Contos Eróticos

Outra aventura minha e de meu avô

Bem tenho um outro conto com o nome eu e meu avô. Onde rolou umas coisinhas entre eu e ele, aqui é um outro acontecimento entre nós.
As vezes meu avô e avò maternos, vinham passar uns dias em nossa casa...Moravam meus país, eu e duas irmãs de mais idada que eu. Bem numas dessas vezes que eles vieram eu estava de férias da escola e naquela época brincávamos muito na rua minha mãe não trabalhava era dona de casa e minhas irmãs tb etavam de férias da escola.

Bem eu gostava de ficar na garagem de casa dentro do carro ouvindo músicas no toca fitas (na época) do carro. A garagem era daqueles de porta sanfonada de zinco então eu sempre ficava com ela fechada. Bem numa destas vezes eu estava dentro do carro ouvindo minhas fitas e a porta estava aberta mais ou menos a 1 metro do chão...então vi que alguém levantou a porta e quando olhei era meu avó. Como minha mãe e minha avó haviam saido para compras iriam demorar e minhas irmãs foram com elas ele então aproveitou o momento que estávamos a sós e veio me ver.

Eu estava sentado no bando do motorista do carro e ele então depois que entrou na garagem baixou a porta da mesma até chão para podermos ficar mais a vontade..r.s..

Ele então veio e ficou em pé no vidro da porta onde eu estava e começou a conversar comigo o que estava ouvindo e coisas assim sem muita importância. E enquanto ele conversava ele começou a passar a mão no meu cabelo fazendo um cafuné na minha cabeça e as vezes alisava tb meu pescoço e costa até onde dava...isso me dava um arrepio gostoso e tb uma sensação de carinho.

Ele então depois de um tempo assim com uma mão me alisando com a outro ele começou a alisar seu pau por fora dalça..Há eu estava usando um short daqueles de jogar bola (sem cueca pois o short tinha aquelas sungas junto) ele estava de calça social e camisa social tb...mas usava aquelas calças de frente com botão ainda.

Bem logo notei o volume que se formou por dentro de sua calça e claro que eu tb fiquei super excitado de ver que ele tava naquele estavo e notou que meu short tb apresentava o volume por debaixo..r.s..então ele disse tá gostando dos carinhos netinho no que eu com a cabeça balancei confirmando que sim e ainda disse nossa muito gostoso seus carinhos vô...

Ele então começou a desabotoar os botões de sua calça na braguilha claro que eu já sabia para que...e então tirou aquela rola enorme, brancona, cabeçuda e super dura para fora...e disse pego netinho sei que é isso que quer...eu sem exitar comecei a lisar aquela delicia..eu adorava pegar no seu pau era uma sensação deliciosa, era macia, cheias de veias com uma pele cobrindo a cabeça que eu adorava puxar para baixo para libertar a cabeçona vermelhona para fora...

Então fiquei assim um tempo punhetando ele e já notava que seu pau estava com a cabeça babada de tanto tesão...ele então abriu a porta do carro para podermos ficar mais a vontade e então soltou o botão da calça e abaixou calça e cueca até seus joelhos liberando assim aquela maravilhosa rola todinha para mim com seu sacão enorme tb cheio de pelos brancos...eu adorava beijar tb suas bolas enormes e ele se deliciava quando eu fazia isso..

Então comecei uma chupeta deliciosa para ele subia descia, passava a lingua na sua rola todinha, depois nas suas bola punha as mesma na boca e beijava depois ia para cabeça de seu pau e mordiscava bem de leve e logo em seguida engolia ele até onde dava...ele as vezses forçava minha cabeça para engolir tudo mas não dava era muito grande mesmo e super grossa tb...então eu esgasgava...

As vezes ele ficava um bom tempo segurando minha cabeça bem forte até onde eu aguentava para não sair dali no que eu acabava babando com o engasgo na sua rola assim facilitava a penetração dele dentro de minha boquinha...

Depois de um bom tempo assim ele disse..vamos para o banco de trás do carro...então quando me levantei e sai do carro para entrarmos pela porta de trás no banco traseiro do carro ele arpoveitou e me deu um beijo na boca que senti auqela lingua gostosa me explorando a boca deliciosamente...ele sabia mesmo beija rmuito gostoso e enquanto me beijava e me apertava contra seu corpo baixou meu short até os joelhos tb...e disse vamos entrar agora netinho

Então entramos no banco de trás do carro e eu acabei tirando meu short todinho das pernas pois estava atrapalhando..então ele disse fica de 4 para mim aí no banco fica..e obedeci e claro que já sabia o que vinha...então me ajeitei no banco de bruços ajoelhado no banco e baixando bem meu corpo para debaixo do meu corpo assim ficava com minha bunda para cima e toda exposta para ele...

Ele então começou a beijar minha nuca, orelhas, começou a descer com seus beijos e lingua por minhas costas no que eu já gemia de tesão e ficava todo arrepiado e ele percebia esta excitação e então chegou com sua boca e lingua até minha bunda...passou a dar umas mordiscadas nas nadegas e depois pasosu a lingua no meu cu...nossa nesta hora dei um gritinho de tesão que ele então segurou minhas nádegas forte com as mãos abrindo bem meu cú e enfiou a lingua bem dentro e ficou me chupando o cu como nunca sugando e enfiando a lingua até onde conseguia eu gemia rebolava de tanto tesão..estava super excitado..

Ele então deu umas cuspidas no meu reguinho enfiou um dedo, depois outro tornou a cuspir e foi me melando todo de cuspe por dentro e por fora do meu cu depois que estava bem lubrificado ele então encostou a cabeçona no meu reguinho..forçou não entrava doeu um pouco ele parou...então passou mais cuspe e enfiou novamente os dedos 1o. um depois outro e ficou assim laceando gostosamente...e ia cupindo e fazendo o cuspe entrar dentro...depois passou cuspe na cabeçona do seu pau e veio novamente quanto tocou na entradinha senti aquela sensação maravilhosa e então forçou me segurando firme na sintura e forçou até a cabeçona entrar nossa senti maior dor e disse tira...ele então disse calma relaxa que já passa a dor...e ficou me segurando fortemente para mim não sair de sua rola..

E ficamos assim um tempo até que a dor começou a passar mesmo...então ele ia me beijando as costas, minhas orelhas para me relaxar e me deixando sempre excitado e arrepiado quando então disse parou de doer..eu consenti com a cabeça ele então me pegou fortemente e enterrou o resto de sua rola dentro de mim...doeu novamnete mas já era uma dor suportável e então começou aquele vai-e-vem gostoso, gemendo de tesão me comia loucamente as vezes me beijava as costas, a nuca e as orelhas e me chamava de netinho gostoso que era na verdade ha netinha dele eu adorava ouvir sua respiração ofegante e as palavras de carinho...então acelerou as estocadas e num gemido louco gozou dentro de mim e deixou seu corpo cair sobre o meu...então disse nossa netinho que delicia de cuzinho...que sempre comer essa gostosura ele é apertadinho e muito gostoso..dizia isso e beijava minha nuca e costas deixando todo arrepiado...eu na época ainda não gozava...ficou assim um tempo dizendo palavras carinhosas para mim que adorava ser chupado por mim e depois comer minha bundinha branquinha e gostosinha além de ser apertadinha tb..então depois que seu pau amoleceu ele tirou de dentro..no que eu senti escorrer sua porra de dentro...e senti tb meu cu arrombado, pois deu para sentir o ventinho dentro dele...mas foi uma delicia ser enrabado por ele com tanto carinho...ele sabia como fazer...olha não sei como aguentei sua rola mas sei que fiquei uns dias dolorido na entradinha do cu...mas veu muito a pena..

Quem quiser escrever fique a vontade. guine43@itelefonica.com.br

 

Fotos para aquecer um casamento

Ola, meu nome é Eduardo mais conhecido como Edu. Sou casado com uma linda morena,carioca.Que apesar de dois filhos e 41 anos, dá de dez em muitas meninas de 20 poucos anos, pois tanto ela quanto eu nos cuidamos muitos, pois acho muito importante cuidar da parte física para funcionar absolutamente tudo bem, tanto no emocional quanto no sexual.

Como temos 15 anos de casados, apesar de uma mantermos a nossa vida sexual em alta, começamos perceber que estava faltando algo para apimentar a nossa relação. Não tenho nada contra quem faz swing, mas não temos cabeça para isso, eu não aceitaria ver minha mulher em outros braços, e ela também não me aceitaria com outra mulher. Mas comecei a tirar fotos dela na praia, e percebi que ela cada vez mais ela se insinuava ,e se mostrava mais safadinha.

Nesse dia quando voltávamos da praia ela pediu para deixarmos as crianças na casa da minha sogra, achei es quisito mas segui direto para lá,quando sainos ela se virou para mim e mostrou a bocetinha dela puxando o seu biquini de lado, estava a coisa mais linda ,toda molhadinha e inchada, a vontade que tive foi de parar o carro e cair de boca naquela xana gostosa, mas me controlei até chegar em casa.

Foi uma louca ,nunca tinha visto a Ana Cláudia daquele jeito. Foi então que começamos a tirar fotos mais ousadas, sempre para eu arquivar no meu computador e ficar apreciando a delicia de boceta da minha morena. Até que no final do ano passado resolvi comentar a com a Ana Cláudia sobre enviarmos para sites de fotos amadoras, e para minha surpresa ela gostou da idéia. Mandamos a primeira vez e recebemos centenas de e-mails com propostas de troca de casais,swing... outros apenas para elogiar. E agora não vivemos mais sem esses comentários, temos fotos da Ana Cláudia espalhadas por vários sites do Brasil e de outros países.

Cada vez que lemos esses e-mails e comentários fica mos completamente loucos de tesão a Boceta da Ana parece que vai explodir de tão e molhada e inchada que fica, eu me aproveito da situação depois de cada sessão de fotos, caio de boca naquela boceta e depois coloco meu pau dentro dela até a Ana gozar feito louca no cio. Nosso casamento melhorou e muito depois das nossas sessões fotográficas, e ainda brindamos nossos amigos com lindas fotos da Ana, e olha que são fotos das mais variadas posições, e principalmente da linda xaninha dela, que sempre aparece bem molhadinha.

QUEM QUISER VER AS FOTOS DA ANA ME PASSA UM E-MAIL PARA eduardosec@bol.com.br que retornarei informando o sexlog dela.

Tenham certeza que é uma deliciosa ESPOSA.

 

Sonhos de mulher casada II

Bom somos o Casal SAMSHE, somos liberais e temos vários outros contos publicados.

Bom no segundo dia que a She foi novamente para o novo emprego, acordou quase na hora do almoço, e depois de almoçar, ficamos conversando a respeito da situação, e ela me disse que gostou muito, tinha uma ideia bem diferente do que era, e imaginava que fosse de um jeito diferente.

À noite a She saiu para seu emprego noturno, feliz e contente com um perfume maravilhoso e um ar de satisfação incrível.
Chegando lá ela me disse que se apresentou ao gerente e as amigas, que lhe disseram que se prepara-se, pois era noite de Sexta feira, e o movimento é o melhor da semana, ela tratou de me ligar e dizer que hoje o bicho ia pegar bom fiquei em casa navegando na internet, conversando com os amigos do swing, e já era por volta das 23h20minh o celular toca é ela dizendo que estava cheio e iria subir pra fazer o primeiro cliente da noite.

Depois de umas 2hs ela me liga dizendo, o que aconteceu que ficou conversando com esse primeiro cliente no bar, e ele nem ia fazer programa estava ali só para matar o tempo, e ver os shows de strip coisa que ela depois me disse que era muito comum, clientes que não comem ninguém e ficam apenas tomando uma cerveja, são chamados esses de chimbadores, voltando disse que esse cliente foi muito carinhoso, que conversaram vários assuntos um cara bom de papo, disse ela, que no quarto ele tirou as roupas dela com suavidade e delicadeza sem se preocupar com o tempo, ela faz o mesmo com ele, mandou a ela deitar-se na cama e começou a chupar sua boceta, com calma e com o passar do tempo ia aumentando os movimentos e o ritmo, e acabou fazendo a ela gozar em sua língua, o cara foi ao delírio disse que já tinha saído com garotas de programa mais nunca tinha visto ou sentido uma gozar de verdade, ela colocou seu pinto na boca e começou uma chupada fenomenal, quase levando o cliente a loucura e ao gozo, e ele pediu a ela que parasse, pois queria fode-la antes de gozar, ela colocou a camisinha com a boca no pau dele, ele a deitou na cama, fazendo um papai e mamãe gostosinho disse ela, ele estocava profundamente e lentamente e depois rapidamente, e na portinha brincava com a cabeça, e ela gozava a mandou ficar de quatro, e começou a foder, ai metia como um animal faminto pegava pela cintura e fodia com força, fazendo-a gozar intensamente, o cliente a mandou cavalgar em cima dele, ela chupou um pouco seu pau, colocou outra camisinha, e veio por cima, montando seu cliente, e rebolando no pau, coisa que ela faz com maestria, ficou nessa posição por pouco tempo, pois o cliente gozou, e disse que pra ele tinha sido ótimo, e foi tomar uma ducha, ela foi ao banheiro ele deu um beijo nela e começou a dar banho nela, deixando ela limpinha... Esse cliente pediu seu telefone queria manter contato, fez ate uma proposta pra ela, disse que estaria indo embora do Brasil, e queria leva-la, desde que ela saísse da vida... mau sabia ele.

Ela desligou e disse que o salão estava cheio, e tinha que atender os clientes, mais me ligaria assim que fosse possível, não demorou muito ela ligou novamente avisando que iria subir novamente, com outro cliente, mais que o primeiro não tinha ido embora, e queria de todo jeito sair com ela depois do fim da noite.

Por volta de umas 04h00minh da manha ela me liga, falando que havia subido e que o cliente, mandou-a ficar sem roupas e chupou sua boceta, e ele ficou batendo uma punheta enquanto a chupava, e que numa certa hora ele pediu para ela o chupar, ela começou outro boquete maravilhoso, quando o cliente estava prestes a gozar ele pediu a ela, que brincasse com seu cú, você quer que eu faça o que? Quero que você me coma enquanto me chupa, e ela colocou dois dedos dentro da camisinha e começou, a brincar com o rapaz, mais sem penetrar só ameaçava ele se contorcia e ela ameaçava de novo, não demorou nem 10 minutos ele gozou, com ela batendo uma punheta pra ele, que pediu desculpas e ficou envergonhado com a situação, tomou uma ducha e foi embora, nisso o movimento já havia caído e a noite já estava chegando ao fim.
Ela chegou em casa já trazendo pão e leite, e disse que iria descansar e depois conversaríamos.

Email: casalsamshe@hotmail.com

Nossos contos são reais, não somos escritores apenas traduzimos para o papel aquilo que vivenciamos.

 

Sonho de mulher casada I

Bom somos o Casal SAMSHE, somos liberais e temos vários outros contos publicados.

A She sempre teve a fantasia de ser ou se tornar garota de programa, estávamos um dia conversando sobre fantasias e ela me confidenciou esse desejo, eu disse que poderíamos realizar se ela estivesse mesmo afim, só que para isso teríamos que tomar alguns cuidados do tipo onde seria, em qual casa, de preferência longe de casa e tal.

Depois de todas as precauções tomadas ela foi visitar uma casa, dizendo ao gerente que essa seria sua primeira vez, que nunca havia trabalhado como garota de programa e tal, que seria mais pelo tesão do que pelo dinheiro, mais um dinheirinho a mais não ia fazer mal algum, o gerente conversou com ela, e disse que essa é uma das mais comuns fantasias femininas, ele disse ainda como seria o valor cobrado a parte da casa e tal, a convidou a estar na outra noite as 18h00minh, pronta pra trabalhar, e se prontificou a ajudar caso necessário.

Bom a She passou o dia, no salão de beleza, fez cabelo, unhas, maquiagem ficou mais linda do que já é, comprou uma ou duas lingeries novas, bom entrou mesmo no papel, o gerente havia lhe dito que trouxesse roupas normais, tipo vestido ou saias e blusas generosas no decote, a She levou uma saia que compramos no aniversario dela, porque íamos comemorar a data em uma casa de swing, e uma blusa transparente com os botões em madeira tipo oriental, quando deu 17h30minh ela liga no meu celular e diz que já esta indo para seu novo emprego, e que na medida do possível me ligaria à noite pra me contar como estavam as coisas, não deu meia hora vem à primeira ligação, que dizia que já havia chegado e que estava meio vazio, e conversando com as outras garotas ficou sabendo que a casa enchia mais depois as 21h00minh, o gerente a apresentou a algumas meninas e pediu a elas que dessem uns “toques” de como fazer e tal, pra ela não beber muito, não esquecer jamais a camisinha e que anal tem um preço combinado com o cliente e pago a parte.

Bom à noite passava calma quando já la pelas 23h30minh ela me liga ofegante, e diz só “estou subindo, depois te conto.. tchau.”, nossa aquilo me deixou louco, fiquei imaginando coisas e situações, e nada da noite passar, eu já sabia que o programa no maximo é de 2hs, que não passavam nunca, quando deu por volta da 12h40minh ela me liga de novo, dizendo que havia acabado de sair do quarto e só ligou pra avisar que estava tudo bem, a minha cabeça ia longe, pensando, fantasiando, só consegui perguntar se ela tinha gostado o que ela disse que sim, e desligou dizendo que um cliente queria falar com ela. Fiquei mais tarado ainda, mais depois de inúmeras punhetas acabei conseguindo dormir, quando foi tipo 3:30h acho, pois estava meio com sono e nem via a hora direito no relógio ela me liga de novo, dizendo que estava calmo de novo e poderíamos conversar, e perguntou se eu queria saber, imagina a resposta e ela começou a contar , disse que havia subido com 1 cliente ate àquela hora, e havia brincado com vários outros durante a noite, com o que subiu ela disse, que o cara ficou louco na bunda dela e queria comer seu cuzinho a todo custo, mais ela estava cobrando R$300,00 pelo anal e ele acha caro, disse que o cara chupou sua boceta, e a fodia com os dedos, e ela adorava, e gozava, que o cara tinha um pinto pequeno e fino, o qual não causou grandes sensações mais pra primeira vez estava de bom tamanho, e mesmo assim havia gozado,e que seu cliente acabou tirando a camisinha e gozando em seus peitinhos,e disse também que estava jogando bilhar com outro cliente e esse mesmo, numa abaixada dela veio por trás dela e começou a foder sua boceta com os dedos no meio do salão e ela quase gozou ali, mais o cara era muito mão de vaca e queria apenas fazer programa de meia hora, e ela não aceitou,e o cliente acabou indo embora... E disse que já havia sido liberada pelo gerente e que já estava voltando pra casa.

Chegou por volta das 05h00minh eu já a esperava fingindo que dormia, e vi-a indo tomar banho, cheirava a sexo, e um forte cheiro de cigarro, deitou na cama ao meu lado, me beijou e quando fui pra cima dela ela pediu que parasse, pois estava morta de cansada de tanto dançar e disse que para ser uma boa puta tinha que descansar e que amanha tinha mais.
Continua...

