mas que escondesse os pelinhos do braço que não posso depilar. Dizendo à vendedora que eram de presente para minha namorada, comprei uma calça jeans azul clarinha com lycra daquelas justinhas que deixam o bumbum redondinho e uma blusa branca folgadona com mangas compridas e decote canoa (quase um tomara-que-caia). Comprei também um cinto daqueles largos de elástico. Quase comprei mais uma calcinha mas já tenho muitas.

Não aguentando de vontade de sentir aquelas roupas no meu corpo, ali mesmo na feira fui ao banheiro e me fechei numa das cabines sanitárias. Fiquei só com a calcinha que eu usava por baixo da bermuda e experimentei a calça. Gente, que delícia é uma calça de lycra apertadinha nas pernas. Na hora de passar pelo bumbum tive que dar aquela reboladinha puxando a calça para cima. O caimento ficou ótimo com meu bumbum socadinho naquele tecido elástico. Vesti também a blusa que ficou perfeita com o cinto. Tive uma ideia louca de sair da cabine daquele jeito e dar uma volta pelo banheiro. Mas era loucura demais, me segurei.

Fui para casa cheia de tesão e comecei a me preparar: um banho gostoso e demorado. Um retoque na depilação das pernas e na xaninha (eu deixo um montinho de pelos acima do pipi). Após me enxugar, passei creme hidratante pelo corpo todo. Com aquele cheirinho de creme no ar, fui para a melhor parte: escolher as roupas para sair: a calça e a blusa novas já eram certas, faltava apenas escolher a sandália, os acessórios e a calcinha. Vesti a minha fio dental preta preferida, minha peruca de cabelos longos e pretos, anéis, pulseira, uma gargantilha, unhas postiças vemelhas e a calça... ah a calça de lycra, deliciosa de vestir e sentir. Completei com o sutiã, o enchimento de seios, a blusa tomara-que caia e uma sandália de salto alto prateada. Quando me vi no espelho até eu mesma fiquei surpresa com o resultado: de bundinha empinada, seios redondinhos e cabelos longos, que morena gostosa que eu fiquei.

Quando acabei de me maquiar esatava pronta para sair mas ainda era muito cedo. Fui para as salas de bate-papo do UOL. Me mostrei para um monte de gente. Fiz 4 caras gozarem.

Finalmente o relógio marcou 2:30 da manhã. A rua da minha casa deserta, todas as luzes da vizinhança apagadas. Agora eu já poderia sar dirigindo sem risco de ser vista por alguem. Coloquei numa mochila roupas e calçados de homem, uma garrafa de água e lenços de papel para o caso de uma emergência e eu precisar desmontar meu look.

Já dentro do carro, abri o portão eletrônico com o coração a mil. Sai bem rápido e ganhei a avenida. Eu me olhava no espelho retrovisor enquanto dirigia e ficava surpresa em como eu estava linda. Depois de rodar por meia hora trocando olhares com motoristas que passavam, resolvi que já era hora de parar o carro e finalmente ganhar as ruas com meu salto alto. Todos os bares de rua estavam fechados, as ruas desertas eram perigosas. Ao dar uma volta ela rodoviária do Plano Piloto, nenhum ônibus circulando, apenas uma pastelaria aberta com poucos clientes e alguns mendigos. Mas havia uma viatura da polícia. Sentindo-me segura com a presença dos PMs, parei o carro, respirei fundo, esperei alguns segundos, abri a porta e senti o vento frio da madrugada. Saí do carro, me arrumei puxando a calça um pouco mais para cima, e enquanto ajeitava os cabelos, de repente ouvi ou "fiu fiu". Tremi de tesão. Fingi que não escutei e atravessei a pista em direção a um orelhão. Enquanto o salto alto fazia toc-toc no asfalto, os clientes e funcionários da pastelaria a 10m de mim assoviavam e falavam "Ô gostosa", "Delícia", "fiu fiu". Foi um momento muito, muito erótico, eu andando nas ruas como mulher pela primeira vez e aqueles homens todos me desejando. Fingi que fiz uma ligação no orelhão e voltei para o carro. Novamente ao atravessar a pista os homens todos mexendo comigo me chamando de "linda", "deliciosa". Olhei pra eles e mandei um sorriso safado. Eles ficaram doidos. Entrei no carro e saí.

Em seguida lembrei de outro lugar que sempre tinha algum movimento à noite toda e seria relativamente seguro: em frente ao Hospital de Base, onde fica um cachorro-quente. Parei o carro a uns 20m do dog. Fiquei caminhando fingindo falar ao celular. Não haviam cliente, só os vendedores que ficaram me olhando o tempo todo mas não falaram nada. No outro lado da pista, uma ambulância parada, o motorista me fala "Ô morena gostosa, quer uma carona?" Sorri para ele e dei um tchau. Ele fez o retorno voltou passando perto de mim bem devagarinho falando "Você é gostosa demais, coisa linda, deixa eu te pegar de jeito". Voltei para o carro e fui para casa.

Essa foi a maior experiênica erótica da minha vida. Nada comparada a ficar na webcam. Era uma situação real, eu toda gostosa e produzida, aqueles homens todos me desejando como mulher. Chegando em casa, peguei meu consolo, fui para a frente do espelho, baixei a calça, puxei a calcinha de lado e me masturbei com o rabinho bem cheio. Gozei litros.

