Contos Eróticos

Andreia de biquíni

Depois de muito picolé, Andreia, a cdzinha oriental, já se sentia mais mulher do que nunca. Seu desejo de se submeter aos caprichos de Pedro aumentava a cada dia. Foi assim que ambos continuaram se encontrando, todos os finais de semana.
Num destes dias, Pedro assistia mais um pornô com travestis quando a campainha tocou.
- Oi, querido!
- Ora, olha só quem está aqui, minha putinha gostosa, Andreia...
Pedro comia Andreia com os olhos. Desta vez, ela estava vestida com sua roupa preferida: a de bailarina.
- Gata, você não vai querer dançar o “Quebra-Nozes” comigo, não é?
Ambos riram e se sentaram. Andreia começou a assistir o filme junto com Pedro e reparou que todas as travestis estavam de biquíni e, claro, pareciam mulheres perfeitas. Andreia nunca tinha prestado muita atenção a este detalhe, mas lhe pareceu que seria interessante se vestir assim para Pedro.
- Pedro, o que você acha desta boneca aí?
- Qual?
- Esta loira, de biquíni.
- Está uma graça.
Pedro já alisava a perna de Andreia com uma mão enquanto tomava uma cerveja. Ao ouvir a pergunta, logo endureceu. Andreia percebeu que o volume sob as calças de Pedro estava como ela sempre curtia.
- Ai...querido...você não quer me ver de biquíni?
Pedro se lembrou de que uma boneca do programa da semana anterior tinha deixado um biquíni preto em seu apartamento. O biquíni era quase um fio dental e Pedro passara horas se punhetando com ele, mesmo após a boneca ter ido embora.
- Sabe, gata, tem um biquíni que ficou aqui em casa. Como a gente não se encontrava há algum tempo, eu andei namorando...
- Não precisa explicar, tesão.
Andreia sentia seu desejo aumentar e logo se lembrou do picolé. Tentou disfarçar um pouco o volume sob a calcinha, mas foi contida por um beijo forte de Pedro. Largando a lata de cerveja, Pedro agarrou-a e beijou-a com força. Andreia mal respirava.
- Ai, ai...gatinho...quanto tesão...
- Amaria te ver de biquíni, gostosa...vou buscar. Espera.
Assim, Andreia trocou de roupa e ficou de pé, na sala, ao lado da TV, exibindo-se para Pedro como se estivesse com ciúmes do filme de bonecas.
- Olha para mim, gato, não estou linda?
- Muito mais do que estas bonecas do filme, Dedéia.
Ser chamada de Dedéia a excitava. Como já havia treinado, conseguiu esconder bem seu “clitóris” sob a parte de baixo do biquíni.
- Parece mesmo uma gostosa da praia, gata.
Pedro se levantou, foi até ela e a segurou forte pela cintura. Andréia não sabia o que fazer, tamanha a excitação.
- Não se preocupe, minha putinha. Eu sei que você gostou do picolé, mas é natural sentir estes desejos. Seu clitóris é como o de qualquer putinha, fica mesmo molhadinho.
Pedro se abaixou, observou o biquíni e disse:
- Veja, gatinha, está molhadinho de tesão.
- Ai, querido....
Pedro a agarrou por trás, roçou o pau duro na sua putinha de biquíni...
- Olha, gata. Você está com muito tesão.
Alisou sua cintura até os peitinhos e passou a língua pelas costas da tremula Andreia.
- Ai, querido,..sou sua putinha da praia...vem...vem...
Pedro tirou o caralho para fora da bermuda. Podia-se sentir o cheiro do tesão. Todo melado, Pedro lubrificou as pernas de Andreia com ele.
- Que delícia, tesão...
- É meu filtro solar para você, putinha. Há, há, há.
Andreia não agüentou mais.
- Ai, que delicia de praia...quero sentir mais...
Virou-se de frente para Pedro, encarou-o nos olhos e sentiu todo aquele desejo.. Pedro não disse nada. Apenas alisou seus cabelos e forçou-a para baixo. Lá estava ela, Andreia, de joelhos, com um biquini preto, como uma daquelas putinhas que se escondem na praia para fazer o que devem fazer pelos seus machos. Não resistiu e afundou o rosto naquele pau duro. Começou a chupar enquanto Pedro mal se continha..
- Isso, putinha...sempre quis te ver assim, de biquini, chupando...
Andreia chupava mais e logo sentiu que a parte de baixo de seu biquini ficava mais estufada.
Não resistiu, enfiou a mão e começou a bater sua siririca.
- Ah, gatinha...tá gostando, né?
Andreia respondeu que sim, mas sem tirar o pau da boca.. Não conseguia parar de chupar. Era como se tivesse nascido para isso.. Pedro não resistia e forçava mais ainda o caralho na boca de sua putinha.
- Delícia. Continua, querida...
Andreia não resistiu e acelerou ambos os movimentos. Pedro suava e seguiu sua putinha: queria mais daquela boca safada.
- Minha putinha oriental, vamos...mais...continue...
Foi então que aconteceu o inesperado: ambos gozaram na mesma hora. Andreia sentiu os jatos de porra quente no céu da boca, na garganta, ao mesmo tempo em que melava a parte de baixo de seu biquini e o chão do apê.
- Ai, querido....como é bom sentir você dentro de mim...na boca, no cu, em qualquer lugar...
- Sim, putinha...
Andreia se levantou, olhou para Pedro, e disse:
- Você não vai devolver este biquini para a boneca, seu tarado. Ele agora é meu. Compre outro para ela, mas este é meu.
E começou a lamber a própria porra. Uma das fantasias de Pedro havia sido realiazada.
 

Um macho para Anabela II

Já contei em dezembro num relato erótico as fantasias de um cliente que apelidei de Anabela ( Um macho para Anabela) e, agora vou contar mais aventuras do mesmo, sei que muita gente vai adorar ler, rs... Na semana passada, ele me ligou dizendo que estava louco por um bofe bem pauzudo para saciar a vontade de seu rabo.

Liguei para um dos meu amiguinhos bofes pauzudos que se prontificou a matar a vontade de um dos meus clientes mais safadinhos, que vou chamar apenas de Anabela a partir de agora. Ainda sem se montar, chegou, já foi para o chuveiro e tomou uma duchinha, não quis nem retocar a chuca, pois disse que havia feito uma muito boa, já pensando nisso, rs... Fazia muito calor, mas mesmo assim quis colocar a peruca loira, uma calcinha e um baby doll, gostaria de agradar o macho que estava quase chegando para fodê-la. Logo que o garotão chegou, Anabela já se assanhou e disse que ele era delicioso, lindo e pauzudo(vendo apenas o volume na cueca) e gostaria que ele comesse muito sua cuceta ( que coisa mais gay essa palavra, uma mistura de cu com boceta), pois ela estava no cio, doida, doida, rs...

Sem problemas para ele, que deitou na cama e já ficou com a sua bela pica grossa bem dura pra deleite de Anabela. Anabela quase engasgava, pois não conseguia engolir aquela pica toda e, sequer deixou eu ajudá-la, simplesmente me afastava e dizia que era só dela, fazia nham nham nham, babava no pau e parecia enlouquecida, rs... Pelo jeito adorou o pauzão. Enquanto isso, eu coloquei uma camisinha no meu pau e fui comê-la, para já abrir caminho para a rola do garotão mais tarde. Lubrifiquei seu cuzinho que piscava sem parar e enfiei meu pau que entrou todinho naquele túnel quente e guloso, plufttt... Uau, que cu! Me ajeitei sobre ela e fiquei olhando para a carinha do garotão que se mantinha sério e pelo jeito estava adorando o boquetão de Anabela. Perguntei se ele estava gostando, ele apenas acenou com a cabeça que sim, todo timidozinho, rs... Daí a pouco Anabela pediu pra eu parar de comê-la e deixá-la sentar no pau do seu macho, que ela falava a toda hora... Sentou e começou a gemer, a pica logo entrou todinha dentro dela.

Ela só falava: Ai que delícia! Que macho gostoso! Quero esse pau todo dia na minha cuceta, blá, blá, blá... Eu só olhava e meio que me masturbava com o jeito todo louco de Anabela, derretendo de calor e gritando que aquilo estava bom demais, schluppp! Logo em seguida, ela quis de franguinha assada. Antes, arrancou a peruca, a calcinha e já nem se importou com nada, só queria era gozar com aquele pau comendo o seu rabo. Se posicionou na cama e pediu pra que eu colocasse meu pau na sua boca, pra ela não gritar, enquanto o garotão estivesse socando a rola na cuceta dela...

Coloquei então meu pau na boca da safada, desmilinguida e ensopada e, segurei suas pernas, enquanto isso o meu amigo pauzudo enfiou a pica e meteu sem dó. Nessa transa frenética, só sei que aí beijei o garotão na boca, que delícia, se vocês visse que bocão, uau!!! Plugada em nós, Anabela parecia uma cobra mal matada, chupando minha pica, gemendo, levando um picão no rabo, se masturbando e gozando... Sim, ela gozou-se toda, eu nem havia percebido, aí o garotão apontou para a lambuzeira, foi então que percebi que Anabela estava comida, suada, gozada, cansada e satisfeita! Tomou uma ducha e sumiu rapidinho, coisas loucas do tesão, rs... Eu fiquei com o garotão que agora queria gozar também, de preferência me comendo... Humm que delícia! Eu iria sentar no seu pau também e com certeza iria gozar muito... Iria, se não tivesse ainda um encontro agendado nessa noite e para o qual, precisaria de toda a energia possível...

Assim sendo, meu amiguinho garotão do pau grosso, o macho de Anabela, foi embora sem gozar, ele nem quis se masturbar, ainda com tesão, queria mesmo era arregaçar meu cu e gozar me comendo, mas ficou só querendo, tadinho, rs...Ele guardou seu pauzão e toda a vontade de querer detonar um cuzinho para a cuceta detonada e gulosa de Anabela, pois logo, logo ela vai querer mais um macho, que novamente pode ser ele, rs...

 

 Boneca Drikka

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Meu lado voyeur - prazer em ver

Tenho alguns clientes que adoram ver, sem necessariamente participarem de uma festinha. Ontem mesmo chamei o Robin, um dos meus amiguinhos para realizar o sonho de um cliente que gosta de ver sua esposa que vou chamar apenas Plu, transando com outro homem. O meu desempenho foi apenas de ser a diretora e câmera da ação, pois Plu já trouxe a máquina com fotos das posições que seu marido gostaria de vê-la chupando, sentando ou simplesmente sendo invadida por outro pau. Olhei as fotos e fiz desenhos numa folha para começar a ação.

Já não é a primeira vez que isso acontece, por isso mesmo ela já vem mais solta e também tem já uma afinidade com o rapaz pois ele participou de outras duas sessões. A gravação fica com mais ou menos 40 minutos, mas é o suficiente para que o marido em casa, fique quase louco vendo aquele filme caseiro, como já contou sua mulher... Plu que já goza durante as gravações, depois goza mais um pouco em casa, agradando o maridão safado! Ontem até eu fiquei excitada vendo a desenvoltura de Plu e o pau maravilhoso de Robin que estava bem duro e mostrou competência pois não cansou um minuto, como já acontecera em outras vezes. Filmei cada cena, uau! Foi muito fácil ser diretora e pouco falar para que eles se entrosassem e fizessem cenas que ficaram muito melhores que a maioria dos filmes pornôs que tem por aí!... Outros clientes vem só pra ver, mas acabam participando, como é o caso de um safadinho que veio aqui ainda no ano passado, a princípio sua fantasia era de me ver comendo um cuzinho.

Combinei com outro cliente daqueles mais safados ainda que gostam de participar de uma festinha. Então tudo certo, meu cliente que seria o passivo chegou primeiro, fez a chuca, tomou um banho e ficou brincando comigo na cama, até a hora que o outro, que seria o curioso safado chegou. Vou colocar dois apelidos pra ficar mais fácil: Ricardão e Ricardinho, rs... Entrou o Ricardão, nos cumprimentou, disse que estava meio nervoso, mas que ficássemos a vontade, pois ele sentaria na cadeira ao lado da cama e apenas nos observaria. Então, eu e o Ricardinho começamos um 69 como de costume, com gemidos, chupadas e dedadas, como se não tivesse ninguém ali olhando. É claro, que de vez em quando eu dava uma olhadinha para o Ricardão que simplesmente olhava já alisando seu pau que já dava um bom volume na sua calça. Até qu chegou o momento de comer o cuzinho do Ricardinho, o momento mais esperado pelo Ricardão.

Aí ele já estava em pé ao lado da cama, peladão, tocando uma enquanto via eu enfiar meu pau no cuzinho do putinho assanhado, que rebolava e pedia pra eu ir logo enquanto ainda dava umas olhadas e piscadas para o grandão que nos assistia... O Ricardão perguntava para o Ricardinho se era bom dar o cuzinho, que respondia que era uma delícia, que queria dar também pra ele, rs... Ricardão disse que estava ótimo apenas assistir, enquanto isso masturbava seu belo pauzão e dizia que eu era ótima comendo um cu, ohhhh, rs...

E, ele ficou ainda mais excitado quando eu coloquei Ricardinho de quatro e subi por cima feito cachorrinho, ele se ajoelhou no chão e pode ver os detalhes picantes bem ao vivo, quase lambeu meu rabo, até parou de se masturbar pois estava quase gozando, só em ver. Mas, o Ricardinho, que é uma putinha louca por pau, queria porque queria que o Ricardão o comesse...- Será? Nunca comi o cuzinho de um homem, apesar de que no seu estou quase convencido a meter o meu aí dentro. ( Falou o Ricardão, que já foi pondo uma camisinha no seu pau...)... Eu saí de lado, e fiquei a ver o Ricardão sobre o Ricardinho que deitou-se espichado na cama e empinou o bundão todo rebolativo... O putinho embaixo berrou, pois Ricardão enfiou toda sua pica comprida de uns 22 cm e socou sem dó até o talo.

Mas, não demorou a gozar, já estava por um triz... Quando tirou a camsinha, a mesma estava cheia de porra e também levemente 'batizada', rs... Ele me olhou e disse: - Que azar o meu, olha só... Aí entrei novamente em cena e disse que essas coisas de vez em quando acontecem, que não podia ter acontecido nesse dia, pois o Ricardinho fez a chuca no meu banheiro mesmo, mas vai ver não fez direitinhoo, rs... De qualquer forma, Ricardão realizou o seu desejo. Depois tomou uma ducha e se foi. Eu fiquei com o Ricardinho que depois de uma higienizada voltou com o rabo meio ardido, mas agora para ser só ativo, aí sim, ele me comeu gostoso e gozamos juntinhos, eu cavalgando como gosto, lambuzei sua barriga e ele por baixo, ainda auxiliado pelo meu dedinho devidamente encapado num leve fio terra, encheu a camisinha dentro de mim. Outras vezes, eu só tive o prazer de ver ou quase, rs, pois outro safadinho que chamo de Motelzinho adora vir aqui pra eu comê-lo, de vez em quando quer variar, quando por duas ocasiões trouxe duas amigas e eu arrumei dois amiguinhos para elas, então as amigas e os amiguinhos fizeram a festa sobre minha cama.

E, que festa, quase quebraram, além de rasgarem o lençol, rs... Pra não dizer que não fiz nada, fiquei de quatro apenas com as mãos apoiadas na cama, enquanto o Motelzinho me comia e me masturbava, mas isso não durava cinco minutos pois ele goza rapidinho, afinal vendo suas amigas se beijando, gemendo quase gritando e, levando as picas imensas dos meus amiguinhos, não dá pra aguentar mesmo...

E você tem um lado voyeur?

Eu acho que sim, afinal quem não gosta de ler meus relatos e se acariciar enquanto isso? Quem não curte ver um filminho pornô? Ou então, se masturbar apenas olhando fotos sensuais ou pornográficas?

 

 Boneca Drikka

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Tesão de Verão

Hoje à tarde fez muito calor, a temperatura não estava tão alta, acredito que ficou em torno de 30 graus, mas estava abafado, por isso fiquei com o ventilador ligado o tempo todo. Fiz muito sexo, fui ativa, passiva, abri meu leque de variedades, mas só gozei com um homem que veio no finalzinho dela. Eu não gozo com todos que vem aqui, não é possível, muitos entendem isso, sabem das condições, mas só pelo fato de me verem excitada, já sabem que estou gostando, sem ter que necessariamente gozar, o que sem dúvida seria melhor se acontecesse, mas, contudo, todavia, depois que eles gozam, esquecem desse detalhe, por sorte, rs...

Para aqueles que o gozo é fundamental, aí não tem jeito, mas isso tudo eu já tenho bem programado, como um bom intervalo entre as transas. Mas, agora vou falar da gozada de hoje, foi uma só e, com o homem do finalzinho da tarde. Já o conheço muito bem, mas acho que o calor me deixou com mais tesão, por isso até ele se surpreendeu com minha pegada, com a minha lambida, com a minha comida, rs... Primeiramente foi o banho básico, mas depois de uns dias na praia, seu belo corpão branco, agora tinha uma bela marca de sol, não era uma marquinha de sunga, mas tipo de um calçãozinho, que acho bem mais sexy, apesar de que quando estou numa praia, adoro ver homens de sunga, ô se adoooro, mas nesse caso, eu estava enlouquecida era com a aquela marca.

