Contos Eróticos

Comendo o dono do imóvel

Fala galera, tranquilo, sou assiduo leitor do site (moreno, 1.70, 74kg, tarado em bunda de macho, safado na cama, 37 anos)...

Moro no rio de janeiro e entre os meus trabalhos, colaboro nos processos de legalização de imóveis, um destes processos, existe a exigência de se juntar fotos do imóvel em questão, e é aqui que começa minha aventura. Fui ao local cumprimentei o proprietário com surpresa pois não sabia que ele estaria La, aqui cabe um parêntese , (trat a-se de um militar da reserva, corpo inteiro, pernas grossas, uma senhora bunda, do tipo muito sério de pouca conversa, mas daqueles que deixam uma ar sacana, deve ter uns 46 anos, pouco grisalho, sério porem muito gente boa) nesse momento comecei a sentir tesão, não esqueci o trabalho, mas fiquei de pau duro com aquele aperto de mão e um “ainda bem que você veio”....(não entendi na hora), pra sacanear comecei o trabalho por fora, ou seja tirei logo as fotos da fachada do prédio, para poder demorar mais lá dentro rsrsr.

Subimos, ele ficou na minha frente e não tive como não olhar aquela bunda..iniciei o serviço, e ele começou a falar, perguntar coisas, algumas duvidas sobre o processo, como seria, coisa e tal..e eu andando e fotografando....talvez tenha sido impressão minha, mas acho que percebi ele mexendo no pau e tava meio bomba...deixei pra lá, mas resolvi alimentar aquilo..num momento que fui fotografar a dependência de empregada, que era minús cula, ele entrou junto, fiquei fingindo encontrar o melhor ângulo e vim afastando e “sem querer” esbarrei nele, pedi desculpa e continuei, e sim...o pau dele tava duro. O meu subiu na hora...acabei e fiz menção de sair, mas antes disse que ia usar o banheiro, ele falou eu tb precisava...fui na frente, fiquei lá com o pau na mão, mijão caindo a porta aberta..ele olhando...me virei um pouco de lado e ele do nada perguntou se meu trabalho me dava tesão...perguntei o porque, ele só mostrou com a cabeça em direção do meu pau...ai respondi...depende....as vezes sim...ele se aproximou e pegou de leve no meu pau..ficou apertando e ele inchando e crescendo, ele não agüentando mais abaixou e começou a mamar...eu quase derrubei a máquina, pois não imaginava isso, embora estivesse tesudo pra uma foda....

Ele ficou mamando, baixei meu calção e ele engoliu tudo..caralho que tesão de ver aquele coroa militar, tesudo, machão, com meu pau na boca....passei a mão na bunda dele de forma que fosse tirando o calção e caralho..que bunda, tesuda, máscula, fiquei alisando e levando o dedo em direção ao cuzinho dele, o calçao caiu até o chão...ele parou de mamar e tirou a camisa...porra agradeci aos deuses, pq o cara era maneiro...pediu pra tirar o resto da roupa, tirei tudo fiquei peladão e ele me falou vem aqui....segui, ele me levou a um dos quartos onde o sacana havia deixado um colchão em um dos armários, ou seja, ele ia fuder com qualquer um que estivesse ali, que sorte a minha kkkkkkk.

Ai já não via mais um senhor militar, via um puto safado, de 4 cuzaõ aberto pronto pra levar pica...e não demorou muito, pois ele mesmo guiou meu pau, escostou na entrada do cu e veio devagar engolindo minha pica, delicioso, não era um cuzão largo, mas não mais apertadinho, mas muito gostoso..fiquei metendo por um tempo, depois em ficou em pé e pediu pra meter de novo, encostei a pica e mandei ver, ela estava com o pauzão dura ço, de responsa diga-se de passagem...peguei o pau dele e comecei a punhetar, ai ele pirou pediu pra punhetar rápido que ele queria gozar com minha pica cravada no cu....acelerei a punheta e ele melou minha mão toda, espalhei a porra na pica dele, levei minha mão pra ele lamber, o safado limpou a porra toda, eu arreganhei o cuzão e fiquei olhando minha pica entrar e sair...como sei que depois que o cara goza, quebra o tesão de ser fudido, quis tirar pra gozar na punheta, ele me segurou e mandou continuar que queria sentir o gozo no rabo, como estava de camisinha, ele só pediu pra puxar um pouco, pra ele sentir ela enchendo de porra....tirei a pica do cu dele, puxei a camisinha um pouco e meti de novo socando até gozar....urrei feito um porco e mandei o leite pra fora....caralho como gozei gostoso...

Nos limpamos, não houve beijo, nada disso, só a foda limpa e seca..e isso foi bom demais...ja encontrei com ele outras vezes, mas no escritório e na presença da esposa, o processo ainda não saiu, e ele disse que quando saísse queria falar comigo pra tirar algumas duvidas....não sei o que vai rolar pq ele teve que entregar o apto que tava sendo vendido, no dia da entrega das chaves, o novo proprietário pediu pra jogar algumas coisas fora, entre elas, o colchão onde fudi aquele cu gostoso. Alguem afim de algo real, é so mandar email (contato.2009@bol.com.br), casais com maridos passivo ou mamador, são muito bem vindos!!!

 

Viciada para o resto da vida

Minha história pode ser muito comum porém foi uma experiência na qual fiquei viciada para o resto da minha vida. Trabalho na área de saúde temos vários casos neste sentido. Sempre tive um tesão por mulheres, mas de filmes e contos, no qual sempre li.Eu conheci a Cida no trabalho e ela era uma enfermeira muito competente, mas tinha um boato no Hospital que era era lesbica, e eu achava também porque era muito masculina. Mas com muito respeito, nunca me falou nada ou se quer me olhou. Terminamos o plantão, era uma terça-feira e estava armando o maior dilúvio, dessas chuvas que caem no rio de janeiro, eu estava me dirigindo para meu carro, quando eu a avistei indo em direção ao portão de saída. Gritei pelo seu nome e perguntei se ela queria carona ou para onde estava indo. Ela me respondeu que morava em Duque de Caxias e eu disse a ela que era caminho..... Bem, ela entrou no meu carro e saímos do hospital. Ela meio sem graça, me perguntou porque da carona e eu disse que estava chovendo e que poderia adiantar o lado dela....Chovia muito e eu peguei a pista que estava alagada. Não conseguíamos sair do lugar, era aquele temporal.....então eu comecei a ficar nervosa e chorar e ela me acalmando quando passou a mão nos meus cabelos e me disse para ficar calma, vi na minha frente um motel( que alias onde estávamos só tinha isso) decidi então entrar e esperar a chuva passar.

Tinha muita gente fazendo isso para não perder os carros, liguei pra casa e avisei ao meu marido, ficou tudo bem. Só tinha suíte e ela me disse que não tinha dinheiro para pagar, eu falei para não se preocupar.....entramos na suíte e pedi logo alguma coisa quente para tomar ...um café e ela pediu um conhaque. Me deu um arrepio, mas agi com naturalidade, disse que iria tomar um banho, já que havíamos saído do plantão.....quando sai ela estava na banheira cheia de espuma com o conhaque na mão e perguntando se não queria uma massagem, pois estava muito tensa.Entrei na banheira pelada e fiquei de costas....ela começou uma massagem e eu pedi um gole do conhaque......me deu um calor e disse a ela que estava quente.....ela massageava minhas costa com mãos de fada porém com cheiro de homem, suas mãos foram baixando e chegaram nos meus peitos...e que massagem, fiquei louca deitei no peito dela e comecei a chupa-los loucamente, ela me pegou e me beijou loucamente...nunca senti aquilo na minha vida, era um calor que percorria meu corpo e ela me tirou no colo e me levou pra cama, enxugou-me e veio ate a minha xana lambendo com amor......eu urrava de tanto tesão e ela dizia......geme que teu macho esta aqui......

Ela chupou meu grelo por mais de uma hora e eu tive tanto orgasmo que desmaiei de tanto tesão. Adormeci em seus braços, quando acordei ainda com a chuva caindo ela me disse que agora íamos mesmo transar.....tomei um banho e quando deitei lá estava ela........desci com minhas mãos pelos suas mamas e lambi os bicos deliciosamente, pedi para chupar ela....ela disse que não....ali quem mandava era ela...então me colocou de quatro e lambeu minha buceta até eu gozar.....minhas pernas tremiam...depois vendo que seu gozo descia pela sua perna, ela encaixou-se em mim e juntamos nossas bucetas...esfregamos e pude sentir o tamanho do seu grelo, gozei como uma louca,......depois eu deitada exausta, ela me disse: _ mulher minha tem que me chupar....fizemos um 69 de enlouquecer, senti ela gozar na minha boca, foi a melhor sensação que pude ter..... Ficamos deitadas nos acariciando e ela me disse que tinha um tesão enorme por mim e que sonhava com aquele dia. Nos amamos mais uma vez, uma pena que a chuva passou.....tivemos que ir embora, mas ficamos amantes e sempre na saída do plantão a levo para casa, passamos o dia juntas e estamos assim há dois anos........

Nina lopez Quem quiser contato passa um email.

valeria.menezes@gmail.com

 

Fui mamado por uns putões no Black out

Como regra. vou me descrever - SAFADÃO e PUTÃO, 183m, 38 anos, 93 kg., meio fortinho, branco de pele, anéis no pau 18,5 x 4,5 e MACHO.

Estive nesse clube de orgias aqui em SP, no centro no feriuado do dia 21 de abril. Fazia umas 06 semanas, que não ia em NENHUM LUGAR, sei lá por que.

Vamos ao conto:
É um clube de orgias com várias salas escuras e que já passei muitos MOMENTOS DE DELÍCIAS ali das outras vezes em que eu por lá estive.

Estava sentado num sofá que tem lá numa sala dessas "darkonas" e logo me aparece um cara e começa a mamar meu pau que já tava DURAÇO e com as veis TODAS SALTADAS e NA FLOR DA PELE. Nesse momento tinha um dos anéis no pau, e outro na minha mão, pois tinha acabdo de chegar !!!!!! E nem tinha dado tempo em colocar todos os anéis no pau. Num curto comer, nem ser enrabado, curto mesmo é AS MADAS nos meus peitos, nas orelhas ........................ UAL Q TESÃO (fico loco cara) !!!!
E no PAU !!!!!!!!! E o cara mandava a ver na babada loca da boca dele !!!!!!! DE repente, sem mais, nem menos o cara se arruma e vai embora !!!!!!!! FIQUEI puto da VIDA com essa atitude, pois estava há um tempão SEM SENTIR essa boca LOCA agasalhando e dando um trato no meu pau.

PASSADOS alguns minutos consegui colocar o outro anel que tem um detalhes que fazem massagem na boca do cara e no meu pau - porra só de contar MEU PAU T´ADURAÇO embaixo da calça.

Apareceram vários caras e no meio deles, aparce um neguinho LOCÃO e AFIM DE UMA TREPADA, e vindo o tamanho da "coisa" caiu de boca, SEM PENSAR e ARRACANDO UNS GEMIDOS meus. Curto sentir o gosto do meu pau na boca do outro cara !!!!!! E o cara MANDAVA VER na MAMADA e nos BEIJOS, e eu ENFIAVA OS DEDOS no REGO dele que tava TODO QUENTINHO e BEM ARROMBADÃO - adoro rabo ARROMBADO !!!!!!!

Nisso, vários CARAS ESTAVAM vendo NOSSA ORGIA !!!!!!! De repente, ele fala que queria que eu o comesse.

NÃO curto comer, cara - respondi.

Só um pouquinho - ele falava.

INFELIZEMENTE, ele SE LEVANTOU e FOI EMBORA o putão !!!!!!

Só que tinha uns 04 de olho na nossa TRANSA - adoro ser voyeur !!!!!

Surge então, um outro que melecou o rabo com gel e começou a me masturbar e começei a GOZAR bastante e como não gozava há algum tempo.

FICO puto com isso, já que NÃO AGUENTO SEGURAR por MUITO TEMPO o TESÃO !!!!!!!

Espero terem gostado do conto.

VLW

Se quiserem marcar comigo: luizhenriquesrbr@hotmail.com

 

Eu e mais duas cavalas

Oi, sou eu novamente, vou contar um fato verídico vivenciado por mim no dia 13 de outubro de 2010, estava em casa assistindo televisão quando me surgiu a idéia de passar pelo local em que as travestis aqui de Campinas fazem ponto, peguei meu carro e sai em direção ao “circuito”, cheguei lá e estava lotado de tgatas, estacionei meu veículo em um estacionamento dali e fui a pé ver as gostosas e seminuas travestis, comecei por uma rua apelidada de “rua das necas”, ali todas as travestis ficam de pinto na mão se masturbando e mostrando seus dotes para os carros, lá tem uma característica, todas são muito dotadas e ativas, mal olhei na direção de uma mulata com um pau gigantesco que ela já me chamou e me mostrou seu dote, retinho, sacudo e rosinha, na hora em que vi aquele colosso fiquei excitado e louco para chupar aquilo tudo, ai ela me propôs que como eu só queria chupar, porque não fazer isto ali mesmo, topei, ela colocou aquele pinto enorme na minha boca e começou a foder, eu ficava sem ar e engasgava cada vês que ela enfiava tudo, ela só parou de foder minha boca depois que encheu ela de leite quente e grosso, depois que ela gozou me disse que queria comer meu cuzinho, convidei-a ir ao meu apartamento, lá além de ser confortável tinha aquecedor e como estava muito frio isso a convenceu, porém ela me disse que não podia i pois tinha uma amiga que acabara de chegar de Minas Gerais e ela não podia deixar ela sozinha ali na rua, como eu estava louco de vontade de dar o cu para ela, eu disse, “porque você não a leva junto, faremos uma suruba”, ela gostou da idéia, e falou, “olha, ela foi comprar um lanche e já volta”, aí eu disse, vou buscar meu carro e se ela não tiver voltado enquanto isso nós a pegamos no auto lanche, ok?, ótima idéia, peguei meu carro e fui até o local em que a Fernanda (travesti que eu havia chupado) estava, sua amiga Flavia ainda não havia chegado, aproveitei e perguntei quanto elas pretendiam me cobrar, a Fernanda falou que cobrariam R$ 200,00 cada para passarem a noite, aceitei o valor e fomos buscar a Flavia, o auto lanche estava lotado e ela ainda não havia sido atendida, falei para a Fernanda chamar a Flavia que faríamos comida em casa, fomos para meu apartamento, lá fui ao banheiro e quando chego no quarto me deparo com as duas meninas peladas e chupando-se no maior 69, fiquei de cuecas e as observando, ouvir elas gemendo era algo incrível, neste momento observei o cacete da Flavia e constatei que ele era do mesmo tamanho do da Fernanda, enorme, depois de algum tempo, as duas vieram na minha direção e começaram a me chupar, aí uma foi para atrás de mim e a outra ficou na minha frente, daí a que estava atrás começou a me comer enquanto a outra me dava a pica para chupar, elas ficaram revezando durante horas e só pararam depois que gozaram, as duas ejaculavam muito e quando gozaram na minha cara eu quase me afogo naquele leitinho todo, acho que nunca vi tanta porra, aí dormimos, quando olho, era noite ainda, a Flavia me pede, “chupa minha pica pois estou louca de tesão”, chupei e bastou algum tempo para ela começar a mijar na minha boca, fiquei puto pois nunca havia feito aquilo, nisso a Fernanda acordou e me convenceu a deixar ela mijar em mim, no começo senti asco mas depois passei a gostar, as duas ainda me comeram mais uma vez, esporrearam em cima de mim e depois mijaram na minha boca, foram fazer o café da manhã e depois se oram, sem que eu as pagasse, ontem elas voltaram, comeram comida, me comeram e mijaram em mim antes de irem. Caso alguma travesti de Campinas queira ser chupada e comerem um cusinho depois, me contate.

rimaju64@hotmail.com

 