Nosso email para contato:
casalsamshe@hotmail.com

Comi um cú masculino

Olá! vou contar uma experiência que aconteceu comigo há três meses atrás. Sou moreno, 1,79, magro e sempre tive experiência heterossexuais. Nos últimos meses estava muito afim de comer alguma mulher sobretudo para poder praticar sexo anal, no entanto, as mulheres que saia não gostava e diziam que isso era pra ser praticado apenas num relacionamento sério. Ja desencanado, numa tarde de sábado decidi entrar na internet para ver se eu conseguia alguma mulher que gostasse de liberar a traseira. Coloquei a nick de PAUZÂO e perguntei se havia alguma mulher que gostava de sexo anal. Depois de alguns segundos, recebi uma mensagem de uma pessoa dizendo que adora sexo anal e gostaria de mostrar o cú na cam para mim. Imediatamente fiquei super excitado e trocamos msn para uma conversa mais intima. Assim que abrimos a cam, me deparei com um cú enorme na minha frente e quase explodi de tesão. Depois de me masturbar locamente na cam e gozar ali mesmo olhando aquela enorm e bunda decidi conversar com aquela pesso que, para minha surpresa era um rapaz ( gay) , que tinha a bunda mais gostasa que já vi. Um pouco assustado com o que havia acabado de descobrir, decidi conversar sobre outros assuntos para tentar me recuperar daquela aventura virtual. Ele, por sua vez, super educado entendeu a situação e ficou conversando como se nada tivesse acontecido. Nos dias seguintes continuamos conversando como amigos, e já não tocávamos mais no assunto de sexo, pois me sentia culpado por ter sentido tesão por uma bunda masculina. Depois de 2 meses de conversa, esse agora meu amigo, revelou para mim que era gay e era totalmente passivo e gostava de ser tratado como tal. Confesso que fiquei excitado com a passividade que ele demonstrava, mas tinha receio de levar algo a diante.

Um belo dia, estava assistindo uns videos pornos na internet, ja muito excitado, e ele ( que vou chamar de Jú) entra no msn com uma foto com um close em seu enorme traseiro. Minha excitação que já estava a mil, aumentou ainda mais. Ele percebendo a situação, me convidou para ir a sua casa. Assustado com o pedido, perguntei pra ele para que, e ele me disse que era para nos conhercermos e se eu quizesse ainda poderia comer o seu cuzinho de brinde. Assustado com a proposta, cheguei a pensar em ir e disse pra ele que iria, porém queria comê-lo como uma mulher, que não o beijaria, nem o chuparia, nem seria passivo. Pra minha surpresa, ele disse para mim que assim estava perfeito para ele que gostava apenas de dar sem frescura. Diante da situação, ainda assustado com as sensações e a rapidez dos acontecimentos, inventei uma história para ele que não daria para ir e disse que iria na sexta feira próxima a tarde, ja que ele havia me dito que estava de férias.

Passado o fim de semana, entrei no msn na terça feria e vi que havia uma mensagem off line que Jú havia me enviado, nela constava seu endereço e o horária a tarde que eu deveria ir até lá.

Durante esses dois dias que antecederam a sexta feira, confesso que fiquei a todo momento, pensando na situação de estar comendo aquela enorme bunda, por outro lado um sentimento de culpa ainda me deixava receoso, afinal de contas ele era homem.

Na sexta feira, assim que cheguei corri para entrar no msn e para minha surpresa ele estava on line e me disse que ja havia preparado tudo a minha espera. Perguntei o que, e ele me disse que estava de calcinha e havia comprado lubrificante, pois disse que iria precisarpois meu pau era grande, e camisinhas. Naquele momento meu tesão foi a mil, confirmei o endereço com ele, tomei um banho e fui em direção a casa dele que não ficava tão distante do meu.

Peguei o trem, e cheguei a pensar em desistir, mas como ja havia combinado com ele, e estava super excitado, decidi ir até o final para ver o que iria acontecer. Chegando próximo ao seu prédio, meu coração batia de forma acelerada e a excitação com a situação começava a transparecer em minha calça. Comuniquei ao porteiro o numero do apartamento e ele autorizou minha entrada. Conforme fiu adentrando ao prédio, comecei a ficar mais tranquilo pois percebia que aquele ambiente era familiar. Ao chegar ao apartamento, ele antes que eu pudesse apertar a campanhia, abriu a porta me recepcionando. Ainda timidamente, conversamos e aos poucos fui percebendo sua seriedade e gentileza. Fiquei mais tranquilo.

Depois de conversarmos durante meia hora, ele me disse que sua mãe chegava por volta das 19 horas e que não poderia me ver ali, então perguntou se antes de eu ir embora queria provar o brinde. Dei uma leve risada com a brincadeira, e ele entendendo o gesto, abaixou e começou a tirar minha calça. Chegando até minha cueca ele disse: "- Pauzão mesmo", e eu com a pau durissimo de excitação disse : "-Se vc quer, então chupa". Ele então abocanhou meu pau com incrivel maestria. Chuapava a cabeça, as bolas, engolia. Soquei na sua boca por um tempo e disse para ele que queria comer seu cuzinho, ele então, tirando a calça, mostrou um pequena calcinha rosa. Eu disse que assim que eu gostava. Ele ,então,pegou a camisinha e a colocou com a boca. Nunca ninguém havia feito isso comigo. peguntei a ele onde estava o lubrificante, ele disse que não precisava pois ja havia passado. Pedi para que ele ficasse de 4 e coloquei meu pau em sua bunda, e adentrei prontamente. Comece i a bombar calmamente e ele pediu para eu ir mais forte. Bombava cada vez mais forte e ele pedia mais e mais, mesmo meu pinto sendo relativamente grande (17 cm) ele aguentava com certa facilidade ja que havia deixado seu ânus cheio de lubrificante, depois de cansar de comê-lo com força naquela posição, pedi pra ele sentar. Deitei na cama, e ele de costas para mim, sentou e fez meu pau inteiro desaparecer em sua bunda. Abaixava e subia, me deixando louco de prazer. Prestes a gozar, pedi pra ele ficar em frando assado, coloquei meu pinto em seu cú ja arreganhado e comecei a bombar fortemente até não aguentar mais. Ele então pediu paa que eu gozasse em sua bunda, então, tirando a camisinha despejei meu gozo acumulado de duas semanas. Deixei sua bunda toda lambuzada e ele ainda lambeu meu pau limpando o que havia sobrado. Ele foi para o banheiro se limpar e naquele momento, deixei meu pré conceito de lado, e vi o quanto ele era bacana e de boa indole, e além do mais, tinha um cuzinho maravilhoso. Depois disso, não tivemos mais a oportunidade de sairmos devido a estudos e trabalho.Ainda conversamos bastante e sempre lembro daquele dia que comi aquele delicioso rabo que, mesmo saindo com mulheres, ainda não encontrei cú que engolisse meu pauzão daquele jeito.

jovemsp@bol.com.br

Inspiração para transpiração

Conheço esse homem há muito tempo e em todo esse tempo eu o uso como inspiração quando preciso de um aditivo numa hora de necessidade. Sim, pois só preciso fechar os olhos e imaginar ele em pé ao lado da minha cama, desfilando com sua cueca branca e vendo seu pau ficando duro aos poucos, conforme se desenrola a 'arretação' como enquanto fico em sua frente, me roçando no seu corpo, encostando meus lábios nos seus, lambendo seu pescoço ou então, sentindo ele tocando de leve com sua língua nos meus mamilos. Huuum, fico arrepiada de pensar, tesão, tesão, tesão...

Foram muitos encontros, mas depois de algum tempo, nossos horários não combinaram por uma série de fatores, até que a semana passada, tudo saiu perfeito e conseguimos reviver momentos quentes de puro tesão e entrega das nossas mais perfeitas transas. Mas, essa transa foi ainda melhor, ele mais maduro, mais safadinho e cheio de saudade. Comecei fazendo o de sempre, pedi pra que ele ficasse em pé ao lado da minha cama só com sua cueca, branca pra variar, rs. Ele em pé, já de pau duro me olhava com um jeitinho que não sei contar pra vocês como é, mas eu juro que é de tirar o fôlego, adoooro, rs... Eu estava em cima da cama, já de pau duro e devidamente encapado. Pedi para aquele gato que viesse bem devagar chupar-me inteira. Fiquei olhando pelo espelho, ele baixar sua cueca, ficar de quatro na cama e inclinar-se para abocanhar meu pau. Isso eu faço com muitos, mas foi com ele que tudo começou.

Que tesão ver a sua bunda, uma das bundas mais lindas do mundo, pena que não posso tirar uma foto pra mostrar pra vocês, muitos também teriam uma ereção só de ver. No meu caso, não que eu queira comê-la, apesar dele gostar, mas é sim pela anatomia, pela beleza, afinal eu sou uma 'mulher' que como muitas adoram uma bunda de homem. Ele chupou meu pau com muito tesão, e eu só de botuca vendo o design perfeito do seu traseiro. Fiquei imaginando ele com seu uniforme de trabalho e na minha imaginação fui tirando peça por peça até que abri os olhos e o vi já nessa situação de extrema excitação pra mim. Novamente pedi pra que ele ficasse assim sem se mexer, então saí de sua frente, peguei uma camisinha, fui atrás dele, abri aquelas nádegas sensuais, mirei aquele buraquinho rosadinho, coloquei a camisinha na língua e comi seu rabo... Ele gemeu, que delícia ouvir seu gemidinho, antigamente ele ficava tão caladinho, rs...

Depois peguei lubrificante, vesti a camisinha no meu dedinho e enfiei no seu cuzinho. Hummm, entrou até com certa facilidade, acho que ele andou usando aquele anelzinho lindo por aí! Brinquei um pouquinho e subi feito cachorrinho enfiando meu pau que foi entrando devagarinho e logo se encaixou perfeitamente. Novamente ele gemeu e disse baixinho que estava muito bom. Quando cansei, deitei na cama, ele sentou em cima. Aí foi ainda melhor, pude ver sua carinha, agarrar seu corpo, beijar sua boca gostosa e masturbar sua bela pica branquinha com a cabeça bem rosinha. Ele subiu e desceu algumas vezes e pediu pra que eu não o masturbasse se quisesse que ele me comesse. Parei imediatamente e então foi a minha vez de se deliciar com outro atributo maravilhoso: seu pau.

Chupei como se não fizesse isso há anos, enquanto isso ele enfiava o dedinho com lubrificante no meu rabinho. Alguns minutinhos depois eu sentei na sua pica. Ai, ai, ai, que tesão, eu não sabia se gozava, se delirava ou o quê! Estava bom demais, que saudade desse bofe delicioso que até que enfim saíra da minha saudade e agora estava na minha cama a minha disposição. Só que não quis gozar como eu gosto, achei que gozaria de uma forma ainda melhor. Fiquei de quatro na cama, empinei bem o meu rabão e ele veio por trás de mim. Preste atenção no detalhe que fez a diferença: vi pelo espelho, aquele corpão fazendo movimentos de entra e sai em mim.

Disse pra ele que eu estava no pontinho, prontinha pra gozar... Ele disse: - eu também Drikka, basta você pedir e eu gozarei na hora, estou que não me aguento... Então tudo foi só prazer, gozamos juntinhos, eu lambuzando o colchão e ele inflando a camisinha com muita porra que deu pra sentir a explosão! Que delícia de transa, inspiração para muito tempo, vai que ele desapareça de novo, rs...

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Se dirigir, não beba

Esses dias, alguém me ligou e disse que estava prontinho pra me ver, pois tinha bebido umas cervejinhas pra tomar coragem. Eu disse pra ele, que infelizmente ele ficaria sem me ver, pois se precisasse tomar umas e outras pra ter coragem eu simplesmente não o atenderia. Posso até ter exagerado, mas como não o conheço, sei lá o que poderia rolar, pela conversa já senti que ele estava alegre demais, rs...

Poucas vezes, atendi clientes que estavam alcoolizados e penei, talvez até por inexperiência, com alguns simplesmente abri a porta, senti o bafo e mandei voltar em outra oportunidade devidamente sóbrios. Por sorte, tem bonecas que atendem, até bebem junto, o que não é o meu caso. Eu não bebo não, talvez por dirigir, sempre evito, mas a minha sorte é não gostar de cerveja, não consigo entender como tanta gente adora e eu, simplesmente não consigo beber, juro que tentei, mas não consegui... Até comentei hoje com um cliente sobre esse lance da cerveja, pois ele veio depois de tomar umas três latinhas, mas isso não o alterou em nada, a princípio, rs, a não ser pelo bafo, ainda pra disfarçar ele estava mascando chicletes sabor de canela, o que é pior, ai canela, não, rs...

Nossa transa foi ótima, só que hoje aconteceu algo inusitado, depois de quase 10 anos que nos conhecemos, hoje eu o comi pela primeira vez, devidamente bem comido, e não foi só com o dedinho, como eu já fizera inúmeras vezes, he he he, bem diz o ditado que cu de bêbado não tem dono... Hoje comecei enfiando o dedinho, dois, aí ele queria mais e eu fui... Começamos no franguinho assado e depois de alguns minutos ele estava fazendo o que até então eu sempre fizera com ele, inclusive hoje, sentar em cima e cavalgar com gosto. Ele rebolou gostoso e gozou na minha barriga. No que gozou, olhou pra mim, sorriu e disse: - Dri, você abusou de mim!... Não acreditou que havia dado o rabo até gozar, rs... Falei, que tinha sido efeito da cerveja, pois apesar de ter me comido no início de nossa transa, agarrou minha pica e ficou querendo experimentar coisas diferentes, queria por que queria que eu o comesse... Então, comi. Só que depois que gozou, vem dizer que não gostou. Humm, conta outra história, rs...

Além de tudo disse que havia bebido umas cervejinhas, pois eu o fizera esperar muito... Desculpas e desculpas, mas sei que no fundo ele gostou, pois quando sentou em cima, gozou rapidinho, rapidinho, rs... Ah, se fica mal acostumado... Bem, voltando ao assunto dos drinks e tal, claro, que atendo alguns clientes que tomam sua cervejinha, seu gole de whisky, mas que sempre sabem a dose exata, eu mesma já tomei uns drinks quando não precisei dirigir, caipirinha, adooooro, rs... Adorei ficar tontinha nas baladas, só que quando eu bebo um pouquinho, ao contrário de muita gente, eu perco o tesão, fico uma boba alegre! Enfim, cada qual no seu ou ao seu quadrado. Mas aproveitando a deixa, nunca é demais dizer, que beber e depois dirigir nunca foi e nem será bom, não adianta alguns dizerem que depois que bebem pelo menos uma latinha é que ficam melhores, conversa fiada, isso não funciona.

Se você gosta de beber, beba, mas depois, dê uma gorjeta pro taxista, e vá dormir feliz!!! Ah! Quando quiser me convidar para um drink, me ofereça uma água mineral sem gás, vou adorar, nem refrigerante eu tomo, pois esse pode fazer mal às curvas do meu corpitcho, rs...

Se gostou, fique a vontade pra comentar! Qualquer dúvida me escreva!

Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

 

Nossa primeira vez com a Cristina

Certa noite de semana meu marido me perguntou se eu já havia notado o som de algo metálico sendo arrastado na parede de nosso quarto, quase todas as vezes em que estávamos trocando caricias com alguma de nossas amigas, ao que respondi que não.

Ele então aventou a hipótese de ser nossa vizinha, que então era estudante de medicina tentando nos escutar com seu estetoscópio, o que me pareceu uma grande besteira.

 

Naquela mesma semana, recebemos a visita de Marly, conhecendo seu estilo, logo trancamos a porta do quarto, fechamos a janela e ligamos o ar condicionado, pois sempre que ela atinge o orgasmo faz um verdadeiro escândalo .

Caricia vai e carícia vem eu e ela começamos a fazer um 69, enquanto meu marido lhe penetrava por trás e foi aí que ouvi o tal barulho, e realmente mesmo com a boca ocupada e sentindo uma língua em meu grelinho, não pude deixar de imaginar aquela menininha deliciosa ouvindo nossos gemidos e quando comecei a gozar, até dei uma exagerada para me assegurar que seria ouvida por Cristina do outro lado da parede, com a certeza de que a Marly, ela não deixaria de ouvir.

No sábado pela manhã, encontramos Cristina na garagem usando uma saída de banho, na dúvida perguntei a ela se iria à piscina ou a praia , ela toda dengosa respondeu que preferiria ir a praia, mas por preguiça iria à piscina do prédio mesmo.

 

Percebi ser minha oportunidade, convidei-a a subir comigo para eu me trocar e em seguida dar a ela uma carona até a praia, sendo de pronta atendida. Chegando na sala de meu apartamento perguntei a meu marido se ele não queria descer para comprar o jornal enquanto um me trocava e posteriormente iria encontrá-lo no carro, ele entendeu imediatamente e saiu com o celular na mão.

Chamei Cristina para nosso quarto e tirei a blusa deixando a mostra meus seios, que modéstia a parte, sei serem lindos. Percebi que Cristina me comia com os olhos, chequei bem pertinho dela e falei :

- Acho que os seus seios são tão grandes quanto os meus .

 

Ela sem saber o que responder olhou fundo em meus olhos, ao que respondi beijando-lhe levemente a boca, vendo que ela queria mais , abri sua saída de banho e encostei meus seios que já estavam com os bicos super duros em Cristina, ela ainda olhando para os meus olhos colocou uma mão em cada um de meus seios oferecendo-me a boca para um beijo prolongado .

Enquanto nos beijávamos, acabei de tirar a saída de banho daquela mulher maravilhosa que tremia da cabeça aos pés, tirando também a parte de cima de seu biquine, fazendo com que nossos corpos caíssem na cama.

Passei a lhe aplicar um banho de gato ouvindo seus gemidos e sentindo seus músculos vibrarem de prazer.
 

Ao colocar minha língua em sua grutinha, encontrei uma lagoa e já na primeira mordiscada que dei em seu grelinho ela liberou uma quantidade enorme de líquido incolor e inodoro soltando um som de imenso prazer, tentei sorver parte do liquido que ainda estava em sua xaninha e constatei que quanto mais eu absorvia mais ela produzia aquele liquido delicioso e mais gozava.

Ainda sem fôlego ela me confessou que foi a primeira vez que uma mulher a havia levado para a cama, quando então lhe respondi, que eu não era uma mulher sozinha e que fazia questão que meu marido estivesse conosco.

Cristina respondeu que tinha certeza que a três seria melhor ainda.

Bom, o resto eu conto depois, mas se alguma outra mulher quiser conferir estamos todas as segundas-feiras no INNER CLUB.

Beijos !