Quando ele se ajoelhou na cama e mostrou seu buraquinho bem no centro daquela marca, ah, eu caí de língua e fiz ele delirar, rebolar, gemer e, ficar com sua pica bem dura. Acho que fiz tão bem, que ele não se aguentou, saiu da posição e também quis fazer o mesmo comigo. Isso não vale, eu estava programada para uma sequência e, de repente estava derretida, delirando, gemendo, totalmente mudando de rota, agora com a sua língua no meu rabo. Eu acho que faço bem, mas ele também merece uma bela nota 10. Daí a pouco eu saí da posição novamente e o deixei de franguinho assado, devidamente posicionado com um travesseiro sob o bumbum.

Ergui suas pernas e fiquei ali naquela região entre o buraquinho, o seu belo sacão e sua pica bem dura. Olhava com olhar maroto pra ele que gemia, com qualquer toque da minha língua, mais ainda quando enfiei o dedinho. Safadona, ele dizia, rs... Aí ele me perguntou: - Você vai me comer? Respondi: - O que você acha?... E assim, com o dedinho já encapadinho, bem lubrificadinho eu comecei a penetr´-lo bem devagarinho pois ele já foi logo dizendo que estava virgem, desde nosso último encontro, rs... Claro, claro, não se preocupe, feche os olhos e sinta só prazer!...

Assim foi, ainda mais que ele não se continha e se masturbava. Falei pra ele parar pois iria acabar gozando e eu também queria sentar no seu pau bem durão. Comi, comi, deixei o seu rabinho bem satisfeito e ainda enquanto estava bem dentro dele, já estava a lambuzar o meu buraquinho também. Ele percebeu toda a ação e perguntou de novo: - Agora você vai deixar eu comer o seu rabinho? Respondi que sim, mas ainda não tirei o meu pau... Chega, chega, Drikka, agora eu quero seu rabo, vem, vem logo. Então eu fui. Simplesmente tirei o travesseiro que estava sob suas costas, pra ele ficar bem confortável e estendido na cama, só com seu pau bem ereto, que logo acoplei no meu rabo.

Ele estava deitado de barriga pra cima e eu de costas pra ele, subindo e descendo, ainda por cima, massageando seu cuzinho lambuzado que ainda piscava. Com toda a força das minhas pernas e da prática do meu anelzinho eu dei uma surra de cu na sua pica, que ele não estava aguentando segurar mais, eu sentia as vibrações do seu corpo, espichando e encolhendo as pernas ante o gozo iminente... Gozo iminente de ambos, pois antes da sua erupção, eu gozei sobre suas pernas, lençol, minha mão, rs... Sentindo minhas contrações por causa do orgasmo que tivera e ele já tendo segurado além da conta, se desmanchou também. Sei que foi um orgasmão sincronizado! Pra mim, foi, um daqueles que me deram até aquela dorzinha de cabeça, rs... Um daqueles que te deixam sem vontade de sexo pelo resto do dia ou da noite, rs... Ele levantou, tomou uma ducha e voltou dizendo que eu estive impossível, tinha o deixado totalmente sem forças...Que delícia de transa e não foi nada premeditado, não pelo menos conscientemente...

Com uma transa dessas logo no início do ano, com certeza eu vou tê-lo pelo resto sem dúvida, disse ele... Uau, assim espero! O carnaval é daqui a poucos dias, mas antes disso, ele já estará de volta, ainda mais bronzeado, ( hum com aquela marca mais perfeita) pois ainda vai curtir mais uns dias de sol no litoral, por falar em sol, espero que o mesmo apareça, pois ultimamente está tão arisco, rs...

Sol, por favor, deixe esses homens bronzeados ainda mais gostosos com suas marcas sensuais!!!

 

 Boneca Drikka

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Neste ano quero ser somente ativo

Com o título acima você já pode imaginar que alguém começou o ano com novas idéias, com novos propósitos, enfim querendo realmente mudar. A história se passa hoje à tardinha no meu apartamento, com um cliente de carteirinha, alguém que conheço há muito tempo e que já fez de tudo um pouco aqui dentro, como se montar, dar o rabo e chupar, bem putinha mesmo e, esse belo homem nunca havia me comido pra valer...Mas, nunca é tarde pra mudar, rs...

Deixa eu contar como tudo aconteceu... Ele me ligou e perguntou se eu o atenderia hoje no domingo, falei que sim, ele eu atenderia sem problemas, pois é uma pessoal especial... Então, assim sendo pediu que eu colocasse as botas de vinil e uma roupinha similar, que o esperasse num estilo meio dominadora. Tudo bem, quando ele chegou, eu fui é mesmo a devoradora, do seu pau, rs... Ele chegou num look todo garotão, bermudão, camiseta, barba levemente crescida e cabelo despenteado e já foi me deixando de quatro, esfregando seu pau na minha cara, dizendo pra eu cheirar o pau do meu macho, abocanhá-lo e chupá-lo direito, como uma boa chupadeira faz... Claro que dei uns beijinhos e no que a pica ficou dura já a encapei, engoli, sorvi, chupei bem a seu gosto, sei que ele adora meu boquete...

Ele estava assim meio num lance de dominar, me puxou pelas laterais da cabeça e enfiou seu pau lá fundo da minha garganta e segurou, mas me mantive firme, fiz uma ótima gulosa, daquelas bem profundas, ele até elogiou dizendo que era assim mesmo que as chupadeiras de verdade tratavam uma rola... Depois pediu pra que eu ficasse de quatro na cama, até estranhei, mas fiquei, ele mesmo pegou o lubrificante e lambuzou meu cuzinho e o seu pau, depois foi entrando pra dentro do meu minúsculo rosa, que ofereceu alguma resistência, mas logo foi invadido com tudo, huuuuum, uuuui, uuuuauuu, devagar.... Eu abaixei minha cabeça no colchão e empinei bem o rabo, que ele meteu com gosto.

Agarrou na minha cintura e deu umas belas penetradas. Logo em seguida tirou o pau de dentro, verificou se tudo estava em ordem e me fez ficar de franguinha assada, para continuar sendo o ativão. Fiquei na posição, entrelacei minhas pernas ao redor do seu pescoço e ele veio com vontade pra dentro de mim. Enquanto isso, aproveitei pra me masturbar, meu pau estava um ferro, louco pra entrar em erupção. Ele me comia, sorria e dizia que era meu macho. Nessas alturas, tudo o que ele viu foi minha porra se derramar sobre o vestido vermelho que coloquei pra deixá-lo mais excitado. Huuum, que gozada, fiquei acabadinha. Ele levantou-se, sorriu, tirou a camisinha e disse: gozou gostoso né sua putinha? Agora me faça gozar também... Mandou eu deitar de costas na cama. Subiu de cavalinho sobre mim e disse que iria lambuzar minha bunda com sua porra. Mais do que depressa, empinei a bunda, fechei bem as pernas e o cuzinho e deixei ele jorrar sua porra sobre minhas nádegas, mas não foi muita não, a minha lambuzou-me bem mais, rs...

Ele gozou urrando feito um leão, desempenhando o papel de macho dominante sem igual, rs... Depois de gozar, correu ao chuveiro, tomou uma duchinha e voltou todo feliz pedindo se eu havia gostado. Respondi, que gostado foi pouco, afinal foi a primeira vez em quase dez anos que nos conhecemos, que eu gozei com sua pica dentro de mim. Achei fantástico, adorei, foi uma gozada deliciosa, que me deixou de pernas bambas e indisposta pra qualquer outra proposta que porventura viesse ainda nesse domingo, rs... Ele me disse que neste ano quer ser só ativo. Acreditei, afinal nada como um dia após o outro, sei que amanhã ou depois ele vai voltar e dizer que já mudou de idéia, rs...

Mas tudo bem, só por essa comida no início do ano, já vale por tudo o que possamos fazer no decorrer do mesmo! Ativo ou passivo, ele é uma delícia, nossa química é que o importa! Mas, gostei de dar o cuzinho pra ele, ah, se gostei, rs...

 

 Boneca Drikka

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Apanhado com a pila e as calcinhas dela na mão

O meu gosto por tocar punheta e o meu fetiche por calcinhas femininas foram a causa do meu divórcio.
Habituado durante toda a adolescência e juventude a esfolar a pila à mão para a fazer ejacular, quando casei com Sandra constatei minha inexperiência na arte do coito e a minha incapacidade em levá-la ao orgasmo. Mal lha metia ejaculava logo pelo que ela defraudada retraía-se de me abrir as pernas. Apesar de tudo não me culpava. Dizia amar-me muito e uma vez que não conseguia satisfazê-la garantia-me não se importar de viver comigo sem sexo. E como conhecesse meu gosto por tocar punheta pois faláramos muito dele antes de casarmos, até nem se importava que eu continuasse fazendo à mão em vez de meter nela uma vez que isso, dizia-me, só lhe atiçava o fogo que meu pénis não conseguia apagar. Eu contudo como não me sentia bem na minha consciência de marido consegui convencê-la a masturbar-se com vibradores que lhe comprava em sex-shops, antes de lhe fazer uns minetes na rata como lhe fazia nos nossos tempos de namoro, pois Sandra sempre frisou querer casar virgem, como de facto aconteceu. Ela contudo garantia-me que embora aqueles vibradores lhe dessem de facto muito prazer só o fazia porque eu lhe garantia que nesses dias a punheta me sabia muito melhor.
E sabia de facto. Entesava-me muito vê-la toda nua na cama, a testa bem depiladinha só porque sabia que eu apreciava muito vê-la enterrando na rata sem pelos um enorme caralho de silicone muito maior do que o meu, e gemendo de prazer enquanto me ficava punheteando sem me vir.
- Como gostaria querida - dizia-lhe – de ter um caralho desse tamanho e conseguir aguentá-lo tanto tempo duro dentro de ti sem me vir.
Sandra dizia que isso não importava, que mais importante que o sexo era o amor que nos unia o que me fazia entesar mais, até se vir gostosamente, molhando sempre o lençol com o sumo do seu gozo.
No final como eu permanecesse de pau feito ela oferecia-se sempre para me concluir a punheta. E eu que no inicio aceitava a ajuda da sua mão a partir de uma certa altura deixei de o fazer.
- Sou um miserável de um punheteiro com um caralho tão pequeno que nem a uma mulher tão apetitosa como tu consegue dar prazer – dizia-lhe eu como se estivesse muito contrariado com isso – Depois de teres gozado com um bem maior que o meu não sou digno sequer que me toques uma punheta. Noutra altura sim, agora descansa queridinha – e cobria-a de beijos.
Sandra apreciou aquela minha vontade de conter o gozo e dormia satisfeita encostando seu corpo despido ao meu, sentindo meu pauzinho ainda duro e levantado. Na manhã seguinte porém, já o tesão me passara.
- Que aconteceu à tua pila que ainda ontem à noite estava dura e agora está tão murchinha? – perguntava-me apalpando-ma como era seu costume ao acordar. Eu dizia-lhe que simplesmente o tesão me passara, como não gozara meu caralho voltara ao ponto morto e era assim que ele devia estar sempre uma vez que não servia para cobrição.
- Queres punir-te por não me conseguires dar prazer e acabar por perder o tesão é isso? – perguntou-me. Não, nada disso, assegurava-lhe, mas durante tanto tempo tinha gozado metendo nela sem que o prazer fosse recíproco que agora até estava me satisfazendo só por a ver gozar com os vibradores que lhe arranjava. Era como se tivesse gozado também embora sem me vir. Minha resposta pareceu agradar-lhe pois Sandra pareceu contente por me ver perdendo a minha velha mania de tocar punheta. e continuou masturbando-se como eu queria.
A verdadeira razão contudo era outra. Eu sempre gostei de calcinhas femininas, já em solteiro fazia colecção delas pois adorava tocar punhetas tocando nelas, e quando consegui convencer minha mulher a masturbar-se com os vibradores que lhe comprava tratei de fazer com que ela trouxesse sempre vestida uma calcinha que eu mesmo despia antes de Mónica introduzir o caralho postiço nela.
- Nem imaginas como ficas bonita, Mónica, só com a calcinha vestida e as mamas ao léu, tendo na mão o caralho que te comprei e te vai consolar esta noite – dizia-lhe. Calcinhas eram os presentes que lhe estava sempre a dar. Pelos anos, pelo aniversário do nosso namoro, noivado e casamento, bastava ver um par de calcinhas entesantes na montra de uma loja de lingerie para lhas comprar e oferecer. Sandra até se cansou de tanta calcinha que teve. E teve-as de todo o tipo e feitio e de todas as cores com excepção do branco pois nunca gostei de calcinhas femininas brancas. Rosas, azuis, verdes, castanhas, amarelas lilases e sobretudo vermelhas e pretas. Teve-as de fio dental, rendadas à frente ou atrás deixando-lhe ver o cu ou a testa da cona, teve-as de tanguinha, com atilhos de apertar na cinta ou nas meias de perna inteira. Tinha-as de apertar à frente, a trás ou dos lados, com lacinho e sem lacinho. Teve até um par vermelho de calcinhas de puta pois que entre as pernas, sobre seu órgão genital e atrás bem no meio do rego do cu, ostentavam uma abertura permitindo a qualquer mulher foder com os dois buracos sem necessidade de as baixar e eram as calcinhas que mais teso me deixavam. A meu pedido Sandra masturbou-se várias vezes com elas vestidas.
Quando minha esposa se vinha eu próprio lhe limpava a rata com elas, procurando impregná-las bem com o cheiro do seu gozo, antes de as atirar para os pés da cama. E era por isso que eu não queria que fosse ela a tocar-me punheta. Quando era solteiro eu tocava punhetas mas as calcinhas que então usava eram virgens, nunca tinham sido utilizadas por mulher alguma nem muito menos servido para limpar a cona lambuzada de uma esposa acabadinha de se vir como era o caso daquelas que eu tinha ali à mão, no chão do quarto. E só o cheirinho que elas mandavam, já para não falar daquelas manchinhas de prazer feminino com que eu as procurava besuntar bem quando a limpava, davam-me uma pica bem maior do que as outras. Assim mal Sandra satisfeita adormecia, eu pé ante pé tratava de me esgueirar para a casa de banho levando a calcinha com as marcas do seu último orgasmo. Ali, com a tampa da sanita levantada, esfregava a calcinha na cara cheirando-a e lambendo-a. Lambia-a como se lhe estivesse fazendo um minete procurando engolir os restos do seu gozo que ainda estivessem incrustados nela, fazia dela um barrete enfiando-a na cabeça, voltava a esfregá-la na cara, no peito, na pila e nos colhões, à vezes ia ao roupeiro e pegava noutras calcinhas sujas dela e esfregava-as todas em mim, sempre com uma mão tocando punheta, punheta, punheta.. Cheguei quase a passar noites inteiras tocando punhetas. São as melhores recordações sexuais que levo do meu primeiro casamento.
Sandra descobriu tudo numa noite em que acordou e não me viu na cama. Eu tão entretido estava masturbando-me com uma sua calcinha de seda negra que não passava de uma delicada tira de pano que não lhe cobria nada que nem me apetecia vir.
- És mesmo um porco de um punheteiro que preferes aliviar a pila nas minhas calcinhas do que deixares que sejam as minhas mãos a fazê-lo – comentou com desprezo da porta da casa de banho e pondo fim à minha deliciosa punheta - Um homem assim não serve para meu marido.
No dia seguinte entrou com os papéis para o divórcio exigindo uma boa pensão de alimentos para não contar a todos minha tara, o que eu envergonhado aceitei. Mas ainda assim não foi mau de todo. Dizendo não quer mais nada meu do que o dinheiro da pensão, a casa com todo o recheio e o carro, e uma vez que eu gostava tanto das suas calcinhas que a faziam sentir uma puta, disse-me para ficar com elas.
- Que te sirvam para tocares muitas punhetas, tarado – desejou-me atirando-mas praticamente à cara. E serviram, está claro. Aliás para dizer a verdade ainda hoje estão servindo.

 

EUGÉNIO SADOC

 

A médica dos sonhos

Tinha uma fimose que muito me incomodava e criava coragem para ir ao urologista, mas acabei marcando consulta com uma clínica geral, pois se já seria difícil ser examinado por uma mulher, por um homem seria impossível. Seu nome era Tatiana, tinha uns 32 anos, cabelos e olhos castanhos claros, muito bonita e um corpo estonteante, com destaque para os seios e para a bunda carnuda.

Após conversa inicial para extrair informações sobre meu caso, pediu-me com muito carinho e gentileza para me despir. Percebera meu constrangimento e me explicou que se tratava de um problema cultural essa vergonha da nudez. Ela me ajudou a tirar a roupa e a me deitar na cama hospitalar, no entanto, o nervoso me rendeu uma grande ereção. Tatiana apalpava meus testículos e quando agarrou meu pau, já escorria da glande uma gota de sêmen, quando ela exclamou: assim me sinto lisonjeada com tanto tesão, que saúde hein? Começou a punhetá-lo e perguntou se doía, afirmei que sim e completei confessando que após uma ereção meu pênis só voltava à inércia com a ejaculação, senão poderia ficar por uma hora inteira de pau de duro.

