Contos Eróticos

Currada no metrô

DIAS DESTES SEM NADA PARA FAZER RESOLVI DAR UM PASSEIO PELA CIDADE E COMO ESTAVA UM CALOR INFERNAL COLOQUEI UM VESTIDINHO PRETO BASICO SALTO ALTO PEGUEI MINHA CARTEIRA E SAI DEIXANDO O CELULAR DESLIGADO PORQUE MEU BOI ESTAVA VIAJANDO E IA PRA CAÇA NÃO QUERENDO SER INTERROMPIDA POR ELE QUE LIGAVA A TODO INSTANTE PARA SABER DE MIM.
CAMINHAVA DISPLICENTEMENTE PELAS RUAS SENTINDO O VESTIDO COLADO COM A MINI SAIA RODADA SUBIR DEIXANDO A POLPINHA DA BUNDA DE FORA.
VEZ OU OUTRA PUXAVA PARA BAIXO MUITO MAIS PARA ATRAIR A ATENÇAO DOS MARMANJOS QUE ME COMIAM SEM SE IMPORTAREM COM AS DEMAIS PESSOAS.
Ao subir as escadas notei um bando de garotos atrás de mim e como estava sem calcinha abaixei fingindo arrumar o feixe do sapato deixando minha boceta exposta a alguns centímetros da cara deles.
Acho que dava pra ver ela toda molhada porque sentia os líquidos vaginais escorrerem pernas abaixo me excitando muito mais ainda.
Minhas coxa estavam muito molhadas com os líquidos viscosos que saiam de minha boceta por isso voltei saindo do metro para desespero dois meninos e fui ate uma loja de lingerie onde comprei uma calcinha fio dental aproveitando para lavar menininha deixando a limpinha.
Feito isto voltei para o metro lembrando de uma amiga que mora na estação Santana e como moro próximo a estação São Judas tinha certeza que ia me da bem neste trajeto.
Caminhava em direção a estação quando ouvi alguém dizer:
-Você não tem jeito mesmo não é senhorita Deborha!
Quando olhei para trás quase morri do coração.Tratava se de minha cunhada que ia na mesma direção a minha.
Ao abraça-la senti a boceta tremer de prazer sentindo aquele corpo que tanto me da prazer quando estamos juntas e como não nos falamos a tempo minha vontade era beija-la todinha ali mesmo fazendo um amor bem gostoso como desejávamos.
Ela sentindo minha pegada sussurrou em meu ouvido pedindo calma porque estava com uma galera de estagiários fazendo uma pesquisa de campo no transporte publico de são Paulo.
Após me apresentar ao grupo pediu que ficasse vontade acompanhando a multidão não esquecendo de anotarem todos os detalhes inclusive do comportamento dos usuários.
A pedido dela fui ate a estação Jabaquara e de lá retornaríamos para a estação Tucuruvi.
-Porque não vamos para a leste é muito mais movimentada disse a ela.
-É mesmo menina.Por isso que amo você.
Dizendo isto ela me deu um beijinho bem próximo a boca gritando para a galera que iríamos partir de Jabaquara ate a estação Itaquera.
Tudo ia normal ate a estação sé comigo aproveitando as poucas chances de colar em seu corpo porem quando desembarcamos para fazer a transposição o bicho pegou.
Era um empurra daqui e dali que não precisávamos se quer nos preocupar com a direção o povo fazia isso pra gente.
Ela estava preocupada com seus alunos e eu colada atrás dela não desgrudando um segundo se quer aproveitando para senti a maciez de sua bunda sob a calça social com sua minúscula calcinha toda enfiada na bunda.
Dentro do vagão ela virou de frente pra mim e como ficamos praticamente colada uma na outra.Era impossível disfarçar nosso tesão com nossos seios colados e nossas bocas próximas numa vontade louca de se beijar.
Era impossível segurar em algum lugar por isso segurei em sua cintura ato que foi seguido por ela aproveitando para unir nossos corpos mais ainda.
Aproveitávamos o balanço do trem para nos deliciarmos roçando nossos corpos e quando sorrateiramente passei a mão em sua bunda puxando a calcinha pra cima fazendo ela se enterrar mais ela soltou um aiii malicioso atraindo a atenção de todos para nos.
Rimos muito tentando disfarçar o tesão quando ela me surpreendeu num beijo maravilhoso enquanto passava a mão em minha bunda levantando meu vestido deixando me com a bunda totalmente a mostra.
-Louca sussurrei em seu ouvido enquanto ela meteu a língua no meu chamando me de gostosa.
Foi impossível um gemido meu com ela me puxando enquanto encostava na parede do vagão sem deixar me descolar dela.
Beijávamos na maior naturalidade com sua mãos passeando em minhas costas descendo ate a bunda.
Delirei com ela lambendo meu pescoço e com uma mão embaixo do meu vestido massageava meus seios comigo gemendo alto enquanto com a outra mão já dentro de minha calcinha dedilhava gostosamente minha boceta comigo desfalecendo em gozadas avassaladoras sentindo um enorme prazer em saber que estava praticamente pelada em lugar publico o que me deixa tarada.
Gritei de prazer num estrondoso ai quando senti um homem colar atrás de mim alojando seu pinto que dividiu espaço com a mão de minha amada que ate tentou tira-lo dali comigo implorando que não fizesse isto uma vez que ele estava de camisinha e já todo melado.
Com a ajuda dela que direcionou tudo aquilo em minha boceta entrando fundo em uma só estocada enquanto ela puxou meu vestido para cima deixando me peladinha no meio do povo.
Foi um alvoroço enorme com alguns homens arrancando o coitado de mim para ocupar seu lugar.
Juro que ate tentei impedir que outros me comecem por estarem sem camisinha porem fui arrancada dos braços de minha amada para ser comida freneticamente primeiro por um senhor que me sujou toda gozando em minhas pernas e quando tentei me recompor outro me pegou puxando para ele que estando encostado no lugar que a pouco fora de minha amada afundou sem dó seu porrete em minha boceta enquanto beijava minha boca aproveitava para beliscar meus seios que apesar da incomoda dor me fez gozar muito em seu porrete.
Estava entregue e quando anunciou seu gozo puxou me pelos cabelos fazendo me abocanhar tudo aquilo entupindo minha garganta de porra enquanto gemia abafado com outro animal socado em meu cu comendo me freneticamente.
Tive que engolir toda aquela porra e como seu pinto continuava duro me puxou de novo pra ele sem deixar que o outro saísse do meu cu.
Estava delirando quando olhei pro lado e vi minha cunhada encostada num canto do vagão com a calcinha pro lado e a calça no chão enquanto alguém metia fundo nela.
As pessoas em volta curtiam muito sem demonstrar numa tremenda demagogia enquanto algumas jovens não tiravam os olhos de nos atentas a tudo o que fazíamos.
Já tinha perdido as contas de quantos orgasmo tivera e quantos porretes invadiram meu cu quando fui pega de surpresa pelos seguranças do metro e um policial militar.
Os homens como todo bom cavalheiros vazaram dali e quando era encaminhada para a sala de segurança fui socorrida por minha cunhada que informou a todos que eu tinha distúrbios mentais e não podia responder por mim.
Com muita calma e paciência minha cunhada assinou um termo de responsabilidade e me levou dali conosco rindo muito de todo o ocorrido e ao passar perto de um hotel minha cunhada me puxou pelo braço levando me para um quarto onde ficamos extasiadas de tanto nos lamber com uma gozando muito na boca da outra e enquanto descansávamos discutíamos qual seria nossa próxima aventura ao sai dali.
Vi seus olhos brilhar quando informei que voltaríamos de ônibus com ela pulando em cima de mim se posicionando num meia nove onde passamos horas nos comendo num amor delicioso.
Beijos
Deborha.
Email:camilledicarli@bol.com.br
 

Papai - meu homem amado II

Com minha barriga já bem saliente fiquei mais fogosa e excitada com papai me comendo de três a quatro vezes ao dia deixando mamãe puta da vida porque era o centro das atenções com ela descobrindo que não poderia engravida.
Ela me evitava mesmo comigo de pernas abertas socando os dedos na boceta gemendo e pedindo que me lambesse ou deixasse eu lambe-la.
Quando papai chegava e corria para mim arrancando minhas roupas para me comer sem importar com sua presença ela resmungava algo que não entendíamos e saia voltando de madrugada geralmente embriagada.
Papai não ligava mesmo comigo pedindo que desse mais atenção a ela.

Certa noite após papai me comer gostoso gozando muito dentro de mim caindo desmaiado em seguida corri para o quarto de mamãe decidida a transar com ela mesmo que fosse a força porem para minha surpresa ela não estava.
Como sempre não consegui dormi preocupada com ela que chegou já com o dia amanhecendo.
Nesta noite eu estava na cama dela que entrou indo direto para o banheiro não me vendo por ali.
Para evitar maiores problemas sai dali indo para a cozinha onde tencionava fazer um café e ao passar pela sala levei um tremendo susto com aquele negro sentado no sofá.
Ele ao me ver também se assustou pedindo desculpa em seguida e após se apresentar me informou que era o homem de mamãe sem tirar os olhos de mim que percebi que estava somente de calcinha e blusinha.
Vendo ele me comendo com os olhos notei o grande volume dentro de sua calça o que me deixou bastante excitada molhando a calcinha.
Estava disposta a tentar qualquer loucura com ele quando mamãe voltou do quarto toda nua me dando uma bronca perguntando se iria tomar seu homem como havia feito com seu marido.
As palavras de mamãe queimavam minhas entranhas me deixando louquinha e mais ourisada porem dando uma de santinha sai dali aos prantos me trancando no meu quarto certa que ela viria atrás de mim o que não aconteceu.

Os dias passavam deixando me mais barriguda e por orientação medica papai já não me comia com tanta intensidade como comia ate o sexto mês de minha gestação.
Mamãe estava bem mais calma e carinhosa porem continuava nos tratando com muita indiferença.
Papai viajou a negócios ate Manaus deixando me sob os cuidados de mamãe e uma enfermeira onde passaria duas semanas por lá e já no segundo dia estava subindo pelas paredes sem ter papai para me lamber ou fazer um carinho gostoso.
Mamãe teve que viajar ate Campinas para resolver uns problemas dizendo que voltaria no mesmo dia e se precisasse ligasse em seu celular.
Estando sozinha com a enfermeira me insinuava esbarrando nela passando as mãos em seu corpo com ela totalmente alheia as minhas investidas.
Não agüentando de tesão coloquei um filme onde duas mulheres se lambiam e sentei ao seu lado com ela estarrecida com os olhos grudados na tela.
Sem cerimônia tirei toda roupa sentando de frente a ela onde escancarei a boceta atolando os dedos nela e botando na boca onde sentia todo o gosto do meu gozo.
Vendo que não esboçava nenhuma reação apesar de não desgrudar os olhos de mim e do filme estiquei o pé enfiando embaixo de sua saia tocando levemente sua boceta sob a calcinha molhada.
Calmamente levantei sua saia com o pé com ela se abrindo toda enquanto afastei sua calcinha pro lado e comecei uma massagem com o dedão bem na entrada de sua boceta que parecia querer queima meu pé de tão quente que estava com ela já ofegante se contorcendo toda no sofá.
Após alguns minutos enfiei o dedão em sua boceta e me deliciei com ela estremecendo toda gemendo abafado enquanto gozava levantando em seguida saindo dali correndo para seu quarto.
-É hoje que tiro o atraso,pensei comigo, e quando levantei tencionando ir atrás dela a campainha tocou e quando fui atender quase desmaiei de tesão com a grata surpresa.Era o homem de mamãe que veio a sua procura.
Maliciosamente convidei para entrar e após beija-lo fui informada por ele que gentilmente me informou que estava nua.
Fingindo surpresa corri para meu quarto enquanto ele se deliciava com a visão de minha bunda com marquinha de fio dental.
Estava tremula imaginando mamar e cavalgar gostoso em tudo aquilo vestindo uma bata que mal cobria meu corpo uma minúscula calcinha e corri ao seu encontro.

Conversávamos animadamente enquanto tomávamos uns aperitivos e por ser medico me sentia segura e bem relaxada muito mais do que já sou.
Contou me toda sua vida reclamando que mamãe não queria nada serio com ele e quando dei por mim estava sentada em seu colo com ele fazendo carinho em minha barriga e costas.
Vez ou outra sentia sua mão indo de minha nuca ate minha bunda me deixando cada vez mais alucinada e por esta embriagada me joguei em cima dele arrancando sua calça que desceu junto com sua cueca para mamar gostoso em seu porrete que por mais que me esforçasse não cabia em minha boca.
Estava com o queixo dormente em tudo aquilo de tanto chupar quando ele saindo de minha boca se posicionou atrás de mim que estava de quatro no sofá e quando dei um grito de dor ele já estava todo atolado em meu cu fazendo me arfar com o vai vem carinhoso e cadenciado que me deixava alucinada.
Perdi a conta de quantas vezes tinha gozado com ele tirando quase tudo afundando bem devagarzinho ate o fundo comigo estrebuchando em gozadas avassaladoras.
Delirei quando ele saiu de mim ajoelhando para lamber minha boceta e cu me deixando louca de tanto prazer enquanto trocava a camisinha para comer gostoso minha boceta.
Sentia ele cutucar meu útero com seu ferro em brasa e quando gozou caímos um ao lado do outro para um merecido descanso.
Ele estava todo orgulhoso por te realizado um desejo antigo segundo ele que era transar com uma grávida e enquanto beijava minha boca se posicionou entre minhas pernas parando em seguida após pincelar minha boceta com sua cabeça avermelhada.
Vendo que não me penetrava implorei para que afundasse tudo aquilo em mim quando ele me beijou avisando que a criança estava nascendo.
Quando cheguei no hospital já com a equipe de prontidão e após uma dor filha da puta onde gritei gemi mordi e me caguei toda dei a luz a uma linda criança que graças aos orixás nasceu saudável.
Horas depois recebi visita de mamãe seu homem e alguns amigos que não entenderam quando o homem de mamãe disse que não era filha dele mas havia encabelado.
Hoje sou feliz tendo todo o carinho de mamãe e de meu pai marido e sempre que o homem de mamãe vem nos visitar dou jeito de sentar gostoso em seu porrete onde tenciono ter outro filho e desta vez com ele.
Beijos
Camille
camilledicarli@bol.com.br

 

Delírios anais de uma virgem

Quando completei dezoito anos me dei conta que estava bem encaminhada na vida com uma situação financeira bem definida gerenciando uma empresa de papai e para o espanto de muitos virgem,solta e julgava ser feliz.
Tudo ia muito bem quando papai me informou que mamãe estava chegando da Europa e iria passar alguns meses conosco.
Para mim foi um tremendo choque receber esta noticia porque já tinha matado mamãe dentro de mim desde aquele dia quando ela fora foi pega transando com uma amiga em casa enquanto eu dormia no berço ao lado da cama.
Agora que tinha conseguido me livrar de sua lembrança ela pede para voltar a me ver.
A principio resisti muito não querendo reviver aquela triste e amarga despedida porem como sempre vovó me convenceu a ouvi pelo menos o que ela tinha pra me contar.
No dia marcado para sua chegada papai me levou ate o aeroporto onde receberíamos ela e como o vôo estava atrasado resolvi tomar um lanche enquanto papai permaneceu no saguão a espera dela todo agitado e ansoiso.
Após tomar uma dose de rum comprei também uns pães de queijo e voltei para encontrar papai que conversava animadamente com uma linda mulher loiras com um corpo de modelo e um sorriso inebriante em seu lindo rosto de menina.
Papai parecia um moleque ao lado dela que ao me ver correu em minha direção chorando muito enquanto me abraçava.
Tentei ficar alheia a toda aquela situação porem quando suas mãos tocaram meu corpo lembrei de quando era bebe com ela cantando lindas canções para mim ao me fazer dormi.
Não resisti muito e desabei em prantos enquanto ela segurando meu rosto me dava mil beijos prometendo nunca mais me deixar.
Papai nos levou para um restaurante onde enquanto ele tomava cerveja pedimos uma garrafa de conhaque escocês e após alguns tragos já conversávamos como velhas amigas.
Parecia que ela nunca havia saído daqui pois tínhamos tudo em comum.
Ouvi atentamente quando ela me contou que amava papai porem não resistiu as cantadas de sua amiga cedendo muito mais por curiosidade e quando papai mandou ela embora essa amiga a acolheu em sua casa e estão juntas ate hoje.
Vi lagrimas aflorarem de seu rosto enquanto me contava que após se re estabelecer financeiramente em poucos meses fora atrás de mim com papai citando ela na justiça e por ser impedida de sequer chegar perto de nossa casa armou um assalto em casa onde me seqüestrou porem como papai é filho de pessoas influentes fora presa tentando sair do pais comigo e sua namorada.
Ao perguntar onde ela estava este tempo todo me informou que devido a esse fato ficou presa por oito anos e ao sair recebeu uma grande quantia em dinheiro que suspeita ser de meu falecido avó e ao ser avisada que nunca mais me veria resolveu ir morara na França onde trabalha como representante comercial de uma grande empresa que esta fechando negocio com a empresa de papai.
Ainda falava quando interrompi perguntando como ela tinha me achado e quando informou que recebeu um notificado ressente da secretaria de papai avisando que tinha tirado o caso da justiça e que quando viesse ao Brasil ele fazia questão de me levar ate ela.
Já puta da vida ia dar um tremendo esporro em papai quando ela me pediu que deixasse as magoas de lado e tudo o que importava agora era ela ter me encontrado e que nada deste mundo ia nos separar novamente.
Após horas de conversa e um bom almoço ao nos despedir papai quis saber onde ia ficar hospedada uma vez que se recusou ficar em nossa casa e quando ia nos informar abracei a beijando seu lábios sussurrando em seguida em seu ouvido que poderia deixar que ia encontra-la entregando escondido de papai meu celular a ela.
Chegando em casa a primeira coisa que fiz foi ligar descobrindo o endereço onde estava hospedada e sabendo que papai tinha reunião e iria chegar tarde em casa pedi que deixasse eu ir comemorar com minhas amigas.
Após dar ordens expressa aos seguranças liguei para minhas amigas informando que se perguntassem estaríamos juntas a noite toda e após dar um perdido nos meninos peguei um táxi e fui encontrar mamãe.
Senti o corpo todo tremulo quando ela me abraçou principalmente quando seus seios cobertos apenas pelo fino tecido da camisola esfregaram nos meus deixando me molhada.
Não conseguia desgrudar os olhos de sua bunda com sua calcinha branca toda atolada enquanto caminhava atrás dela sendo puxada pela mão.
Sentada em minha frente com as pernas dobradas tipo como que esta fazendo meditação pude contemplar o volume de sua púbis com os lábios vaginais separando a calcinha ao meio.
Percebendo minha excitação mamãe pediu que ficasse mais a vontade tirando a roupa e enquanto seus olhos brilhavam minhas roupas foram caindo deixando me somente de calcinha e quando sentei a sua frente estremeci com ela fazendo carinho em minha face nuca e pescoço.
Quando ia perguntar algo ela colocou o dedo em meu lábios pedindo silencio pedindo que apenas curtisse o momento enquanto suas mãos passeavam pela minha costa descendo ate o rego da bunda subindo em seguida.
Estava entregue querendo descobri o que uma mulher pode dar a outra sem importar se era minha mãe quando ela me perguntou:
-Filhinha,você já esteve com alguém?
-Não mamãe nunca.
-Ah então você ainda é virgenzinha?
-Sim mamãe sou.Acho que de certa forma estava me guardando para você.
Ainda falava quando mamãe beijou minha boca fazendo me estremecer como que ouvindo buzinas foguetes e outros sons estridentes enquanto me deitava carinhosamente sem largar de minha boca e quando deitei sua boca desceu em direção ao meus seios que fora sugados uma a um enquanto me contorcia toda com inúmeros orgasmos.
Quando ela se posicionou nos meios de minhas pernas disse;
-Nossa isso aqui parece uma lagoa.Olha como ta molahada.
Ainda ria quando gemi com sua boca sugando avidamente minha boceta que em poucas lambidas enchi sua boca com meus líquidos onde ela sorveu tudo vindo se enroscando como cobra em mim para dividir comigo meu gosto com sua boca na minha.
Estava molinha porem quando ela deitou em cima de mim perguntei como poderia retribuir todo aquele prazer e quando ela se enfiou embaixo de mim devorei seus seios com minha boca sedenta seguindo atentamente suas orientações.
Quando cheguei em sua boceta pediu que sugasse por cima da calcinha o que atendi prontamente com ela aos berros levantando o quadril para forçar minha boca em sua boceta.
Estava com a língua dormente de tanto lamber com ela se contorcendo toda avisando cada vez que estava gozando e numa dessas afastei sua calcinha para o lado afundando a língua em sua boceta que parecia um rio.
Neste instante foi inevitável um gritinho dela que enquanto puxava meus cabelos se tremia toda caindo mortinha pro lado.
-Nossa menina nota dez pra você.
-Fazia tempo que não gozava tanto assim.Nem parece que é a sua primeira vez.
Riamos muito quando o interfone tocou com a gerencia perguntando se estava tudo bem e após dispensa-lo mamãe caiu em cima de mim forçando para ficar de quarto para se posicionar atrás de mim lambendo meu cu.
Nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer enquanto sua língua forçava tentando entrar em mim que gemia chorava e tremia toda de tanto prazer.
Sua língua foi substituída primeiro por um dedinho depois dois e quando dei por mim já tinha quase a mão toda dentro do cu.
Gemi alto quando mamãe voltou co sua língua que entrou gostoso em mim com ela se remexendo muito.
Foda mesmo foi quando ela se ajoelhou atrás de mim que virando a cabeça vi um estonteante brilho em seu olhar enquanto ela tinha um enorme consolo acoplado em uma calcinha.
-Ai mamãe é muito grande.Acho que não vou agüentar...
Foi inevitável um grito meu quando a cabeça entrou me rasgando ao meio.
Chorava copiosamente quando ela pediu que mordesse a fronha e relaxasse o Maximo possível enquanto entrou ate o talo em meu cu que ardia numa enorme dor dilacerante.
Senti uma pontinha de prazer quando ela deitou em cima de mim puxando meus cabelos beijando minha boca enquanto dizia:
-Calma minha putinha gostosa.É agora que vou comer gostoso esse cuzinho que é só meu.
Estremeci entrando em êxtase com ela socando fundo e rápido tudo aquilo em meu cu fazendo me arfar com gozadas avassaladoras.
Parecia que estava voando sentindo o corpo em brasa com ela enquanto me xingava de puta safada cachorra socava fundo tirando tudo pra fora fazendo me gemer alto enquanto gozava.
Já estava molinha quando ela me fez desfalecer comendo meu cu na posição tipo frango assado beijando muito minha boca com ela gozando em seguida caindo mortinha ao meu lado.
Desde aquela noite não passo um dia se quer sem fazer amor com mamãe sem que papai saiba pois imagina que ela esteja na Europa.
Quanto a mim estou pensando em ir embora com minha amada para vivermos felizes como duas gatas que se amam e precisa uma da outra.
Beijos a todos.
Camille
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

