Contos Eróticos

Eu era crossdresser e não sabia





Untitled Document

Oi amigas, o que vou relatar apartir de agora é realidade, meu nome é PAULO (PAULINHA)
sou separado , 47 anos, tenho namorada e adoro mulheres,
sou branco, 1,70m, 80 kg, corpo atletico, pernas grossas e uma bunda deliciosa, meu cacete mede uns 17 cm.
Eu sempre fui um cara meio q perseguido por gay, mas eu nao suportava quando um deles se aproximava de mim,
o primeiro caso aconteceu em Tres corações - MG,eu tinha 24 anos, estava na escola de sargentos,
estava em frente ao cinema vendo os cartazes, qdo um homem
elegante, alto, branco, se aproximou e perguntou se eu topava assistir o filme com ele , que ele pagaria para mim,
pois eu era militar e ele adorava militares, confesso q fiquei com vergonha e sai rapido e fui embora.

Passado algum tempo, estou viajando de onibus de Pelotas para Porto alegre, ai eu ja estava com uns 30 anos,
sentei no banco bem da frente, ao lado sentou um rapaz, mais velho q eu, branco, alto, bonito, me cumprimentou,
eu retribui, e como nao sou muito de conversar, acabei dormindo, quando senti que algo estava encostanto em
minha perna, notei q era ele que estava passando os dedos sobre minha coxa, fingi que continuava dormindo,
pois confesso que estava gostando, como eu não demonstrei nenhuma reação, ele continuo, levou a pão até
a altura do ziper de minha calça e começou a bolinar no meu cacete, que logo ficou duro, eu fiquei com muita tesão,
ele gemia e eu tambem gemia, estava adorando a situação, que delícia, ele abriu meu ziper e pegou do meu pau e
continuou a bater uma punheta, eu adorei e logo gozei na mão dele, fiquei com a cueca toda esporrada, foi um gozo
maravilhoso, quando ele viu q gozei, levantou e foi sentar nos fundos do onibus, e eu fiquei ali abismado com a situação,
estranhei nao ter tomado nem uma atitude para q ele parasse.

A terceira vez, foi com um amigo meu, gay assumido, na real era amigo da minha esposa e passou a ser meu amigo,
um dia conversando, comecei a desconfiar q ele era gay, mas nada falei, um dia ele viajou conosco de ferias, mas foi
para um hotel, depois de deixar minha esposa em casa, fui leva-lo e falei a ele q achava q ele era gay e ele confirmou,
mas sei lá, eu continuei amigo dele, sem me preocupar com a sexualidade dele, varios dias após, ja de volta para
nossa cidade, ele nos convidou para comer uma pizza, minha esposa (ex agora) disse q estava cansada e que nao iria,
q era para irmos só nós, confesso q não estava muito a vontade com a situação, mas fui, jantamos e ele pagou toda
a conta, nao me deixou pagar, ai fui levar ele para casa, chegando em frente a casa dele, ele pegou da minha perna,
eu até gostei,mas tirei a mao dele e falei q eu nao gostava de gay, que só transava com mulher, ele estava confundindo
as coisas, ai ele me pediu desculpa e saiu do carro, depois me arrependi pois seria a oportunidade de comer um gay e
ainda amigo e ele nunca mais tentou, eu as vezes ligo para ele e fico com vontade de falar daquele dia,,,

Bom amigas, com o passar dos stempos, passei a pedir para minha mulher chupar meu cu e meter o dedo nele, coisa
que ela adorava, pois minha bunda como falei é muito linda, mas até ai era só isso que acontecia. Acabamos nos separando
e entao comecei a entrar em sytes de bate-papos e sempre aparecia homens querendo conversar comigo, e diziam q
adoravam militar e que gostariam de transar com um e falavam que usavam calcinha, entao um dia achei uma calcinha
q minha ex havia esquecido de levar e coloquei, no começo achei meio estranho, mas depois comecei a gostar e sentir
tesao no rabo com uma calcinha enfiada e com o passar do tempo passei a entrar em sites gays e descobri a existencia
de crossdresser, e agora tenho varios contatos e troco experiencias com eles, nesse momento q estou escrevendo
estou com uma calcinha de renda preta bem enfiada no rabo, fui ao banco com uma bermuda que ficava marcando a calcinha
e me teu o maior tesao, parecia que estavam vendo e confesso que queria q vissem.
Bom amigas, ainda sou virgem, tenho muita vontade de chupar um caralho e dar meu cuzinho e tambem ser chupado e
comer outra cd que nem eu, minha namorada nao sabe de nado disso, mas ela ja chupa meu cu, um dia eu deixei de proposito
e ela gostou e chupa todos os dias.
Como falei ainda sou virgem, mas ja comi o cu de um travesti e peguei do pau duro dele e beijei muito na boca, adorei, foi
o beijo mais gostoso q tive e me arrrependo de nao ter dado meu cu para ele.

Depois de um tempo, estava em casa e me deu um tesao de sair a rua e procurar um travesti para dar meu cu, pois nao
aguento mais a vontade de dar, realizar minha fanstasia. Parei o carro em uma esquina e ela entrou, perguntei se era só passiva
ou era ativa, ela falou q dependia de mim, mas que adoraria comer meu cu. Fomos para o apto dela, quando entramos ela
cheirou um pouco de cocaina, coisa q me deixou com medo e perdi o tesao na hora, mas pensei já que estou aqui, nao vou voltar
atrás, ela me convidou para ir ao quarto e perguntou oque eu queria primeiro, como estava nervoso e com medo, falei que
queria se comido primeiro, ela tirou a roupa ficou só de calcinha fio dental e sutia, ela era muito linda de corpo, entao mandou
eu ficar de quatro e pelado, fiquei de quatro na cama dela, ela pegou ky e passou no meu buraquinho, e eu com um misto de
medo e prazer rebolava minha bunda, entao ela enfiou o dedo e disse que nao era para me preocupar q nao iria doer, quando ela
tirou a calcinha vi que o cacete dela media uns 22 cm, fiquei arrepiado e com medo da dor, pensei azar, ela meteu uma camisinha
e tentou penetrar, senti uma dor horrivel no meu rabo e saltei, ela me disse calma amor, depois q entrar a cabecinha nao doi mais,
tentamos novamente e nao aguentei, mandei q parasse, ela entendeu, pois havia falado q era virgem, entao falou quer me comer e
disse q nao, q queria chupar seu cacete, meti na boca, mas quase vomitei por causa da camisinha e desisti, paguei a ela e fui embora,
arrependido de nao ter deixado ela meter no meu cu....

Com o passar do tempo, ainda virgem, eu acho, pq ela nao penetrou, so meteu um pouquinho e doeu e eu nao deixei mais entao
com o passar do tempo passsei a enfiar objetos no meu cu, coisa q faço até agora, ja meti vela, lapis, os dedos, cabo da escova,
sempre de calcinha fio dental enfiada, mas ainda vou realizar minha fantasia e desejo de estar com uma cd passiva e ativa, quero gozar
e dar prazer ao mesmo tempo, e tambem quero novamente um travesti para terminar o que comecei.
Espero q gostem, amigas, pq tudo isso é realidade de uma cd discreta e sempre escondida pois minha profissao impede de
que eu possa me mostrar, pois como falei sou militar.
se gostaram me escrevam. xhbpara@hotmail.com

 

 


Esposa infiel IV





Untitled Document

Ola queridos amigos e má parabéns pela grande vitória
Estou aqui para contar mais um conto que para mim vem sendo muito bom.