Notei que ela ficou entre surpresa e excitada e, sem largar a base do meu pau, sussurrou ao meu ouvido: então, vamos ter que por esse pintão pra trabalhar e poder descansar depois. Após sua fala, eu mesmo a puxei pelos cabelos e fodi sua boca gostosa com meu pau, ela tirou a calça e a puxei para a cama, onde fizemos 69, ficamos totalmente arrepiados de prazer, ela teve uns quatro orgasmos na minha boca, foi a xoxota mais gostosa que chupei na vida. Acabamos trepando ali mesmo. No final, eu a fiz prometer que após a recuperação da cirurgia, ela me daria o cu, claro que topou e cumpriu a promessa. Foi no próprio consultório, ela não só me deu o rabo como uma puta tarimbada, mas ainda pediu pra apanhar, então lhe dei cintadas na bunda que a levaram a urinar no chão.

Nunca pensei que uma mulher podia gozar tanto com um pau no cu e siririca, ela parecia ter uma convulsão, gozei tanto em sua boca que fiquei com o saco dolorido e o pinto sensível, chegou a sair umas gotas de sangue. Não nos vimos mais, contudo nunca vou esquecer essa trepada de sonhos. Se alguma mulher quiser me conhecer, entre em contato, gosto de realizar fantasias, posso ser violento e animalesco ou profundamente carinhoso, mas sempre intenso. Meu pau é grande e grosso (não descomunal) e não sossego antes de fazer a fêmea chorar de tesão pelos orifícios. Sou jornalista, vivo em São Paulo, viajo com freqüência, sou moreno, olhos e cabelos claros, magro de porte atlético. Email para: fepace@uol.com.br

 

Camila, uma grata surpresa

Olá amigos leitores, meu nome é Carlos 47 anos, 1,70m, 88 kg, moreno claro, não sou de se jogar fora, pois ainda continuo fazendo sucesso com as mulheres.
O fato que vou narrar é absolutamente verídico.
Meu compadre me convidou para um churrasco na chácara dele num final de semana.
Chegou o dia fui eu e minha esposa, pois meus filhos tinham compromisso marcado e não puderam ir.
Chegando à chácara, tinha vários convidados, entre eles Camila, sua filha mais velha do primeiro casamento.
Camila com seus 20 aninhos, loirinha, rosto de boneca e com um corpinho escultural desfilava entre nós com uma minissaia curtinha fazendo os machos torcerem os pescoços para apreciar aquela bundinha durinha empinada e umas coxas grossas e pernas bem torneadas. Ela não era alta, mais ou menos 1.60m de pura gostosura. Por mais que tentasse disfarçar não tinha como não reparar naquele tesãozinho de menina moça, que com seu jeito sexy despertava o desejo sexual até dos mais recatados.
Soube que Camila tinha terminado um relacionamento com um cara bem mais velho que ela. Moravam juntos desde seus 18 aninhos mesmo contra a vontade dos seus pais.
Após o almoço, o pessoal se dispersou pra vários lugares, uns nas sombras das árvores, outros nos tanques de peixes, outros no pomar, e a mulherada se aglomeraram na beira da piscina para por em dias as fofocas e pegar um pouco de sol.
Eu me espreguicei no sofá da sala e tirei um cochilo, acordei e notei que a Camila no outro canto da sala disfarçadamente não tirava os olhos das minhas pernas, só então percebi que estava com um calção de jogar futebol e da forma que estava deitado deixava aparecer parte do meu pau. Como estávamos a sós no interior da casa, fiz que não percebi e ergui um pouco as pernas para que ela tivesse uma visão mais detalhada do conteúdo. Logo meu pau ganhou vida e estava quase saindo totalmente pra fora do calção duro que nem ferro. Camila disfarçadamente com uma mão por dentro da calcinha se masturbava lentamente olhando pra minha rola.
Para provocá-la, levantei-me e quando pensava em ir à sua direção, entrou correndo na sala umas crianças e voltei a sentar no sofá tentando esconder minha ereção, Camila olhou pra mim com um sorriso sacana tirando rapidamente seus dedos da sua bucetinha. Quando as crianças saíram, ela veio em minha direção e olhando pro meu pau perguntou se tudo isso era por causa dela, respondi na bucha, - E por quem mais poderia ser? Após minha resposta, Camila foi até a porta, deu uma olhada pra ver onde estava o pessoal, voltou, pegou na minha mão e me arrastou pro quarto dela. Chegando no quarto, trancou a porta e disse: – Não agüento mais de tesão! - Me come por favor! - Estou louca de vontade de sentir seu pau dentro de mim, só que tem que ser rápido para não notarem nossa falta.
Mais que de presa, joguei-a na cama, abaixei sua calcinha e caí de boca naquela bucetinha de poucos pêlos bem aparadinha, toda molhadinha, pois ainda a pouco tinha gozado na sua mão tocando uma siririca.
Suguei desesperadamente aquela bucetinha, até que ela se estremeceu e apertou minha cabeça de encontro a ela despejando todo seu néctar que fiz questão de engolir saboreando e sentindo o gosto daquela gata deliciosa em minha boca.
Rapidamente ela se levantou, eu fiquei de pé ao lado da cama, Camila abocanhou meu cacete e sugava com tanta vontade que às vezes até me machucava, mas deixei que ela continuasse pois vi que ela estava adorando assim.
Antes que gosasse em sua boca, puxei Camila pelos cabelos a coloquei de pé apoiada com as mãos na cama, levantei sua saia, puxei sua bundinha de forma que ficasse bem arrebitada, esfreguei meu pau na entrada da sua bucetinha e atolei de uma vez até meu saco encostar-se à sua bundinha arrancando um suspiro da sua garganta.
Camila mesmo com sua pouca idade, gemia na minha rola e rebolava de uma forma tão gostosa que até parecia uma profissional do sexo.
Vendo e sentindo aquela Ninfeta me oferecendo o que tinha de melhor, a penetrava forte e profundamente naquela bucetinha esquecendo até do perigo que estávamos correndo.
Camila fazia força para não gritar. Quando apertei seus peitinhos ao mesmo tempo em que castigava sem dó sua bucetinha, Camila não resistiu e mais uma vez gozou com meu pau no fundo da sua buceta agora toda melada pelo terceiro ou quarto orgasmo. Vendo o esforço que Camila fazia para controlar seus espasmos, segurei firme em sua cintura e meti com toda força meu caralho puxando-a de encontro a mim gozando no fundo da sua bucetinha inundando-a de porra.
Após termos gozados, enquanto nos limpávamos ouvimos barulho na sala. Esperamos um pouco até que Camila saiu na frente disse que estava tudo bem e fez sinal para sair do quarto.
Camila entrou no banheiro e eu fiquei aguardando na sala, assim que saiu entrei para retirar quaisquer vestígios da nossa rápidinha.
À noite quando estava preparando para voltar pra casa, Camila me chamou em um canto isolado da chácara, olhou nos meus olhos me agradeceu e pediu desculpa por sua ousadia, disse-me que estava passando por uma situação muito difícil, que neste momento da vida dela, o que mais precisava era do carinho de um homem de verdade que pudesse entendê-la, dar prazer e confortá-la para superar as dificuldades que estava passando, disse também que eu tinha todos os requisitos para ser essa pessoa. Claro que me coloquei a sua disposição.
Depois desse dia, sempre me encontro com Camila e rola muito sexo, só que agora num local apropriado. Vamos sempre a um motel muito aconchegante nos arredores da nossa cidade onde posso desfrutar sem pressa todo o prazer que Camila me proporciona.
Se gostarem do conto, deixe seu comentário, se não gostarem critique, pois só assim, vamos aperfeiçoando a maneira de escrever.
aventura.ctba@ig.com.br

 

 

Esposa infiel - parte VIII

Depois de conhecer e descobri me apaixonada pela travesti senti que não poderia mais viver sem ela que mesmo sob meus protestos me aconselhou a ficar firme em meu casamento que nosso relacionamento era puramente casual mesmo eu jurando me matar se ela me deixasse algum dia.
Sabendo que podia fazer o que quisesse comigo ela me pedia grande quantidade de dinheiro que dava sem reclamar fazendo me de sua escrava tanto na casa dela onde tinha que lavar passar cozinhar e arrumar a casa e como recompensa gemia gostoso em seu porrete a madrugada toda mesmo com ela chegando em casa muitas vezes com o cu todo dolorido e esfolado e o pênis no qual eu ficava horas fazendo ele endurecer para depois me extasia de tanto prazer.
Chegávamos a transar de oito á dez horas toda vez que nos encontrávamos por isso não tinha mais tempo para meus amores e meu sogro foi o que mais sentiu minha ausência ficando doente e em meses veio a falecer.
Meu marido por sua vez me jogava cada vez mais nos braços de minha dona pedindo sempre que ela cuidasse bem de mim dedicando todo seu tempo disponível para traçar sua irmã que pedia desesperadamente que voltasse pois não estava dando conta de saciar meu boizinho e minha sogra não mais falava comigo culpando me por tudo o que aconteceu com seu marido.
Numa noite por volta das três da manha meu minha cunhada me ligou chorando muito avisando que meu sogro avia falecido e estava sendo velado no cemitério perto de sua casa.
Estava bem dona Maria com um vestidinho rendado e lenço na cabeça e quando tencionava rumar para lá minha dona chegou me catando do jeito que só ela sabe me colando na parede enquanto beijava minha boca deixava me totalmente pelada e toda molhada com sua investida sobre mim.
Estava gozando em sua mão com seus dedos dedilhando minha boceta que não percebi suas amigas nos olhando e quando ela saiu de mim mandou que preparasse alguma coisa para elas comerem e fossem me banhar pois iríamos fazer uma suruba.
Esquecendo da vida preparei um lanche para as três meninas estando sempre pelada onde levava constantemente tapas na bunda puxões nos cabelos e seios e ate dedadas na boceta pelas damas de paus.
Terminando de servi-la corri para o quarto tomei um banho básico vesti uma minúscula calcinha como minha dona gosta e deitei muito ansiosa pela chegada de minhas devoradoras.
Estava com o corpo em brasa alisando a boceta por cima da calcinha já estando quase gozando quando me lembrei do ocorrido.
Quando minha dona chegou no quarto avisei a ela que muito triste e compreensiva se ofereceu para me levar ate o local do velório.
Chegando ao local minha dona não quis entrar comigo onde se reunia toda a família parentes amigos e ate a imprensa local estava presente.
Estava junto a minha cunhada ao lado do caixão quando minha sogra tentou me agredir culpando me pelo ocorrido e por sugestão de minha cunhada fui embora.
Meu boi estava passado tento que ser sedado minha cunhada se ofereceu para me levar e mesmo eu recusando ela insistiu avisando que tinha que sair dali senão ia pirar.
Ao informar que estava de carona com uma amiga ela deixou seu carro com uma prima e veio comigo conhecer minha nova aquisição segundo ela.
Depois de conhecer minha dona minha cunhada confessou esta toda babada elogiando muito minha namorada sussurrando coisa em meu ouvido que me deixava cada vez mais ouriçada apesar da situação.
Ao saímos dali tive que ir dirigindo com as duas no banco detrás e em poucos minutos já ouvia os gemidos delas se atracando num delicioso beijo e amassos com minha cunhada louca para pegar na “boceta” de minha dona sendo impedida de tal gesto se acalmando um pouco quando minha dona levantou sua blusa para mamar em seus seios já com a mão dentro de sua calcinha metendo fundo seus dedos que conheço bem em sua boceta.
Não conseguia dirigir ouvindo o escândalo que minha cunhada fazia com minha dona lambendo gostoso sua boceta por isso parei o carro numa rua pouco movimentada e me virei para assistir o show.
Minha cunhada estava saciada e quis retribuir o carinho vendo minha dona apreensiva incentivei ela a senta de pernas abertas e deixar minha cunhada se deliciar em sua cuceta nome dado carinhosamente ao seus vinte e dois centímetro.
Minha cunhada ficou boquiaberta com o volume que estufava a minúscula calcinha e quando teve tudo aquilo na boca quase morreu engasgada com minha dona segurando firme sua cabeça socando fundo tudo aquilo em sua garganta.
Em minutos estávamos todas fora do carro com minha ou melhor nossa dona deitada no capô com minha cunhada fazendo um delicioso boquete nela comigo já toda nua tendo um pé no penou do carro ficando toda escancarada para afundar a mão na boceta onde gozei copiosamente entre gemidos e gritinhos de satisfação.
Meu amor colocou minha cunhadinha de quatro e meteu fundo o porrete em sua boceta fazendo ela gemer alto enquanto eu intensificava as dedadas gozando loucamente com a cena.
Desespero mesmo minha cunhada sentiu quando meu amor tirou de sua boceta e afundou tudo de uma só vez em seu cuzinho e com estocadas ora rápidas ora bem lenta porem bem cadenciadas fez minha cunhada cair literalmente de tanto gozar.
Quando minha dona gemeu alto anunciando seu gozo tentei tirar de minha cunhada e abocanhar tomando todo o leitinho porem fui empurrada num desespero louco e alucinado por minha cunhada que caiu de boca em tudo aquilo sorvendo ate a ultima gota não deixando nada para mim.
Fiquei puta quando elas totalmente saciadas se atracaram num beijo indo pra dentro do carro informando que era muito perigoso permanecermos ali.
Eu xingava muito maldizendo as duas quando meu amor sentou ao meu lado abraçando me carinhosamente informando que ia acabar comigo quando chegássemos em casa o que respondi prontamente que com o tesão que estava daria ate pro cachorro com elas rindo e fazendo me rir muito também.
Estávamos quase chegando em casa com minha cunhada dormindo no banco traseiro e minha dona acariciando meus seios quando num grito repentino ela ordenou que parasse o carro o que obedeci prontamente sem nada entender.
Saindo rapidinho do carro ela me chamou enquanto corria para o meio da praça segurando um enorme vira lata e quando perguntei porque estava fazendo aquilo ela lembrou o que tinha dito mandando eu da pro cachorro ali no meio da praça.
Vendo minha resistência ela me deu um forte tapa no rosto rasgando meu vestido deixando me somente de calcinha no meio da rua e puxando pelos meus cabelos me levou para o centro da praça do largo do Arouche onde fui colocada Por ela de quatro na grama enquanto ela direcionava o cachorro pra trás de mim onde com algumas lambidas ele montou em mim tendo seu pênis direcionado por ela primeiro em meu cu que com uma única e rápida estocada afundou de uma só vez fazendo me gritar muito de prazer pela humilhação e as estocadas rápidas que o cão dava em meu cu.
Gemia muito gozando avassaladoramente com alguns homens em volta apreciando o espetáculo quando ela tirou tudo aquilo de meu cuzinho e direcionou para minha boceta onde cheguei a me mixar toda de tanto prazer sentindo seus jatos de porra incessante inundarem minha boceta.
O cão socava forte em mim com minha dona segurando em meus cabelos levantando meu rosto enquanto dizia se estava gostando me chamando de puta safada vadia e outros nomes mais quando explodi num gozo estonteante com o cão enchendo minha boceta de porra enquanto ela segurava o nó que não entrou em mim.
Tencionava lamber o pênis daquele invasor quando ouvimos alguém gritar pra galera no bar próximo:-Vem gente ver a mulher dando o cu pro cachorro aqui na praça.
Por mim ficaria ali mesmo e foda porem minha dona carinhosamente me pegou pelos braços e saímos dali rapidinho.
Chegando em casa fui tomar um banho pois estava me sentindo suja e enojada e quando cheguei no quarto enrolada somente em uma toalha vi minha cunhada sendo fodida pela língua do meu amor e ao pular no meio delas fui lambida pelas duas que me premiaram com fortes orgasmo onde transamos ate as honze horas da manha só parando porque tínhamos que ir despedir do meu sogro
Minha sogra voltou para o interior meu boizinho alugou um apto no centro tirando meu amor da rua dando um emprego a ela em sua empresa e pelo menos uma vez por semana nos reunimos eu minha cunhada minha dona e meu boizinho que após sentar gostoso no porrete da dama come bem gostoso nos três dedicando maior carinho e atenção a mim sua esposa vadia e infiel.
Beijos:
Deborha
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa infiel - parte VII