 

Realizando fantasias

Sou casado, tenho três filhos, sempre tive uma vida sexual ativa. Mas lembro que desde pequeno tive tara por calcinhas, o que depois de adulto me levou as vezes comprar, outras roubar de vizinhas gostosas que tinha. Até hoje uso de vez em quando, adoro sentir uma calcinha atochada na minha bunda, as fio dental me deixa louco. Algum tempo depois, talvez pela rotina do casamento, comecei fantasiar dando pro macho bem pausudo, bati varias punhetas imaginando um pau entrando gostoso no meu cu. Um dia certo fui convidado para despedida de solteiro de um amigo,(A) esse morava com um cara,(B) que eu não conhecia. Já me imaginei entre um monte de macho. Me depilei bem, deixando minha bundinha lisinha e também meu saco. Intencionalmente levei uma calcinha fio dental dentro da cueca. Quem sabe seria aquela noite, pois ficaria pra dormir na casa deles depois da festa.
 
Por isso procurei não beber demais. No fim da festa, meu amigo levou um outro rapaz em casa de carro, pois já era tarde. Ficando eu e o colega dele. Como só tem duas camas, colocamos os colchões na sala, e disse que tomaria um banho com propósito de botar a calcinha e despertar, pois decidi que tentaria realizar minha fantasia aquela noite. Quando voltei só de toalha o amigo B já dormia, deitei discretamente ao seu lado, de bruços com rosto virado para ele, só de calcinha(vermelha bem sexy), depois de alguns minutos, sem querer querendo, coloquei minha mão sobre sua coxa, sobre o lençol, ele se mexeu mas não tirou. Aos poucos fui subindo devagar, até chegar onde eu queria. Senti aquele volume na minha mão, que pelo jeito era um belo cacete. Fui cautelosamente acariciando o que fazia crescer mais, e pra minha felicidade ele deixava. Eu também de pau duro, rebolava sentindo a calcinha enfiada na minha bunda. Quando senti aquele pau totalmente duro, continuei o carinho debaixo do lençol, sem esperar muito muito puxei a cueca para baixo e segurei aquela pica que tinha, com certeza mais de 20cm. Era delicioso sentir aquele pauzão na mão, comecei bater uma punheta, já sentia ele babando, melando minha mão. Não agüentei mais,puxei o lençol ficando de quatro entre suas pernas e caí de boca.
 
Comecei chupando só a cabeça, sugando seu suco salgadimho e gostoso, engolia até a metade e voltava,sugando só a cabeça, continuei assim subindo e descendo, sugando aquela picona linda. (esqueci de dizer que tinha uma meia luz, pois deixei a luz do banheiro acesa), o que dava uma claridade boa para sala. Eu chupei uns vinte minutos, ora chupava as bolas e ia lambendo até a cabecinha, deixando ele louco de tesão, e eu igual uma puta insaciável satisfazendo seu macho. Para minha surpresa meu amigo entrou, fiquei meio constrangido, num misto de vergonha e alegria, e fiz de contas que não percebi sua presença e comecei chupar com mais vontade e mais gostoso ao mesmo tempo que rebolava mais minha bunda, arreganhada com um fio dental atochado, pedindo pica.Sem entender nada, mas sabendo o que eu queria, Meu amigo se despiu rapidamente e se ajoelhou na minha frente, deixando uma pica de igual tamanho ou maior na minha frente, e comecei chupá-lo enquanto batia punheta pro outro.
 
Era meu sonho se realizando. Dois machos só pra mim, não consigo descrever meu tesão, enquanto rebolava feito louco meu amigo, enfiava seu dedo no meu cu. Já não agüentando mais de tesão pedi para ele me comer, enfiar tudo no meu rabo. Puxando a calcinha para o lado, ele enfiou a cabeça, e não foi difícil, pois a essa altura eu mesmo tinha lubrificado meu cu com minha saliva. Foi enfiando devagar até ficar num vai e vem de-li-ci-o-so. E começou bombar, bombando cada mais rápido, e é claro enquanto isso eu sugava o outro picudo gostoso. Ai que delicia, eu ali entre dois machos, de quatro, um pau no cu e outro na boca. Ficamos assim, durante algum tempo até gozarmos quase ao mesmo tempo. Engoli toda aquela porra quentinha, enquanto senti meu cu enchendo do leite quente do outro macho, não perdi uma gota, nem no rabo e nem na boca. Tomamos um banho, onde ainda chupei os dois ao mesmo tempo, colocando as duas picas minha boca e rolou muita sacagem...
Depois dessa, transamos várias outras vezes, cada vez melhor.
 

Minha esposa com outro homem, a primeira vez!!!!

Minha esposa tem 1,70m , 60 Kg, cabelos castanhos até um pouco abaixo do ombro, seios fartos e delicosos, bucetinha raspadinha bem lisinha. Ela parece manequim. Tem 44 anos mas parece que tem 30. Somos casados há 10 anos e eu sempre tive o desejo de vê-la trepar com outro homem, mas ela sempre negou, dizendo que me ama, que é satisfeita comigo, etc... Em nossas transas eu sempre falava da minha vontade e ela até que compartilhava, eu dizia:
- Quero ver você trepar com outro, levar uma vara maior que a minha e me chamar de corninho enquanto ele mete tudinho em você.
E ela dizia:
- Huummmm! Que delícia!!!!! Mas, e se eu gostar e quiser continuar a dar prá outros? Você vai me deixar dar sempre corninho?
E eu dizia:
- Sim, claro que sim, quero ver você gozando gostoso e depois vou limpar você todinha com minha língua.
Isso sempre esquentou nossa relação e ficamos alguns meses assim nessa brincadeira excitante. Até que um dia eu propus a ela que saíssemos um pouco, pois ficávamos muito em casa e precisávamos passear um pouco.
Resolvemos ir a um bar dançante. Ela foi vestida com uma blusinha semitransparente e uma mini saia que a deixava mais gostosa ainda.
Chegando lá ela foi muito paquerada e eu ficava com muito tesão, imaginando coisas que sempre passam pela minha cabeça. Tomamos alguns drinks e logo estávamos mais soltos quando disse a ela que precisava ir ao toalete.
Quando voltei minha esposa não estava sozinha, havia um rapaz conversando com ela,
deveria ter uns 38 anos, era boa pinta e minha esposa disse que era casada, mas como ele estava sozinho, poderia ficar na nossa mesa que eu não me importaria. Fomos apresentados e ele me elogiou por ter uma esposa tão bela. Conversamos sobre diversas coisas até que o assunto acabou em sexo. Como estávamos sob efeito da bebida que havíamos ingerido, eu falei que tinha vontade de vê-la com outro e ela meio sem jeito, disse pra eu ficar quieto, mas o rapaz, entusiasmado, começou a perguntar e eu falei que tinha essa tara, que queria ver minha esposa gozando num cacete maior que o meu e me chamando de corninho.
Ela quieta, sem dizer uma palavra, quando o cara pra quebrar o gelo perguntou:
- Mas quanto seria um pau maior pra você?
Ai eu disse:
- O meu tem 16,5cm e não é muito grosso...
Então ele disse:
- Se sua esposa for conivente com sua vontade eu poderia ajudar, pois o meu mede 20 cm e é bem grosso.
De repente minha esposa fala:
- Só que eu já disse pra ele que se um dia acontecer, e eu gostar, ele vai ter que agüentar eu dando sempre prá outros caras, pois eu adoro gozar.
Nesse momento o rapaz pediu que ela fosse dançar uma música com ele. Os dois foram para a pista e eu podia ver ele colado com ela e tentando passar a mão na bunda dela por baixo da mini-saia e ela afastando-o, na segunda música ela já começou a se soltar mais, devia estar com tesão e eu de onde estava via a mão do cara sumir dentro da mini-saia de minha esposa.
Acabando a música os dois voltaram à mesa como se nada tivesse acontecido. Foi aí que eu chamei minha esposa de lado e perguntei se ela queria ir pra um motel.
Ela disse que sim, mas só se fosse pra realizar minha vontade, ela disse que aquela noite tudo poderia acontecer e ela seria de outro como eu tanto queria.
Saímos dali e ela foi no banco de trás com o rapaz, passando a mão sobre seu membro e se esfregando. Chegando ao motel, ela foi falando pra mim:
- Agora seu corninho, senta na cadeira que seu desejo vai começar a ser realizado.
Os dois foram se despindo rápido entre amassos e logo estavam nus se abraçando. Quando vi o tamanho da ferramenta do rapaz, pensei que minha esposa fosse dar pra trás, mas ela pegou o pau do cara e falou:
- Olha corninho, esse pau mole já é maior que o seu duro.
Aí ela pediu pro rapaz tomar um banho que ela iria passar a língua em todo seu corpo, centímetro por centímetro. Então ele perguntou se não gostaria de dar banho ela mesma na ferramenta para que ela se certificasse que estaria limpinha e ela não se fez de rogada e assim o fez.
Após saírem do banho, ela sentou-se na cama e abocanhou a vara do rapaz que já estava dura, era imensa e ela mal conseguia enfiar na boca. Daí o cara se pôs a chupar sua xaninha raspadinha que escorria de tão molhadinha... Ela gozou e disse que era hora de sentir um pau de verdade. O rapaz começou a colocar bem devagar e ela disse:
- Olha corninho, agora não tem mais jeito, ele está metendo o pau na xaninha da tua mulher, ele tá me abrindo como você nunca abriu e está chegando a pontos que seu pau nunca alcançou.
Ela estava sendo arrombada na minha frente e eu adorava isso. Ela gozou um monte de vezes e o cara não gozava. Ela caiu na cama e pediu que o rapaz fizesse massagem nela, pois estava esgotada. Ela deitada de bruços, começou a ser massageada pelo rapaz que lhe massageava a nuca, os ombros, as costas, a bunda... Ele começou a massagear mais a bunda e isso foi acendendo o fogo de minha mulher de novo e ele disse que queria gozar também, e que teria de ser no cuzinho dela, pra que eu me realizasse como um corninho pleno. Ela disse que não iria agüentar aquela tora no seu cuzinho, mas eu disse que tinha um creme lubrificante e que iria facilitar. Ai ela concordou e disse:
- Já que estamos aqui, vamos logo com isso. Mas você é quem vai passar o lubrificante em nós dois meu corninho amado, vem...
Meio sem jeito e não podendo recusar o seu pedido, fui até eles e primeiro passei a língua bem gostoso em sua xaninha e no seu cuzinho maravilhoso, passei o lubrificante nela e em seguida nele, quando, para minha surpresa maior, ela virou prá mim e disse:
- Quero que você coloque esse pau gostoso que vai comer a sua putinha bem na portinha do meu cuzinho.
Eu, já louco de tanto tesão, peguei aquele membro enorme e gostoso, e direcionei ao seu lindo rabinho.
E então ele começou a penetrá-la, e ela dizia:
- Olha corninho, até meu cuzinho já não é mais só seu! Ele está me arrombando e sempre que eu der o cuzinho vou me lembrar dele, e a partir de agora é pra ele que eu vou sempre dar. Tá gostando de ver sua mulherzinha assim, corninho?
Eu dizia:
- Tô adorando, você gozando nesse pau maravilhoso. Dá bastante pra ele e prá esse pau gostoso minha cadelinha, quero ver você delirando de tesão, bem putinha....
O cara socava forte e ela pediu pra que eu fosse chupar sua bucetinha por baixo enquanto ela levava vara no cú. Eu prontamente me coloquei em posição e sentia a vibração do sexo que ela fazia em minha boca. De vez enquando seu pau deslizava em minha boca e também era chupado com muita vontade, ela estava adorando esse momento, e pra dizer a verdade, eu também. Ela gozou como uma putinha e o cara gozou no seu cuzinho. Senti aquele leite quente em minha boca e com toda volúpia sorvi tudinho, uma delícia ver e saborear tudo aquilo.
Foi então que ela me pediu:
- Limpa toda essa porra com sua boca meu corninho, chupa tudinho, eu e esse pau gostoso que me deixou louca de tanta tesão, vai meu corninho querido, chupa nós dois bem gostoso, anda logo...
Sem receio, fui lambendo ela todinha e aquele pau maravilhoso também, foi uma experiência muito deliciosa, era a primeira vez que fazíamos um sexo total, sem pudores e maravilhosamente excitante, nosso tesão saia por todos os poros.
Depois disso todas as vezes que transamos ela fala:
- Quero repetir a dose meu corninho, um pau grande e grosso é que é gostoso e eu não sabia, e da próxima vez quero você me chupando bem gostoso quando uma vara bem grossa e dura estiver me comendo a minha xaninha, você vai chupar até eu gozar gostoso com meu macho, e novamente você vai nos limpar com sua boca deliciosa.
Essa foi nossa primeira experiência e foi deliciosa, queremos repetir em outras ocasiões, e quando isso acontecer voltarei para relatar a vocês.
Espero que tenham gostado.
CasalInterior.

Motoqueiro safado de Brasilia

Esse é meu primeiro conto! Espero que gostem, é longo, mas eu quis contar com detalhes pelo que eu passei. Se curtirem me adicionem no msn, eu falo com todos! danplaygame@gmail.com

Relembrando como sou, moreno claro, tenho 25 anos, 1.80m 76 quilos, corpo malhadinho, cabelos pretos, curtos, cara de safado, sem pelos, jeito de muleque mesmo, tenho namorada e não tem quem disconfie que eu curto levar uma vara.

Certa sexta-feira, não tinha nada pra se fazer na cidade, então decidi ir ao mercado, comprar algumas coisas que estavam faltando, como sempre cheio, mesmo sendo tarde da noite já, por volta de 1:00 da madrugada. Comprei o que eu precisava, coloquei no carro e fui de volta pra casa. O calor costumeiro de Brasília imperava, e eu andava na w3 com todas as janelas do carro abertas, curtindo um som e sentindo o vento no rosto.

Na altura da 505 norte o semáforo ficou vermelho e eu parei o carro, do meu lado parou um motoqueiro, e que motoqueiro, estava de short, camisa regata e capacete, uma moto ninja preta, muito massa, sou tarado por motos, mesmo não sabendo andar. Eu vi aquelas coxas grossas, de macho, sentado naquela posição, com a bunda empinada, fiquei doido na hora! E acabei soltando sem querer:

- Caralho que delícia!

Pensei ter falado baixo, só que não o suficiente, quando eu vi o motoqueiro virou pra mim, levantou a viseira do capacete, me deu uma secada e disse:

- E ai muleque, só de boa? Curtiu a moto?

- Me amarrei, muito massa!

Falei meio sem jeito, pois não esperava que ele fosse ouvir, mas o tesão que eu tava, não me deixou tirar os olhos daquelas pernas, que delícia, eu só imaginava o tamanho de sua rola e a delicia que deveria ser esse cara me fudendo! Então ele fala:

- Ta indo pra ganadáia?

- Nada, tava voltando pra casa já, fui só comprar umas coisas.

- Ta afim não, de se divertir?

Eu fiquei meio sem reação, pois não havia entendido esse “convite” dele, só que após ele perguntar o semáforo abriu, ele virou pra mim e disse:

- E então muleque, segue aí, tu vai curtir a farra!

Eu não pensei duas vezes e fui senguindo o motoqueiro, tentando imaginar onde ele me levaria. Pensei que seria em alguma private, aqui em Brasília rola muito isso, tipo alguém com casa grande, principalmente no Lago Sul empresta a casa, a galera leva bebida, coloca um dj e pronto, a festa ta feita. Só que não estavamos indo pro lado do Lago Sul, mas sim pra o Cruzeiro. Mas continuei seguindo o cara mesmo assim. Só que antes passamos no SMU – Setor Militar Urbano, tinha um cara na parada, o motoqueiro parou trocou uma ideia com ele, como se já se conhecessem, então o cara, que estava de farda veio até meu carro e disse:

- E ai, tranquilo? Então tu vai também com agente lá se divertir?

- É encontrei o cara no semáforo, sei nem onde é, e o que vão fazer, mas to indo nessa, vamos ver o que vai dar.

- Relaxa to vendo que tu vai curtir! Posso ir no teu carro? O Leonardo (motoqueiro) ta sem outro capacete.

- Tranquilo, entra aí.

- E então, a gente ta indo pra onde?

- Segue ele, fica logo ali no cruzeiro mesmo.

Então eu continuei seguindo o motoqueiro, que depois de uns 4 minutos andando parou em um bloco no cruzeiro, eu estacionei do lado dele, fechei os vidros e deci do carro, ele então se apresentou.

- Vamos nos apresentar primeiro né? Sou o Leonardo e esse que veio contigo é o Carlos!

- Massa! Meu nome é Lucas! E ai, onde é essa festa?

- É aqui mesmo, bora subir que a festa já já vai começar.

Ele falou isso me olhando com uma puta cara de safado, que me deixou num tesão do caralho! Ele em pé eu pude ver como era gostoso! Devia ter quase seus 1.90m, uns 80kg, moreno da cor do pecado, peito e costas largos, umas coxas grossas que me deixavam doido só de olhar, uma bundona redonda, e uma cara de macho safado, barba por fazer, jeito de muleque, devia ter no máximo uns 23 a 25 anos. Do tipo que ta com o tesão a flor da pele, tudo que toca vira sexo! O milico também era muito gostoso, era moreno também, tava de uniforme, coturno, calça militar, que já estava meio justa nele e dava pra ver o volume no meio das pernas, e eu quanto mais olhava mais ficava com água na boca! Era mais baixo, devia ter 1.80m, corpo bem definido, cabeça raspada, barba feita, cara de muleque novo, devia ter entrado a pouco tempo no exercito. Aqui em Brasília, os setores do Cruzeiro e Sudoeste costumam ter muitos militares, por serem dois setores próximos ao setor militar. E eu claro, adoro frequentar essas áreas!

O Leonardo então abriu a portaria, foi ai que eu me dei conta da loucura que estava fazendo, indo em um local com dois caras que nunca havia visto, que eu fiquei sabendo o nome ali na hora, tudo por tesão! Eu devia mesmo estar ficando doido!

- Poxa caras, lembrei que eu tenho compromisso e tal, tem um amigo meu me esperando.

Claro, era tudo mentira. Apenas uma desculpa para escapar dessa enrrascada que eu estava me metendo por só pensar em putaria. Só que o Carlos então viu que eu tava querendo sair fora e pegou no meu braço com muita força, ai então eu pude ver seu braço, o cara devia malhar muito, pois tinha um puta braço, forte, cheio de veias!