Tomei um banho, vesti uma outra calcinha e uma camisola. Fui dormir me sentindo mais mulher do que nunca.

 

Quem ama trai? (um doce engano)

By Aventura. Ctba.

Olá amigos leitores meu nome é Carlos. Os nomes foram trocados para proteger as identidades das pessoas envolvidas. Sei através da minha esposa que a protagonista desta estória, é leitora assídua de contos eróticos. Tenho certeza que a pessoa que viveu comigo essa aventura, ao ler este relato, vai se identificar com ele, e ficaria muito feliz em receber um comentário dela.

Tem coisas que acontecem na vida da gente que contando ninguém acredita. O fato que vou narrar a seguir é a mais pura verdade. Claro que em algum momento a imaginação fala mais alto para dar mais eloqüência a narração e tentar transmitir aos leitores um clima de mais erotismo e tesão.
Para muitos casais com mentes e relacionamentos abertos, é apenas mais uma aventura envolvendo sexo e prazer com outros parceiros, mas pra quem foi criada num regime mais rígido onde desde criança as mulheres da família foram educadas para fazer sexo só com a pessoa amada, uma aventura fora deste relacionamento, na cabeça de muitas delas pode ser um pecado mortal.
Começo este conto fazendo uma pergunta aos leitores. Quem ama trai?
Posso garantir aos leitores que em certos momentos, os sentimentos de ódio e vingança falam mais alto que o amor. Por tanto caro leitores, posso afirmar com conhecimento de causa, que, não existe mulheres nem homens totalmente fiéis a seus parceiros. O amor e o ódio andam lado a lado. Mesmo dizendo ser completamente apaixonada ou apaixonado pela pessoa amada, basta apenas uma leve desconfiança para o ódio sobrepor ao amor. Leiam até o fim e deixe seus comentários.
Estava quase uma semana fora de casa. As viagens a São Paulo e Rio se tornaram uma constante na minha vida, pois tenho vários clientes nesta região, e por uma questão de economia com transporte, sempre viajo com meu carro.
Resolvi pegar estrada naquela noite para tentar reorganizar meus pensamentos e refletir sobre minha vida. Os últimos anos de certa forma não foram tão bons como eram no início do meu casamento com Júlia. Apesar de ainda amá-la, sentia que nosso relacionamento estava indo de mal a pior, portanto precisava fazer alguma coisa para novamente reascender a chama que existia dentro de nós.
Tinha que arranjar mais tempo pra nós, pois a vida não se resume só em trabalho, mas como minha empresa como muitas outras, também está atravessando uma fase não muito favorável devido à recessão econômica que assola o País, tenho que correr atrás do prejuízo para tentar transformá-la em uma empresa mais sólida, daí sim, dedicar mais tempo à família.
Insisti muito para que Júlia trabalhasse comigo. Tenho uma empresa prestadora de Consultoria, mas como ela mesma diz: - Minha Avó lecionava, minha mãe foi professora, então está no sangue, não consigo me imaginar fazendo outra coisa, e ela é mesmo muito dedicada a sua profissão.
Júlia também vive cheia de trabalhos para corrigir, fica até altas horas preparando aulas, pois sua primeira aula tem início às 08h00 e a última às 21h45min, por tanto, sai cedo de casa e só volta após as 22h30min.
O serviço dela também não deixa sobrar muito tempo pra nós, pois as poucas horas de descanso são na parte da tarde, horário que estou na empresa ou viajando a negócio.
Após oito anos de convivência com Júlia, ela continua linda e sensual. Morena clara, olhos cor de mel, cabelos castanhos claros na altura dos ombros, coxas grossas, 1,65m 58 kg bem distribuídos, seios médios e firmes. Hoje mesmo com seus 29 anos, ela conseguiu manter o corpo de quando a conheci.
Júlia sempre foi uma mulher de um caráter incrível. Talvez por vir de uma família religiosa e ter tido uma boa educação, ela modelou sua conduta dentro dos preceitos morais, legais e éticos.
Talvez por isso, na nossa roda de amigos poucos se atrevem a elogiar suas formas físicas, mas, mesmo assim, muitas vezes flagro alguns amigos discretamente lançando olhares famintos em seu corpo, principalmente quando Júlia desfila por entre eles, com uma roupa mais justa ou uma saia mais curta, e entre eles o Paulo, meu melhor amigo.
Mesmo atravessando uma fase ruim no nosso casamento, nunca tive motivo pra desconfiar da sua fidelidade, na verdade nunca imaginei Júlia se entregando a outro homem, muito menos para Paulo, embora sabendo que uma mulher linda e inteligente como ela, deve ser muito assediada por alunos e professores na faculdade.
Paulo é casado com Adriana, uma loira lindíssima de corpo escultural, mais ou menos 1,70m, olhos verdes e uma cabeleira loira muito bem cuidada quase na cintura. Adriana além de ser muito bonita e sexy, também é dona de uma simpatia fora do comum. Resumindo, é quase impossível olhar para ela e não pensar em sexo, Adriana realmente é muito gostosa. Já perdi as contas de quantas punhetas bati pensando nela, mas comê-la, só mesmo na imaginação, pois nunca vi um casal tão apaixonados como Adriana e Paulo, na verdade, os tínhamos como exemplo.
Adriana é dois anos mais nova que Júlia. As duas fazem aniversários no mesmo mês, apenas dois dias de diferença, e por isso, quase todos os anos comemoramos os aniversários delas no mesmo dia.
A estrada estava com pouco movimento, e se tudo transcorresse normalmente chegaria a Curitiba antes das 09:00hs, descansaria um pouco e iria pro escritório na parte da tarde.
As 8: e55min entrei na rua de casa. Quando faltavam duas quadras para chegar, estranhei o carro do Paulo estacionado em frente de casa. Eu parado no sinal vermelho, vi quando minha esposa saiu de casa com um casaco no ombro, trancou o portão, entrou no carro do Paulo e seguiram em frente.
Confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha, pois há esta hora era pra Julia estar na faculdade dando aula. Tinha alguma coisa errada ali, então resolvi investigar.
Mesmo confiando na minha esposa não tive dúvidas, resolvi segui-los para ver aonde iriam.
Não dava para ver o que se passava no interior do carro a minha frente, pois os vidros eram cobertos por uma película muito escura.
Eles nem desconfiavam que a poucos metros atrás eu os seguisse, pois pra minha esposa eu ainda estaria em São Paulo.
Na saída do nosso bairro, o carro do Paulo entrou numa rodovia e foi em frente. Minha desconfiança aumentou, pois o caminho que percorriam não tinha nada a ver com a faculdade onde Julia lecionava e nem onde ficava a imobiliária do Paulo, muito menos com a residência dele.
Um pouco mais adiante sinalizaram que iam virar a direita, então pra não me notarem diminuí a velocidade e meu coração quase veio parar na minha boca quando vi o carro a minha frente se dirigindo para a entrada de um motel.
Num impulso peguei meu celular e filmei a entrada deles.
Fiquei sem saber o que fazer. Não sabia se entrava e acabava com a farra deles, se ficava ali esperando para dar o flagrante quando saíssem, fiquei mais injuriado ainda, em pensar que há pouco tempo tinha levado Julia naquele mesmo motel onde passamos momentos maravilhosos juntos.
Como estava perto da casa do Paulo e eles com certeza iriam demorar ali, decidi ir a casa dele, pegar a Adriana pra juntos desmascararmos aqueles dois filhos das putas na saída do motel.
Chegando à casa do Paulo, como o portão da rua estava destrancado, entrei e comecei esmurrar a porta gritando por Adriana.
Adriana levantou as pressas assustada e veio me atender. Quando abriu a porta eu fui logo entrando e dizendo:
- Sabe onde seu marido e minha esposa estão neste exato momento?
Antes que ela respondesse Disse:
- Paulo e Júlia estão neste momento num motel fodendo e rindo de nós na maior cara de pau.
Contei a Adriana como descobri que eles estavam no motel, então ela me perguntou: - Você tem certeza do que está falando? - Não pode estar enganado?
Peguei meu celular e mostrei o filme deles entrando no motel.
Adriana passou várias vezes, e para confirmar pegou um documento para checar o número da placa do carro do Paulo, e devido às evidências não teve mais dúvidas.
Os olhos de Adriana se encheram d’água. Ela me abraçou e disse:
- Como eles podem fazer isso com a gente? - A Julia é, ou melhor, “era” minha melhor amiga, e o safado do Paulo também diz que tem você como seu melhor amigo. É muita safadeza e falta de consideração por parte daqueles dois canalhas.
Adriana agora chorava copiosamente sabendo que seu marido estava transando com sua melhor amiga.
Adriana ainda chorando largou se de mim e foi até a cozinha tomar um copo de água com açúcar para se acalmar, só então percebi que ela estava vestida apenas com uma camisola branca de seda transparente que não escondia nada do seu corpo, e como ela estava sem calcinha, podia dizer que estava completamente sem roupa.
Devido ao escândalo que fiz para chamá-la, ela se vestiu as pressas e nem notou que estava quase nua na minha frente.
Vendo aquela gata de parar o trânsito com seios grandes bem rígidos, com uma bundinha perfeita, com a bucetinha toda depilada do jeito que eu gosto, totalmente desprotegida, com a alta estima baixa, um pensamento invadiu minha cabeça. Já que Paulo naquela hora estava transando com minha esposa, porque pelo menos não tentar foder a dele também?
Meu pau logo reagiu e já estava me machucando por dentro da calça, Adriana se virou pra mim bem na hora que estava tentando ajeitá-lo, e não teve como disfarçar o volume que fazia na minha calça social. Só então ela percebeu que estava com o corpo completamente exposto ao meu olhar guloso.
Adriana na hora ficou com o rosto vermelho e me pediu desculpas dizendo que levantou apresada e nem percebeu seus trajes tão ousados.
Disse a ela para não se preocupar com isso, pois tínhamos coisas mais sérias para resolver.
Quando Adriana se virou para por o copo sobre a pia da cozinha me aproximei dela por trás, empalmei seus dois seios e encoxei-a esfregando meu pau naquela bundinha deliciosa.
Adriana disse: - Carlos, você está louco? Tentando se desvencilhar.
- Louco por quê? Não é isso que Paulo e Júlia estão fazendo neste momento? Nada mais justo pagar na mesma moeda.
Adriana disse: - Mas assim estamos nos rebaixando ao nível deles.
A voz dela saía meio embargada quase um choro.
Eu continuava prensando Adriana contra a pia, agora beijando seu pescocinho e sussurando em seu ouvido pedindo pra ela relaxar e deixar fluir, pois só estávamos devolvendo o que Paulo e Júlia estavam nos dando.
Tirei uma das mãos do seu seio e desci pelo seu corpo até chegar à sua bucetinha apetitosa que agora pedia para ser devorada.
Quando enfiei o dedo no interior da sua grutinha, percebi que estava completamente alagada, não só pelo tesão que teimava em esconder, mas também porque Paulo com certeza tinha comido aquela bucetinha antes de sair de casa.
Pensei comigo, que filho da puta, acabou de comer a mulher dele e vai pegar a minha? Confesso que invejei o fôlego do desgraçado do Paulo.
Conforme enfiava os dedos na bucetinha da Adriana e ia brincando com seu grelinho, a porra que estava dentro dela escorria por suas pernas longas e loiras inebriando a cozinha com um cheiro forte de sexo.
Abri o zíper da minha calça, botei meu pau pra fora e quando posicionei a cabeça na bucetinha da Adriana, ela percebeu que aquele caminho não tinha mais volta, então ela deu uma relaxada e se curvou sobre a pia deixando aquela delícia ao meu bel prazer.