 

 

A volta da saga do cinquentão

Relembrando meu nome é Ricardo e tenho 58 anos e como tinha escrito anteriormente sou casado éra virgem mais me apaixonei por um cara legal chamado Mauricio que foi o primeiro a tirar o meu "vamos dizer cabacinho" depois de 58 anos.Depois de algum tempo ja não aguentava mais a ausencia do Maurio , que de vez em quando conversavamos pela Net, mais daquele geito um olho na telinha e outro na esposa que fica na sala assistindo teve e descansando deitada no sofa. Ele de seu serviço liga sua cam e fica me mostrando sua linda pica durissima e sabe que adoraria esta lá com ele .E claro ele pede para eu ligar a minha cam para ele que mostre para ele a minha bunda que ele conquistou com muito amor e carinho.Marcamos um novo encontro e no dia marcado ja louco de tesão não pude nem esperar chegar no Motel , ja fui pegando aquele lindo pinto gostoso duro feito uma rocha que teimava em sair de dentro de sua calça e como sempre alizava minhas coxas desnudas fora do calção.

Enfim chegamos no Motel , parecia que nunca chegava o momento de ve-lo sem roupa novamente.fui direto subindo as escadas e direto para o banheiro tomar um banho rapidinho para poder encontrar o macho que tanto esperei para reencontrar.Banho tomado e sequinho para que ele pude-se usufluir de tudo que pude-se deste corpo limpinho e esperançoso por receber as caricias quetanto almejava.Carinhoso como sempre e muito gentil , me abraçou com carinho e beijou-me com carinho me tratou como se eu fosse sua namorada que a muito não via e que estava morrendo de saudades .Beijos , caricias o correr de mão por ambas as partes , o encontro de pintos que naquele momento se tornariam armas do amor de dois homens maduros porem apaixonados .

Deitamos e ele procurando se ajeitar a procura de uma melhor possição para beijar e enfiar a lingua sedenta e quente no meu orificio que ele tanto adorava.ao conseguir estremeci de tesão , pois ele me segurava pelas laterais dos quadris e me puchava para ele enfiando com toda a sua volupia sua lingua no meu cuzinho que naquela ora ja estava implorando em receber algo mais duro como a pica do Mauricio.Ele propos fazermos um 69 o que prontamente aceitei claro tesuso como estava , e chupei gostosamente aquela pica deliciosa , que tanto sonhei te-la ali comigo.Claro que não iriamos gosar , vontade não faltava , mais paramos voltamos a ficar de frente um para o outro e novos beijos e novas caricias e ja com o cuzinho piscando louco para receber aquele pinto gostoso fiquei de ladinho para que ele me penetra-se .Primeiro lambeu novamente e percebeu que o meu cuzinho não parava de piscar pedindo para ser possuido então passou gel para ficar bem lubrificado e ai então colocou a cabecinha bem na portinha daquele anelzinho que teimava em piscar .

Então louco e tesudo como estava começei a forçar a entrada daquele pau gostoso e quentinho , foi a cabecinha e ai mais um pouquinho ai um pouquinho mais até sentir seu lindo saco bater na minha bunda branquinha e licinha e ai começamos num vai e vem frenetico , que delicia sentir aquele homem todo dentro de mim , me dando aquele prazer que a muito eu desejava e sabia que não poderia ficar mais sem .Olhamos no relogio , e as horas passavam rapido e como ultimo desejo dquele dia , fiquei de quatro e pedi para que meu macho com aquele pau delicioso me penetra-se bem de vagar para que pude-se sentir bem gostoso aquela rola entrando macia e fazendo eu gosar junto com ele para podermos ir embora , pois não poderia estourar no meu horario de caminhada.

Que delicia foi um goso espontaneo que veio do fundo como poucos .Nos beijamos e ele mais uma vez com dor no coração me deixou no quioske 46 e ao nós despedimos prometemos nós encontrar brevemente para novas transas e novas posições que tenho certeza que meu grande amor Mauricio vai saber fazer-me gosar com muito amor e carinho.
Até a proxima amigos

romude@ig.com.br

 

A primeira vez de um cinquentão

Meu nome e Ricardo(falso) e tenho 58 anos , sou casado e tenho uma bela e linda mulher de 50 anos .

Meire é o nome déla tem bélos seios grandes e bonitos com uma rodela clarinho nos bicos muito lindos , uma xotinha apertadinha e raspadinha que com sua bundinha faz um conjunto que muito homem adoraria te-la e a muito fazemos um amor gostoso.Porem sempre tive uma curiosidade de ser penetrado pois quando faço amor com minha mulher ja dei a entender a éla que adoro quando éla passa o dedo na porta da minha bundinha que me deixa numa tesão danada, e que na realidade gostaria de exprimentar algo mais quente que simplismente um dedo ou um consolo que acabei comprando para matar a vontade disfarçadamente.E como sou muito ligado a minha esposa pouco tempo tenho para tentar dar para alguem e assim realizar a minha fantasia .E cada vez que vejo fotos na Net de coroas sendo comidos gostosos chegava a sonhar com uma bela pica .

Até que um dia atravez da sala de bate papo conheci Mauricio , 40 e poucos anos médico em são paulo e bem longe daqui do litoral a onde eu moro.Conversamos sonhamos atravez dos teclados e rapidamente ainda poude ver uma pica linda sendo mostrada para mim pela primeira vez atraves daquela tela fria do pc.Não conseguia imaginar aquela pica linda e gostosa ali e eu sem poder fazer nada , tão perto e tão longe.Estava dificil de resolver pois tinha pouco tempo disponivel para realizar a minha fantasia e tinha que planejar direitinho par não dar bandeira em casa com minha esposa que tanto amo.Marcamos par o meu horario de caminhada o que seria bem rapido no maximo duas horas que teria para ficar com aquele homem dos meus sonhos e conhecer tudo que tinha vontade.eu de shorts , camiseta e tenis andando na orla a espera do homem que iria me mostrar a primeira vez uma pica depois de 58 anos e muitos outros de casado e até sendo avo.A espera foi demais , por um motivo qual quer ele não veio no dia marcado, e eu que tinha me depilado todinho para receber aquele tão sonhado homem .

Conversamos mais duas semanas e ele teve que ir viajar , me deixando mais tesudo ainda e não mais se contentando em mandar sua esposa enfiar o consolo , queria mais , sentir na mão , na boca , sentir o beijo proibido e aquele pau latejante visto na tela fria entrar em suas entranhas e fazer eu gosar como nunca tinha gosado antes,mais tive que esperar e depois de algum tempo ele voltou e marcamos a tão fatidica saida.Parecia que a noite não passava, e quando chegou a manha do lindo dia , parece que todos me olhavam adivinhando que aquele dia seria o dia e ele seria o cara.Fui para a orla demorou um pouco par chegar a ora marcada e meu coração ao ver o carro que ele disse que viria disparou, parecia que ia ter um derrame.Ele parou abriu a porta do carro e disse entre por favor.Meu coração parecia que ia sair pela boca e timida mente dei minha mão para ele e perguntei "tudo bem com v.c.?" ele disse sim agora melhor que estou aqui com v.c., estremeci e quase que automatico ele passou a mãe eu minha coxa que estava de fora pois estava d Shortes e adorei e automaticamente peguei naquele pindo duro e que sonhara a muito pegar , que sensação diferente , uma delicia , parece que eu iria flutuar , queria tudo para mim .

Nunca tinha passado uma experiencia daquela com um homem, eu maduro 58 anos machão jamsi poderia imaginar que um dia estaria naquela situação a caminho de um Motel levado por um estranho que demostrando muito carinho e paciencia e sabendo que seria minha primeira vez , ao chegar dentro do Motel me cubriu de beijos e caricias o qual interompi para poder tomar um banho e me entregar de todo ao homem que me iria fazer conhecer o outro lado do prazer , prazer este com muito amor e chegando a ser um prazer inocente , com muitos beijos pegações e ai chegamos ao estremo de nós chuparmos , colocar aquele pinto não muito grande porem duro na boca como tinha sonhado e acariciar todo aquele corpo que nunca tinha tido tal experiencia , foi divino e torcia para as horas pararem , pois estava muito bom.ele me acariciava, me beijava, acariciava meu cuzinho com os dedos e depois com sua lingua quente que aos poucos foi entrando em minhas entranhas que pedia loucamente que fosse colocado aquele pau divino que tanto sonhei em sentar em cima .Ele colocou bastante gel , beijou bastante minha boca nunca antes beijada por outro homem e de lado começou bem devagar tentar enfiar aquele pinto gostoso quentinho e latejante que me fazia ir nas nuves e éra uma mestura de ardor com dor e tesão e eu rebolando aos poucos tentando sentir o maximo de prazer e gosando feito maluco ao mesmo tempo que ele , que delicia nunca poderia imaginar que éra tão gostoso se entregar para alguem do sexo oposto.Mais como tudo que é bom dura pouco gostaria de poder contar o resto para v.c.s. se assim for convidado.

O que posso garantir que tudo aqui citado é e foi veridico e estou esperando novamente uma oportunidade para encontrar meu grande amor para poder matar novamente minha vontade a qual foi interompida por que sofri uma contussão no pe nas minhas caminhasdas.Espero que tenha gostado minha querida amiga e para maiores detalhes deste nosso segredo me escreva para meu email particular

jco-59@hotmail.com

 