...Naquela manha acordei com meu boizinho entre minhas pernas mamando gostoso em minha boceta depois de mais uma louca noite de amor.
O filho da puta morde meus lábios do jeito que gosto esticando-os segurando com os dentes bem na pontinha do grelo enquanto mete um dedo no meu cu fazendo me contorcer toda.
Quando já estou bem molhada e toda mole ele vem deitando em cima de mim para afundar seu porrete de uma só vez em mim fazendo me gritar de tanto prazer.
Depois de meter e me fazer gozar muito ele sai de mim dando um leve tapa em minha bunda,sinal para eu me colocar de quatro onde ele se enterra todinho no meu cu socando ate quase me matar de tanto gozar e quando vai gozar urra alto comigo quietinha sentindo toda sua porra queimar meu canal e assim que sai pego seu pinto com a boca sorvendo todo seu gosto misturado ao meu deixando ele durinho de novo onde me extasio sentada em tudo aquilo que demora muito para gozar me matando deixando me molinha e quando ele urra anunciando seu gozo saio dele e meto a boca deixando ele despejar tudo em minha garganta onde engulo tudo caindo ao seu lado para nos beijar trocando juras de amor.
Estava ainda deitada quando ele voltou do banho já quase todo arrumado para sair pro trabalho e vendo minha bunda exposta ele caiu de boca lambendo toda extensão de minhas nádegas separando-as para meter a língua em meu cu fazendo me gemer muito.
Instintivamente fiquei de quatro onde ele me fez gozar muito com sua língua enfiada em mim e quando saiu de mim cai mortinha já quase dormindo de tão fraca que estava,que não percebi a chegada de meu sogro que segundo ele não tirava os olhos de minha bunda.
Acordei por volta das dez horas e fui para a cozinha procurar algo para o desjejum quando dei de cara com meu sogro que ao me ver pelada me abraçou levantando me no ar e quando me pois no chão fez me deslizar em seu porrete semi duro deixando me um pouco sem graça com a chegada de minha sogra.
Depois de um rápido comprimento corri para meu quarto onde vesti um roupão e fui para a sala conversar com eles mesmo porque fazia bastante tempo que não os via.
Conversávamos animadamente quando minha sogra se ofereceu para fazer um café Por isso fomos todos para cozinha e enquanto conversava com ela meu sogro não tirava os olhos de minhas pernas deixando me molhada lembrando do imenso volume que senti ao abraça-lo.
O café estava sendo coado quando minha sogra pediu que ele fosse na padaria ao lado de casa comprar pão porque o que tinha em casa seria pouco para nos três,nisto ele dando uma desculpa esfarrapada deixando que ela mesmo fosse.
Assim que minha sogra saiu da cozinha el me vendo de costas preparando o jarro de leite,grudou seu corpo ao meu e quando virei para reclamar ele colou sua boca na minha num beijo que me fez estremecer toda enquanto dedilhava minha boceta preparando para come-la.
Mesmo sob protesto ele me pegou no colo sentando me encima da pia escancarando minhas pernas para cair de boca em minha boceta deixando me louquinha com a agilidade de sua língua que serpenteava dentro de minha boceta.
Que língua mágica o filho da puta tem fazendo me gozar avassaladoramente fazendo me cair para o lado.
Estava extasiada mortinha e toda melada quando ele se posicionou entre minhas pernas e ao contrario de meu boizinho foi entrando lentamente em minha boceta fazendo me sentir cada pedacinho de seu porrete que é bem maior que o do meu marido e bem mai grosso.
Quando senti todinho dentro de mim ele olhando em meus olhos me chamava de puta piranha safada ordinária e outros nomes já comigo aos berros com ele entrando e saindo de mim num vai-vem lento e cadenciado.
Eu gritava chorava gemia com ele quase me matando enforcada pedindo que calasse a boca e vendo que não tinha como me calar tapou minha boca com a dele num estonteante beijo que me fez ver estrelas piscando enquanto com estocadas rápidas e fundas gozou juntinho comigo que se não fosse ele me tirar da pia me empurrando para o quarto com certeza seriamos pegos pela minha sogra.
Ao me lavar fiquei surpresa com a quantidade de porra que saiu de minha boceta e quando voltei para a cozinha encontrei os dois conversando animadamente enquanto tomavam café.
O dia transcorria normalmente comigo metida num minúsculo shorts sem calcinha e sempre que passava perto do velho dava um jeito de pegar em tudo aquilo com ele me bolinando toda pegando em meus seios pernas e bunda.
Estava alucinada não vendo a hora de mamar em tudo aquilo porem minha sogra não dava chance acho que percebera o interesse de seu velho em mim.
Após o almoço eles pediram que eu os levassem na casa de uns parentes e enquanto meu sogro tirava meu carro da garagem fui me trocar quase matando meu sogro e sogra do coração ao me ver vestida com uma mini saia tipo colegial branca que só não mostrava a calcinha porque era um fio dental branco todo enfiada no rabo uma blusinha básica sem nada por baixo e lá fomos nos.
Minha sogra me olhava estarrecida puta da vida com seu marido que não desgrudava os olhos de minhas pernas exposta e toda arrepiada.
Aproveitava que estava dirigindo fingindo displicência abria as pernas sempre que ia trocar os pés no pedal deixando meu sogro ver toda minha calcinha que de tão apertada salientava muito minha púbis formando o famoso capô de fusca como dizem com minha sogra beliscando e chamando ele de descarado e sem vergonha.
Chegando na casa de minha cunhada ao descer do carro meu sogro aproveitou a distração de minha sogra para meter a mão na minha bunda enterrando os dedos em minha boceta fato este que foi visto por minha cunhada.
Apesar de quase me urinar toda de tanto prazer fingi decepção e reprovo não querendo entrar com eles em casa.
Por insistência da cunhada e sogra cedi deixando que todos vissem que estava evitando ficar perto de meu sogro passando de vilã a vitima tendo assim toda atenção e carinho por parte das meninas.
Depois de horas de conversa e avisar que íamos embora minha cunhada me chamou de canto e depois de me elogiar muito dizendo que era bonita gostosa e estava muito provocante me ofereceu seu guarda roupa para trocar as minhas por uma mais discreta.
Como tinha que dar atenção para seus pais sendo que seu interesse era me ajuda aproveitei quando ela foi para a cozinha atender sua mãe troquei de roupa deixando minha calcinha e saia em cima de sua cama pegando em seu guarda roupa um vestido de ceda básico que mais escondia do que revelava deixando me muito sexy.
Ao passar por ela já no corredor tendo seus pais a espera no carro lasquei um beijo em sua boca informando que voltaria e quando isso acontecesse ela não me escaparia.
Ao entrar no carro fiquei surpresa com minha ousadia e por esta sem calcinha sentia o frescor na boceta que só aumentava meu tesão.
Chegamos em casa na mesma hora que meu marido estava guardando o carro por isso corri ao seu encontro grudando meu corpo ao dele e enquanto minha sogra abria o portão e meu sogro guardava o carro corri para dentro de casa indo pro nosso quarto puxando meu boi pela gravata e la grudei em seu corpo despindo-o desesperadamente para mamar feito louca em seu porrete que em poucas lambidas despejou tudo em minha boca.
Estava alucinada com meu marido vindo pra cima de mim me comendo feito louco com estocadas rápidas e fundas comigo aos berros sem me importar com a presença de seus pais.
Meu boizinho apesar de estar um pouco apreensivo com meu escândalo socou fundo fazendo me cair mortinha ao seu lado para um merecido repouso e com isso adormeci.
Acordei horas depois com meu marido só de cueca conversando animadamente com seu pai que por esta só de calção não fazia questão nenhuma de disfarça o imenso volume de seu membro sem tirar os olhos de minha bunda e seios.
Meu sogro ficou doido quando sentei na cama cruzando as perna deixando a boceta toda exposta com a porra de meui boizinho escorrendo dela.
Neste instante meu boi falou:
-senta direito querida,não esta vendo papai aqui?
-se ele não quiser ver que tampe os olhos.
Meu boizinho ia retrucar comigo quando meu sogro o interrompeu dizendo.
-Deixa filho.mulher quando não tem vegonha na cara não tem jeito.
Neste momento fiquei fodida da vida e aos berros disse:
-Quando você me comeu encima da pia da cozinha não me chamou de sem vergonha né velho safado.
Meu sogro ainda falava quando meu boizinho me deu um tapa no rosto fazendo me cair na cama e pegando firme em meu cabelos tirou seu pinto pra fora e fez me engolir todinho que cutucou minha garganta parecendo bem maior que o normal.
Sem ação com a reação inesperada do meu boi comecei a chorar me recusando a chupar-lo porem ele esbofeteou meu rosto fazendo me engolir tudo enquanto mandou eu ficar de quatro ordenando ao seu pai que me comece como puta que sou.
O pinto de meu marido crescia muito em minha boca que não deixava meu sogro entrar em mim,muito mais por charme é claro por isso fingi desespero quando ele cuspiu em meu cu e no pinto e calmamente empurrou todinho pra dentro de mim.
Vendo seu pai segurando firme em minha cintura socando gostoso em mim meu boi encheu minha boca de porra comigo aos prantos gozando copiosamente fazendo meu boi crescer novamente em minha boca.
Quando percebi que estava bem duro pulei encima dele beijando muito sua boca pedindo mil desculpas fingindo estar arrependida e com isso ele caiu deitado de costas na cama comigo sem largar de sua boca me posicionei sentada em seu pinto duro feito pedra trazendo junto meu sogro socado em mim.
Foi impossível não gritar de tanto prazer ao gozar avassaladoramente com dois pintos socando fundo em mim que ao berros gemia chorava e pedia mais sem me importar com minha sogra que tentava abrir a porta a forca.
Eu beijava a boca de meu marido mordia chorava arfava e quando meu sogro gemeu alto aproveitei para morder o pinto do meu marido com minha boceta do jeito que ele adora para gozarmos juntinhos ficando molinhos sem nos mechermos.
Quando meu sogro sai de mim molhou muito meu marido e a cama de tanta porra que escorreu do meu cu com ele correndo dali pulando a janela enquanto meu boi foi atender sua mãe.
Meu boizinho estranhou muito eu não corresponder enquanto falava comigo e depois de um bom banho jantamos e quando fomos dormi me tranquei no quarto do meu sogro que tinha brigado com minha sogra que foi embora pra casa de minha cunhada onde me comeu de todas as formas jeitos e maneiras comigo gemendo alto deixando meu boizinho puto da vida.
Meu sogro sim sabe tratar uma mulher.chupa lambe morde e mete como nunca meti com alguém antes e quando ele saiu do quarto pela manha me deixando molinha na cama meu boi veio para cima de mim pedindo mil desculpas me beijando toda e quando abri as pernas ele caiu de boca em minha boceta me acendendo novamente deixando minha boceta limpinha e quando ia meter em mim disse não informando que a boceta seria somente do papai(meu sogro).
Ao ouvi isto vi lagriamas escorrerem de seus olhos e neste instante meu sogro voltou do banheiro comigo se atracando nele puxando ele novamente pra dentro de mim.
Meu sogro deitado de costa na cama comigo cavalgando em seu mastro e o boi de pinto duro ao nosso lado e em certo momento deitei por cima do sograo deixando meu cuzinho exposto e como que adivinhando meu desejo meu boi enterrou todo seu porrete nele de forma agressiva me matando de tanto gozar.
Meu sogro ficou quinze dias em casa e não teve nenhum dia que passei sem dar pra ele que aproveitando que meu marido ia trabalhar me comia o dia todo e a noite me dividia com seu filho.
Semana que vem ele vem passar o fim de semana conosco porem já intimei os dois que antes de qualquer transa nossa quero transar com minha sogra que é um tesão de mulher.
A principio eles ficaram meio apreensivos porem meu marido já esta bastante animado e como falou com o pai quase a semana toda por telefone acho que já convenceram ela a dar pra nos,surpresa mesmo vai ser quando souberem que convidei minha cunhada para vir também contando a ela toda minha intenção com ela dizendo ficar molhadinha só em pensar em transar comigo porem isto contarei em outra oportunidade.

Beijos:camille
camilledicarli@bol.com.br

.


Eu e mamãe II

Não via a hora de chegar sábado que seria folga de mamãe onde ela prometeu depilar minha bocetinha.
Passei a semana toda excitada e apreensiva com mamãe numa correria tremenda pois havia tido um desabamento em um morro próximo de casa e mamãe voltava com isso tarde da noite comigo já dormindo e acordava juntas para irmos,ela pro trabalho e eu pra escola.

Sempre que ela passava perto de mim me abraçava forte em seus braços me dando cada beijo na boca de tirar o fôlego me encostando na parede colando seu corpo ao meu e quando me via toda molinha mandava eu correr senão perderia a chance dela me dar carona,com isso eu saia dela correndo para meu quarto na esperança que viesse atrás de mim para nos amarmos bem gostoso porem para minha decepção ela gritava comigo já no quintal de casa ou de dentro do carro onde saia correndo feito cadelinha atrás dela e quando me deixava no portão da escola descia para abrir a porta pra mim onde se despedia com um beijinho de boca e quando eu virava ela dava um forte tapa em minha bunda,muitas vezes enterrando a calcinha que ia junto com seu dedo pra dentro do meu rego,daí eu na maior cara de pau gritava “ai manheee” e levantava a saia e desenterrava a calcinha na vista de todos com seus olhos vibrados em mim.

Por estarmos na semana de prova tudo estava tão corrido não tinha tempo nem para as siriricas costumeiras por isso quando chegou sexta feira corri pra casa onde desabei na cama com roupa e sapatos para dormi profundamente.
No sábado mamãe me acordou por volta das nove horas já com a casa toda arrumada as roupas no varal e quando mamãe me mandou tomar banho tremi toda pensando:é hoje.

O banho estava uma delicia com os jatos de água fria que pareciam queimar meu corpo e quando sai enrolada numa toalha mamãe me esperava vestida em um body branco e super pequeno toda enterrado em sua bunda o que me deixou mais acessa ao vê-la quase semi nua com a certeza de que aqueles seois lindos e rosados em breve estariam em minha boca onde acariciaria com ternura aquele corpo que tanto desejava.

Mamãe teve que me ajudar a sentar no gabinete da pia onde me abri toda com ela tendo plena visão de minha bocetinha toda exposta e já molhada com meu cuzinho piscando forte de tanto prazer.

Com muito carinho mamãe me ajeitou quase que deitada no gabinete fazendo minha boceta ficar muito perto de seu rosto e propositadamente ela falava comigo deixando me sentir seu hálito quente bem nos lábios varginais onde me derretia toda sem mesmo me tocar.

Depois de explicar como seria mamãe pediu que ficasse quietinha pois iria me depilar com gilete por ser a primeira vez e que depois descobriríamos o método mais pratico.
Foi impossível conter um gemido comigo arqueando todo o corpo quando ela passou o jato de espuma gelada em mim fazendo me contorcer toda.

Enquanto mamãe fazia o serviço deixando me carequinha me debatia gemia fungava e gozava molhando visivelmente suas mãos que teimavam em alisar segurar esticar e massagear minha bocetinha em toda sua extensão.

Quando mamãe acabou estava tontinha de tanto gozar e quando me endireitei na cadeira fui aos céus com ela dando um beijo em minha boceta onde molhou seus lábios com meus líquidos e quando passou a língua nos lábios sorvendo todo meu gosto em sua boca delirei com ela se ajeitando no banquinho e quando fechei os olhos aguardando as linguadas,para meu desespero ela levantou saindo dali indo para o banheiro informando que ia tomar banho.

Estava arrasada puta da vida por isso ao levantar corri para o Box e mesmo vendo sua boceta bem depilada informei que seria minha vez de depilar a boceta dela com ela protestando muito mostrando sua boceta carnuda e rosada abrindo os lábios com as mãos.

Minha vontade era pular em cima dela e me atracar nela amando-a bem gostoso como ela queria ,dava pra ver seu tesão refletido em seus olhos e nos bicos dos seios duros e eretos porem como sei ser filha da puta e autoritária puxei ela pelo braço e quando mandei que sentasse no gabinete da pia ela pediu que por usar cera poderíamos fazer isso em nossa cama puxando me pela mãos levando ate o quarto.

Depois de forrar o lugar onde sentaria com uma toalha ela pegou o produto deitando de costa abrindo bem as pernas ficando muito exposta pra mim e ao informar que tinha se depilado recentemente pedi para conferir.
Com muita calma deitei entre suas pernas e enquanto alisava sua boceta ela cruzou os pés em minha nuca puxando me para ela onde cai de boca em sua boceta onde mordi lambi afundando bem a língua no fundo da boceta e ela aos berros gemia e gozava descarregando em minha todo nosso tesão contido ate ali.

Mesmo sem nenhuma experiência no assunto fiz ela delirar,pois só uma mulher sabe dar prazer total a outra mulher,frase de mamãe e quando espalmei a boca em toda a extensão da boceta dela e ao chegar no grelo mamei feito criança enquanto afundava a ponta da língua em sua boceta fazendo ela se contorcer toda para descarregar uma torrente de prazer molhando muito minha boca rosto e seios.

Ela gemia arfava e dava tapinhas em meu rosto enquanto me chamava de putinha cadela e safada da mamãe fazendo me ficar em posição contraria a dela onde tinha minha boceta em sua boca.
Urrei quando ela afundou sua boca havida em mim sorvendo todo meu gozo que parecia que tinha feito xixi de tão molhada e quando sua língua buscou toda extensão de minha xaninha morri caindo em cima dela gozando avassaladoramente.

Estava morta extasiada quando mamãe lambeu meus pés deixando me acessa novamente e quando subiu serpenteando sua boca em meu corpo lambendo cada pedacinho gemi gostoso quando me posicionou de quatro para lamber meu cuzinho.
Parecia que eu era uma bomba pois quando gozei com poucas linguadas dela meu gozo espirrou em seu rosto molhando seus seios e pescoço e quando ela grudou sua boca na minha dava pra sentir meu gosto na boca dela e quando como uma cobra ela se enroscou em mim em poucos segundos estávamos gozando copiosamente com ela grudando sua boceta na minha onde num requebrado cadenciado nos acabamos caindo mortinha uma ao lado da outra onde com beijos ternos e apaixonados juramos nos amar eternamente.

Já era tardinha quando paramos de nos comer e após um banho onde mamãe fez eu gozar em sua boca novamente juro que queria retribuir porem mamãe me acalmou dizendo termos a vida toda para nos amar e após nos vestirmos saímos abraçadinhas como namoradas para jantar.

Enquanto caminhávamos mamãe me pegava forte em seus braços para lascar beijos estonteantes e apaixonados em minha boca sem se importar com os olhares de preconceito das pessoas e depois de um delicioso jantar onde conversamos muito sempre de mãos dadas com muito carinho e beijos mamãe me puxou para a pista de dança para dançar comigo uam de suas musicas preferidas e enquanto dançávamos suas mãos passeavam por todo meu corpo por isso quando ela espalmou minha boceta sob o fino tecido do vestido e a minúscula calcinha sussurrei em seu ouvido:mamãe eu te amo e nisto ela colou sua boca na minha sorvendo toda minha alma enquanto suas mãos alisava minhas costas nuca e bunda onde ela num gesto ousado levantou a barra do meu vestidinho deixando me somente de calcinha fio dental preto no meio da pista e quando pintou um clima de alvoroso mamãe me puxou pelas mão correndo pra casa onde passamos a noite toda nos amando.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Dei para o pedreiro...