Senti um suspiro profundo que saiu do fundo da sua alma quando meu pau penetrou sem muita resistência, mas preenchendo completamente até o fundo daquela gruta que segundo ela, só tinha sido explorada por seu marido até aquele momento.
Adriana aos poucos foi se soltando e gemia cada vez que sentia meu pau forçando seu útero.
Ela começou a rebolar no meu pau e eu fodia por trás sua bucetinha num ritmo alucinante, e quando senti seu corpo tremer anunciando que estava gozando, não agüentei e despejei uma quantidade enorme de porra na sua bucetinha. Era tanta porra junta que escorria abundantemente por suas pernas.
Após termos gozados, Adriana ainda com os olhos vermelhos e relutando em esconder um choro que teimava em sair da sua garganta, se desvencilhou de mim evitando olhar nos meus olhos e foi para o banheiro de cabeça baixa, não sei se arrependida por ter se entregado a mim ou pelo fato de estar sendo enganada por seu marido e sua melhor amiga.
Dei um tempo e fui até o banheiro, e pra minha surpresa a porta estava aberta. Entrei e Adriana ainda estava no banho.
Meu pau novamente deu sinal de vida vendo aquela gostosa se esfregando sob o chuveiro. Tirei minha roupa, e quando fui entrar no Box Adriana já estava de saída, e pela primeira vez ela me viu nu na sua frente.
Percebi um olhar de aprovação, pois seus olhos fixaram em meu pau por alguns segundos, talvez analisando o intruso que tinha invadido suas entranhas há poucos minutos.
- Me desculpe Adriana, mas também preciso de um banho disse.
Tentei abraçá-la e levá-la pro Box novamente ela se esquivou, mas percebi que estava bem mais calma.
Enquanto estava no chuveiro Adriana ficou se secando, e ainda com a voz meio embargada perguntou:
- E agora, o que vamos fazer?
- Minha primeira idéia foi de pegar você e juntos darmos o flagrante neles na saída do motel, mas agora não sei mais se vale apena.
- Vale apena sim, disse Adriana.
- Também gostaria de ver as caras de pau daqueles dois sendo desmascarados.
- É uma ótima idéia, mas antes de irmos quero fazer algumas coisas que está na minha cabeça disse Adriana.
Fiquei curioso pra saber o que se passava na cabeça da Adriana e meu pau nada de amolecer, pelo contrário, estava cada vez mais duro pensando no que ela acabava de me dizer.
Mais ou menos já imaginava o que era, pois agora bem mais calma, ainda continuava nua no banheiro passando creme pelo corpo na maior naturalidade.
Terminei meu banho e saí.
Adriana totalmente nua e cheirosíssima aguardava-me do lado de fora do Box.
Quando viu meu estado de excitação deixou escapar um – ‘Nossa como está grande’!
Confesso que minha alta estima ficou elevada com o comentário da Adriana.
No banho após o futebol já tinha visto o pau do Paulo. Era um pouco menor que o meu e bem mais fino, talvez por isso o espanto dela.
Sequei-me e perguntei a Adriana:
- Posso saber o que está se passando por essa cabecinha linda?
Sem me responder, Adriana pegou na minha mão e foi me levando por sua casa, abriu a porta do seu quarto e me puxou pra dentro.
A sua cama ainda estava toda desarrumada e por estar com as janelas fechadas, ainda exalava um cheiro forte de sexo naquele ambiente.
Confesso que fiquei ainda mais louco de tesão com aquela situação. Já não estava nem aí que Paulo e Júlia estavam trepando no motel, que fossem as favas aqueles dois.
Não sei, e também nem perguntei o porquê Adriana trancou a porta do quarto sendo que estávamos a sós na sua casa, vai saber o que se passa na cabeça de uma mulher traída.
Delicadamente Adriana me abraçou colando seus peitões no meu corpo e disse:
- Agora vamos dar o troco naqueles dois.
- Quero que você me possua na mesma cama que aquele filho da puta do meu marido me fodeu pouco antes de ir pro trabalho dizendo que eu era a única mulher da vida dele.
- Posso até me arrepender depois, mas, agora quero devolver um par de chifres bem grande na cabeça daquele canalha e na puta da sua mulher.
Adriana foi me forçando para que deitasse de costa em sua cama. Senti que em algum lugar a cama ainda estava molhada de porra que escorreu da sua bucetinha resultado da foda com Paulo ainda há pouco.
Adriana se agasalhou no meio das minhas pernas e quase fui às nuvens quando senti sua boquinha tentando engolir o meu cacete enquanto sua língua serpenteava na cabeça do meu pau.
Ela chupava maravilhosamente bem.
Como não conseguia engolir completamente meu pau, enfiava a cabeça na boca e com uma mão batia uma punheta enquanto que com a outra mão brincava com meus testículos.
Adoro quando uma mulher faz isso comigo.
Meu corpo retesava e eu gemia de tesão enquanto Adriana me levava ao paraíso com sua boca maravilhosa.
Disse a ela que estava quase gozando. Pensei que ela fosse parar, mas, pelo contrário aumentou a intensidade da chupada e em pouco tempo enchi sua boquinha de porra.
Mesmo ela tentando engolir tudo, a terceira golfada a surpreendeu e molhou seu rosto lindo e loiro. Adriana só parou de chupar quando percebeu que meu pau estava limpinho.
Para retribuir, enquanto me recuperava daquela gozada deliciosa na boca da Adriana, deitei-a de costa e comecei mordendo seu pescocinho.
Suavemente, enfiava minha língua na sua orelha, voltava pro seu pescocinho, chupava e voltava para sua orelhinha dando leves mordidinhas.
Adriana com seus braços me apertava forte contra seu corpo suspirando e gemendo baixinho em meus ouvidos.
Desci mais, abocanhei e mordia levemente os biquinhos dos seus seios que estavam rígidos demonstrando toda a excitação que estava sentindo com minhas carícias.