Sexo e muita zoação

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito,bissexual e atraente) 3° ano colegial, hormônios a flor da pele e nós ali com nossos 17 anos .
Sempre estudei no período da manha mas neste ano resolvi passar pra noite, em minha sala tinham varias garotas mas uma se destacava por sua beleza e inteligência. Rebeca Gusmão, uma garota um pouco safada, namorava firme já a uns 3 anos,eu morava a uns três quarteirões a frente da sua casa , por esse motivo conversava bastante comigo, na saída eu sempre a acompanhava até em casa. e ela sempre me confidenciava alguns segredos, esses dias me disse que havia traído seu namorado com um cara da rua com o dobro da idade dela, ela ainda me contava detalhes do acontecido o que me deixava um pouco excitado.
Por fim ela acaba terminando com o namorado e começa a pegar geral no colégio, ela sempre me dava umas olhadas , eu por minha vez nem ligava, num imaginava que fosse dar em alguma coisa, o que uma garota como ela iria querer comigo.
Numa quinta feira, dia em que a aula acaba mais cedo, ela me chama pra fazer companhia a ela até sua casa, aceito numa boa , nos despedimos do pessoal , Renata nos olha e da um largo sorriso, Renata era a melhor amiga de Rebeca e sua principal confidente. Seguimos rua afora com papos sobre a escola. até que rebeca me pergunta se eu a achava bonita, meu deus que pergunta era aquela ja que a resposta era certa, imagino que ela queria tirar uma da minha cara, então lhe digo que ja fiquei com garotas mais bonitas do que ela, na cara dura, ela que já imaginava a resposta fica toda sem graça. e se cala por um tempo. chegamos próximo a sua casa e paramos perto de seu portão e nos sentamos para conversar, ela era muito interessante , e conseguia se abrir facilmente comigo, ela me diz o motivo de ter terminado com o namorado, fala que não sentia nada por ele , e que agora ela estava a procura de quem a fizesse feliz. nos rimos, brincamos examinando alguns candidatos promissores até que ela diz meu nome. eu fico encabulado e me calo.
Ela me pergunta o que eu achava, se nós dois daríamos certo, eu dou uma risada mas não digo nada . Então ela me encara e encosta seus lábios nos meus, aproveito a situação e me esbanjo em sua boca, por uns 4 minutos nos beijamos sem parar , sua língua corria pela minha e eu adorava a sensação.
A beijava enquanto acariciava seu corpo e sentia seus seios se enrijecerão , enquanto isso ela passava a mão por dentro de minha camisa alisando meus mamilos . me deixando ainda mais excitado. De repente ela para se levanta pega em minha mão abre o portão e entramos em sua casa. Rebeca morava só com sua mãe a qual dormia no sofá enquanto a TV estava ligada. Ela me leva a seu quarto, um local pequeno com sua cama, um guarda-roupa e uma mesa onde havia um computador. tranca a porta por dentro pega meu material e juntamente com o dela coloca-os em cima da mesa.
E logo tarraca em mim novamente tirando minha camiseta, ela passa a boca por todo meu corpo , chupa meu pescoço e morde minhas orelhas, então se ajoelha no chão diante de mim abre meu zíper abaixando minha cueca, nesta hora meu penis pula pra fora. eu olhava de cima enquanto ela abocanhava meu penis com a boca , ficava passando a língua desde a grande ate o talo sua saliva quente o fazia brilhar , depois passou a chupar meus testículos, a sensação era anormal, nunca ninguém havia feito comigo o que agora ela fazia. então tiro completamente minha calça. e parto pra cima dela retirando sua brusa e em seguida seu sutiã. a deito em sua própria cama abaixo sua calça revelando um fil. dental que só escondia um pouco de sua vagina, rosada ,linda , não era totalmente depilada, tinha um pequeno bigode tipo Hitler. pirei quando vi aquilo.
Me posicionei e aprofundei minha língua em sua vagina sentindo tudo o que não via por olhar, a qual lambia em movimentos suaves e rápidos , sentia minha língua roçar naqueles pelos e aquilo me arrepiava. coloco três dedos em sua buceta e começo a masturba La. ela gemia de prazer. então resolvo aproveitar daqueles lindos seios grandes e fartos,subo seu corpo com os lábios,sentindo o sabor de suor ,ate chegar em seus peitos onde passava minha boca por um o lambendo por inteiro, parecendo uma criança esfomeada querendo leite ,enquanto massageava o outro.
Ficamos ali por um tempo. então ela me pergunta se quero experimentar seu traseiro .fico meio apreensivo mas aceito então ela fica de quatro e eu me ajoelho, passo minha boca por seu rabo o que faz ela gemer. enfio minha língua em seu cu, e o lubrifico com muita saliva. então levo a cabeça de meu penis ate a porta de seu rabo e em um só movimento enfio tudo, ela geme de dor e isso me alucina ainda mais. me deito sobre seu corpo,passando as mãos por seus seios e fazendo movimentos com o quadril , dou mordidas em sua orelha e beijo sua nuca. nossos corpos ali roçando um no outro, era demais.
O tempo passa meu penis já estava doendo de tão duro , e sentia que ele ia explodir ,então o retiro de seu cu e peço pra ela se levantar, a levo até a mesa do computador coloco ela sentada na beirada, me aproximo , ela abre as pernas e me envolve , eu ali de pé, coloco meu pau em sua vagina, e ali ficamos , enquanto nos movimentávamos , a beijava , e passava minha boca em seus seios rijos como nunca, e ela adorava , sua mão caminhava lentamente desde meu pescoço ate minha virilha passando também por minha bunda e acariciando meu rego .
Os movimentos foram se intensificando, nossos corpos ja estavam colados pelo suor, então sinto-me subindo até a lua, minha perna amolece meu corpo desaba,minha porra já inundava a camisinha. mas não paro já que ela ainda não chegou ao orgasmo , um tempo depois e ela grita , me abraça. ficamos uns vinte minutos sem nos movermos, meu penis ali dentro dela. corpo X corpo.

O ano passa fico mais algumas vezes com Rebeca mas para por ai , hoje em dia o que sei de sua vida é que esta casada e tem um pequeno filho. deve estar Feliz .

bom se gostaram do conto me escrevam, ivo-81@hotmail.com Itajubá, MG

 

Sexo, amor e muito tesão

Sou Ivo (21 anos, 1.90h moreno corpo bonito, bissexual e atraente), já moro em Itajubá há algum tempo. Bom... Meu irmão, dois anos mais novo do que eu sempre teve mais sorte nos seus relacionamentos. E ele adorava empurrar suas ex - ficantes pra cima de mim.
Precisava trabalhar e quando consigo um emprego numa loja de confecções, 15 dias após minha entrada, Beatriz (Bia) uma garota a qual ficava com meu irmão e era apaixonada por ele, começa a trabalhar comigo. Já nos conhecíamos e como sempre eu já tinha dado em cima dela por via de meu irmão o qual apos tela abandonado ficava com outra garota e a empurrava pra mim. porem ela me rejeitara com uma simpatia impressionante.
E agora trabalhávamos juntos. os meses se passam e uma incrível amizade surge. Bia era linda, 18 anos, um ano mais nova do que eu , e nem de perto era aquela garota infantil e apaixonada por tudo, que tinha conhecido a alguns anos. Seu corpo era lindo, descendente de orientais , olhos verdes cabelos castanho claro um pouco miudinha tipo top mo Del, magra mais muito bonita.

Naquele ambiente só trabalhavam pessoas jovens entre 17 e 25 anos. Flavia outra funcionaria sempre colocava lenha na fogueira dizendo pra Bia que eu era apaixonado por ela e vice - versa. Porem sempre levava tudo na esportiva e sabíamos que ela estava zoando de nossa cara. Agora adorava aquela guria, sua amizade, suas palavras me confortavam sua presença me deixava aliviado.

Sempre rolavam brincadeiras entre a gente, mãos bobas que passeavam por corpos, insinuações, abraços arrebatadores palavras que enfeitiçavam. mas achava que não passava de brincadeira.

Gostava muito dela e tinha medo de querer me aprofundar um pouco mais e perder o clima da amizade. então só ficávamos nas palavras ser ter coragem de transforma - las em ação.

Anualmente contamos todo o estoque da loja, porem temos de aproveitar os dias que a loja fica de portas fechadas para tal controle. Num domingo comum onde ao certo folgaríamos Eu, Bia e Flavia somos escalados para tal serviço. Nosso chefe, que mesmo sabendo de nossa idade, confiava na gente e nos deixa com a chave da loja para fazermos a contagem.

Às 8:00 de domingo me encontro com Beatriz , a qual diz que Flavia não vira e já tinha avisado nosso chefe. as horas se passam ficamos largados ali no chão tirando e colocando os produtos nas prateleiras . até que num momento numa de nossas brincadeiras Bia me abraça e toca meus lábios com os seus, sua boca era doce, num perfume inebriante, sua língua passeava e se encontrava com a minha, sinto seu coração e percebo que ele esta muito acelerado. ficamos ali nos encarando, olhando nos olhos um do outro por um bom tempo. Não queria forsa-la a nada que ela não tivesse vontade , e somente correspondia aos beijos que ela me dava.

Então ela abre o jogo, me diz que nunca tinha experimentado um relacionamento envolvendo sexo com outro homem, e que ela achava que eu era muito especial para ela, então resolveu se entregar a mim e ali estava ela , anteriormente ela havia ligado para Flavia e pedido pra ela não vir trabalhar. Então me dei conta do que estava acontecendo e aquilo me excitara muito. porem tinha de ser algo especial na vida dela.

Eu lhe perguntei se aquilo era realmente algo que ela queria fazer ali e comigo, sem pensar duas vezes ela disse que sim, ela já sabia de minha orientação sexual, e disse estar ciente e que não via nada de errado. nós dois ali deitados no chão frente a frente. Eu esperava por aquilo fazia muito tempo e agora estava prestes a se realizar, algo tomou conta de mim e eu a beijei sufocante mente e aquilo nos êxitou . passava a mão por seu corpo e sentia suas curvas, sua pele macia e quente , ela correspondia com a mão por dentro de minha camisa passeando por meu corpo.

Saímos dali e fomos para o escritório, paramos no sofá que ali ficava retirei sua brusa com cuidado revelando seu corpo era lindo, lhe abraço e retiro seu sutiã. seus seios eram pequenos mas de uma delicadeza surreal. me abaixo e com carinho retiro sua calça , dando luz a uma calcinha vermelha minúscula, olho em seus olhos e ela balança a cabeça. então a deito por sobre o sofá seu corpo semi nu ali somente pra mim.

Começo beijando por sobre sua calcinha e subo vagarosamente passando por seu umbigo e chegando em seus seios os quais passo minha boca e em suaves movimentos os acaricio ela se contorcia, continuo beijando seu pescoço e voltando a sua boca. aquele sabor único e arrasadoramente incomum que deixava seus lábios passando aos meus. ela se levanta e desta vez me deita por sobre o sofá, retirando cuidadosamente minha camiseta e em seguida minha bermuda, meu penis latejava de tanto tesão , ela carinhosamente o apanha com as mãos suaves e retira minha cueca. o massageia e em seguida com sua boca de fada sobe beijando meu corpo comessando por meu penis o qual acaricia com a língua passando a virilha, chega por sobre meu rosto e da um sorriso.

Se levanta com as pernas abertas sobre mim e retira a calcinha que revela sua vagina, linda , totalmente depilada, sem nenhum traço de irritação. sento - me sobre o sofá e carinhosamente passo meus lábios por sobre sua vagina e ali penetro minha língua, fico meio apreensivo pois é a primeira transa dela e não sei o que ela esta achando. peço para ela se sentar me ajoelho e com suaves movimentos , penetro-a com a língua novamente ela adorava a situação, sua pele era realmente macia um gosto delicioso tomava conta de minha boca, ficamos nesta situação por uns 10 minutos e então lhe pergunto se posso lhe mostrar o que seria sexo. e ela mesmo apreensiva me responde que sim.

Com suas mãos delicadas , coloca uma camisinha em meu penis e se deita por sobre o sofá, com muita calma me deito por sobre ela colocando a cabeça de meu penis na entrada de sua vagina. forço um pouco e ela grita de dor, eu lhe explico que por ser sua 1° vez devera doer um pouco mas será só no começo. então em suaves movimentos continuamos nos esfregando, nossos corpos juntos, quentes, nossas bocas unidas, e então chegamos ao tão esperado ponto , eu já todo suado, Souto minha porra dentro da camisinha em sua vagina, continuamos por um momento e ela atinge o auge do orgasmo . nos beijamos e nos acariciamos , ficamos ali abraçados, um sentindo o corpo do outro por bastante tempo.

 

Continuamos Amigos até hoje, e Beatriz é muito especial para mim, hoje em dia ela namora firme. ja não trabalhamos mais juntos .

 

bom se gostaram do conto me escrevam, ivo-81@hotmail.com Itajubá, MG

 

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando minha calcinha
(Uma história de masturbação)
Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina, tinha na época apenas 18 anos e Carlos 27. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? - Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? - Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? – O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: - O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. – Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: - Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. - Você não vai rir de mim, vai? – Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: - Agora? - Na sua frente?
- Claro disse! – Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: - Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? – E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. - Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: - Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. - Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

 

A primeira vez de um Hetero

Ola, me chamo Luan, o que vou contar aconteceu comigo neste inverno.
Tinha terminado meu namoro de 5 anos a tres meses, tava muito depre, nao ficava mais com outras mulheres nada, meus amigos me chamavam pra sair mais eu sempre furava na hora.
Ate que um certo dia um amigo meu veio passar as ferias na minha cidade, como fazia tempo que nao nos falavamos resolvi sair pra beber com ele. Bebemos um pouco e eu fui dançar deixei o Fagner (meu amigo) sozinho, conheçi uma garota e tava ficamos a noite toda, ela nao quis vir embora comigo, como tava muito bebado resolvi durmir no ape do Fagner.
Chegando no ape fui ate o banheiro, o Fagner estava mais sobrio que eu, tava tomando banho e ele veio urinar, ate entao eu nunca tinha pensado em sair com homens, nao tinha preconceito mais curtia mulher, ele tirou o penis pra fora e eu falei.
-Po assim vc me dexa com vergonha.(ele tem um penis enorme)
Ele sorriu e disse.
-vc gosta.
-Da minha. Falei
Ele disse. - nao sabe o que ta perdendo.
Dai eu perguntei se ele gostava, ele entrou no boxe e começo me chupar, tenho um penis medio 16 cm, mas sou bonito, faço musculaçao, e ele tem um corpao, mas voltando ao assunto, ele mamava como uam putinha, eu fiquei bobo, mas com muito tesao, fomos pro quarto, ele pediu pra mim passar um gel na bundinha dele, eu meio sem jeito atolei a mao na bunda bele, ele me deu um bj maravilhoso, eu nem sabia o que tava fazendo mais, ele sentou em cima de mim e fez todo o serviço, quando eu começei gozar, ele pos meu penis na boca e enguliu tudo.
Dormimos na mesma cama, quando eu acordei fui a banheiro e ele tava la de novo, sentei no vazo e ele veio ate min, seu penis ficou na minha cara, ele faluo chupa, eu tentei sair tava sobrio com vergonha e com uma ressaca daquelas, ele disse, agora e sua vez, se nao fizer eu conto pra cidade toda, eu nem pensei duas vezes, comecei a mamar naquela vara imensa, ele tinha acabado de urinar, tava com gosto de urina, mas eu adorei, fiquei de pal duro so de mamar ele,
fiquei chupando ele uns 10 min, e por min ficaria at ele gozar, mas ele disse vamos pro quarto.
Eu fui ele me pos na cama e disse vou te comer posso, eu falei nunca, nao aquento tudo iso nunca, ele me pego a força e me deitou de bruço, eu nao imaginava que ele iria fazer a força, entao nem liguei, ele pegou o gel e passou no meu anus, eu delirei, começou a eniar o dedinho, eu tava amando e nem percebi que ele se levantou e pos se mastro na minha portinha, eu tentei lutar mas em vao, ele começou a me bombar, eu dei uns gritos ele tapou minha boca e começou a enfiar, eu chorei e me debati tentando sair, ele de raia começou a bombar com força. eu chorando pedi pra ele parar, ele nem ligava, dai resolvi relaxar e esperar ele gozar, ele continuou bombando, quando a dor passou começei a sentir ele segurando minha cintura, como eu fazia com as meninas, eu delirei, começei a rebolar e fiquei de quatro para ele, eu nunca imaginei que fosse tao bom ter um macho dentro de vc, antes dele gozar, ele se levantou e eu terminei o serviço com minha boca, recebendo o melhor liquido que eu ja tomei, passamos o fim de semana todo na casa dele, eu confeço que fui mas passivo do que ativo,hj continuo saido com mulheres, como O fagner voltou pra sua cidade, eu to saindo com um coroa que tem perto de casa, ele ja era gay, sempre me olhava, pra minha sorte ele e ativo, quando a mulher dele sai de casa, eu aproveito, mas isso fica pra outro conto.