Untitled Document

Minha casa está em reformas. Eu, que não sou bobo nem nada, estou de olho no pedreiro. O Valdinei é forte, bonitão, de cabelo preto curtinho e uns olhos cinzentos que tiram o fôlego. Fica trabalhando de shorts e sem cueca, com a vara balançando solta. Sempre que ele vai subir numa escada, eu fico lá segurando e dou uma olhada disfarçada.
Sempre que dá, eu corro pro banheiro e bato uma punhetinha, mas tem que ser rápido pro meu pai não pensar que estou fugindo da obra. Eu fico lá ajudando e curtindo. Nunca dei meu cuzinho, e estou louco para experimentar. Já paguei boquete para uns carinhas da rua e bati punheta para um professor, mas já tenho quase 20 anos, e ainda não fui decabaçado.
Mas essa semana aconteceu uma coisa diferente. Meus pais foram jantar na casa de uns amigos, e começou a chover muito, e eles resolveram ficar por lá mesmo. O Valdinei, que estava de moto, perguntou se tinha problema de dormir lá. Claro que eu disse que não tinha problema nenhum, que meus pais não iam ligar, que o mundo estava desabando lá fora e que nem era seguro ficar andando de moto com o temporal.
Ele sempre tomava banho lá mesmo antes de ir embora. Tinha roupa e tudo dentro da mochila. Fiquei feito louco esperando a hora de parar o trabalho e ficar sozinho com ele na sala, vendo TV. Esperei, e quando ele tomou banho, saiu do banheiro enrolado na toalha. Fiz uns sanduíches de queijo quente, e levei para a sala. Ele estava com fome, e perguntou se eu me importava de ele ficar sem camisa, porque estava com calor.
– Por mim, pode ficar até sem a toalha. – brinquei.
Mas ele sentou de toalha mesmo e fingiu que não ouviu. Perguntei se ele queria assistir um filme no DVD, e mostrei os que eu tinha, com alguns pornôs que estavam lá no meio, de propósito. Não me enganei, ele foi direto para um que tinha uma loira na capa, com a cara toda melada de porra e um negão de pau grande do lado. Ele nem perguntou nada e colocou no aparelho.
Começou a história com um encanador negão que conserta a pia da loira. Aí ela nota que está sem grana, e ele diz que aceita outras formas de pagamento. Quando ela começou o boquete, o Valdinei tirou a toalha e começou a massagear a pica, com uma enorme cabeça rosada e cheia de veias em volta, como uma cobra gigantesca pronta para dar o bote. Ele estava com cheiro de sabonete, e eu sentia como se estivesse a um centímetro dele, olhando para o movimento que ele fazia. Ele me perguntou:
– Legal, né? Você curte esses filmes? São os meus preferidos!
– Ah, você gosta de loiras...
– Na verdade, estou curtindo o negão.
Meu coração bateu na garganta quando ele falou. Eu estava sem fôlego.
– Você também curte branquelinhos, tipo eu?
Ele me olhou com cara de safado, e nem esperei ele responder. Caí de boca no cacete duro dele, engolindo até quase engasgar. Senti o gosto quente dele, e sua mão empurrando minha cabeça cada vez mais fundo até eu ficar sem ar. Eu chupava como uma criança chupa um sorvete, com fome e com sede, saboreando cada centímetro. Quando ele menos esperava, comecei a sugar suas bolas, e eu senti ele se arrepiando, e gemendo mais forte.
Minhas mãos estavam passeando por seu corpo, explorando seus músculos firmes e definidos, sua pele lisa e suave, seus pelos perfumados pelo banho. Ele gemia, olhando para a tela da TV e para mim, fazendo eu engolir cada vez um pedaço maior. Eu lambia e beijava, e ficava alguns segundos batendo punheta. Ele segurou minha cabeça e foi me fazendo subir, lambendo seu umbigo, seus mamilos e seu pescoço. Então fiquei cara a cara com ele. Seu queixo quadrado, com a barba por fazer me dando mais tesão do que qualquer outra coisa.
Ele começou a me beijar com força, sugando minha língua e meus lábios, esfregando a barba nas minhas bochechas e no meu pescoço, me deixando tão arrepiado que eu chegava a tremer. Sua língua ia e voltava, e estávamos nos movendo rápido, como se nada mais no mundo importasse. Eu segurava seu cacete quente, macio e duro, e ele enfiava os dedos no meu cuzinho, para amaciar o serviço. Ia com cuidado, rodando o dedo polegar e o médio e continuou com dedos atrás. Quando viu que eu não ia mais aguentar, comecei a bater punheta ainda com o fio terra funcionando. Eu gozei feito um louco, esporrando todo o sofá, ainda com o dedo dele no meu rabinho. Então ele se levantou e me pegou firme por trás, enfiando a vara com tudo, comigo ainda de pé. Eu senti uma dor terrível, muito desconfortável, como se estivesse me rasgando.
Pensei que nunca mais fosse conseguir sentar, mas ele começou a dar estocadas e mais estocadas, e a empurrar minhas costas me deixando de quatro. Fiz o sofá de apoio e deixei ele me puxar para a frente e para trás.Depois de um tempo, ele arrancou o pau com tudo, e se sentou, me puxando para que eu o cavalgasse. Ele gemia de prazer e eu de dor misturada a prazer, mas agora a sensação era tão boa que eu não queria parar nunca mais de transar.
Se eu soubesse que era tão bom, teria dado o cuzinho mais cedo. Ele começou a morder minha orelha, e a cochichar para mim, dizendo que queria gozar na minha boca. Então eu desmontei de sua vara gostosa, e voltei a chupar seu caralho grosso. Logo ele começou a gemer mais alto, e eu engoli sua vara mais o mais fundo possível. Senti sua porra quente pressionar minha garganta, com seu esguicho forte e volumoso, que eu engoli como um néctar. Ele continuou esporrando em bicas, e encheu toda a minha boca. Eu senti seu gosto meio ácido, meio salgado, pegajoso e apertando a língua, como banana verde.
Engoli tudo, e isso o deixou muito feliz. Então ele se abaixou e nos beijamos, ele sugando de mim o que ainda restava de porra em meus lábios. Depois disso, tomamos um banho juntos e ficamos fodendo a noite toda, até meu rabo ficar assado. Mas valeu a pena perder a virgindade com ele, foi inesquecível. Pena que depois que a obra terminou, ele se mudou de cidade, para arranjar um trabalho melhor, e nunca mais o vi. Pelo menos aproveitei meu pedreirão enquanto pude.

Por Ronaldo Alves de Nassau
ronaldoalvesdenassau@hotmail.com

 


Mulher do meu sogro e amigo(a) da minha esposa”2”





Untitled Document

Pois bem já contei-lhes como transformei em mulher de meu sogro, como minha mulher descobriu e transformou-me em seu e sua amiga. O que eu mais gosto dessa relação , e que minha mulher virou minha confidente. Por exemplo certa dia ela disse, Rute dizem que meu pai é desproporcional, como você agüentou a primeira vez e ainda agüenta? Disse-lhe a primeira vez foi por tesão e depois por tesão e amor que tenho por seu pai.

Ele te machuca e dói muito, disse-lhe é horrível, ele sempre tira sangue do meu cu, mas me dá prazer e carinho e um amor indescritível. Gosto muito de ver minha amiga, transar com outras mulheres , choro quando vejo elas felizes , porque não posso estar com meu macho a noite. Minha esposa nunca deu o cu, e sempre me pergunta sobre isso e eu digo-lhe que não existe coisa melhor, quando ela faz amor com sua namorada ela s costumam usar “consolo” enquanto chupam uma na outro, enfiam , minha mulher na buceta e em sua namorada na buceta e no cu. Assim minha mulher sempre me confessa que quer dar e precisa dar o cu. Certo dia conversando eu disse-lhe, não sei se será possível, mas talvez possa convencer seu pai comer seu cu, ela não, não quero que ele saiba, eu disse-lhe ele não precisa saber, direi que é uma amiga minha, que ela não quer se identificar, assim você vai mascarada e pronto. Ela disse vou pensar, pois sei o que você passa , não sei se agüentarei, disse-lhe ainda, com certeza por alguns dias voce não andará direito e nem assentara.

Certa noite ela saiu e alguns tempos depois voltou, com uma amiga e um amigo , um negro sarado, e muito bonito , entraram e ela disse trouxe companhia para você, fiquei assustado(a) e a chamei no quarto, e perguntei-lhe companhia para mim ? Ela sorridente disse isto mesmo, hoje você vai ser puta , disse-lhe não posso fazer isto, como ficarei com o Álvaro ? Ela disse não se preocupe meu pai não ficará sabendo, agora vai lá e trata esse cara com muito amor e carinho, não sei se darei conta, nunca fiz isto, ela disse faça como eu faço com minhas namoradas. Voltamos a sala e minha mulher disse , vamos deixa-los a sós , olhe Carlos é a primeira vez que essa putinha vai ficar com homem que não seja seu marido. Ele gentilmente me abraçou dizendo deixa comigo, pois eu sei fazer um viado feliz, elas saíram e eu perguntei-lhe “viado”? Ele respondeu-me não, uma mulher diferente.

Disse-lhe nunca fiz isto e desde que meu marido tirou meu “cabaço” nunca olhei ou dei para outro homem.Certo não olhe para outro homem olhe para meu cacete , e, para começar, que tal uma bela “chupada”, ele tirou sua roupa e a minha, que cacete mais lindo, era igual da cabeça ao pé, desci e comecei a chupa-lo, aquele cacete crescia e eu o saboreava, que delicia, principalmente o sabor delicioso de seu caldo , ele disse vou gozar na sua boca, disse-lhe agora não, goze primeiro no meu cu, que depois te chupo até você gozar. Ele disse não tem problema, pois vou de fuder a noite inteira. Colocou-me de quatro apontou aquêle mastro para meu cu e foi enfiando, doía demais, mas eu rebolava e pedia mais, ele socava com força , eu chorava, pedia para ele tirar , eu não estava agüentando, quando ouvi a voz de minha mulher, não tira não, enfia tudo nesse cuzão, quero ver até onde voce agüenta , num ímpeto pedi-lhe soca , mas soca com força, rebenta meu cu e enche ele de porra, aquele maldito homem, via meu sofrimento e segurava o gozo , eu rebolava e pedia goza , goza, tive um espasmo e senti meu rego encher de porra , não

Agüentando pedia-lhe me enche me enche de porra , gozei como nunca (força de expressão, pois meu marido me faz gozar toda vez que me fode).Conversamos um pouco, lanchamos e minha mulher disse, quero ver você dar o cu de novo, disse-lhe esta doendo, seu pai me fudeu treis vezes hoje a tarde, não tem problema, voce vai dar para meu amigo, enquanto ele quiser. Você agora é puta , e puta não escolha dá.Depois fiquei sabendo ela vendeu meu corpo e esta fazendo isto constantemente, só tenho medo é se meu marido descobrir, pois acho que não saberei viver sem ele.Sorte minha ela não saber, pois uma coisa que tenho vontade e transar com vários homens , negros claro.

 


O Carinha Do Ônibus

Sou conhecido como Wicca, e este e meu segundo conto aqui. Este episódio aconteceu comigo antes do meu outro relato (Um Chocolate Por Uma DP).

Foi cerca de seis meses atrás, quando ainda estava com 16 anos, fazia um curso de inglês e todos os dias chegava atrasado. Meu professor já havia chamado minha atenção, e não querendo mais levar broncas comecei a sair de casa mais cedo.

No primeiro dia foi um custo acordar alguns minutos antes do que eu estava habituado. Ainda bem que pegava o ônibus bem no inicio de seu itinerário, e ia sentado. Naquele dia fui pestanejando, quase dormindo ali mesmo. Meu sono se foi quando entrou um cara lindo. Devia ter mais ou menos 1,80m, uns 80kg, cabelos arrepiados e um belo par de olhos negros. Não preciso nem dizer que pirei, fiquei observando-o, mas ele pareceu não perceber, pois ônibus estava lotado. Ele ficou em pé um pouco mais a frente da onde eu estava.

Comecei a pegar o ônibus com ele todos os dias, algumas vezes nossos olhares se encontravam, mas era coisa de segundos. Certas noites eu até sonhava com ele. Ficamos assim por cerca de um mês. Em uma certa terça-feira, sentei como sempre e fiquei esperando até o ponto onde ele pegaria o ônibus. Ele entrou só que desta vez ficou parado ao meu lado, deixando seu pau mais ou menos na altura da minha cara, conforme o ônibus se movia, ele roçava a rola em mim, eu já estava delirando com aquilo, não sabendo se era algo proposital. Ficamos algum tempo assim, até que eu lhe perguntei como toda pessoa boazinha faz:
- Quer que eu segure sua mochila?
Ele deu uma risadinha maliciosa e assentiu com um “Claro!”