Dei mais um pouco de atenção àqueles seios maravilhosos motivo de tantas punhetas, e passeei com minha boca por sua barriguinha linda e sarada até chegar ao seu umbiguinho. Enfiei minha língua, e brinquei um pouco explorando aquela região.
Adriana gemia baixinho dizendo para não parar. Seu corpo trêmulo, errepiado e têso, serpenteavam naquela cama respondendo a cada toque, a cada carícia que recebia.
Quando cheguei à sua bucetinha, percebi que estava completamente alagada demonstrando toda a volúpia daquela foda que prometia ser indiscutivelmente a melhor da minha vida até o momento.
Quando mordi seu grelinho e enfiei minha língua naquela grutinha alagada, senti na minha boca o gosto e o cheiro de uma verdadeira fêmea no cio.
Adriana arfava, e a cada gozo, com sofreguidão esfregava sua buceta na minha cara que às vezes até tinha dificuldade em respirar, mas eu agüentava firme a investida daquela Deusa sugando e bebendo todo o néctar que saía daquela fonte de prazer tentando proporcionar o máximo de prazer àquela mulher deliciosa sedenta por sexo e vingança.
Adriana me implorava para foder sua buceta.
- Por favor, me fode, não agüento mais.
- Quero seu cacete na minha buceta.
Subi por cima dela e encaixei meu pau na entrada da sua bucetinha. Adriana abriu mais suas pernas levantando o joelho, abraçou-me e me puxou com tudo de encontro a seu corpo fazendo meu pau desaparecer de vez dentro da sua buceta.
Adriana mexia como uma alucinada enquanto metia com certa violência na sua bucetinha. Virei Adriana e fodia com vontade sua buceta de ladinho.
Após certo tempo metendo nela nesta posição, ela levantou-se, me deitou de costa e se ajeitou em cima de mim, direcionou meu pau na entrada da sua buceta, se agachou fazendo-o sumir dentro daquela xana gulosa.
Era delicioso ver meu pau entrando e saindo de dentro daquela loira deliciosa. Perdi as contas de quantas vezes Adriana já tinha gozado com meu pau atolado na sua buceta.
Agradeci a Deus por ter gozado antes na boquinha dela, pois demoro pra gozar novamente, ainda bem, pois assim poderia dar mais prazer a ela.
Senti que Adriana estava gozando novamente, pois gritava como louca. Seu corpo começou a tremer e ela arriou de vez sobre mim dizendo:
- Ai que tesão - Que loucura, estou exausta.
Para dar um tempo pra ela se recuperar, empurrei carinhosamente sua cabeça de encontro ao meu pau e ela entendeu perfeitamente o que queria, então abocanhou com gosto meu cacete me brindando com mais uma chupada maravilhosa.
Quando estava em ponto de bala novamente, botei Adriana de quatro na cama, dei uma lambida na sua buceta totalmente alagada e meti forte meu pau naquela bucetinha que agora o recebia com certa facilidade.
Nesta posição eu entrava fundo em Adriana, pois sentia meu pau empurrando seu útero quando forçava.
Adriana rebolava e jogava seu corpo de encontro ao meu como uma puta desvairada.
Quando salivei a entrada do seu cuzinho e enfiei um dedo dentro, achei que ela ia recuar, mas parece que estava gostando, então, logo estava com dois dedos atolados naquele cuzinho alargando-o para poder receber meu cacete.
Quando tirei meu pau da bucetinha da Adriana e coloquei na entrada do seu cuzinho, ela olhou pra mim e disse:
- Por favor, vá com calma, eu tenho dificuldades para agüentar o pau do Paulo que é bem menor e mais fino que o seu.
Falei para ela não se preocupar que pararia se sentisse dor.
Forcei a entrada e Adriana reclamou que estava doendo. Perguntei se queria que parasse, ela respondeu que não, só para ter um pouco de paciência.
Quando senti que Adriana estava um pouco mais relaxada forcei a entrada e quando passou a cabeça, ela deu um grito e pediu para parar um pouco.
Senti que Adriana estava sofrendo para receber meu pau no seu cuzinho. Pensei que ela fosse desistir mais pra minha surpresa ela foi rebolando lentamente sua bundinha e aos poucos meu pau foi se agasalhando naquele canal apertadinho até sentir que meus bagos encostaram-se na sua bunda.
Comecei um vai e vem meio tímido, mas Adriana pediu para esperar um pouco mais para se acostumar com o novo invasor.
Aos poucos ela foi se soltando e começava um rebolado cadenciado delicioso, pois sentia meu pau alargando aquele cuzinho apertadinho pouco explorado. Adriana me confidenciou que poucas vezes tinha dado o cu pro seu marido.
Após ter acostumado com meu pau no seu cuzinho, Adriana já recebia sem reclamar as estocadas fortes e profundas no seu rabinho.
Aos poucos fui aumentando o ritmo e Adriana gritava:
- Fode meu cu, fode!!
- A cadela da sua mulher não tá dando o cú pro meu marido?
- Pois come o meu também!
- Puta por puta eu sou mais eu.
O barulho de nossos corpos se encontrando devido à fúria que devorávamos um ao outro, podia se ouvir de longe, mas não estávamos nem aí, naquele momento só estava querendo satisfazer a mim e aquela fêmea maravilhosa que estava dando e recebendo prazer de forma selvagem, mas, ao mesmo tempo com carinho e respeito mútuo.
Falei pra Adriana que ia gozar então ela me disse:
- Goza no meu cu, goza filho da puta!
- Fode o cu da sua puta, fode!
- Quero sentir sua porra dentro do meu cuzinho, - Enche meu cu de porra, enche! - Aaiiii!! Que delícia!!!
Vendo aquela loira maravilhosa com meu pau atolado na sua bundinha rebolando e gritando para
Encher seu cu de porra grudei na sua cintura e atolei meu pau com toda força inundando seu intestino de porra.
Pra falar a verdade, não sei se Adriana conseguiu gozar com meu pau no seu cuzinho, mas pra me satisfazer ela agüentou firme até o final tentando retribuir o prazer que conforme ela tinha lhe proporcionado.
Após termos gozados, estávamos exaustos. Fiquei por cima da Adriana com meu pau ainda atolado no seu cuzinho por um tempo, só tirei quando amoleceu completamente.