- Calma cara, vamos subir lá, rapidão, se tu não gostar da festa tu vaza! Guenta aí!

E foi me levando pra dentro, eu estava relutante e ao mesmo tempo loco de tesão, pois já imaginava que farra era essa, e com certeza eu seria o prato principal!

- Beleza cara! Pode largar meu braço! To subindo! Mas não posso demorar!

- Tranquilo, vai ser coisa rápida mesmo!

Então fomos subindo as escadas até chegarmos no terceiro pavimento, o Leonardo bateu na porta, mas ninguém abriu, ele então pegou a chave e abriu a porta. Deu pra ouvir barulho de chuveiro, havia alguém no banho, e de lá de dentro veio a voz masculina:

- Leonardo, é tu?

- Sou eu Daniel!

- Não abri a porta por que tava no banho! Trouxe nosso jantar?

- Ta aqui, falta só esquentar pra gente comer!

Eu olhei nas mãos deles, e nenhum dos dois, nem o Leonardo, nem o Carlos estavam com sacolas nas mãos, então eu tive certeza do que eu já estava imaginando, eu seria o jantar de três caras safados. Minha pica não aguentava dentro da cueca, estava doido já, só de pensar em dar para os três caras. Sempre curti ser fudido por mais de um cara, para eles revesarem, enquanto um fudia meu rabo outro fudia minha boca, e com certeza coisas do tipo me aguardavam! E eu soltei uma pra ver o que eles iam dizer:

- Massa, eu vou poder jantar também?

- Claro que não muleque, tu que vai ser nossa comida!

Então veio o cara que estava no banheiro, o tal de Daniel, pelado, com o corpo ainda molhado, a água escorrendo pelo corpo liso e definido do muleque, branquinho, devia ter seus 19 anos, cara de pirralho, a pica nem era tão grande, mas era bem convidativa pra se mamar, não tinha um pelo no corpo, chegou do meu lado, enviou o dedo no meu rabo e disse:

- Hummm, trouxeram um pratão dessa vez em? Acho que vai dar pra nós três comermos muito!

Ele então me empurrou no sofá e começou a pasar o pau na minha cara, um cheio gostoso, de macho que acabou de sair do banho, começou a falar:

- E ai muleque, tu gosta de lingüiça? Acho que esse vais er seu prato, vai levar muita lingüiça com catupiry! Engole essa ai que eu sei que tu ta loco de vontade!

E claro, eu não desobedeci, coloquei aquela rola na boca e comecei a mamar, uma delicia de pica, ele segurando nos meus cabelos com força e atolando a pica dentro da minha garganta me fazendo sufocar, eu já tava doido de tesão. Leonardo veio por tras do Daniel e abriu minha bermuda e a tirou, tirou também minha cueca, depois puxou minha camisa e me deixou pelado, meu cu estava piscando, doido pra levar vara. O Carlos veio da cozinha com algumas latas de cerveja, eles abriram e começaram a beber, Daniel deramou cerveja na pica dele, que já estava latejando colocou na minha frente e disse:

- E ai, gosta de cerveja? Quer tomar um pouco? Tu vai tomar assim, direto na torneira!

E enfiou a rola na minha boca sem dó! Leonrado tirou a roupa dele também, aquilo sim era rola, devia ter uns 22cm, enorme, pendurada no meio das pernas, tirou Daniel da minha frente e disse:

- Isso que é rola, mama ai seu viado! Quando tu parou no semáforo eu já percebi que tu era um viadinho loco pra levar rola!! Quando percebi isso, no caminho, como estava com o bluetooth do cel ligado eu liguei pra meus chegados pra ver se eles estavam afim de uma putaria! E foi batata, os dois tavam seco pra fuder! E agora estamos aqui, e tu vai levar rola a madrugada toda! Pode se preparar!

Eu só podia ouvir, já que a rola tava tapando minha boca! Carlos ficou sentado um pouco, tomando a cerveja dele, com a rola pra fora da calça, batendo uma olhando Leonardo fuder minha garganta. Daniel então sentou no sofá e me puxou de uma vez, me fazend sentar no colo dele.

- Curte um colo de macho né seu viadinho! Vamos ver se tu aguenta cavalgar na minha rola!

Cuspiu o pau dele e começou a enfiar no meu rabo, eu sentia dor pra cacete, pois o pau dele não era muito grande, mas era grosso! Ele colocou a cabeça!

- Rebola seu viadinho! Essa pica vai caber toda ai dentro!

Eu rebolava, com uma vara enorme na boca e sentando num muleque, do jeito que me da mais tesão, sendo dominado por mais de um cara macho. Eu sentei na rola dele e ela foi entrando abrindo prega por prega do meu rabo. Eu já estava doido o rabo piscava e ia engolindo aquela vara deliciosa, até que eu sentei no colo do Daniel, com a rola socada no meu rabo, ele gemia de tesão:

- Caralhooooo véi! Que rabo quente! Tu deve curtir uma rola que só o cacete! Deve dar pros machos tudo por aí né seu viadinho!! Tu agora vai virar nossa puta, sempre que a gente quiser fuder tu vai vir aqui dar esse rabão pra nós três!

Tirei a rola do Leonardo da boca e disse:

- Sempre cara, só me chamar que eu já venho ser fudido por vocês! Me amarro em caras fudedores, que socamsem dó, até encher meu rabo de leite!

Leornado disse:

- Cala essa boca sua bicha! E mama esse cacete aí! Quero ver tu tirar leite dele!

Enquanto isso eu cavalgava no pau do Daniel, que já entrava fácil no meu rabo, enquanto ele se contorcia de tesão, e Leonardo fudia sem dó minha boca! Carlos ainda sentado no sofá,mas já estava pelado, continuava bebendo e batendo uma olhando os dois muleques me fuderem.
Eu estava achando aquilo tudo uma loucura, nunca havia visto os caras e já estava no ap de um deles sendo fudido feito uma puta! Eu estava louco de tesão, e não acreditava que tive essa sorte toda, e o pior, não podia contar pra ninguém, pois ninguém sonhava que eu curtia ser fudido!
Leonardo continuou fudendo minha boca e segurou minha cabeça com sua rola atolada no fundo da minha garganta! E começou a gemer feito um macho no cio! Eu senti o esperma quente e salgado escorrendo na minha garganta e ele gemendo, o cara gozou muito, eu quase me engasgo com tanto esperma que o bicho jorrou na minha garganta!

- Caralho que delícia!! Gozei pra cacete! Agora é tu Carlos, come aí esse viadinho que eu vou beber uma, e ficar só assitindo, me preparar pra encher esse rabo de esperma! Que eu sei que ele ta doido por isso!!

Carlos matou a latinha que tava na mão em uma golada só, amaçu a latinha e jogou ela de lado, quando ele levantou eu pude ver sua rola, fiquei assutado, nunca tinha visto nada igual, devia ter uns 25cm, um corpo delicioso, muito musculoso, ele comeou a bater com a rola duraça na minha cara.

- Curte uma surra de pica né viadinho? Será que tu aguenta sentar nela? Vai ter que sentar e deixar só as bolas de fora!!

Ele me puxou de uma vez e Daniel falou:

- Caralho cara, eu tava quase gozando aqui, com esse muleque galopando na minha pica e tu tira ele!!?

- Cala a boca Daniel, se não depois que fuder ele vou fuder teu rabo também!

Carlos me colocou de quatro no sofá, e começou a roçar sua geba no meu rabo, dava pra sentir que já estava saindo um leitinho dela, ele esfregou no meu cu, e foi só isso que ele passou pra lubrificar, e socou de uma vez com muita força segurando na minha cintura! Eu dei um puta grito de dor, Daniel me deu um tapã na cara:

- Cala boca seu viado! Os visinhos vão ouvir e vão pensar que ta acontecendo alguma coisa! Se aparecer alguém tu ta fudido!!

Eu continuei calado, e levando aquela rola enorme no rabo, ele metia sem dó, com força, segurando minha cintura, atolava a rola até eu sentir sua virilha e sua barriga encostarem na minha bunda, suas bolas batiam comos e me dessem uma surra! Eu estava doido de tesão, podia gozar sem mesmo por a mão no meu pau. Ele me bombava com gosto! E eu gemia baixo, pra não levar outro tapa na cara. Ele então me segurou, e continuou com a rola socada em mim, sentou no sofá com a rola engatada em mim e mandou eu galopar, andar no cavalo dele que ele queria ver eu tirar leite de pau.

Eu galopava loucamente, sentia o pau dele entrar centímetro por centímetro dentro de mim. Daniel então começou a bater uma punheta na minha frente, segurou minha cabeça pelo cabelo e mirou minha boca bem na cabeça do seu pau, quando foi gozar enfiou na minha boca, me melando todo com seu esperma, eu não deixei cair uma só gota, lambi tudo! Ele deitou no sofá:

- Porra... to esgotado, esse viadinho curte mesmo uma rola! Tirou meu leite todo!!

E Leonardo veio, vamos ver se ele curte mesmo, vai sentar em duas rolas! Eu já estava doido só de pensar, aquelas duas rolas enormes, iam é me rasgar e eu num ia ter prazer nenhum!

Carlos me colocou de quatro no chão, Leonardo cuspiu na sua rola e foi enfiando, relamente tava apertado demais, a rola dos dois eram enormes, mas ele não desistiu, até conseguir colocar a cabeça:

- Aguenta aí viado, se gritar outra vez vai levar é um murro!

Eu aguentava calado, explodindo de tesão! E ele enfiou ca rola toda, os dois dentro do meu rabo, socando com força, sem dó, queriam saber só de esporrar, tavam nem aí se estava doendo ou não! Metiam com força!! Eu gemia de tesão, e Daniel disse enfiando a rola na minha boca:

- Caralho viado, tu geme alto demais! Chupa essa rola aí e fica quieto!!

Agora pronto, eu estava em extase, mamando um cara e levando rola de mais dois! Tava com muito tesão, Daniel logo ficou de rola dura na minha boca outra vez.
Carlos e Leornado socavam e estocavam o pau com muita força que me fazia ir pra frente e pra traz! Até que Carlos disse:

- Porra véi, vou gozar!!

- Goza Carlos, eu também to já gozando! Disse Leonardo.

Daniel já estava gozando na minha boca, eu senti o gosto amargo e salgado do seu leite, ele então deitou no chão exausto, eu engoli tudo! Carlos e Leonardo quase que urravam me fudendo até que esporraram! Eu estava com tanto tesão que comecei a gozar! Sem mesmo ter pego nomeu pau, foi a melhor sensação que eu já havia passado! Os dois gozaram muito! Eu podia sentir tanto leite me enchendo o rabo! Eu estava com um puta tesão!! Carlos então tirou a rola de uma vez, e como se fosse uma fonte meu rabo cuspiu porra pra todo lado, ambos haviam gozado muito, e muita porra escorreu nas minhas pernas! Daniel viu aquela cena e não perdeu tempo, começou a lamber a porra que descia nas minhas pernas, pegou tudo, puxou minha cabeça pelo cabelo e cuspiu tudo dentro da minha boca!

- Toma viadinho, tu não queria leite? Aqui tem mais ó!!

Eu engoli tudo, era esperma demais! Branco e grosso, eu me lambusei todo! Depois disso estava exausto tomei um banho rapidinho, os três ainda estavam morgados no chão e no sofá, pelados, bebendo cerveja, eu terminei de me vestir e Leonardo disse:

- E ai viadinho, curtiu a festinha?

- Me amarrei! Sempre que tiver outras festinhas só me chamar!!

- Claro muleque! Tu vai ser o convidado de honra! Sempre que tiver uma festa dessas te chamo pra você vir se divertir com a gente!

Essa foi uma das fodas mais loucas que eu já fiz, pois foi do nada, sem armar. E ai foi mais uma das minhas aventuras, se tiver curtido me atribui uma nota aí, me adiciona no e-mail que a gente troca uma idéia! 

Abração caras! E boa foda pra vocês!

 

Iniciação com o primo

Bem, quando era criança brincava muito com um primo distante, mas, quase da mesma idade que eu: o Fábio. Brincávamos muito juntos e as vezes só nós dois. Certa vez, brincando de pique-esconde na construção da casa de uma tia, encontramos duas revistas eróticas, daquelas que mostram pornografia entre casais. Tínhamos cerca de 10 e 12 anos respectivamente. Aquelas imagens mexeram com nossa imaginação. Já tinhamos alguma intimidade, mas, começamos a nos roçar um no outro. Como eu era mais velho, comecei a sarrar a bunda do Fábio, que era muito durinha.

A partir daí, sempre íamos a construção e, nos cômodos ficávamos nos tocando e roçando um no outro. Ora eu sarrava a bunda do Fábio, ora o Fábio me sarrava.

A coisa foi ficando mais quente até que um dia, ao entrar no banheiro para tomar banho, deparei-me com uma calcinha de rendas da minha prima pendurada na válvula de abertura do chuveiro. Que visão maravilhosa! aquela calcinha minúscula sozinha comigo no banheiro, molhadinha, abandonada e eu alí. Tive um impulso e, enquanto deixava a água cair no meu corpo vestí a maravilhosa peça. Senti um arrepio e meu pinto ficou durinho; chegava a doer! Resultado, escondi a calcinha e comecei a usá-la escondido sempre que ficava excitado.

Não satisfeito, comecei a procurar por calcinhas abandonadas nas casas de minhas primas. Sempre que as visitava, não resistia e ía ao banheiro para tentar recolher as lingeries das gostosas.

O Fábio havia se mudado para outro bairro, então, nossos encontros já não aconteciam mais tão frequentemente. Minha coleção estava com mais ou menos seis peças e eu tive a idéia de, na primeira oportunidade, desfilar para o Fábio. Foi o que fiz. Levei ele para meu quarto, tranquei a porta, deixei-o sentado na cama e, por tras da porta do guarda-roupa me troquei. Fábio fez uma cara de espanto mas ficou curioso pa ra ver... desfilei para ele com uma tanguinha branca de rendas, bem pequenininha e apertada, porém, não a fiz fio-dental. Quando me aproximei do Fábio e virei de costas para ele, ele tratou de enterrá-la no meu reguinho e me disse o seguinte: "assim fica melhor, não acha?" Fiquei mais arrepiada e mais excitada do que já estava. Meu pinto não cabia dentro da calcinha de tão duro que estava. Pedi para sentar no colo do Fábio, que concordou imediatamente. Fiquei rebolando no colo do meu macho e deixando ele cada vez mais excitado. Pedi: Mete em mim, mete! Deitei na cama com a bunda pra cima e pedi que ele tirasse a minha calcinha. Queria dar a bunda para ele naquele momento. O pinto do Fábio, ainda duro, mas, não tinha consistência para me penetrar. Tentamos várias vezes, mas, naquele dia não deu, ou melhor, não dei! Lembro muito bem do Fábio me chamando de maluco!

Depois disso ficamos um bom tempo sem nos vermos, até que um dia Fábio chegou em min ha casa novamente. Fomos direto para o quarto e fiquei espantadíssima com o que ví. Vesti uma calcinha bem sensual para começar a desfilar para meu homem e pedi para ele ficar só de cuecas, como fazíamos sempre. Que volume enorme Fábio guardava sob a cueca. Fiquei louca. Tive a certeza que naquele dia ele conseguiria me penetrar. Primeiro caí de boca imediatamente para sentir aquela piroca dura. Pedi para ele me esperar, vesti um short, fui ao banheiro e apanhei um creme para cabelos lembro até o nome "Kolene". Passei no anelzinho, e também naquele mastro enorme e me pus de quatro pedindo a ele: Vem me comer, vem!

Fábio veio como um cavalo para cima de mim. Pensei que ía ser fácil. Bobinha eu. Quando começou a forçar a cabeça, que dor enorme. Pedi para ele parar, mas, ele já não queria mais parar de empurrar, até que depois que a cabeça passou, aí, foi só prazer. Eu chorava, mas, queria sentir aquela pica dentro de mim. Que delícia. A partir daí, descobri que seria sua mulherzinha e o Fábio jamais sentiria meu pinto roçando em sua bunda, pois o que eu queria mesmo era ele em cima de mim metendo no meu rabo.

Nos encontramos várias vezes e a cada encontro eu exibia uma calcinha nova. E os encontros eram... afiiiiiiii! Saudade do Fábio.

(Y) Taty
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Pombagira de frente - Taty Cdzinha

Minha relação com religiões africanas é muito distante, ou pelo menos deveria ser. Mas, talvez pelo que narro abaixo, esta seja a explicação por minha vontade de usar calcinhas sensuais e provocar homens, principalmente por desejar meu primo Fábio.

Minha mãe frequentava muito eventualmente um terreiro de umbanda e me levava quando era criancinha, pois sempre tive problemas de saúde, então, ali ela buscava solução para estas complicações. O tempo passou e minha mãe deixou de ir. Eu sempre tive medo destas coisas e evitava sempre ter contato, com exceção dos dias de festas em que eu ía para ver os eventos e tentar "abrir meus caminhos" tomando uns passes.

O Fábio, que é um primo distante, é ogã de um centro de umbanda e, como o centro do Fábio é distante do local onde moro e também distante da minha família, sempre que preciso ligo para ele ou ele me avisa das festas, então eu vou.

Toda vez que ía ao centro, t inha uma hora que sentia o coração acelerar, ficava meio tonta, as mãos suavam, mas, nada acontecia. Só que, num desses eventos, ou melhor, em uma festa para povo de rua, passei a maior vergonha. Em determinada hora, com a maioria dos exus e pombagiras incorporados em seus "cavalos", a pombagira da mãe-de-santo veio em minha direção para me dar um abraço como sempre fazia. No momento do abraço ela puxou um ponto muito bonito e segurou minha cabeça; a partir daí... perdi o controle sobre o corpo e comecei a balançar, tremer, o rosto ficou pegando fogo, sem falar numa excitação muito grande que me veio, mas, eu nem imaginava o que ía acontecer. Tentei inutilmente resistir, mas, ela puxou outro ponto e eu continuava sem controle sobre meu corpo. Nem conseguia ver direito o que estava acontecendo. Só lembro das pessoas olhando em minha direção, tentando me segurar para eu não cair... enfim, estava recebendo minha pombagira. Depois, a pombagira da mãe-de-sant o chamou uma médium da casa para perto e encostou a cabeça dela na minha. Como num passe de mágica, retomei o controle sobre meu corpo e a entidade passou para a outra médium. Fiquei atordoada: imagine um homem recebendo uma pombagira!

 

Terminada aquela sessão, fui para a casa do Fábio, pois eu dormia na casa dele quando ía ao centro. Chegando lá ele me perguntou o que havia sentido e eu contei minhas sensações. Fábio disse que sabia que eu tinha uma pombagira de frente e que ela era muito bonita. Perguntou se eu tinha ido ao centro de calcinha por baixo da roupa. Respondi que sim, pois nem tive tempo de tomar banho e mudar de roupa, pois fui direto do trabalho. Fábio sabe que sou cd e que eu uso calcinhas sensuais. Ele me conhece desde criança. Fábio foi meu primeiro homem. Disse a ele que a entidade pediu uma roupa, mas, que não sabia onde comprar e nem se iria comprar. Ele na mesma hora me disse para não contrariar as entidades, ainda mais uma p ombagira. Disse que me levaria a um lugar para escolher e que estava doido pra me ver vestido e com a pombagira incorporada. Falei a ele: pare com isso. Aí ele riu e disse, quando eu quiser faço ela chegar em você. Aí entendi a cara dele olhando pra mim no centro. Não acreditei, mas, o Fábio estava com tesão para me ver com a pombagira... eu também fiquei muito excitada, tomei um banho, vesti minha calcinha fio-dental e fui deitar ao lado dele, em sua cama de casal. O Fábio mora sozinho. É um jovem inteligente que curte todas as coisas boas da vida. Naquela noite ele me pegou como um cavalo garanhão. Noosssa, só de lembrar fiquei arrepiada de tesão agora!

Passado algum tempo, me vi envolvido em alguns problemas e tive que voltar ao centro do Fábio. Ele me disse que isso ía acontecer porque eu não comprei a roupa. Quando começou a gira do povo de rua adivinha pra quem o Fábio puxou o primeiro ponto. Pronto, lá fui eu rodando outra vez. Dess a vez foi pior, pois a médium que tem a mesma entidade não estava lá. Diz o Fábio que a pombagira me rodou muito e me sacudiu pelo salão até incorporar, sem falar nada, somente deu gargalhadas e depois subiu de novo. A partir daí eu me lembro. Fiquei jogada no canto tentando me recuperar.