Uns dois pontos depois, a mulher que estava ao meu lado se levantou. Sentei no lugar dela e ele sentou no meu, passei a mochila para ele, e rolou um contato de mãos (Também não sei se foi proposital.). Estávamos ali no maior silencio, quando ele disse dando uma fungada em meu pescoço:
- Nossa que perfume gostoso!
Fiquei paralizado com tal atitude, não esperava aquilo.
- Ah, é o The...
Ele me interrompeu, e disse:
- Não, não fala, deixa que eu descubro.
- Ele deu mais uma fungada e revelou:
- É o The One do Dolce & Gabbana, não é?
Surpreso com tamanho olfato, respondi:
- É, mas que nariz bom que você tem!
- Não só o nariz – Disse ele.
Fiquei em êxtase, mas me segurei, apenas dei corda:
- E o que alem do nariz você tem de bom?
Ele deu outra risdinha mailiciosa, e respondeu:
- Isso eu não digo, eu mostro!
Fiquei bastante excitado imaginando essa tal parte que seria boa. Ficamos conversando algumas coisas. Seu nome era Anderson, André, Adriano, não sei (Não me lembro. Ele ficou conhecido como o carinha do ônibus), ele tinha 21 anos e estava indo para a faculdade, cursava engenharia mecânica e morava sozinho. Falávamos baixo, mais as pessoas mais próximas percebiam que aquela não era uma simples conversa. Ali mesmo trocamos telefones. Quando fui me levantar para descer, cai em seu colo (Juro que não foi de propósito!), e senti que seu pau estava duro como aço, delirei, queria que ele me comesse ali mesmo, mas como não era possível, fui embora.

Pensei naquele pau o dia inteiro, e naquele mesmo dia por volta das 22h ele me ligou Disse que não parava de pensar em mim, e que quando sentei em seu colo, ele sentiu um prazer incrível que só seria superado quando me comesse de fato. Nos dois dias seguintes não nos encontramos, e nem nos falamos. Na sexta-feira nos vimos, mas não pudemos conversar. Achei que ele já tinha esquecido ou não tinha levado aquilo a sério, mas no domingo de manhã, por volta das11h, ele me ligou e perguntou se eu estava de bobeira, respondi que sim, e ele me convidou a ir a sua casa, aceitei prontamente, e após me passar o endereço, me arrumei e fui ao seu encontro.

Ao chegar lá, mal toquei a campainha e ele já foi me recebendo sem camisa, apenas com um short de jogador de futebol (Seu pau já estava visivelmente duro) exibindo aquele corpo de garoto que freqüenta academia, me pegou e já foi me beijando. Ele era selvagem, grosseiro e rude, e eu adorava aquilo. Eu estava usando jeans e uma camiseta com alguns detalhes rasgados do lado, ele a tirou do meu corpo com um puxão, rasgando-a de vez, eu nem me importei naquela hora (Mas depois fiquei muito bravo, pois era uma das minhas preferidas). Seus beijos eram fortes, suas mãos exploravam meu corpo de forma agressiva, como um animal que passa dias sem comer e quando vê carne fica louco querendo devorá-la imediatamente. Ele já foi tirando meu jeans, e enfiando seu dedo em meu cú, confesso que doeu um pouco, pois, alem de rude ele não se importou em lubrificá-lo ao menos com saliva. Enquanto nos beijávamos ele enfiava um dedo, depois mais outro, ele me deitou no sofá e mandou que eu abrisse as pernas. Não acreditei, mas ele estava tentando colocar o punho inteiro dentro do meu cú! É claro que ele não conseguiu (Mas foi quase!), o máximo que entrou foram os cinco dedos (Que por sinal eram bem grossos!), mas o punho não. Sem conseguir com êxito o que desejava, ele começou a lamber meu cú de todas as formas, enfiava a língua, e eu vibrava de tanto prazer.

Após algum tempo, foi minha vez de retribuir. Rapidamente tirei seu short e comecei a chupar sua rola que devia ter uns 22 cm, rosada, com uma cabeça que começava fina e depois engrossava, ele se contorcia de prazer (Não é querendo me gabar, mas no boquete não tem pra ninguém. Eu sou o melhor!), ele me batia, me beliscava, me xingava, puxava meus cabelos. Urrando de prazer ele agarrou meus cabelos e enterrou minha cabeça em seu pau, era tão grande que pensei que ia cruzar meu esôfago, engasguei, e enquanto ainda recuperava o fôlego, ele já me pegou me fazendo sentar em seu pau de costas para ele e começou a bombar. Fudia o meu cú com vontande e força, eu gritava alto, como uma putinha que inicia sua profissão. Metendo gostoso ele me arrombava me mordendo, puxando meus cabelos, e me fazia repetir que eu era a puta dele, que só daria para ele (Até parece!), me obrigava a dizer que ele era meu macho.

Quando ele começou a me comer de quatro, meu rabo já estava todo arregaçado e ardia muito, mas eu queria mais (E ele me dava). Ele me arrombava com uma volúpia indescritível, às vezes abria meu cú só para ver se estava fudido o bastante, ele dava tapas na minha bunda e dizia que me arrombaria como ninguém jamais me arrombou. Ele gozou em meu rabo, me rechiando com porra. Me levou ao banheiro onde me comeu mais um pouco, desta vez em pé.

Parecia que seu gás nunca ia acabar ele metia com força, sem perder o fôlego. Saindo do banho, ainda molhados fomos para a cama, onde ele me deixou de barriga para baixo, e introduziu seu membro delicioso no meu cú arregaçado. A sensação de ter aquele corpo sarado em cima de mim foi maravilhosa, ele mordia minha orelha enquanto bombava. Ele disse:
- Agora eu vou te arrombar mais do que eu já arrombei, por que vou demorar a gozar!
Realmente ele demorou a gozar, mas quando o fez, foi muito mais que o anterior. Seu pau permaneceu duro dentro do meu rabo, imóvel. E assim pegamos no sono: Eu com o cú todo ardido e ele com sua rola magnífica ainda atolada em meu rabo.

Acordei com um forte tapa na cara, e estocadas fortes de seu membro em meu cú, já todo aberto. Ele disse:
- Acorda viadinho! Você ainda tem muito gozo do seu macho pra receber no cú!
Ele meteu um pouco, mudamos de posição sua vara entrava e saia com uma facilidade incrível (Também, meu cú já estava todo aberto!), e ele fazia questão de enfiar cada milímetro daquela rola saborosa. Tirando o pau da minha bunda, ele colocou cada centímetro na minha boca, não engasguei desta vez e chupei com vontade. Lambia a cabeça rosada e brincava com as bolas, ele gemia segurando com força em meus cabelos, e fudia minha boca com seu membro. Ele perguntou sem esperar pela resposta:
- Quer leitinho quer?
Ele tirou o pau da minha boca e gozou na minha cara, seu néctar foi escorrendo pelo meu peito. Ele se punhetou por alguns segundos, e desta vez gozou em minha boca.
- Bebe tudo meu viadinho! – Ordenou ele.
Atendi sua ordem prontamente, e em seguida voltei a chupar seu pau que estava duro como antes, deixando-o bem limpinho.

Só sei que fui chegar em casa quase 22h, com o cú todo arregaçado. Após este dia nos encontramos algumas vezes, mas depois que o curso acabou nunca mais nos vimos, o que é uma pena, pois até hoje eu sinto saudades daquele corpo malhado, de suas agressões e é claro de sua rola selvagem. Se você for de São Paulo (Não importa a região) e tiver um corpo legal, um pau melhor ainda e curte bater em um viadinho obediente, me mande um e-mail. Quem sabe você não pode ser meu próximo relato!

wicca.hz@hotmail.com

Mulher de meu sogro e amigo(a) de minha esposa

Faz mais , mais ou menos 03 (treis) meses que transformei-me na mulher de meu sogro, Álvaro é um homem maravilhoso , que me faz realmente sentir-me uma fêmea , fazemos amor todos os dias no mínimo 03 vezes. Ele alugou uma casa num bairro para podermos nos encontrar todos os dias , nesse local realmente me transformo numa mulher, visto-me como tal, usando calcinhas, baby-dol, camisola, vestidos , enfim uma verdadeira mulher, só não uso maquiagem, eu o amo e acredito que ele me ama. Isto sem contar que ele fez com que eu (sua nova mulher) e minha esposa , mudássemos para uma casa ao lado da sua, na verdade ele insistiu para que todos nós morássemos numa mesma casa, o que minha esposa não concordou. Perguntei-lhe por aquilo , morarmos perto ou juntos, ele disse , pois assim poderia ver-me sempre e estaria me vigiando contra outros homens (que loucura pois eu era mulher só para ele).

Pois passado este tempo, certo dia cheguei em casa e encontrei minha mulher fazendo amor com outra mulher em nossa cama , fiquei estático e calado , minha mulher pediu a sua companheira que nos deixasse a sós. Ela explicou que não era uma puta ou uma mulher vulgar, mas que não queria homem, mas sim mulher, fiquei calado e perguntei-lhe se ela não me amava mais, ela disse gosto de você , pois sei que agora você é minha “madastra”, pois és mulher de meu pai. Fiquei pasmo como é isso, perguntei-lhe, ela carinhosamente disse-me , sei tudo , mas não me incomodo, pois você esta feliz e faz meu pai feliz, e é isto que interessa.Perguntei-lhe como ela ficou sabendo , meu pai realmente parece apaixonado por você, pois eu vi quando ele te arrastou para a edícola e começou a beijar e acariciar-lhe, inclusive te virando de costas,e , mesmo com roupa forçando sua bunda.Nisso ela chamou sua namorada pediu-lhe que fosse embora que depois telefonaria , sua namorada era linda , ela perguntou-me seu eu não gostaria de te-la, respondi-lhe , nó que transformei-me em mulher de seu pai, foi para valer, agora só sou mulher.

Conversamos a respeito e minha(?) mulher disse , não quero separar-me de você , se você quiser poderemos viver juntos, cada um sendo feliz como gosta.Concordei e ela disse , de hoje, em diante vou lhe ensinar a vestir e comportar-se como uma verdadeira mulher. Perguntei-lhe seu seu pai poderia saber de nossa situação, ela disse melhor não, mas de uma coisa estou certa , agora você poderá dispensar mais tempo ao seu homem.

Ontem estávamos em um supermercado, meu marido(?), minha sogra,minha mulher e eu, quando notei um olhar penetrante do meu macho , e nos dirigimos aos banheiros, lá chegando ele empurrou-me para dentro de um banheiro, começou a beijar-me e abraçar-me, fiquei assustado(a), ele virou-me de costa, senti seu cacete duro encostar-me , ele dizia não agüento mais , preciso de fuder, não agüento ficar com essas mulheres, desce a calça pois vou de fuder, chorei baixinho dizendo não pode ser vai doer muito eu não vou agüentar, ele beijou-me , chorei ainda mais, pois sabia que não resistiria e iria entregar-me a ele, disse-lhe você vai encher meu cu de porra, não terei como limpar, vai escorrer em minhas pernas, não tem problema , qualquer coisa eu te assumo como milha mulher, não resistindo baixei minhas calças e disse-lhe me come , me fode, me faz de mulher, senti aquele cacete sem tamanho penetrar-me, ele enfiava sem dó, e tínhamos que ficar em silencio, pois poderá entrar alguém no banheiro, ele socava violentamente e dizia obscenidades em meu ouvido, quando senti em minha entranhas o calor de sua porra , ele gozou alucinadamente, ficou um tempo dentro de mim e disse vou tirar e você me chupa, pois quero te alimentar e gozando em sua boca.

Nêste período demoramos mais ou menos meia hora, e fomos encontrar com nossas mulheres, chegando minha sogra disse que demora e minha esposa chegando em meu ouvido disse, deram uma rapidinha e rimos , minha sogra perguntou o que foi, nada nada , pensei nosso marido me fudeu.

 

Aventura com um homem maduro

enviado por: Rodolfinho Castanhes

Tive uma boa experiência que me rende frutos até hoje, por isso estou aqui relatando os fatos, principalmente para aqueles que tem preconceito ou medo de arriscar. Tenho 18 anos e preservarei a minha identidade e a da outra parte envolvida.