Se quiserem me conheçer e so add gaviao_luan@hotmail.com

 

O Arrombamento Feito Por Eduardo

Acordando cedo numa manhã de sábado, resolvi ir até a praia pra pegar um bronze, logo quando estava indo embora, resolvi passar antes, pra dar uma caminhada pra bronzear as costas, e também as pernas. Como o local era de pouco movimento deixei o carro ainda na orla, e fui caminhando pela areia só com a sunga de praia. Depois de andar quase uma hora, resolvi voltar, na volta, logo quando me aproximo passou um carro por mim, com um rapaz me olhando sem parar, e logo na frente, quando estava meio distante, ele manobrou o carro, e retornou, fazendo isso umas duas vezes, na terceira ele parou o carro no acostamento, e ficou me encarando.

Quando me aproximei do carro, ele abaixou o vidro, e quando olhei pra ele vi aquele corpo todo trabalhado, bronzeado de praia, usando apenas um sungão, que dava pra ver a sua marca de sunga, e sem falar de sua piroca semi-adormecida dentro do sungão, e ainda tinha umas pernas bem torneadas e um peitoral todo esculpido que dava vontade de cair de boca naquele bico do peito dele.

Logo quando me aproximei ele se apresentou, se chamava Eduardo, e em seguida me perguntou se fazia programas, devido o fato de onde eu estava caminhando ser point de garotos de programas, e por incrível que pareça eu não sabia, sabia que tinha uns garotos que ficavam próximo ao motel, mas não caminhando na praia, ainda mais quando tem algumas pessoas se banhando na água. Então disse que não fazia programas, e foi logo me perguntando se eu curtia algo com homem, e disse que sim, quando me perguntou o que eu curtia, falei que gostava de ser passivo, quando percebi a pica dele dar uma latejada dentro da cueca, que após ouvir que gostava de ser passivo, rapidinho a rola dele ficou toda dura, e me convidou pra dar uma volta pela orla, então entrei no carro dele.

Depois de dar algumas voltas pela orla, achamos um local mais tranqüilo e sem movimento, e foi onde ele parou o carro. Ele chegou o banco do carro para trás pra dar mais espaço na frente, e foi logo tirando o sungão e descobrindo aquele peru que deveria ter em média de uns 22cm, com veias, e bem grosso, e sem pensar e perguntar, ele me agarrou pelos cabelos e foi logo colocando minha cabeça em direção ao cacete dele, esfregando minha cara naquela pica divina, até começar a chupar aquela vara, chupei, mas chupei mesmo e com vontade, que podia ouvir os gemidos e urros do Eduardo que não parava de gemer, e pude ir sentindo o gosto de sua piroca que por sinal babava muito tinha um gosto delicioso.

Edu sem perder tempo nenhum já tirou minha sunga e foi logo começando a dedar meu cuzinho, que logo quando ele enfiou o primeiro dedo, chegou a gemer, travando todas as portas do carro, ele me virou abriu minhas pernas e viu meu cuzinho todo fechado, e me dizendo: “Você não sai daqui enquanto eu não arrombar esse cuzinho, vou te deixar com um cuzinho de puta bem arrombado” fiquei assustado na hora, porque nunca tinha visto um pau tão grosso, que com certeza iria me deixar arrombado, então resolvi sair fora, foi quando fui abrir a porta e estava travada, quando ele repetiu: “Já disse, você não sai daqui enquanto eu não arrombar seu cu”. Então decidi abaixar os vidros, pra sair, ele me puxou pra dentro, e me deu um tapa na cara que chegou a ficar vermelho, quando me disse pra não resistir porque seria pior, então ele me pediu uma camisinha, mas eu estava sem, e ele também não tinha, então me virou de bruços em cima do banco, que por sorte era grande, e com meu sungão ele prendeu minhas mãos, e colocou o sungão dele dentro d minha boca, e em seguida abriu minhas pernas, e enfiou de uma só vez mesmo sem camisinha aquele cacete grosso que pude sentir meu cu ser arrombado, e sem dó Edu começou a me fuder, me penetrava ferozmente que dava pra ouvir os estalos dos bagos deles estalando na porta d meu cu, e mesmo eu chorando de dor Edu não parou, quando mais gemia, mais ele fudia, mas na hora percebi que meu pau tava duro e latejando, era uma mistura de dor e tesão que nem sei explicar.

Passando uns dez minutos, Eduardo já tava com as pernas tremendo não agüentava mais segurar o gozo, logo quando ele começou a gemer e urrar, pude sentir os jatos que iam inundando meu cu por inteiro, que mesmo gozando, Edu não parou, continuou metendo em mim até meu cu ficar por inteiro todo melado e cheio de espuma, quando percebi que eu tava gozando melando todo o estofado do carro, ele me pegou de um jeito, que eu gozei sem me masturbar, foi um puta tesão.

Terminando de me fuder e me arrombar, Eduardo me soltou e pediu pra eu me vestir, coloquei a sunga, e ele pegou sobre meu queixo e levou para junto da cara dele, e mandou pra eu não contar a ninguém, porque se não a próxima vez que ele me achasse seria pior, então me deu outro tapa na cara pra eu não esquecer, ficando com as marcas das mãos dele, destravou as portas e pediu que eu saísse do carro, saí e voltei pra orla, onde meu carro estava estacionado, e então voltei, e até hoje ainda não me encontrou outra vez com Eduardo.

 

Meu amigo, minha dose diária de leite e de linguiça

Esse é um conto real, tudo começou quando um grande amigo meu estava passando por problemas dentro de casa e uma vez estava conversando com ele pelo MSN e ele me confidenciou que não estava mais agüentando e que a situação dentro da casa dele estava ficando insuportável por conta das brigas com seu padrasto. Ele disse que tudo o que ele queria era sair de casa. Como eu moro sozinho a 5 anos, perguntei se ele não queria passar uma temporada lá em casa, até as coisas esfriarem um pouco. Ele topou de imediato e no dia seguinte estava passando na casa dele para buscá-lo, assim como suas roupas, etc...

Antes de começar vou nos apresentar. Meu nome é Marcus, tenho 24 anos, corpo atlético, 1,86 al, pele bronzeada. Ele se chama Vinícius, tem 21 anos, 1,72 al, branco com pelos pelo peito e pernas e bem fortinho e gostoso.
Sempre fui bissexual e apesar disto naquele momento em que o convidei para passar um tempo aqui em casa não estava com maldade nenhuma. Apenas queria melhorar o astral de um grande amigo.
Chegamos em casa e eu já havia deixado um lado do guarda roupas reservado para ele. Ele chegou e arrumou suas coisas. Falei pra ele que como o único lugar que tinha ar-condicionado na casa era meu quarto e se ele não esquentasse poderia dormir na mesma cama que eu já que ela era bem grande. Ele disse que não tinha problemas. Fomos jantar e depois ficamos vendo um filme. Tomamos umas cervejas e fomos dormir. Eu só durmo pelado e ele também, mas até ali estava tudo normal. Deitamos e dormimos sem problemas. Durante a noite sempre acordo para ir ao banheiro e quando voltei, tudo começou a mudar. Meu amigo estava sem o lençol e com certeza estava tendo um sonho excitante pois sua rola estava dura feito pedra. Como ele estava dormindo de lado pude ver sua bunda, suas pernas e todo o seu corpo. Naquele momento minha pica começou a dar sinais que até então não haviam aparecido. Me deu uma vontade de cair de boca naquela piroca, mas o medo de qual seria a reação do meu amigo me fizeram apenas voltar ao banheiro, bater uma punheta deliciosa e voltar a dormir.

No dia seguinte, sábado, acordei primeiro que ele, fui na padaria e preparei um café, quando ele acordou já estava tudo pronto e levei para ele na cama. Ele meio sem entender, agradeceu e eu disse que era apenas um café de boas vindas. Ele ainda pelado, puxou o lençol para se cobrir e comeu. Terminado o café ele se levantou e foi tomar banho. Meu pau voltou a ficar aceso e meu cú a piscar. Ficamos o dia todo em casa naquele dia e eu louco de vontade para mamar aquela rola maravilhosa que não saia da minha cabeça e sem saber como fazer.

Perguntei se ele tinha dormido bem e ele respondeu que tinha dormido otimamente bem e que tinha tido um sonho muito bom. Eu imaginando o que era perguntei o que tinha sido. Ele falou que tinha sonhado que fodia com 2 morenas gostosas demais e elas faziam tudo. Disse que as duas chupavam sua piroca, davam o cu e etc... e que acordou de pau duro pelo sonho. Aquilo foi me dando tesão e ele percebeu pois ando em casa de cueca boxe e camiseta. Quando olhei pra sua cueca (ele também anda do mesmo jeito que eu dentro de casa) sua rola já estava durona também. Ele perguntou o que eu achava de chamar uma puta pra gente comer ela ali em casa já que estávamos excitados. Eu concordei e entramos em um site que tem acompanhantes e escolhemos uma loira muito da gostosa. Quando a mulher chegou já estávamos de pau duro e ela foi caindo de boca em nossas rolas. A loira mamava a minha e sentava na do vinicius, que mulher espetacular. Era uma puta que sabia o que fazia. Comecei a meter no seu cu enquanto vinicius bombava sua xereca até que não agüentei e gozei. Ele ainda ficou uns 20 minutos fudendo a loira de todos os jeitos. Ver aquele garoto de 21 anos fudendo daquele jeito me deixou doido. Queria ser a loira. Ele terminou, pagamos a loira e após isso ficamos comentando sobre a foda. Ele me sacaneando, dizendo que eu estava fraco, etc... Fui tomar banho e quando sai ele foi. A noite fomos a uma festa de um amigo meu e quando voltamos banho e cama, mas desta vez após um tempo deitado virei de costas para ele. (só dormíamos um de frente pro outro) Aos poucos fui chegando em direção a ele. Tudo sutilmente para que ele pensasse que eu estava dormindo. Fiquei na posição da conchinha e passados uns 5 minutos, sinto que seu pau encostando e passeando pelas minhas costas e descendo pela minha bunda. Finjo que estou dormindo e deixo para ver até onde ele vai. Ele parece ter medo de eu acordar e para. Quando acordo na madrugada, novamente ele está com o pau duro e desta vez eu vou com a mão até ele e começo a acariciá-lo, meu amigo acorda e eu todo sem graça, mas sabendo que ele também queria pedi desculpas e ele com um sorrisinho safado respondeu: desculpas por que? Ta tão gostoso, continua... Ao ouvir aquilo, voltei a punhetá-lo e a beijar seu corpo. Beijei sua boca como a muito tempo não beijava alguém. Chupei seu mamilos e fui descendo até que abocanhei seu pau que estava muito duro. Ele tem uma rola de 19 cm e bem grossa. Chupava, passava a língua, lambia e ele ia a loucura. Ele mordendo minha orelha fala baixinho no meu ouvido, “deixa eu comer teu cu”, aquilo era tudo o que eu queria ouvir. Na mesma hora virei e deixei meu cu todo aberto na direção do seu rosto. Ele começou a dar linguadas em meu cu, me fazendo delirar. Enquanto me fodia com a língua, me tocava uma punheta. Quando já estava bastante lubrificado, ele me colocou de 4 e colocou sua rola na porta do meu cu e forçou. Era muito grossa e no inicio doía bastante, mas foi entrando devagar e ele foi aumentando a velocidade e me fodia, e eu como uma puta pedia pra ele me fuder, pra me estrupar que eu era sua cadela. Aquilo dava um tesão danado nele. Trocamos de posição e agora eu iria cavalgar em sua tora. Sentava e sentia suas bolas encostando na porta. Cavalgava rápido e ele me punhetava até que ele anunciou que iria gozar e aumentou a velocidade da punheta. Gozamos juntos. Eu sujando a cama toda e ele enchendo meu cú de leite. Que sensação gostosa, aquele leite quente enchendo meu rabo. Quando terminamos eu fiz questão de limpar seu pau, engolindo toda porra que havia nele. Caimos na cama e dormimos até o dia seguinte pois aquela foda nos deixou exaustos.

No dia seguinte resolvemos chamar um garoto de programa para participar da nossa festa, pois queria ser fudido por 2, mas isso é um um fato para um próximo conto.

Se você gostou me escreva. Picadoce86@gmail.com adoro rola de todos os tipos e tamanhos. Se tiver interesse me escreva que podemos marcar algo.

 

Um coroa no ônibus

Ola pessoal o que vou contar a gora já aconteceu comigo, meu nome e PSICO®, bem sou moreno claro tenho 1.80 gosto muito de fazer sexo na loucura (louco), tenho 30 anos, com um pênis de 20,50 cm, bem a historia que vou relatar aconteceu mas ou menos em 1995. Tudo começou quando eu falei para a mina que estava saindo que iria da uma volta, ai eu fui para santos encontrar uns amigos e foi quando e encontrei com (VAMOS CHAMAR ELA) de MARTA que tinha 42 anos na época, uma senhora coroa muito gostosa com 1.68 uma bela bunda e uma deliciosa buceta, bem ai agente pegou o ônibus, ate ai tudo bem mais as coisas foi esquentado e agente começamos a se agarrar ali dentro sem menos se preocupar com os passageiros do ônibus que estava lotado de gente, foi ai que eu vir que o ônibus tinha dado uma parada, fui ver ele já tinha chegado no ponto final, agente não deu a mínima, para o que estava acontecendo e nos só mudamos de lugar e fomos para na ultima cadeira e continuamos a nos agarra sem problemas, e ela pegava no meu cacete e dizia que estava com muita saudade dele, e eu pegava na xoxota dela e fala que ela era a minha puta predileta e ficamos assim um bom tempo, foi quando ela colocou o meu cacete para fora e começou a chupa, eu não conseguir me controlar e comecei a chupa os seus peito, que era bem gostoso, foi que eu levantei a sai dela e começamos a fazer sexo ali, e sem perceber que estava dentro de um coletivo, e cada bombada que eu dava a vontade aumentava, porque eu não estava muito preocupado com o lugar ou o local eu queria era meter, trepa bastante aquela buceta quente que a cada estocada que eu dava ela gozava maravilhosa mente que já estava escorrendo pelo meu pau e até que eu cheguei ao orgasmo loucamente e sem preocupar com o local que a gente estávamos e continuamos depois de eu te gozado como um louco dentro da buceta dela, foi quando ela pegou o meu pau e começou a chupa meu cacete de novo, e ela pagou uma bela de uma gulosa para mim, ela me fez gozar na boca dela que tomou todo o meu liquido como se tivesse tomando leite condensado foi ai que eu fui para nas nuvens, depois fomos para o motel ai e outra historia.

ai gatinha, que gostem de sexo louco estou a disposição para vocês. tenho muitas outras historias para contar das minhas loucura de sexo. tchau.

wcoliveira@yahoo.com.br

 