Abusada pelo tio com a tia sedada

Perdi a virgindade com meu tio padrinho, em casa de quem vivia, que me violou numa noite em que minha tia hospitalizada recuperava de uma melindrosa operação aos ovários. Durante o tempo em que minha tia permaneceu hospitalizada meu tio comeu-me todas as noites ainda que com excepção da primeira vez evitasse ejacular na minha greta. Até engravidar dele e fazer um aborto nunca tomei a pílula, e ele quando muito quando se queria vir dentro de mim aguardava pelos melhores dias do calendário. Nos restantes fazia-me chupar-lhe o caralho imenso e bojudo, dar-lhe uns bons sorvos nas bolas peludas e vermelho vivas, antes de me meter longamente na rata, muitas vezes recebendo-o eu deitada de costas e de pernas abertas, noutras comigo por cima dele, minhas coxas entrelaçadas nas suas sentindo-lhe a tora penetrando-me de baixo para cima. Quando queria gozar tirava o caralho fora e apontando-o com as mãos por cima dos meus pentelhos castanhos esguichava forte sobre eles. Mas também sobre a minha face ou sobre o meu cabelo, quase sempre esparrinhando para o travessão da cabeceira da cama ou para a mesinha de cabeceira, obrigando-me a limpar tudo para que no dia seguinte a doméstica diária não notasse nada. E ainda sobre as minhas mamas proporcionando-me as primeiras experiências com espanholadas.
Quando a irmã de minha mãe voltou para casa meu tio parou de me comer e eu tenho de confessar que embora me sentisse culpada por deixar que ele me fizesse aquilo sentia prazer com tais actos e comecei a sentir falta daquelas trepadas clandestinas e adúlteras. Meu tio apercebeu-se pois apesar de eu sempre começar tentando me negar a seus avanços entregava-me vorazmente a eles quando sentia seu caralho roçando-me a gretazinha e sempre me vestia provocantemente quando nos encontrávamos a sós. Novinha e com carinha de inocente mas já muito putinha safada, como se vê. Meu tio costumava comentar no fim de me foder que apesar de eu ter o sangue da minha tia era muito mais quente do que ela e tinha até vocação para puta. Neste capítulo não se enganou pois o cheguei a ser de facto. E comentava mesmo que eu puxava mais à minha mãe. Mais tarde vim a saber que a razão porque fui morar com os meus tios foi o marido da minha mãe ter descoberto um relacionamento adúltero de sua esposa, que se mantinha desde a época em que nasci e ter por isso questionado a paternidade da minha concepção. Não sei como isso ficou mas ainda hoje continuo a considerar o corno reformado do Exército, marido de minha mãe, como meu pai. Meu tio embora tivesse outras amantes por fora também devia estar com saudades da minha ratinha pois eu era a única teenager que ele andava montando, todas as outras eram mulheres quarentonas como ele e todos sabem que galo velho ou entradote como era o caso, sempre prefere pinar pitinha nova e fresquinha, acabadinha de estrear. Certa vez com a minha tia na sala dando ordens à doméstica, agarrou-me por um braço no corredor, eu estava de saia pelos joelhos, encostou-me à parede e enquanto com uma mão por dentro da calcinha me apalpava a pássara penetrando-a com os dedos, pespegou-me na boca um chocho de tirar o fôlego. Tentei afastá-lo mas apenas consegui que me comprimisse mais contra a parede. Depois prendendo-me a língua com os dentes sorveu-a um bom bocado. Eu já não resistia. Ficara toda húmida e com o grelinho em pé como sempre que meu padrinho me tocava.
- Putazinha gostosa. Hás-de sempre gostar de foder – disse-me quando me soltou a língua – Já estás húmida só por te ter penetrado com os dedos. Também tens muita fome da minha piça não tens, rameirinha? Logo que para cá vieste vi isso e jurei a mim que seria o primeiro a mostrar-te o que era um homem com tesão, a bem e a mal, e já o consegui. Mas continuo com muitas saudades de voltar a enfiar o caralho na tua rachinha de puta recém - inaugurada. Com a tua madrinha em casa tem sido mais difícil mas vou em breve dar um jeito nisso. E até lá quero que durmas toda nua como o fazias quando ela estava no hospital e passávamos a noite juntos. E bem lavadinha e cheirosinha como eu gosto. Quando voltar a ir ao teu quarto quero encontrar-te nua e perfumada. E livra-te disso não acontecer pois nem sabes o que te fazia.
Eu estava com muito medo que minha tia ou a criada nos apanhassem naquela situação e por isso mal meu padrinho acabou de dizer aquilo tratei de me escapulir. Com a esposa em casa não sei o que ele me podia fazer se eu não estivesse nua quando entrasse de novo no meu quarto para me desonrar mas o que é facto é que sua promessa me excitara tanto como o toque dos seus dedos. Tal como da primeira vez em que na sala, eu ainda era virgem, ele veio por trás de mim e lhe senti o piçalho teso cutucando-me o cu por cima da saia, não descansei enquanto não me fechei no quarto e na falta da coisa dele, em cima da cama toda nua esfreguei vigorosamente minhas maminhas e minha passarinha com as palmas das mãos até me vir num orgasmo solitário que deixou uma mancha na coberta. Mas passei, sem questionar, a dormir toda nua, com a cona inchada, desejando secretamente que a noite em que o meu padrinho transporia a porta do quarto para reclamar mais uma vez com o seu dardo inflamado a posse do meu corpo que ainda só ele provara, não tardasse. Não tive de esperar muito felizmente.
Duas ou três noites após tal episódio meu tio mandou-me levar um copo de leite a minha tia que desde que viera do Hospital era sempre a primeira a deitar-se. Foi ele mesmo quem o preparou na cozinha. Fiz o que ele me mandara, tomei um banho usando bastante gel e fui-me deitar. Já passava da meia noite, a casa estava em silêncio quando ouvi meu padrinho tomando banho e em seguida os seus passos encaminharem-se em direcção do meu quarto. Excitada como andava eu não conseguia adormecer antes da madrugada ir alta, e só depois de esfregar muito minhas pernas uma na outra, vigorosamente mas sem nunca procurar chegar ao orgasmo pois queria estar o mais sedenta possível no momento em que ele me viesse tomar. No entanto temerosa como sempre ficava quando sentia aproximar-se o momento, ainda para mais sendo aquela a primeira vez que meu tio me ia comer com a minha tia em casa dormindo na cama do quarto ao fundo do corredor, acto que eu achava muito imprudente, fingi estar dormindo. Tinha uma secreta esperança que meu tio me vendo dormir se retirasse com receio de acordar a mulher, ainda que por outro lado estivesse desejando imenso que ele não fizesse isso pois bastante me apetecia provar-lhe o gosto da pila naquela noite.
Ele também devia estar bastante atiçado pelo desejo pois abriu de mansinho a porta do meu quarto encaminhando-se em direcção da minha cama. Percebi que trazia calçados os chinelos de quarto e que na mão transportava uma pequena lanterna de bolso pois lhe senti o jacto de luz apontando-me para a cara. Suspirei e virei-me de lado como se me tivesse voltado a dormir mas tirando os braços nus para fora do cobertor como se indirectamente o estivesse convidando a descobrir-me o resto do corpo, tapado apenas pela roupa da cama tal como ele me mandara aguardá-lo. Senti que o seu corpo se inclinava sobre o meu, suas mãos agarraram-me pelos ombros e fizeram voltar-me de barriga para cima, seus lábios pousaram sobre meus ombros e braços beijando-os suavemente. Era raro meu tio beijar-me das vezes que me violara. Pelos vistos ele acreditava mesmo que eu dormia pois fazia-o muito suavemente, aflorando muito ao de leve minha pele com o seu toque, seus beijos sabiam-me como afagos e eu que nunca fora beijada assim pois nunca tivera namorado senti-me então ainda mais mulher do que quando ele me roubara a marca da inocência. Em todo o caso eu não podia ficar ali quieta como uma múmia, não só seus beijos e carícias me estavam provocando um tal calor no corpo todo, como imaginei ficar ali parada far-lhe-ia ver que eu estava de facto acordada. Mexi-me assim mais um pouco como se me fosse voltar de lado, o que meu tio mais uma vez não me deixou fazer, e tirei então uma perna de fora. Imediatamente sua boca pousou nela mais uns beijos mansinhos. Senti que ficou contente ao ver que tal como os meus braços minha perna estava nua. Sua mão subiu por dentro dos cobertores por ela acima até às coxas.
- Muito bem minha putinha – ouvi-o sussurrar – Estás nuazinha e perfumada como te mandei estar. Oh, que bom cheirinho a água de banho! Nunca me engano quando vejo uma puta por mais inocente que ela se tente fazer. Aposto que estás ainda com mais fome da minha piça do que eu da tua cona. E que a trazes bem húmida. Ora vamos lá a ver isso melhor.
Afastou-me os cobertores para trás e com a lanterna pousada na mesa de cabeceira, mas com o feixe de luz apontado para mim, examinou meu corpo passando suas mãos nos meus peitos e no meu entre pernas. Instintivamente fechei - as mas meu tio abriu-as de novo puxando-me os joelhos para os lados.
- Que é isso, minha putazinha precoce? Com vergonha de mostrar a cona ao seu tio que tanto prazer lhe deu? Vamos. Mostra-me lá como a trazes húmida e ansiosa por receberes nela o meu caralho.
Aparentemente ele não acreditava que eu ainda estivesse dormindo e por isso não valia a pena manter aquele papel. Seus dedos grandes e grossos, dedos de homem com piça e colhões grandes já se acercavam da entrada da minha greta e um deles, o médio, já me penetrara os lábios, fazendo-me soltar um grito abafado de dor.
- Tio! – exclamei, abrindo os olhos como se só agora despertasse. Além dos chinelos nos pés meu tio vestia apenas um roupão cinzento apertado apenas por um cinto de trespasse – A tia vai ouvir. O que está a fazer?
- Não te preocupes com a tua tia. A dose de Somniun que lhe misturei no leite vai fazê-la dormir como uma pedra. Muito aposto em como à falta de um caralho autêntico não te importarias de seres sempre acordada com um dedo grosso como o meu entrando-te pela cona acima. De facto, traze-la bem húmida.
Seus movimentos eram rápidos, compreendi que meu tio padrinho drunfara minha tia e por isso não haveria perigo, e sabendo isso só me apetecia pedir-lhe que não parasse de me foder com o dedo, não precisaria de muito mais tempo para atingir o orgasmo, mas meu tio não queria que isso acontecesse já.
- Calma gulosa – recomendou-me tirando o dedo – não tenhas pressa de gozar já que temos tempo. Além disso tenho uma coisa melhor que o dedo para te fazer gozar. Isto foi só para te abrir um pouco essa coninha apertadinha pela falta de uso, para o grande caralho que a há-de escancarar dentro de momentos.
- NÃO, TIO, NÃO, POR FAVOR. A tia não ia gostar de saber que o tio me metera a pila, não por favor, a pila não – mas os meus olhos e os movimentos frenéticos de minhas ancas espojando-se sobre o lençol do colchão diziam o contrário.
- Cala-te, menina fogosa - impôs-me tapando-me a boca com as mãos – pensas que eu não vejo como passas a vida quando tua tia não está a exibires-me as tuas coxas e o decote das mamas? E como estás constantemente a olhar para zona da minha piça nas calças e que desde que te comi estás sempre a suspirar pelo momento em que vais voltar a provar dela?
Acrescentando ainda que minha tia ia gostar tanto de saber que ele me dera a provar o bacamarte como que acabara de me meter o dedo na cona, desapertou o roupão deixando-o cair no chão. Estava nu e o seu pau gigantesco exibia toda a sua pujança.
- Oh, que mamas lindas e direitinhas tens Sandra, minha querida sobrinha – e agora era sua boca quem mas beijava fazendo meus mamilos empertigarem-se de tesão – a tua tia nunca teve umas mamas assim. A tua mãe sim, que lhas vi algumas vezes. Ohh, como me apetece trincá-las e comê-las – e das palavras passou aos actos, começando primeiro por me contornar com a língua toda a textura das mamas, lambendo em seguida em volta dos mamilos, e só então mordiscando estes, por vezes com ternura e por vezes com alguma raiva, mordendo-os mais fortemente. Nessa altura eu já tentara baixar as minhas mãos para afagar minha pássara húmida mas meu tio impediu-o, prendendo-mas com os joelhos:
- Hoje quem te vai consolar a cona sou eu – disse-me. Seu caralho insuflado estava agora por cima da minha área genital. Soerguendo-se um pouco meu tio esfregou-o longamente na minha barriga enquanto sua boca e seus lábios me continuavam fazendo delícias no peito. Depois descendo um pouco meteu a cabeçorra na minha brecha. Gemi como gemia sempre que ele me começava a penetrar. Que saudades desses meus tempos de estreia e do buraquinho apertado que tinha então!
- Dói-me tanto, tio - queixei-me ainda que mais para defender a honra do convento do que outra coisa, já que apesar da dor aquela entrada estava-me sabendo muito bem.
Só a cabeça da piça, Sandra, só te quero para já meter a cabeça da piça – assegurou-me – agora só te quero ouvir gemer e abrir-te um pouco a entrada da cona. O resto do tronco fica para depois.
Meu tio era perito naqueles preliminares e ficou ali bastante tempo, metendo e tirando a cabeça da piça da minha entrada íntima, mas sempre sem entrar muito fundo, proporcionando-me uma excelente massagem no clítoris e nos lábios. A cama gemia um pouco, meus gemidos ainda que abafados por vezes ecoavam no corredor, meu tio estava mesmo confiante na dose de Somnium com que recheara o leite da consorte. Quando parou com aqueles movimentos a cabeça estava toda melada e os meus lábios vaginais não estavam menos langonhados que a cabeça do caralho de meu tio. Este apertando-me as mamas enfiou-o no meio delas.
- Ohhh, sim, que maminhas duras e lindas tens Sandra – gabou – Como o meu caralho se consola de se achar assim bem aconchegado no meio delas. Ohhh, deixa que elas provem o gosto do leite do meu caralho. Umas maminhas como as tuas que um dia darão de mamar a alguém bem merecem ser aleitadas com o leite de um bom caralho.
Meu padrinho sabia que insultar-me ou dizer palavrões durante o acto me deixava super excitada e acho que essa era uma das razões que também o levavam a gostar tanto de foder comigo, apesar do perigo a que se expunha. E então ouvi-lo dizer tais coisas com a piroca afogada nas minhas mamas e estas esganadas nas suas mãos, ultrapassava tudo o que já experimentara com ele antes, em matéria de prazer. O clima estava muuuito intenso.
- Chupa-me a piça, vagabunda – mecanicamente já eu lhe agarrava nos tomates com uma mão e com a outra no martelo insuflado e os levava à boca, mamando ora nuns ora noutro.
- Nem é preciso ensinar-te nada, desavergonhada – voltou a gabar-me – Tens um talento natural para lidares com caralhos, e eu reconheci isso desde a primeira vez que te vi. Não percas o jeito nem o gosto e farás muitos homens felizes.
Também nisto não se enganou e ele foi o primeiro a quem satisfiz, ainda que não me tenha pedido o consentimento para tal. Bem chupadinho como tanto gostava, meu tio fez-me uma coisa que nunca me tinha feito. Até então sempre fora só eu a gargarejá-lo mas desta vez sem lhe pedir nada ofereceu-se para me fazer um minete.
- Foste tão querida com a língua, Sandrinha, que vou-te proporcionar um prazer idêntico que só faço a coninhas tenrinhas como a tua.
Meu padrinho quando me violava não cuidava só de obter prazer para si, mesmo forçando-me à prática de certos actos e batendo-me por vezes em tais ocasiões quando me procurava negar a eles, sempre gostou que eu sentisse prazer e me viesse. O que sempre conseguiu.
-Abre as pernas putinha que te vou lamber a cona – o facto de eu a ter bem besuntada com a esporra dele não o pareceu incomodar nada. Sua língua titilou-me cada cantinho do meu clítoris e dos meus lábios antes de entrar afiadinha na minha brecha. E nessa altura seus movimentos com ela pareciam os de uma cobra sugando uma pequena presa, levando os meus quadris a esfregarem-se todos no seu rosto. DELICOSO. A sucção dos seus lábios, quando meu tio lhe imprimia um ritmo mais vigoroso parecia fazer-me inchar a vulva, grudando-a neles. Eu gemia intensamente de prazer, tal como quando ele ma metera este era também um prazer novo, sublime, que só se sente uma vez, a primeira.
- Tio, as minhas maninhas – pedi em voz sumida. Ele compreendeu. Meus mamilos são minha zona erógena por excelência e não tardou que suas mãos, e sobretudo seus dedos experientes, se me viessem pousar sobre eles, acariciando-os mas também torturando-lhes os biquinhos, apertando-os e torcendo-os como tanto gosto. Não demorei muito a vir-me.
- Ahhh grande putazinha apressada que não esperaste pela minha piça – insultou-me batendo-me na cara, não com muita força e parando com o minete mal sentiu o doce do meu suco escorrendo-lhe para a boca – Não penses que escapas ao meu sarrafo, grande putazinha com carinha de inocente. Não estive aqui gastando meu tempo a lamber-te a cona de puta fresca para não provar o pitéu principal.
Eu apesar de me ter vindo não faria má cara a receber a visita daquele troncho inflamado porque uma coisa é ser lambida, mesmo gostosamente, e outra é ser encabada pelo instrumento de prazer de um macho. Gosto da primeira mas já na altura ela apenas me abrira o apetite para a segunda. Apesar de tudo para ostentar a imagem de menina pudica que sempre exibi com meu tio mesmo nos seus momentos de adultério e lhe procurar demonstrar que só cedia a ele na base da força, procurei demovê-lo da sua intenção oferecendo-me para lhe esgalhar uma punheta.
- Pensas que já alguma vez estive com uma mulher como nós estamos agora, apenas para ela me tocar uma punheta, meu traste debochado? Punhetas esgalhei algumas quando era rapaz, não agora que tenho aqui a minha sobrinha puta de pernas abertas e com fome da minha vara.
Mandando-me colocar de gatas, uma das suas posições favoritas, encochou-me por trás esfregando-me a piroca melada longamente na entrada do cu. Das primeiras vezes pensei que meu tio me ia enrabar mas ele nunca se mostrou interessado em aguçar o cajado em tal lura. Gostava simplesmente de esfregar o pau nela antes de me dar na entrada da frente.
- Deixa o teu cuzinho tomar o gosto da minha esporra, Sandra – dizia-me habitualmente – E deixa que a minha piça tome o gosto do teu cuzinho que vai-me saber melhor ir-te ao pito, galdéria.
Uma das suas mãos enlaçara-me a barriga, deslizara por entre ela afagando-me a vagina, voltando a penetrar-me com o dedo, só que agora com cada um à vez, voltando a fazer –me sentir húmida.
- Puta, és mesma uma puta Sandrinha – xingava-me – humedeces com uma facilidade que só visto. Pois já que estás húmida toma lá piça.
Seu caralho entrou por mim dentro como um prego. Precavidamente meu tio tapara-me a boca com a mão e foi isso que evitou que o meu grito se ouvisse pela casa toda.
- È para que saibas, minha putazinha recém inaugurada, que tenho piça para te rasgar toda e te fazer doer tanto como da primeira vez que te furei o selo de origem, ouviste bem? – ameaçou-me com uma voz má, habitual nele quando se aproximava o momento do orgasmo – Por mais puta que penses ser tenho a piça suficientemente tesa e os colhões suficiente cheios para te fazer doer sempre que te for ao pito.
Seus movimentos de ancas eram agora suficientemente rítmicos, seu caralho entrava e saía velozmente de dentro de mim, seus colhões batiam-me por trás, suas mãos voltaram a plasmar-se nas minhas mamas e na minha vagina. Nestas ocasiões meu tio procurava meter um dedo dentro dela sempre que o caralho recuava o que me fazia gemer ainda mais, e depois bastante humedecido levava-mo à boca obrigando-me a chupá-lo como lhe chupara no cacete
- Gostas de esporra na cona não gosta putinha? E na tua boquinha não? Pois então enquanto a provas na boca de baixo prova igualmente a que trago no dedo com a de cima e diz-me lá ao que sabe o paladar da tua cona e da minha esporra dentro dela.
E por trás não apenas me metia o dedo melado na boca como também me beijava o pescoço e as orelhas, e me mandava lamber a minha língua na língua melada dele. E de facto a língua e o dedo sabiam-me e cheiravam-me à minha rata quente e ao gosto da esporra que meu tio impregnara nela. Nessa altura os meus gemidos já não podiam ser abafados com a mordaça da sua mão nem com o rosto na almofada como ele tentou fazer. Minha madrinha estava mesmo pedrada mas era perigoso arriscar mais do que já fizéramos. Meu tio mandou então deitar-me de costas e comeu-me ainda durante mais um bom bocado de tempo na posição tradicional do missionário até eu me vir novamente.
- Coirona que já gozaste duas vezes e eu ainda estou de pau duro e com os tomates cheios. Mas já vamos tratar disso – urrou. Ohh, tio que loucura gostosa estamos fazendo, apetecia-me dizer-lhe, como me parece divina a tua gigantesca piça fodendo-me toda, escancarando-me, arreganhando a minha gruta secreta, melando-me profusamente com o seu líquido quentinho e viscoso. Oooh, que bem me sabe a pele rugosa e dura dos teus colhões acariciando-me os lábios da vulva, posso até imaginar a quantidade de sémen que tens dentro deles. Se os anjos não têm sexo não quero ser anjo, quero ser o contrário deles. Ohh, como tudo isto é bom! Que parva é minha tia com um macho assim potente e dominador não o chupar até lhe sentir todo o tesão possuir-lhe a boca como eu faço, e não gostar de foder com ele, mas como isso é bom para mim, sua sobrinha, que estou aqui de pernas abertas apanhando no grelo como uma mulher ou uma simples puta, e isso me está sabendo tão bem…
Ia eu perdida nestes devaneios quando um súbito click se me acendeu. Estar fodendo com meu tio com minha tia sedada a poucos metros de nós parecia-me demasiado bom para tentar mais a sorte. Tivesse tido o mesmo click um ano mais tarde e não teria engravidado dele.
- Tio, NÃO, é perigoso gozar dentro de mim. Esta semana não – ele ensinara-me as regras do calendário e eu desde que perdera a virgindade andava particularmente atenta a elas.
- Está descansada que na minha idade não pretendo ser pai – respondeu dando-me mais meia dúzia de enérgicas piladas com sua haste inflamada. Quando lhe senti a cabeça tremer com mais intensidade anunciando a esporradela iminente tirou-a fora, meus músculos fecharam todos à sua saída, liberta daquela massa de carne dura eu sentia-me outra vez menina, pura e casta como antes da minha primeira vez.
Como contei, habitualmente meu tio sempre que interrompia o coito despejava toda a sua energia sobre minhas mamas ou barriga mas naquela noite tudo foi diferente. Mal tirou o caralho fora, agarrou-o com as mãos e soerguendo-se aproximou-o de minha boca. Foi então que escutei uma outra revelação sua que me fez suspeitar que em tempos aquele malandro também comera a minha mãe. Não me admirei. Meu tio padrinho sempre tivera a fama e o proveito de um verdadeiro fodilhão.
- Abre a boca, sobrinha puta, tão puta como tua mãe o foi antes de te parir – uma das mãos já me forçava a abrir o queixo, com violência – Abre a boca Sandra ou prego-te tantos estalos que te rebento os dentes e hás-de depois chupar-me a piça com as gengivas moles. Já que fui o primeiro a aleitar-te a cona com o meu leitinho vou também ser o primeiro a aleitar-te a boca com ele e tu vais enfiá-lo todo pela goela abaixo.
Já chupara a piroca melada de meu tio muitas vezes mas nunca lhe engolira todo o produto da sua ejaculação. Aquilo na altura não me pareceu próprio de uma moça decente e mais por isso do que por nojo supliquei-lhe que me poupasse a tal cena. Até chorei um pouco.
- Por favor tio, antes nos meus peitinhos, engolir-lhe a esporra não – pedi tentando negar-lhe a visão da minha nudez pois puxei o cobertor da cama sobre mim mas ele logo o afastou. E agarrando-me pelos cabelos puxou meu rosto de encontro àquele pedaço de tentação, lustroso como eu nunca o vira e que não parava de balouçar.
- Cala-te puta! Choras agora por me ires engolir a esporra, tu que nunca choraste quando me lambias a piça, nem quando apanhavas com ela por essa tua cona com desejo de puta recalcada? Vais fazer o que te mandar ou conto à tua tia que te andas a atirar a mim. E olha que ela não gosta nada da forma descascada como te vestes.
Isso já imaginava eu.
- Boca aberta puta, não quero nem uma gota fora. E esfrega-me o caralho com as mãos já que te ofereceste para me tocar uma punheta.
Com uma das mãos dele agarrando-me o queixo e a outra os cabelos, sacudiu-me a cabeça de um lado para o outro. Não tive outro remédio que não estender o braço, envolver-lhe a pila com a palma da direita, o prepúcio esticado para trás, a glande fremente a poucos centímetros da minha boca. E comecei a punheteá-lo. Não precisei de muitas esfregadelas para o seu gozo quente me inundar a boca. Suas mãos comprimindo minha nuca empurraram-me toda na direcção daquele jorro, o caralho entrou-me pela boca dentro como um torpedo, parecia querer rasgar-me a garganta. Só trincando-o eu me poderia livrar dele ou impedi-lo de consumar seu intento.
- BEBE O MEU LEITINHO, VADIA – exortou – NÃO QUERO VER UMA GOTA CAINDO FORA DA TUA BOCA, VACA.
Os jorros sucediam-se, tanta esporra acumulada nos colhões tinha meu tio, queria recuar mas não podia, estava com a face completamente encostada ao seu baixo ventre, os pentelhos farfalhudos dele entravam-me pelos olhos e nariz dentro, mas as suas mãos na nuca pareciam tenazes obrigando-me a permanecer com o caralho dentro da boca, violando-me a garganta enquanto ele se vinha, vinha, vinha..A certa altura, afogada naquela pressão que não parecia terminar nunca, um engasgo quase me fez golfar tudo fora.
- Minha grande puta, não estavas morta por piça e por um banho de esporra quentinha, acabadinha de mugir? Pois não te queixes que aí as tens. Se vomitares na cama faço-te engolir tudo.
Aquela ameaça era terrível. Meu tio contudo pressionou com uma das mãos o caralho suspendendo por alguns momentos a ejaculação o que me permitiu engolir grande parte da langonha que tinha na boca, antes de receber o resto e ele se confessar aliviado. Não fora tão nojento como pretendera fazer-lhe crer só para me mostrar relutante como o deveria ser naqueles anos em Portugal uma moça suposta filha de um sargento do Exército. Pegajosa sim, antes de lhe pegar o jeito de a engolir quase se colava como visco ao céu da boca e à saliva mas nada nojento. Até fiquei a gostar do seu paladar.
Do caralho de meu tio agora flácido e a apontar para o chão, sem já nenhum daquele vigor do tesão que tanto me fascina num caralho, pendiam grossos fios de esperma e de saliva. E do meu suco idem. Os cantos da minha boca, do meu peito, barriga, pentelhos e rachinha também se achavam reluzentes com o líquido seminal dele.
- Afinal ainda tens muita esporra para limpar com a língua, querida Sandrinha – a sua piça era agora só peles mas isso não o impediu de me voltar a empurrar de encontro a ela e de me fazer lambê-la murcha como estava até lhe remover todos os vestígios do nosso comum prazer.
Nessa noite tomámos banho juntos como nas noites que minha tia passara no hospital, e tal como então meu tio ainda dormiu uma parte do resto da noite comigo. A ela foi preciso acordá-la na manhã seguinte ainda bastante ressacada. A dose tinha sido efectivamente potente e não foi a única vez que meu tio usou tal expediente para me possuir com ela em casa e se não o fez mais vezes foi por recear, e com razão, que o seu uso mais amiúde far-lhe-ia perder o efeito.