Tudo aconteceu em um conhecido cinema pornô da cidade de Fortaleza-CE. Eu havia chegado há poucos instantes e resolvi dar uma circuladinha pelos corredores laterais. Havia poucas pessoas no cinemão naquele dia.
De repente, observo um homem que achei interessante na parte de trás. Chego mais perto e constato que se trata de um jovem senhor, forte e bonito. Como eu também gosto de homens mais velhos resolvi sentar ao lado dele e pude perceber que ele não rejeitou a minha proximidade. Muito pelo contrario, começou a me encarar.
Resolvi chegar mais perto e coloquei a mão entre as pernas dele. Ele não estava com o pau pra fora, mas eu senti um delicioso volume por cima da calça. Pude observá-lo melhor estando bem perto, e vi uma aliança reluzir em meio à penumbra. Constatei que era um homem casado a fim de uma gostosa sacanagem extra-conjugal. Era um homem que me pareceu ter uns 36 anos, forte, pêlos no peito e nos fortes braços troncudos, coxas roliças, estava com a barba por fazer, realmente um belo exemplar de macho.
Resolvi arriscar e chamá-lo para subir para uma cabine. No começo ele não gostou muito da idéia, mas depois ele me fez uma proposta. Só iria comigo para a cabine se eu deixasse ele gozar em minha boca, pois ele queria me ver bebendo o seu leitinho de macho bem quentinho. Aceitei a condição e ele atendeu ao meu pedido, e fomos para uma cabine.
Chegando à cabine, tranquei a porta, acendi a luz e sentei-me. Ele se posicionou à minha frente começou a desabotoar o cinto. Naquele momento eu torci para ter feito a coisa certa, pois não curto pau minúsculo. Continuei a observar ele desabotoar a calça, baixar o zíper e ficar só de cueca. Vi um volume considerável. Ele enfiou a mão dentro da cueca, e para a minha surpresa, puxou um cacetão enorme, grande e grosso, todo trabalhado em veias. Segurou o pau já completamente duro e encostou em meus lábios. Senti o pau ardendo em brasa tocar em meus lábios com aquele delicioso cheiro de pica, e não resisti... caí de boca passando a linguinha em cada detalhe, me arrepiando de tanto desejo, sentindo o gosto daquela pica, daquela cabeçorra gostosa e macia. Ele segurou a minha cabeça e começou a fazer leves movimentos de vai-e-vem com o pau na minha boca, como se estivesse fodendo a minha boca. Depois ele sentou-se no banco e eu continuei a ordenhar aquele cacetão enquanto ele dizia que a minha boca era quentinha e molhadinha.
Passei um bom tempo brincando com aquele mastro, descendo a linguinha pelo saco, passando pelas virilhas, fazendo com que aquele macho se arreganhasse todo pra mim. Enfiei a cara no sexo dele, passando a linguinha no períneo. Eu estava completamente inebriado com o cheiro dos feromônios daquele macho. Um leve cheiro de suor com testosterona mexia com a minha cabeça e começei a sugar e chupar com força aquela parte lisinha abaixo do saco, fazendo com que o coroa gemesse de tanto prazer e abrisse as pernas cada vez mais. Eu chupava e lambia enquanto acariciava as coxas grossas e durinhas do coroa perfeito, quase um urso. Ele gemia e falava que gostava do jeito que eu fazia, bem putão!
Em seguida coloquei uma camisinha no cacete dele e lambuzei o meu cuzinho com um sachet de gel KY que eu sempre carrego para um caso desses. Pedi que ele permanecesse sentado. Daí comecei a sentar lentamente no pau dele, fui descendo aos poucos, no meu ritmo. O que não foi nada difícil, pois o pau ele se mantinha ereto, duraço, latejando de tesão.
Quando eu consegui sentar completamente, comecei a leves movimentos de sobe e desce. Havia instantes em que eu descia e parava com o cacete atolado dentro de mim. Continuei por um bom tempo até amaciar meu cuzinho por completo. Chegou o momento que eu esperava... Meu cuzinho já havia dilatado e o pau já entrava com facilidade. Levantei e pedi que ele me fodesse. Fui atendido de imediato. O coroão enxuto e gostoso pediu que eu ficasse na posição de quatro, encaixou a cabeça do pau e meteu de uma vez. Segurou na minha cintura e mandou ver... Começou a bombar forte... Ele gemia feito um louco... Me comia como se estivesse há um ano sem trepar, com uma fome e um desejo incontrolável. Ele rebolava com tamanha destreza e enfiava o pau em mim com gosto como se quisesse entrar todo dentro de mim.
Variamos algumas posições, até voltarmos à posição de quatro, na qual ele mais uma vez fodeu com gosto. Era alto o barulho das estocadas que ele dava em mim, da sua pélvis batendo em minha bunda. Até que ele avisou que iria gozar. Retirou o pau e puxou a camisinha rapidamente, pediu que eu sentasse e abrisse a boca. Enconstou a cabeça do pau em meus lábios e começou uma punheta para logo em seguida explodir fortes jatos de porra, do seu esperma grosso e quente. .
Depois de algum tempo ele me segredou que não estava mais transado com a sua esposa, pois queria guardar todo o leitinho pra mim, até porque ele foi perdendo o interesse por ela. Estou com ele até hoje, e fazemos exames de saúde de 3 em 3 meses para garantir as nossas deliciosas brincadeiras. E o que é melhor... Hoje eu tenho um pau só pra mim! rsrsrs...

Virei mulher do meu sogro

Sou casado com uma linda mulher, de fazer inveja a muitos homens, nos damos bem, vivemos felizese sempre contentes.
Meu sogro é um homem de muito carater , sério , bom marido, nunca vi falar mal dêle, sómente que tem um cacete de fazer inveja a muito cavalo, negro como petroleo, muito gente diz que não acha homem bonito, pois eu acho êle lindo de fazer inveja a muito galâ de televisão.
Pois bem , minha sogra adoeceu e teve que fazer tratamento em outra cidade , e , como ficamos sós meu sogro e eu, minha esposa sugeriu que ficassemos na mesma casa e asim ficamo na casa dêle. Certo dia vi meu sogro tomando banho e deixou a porta aberta, sorrateiramente fui verificar se êle era mesmo desproporcional, o que era verdade , nunca havia visto um cacete daquele tamanho , mesmo mole, devia ter mais ou menos 18 cm e era grosso como uma lata destas pequenas de carveja, fiquei horrorizado , no entanto o sangue me subiu e fiquei com uma tessão enlouquecedora , mas tive que comportar-me. Certa tarde meu sogro disse, vou sair e talvez vá ao cinema e devo demorar , fiquei apreensivo, será que êle ia atraz de muklher ? Dai então fui a locadora e peguei alguns filmes de travestis, fiquei os vendo e maravalhidado , pois tinha um filme que um negrão comia um travestis , no qual o travestis chorava de tanta dor com o negrão enfiando-lhe um cacete terrivelmente grande e grosso. Estava eu me deliciando com o filme quanto ouço uma voz , você gosta disso ? Era meu sogro que entrara sem que eu o ouvisse. Disse-lhe gosto, pois é diferente. Êle foi até o quarto e voltou somente de cueca e pude ver quão volumoso era seu cacete. Assim êle se aproximou e disse quer experimentar ?
Eu lhe respondi como ? Ora disse êle , vamos fazer o que êles estão fazendo, e , se aproximou , assentando ao meu lado , pegou minha mão, com uma suavidade extrema e a colocou sôbre seu cacete, não resisti e aperteio-o , senti seu volume , abaixei, tirei-o da cueca , já estava meio duro , beijei-o e comecei a chupa-lo , nunca pensei que haveria algo tão saboroso, fui chupando e aquele cacete crescendo em minha boca, êle dizia coisas que me deixava na maior tesão, como: chupa viado, chupa putinha , chupa no cacete do seu macho, coisas assim , e por fim sentindo um caldo de sabor adoravel, êle me levantou, me beijou, dizendo, de agora em diante voce nãoserá meu genro mas sim minha mulher, beijamo-nos e eu doido(a) para virar mulher , êle colocou-me de quatro e disse , voce vai virar minha mulherzinha , eu disse-lhe , eu quero mas seu cacete é muito grande e grosso , êle disse enfia a cabeça no travesseiro, pois vai doer muito , e voce vai aguentar, e começou forçando meu cuzinho, não entrava era grosso demais, quando senti que o mundo estava acabando, pois entrara a cabeça e mais uns 05 cm. gritei, chorei, implorei para êle não por mais, êle disse sua sogra aguenta tudo e voce tambem vai aguentar, não sei como perguntei-lhe voce enfia isso tudo no cu dela, êle disse não ela não aguenta, mas voce como minha nova mulher vai aguentar,e foi enfiando cada vez mais, senti sangue escorrer nas minhas pernas , êle alucinadamente, e ofegante, viu voce esta sendo mulher, minha puta, meu viado, rebola no meu cacete, eu não sabia o que fazer , se chorava de dor e e prazer ou rebolava , aquele homem maravilho me fudia e eu estava gostando, até que êle gozou. Ficamos abraçados por muito tempo apos aquela foda, seu pau saiu do meu cu , que ardia. Passado alguns momentos pedi-lhe deixei chupar seu pau, sou louca pelo sabor de sua porra e chupei-lhe até êle gozar. Ficamos assim por uns 10 dias até minha esposa e minha sogra voltarem. Minha esposa viu estavamos todos felizes e disse que bom que voce e meu pai se entenderam . Saimos eu meu macho para fora e conversamos como vai ser agora, êle meu levou para um lado do muro me beijou e disse voce é minha mulher e vou te comer todos os dias. Bem somos marido e mulher, aprendi a pescar ,e , assim todo fim de semana, vamos pescar, claro eu levo a vara.
SDS
Paulo

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Um Chocolate Por Uma DP

Olá pessoal! Meus amigos me chamam de Wicca, moro no ABC em São Paulo. É meu primeiro conto aqui, e gostaria de compartilhar com vocês algo incrivelmente maravilhoso que aconteceu comigo na semana passada.
Era sábado e alguns amigos e eu havíamos marcado uma baladinha, combinamos de nos encontrar na casa de um desses meus amigos. Cheguei no horário em que havíamos combinado, mas devido a uma briga que minha amiga teve com seu namorado, ela não quis mais ir, consequentemente nós também não, pois ela quem dirigiria. Fiquei muito irritado, e fui para casa. Antes de voltar para casa, vi uma barra de chocolate e a levei comigo. A casa desse meu amigo era um pouco longe da minha casa, mais decidi ir andando, não queria chegar em casa tão cedo (Que ironia!) casa por isso decidi ir pelo caminho mais longo, pelo qual não estava habituado.
A rua estava deserta, a não ser por alguns carros que passavam por ali de vez em quando. Enquanto caminhava, eu falava ao celular e saboreava o chocolate, estava destraido quando vi que dois caras se aproximavam, fiquei assustado, pois pensei que eram assaltantes. Desliguei o celular e continuei, quando estávamos nos aproximando, atravessei a rua com medo de que algo me acontecesse. Já estava no meio da avenida, quando ouvi:
- Não vai me dar um pedaço desse chocolate não?
Foi a minha deixa, e sem pensar respondi sem olhar para trás:
- Se você me der um beijo eu te dou o chocolate e algo mais!
Atravessei a rua sem olhar para trás, pensei que eles não fossem levar aquilo a serio, mas quando vi os dois estavam dois estavam do meu lado, quando os vi de perto, não acreditei. Ambos eram super gatos, eram sarados, aqueles caras do tipo que você olha duas vezes quando os vê. O que havia falado comigo tinha os cabelos semi-longos, e estava com uma regata vermelha, bermuda de skatista e chinelos. O outro, tinha os cabelos arrepiados, estava de jeans e tênis, estava sem camisa exibindo uma tatuagem nas costas que me deixou exitado. O que estava de regata vermelha se apresentou:
- Eu sou o Brisa e esse aqui é o Beto.
Conversamos algumas bobagens do tipo; O que você faz aqui, e quantos anos você tem. Descobri que o Brisa tinha 21 anos e o Beto 23 e eram namorados. Foi o Beto quem disse:
- Você ofereceu e agora agente que esse chocolate.
- Você ainda não me deu o que eu pedi – Disse eu.
Ele deu uma risadinha malisiosa, e sem demora me deu um beijo de tirar o fôlego, ali no meio da rua mesmo. O outro disse, me puxando e também me beijando:
- Vai com calma eu também quero esse chocolate.
Após os beijos, cada um deu uma mordida no chocolate, o Beto disse:
- Agora que já demos o que você pediu, queremos o algo a mais que você ofereceu.
- É vamos para nossa casa.
- Mas, os dois e eu? – Perguntei com medo de uma DP, não estava tão largo aesse ponto.
- Não tem problema, o Beto só gosta de ver.
Ele me beijou de novo, desta vez pude perceber que um carro se aproximou. Pensei comigo mesmo: “Mais um! Socorro!” O motorista do carro parou e disse:
- Vocês não tem vergonha não? Deus está vendo isso! Que pouca vergonha!
Brisa disse segurando algo em seu bolso:
- Cai fora, ou eu descarrego uma na sua cara!
O homem foi embora ainda nos xingando, assustado perguntei:
- Você anda armado?
Levantando a camiseta ele respondeu:
- Foi você que me deixou armado!
Olhei aquele volume incrível dentro daquela bermuda, e sem perder tempo fomos para a casa deles. No prédio, a coisa toda já começou no elevador, ambos se revezavam me dando beijos e apertando a minha bunda, eu segurava seus paus duros como pedra, igual uma criança segura um pirulito. Ao entrar no apartamento, já fomos tirando a roupa, e sem esperar comecei a chupar o Brisa enquanto o Beto se punhetava sentado no sofá nos observando. O Brisa tinha um pau de uns 18x8, já o Beto devia ter uns 21cm. Fiquei ali chupando aquele gato por um bom tempo ia das bolas a cabeça, era língua pra todo lado. Ele me batia na cara e dizia que eu era uma puta profissional, um ninfeta arrombada. Colocando a camisinha ele disse:
- Fica de quatro que agora eu vou te enrrabar!
Fiz o que ele mandou, ele metia forte como um animal selvagem, me batia e me chamava de puta a todo momento, isso me enlouquecia mais e mais. O Beto já todo gozado, dizia:
- Vai Brisa, fode o cú dessa putinha por que ela quer vara!
Quando percebi já estava sendo comido pelo Brisa e chupando a rola do Beto, que socava aquele pau grande com tudo na minha boca. O Brisa perguntou:
- Ta gostando de ser comido por dois?
O Beto respondia rindo:
- A putinha é educada, não fala de boca cheia! Agora é a ninha vez de arregaçar esse cú.
Ele se sentou no sofá e eu sentei em cima, seu pau era tão grande que me fez delirar, comecei a cavalgar enquanto eles me batiam e me humilhavam. Naquela noite dei em todas posições possíveis, em um certo momento, Beto anunciou;
- Agora você vai ter duas rolas dentro do seu cú.
- Não, não sou tão aberto assim – Disse eu.
- Cala a boca, se era duas rolas que você queria, agora você vai ter as duas dentro do seu cú.
Rindo, o Brisa disse:
- Se seu cú não estiver não arregaçado, agente vai arregaçar!
Eles se ajeitaram, e entraram rasgando meu rabo, no começo eu chorei de dor mais depois essa dor virou prazer, um prazer indescritível, e me soltei pedindo mais e mais. Ambos disseram que não estavam mais se agüentando, e anunciaram que iam gozar, rapidamente tiraram as camisinhas. Beto enfiou seu pau em minha boca e afundou minha cabeça em sua rola urrando de prazer, só senti aquela porra quente cruzar minha garganta, engasguei e ainga tossindo, Brisa disse:
- Ta tossindo por que? Você vai engolir minha rola também!
Ele enfiou a rola na minha boca, mas não fez como o Beto, tirou gozando por toda a minha cara. Tocando uma punheta como se preparasse mais daquelas delicioso liquido, Beto disse rindo:
- Ah eu também quero gozar na cara da ninfetinha!
Beto gozou novamete me enchendo de porra. Naquela noite fui para casa mal conseguindo andar, mal havia terminado e eu já queria mais e mais.