Após termos tomado um banho, por insistência da Adriana, iríamos até o motel.
Pra falar a verdade quando estava fodendo Adriana eu nem estava pensando em Julia e Paulo, mas vai entender as mulheres.
Na realidade eu já estava satisfeito em ter dado o troco na minha mulher. Não pensava em terminar com meu casamento, pois apesar de tudo eu a amava. Se ela estava procurando prazer com outro homem, eu também tinha uma grande parcela de culpa.
Falei isso pra Adriana e ela prontamente me respondeu:
- Quem ama não trai, Paulo tem tudo o que precisa em casa, se para ele não está bom, ele que vá pro inferno. - Pra mim está tudo acabado.
Tentei tirar da cabeça dela, mas Adriana estava irredutível.
Atrasei Adriana o máximo que pude. Estava torcendo para que não encontrássemos Júlia e Paulo no motel.
Quando chegamos até o carro, dei a partida para sair, Adriana pediu para esperar, pois tinha esquecido o celular em casa.
Enquanto Adriana trancava a porta da sua casa, pelo retrovisor vi o carro do Paulo dobrando a esquina e estacionando atrás do meu carro. Confesso que fiquei sem ação.
Adriana quando viu o carro do seu marido parando na frente da sua casa, correu para o portão com olhar fumegante.
Pensei comigo, agora o bicho vai pegar, um escândalo será inevitável e com certeza será o fim de dois casamentos.
Mas o destino nos prega cada peça que às vezes contando não dá para acreditar.
Derrepente a porta do carro se abre e do lado do motorista sai todo sorridente Bruno, irmão do Paulo.
Pensei comigo, filho da puta, então é você que tá pegando minha mulher? E antes de qualquer reação minha, sai do carro também Lia irmã mais nova da Júlia dizendo:
- Você não estava viajando cunhadinho?
- O que está fazendo aqui com a Adriana? Minha irmã vai ficar sabendo hein!
Hei! Meu irmão também, disse Bruno em tom de brincadeira e os dois caíram na gargalhada.
Disse a eles que estava passando na rua vi Adriana, e parei para cumprimentá-la. (Pensei comigo e que Cumprimento)
Adriana olhou pra mim com um olhar de interrogação e eu a olhei com uma expressão de quem não estava entendendo nada.
Não sei se Bruno e Lia perceberam alguma coisa estranha entre Eu e Adriana, se perceberam fizeram que não notaram.
Bruno me abraçou e perguntou se tinha feito boa viagem. Lia me deu um abraço efusivo, me beijou no rosto dizendo que estava com saudades.
Adriana e Eu continuamos calados sem entendermos nada.
Após Lia cumprimentar Adriana, nos disse que estava de férias e como eu estava viajando, veio passar uns dias com Júlia e matar a saudade do seu namorado o Bruno.
Só aí que as coisas começaram a ficarem claras, pois Lia namorava Bruno a mais de dois anos, e Bruno era sócio do Paulo na imobiliária.
Lia é dois anos mais nova que Júlia e as duas são parecidíssimas, além do mais, usam o mesmo corte e cor de cabelo. De longe não tinha como perceber que quem entrava no carro do Paulo era Lia e não Júlia.
Lia nos disse que Júlia tinha ligado pra levar um agasalho de frio pra ela na faculdade, pois na pressa tinha esquecido em casa.
Realmente o dia estava bem frio em Curitiba, coisa normal aqui no sul. Então Lia ligou pro Bruno e como ele tinha que ver alguns imóveis na região e seu carro estava na revisão, pegou o carro do Paulo, passou em casa e pegou Lia. “Foi a cena que tinha visto quando chegava em casa”. Só que antes de entregar a blusa pra Júlia, Lia e Bruno resolveram dar uma escapadinha no caminho. Perguntei o porquê não ficaram em casa e Lia respondeu sorrindo:
- Por respeito a minha irmã e meu cunhadinho do coração. Não é amor? Disse Lia com um sorriso malicioso olhando pra Bruno que confirmou com um sorrisinho de cumplicidade e disse:
- Adriana, o Paulo pediu pra você pegar uns documentos que estão na estante da sala, pois vai precisar deles hoje.
Tanto Adriana com eu, estávamos completamente aturdidos com o desenrolar da estória.
Adriana pegou os documentos e entregou a Bruno.
Eles se despediram sempre sorridentes, entraram no carro e saíram.
Adriana com os olhos vermelhos começando a chorar novamente olhou pra mim e disse:
- Meu Deus, o que foi que nós fizemos?
Disse a Adriana que não tínhamos culpas, que tínhamos sido traídos pelo destino.
E disse também que se dependesse de mim, o que aconteceu ia ficar só entre nós, pois não queria acabar com meu casamento, ainda agora sabendo que Júlia e Paulo estavam inocentemente nesta estória.
Adriana estava inconformada. Tentei abraçá-la para confortá-la, mas ela carinhosamente me empurrou e disse que queria ficar sozinha para tentar reorganizar suas idéias.
Tentei argumentar, mais não tinha muito que falar naquele momento.
Confesso que adorei a peça que o destino nos pregou, pois sexo com Adriana não passava de uma mera fantasia na minha cabeça.
Sei que será muito difícil pra Adriana aceitar o que aconteceu entre nós. Tomara que ela saiba lidar com isso. Espero que tenha sido tão bom pra ela, tanto quanto foi bom pra mim.
As coisas entre Júlia e Eu melhoraram muito depois do acontecido.
Adriana também não contou ao Paulo sobre nossa aventura. Numa conversa com Júlia certo dia, ela disse estranhar o fato do desaparecimento de Adriana e Paulo de nossa casa.
Tenho certeza que Adriana só esta dando um tempo pra si mesmo para acostumar com a idéia de que um dia em sua própria casa, ela foi uma puta devassa realizando os seus desejos mais obscuros se entregando de todas as formas a outro homem na sua cama logo após ter feito amor com seu marido.
Amigos leitores se gostaram do conto, deixe seus comentários e responda com sinceridade.
Quem ama Trai?
Aventura.ctba@ig.com.br