SANDRA

 

 

Violada por meu padrinho

Por razões que não vêm ao caso, fui morar com os meus tios/padrinhos, que viviam em Lisboa, e não tinham filhos. Meu tio trabalhava no Ministério dos Negócios Estrangeiros, era um homem com quarenta e poucos anos, muito charmoso, mas mulherengo, e minha tia era doméstica. Meu tio era muito simpático comigo, levava-me ao Jardim Zooológico, ao cinema, às festas no Coliseu, a passear de carro, mas minha tia que conhecia bem os pecados do marido, procurava sempre evitar que eu me encontrasse sozinha com ele. Comecei a compreender a atitude dela quando reparei que sempre que ele me dava um beijo, o procurava fazer na boca, o que eu tentava evitar, muitas vezes sem sucesso, e quando ele no escuro do cinema me afagava as pernas, ou pousava as mãos no meu regaço, procurando apalpar-me a passarinha por cima das saias, ou as mamas por cima da camisola. Uma vez , quando ajudava minha tia a pôr a mesa, aproveitando uma curta ausência dela na cozinha, ele veio por trás de mim e esfregou-se no meu traseiro, fazendo-me sentir o seu pau teso. Eu desencostei-me imediatamente, mas ele riu-se.
- Ainda não sabes o que é bom!
Para dizer verdade, eu não gostava quando ele me mexia na passarinha, mesmo por cima da roupa, mas ficava sempre excitada quando me tocava nas mamas. Ainda hoje, mal me tocam em tal sítio, eu fico logo com os marmelos duros, e meu padrinho com muita experiência em comer mulheres percebia isso. Nesse dia fiquei contudo com um tesão danado ao sentir-lhe o pau duro, mesmo sem ele me ter tocado nas mamas. De um momento para o outro senti desejo de levar com um cacete daqueles pela minha ratinha dentro, mas é claro que não me atrevi a dizer-lhe isso, afinal ele era meu tio, marido de minha tia que me estava a criar. Depois do almoço não me contive, e trancada no quarto masturbei-me pela primeira vez. Masturbei-me é como quem diz. Não me atrevi a meter o dedo lá dentro, com medo de furar o hímem, mas afaguei demoradamente minha ratinha, até me vir. Nessa tarde tive o primeiro orgasmo da minha vida.
A virgindade contudo só a perdi uns dois meses depois. Minha tia fora operada a um quisto nos ovários, a operação não coreu muito bem, e ela permaneceu quase duas semanas no hospital. Quando minha tia foi internada, eu percebi que meu padrinho ia finalmente conseguir os seus intentos, e acho que ela também o suspeitou. Eu percebia que ele andava me espreitando quando tomava banho, embora pouco conseguisse ver, lia-lhe o ar guloso com que me fitava quando minha tia não estava presente, e apesar da excitação que aquilo me provocava, fiquei com medo quando me vi a sós com ele. Durante o dia não havia problemas. Eu estava na escola, ele no Ministério, e havia uma empregada externa, já de idade que vinha fazer as limpezas e cozinhar, enquanto minha madrinha estivesse internada. Mas à noite, ele teria oportunidade de fazer comigo o que muito bem entendesse.
Não sei porquê, mas logo no primeiro dia que minha tia deu entrada no Hospital, vesti-me provocadoramente. Uma blusa de alças azul-clarinha, decotada e me deixava à mostra o rego das mamas, já perfeitamente formadas, e uma saia rosa por cima dos joelhos. Acho hoje que eu queria ser comida, embora não me atrevesse a dar o primeiro passo, por isso procurei que meu tio me visse assim produzida, e fizesse comigo o que já há muito andava pensando fazer.
Ele chegou a casa um pouco tarde, pois passara no hospital após a saída do trabalho, e a empregada já se fora. Gostou de me ver assim vestida.
- Estás muito bonita, Sandrinha – agradeci-lhe com um sorriso, esquivei-me ao seu beijo na boca, apesar de estarmos sós ele não se importou, o seu olhar dizia-me, “hoje não me escapas”. Jantamos empadão de carne, meu tio no final saiu a tomar café como sempre, enquanto eu lavava a loiça, mas voltou quase logo, e entretivemo-nos a ver televisão até meu padrinho me dizer:
- Vai tomar banho, Sandra, que são horas de ires para a cama.
Ele nunca me mandava tomar banho. Percebi que ia ser agora e minhas pernas tremeram. Ansiava por aquele momento, e no entanto temia-o. Contudo obedientemente lá fui para o banheiro. Ele ainda não tentara nada, nem me olhara com aquele seu jeito lúbrico Quando cheguei à casa de banho, vi que a chave quer costumava estar na fechadura já lá não se encontrava, pelo que não me poderia fechar lá dentro. Bom, não ia ter remédio mesmo. Lavei primeiro os dentes, e em seguida despi-me e abri o chuveiro. Já me tinha ensaboado quando meu tio entrou. Vestia um roupão e os chinelos de quarto.
- Chega-te para lá que eu também quero tomar banho! - ordenou-me. Eu procurando tapar minhas partes íntimas e minhas mamas, pedi-lhe que não fizesse isso, que me deixasse acabar de tomar banho, que a tia não ia gostar de saber, mas ele disse-me com alguma lógica.
- A tua tia só vai saber se lhe contares. E se o fizeres eu mato-te.
Que é que eu poderia fazer? Ele tirou o roupão, ficou completamente nu, a pila e os tomates dele eram enormes, meu deus, pensei, se ele meter aquilo em mim, vai-me rebentar toda, eu ouvira dizer que a primeira vez era muito dolorosa, e ao ver aquele bacamarte que se começara a pôr de pé não duvidei da veracidade da afirmação. Eu já vira algumas pilas apesar de ser virgem, havia colegas rapazes na escola que por vezes, por exibicionismo, a exibiam provocadoramente em locais discretos, mas nunca vira uma pila tesa, e apesar do tesão que me provocava achei-a monstruosa, como me parecia incrível meu pai ter feito o mesmo à minha mãe. Voltei-me de costas para ele, procurando ocultar dos seus olhos os meus pentelhos, mas a visão do meu rabo gordinho deve ter-lhe servido de consolo, pois o seu pau não voltava ao ponto morto.
- Vou-te ensaboar as costas.
Não me ensaboou apenas as costas. Desprezando a esponja de banho, com as mãos cheias de sabonete esfregou-me as costas, desceu até às minhas nádegas, ensaboou-as com volúpia e penetrou-me o rabo com o dedo. Eu procurava estar o mais quieta possível, só queria que ele acabasse porque não me parecia certo o que estávamos fazendo, pensava como iria encarar minha tia depois daquilo, mas o seu dedo no meu cu, entrando e saindo, estava-me deixando louca, minha coninha ia ficando cada vez mais húmida como quando me masturbara, sua mão esquerda forçando-me o pescoço obrigava-me a dobrar o tronco, naquela posição meu cu estava mais oferecido, as pernas dele flectidas encostaram-se mais às minhas, agora além do dedo enfiado no meu cu sua piroca também parecia querer forçar a entrada, eu sentia-a toda molhada e não era da água do chuveiro que não parava de correr sobre nós, era um líquido mais viscoso que lhe saía da pila, esperava que ele não a quisesse meter ali, atrás ia-me doer muito mais tinha a certeza, mas ele não a meteu no meu cu, apenas lhe esfregava a cabeça na minha entrada, agora tinha-a retirado e continuando a massajar-me com o dedo, esfregava-a na minha entrada da frente, meteu um bocadinho e doeu-me, fez-me gemer, e ele pareceu ficar contente.
- Estou a ver que és mesmo virgem. Óptimo, daqui a bocado vou fazer de ti uma mulher. Agora volta-te que te vou ensaboar à frente.
Mais uma vez me tentei recusar, mas ele ameaçou me bater.
- Oh, que lindas maminhas tens. E direitinhas, vê-se logo que nunca deram de mamar a ninguém – e enquanto me ensaboava ia-me trincando levemente os mamilos, e deixando-me louca de gozo à medida que eles iam ficando duros.
- Estás a ver, minha tola? A fazeres-te de difícil, e cheia de vontade de apanhar nele! Oh, que pena não teres leite nas maminhas para dares ao teu padrinho.
Sabia-me bem ouvi-lo dizer aquilo e instintivamente ia-lhe abrindo as pernas procurando sentir melhor a sua mão esfregando minha vagina.
- Vês como gostas ? Agora é a tua vez de me lavares a mim.
Eu comecei a ensaboá-lo mas não me atrevia a fazer-lhe o mesmo na pila e nos tomates. Ele exigiu que eu lhe ensaboasse os genitais.
- Tio, por favor não!
Uma bofetada foi o que obtive.
- Isto foi só para aprenderes. Da próxima vou buscar o cinto e dou-te com ele. E olha que não está cá tua madrinha para te valer. Com as mãos, não é com a esponja.
Foi procurando conter as lágrimas, que lhe ensaboei a pixota e os tomates. A bofetada tinha acalmado um pouco meu tesão, mas ao sentir nas minhas mãos a força daquele caralho túrgido e pulsante, voltei a sentir um calor percorrer-me toda, um calor gostoso cujo centro era o meu buraco no meio das pernas.
- Isso, devagarinho – meu tio ia-me dando instruções - deixa a tua mão deslizar suavemente ao longo da piça. Agora começa a lamber-me os tomates, muito bem.
Minha língua lambia-lhe os tomates,
Mas quando ele me pediu para lhe chupar o pau voltei a recusar-me.
- Não! Por favor! Isso não. A pila não! Tenho nojo de a meter na boca.
- Mas nojo porquê – perguntava ele – Então tu não acabaste de a lavar?
Mesmo assim! Ele metia-a em tanto lado, não era só na parreca de minha tia. Novamente teve de me convencer com umas boas palmadas desferidas com força, que me deixaram toda marcada.
- De joelhos! – e foi de joelhos assentes na base da banheira, que tive de lhe fazer um broche. A pila dele, avantajada como era, atravancava-me a boca toda, ele procurava empurrá-la até ao fundo da garganta, e no inicio atrapalhei-me um pouco, ainda lha pensei trincar com força para me ver livre daquilo, mas não me atrevi, ele arrancar-me-ia a pele, mas devo ter ganho rapidamente o jeito, pois meu tio gabava os meus talentos de brochista.
- Vês como é fácil? Se tivesses obedecido logo terias evitado as palmadas que levaste. E não quero só a boquinha a trabalhar, quero que ma lambas também com a língua.
Apressei-me a fazer como ele queria antes que me batesse de novo, e enquanto o chupava ia fazendo com que a minha língua não ficasse inactiva, e lhe percorresse todo o pau, de trás para a frente e de frente para trás. Ele delirou. Fiquei a chupá-lo mais de cinco minutos, a cabeça da pila dele estava novamente coberta de esporra, e eu estava apreciando aquele sabor viscoso, morno e salgado que nos fez vir a todos ao Mundo, mas ele não se vinha, parecia que cada vez estava mais duro.
- Já chega – disse-me – Vamos para o quarto.
Limpámo-nos mas ele não me deixou vestir o roupão, apenas me consentiu que embrulhasse o lençol de banho ao redor do corpo, e conduziu-me toda nua ao quarto. A mim parecia-me um sacrilégio ir apanhar dele na mesma cama onde ele se deitava com minha tia, mas não disse nada. Tirou-me o lençol da cinta e mandou-me deitar, assim nua, na cama dele, as pernas bem abertas, o toalhão debaixo de mim. Até então, ele ainda não me vira a rata, apenas tocara nela com a piça, até então nunca nenhum homem ma vira, e eu nunca sonhara que o primeiro a vê-la com olhos de desejo seria um homem com idade para ser meu pai, preparando-se para me violar. Sentia muita vergonha por aquele momento que estava a passar, ter de mostrar meu órgão sexual para ele, imaginava que após esse muitos outros se seguiriam, como se seguiram, mas tinha de me submeter.
Meu tio, em todo o caso, foi bastante carinhoso comigo. Ajoelhou-se agora ele ante mim, e fez-me um delicioso minete. Sua língua acariciando-me o clítoris, e lambendo-me os grandes e os pequenos lábios, depois de todos os preliminares anteriores no banheiro, levaram-me rapidamente ao sétimo céu, e ao fim de alguns momentos, os movimentos da minha pélvis indicavam o meu orgasmo iminente. Meu tio com toda a sua experiência de mulheres compreendeu-o logo.
- Não quero que te venhas já. Espera para quando tiveres a pila lá dentro.
Eu estava toda dengosa. Momentos antes pedira-lhe para parar, agora só queria que ele continuasse e acabasse o que começara. Já que me forçara a ir até ali, agora queria o resto
- Oh, padrinho, não demore muito! – supliquei-lhe.
Ele então, estendeu-se ao comprido por cima de mim, e com jeitinho, lentamente, fui enfiando seu caralho na minha coninha, gemi, mas ele continuava a meter, e a minha coninha abria-se para receber seu violador. Afinal aquilo não era um buraco tão apertado como parecia, nem podia ser pois por ali um dia iriam ter de sair bebés, ele metia, metia, mas como o seu caralho era enorme e ele metia devagar parecia que nunca mais acabava de meter, até que por fim senti os colhões dele encostados à minha entrada, meu entre pernas todo húmido, mas agora era um líquido quente, compreendi que a ruptura da minha membrana me fizera sangrar, senti pena de não poder vir a entregar aquele símbolo da minha castidade quando encontrasse o amor da minha vida, como sempre fantasiara fazer, mas a dor não fora insuportável como tantas vezes ouvira dizer, e agora com os portões escancarados meu tio socava-me com força, já não era o mesmo amante carinhoso metendo o pau devagar em mim, mas um violador que ali tinha em cima do meu corpo, trespassando-me com a sua estaca ferozmente como se me estivesse a castigar, e que castigo tão bom era aquele, bem melhor que as bofetadas da casa de banho!
Eu vim-me primeiro que ele, mas meu tio quando me viu satisfeita procurou vir-se o mais rapidamente para não me magoar, e conseguiu-o.
- Diz lá minha tonta, foi bom ou não foi?
Não lhe queria dizer que sim.
- Não sei como vou conseguir olhar para a cara da madrinha - foi a minha resposta.
- Com a cara de sempre. Não és a primeira mulher que eu como desde que estou casado com ela, e a menos que morra hoje, não serás a última. E a partir de hoje em diante, já sabes o que te espera. Para já, enquanto a tua tia estiver no Hospital dormirás comigo. Quando ela vier, logo se verá. Uma palavra sobre isto a ela, aos teus pais, ou seja lá a quem for, e desfaço-te à pancada – voltava a ser o meu padrinho mau, o violador. – e agora vai meter esse toalhão em água e sabão. Não quero que ninguém veja essas nódoas de sangue.
Durante as duas semanas que minha tia permaneceu internada, dormi todas as noites com ele, mas ele passou a tirar a pila fora antes de se vir, e só não o fazia quando pela tabela da última menstruação achava que não havia perigo de engravidar. Mesmo assim uma vez enganou-se e eu engravidei dele mas o produto dos nossos actos adúlteros não chegou a nascer, porque ele me obrigou a abortar.
À minha tia é que não foi necessário contar nada. Desconfiada dos olhinhos que o marido me deitava, certa manhã com a empregada entrou no meu quarto, me acordou à força, e despindo-me da cintura para baixo, constatou a minha desonra. Bateu-me furiosamente, mesmo sabendo que eu não poderia ter grande culpa, insultou-me, mas não me expulsou de sua casa. Quando aos fui colocada na Universidade de Coimbra, no Curso de Direito deixei aquela casa, e respirei de alívio. Só o voltei a ver, e a foder com ele, nas vésperas do meu casamento. Nunca guardei rancor ao meu tio por me ter violado, mas pelo menos agora estava livre.

SANDRA

 

Mãe danada

Como já escrevi em outra oportunidade, minha mãe é uma mulher negra de 45 anos, bunda bonita e seios fartos e apesar da idade, firmes. Ela após separar de meu pai, que foi embora para outro Estado, ficou irreconhecível, sempre fomos muitos ligados, ela inclusive quando está em casa sempre usou roupas leves que demarcam seu corpo, após uma noitada de sexo entre eu, ela e um amigo, ela se soltou ainda mais, uma verdadeira puta...

No feriado da independência, fomos (eu e ela) para uma casa na Ilha Comprida - SP, para nossa supresa (agradável por sinal), a casa dividia o quintal com outra menos, esta ocupada por um grupo de joves, muitos simpáticos, nos ajudaram com a bagageme em retribuição, os chamamos para tomar umas cervejas á noite, o que nem todos aceitaram, pois entre els havim muitos casasis e preferiram sair para a balada, veio até nós somente três pessoas, dois rapaes e uma garota, que logo se despediu e foi dormir, os dois rapazes já altos de cerveja, se mostraram muitos solícitos, principalmente com minha mãe, que a estava com um vestido florido muito leve e curto, marcando seus seios e bunda, eu percebia que os rapazes estavam tentando me embebedar, eu querendo ver onde aquilo iria chegar, falei que estava "bebado" me despedi e fui dormir, os deixando sós, deitei e não demorou muito e eles já estavem numa esfregação, esperei mais um tempo e após sair do quarto com todo o cuidado para nao fazer barulho, dei a volta e os avistei numa área que havia nos fundos das casas, ela era o recheio de um sanduíche de machos, não demorou muito e ejá estava sendo fodida pelos caras, que a xingavam e socavam com força, pena que a distância não me permitia ver muita coisa, mas ouvia todos os sons da trepada, os rapazes gozaram logo, pelo que percebi nos seios e rosto dela.