Se você tem um amigo ou um namorado, enfim, e quer comer uma ninfeta putinha mande um e-mail:

wicca.hz@hotmail.com

 

Enrabado pela esposa por tocar punheta com as calcinhas dela

Mesmo depois de casado a maneira de conseguir aliviar meu tesão continuou a ser, tal como nos meus tempos de solteiro em que nunca arranjava mulher para levar para a cama, quase exclusivamente a punheta. Apesar de Raquel minha esposa ser uma mulher muito apetecível e ter a vagina bem aberta, minha inexperiência em matéria de sexo que não seja feito à mão, leva-me a ejacular muito rapidamente e a broxar com frequência o que desde há muito constitui um factor de dissuasão para a levar a abrir-me a pernas. Por outro lado Raquel também não morre de amores pelo tamanho diminuto do meu caralho e bagos e como não lhe faltam pretendentes muito mais bem abonados do que eu para a servirem não perde nada em dispensar os serviços do meu pau.
Bem ao menos como disse, resta-me o recurso à punheta. E á Internet já que outra das minhas taras é ser mirone. Sempre gostei de ver os outros fodendo e lembro-me de quantas fugas tive de fazer apressadamente por causa da minha mania de espreitar casais em locais impróprios enquanto esgalhava uma segóvia à mão. Graças á Net posso agora tocar descansado minhas punhetas vendo casais em acção. Não acho piada aos filmes de lésbicas nem aos de paneleiros, mas gosto de ver orgias em especial quando uma moça tem de dar para vários machos algo que nos locais discretos onde dantes os espiava nunca via. Aprecio muito os filmes porno de incesto, de sexo forçado, de humilhação masculina e dominação feminina pois neles revivo as cenas do meu casamento com Raquel e descobri também ter uma predilecção por filmes com travestis. Aquelas mulheres belíssimas, de corpos bem feitos, mamas grandes e empinadas, de voz gutural e grave, com um caralho e um par de tomates ao fundo da barriga, quase sempre muito mais maiores do que os meus apesar das formas e corpos deliciosos femininos e sensuais, excitam-me fortemente.
Aos poucos um novo desejo começou nascendo em mim. O de usar trajes íntimos femininos enquanto numa de mirone me punheteava e dessa forma ficar um pouco mais parecido com essas mulheres de caralho pendente que tanto me entesavam. Devo dizer que sempre gostei muito de tocar punhetas cheirando a calcinha e o sutiã de minha esposa, em especial quando ela vem de mais um dos seus encontros adúlteros e traz a rata e o cu a cheirar ainda ao caralho que a comeu. Muitas vezes quando Raquel está de bom humor deixa-me mesmo punhetear com a piça metida dentro da sua calcinha ou do sutiã e muito bem me sabem tais punhetas. Comecei assim, a partir de um determinado momento, a passar a assistir aos vídeos porno vestido com uma das calcinhas de Raquel e com um sutiã enfiado no peito. Com uma das mãos afagava meu caralho, ora por dentro da calcinha, ora por fora, e com a outra mão introduzida por dentro do sutiã apalpava meus peitos imaginando ter ali um par de mamas direitinhas e tesas como as de minha mulher, das actrizes porno e dos travecos efeminados que com o seu caralho e o seu saco ao penduro eram ainda mais bonitas e sexis do que as mulheres de verdade como Raquel. E calcinhas e sutiãs, de todas as cores e tecidos, mas sempre muito ousados e provocantes, sumidinhos e justos realçando-lhe o contorno das suas preciosidades de que todos se servem menos eu, é o que minha mulher tem mais. E como aquela fantasia me levava a orgasmos alucinantes!
Procurei sempre contudo não me vir nas calcinhas de Raquel para ela nunca notar as marcas do meu gozo. No entanto, inevitavelmente, havia sempre uma gota ou outra de esporra que acabava pingando na calcinha e que eu procurava remover da melhor maneira. Achei sempre tê-lo conseguido mas é claro que as mulheres têm um olho mais arguto do que o nosso, mesmo sendo homens como eu dotados de um lado mais feminino do que masculino. Acabou por descobrir que as manchas amareladas sobressaindo nas suas calcinhas de cores mais claras não eram resultado da descoloração provocada pelo Sol na roupa do estendal , mas resultado do sumo produzido pelos meus colhõezinhos imprestáveis como ela lhes chama, pois negam-me o vigor que eu precisaria ter para a satisfazer quando estou dentro dela.
- Punheteiro de merda – vociferou ela furiosa esfregando-me uma calcinha com o meu gozo melado já seco na cara – agora dá-te para tocares punhetas com a minha roupa íntima vestida? Já não te basta passares a noite tocando-te com a mão que até a cama estremece, e ainda tens que me sujar a roupa com esse leite de merda que estás sempre a verter dos tomates?
E como depois de vasculhar nas gavetas da cómoda constasse que todas as calcinhas praticamente ostentavam vestígios dissimulados do meu gozo, decidiu punir-me. E que óptima ideia ela teve!
- Meu tarado sem força na pila para satisfazer a mulher com quem casou mas com tesão suficiente para passar a vida tocando punhetas como quando não tinhas mulher – pronunciou com desprezo - Com que então gostas de vestir calcinhas de senhora, não gostas. Porquê, meu grande panasca? Não sabes mas eu explico-te. Porque com essa amostra de caralho miudinho que mede tanto como o meu dedo mindinho mas cuja grossura não lhe chega nem a metade, e com uns tomatinhos que mais parecem duas amoras, deves-te sentir mais fêmea que macho, não é mesmo? É por isso que quando te punhas em mim mal me metias esse teu tubinho ou ficavas logo com ele murcho ou o que ainda era pior para mim, desaleitavas-te todo. Porque não é o meu buraco do meio das pernas que atrai machinhos como tu, mas antes um bom caralho. De preferência grande e grosso como o que não tens e por que tanto suspiras. Pois hoje vou-te dar a provar um caralho desses que tanto te faz suspirar de desejo. Despe-te meu porco de piça broxa. Quando voltar quero ver-te todo nu e de joelhos.
Apressei-me a despir-me e a colocar-me de joelhos e Raquel saiu, voltando a entrar pouco depois. Vestia um corpete de vinil negro e justo ao corpo, oferta de um amante que se deve excitar tanto como eu quando a vê assim vestida, e trazia nas mãos um caralho grosso em silicone cuja cabeça imitava uma glande circuncidada, cor de rosa.
- Um caralho deste tamanho consegue bem consolar uma mulher – comentou exibindo-o aos meus olhos – Tem tamanho e consistência necessários para dar prazer a uma mulher mal fodida como eu era quando o comprei. Não é como o teu. E tem a vantagem de nunca se esporrar antes do tempo como tu me fazias, nem de ir abaixo como o teu, pica mole. Foi graça a ele, que antes de arranjar os amantes que tenho presentemente e com os quais gostosamente te corneio, me consolei tantas vezes já que o teu caralho não mo sabia fazer. Como já não preciso dele vou-to enterrar bem fundo no teu cuzinho, meu marido tão inútil na cama, e só espero que ele lhe dê tanto gozo, como deu à minha ratinha desconsolada.
Minha esposa prendeu o caralho numa cinta que lhe envolvia o ventre e aproximou-se da minha boca. Como ela parecia um traveco dos filme porno apesar da ausência do saco das bolas. Meu caralho levantou-se.
- É como digo, meu veadinho – comentou vendo-o insuflado – entesa-te mais um caralho armado que não tardará muito a enfiar-se-te no cu, do que a minha boceta húmida. Chupa-mo. E de quatro!
Com as mãos e os joelhos apoiados no chão introduzi seu pau cor de rosa na boca mas nem era preciso pois Raquel agarrando-me pelas orelhas forçou-me a engoli-lo todo começando a dar-me com ele na boca.
- Chupa-me a pica paneleiro de merda que tanto te divertiste masturbando-te com as minhas calcinhas postas – gritava-me ela puxando-me agora as orelhas – Chupa-me o pau enquanto te fodo a boca. Não é isso que fazem aos seus machos as fêmeas como tu que gostam de tocar punheta com lingerie de puta? Pois eu sou o teu macho e já vais provar com o meu caralho pelo cu dentro, punheteiro.
Depois de a ter mamado minha esposa tirou-me o cacete da boca cuspindo nele longamente. Com a mão espalhou o cuspo pelo cacete. Depois colocou-se atrás de mim examinando-me o olho do cu.
- Continua de quatro piça de esponja - ordenou – De facto ainda tens as pregas de trás intactas. És tão virgem de cu como o eras de caralho quando me conheceste e me fizeste tirar-te os três em tão má hora. Além do dedo e apesar das tuas tendências para seres una bicha nunca lhe deves ter enfiado nada de grosso. Ainda bem. Tal como te tirei a virgindade ao caralho vou-te igualmente tirar as pregas ao olho do cu. Com um caralho grosso e robusto como o meu estou certa de te fazer gemer, tanto como gemi eu da primeira vez que dei meu cuzinho ao Bernardo, aquele que dizia ser o teu melhor amigo.
Na verdade gemi quando aquela cabeçorra pressionada pelos movimentos de ancas de Raquel me começou a penetrar.
- Que é isso, panasquinha? Não te querias sentir como uma fêmea fodendo quando brincavas à mão com a pilinha e te aliviavas dentro das minhas calcinhas? – gozava-me – Pois agora já sabes o que sente uma fêmea sendo aliviada por um bom caralho. Espero que gostes mais do que fazendo à mão – e o seu pau dava-me forte no cu até Raquel se cansar dos meus gemidos.
- Paneleiro frouxo que nem com um caralho como o que devias ter nascido consegues apanhar no cu. Não penses que vou parar de te enrabar antes de te deixar este olhinho bem escancarado. Mas como estou farta de te ouvir gemer vou-te enfiar na boca a causa desta enrabadela.
Antes disso contudo voltou a fazer-me lamber-lhe o caralho de maneira, segundo me disse, a limpá-lo de algumas excrescências menos higiénicas removidas do meu ânus e a saborear com a língua o gosto que tinha um cu de paneleiro que só tocava punheta como eu. Depois fui buscar suas calcinhas onde minhas nódoas de esperma ainda eram visíveis e fazendo uma enorme bola com elas enfiou-ma na boca. Tive de a abrir até atrás para que aquela bola de calcinhas femininas com pingos impregnados de esperma me coubesse dentro dela.
- Atravancam-te mais a boca as minhas calcinhas que tanto tesão te inspiraram do que o meu caralho abonado, não é verdade meu maridinho de pilinha fina? – escarneceu – Pois espero que dentro da tua boca te despertem tanto tesão como te despertavam quando as vestias para tocares as tuas punhetazinhas que bem vais precisar dele quando te voltar a ir ao cu. Pernas bem abertas, bichona, que quero ver-te ao entrada do olhinho bem desimpedida.
E novamente por trás de mim enrabou-me pela segunda vez. agora com muito mais violência, puxando-me pelos cabelos, arranhando-me as costas e dando-me palmadas nas nádegas.
- Agora não podes gemer, pois não, paneleiro? – e o seu pau entrava e saía sem rodeios no meu cu – Achas que te estou a enrabar com muita força? Que é isso? Uma puta de verdade como tanto te imaginavas ser com as minhas calcinhas nunca se queixa da violência do caralho que a come. Afinal que tipo de puta és tu? Uma puta que só sabe tocar punheta? Acorda maridinho e aproveita o grosso caralho que a querida da tua esposa te arranjou, mesmo à medida do teu cuzinho. Sabias que o teu amiguinho Bernardo também me deu assim no rabo com o seu caralho portentoso de todas as vezes que me enrabou? E que em muitas dessas vezes eu usava uma dessas calcinhas que te enfiei na boca e onde ainda hoje se conservam os restos da esporra que verteste tocando punheta e sonhando seres uma puta muito dada como eu? Então de que te queixas, verga mole?
De nada, efectivamente não me queixava de nada tão teso me deixaram suas palavras, estou certo de que muito mais do que a sua enrabadela embora esta, tenho de admitir, não me estivesse sabendo nada mal. Ser bicha e apanhar no cu de uma mulher vadia como ela era de facto maravilhoso. Mas as palavras deixaram-me ainda mais em ponto de rebuçado. Então saber que tinha sido o sacana que se dizia meu melhor amigo o primeiro a tirar-lhe as pregas do cu, e que o seu caralho era muito maior do que o meu, punham-me quase à beira de ter um orgasmo. Provavelmente todos os meus amigos e conhecidos a andavam montando e eu rejubilava de tesão só de imaginar tal coisa. Ah, quem dera que isso fosse verdade e que todos nas minhas costas me apontassem como o marido frouxo e corno manso. Naquele momento Raquel não tinha razão em insultar-me de verga mole e incapaz de se pôr de pé pois que meu fininho e pequeno caralho estava todo distendido para a frente apesar das suas ordens para o colocar em baixo. Aliás a pressão que meu leitinho fazia para sair dos tomates era tanta que eu num certo momento não tive com que me conter e esporrei-me todo, molhando as paredes, os cortinados, os móveis da sala.
- Esporrador inútil – bradou Raquel furiosa – quando te deixava montar-me nunca foste capaz de me dares uma aleitadela assim. Porco! Nem nunca te aguentaste tanto tempo dentro de mim, sem gozares. Mas bastou encher-te a boca com o paladar das minhas calcinhas meladas com a esporra das tuas punhetas e ir-te ao cu para que te viesses como um garanhão que nunca conseguirás ser. Se fosses um macho de verdade eu mesma limparia convenientemente com a minha língua todos os vestígios do teu gozo para que nenhuma gota dele se perdesse fora do meu corpo. Mas como não passas de um paneleiro barato vou-te obrigar a provar o sabor do teu gozo tal como eu tantas vezes tive de provar contrariada o sabor do teu, meu ejaculadorzinho precoce.
Sempre vestida com aquele corpete negro, magnifico, que lhe confere ainda mais um ar dominador, colocou-me uma trela e como uma senhora conduzindo seu cachorro passeou-me ao redor da sala, obrigando-me a cheirar cada local onde minha esporra caíra, a lambê-la e a degluti-la até a fazer desaparecer por completo.
- Isso, meu cãozinho amestrado, lambe essa porcaria que fizeste, que quero tudo muito bem limpinho – seus pés apoiados no meu pescoço forçavam minha cabeça, obrigavam-me a chafurdar na poça de esporra - .Já limpaste tudo, paneleirote? Então não pares que tens ali mais. Vamos lá, cachorro. Deves gostar do paladar da tua esporra, não gostas? Afinal é uma coisa que todos os machinhos apreciam  muito.
Limpei tudo. E como complemento do castigo que levara tive de lhe comprar mais umas dúzias de calcinhas sexis e atrevidas com que ela gosta de se apresentar aos amantes e que me levaram quase o orçamento do mês pois Raquel disse logo que não mais voltaria a usar aquelas roupas com que o marido se pavoneara dentro delas de paneleiro e tocador de punheta. Mas generosamente minha esposa consentiu-me que eu ficasse com aquelas. E ao menos agora não preciso de me esconder para as vestir e ficar-me entretendo sozinho com a mão enquanto assisto vídeos porno na NET.