O naufrágio

O Navio Santa Helena zarpou exatamente às oito da manhã de um porto cujo nome não é relevante. Iria para uma excursão numa ilha tropical perto de Cuba e se demoraria quase um mês em viagens e visitas. Aquele era um cruzeiro reservado, somente a nata da sociedade tivera direito as passagens, de um valor exorbitante para qualquer mortal inacessível mas, para aqueles, cujos olhos vinham enfeitados por óculos de ouro não era nem o que se pode chamar de “bagatela”.
Deixo claro, aquilo que acontecer nas próximas linhas não está em meu controle posto o valor de minha função puramente descritiva, por tanto, as pessoas de coração fraco, que se deixam levar pela humanidade utópica teimosa que se reserva em seu espírito de caráter, a esta gente negadora das iniqüidades, que parem de ler neste exato momento. Aos demais não culpem o relato em si mas a falta de humanidade em vós, enquanto raça humana.
Dois dias depois, próximos da ilha, piratas da Somália invadiram o navio. É claro que antes houve tiros, muitos na verdade. Um pavor corrosivo foi minando a fortaleza dos ricos e aqueles piratas em três lanchas foram tomando o controle de tudo. Morreram seis tripulantes, dentre eles o capitão do barco, alvejado por metralhadora, no total de quarenta e três tiros que ele levara.
Os passageiros e as pessoas que estavam vivas foram amontoados em um só canto, tendo-se a noção que quarenta ainda sobravam, seis marujos, e três famílias, com seus patriarcas e matriarcas, um senhor idoso e seus filhos e filhas. Foram separados e o que parecia o líder do bando de assaltantes e assassinos lhes tomou a palavra. Escutem todos, bando de corsas, veados e putas, quem se atrever a dar uma de herói ficará igual ao capitão que nada tinha feito mas mesmo assim não escapou a sua função de ser mártir. Agora fiquem homens para um lado e mulheres para os outros.
Assim foi feito entre protestos, choros e desespero. Um homem de 50 anos de idade aproximadamente recebera uma coronhada não se sabe por qual motivo. Da sua testa escorria o sangue e do outro lado duas mulheres choravam e suplicavam por ele, uma jovem e bela, com seus lindos cabelos de ouro, com seus dentes alvos feitos as nuvens, com seus olhos suplicantes, porém brilhantes iguais ao sol, com seu corpo de Vênus por de trás das roupas conservadoras que trajava. A outra mais velha um pouco, bonita para idade, provavelmente esposa do homem que agora está sendo espancado, mãe da garota que está sendo despida, aliás ela mesma esta sendo desprovida de tecidos, logo todos estavam como vieram ao mundo, nus e chorando.
Caído no chão permanecia o homem, talvez estivesse já morto. Os piratas sempre de armas apontadas mandaram com que aquelas que tivessem maridos que se aproximassem deles. Ficaram agora as jovens, num total de nove garotas lindas, da qual a do cabelo de ouro claramente se destacava. As cordas ficaram em posto. Os bandidos, uma corja de 30 bandidos, riam muito alto, alguns olhavam sedentos para as jovens nuas que se amontoavam umas nas outras para cobrir os corpos e resguardarem dos olhares famintos seus dotes e purezas. Faziam mal, pois os corpos femininos, comprimidos em um mínimo espaço davam aos bandidos uma visão de Éden, sendo notado até pelo líder que lhes protelou a ordem de se apertarem o quanto pudessem incitadas pelo cano frio das carabinas e metralhadoras que cutucavam a umas na parte genital, outras no seio, algumas na bunda, e o espetáculo que se via das jovens em total descontrole, esfregando púbis contra púbis, seios contra seios, algumas eram forçadas a beijarem-se.
A sensualidade da cena terrificante, por mais absurda e cruel, foi implantando intensamente uma ereção nos homens do outro lado, nus do jeito que estavam exibiam seus membros de diferentes portes, rijos e eretos pois a membros masculinos só a isso serviam, as senhoras casadas tapavam o rosto enquanto o velho por não ter ninguém para se incomodar com ele sentou-se a esconder a virilidade que deixava transparecer.
Tendo em conta a excitação e a mente sádica do líder, as garotas já se tinham conta do terrível pesadelo que se aproximava. O pânico implantado aos poucos é muito mais cruel do que aquele vindo repentinamente, elas experimentavam os dois e se derramavam em lágrimas.
Aos homens mais velhos, os maridos das esposas foram ordenados que deitassem membros eretos e as mulheres mais velhas que se sentassem por sobre os vigorosos pênis. Nada que não fizessem por vontade própria na privada cama, no quarto escuro. Ali estava tudo claro e horrível. As armas foram apontadas para seus maridos e elas começaram a executar a ordem, suas vaginas, dilatadas engoliam os paus. Começaram a cavalgar enquanto do outro lado, as pobres jovens garotas se espantavam com o ato público do sexo entre seus pais, coisa da qual tinham conta da existência mas nunca tinha visto a olho nu, no máximo algumas já ouviram os minguados gemidos a quais suas mães puritanas se davam ao luxo de exprimir durante as relações.
Sobraram homens de paus eretos, jovens, filhos dos pais e das mães que praticavam sexo; a estes como poderia convir foi dada a ordem de enrabarem as progenitoras já que o orifício anal era o único livre e sem penetração. Eles relutaram antes de cumprirem, ao peso de coronhadas e ameaças a vida delas. Montaram sofridamente sobre as senhoras e iniciaram uma lenta penetração para poupá-las da dor. Algumas ainda tinham a virgindade daquele buraco. Só que um a um, foram empurrado e dito que se queria sexo selvagem e se isso não ocorresse todos morreriam.
Gritos e gemidos irromperam na atmosfera, seria necessária arbitrariedade deste relato para não dizer que os invasores não estavam loucos para participarem também, mas estavam reservando-se para as jovens que permaneciam amontoadas como galinhas, neste caso mais que nunca, esperando a vez para o abatedouro.
É conhecido que os jovens são mais suscetíveis ao mal que assola metade da população de homens sexualmente ativos, mal que lhes faz meter os pés pelas mãos e liberarem seu sêmen 7 minutos depois do coito. Por esse motivo não se foi muito demorado a grotesca cena, o líder dos assaltantes mandou com que se desgrudassem antes da ejaculação, as velhas mulheres, se sentido mais agora, pois é evidente que já não estão na idade destas orgias ficaram caladas e sentadas esperando. O quê? Não se poderia saber porém o mais esperado no ato sexual é o gozo, como este não veio ficara no ar aquela atmosfera de frustração resolvida pela ordem posterior de todos os homens masturbarem-se. Foi feito assim, até que o leite caiu sobre o rosto, os cabelos, os lábios das mulheres. A impiedade dos sujeitos subjugadores não tem limite, fizeram com que lambessem a si mesmas como cachorras que limpam do pelo todo o liquido pegajoso do corpo.
Quando tudo acabou todos foram amarrados aos mastros, os pés e as mãos, amordaçados, nas mulheres especialmente, por se achar razões suficientes que seus orifícios não foram totalmente machucados, colocaram pedaços de madeira em seus canais vaginais e anus, alargando ainda mais as pobres. As jovens que assistiam atemorizadas agora eram alvos dos intentos. O Líder ordenou que ficassem em linha e de quatro. Algumas protestaram mas só protelaram aquilo que era inevitável. Estas, a qual por um instinto primitivo de alto-proteção e escolha, foram alvo de impiedosos tapas e puxões de cabelo, até cederem às ordens e ficarem como a maioria já estava, de quatro, exibindo ao público de somalianos bandidos e seus próprios pais humilhados e imobilizados os buracos virgens ou não, mas aquela posição não revelava tais considerações. Talvez este mesmo pensamento deve ter pensado o tão cruel chefe dos somalianos pois não bastava que estivesse na posição, ordenou também que com os dedos delicados abrissem os lábios vaginais e encostassem os seios no chão da embarcação, o que foi mais deprimente e humilhante de fazer, em meio dos assovios e das obscenidades que se ouviam. Tudo cheirava a sexo e as futuras orgias que dali adviria.
Aos irmãos das moças e pais das filhas só restavam fechar os olhos frente à cena, chorar por dentro, como pode tais coisas acontecer com filhos abastados da sociedade? Quanto tempo demoraria o socorro em alto mar? Não sabiam, enquanto os somalianos se divertiam as suas custas. Aconteceu de um deles, não se sabe que alma perversa, ao notar, todos de olhos fechados, de dar o tiro no pé de um que parecia ser o mais jovem, Todos abram os olhos se não quiserem que o próximo tiro seja em seus minúsculos pênis. Assim foram arrancados de sua cegueira e jogados em frente ao muro da humilhação a qual todos os seus entes queridos sofriam.
Elas tremiam enquanto o líder passava por detrás dela, nenhuma ousava encará-lo ou virar o rosto para seu lado. Ele passava os dedos entre as partes amostra das garotas, enfiando nos canais vaginais suas unhas e de lá tirando sangue, estava a inspecionar as virgens de natureza, as puras, que pela ordem de hierarquia e poder tinha todo o direito de possuir. Enfiava os dedos também em seus cus, as vezes somente um, depois dois. As moças se contorciam e quando acontecia de abandonar as posições eram severamente castigadas com socos que lhes tiravam o ar e implantava medo em suas espinhas.
Ao terminar essa infindável inspeção, deu um tapa bem ardido na bunda de duas das nove que se encontravam na difícil situação. Levantem-se cadelas que nós vamos ao reservado do capitão que agora sou eu, e se não obedecerem a tudo quanto lhes ordenar quem sofrerá serão seus pais e irmãos viados e as putas das suas mães, estamos entendidos? Sim, Não ouvi direito, gritem e acrescentem a palavra “Mestre” a sua resposta. O silêncio permaneceu alguns momentos quando o líder engatilhou a arma e já ia disparar quando se ouviu o grito cortante e desesperador, de duas garotas das mais bonitas que ali estavam, virgens como vieram ao mundo. Si... SIM MESTRE, É isso que eu quero ouvir sempre de vocês cadelas, repitam, Sim Mestre, De novo, Sim Mestre, Agora Pulem. As humilhações não tinham fim, estavam a pular, fazendo com que seus seios grandes e belos batessem um no outro, de cima para baixo. Está bom, de quatro, venham até aqui nos meus pés. Elas atenderam, engatinhando, devagar e com medo, o líder pegou pelos seus cabelos, um encaracolado e outro liso e ruivo, ambos compridos. Essas duas putas são as únicas ainda virgens entre essa corja de vadias e putas, estão ouvindo seus ricaços filhos da puta, suas garotas andaram trepando sabe-se lá com qual nerd ou bicha debaixo dos narizes sujos de vocês, mas elas vão pagar para todos aqui, 29 homens para 7 garotas, vão ficar todas arrombadas já que isso elas pediram, se todas fossem virgens todas serviriam exclusivamente a mim, agora vão pensar duas vezes antes de dar essas bucetas por aí, comecem.
Como uma matilha a espera do uivo do líder para atacar, assim os outros estavam sedentos esperando o final da cena, e quando o discurso acabou e ouviram as diabólicas palavras foi o estopim, saltaram sedentos, cada um tentando tomar o buraco que podia. Enquanto o líder arrastava pelos cabelos suas duas “felizardas” as outras já gritavam, sofriam, uma foi pega ainda de quatro e de uma só metida lhe alcançaram o útero tamanha força enquanto o mesmo já a virava para um segundo lhe meter o pau imenso na boca e ainda outro tentando com o mesmo empenho do primeiro meter de uma só vez no ânus, mas devido provavelmente por se tratar do último buraco virgem da moça, só conseguia lhe arrancar grito e sofrimento. Assim sucedeu cenas grotescas as quais voltarei mas tarde, o sofrimento nunca desaparece e garanto-vos que estará lá quando voltar com o relato a esta cena.
As duas garotas foram passando uma a uma, sobre os pais e mães petrificados, tiveram penas das suas genitoras pois o orifício que se valeram para o nascimento estava congestionado mas o destino delas, ao que tudo indicava seria bem pior, isso causava náuseas em uma, medo em outra. Quando disse a vós que as duas eram as mais bonitas dali não havia exagero nenhum nestas palavras. A primeira era a garota de cabelos de ouro, ela apareceu no inicio desta tragédia (se quiserem voltar estejam à vontade) seus olhos de ouro agora derramavam lágrimas de pérola. A segunda era uma garota jovem e muito bonita, seus cabelos eram daqueles raros, ruivos por natureza, isso notava-se graças a sua nudez, seu púbis eram recheados desses tufos rubros, seus olhos tinham um brilho perolado, eram verdes também, contrastava bem com seu rosto perfeito, os dentes bem alinhados, as bochechas em sublime posição, seu corpo escultural tinha as formas de uma deusa se estas existissem, talvez houvessem tido a brilhante idéia de encarnar no corpo juvenil daquelas duas, se assim foi feito as divindades padeceriam da mais suja forma de subjugação. O líder era temível, forte e alto, um dos seus olhos fora cegado por um golpe de foice, denotava-se a enorme cicatriz no olho direito cuja orbita era branca feito a neve, o que contrastava com a negritude de sua pele, nos seus braços haviam duas tatuagens ambas de cobras que tinham sobre suas mandíbulas cabeças de mulheres nuas. Era tenebroso olhá-lo pensou a garota de cabelos dourados enquanto a de cabelo vermelho esperava somente um momento para tentar reagir e fugir daquele inferno.
Chegaram à cabine do capitão morto e ali foram jogadas no chão, o líder trancou a porta. As duas tremiam enquanto tentavam cobrir com as mãos o desnudo corpo, o líder violente do jeito que era sacou o cinto de sua calça e começou a desferir cintadas nas duas. Nunca mais se cubram perante seu mestre entenderam, Sim senhor, sua lagrimas eram fartas e a que parecia a mais atrevida retrucou, Podes agora pela força da tua violência ter nossos corpos e nossa juventude mas nunca terá nossos corações e vontades femininas, Pois agora mesmo irás preparar tuas vontades femininas para servirem a mim, E falando isso partiu para cima dela, de cinto em punho batendo na bunda, na vagina e nos seios dela. Para ta doendo, Então diga que és uma puta, NUNCA, e mais lambadas eram deferidas até a garota, de pele quente ceder, Eu sou uma puta, por favor para de me bater, Eu não ouvi direito, repita, e faça direito ou já esqueceu das ordens, Eu sou uma puta mestre, Muito bom e se me desobedecer o castigo vai ser pior, tome essa lamina de barbeador, serás a primeira e eu quero que depile essa buceta cheia de pêlos aqui na minha frente, deixe lisinha e quando estiver ao meu desejo venha até mim para que eu inspecione, Sim mestre. A garota estava totalmente humilhada, o pensamento dela foi de pegar a lamina e partir para cima dele, matá-lo talvez, mas a razão imperou, havia mais 29 homens ali e o que fariam quando descobrissem que seu líder foi morto por elas, provavelmente as usariam até a morte pois sem duvida nenhuma ela tinham ciência de que seriam usadas por eles mas em outro grau específico.
A outra esperou ele se sentar e com o dedo ele a chamou. Ela havia visto o que acontecera a sua conterrânea de curra e não queria o mesmo destino, temendo o cinto na mão do homem ela se aproximou, Chupa meu pau cadela, Mas eu não sei fazer, Não me interessa, nenhuma cadela nasce sabendo fazer, você vai aprender aqui e agora enquanto eu admiro a puta se despelando para mim, Por favor, Ande logo ou quer apanhar, Por favor isso não, vi com meus próprios olhos o que o mestre é capaz de fazer e prometo pela carne que vais possuir que serei bem obediente, É bom mesmo mas saiba que por mais obediência que me possa jurar vou judiar muito de você, Minha condição não exige tanto, já sou lhe grata por não deixar com que os homens lá fora de mim abusem, Mas eles vão abusar só que mais tarde depois do meu uso, Ainda sim é um consolo para mim saber que poupaste a esta tua cativa, Preferirás ter ficado lá fora se espera que eu lhe poupe e não és minha cativa e sim escrava o que é bem diferente, Posso lhe implorar uma coisa, Diga mas fique sabendo que não me importa e trate logo de obedecer minha ordem, Sim mestre, sendo eu obediente como tenciono ser poderia poupar minha família. Logo depois dessa pergunta ela timidamente começou a colocar o pau deste seu “mestre” na boca, sem jeito ela não sabia como passar a língua, tento engolir só que a pouca elasticidade de sua boca não deixou, tentou então acariciar e a cada erro que perpetuava queimava o cinto em suas costas, Trate de aprender cadela que não é assim, engula tudo, não morda, cuidado com os dentes. Ela ouvia e tentava aprender, se agarrava a esperança de agradá-lo para sair dali, mal sabia que a única coisa que lhe agradava era o sofrimento que elas estavam tendo e que ainda teriam. Sabe, chamarei você cadela, sempre que eu pronunciar esse nome você me atenderá fui claro, Sim Mestre, uma lapada, ela não podia parar de chupar por isso foi castigada, E você olhe para mim, serás a vaca estás entendendo, A garota com olhos lacrimosos olhou para ele e quase não conseguindo verbalizar as palavras disse com ar cortante, Sim mestre, Prepare-se pois assim que acabar de se depilar eu vou arrombar todos os seus buracos, enquanto a você cadela trate de chupar direito, mal sabem o quanto ainda vão sofrer na nossa mão, pagarão caro a pobreza de meus conterrâneos ou o que acha que nos obrigou a entrar para o crime, vocês fizeram isso conosco e pagaremos na mesma moeda. Cadela tremia de medo enquanto Vaca chorava de terror, estava acabando de se depilar, a carne se preparava para o futuro de dor que assombrava desde já...

Se gostarem eu continuo, dêem a sua opinião

Cordialmente
Mestre Boêmio

 

100% ativo?