Bem, no primeiro sábado depois disso chamei o Fábio para me levar em uma loja que pudesse comprar a tal roupa. Ele me levou no mercadão de madureira. Lá, dada a quantidade de lojas especializadas nestes itens, pude comprar um conjunto lindo, preto e vermelho como a pombagira pediu: a blusa vermelha e uma saia vermelha e preta, toda rodada em rendas... Estava com muita vergonha, porém, também muito excitada com a possibilidade de vestir aquela roupa. Disse na loja que era para presentear uma amiga. Não podia dizer que era pra mim. Não via a hora de chegar na casa do Fábio. Pedi a ele que guardasse a roupa lá, pois não tinha como levá-la para minha casa po r enquanto. Chegamos na casa do Fábio e ele me mandou para o quarto para vestir a roupa logo com a justificativa de experimentar para fazer ajustes se necessário. Tomei um banho antes. Naquele dia estava com uma calcinha vermelha de rendas também. Vesti a saia, com a calcinha por baixo e a blusa somente. Não queria que o Fábio me visse por enquanto, mas, ele insistiu e me convenceu a ir a sala mostrar-me. Quando cheguei, o Fábio havia preparado um copo com água e uma vela. O danado, na mesma hora, me segurou pelas mãos e puxou o ponto da pombagira. Não demorou nada para eu perder os sentidos novamente e a moça baixar em mim. Diz o Fábio que ela incorporou quase que de uma vez, me ajoelhou no meio da sala e gargalhou muito. Não me disse o que conversou com ela, mas, que ela deixou que a roupa ficasse ali na casa dele porque ele saberia agir quando ela precisasse chegar em mim. Ela disse ao Fábio que viria mais vezes e que eu me acostumaria a recebê-la. Quando ela subiu, senti uma sensação muito boa e confesso: estava muito excitada. Passei o resto do dia na casa do Fábio e transamos muito depois disso. Ele me fode com muita vontade agora. O único problema é que, quando estou sozinha com ele, Fábio me pede pra chamar ela. Até no motel ele quer ver a pombagira. Talvez a feminilidade da pombagira excite o Fábio tanto quanto me excita. Ele diz que quando ela baixa em mim eu me comporto como uma mulher muito sensual. Disse que ela levanta a saia do lado da cintura e exibe as pernas e que fica se esfregando nele. Ele insiste muito pra ela me pegar. Resisto o quanto posso, mas, no final ele me convence a vestir a roupa e deixar ela baixar em mim. No centro, também, ele canta pra ela baixar sempre que tem sessão. Ela me sacode, baixa em mim, dança, cumprimenta o Fábio. Apesar do Fábio insistir, no centro eu não visto a roupa.

Sempre que recebo a pombagira, seja no centro ou na casa do Fábio, depo is que ela sobe fico com uma excitação muito grande, com mais vontade de dar o cuzinho. Outro dia, na casa do Fábio, após a pombagira ir embora, quando estava tirando a roupa dela Fábio veio e me pegou por trás comigo ainda vestido com a saia dela. Ele levantou a saia, afastou minha calcinha para o lado e socou a vara no meu cuzinho com muita vontade. Foi uma loucura. Ainda bem que sempre tenho o Fábio por perto pra poder me satisfazer.

(Y) Taty
http://taty.cdzinha.nafoto.net/

 

Quero ser corna

Meu nome e Eliana têm 34 anos, meu marido Mauricio tem 40 anos...
Meu desejo e ser corna, encontrar meu marido comendo outra e tudo que mais quero...
Porem meu marido não aceita, isso por motivo de disser que me ama...
Essa noite tive um sonho que irei contar a todos.....

Estava sonhando que meu marido chegava em casa, com uma linda morena de uns seios maiores que o
meus , ele chegava em casa e falava, amor e hoje que você será minha corna.
Só de pensar já fico com minha bucetinha toda molhadinha....
Vamos ao sonho, dai a morena entrava na sala , ele começava beijar a boca dela, e passava a mao no
corpo daquela gostosa....
Ele começou a tirar a roupada dela, eu ali olhando tudo, cada toque no corpo dela eu ficava mais com tesão.
Ele começou a tirar a roupa dela, começou a passar a língua naqueles seios lindos morenos, nossa como mamava gostosa, os meus ficaram durinhos loucos de excitação pela cena que estava prestigiando.
Foi ate, que ele passou a MÃO NAQUELA bucetinha linda, toda lisinha com um grelinho vermelhando, nossa que tesuda era aquela morena, eu com muito tesão.
Ele me olhava e falava assim, olha amor seu maridinho com outra na sua frente sente tesão sua corna gostosa, sente seu macho lhe dando o que você quer , vê seu macho passando a língua nessa bucetinha ..
Que delicia amor sentir essa bucetinha gemendo na minha língua, vem me ajudar a comer essa gostosinha.
Eu com muito tsão, cheguei perto dele, ele lambia a bucetinha dela e me beijava, me mandavaeu sentir o gostinho daquela buceta.
Ele lambia aquela buceta, e me beijava que tsao estava que coisa gostosa ser corna era tudo que queria ser naquele momento.
Foi que ate ele abriu o grelinho dela e falou, venha sentir de perto o sabor desse grelo meu amor, quero ver vc de boca nesse grelo também, eu não esperava isso de Mauricio porque não queria e ao mesmo tempo, olhando aquela bucetinha ali aberta cair de boca, nossa que delicia a primeira vez de sentir uma mulher na minha boca, eu passava a língua na bucetinha dela e ao mesmo tempo passava o dedo no grelo dela, ela gemia falava que queria rebolar e gozar na minha boca.
Mauricio , ali sentado e olhando a cena que deixava ele bem safadinho, foi ate que ele parou e valou venha lindinha, venha sentir a tesura da bucetinha da minha mulher , quero ver vc chupando a bucetinha da Eliana, enquanto ela ira mamar no meu pau.
Aquela linda morena, abriu as minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta, passava a língua e socava um dedo na minha bucetinha, aquilo foi subindo uns arrepios no meu corpo , começava a me torcer de tsão, quanto mais ela me chupava mais delírios ela conseguia tirar do meu corpo. Quando já estava para gozar na boca dela, meu marido veio e começou a me chupar junto com ela, nossa não agüentei e gozei na boca dos dois ....
Meu corpo estremecia todo, o tesao me dominava naquele momento.
Meu maridinho, gostando da idéia falou agora minha querida , você será a corna que tanto quer ser
Saia da cama sua vadia e ver seu macho penetrando nessa gostosinha.
Ele pegou ela de 4 e começou a penetrar toda aquela rola na morena gostosa, nossa que tesuda, a bucetinha dela engolindo todo o pau do meu marido, cada socada eu tremia de tesão .
E quando a vadia começou a gemer e me chamar de corno, meu corpo tremia, minha buceta molhadinha, tremia de tsão em ver meu marido socando rola na bucetinha da morena.
Foi ate que ele falou assim, meu bem vou socar no cuzinho dela , quero que vc seja corna de tudo, aquilo ali nossa que delicia, ele vem passar um creme no meu pau para arrombar esse cuzinho.
A morena toda gulosa, falou não meu rei manda rola no meu cuzinho que eu agüento tudo, quero que vc me arrombasses , meu marido ele e cabeçudo eu ate o momento não tinha feito sexo anal com ele , por medo de ser penetrada pela aquela rola...
Ele socou com tudo, o grito de prazer suava naquele quarto, ele socando e falando, olha minha corna
Que cuzão gostoso, vc quer ser corna e , então será olha ai sua rola socando nesse cu gostoso, que delicia de cú vc tem morena . Aquilo ia me deixando com muitos tesão meu prazer estava mais que eu mesmo, foi ate que deitei na cama e falei, venha meu macho soca essa rolo meu cú tbm..
Ele , agora vc ira espera minha corna vou socar nesse cuzão ate vc tremer de tesão e depois vou fazer vc aprender a dar o cu tbm.
O TESÃO TOMAVA CONTA DE MIM EU GEMIA E QUERIA VER CADA CENTIMETRO DO PAU DO MEU MARIDO ENTRANDO NAQUELE RABO...
VOU INDO ATE QUE ESCUTEI UM GEMIDO, A MORENA GRITAVA AI QUE DELICIA , ELIANA SEU MARIDO ESTA FAZENDO VC SER MUITO CORNO , NOSSA QUE PAU SEU MARIDO TEM ELE ESTA ARROMBANDO TODO MEU CUZINHO, VAI MAURICIO SOCA MAIS ESSA SUA ROLA NO MEU CUZINHO, FAÇA SUA MULHER SER MUITO CORNA...
ISSO ME DEIXAVA LOCA DE TSAO, ELA ALI DE 4 FALANDO QUE EU ERA CORNA, NOSSA NÃO AGUENTAVA MAIS DE TSAO FUI DE BAIXO DELA E COMECEI A LAMBER NOVAMENTE A BUCETINHA DELA, O PAU SOCANDO NO CUZINHO DELA
EU SENTTIDO O TSAO O QUE MEU MARIDO ESTAVA DANDO PARA AQUELA MORENA, CADA VEZ MAIS QUE ELA ME CHAMAVA DE CORNA, MAIS EU CHUPAVA A BUCETA DELA....
FOI ATE QUE ELA GOZOU E MOLHOU TODA MINHA BOCA....

MEU MARIDO SAIU DENTRO DO CUZINHO DELA E GOZOU NA MINHA BOCA ME CHAMANDO DE CORNA , E FALANDO QUE IRA FAZER O MEU CUZINHO TBM....
ISSO CONTO PROXIMO SONHO...
BEIJOS,....
Quero ser corna, tem alguém ai que possa me ajudar, conto com vcs...

 

O fisioterapeuta gostosão

Bom estou aqui novamente pra escrever mais uma aventura minha! Já faz muito tempo desde a ultima que postei, e de lá pra cá tive várias, mas agora resolvi postar novamente as mais interessantes. O meu ultimo conto que postei, foi "BRAD, O GOSTOSO" (http://www.casadamaite.com/node/1978). E para quem não se lembra mais, sou branco, tenho 36 anos, 1.80m, 95kg, tipo fofinho, não sou gordo e nem curto caras assim, tenho poucos pelos no corpo, bunda lisa, sou passivo e não sou e nem curto caras afeminados.

Só curto caras machos com jeito e atitude de homem, que tem pegada, e gosta de sexo seguro mais intenso. Vamos ao meu novo conto. Estava eu teclando na sala de BATE PAPO DO UOL GAYS E AFINS, procurando por algum cara afim de sexo, em JACAREPAGUA/FREGUEISA, onde moro quando me esbarrei com um que usava o nick que me interessou e ele, estava perto de min, ou seja, colado na rua paralela a minha. Ele disse que estava muito afim de sexo real sem enrolarão, e eu também. Trocamos MSN, para que possamos conversar melhor e combinarmos nossa foda. Nos conhecemos por foto, e detalhes físicos, onde ele falou o que curtia ser só ativo e eu falei que era só passivo e nos curtimos por foto, e assim ficamos conversando onde ele me disse que estava no trabalho e que só poderia ser no horário do almoço dele, e eu disse tudo bem, já que estávamos bem próximos e que ele a pé levaria 5 minutos pra chegar aqui! E assim combinamos passei meu telefone, e no horário que ele me disse ele ligou dizendo que estava vindo e eu passei meu endereço.

Ao chegar aqui eu quase tive um troço, eu já tinha visto que ele era bonito por foto, que tinha um porte, de macho, mas de perto e algo assim de deixar de queixo caído, ele tem 32anos e branco, loiro de olhos verdes, tem pelos loiros no peito e nos restante do corpo, tem 1.90m, 85 kg, corpo legal forte, mas sem ser sarado, forte, e uma dote responso 20cm, grosso, cabeçudo, como há muito tempo não via um assim, com a cabeça grande feito cogumelo, rosada avermelhada, e o corpo branco cheio de veias, uma delicia. Mal abri a porta ele já foi me agarrando e me tascando um beijo que me fez ir às nuvens, só conseguir fechar a porta do apartamento, e ser prensado contra parede, enquanto ele me beijava com volúpia, e me agarrando com aqueles braços forte. Depois de uns minutos me beijando ele falou que não poderia demorar que teríamos que ir logo as vias de fato, fomos por meu quarto onde ele já foi logo tirando minha roupa e a sua também, e me pós sentado na cama e me enfiou aquele pau enorme e grosso que estava já meia bomba na minha boca para eu chupa-lo. Chupei ate cansar, pois ele cresceu de tamanho que mal cabia na minha boca, tentei engolir ele todo, como faço sempre com todos que conheço levo ate a garganta, mas o danado era tão grosso que ficou um terço de fora, mas mesmo assim eu chupei bastante, depois de algum tempo ele quis me comer, onde me preparei com KY, encapei devidamente seu pau para isso. Ele quis me comer de 4, me posicionei na cama, e ele logo atrás, e foi pondo na porta e forçando sua entrada, eu tive dificuldades no inicio, e olha que sou acostumando, mas tive que pedir para ele ir com calma, pois era muito grosso e há tempos não pegava um tão grosso, ele riu, e falou tudo bem e mandou eu guiar, fui aos poucos guiando ele pra entrar, que pior de tudo era a cabeçona que depois que passou escorregou, tudo de uma vez, gemi de dor e prazer, pois ele me abriu de uma vez só. Ele me deu um tempo pra me acostumar com o tamanho, mas não muito, pois iniciou o vai e vem mais gostoso que tive ate hoje, ele me socou tanto que eu só senti prazer à dor passou e o prazer foi maior, ele tirava tudo e ficava só com a cabeça socando a porta do meu cu, e depois voltava a socar hora com força e hora com carinho, ate que depois de uns 10 minutos fodendo assim, ele perguntou se podia gozar, já que ele tinha hora eu disse que se quisesse poderia ficar à-vontade. Nisso ele pegou minha bunda arreganhou uma banda pra cada lado e começou a socar com força e com uma intensidade que eu nem sei como ele tinha pique pra isso, pois eu já estava todo esfolado e ardido, mas agüentei e gostei. Ele socou seu pau muito rápido e fundo tirando quase todo e colocando tudo numa rapidez e precisão que há muito tempo não sentia um macho fazer assim, ele sabe foder bem uma bunda de macho, mas depois de alguns minutos ele gozou forte, e urrando atrás de mim, eu senti seu pau aumentar de tamanhos e pulsar dentro de mim, gozando forte e enchendo a camisinha, e encheu mesmo, pois quando tirou de dentro de mim, tinha uma quantidade enorme de porra dentro, a foda foi tão boa que eu gozei sem por a mão no meu pau, gozei sem sentir praticamente, pois estava tão envolto no tesão que ele me proporcionou, que só percebi quando vi a possa de porra encima do lençol. Infelizmente ele teve que ir, pois não poderia se demorar mais, ele se lavou se arrumou, e se despediu de mim com um beijo de tirar o fôlego, e prometeu voltar, uma vez que estamos tão pertos um do outro, e ele não precisaria ficar procurando na net toda vez que tivesse a fim de fazer uma sacanagem com um cara e eu como tenho facilidades de horários, pois trabalho em casa, poderemos nos ver sempre no horário do almoço, para uma rapidinha, sem compromisso, mas com muita intensidade e freqüência, como ele disse. Ele me ligara novamente na próxima semana, pra isso quando ele estiver de novo de plantão na clinica que ele trabalha, quase na esquina da minha casa. Mas se você e um cara macho, másculo, que curte comer outro cara, e tenha gostado do conto que e verdadeiro e que se enquadre no perfil dele, me procure e marcamos, uma foda igual, ou melhor, que essa, mas só me procurem homens com jeito de macho, na facha etária de 25 a 40 anos, que curtam sexo sem com outro macho, mas sem frescuras e rotulações. Não querendo ser grosseiro, mas não curto homens muito baixos, muito magros, obesos e velhos de mais. Não tenho nada contra, mas não da tesão, quero como ele, na faixa que já mencionei, e que tenha pegada, de macho e que me domine na cama.
Se tiverem interessados me procurem, meu e-mail é: alone.guy2009@hotmail.com