Corri para casa e a esperei, quando ela entrou, fiz questão de recepcioná-la, falei que havia visto tudo, ela disse que tinha certeza que eu não estava "bebado" e que tudo tinha sido para deixá-la livre, fomos dormir, aliás, eu só dormi depois de uma gostosa punheta, nos três dias que ficamos no local, eu deu para uns quatro caras, mas acho que todos lá sabiam do que havia acontecido, pois a olhavam de forma diferente, eu morrendo de ciúmes, mas com muito tesão, não fui contemplado desta vez, mas a vi chegar suja de esperma várias vezes.

cristianosouza1973@yahoo.com.br

O colega de trabalho

Iniciei esse contos varias vezes e resolvi não deixá-lo muito longo.
Hoje sou um cara casado, durante minha infância/adolescência, sempre bati varias punhentas, pensando em meus colegas de turma, estava sempre sendo mamado ou comendo um cúzinho, minhas punhetas eram dedicadas principalmente a um primo meu eu tinha uma tara muito grande por ele. Era somente isso que aconteceu durante minha adolescência, até que eu e meu primo casamos e levamos uma vida normal. Pelo menos da minha parte. Nada extraconjugal. Até o relato abaixo
Trabalhei em uma empresa que o rapaz do depto. comercial lembrava-me muito com esse meu primo o que fez lembrar-me de minhas inúmeras punhetas que batia pensando nele Cheguei até a comentar com esse rapaz que ele lembrava em muito esse meu primo até seu jeito meio sisudo, másculo e de pouca conversa.
Com esse rapaz meu relacionamento somente de olá e nada mais só ficava na imaginação.
Até o dia que a empresa ganhou uma concorrência em cidade no interior de São Paulo, praticamente divisa com o Rio. Fui para lá juntamente com esse rapaz do Comercial que vou chamá-lo aqui de Marcio (que é o nome de meu primo) e eu representando a parte administrativa, íamos ficar 3 dias precisávamos fazer alguns levantamento pois a região era nova para nossa empresa. Três dias hospedado em um bom hotel, e teríamos que dividir o mesmo quarto, camas separadas, pois a empresa não andava muito bem das pernas.
Tudo começou no dia 30/09/08, partimos de carro da empresa e revezávamos a direção, pois se tratava de uma longa viagem. Durante a viagem (3 horas) falamos o que não nos falamos 3 anos que trabalhávamos junto. Chegamos a recepção do hotel preenchemos o que tinha que ser preenchido e subimos ao quarto juntos e desfazendo as malas e ficando mais confortáveis, o quarto tinha 2 camas de solteiro e banheiro privativo. Trocamos de roupa, colocamos roupas mais leves, bermudas e tênis, pois iniciaríamos nosso trabalho somente no dia seguinte, Falei para o Marcio que iria descer ao bar do hotel pra tomar uma cerveja e ele disse que também iria. Chegamos ao bar do hotel e ficamos tomando umas e conversando para nos conhecermos melhor ai que descobri que ele morava sozinho no centro de São Paulo, conversamos bastante. Subimos para o quarto e continuamos nossa conversa, até que surgiu conversa de sexo ele começou a falar de sexo movido a cerveja, umas aventuras bastante interessante, apesar da luz estar apagada cada um falava e massageava seu pinto. Dormimos os dois de pau duro.
No dia seguinte acordei antes dele e fui tomar meu banho, porta aberta senti por várias vezes que estava sendo observado, e momento algum olhei para a porta. Comecei a pensar na conversa da noite e meu pau ficou igual a uma pedra punhetei um pouco, mas não gozei. Saí para o quarto enrolado na toalha. Marcio estava sentado na cama, com cara de safado e falou o que eu não esperava:-
- Parece que você acordou com saudades de sua mulher, ou nossa conversa de ontem deixou você assim? Apontando o volume que meu pinto fazia na toalha.
Fiquei acanhado dei uma risadinha e uma disfarçada, ele demorou para ir ao seu banho, fiquei frente pra ele tirei a toalha para colocar a cueca ele deu uma olhada para meu cacete que fiquei muito sem graça e fingi que não era comigo. Ele foi para o banho ao retornar, falei que o aguardava na sala do café ele pediu para aguardar um pouco que ele seria rápido deu a costa para mim e colocou a cueca. Não perdi a oportunidade para olhar sua bundinha. PUTA BUNDA ai sim que achei mais semelhante ao meu primo. Ele tinha as pernas e coxas peludas e a bundinha completamente lisa. Confirmei que o aguardava na sala de café, para levar nossas coisas que de lá iríamos aos nossos deveres.
Enquanto o aguardava, o meu pensamento estava a mil e meu pau duraço, não poderia ser aquele rapaz ser gay, pois nesses 3 anos que trabalhávamos juntos nunca imaginei tal possibilidade. Pensei que isso que aconteceu essa manhã foi fruto da minha imaginação. Ele chegou tomamos café trocamos algumas idéias combinamos que horas íamos chegar e partimos cada um para seu lado.
Passei o dia inteiro de pau duro pensando naquela situação, sua encarada no meu pau, sua bundinha lisinha, foi até um dia pouco produtivo. Cheguei ao hotel com quase 1 hora depois do horário combinado com o Marcio, primeiro fui à recepção onde o recepcionista avisou que meu companheiro de quarto já tinha chegado, aproveitei perguntei onde poderia me divertir um pouco a noite, pois estava solteiro. Ele fez suas indicações. Subi para o quarto notei que a porta estava somente encostada entrei sem fazer barulho e encontro Marcio somente de cueca deitado debruço. Meus olhos fixaram naquela PUTA BUNDA para cima, e meu pau começou a dar sinal de vida. Fiz um barulho para acordá-lo. Ele acordou e falou que cansou de esperar-me e acabou adormecendo, falei para ele das indicações do recepcionista que eu iria sair, ele levantou-se rapidamente dizendo que iria tomar banho para sairmos juntos. Enquanto ele tomava banho eu ia me preparando para o banho, quanto ele sai do banho e aparece na meu frente completamente nu, peladão mesmo e conversando como se fossemos bastante íntimos, colocando um dos pés em cima da cama para melhor enxugar, com a bundinha virada para mim, fui para meu banho rapidamente pois meu pau iria me denunciar, na passagem por traz dele notei que estava com a maior cara de safado. Fui a banho e outra vez minha consciência falava que era coincidência, que o cara não era gay nada.
Fomos a um barzinho muito legal, boa musica ambiente de gente muito bonita, e o Marcio tomando todas, meio bêbado ele perdia sua inibição, chamei varias vezes sua atenção pois daquele jeito não aquentaria trabalhar no dia seguinte. Eu tinha bebido, mais com muita moderação vi que o rapaz estava muito bêbado e já passava da meia noite, chamei para irmos dormi. Com muita birra e resmungos ele foi embora comigo. No retorno ao hotel não sei como falei para ele que fazia uma semana que não dava uma para ele tomar cuidado, como diz o ditado cú de bêbado não tem dono. Ele respondeu: - O meu tem., mas ele parece que não quer? Dei muita risada com a resposta. E fomos o resto do caminho calados.
Falei para ele tomar um banho frio, antes de dormir para ver se a bebedeira não passava um pouco, resmungou muito, e deitou na cama, tirei sua roupa deixando só de cueca, e ele bêbado falava. Acho que o dono chegou? Minha cabeça e meu pinto lembraram de meu primo o desejo de infância.
- Que dono Marcio?
- O dono de meu cú.
- Para com isso que você está bêbado, vai para o chuveiro. Ele foi cambaleando e no Box escorregou e ficou sentado. Fiquei somente de cueca também, e fui ajudá-lo. Ele sentado no chão do box, abri o chuveiro meio frio o jato d’água foi forte em sua cara, no desespero ele me segurou pela cueca puxando para baixo ficando minha rola praticamente na sua cara. E falou.
- Posso deixá-la como eu gosto?
- Deixa pra lá Marcio. Nunca tinha tido uma relação com o mesmo sexo.
- Você não gosta de chupeta? Respondeu ele. E já lambendo minha rola, deixei rolar.
- Vai chupa meu viadinho você gosta e ninguém vai mesmo saber, fica a vontade.
Ele começou lamber na cabeça uma delicia estava adorando aquela boca quentinha (apesar do cheiro de cerveja) foi para minhas bolas colocava uma de cada vez na boca, pegava minha rola e batia em sua cara, lambia o corpo do caralho todo depois só a cabeça da rola, quando eu peguei pelos cabelos e comi literalmente sua boca, cheguei a sentir sua garganta na minha rola quando deu ânsia nele coloquei mais fundo gozei em sua boca.
Depois bateu o arrependimento o cara bêbado e eu gozando em sua boca, acabou de tomar banho e foi para cama e dormiu sem roupa, dormiu peladão. E debruço pensei em come-lo, pois minha rola não abaixava bati uma punheta gozando em suas costas e bunda deixando aquele cheiro de água sanitária no quarto.
No dia seguinte ele acordou primeiro que eu e foi para o banho, voltando para o quarto, com a cara de safado perguntando como ele chegou até o hotel, que não lembrava do que tinha acontecido. Como ele chegou até a cama.
Fui para o banho de pau duro e ele insistindo o que tinha acontecido. Eu contei o que realmente aconteceu e que tinha gozado em sua boca. Ele chegou a desmentir tudo. Eu falei para ele que o tinha alertado que cú de bêbado não tinha dono. E disse mais que nessa noite eu o queria e não era bêbado, pois tinha outros planos. Ele me mandou tomar no cú e foi vestiu-se rápido e foi par o café rapidinho.
Cheguei ao café tomei só olhando e ele desviava o olhar, falei que devíamos ir cumprir nossas obrigações e que na volta falaríamos a respeito. E fomos outra vez cada um para seu lado.
No retorno para o hotel, ele já estava lá novamente, só que não dormia estava sentado na sua cama meio sem graça e falou:-
- Conta a verdade para mim, o que aconteceu ontem.
- Ontem você chupou minha rola e hoje ira chupar novamente e dar seu cuzinho.
- Vai se fuder, cara que papo e esse.
- É isso aí eu não queria e você sabe muito bem, o que estou falando, pois antes mesmo de sairmos você já tinha cobiçado minha rola. Não é mesmo? Arriei minhas calças e aproximei dele e falei.
-Chupa viadinho, estamos aqui somente os dois e ninguém vai ficar sabendo, pois somente eu sou casado e o interesse maior e meu. Fica tranqüilo...... Ele ajoelhou na minha frente e começou a mordeu a cabeça de leve, foi até a base do pau voltava, engolia inteiro, quando colocou o dedo em meu cuzinho gostei bastante. Mas dei uma de macho e dei uma tapa na cara dele, ele se desmanchou todo e dizia.
- Bate meu macho me deixa chupar. Aquilo me excitava muito, o pequei pelas orelhas e socava fundo em sua garganta e comecei a gozar, ele tentou tirar a boca não deixei fiz engolir tudo, e depois limpar meu pau com a língua.
Deitei na cama como estava com as calças no tornozelo ele acabou de tirá-las e ficou só de cueca colocou-se entre as minhas pernas e começou a lamber meu saco, e a terra de ninguém entre o saco e o cuzinho, deu uma lambida no meu cuzinho eu gemi alto, ele percebeu que estava curtindo começou a lamber mais e enfiar a língua, eu ia até as nuvens e voltava, quando e começou a chupar novamente minha rola e colocar o dedo na entrada do meu cú enfiava devagar, nossa, viajei naquela chupada. Ele percebeu que ia gozar falou que queria que gozasse dentro dele e foi levantando e indo para o banheiro fazer não sei o que, mas o meu tesão estava a mil, peguei uma camisinha e fui atrás dele ele com aquele bundão entrando no Box, o emburrei e não deixei ele abriir o chuveiro, o fiz emborrachar meu pinto virei ele encostei na parede ele abria a búnda com as mãos deixando seu cuzinho bem exposto, encostei e fui empurrando e como ele era um pouco mais baixo que eu entrava por completo nele ele rebolava, gemia eu socava tão forte que ele ficava na ponta dos pés. Gozei bem no fundo de suas entranhas, e segurei lá no fundo até o sentir amolecendo.
Depois eu conto mais, pois acabamos esticando no final de semana inteiro.

dan@hotmail.com

 

Adoro escravos

Olá pessoal, venho contar mais umas de minhas experiências ..rs adoro ter um homem sub bem escravo ou uma cd, conheci o "Afonso" nome ficticio, pela net e conversamos por muito tempo isso me agradava pois ele era louco pra dar pra uma mulher... e eu amo poder colocar um cara de quatro,frango assado,rsrs conversamos por um bom tempo.....praticamente nos tornamos amigos mesmo, até o dia em que resolvemos nos encontrar pessoalmente, mas ja marcamos de sair pra realizar o sonho dele pois um belo dia ele me confessou que nunca tinha dado o cuzinho ai eu me ofereci pra tirar a virgindade dele...rsrs e foi muito bom....coloquei ele de joelhos pra chupar meu consolo de 21cm por 4,4 imenso e grosso pra ele que ainda era virgem.....rsrs e ele de sainha e calcinha como uma bela putinha.....depois foi para coleira como um cachorrinho e de quatro eu lambuzei a bundinha dele de ky e fui enfiando um dedo depois dois e depois meu consolo, até que ele tentou escapar...mas segurei pelo quadril e meti demais naquele cuzinho virgem e o afonso gemendo e pedindo pra parar pois doia demais , meu consolo era muito grande pra ele que era virgem......

mas nao trato escravo com do nem piedade, e quem manda sou eu, e eu decido a hora de parar.....tirei todas as pregas deles....meu consolo num vai e vem gostoso e o "Afonso" chorando e apanhando como qualquer outro escravo, foi uma delicia... chegou num ponto que ele ja sentava no meu consolo e fazia o entre e sai..foi acostumando e fazendo tudo direitinho como um bom escravo deve servir sua dona, usando varias roupinhas femeninas.... e que delicia era ele mamando meu consolo....até que eu deixei ele gozar, e o lambuzei com sua bunda com a propria porra e comi mais o cuzinho dele... depois disso saimos mais algumas vezes pois ele adorava dar o cuzinho para mim...

agora perdemos o contato é uma pena...amo ter um escravo....se vc for um homem submisso bem escravinho e for livre e desempedido(nao quero caso com homens ou cds casados) quero conhecer alguem que possa assumir um namoro e algo ate mais serio quero ter um escravo para servir a mim se vc for este escravo etiver afim de me conhecer.... sou morena 158m 68k cabelos e olhos pretos moro em bh mg, gostaria que os pretendentes tbm fosse de bh mg pois quero algo real nao virtual.....se quizerem me add no msn morenafofinha1970@hotmail.com ou mandem email.....vou adorar te escravizar....bjs e ate um proximo conto delicioso....

 

Cheiro de homem

Um homem bem limpinho, perfumado é tudo de bom. A grande maioria dos homens não tem certos cuidados até pela cultura, de que homem é homem e a mulher tem que gostar assim, macho que é macho não tem certas frescuras. Alguns confundem mau cheiro com cheiro de macho e acham que isso é um atrativo para as fêmeas.

Pode ser que algumas até gostem ou tolerem, mas com certeza a grande maioria gosta mesmo é de um homem que seja acima de qualquer coisa higiênico, que cuide de alguns detalhes básicos que fazem muita diferença, principalmente nos momentos de maior intimidade. Naturalmente o homem tem cheiro mais forte, tem mais pelos, transpira mais e por isso mesmo precisa tomar alguns cuidados, que para muitos pode parecer frescura, mas na verdade é asseio. Eu comentei diversas vezes nos meus relatos que dou banho com um sabonetinho especial em alguns clientes. Independente disso que faço, percebi em muitos que já saem comigo há alguns anos, que já começaram a se cuidar mais, e, em alguns hoje, não preciso nem mais dar o banho, já chegam limpinhos e cheirosos, perderam até um cheirinho desagradável que lhes era peculiar.

Outros começaram a aparar os pelos, tanto na virilha, como no ânus e perceberam que isso só lhes fez bem. No dia-a-dia é difícil tomar um banho toda a vez que se vai ao banheiro, principalmente para um cocô, então limpa-se com papel higiênico, mas uma limpeza perfeita só será feita no banho e se for no capricho, com muito sabão e sabonete e até uma leve entrada do dedinho no canalzinho para não deixar nenhum rastro de freiada de pneu numa cuequinha branca, rs... Cueca é um fetiche pra muita gente, mas intacta, rs...

E, não pense, que esse cuidado especial só deve ser feito apenas por homens que gostam de serem passivos e sim, por todos, pois mesmo que o homem seja totalmente ativo e só saia com mulheres, não pode obrigá-las a sentir odores desagradáveis por causa de uma higiene mal feita. É horrível na hora do sexo oral alguém abrir as pernas, e exalar aquele cheirinho que tira o tesão na hora e, ainda querer carinhos pelas redondezas. Outro defeito comum nos homens é de não enxugar direito o pênis depois de um xixi básico, isso faz começar a impregnar odores que dificilmente saem quando a higiene é superficial. Muitos acham que aquele cheiro é de pau e é normal. Não é não! Por sorte existe camisinha, mas algumas carícias preliminares as vezes deixa esse vestígio nas mãos, pior é que em alguns casos, por mais que se lave as mãos, o cheiro parece que fica registrado no cérebro.

Com banhos frequentes e bem feitos, sabonetes bactericidas, muitos cheiros são eliminados. Outros cuidados precisam de uma observação especial como um bom antitranspirante para excesso de transpiração e talco especial para os pés*. Também pode-se como uma tesoura aparar os pelos muito compridos nos arredores do pênis e saco escrotal, bem como na região do ânus. Para alguns homens que são mais descolados, podem e querem fazer uma depilação, há locais que fazem isso com muita discrição. Seja um homem cheiroso, saudável e perfumado**, com certeza você vai agradar muito, mas muito mais. E, detalhe: isso não vai te deixar menos macho, pode ter certeza!

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Meu novo amante

Escrevi certa vez (veridico) minha passagem para ser mulher , que chamei” meu conto é simples”, eu e meu macho estamos juntos até hoje, literalmente estamos casados , a única dificuldade que ainda tenho e suportar 28cmx5cm de tireis a quatro vezes ao dia.

Hoje temos um comercio de reciclagem , compramos e vendemos plásticos, papelões, latas, etc... , tenho um orgulho muito grande de ter ensinado meu macho a ser um comerciante. Nunca dei para nenhum outro homem , mas a uns 30 dias , apareceu um catador de latas , um negro como petróleo, idade 60 anos, altura 1,60mt .quando ele veio acertar suas entregas , olhei para aquele homem e algo aconteceu comigo , me senti atraída e alucinada pelo mesmo. Olhei no seu ventre e vi que sua rola deveria ser descomunal , o que aumentou meu desejo , mesmo sabendo que não seria facial agüenta-lo , mas já que agüentava meu macho , uma rola igual não seria muito difícil.

Comecei a conversar que com certeza haveria de me comer , diversos assuntos , ate que cheguei em sexo , ele muito recatado e receoso , pois seu nível cultural não era muto alto , falou que gostava , lhe perguntei se já havia comido um veado , ele disse , já tentei mas não consegui, perguntei porque , olha dona disse ele, não consegui porque eles nunca me agüentaram , dizem que meu negócio é muito grande e grosso e que não dá para agüentar. Aquilo me atiçou mais ainda , levantei-me . me aproximei e lhe dei um beijo na boca e fui correspondida , desci minha mão até sua rola e disse , que quero tentar ou melhor eu vou lhe dar o que todos lhe recusaram. Saímos , ,pegamos meu carro e nos dirigimos a um motel. Fizemos algumas caricias , mas eu estava doida mesma e pó aquela rola no meu desgastado cuzinho. Tiramos nossas roupas e fiquei estática vendo aquela rola , que mole me deu sustos , mas fiquei no meu intento aquela rola ia ser minha , abaixei e cai de boca naquela rola suculenta , que foi crescendo inexplicavelmente até que não cabia na minha boca , chorava muito e forçava

Aquele monumento na minha boca que já soltava um caldo delicioso , quando ele me disse já chega de moleza , agora , você v ai ver a coisa preta . Mês pos de quatro e veio encaixar sua rola no meu cuzinho (?) , ai lhe pedi passar um creme pois seu cacete é muito grosso e o creme pode facilitar sua entrada , o que foi feito, aquele macho colocou a cabeça no meu cuzinho e foi forçando , até que entrou a cabeça , acho que doeu mais que quando perdi minha virgindade , gritei alucinado e lhe pedi para não por mais porque eu não agüentaria, ai ele disse nenhum veado deixou entrar nem a cabeça, já que entrou agora vai o resto , pois sei que você quer , ai eu disse poe mas com cuidado pois esta doendo demais e se você rasgar meu cu o que vou dizer para meu marido. Assim ele foi forçando aos poucos até entrar tudo o que para ele foi a gloria ,e para mim tudo que em veado poderia querer. Pedi a ele para bombar , devagar, o que ele fez aumentado aos poucos sua bombada , que chorava , gemia e gritava de dor , mas sempre pedido mais , quando ele gozou , achei que estava mijado , mas não , ele tinha porra guardada há muito tempo.Êle foi tirar seu cacete de meu cu , aia gritei mesmo , não tira que não agüento , você vai me virar do avesso, passado algum tempo que seu cacete saiu do meu cu , cai de boca chupei até que ele gozou na minha boca , foi a porra mais deliciosa .

Como sou casado(a) com meu macho , virei amante desse jumento e dou 3 vez por semana para o mesmo , e , assim estamos todos felizes.êste é um fato verídico.