Olá! Este é o primeiro conto que escrevo. Depois de muitos lidos e várias punhetas batidas, resolvo também contar algumas de minhas experiências. Tenho atualmente 28 anos, sou branco, olhos e cabelos pretos, 75 kg e um cacete de 18 cm grosso e moro em Belo Horizonte. Nunca dei a bundinha, pois nunca senti tesão para tal, sempre gostei mesmo é de comer um cuzinho bem macio e limpinho. Nunca gostei muito de chupar rola, mas ser chupado e chupar um rabinho liso e limpo, ah, isso sim é minha praia.
Meu último namorado, quando o conheci, dissera que era 100% passivo, entretanto, ele foi mudando, me disse depois – já apaixonado por mim – que sentia tanto tesão por mim que não fazia diferença dar pra mim ou me comer. Isso foi um banho de água fria, pois não gosto nem da idéia do cara querendo me comer. Portanto, por essas e outras, acabei criando um feitiche por homem de pinto mole, é sério, eu morro de tesão quando o cara sempre dar pra mim com a rola murcha, isso me excita tanto quanto uma bundona bem rechonchuda.
Faço faculdade de Administração. Bom, aqui – estou na faculdade agora - tem uns carinhas bem gostosos, principalmente os de engenharia. Sempre tenho tesão em um da elétrica, nossa, ele é muito bonitinho. Deve ter 1,75m, branquinho, fortinho, jovem, cabelos pretos e olhos pretos, do sorriso muito bonito. Mas um dia andei reparando um outro gostosão: 1,90, super forte, branco, lisinho, não é bonito de rosto, é verdade, mas o braço dele é da grossura da minha perna! Achava esse cara uma delícia!
Há duas semanas atrás, ou seja, dois meses depois que eu já tinha reparado esse grandão, eu fui a uma sauna, em BH mesmo, na rua Timbiras, a 24 horas, em frente ao edifício JK. Quem é daqui de BH sabe. E advinha quem eu encontrei lá, gente? O grandão! Na hora, eu não me recordei que era da faculdade! Eu vi ele, e pensei, nossa esse gostosão eu conheço de algum lugar. Bem, deixe-me contar com mais detalhes:
Eu entrei na sauna era sábado a tarde, por volta das 16h. Peguei minhas coisas – a toalha e o chinelo e fui para o barzinho, fiquei ali mirando quem passava, eu estava tenso, sempre fico muito nervoso quando vou lá. Eu ainda não tinha fodido ninguém ainda, tinha acabado de chegar; quando ele passou, me viu, e eu fiquei estacado. Depois de uns cinco minutos ali parado, criei coragem e subi. Lá no segundo andar tem tvs, dark roons e as cabines para as meterolas.
Quando vou a sauna, eu sempre coloco camisinha e lubrificante dentro da cueca para não ter que voltar ao armário caso encontre alguém. Então quando subi atrás do grandão, já estava preparado, com camisinha para nos proteger e lubrificante, pois sempre tem uns viadinhos que não aguentam dar sem uma boa lubrificação, aí eu fico na mão, né?
Ele estava vendo tv, globo mesmo, e eu fiquei a mirá-lo imaginando tudo: ele era gay ou que gostava do bafão, isso era claro, mas se era passivona, eu tinha todas as dúvidas, pois não era possível que aquele cara parrudão dava o cú feito uma feminha. No máximo ele era total flex, o que já me desmotivava...
Então, num súbido de coragem fui até ele:
- oi, tudo bem?
- tudo.
- e aí, já encontrou alguém?
Ele respondeu que não, eu sem titubear o chamei, e ele foi. Nossa, ele era bem maior do que eu, e mais forte também, é feio de rosto, mas o corpo, oh meu Deus, que barriga era aquela, que peitoral! Comecei a beijá-lo no corredor e pus os braços dele sobre meus ombros e minhas mãos em volta de sua cintura – do jeito que eu gosto. Logo em seguida, coloquei a mão dele no meu cacete, e ele fazia aquele cara de faminto enquanto me pegava. Virei ele de costas pra mim e mandei –o rebolar na minha vara. Ele até abaixava pra dar uma surrada melhor. A bunda dele era enorme, grandona, sem pelinhos, eu já percebia sob a toalha. A parte que me deixou mais louco, foi quando eu virei ele para a parede – eu estava encostado nela– e tirei-lhe a toalha e soltei: ai que delícia. Ele riu. Ele tem um pauzão enorme, proporcional a ele, mas mole, bem molinho, e um sacão bem grande.
Não acreditei por um momento que aquele cara fortão, cheio de tesão, estava com o piruzão mole, ou seja, era passivíssima, eu nem acreditava, já imaginando aquele piruzão todo mole em cima de mim balançando... Entrei com ele na cabine, agarrei-o sem dó pela bunda, e pegava naquela rola quase do tamanho da minha dura e batia pra ele uma punheta e o melhor aconteceu, ou seja, nada aconteceu, pois a pica só fica mole, hehehe, maravilha pra mim, eu tava feito. Mandei ele ficar de pé em cima da cama, as cabines são apertadas, e chupei o cuzinho dele todo, nossa, poucas vezes chupei um cuzinho com tanta vontade, acho que não tava acreditando ainda. Coloquei-o de franguinho e lambi aquele rabo todo. Após, ele me chupou com vontade por um longo período, eu quase que gozava na boquinha dele. Como eu gosto de gozar fudendo, não deixei.
Pus a camisinha, lubrificados o pau e o cuzinho do grandão, fiz ele sentar. Bem no iniciozinho, ele demorou um pouco para engolir a cobra, mas foi se acostumando, ficando a vontade, começou a pular, a pular, até cavalgar e ficar com o cuzinho bem macio, do jeito que eu gosto, e aquele piruzão todo mole balançando demais, nossa, que tesão aquilo tudo! E o danadinho percebeu eu tava gostando do pinto dele de passiva e começou a relar em mim.
Depois de gozar a primeira, que foi bem rápido por sinal, coloquei-o de quatro com aquele piruzão mole e olhei aquele cuzinho já todo aberto pra mim e meti com vontade. Bem, nesse dia, eu não precisei comer mais ninguém, porque aquela passiva me satisfez por completo. No dia seguinte, no domingo, ele foi a minha casa. E quando ele chegou, eu já tava louco pra vê-lo pelado e conferir a mala de passiva, o que me deixava louco só de imaginar, e já fui tirando a roupa dele e vendo ele todo peladão. Chupei aquele pirocão de passiva e mesmo assim, não ficou duro, aí, mamei gostoso, hum, que delícia, piru de passiva! Coloquei ele de quatro em cima de minha cama e vi aquele rabo maravilhoso e sua piroca mole balançando do outro lado. Chupei aquele cuzinho lisinho com muito gosto e quando fui meter, já com camisinha e lubrificante – porque não vou judiar de ninguém – vi que o cuzinho dele já tava maciinho do dia anterior, nem precisei de começar devagar, pois ele já gemia de prazer e rebolava pra mim.
Neste final de semana, ele dormiu lem casa – há quinze dia que o conheci - e não preciso nem dizer que tirei a rola da miséria, pois ele dá o quanto eu quiser meter. O vi agora a pouco – pois estou na faculdade - ele sorriu disfarçadamente. E tava acessando o site da Maitê e resolvi dividir. Criei este email agora a pouco para contactar novas possibilidades: ocomedordecus-bh@hotmail.com. E quem sabe não dou a sorte de encontrar aquele cara da engenharia elétrica também? Acredito que não, o raio não cai duas vezes no mesmo lugar, não é mesmo?
Abraços.
04 de outubro de 2010.

 

Academia Malhação – Parte 1

Olá! Como vai você? Este é o meu segundo conto e quero compartilhar essa história. Tenho 28 anos, moro em Belo Horizonte, sou branco, cabelos o olhos pretos, 1.80 m, pica 18 cm grossa e adoro cumer um cuzinho limpinho, cheiroso, lisinho...
Em janeiro do ano passado, comecei a malhar na Academia Malhação, aquela da avenida Amazonas, próxima a praça Sete, quem mora aqui, conhece, e fiquei por lá durante seis meses. Eu transei com três caras durante esse tempo. Mas vou contar de apenas um neste momento.
O nome dele é Carlos, vou chamá-lo assim. Ele é branco, da minha altura, cabelos cacheados pretos, olhos pretos, tem os braços fortes e bem saradinho, do jeito que eu gosto, tinha 26 anos; de corpo, ele é um pouco maior que eu, não é muito bonito de rosto, mas é bem atraente, e tem uma tatuagem na perna direita. Não vou contar a tatuagem, vai que ele lê, não? E tem um jeitinho de passiva...
Observei-o durante quase um mês, ele sempre malhava com um amigo dele bem feioso. Um belo dia, eu estava andar de baixo, e já era tarde da noite, quase 10, aquele amigo dele feioso veio até mim e me entregou um bilhete, eu malhava perna. No momento, quase morri de sem graça, ele saiu rindo.
Fiquei imaginando de quem era o bilhete, se era do Carlos, que ainda não conhecia, ou se era do amigo feioso, que ninguém merece. Concluí ligar no mesmo dia quando cheguei em casa, antes das 11. Perguntei quem era, me identifiquei, ele, do outro lado, começou a puxar conversa; antes que o papo se esticasse, eu fui tirar minha dúvida, porque eu já sabia quem era, mas não tava querendo acreditar, era muita falta de sorte.
- Sim, sou eu mesmo, o cara do cabelão cumprido.
Aff! Era o feioso mesmo que tava afim de mim e tinha tido a coragem de me entregar o bilhete. Eu era muito azarado mesmo, por que não foi o gostosão que tinha sido? Aí, fiquei injuriado, não com o feioso, mas com a situação, pois ele não tinha culpa de nada! Ele era muito magro, muito alto, mais de 1.90m, todo desproporcional, branquelo, dos dentes amarelados, sempre usava uma boina ridícula para trás e aquelas calças horríveis que são vendidas na Paraná, cheias de detalhes, botões, zíperes que não abrem, manchas, costuras, remendos. Não sei nem por quê o bonitão Carlos andava com ele.
Enfim, depois do pesar, eu, no passar da semana – ele ficou me ligando durante a semana, me chamando pra sair e tals – acabei dizendo que achava o amigo dele muito gostoso, tinha um bração, saradão, jeitinho; ele ficou meio sem graça e disse que o Carlos – enfim, eu acabara de saber o nome – era o melhor amigo dele. Pronto, pensei, agora que nunca vou conseguir nada com o menino lá.
Entretanto, nós nos esbarrávamos na academia e acabei ficando amigo dos dois, não teve jeito, por mais que evitasse. Em um belíssimo dia, acabei contando para o Marcos que não era afim do amigo, não sei como esse assunto surgiu, e não sei de onde tirei coragem, falei-lhe que ficaria sim, mas com ele e não com o melhor amigo! “Disse, pelo menos eu disse!”, eu pensava.
O Marcos, com aquele jeitinho dele, ficou todo sem graça, eu tímido e ele era mais ainda! E ele acuado, ficou bem pintosa; não sei por quê, mas deixava escapar dizendo que não era afim de mim, que nunca tinha me visto daquela maneira e acabou me cortando na tora.
Eu já tava desistindo daquela academia, pois já tava ficando chato. Além do Carlos, eu tava investindo em dois gostosões com jeito de machão mesmo, mas eu sabia que eram passivas porque conheço, um deles trabalhava no Diamond Mall como vendedor, e já tinha os visto na Jô, e também não tava rolando nada, e como eu estava investindo, já ficava envergonhado de levar foras e com a auto-estima arregaçada.
Já era início de Março quando Carlos me deu o dito fora. O dia da semana era terça. Pois bem, nem só de azar vivo eu, e quando eu menos esperava, o telefone tocou naquele próximo sábado. Adoro ser surprendido:
- É Carlos, não reconhece minha voz, hem?
- Desculpe!
Ele acabou dizendo que contou ao feioso a nossa conversa e que ele disse que não tinha nada haver, parecia que o amigo dele tava era apaixonado por mim, pela conversa; então eu desenvolvi o assunto:
- Vem aqui em casa pra gente conversar...
Porque ele não ia dizer que tava liberado pelo amigo para dar para mim, né! Tipo: “ah, o meu amigo, que tá afim de você, disse que não tem problemas a gente transar...” É lógico que ele não iria fazer isso, mas ficou dando um de bobo, de difícil, no fundo ele tava doidinho querendo, mas tava sem graça pelo amigo, e isso realmente, ele tava. Só me ligou porque queria de verdade, senão, teria lançado mão em nome da amizade dele...
E pela minha surpresa, ele aceitou vir em minha casa desde que não houvesse nada entre a gente e que queria apenas conversar... Ele chegou de noite, umas 8 horas e eu já de cara dei-lhe um beijo na boca, o que lhe assustou um pouquinho, mas acabou deixando, me liberando o caminho, o que me deixou confiante: o bofinho já tava no papo, eu iria ter jantar! Para não assustar o homem, liguei a tv, ofereci lanche, suquinho, biscoitinho, só afim de deixar as tensões de lado.
Passado quase meia hora do único beijo que tínhamos dado, achei que já era hora do jantar, hehehe, peguei a mão dele e surrei minha pistola nela, aí, ele avançou de vez e caiu em cima de mim, sentou no meu colo e começou a surrar a bundinha na minha vara, eu disse:
- Isso mesmo, procura minha pistola com seu cuzinho, vai.
Ele rebolava em cima de mim todo empinadinho, um tesão danado, adoro homens que dão sempre empinadinhos. Tirei-lhe a camisa e comecei a passar a mão naquele peitoral lisinho, perfeito, e barriguinha bonitinha. Ele tirou minha camisa e me beijava, e eu colocava minha mão dentro da calça dele pegando-lhe a bundinha lisa.
Levantei e coloquei-o de joelhos e o pus a mamar-me. Ele mamava sempre com a bundinha empinadinha, feito uma feminha de verdade, eu ficava louco. Depois de um longo período vendo aquele carinha igual a uma putinha safada me mamando, eu tava quase gozando né, peguei ele, virei ele de costas, fiz ele apoiar as mãos no sofá, e abaixei a calça e comecei a chupar o cuzinho limpíssimo dele. Observei que a piroca dele tava mole enquanto ele gemia de tesão, o que me deixou ainda mais louco, isso que é passiva, pensava.
Depois que ele já tinha rebolado horrores na minha cara, coloquei ele de franguinho assado, com as perninhas abertas pra mim, e rabinho depilado mostrando, adoro um rabinho depilado, e com com a piroca mole; dei-lhe mais linguada no cú até o saco. Brinquei com o pênis mole dele:
- Não funciona não, né, safado?
Ao que ele gemeu respondendo, sem titubear:
- Não! Aqui só funciona o cuzinho...
Delícia! Era o que eu precisava ouvir pra ficar mais afim dele ainda. Coloquei a camisinha, passei o gelzinho mágico para cús, KY, e fui pra cima dele.
- Vai devagar, ele me pediu.
Sem problemas para mim, não tava com pressa mesmo! Bombei naquele rabo o final de semana todo, em todas posições possíveis, adorei vê-lo cavalgando feito um louco com aquele piru mole de passiva , sacudindo em cima de mim, o cuzinho macio, ele se dizia fêmea e que adorava ser uma puta safada e que amava dar o cú, ele parecia realizar-se. Foi tudo, adoro ouvir um cara gostoso dizendo que é fêmea, puta, piranha, esses tipos de bobagens.
Infelizmente, aquele foi o único final de semana juntos, ele não quis mais, mesmo com minha insistência, que o amigo dele nunca iria saber, etc e tals, mas ele não me encontrou novamente, dizia que estava namorando sério, eu fiquei meio que apaixonado por ele na época, mas fazer o que? O bofinho acabou sumindo, encontrava com ele na academia e só me cumprimentava... Mês passado, vi ele na Jô, tava sem camisa, com aqueles musculões mostrando, estava sozinho, não cumprimentei, ele também não cumprimentou...
Após superado este fora que até hoje não entendi, fiquei com os dois caras passivos que tinha dito anteriormente, eles dividiram o pão, foi tudo, mas esse conto vem depois.
Abraços e me contate: ocomedordecus-bh@hotmail.com
05 de outubro de 2010.