Tudo ia bem em casa onde passava o tempo todo com meus sogros onde era comida de varias formas jeitos e maneiras,ficando ate tonta com a performance principalmente de minha sogra que fazia me gozar muito em sua boca.
Minha única reclamação era eles não deixar eu dar pra mais ninguém apesar de ser meu grande desejo principalmente quando passava pelos funcionários do prédio com os minúsculos shortinhos todo socado ou as saias que eram super curtas sem nada por baixo.
Sentia uma pena enorme deles que para atiça-los cada vez mais abria as pernas levantando a saia para que vissem minha boceta carnuda e lisinha sempre babada.
Certa tarde após mais uma sessão de foda onde gemi gostoso com meu sogro socando seu porrete em meu cu enquanto minha sogra lambia ferozmente minha boceta e ao gozarmos caímos um ao lado do outro para um gostoso descanso.
Vendo meu sogro e sogra dormindo sai dali rapidinho correndo para o andar de cima e assim que a porta do apto se abriu corri pra dentro e para minha surpresa era a noiva do meu amigo que já estivera muitas vezes dentro de mim quem atendeu a porta.
Quase morri com a surpresa e o susto do momento e meu amigo vindo da sala vendo meu estado com sua noiva boquiaberta pedindo explicações correu em minha direção me abraçando enquanto perguntava:
O animal do seu marido te agrediu de novo amiga?dando uma piscadela pra mim que confirmei enquanto chorava teatralmente.
Ao sair do banho a noiva do meu amigo me ofereceu um vestidinho branco que por ela ser bem mais baixa e magra que eu ficou muito justo salientando meus seios com uma minúscula calcinha que sumia no meio de minha bunda que estava toda a mostra.
Vendo que estava muito indecente segundo ela correu para o quarto informando que ia procurar algo mais comportado para mim,nisto aproveitando que estava somente eu e meu amigo na sala me atirei em seu braços beijando muito sua boca e em pouco tempo estava com ele todo atolado em minha boceta molhada e sedenta onde gozou rapidinho me expulsando dali me chamando de louca,puta safada e gostosa.
Sai dali descendo direto para a portaria com alguns vizinhos chegando do trabalho muito deles reprovando minha atitude e ao chegar na sala da portaria sentei em uma cadeira me abrindo toda mostrando minha boceta toda melada para a rapaziada que não sabia o que fazer mesmo porque todos os condômino me viam ali.
Tomada pela pomba gira me arreganhei toda metendo os dedos na xana tocando uma deliciosa siririca quando um dos meninos avisou que meu boizinho tinha acabado de chegar e as donas Maria estavam me entregando para ele.
Sorrateiramente me recompus e caminhei discretamente ate eleS na intenção de meter a mão na cara daquelas vadias e mau amadas quando em resposta a elas meu boizinho disse: - O lha senhoras não sei mais o que fazer com aquela vagabunda.Vou ter que pedir divorcio e mandar ela ir plantar batatas.
Puta da vida sai dali correndo em direção a rua com meu boi atrás de mim e vendo que não tinha condições de me alcançar voltou para pegar seu carro enquanto eu peguei um táxi e rumei para o centro de sampa.
Caminhava sorrateiramente pensando na vida sendo ate confundida com as meretrizes do lugar quando os cartazes de filmes adulto me chamou a atenção e após comprar o ingresso entrei num cinema aparada por um lanterninha.
A sala estava muito escura um forte cheiro de urina e porra pairava no ar e na tela duas mulheres se lambiam com um negro todo enfiado no cu de uma delas.
Por sugestão do lanterninha sentei bem no meio do salão onde se tinha plena visão de toda sala.
Estava muito excitada com a cena de sexo e os gemidos que viam da tela e das pessoas se pegando nos cantos do salão.
Estava com a calcinha nos joelhos e os dedos todos atolados na boceta gemendo descaradamente quando percebi um bando de homens a minha volta alguns com os pênis pra fora apontando pra mim com um engraçadinho sentado ao meu lado alisando minhas pernas.
Muito mais por charme me fiz de difícil pedindo que paracem me deixando em paz saindo dali quando um negro informou que pudesse ficar a vontade que só iam fazer comigo o que eu quisesse.
Sentindo um fogo na boceta tirei a calcinha e atirei para ele que após dar uma forte cheirada guardou em seu bolso enquanto eu abrindo bem as pernas coloquei uma delas no braço da cadeira ficando bem exposta alisando gostosamente os seios duros com uma das mãos enquanto tinha a outra praticamente toda dentro da boceta.
Gozava muito com aqueles homens esperando meu sinal para caírem em cima de mim e quando num gesto de pura loucura chamei um deles ajoelhado a minha frente com o dedo indicador em segundos ele estava sentado no chão em minha frente chupando loucamente minha boceta.
Estava entregue com alguém fazendo um delicioso carinho em meus seios enquanto aquela língua ia fundo em minha boceta quando fomos surpreendidos por uma mulher loira e alta que fez me recompor a postura afastando todo mundo dali deixando me puta com sua atitude.
Ela sentada ao meu lado após descobrir que era tudo sob consentimento meu,chamou me de louca que assim eu poderia pegar alguma doença e por descobri que era depravada e cachorra pegou em meus cabelos arrastando me dali.
Apesar do medo de minha total submissão aquela mulher antes de chegar na rua me encostou na parede forçando uma perna entre as minhas avisando que eu seria dela a noite toda e se ficasse boazinha ela me deixaria ir no dia seguinte lembrando me com um forte tapa na cara que se tentasse alguma gracinha ela me quebrava na porrada.
Toda aquela situação só me deixava mais tesuda e fogosa e enquanto caminhava na avenida são joão por volta das vinte horas obedecia cegamente todo o que ela mandava como que levantar a saia enquanto caminhava mostrar os seios,com isso eu gozava copiosamente tendo ate que me escorar para não cair e quando chegamos em frente a um prédio na esquina com a barão de limeira ela mandou que parasse e tirasse o vetido.
Ao fazer isto quase fui ao chão com o forte orgasmo que tivera e entre assovios beliscões e passadas de mãos fui levada a um quarto no terceiro andar onde fui jogada na cama e depois de levar vários tapas na cara fui obrigada a chupar o porrete daquela travesti que em poucas estocadas inundou minha garganta de porra onde tive que engoli tudo com ela puxando meu cabelo e apertando muito meus lábios.
Adorei quando ela me pegou de quatro afundando todo seu porrete bem maior do que o do meu marido carinhosamente em minha boceta onde me comeu de uma forma magistral deixando me apaixonada pela aquela tora.
Estava extasiada e morta de tanto gozar quando ela saiu de mim e após lamber muito minha boceta e cu lubrificou meu cuzinho trocou a camisinha e me comeu carinhosamente de todas as formas que uma mulher merece ser comida.
Eu arfava ,gemia chorava e desfalecia com tudo aquilo socado em mim e quando ela me comeu embaixo do chuveiro encostada na parede comigo sentada em seu colo juro que morri de tanto gozar tendo que ser conduzida ate a cama onde dormi gostoso nos braços de minha dama de paus segundo ela.
Pela manha acordei com ela lambendo carinhosamente minha boceta e mesmo eu implorando que me comece ela negou dizendo que estaria me esperando logo mais a noite,se eu topasse é claro e assim dei um bom dinheiro pra ela já garantindo minha próxima noitada e após dormir o dia inteiro trancada em meu quarto sob os protestos
De meus sogros e marido acordei por volta das dezoito horas e após um banho e lanche reforçado corri para lá vestida somente com um sobre tudo e salto alto e quando a porta se abriu estava peladinha na frente de minha dona que me recebeu com um bofetão na cara me chamando de depravada avisando que não queria sua mulherzinha andando nua por ai enquanto me puxava pelos cabelos me jogando na cama onde passamos uma estonteante e louca noite de amor.
Confesso que estou apaixonada por essa dama que mandou me preparar pois quer me apresentar para suas outras amigas.
Meu boizinho vive reclamando ultimamente que tenho deixado ele na saudade e após combinar com minha dona vou apresentar ela a ela no próximo fim de semana e juro a vocês que assim que acontecer volto a relatar como foi.
Beijos

deborha

 

Marido corno e viado

Casei muito nova por imposição de meus pais que queriam ser parentes de pessoas influentes,como e´de costume nos interiores deste pais.Na época era magrela e rosto sardento como quase toda pré-adolescente que ainda sonha com seu príncipe encantado montado em seu garboso cavalo branco.
Meu príncipe,após nos casarmos com uma grande festa que durou mais de três dias tornou-se um grande e asqueroso sapo daqueles cururu bem grande,principalmente quando morando em uma casa em uma fazenda vizinha a minha família,tinha todo o tempo.
Após os afazeres domésticos passava horas me cuidando e com isso fui ganhando um corpo bonito e estonteante segundo os nossos amigos.
A menina magrela e feiosa deu lugar a jovem senhora de seios médios e empinados com um bumbum arredondado e bem empinado,cintura fina e coxas grossas com pernas bem torneadas,bocetinha carnuda e sedenta,louca pra ser chupada,lambida,mordida e fodida com fúria amor e ternura como todo homem deve fazer com sua mulher principalmente porque era desejada por toda pionada da fazenda..
Porem para minha desilusão meu homem após trabalhar o dia todo cuidando do gado do pai fazia questão que tirasse suas botas e servisse a comida em sua mão,coisa que fiz sempre de bom grado,porem na hora do sexo ele me jogava na cama levantava minha saia arrancava minha calcinha e metia tudo de uma só vez fazendo me sofrer muito com isso e quando começava a sentir um pouco de prazer ele rosnava enchendo minha rata de porra caindo pro lado dormindo feito pedra.
Nesta época eu ainda não conhecia a masturbação por isso vivia sempre com cara de poucos amigos e muito mal humorada.
No primeiro natal após seis meses de casada fomos passar na casa de meus sogros na fazenda vizinha tendo a companhia de todos meus familiares principalmente mamãe e papai.
A noite estava realmente feliz e após a reza do terço e festeiro religioso,comum nas grandes fazendas caímos no forró onde dancei com todos os homens presentes,todos parentes criados e amigos da família.
Em cada rebolada sentia a bocetinha cada vez mais molhada e tesuda com as variadas formas e tamanhos de pintos que encostava nela.
Foda mesmo foi quando um cunhado me pegou de jeito para dancar e por esta um pouco embriagado me abraçou envolvendo todo seu corpo ao meu com a mão em minha bunda forçava minha boceta em seu porrete que crescia cada vez mais no meio de minhas pernas deixando me louquinha e extasiada com um fogo no rabo que nunca havia sentido igual.
Em certo momento meu cunhado me arrastou enquanto dançávamos para os fundos da casa próximo ao jardim e antes que esboçasse qualquer reação ele já estava com uma das mãos em meus seios e outra dentro de minha calcinha dedilhando gostosamente minha boceta molhada e lisinha enquanto beijava loucamente minha boca fazendo me explodir em gozadas avassaladoras e estonteantes deixando me molinha de tanto prazer.
Mesmo sabendo que era errado desejei que me possuísse e quando me encostei na cerca do jardim deixando clara minha intenção meu cunhado ajoelhou em minha frente ficando com a cabeça embaixo de minha saia e após lamber muito minha boceta por cima da calcinha afastou ela pro lado e quando meteu fundo sua língua em mim foi inevitável um gemido meu com sua língua serpenteando dentro de minha boceta.
As lagrimas escorriam abundantemente em meu rosto comigo chorando, gemendo,arfando e gozando muito como nunca havia gozado antes que não percebi a chegada de minha cunhada e quando dei por mim estava somente eu e ela ali abraçadas com ela me consolando.
Fingindo esta passando mal fui conduzida por ela ate um dos quartos,foda mesmo foi caminhar coma a calcinha arriada e a boceta toda babada.
Já no quarto após um banho frio deitei e adormeci sentindo uma calma enorme na alma sendo a mulher mais feliz deste mundo.
Acordei de madrugada com alguém alisando minhas pernas e por esta muito escuro não dava pra saber quem era por isso fingi dormi e com isso a mão de veludo avançou entre minhas coxas e quando dei por mim ela já estava dentro de minha calcinha onde tive três dedos atolados na boceta.
Que mão maravilhosa e que dedos que faziam me gozar copiosamente.
De repente me temi toda com meu marido deitado ao meu lado como que acordando naquele momento veio para cima de mim beijando minha boca enquanto alisava meus seios e pela primeira vez mamou gostoso em meus seios arrancando de mim gritinhos de prazer e felicidade.
Fiquei mais calma quando sua mão dividiu espaco em minha boceta e mesmo morta de curiosidade me entreguei plenamente aos cuidados daqueles dois homens e desfaleci de tanto gozar.
Naquela escuridão era impossível enxergar alguém minha única certeza era que um daqueles dois homens era meu marido e após ser colocada de quatro cai de boca naquele pinto que tanto judiou de minha xaninha mamando feito criança apesar de nenhuma experiência enquanto aquela boca que trabalhava em minha boceta e cuzinho foi substituída por um majestoso porrete que após algumas dificuldade se alojou inteirinho dentro de mim fazendo me urrar de tanto prazer.
Não sabia se gemia ou lambia o pinto do meu homem e quando aquilo tudo começou um vaivém maravilhoso dentro de mim esqueci completamente de meu marido para desmaiar de tanto prazer gozando copiosamente com aquele porrete cutucando fundo em meu útero.
Aproveitando minha total submissão meu invasor atolou o dedo em meu cu e apesar da grande dor adorei tal gesto e quando ele tirou tudo aquilo de mim e pincelou na entrada do meu cu gelei de medo e após muitas tentativas para minha decepção e também do meu invasor ele voltou a atolar tudo em minha boceta onde com algumas estocadas gemeu muito enchendo minha boceta de porra deixando me mortinha de tanto gozar.
Dava pra perceber que os dois conheciam muito bem o local pois mesmo na escuridão total os dois saíram de mim com um deles se posicionando entre minhas pernas lambia ferozmente minha boceta deixando me limpinha e acessa novamente.
Gozando feito louca percebi que era meu marido quando ele saiu de minha boceta e veio beijar minha boca dividindo comigo meu gosto misturado com uma grande quantidade de porra.
Teria cuspido fora não fosse ele neste instante enterrar seu mastro dentro de mim numa única estocada fazendo me gemer alto quase me engasgando engolindo toda aquela porra e confesso que só não o amaldiçoei porque entrou fundo e com poucas,como sempre gozou um rio de porra dentro de mim.
Neste momento ele apesar de ter gozado continuou duro dentro de mim e enquanto beijava minha boca gemia mais que o normal por isso alisei suas costas arranhando fundo e fui descendo ate encontrar pelo tato uma cabeça enfiada em sua bunda lambendo muito seu cu fazendo ele se contorcer todo para em seguida gozar novamente em minha boceta.
Estava passada com esse acontecimento que não estranhei quando ele foi descendo lambendo meu pescoço seios barriga ate chegar em minha boceta ficando de quatro e co isso percebi que ele dividia sua atenção em minha boceta e com aquele homem atrás dele que pelo movimento do seu corpo indo e vindo em mim dava a clara intenção que estava sendo enrabado.
Confesso que fiquei muito enciumada com o prazer que o filho da puta tava tendo sendo que sempre negou isto a mim e muito triste e magoada acabei adormecendo não vendo o desfecho da trepada.
Acordei já com o sol a pino e após um bom e delicioso café tentei saber dele o que tinha acontecido conosco com ele se desvencilhando da conversa.
Ele fugia de mim o tempo todo e após o almoço deitei junto a ele na rede na sacada da varanda e quando toquei no assunto ele quis fugir depois quis me agredir quando perguntei se era meu cunhado que estava conosco a noite e vendo minha reação inesperada ele baixou os olhos enquanto lagrimas corriam de seus olhos saindo dali muito decepcionado com nossa conversa.
Estava sem ação quando minha cunhada veio sentar ao meu lado e enquanto conversávamos ela me confidenciou que seu pai não transa a anos com sua mãe e quando perguntei como ele se vira ela me respondeu:
-Ele não esteve com vocês ontem a noite.Agradeço por vocês ter ficado com ele assim pude dormir sossegada.
E durante nossa conversa esclarecedora descobri que desde pequenos eles são” obrigado” a satisfazer sexualmente seu pai que descobriu que o filho,meu marido,é o único que agüenta seu porrete no cu,por isso é obrigado a dar o cu ate hoje para o papai.
Após me abri com minha cunhada sobre meu relacionamento com seu irmão e por ela pedi minha ajuda pedi que me encontrasse a noite no quarto do pai.
Esperei ansiosamente pela chegada da noite e com isso tive que trocar varias vezes a calcinha de tão molhada que ficava e surpresa comigo mesma com a puta que tinha me tornado em tão pouco tempo.
A noite após um bom banho vesti uma camisolinha bem curtinha e transparente,uma minúscula calcinha que peguei emprestada de minha cunhada que me informou que seu pai adora e meu marido ao me ver assim quis transar comigo que sai rapidinho dali informando que se quisesse me comer teria que ser no quarto do seu pai.
Quando rumava pra lá encontrei minha cunhada de pijama com uma calcinha preta na mão e quando íamos entrar avistamos meu marido vindo em nossa direção todo apreensivo e quando chegou perto de nos sua irmã entregou a calcinha pro meu marido enquanto dizia:
-Vesti pro papai maninho.sei que você gosta.
E muito surpresa e com o tesão a flor da pele beijei loucamente sua boca enquanto sussurrava em seu ouvido pedindo que vestisse pra.
Pela primeira vez na vida notei meu marido todo excitado e feliz com a calcinha socada em seu rabo todo lisinho e depilado.
Meu sogro e sogra levaram um baita susto quando entrei beijando a boca de minha cunhada e de meu marido e após uma transa frenética entre nos três onde obriguei ele e sua mulher a ficarem no sofá me posicionei de quatro na beirada da cama e enquanto minha cunhada comia seu irmão no tapete informei a ele que meu cuzinho seria dele mais somente depois que ele saciasse minha sogra.
Enquanto gemia fazia caretas dedilhando minha boceta com dedos atolados no cuzinho vi meu sogro fazer minha sogra gemer como a muito não gemia,segundo ela e enquanto nos beijava ele socou tudo aquilo em meu cuzinho que apesar de ver estrelas agüentei firme e após ele gozar enchendo meu cu de porra caiu pro lado tencionando dormi quando meu marido saiu de sua irmã e caiu de boca sorvendo todo meu gosto no pinto de seu pai e vendo ele duro sentou nele que sumiu com grande facilidade em seu cu enquanto cavalgava gostoso gozando muito em minha boca enquanto minha sogra gemia muito na boca da filha
E foi assim que nos tornamos uma família mais unida e mais cúmplice um do outro.
Hoje meu marido esta muito mais carinhoso e delicado sendo que na fazenda e o homem responsável que ate engravidou a filha de um dos caseiros porem quando nos reunimos na casa de papai ele se transforma e Rebeca vestido com minhas roupas e sapatos onde eu minha cunhada minha sogra e Rebeca rebolamos gostoso na pica de papai que adora comer meu cu causando muito ciúme em meu marido.
Beijos.
camiledycarlli@bol.com.br

 

 

Picolé

Há muito tempo Pedro não via a cdzinha oriental, sua ninfetinha, Andreia. Semanas após o vestibular, ela se foi e o contato entre eles se perdeu. Pedro não sabia o que fazer até que, em uma noitada, encontrou a menina, agora universitária, toda montada, e mais sexy do que antes. O corpo liso mostrava que depilação era desnecessária para Andréia. Seu visual era mais feminino, mais delicado, enfim, a menina se tornava mulher...