 

EUGÉNIO SADOC

Punheta na cona melada de minha irmã

Minha irmã mais nova Sara entrou a correr esbaforida no Café, naquela tarde de domingo, procurou-me com os olhos e chamando-me de lado para os meus amigos não ouvirem a conversa contou-me que nosso pai, pouco momentos antes, chegara a casa e não conseguira entrar pois que ela a fechara por dentro com a chave na fechadura precisamente para prevenir tal eventualidade. Pedia-me que inventasse ter sido eu quem o fizera por lapso e que mais tarde, entrando em casa pela janela do sotão resolvera o problema. Eu já imaginava qual a razão porque ela se fechara em casa e porque não abrira a porta ao papá mas quis ouvi-lo da boca dela.
- Porque te fechaste em casa com a chave na fechadura, maninha?
Sara corando lá me confessou que o tinha feito porque se encontrava com o namorado Carlos e nosso pai não ia querer muito de o saber.
- Não foi bem por isso – observei-lhe eu – Tu fechaste a porta à chave, minha vadia, porque levaste o Carlos lá para casa para te enroscares com ele, não foi? Não tens vergonha?
- Que é que tu a ver com isso? – respondeu-me ela furiosa – Pensas que toda a gente é como tu que se consola só com tocar punhetas? Vais desculpar-me perante o papá ou não?
Minha irmã sabia bem que eu ainda hoje adoro tocar pívias e ela própria com a sua boca, as suas mãos e as suas maminhas tenrinhas me ajudou a tocar muitas, pois por eu saber que ela abria as pernas ao namorado muito a chantageei para a obrigar a participar no meu desporto sexual preferido. Por isso respondi-lhe que lá procuraria convencer o papá que a história da chave não fora causada por ela com o fito de encobrir os seus pecados íntimos como meu pai devia estar desconfiando, desde que ela continuasse colaborando comigo. Porque embora goste muito de tocar punheta prefiro fazê-lo com uma mulher ao meu lado ou no corpo dela. E então o corpinho adolescente de minha maninha entesava-me de tal maneira que só pelo facto de ela me ter confessado ter acabado de transar com o namorado eu ficara de pau feito.
- Tarado – insultou-me ela – tu é que devias ter vergonha de andares a tocar punhetas perante a tua irmã que tem namorado em vez de arranjares uma garota que tas toque. Que é que tu vais querer mais que te faça se até a esporra que vertes nas tuas punhetas já me fizeste engolir?
- Ora –respondi-lhe gozando o tesão de a humilhar e de a forçar perante mim – tu és uma putinha bem bonita e eu um punheteiro como dizes. Nada mais normal que cobre de ti o resultado da tua putice com o Carlos, não te parece?. E contigo arranjo sempre uma maneira de tocar punheta como nunca toquei antes, assim como aposto que tu e o Carlos arranjam sempre umas novas posições para foder.
Minha mana lá acabou por concordar como sempre em submeter-se às minhas exigências e eu depois de nos lavabos do Café me ter masturbado imaginando estar a ver minha irmã apanhando do namorado no quarto lá contei ao nosso pai a história que minha irmã me preparara. Não me parece que ele tenha ficado muito convencido mas Sara livrou-se de apanhar uma tareia como tanto receara.
Uns dias mais tarde cheguei a casa vindo das aulas e reparei que a puta se encontrava mais uma vez fechada no quarto, gemendo muito pois Carlos era um indivíduo dotado de um caralho bem enorme que segundo Sara dizia gostava de lho meter bem até ao fundo. Muito fodiam eles. Era só os nossos pais não estarem em casa e a desalmada corria a levá-lo para pôr-se debaixo dele. Caminhei até à porta do quarto pé ante pé, tentei espreitar pelo buraco da fechadura mas não consegui ver nada mas consegui ouvir a fogosa da minha jovem maninha pedir-lhe entre dois gemidos de prazer:
- Vem-te Carlos por favor que eu estou-me quase a vir também.
Eles já deviam estar ali fodendo há algum tempo para a vaquinha pedir aquilo pois embora não tivesse nenhum experiencia de penetrar uma mulher sempre ouvira dizer que elas demoravam mais tempo do que nós a alcançarem o gozo. Carlos deve ter-lhe feito a vontade pois passado pouco tempo ouvi-a exclamar.
- Ahh, que boa esporradela a tua. Oh que bom, estou-me a vir toda.
Meu caralho estava todo levantado e eu que me ocorrera uma ideia tirei-o de fora e manuseei-o com uma das mãos enquanto batia à porta do quarto com a outra.
- Maninha – disse-lhe eu – não quero ser desmancha- prazeres mas encontrei o papá ali na rua, e ele disse-me que ia só passar na oficina antes de vir para casa.
Desmancha- prazeres seria sim se tivesse dito aquilo antes dele se ter desaleitado na cona da minha irmã. Mesmo assim enquanto metia a pila para dentro das calças ouvi-os dar um pulo na cama e percebi que ambos se vestiam à pressa, muito admirados com o meu aviso já que nem se tinham apercebido da minha chegada. Carlos sabia que o papá era algo violento e não queria por nada que ele o apanhasse no quarto com a minha irmã. Tratou assim de se escapulir pela porta dos fundos depois de ter beijado a Sara na boca e de me te agradecido. Minha irmã deu um arranjo na cama para não se perceber que houvera nela enroscanço e tal como eu queria nem se lavou esperando a chegada de nosso pai. Óptimo pensei, a putéfila devia ter a rata bem melada com o leitinho do Carlos e a mim apetecia-me mesmo gozar uma punheta com ela assim bem meladinha.
- Maninha vadia – disse-lhe pois gostava sempre de lhe dizer o que ia fazer e as posições que queria que ela se pusesse antes de esgadanhar a minha punheta – é agora que me vais pagar o favor que te fiz contando ao papá aquela peta da história da chave. Vais-me deixar encostar a piça entre a tua calcinha e a tua coninha assim bem esporrada como imagino deve estar, enquanto me punheteio.
- Taradão, que nem a irmã respeitam as tuas taras. Então não te atrapalha a chegada do papá ou vais-te punhetear assim tão depressa?
- Cala-te puta que cheiras a piça que tresandas – retorqui-lhe – sabes bem que nunca toco uma punheta apressadamente pois é uma coisa que gosto de fazer bem lentamente, para a saborear como deve ser. A chegada do papá foi um pretexto para fazer o Carlos ir-se embora mais depressa uma vez que já tinha esvaziado os tomates e me deixar a mim esvaziá-los agora da forma que eu aprecio.
Minha irmã insultou-me do piorio como sempre e os seus insultos só me faziam ficar com mais tesão. Ela sabia-o e eu não ignorava que gostava tanto como eu de sentir-se coagida às minhas fantasias.
- Vais ser um punheteiro toda a vida – e é verdade. – Se tivesses uma pila do tamanho da do Carlos não passarias a vida a tocar à punheta no quarto.
- E depois? Cada um fode como gosta – respondi-lhe – De costas puta, que a minha piça pode ser pequenina mas vai-se consolar tanto como a do Carlos quando estiver sendo punheteada mesmo na entrada da tua cona esburacada.
Minha irmã vestia como quase sempre na Primavera e no Verão uma mini-saia muito curta que apenas lhe tapava a calcinha. Que tesão ela não provocava em todos os rapazes do Liceu, e eu não era excepção, posso até confessar que minha irmã foi a moça que mais tesão e à conta de quem mais punhetas toquei na adolescência. Sara sempre chamando-me de nomes menosprezadores da minha masculinidade voltou-se de costas com o tronco ligeiramente apoiado na mesa da sala, pois tudo isto se passou na sala.
- As mamas de fora, maninha, que gosto bastante de te ver as maminhas e aposto que as mãos do Carlos fartaram-se de te dar uns valentes amassos nelas.
Sara despiu a blusa e o sutiã e eu aproveitei para lhe apalpar e apertar os bicos das mamas como tanto apreciava fazer sendo punheteado por suas mãos delicadas.
- Levanta a saia para cima, puta – e como ela me retorquisse não ser nenhuma puta e que às putas devia eu ir já que não arranjava graciosamente outra moça que não ela para me fazer desaleitar os colhões, respondi-lhe – Só uma puta com a cona muito quente é que não tinha vergonha de aparecer na rua com este pedaço de pano que te serve de saia e é ainda mais curta do que o meu caralho.
Sara levantou a saia para cima e eu admirei-lhe as coxas branquinhas e sedosas e a calcinha branca, muito justa realçando-lhe a formas das nádegas. Com a mini -saia como as que ela usava já todos os rapazes do Liceu lhe tinham vestido a calcinha muitas vezes e eu achincalhei-a o mais que pude lembrando-a disso para a convencer que ela não passava de uma reles vagabunda que tal como fazia comigo gostava de inspirar as punhetas de todos os rapazes da escola.
- Dás a cona apenas ao Carlos mas gostas de nos ver correr para a casa de banho quando exibes as tuas calcinhas a todos no recreio do Liceu, não gostas vaquinha? Pois então vais sentir agora a força da minha punheta na tua cona. Vamos, enfia-me a piça por entre a tua calcinha.
Nessa altura eu já baixara as calças e os shorts e minha irmã esticando os braços para trás agarrou-me na bilharda e escarnecendo dela ao dizer que poucos minutos atrás tinha estado com uma bem maior e mais grossa do que aquela introduziu-a por dentro da parte da calcinha que lhe tapava a rata. E que melada e húmida ela estava com o gozo do namorado!
- Pelos vistos o Carlos deu-te uma valente esporradela, não foi ó cona quente? – observei-lhe.
- Claro – foi a sua resposta – o Carlos é um macho de verdade com tomates de homem. Não os tem como os teus que pouco sumo produzem.
Era delicioso ouvi-la dizer aquilo, chamar-lhe puta e sentir o resto da esporra espessa do Carlos pingando-lhe da cona e lambuzando-me o caralho já bem mais grosso e insuflado do que habitualmente, muito apertadinho entre aquela e a calcinha.
- Fecha bem as pernas, mana – exigi-lhe – Quero sentir a piça bem apertadinha entre a tua cona, as tuas coxas e a tua calcinha, senão conto ao papá o que andas a fazer cá em casa com o Carlos.
Sara sabia bem como eu gostava daquilo tipo de punhetas que tocava com ela. Tratou de juntar as suas coxinhas entalando-me o caralho no meio delas e eu sempre apertando-lhe as mamas mandei que ela com as mãos junto aos meus colhões me envolvesse a piça na calcinha e me começasse a punhetear.
- Mas nada de o fazeres com pressas que quando estás a foder com o Carlos não o procuras despachar, vadia.
- Vais-me sujar a calcinha com a tua imunda esporra – comentou ela.
- Minha puta – retorqui-lhe – com a esporra do Carlos que vertes pela cona já suja há muito tens a calcinha.
- Taradão! Ainda fico grávida por conta das tuas punhetas e sem proveito nenhum.
- Minha puta! Estás preocupada em engravidares? Pois não devias. Com a esporradela que o Carlos te depositou hoje nos ovários não deve ser a minha esporrinha quem te vá assegurar descendência. E com um namorado tão bem provido de leite nos colhões mesmo que te engravidasse eu bem lhe podias sem favor atribuir a paternidade que ele nem iria desconfiar que o filho não era dele.
E nestes diálogos que me deixavam cheio de tesão as mãos de minha irmã por cima da tira de pano da calcinha iam-me tocando uma punheta memorável. Ela também estava húmida embora se fosse queixando que eu nunca mais me vinha e eu adivinhava que a sua humidade não era já só agora da esporra do Carlos, mas causada pela minha pilinha pequenina mas bem grossinha e cheia naquele momento roçando-lhe a entrada da greta, beijando-lhe os lábios vaginais com a minha cabeça bem melada, e com os amassos das minhas mãos no seu peito.
- Isso geme, puta, geme – dizia-lhe quando lhe torcia os biquinhos das mamas – que há pouco também gemias bem com o Carlos por cima de ti. Geme e diz-me como é sentires a minha piça lambendo-te a cona enquanto me tocas à punheta.
Minha irmã escarnecia de mim:
- Fininha e pequenina como tens a pila eu nem a sinto esfregando-me na rata – e as suas mãos cada vez com mais força puxavam-me a pila para trás e para a frente tocando-me uma punheta como só a Sara me sabia tocar. Meus quadris também não estavam parados já que com o movimento delas eu procurava imitar o movimento de uma foda a sério tal como via os actores fazerem nos filmes porno. E apesar das palavras de desprezo que a putazinha minha irmã ia proferindo e da foda que acabara de levar do namorado minha pila encostada na sua gretazinha devia estar-lhe dando muito prazer pois que apertava bem as coxas para não a deixar fugir.
- Ah porco que te estás a desaleitar todo na minha calcinha – gritou ela quando eu me comecei a vir.
- E não é só na calcinha, vabagunda – fiz-lhe ver – Hoje tal como o Carlos te faz vou-te molhar igualmente essa coninha de puta com a minha esporrinha. – e que jacto me saiu do cacete molhando-lhe a entrada da rata e ensopando-lhe a calcinha.
- De cada vez eu tiver de mentir ao papá para encobrir os teus pecados íntimos, é esta a receita que vou dar à tua cona – ameacei-a. Mas o brilho nos olhos de Sara dizia-me bem não recear muito a consumação da minha ameaça. Quem achou estranho foi a minha mãe. Com a calcinha toda esporrada Sara não a ia pôr no roupeiro da roupa suja e assim teve de a lavar à mão e a mamã quando chegou a casa viu-a a secar. Quis saber o motivo. À falta de melhor desculpa Sara inventou uma diarreia súbita que nem tempo lhe deu para chegar à sanita. Se minha mãe soubesse que tipo de descarga sujara a calcinha de minha irmã teria tido uma síncope.