 

Camilla cd – No sul de Minas

Ultima assistência do semestre e por sorte minha em uma cidade do sul de minas, me instalei em uma pousada bem tranqüila e aconchegante com piscina e tudo os proprietários um casal muito simpático me receberam com muita atenção era um casal típico de minas muito bem humorados ela trabalhava na cidade em um outro comercio que eles tinham que era de artesanato mineiro e ele um senhor de uns cinqüenta e poucos anos a pousada estava vazia apenas um casal de BH estava hospedado mas passavam o dia fora passeando , como o meu trabalho só é feito durante a noite fiquei com os dias livres visto que a empresa em que vou dar assistência tem horário comercial ativo , o meu trabalho fica pra depois de seu expediente , no primeiro dia andei bastante conhecendo a cidade , a noite terminado meu expediente por volta das 2 da madrugada fiquei conhecendo a vida noturna daquela cidade que era bem tranqüila e isso me dava algumas idéias pois havia poucos turistas , no dia seguinte acordei por volta das nove tomei um belo café da manhã como é típico de minas e fui tomar sol na piscina conversei rapidamente com o proprietário da pousada Sr. Osmar que sempre muito atencioso me mostrou a piscina dizendo que ficaria sozinho pois só estava eu e ele na pousada dei um sorriso disse que era bom a tranqüilidade , e fiquei tomando sol , passado algum tempo o Sr. Osmar apareceu novamente me dizendo que ia descer até a mina de água para verificar a bomba d água , aproveitei para deixar minha sunga bem enfiadinha para deixar marca no meu bumbum , depois de algumas horas escutei barulho e me recompus , era o Sr Osmar voltando e me trazendo um lanche , eu estava no paraíso fiquei o dia todo na piscina , a noite terminei meu trabalho mais cedo pois havia faltado energia no lugar , cheguei na pousada por volta da meia noite , e já com algumas idéias em mente eu estava louco pra liberar alguém que estava preso dentro de mim “Camilla” , tomei um banho demorado , passei hidratante pelo corpo e peguei minha bolsa mágica coloquei uma calcinha preta que adoro , meias 7\8 pretas de renda , coloquei um vestido tipo tubinho preto , salto , me maquiei bem coloquei minha peruca preta que vai até as costas e mais alguns acessórios pra dar um cham , vocês imaginam como eu estava ainda toda queimada de sol eu tava uma delicia , abri porta de meu apartamento bem devagar pra ninguém me ver meu carro tava na porta do chalé andei com um pouco de dificuldade na grama de salto mas cheguei até o carro , andei pela cidade fui até um lugar onde ficava alguns rapazes desci fui até o orelhão fingindo ligar pra alguém escutei alguns gracejos que adorei mas ainda com aquela mistura de medo e tesão , voltei para carro rebolando meu bumbum com nunca , como gosto dessa sensação a meia a calcinha enfiadinha e sendo desejada por marmanjos , por essa noite estava bom voltei para a pousada e dormi de calcinha toda feliz .

De manhã acordei como de costume fui para piscina , Sr. Osmar muito gentilmente foi até a piscina me levando um suco geladinho e com uma cara de sacana me disse “ Eu te vi a noite e gostei muito do que vi “ inclusive hoje também você esta sozinho aqui na pousada então não precisa enfiar a sunga nessa bundinha coloca esse biquini aqui , tirando do bolso um biquine laranja fiquei constrangido mas sorri , ele saiu e deixou o biquíni , fiquei assustado ele ficou me olhando la da sacada me mostrando o biquini em cima da mesa , fiquei parado por alguns instantes olhando para biquini , respirei fundo peguei fui até o vestiário e coloquei era lindo tipo asa delta voltei para piscina olhei para sacada e ele estava sorrindo com aquela cara de safado nessa hora “Camilla” assume entrei na piscina rebolando joguei a toalha ajeitando e deitei de bruços deixando meu bumbum bem amostra pra ele , de vez em quando virava e soltava meus pequenos seios pra tomarem sol também , logo o Sr. Osmar veio perguntando se eu precisava de algo, eu disse que estava bem mas estava com dificuldades para passar o bronzeador , ele de imediato já pegou o tubo passando em suas mãos e em minhas costas , ombros , costas , cintura , de ladinho próximo aos meus peitinhos , nas minhas canelas , coxas , nossa na hora que passou nas coxas arrebitei o bumbum e ele entendeu jogou mais bronzeador no meu bumbum a ponto de virar um meleca e ficou passando no bumbum hora em movimentos fortes que eu chegava a gemer baixinho hora bem suave passando debaixo do biquini que eu sentia a ponta de seu dedo no meu buraquinho , nem preciso dizer que eu estava ficando louca de tesão , foi quando ele me disse no meu ouvido sussurrando se veste daquele jeito de ontem pra mim que vou no seu quarto hoje , apenas confirmei com a cabeça , a noite não consegui nem trabalhar não via a hora de voltar para pousada cheguei a inventar uma dor de cabeça e sai as 23 horas , fui para pousada e deixei Camilla assumir , tomei um belo banho fiz uma duchinha intima pois sabia que hoje tinha o que eu queria , fiquei toda produzida , como a ansiedade era muita me arrisquei a ir la fora desfilei um pouco pela varanda , nossa que tesão que eu estava , logo apareceu Osmar não sei da onde nem vi ele me abraçou por traz , me pegando pela cintura e me cheirando a nuca , vocês não tem noção do que eu senti naquele momento , era uma mistura de desejo com medo mas enfim era o que eu queria , entramos para o chalé em uma das mãos ele levava um vinho geladinho , ele tava muito cheiroso e bem arrumado de barba feita ele também havia se preparado pra mim , tomamos o vinho conversando sobre meu jeito de ser ele achou demais e me deu um beijo que retribui passando minhas mãos pelos seus cabelos grisalhos e já subindo em seu colo não preciso dizer que foi aquele garro de passa mão aqui passa mão ali , quando dei conta já segurando seu pau que não era grande mas era muito grosso que mal consegui chupar mas me esforcei rsrsrs , ele gozou em minha boca com jatos de um toro , e eu não perdi nem uma gotinha daquele leite , então tirei sua roupa deitei ele na minha cama , tirei meu vestido ficando só de calcinha , meia e salto , e fiquei me insinuando pra ele jogando o cabelo , arrebitando a bundinha queimada com a marquinha do biquini que ele havia me dado , ele ficou me elogiando dizendo que tava errado aquela menina no corpo de menino , então me deitei a seu lado e fiquei alisando seu peito mordendo o bico de seus peito até que fui descendo naquele pau grosso que estava adormecido e vocês não tem noção do tanto que gosto de chupar um pau molinho e sentir ele endurecer na minha boca , coisa que não demoro muito pra acontecer nesse momento montei em cima dele puxei minha calcinha pro lado passei mais saliva no meu cofrinho e fui devagar mais bem devagar tentando alojar aquele membro grosso no meu buraquinho que já estava implorando pelo prazer , entre muitas tentativas e gemidos consegui sentir aquele macho dentro de mim mas como doía parecia que tava me rasgando , mas nem chegava perto do prazer que estava me dando , Osmar pegou em minha cintura eu me curvei ele caiu de boca nos meus peitinhos que tesão louco me deu comecei a rebolar em seu pau num desejo de fêmea em cima de seu macho que quando dei por mim estava pulando e gemendo alto que Osmar colocou a mão em minha boca na tentativa a abafar meus gemidos , me jogou de lado e continuo a me penetrar apertando meus peitinhos , e falando ao meu ouvidos palavras que me deixavam mais louca tipo , mexe gostosa , você gosta vagabunda , vou te comer todo dia que você ficar na minha pousada e não foi diferente me comeu mesmo , e ele nessa noite terminou em um gozo louco e alucinante em que ele gozou e eu também com espasmos fortes e eu nem coloquei a mão no meu pauzinho , vocês pensam que ficou por ai não ficou não o Sr. Osmar no ano seguinte veia na festa do peão de Barretos que é uma cidade próxima a minha e me ligou eu tinha esquecido que ele tinha meu cadastro no hotel , mas essa eu conto na próxima , beijos a todos .

Camilla-cd@hotmail.com

 

Clube dos prazeres

Sou uma menina muito aberta, gosto de falar sobre todos os assuntos e gosto muito de curtir a vida. Tenho uma amiga assim como eu, acho que por isso nós vivemos juntas.

Bem, irei fazer uma descrição minha e de minha amiga, meu nome é Fernanda, conhecida pelos, mas íntimos como Nanda, tenho cabelo preto e longo, pele branca, mas bronzeada, olhos castanhos claro e lábios um pouco carnudos, seios pequenos e durinhos, a bundinha é redondinha e arrebitadinha, não tenho barriguinha, mas também não me mato em academia apenas cuido de minha alimentação e gosto de correr todas as manhãs. Minha amiga se chama Camila, ela é branquinha pois não consegue bronze já que fica vermelha se quando exposta muito tempo ao sol, tem olhos castanho esverdeado e cabelos castanho claro com mexas loiras, e bem comprido, seus lábios são pequenos , mas chamam atenção pois são lindos, seus seios são maiores que os meus, seus biquinhos mais puxados para o rosa e pequeninos, tem o bumbum grande e chama muita atenção.

Era uma manha de verão e como sempre nas férias aproveitamos que o dia estava lindo para ir ao clube. Chegamos lá e fomos direto ao banheiro para trocar nossas roupas, eu coloquei meu biquíni branco com desenhos azuis e vermelhos. Já a Mila que é como chamo minha amiga estava com biquíni rosa choque bom bolinhas brancas.

Como era cedo o clube estava vazio, nos deitamos na espreguiçadeira e ficamos pegando o solzinho, não demorou muito e as pessoas começaram a chegar e fomos para a água. Ficamos nadando até próximo a hora do almoço. Saímos da água e nos enrolamos em nossas cangas e fomos ao restaurante do clube. Ao chegarmos percebemos que tinham dois garotos que não tiravam os olhos da gente, pareciam quererem nos comer com os olhos, ficamos um pouco incomodadas com isso mas deixamos pra lá.

Depois de descansarmos voltamos a piscina, desta vez percebemos a presença dos meninos na água, não ligamos e entramos na piscina.

Os garotos não demoraram pra puxar assunto com a gente e demos trela já que pareciam ser legais, nadamos juntos e curtimos as brincadeiras até que em certo momento o mais velho deles começou com brincadeiras de passar por baixo de nossas pernas, percebi que em uma das passadas ele passou algo em minha bucetinha, tentei não demostrar o constrangimento pois imaginei que foi sem querer. Um erro meu claro...

Logo ele estava passando novamente mas desta vez ele não passou, mas acariciou minha bucetinha, aquilo ao mesmo tempo me irritou e deixou com tesão, era uma situação perigosa, estávamos em um local publico e alguém poderia ver e também nem o conhecia direito, mas ao mesmo tempo isso me provocava, sempre tive curiosidade de transar com uma pessoa que mal conhecia. Acho que foi nesta hora que o amigo dele percebeu o que estava acontecendo e resolveu não perder a oportunidade de ganhar a Mila. Ele a abraçou por trás e pelo que percebi enquanto beijava levemente seu pescoço ele passava a mão em seu corpo. Mila estava com uma cara de assustada, mas em seguida olhou pra mim e deu uma piscadinha, o sinal que usávamos pra dizer que iriamos aprontar. Nos soltamos dos meninos e dissemos que iriamos ao banheiro.

Ao chegar lá a primeira coisa que ela falou foi:

- Amiga, esses carinhas são uns gatos, mas são bem abusados também né?

- Eu também achei eles meio ousados, mas sei lá amiga, fiquei um pouco interessada na brincadeira, onde será que isso vai acabar?

- Onde você acha? No lugar de sempre amiga?

- Claro, vamos para o nosso cantinho.

Claro que vocês não entenderam o que estávamos pensando, bom, aqui no clube temos uma turma de amigos e algumas vezes a gente acaba ficando claro, e quando isso ocorre algumas vezes acabamos transando também, então tem uma parte no clube que a turma do nosso grupo chama de motel, mas na verdade não passa de um quiosque onde se tem as churrasqueiras, quando não estão sendo utilizadas elas ficam com os toldos abaixados ficando então escuro e com privacidade.

Saímos do banheiro e chamamos os meninos. Falamos que estávamos cansadas de ficar na aguá e que gostaríamos de dar uma volta pelo bosque do clube. É claro que eles entenderam que isso era uma desculpa para irmos ao um lugar mais reservado, mas eles nem imaginavam o que iria acontecer.

Andamos pelo bosque e os meninos ficaram atirados, ficavam nos provocando com passadas de mãos, beijos no pescoço e por ai vai, mas eles não tinham bem a pegada, Bom, depois conversando com minha amiga chegamos a conclusão de que com certeza eles eram totalmente inexperientes, mas voltando ao assunto, logo percebemos que eles não tinham aquela pegada que normalmente os homens tem que deixam as mulheres doidinhas, então conseguimos enrolar os meninos e leva-los exatamente onde queríamos. Ao chegar perto das churrasqueiras falei:

Nossa, nunca percebi que tinha essas churrasqueiras aqui, vamos quero ver como são.

A Mila sorriu pra mim e me seguiu, os garotos vieram atras meio desaminados pois acharam que não iam conseguir nada. Assim que entraram já fomos agarrando eles, estava um pouco escuro, mas conseguíamos ver uns aos outros. Mila já tinha agarrado o mais novinho deles e estava beijando loucamente ele enquanto pegava no pau do carinha, eu estava ajoelhada pegando naquela rola que já estava dura. Pelo que percebi os meninos estavam assustados, não estavam esperando essa atitude nossa, mas vamos deixar claro aqui para vocês leitores, gostamos muito de curtir a vida então, sempre transamos juntas inclusive uma com a outra, então somos bem putinhas na cama, ainda mais pegando dois gatinhos cabacinhos ainda. Quando puxei a bermuda do menino vi aquela rola saltando pra fora mirando meu rosto. Não era muito grande, um pouco grossa, quando coloquei aquela rola em minha boca senti ela pulsando, fiquei chupando aquele pau enquanto o menino acariciava minha cabeça. Passava a mão em seu corpo pois já estava com muito tesão. Mila fazia o mesmo que eu só que o carinha que ela estava chupando estava deitado sobre a mesa e pela sombra do pau dele parecia ser maior, Conseguia ver a sombra do rosto de minha amiga subindo e descendo da rola do carinha.

O rapaz que eu estava chupando começou a respirar mais forte, sabia que logo ele iria gozar então parei de chupar pois não queria apressar tudo. Deitei e mandei o carinha me chupar. Ele prontamente desamarrou meu biquíni deixando meus seios e minha bucetinha amostra. Começou uma chupada meio desajeitada, mas logo foi pegando o jeito pois quando ele fazia certo eu gemia para mostrar que estava bom. Quando ele colocou a linguá em minha bucetinha foi demais, ele lambia tudo, os lábios, o clitóris, parecia mais um esfomeado com um prato que estava prestes a comer. Aquilo estava muito gostoso, depois de muita chupada senti meu gozo chegando, meu corpo se contraia de prazer, Mila que não gosta de perder tempo já estava colocando a camisinha que a gente sempre carregava em nossas bolsas por não saber o que o dia iria nos proporcionar. Bom quando vi minha amiga subindo na mesa e encaixando aquela rola em sua bucetinha fiquei completamente doida de tesão, puxei minha bolsa pegando a camisinha, empurrei meu macho para poder me levantar e ajoelhei em sua frente, tirei a camisinha da embalagem e encaixei na cabecinha de seu pau e terminei de colocar com a minha boca, fiquei então de quatro no banco com os peitos apoiados na mesa e pedi para ele me fuder de quatro. Ele tentava encaixar o pau na binha bucetinha porém tinha um pouco de dificuldade, então peguei aquele pau e encaixei e ele meteu de uma vez só. Nossa isso me deixou maluca, enquanto ele metia eu rebolava naquele pau, doía um pouco acho que pela grossura, não pelo tamanho.

Mila gemia muito, pelo jeito o carinha estava metendo gostoso nela. Sempre achei que ela gostava mais de pica do que eu se bem que isso é meio complicado. Aquela rola me deixava doida, mas queria saber porque minha amiga gemia tanto. Depois de muita meteção pedi para meu macho trocar com seu amigo. O pau do mais novinho era realmente maior, não era apenas impressão, ele me colocou de quatro e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, quando ele foi encaixar pedi pra ele colocar no cuzinho.