Abraços ALONE

O castigo do marido com tesão

- Quantas vezes já te disse, querido, que não quero ver essa tua pilinha de pé, quando brinco com ela? – minha esposa e Senhora, a cruel Bárbara vestia um courset negro, com o decote das mamas aberto e umas botas de cano vermelhas, e mostrava-se zangada comigo, por eu lhe estar exibindo meu tesão. Mas como não o haveria de estar se só de a ver assim vestida, meu caralhinho virgem se armava todo? E Bárbara não ficava apenas se exibindo naqueles seus trajes de dominadora, que me deixavam cheio de vontade que ela me torturasse. Minha esposa e Senhora, quando à noite se fecha comigo no meu quarto, antes de me colocar o cinto de castidade e me mandar deitar a seus pés por cima dos cobertores, adora ficar brincando com minha pila. Masturba-a e bate-lhe com a mão ou com o cabo da escova do cabelo se a vê ficar em pé, aperta-me o saco dos tomates até me fazer gritar de dor, goza com o tamanho dos meus apêndices de macho comparando-os com os tamanhos mais substantivados dos caralhos de todos os seus amantes, e sobretudo adora contar-me com todos os detalhes as peripécias mais íntimas dos seus constantes casos extra-matrimoniais. Foi aliás por isso que casei com ela. Para ser o seu corno e o seu eunuco caseiro. Minha Senhora sabe que tais coisas me deixam super excitado e com uma vontade danada de bater punheta, tenho mais vontade de tocar punheta do que de me pôr nela apesar de ser seu marido, e de Bárbara ser uma fêmea muito apetecível gostando de dar para todos, menos para mim. Minha Senhora sabe-o e adora fazer-me ficar excitado porque isso lhe dá o pretexto que precisa para me castigar os genitais, já que segundo o contrato de casamento que me fez assinar eu só posso ficar de pau feito na sua presença ou fora dela, com a sua expressa autorização.
- Não consegues fazer baixar essa coisa tão tacanha, meu grande boi? – perguntou-me – Azar o teu. Com ela nesse estado não te vou conseguir meter o cinto de castidade e isso é que não pode acontecer, pois não? Com os tomatinhos cheios, mesmo que conseguisses adormecer ias-me sujar a colcha da cama. Vamos ter de te fazer baixar a pilinha seja de que maneira for para ela caber dentro do cinto. E sem ser com uma punheta, pois ainda não faz um ano que te permiti tocar uma.
Essa é outra das características de minha amada esposa. Gosta de me excitar mas não gosta que eu goze, o que para um submisso como eu, é o máximo no que toca a sentir-me totalmente seu. Só saber que não vou poder ejacular, deixa-me de pau feito e com uma vontade danada de tocar punheta. Por isso passo mais de um ano sem esvaziar os tomates, o que é um problema pois que o cinto de castidade é ligeiramente mais pequeno que o meu pauzinho.
- Foi difícil arranjar um cinto de castidade mais pequeno que a tua pila – disse-me ela quando mo mostrou pela primeira vez – Nem imaginas o quanto o pessoal do sex-shopp se riu só de imaginar o tamanho da pilinha que eu iria meter lá dentro. Mas assim pelo menos, eu terei a certeza que não te entesarás quando estiveres dormindo.
Efectivamente tenho de ter a piça bem murchinha para a enfiar dentro do cinto. Quando isso não acontece, como nessa noite, Bárbara recorre a métodos drásticos para o conseguir como ia ser o caso. E é claro, só de saber isso, meu caralhito que adora tanto como o dono e minha Senhora, ser por ela maltratado, ainda se entesou mais.
- Isso, entesa-te, entesa-te, enquanto podes, pilinha de homem eunuco, que nunca foste capaz de meter em mulher, apenas de tocar punheta – gozou ela, e a minha piroca engrossou ainda mais – tenho aqui o que é preciso para te tirar o tesão todo por uns tempos.
Oh, sim, minha amada Senhora e esposa, castigai-me a pixota e os bagos, que me fazem sentir tesão pelo vosso corpo e isso vos ofende, apeteceu-me dizer pois sofro todas as suas vontades com o maior dos prazeres, mas contive-me. O castigo iria ser muito doloroso como o são todos destinados a tirar-me o tesão, por isso achei melhor não lhe inflamar mais o desejo.
Bárbara começou por me puxar a pele do prepúcio toda para a frente e maneira a tapar o buraquinho da cabeça da minha picinha. Depois atou-a bem atada fazendo com que o meu caralho mais parecesse um chouriço. Bárbara exultou com o seu serviço.
- É a vantagem de ter um marido tão pouco macho que nem circuncidado foi – disse – A própria pele do teu prepúcio te está servindo de cinto de castidade. E agora, de gatas.
Quando me coloquei em quatro, minha esposa atou-me um bastão nas pernas de maneira a que por mais que me doesse eu não as pudesse fechar. Meu caralhito apesar da situação desconfortável e algo dolorosa em que se encontrava sentia-se cada vez mais teso.
- Já estás habituado a apanhar na pilinha e nos tomatinhos, pelo que acho não ser preciso amarrar-te as mãos, pois não meu boizinho? – perguntou-me com a voz e o sorriso doces que só lhe ouço e vejo nas ocasiões em que se prepara para me bater com raça – Mesmo que te esmague este teu mal nutrido par de colhões e te faça um eunuco de verdade, prometes que não tentarás sequer te levantar?
Prometi-lhe, tanto mais por saber que Bárbara nunca iria tão longe. Mas e se fosse? Ter os bagos esmagados por acção das suas pancadas excitou-me ainda mais. Iria ser preciso que minha esposa usasse de muita violência para me fazer passar o tesão, e por isso ela me procurava excitar tanto.
Bárbara entretanto passava a outra extremidade do cordel em redor do meu saco, dividiu ao meio os dois colhões que o compõem, voltando a gozar-me. Dizia que tão pequenos que eram, meus colhões mais pareciam um só, o que mesmo assim era demais para um eunuco pois que para o ser não devia ter nenhum, e que só assim, com o cordel apartando-os pela costura do saco, se via que eram dois, ainda que bastante miudinhos.
- Muito bem, meu querido maridinho manso. Vejo que tens os tomatinhos bem suadinhos. Se não te importas vamos fazê-los transpirar mais um pouquinho com o belo trabalho que a minha chibata vai fazer neles. Afinal, se queremos que te passe o tesão sem te pormos a tocar ao badalo, é melhor começarmos pelos tomatinhos, não te parece?
Minha Senhora sabe bater, e amo-a muito por isso. Apesar de toda a dor que me provoca, amo-a ainda mais por isso e nunca seria capaz de me imaginar vivendo com outra mulher. As suas primeiras pancadas são leves, levezinhas, como carícias da sua chibata lambendo-me a pele dos colhões. A um masoquista como eu, apenas me abrem o apetite para as outras que virão a seguir, que me farão doer e me deixarão bem entesado até me tirarem o tesão, como se eu tivesse tido um orgasmo de verdade. E elas não tardam muito. Um silvo mais longo anunciou aos meus ouvidos que o seu braço descrevia um movimento mais longe, e que a chibata na ponta dele assentaria na pele do meu saco testicular com mais violência. Aii, gemi, com os dentes cerrados. E zás…. alguns segundos para Bárbara se poder deliciar com o meu segundo gemido de dor, e zás, lá vinha outra chibatada, e zás, outra.
- Excita-me tanto ouvir-te gemer de dor nos tomates, meu querido corninho – reconheceu Bárbara – como a ti te excita cheirar-me as calcinhas, ou ouvires-me contar-te as posições em que me coloco para te pôr os cornos. Por isso toma lá outra chibatada com força nesses teus colhõezinhos que só produzem leite para as punhetas que tocas. E outra, meu entesado de merda. E mais outra. E outra. E mais, e mais e mais. Toma lá mais que só vou parar quando me cansar o braço, nem que te deixe estes tomatinhos frouxos, que só me despertam o tesão quando estou batendo neles, feitos num bolo.
E as chibatadas que me dava confirmavam a intenção das suas palavras pois eram cada vez mais enérgicas.
- Oh, que vergões tão bonitos a minha chibata deixa nos teus colhõezinhos – continuava Bárbara bastante entusiasmada – Amanhã apresentá-lo-ás bem negrinhos e pisados. E então é que eles vão ficar bonitos.
- Senhora – lembrei-lhe alarmado – se me arruinardes os colhões nunca mais ficarei de pau feito, e não os podereis voltar a castigar.
- Tens razão, punheteiro. È só por isso que não tos esmago de vez.
Em todo o caso o estado erecto do meu caralhinho negava as minhas palavras. Apesar das dores que sentia nos tomates, tal espancamento não fora capaz de me fazer passar o tesão.
- És mesmo da classe dos que gostam de apanhar de uma mulher. Tiveste sorte em me conhecer pois eu sou da classe de mulheres que adoooram fazer sofrer muito machinhos mentalmente castrados como tu. Pelo estado da tua pila vejo que uma boas chibatada nos colhões ainda te deixam com mais tesão do que as histórias dos pares de cornos que te meto. E se calhar até do que de uma punheta tocada por mim. Ora vamos lá a ver isso.
Com o braço estendido entre as minhas pernas minha esposa calçando uma luva de látex, começou tocando-me ao bicho. Esqueci as dores nos tomates. Depois das chibatadas que levara neles aquela punheta estava-me levando aos píncaros. O inchaço no meu caralho estava agora no seu auge. Como tinha a ponta do prepúcio amarrada não me podia vir e por isso a mão de Bárbara procurava entesar-me ao máximo. Delícia de punheta!
- Oh, sim! – comentou – Apesar do tamanho não abonar nada em favor da tua pila, tu ainda te entesas todo com os toques da minha mão. E estás bem excitado! Se não te tivesse amarrado a cabeça da pila, já te terias esporrado todo, meu ejaculadorzinho precoce, mas assim como a tens bem amarradinha posso passar a noite brincando com ela que não te conseguirás vir, pois não? Oh, e que bem que me sabe tocar-te uma punheta com a pilinha incapaz de gozar. Oooh, sim, que bom! Vou-te meter os cornos amanhã com o Ricardo, e vai saber-me muito bem só de me lembrar da sessão de hoje.
Aquela punheta parecia não ter fim. E era tão boa!
- Senhora – voltei a falar – tuas mãos estão-me tocando uma punheta tão saborosa que o leitinho já me saiu todo dos tomates e subiu para a minha piça. Tenho a certeza que quando permitires que desamarre o prepúcio vou cuspir esporra para as paredes.
- Ah, cão! – gritou minha esposa, parando de me punhetear – Não podemos permitir que isso aconteça, pois não? Ainda não te será hoje que te darei autorização para ejaculares.
Bárbara desamarrou-me então a ponta do cordel que me dividia o saco dos colhões, esticando-me a pila toda até atrás.
- Estás com vontade de me meter, não estás? Habitualmente quando encontro um homem charmoso com vontade de ma meter, eu deixo. Mas para isso, é preciso que seja dotado de um caralho aprazível para os meus olhos e para a minha vagina. Compreendes agora porque nunca ta deixo meter? Como estás com muita vontade de a meter, que dirias de a esfregar no cu até lhe passar todo o tesão?
- Senhora – respondi-lhe – tendo eu um caralhito tão miudinho duvido que mo consigas esticar até ao meu cu.
Meu caralho teria de descrever todo o arco das minhas coxas, passar por cima do meu saco, até conseguir tocar com a sua cabecinha na entrada do meu cuzinho. Teso como estava, dobrá-lo todo, parecia-me impossível. E depois esfregá-lo no meu cu não me parecia coisa capaz de me tirar o tesão como ela pretendia. Mas para a minha terrível esposa, não havia impossíveis.
- Consigo, consigo! – garantiu com um brilho no olhar. - Nem que tenha de ta arrancar fora.
Que tesão me dá tal ameaça!
Com a sua mão enluvada, Bárbara dobrou-me a piça toda para trás, com força, dolorosamente, enquanto com a outra mão esticava o cordel ao máximo, puxando-me pela pila de modo a que aquele corpo teso me pressionasse os tomates até a cabeça me apontar na direcção do cu, indiferente como todas as dominadoras aos meus gemidos de dor.
- Tens sorte em teres uns colhões pequeninos, doutro modo a dificuldade que o teu caralhinho teria de os transpor era maior. Sentes como a cabecinha da tua pila já está quase a roçar-te a entrada do cu?
E de facto estava. Se não fosse estar amarrada já teria as bordas do olhinho meladas de espora. Mas tal como imaginava, só sentir meu caralho esfregando-se em tal local, fez-me aumentar o tesão. Bárbara não queria outra coisa.
- Paneleiro, a quem o cheiro do próprio cu dá tesão – vociferou – Já vais ver como te vou deixar a verga mole.
Sem deixar de esticar o cordel para que a cabecinha da minha piça nunca deixasse de estar encostada ao meu olhinho, deu-me nela com a chibata como fizera no saquinho. As primeiras com volúpia, só para que minha pila e as nádegas sentissem o contacto da chibata, mas progressivamente com mais força, de modo a deixar a primeira bem marcada.
- Toma, pila de paneleiro frouxo, incapaz de dar prazer a mulher alguma. Toma, que te quero ver com os mesmos vergões que te fiz nos tomatinhos. Toma com a chibata pila sem préstimo, que por causa do tamanho que tens a única vontade que despertas numa mulher é que te bata e ta arranque, não que foda contigo. Toma, toma! QUERO VER-TE BEM MURCHA!
Os silvos que zumbiam no ar eram impressionantes, e os meus gritos de dor também.
- Gritas, verme? Pois grita, que as mulheres também gemem de dor e de prazer quando estão a levar com cacetes de machos bem abonados, e mais aptos que o teu para a função. É o preço que pagam por terem tesão e por deixarem que os homens satisfaçam nelas seu tesão. Amanhã vou gemer como uma puta quando estiver nesta cama, debaixo do Ricardo, a levar com aquele seu caralhão enorme pela minha racha dentro. E que bem me vai saber apesar de ele me deixar a cona bem esgaçada, coisa que o teu toquinho nunca poderá fazer. Pois este é o preço que faço a tua ridícula pixota, e os teus quase inexistentes baguitos, pagarem pelo teu tesão e pela audácia que tiveste em o exibir perante mim, sem minha autorização. Toma com a chibata, toma mais, que só vou parar QUANDO VIR A TUA DIMINUTA PILA BEM MURCHINHA.
As chibatadas na minha piroca prolongaram-se por uns bons minutos, embora Bárbara por vezes as suspendesse para me deixar respirar, como dizia. Minha esposa bate com mestria pois apesar dos vergões com que me marcou a pele não me rasgou a carne ainda que me tenha conseguido tirar o tesão. A esporra que dentro da minha piça amarrada momentos antes lutava para sair não sei para onde foi, pois que ao fim de vários minutos de chibatadas, quando minha esposa a viu flácida e incapaz de se pôr de pé e a desamarrou, nem uma gota pingou para fora.
- Vês como te passou o tesão todo por uns bons dias? E nem precisaste de tocar punheta – observou-me Bárbara agarrando-me a pila com a mão enluvada e analisando-a – Ficaste bem marcado mas nada de grave. Amanhã quando estiver a foder com o Ricardo não conseguirás ter tesão, e isso vai-me saber ainda melhor. E agora já te podemos meter o cinto de castidade sem problemas. Não é que seja preciso com a pila nesse estado. Mas não quero que te habitues a dormir sem o cinto de castidade.
Nessa noite, apenas com o cinto de castidade vestido, dormi no tapete do quarto. Mais uns meses se passaram até minha Senhora me permitir tocar uma punheta. Eu gostara tanto daquela sessão que lhe pedi para me voltar a esticar a pila por entre as coxas, e me deixar esfregar a cabeça da dita na entrada do meu cuzinho. Só que desta vez até eu me vir. Estava mesmo com muita vontade de me esporrar na entrada do meu cuzinho.
- Paneleiro! – atirou-me ela – Desta vez faço-te a vontade. Mas no final vou-me consolar de te beijar o caralhinho com a chibata.
Que se lixasse. Eu era o seu marido corno e tudo que desse prazer a Bárbara dava-me prazer a mim, mesmo que isso significasse deixá-la beijar-me os tomates a piroca com a chibata.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Como me ofereci para corno de Paula

Quando conheci Paula na Faculdade eu sabia que ela não era mulher para mim. Paula vivia da vida, do aluguel do corpo pois era ele quem lhe pagava a renda do apartamento, os estudos, as roupas, as refeições, tudo. Paula era experiente em sexo, dormia com homens casados, mais velhos, que lhe pagavam para obter seus favores, era a puta preferida dos coroas endinheirados de Coimbra. Eu de tal matéria conhecia apenas as esfregadelas com a mão no meu pau murcho que nem punhetas chegavam a ser, que tocava desde miúdo à noite, depois de passar o dia espiando os encontros no quintal de minha irmã com o namorado, e por isso a libertinagem escandalosa de Paula me atraía.
Aos 13 anos sofri um acidente que apesar de minha tenra idade compreendi me impossibilitaria de ser um autêntico homem. Uma queda numa pedreira onde brincava com um grupo de amigos esmagou-me os testículos, deixando-me no lugar onde eles deveriam estar a pele completamente espalmada do saco que os abrigou, e que sinceramente nem sei porque não ma arrancaram igualmente, quando cheguei ao Hospital. Em consequência de tal acidente, não só me vi privado de poder vir a ser pai, como minhas erecções se tornaram muito fracas e quando conseguia obter uma era de muito curta duração. Tenho até a ideia que o esmagamento do conteúdo do meu saco fez com que o meu pau não tenha crescido o suficiente, pois muito embora sempre me tenha esquivado a exibi-lo perante quem quer que fosse, nunca perdi a oportunidade de à socapa procurar ver se o dos outros rapazes era maior que o meu o que sempre sucedia. Que poderia oferecer a uma mulher? Nada que diga respeito a sexo, pensei, pelo que a partir daí comecei a dar em mirone. Como não fodia, adorava ver os outros foder. Não vou entrar em detalhes de tais experiências, apenas direi que só após assistir a uma boa trepada de um casal, é que eu conseguia depois de muito esfregar a pila, pô-la de pé por uns 30 segundos até fazer sair dela um líquido seminal algo esbranquiçado mas que nada tem de esporra, e me faz então sentir aliviado ainda que também deva confessar que me dá mais prazer sentir-me excitado com a pila murcha do que senti-la esvaziando-se. E talvez fosse isso que eu queria que a Paula me fizesse sentir, aceitando ser a minha muito puta, deixando-me ser seu mirone e me fizesse andar sempre com a pila tesa, conferindo-me à vista de todos o estatuto de ser o seu homem, mas o homem de uma puta comida por todos os homens com dinheiro, menos por ele. Mas eu educado segundo velhos preconceitos que um homem de verdade se não tem tomates tem de ser casto mas mirone cornudo é que não, nem ousava falar-lhe em tais coisas mesmo conhecendo-lhe a condição.
No entanto Paula como nossa colega de Faculdade que era, saía connosco muitas vezes, bebendo um copo num bar da Praça ou estudando na Biblioteca, e duas conversas que numa roda de amigos tivemos na mesa do café e me fizeram chegado a casa, correr para a sanita, tirar apressadamente a pilita do fecho das calças e desaguar naquela os meus 30 segundos de tesão, levaram-me a rever meus conceitos e a desejar obter a melhor maneira de me declarar, e mostrar-lhe a vontade que tinha em ser seu corno eterno.
A primeira conversa que referi teve lugar no Café e veio a propósito de já não sei o quê, Paula declarou poder detectar quais os homens com maiores níveis de testosterona apenas baseando-se nas suas aparências físicas. E olhando para mim com ar de gozo afirmou:
- Por exemplo olhando para vocês os quatro, pode afiançar que o Né, pelos ombros estreitos que ostenta, os quadris algo delineados como os das mulheres, as mãos e o tamanho dos dedos mais pequenos, é de todos vocês indiscutivelmente, o que tem menores níveis de testosterona. Há ainda uma outra evidência que se ele estivesse nu saltaria aos olhos de todos: seus órgãos sexuais são bastante mais pequenos que os vossos e também por isso tem mais probabilidades de ficar impotente mais cedo do que vocês. É com base nestes pormenores que muitas fêmeas do reino animal escolhem os parceiros com quem se querem reproduzir a fim de assegurarem melhor descendência. É por isso que enquanto todas as fêmeas são cobertas, só alguns machos cobrem e se reproduzem, pois que os menos dotados se limitam a ver.
Fiquei tão excitado ouvindo aquilo como quando esfregava meu pau com a mão assistindo escondido à transa de um casal. Nem fiquei embaraçado com tais palavras mesmo quando nossos colegas ouvindo falar a voz da experiência me chamaram meia piça, e piça mole que começaria mais cedo que a deles a mijar para os pés. Antes pelo contrário, pela primeira vez o saco vazio dos meus tomates e minha pila inferior às dimensões de um adulto não só não me embaraçavam como não sei como me contive e não baixei as calças na frente de todos expondo orgulhoso a ausência dos apêndices da minha masculinidade. Mas quando os safados rindo-se me perguntaram se de facto eu achava que tinha o pau mais curto de todos respondi-lhes que sim. Paula pareceu gostar da resposta e voltou a falar:
- Ter o pau curto, ou tê-lo mesmo frouxo e incapaz de se levantar, não tem de ser uma infelicidade para o macho. É bom é que este se capacite que o sexo não tem de ser para todos, mas apenas para os mais capazes, e aceite a sua condição. Ficar só vendo e contribuir para excitar ainda mais as fêmeas e os machos cobridores com as suas inúteis exibições de acasalamento, é uma actividade tão útil para os jogos de erotismo como participar activamente de um deles.
A segunda teve lugar uns dias mais tarde no mesmo local, e todos os participantes com excepção de Paula e de mim não tinham assistido à conversa anterior. Alguém, numa conversa de circunstância, quis saber que marco do passado cada um de nós gostaria de ressuscitar para o poder viver. Numa ligação à conversa anterior que ninguém entendeu além de mim, Paula sem pudor pois não se envergonhava de ostentar-nos a sua imagem de devassa disse sonhar desde muito nova em levar a vida de imperatriz viúva oriental, rodeada de servidores eunucos, escolhidos entre os rapazes dotados de pequenos órgãos sexuais, castrados em crianças para a servirem incondicionalmente como servos domésticos e como estimuladores da sua libido, reservando os mais bem apetrechados de ferramenta para a servirem na função de amantes. Como foi ela a primeira a falar a sua confissão gerou tanta controvérsia entre alguns dos marialvas presentes para os quais a extracção dos tomates era algo impensável que parecia que mais ninguém queria saber que episódio do passado os restantes gostariam de participar. Mas eu novamente excitado tal como da outra vez que ela me fizera ver a importância dos machos não cobridores, senti que não podia ficar calado e que depois de a ter ouvido, eu que antes de Paula falar não saberia dizer que momento escolheria, não tinha mais dúvidas e necessitava de o expressar em voz alta, até porque eu sentia que aquele era o último passo que teria de dar se queria que minha amada puta me aceitasse tal como eu era.
- Esperem – pedi levantando os braços –a Paula disse o sonho do passado que gostaria de ter vivido e eu devo dizer-lhes que depois que a ouvi não tenho dúvidas do meu. Se quiseres Paula, começar a realizar o teu sonho ofereço-me neste preciso momento para ser o teu primeiro eunuco. Teria muito gosto em servir-te de estimulador da tua libido se me achares capaz de servir-te para tal.
- Não estás falando sério, pois não? – questionou-me – Está consciente que a única coisa de que o eunuco se vê privado é precisamente aquela que os machos mais prezam?
- Um eunuco não é um macho a sério – apenas lhe retorqui.
- Tens razão – respondeu-me – confesso que nunca esperei arranjar com tanta facilidade um voluntário, mas já que o Destino me proporcionou um tão graciosamente, aproveitemos. Segue-me.
Levantei-me e segui-a, sempre caminhando atrás de Paula embora esta não tivesse dito para o fazer, ouvindo nas minhas costas chistes sarcásticos dos nossos colegas de curso que conhecendo o biscate a que ela se dedicava, diziam que se eu queria ir para a cama com ela não precisava de tanto teatro, apenas de lhe passar para as mãos uma nota de 50 euros mas eu não lhes ligava nenhuma. Estava excitadíssimo com aquilo sim, mas meus 30 segundos de tesão não me davam o direito a ser um macho cobridor como a Paula bem dizia e o esmagamento dos meus testículos, uns anos atrás, tinha-me predestinado para a nova situação que a partir daquele dia em diante eu ia passar a viver: realizar o sonho de Paula e tornar-me o seu eunuco cornudo. E que feliz me sentia!

 

NÉ LUSO

Despejando os tomates ao pé de minha senhora

- Senhora, preciso muito de despejar meus baguinhos – pedi com a fala o mais doce possível quando nessa noite minha esposa, a cruel Bárbara, me tirou o cinto de castidade e me mandou fazer minha higiene nocturna.