E isso pedia uma comemoração, pensou ele. Ao reencontrá-la na pista de dança, a velha cumplicidade voltou e o funk inicial se transformou em uma pegação digna de quarto escuro. Pedro passava a mão nas pernas, agarrava a cintura, beijava fortemente Andréia e a chamava de coisas como "minha putinha, "minha cadela", enquanto roçava seu pau duro nela. Tanta pegação terminou em um convite educado para que se retirassem. Com o tesão a flor da pele, entraram no carro e mal se seguravam.

- Quanto tempo, Andreia, sua gostosa..
- Ai, Pedrinho, meu querido, tire a mão da minha perna...que saudades.
- Me dá mais um beijo, putinha gostosa...
- Sim, meu macho..

Pedro nem ligava mais para a mancha melada na calça, facilmente visível pelo volume nada discreto de sua vontade de penetrar, mais uma vez, aquele corpo suave e liso de Andréia.

- Vamos lá em casa?
- Claro. Vamos sim. Mas agora sou universit...

Antes de terminar, Pedro lhe deu mais um beijo ansioso.

- Calma, querido...

Andréia não se aguentava de tesão. Sentia sua calcinha entrar no rego, tamanho o tesão pelo reencontro com Pedro. Suando, tentava disfarçar.

- Ah, gostosa, quer ver seu macho de novo, não é?
- Não, não é isso...

Andréia sentia aquele conflito de algumas crossdressers iniciantes, quanto ao próprio pênis. Talvez isso acabasse naquela noite, pensou enquanto fantasiava sobre o reencontro. Lá fora, a paisagem parecia cada vez mais distante, e logo se pegou tentando se masturbar. Viu que Pedro não notou e disfarçou logo.

Pouco depois, chegaram à casa de Pedro.

- Lembra quando nos vimos a primeira vez, gata?
- Claro, querido.
- Então, entre...

Não foi possível entrar andando. Pedro a colocou no colo e a levou até o sofá.

- Minha japonesinha gostosa..
- Ai, ai...delícia...

Pedro abriu o zíper e Andréia se preparou.

- Sabe, ele está com saudades de você.
- Sim?

Andréia curvou a cabeça com a delicadeza de uma gueixa e começou a chupar o pau melado e duro de Pedro.

- Ai, delícia...você é ótima. Andréia, tanto tempo sem te ver...eu até tentei outras "meninas", mas nenhuma era como você.
- humm...sim...humm..ah..nnn..
- Você é uma putinha linda...tanto tempo...e parece que se lembra do meu corpo com detalhes.
- humm...ahhhh..sim, querido....

De repente, Pedro agarrou os cabelos de Andréia e a forçou até seu pau. Andréia sentiu o tesão pingando em sua calcinha. Tentou escapar, mas logo cedeu. Pedro sorriu.

- Querida, você está me chupando deliciosamente, mas espere um pouco.
- O que? Não, querido..deixa eu continuar...
- Calma, eu já volto. Sente-se aí.

Andréia se sentou e tentava esconder seu pênis duro sob a calcinha...sem graça. Pedro voltou com um isopor.

- O que é isso, macho?
- Nada, só umas cervejas.

Sem deixar passar mais um instante, sentou-se no sofá.

- Sabe, estou com saudade deste cuzinho gostoso...que tal você se sentar no colo de seu homem?
- Ai, delícia...sim...

Sem graça, Andréia tirou a calcinha e logo se virou de costas para Pedro. Sentou devagar. Após Pedro, ela teve poucos namorados e ainda não tinha flexibilidade para uma sentada brusca.

- Querido, devagar..
- Claro, dedéia...
- Ai que saudades deste cacete...
- Sim, dedéia...e eu morro de saudades deste seu cuzinho delicioso...ah...tá entrando...
- Sim, devagar....por favor...ainda não me acostumei...
- Calma, querida...mais...olha como entra. Sente ele latejando duro em seu rabo...minha putinha..mais um pouco..
- Ai, a cabeça..
- Sim, entrou. Agora você tem que ser uma boa japonesinha putinha e escorregar no meu pau...
- Ai, Pedro, eu te amo...humm..aii...nossa...

Andréia sentia-se bem, pois Pedro não a via de frente.

- Você é uma vadia gostosa...senta mais.
- Querido...ai..ah..me abre todinha...
- Vamos começar a cavalgada?
- Claro, amor...
- Sobe...
- Desço.
- Sobe...
- Desço...

Andréia sentia mais e mais tesão. Sua calcinha preta já não escondia seu pênis duro. Sentia vergonha e tesão ao mesmo tempo. Até que, de repente, sentiu algo gelado encostando na cabeça de seu pênis. Ao abaixar os olhos, viu a mão de Pedro segurando um picolé de limão. O susto a fez cavalgar bruscamente e seu pênis se retraiu.

- Ai....o que é isso?
- Gostou? Você vai gostar.
- Não, não...espera

Pedro a segurou com força enquanto a tocava com o picolé bem na cabeça do pênis.

- Ai, pervertido, o que é isso?
- Vou te fazer sentir tesão como mulher. Uma mulher com clitóris!
- Ai...uii

Andréia tentava sair, acelerando mais ainda os movimentos. Seu cuzinho esquentava e seu pênis esfriava, encolhia, enquanto Pedro socava mais forte.

- Ai, pare...não...eu...eu...
- Vamos, putinha...clitóris...
- Ai...eu quero me masturbar...
- Você vai...mas com o picolé junto.
- O que? Não, não...eu..

Pedro agarrou a mão direita de Andréia e a levou até o próprio pênis.

- Bate uma siririca com o picolé agarrado. Depois pode chupá-lo.
- Ah...ai...

Andréia pensava em seu pênis encolhido como um clitóris...um clitóris diferente...e lentamente começou a se punhetar com o picolé junto ao..clitóris. Pensamentos loucos lhe passavam pela cabeça, mas a sensação de culpa sumira. Enquanto isto, Pedro aproveitou para agarrar seus peitinhos e socar mais forte naquele tão desejado rabo oriental.

O tesão continuou até que o picolé estivesse na metade. Foi neste momento, sonhando com vários Pedros lhe alisando e comendo que ambos gozaram. Andréia sentiu as contrações do pau duro de Pedro em seu rabo enquanto ela mesma gozava de uma maneira estranha, diferente.

Após o orgasmo, Andréia levantou-se e pulou em cima de Pedro, beijando-o loucamente.

- Gostou, tesuda? Senti sua falta.
- Eu também, querido...
- Da próxima vez, vou querer você de biquini preto, fio dental.

Andréia sorria e chupava o picolé misturado com seu próprio gozo e se sentia livre, leve e solta. Pedro sentou no sofá e continuou alisando as pernas de Andréia. No dia seguinte, Andréia chegou atrasada na aula. Atrasada, mas feliz. Parou na cantinha, comprou um picolé, deu umas chupadas e se lembrou de Pedro. Imediatamente foi ao banheiro. Eles ainda se encontrariam novamente...

Fim

O vizinho da rola grossa

Olá pessoal, vocês já devem me conhecer de outros contos neste mesmo site, meu nome é Wicca. O que contarei agora aconteceu comigo ontem (Domingo, 20 de Dezembro de 2009), e ainda estou com o corpo todo doido.

Me mudei para um condomínio a cerca de dois meses, não falo e nunca falei com nenhum de meus novos vizinhos, ultimamente estou mais caseiro e pouco saio. Ontem fui ao shopping com alguns amigos, a fim de enriquecer meu guarda-roupas, para uma viagem que farei daqui há alguns dias. Foi uma tarde muito agradável, mas eu nem podia imaginar o que aconteceria antes do dia acabar.

Voltei para casa, estava uma noite quente, e não tendo nada para fazer nem para assistir, desci e fiquei no jardim lendo um livro. Minha atenção foi voltada para um cara de uns vinte e poucos anos, com um tom de pele bronzeado digno de quem freqüenta praia. Devia ter 1,80m, uns 80 kg, estava de bermuda e sem camisa, acredito que em seu peito se podia lavar roupa tranquilamente. Eu já o tinha visto algumas vezes, e confesso que na primeira vez que o vi, não pude deixar de ficar excitado.

Ele me perguntou, mostrando um cigarro:
- Você tem fogo?
- Não – Respondi o olhando dos pés a cabeça.
Ele deu uma ajeitada na rola, e isso me levou a loucura. Ele se apresentou dizendo que seu nome era Pablo.
Ficamos ali, em silencio por algum tempo, as vezes ele mexia no pinto (Que parecia já estar duro)e eu olhava discretamente por cima do livro. Me assustei quando ele pegou meu braço bruscamente e disse sem delongas:
- Eu já saquei a sua seu viadinho, você não tira os olhos da minha rola! Você quer levar essa rola nesse seu cuzinho arregaçado, quer?
Olhando para os lados, ele continuou:
- Tem alguém em sua casa – Fiz que sim com a cabeça, pois moro com meus pais.
Fiquei num misto de excitação e medo, ele se levantou (Ainda segurando meu braço com força), e saiu me arrastando discretamente.

Me levou ao térreo de nosso bloco, trancou a porta social do prédio (É totalmente proibido deixar a porta aberta), sentou na escada, e disse colocando o pau pra fora:
- Chupa essa porra!
Seu pau era assustador, devia ter uns 19 cm , e era muito grosso. Comecei a chupar, mas seu pau era tão grosso que mal cabia na boca, eu chupava com certa volúpia, engolindo-o até o talo (Coisa que não foi fácil de fazer!), ele dizia coisas obscenas, enquanto metia em minha boca com força.

Ele disse:
- Abaixa as calças que agora você vai ver o que é um rola grossa no seu cuzinho!
Isso me assustou, pois seu pau era muito grosso, e enquanto eu fazia o que ele mandara, ele colocava uma camisinha que tirara do bolso (Não sei, mas alguma coisa me diz que ele já tinha tudo em mente!). Ele deu cuspão em sua mão e passou em meu rabo, deu uma ajeitada colocando seu membro na entrada do meu cú, e segurando minha cintura, me puxou contra si com muita força, enterrando seu pau por completo em minha bunda, Senti aquela rola grossa rasgar todo o meu cú.
Ele mandou:
- Vai seu viadinho, rebola na minha vara!
Comecei a rebolar, e mesmo de costas para mim podia imaginar as caras de prazer que Pablo esboçava enquanto me xingava baixinho.

Fiquei ali rebolando por algum tempo, meu rabo já estava laceado das estacadas fortes que ele me dava, de repente a luz da escada acendeu (A luz se acende automaticamente por um sensor de movimento), rapidamente levantei minhas calças e ele fez o mesmo, seu pau estava visivelmente duro sobre a bermuda. Era uma maldita criança que atrapalhara aquela foda gostosa, após ela sair retomamos, desta vez ele me comeu em pé e com muito mais força. Como ele era mais alto do que eu, tive de ficar na ponta dos pés, o que me deixou com uma super dor nas costas (Mas valeu a pena!).

Nossas posições foram limitadas, devido ao local e a situação, já estava com o cú pegando fogo, quando ele anunciou que ia gozar, rapidamente se levantou me colocando de joelhos, e disse:
- Implora pelo meu gozo viadinho!
Fiz prontamente o que ele mandou, pedindo e implorando para que ele gozasse na minha cara. Ele o fez enchendo minha boca com sua porra quente, eu engoli tudo, e o chupei por alguns minutos. Ele me levantou e me deu um beijo na boca que jamais esquecerei, fechou o zíper da bermuda, e antes de subir as escadas me disse:
- Tô vendo que vou ter que te comer mais vezes!

Esta noite mal dormi querendo mais daquela rola grossa, estou esperando a próxima vez. Se você gostou deste conto (Ou dos outros), e está a fim de conhecer um garoto totalmente liberal, me mande um e-mail. Curto homens sarados, com corpos definidos ou que tenham um corpo legal.

Estou esperando seu e-mail, um beijo no seu...

wicca.hz@hotmail.com

 

Corno verdadeiro

Mas fantasia ou realidade, a verdade é que há muitos homens cornos, ou com o desejo concreto de o ser.
Eu me enquadro nesse meio, não fui corno por acaso, aliás, como muitos, me esforcei para me tornar um.
Casei-me com uma mulher bonita, com um corpo muito bonito, desde o início sempre fomos muito safados na cama, ela estava sempre pronta, e com um tesão incontrolável.

Nós, os cornos, temos adoração por nossas esposas, mas a minha, não vou dizer que seja o que não é Tenho lido muitos relatos de cornos, uns verídicos e outros tantos muito fantasiosos.
. Diria que é uma mulher normal como tantas, mas é a minha mulher, isso já faz a diferença. Negra, cabelos não muito compridos, mas muito bem cuidados, lábios carnudos, olhos negros, (tem um jeitinho safado de olhar), seios médios, coxas grossas, bumbum redondo e em pinado, uma xoxota com poucos pêlos, sempre muito bem aparados.
Como eu disse, não fui corno por acaso, começou mais ou menos numa brincadeira, falávamos de nossos antigos namoros, e ela me contou uma transa com um ex dela, dizendo que ele tinha um “pau enorme”, algo que mexeu comigo, e passei a imaginá-la com esse antigo namorado, mas nunca lhe disse nada
Aquilo não me saia da cabeça, passei a me masturbar pensando nisso, e meu desejo em ver ela com outro foi só aumentando, mas eu não tinha coragem de lhe contar.

Não sei se por causa desse desejo de ser corno, comecei a ver muita sensualidade nela, e comecei a dar algumas roupas provocantes, comecei por uma minissaia, e fui aumentando, sempre elogiando-a quando vestia uma roupa mais ousada, seguiram shortinhos, calças justas, roupas transparentes, e uma infinidade de calcinhas, modelos e cores, mas primava sempre pelas minúsculas e fio dental.

As vezes cheirava as calcinhas dela no banheiro, mas nunca sentia nada, até que um dia percebi que algo estava diferente, ela por si só estava muito cuidadosa, qualquer saída que ia dar, sempre se arrumava com esmero, pensei: “se ainda não me corneou, não demora”, mal sabia eu que já estava levando pontas a meses.