 

Uma noite de puta em Coimbra

Eu tinha nessa noite aprazado para a uma da manhã um encontro com um dos meus habituais clientes. Rui o meu namoradinho de pilinha curta e hoje meu marido com vocação de corno manso, ficava sempre muito excitado quando me sabia ou me via fodendo com clientes ao ponto de molhar as cuecas, até porque os favores que eu disponibilizava aos outros poucas vezes lhos dava a ele, e nessa noite não foi excepção. Apesar das curtas dimensões o seu pendente teimava em permanecer incontrolado por sobre o fecho das calças, obrigando-o a puxar o mais possível o casaco a fim de procurar cobrir a zona pélvica, e estava farto de me pedir que fossemos ao menos até ao Jardim da Sereia e lhe tocasse uma punheta ou o deixasse aliviar-se nas minhas mamas pois os seus tomates dizia, iam rebentar só de imaginar-me dando para outro dali a poucas horas a troco de duas boas notas de mil. Rui já não despejava há mais de 15 dias mas mesmo assim neguei sua pretensão. Como sempre adorei humilhá-lo, e porque fazê-lo sempre foi para mim o melhor afrodisíaco antes de me entregar a outros homens, em especial na época em que o fazia por dinheiro, como ainda não eram dez e meia da noite e tinha de matar tempo pois não me apetecia tentar outro engate tratei de o conduzir ao Café A.., mesmo no centro de Coimbra. O café estava pouco frequentado, três ou quatro mesas apenas ocupadas mas numa delas achava-se a Tita, aluna universitária como eu e igualmente como eu deitando mão do mesmo recurso de alugar o corpo como meio de ganhar a vida. Ela estava com o namorado Pedro que tal como o Rui aceitava bem a profissão da namorada.

Beijámo-nos e sentámo-nos na mesma mesa. A Tita acabara de transar com um cliente e viera encontrar-se ali com o Pedro. Sem papas na língua dizia ter ainda a calcinha ensopada com a langonha da última foda pois estávamos nos anos 80 e em Portugal mesmo no mundo da prostituição a camisinha ainda não entrara muito. Eu comentei que tinha uma queca marcada para a uma da manhã com F... A nossa conversa excitou mais meu meia pila levando-o a esfregar sua perna na minha perna nua, por baixo da mesa. Seu caralhinho estava agora enchumadíssimo como eu dando-lhe uma olhadela logo vi. Não me admirava nada que dali a instantes o fecho das calças rebentasse e uma chuva de esporra quentinha jorrasse daquela cabecinha pequenina, não circuncidada. Pedro aceitava que a Tita fosse puta para custear os estudos mas não se excitava com isso, mas como a tara do meu machinho fosse de todos eles conhecida, bem como o pouco tamanho do seu pilau, e como me queria igualmente excitar ao máximo antes de me entregar ao cliente dessa noite, não me contive que não chamasse a atenção dos dois para o estado que a nossa conversa estava provocando nele:

- Caramba Rui, basta-te saber que estou esperando cliente para me montar e já não consegues conter o caralho dentro das calças. Por isso é que andas sempre com as cuecas molhadas de leitinho.

A Tita e o Pedro riram-se fazendo o Rui corar e a cruzar as pernas, dizendo que andava com o caralho pingando constantemente por eu ser uma puta mais interessada em satisfazer os outros por dinheiro do que a ele por amor. Respondi-lhe que não podendo desperdiçar as energias com todos, tinha de estabelecer prioridades e estas tinham de ser para quem me dava a vida a ganhar.

- E além disso, Ruizinho meu amor – concluí-lhe – se não fosse eu uma puta quem te iria manter vivos esse lindo par de cornos que trazes na testa, graças ao qual tantas punhetas gostosas tens esgalhado?

Pedro tinha um certo desprezo por Rui por este gostar de ser corno e de satisfazer seu apetite sexual quase exclusivamente à base das esfoladelas manuais. Por isso juntou-se a nós rindo com gosto e ajudando a escarnecer dele. Não falávamos alto mas duas ou três mesas ao nosso lado achava-se um sujeito com aspecto de ainda não ter chegado aos 50 anos mas lá perto, entroncado e de mãos largas e grossas. Coimbra não é uma grande cidade e nós já o víramos antes, inclusivamente naquele café embora fosse muito raro. Eu estava vestida algo provocante, com a minha perna grossinha descoberta até à coxa sempre que a cruzava, pois a mini – saia de ganga que vestia era bem curtinha o que já me valera escutar uns piropos na rua e os olhares dos poucos clientes e dos empregados da casa, que aliás também já conheciam minha má fama de gingeira. Ao cruzar a perna era claramente visível a calcinha branca, muito justa cobrindo-me os contornos das duas entradas, e nos pés calçava umas botas até aos joelhos, pretas. Sabia que o cliente com o qual me iria encontrar à uma gostava de me ver assim e por isso produzira-me mas apercebera-me que a minha imagem e o teor das nossas palavras também estavam despertando o tesão do cliente solitário.

Como disse, não entrei ali com o Rui pensando em engates mas ao ver o interesse daquele sujeito na minha figura confesso que nasceu em mim, como tantas vezes aconteceu, o imediato interesse em foder com ele, nem que fosse de graça. Não porque o achasse super excitante mas porque a ideia de proporcionar ao Rui um par de cornos extra para além daquele que ele já sabia ir apanhar, me pareceu o supra-sumo em termos de humilhação. Tratei assim de continuar a fazer reparos mas já propositadamente para o 5º elemento ouvir, sobre a tara de Rui e sobre a facilidade como o leitinho lhe saía das bolinhas sempre que me sabia estar eu de pernas abertas na pensão de putas da baixinha, ou no banco de trás de um carro no Choupal, e que lhe dava até mais tesão ver-me fodendo com outros homens do que quando se punha em mim.

- Também com uma pilinha assim tão pequenina não admira – reconhecia eu em jeitos de compreensiva – quem não é muito abonado para o acto gosta mais de se consolar à mão, como os rapazinhos, e satisfaz-se mais com as trepadas dos outros do que com as que dá. O Rui gosta tanto de me saber fodendo com outros homens que ultimamente está sempre disposto a fazer-me minetes quando acabo de foder e ainda trago a brecha bem untada com esporra alheia. E nunca nenhuns minetes me sabem tão bem como os que me faz nessas alturas, confesso-vos. Mas é por isso que o amo tanto, apesar de ter a pila e os tomatinhos mais pequenos que já vi.

Os dois não lhe conheciam esta tara de lambedor das ejaculações que os outros me deixavam e pela expressão percebi que ambos a acharam repugnante, embora a Tita tivesse comentado que se o Pedro tivesse a mesma mania ela não teria a pachacha tão pegajosa como trazia naquele momento, o que levou o namorado logo a afirmar que nunca lhe lamberia a parreca com o gosto da esporra de outros.

- Isso é coisa de paneleiros, ou de quem tem a piça frouxa – exclamou com nojo como eu pretendia. Apesar de ir humilhando Rui com tais reparos ia-o beijando na boca e passando-lhe a mão discretamente sobre o volume do fecho das calças pelo que devido ao meu comportamento o caralhinho de Rui não baixava e eu sabia-o controlando-se para não se esporrar todo ali como já acontecera pouco depois de começarmos a namorar, com umas carícias mais ousadas que então lhe fiz. O facto de estarmos sendo escutados e espiados pelo indivíduo da mesa próxima fez Rui ficar mais excitado pois sem procurar disfarçar a sua tara assumiu o que esperava de mim daquela noite: nem mais nem menos que o deixasse esperar na porta da pensão de putas da baixinha que o cliente me aviasse para me conduzir a casa e lhe tocasse então a punheta que nessa noite me recusara sempre fazer. Afinal sendo ele um punhetas como eu dizia, e sendo eu a sua namorada puta que o amava não lhe devia negar a sua fonte de diversão.

- A rua é pública, meu querido meia pila – respondi-lhe – por isso podes esperar onde quiseres enquanto eu estiver a foder. E se quiseres ganhar tempo, se achares que estou demorando muito sempre a podes ir tocando à mão.

Rui disse-me não achar piada nenhuma desde que andava comigo punhetear-se sem a minha presença e levantou-se para ir à casa de banho. Sabia que na esperança de eu lhe tocar uma punheta nunca o pilinhas se masturbaria na casa de banho mas mesmo assim não duvidava que Rui não resistiria enquanto mijava de dar uma esfregadela na pilinha com a mão para a aquecer como ele dizia até à hora de lha tocar eu, pelo que não resisti a dizer-lhe que não se esquecesse que mais de duas sacudidelas é considerado pecado de adolescente, e o que fizesse agora na casa de banho não lhe faria eu depois, o que fez os clientes de outras mesas rirem-se pois o meu comentário fez com que todos se voltassem para nós e lhe vissem o chumaço da bilharda.

Aquilo era mesmo conversa de putas como todos no café se aperceberam e quando Rui entrou na casa de banho logo o sujeito lhe seguiu no encalço. Contou-me pouco depois que estava a mijar no urinol de parede preparando-se de facto para dar umas alisadelas com a mão no pilau teso embora sem intenção de lhe extrair o sumo dos tomates, quando o sujeito chegou. Tirou a piça antes mesmo de chegar ao urinol, e tal como a do Rui esta também estava tesa, só que muito maior e mais grossa do que a dele, a aba totalmente puxada para trás de onde emergia uma cabeçorra vermelha e húmida. O sujeito deu uma espreitadela para o urinol onde Rui mijava o que o fez sentir-se constrangido.

- Era só para confirmar se tens de facto a piça tão curta como a tua namorada dizia – disse-lhe como se fosse natural os homens compararem-se as piças entre si. - Vejo que é verdade. Assim como deve ser verdade seres um punheteiro embora a tua namorada não pareça nada difícil de montar, pois não? Pelo menos parece-me que te estavas preparando para tocar ao bicho, não estavas, enquanto a puta está com a cona aos saltos porque daqui a bocado vai foder com outro, não é assim?

Rui respondeu-lhe não estar pensando tocar ao bicho pois estava contando que eu lho fizesse mais logo como ele devia ter percebido se ouvira bem a conversa.

- Depois dela foder com outro não é? Muito bem a questão é esta: a tua amiga gordinha com aquela coxinha deliciosa e rechonchuda estaria disposta a fazer um biscate extra enquanto espera pelo próximo cliente? Estou de carro, não me importaria de a levar à tal pensão e voltar a trazê-la antes da hora do próximo encontro. Agora quero saber o que ela está disposta a fazer. A tua namorada só dá o pito ou também faz umas chupadelas no caralho de um homem.

Rui nunca ganhou dinheiro com as fodas remuneradas que eu dava com outros embora me tenha muitas vezes servido de chulo. E nessa noite, fosse para se vingar da humilhação que lhe fizera passar e chamara a atenção do sujeito, ou fosse para demonstrar ao outro que apesar de tudo ainda tinha algum ascendente sobre mim, volveu-lhe que isso dependia do dinheiro que estivesse disposto a pagar mas que por mil escudos mais o preço do quarto conseguia convencer-me a fazer-lhe um bochecho – e a puta mama como ninguém, garantiu-lhe Rui- e a abrir-lhe as pernas. Foi um mau negócio pois o cliente seguinte ia pagar o dobro pelos mesmos serviços mas como lhes disse eu ficara a fim de deixar meu namoradinho super entesado pelo que não pus qualquer objecção ao preço. Saí com o novo cliente ao mesmo tempo que a Tita e o Pedro também saíram, a primeira pretextando necessidade de lavar o leitinho que ainda lhe impregnava as partes e a calcinha. O sujeito negou-se a levar o Rui connosco no carro embora este ainda mais excitado com aquela foda extra que eu ia levar e com a bilharda sempre pulando de tesão, se tivesse insinuado para ir connosco e esperar por nós na rua, pelo que depois de lhe ter pedido que anotasse a matrícula do carro por uma questão de precaução lhe mandei aguardar no café a nossa vinda, no máximo dentro de uma hora.

A pensão para onde o levei era uma pensão minha conhecida vivendo do comércio das putas e dos quartos à hora alugados a casais irregulares como era o nosso caso e o quase cinquentão optou por alugar um dos mais baratos, sem casa de banho, apenas com um bidé amovível onde nos lavámos. Tirei a calcinha e baixei a mini – saia depois de ter recebido o pagamento combinado e lavei a parreca. Em seguida nua da cintura para baixo ouvi-o dizer-me:

- Baixa-me as calças e lava-me a piça e os colhôes, apetitosa gordinha.

Aquilo não fazia parte do acordo mas como não me custava nada fazer-lho obedeci-lhe. Seu caralho era gigantesco embora não circuncidado como sucede com o de muitos homens do meu País pois no passado próximo a circuncisão não era uma operação a que fossem submetidos muitos meninos, embora só se tivesse começado a insuflar quando lhe comecei a passar a mão e a esfregá-lo com água e sabão. Mas então que grossura apresentou e como as veias eivadas de tesão se lhe desenharam ao longo de todo o cavername. Que visão sublime de piça. Nunca o meu namoradinho submisso e masoquista seria capaz de me exibir assim a sua naquela demonstração de força masculina. Apertei-a pois gosto de sentir um caralho de macho em todo o seu vigor nas palmas da mão antes dele me ser enfiado na racha, tentei torcê-lo um pouco para o magoar ligeiramente pois sabia que mesmo numa cona aberta de puta como a minha ele me faria gemer bastante e por isso apetecia-me fazê-lo sentir alguma dor, mas a força do seu tesão era tanto que ele nem vergou. Parecia um ferro. Tal como eu gosto.

- De que estás esperando para me fazeres um gargarejo, puta gostosa? – perguntou-me – Nos 1000 escudos que te paguei já inclui o preço do broche que me vais fazer.

Eu sabia disso. Acariciando-lhe os colhões trinquei-os docemente, sorvi-os, punheteei-o, puxei-lhe o prepúcio para trás como faço sempre se o parceiro não é circuncidado, beijei-lhe com a língua a gretazinha da cabeça do caralho, provei-lhe as primeiras gotas salgadas e mornas de langonha que dela saíram, antes de o abocanhar e o começar a chupar, umas vezes vorazmente outras mais calmamente. Ao contrário da Tita e de outras colegas que se prostituíram comigo foi sempre a coisa que menos me costumou a fazer como puta, chupar caralhos e isso notava-se no meu desempenho pois o sujeito gemia de prazer com a minha mamada.

- Ahh, boquinha gostosa - reconhecia – razão tinha o cornudo do teu amiguinho dizendo que chupas como ninguém. Aposto que estás habituada a fazeres os clientes virem-se na tua boca para não terem tesão para o segundo prato mas comigo estás enganada, que não é na tua boca que vou despejar a esporra que trago nos colhões.

Com efeito fiz muitos clientes esporrarem-se durante os meus broches, em especial clientes jovens sem experiencia sexual que dessa forma pagavam dois serviços e por inépcia acabavam usufruindo só de um. Não foi o caso deste. Seu caralho apresentava a ponta bem melada de líquido seminal mas não parecia disposto a vir-se. Quando diminuía o ritmo da minha mamada ele passava a foder-me a boca introduzindo-me o cacete bem fundo na minha garganta. Como estivesse ajoelhada e ele de pé não tardou que suas mãos me abrissem a blusa expondo minhas mamocas empinadas, apalpando-mas e apertando-me os bicos como eu tanto gosto. Minha vagina começou então pingando sumo algo que não me acontecia com frequência quando estava com clientes.

- Ah – dizia ele – que mamonas boas e duras tens aqui. Empinadas como estão deves estar cheia de tesão. Vê- se logo porque és puta. Uma picinha como a do teu namorado por mais tesa que esteja não consegue satisfazer o desejo de uma puta gostosa como tu e por isso dás a outros, não é? Vamos põe-te de quatro em cima da cama que quero esfregar a piça na tua cona que tanto faz suspirar o teu machinho punheteiro.

Como aquelas palavras me deixavam doida de tesão. Sempre gostei de ser xingada e abusada por um macho potente, de piça enorme e ele quando se posicionou por trás de mim e me mandou apertar bem as coxas enquanto o seu membro viril era introduzido todo peganhoso mesmo junto à entrada da minha racha feminina, notou como eu estava lubrificada.

- Estás tão húmida que até me pingas para a piça – comentou dando-me duas tapas na bunda – Nunca vi uma puta com a cona tão quente mas nem penses que te vou meter o sarrafo nela. Vais-me desaleitar os colhões mas da forma que eu quiser que para isso te pago, ouviste bem?

Apesar da atracção que aquele bacamarte exercia sobre mim não sei se fiquei desiludida se contente por saber que ele não me ia meter aquilo depois de ter desembolsado 1000 escudos para estar comigo no quarto. Afinal de contas, mesmo sendo puta e estando habituada a foder com mais de um homem por vezes com poucos momentos de intervalo, dentro de pouco mais de uma hora teria de abrir as pernas a outro macho quase tão abonado como aquele, e já cliente habitual que de certeza não ficaria tão bem servido com o meu corpo se aquele me desse o tratamento completo. O fulano ficou então esfregando o piçalho na entrada da minha rata e dos meus lábios vaginais misturando o seu suco com o meu enquanto eu comprimia as coxas o mais que podia como ele mandava, apertando-lhe o cacete no meio delas.

- Isso, aperta-me bem o caralho que eu nunca vou ao pito a nenhuma puta – suas mãos sobre o meu peito voltavam a apertar-me as mamas despertando-me um conjunto de sensações deliciosas – não é seguro enfiar a piça numa cona de puta usada por muitos. Vais-me ordenhar os colhões mas não vai ser com o pito. Até porque de certeza me consegues dar um buraquinho mais apertado juntando as coxas do que abrindo-me as pernas – e o seu caralho roçava-se todo na minha coninha, entrando e saindo pelas minhas coxas como se me estivesse comendo por trás - Gostas do sabor do leitinho que sai dos colhões de um homem com tesão, não gostas putazinha gorda? Pois gostas, todas as putas gostam. Pois então vais-me chupar o caralho novamente que o trago cheio dele.

Nem pensei em exigir um pagamento extra pois o combinado fora um broche, não dois. Como uma puta boa samaritana deixei que ele se pusesse em cima de mim, já minha roupa estava toda no chão, e sentado sobre a minha cara voltei a lamber-lhe os bagos e o chourição teso, vermelho e húmido. O tempo estava-se acabando mas o sacana antes de desaguar seu tesão ainda me esfregou o caralho mas mamas, batendo-me com ele ora na face ora nos mamilos, o que me levou a protestar pois não queria aparecer com as mãos impregnadas de esporra quando me apresentasse ao cliente seguinte, e naquele quarto por sovinice sua não tinha onde tomar banho. Mas ele não me ligou nenhuma antes me mandou lavar as mamas no mesmo bidé onde lavava a cona e o cu. Pensei estar a referir-se ao bidé amovível onde nos laváramos mas no final compreendi que sua intenção era outra.

O meu inesperado cliente não quis gozar nos meus peitões. Embora não gostasse de meter em pito de puta gostava e muito, pelos vistos, de esfregar o caralho em tal buraco pois depois de bem chupado mandou-me deitar e costas e levantar as pernas em direcção da cabeça, juntou-as e prendeu-as pelos tornozelos com uma das mãos fortes, após o que deitando-se com suas coxas sobre as minhas nádegas, pousou-o sobre aquele.