Fico sempre de pau feito nessas ocasiões pois minha esposa é uma tesão de mulher, apesar de baixinha, e ainda mais tesão a acho quando como nessa noite ela me manda despir na sua frente, e se apresenta perante mim coberta com um sutiã de couro negro modelando-lhe as mamas apetitosas, mini - saia escura do mesmo material, umas compridas botas de cano alto subindo-lhe até ao joelho e com que gosta de se exibir na rua aos outros homens em especial quando está comigo, luvas brancas de látex cobrindo-lhe os braços nus até aos cotovelos, e é claro, a sua inseparável chibata de vime com que aprecia fustigar-me os meus pouco desenvolvidos bocados de carne masculina. Por isso mal Bárbara me retirou o cinto de castidade metálico minha pila apesar das suas reduzidas dimensões e de pouco habituada a pôr-se em pé, insuflou toda. Como sempre Bárbara aproveitou a minha exibição de macho tesudo da forma habitual, aliás a chibata tão minha conhecida não estava ali para outra coisa. O seu braço direito descreveu um grande arco no ar e a chibata veio abater-se com força na minha pixota e tomates. Uma, duas três, vezes, até o tesão me passar e a pila voltar ao estado murcho que é como minha esposa e Senhora a quer ver sempre.

- Grande cornudo de pila curta – dizia ela, batendo-me indiferente aos meus gritos que os vizinhos do prédio estão fartos de ouvir - Quem mandou apresentar essa coisa em pé, na minha frente? Pensas que me despertas tesão exibindo-me essa coisinha insignificante armada como os machos de cobrição, quando arranjo carahos bem maiores que o teu para me preencher a greta do meio das pernas. E nada de tapares a pila e os tomatinhos com as mãos para os tentares proteger da minha chibata, ou ainda tos arranco fora.

As chibatadas apesar de dolorosas pois Bárbara adora dar-me com força, e me fazerem andar com a piroca e os guizos bem marcados aliadas, a tais palavras ainda me fazem despertar mais tesão pois sou muito masoquistas e a ameaça de ser capado por ela faz-me subir pelas paredes. Assim e como a tesão me demorou a passar apanhei com mais chibatadas do que as que gostaria e me deixaram o caralho todo coberto de fios vermelhos, ainda que sem me fazer sangrar já que minha esposa sabe bater na perfeição. Quando finalmente o caralho amochou, minha Senhora mandou-me entrar então no banho e como sempre ela própria me ensaboou e esfregou. Para isso usa ela aquelas compridas luvas brancas de látex. Embora não me deixe montá-la e me corneie com todos os sujeitos bem parecidos e endinheirados que conhece, adora ficar excitando-me no banho, mexer na minha pilinha e nos meus bagos como se os estivesse punheteando com as suas mãos enluvadas já que nunca me mexe em tais partes com as mãos nuas, e enquanto os cobre de sais de banho e me puxa a pele do prepúcio para trás de maneira a assegurar-se não ter a cabeça melada de esporra, ridicularizar a sua má formação.

- Piça de fósforo! Colhões de rato, como é que tu com umas coisas tão insignificantes e ridículas alguma vez pudeste pensar em foder com uma mulher como eu? Ou com qualquer mulher que seja, a menos que seja com uma que queira permanecer donzela toda a vida?

É maravilhoso ouvir tais coisas daquela boquinha tão linda, cujos lábios desde que Bárbara fez um tratamento com botox ainda ficaram mais parecidos com um botão de rosa e que eu adivinho estão fartos de chupar cacetes. Como eu gostava de a ver nua, descobrir como é o seu corpo que já fez feliz tantos homens, mas até tal pretensão a vadia me nega para me deixar mais entesado. Nessas alturas do banho meu caralho volta a ficar armado e desta vez são as suas mãos enluvadas que me castigam a audácia.

- Para baixo, piça curta já mandei, para baixo! Um quase capado como tu não tem o direito de ficar de pau feito perante uma mulher como eu. Para baixo se não queres ficar com a pila esmagada quando te voltar a colocar o cinto de castidade.

É verdade, o cinto de castidade é uns centímetros mais pequeno que meu caralho, por isso ele não consegue entesar-se dentro dele, e iria ser um sarilho colocar-mo com a piça tesa. Ia ficar com ela toda comprimida, por isso quando no final do banho Bárbara mo volta a enfiar eu tenho de a apresentar o mais murcha possível. Por isso também, e não por qualquer razão servil, minha esposa e Senhora gosta tanto de me entesar quando me ensaboa. Para ser mais difícil colocar-me o cinto de castidade e ela poder aproveitar a oportunidade e me vergastar a verga. Mas nessa noite minha piça não baixava, continuava dura apesar das palmadas cada vez mais fortes com que estava sendo agraciada. Também não admirava. Há perto de meio ano que nem uma simples punheta Bárbara me deixava tocar e apesar de alguma falta de vigor que o uso continuado do cinto de castidade me faz sofrer, meus colhõezinhos não aguentavam mais reter tanto leite de macho dentro deles. E disse-lhe isso mesmo.

Bárbara, um pouco contra todas as minhas expectativas, mostrou-se dessa vez sensível às minhas necessidades íntimas. Habitualmente quando me deixa aliviar o caralho à mão fá-lo não para me querer proporcionar prazer, mas por lhe apetecer divertir-se vendo-me consolando com o desporto sexual favorito dos machinhos como eu que não sabem foder, ou não têm material para isso, como ela costuma dizer. Até se mostrou admirada quando lhe garanti estar quase a cumprir-se seis meses desde a última pívia que ela me autorizou a esgalhar.

- Já?! – surpreendeu-se – De certeza ou estás exagerando para eu me mostrar benevolente contigo, meu corninho de pilinha raquítica?

Jurei-lhe ser verdade e Bárbara para meu grande alívio autorizou-me então a esvaziar os balões.

- Mas vais ter os teus colhõezinhos esvaziados à minha maneira, pode ser meu picinha imprestável?

Quis saber como seria a sua maneira mas a bandida não se mostrou disponível para abrir o jogo completamente.

- Isso não te interessa, meu boi manso com tomates de esquilo – respondeu-me – O que te interessa saber é que ou aceitas ter a tua punheta tocada à minha maneira, ou então guardas o leitinho dos teus tomatinhos de macho frouxo mais outro meio ano dentro deles, que não te vou consentir outra oportunidade de os despejares antes de passado tal período de tempo. E ai de ti que eu veja fiozinhos de esporra no cinto de castidade quando fores lavar a pila. Mas, para teres uma ideia, sempre te adianto que te vou fazer despejar as bolinhas aos meus pés.

Bom, entre ter a esporra das minhas bolinhas esvaziada aos seus pés divinais ainda para mais cobertos por aquelas botas de dominadora pois adivinhei logo que Bárbara não se descalçaria, e estar mais meio ano sem as poder despejar, a escolha pareceu-me óbvia. Minha senhora conduziu-me todo nu ao escritório, dizendo ser ali que aliviaria meu tesão.

O escritório tem uma coluna a meio e minha Senhora antes de me amarrar nela mandou que arrastasse a mesa da secretária até ela. Depois de me amarrar e de me atar um bastão aos tornozelos que me fazia manter as pernas abertas, prendeu-me dois prendedores de seios nos meus mamilos, torcendo-os só para me ouvir gemer.

- Que é isso, meu maridinho cornudo? - gozou – Gemes? Um homem mesmo sendo tão pouco abonado como tu não demonstra dor perante uma mulher a quem pediu autorização para ter prazer. Mas tu não és sequer um homem a sério, pois não? Se o fosses não tinhas nascido com o caralho e o par de colhões mais pequenos que existem à face da Terra. Achas que uma mulher bem rodada como eu, e cobiçada por pirocas bem mais avantajadas do que a tua só te deve proporcionar prazer, e nada de dor, é? Pois estás enganado, meu frouxinho. Uma boa esporradela sem dor, não vale nada, não é mesmo, meu masoquistazinho de merda? E antes de te fazer despejar o liquidozinho que trazes nesses teus ridículos colhões ainda te vou fazer sentir muita dor. Para começar vamos ver se é mesmo verdade trazeres os tomatinhos tão cheios como dizes, ou se o cinto de castidade já os fez perder a capacidade de produzir leite de macho.

Bárbara demonstrou não estar brincando quando me disse querer provocar-me dor antes de me fazer despejar os bagos a seus pés. Enquanto rodava os prendedores de seios nos dois sentidos, intercalando tais movimentos com dolorosos puxões para cima e para os lados que me faziam esticar os mamilos, com a sua mão esquerda apertava-me os tomates, apertando-os ferozmente e prensando-os como se os quisesse esmagar.

- Colhõezinhos! – proferiu com desdém – Tens os colhões tão pequenos, meu machinho cornudo, que só uma mão minha era capaz de os desfazer em pó. Mesmo cheios como estão.

Agora com a sua palma da mão aberta bateu-me nelas como no banho me batera na pila.

- Sempre quero ver se mesmo bem amassados ainda és capaz de te esporrares. Vamos, gostas que te bata nos colhões, meu frouxinho?

Efectivamente gostava, apesar da dor. Cada vez eu estava mais teso e Bárbara não parava de me bater. Numa altura com o seu corpo todo encostado ao meu fazendo a minha piça roçar—lhe por cima do umbigo descoberto, desferiu-me mesmo um joelhada nas minhas bolinhas do entre – pernas o que me fez curvar-me todo.

- Direito, meu machinho de merda, se não queres que te dê outra joelhada nos tomates – ameaçou-me. E eu lá tive que permanecer firme e hirto apesar de ter sentido que os tomates me subiam por mim acima até à garganta. Mas não eram só os tomates querendo subir por mim. Também a minha esporra sentindo o corpo quente de Bárbara junto ao seu queria sair todo pela cabeça do meu caralho miudinho.

- Senhora, não vou aguentar sem me vir – avisei.

- Cala-te meu frouxo, só te esporras quando eu to autorizar, se não queres ficar com a pilinha desfeita de tanto apanhares nela – avisou-me.

Minha Senhora apesar de saber que me custa muito conter minha esporradela quando estou cheio de tesão ainda me continuou masturbando durante bastante tempo. Quando pressentia que eu estava quase a vir-me batia-me na pila e nos tomates ou voltava a apertar-me os mamilos com os prendedores de seios e tais pancadas aliviavam-me a vontade de me aliviar.

- Gostas que te toca à punheta, não gostas meu machinho de pila sumida, que nem foder convenientemente uma mulher sabes? – perguntava-me ela – Aposto que gostarias mais que te mexesse no caralho com as minhas mãos nuas, mas o teu caralho não é digno de ser tocado por minhas mãos nuas, as minhas mãos nuas só tocam em caralhos de machos avantajados, não em amostras de caralhos frouxos como o teu. Por isso contenta-te em saboreares uma punheta tocada por minhas mãos enluvadas, meu paneleiro de merda. E nada de te esporrares sem minha autorização, ouviste?

Oh, que bom que aquela punheta me estava sabendo! Quando Bárbara pressentiu que eu não ia aguentar mais o leitinho nos meus tomates agarrou num cordel de sisal e puxando-me o prepúcio todo para a frente amarrou-mo. Minha piça parecia um chouriço com a pelezinha da cabeça amarrada daquele modo e vê-la assim ainda me causou mais tesão.

- Agora não te consegues esporrar, meu pilinha mole. Amarrar a cabeça da pila é o melhor remédio para os esporradores precoces que não foram circuncidados como tu – e continuou masturbando-me durante mais de um quarto de hora, obrigando-me a contorcer-me todo de tanto tesão. Minha Senhora foi muito safada. Não era só com as mãos que ela me ia tocando ao bicho. De vez em quando subia para cima da escrivaninha que me dava pelas coxas enfiando minha pila entre os seus joelhos enquanto com as mãos me apertava os colhões, ou colocava-a entre as suas coxas, junto à sua rata mesmo por baixo da calcinha.

- Isso, deixa a tua picinha enfezada sentir o cheiro da minha rata, que é a única coisa que merece receber dela, meu punheteiro sem grande força na verga. E nada de te queixares. Afinal foste tu, meu grande corno, quem pediu para despejar os tomates. Então descansada que tos vou fazer despejar bem despejados.

Quando viu que eu não ia aguentar mais e que apesar de eu ter a cabeça da piça bem amarradinha eram já visíveis nela algumas gotas de esperma que apesar de tudo iam conseguindo sair, minha esposa e Senhora parou de me punhetear e encostou completamente a escrivaninha a mim. Depois desamarrou-me a cabeça da pila e subiu para cima da escrivaninha.

- Já vais ver como te vou fazer despejar os tomatinhos à minha maneira – suspirei de alívio. Finalmente ia ter o meu prémio. Só não imaginava que os iria despejar de uma forma tão dolorosa.

Minha Senhora Bárbara ajoelhada no tampo da escrivaninha agarrou então na minha pila e nos meus tomates cheios de esporra pousando-os em frente aos seus joelhos.

- Senhora, preciso muito de me esporrar – supliquei com a voz mais humilde possível – Não aguento mais continuar com os colhões cheios.

- Está descansada, meu picinha sumida, que já te vou fazer esvaziar todo o leitinho que trazes nas tuas bolinhas – garantiu-me.

Com a minha piroca melada cuidadosamente pousada em cima do meu saco minha Senhora pôs-se novamente de pé sobre o tampo da secretária, levantou a perna direita e muito lentamente foi pousando o seu tacão alto e pontiagudo sobre o meu membro enrijecido. Este assim pressionado pressionou por sua vez o saco dos colhões até este e o caralho ficarem completamente esmagados sobre a superfície de madeira. Era isso que ela queria dizer quando dissera que me iria fazer despejar os tomates aos seus pés. AIII, gritei pois a dor foi demais. Levei logo uma bofetada.

- Se há coisas de que gosto menos do que um homem de piça pequenina como a tua – disse-me – é de um machinho que grita como uma mulherzinha só porque lhe estão a apertar a gaita e os tomatinhos. Vamos, mexe essa pila inútil, como se me estivesses a foder, que quero ver-te soltar todo o leitinho que a minha punheta fez nascer nos teus ovitos.

Eu lá comecei a simular os movimentos de uma trepada, embora a pressão do seu tacão quase me impedisse de mexer a pila. De vez em quando Bárbara levantava ligeiramente o pé, meu caralho engrossava um pouco, já não parecia uma folha de papel espalmada, mas era por pouco tempo, pois logo o deixava cair de novo sobre meus órgãos. AIII, AII, gritava. Mas aquilo era delicioso.

- Vamos meu porco, querias gozar sem dor, não era? Pois não sabes que o preço que me tens de pagar para te deixar gozar é fazendo-te gemer, tal como gemem as mulheres quando estão a apanhar com um caralho de macho abonado? Quero ver a tua pila e os teus ovitos sofrendo muito antes de os despejares. Quero ver-te sofrendo ainda mais, meu piça de fósforo, e vou-te fazer sofrer ainda mais.

E dizendo tais palavras ia levantando a outra perna até pousar igualmente o seu tacão esquerdo sobre os meus curtíssimos instrumentos de macho pouco apto para a cobrição, e fazendo-me arrancar novos gritos de dor.

- Porco masoquista – chamou-me Bárbara – a quem basta um pouco de dor para te fazer chorar como uma fraca mulherzinha. Não querias uma punheta? Pois então aproveita a punheta que te concedo, que te garanto não ir tirar os meus pés de cima do teu ridículo caralho enquanto não te vir a esporra toda cá fora. E mexe essas ancas que te quero ver fazendo de conta que me estás fodendo.

Seus divinais pés não ficaram apenas pousados na mesma posição em cima dos meus penduricalhos. Bárbara para me fazer aumentar a dor ia-os rodando para a esquerda e para a direita e para piorar a coisa voltara a apertar-me e a puxar-me os mamilos. Devia-lhe dar um prazer enorme calcar-me a piça e os colhões com as suas botas de couro pois Bárbara piava-me com fúria, procurando colocar todo o seu peso em cima dela.

- Nunca pensaste que despejar-te os tomates à minha maneira fosse assim, pois não meu piça mole? Se não te vens depressa vai ser hoje que vais ficar com os teus pendentes completamente esmagados e com o teu entre – pernas mais parecido com o de uma mulherzinha.

A dor era insuportável mesmo para um masoquista como eu e eu percebi que Bárbara tinha razão. Se não queria ficar com o meu aparelho reprodutor completamente esmagado sobre as suas botas precisava de ejacular o mais depressa possível. Ainda que não fosse fácil retomei com mais intensidade os movimentos do coito e embora me parecesse impossível conseguir esporrar-me com a piça tão comprimida a verdade é que ao fim de algum tempo eu sentia dois ou três jactos quentes de langonha serem cuspidos para cima do tampo da escrivaninha. Ohh, finalmente!

- Vieste-te a tempo, cabrão – gritou-me minha esposa levantando os seus pés muito lentamente – Mais um bocado e ficavas com a pilinha e os tomatinhos feitos num papa que é o que merece acontecer aos machinhos como tu. Espero que te tenha sabido bem a punheta que te arranjei já que tão cedo não te voltas a aliviar.

Bárbara desamarrou-me então e ainda se divertiu a analisar o estado em que deixara meus órgãos.

- Como ficaste com a pila e os colhões bonitos, ainda que os não tenhas nada bonitos – comentou – E que bem vermelhinhos ficaram com as minhas pisadelas. E então a tua pilinha, como ficou ainda mais fininha do que habitualmente. Será que a vais conseguir voltar a pôr de pé outra vez? Espero que não, pois assim é de maneira que nunca mais me chateavas com os teus pedidos de punhetas, que é a única coisa que sabes fazer bem em matéria de sexo.

De facto eu tinha a piça e os tomates completamente espalmados e vermelhos, e a primeira estava completamente murcha e flácida, parecia mesmo o caralho de um velho decrépito que já perdera o tesão à muito. Além dos muitos vergões, vermelhos uns e arroxeados já outros, na pele do meu saco e da piroca eram perfeitamente visíveis as marcas arredondadas onde os seus tacões tinham pousado. Aquilo fora muito pior do que quando com o cinto de castidade posto Bárbara se divertia a entesar-me só por saber que eu não conseguia ficar de pau feito.

Mas como sempre a minha humilhação ainda não terminara naquela noite.

- Tu já te aliviaste mas eu confesso que a punheta que te toquei só me fez despertar o tesão para um autêntico caralho de macho. Como isso é coisa que o marido com quem casei não tem, vou ter de ir procurar fora. Por isso como paga de te ter aliviado vais-me levar a um profissional do prazer que me aliviará a mim. Mas primeiro quero ver essa tua linguazinha lamber muito bem lambido o produto do teu gozo que não vai ficar a secar em cima da mesa.

Lamber a minha esporra é algo a que já estou habituado e só não o faço mais vezes porque Bárbara não me deixa despejar os colhões tantas vezes como eles gostariam. Assim após ter lambido toda a esporra que Bárbara com os seus pés me extraiu, tirei o carro da garagem enquanto ela através das páginas dos anúncios eróticos do jornal marcava encontro com um gigolô que àquela hora ainda estava de serviço. Minha Senhora e esposa infelizmente não me deixou subir com ela e assim com muita mágoa minha não assisti à sua foda, dizendo que nessa noite já me satisfizera por uns bons tempos. Mas é claro, fui eu quem pagou a trepada. E que feliz fiquei quando lhe vi o ar de satisfação no final. Que pena o meu caralhito não ser capaz de a satisfazer assim!