Etiana e Brenda

Essa aconteceu com uma amiguinha minha muito gostosa, a Etiana. Ela é simplesmente linda, 27 anos, loira, olhos azuis, 1,60, 53 kg, e peitinhos naturais bem proporcionais. Ela me contou em detalhes e vou procurar resumir para vocês. Ela tem uma amiga chamada Brenda e elas se conheceram ano passado no salão de beleza onde a Etiana freqüenta. A Brenda é manicure, tem 20 anos, é muito linda, também loira, de olhos castanhos. Bem, a Etiana me contou que logo que se conheceram no salão ela percebeu que a Brenda a olhava com um jeito bem provocativo. Ela me explicou melhor dizendo que Brenda olhava ela nos olhos e que sempre rasgava elogios a minha amiga. Dizia você é muito bonita, adorei te conhecer, coisas desse tipo. A Etiana ficava lisonjeada, chegou até a desconfiar de que Brenda poderia estar paquerando ela, mas não chegou a pensar que iria receber uma cantada de Brenda e algo mais.

Numa sexta-feira, com muito movimento no salão, a hora marcada para a Etiana foi lá pelas 21h. Só a Brenda ficou para atendê-la. Sozinha com minha amiga, Brenda sempre muito carinhosa com Etiana fez suas unhas das mãos e pés com aquele jeitinho todo especial. Durante o serviço, Brenda disse para Etiana posso te fazer uma pergunta? - Claro, respondeu Etiana. Você é solteira, tem namorado? Não, não tenho namorado não, estou solteiríssima. Brenda disse também estou sozinha e te acho super bacana. Queria te convidar para sairmos juntas, que acha? Acho ótimo disse Etiana, também te acho muito legal. Vamos sair domingo? Amanhã tenho muito trabalho e vou ficar cansada, mas como segunda é minha folga fica melhor. Etiana disse sim, pode ser, o que você pensou? Brenda disse, ah, sei lá, quem sabe podemos passear pelo centro, no shopping. Depois podemos ir para o meu apartamento ver um filme, beber alguma coisa, aí você já conhece onde eu moro. Etiana respondeu tá bom, vamos sim, quer que eu te pegue? Onde você mora? Ela passou o endereço e combinaram tudo. Na hora combinada, Etiana pegou Brenda em seu apartamento.