Acho que o menino não acreditou na sorte dele, ficou meio que esperando pra ver se eu ia falar que ela brincadeira, mas como não falei ele colocou na entradinha e foi metendo devagar, senti aquela pica entrar inteira no meu cuzinho que piscava de tesão, ele encaixou completamente e começou metendo devagar. Falei pra ele que gostava de força então ele mandou ver, Bombava muito meu cuzinho enquanto eu esfregava a minha mãozinha em minha xana, gozei algumas vezes me esfregando e não demorou muito o rapaz tirou o pau de meu cuzinho, arrancou a camisinha enquanto eu ficava ajoelhada, então senti o primeiro jato de porra vindo direto em meu rosto, sujando meu cabelo meus seios. Acho que o rapaz mais velho viu a gente fazendo isso e quis o mesmo, minha amiga ficou na mesma posição e fui me ajoelhar ao lado dela. O cara gozou muito, mas muito mesmo, quanto terminou o rosto de minha amiga estava escorrendo muito, nos olhamos e rimos e para terminar nossa brincadeira nos beijamos.

Nos levantamos e lavamos nossos rostos e limpando onde mais tinha voado porra e fomos saindo. Os meninos vieram atras quando demos o fora neles. Já tínhamos conseguido o que procurávamos, estávamos com tesão ainda, e iriamos procurar novas vitimas para curtir já que mesmo tendo uma transa maravilhosa com os dois ainda não havia nos saciado, apenas aguçado nossas vontades.
Voltamos a piscina para tirar o cheiro do sexo e quem sabe...

Bom, esse foi o relato, apenas o inicio de um dia maravilhoso que teria ainda muito mais diversão.

Gostamos de escrever, espero que tenham gostado.
Edu e Mari

 

Viagem a Recife

A pedidos que recebi por email, irei publiquar um novo conto que aconteceu mês passado enquanto estava viajando. Fui para Recife com meu pai, adoro lugares onde tem praia principalmente no Nordeste com areias branquinhas e águas mornas uma delicia. Todos sabem né sou Alex e tenho 18 anos, no meu primeiro conto mostrei a vocês como perdi minha virgindade para o motoqueiro desconhecido que não é tão desconhecido assim agora rsrsrrs. Tudo começou quando meu pai me disse que iria a Recife, mas precisamente Pernambuco, como estava de ferias eu pedi para ir com ele e não tive problemas quanto a permissão. Comecei a arrumar minhas coisas, roupas, perfumes, cremes, materiais de banho e claro minhas roupinhas femininas (ainda bem que meu pai não sabe disso rsrsrrs). Partimos do RJ para RE no dia 02/06 as 04h00min, como estava de madrugada resolvi deitar um pouco e descansar afinal eram um pouco, mas de 2 horas de viagem. Não demorei muito e peguei no sono e que sono, sonhei que estava na praia e resolvi ir me banhar um pouco, der repente eu fui puxado para o fundo estava desesperado quando aparece um gato de sunga vermelha com um corpo todo sarado, segura o meu corpinho e me salva, com sorriso lindo pergunta se eu estou bem, eu achei que estava no céu e perguntei se ele era um anjo, ele me respondeu com um sorriso dizendo que me viu se afogando e foi me salvar, eu querendo retribuir perguntei se poderia fazer alguma coisa em troca e exatamente na hora que as coisas ia ficar melhores eu acordo com meu pai me chamando dizendo que o avião acabou de pousar, eu levantei completamente excitado como meu pauzinho é pequeno ninguém notou.

Depois de retirar nossos pertences do avião, fomos pegar um taxi. Chegando ao hotel e que hotel logo de entrada tinha uns 7 a 10 seguranças todos fortes (mas tarde vocês vão saber o que aconteceu rsrsrrs) passei depois do meu pai e aproveitei para dar uma rebolada e claro amarrar meu tênis na frente deles. Teve um que me olhou como se eu fosse comida nossa fiquei ate com medo rsrsrrs, fora isso o resto agiu naturalmente e fui entrando no hotel, meu pai perguntou a porque demorei la fora e respondi que estava tirando fotos do hotel, ele disse que nosso quarto ficaria no sétimo andar e me deu o cartão dizendo para subir e ir levando as coisas que ele iria passar no trabalho primeiro, como era muita coisa para levar (principalmente minhas) chamei um rapaz desses que levam as malas para me ajudar e rapidamente apareceram 3 rapazes não eram lindos mas também não eram de se jogar fora. Eu parecia uma madame dando ordens a eles, depois de tudo arrumado dentro do quarto, melhor não posso chamar de quarto era uma suíte, 2 quartos, cozinha, sala, banheiro, varanda, fora as decorações que eram muito charmosas. Depois que eles saíram fui logo tomar um banho e experimentar aquela banheira linda, deixei enchendo, pus sabão e sais de banho, me atirei na banheira e nossa que gostoso a água quentinha acho que fiquei umas 2 horas ali relaxando estava muito boa.

De banho tomado e todo cheirosinho faltava agora escolher uma roupa para sair e conhecer a cidade confesso que experimentei varias roupas e decidi ir com uma calca jeans preta bem justinha, tênis all star cano longo e camisa da billabong rosa. Levei comigo apenas carteira e celular, liguei para o meu pai dizendo que ir dar uma volta ele deixou contanto que eu chegasse antes das 11 horas da noite. Sai do hotel e peguei um daqueles taxis que te levam para conhecer os lugares como estava com fome pedi para me levar em um restaurante. Vocês devem saber que adoro comidas exóticas e dessa vez não foi diferente, entrei no restaurante e pedi ao garçom uma mesa, o mesmo me levou e me entregou o cardápio, pedi arroz maluco (um arroz que vem temperado com vários legumes e verduras) carne de lebre e para beber uma taca de vinho malbec. Apos a refeição resolvi voltar para casa tendo em vista que já era tarde e não queria me atrasar logo no primeiro dia de viagem. Voltando para o hotel pude observar os seguranças de novo e pelo que notei tinha uns 4 novos (devem trabalhar no turno da noite) mas dessa vez não dei bola e fui para dentro rapidamente, peguei o elevador e fui para o meu quarto, porem no caminho um funcionário do hotel me chama, eu olhei para trás e fui em direção a ele que me entregou um envelope fechado depois foi embora. Resolvi abrir quando chegasse ao meu quarto, entrando meu pai perguntou se eu já tinha jantado e disse que sim e iria tomar um banho para dormir. Logo após o banho abri o tão misterioso envelope e para minha surpresa tinha uma foto de um pênis bem grande e grosso por sinal, fiquei imaginando esse mastro não é daquele funcionário que me entregou o envelope uma vez que ele é branco e o penis era negro, depois de admirar aquele pedaço de mau caminho notei que tinha outro papel com algo escrito:

"Eu vi como você quis se mostrar para mim, e confesso que gostei do que vi, moro a 2 quadras do hotel apareça aqui em casa depois das 19:00h para agente se conhecer melhor, você não vai se arrepender. Beijos minha bonequinha.” Confesso que depois que li fiquei totalmente excitada e fui para a cama pensar como seria amanha se eu realmente iria ou não. Passada a noite acordei com o brilho do sol meu pai ja tinha ido trabalhar e deixou um recado para pedir o café da manha. Depois de comer fui tomar um banho e da uma volta e para minha surpresa, estavam os mesmos seguranças la em baixo, dessa vez passei olhando para baixo com um pouco de vergonha e sem querer olhei para trás e vi 2 deles olhando para mim e comentando algo, apressei um pouco e fui ate a praia. Um dos motivos que eu tanto quis ir para Pernambuco foi por causa das praias e notei que em uma parte mais afastada tinha uma de nudismo, como era dia de semana a praia estava vazia e resolvi aprontar um pouco, tirei meu biquíni da bolsa e troquei ali mesmo minha sunga pelo biquíni e deitei de hora de frente hora de costas, como minha pele é bem branquinha e eu sou totalmente lisinho não demorou muito para ficar vermelhinha e fui para a água me refrescar um pouco e vi que já tava com uma marquinha gostosa.

O tempo foi passando e voltei para o hotel, aproveitei para almoçar por ali mesmo.
Voltei para a suíte e fui dormir um pouco, tirei toda a roupa e fiquei admirando a marquinha do biquíni e logo minha pela estava um pouco vermelha, passei um hidratante e fui dormir.
Acordei com meu telefone tocando, era meu pai dizendo que ia passar a noite fora e só voltaria à noite no dia seguinte, aquilo para mim foi maravilhoso e disse que não tinha problemas. Quando vi a hora 18:00h tomei um susto como passou rápido, fui me arrumar não usei roupas que chamam atenção fui normal mesmo ate o local, eu estava com medo mais ao mesmo tempo com curiosidade de descobrir o que estava por vir.
Quando me aproximei da casa que fui indicado a ir o segurança aparece do nada, e pergunta achei que você não viria, eu meio que com vergonha respondi com um sorriso. Ele disse para eu entrar com ele e me perguntou se eu estava gostando de Pernambuco, disse que sim e no mesmo instante entram mais 5 homens na casa, eu tomei um susto e me levantei eles disseram para não se assustar, o dono da casa disse que eles iam fazer uma festinha ali e eu era convidado especial, percebi de cara que eles queriam transar comigo, perguntei quem tinha enviado aquele envelope para mim e para minha surpresa aparece um sexto homem esse era maior que todos os outros e ele apareceu apenas de cueca e seu membro já estava bem duro. Fui em quem mandou sua bixinha e dito isso ele arriou sua cueca e vi aquele monstro brotar na minha frente e ele falou vem sua putinha me mama gostoso e os outros me jogaram no chão e puseram uma coleira em mim, você obedece a gente que ninguém sairá daqui machucado ok?

Eu tremi todinho e eles tiraram minhas roupas fiquei peladinho, hum essa bixinha tem ate marquinha de biquíni que gostosinha corpinho lisinho, vermelhinho. Eu estava de quatro no chão com uma coleira era literalmente uma cadela e fui levado ate o segurança chefe, tentei me levantar, mas rapidamente fui derrubado você não quer tomar uns tapas ne só se levanta se agente mandar, e continuei de quatro, o chefe se posicionou na minha frente e pos aquela cobra no meu rostinho, sei que chupei muito aquele pau apesar de estar sendo humilhado sentia um prazer indescritível. Um pouco depois de começar a chupar senti alguém cuspindo no meu cuzinho e passando a mão sabia que alguém iria me comer, eu não sou virgem, mas estava há um tempo sem dar e meu cuzinho é bem apertado eu virei para trás e pedi para irem com calma só sei que levei um puxão pelos cabelos do segurança que eu tava chupando e ele disse, para continuar chupando e calar a boca, dito isso ficava enfiando seu pau dentro da minha boquinha me fazendo engasgar estava com o rosto todo babado ate que senti uma pressão no meu cuzinho e o cara meteu em uma estocada senti a mesma dor de quando perdi a virgindade e foram estocadas rápidas e violentas nao podia gritar e o cara enfiava muito em mim estava sendo fodido pela boca e pelo cuzinho ainda tive que ficar punhetando mais dois estava completamente cercado por picas sedentas querendo me arrombar depois de um tempo tomei o primeiro banho de porra o que eu tava chupando gozou fundo na minha garganta e não tirou o pau me forçando a engolir cada gota do seu esperma e os outros 2 que estava punhetando gozaram no meu rosto e cabelo deixando todo melado, eu estava que nem uma puta, com a boca cheia de porra e o rosto melado de porra quente, ate que quem estava me comendo parou e pos o pau no meu rosto e mais uma gozada e eu nem podia me limpar a não ser com a língua eu lambia as que estavam escorrendo depois foi outro me comer como meu cuzinho já estava aberto não foi difícil e o cara meteu também bem forte e veio gozar no meu rosto, depois esse que eu chupei primeiro foi me comer, só que ele não foi sozinho foi um outro segurança com ele e senti pela primeira vez duas picas dividirem o meu cuzinho dessa vez não agüentei, chorei muito parecia que estavam me partindo ao meio achei que ia desmaiar e cada vez mais apareciam paus na minha frente despejando porra quente na minha boca e no meu rosto, por final levei gozada dentro do cuzinho quando eles tiraram aqueles mastros de mim sentia o vento batendo no meu buraquinho que parecia agora um buraco arrombado sem pena tive que despejar a porra que estava em meu cuzinho eu uma tigela e beber todo aquele leite quente que saiu de mim. Depois de ser totalmente humilhado eles ainda tiraram fotos minhas de coleira com porra pelo rosto todo com o cuzinho arrombado, segurando a pica deles, com o pau na boca enfim vários fotos da minha humilhação.

O segurança chefe disse que as fotos eram apenas para eles se lembrarem de mim e que se eu contasse alguma coisa eles iram postar em sites e divulgar para revistas etc. Como não estou dizendo os nomes aqui nem nome do hotel fico tranqüilo, espero que eles se eles lerem isso não resolvam postar, imagina se algum amigo vê isso e conta aos meus pais rsrsrrs, mais achei interessante postar esse episódio com vocês, parecia um estupro mais eu adorei.

Beijos e ate a Próxima.

ninfa.rj@hotmail.com

 

Rita ao meio dia

Surge um isqueiro e a vontade lhe ataca. Lá estava, portando um rouge vibrante pelas ruas de São Paulo. Trazia também um olhar distante e pensativo, parecido com o de quem procura algo, mas ali naquele mar de pernas e luzes, nada além de espera. Calculava ter nome de idoso já que se tratava de um bairro nobre. Joaquim, esse era o nome no celular, ao negociá-la balançava a cabeça afirmativamente propondo mais de uma. O cara sentia calafrios com mulheres, imagine só o que elas fariam. Rita e mais uma.

Primeiro iriam mostrar o equipamento, fora os piercings e tatuagens, mas um corpinho adolescente na mais pura flor, nada que não fosse novidade. No lugar só davam as melhores, as mais belas e caras rameiras paulistas, algumas meio rock n’ roll com uns lances masoquistas. Agora ela... a lésbica, seria o grande trunfo, uma que posava de santa e até tinha a cara. Quem é que não sabe o que dizem dos tímidos? Sexo é o limite! Rita também tinha isso, só não passava a eternidade. Dormiriam? Talvez... só o bolso determinava.

Elas sabem, inclusive, da importância de um bom sexo, que eram raros os orgasmos, mas... já não davam importância, logo saberiam elas que dividiriam olhares e um pouco de carícias. Vivem num bairro de belos saltos, saltos compridos e que fazem barulho, gostam disso, não havia como não olharem, ainda mais com aquela mini saia e o decote da amiga, somente a essência de primavera impregnando a beleza, são todas assim. Enquanto não chegava, Rita pensava no cliente, se velho demais, ou com um jeitão mais jovial do tipo, galã de cinema. Pensava também em empurrar a amiga caso não gostasse, esse era o combinado. Já a outra queria que fosse casado, tivesse uma senhora quarentona e moderninha, piercings nos mamilos, e aquela modinha dos anos 30, entretanto, não curtia esse lance de dividir a transa, achava meio bizarro e um tanto antiético, tirara isso do curso de direito. Apesar da aparência freqüentava algumas aulas, presente de um diretor.

Outros retoques no final da escada, raramente tinham essa mania de perfeição, dependendo de quem fosse o cliente, seria até necessário uma depilação, esse pediu duas, uma já ajeitava o piercing do clitóris, era o mínimo a se fazer. Chegaram à porta. Olharam em volta das luminárias para ver se espiavam, viram que não, guardaram as maquiagens e ajeitaram os cabelos tendo e mente um último momento antes do serviço. Esperaram após a batida que presenciava alguns ruídos de dentro do apartamento. Sabiam de sua perversão, algumas das clientes eram suas amigas, tinham tudo para proporcionar uma noite infalível. Camisa aberta e barriga exagerada, totalmente desproporcional ao corpo, certamente bebia cerveja. A expressão pálida e mal humorada começara a mudar na presença dos lindos seios ali na porta, seriam claros feito a lua. Os de uma podiam ser rosados, já os da outra nem tanto, mas tinham talento. Até generosos se não me engano, mas aquelas bundas eram inconfundíveis, só podiam ser brasileiras. - Fenomenal! - Dizia o cliente.