 

EUGÉNIO SADOC

Oral no apartamento do meu amigo

Sempre fui um garoto com atração por roupas femininas.sempre olhava as meninas com scarpins,botas,sandálias,calcinhas e sempre ficava com tesão.Tenho 1,70 de altura,70 kilos e cabelos curtos meio encaracolados .Tenho um bumbum muito grande porque quando era pequeno tive uma disfunção hormonal,meu corpo produzia estrogênio ao invés de testosterona.Resultado:bumbum grande e pênis pequeno,mas isso nunca me incomodou,sempre me dei bem .Desde pequeno usava as roupas da minha irmã escondido dela é claro.sempre que ficava sozinho em casa,colocava suas roupas e sapatos e imaginava fantasias sexuais me masturbando.Mas um dia ela casou e a brincadeira temporariamente chegou ao fim,pelo menos por um tempo.
Certa vez um amigo meu me disse que iria viajar com a família por 3 semanas e me disse se eu não poderia cuidar do apartamento dele enquanto sua família estava fora.como era muito amigo dele e da família dele me prontifiquei em ajudar.No dia da viagem,ele me deixou a par sobre tudo na casa.Sua mãe,uma mulher ,muito bonita e simpática, me deixou comida por 3 dias e uma certa quantia em dinheiro para os dias restantes.Eles moravam num apartamento de luxo, muito bonito,todo sofisticado e bem caro pois o pai dele era um empresário muito bem sucedido.O pai dele me disse que se eu tivesse qualquer problema,que ligasse pra ele imediatamente.Então se foram para viagem de férias e eu fiquei por lá.Uma certa noite eu estava assistindo um filme,pornográfico de travestis como sempre me imaginando ser uma daquelas atrizes.então parei o filme por um tempo pois estava com sede.no caminho para cozinha,passando pelo quarto dos pais do meu amigo,me deparei com uma coisa brilhante no interior do quarto.abrindo aos poucos a porta,percebi que tal brilho se tratava de um lindo peep toe simplesmente lindo.era de cor preta com uma fivela prateada ao lado,um salto bem fino e uma sola vermelha.olhei bem para aquela obra de arte e rapidamente coloquei em meus pés.parecia que tinha sido feito pra mim.tamanho 39.me olhei no espelho e minhas pernas estavam curvilíneas e meu bumbum simplesmente arrebitado e duro.então tirei eles dos meus pés e olhei para o guarda-roupas da mãe do meu amigo.minha cabeça já estava imaginando idéias muito loucas.quando abri o guarda-roupas,me deparei com um closet enorme.parecia que eu estava nos céus.a mãe dele tinha simplesmente o closet que deixaria qualquer mulher realizada,ou CDzinha no caso.sapatos,vestidos de todas as cores,saias,e até uma parte reservada somente para fantasias eróticas.havia roupas de enfermeira,empregada domestica,secretaria,tudo.a vida sexual dos pais do meu amigo devia ser bem ativa.
Sem pensar muito nas conseqüências,decidi então que aquela noite eu faria uma festinha particular.separei algumas peças de roupa que iria usar,peguei um colar cheio de pedras brilhantes e bem longo,ficaria lindo pendurado no meio do meus seios – se eu tivesse seios- um corselet lindo com cinta liga de cor preta e dourada com meia 7/8 na mesma cor.Uma calcinha de renda que quase desaparecia na minha bundinha.Um scarpin preto com borboletinhas atrás e por cima um vestido curto de cor verde água.
Fui então para o banheiro e tomei um banho bem gostoso e demorado,me depilei inteirinha e logo após o banho me lambusei de um óleo muito cheiroso que deixou minha pele com aquela sensação de maciez apesar de estar meio sensível por causa na lâmina do barbeador. Tinha ficado com tanto tesão por aquele peep toe que decici colocá-lo novamente e me olhei no espelho me achando cheia de glamour.toda peladinha e cheirosa,com a pela lisinha usando um lindo peep toe.
Repentinamente o interfone toca.era o sindico dizendo que havia um homem lá embaixo que queria falar com o pai do meu amigo a respeito de um pagamento.perguntei então se era o motorista do pai do meu amigo e o sindico respondeu que sim.como o pai do meu amigo tinha me avisado de que possivelmente tal motorista dele deveria aparecer para pegar o pagamento,disse ao sindico para que o motorista entrasse pela porta da cozinha que estaria aberta que eu deixaria o dinheiro em cima da geladeira.desliguei então o interfone e voltei correndo para o meu “divã” pois estava louca de tesão e não tinha tempo para conversa fiada.enquanto estava me admirando e fazendo poses sensuais em frente o espelho do quarto, escutei a porta da cozinha se abrir e o motorista entrar.gritei de dentro do quarto que o dinheiro estava em cima da geladeira e que ele poderia pegar.uma certa hora quando estava sentada na cama acariciando meu ânus com um uma escova de cabelos em formato cilíndrico,percebi que a maçaneta da porta começou a mexer e rapidamente se abriu.foi quando me lembrei de que não havia trancado a porta.então um homem entrou no quarto e me viu naquela situação inesperada.eu não sabia o que fazer,fiquei apavorada,sem ação.me cobri com uma almofada que estava em cima da cama.o motorista também ficou em choque quando viu a cena mas fingiu não ser nada de mais e disse para agradecer ao pai do meu amigo pelo pagamento.eu disse que faria isso assim que possível.e ficamos olhando um para o outro e comecei a reparar nele e percebi que ele era enorme.era moreno,tinha 1,90 de altura aproximadamente,uns 85 kilos,meio atlético,brozeado com uma boca bem carnuda.então o homem colocou a mão na porta como se quisesse fechá-la e se despediu de mim.quando a porta estava quase fechada,ela a abriu novamente e me perguntou quanto tempo eu ficaria na casa.eu disse que até que a família voltasse.ele fez um movimento de afirmação com a cabeça e soltou um sorrisinho bem safado e fechando a porta novamente desejou que eu tivesse um bom divertimento.então,sem pensar novamente nas conseqüências,me levantei e segui ele até a cozinha sentindo aquele perfume de homem pronto pra gozar em qualquer mulher e perguntei a ele com um sorrisinho tímido e uma cara de putinha se ele não gostaria de fazer parte do meu divertimento.quando ele se virou,percebi que havia um grande volume na sua calça e olhando pra mim e já se imaginando me comendo com voracidade me disse para esperar que ele iria fazer uma ligação.percebi depois que a ligação era para alguma garota ou namorada dizendo que ligaram pra ele fazer uma viagem logo de manhã e por isso não poderia comparecer ao suposto encontro.quando desligou o telefone me perguntou quantos anos eu tinha e eu respondi:”tenho 18”.em resposta ele disse:”então já da pra comer” ele se achegou bem perto de mim e enfiou sua mão toda calejada e áspera bem no meio da minha bunda e me puxou pra bem perto dele e começou a me beijar.
 
eu fiquei muito excitada e também comecei a passar a mão nele e logo tirei seu pênis pra fora da calça que a essa altura já estava duro que nem pedra e comecei a apertar ele e masturbar ele que crescia cada vez mais.então coloquei as bolas dele pra fora e ele me colocou de joelhos bem de frente pro pênis dele que balançava loucamente.tinha uns 17 cm e era meio grosso,bem retinho e apontando pra cima.então enfiei minha boca de uma vez só e comecei a chupar,lamber,beijar e roçar meus dentes no pauzão dele enquanto puxava as bolas dele pra baixo.e ele tirou sua camisa apareceu seu peito todo cheio de pêlos e ele começou a suspirar e a gemer.enquanto eu lambia o pau dele,olhava pra cima com cara de safada e falava pra me gozar inteirinha.e fiquei chupando ele por uns 10 minutos.estava louca de tesão,aí ele tirou minha boca do lindo pênis dele e começou a se masturbar olhando pra mim e gemendo,então já adivinhei que ele iria me molhar inteirinha.então abri a boca e coloquei a língua pra fora esperando aquele leitinho entrar pela minha boca.quando ele estava pra gozar,apontou aquele bicho enorme na minha boca e gozou aquele leite quentinho,branquinho que foi escorrendo pela minha boca,queixo e depois peitos.me lambuzou inteira.foi uma das melhores sensações da minha vida.depois ele começou a me acariciar e perguntou se eu tinha gostado e eu respondi bem dengosinha:”adorei,mas quero leitinho nesse buraquinho aqui”,apontando pro meu cuzinho que a essa altura estava todo molhadinho.então ele me disse pra se preparar que no dia seguinte ele iria voltar pra comer meu cuzinho e gozar nele também.
 
 

Minha vida secreta como femea

Meu conto è um pouco longo e espero que tenham paciência e gostem,pois è real e verdadeiro.
Tenho 35 anos,mas aparento 25,casado,1,80,65kg bem distribuidos,tenho corpo com formas totalmente feminino,cintura bem fina,quadril largos,bumbum muito empinado,coxas super grossas e lisa por natureza.Vamos ao que interessa.

Estou agora na casa de uma super amiga intima que amo e somos amantes a 5 anos direto,vçs a conhecem.Cdzinha Raphaella.Vim fazer uma visita a ela e claro trepar gostoso com ela logico.Assim que cheguei ela estava escrevendo o conto dela de carnaval.Estava lendo o conto dela e fiquei excitadissima ai ela conversando comigo me convençeu a escrever minha història e aceitei.Vamos la então.

Sou de uma famìlia super conheçida em SP e boa parte do Brasil,por tanto vou usar meu nome de guerra como femea ok ! Desde pequena sempre me vi diferente dos garotos em todos os sentidos,nunca curti jogar bola,carrinho etc... tenho uma irmã 3 anos mais velha que eu e no que nos damos extremamente bem e somos super unidas,tanto que ela me ajudou muito virar menina.Meu pai sempre foi muito severo tipo general e sempre falava do meu jeitinho delicado de ser e minha mãe sò me defendia,assim foi minha infancia,na escola todos mexiam comigo como bichinha,viadinho,biscatinha etc...Meu primeiro contato foi com um primo que comia minha irmã,eu na època tinha 13 anos ,com uma bunda enorme e empinada,minha irmã admirava meu rabo e atè cutucava meu cuzinho,coisa que eu amava,um belo dia fomos todos pra praia inclusive nosso primo que na època tinha 19 anos era um tesão.todos acomodados em seus aposentos sobrou pra mim meu primo dormir em meu quarto,ameeeiiiiiiiiiiiiiiiiii,nisso minha irmã me enchia dizendo que chegou minha hora de perder meu cabaçinho e virar mulherzinha e putinha junto dela com nosso primo,não falei nada,mas meu grelinho ficou duro na hora eu estava com uma sunguinha e pra minha surpresa minha irmã apertou e alisou pela primeira vez e ficou alisando e tirou pra fora e mamou pela primeira vez e me fez sentir o que è gozar pela primeira vez com 2 dedinhos enfiados no meu cuzinho que ja estava acostumado com os dedinhos dela,nossa,nem acreditei e quase não estava aguentando ficar em pè e mais surpresa ainda foi virar o rosto e ver nosso primo em pè na porta,falei pra ela e ela sem pudor nenhum chamou ele perto de nos,ele veio e eu tremendo sem saber o que fazer,ela deixou meu pauzinho e ja tirou o dele pra fora e ja foi logo mamando,era uma rola de 20x6,linda,brilhante,enorme,nisso minha irmã me puxou pra junto dela e mandou eu mamar um pau de verdade e não os dedos dela,fui chegando devagar,mas ele me puxou pelos cabelos e logo me xingando de putinha,vadia,cadelinha foi metendo na minha boca,ameeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii,ammmmmmmeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiii e fui chupando,sugando,lambendo e minha irmã tbèm me xingando e dizendo pra ele que agora seriamos mulheres dele,nisso ele gemia e gemia e eu mamando muuuuuiiiiiitttttttttooooooooooo atè que ele encheu minha boca de porra e eu engoli tudo sem deixar cair nadinha e não largava daquela rola que eu sabia que ia entrar no meu rabo.Bateram na porta do quarto e minha irmã gritou que estava no banho.Ai eu larguei aquele cacete que ainda estava duro e nos 3 nos beijamos muito ao mesmo tempo , tipo que estavamos selando nosso relacionamento.E assim foi,perdi meu cabaço com ele nesse mesmo dia,sofri muuuuiiiitttooooo,mas adorei e trepavamos atè 2 x no dia,foram 20 dias de muita sacanagem,putaria,incesto,rola,leitinho enfim,virei uma vagabunda e mais mulher ainda.Voltamos pra casa no fim das ferias e a partir dai eu e minha irmã nos tornamos amantes sempre como duas meninas.Se passaram 2 anos eu ja com 15 aninhos com meu corpo e comportamento mais apurado como femea e dando muito pro meu primo,meu professor de ed. fisica,meu vizinho e um pai de uma amigo meu de escola.Com esse nos apaixonamos e eramos como marido e mulher mesmo,foi lindo.No final do ano meus pais me chamaram pra conversar,meu pai mandou eu me sentar e começou o sermão.Falou da minha postura,meu trejeitos etc... e disse que no proximo ano eu ia estudar num colegio de padres em Itu.Fiquei louca de raiva,chorei muito,mas de nada adiantou,meu macho ficou muito triste e tivemos que terminar.O ano chegou e la fui eu pra esse colegio,muito triste mesmo.La chegando fomos recebidos pelo Padre Afonso , responsavel pela escola que ai soube que era sò para meninos de todas as idades.Eu cabisbaixa nem reparei direito no padre.

Despedi de meus pais e entrei chorando,o padre ja sabia da minha conduta de menina ( dita por meu pai ) por isso fui pra la aprender compustura de homem .Fui levada para meu quarto onde tinha mas uma cama e dividiria o espaço,mas no momento ele não estava.Foi ai que sentei-me na cama e o Padre se sentou ao meu lado e pegando em minha mão,nossa....me arrepiei toda e ai sim olhei para ele e vi um lindo homem com olhos azuis,labios bem feitos,boca linda e conversamos muito e ele sempre alisando minha mão,nisso chegou meu companheiro de quarto,meu Deus,um moreno enorme,lindo,tesudo,gostoso fomos apresentados e eu toda dengosa e ele ja sacou o que eu era.o Padre conversou mais um pouco e saiu,deixando nos sozinhos.Ja não estva tão triste na verdade e conversamos muito e eu sempre delicada e dengosa e ele me elogiando e eu adorando.No quarto tem banheiro e disse a ele que gostaria de tomar um banho,ele me levou pra conheçer,com carinho abriu o chuveiro e me disse : Fique a vontade linda.Esse linda me deixou com tesão e eu respondi : Obrigada pelo linda.Ai ele saiu e eu me despi e entrei no chuveiro,assim que entrei vi que não peguei minha necesserie e pedi a ele que pegasse pra mim.ele entao abriu minha mala e logo viu meu brinquedinho de Latex 19x4.Tinha me esquecido,então ele entrou no banheiro eu enrolada numa toalha,quando vi meu consolo na mão dele e ele rindo disse : Vç não vai precisar disso linda e foi tirando a roupa.não sabia que fazer na hora,mas deixei rolar e soltei a toalha,quando ele me viu nua não acreditou no meu corpo e disse : Meu....Vç tem corpo de mulher .... Caralho ....Como vç è gostosa....Ai eu ja bem tesuda falei : Vem provar vem ... e foi entrado e me agarrando e eu pegando na rolona dele que era enoooorrrmmmeeeee e ja fui ajoelhando e chupando meu mais novo macho...metemos muito,trepamos por mais de 1 hora direto sendo fodida por ele sem dò e sempre pedindo mais.Nos tornamos amantes,ele foi um dos mais safados e putos que ja tive,pois com o tempo ele levava varios garotos pra me comer na frente dele.cheguei a dar pra 6 garotos de uma vez,coisa que amei e me tornei adepta a suruba,coisa que hoje pratico com a Rapha e minha esposa.E por assim foi por 3 anos direto.Dei muito pro Padre Afonso tbèm a ponto de não querer ir embora.Aprendi a me comportar sem afeminação perante as pessoas,mas era sò sairem de perto eu ja virava menina bem vadia......rrssrsrrsrrsrsrsrs.Voltando pra minha casa fui pra faculdade e meu pai orgulhoso do filho macho dele, mal ele sabia que seu filho virou uma verdadeira vagabunda com a ajuda dele mesmo.Fui trabalhar nas empresas dele tbèm e logo ja me tornei amante do socio dele que sabia da historia toda sobre mim.Ele envolveu a sua amante em nosso relacionamento.Com o tempo eu e ela nos envolvemos tanto que hoje ela è a minha linda,maravilhosa,gostosissima,puta,vadia,vagabunda esposa.

Ela è bissexual e sempre fazemos festinhas.Somos como mulheres uma pra outra,usamos as mesmas roupas e tudo que temos direito,somos extremamente felizes,não existe traição e nem mentira entre nos.Nesse exato momento a vadia da Rapha està entre as minhas pernas me chupando gostoso e eu vou parar de escrever um pouquinho pra trepar com essa vagabunda que tanto amo .Perai . Ja volto...Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii pronto .... depois de 2 horas trepando com essa vadia voltei....Voltando ao assunto . Minha esposa e bissexual assumida e transamos com os mesmos machos juntas nos 2 como femeas e cadelinhas pra eles ou uma olha a outra trepando e batendo uma siririca bem gostosa , adoro quando os machos gozam no cu dela e ela manda eu lamber tudo .... nossa .... amo isso . Adoraria ter contatos com CDS,TRAVESTIS,MULHERES BI E HOMENS QUE ADORE CDS OK .
BJS

mattenhauerl@ig.com.br

 

Jardineiro YURI me comeu...

Ola, companheiros da casadamaite, já li muitas histórias excitantes e agora quero compartilhar mais um conto com vcs. Sou moreno claro, bundudo gay e não afeminado, me chamo Ronnan, sou de Porto Alegre - RS . Essa fato já me fez gozar muitas vezes sozinho em minha cama, agora espero que ela possa proporcionar o mesmo prazer a muitos que lerem este conto.

Em um sábado meus pais viajaram e meu irmão estava trabalhando e só chegaria tarde da noite. No fim de tarde fui ao jardim e encontro com Yuri o jardineiro um negro com um belo bronzeado, muito bonito e gostoso, olhos castanho claro e com um corpo todo musculoso mas normal, sem exageros, de uns 35 anos, casado e trabalhava em casa para meu papai há uns 05 anos. Ele estava molhando as plantas quando chego perto dele para conversar, então peço a ele para molhar também. Numa brincadeira ele me molha todo, porém ao revidar a brincadeira eu também molho ele todo.

Quando a brincadeira acabou fomos para casa se secar, busquei uma toalha. Vendo aquele homem lindo e gostoso falo para ele, ate então brincando, que eu iria secá-lo. Com a maior naturalidade ele simplesmente diz que “está bom!” autorizando o meu pedido. Meio surpreso com a resposta não me fiz de rogado fui fazer o que tinha dito.

Primeiramente tiro sua camisa que estava toda molhada e começo a passar a toalha em seu peitoral, seus braços fortes e até em seu abdome alisando até a virilha ao ponto de sentir os seus pelinhos. Era perceptível que na realidade eu estava era acariciando-o, ele sabia o que estava acontecendo. Estava sendo um momento muito prazeroso estava ficando doido para morder aquele peitoral e lamber aquela bariguinha de tanquinho.

Engraçado que nunca imaginava que isso poderia acontecer, o Yuri no máximo era educado comigo, em nem um momento demonstrou que gostasse de homem (melhor dizendo de bichinhas). Eu já estava era acariciando o YURI e ele simplesmente só sorria e ficava olhando para mim.

Ajoelhado estava secando na sua virilha bem pertinho do seu pênis quando percebo o próprio a criar vida ficar duro que nem uma pedra. Com medo que ele não gostasse, mesmo assim, peço que ele tire a calça que estava toda molhada, novamente eu era surpreendido, YURI continuando com seu silencio e olhando para mim ele tira a calça ficando apenas com uma cueca branquinha mostrando todo o seu “dote” que já estava bem grande,

Sequei onde ainda está molhado, quando terminei o serviço sem pedir abaixo sua cueca até o tornozelo, comecei a chupar e lamber todo o seu ferro, enquanto me deliciava com aquilo tudo ele pos sua mão em minha cabeça fazendo com que eu engolisse toda sua rola, que não era tão pequena. Eu estava engasgando com aquela coisa toda na minha garganta. Enquanto eu trabalhava em seu pau ele gemia de puro prazer.

Com um grande desejo de me possuir ele me abraça por trás esfregando seu membro na tentativa de enfiar dentro de mim enquanto beijava e lambia meu pescoço e acariciava todo o meu corpo, não conseguindo resistir mais aos seus desejos ele me empurra fazendo com que me apoiasse no sofá ficando literalmente de quatro deixando meu cuzinho completamente exposto para ele.

YURI acariciou meu bumbum, modéstia aparte é muito bonitinho parece uma bundinha gostosa grande e redonda. Quase que eu gozava com as mordidas e lambidas que ele dava em mim, mas quando começou a lamber, lambuzar de saliva e enfiar sua língua bem no meio do meu cu me arrepiei todo e comecei a gemer com os seus dedos entrando e saindo de dentro de mim.

Depois de ter preparado a portinha ele começa a empurrar a cabeça que ardia um pouquinho, mas depois só foi sentindo prazer com aquilo tudo me rasgando todo. Ele me puxava para que enfiasse mais e apertava chamando-me de gostoso. Apreciando aquele momento com muitos gemidos e suspiros.

ELE me levanta e senta no sofá ainda com sua rola dentro do meu cu, pede para eu rebolar gostoso e foi o que fiz. Sem muita demora ele solta um grito de prazer e nesse momento sinto ter o cu preenchido por fortes jatos de porra.

Quase desmaiado YURIl com seu pau amolecendo dentro de mim fala ao pé do meu ouvido que essa foi a melhor transa que já teve que meu cuzinho era uma delicia e queria me comer outras vezes.

Levanto-me sorridente lasco um baita de um beijo nele e me despeço, a caminho do meu quarto passo o dedo no meu cu e sinto o leitinho escorrendo pela minha perna e só ficava imaginando quando seria a próxima vez. kkkkk

ronaldoalvesdenassau@hotmail.com

 

Conheci no curso de informática

Meu nome é renato,tenho atualmente 19 anos e tenho 1,68 de altura,peso 60 kilos,tenho um corpo grande com ombros largos,com o cabelo baixa raspado de maquina
O conto que vou dizer a você aconteceu no ano de 2009 e acho que no mês de fevereiro,ja tinha terminado meus estudos do ensino medio e estava fazendo um curso de informatica e foi lá que conheçi um garoto que cheguei a ter esta relação com ele.