Um dia saímos os dois, e a deixei no banco pra pagar algumas prestações, a tarde quando cheguei, notei que a roupa que ela havia usado estava no varal, uma calça preta, uma blusa verde e o conjunto de calcinha e sutiã preto, tive a certeza, precisava agora de paciência para fazê-la me contar.
Ela se tornou ainda mais carinhosa comigo, e eu também com ela, eu sabia, mas queria que ela me contasse, e comecei a dar dicas, as vezes dizia que amava-a tanto que aceitava até um traição, desde que ela me contasse antes que outras pessoas viessem me contar.
Em nossas transas gosto de chamá-la de puta, safada, gostosa vadia, cachorra,(coisas que ela também adora) e numa dessas que a chamei de puta ela disse-me: “puta dá pra mais de um...” e no embalo falei: “minha putinha dá pra quantos quiser, minha putinha tem dado muito?” e continuei provocando :“tem dado essa bucetinha gostosa pra outros machos? Heim? Tem provocando muitos homens com essas suas calcinhas safadinhas né”, ela gemendo louca de tesão soltou :”... não... pra muitos não...” eu enlouqueci, bombava freneticamente em sua xaninha e falava cada vez mais coisas:” ele te pega assim? Heim putinha? Te fode gostoso assim? “

Ela doida de tesão começou a dizer coisas também:”... ai amor... eu não queria... mas aquele tarado é um bruto...” explodimos num gozo intenso, e ficamos um tempão abraçados sem nada dizer.
Após no s recuperarmos perguntei-lhe quem era o tarado bruto, queria saber de tudo, mas que não me escondesse nada. A seguir passo o relato para as palavras dela, serei o mais verídico possível, pois são palavras que nunca esquecerei.
“ È o Meneses, um colega de curso, houve um dia que saímos mais cedo, e ele ofereceu carona a mim e a outra colega, só que ela ficou primeiro, ele então me chamou pra conversar, disse que há tempos queria falar comigo, eu disse que tudo bem, ele então se dirigiu a um bairro novo com poucas casas e pouca iluminação, ficamos conversando e quando vi já estávamos nos beijando, ele disse: ”há tempos que tenho notado você, e tenho um desejo louco por ti.” Confesso que também deseja ele, então fomos pra um motel, quando lá chegamos ele me colocou na cama, tirou minha calça, quase rasgou minha calcinha, e começou a me chupar e bolinar meu cuzinho com um dedo.

pedi pra chupar ele também claro, quando ele tirou o pau pra fora assustei, ele sorriu e disse: “ nunca viu desse tamanho?”, nunca mesmo, enorme, grosso e reto, com a cabeçona vermelha, não consegui colocar nem a metade na boca, fizemos um 69 comigo por cima, ela me lambia desde o clitóris até o cuzinho, e ficava me enfiando o dedo , sentei então naquela tora e fui escorregando mas não conseguia por tudo, ele então me virou ficando por cima, e enfiou tudo, eu gemia e pedia para ele parar, mas ele ria e dizia: “ vai levar vara nessa buceta pra aprender, e vai dar pra mim sempre que eu quizer...” eu falava que seria só aquela vez que eu era casada, ele ria mais ainda e falava: “quem provou dessa pica sempre quer mais, você vai me dar é só eu querer, você agora é minha...” me fez gozar como uma louca.
Quando me deixou aqui próximo pensei, nunca mais saio com ele tarado, ele me deixou quebrada.
Passado uns dois dias saímos mais cedo novamente, ele nos ofereceu carona novamente, pensei em recusar, m as fomos todos, e mais uma vez ele deixou as outras meninas primeiro, quando estávamos sós ele disse: “ então, ta com saudade do meu pau?” falei:”você sabe que não podemos ficar de novo, meu marido pode desconfiar”, ele deu uma grande risada e respondeu: “ seu marido? Seu marido pode desconfiar de quê? Da puta que tem em casa? Seu marido sabe bem o que você é, e acho até que gosta, conheço bem mulher de corno, ou você acredita, que homem sério deixa a mulher usar essas roupas e calcinhas que você usa? Me engana que eu gosto” tentei retrucar: “ não fale assim do meu marido! Você não o conhece!”, ele riu debochando: “ tudo bem não vou mais falar do corno, vamos logo que meu pau já ta estourando”, seguiu pro lugar que se tornou repetitivo, nunca mais me levou num motel, estacionava sempre numa ruazinha escura e me fodia como uma puta de rua, e ria das vezes que me fazia goazar, lambia meu cuzinho e dizia” vai se preparando, que um dia vou entrar pela porta dos fundos”

E assim tem sido meu amor, sou mesmo uma puta, pois ele não me deixa, mas não faço por obrigação, gosto mesmo de dar pra ele, mas nunca dei pra mais ninguém. Pode fazer o que você quiser comigo”.
Na hora acalmei-a dizendo que a amava, e fudemos como nunca, foi uma noite de loucura. Nunca vi ela com ele, mas ela sempre me conta quando fica com ele, e as vezes chega toda inchada de levar vara dele, e isso já passam alguns meses.
Quero contatos como homens iguais a mim, que veneram sua mulher, que sabem que sua esposa dá pra outro, e que goste de trocar relatos de suas experiências.

lupera@bol.com.br

Marcia Negra Casada e Gostosa

ou começar me descrevendo, tenho 45 anos, 1,77 de altura, 80kgs. Dote de 19cm de comprimento por 6cm de diâmetro, discreto e muito sigiloso, já iniciei alguns casais e talvez por isso transmita mais segurança aos casais.

Um casal resolveu me adicionar no MSN daí por diante conversamos varias vezes, e eles se descreveram como ela sendo negra um pouco acima do peso, 1,68 de altura, simpática, ele muito serio Uruguaio altura e peso proporcionais.
No inicio eles me contaram que a fantasia deles era dela sair com outro cara se encontrarem e irem para um motel e durante a transa que ela ligasse para ele contando como estava etc. etc.

Após varias conversas, acabamos marcando o primeiro encontro, ela iria sozinha(pelo menos não percebi ninguém a acompanhando nem de longe), cheguei no lugar combinado conversamos rapidamente fomos para o carro, conversamos mais um pouquinho para eu ter certeza que ela realmente estava afim(a pior coisa que tem é sair com alguém que quer apenas satisfazer os desejos do parceiro, parece que estamos com uma boneca inflável) , daí acertamos que iríamos a um motel, entramos, e logo já estávamos no maior dos amassos, dei um jeitinho e fui tomar uma ducha, depois ela fez o mesmo e demos continuidade em nossas brincadeirinhas ela passou a chupar me pau bem gostoso, só quem já saiu com uma mulher negra para saber como elas são quentes, logo já estávamos no papai e mamãe, ficamos assim por vários minutos, então ela me disse que tinha ficado de ligar para o maridão corninho, eu disse que tudo bem, então falei pra ela ficar de quatro me posicionei atrás dela e fiquei naquele vai e vem lento enquanto ela ligou para ele, começaram a conversar, percebi que ele perguntou algumas coisas e isso me deu mais tesao ainda, então passei a socar mais fundo com mais força ela começou a gemer inconscientemente, dali a pouco ela se entregou por completo eu acariciava a bundinha dela, molhava meu dedo e alisava aquele cuzinho lindo dela, e falava que queria comer ele, ela rebolava mais ainda e dizia que hoje não, ficamos assim mais um tempo até que avisei que iria gozar, então ela saiu rapidinho ficou de frente pra mim abriu sua boquinha, e mandou gozar ali, eu esporei tudo mesmo, ela limpou tudinho deu um sorriso gostoso, e me pediu para levá-la embora, levei e estranhei pois na despedida só me deu um beijinho no rosto.

Marcamos outro encontro e ai falei pra ela que ela foi embora meio estranha, então ela me disse que quando eu a deixei ela correu para o trabalho do marido e beijou ele um tempão, pois ele queria sentir o gosto da boca dela assim ainda toda esporrada só então eu entendi o comportamento dela.

Nessa segunda vez, fizemos praticamente as mesmas coisas só que quando falei para ela que iria comer o cuzinho dela, ela não disse nada então entendi como que tudo bem, enquanto ela estava de quatro meu pau na sua bocetinha, eu fui lubrificando aquele cuzinho gostoso pondo um dedinho, depois dois, quando estava bem relaxado iniciei o terceiro, então percebi que ela estava pronta, mandei ela ligar para o maridão corninho e ela o fez de imediato, só que quando começaram a conversar eu avisei ela que iria comer seu cuzinho, ela então passou a contar para o maridão que eu estava metendo no cuzinho dela conforme eu dava uma empurradinha ela se contraia eu mandava ela relaxar ela relaxava eu dava mais uma empurradinha ela gemia e assim foi até que senti minhas bolas batendo na bocetinha dela anunciando que o cuzinho dela tinha engolido meu pau todinho, então passei a fazer um vai e vem e ouvia ela dizendo pro corninho que eu estava arrombando o cuzinho dela, que a noite ele iria sentir ela mais larguinha(depois ela me contou que o pau dele tem 14cm de comprimento e fininho), e quanto mais ela falava mais forte eu metia, ficamos assim uns 20 minutos, ai resolvi dar uma paradinha, tomei uma água, ela tinha até esquecido o cel.

Ligado e nem lembrou mais do marido, ficamos abraçados nos curtindo gostoso, ela me falando que tinha adorado, e se eu quisesse poderíamos repetir muitas outras vezes, pelo menos enquanto o marido dela permitisse, e eu claro achei ótimo. Daí a pouco ela veio me dizer que o marido dela tinha uma fantasia diferente e que se eu não ajudava ela a realizar, eu disse que tudo bem (era o mínimo que poderia fazer pra retribuir todo prazer que essa mulher estava me dando), então ela me contou que ele tinha vontade de ficar por baixo dela quando ela estivesse de quatro, e enquanto eu estivesse metendo nela ele queria chupar o grelinho dela, de imediato saquei o que ele queria, eu pensei e disse que se fosse para dar prazer a ela faria sim sem problema algum.

Fomos embora e já combinamos outro encontro para quarta feira da semana seguinte, no horário marcado La estava ela, só que acompanhada de um cara alto, mais ou menos 1,80 de altura, mas logo imaginei que era o marido dela.

Conversei rapidamente com ela ele muito seco só me cumprimento e não disse mais nada o trajeto todo, entramos no motel, como ele estava presente pela primeira vez ficou um clima diferente, mas pedi licença fui ao banheiro e quando voltei ela já estava apenas de lingerie, e ele de cueca, daí cheguei nela e começamos nossas caricias, ele ficou de lado assistindo td e ao mesmo tempo se masturbando, fizemos muito oral um no outro, o papai e mamãe e ele não desgrudava os olhos de nada, ai mandei ela ficar de quatro ele ficou totalmente inquieto, então eu o chamei para bem pertinho, falei para ele ver meu pau sumindo inteirinho dentro dela, ele viu então falei pra ele sente e mandei ele segurar o meu pau enquanto ele deslizava para dentro dela ele meio timidamente o segurou e foi conduzindo para dentro dela foi até o final fiz novamente e pelo que percebi ele adorou a experiência. Meti nela assim algum tempo então ela chamou o maridão corninho conversou baixinho com ele e ele foi se ajeitando por baixo dela, se posicionou bem em baixo da bocetinha dela, e começou a chupar o grelinho dela timidamente e dali ele tinha total visão do meu pau entrando e saindo de dentro dela, logo senti algo quente no meu pau era a língua dele senti que ele timidamente começou a chupar o meu pau junto com a bocetinha dela, essa negra parecia um vulcão em erupção quente rebolava mais que passista de escola de samba, um show de mulher , tanto que avisei que não iria resistir muito mais, então ela saiu e correu chupar meu pau e puxou o maridão corninho junto com ela e ai ela o largou chupando meu pau sozinho e veio ate minha boca e ficou me beijando e nos dois nos acariciando como se fossemos um casalzinho de namorados, enquanto o maridão corninho ficou La chupando o meu pau até que comecei a esporrar, pensei que ele iria largar o meu pau mas para meu tesao maior, ele continuou e sugou tudinho, chupou até secar a ultima gota de porra ai pensei que ele iria parar mas que nada continuou assim mais uns 10 minutos então meu pau deu sinais de vida novamente, ai falei pra ela que queria comer o cuzinho dela novamente, ela de imediato ficou de quatro mandou eu ir firme, me posicionei por trás dela e comecei a meter devagarzinho qdo percebi que ela tinha se acostumado comecei a meter forte e fundo, ela gemia e dizia pra ele “ta vendo é assim que tem que meter, assim que se come um cu, ta vendo porque ele ta arrombado, seu pau fica dançando dentro dele? É que o pau do meu macho é grosso e grande, vou dar sempre pra ele vc vai ter que se acostumar com ele assim todo arrombado” , ele assistia tudo se masturbando, avisei ela que iria esporrar novamente ela falava “vai meu macho pode gozar, me enche de porra enche sua putinha de porra que vou mostrar pro meu corninho” ai passei a esporrar novamente, quando terminei dei um beijinho nela e fui para o banheiro para deixar o casal mais à-vontade tomei cuidado para demorar o tempo suficiente para eles se curtirem.

Quando retornei percebi que ele tinha chupado toda porra que tinha escorrido do cuzinho dela e ela estava terminando uma bela chupada no pau dele, ele esporrou, foram para o banheiro e quando saíram já vieram se vestindo Eu pedi para fecharem a conta e fomos embora. Os deixei onde tinha os encontrado e depois conversamos pelo MSN novamente ele me falou que tinha gostado muito mas estava sem graça comigo, eu logo entendi porque, e disse que não tinha problema algum ele não era o primeiro que tinha essa fantasia, então ele se soltou e repetimos isso diversas vezes, nos tornamos amigos/amantes e sempre que temos oportunidade repetimos a dose.

Espero que tenham se identificado com o relato que foi real se quiserem conversar meu email sandro_garcia@yahoo.com.br

 

Na Duque de Caxias em Campinas

Estava eu na Rua Luzitana esquina com a Rua Duque de Caxias na cidade de Campinas, em 2005, local freqüentado pelas travestis, que lá ficam com a intenção de arrumar clientes, ali tem uma praça que fica cheia destas “meninas”, todas com imensas e apetitosas picas, semana passada conheci uma travesti recém chegada de Minas Gerais, morena, peituda, bunduda e com uma pica de 23 cm., seu nome é Luciana, quando a vi estava se masturbando em um ponto de taxi, me admirei com o tamanho de sua pica, fui até ela e perguntei quanto ela queria, de dinheiro para deixar eu a masturbar um pouco, ela me disse que se eu lhe pagasse vinte reais ela me deixaria chupar sua picona até encher minha boca de leite quentinho, topei na hora, me apontando um local escondido, falou para eu ir até lá que ela iria atrás, fui, ela já chegou com seu pinto na mão, me pedindo para chupar logo pois não estava agüentando de tanto tezão, pois ela iria esporrear muito já que estava sem gozar a sete dias, coloquei sua pica na boca, comecei a chupar e babar naquele monstro de um jeito que ela ficasse louca, depois que ela gozou, quase meio litro, eu perguntei se poderia lhe telefonar no dia seguinte, ela me deu o número de seu celular e me disse para ligar, disse ainda que nunca tinha sido chupada daquele jeito e que assim que sua pica ficasse novamente dura ela voltaria ali onde eu estava para ser novamente chupada até o final, dei uma volta enquanto isso, encontrei uma japonesinha com a pica na mão, se masturbava enquanto de olhos fechados punha três dedos no próprio cu, parei na esquina para mijar e neste tempo uma amiga dela começou a chupar sua pica, esperei ela estar quase gosando e cheguei, acabando com aquela putaria falei que queria fazer um programa com ela, ela então disse que só faria um programa comigo se eu fosse só passivo pois ela queria e precisava comer, não dar, adorei ouvir isso e topei, fomos até uma casa que abriga mas de trinta travestis, as mais bonitas e mais bem dotadas de cidade, chegando lá ela colocou um coxão no chão e já me pediu para ficar de quatro, nem me arrumei ali e ela já colocou sua pica no meu cú, bombou por uns dez minutos e me encheu o cu de porra, sim, ela me comia sem camisinha, depois me fez sair com a porra dela e sangue meu escorrendo pelas pernas, tratei de pegar meu carro e sair dali, no dia seguinte liguei para a Luciana e ela me falou que só estaria disponível depois das cinco e meia, fui na casa da Michelle que já havia me comido duas vezes, chegando lá ela falou que só seria passiva naquele dia, coisa que eu não queria, comi ela até gosar e fui embora, saindo do prédio dela liguei para a Luciana, falei que queria ser comido por ela e que estava a caminho de sua casa, quando cheguei La eu disse a ela que gostaria de fazer uma suruba com ela e uma amiga pauzuda, ela falou que isso não era difícil e ligou para uma loira lindíssima, peituda, bunduda e com uma pica enorme, ela chegou de vestido até os pés e na hora que o tirou pude constatar que não usava nem sutiã e nem calcinhas, bastou tirar o vestido para ficar nua, sentei na cama e comecei a chupar aquela picona, mau comecei e vi a Luciana chupando os peitos da loira e depois dividindo a pica dela comigo, chupei aquela pica por mais de trinta minutos, enquanto chupava a pica da loira era comido pela Luciana, aí a loira falou que queria me comer também, saiu da minha frente e foi atrás de mim comer meu cu, passei então a chupar a Luciana e a ser comido pela loira, passado algum tempo comecei a sentir minha boca e meu cu se encherem de leite quente, fui até o banheiro e quando volto a Luciana e a loira transavam entre elas, eram amantes a seis meses, í elas me contaram que transam todo dia e que se amavam, toda semana vou até o apartamento delas fazer uma suruba, já as comi, fui comido e até dominado e acho que estou apaixonado por elas.

Caso alguma travesti peituda e datadíssima queira me comer entre em contato, dinheiro não é problema...............