Viram o restante da sala enquanto o cliente exibia uma correntinha no pescoço, correntinha com um traço religioso, outros tinham lá suas preferências, mas a correntinha na cama era uma das coisas mais detestantes, ela batia na cara depois de um tempo. Pior seria um peito peludo e suado, no caso dele seriam pêlos brancos. Só prestaria para mostrar a idade. A tensão no lugar era evidente, onde estaria a empregada? Certamente teria empregada. Empregadas geralmente negam dar pro patrão, mas quando o cara é solitário também é cara de pau. Rita já foi, ou deveria ter sido empregadinha de alguém, homens são bem nojentos quando o assunto é doméstica, só ganhava aumento se desse pro patrão. Não sabia se a função estava mais pro quarto ou pro restante da casa. Felizmente isso favoreceu sua carreira, logo a patroa descobriu. Rita refletia quanto a isso. Solidão da companhia, solidão dos prazeres, não eram somente paredes claras ou uma espécie de carpete, mas um nojo de ganhar a vida. Naquilo ela estava certa. Sentia isso e outras coisas também. Pele úmida, não era visível, se bem que estimulante se tivesse a bebida, respondida ao também domínio do prazer.

Estimava a companhia, estaria sobre elas naquela noite, sobre a saia vermelha e o decote mal intencionado, totalmente iluminadas pela beleza e pelos bares de Blues ali do lado, nem sequer uma lâmpada acesa. Sabia ela, Rita, que aquela não era de importância, fazia até com convidados se deixasse, procurava agradar a todos, só ela e seu pentelho, seja onde estivesse, ou com quem, assim nos motéis e ainda mais em banheiros públicos. Alguns se surpreendem, mas agora só o velho, na surpresa que o encara, ruídos de MPB. Se atreve deixando-as abertas, antecipava algumas tatuagens nas brancas pernas de toda São Paulo. Rita vê e lança um sorriso, prefere terminar o drink. Surpreende-se quando o velho cai de joelhos, tudo o que ela queria era bancar a sacana, - Não! Primeiro comece pelos pés – o coitado o fez. Tirou a meia negra e subiu por toda a extensão de seu corpo, o delírio foi maior com o amontoado negro, mais negro que as meias, topou com a língua, incrível era ela, toda escuridão. Qual vagina não se saciaria com tamanho desejo, somente uma dona insaciável. Não deixe seus lábios vermelhos no cigarro ainda aceso. – Dizia a canção. Numa voz suave e que só faziam gemidos, podia ser Rita, mas as pernas faziam um bom serviço, semi-abertas aos agrados, somente uma boca de querubim.

Ao revelar da volúpia, Rita lança longos olhos de fúria, parecido com o hábito de sempre. Tornavam os lábios a se encostarem enquanto os seios eram consumidos por um arrepio curioso. Esperava os longos minutos de gemidos e palavrões, barulhos de móveis e exageros de lésbica. Solitária e também insana, tinha apenas a garrafa de uísque enquanto eles, as mais loucas orgias. Se manifestou. Não deixou que acabassem. Enquanto uma preparava-se para nova posição, a outra exasperou-se parecendo um animal no cil, não pensou, postou-se na a mesa como uma refeição, totalmente de quatro e com o ânus a mostra. – Vem! É isso que você quer porra! Larga essa magrela. - A do sofá até se impressionou e com raiva sacudiu seu cabelinho preto, fazer melhor, eu? Pensou. Não havia nada melhor que as loucuras de Rita, nada mais impressionante que aquela posição. Logo os dois enlouqueceram, sentiram-se no paraíso.

Rita com uma língua na sua imensidão anal, e o outro saboreando a mais exótica brasilidade. Tamanha foi a vontade que... não demorou muito para todos se juntarem. Estava perfeito, as roupas arremessadas e os olhos adormecidos em um... em um...

P.Viajei

 

Minha transa com a estagiária Juliane

Quero compartilhar com vocês a primeira vez que fiz sexo com Juliane. A Juli como é mais chamada, é uma bela morena clara de olhos verdes. É mignonzinha e para melhorar ainda mais siliconou seus peitinhos que já eram irresistíveis. Eu tenho muita sorte em conhecer mulheres assim e me dar bem com elas. A Juli tem 24 anos e faz estágio na minha empresa. É claro que uma mulher dessas valeria a minha tentativa e foi o que fiz. Comecei a observá-la bem e na primeira oportunidade que tive cheguei mais perto dela e puxei assunto, no serviço mesmo. Perguntei em qual semestre do curso de administração ela estava. Ela foi muito receptiva e disse que estava no terceiro semestre e que tinha adorado começar seu estágio na empresa onde eu trabalho.

Eu me apresentei e ela me disse que bom ter te conhecido Jade, você parece ser muito querida. Eu respondi, obrigada Juli, você também é muito legal e muito bonita, parabéns. Ela me disse, obrigada, quanta gentileza sua. Nossa primeira conversa fluiu e eu lhe disse, você é muito gata, deve ter vários homens te desejando. Ela me disse tenho namorado, mas não estou muito contente com nossa relação, na verdade acho que estamos mais para terminar do que para qualquer coisa. Ele é muito infantil e não quero mais isso. Eu disse a ela, bom uma mulher como você merece algo melhor mesmo. E depois voltamos ao trabalho, sem antes pedir a ela o seu celular. Ele me deu também o seu email para ficarmos em contato. Convidei ela para almoçarmos juntas e ela aceitou.

No almoço falamos de várias coisas e lógico sobre sexo. Disse a ela, Juli eu gosto mesmo é de mulheres. Ela achou legal, disse-me que tinha algumas amigas lés e outras bi. Achava interessante a opção delas. Senti que era o momento e perguntei se já tinha acontecido com ela transar com outra garota. Ela me disse ah esse assunto é meio tabu mas acho que posso confiar em você brincou. Me respondeu que sim, já transei na verdade com mais duas garotas. Eu fiquei surpresa e louca de excitação e queria mais detalhes. Ela me contou que uma delas era sua amiga e que a outra ela não conhecia até então. Depois de uma festa onde beberam um pouco mais do que de costume rolou uns pegas e a amiga de sua amiga comandou a sacanagem toda e Juliane foi abusada pelas outras duas garotas. Eu aproveitei e disse e você gostou? Ela me disse que sim, na verdade foi uma experiência maluca e excitante, fiquei com vontade de fazer de novo. Eu lhe disse se você topar eu posso fazer isso pra você e sorri. Juliane me olhou de um jeito muito safado e me falou eu quero, hoje ainda. Você quer? Eu disse claro, quero chupar essa tua bucetinha toda. Eu peguei sua mão por baixo da mesa e falei então vamos no meu apartamento pode ser? Ela disse, sim, passo em casa antes e depois vou te encontrar, vou no meu carro mesmo.

Nem imaginei que no primeiro dia que conheci aquela garota já iria comer ela. Lá pelas 21:00 ela chegou de mini-saia e com uma blusinha decotada. Logo que ela entrou, já nos beijamos e ela começou a me dizer me come, me leva pra cama, nem deu tempo de mais nada, foi o que fiz, fui passando a mão na bundinha dela e levando-a para o meu quarto. Ela me disse me serve uma bebida, o que você tem. Eu abri uma champagne daquelas pequenas e tomamos diretamente na garrafa. De propósito virei um pouco de champagne em sua blusa e comecei a lamber ali mesmo. Ela estava louca, dizia me chupa, me fode, não aguento mais. Eu disse você é muito safada mesmo, vou meter a minha língua nessa sua xana sua putinha. Ela me pediu para que eu tirasse a roupa e ficamos as duas nuazinhas. Bem na hora meu telefone tocou e eu nem quis saber, desliguei ele e fui direto naquela buceta depiladinha de Juliane.

Abri bem as pernas dela e meti a língua naquela bucetinha molhada, gostosa e cheirosa. Juliane tremia toda e me pedia para que eu continuasse. Eu enfiei a minha língua bem no fundo daquela buceta e fazia a estagiária se lambuzar toda. Comecei a apertar os seus seios com minhas mãos e Juliane ficou louca e disse vou gozar cadela, olha o que você está fazendo comigo. Eu disse goza então sua vadia, goza na minha cara. Ela tremia muito e tentou se segurar mais um pouco, mas não conseguiu, seu gozo escorreu direto em minha boca e eu não recusei nada. Enquanto ela gritava de prazer, eu enfiei meu dedo em seu cuzinho apertadinho e ela gemia ainda mais. Com seu líquido em minha boca beijei ela para que ela sentisse também o que eu estava aproveitando. Sempre que transo com outra mulher faço uma coisa que não deixei de fazer com ela, sentei com minha buceta na cara dela e disse pra ela me chupar, chupa safada, lambe tudo e me faz gozar também. Ela fez bem o serviço, eu estava a ponto de gozar também e comecei a roçar a minha buceta no rosto dela, o contato da minha buceta molhada com o nariz e a boca dela me enlouquecia quando não aguentei mais e gozei na cara da Juli.

Com nossas bucetas molhadas e pedindo mais, fizemos um esfrega-esfrega de xanas e gritávamos de prazer enlouquecidas. Gozamos de novo esfregando nossas bucetas freneticamente uma na outra. Fizemos um 69 bem gostoso e não perdi a oportunidade de enfiar novamente meu dedinho no cú latejante dela. Ea não se fez de rogada e enquanto me lambia também meteu seu dedo no meu cuzinho que pedia isso mesmo. Ainda queria enfiar um consolo nela, mas ela me disse que não gostava, preferia língua e dedos. Continuamos mais um pouco e depois fomos tomar um banho quentinho e relaxante.

Voltamos pra cama só com as toalhas e ficamos nos beijando e nos acariciando. Depois ela foi pra casa dizendo que havia adorado e que iria querer mais. Me disse para irmos num motel com hidro e eu disse claro, você é muito gostosa, quero transar com você de novo amanhã. Foi o que fizemos, levei ela num motel e ficamos numa suíte com hidro e foi uma nova e excitante transa lésbica. Mas isso eu detalho em outro conto. Naquela mesma semana ela terminou com o namorado e estamos transando sempre. Ela não quer nada sério, nem eu, pois não quero ficar com compromisso com apenas uma garota. Espero que tenham gostado, comentem.

Beijos a todas.

Jade.

 

Fiz sexo com as garotas da agência de viagem

Na empresa onde trabalho costumo fazer algumas viagens a São Paulo para estar em feiras e treinamentos. Por facilidade, uso sempre a mesma agência de turismo para as reservas de passagens e hotel. Nesta agência conheci duas garotas, a Tamara e a Helena. As duas são entendidas e namoradas. Geralmente eu faço as reservas por telefone, mas há uns dois meses atrás precisei ir pessoalmente. Logo que cheguei a Tamara veio me receber e disse que bom que nos conhecemos, entre. Ela me deixou muito à vontade e resolveu tudo o que eu precisava. Naquele dia Helena não estava. Eu reparei de cara que Tamara era lésbica, mas ela é bem discreta e feminina.

Deu pra ver como ela se interessou por mim e eu por ela. Foi ligação direta. Ficamos só nós duas conversando depois do expediente, já que ela de propósito começou a me mostrar pacotes turísticos diversos. Durante a conversa ela me disse você também gosta de garotas não é? Foi bem direta ela, mas gostei, achei bem audaciosa e decidida. Disse que sim e que tinha reparado o mesmo em você Tamara. Ela me disse eu e a Helena somos namoradas e você vai adorar conhecê-la. Acho que podemos nos divertir nós três. Eu fiquei interessadíssima e disse será um prazer, alías um prazer triplo. Tamara me disse certamente, você vai adorar, eu adoro trios de garotas. Eu disse hum eu já fiz e também adorei. A safadeza começou a rolar entre nós e ficamos de marcar nosso primeiro encontro. Na manhã seguinte, Tamara me ligou dizendo, Jade, já falei com a Helena e ela adorou a idéia, quer que nos encontremos amanhã à noite, pode ser? Pra mim está ótimo eu disse, estou ansiosa, como fazemos? Ela me disse você quer vir até nosso apartamento, nós moramos juntas.

Eu disse que sim e ela me passou o endereço. No dia seguinte, cheguei lá as 20:00, fui de vestidinho preto e sem calcinha e sutiã. Fui pronta para ser abusada por elas e também fazer a minha parte é claro. Logo que entrei Tamara me apresentou a Helena. Ela é um mulherão, coxas grossas e um bumbum de fazer inveja. Tamara já é mais mignon parecida comigo. Elas já estavam me esperando com um vinho tinto para bebermos. Ficamos nós três no sofá bebendo aquele vinho e conversando sobre sexo, garotas, o que gostávamos em outra mulher e logo começaram as carícias entre nós. Elas tiraram as suas roupas e ficaram nuazinhas. As duas tinham as bucetas lisinhas e seios bem fartos. Fiquei no meio das duas no sofá e as mãos de Tamara e Helena já foram direto em meus seios que estavam durinhos nesse momento. Já sentia minha buceta latejar e ela já estava obviamente molhadinha. Helena me lascou um beijo enquanto Tamara já tinha percebido que eu estava sem calcinha e disse sua putinha já veio pronta para ser comida.

Helena começou a chupar meus seios e Tamara levantou meu vestido e meteu sua língua safada na minha racha e eu já estava gemendo de prazer. A língua de Tamara entrava fundo em minha buceta e Helena disse vou te chupar também cadelinha, você vai ter duas línguas e nossos dedos na sua xaninha. As duas estavam me lambendo e mordiscando minha xana e eu estava louca com isso e comecei a chupar os meus seios e a gritar de prazer com o que estava acontecendo. Helena enfiou toda a sua mão direita em minha buceta e nesse ponto não me agüentei e gozei enquanto Tamara me deu seus dedos molhados com meu melzinho para que eu chupasse. Elas me colocaram de quatro no tapete da sala e Helena amarrou em sua cintura um pênis de silicone e começou a meter ele na minha buceta. Tamara ficou de pé em minha frente e me mandou chupar a sua bucetinha raspadinha e enquanto eu era comida pela Helena eu passava a língua com vontade na bucetinha da Tamara que começou a gemer que nem uma gata no cio. Tamara começou também a se masturbar na minha frente e gritava ainda mais até que gozou e me deu a chance de lamber todo o líquido que saía de sua buceta cheirosa e gostosa. Nesse momento senti que Helena tirou o consolo de minha buceta e disse vou enfiar agora na sua bundinha e você vai sentir o que é ser arrombada de verdade sua vadia safada.

Ela começou devagar mas logo meteu quase todo ele no meu cuzinho e eu gritei tanto que Tamara me deu a sua calcinha para que eu mordesse. Gozei de novo e quando Helena tirou o consolo de meu cú fiquei deitada no sofá para me recuperar um pouco. As duas começaram um 69 na minha frente e gozaram juntas. Tamara e Helena esfregaram as suas xanas uma na outra e eu fiquei me masturbando enquanto assistia as duas se esfregando. Depois foi a minha vez de chupar a bucetona da Helena que estava muito molhada e gostosa. Fiz Helena gozar em minha boca enquanto Tamara novamente se masturbava. Ela se excitou tanto que chegou a respingar o seu mijo em cima de mim e da Helena. Eu e a Helena fomos pra cima dela para lamber a sua buceta molhada que só pedia língua.

Helena me disse agora pega esse consolo Jade e mete na Tamara. Não hesitei, amarrei o consolo na minha cintura e agarrei a Tamara segurando suas coxas e estoquei aquele vibro nela até fazer a putinha se lambuzar toda com seu gozo que veio forte de novo. A safada me beijou e quase engoliu a minha língua enquanto eu continuava metendo o consolo na xana dela. Ficamos a noite toda naquela gostosa e depravada sacanagem. Foi inesquecível e passamos a nos encontrar outras vezes.

Num final de semana fomos num sítio da família da Helena. Levei comigo a minha amiga Etiana e a Helena e a Tamara convidaram outra garota chamada Paola e aí vocês devem imaginar o que cinco mulheres sedentas por bucetas aprontaram juntas e sozinhas naquele sítio. Espero que tenham gostado.

Beijos a todas.

Jade.


Sou Maite Schneider, atriz profissional (DRT 24564 - SATED-PR) , poetisa, escritora, depiladora, trabalho com TV e rádio, webdesign e lutadora por um mundo em que as pessoas possam ser elas mesmas, sem medo de arrancarem seus direitos e até perderem sua vida.
O site é atualizado várias vezes por dia e este trabalho é feito pensando em você.
Conte sempre comigo no que precisar. Basta usar nossa linha direta que é casadamaite@gmail.com

 

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