Eu estava no banheiro que é atraz da escola,que não é muito grande tinha somente as salas em um andar acima o refeitorio,banheiro e a quadra la em baixo.Como estava dizendo eu estava no banheiro e estava lavando a mão (ja tinha mijado) e me aparece um garoto muito lindo,ele devia ter uns 17 anos,um pouco menor que eu e um corpo bem definido e suando,pude ver logo de cara pois ele estava sem camiseta (deveria estar jogando futebol),ele não era da minha sala e nem da sala de eletrica e isso me deixou mais curioso e tendo a oportunidade de dar uma investida.

Ele chegou e foi lavar o rosto,jogou um pouco de agua no peito também,tudo o que ele fazia me deixava mais seduzido e fui logo ficando de pau duro,eu sou muito timido e discreto e não falei nada,só fui olhando meio que disfarçando.

Ele começou a conversa

-Calor da porra né cara
-Pois é,esta foda esses dias não consigo nem durmir
-Eu só consigo durmir se estiver todo pelado

Isso ja me exitou e fiquei com minha vara duríssima,ai fui que resolvi dar uma investida pra ver se ele gostava das mesmas coisas que eu

Eu disso

-Mais você dorme sózinho ? e dei uma risadinha
-Por que da pergunta ? e ele também deu uma risadinha

Foi ai que fiquei sem respostas,até cheguei a gaguejar,minha mão ja estava mais do que limpa mais continuei ali,e também molhava meu rosto
Eu fiquei uns 30 segundos tentando achar uma resposta mais não pensava em nada

Até que ele me respondeu

-Durmo sózinho sim,infelizmente não consigo achar uma mina que queira dar pra mim
-Essas minas são foda,eu só quero pegar e forar mais elas ficam embaçando

Foi ai que ele falou uma das coisas que eu mais queria

-Você só come mulher ?

Eu respirei,pensei um pouco e respondi

-Um cara igual você eu comeria facil

Ele não pensou duas vezes e foi chegando perto de mim e me deu um longo beijo,aquela foi a primeira vez que beijei outro homem,antes minha unica experiência tinha sido um boquete que meu primo fez pra mim

Depois de um tempo nos beijando eu empurrei ele pra longe apoiando minha mão no peito dele

Ele me perguntou se eu não gostei,ou não queria aquilo.Eu não respondi nada só me encaminhei a porta e tranquei ela pois não queria que nos pegassem naquele beijo

Voltei em direção a ele e começei a beijalo novamente,um beijo carinhoso,com calma.Eu ia explorando toda sua lingua e sua boca,neste momento minha vara ja queria saltar pra fora,eu disse a ele que não tinha muito tempo e minha aula ja ia começar,ele foi logo pegando no meu pau ainda por cima do meu shorts jeans e eu passando a mão na bundinha dele que era pequena mais bem arrebitada.Eu pedi a ele que me chupasse,ele ficou meio indecizo no começo mais depois de um beijos e carinho meus ele sedeu e foi se ajoelhando,ia beijando e acariciando meu pau por cima do shorts e mandei ele ir logo.

Ele tirou minha pica pra fora e ficou adimirando aquele instrumento de 18 centimetros,pegava no meu saco,tirava minha cabeça pra fora e quando eu menos esperava ele abocanhou minha rola até a metade,nisso eu deu um baixo urro de prazer,ele continuou a chupar de baixo a cima e eu em enorme prazer,com a mão na cabeça dele eu o guiava como eu queria o ritimo daquela chupada.Ele começou a chupar mais rapido e com prazer,eu percebia que ele olhava pra cima para ver se eu estava gostando,eu falava algumas sacanagens do tipo,"isso vadiazinha" "chupa gostoso" "faz o papai gozar",eu sentia como se ele fosse a minha putinha e eu seu dono.

Eu tentava deixar meu membro normal,sem o forçar para deixar ereto mais não conseguia de tanto prazer.Eu gemia e rebolava para meu pau entrar e sair mais gostoso daquela boquinha,seus labios carnudos faziam meus desejos.Depois de uns 20 minutos falei bem baixinho a ele que eu ia gozar e que era pra ele engolir tudinho,ele acenou com a cabeça que sim,sem tirar meu pau de sua boca deliciosa.Eu coloquei a minha mão na sua cabeça e começei a forçar mais forte e ele continuou com uma das mãos dele massageando minhas bolas e com a outra mão segurando o começo de meu pau.Ele começou a subir e descer aquela boca em uma velocidade que eu me surpreendi,eu começei a gemer muito alto e bem gostoso até que gozei na sua boca,como "combinado" ele segurou quase toda a minha porra em sua boca,só um pouquinho que escorreu para o lado,que ele ia limpar com a lingua mais eu não deixei,me ajoelhei também e antes que ele pudesse limpar meu gozo eu beijei ele,aquele foi o melhor beijo que ja dei em minha vida,nenhuma garota até hoje me fez sentir tanto prazer em um boquete como aquele garoto.

Depois de eu ajudar ele a limpar minha porra com aquele beijo levantamos e eu coloquei meu pau pra dentro do shorts e nos arrumamos,antes de sairmos eu ainda beijei ele e passei a mão na sua bunda forçando meu dedo contra seu cuzinho e perguntei a ele se ele gostou,ele disse que tinha sentido prazer mais preferia ser chupado,ainda com o meu dedo contra seu cuzinho sussurei no ouvido dele se um dia iria deixar eu comer ele,ele nem respondeu nada e disse que tinha que ir se não os outros garotos com quem ele jogava bola iam desconfiar.Ali terminou minhas esperanças de um dia poder comer aquele garoto.

Nunca mais o vi,e até hoje me arrependo de não ter pedido nem seu telefone.

Continuo bissexual,hoje namoro com uma garota linda mais até hoje nenhuma superou meus desejos por aquele e outros garotos.

Mais uma vez fui escravisada por 6 machos e 1 travesti de uma vez

Olà ,Venho contar como fui escravisada no carnaval por 6 machos e 1 travesti de uma vez .

Fui passar o carnaval na casa de uma amiga travesti em Porto Alegre,logo chegando no aeroporto fui recebida pela linda e deliciosa amiga que logo foi me beijando na boca dizendo que eu estava uma gostosa e que iriamos nos divertir muuuuiiiitttooooo.Essa amiga morava em SP e morou em minha casa por 4 meses e fizemos muitas sacanagens juntas.No caminho de sua casa fomos conversando e matando a saudade uma da outra logo ela pegou na minha mão e levou no cacetão que ja estava duro,não perdi tempo e cai de boca naquela rola de 24x6 que conheço muito bem,ela mandando eu engolir tudo e que me daria leitinho,mamei como uma vadia que sou e senti sua porra enchendo minha boquinha,lambi tudinho e nos beijamos como antigamente.Chegamos em sua casa e fomos tomar banho juntinhas e ela não acreditava na transformação do meu corpo,me elogiando,me tocando,me pegando e sabendo que sou uma escrava assumida ja começou a dar ordens e cumpri todas com prazer.A partir desse momento me tornei sua escrava e empregadinha ( coisa que ela sabe que amo ) então fui pra cozinha preparar sua refeição e tudo que mandava.Eu de salto,fio dental,meia 7/8,top.Depois da refeição tive que fazer 1 hora e 1/2 de massagem em cada pedacinho de seu corpo que è maravilhosa de gostosa,claro que seu ``grelo`` ficou duro e tive que sentar e dar gostoso pra ela.

Ela meteu muito no meu cuzinho que ja estava com saudades, me bateu muito.Apòs a trepada dormimos juntinhas.acordei antes dela e não aguentei e cai de boca de novo.Sò senti um tapa na cara com muita força e sendo repreendida por não ter pedido se podia chupa-la.entao tive que ficar de joelhos no chao atè que ela mandasse eu sair,isso levou 3 horas.Entao ela me mandou banha-la,maquia-la,vesti-la o que fiz como ninguem.Ela sempre de cacete duro,me xingando,me humilhando e eu amando.Fiquei no banheiro de joelhos e ouvindo ela ao telefone falando sacanagens e ela rindo muito,não dava pra ouvir o que dizia.Ela chegou atè mim e mandou eu entrar no box do banheiro e mandou abrir a boca e mandou eu tirar sua rola pra fora e apontar na minha cara e começou a mijar na minha cara ( Muita humilhação ) e ainda tive que lamber as ultimas gotinhas,mandou eu me banhar e me preparar,pois ela iria me usar naquela noite.Me banhei e me vesti como ela madou cinta-liga vermelha,salto 10,luva e maquiagem.quando sai do quarto ela ficou louca dizendo que eu estava uma gostosa e linda e mandou eu ajoelhar mais 1 vez,vendou meus olhos e esperar calada,eu estava anciosa e louca de tesão sem saber o que iria acontecer,não demorou muito e a campainha tocou,entao ela me disse : Se prepara sua cadela e eu disse : sim sra. entao ouvi varias vozes e risadas e ouvindo : nossa Dani(nome da minha rainha) que gostosa.È essa cadelinha? e a Dani falou : usem e abusem dessa vagabunda e não tenham dò , ela adora sofrer .

Gelei ao ouvir isso,entao senti uma mão passar pelo meu rosto,lingua no meu pescoço ai a campainha tocou denovo e ouvi varias vozes e ela falando:hoje vçs vão ter uma escrava de verdade,sem frescura.Não quero ver ninguèm aqui com frescura.Peguem essa vadia e usem mesmo.Meu grelo ja estava quase saido da calcinha de tanto tesão.Ai ela mandou eu falar o que eu era pra todos e disse : Sou a escrava,vadia,cadelinha,vagabunda a biscate de todos vçs e farei tudo que mandarem.Sò escutei eles comemorando e ja foram me agarrando,batendo na cara,puxando meus cabelos,me xingando,guspindo na minha boca,e ja senti uma rola na minha boca e fui logo mamando gostoso,gemendo como uma puta de zona,me colocaram de 4 toda arreganhada e toda empinadinha levando varias palmadas com força,estava quase gozando e ouvindo minha rainha mandando todos judiarem de mim sem dò e eu ali com uma rola enorme na boca e sendo jundiada,sò sei que era varias mãos ao mesmo tempo,nisso senti uma lingua no meu cuzinho eu rebolando na cara dele,outras maos no meu ``grelo`` que estava muuuuuuuuiiiiitttttoooooo duro,senti 2 bocas disputando meu ``grelo``,nossa gente.....vçs não tem ideia do que estou falando.muito tesão,muito mesmo,eu toda dolorida,uma rola na boca,duas bocas no meu ``grelo``,uma lingua no cù,bocas e linguas no meu corpo,ai senti eles rasgando minhas roupas me machucando e minha rainha mandando eles fazerem mais e mais,senti 2 ou 3 dedos envadindo meu cuzinho e mandando eu rebolar e pedir pra ser comida o que fiz pedindo : vem...me comi....fode sua puta fodi....vem....mete sem dò....aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii me comi......mete tudo....vem meu macho....senti a cabeça encontar na entradinha e senti ele socar tudo de uma vez,dei um grito e levei 2 tapas na cara e calar a boca,ele socava tudo sem dò e os outros diziam pra ele meter e fuder mais,minha rainha mandou eles não gozarem em mim e ouvi ela dizendo que era pra gozar em outro lugar,não entendi,mas tudo bem nè.esse meteu muito e saiu do meu cuzinho e ja senti outro metendo e ouvindo o que saiu gemendo,depois que ele gozou nao sei aonde ele enfiou na minha boquinha e mandou eu limpar o que fiz com vontade ai o que estava me fudendo tirou e assim foi,ai que soube que eram 6 machos,mas vou dizer uma coisa.o ultimo era um cavalo de cacetudo,meu Deus,que pau enorme,grande e grosso,depois vi ao vivo,26x8 de rola.no começo sofri muuuuuuuuiiiiiiittttooooo,mas depois foi pra quem eu dei com vontade,amo paus enormes,mas ele sabia fuder uma puta como eu,nossa,ele me fodeu por + ou - 20minutos sem parar,por fim ele tirou,me senti vazia e quando depois de gozar enfiou na minha boquinha que não cabia claro,mas mesmo assim ele fudeu minha boquinha e ai foi a vez da minha rainha me fuder e foi a unica a encher meu cuzinho de porra.e tive que deixar limpinho tbèm.então tive que ficar de joelhos,eu estava acabada,tudo isso durou pelo menos 2 horas de foda com todos,eu de joelhos recebi um copo na mao e a ordem de beber tudo,sò entao descobri que todos gozaram dentro de um copo pra eu beber,olha.sou escrava desde criança e ja tive que fazer muitas coisas bizarras,mas nunca isso.senti nojo sei la,mas apanhei e por tanto tive que beber tudo,nossa,que humilhação,amo porra na boca,mas sei la.bebi tudo e sò entao ela tirou a venda e vi todos aqueles machos na minha frente,me sentindo a pior das putas,eles rindo da minha cara,me xingando,dando tapinhas na minha cara e ja vendo as rolas deles ficarem duras e claro que recebi a ordem de chupalos e fazelos gozarem na minha boca.no terceiro ja não aguemtava mais de tanto dor na boca,mas cumpri a ordem,o ultimo era do cavalo que amei sua rola.entao tive que dar banho em todos,1 por 1 e 4 deles me comeram ainda e claro que o meu cavalo foi o mais delicioso.depois de tudo tive que preparar o jantar pra eles e eu claro como a empregadinha,de vez enquando eles iam atè a cozinha me encoxar,fazia eu lamber suas rolas,enfiava dedos no meu cù que estava pegando fogo e por ai foi atè a madrugada.antes de irem embora ainda mamei alguns e bebi mais leitinho.Minha rainha mandou eu me banhar e ir pro quarto.Gente,nossa trepada levou 4 horas,mas eu ainda estava com tesao.pois nao tinha gozado,mesmo meu cuzinho queimando eu queria gozar com uma rola no cù,mas como ela mandou eu nao gozar no banho sai e fui pro quarto,não acreditei quando entrei,estava ela com a rola do cacetudo na boca e mandou eu me juntar a eles,claro,fui correndo e nos beijando ela me disse que me adorava e que me queria sempre em sua vida e nos beijamos longamente e caimos de boca naquela rolona.ele me puxou pra perto dele e nos beijamos muito,ai ela me pediu ajuda pra tentar sentar na rola dele,ela tentou muiiiiiito,mas não conseguiu,ai sobrou pra mim nè,como eu ja estava toda arrombada por ele principalmente sentei gostoso e começei a rebolar,gemes,gritar,subir e descer e pedindo mais e mais rola.pedi pra bater na minha cara sem dò.nossa.dei muito pra ele,nisso ele chupava o cu dela e que nos duas estavamos uma de frente pra outra nos beijando uma chupando os seios da outra eu chupandoa rola dela e ela gozou na minha boca e ele dizendo que ia gozar.sai de cima dele e nos duas recebelos muuuuuuuiiiiiita porra na cara,na boca e bebemos tudo e por fim nos beijaos uma trocando a porra dele na boca.aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii estou de grelo duro aqui agora .

E assim foi minha estadia em Porto Alegre . Fomos ainda em 1 baile Gay onde conheçi 2 Americanos que trepamos muuuuiiiiiiiitos . Fiquei por 5 dias dando pro meu cacetudo e sendo a escrava fiel da Dany minha dona e rainha . claro que nesses 5 dias os 6 machos voltaram e me pegaram gostoso nè . Voltei pra SP realizada e com gostinho de quero mais .
Estou a disposição de duplas ou mais pra me usarem a vontade sem frescura . Sou escrava submissa assumidissima .
Amo CDS e TRAVESTIS .
Meu msn : raphellacdzinhagulosa@hotmail.com

 

Casado bundudo - dei muito

tenho 34 e sou casado, ja tive esperiencia passiva com travesti e negao, tenho uma bundona grande e claro sempre procuro pau grande, mas dessa arrumei um comedor fixo , tenho um vizinho novo 16 anos mas alto e forte um certo domingo fiquei so e percebi q ele estava so tambem logo cedo chamei ele para almoçar ele disse sim preparei um churrasco e coloquei a cerveja para gelar, la pelas 10 horas ele chegou , ja dei uma cerveja para ele , ele disse hoje posso ninquem ta em casa ja disse pode tomer todas e eu tambem comecei puxar assunto se ele tinha namorada disse q nao ai fui mais fundo se ele ja tinha comido alquem tambem disse nao , falei porque ele com vergonha disse q ja tinha tentado comer uma menina mas na entrou pois era grosso fiquei curioso , logo fui na sala e coloquei um dvd de sexo e chamei ele , ele falou nossa adoro filme porno começou a fudelancia no dvd , e vi o pau dele ficar duro ele pecebeu q eu olhava deixei ele ficar doido com o filme pequei mais cerveja e disse quer bater uma pode bater , ele tirou o calçao ai vi aquilo grosso nao era grande 15cm mas grosso , disse a ele posso ajudar , ele disse de que jeito ai cai de boca nossa nao cabia na boca um cabeçona enorme ele falou viu como é grosso , falei posso realizar seu desejo ele ficou louco ja tirei a roupa e ele viu meu rabao , disse quer me comer , fiquei d 4 na precisou insistir ele disse nao tenho camisinha e eu falei assim é melhor pequei uma pomadinha e dei para ele ja encheu o dedo e passou no meu cuzao ai começou a passar a cabeçona ate que entrou a cabecoça enorme sinti rasgar dei um gritinho e falei pode meter tudo sou macho e aguento tudo
fou enfiando e eu gemendo de dor e tesao ate que senti tudo q delicia ai foi o vai e vem ele nao sabia muito meter era a primeira ves mas encinei ele ele gozou rapido pois meu cu tava apertdinho encheu meu cuzao de porra , tomamos um banho e fomos almoçar e tomar cervaja , ele falou que adorou perder o cabaço do pau no meu cu , falei é so vc querer q estou aqui , almoçamos ficamos na sala e ai ele me comeu mais 5 vzs a tarde toda encinei ele a meter gostozo gozamos muito e sabe meu cu nunca tinha sentido tanta porra ficou ardendo mas foi uma delicia , agora ele me come sempre uma ves por semana sempre chego cedo quando nao tem ninquem em casa ai fudemos muito
quem gostou de uma nota e me adicona .
anusfelis@hotmail.com

Casado bundudo - dei para uma mulher

sou casado e tenho uma bunda grande, ja contei contos que fui passivo com negao, dessa ves foi uma loucura dei para uma mulher , isso mesmo conheci devido meus contos, ela me adcionou no msn , trocamos confidencia e ela disse que adorava comer um cu de homem que tinha uma cinta consolo , fiquei curioso , ela mora em outra cidade passou um tempo tive q viajar e marquei com ela , chegando la liguei ela disse que teria que ser de dia pois o marido dela chegava a noite , bom entao liguei umas 8 horas da manaha e dei o endereço do hotel , ela chegou linda perfumada , nos abraçamos conversamos ai comecei a tirar a roupa dela linda peituda rabuda e coxa grossa uma ruiva, toda lisinha, nao tinha um pelinho ma bucetinha e no rabinho delicia, ela tirou minha roupa e começou a me chupar ficamos no 69 eu chupando a buceta dela e ela retribuindo, ate que ela pediu para ficar de 4 meteu a lingua no meu cuzao, chupava meu cu como se fosse a ultima vez fui as nuvens, depois os dedinhos enfiando 2 dedos no meu cuzao depois, ela tirou da bolsa o consolo de 23cm fiquei com muito tesao logo fique de 4 empinado o rabao ela vestiu o consolo e começou a passar no meu cu meu deus fiquei louco e pedi pra enfiar devagar foi entrando ate que enterrou tudo nossa delicia , ai começou o vai e vem metia muito , me comeu de todos os jeitos , de 4, de frango assado e enquanto ela me comia meu cu batia uma punheta deliciosa pra mim, fui as nuvens a vantagem que nao gozava meteu no meu rabo 1 hora sem parar batia na minha bunda e me chama de puta, e eu dizia sou sim sua puta safada, mete meu dono, gozei muito umas 3 vzs com o pauzao na bunda , ela disse eu tambem quero gozar comecei a chupar ela ficou doida ai pequei o consolo e meti na buceta dela e meti meu pauzinho 13cm no cu dela tambem fudemos muito ela gozou gritou chorou e ai gozei de novo dessa vez dentro do cu dela ficou escorrendo porra e eu chupei o cu dela tudnho deixei limpinho, repetimos a doze de foda o dia todo , ficamos exalsto ela foi embora , e no outro dia fudemos de novo , agora sempre dou um jeito de ir viajar para fuder com ela , e cada vez ela me domina mas, meu cu ja fica piscando só de lembrar daquele pau q ela tem, quem gostou me adicona , anusfelis@hotmail.com

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