Ricardo
drandre@fernandoquercia.com

 

Castigo e recompensa do maridinho frouxo

Sou o escravo de minha esposa Raquel e é às suas ordens que escrevo este relato.
Nesse dia à tarde minha querida esposa convidara uma amiga para tomar chá lá em casa. Como faço de empregada doméstica preparei-lhes um bolo de chocolate de que Raquel gosta muito, vários tipos de torradas e um bule de chá que eu mesmo servi. Minha esposa fizera-me envergar um avental e por baixo da minha roupa vestia uma calcinha preta fio dental que uso sempre e que estava certo Raquel me iria fazer mostrar à sua amiga, Clarisse, pois minha esposa adora humilhar-me perante as suas amigas e amantes.
Clarisse começou por estranhar eu ficar servindo-as enchendo-lhes a chávena de cada vez que ela se esvaziava, e cortando-lhes as fatias do bolo, em vez de me sentar com elas a comer.
- Ele sabe muito bem qual é o seu papel no nosso casamento – disse-lhe Raquel. E como Clarisse quisesse saber porque razão eu sendo homem aceitava desempenhar uma figura subalterna a safada da minha esposa respondeu-lhe como sempre gosta de fazer.
- Homem, isto? De facto ele tem uma pilinha e um par de tomates no meio das pernas como os homens, mas coitado é tão mal servido de uma e outros que quando se punha em cima de mim eu nem sentia a coisa dele na minha vagina, não é verdade queridinho? E o pior é que ainda mal a tinha metido e já estava a despejar-me todo o leite, de maneira que se isto é um homem estamos conversadas.
Clarisse perguntou então se isso queria dizer que nós não fazíamos sexo ao que minha mulher respondeu afirmativamente.
- Era para mim uma enorme frustração fazer sexo com tal frouxo. Deixo-lhe tocar umas punhetas de vez em quando, quando ele se porta bem. Mas até é bom ter um marido assim. Sempre sonhei ter um homem que fizesse tudo o que lhe mandasse, e o Géninho quando compreendeu que nunca poderia ser um macho na cama, só para não me perder, aceitou passar a ser o meu escravo. E é um escravo de se lhe tirar o chapéu.
- Então ele não tem nenhum préstimo para satisfazer uma mulher? – voltou a questionar Clarisse.
- Com a pilinha não – confirmou minha esposa – Mas com a boca até consegue levar qualquer mulher ao orgasmo embora a única rata que ele já lambeu tenha sido a minha, já que antes de andar comigo o esporrador precoce nem sabia o que era uma mulher. E também tem jeito para segurar num vibrador com a boca ou com a mão e foder-nos com ele. Confesso que dessa forma já me fez gozar várias vezes.
- Então queres dizer-me que bacamartes de carne, daqueles bem avantajados, com os quais tanto te divertias nos nossos tempos da Faculdade, nunca mais voltaste a provar? – perguntou Clarisse com um ar muito maroto que a tornava ainda mais bela.
- Achas? – respondeu-lhe Raquel – Não penses que por estar casada a tua amiga tenha mudado assim tanto. Se este pila mole não me serve para a cópula eu não vou tomar o hábito e limitar-me aos minetes ou aos consolos postiços. Afinal pilas duras desejosas de entrar numa mulher carente como eu não faltam por aí.
- Queres dizer que corneias o teu marido e que ele o sabe? – perguntou admirada Clarisse olhando para mim.
- Claro – respondeu-lhe prontamente Raquel –Eu não te disse que ele é o meu escravo? Não és, Géninho?
Confirmei. E a conversa passou então a ser sobre os muitos amantes que minha querida esposa já teve, e sobre aqueles que ainda tem. Raquel contou como eu muitas vezes a lubrificava antes de ela ter relações anais com o seu actual amante, um negro chamado Antero, dotado de um cacete enorme, dos minetes que lhe faço após ela ter fodido com ele só para lhe aliviar o inchaço da rata, e por aí fora. Clarisse que é tão vadia como Raquel pôs-se por sua vez a relatar algumas das suas mais recentes aventuras, confessou gostar igualmente de dar o cu a um macho abonado, e que ainda recentemente no veículo de um amigo que a andava comendo tinha sido traçada por dois sujeitos que lhe tinham enfardado a rata e o olho do cu ao mesmo tempo. Minha mulher contou-lhe igualmente algumas DP’s que também fizera, e com aquela conversa eu que tenho mais tesão com os olhos e os ouvidos do que com o caralho, comecei a ficar com este em pé, o que elas notaram.
- Há quanto tempo o teu marido não despeja os tomatinhos, Raquel? - perguntou a amiga.
- Há uns três meses. Sabes que não se pode deixar os maridos submissos tocarem as punhetas que lhes apetece, senão eles tornam-se desobedientes. E não queremos que isso suceda, pois não Géninho meu amor?
Efectivamente eu não queria que isso acontecesse pois amo desempenhar o meu papel de escravo e de maridinho cornudo e frouxo. Assim como amo ouvir-lhe tais interrogações escarninhas dirigidas a mim quando ela está com outras pessoas, em que Raquel usa e abusa dos diminutivos e cujo objectivo é fazer-me concordar com ela, pois me deixam cheio de tesão. Por isso disse logo que não embora tenha acrescentado que ficar meses sem tocar punheta enquanto ela anda bem consolada com os cacetes dos outros seja a maior privação que a sua condição de minha dona me faz passar.
- Coitadinho – disse com comiseração Clarisse – de facto três meses sem o sequer alivio de uma mãozinha e assistindo às transas da Raquel, não deve ser nada fácil para um homem mesmo sendo um esporrador precoce como tu, Géninho. Eu própria que ainda anteontem gozei sobre o peso de um macho em cima de mim, confesso ter ficado bem excitada com a nossa conversa. E tu Raquel como tanto gabaste os talentos para o minete que o teu Géninho tem, em nome da nossa velha amizade será que te importarias que ele me fizesse um?
- Bem – a ideia não parecia agradar muito a minha esposa – como te disse este cornudo nunca teve outra mulher além de mim, pelo que não queria vê-lo habituando-se a petiscar noutras bocetas nem que seja só com a língua. Mas como és uma grande amiga consinto que ele te faça um minete na tua desde que não a vás lavar, me prometas mijar-lhe no final para dentro da boca, e que ele to faça vendada pois não consinto que veja outra vagina além da minha.
- Concordo perfeitamente – exclamou Clarisse batendo palmas – de facto sou de opinião que um homem que não sabe satisfazer uma mulher com o órgão do prazer com que a Natureza o dotou bem merece de vez em quando levar uma boa mijadela do nosso próprio órgão. Mas gostaria mesmo de comprovar se ele é efectivamente assim tão mal desenvolvido de órgão reprodutores como afirmas pelo que gostaria de o ver todo despido quando me estiver lambendo. Além disso não vejo sabor nenhum em ter um homem lambendo-me a boceta vestido.
- Quanto a isso não há problema. Vou mandá-lo despir-se todo pois até gosto que as minhas amigas e os meus amantes vejam o quanto este corno é desprovido de órgãos de macho.
Às suas ordens despi-me e quando Clarisse me viu com as calcinhas femininas ainda se riu mais.
- Também é bicha o teu corninho frouxo? – perguntou.
- Não, mas diverte-me vê-lo assim. Ainda que esteja certa que se o fizesse apanhar com um chorudo caralho pelo cu acima, iguais àqueles que no tempo da Faculdade nos fizeram gozar a ambas, o frouxinho até era bem capaz de gostar. Tão pouca carne tem o seu caralho que de facto o seu baixo – ventre mais parece o de uma moça. Por isso gosto de o ver com calcinhas femininas. É o único homem que gosto de ver com calcinhas femininas, e é só porque o Géninho tem a pila bem pequenina. Mesmo estando de pau feito ela é tão pequena que pouco volume ocupa na calcinha como vês.
- De facto – confirmou Clarisse tocando com as mãos por cima da calcinha o relevo insuflado do meu caralho – mesmo estando com tesão a pilinha do teu Gèninho não há-de medir mais de 10 cms. E os tomates também são assim tão pequenos?
- Nem 10 cms lhe mede a pila – assegurou minha esposa – Já lhe vais ver os tomates mas se quiseres ficar com uma ideia apalpa-os e já ficas com uma noção.
Com a mão igualmente por cima da calcinha Clarisse apalpou-me os baguitos. Eu sentia-me como um objecto mas oh, que bom aquilo era! Agradeci muito a Raquel por tal lembrança, afinal além das dela nunca outras mãos femininas me tinham apalpado tais partes.
- Que bolinhas tão pequeninas – confirmou Clarisse apertando-mas com força sem pudores –Só com a palma de uma mão consigo abarcar as duas e ainda me sobra muito espaço. E como elas esticam todas se as puxar. Até apetece arrancá-las. De facto deves ter a pila e os tomates mais pequenos do Mundo, Géninho, pelo menos nunca vi outros assim tão diminuídos. E que molezinhos são. A tua pila é que está dura apesar de ser bem pequenina. Quero vê-los. Baixa a calcinha.
Sua voz de comando fez-me lembrar a de Raquel. Baixei-as. Minha esposa já estava acostumada mas Clarisse muito se riu quando lhe exibi a pixota e os tomatinhos e pôde comprovar ao vivo o seu pouco tamanho.
- Eu também no lugar de Raquel fartar-me-ia de te meter os cornos ainda para mais se te vens com a facilidade que ela diz. Tu pelos vistos nem tens tamanho nem aguentas a verga tesa muito tempo, não é? Já lhe mediste a pila tesa, Raquel? Não?! Depressa vai buscar a fita métrica porque de facto um tamanho destes, assim tão escasso, merece ser registado.
A fita de costura indicou que mesmo tesa minha pica não media 9 cms pelo que Clarisse lembrou que deviam-na fotografar na marca assinalada o que foi feito como documento histórico. Só então Clarisse se mostrou disposta a deixar-me fazer-lhe o minete.
- Não me vou despir já que a tua esposa não quer que me vejas nua – esclareceu a convidada de Raquel – Vou apenas tirar a minha calcinha que tem mais pano que a tua e tu vais lamber-me a rata tal como ela se encontra, com a minha calcinha tapando-te os olhos, está bem?
Comentei que faria tudo o que minha esposa autorizasse mas que também estava excitado e ficaria ainda mais quando a estivesse lambendo pelo que no final eu muito agradeceria se me fosse concedida a dádiva de uma punheta ou então correria o risco de molhar a cama quando me fosse deitar.
- Não te preocupes queridinho – sossegou-me Raquel – se fizeres um bom minete na minha amiga, que a faça gozar tanto como quando mo fazes a mim, deixo-te tocar hoje uma punheta.
- E eu posso assistir? – perguntou Clarisse – Eu adoro ver homenzinhos frouxos que não se safam com as mulheres, tocando punhetas. São aliás os únicos que gostam de tocar punheta mesmo se estão com mulheres quentes, como nós as duas.
Minha esposa prometeu que Clarisse poderia assistir à minha punheta e que esta seria diferente de todas as que ela alguma vez presenciara. Clarisse então tirou com muita sensualidade sua calcinha azul – escura pelas pernas abaixo sem baixar a saia, após o que me vendou os olhos com ela. Ouvi-a então sentando-se no sofá.
- Anda, vem lamber-me o meu grelinho de puta com a tua língua de maridinho frouxo – e eu de quatro rastejei em sua direcção até sentir os seus joelhos apertando minhas orelhas e me puxarem até ao buraco do meio das suas pernas. Que cheirinho a vagina e a tesão de mulher, o mesmo odor que eu estava habituado a sentir quando Raquel me mandava fazer minetes nela.
- Queres que vá buscar um vibrador para o Géninho te foder com a boca? – Perguntou solícita Raquel.
- Não, obrigada amiga. Quero apenas que o teu corninho frouxo me faça gozar com um minete. Mas primeiro que comece por me lamber o cu. Não me lembro de alguma vez um homem me ter lambido o cu.
E eu fiz, ou fazer minetes não fosse a minha especialidade. Raquel diz que é para compensar eu ser quase frouxo de caralho. Senti que Clarisse levantara as pernas tornando o seu cuzinho macio acessível à minha língua e foi por ali que comecei o minete, passeando-lhe bem a língua no interior do olhinho. Clarisse ia-se masturbando e gemendo de prazer. Só ao fim de algum tempo é que a badalhoca me pediu para lhe atacar a cona o que fiz com ainda mais prazer pois prefiro lamber bocetas do que cus embora aquela também não estivesse bem lavada. No entanto não tinha pentelhos, minha esposa também faz depilação na boceta e eu acho isso muito agradável. Ao fim de quatro ou cinco minutos, e apesar de todas as fodas de machos abonados que já levara a putazinha depois de ter a greta e os lábios bem titilados pela minha linguazinha vinha-se abundantemente nela inundando-a de um líquido adocicado igual ao de Raquel quando gozava em mim..
- Engole-lhe o gozo, meio macho, como engoles o meu – exigiu esta. E eu engoli.
- Que tal querida? – quis saber minha esposa.
- Cinco estrelas de facto – anuiu a amiga – Pode não ter grande instrumento de macho mas mesmo só com a língua o teu Géninho não deixa uma mulher passar mal. Acho que bem merece a punheta que lhe prometeste deixar tocar no final.
- Acordos são acordos, concordo – assentiu Raquel – mas primeiro vais despejar como combinado, a bexiga dentro da boca que te deu tanto prazer para que o Géninho nunca se esqueça que mesmo com autorização minha tocar numa outra boceta que não a da sua esposa fá-lo-á merecer um castigo desagradável.
Na verdade não gosto nada que me mijem na boca nem que seja minha querida esposa e dona a fazê-lo e Clarisse tentou evitar-me tal punição mas Raquel não desarmou. Se queria tocar uma punheta tinha de engolir o mijo da amiga pelo que sem me ter sido removida a venda deixei que ela se sentasse no meu rosto e com a boceta mesmo por cima de minha boca vertesse dentro dela.
- Bebe tudo, queridinho – mandava minha esposa – esse é o preço que tens de pagar por teres feito gozar outra vagina que não a minha. A recompensa vais tê-la já a seguir. Bebe tudo senão quem te abre os queixos sou eu.
E de facto com as suas mãos abrindo-me a boca Raquel cuidou de fazer com que eu não desperdiçasse nada.
- Quero ver a tua língua fazendo de papel higiénico na vagina da Clarisse.
E eu com minha língua bordejando-lhe o interior dos lábios femininos removi-lhe todos os vestígios de urina como se ela fosse uma folha de papel higiénico de que Clarisse se servisse após ter usado o toilette. Mas podia agora tocar a minha ansiada punheta.
- Para esta punheta vou ter de me calçar a preceito – disse Raquel -. E já vamos os três saber se sempre gostas de sentir um esquisso no cu como me parece.
Quando me tiraram a calcinha que me vendava os olhos vi que minha esposa calçava uns sapatos negros de tiras, cujo salto embora fosse fininho como a minha pila media bem uns 20 cms de comprimento, o que não lhe permitia sequer andar com eles. Antero seu amante oferecera-lhos e ela por vezes usava-os na cama quando ele a queria comer, já que o excitavam muito. A mim também. Para além disso durante meu minete Raquel despira-se, vestia apenas uma lingerie escura e umas meias transparentes com ligas, dando-lhe quase até às coxas. Estava um tesão, pelo menos para mim.
- De quatro como as porcas quando vão ao macho de cobrição, miserável mineteiro – ordenou – Vais parecer uma porca perneta pois terás de levantar uma das mãos para poderes tocar ao bicho mas quero ver esse teu rabinho branquinho bem empinado.
Fiz tudo o que me era exigido, satisfeito por lhe estar obedecendo.
- Podes começar tocando punheta, porco.
Levantei minha mão direita e comecei o trabalho de mãos. Senti nesse momento a ponta do tacão dela arrebanhando a entrada do meu cuzinho, primeiro vagarosamente, depois com mais força fazendo pressão para entrar. Uii, aquilo era bom mas doía.
- Vamos porco, vou-te tirar as pregas do cu com o meu salto do tacão – escarnecia Raquel – Não precisas gemer muito que ele é tão fininho como a tua pilinha, não é mesmo queridinho? Quando ma metias eu nem a sentia lambendo-me as bordas, por isso tenho a certeza que o teu cuzinho não tem muitas razoes de queixa do caralho fininho que lhe arranjei mesmo tendo o triplo do tamanho do teu. Continua a punhetear-te e não te venhas já.
Clarisse teve então a ideia de colocar suas mãos por baixo da minha pilinha para que eu ejaculasse sobre elas, sugestão que minha esposa aceitou com agrado. Nesta altura eu já tinha o salto todo enfiado no meu cu e a pressão que ele me fazia na próstata era intensa, às vezes até insuportável. Mas ao mesmo tempo como aquela punheta ficava ainda mais excitante com aquele troço duro furando-me o rego.
- Vamos maridinho frouxo rebola-te todo no meu pau com o uma boa bichinha deve rebolar-se no pau do seu macho – e agora enquanto Raquel me violava atrás com força ia-me dando pequenos pontapés no traseiro. Ohhh, que bom! A pele do meu prepúcio estava toda puxada para trás e da cabeça do meu caralho já pingavam grossos fios do meu gozo. Não me ia aguentar mais. A recompensa de tanta humilhação e do meu minete chegava agora. Impetuosa, branquinha e quente. Nas mãos abertas em concha de Clarisse que apanhou tudo tal como eu apanhara o seu gozo e o seu xixi momentos antes. Raquel muito lentamente começou a tirar seu tacão de dentro de mim.
- Cuzinho apertado – comentou dando uma espreitadela para o meu aro começando a fechar-se – vou fazer isto mais vezes. E então gostaste do teu castigo e do teu prémio?
Sim muito. Tanto de um como de outro respondi com sinceridade.
- Um momento – proferiu Clarisse – tu Raquel já castigaste o teu maridinho por me ter feito gozar, e ele já teve o seu prémio pelo mesmo motivo. Acho que agora estava na altura de eu o castigar por ter evitado que te sujasse o chão com o seu gozo. Afinal tenho a porcaria dele nas minhas mãos e só vejo uma maneira adequada de a fazer desaparecer.
As duas olharam para mim sorridentes com ar de ironia e eu percebi como meu esperma iria desaparecer das mãos de Clarisse. Já tinha engolido tanta cosia naquela tarde, aquilo ia ser mais outra. Levando-me as mãos ao rosto Clarisse ordenou que com a língua de fora as lambesse até as deixar limpas, tal como um gato bebendo uma malga de leite. Bebi tudo demoradamente ouvindo-as chamando-me de puta glutona. Mas a verdadeira recompensa tive-a quando Clarisse se retirou. Minha esposa abraçou-me, beijou-me na boca dizendo-me.
- Portaste-te muito bem Géninho. A Clarisse adorou o teu minete que eu bem lhe vi na cara. E eu fiquei com tanta vontade de estar no lugar dela que até o Antero voltar dormirei contigo todas as noites e te deixarei fazer-me um minete. É claro que vou enfiar qualquer coisa nesse cuzinho de maneira a deixar-to sempre bem aberto como o cuzinho de um maridinho frouxo como tu que veste calcinhas femininas deve ter o seu. E até talvez te deixe tocar outra punheta mais cedo do que pensas.
Ohh, que feliz eu fiquei!
 