Elas passeram pelo shopping, comeram sorvete, coisa e tal. Durante a conversa Brenda deu uma investida na minha amiga que ficou muito encabulada. Brenda disse, Etiana, você acharia muito estranho ficar com outra mulher? Já aconteceu contigo? Etiana se fez de desentendida e disse como assim, você quer dizer se relacionar com outra mulher? Brenda disse sim, transar de verdade com outra gata. Etiana disse, nunca pensei nisso, mas porque você está me perguntando, você já ficou com outra mulher? Brenda ficou com medo de ter assutado Etiana, mas continuou a conversa dizendo, sim, na verdade eu só fico com mulheres, eu sou lésbica, mas não quero que você se assuste, afinal somos amigas. Além de tudo, ser lésbica não é nenhum problema né? Não vou mentir para você, gostaria muito de ficar contigo, te beijar agora mesmo, mas não quero te assustar. Etiana ficou vermelha, nervosa, trêmula, e disse não tenho nada contra, mas nunca aconteceu comigo. Brenda disse mas você é muito linda, me sinto atraída por você, mas não faria nada que você não quisesse. Embora tenha ficado nervosa e surpresa, Etiana também gostava muito de Brenda e não queria ficar sem sua amizade. Chegando em seu apartamento, Brenda insistiu com o assunto e contou para Etiana como foi sua primeira vez com outra mulher, uma amiga de colégio. Ela e essa amiga se pegaram numa tarde que estudavam juntas e sozinhas em casa.

Ela contou essa transa lésbica em detalhes e Etiana começou a ficar excitada com o jeito que Brenda descrevia o que sabia fazer com outra mulher. Brenda percebeu e se aproximou de Etiana dizendo não fica nervosa, se você topar vou te tratar com muito carinho. Aposto que você vai gostar muito e ninguém precisa ficar sabendo, será um segredo só nosso. Etiana disse não estou nervosa, estou apavorada e sorriu meio sem jeito. Brenda a puxou para perto, deu um beijo em Etiana e já foi tirando a blusa da safadinha da minha amiga que já estava toda derretida. Seus seios estavam durinhos e já estavam sendo chupados pela habilidosa manicure. Enquanto ela chupava seus mamilos, seus dedos já estavam mexendo na calcinha de Etiana, que já estava completamente molhadinha com o líquido que já escorria de sua bucetinha lambuzada. Etiana resolveu deixar de lado seus pudores e se entregou à Brenda. Beijos de língua rolaram e rapidamente Etiana já estava nuazinha. Minha amiga gemia muito, pois Brenda já tinha enfiado quatro dedos em sua buceta latejante. Brenda também ficou peladinha e disse vou te chupar toda sua safada. Vou te fazer gozar gostosa. Mesmo sendo mais jovem, Brenda demonstrou ter muita experiência em satisfazer outra mulher e Etiana se contorcia toda em sua língua.

A língua de Brenda era grande e fazia muito bem o serviço. Etiana me disse que a língua de Brenda lhe levava à loucura, ela investiu com muita volúpia mesmo, sugando com vontade, Etiana tremeu toda, e disse não pára, por favor não pára que eu vou gozar. Foi o que aconteceu, Brenda sugou tudo e Etiana deu um grito mais forte quando seu gozo escorreu pela sua bucetinha pernas abaixo. Brenda foi pra cima dela e começou a roçar a sua xana na buceta de minha amiga. Nesse momento, as duas cachorras gritavam muito de prazer. Brenda esfregou com muita vontade sua bucetinha na bucetinha de Etiana. As duas gozaram gostoso. Etiana estava louca, queria mais, dizia, me come, me fode, e gritava como uma puta depravada. Brenda disse vou te dar minha xana para você chupar vadia e sentou com aquela sua buceta molhada e quentinha em cima da cara da Etiana. Ela quase sufocou minha amiga e mandava ela chupar, chupa cadela, chupa tudo, é para você, vai, chupa. E gemia de prazer enquanto Etiana estava com sua boca e nariz enterrados na xana de Brenda.

Depois disso fizeram um 69 e Etiana já não se agüentava mais. Brenda ainda tinha coisas a fazer com a minha amiga e colocou um pênis de silicone que amarrou em sua cintura. Puxou Etiana e meteu aquele consolo na minha amiguinha que urrava como uma gata no cio. Brenda não poupou Etiana e disse agora senta nesse cacete e goza de novo sua gostosa. Etiana cavalgou naquele consolo e lambuzou todo ele com seu mel. Brenda não deu mole e enfiou o consolo no cuzinho da Etiana que gritava e dizia você vai me matar sua puta.

E Brenda se aproveitou mesmo da minha amiga que gozou de novo com aquele consolo enfiado em sua bundinha. Após tudo isso, as duas já sem forças dormiram abraçadinhas. Depois de cerca de uma hora e meia, acordaram e tomaram um banho bem quentinho. Ainda se pegaram no banho. Brenda não parava de enfiar seus dedos na bucetinha de Etiana. Brenda conquistou de vez a minha amiga e sempre que possível as duas se encontram para colocarem suas aranhas para brigar. Foi uma aventura e tanto, fiquei com inveja da minha amiga, mas que bom que ela se deu bem, alías, ela deu bem.

Beijos a todas.

Espero que tenham gostado.

 Jade

 


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