- Coxinhas apertadas, vagabunda – voltou a exigir – bem apertadinhas como se estivesse metendo no buraquinho de uma donzela virgem.

Pelos vistos a sua fantasia era aquela: simular estar comendo uma coninha de donzela nas coxas de uma puta como eu. Apertei-as novamente, seus tomates enormes ficaram mesmo pousados sobre minhas nádegas roliças, enquanto o seu caralho gigantesco e suado assentava por inteiro sobre a entrada vertical da minha vagina, coçando-a toda como se quisesse entrar.

- Mexe essas coxas, linda megera como se estivesse fodendo a sério e sentindo a minha piça comendo-te o pito.

Bom, puta não é muito de se mexer na hora do sexo, esse trabalho fica por conta do cliente, mas aquilo nada tinha já a ver com uma relação profissional embora eu já tivesse arrecadado o respectivo pagamento. Imprimi portanto às minhas coxas e ancas os movimentos do coito e ao fazê-lo a cabeça da piça dele subia pelos meus pentelhos acima, esfregando-se-me na barriga e deixando-lhe um rasto de esperma, batia-me no umbigo até baixar novamente e se posicionar de novo na greta parideira. Uma, duas. Muitas vezes. Parecia mesmo estarmos transando. E embora não estivéssemos o prazer que aquilo me dava era quase o mesmo. Afinal não há melhor combinação do que um caralho teso e uma vagina húmida e quente independentemente do que se fizer com ambos.

- Ah grande puta que me espremes todo o leitinho que trago nos colhões – urrou. Ele a acabar de dizer aquilo e eu a sentir o primeiro jacto quente de esperma cuspindo-me na barriga, mesmo por baixo do umbigo. O sujeito ainda se tentou segurar mas a pressão da esporra querendo sair era demais. Meia dúzia ou mais de jactos vigorosos seguiram-se a esse primeiro molhando-me os pentelhos e a vagina enquanto eu abrindo agora as coxas com a ajuda da mão tentava-lhe extrair o resto da langonha. A última esguichadela foi-me cuspida para a boca pois o dono daquele pau mandando-me abrir as coxas acercou-se da minha boca, mandou-ma abrir e enquanto eu o punheteava soltou dentro dela os últimos jactos do seu gozo, até ficar com a piroca murcha e flácida. Mas que suspiro de satisfação ele soltou quando o acabei de punhetear

- Lava-me agora a piça – pediu – dou-te mais 100 escudos se me lavares a piça.

Lavar a piça aos clientes não fazia habitualmente parte das minhas funções de menina da má vida mas já lho fizera quando chegáramos e por mais aquele dinheiro acedi. Quando acabei de lha lavar e me preparava para fazer o mesmo o sujeito fez-me outra proposta comercial.

- Ouvi-te dizer há bocado no café que o teu namoradinho gosta muito de te lamber a cona quando a trazes bem melada com a esporra de outros machos. Dou-te mais 500 paus se me deixares assistir a tal minete. 200 escudos agora e o resto no final do minete. Ou não o consegues convencer a lamber-te na minha frente?

Claro que conseguia. Rui era o meu brinquedinho, o escravo que sempre fez tudo o que lhe mandei, ainda para mais tratando-se de putedo. Assim sem remover a langonha que me cobria as mamas e as demais partes íntimas vesti-me e saí com ele novamente em direcção ao A.. Rui estava fechado na casa de banho coçando certamente o pilau com as mãos pois a nossa demora devia-o estar fazendo subir pelas paredes de tanto tesão reprimido. Mas não se masturbara pois o volume nas suas calças não diminuíra.

- O que estavas fazendo na casa de banho, meu meia piça? – perguntei-lhe - A brincar com a mão como os rapazinhos virgens como sempre, não é? Estás com sorte hoje pois vou dar-te uma coisa de que gostas muito.

Tal como imaginava o meu corninho imaginou logo que lhe ia conceder outro tipo de favores.

- Vais-me já tocar uma segóvia, Sandrinha querida?

- Só pensas nisso. Claro que não. Disse-te que isso só depois de estar com F…Tenho as mamas e a rata todas cobertas de esporra e quero que me passes a língua nelas pois não posso aparecer assim a F….E como machinho submisso que és vai fazê-lo na frente de uma testemunha que nunca viu um homem fazendo tal coisa a uma mulher.

Rui não ficou nada atrapalhado com a minha ordem. Afinal o outro já lhe vira a piça no urinol e uma vez sabendo-o tão diminuído de material genital tudo o mais não lhe causava qualquer incómodo. O meu cliente conduziu-nos então a meu pedido para o Jardim dos Arcos pois já era quase meia noite e meia e a hora do encontro seguinte aproximava-se. Estacionámos junto a uma das colunas e tratei logo de exigir o resto do pagamento. Queria muito que Rui soubesse que o seu minete, além do prazer que me iria causar pois meu actual marido é um bom focinheiro, ainda me iria fazer ganhar mais um pagamento extra.

Quero que baixes as calças enquanto lhe fazes o minete, ouviste bem ò meia piça? – fez-lhe notar o individuo passando-me o dinheiro para as mãos. – E tu putazinha, baixas a calcinha e tiras as mamas. Quero que o teu corno lamba bem a esporra que te deixei nelas.

Ele saiu então, eu estendi-me no assento de trás, com a mini saia e a calcinha para baixo, as pernas abertas e a blusa para cima com os marmelos de fora, o carro encostado ao muro para não sermos vistos por quem passasse da rua. Rui ajoelhou-se do lado de fora, baixou as calças, pingos de esporra escorriam-lhe do caralho miudinho e teso e começou a lamber-me começando pelos bicos das mamas.

- Quero tudo bem lambido, machinho – avisou o dono do carro sentado no muro e preparando-se para assistir a tudo, atentamente – já passei o dinheiro à tua amiga mas ainda estou a tempo de recuperá-lo se não tiveres um bom desempenho.

Mas não havia perigo de tal coisa acontecer. Rui gostava de me fazer um bom minete ainda para mais trazendo as bolinhas cheias, e na presença de mirones, por isso fez-me um notável minete como há muito não me fazia. Eu é claro não parava de lhe estimular o desempenho.

- Isso, muito bem meu pilinha anã; lambe-me bem as mamas e a crica que as trago cobertas daquele leitinho que tu gostas tanto de provar. Lambe-me bem que esse leitinho que devia ser todo despejado na minha rata ficou guardado para ti, meu querido focinheiro. Lambe tudo muito bem que ainda está quentinho como o meu leitãozinho gosta.

Oh, e como eu ainda hoje gosto de lhe sentir a língua áspera lambendo-me os biquinhos, seus dentes mordendo-me docemente nos mamilos, seus lábios escarafunchando cada um dos rebordos interiores dos meus lábios e da minha vulva. Puxava-lhe os cabelos, conduzia sua cabeça de encontro às minhas partes, obrigava-o a chafurdar com o nariz e a boca no meio das minhas mamas e da minha coninha debochada até Rui me remover todos os vestígios de esporra já meio seca que o outro me deixara. Enquanto o fazia deixei que meus pés lhe subissem pelas bolinhas e pela pilinha tesa, apertei-lhe o saco com os calcanhares o que levou Rui a intensificar os movimentos do seu minete e me fez vir copiosamente ao fim de pouco tempo. Rui apreciou tal facto pois junto com os sucos do outro engoliu gostosamente os meus embora quase se engasgasse.

- És mesmo uma boa puta, gordinha – reconheceu o sujeito satisfeito com tal demonstração de submissão – e tu ó pilinhas, se não és um paneleiro que é o que são todos os homens que lambem esporra dos outros, és pelo menos um grande porco, não hajam dúvidas. Querem que os leve de volta ao café onde vos peguei?

Disse-lhe que não pois era ali que me ficara de encontrar com o cliente agendado para essa noite pelo que com os tomates bem aliviados o estranho abalou.

- Sandrinha minha querida – pediu-me o Rui insistentemente com voz de súplica e um olhar de cão abandonado – não é justo. Fartaste—te de gozar também graças à minha língua e eu ainda estou a seco. Podias-me ao menos tocar-me uma punheta enquanto F.. não chega.

- Não insistas – respondi-lhe -. Não vou agora pôr-me aqui a tocar-te ao badalo quando não tarda tenho de estar a postos para despejar outro par de tomatões. E que por sinal paga-me muito bem para isso.

De facto não ficamos ali muito tempo na espera pois nem 5 minutos após o cliente de quem estávamos falando chegara e o máximo que Rui conseguiu de mim foi que intercedesse no sentido deste lhe dar boleia até à pensão onde acabara de sair pouco antes e onde ia agora foder com este e onde Rui de pau feito e esperançado na punheta que lhe ia permitir dormir durante a noite com os tomates muito mais aliviados me esperaria na rua que nós terminássemos, embora soubesse que iríamos demorar F.. como nos conhecia a ambos aceitou levá-lo connosco no carro até à pensão embora dissesse logo que não o deixaria subir para o nosso quarto o que defraudou um pouco as expectativas do Rui pois depois de tudo o que se passara e do minete que me fizera, e enquanto aguardava pela punheta que esperava eu lhe fizesse, ver-me com outro seria para ele uma óptima maneira de preencher o tempo. Assim teve de se contentar em ficar pacientemente ao frio na rua, andando para trás e para a frente, de caralho insuflado imaginando-nos na cama, enquanto nós fodíamos muito mais entesados só por o sabermos naquele estado. F.. era um cliente especial, quando contratava os meus favores pagando o que pagava era sem pressas que gostava de me comer pelo que Rui aguardou por mim mais de duas horas sem arredar pé da rua. Não resistimos no intervalo das nossas trepadas e dos broches que lhe fiz de espreitarmos à janela do quarto só para apreciarmos a sua figura de namorado corno, obediente e submisso.

- O que faz o amor – comentou F sentado no parapeito da janela enquanto eu lhe dava mais uma mamadela.

- Ou as taras de cada um – comentei tirando-lhe a piça da boca.

Que segundo banho de esperma levei só que desta vez no canal tradicional. Vim-me como me vinha sempre que fodia com F.. Apetecia-me tudo menos aliviar o namoradinho, mesmo com uma simples punheta.

- Queres que te leve e ao teu namorado para cima ? perguntou-me F…quando se veio e nos lavámos, pois sabia bem onde eu morava.

- Não – respondi-lhe – Dá-me boleia a mim para casa. O Rui pode muito bem ir a pé.

- Então não lhe vais tocar a tal punheta que lhe prometeste quando eu te tivesse aviado? – quis saber, rindo-se, pois durante as duas horas no quarto contara-lhe o que se passara.

- De maneira alguma. Há bocado ele negociou-me sem meu consentimento e por isso não me parece merecer que lhe toque uma punheta nos próximos dias.

E foi isso que lhe disse quando saímos da pensão e na frente de F..

- Rui não tivesses tanta pressa em ver-me ir foder com outro e pelo menos vinhas falar comigo antes de negociares o preço do meu corpo sem meu consentimento. Nas próximas duas semanas não te concedo nenhum favor sexual nem te autorizo nenhum tipo de alívio. Se me aperceber que neste espaço de tempo verteste uma gota que seja dos tomates nunca mais te falo, nem me voltas a lamber a pássara com o produto da ordenha dos outros

Não, isso é que não. Estou certa que Rui preferia perder a força na verga ou os bagos do que deixar de acompanhar esta puta nas suas incursões, de a ver subindo com clientes para as pensões baratas da baixinha coimbrã, e de como supremo prémio ter, se não o gozo mais raro de uma espanhola ou de uma punheta, pelo menos o deleite de lhe fazer um minete na cona conspurcada. Por isso nessa noite foi a pé e apesar do tesão que o devorava tenho a certeza que nunca se aliviou durante todo o tempo que lhe impus. Pelo menos sua pila andou sempre insuflada nessas duas semanas como eu passando-lhe a mão, várias vezes ao dia, pude assegurar.

SANDRA

Minha mãe de pileque é PHODA

Meu nome é Cristiano e tenho 22 anos,minha mãe chama-se Cristina; uma negra de coxas grossas, seios fartos, mas ainda firmes apesar de seus 45 anos, sua bunda redonda é alvo dos olhares dos homens e para meu desespero de amigos meus também.

Sempre achei minha mãe bonita, mas nunca a olhei com outros olhos, mas após a separação de meus pais, ele passou a se produzir mais, sair à noite e usar jeans apertados e decotes, alguns até ousados demais...

Numa bela noite de sábado, um calor terrível, estavámos eu e um amigo em casa; jogando conversa fora, minha mãe chega do supermercado, nos avisa que havia comprado cervejas, depois que bebemos algumas, ela vai tomar um banho e quando saiu do banheiro; fiquei surpreso, ela estava com um conjunto destes que as mulheres usam paa dormir, composto de um shortinho leve, curto, que marcava a calcinha e a blusa, decotadíssima e de um tecido também muito fino, o que marcava o "farol aceso".

Meu amigo tomou um susto maior ainda, mas cara de pau como ele só, fez um elogio a ela, disse que do bairro, era a mãe mais em forma, devo confessar que ele estava coberto de razão. Os constantes elogios de meu amigo, aliado a cerveja, fez com que ela se soltasse cada vez mais e logo os risinhos e conversas aos sussuros estavam mais frequentes entre os dois, eu também embalado pelo alcool, incentivava estas conversas me ausentando sempre para ir ao banheiro e demorando cada vez mais, ate que numa desas idas ao banheiro, voltei e os encontrei dançando agarradinhos, depois dele ela me chamou e assim sucessivamente, até que numa outra música, ela dançando com ele, me chamou para dançarmos juntos, os três, naquele momento tive certeza que a coisa iria fugir do controle, meu amigo de frente para ela, eu por trás; com meu pau; que já não havia como disfarçar uma pré-ereção, se é que existe este termo. Dançamos assim por um tempo, depois invertemos os lados, ela de frente para mim e meu amigo, este sim, estava de pau visivelmente duro, se esfregando na bunda da minha mãe, ela entre uma risada e outra nos "acusava" de sermos dois tarados e aproveitadores de mulheres indefesas, eu já não me aguentando de tesão, disse que a culpa era a roupa que ela usava, culpando o decote; observei que ela rebolava freneticamente no pau do meu amigo e não resistindo mais, botei os peitos dela pra fora e comecei a mamar neles, ora em um ora em outro, não demorou muito e ela estava nua; agachada no tapete e com duas vara na mão, revesando na punheta e nas chupadas, neste instante, era tarde demais para usar o bom senso, meu amigo sentou no sofa, a puxou para o colo dele, fazendo com que ela recebesse todo o seu pau na buceta, não resisti e gozei fartamente na boca da minha mãe, que bebeu tudo, eu um pouco saciado e também constrangido, fui para o banheiro, tomei uma ducha, mas ao voltar para a sala; o sexo rolava quente etntre os dois, minha mãe de quatro, gemia e rebolava feito uma vadia, meu pau subiu imediatamente, me aproximei dos dois e dei meu pau para ela mamar de novo, o que ela fez com maestria, ficamos nesta loucura por muito tempo, eu e meu amigo tarado, nos revesamos na boca e buceta dela, ele tentou botar no cuzinho dela, mas ela disse que não aguentaria o pau dele, que devo admitir era muito maior que o meu, posso afirmar que era imenso. Após toda aquela loucura, ela foi para o chuveiro e meu amigo, após me prometer que o fato ficaria entre nós,foi embora, eu constrangido, corri par meu quarto, no dia seguinte, fiquei gastando tempo, com receio de encontrá-la pela casa, o que dizer, como agir? Para minha suspresa, ela foi ate meu quarto, disse que o domingo estava lindo e que iríamos ter um almoço especial, percebi ao longo do dia, que ela estava mais carinhosa comigo e coincidência ou não, desta data em diante, minha casa virou point de meus amigos.

Nós (ela, eu e meu amigo), fizemos outras loucuras, mas é fica para a próxima.
Beijos

cristianosouza1973@yahoo.com.br

 

Felicidade na torcida fiel

Sou corinthiano, da gavioes, sempre gostei de ir ao jogo usando calcinha branca com detalhes pretos para combinar com a cor do coringão e curtir uma transa com algum gavião e ver o timão jogando.Adoro ficar na organizada quando sai algum gol aproveito para abraçar e sentir o cheiro dos machos que estão agindo na arquibancada.
Então, a história que vou contar é verídica. Em um clássico no Pacaembu da copa do Brasil deste ano ao meu lado havia um moreno, com dred e blusão da gaviões da fiel, com bíceps bem torneado e um olhar firme olhando em minha direção, foi quando saiu um gol do Corinthians e ele veio em minha direção me abraçando e naquela agitação e bagunça aproveitando para passar a mão em meu peitoral e coxas, foi o motivo para sairmos dali e irmos para um lugar mais reservado já que o jogo estava no segundo tempo e o tesão falava mais alto.
Fomos para o seu apartamento, situado nas proximidades do Pacaembu, já no carro começou a pagar um boquete para mim e eu a passar a mão no seu corpo todo sarado e musculoso.Chegamos em seu apartamento e fomos tomados por um tesao magnífico, beijei sua boca e nos atracamos em sua cama fiquei louco, abri o zíper da calça e tirei o pintao do fiel para fora. Na hora comecei a punhetá-lo. Ele também tirou minha bermuda, sacou minha vara para fora da cueca e iniciamos uma deliciosa luta de espadas. Saco roçando em saco, rola roçando em rola, numa incrível pegada de macho. Depois, ele desceu e abocanhou minha rola, engolindo até meus bagos. Pirei de tesão. Após me chupar por um bom tempo, pediu para que eu caísse de boca no seu instrumento. Obedeci na hora. Ajoelhei-me diante do mano, e sorvi aquele cacetão de 23 cm, ao ponto de quase engasgar. Nunca senti tanto prazer em minha vida. Depois lambi seu cuzinho e enfiei bem gostoso na sua bundinha malhada. Enquanto eu o comia, ele punhetava seu pau com violência, ao ponto de esporrar rapidamente na parede. Agora, era minha vez de levar aquele cacetão.
O cara era fiel. De boa, ele deitou na cama e ficou com a pica apontada para o céu ( que espetáculo!), fez com que eu senta-se sobre ela. Senti aquele pintao arrombando meu cu. Que tesão! Enquanto eu entrava e saia daquela rola, ele gemia baixo e urrava de prazer e emoção.Meu tesão era tão grande que, gozei muito rapido! Neste momento, ele que era a vez dele gozar e me segurou com violência pela cintura, me colocou na ponta da cama, e continuou socando sua rola no meu cu. Após alguns segundos, ele tirou rapidamente sua rola, direcionou-a para a minhabundinha de putinha e gozou aos berros.
Depois relaxamos e vimos os torcedores passarem em frente ao seu apartamento, comemorando mais uma vitoria do timão, que viria a se sagrar campeão da copa do Brasil.
Até hoje vamos aos jogos do Corinthians e agitamos a arquibancada, sem perceberem que gostamos mesmo é de torcer bem unidos.
 

Conteúdo sindicalizado