EUGÉNIO SADOC
 

Esposa infiel - parte VI

Recentemente fui internada com estafa e esgotamento físico que quase virou uma anemia,não fosse mamãe ter vindo passar uns dias aqui em casa para me socorrer.

Isto se deu porque com ela em casa eu não podia transar do jeito que gosto com meu boizinho os porteiros e alguns vizinhos.

Isto me deixou profudamente irritada e abatida tendo que ficar quase uma semana me contentando somente com o porrete de meu marido que muito mais me acendia o tesão do que saciava.
Por insistência de mamãe marquei um dia com meu medico e após a consulta ele resolveu me internar e entre o tratamento tive que passar por um terapeuta sexual onde ficou constatado compulsão excessiva por sexo.

Depois de quase dois meses internada minha única tara ainda era me exibir coisa que o medico disse ser natural.
Quando fui liberada contrariando mamãe principalmente resolvi vir embora de metro e ônibus o que para minha mãe foi um absurdo,comigo conseguindo se desvencilhar dela quando foi junto ao meu marido assinar os papais de minha liberação e buscar papai que nos esperava com o carro na garagem do sub solo.

Sem mesmo me trocar vesti uma blusinha por cima da bata que usava que tem uma amarração na cintura deixando me controlar o tamanho da saia.
Enquanto caminhava rapidamente para a saída lateral aproveitei para puxar a barra bem para cima deixando as dobrinhas da bunda de fora e enquanto caminhava sentia o vento levantando o fino tecido deixando minha calcinha a mostra.
Enquanto caminhava sentia um fogo na boceta que parecia incendiar a alma deixando me louquinha de tanto tesão com os bicos do seios a mostra coberto somente pelo fino tecido da camisola com a blusa aberta fazendo que todos olhassem para mim deixando cada vez mais maluca de tanto prazer.

No metro apesar de ter bastante lugares vagos me coloquei de pé frente a porta onde todos podiam contemplar meu lindo corpo quase nu sandálias tipo descalça cabelos soltos cobrindo o rosto e todo esvoaçado pelo vento.
Delirei quando numa freada mais brusca me segurei no ferro acima de minha cabeça esticando todo o corpo deixando minha bunda praticamente toda de fora com a calcinha apesar de comportadinha toda enfiada no rabo de propósito por mim.

Aproveitei para ficar assim por eternos alguns minutos de onde podia contemplar displicentemente a reação das pessoas sentadas ao meu redor.
Sentindo o corpo todo tremulo gozei como a tempo não gozava sem mesmo me tocar olhando um senhor sentado bem atrás de mim onde arrumava o imenso volume sob a calça social.

Tive que segurar firme para não cair e quando o metro parou na estação sé, fui arremessada literalmente para dentro do vagão sendo colada na parede com milhares de pessoas que mais pareciam animais em estourada querendo entrar todas de uma só vez.
Tive que me encostar na parede do vagão e sem ter onde me segurar me escorava nas pessoas para não cair.
Na estação seguinte entrou mais gente e com isso fiquei grudada na parede com um rapaz colado em mim ficando praticamente no meio de minhas pernas.
Sentia seu hálito em meu rosto e quando tentei sai dali para meu desespero ele entrou mais no meio de minhas pernas com seu mastro duro e em riste cutucando minha boceta sedenta deixando me molhadinha.
Quando o trem andou fui para cima dele e quando o trem parou logo em seguida ele voltou com mais força para mim fazendo me ficar nas pontas dos pés com tudo aquilo forçando a entrada de minha boceta fazendo me gemer alto já com a respiração acelerada e ele percebendo meu estado de total submissão abraçou minha cintura enquanto lambia minha orelha forçava minha boceta em seu porrete fazendo me arfar de tanto prazer.

Estava entregue com ele já massageando meus seios com uma das mãos e com a outra dentro de minha calcinha onde enfiava a ponta do dedo em meu cuzinho enquanto gemia beijando muito meu pescoço e orelhas.
Gemi alto atraindo a atenção das pessoas pertos a nos quando ele num gesto ousado levantou uma de minhas pernas enquanto beijava minha boca a forca afastou minha calcinha pro lado e após algumas rápidas dedadas atolou seu porrete descomunal em minha boceta fazendo me gemer alto,só não gritei de prazer pois minha boca estava ocupada sendo sugada avidamente pela dele que parecia quer me engolir tal a intensidade do beijos.

Estava entregue e como sou doida mesmo grudei em seu corpo abraçando o com minhas pernas onde fiquei suspensa no ar com as costas na parede enquanto ele me comia loucamente com estocadas vigorosas e fundas em minha boceta.
Perdi a conta de quanto já tinha gozado quando ele segurou forte em minha bunda chegando a rasgar minha calcinha quando ele num urro ensurdecedor inundou minha xana de porra que escorreu pernas abaixo chegando a sujar meus pés e o chão do metro.

Calmamente ele me colocou na posição normal sem sair de mim e enquanto beijava minha boca me chamando de louca senti seu membro escorrer pra fora de mim trazendo junto um rio de porra.
Ele ainda me beijava quando o metro parou em uma estação e ao abrir as portas notamos um grupinho de pessoas conversando com um dos seguranças e apontando para nos que neste instante saímos correndo de mãos dadas como dois adolescentes apaixonados e quando fomos cercados por outros seguranças ele mandou que pegasse a direção contraria a dele e enquanto ele era praticamente agredido pelos os seguranças corri para a rua onde peguei um táxi e rumei para casa onde todos me esperavam ansiosos.
Ao entrar em casa enquanto minha sogra sogro e cunhada distraia a atenção de mamãe fui levada para o quarto pelo meu boizinho e enquanto me banhava ele comia gostoso meu cu embaixo do chuveiro.

Após uma rapidinha fomos para a sala onde todos conversava animadamente com meu sogro e minha cunhada todos ouriçados ao me ver e quando minha cunhadinha se ofereceu para preparar um lanche para nos sendo seguida por meu boizinho tive certeza que ela ia rebolar gostoso no porrete do irmão na cozinha enquanto eu sentada de pernas abertas sem calcinha deixava meu sogro de pau duro chegando a babar de vontade de comer minha danadinha.
E foi assim que adormeci acordando horas depois deitada no sofá com a cabeça no colo de mamãe que fazia um gostoso cafuné em mim.

Conversamos muito e animadamente quando adormeci outra vez e quando acordei mamãe dormia gostoso comigo em seu colo.

Vendo aquele corpo lindo e gostoso sentei em seu colo colando meu corpo tremulo ao de mamãe que acordou assustada me abraçando em seguida envolvendo todo meu ser em seus braços e enquanto me molhava toda com seus carinhos em minhas costas e cabeça suspirava fundo em suas orelhas já arquitetando um jeito de transar com mamãe.

Beijos
camille

 

 

Meu Professor de Violão

Foi no final do ano de 2008, fui passar uns dias na casa da minha vó, na época comecei a gostar de colocar o dedinho no cu e sentar no cabo de vassoura, teve um dia que um colega de la me chamou para ir a casa dele para tocarmos violão, ele tem um 1,75, cabelos compridos, e magrinho, ja eu tenho 1,72, com uma bunda bem avantajada.
Chegando na casa dele, sua mãe que estava na sala, foi para o quarto para ver tv e para nos deixar tocando violão na sala, depois de um tempo tocando algumas musicas e conversando sobre outros assuntos, levantei do sofa e decidi entaum da uma investida para saber se ele queria me comer, perguntei se ele sabia como tocava uma musica, ele chegou por tras de mim colocou a mão no violão que estava pindura pelo meu pescoço e meu deu uma roçada muito gostosa, na hora saquei que ele queria me comer, mas como sua mãe estava na casa não teria como.
Me despedir e ele me chamou para ir na sua casa no dia seguinte tocar mais musicas, durante esse dia fiquei pensando como seria dar uma trepada com ele, no dia seguinte por volta das 2 das tardes fui a sua casa, chegando la perguntei onde estava a seu pai e sua mãe, ele disse que eles estavam trabalhando e voltariam por volta das 8:30 da noite. Ele falou que ia até a cozinha e falou para mim ir até o seu quarto, chegando la olhei para a tela do computador estava passando um video de um cara cabelo fudendo um mulher, fiquei em pé na frente do computador com um tesão danado, e esperando que ele chegasse no quarto. Enquanto eu estava vendo o video ele me chega por traz so de camisa e me roça aquele cacete de 19 cm, na hora eu arrepiei, virei, mandei que ele sentasse na cama, ele sentou eu comecei a chupar e mastubar aquele cacete lindo durante uns 15 minutos, pedi entaum que ele lambesse meu cu, me pois na posição do frango assado e começou chupar e lamber meu anus e colocava seu dedo la dentro, logo depois fomos para a posição 69 em fiquei por cima chupando seu cacete e ele amaciando meu cu para receber seu instrumento.
Chegada a grande hora me coloquei de 4 na cama, ele veio começor a pincelar meu cu so com a cabeça do seu pau, colocou a cabeça vendo que estava relaxado, concebeu um show de 19cm ao meu cu, num vai e vem ele me comia sem piedade e eu e ele gemiamos muito , depois me pois de ladinho me comia, e com sua mao em minha boca eu a chupa imaginando um cacete, pedi que ele deitasse pois queria fazer um bate estaca com ele , adoro bate estaca, sentei na pica dele sem medo de ser feliz, entaum deixei metade de pinto dentro de mim e traquei o cu e comecei a rebolar nossa era demais, falei para ele que queria muita porra no cu, comecei novamente a sentar com força ele me disse que ia gozar, senti um jato de porra quente dentro de mim, pedi a ele um copo peidei a porra no copo e a bebi todinha, depois de quase uma hora de sexo decidir tira um cochilo com ele, deitamos pelados na cama na posição de conxinha, com o seu pinto encostado no meu rabo dorminos durantes 3 horas...acordei com a cara cheia de porra.

julybigb.1988@hotmail.com

 

Fim de semana a três

Motivado após ler um conto de um grande amigo meu, no qual ele relata uma história vivida por nos dois, resolvi também contar uma historinha e é claro esse grande amigo estará envolvido até o talo... rs

Hoje tenho 29 anos e a minha historia ocorreu quando eu tinha 26, era heterossexual convicto e preconceituoso. Preconceituoso eu ainda sou, mas agora não mais de gays e sim de bichinhas, mas isso não vem ao caso. Conheci um cara, o primeiro homem de minha vida, com quem tive um lance e acabei me apaixonando, mas como tudo que ele queria era sexo e isso eu já havia dado a ele fui dispensado.

Cheio de dúvidas, medos, incertezas e desespero me isolei foi quando um dos contatos do carinha me adicionou no Orkut, vou chamá-lo de Cat (Já que em seu conto ele me chamou de Dog). Cat foi um cara sensacional. Conversamos muito antes de qualquer coisa e ele tirou todos os fantasmas da minha cabeça, viramos grandes amigos alem disso tivemos um rolo que ele tão bem relata em seu conto: Manguezal.

Cat estava morando em uma cidade do litoral sul baiano, muito conhecida e atrativamente turística. Já há um ano ele tinha um relacionamento aberto com um carinha, a quem vou chamar de D. O relacionamento deles se tornara aberto devido às traições (Coisa do tipo: “já que é pra trair vamos trair juntos”), e não andava muito bem, apesar deles negarem.

D demonstrava ter um pouco de ciúmes de minha relação com Cat, mas já não havia nada, mesmo porque eu moro a 464 km de distância dos dois e sempre preferi uma grande amizade ao sexo casual. Mas esse ciúme me gerou um convite inusitado. D queria que eu fosse passar os dias com eles e um terceiro personagem, o chamarei de M. Fiquei feliz pelo convite, mas lá chegando me decepcionei, não com meu amigo: um cara alto lindo em todos os sentidos por dentro e por fora; não com o D que também era alto, atlético e igualmente lindo; mas com a situação. O M estava lá a minha espera. Ele queria sexo, acho até que ele não conseguiu dormir quando passamos a noite no mesmo quarto, já eu dormi feito uma pedra....rs.

Desprezado M foi embora. Fiquei a sós com o casal. E como nada acontecia naquela cidadezinha ficamos em casa para ver o Fantástico “entrar no ar”. Foi quando começou toda a sedução. Corpos bronzeados após uns dias de praia dividindo uma mesma cama de casal, acompanhados por imagens de um programa que só falava em sexo... Era sexo o tempo todo. Nunca vi tanto sexo num programa global.

Resolvi deitar de bruços já que uma dorzinha me incomodava e D, sensibilizado se dispôs a fazer uma massagem para minha dor passar. Foi quando ele sentou na minha bunda e começou a massagear as minhas costas. Eu, assim como os meninos, estava apenas de short. A massagem tava boa. As mãos de D subiam até a minha nuca e desciam até chegar ao início do meu cofrinho. Foi quando o meu amigo disse ao seu namorado “sabia que ele tem uma bunda linda?”. Tenho o corpo legal, bem definido e a bunda arrebitada, mas que a roupa escondia. Fiquei tímido e não disse nada. Mas fui questionado por D. “É verdade?” Meio sem graça respondi “é o que dizem”.

D disse que a massagem tava boa, mas que ia parar. Dengoso pedi para que ele continuasse. Ele disse que já tinha feito massagem em quase todo o meu corpo e me perguntou “quer que eu faça aonde não fiz?” Inocentemente respondi que sim. Ele continuou a passar a mão em minhas costas, mas desta vez para a massagem ser completa resolveu me tirar o short e a cueca me deixando inteiramente pelado. Eu estava tenso e ele continuando o que fazia me avisou “agora você tem que virar para eu massagear a parte da frente”. Meu pau tava duro, mas ele mesmo assim me virou, me beijou e puxou Cat para o nosso encontro. Em pouco tempo estávamos tosos nus. Enquanto um beijava o outro penetrava. E em determinado o namorado de meu amigo estava sentado em cima de meu pau, cavalgava que era uma beleza, foi quando ele se deitou sobre o meu corpo e eu senti o pau de Cat tentando entrar, junto com o meu no cuzinho de D. O cara foi ao delírio. UO rosto de D. demonstrava uma sensação muito boa, meio que de dor, meio que de prazer. No final foi porra pra tudo que é lado. E assim prosseguimos com o fim de semana cheios de tesão e prazer, as vezes a dois as vezes a três.

Se foi bom? Constrangi-me mais que qualquer outra coisa, mas foi bom sim. O chato foi o desfecho, o ciúme aflorou e durante um tempo me senti o culpado do fim desse relacionamento, mas hoje sei que, na verdade, contribui para que ele não terminasse naquele dia, se prolongando por mais um tempo. Tenho um bom relacionamento com os dois. Quem sabe esse relacionamento não volta a florescer e o Fantástico entra mais vezes no ar...kkkkkkkk... Acho que não.....kkkkkk

claudioreis9@hotmail.com

 

 


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