 

RIBEIRO

Lugares apertados

No fim da tarde de hoje, eu já estava cansada, mas ainda não tinha gozado, apesar de ter entrado em boas rolas e ter comido dois cuzinhos, mas talvez pelo calor, o tesão estava fervendo a mil graus e eu queria muito, muito gozar bem gostoso. Tocou o telefone, era um dos meus fofinhos, ele gostaria de me ver em 20 minutos, se fosse possível e, por sorte foi. Passaram-se rápidos esses minutinhos e logo eu estava agarrada com ele, frente a frente, espada com espada e em sincronia nós dois apertando nossas bundas, rs... Levei-o ao chuveiro e caprichei no banho, tudo para aproveitar bem aquela bundona gostosa e sua boa pica duríssima, que por nada abaixava.

Chegamos na cama e ficamos namorando, beijinhos, bitoquinhas, carícias, abraços e muito romantismo. Então, ele me disse que daquela maneira acho que não haveria transa, só namoro, rs... Mas, que nada, ele não veio para namorar, eu acho, rs, por isso logo nos encapamos e começamos a fazer tudo o que tínhamos direito. Primeiramente ele me chupou, depois foi a minha vez. Em seguida, já o coloquei de franguinho assado, com um travesseiro sob suas costas para ter uma melhor visão do conteúdo. Comecei a beijar seu anelzinho rosa, seu saquinho e por fim engoli sua pica, tudo na maior delicadeza, enquanto isso ele era só gemidos de prazer. Daí a pouco, fui mais adiante, coloquei uma camisinha no dedinho e com jeitinho e bastante lubrificante comecei a penetrar bem devagarinho.

Quando achei que já estava no ponto, comecei a penetrá-lo com meu pau. Ele pediu calma, pois ele era muito apertadinho. Eu ri e disse que realmente era, apertado até demais. Meu pau entrou um pouquinho, mas ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo. Então brinquei mais um pouquinho com o dedinho, até usei miligramas de pomada mágica, aí até que a pica entrou todinha, mas eu não podia mexer, rs... Pedi pra que ele saísse da posição de franguinho e ficasse de quatro. Fui por trás e comi um pouquinho mais, mas tive que parar. Ele disse que hoje estava muito dolorido. Quando tirei o pau, ele disse que estava se sentindo aliviado, rs... Que cu apertadinho, que não cedia mesmo, mas tudo bem... Outro dia a gente tenta de novo! Então foi a minha vez de dar o meu apertadinho. Aí eu fiquei na posição franguinho assado e mostrei meu minúsculo apertadinho piscante pra ele.

Se ele tivesse visto as duas picas grossas que entraram no meu apertadinho hoje à tarde, com certeza, não imaginaria ali um lugar apertado, mas por sorte, mesmo arrombada, depois eu fiquei apertadinha novamente, rs... Ele veio com jeitinho e disse que sabia como fazer, pois ele sentira na pele minutos antes, rs... Foi colocando devagarinho e logo estava me comendo com uma pegada bem forte, coisa que não consegui fazer com ele, mas eu não reclamo, adooooro, rs... Na continuação, pediu pra que eu ficasse de bruços e empinasse meu bundão. Atendi o pedido e ele veio com mais voracidade ainda. Comeu, comeu, suou, derreteu, mas não gozou. Com o intenso calor o jeito foi ir para o chuveiro de novo! Alguns minutos depois ele voltou e sentou-se em cima de um travesseiro bem no cantinho da cama. Cheguei em frente, ergui suas pernas e, novamente ele estava de franguinho assado.

Caí de língua novamente em seu cuzinho, enquanto isso o masturbei. Aí não deu outra, ele gozou muito. Eu, também quase gozei, saíram umas duas gotas contra minha vontade, pois segurei o que pude... Nisso pedi pra que ele se esticasse bem na cama pois eu queria terminar o meu gozo de uma maneira deliciosa, sentando em cima do seu pau e gozando na sua barriga. Ele até me olhou meio assustado e disse que tudo bem, mas não garantiria mais que seu pau ficaria duro, afinal ele tivera um orgasmo. Não tem problema, meio mole, já resolve minha situação. Coloquei uma camisinha na sua pica e sentei em cima, meio mole, mas não tanto, que foi o suficiente pra entrar gostoso. Como meu gozo estava parado no caminho, bastou algumas sacudidas pra eu gozar muito, meu fofinho até colocou as mãos no rosto, senão ficaria lambuzado até no rosto, rs... Eu pedi desculpas, não sabia que estava naquela situação, rs...

Saí de cima, exausta, com as pernas bambas. Meio tonta, me encostei na parede e fiquei ao lado da cama olhando pra ele todo suado e lambuzado, mas com as bochechinhas rosadas e feliz. Nesse instante ele disse que merecia um relato, citou até o nome que eu poderia usar: 'o apertadinho', com o que concordei na hora. Depois fomos ao banheiro juntinhos e foi aí que eu decidi mudar o nome para 'lugares apertados', rs, achei que ficaria mais amplo, rs...

Pronto, escrevi o relato, e, um daqueles em dias que estou bem inspirada para escrever, pois os detalhes bem picantes ficaram evidentes, coisa que vocês leitores adoram... Já o meu fofinho dessa história quente e molhada, já sabe, quando quiser vir de novo, basta dizer que é o rapaz do relato erótico ''lugares apertados''.

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://bonecadrikka.blogspot.com/

 

Esposa infiel - parte III

Oi queridos olha eu de novo aqui para partilhar com vocês mais este conto que me deixa molhadinha só em lembrar,porem deixa eu me apresentar fato que não o fiz nos contos passados.
Sou uma menina de vinte aninhos olhos claros tenho um porte físico bem definido mesmo porque minha carreira artística exige.Seios e bumbum médios pra grande xaninha carnuda sedenta e toda depilada sempre molhada pois vivo no cio o tempo todo sendo ninfomaníaca,tendo que trocar de calcinha de três a quatro vezes por dia de tão molhada que fico vendo sexo e possibilidade de transar em tudo,isto quando estou sozinha pois quando meu boizinho esta comigo dou jeito dele me comer onde quer que estejamos.
Minha transa mais recente foi em um estádio de futebol e foi assim.
Como toda boa palmeirense adoro ver o timão se ferrar e meu marido sendo corintiano insistiu que fossemos assistir ao jogo do timão no interior de sampa uma vez que segundo ele tinha perdido o mando de campo e não podei jogar em casa. Casa?(risos).
No momento dei varias desculpas alegando que estava muito a fim de transar e que ficássemos em casa,porem como todo corintiano me dispensou preferindo o timão.
Fiquei puta da vida e vendo ele se trocar resolvi acompanha-lo lembrando que estaria no meio de um bando de homens que se abraçam e se agarram no pretexto de comemorar o gol,calma sãopaulinos,estou falando do curintians,pedindo que esperasse corri para meu quarto e após um banho rápido vesti uma mini blusa branca sem sutien bem decotada na intenção de que quando levantasse os braços meus peitos ficassem expostos,um shortinho de lã bem cavadinho também branco,tênis boné e lá fui eu.
Meu boizinho ao me ver com a bundinha praticamente de fora me agarrou e quase me comeu ali mesmo no saguão do prédio não fosse os amigos dele que chegaram justo nesta hora.
Estávamos em oito pessoas,cinco homens e três mulheres sendo a esposa e filha de nosso vizinho e vendo que elas estavam um pouco incomodadas com minha pouca roupa disfarçadamente corri ate meu apto vestindo uma saia verde clara por cima do shorts,só não o tirei porque estava sem calcinha.
Na viagem foi aquela agitação parecia um bando de crianças indo ao parque com todos me zuando mesmo porque era a única que não torcia pro timão.
Estava muito excitada molhando visivelmente meu shorts e como estava dirigindo fingi prestar atenção na estrada não vendo a hora de chegar lá onde gozaria muito somente pelo fato de ter contato com outra pessoa mesmo que não fosse meu marido.
Por imposição minha ficamos no meio da massa como dizem com minhas amigas morrendo de medo pelas constantes encoxadas e passadas de mãos que estávamos levando.
Com muita dificuldade conseguimos nos instalar bem no meio da massa e por implicação de alguns torcedores tive que tirar a saia pelo fato dela ser verde,acho, e ao fazer isso joguei ela na cara de um neguinho que estava atrás de nos sendo o mais agitado de todos.
Fazendo isto ele agarrou a sainha levando ao nariz cheirando-a enquanto me encarava com uma cara de safado e tarado.Pensei comigo:é hoje.
O jogo corria tranqüilamente com nosso amigo tendo que explicar cada acontecimento à sua filha e esposa e eu fingindo entender tudo prestava atenção no lance e nas explicações dele.
Como sou uma eximia dançarina rebolava gostoso ao som do batuque e quando finalmente saiu o tão esperado gol,do timão infelizmente,minha amiga me abraçou comigo aproveitando para colar meu corpo tremulo e febril ao dela respirando fundo sentindo todo seu perfume que me deixava cada vez mais tesuda quando fomos surpreendidas pelo neguinho que colou atrás de mim abraçando nos duas ao mesmo tempo.
Neste momento dei um gritinho para surpresa e espanto de minha amiga ao sentir tudo aquilo cutucar minha bundinha separado apenas pelo fino tecido do shorts e sua calça de moletom.
Percebendo minha ousadia minha amiga comentou que era louca e quando minuto depois saiu outro gol,vendo o moleque indo seco em nossa direção abracei minha amiga virando rapidamente fazendo ele colar na bunda dela para sentir todo o calibre do menino e com isso aproveitei para dar um beijinho meio sem querer no canto de sua boca enquanto o moleque colado atrás dela espalmava minha bunda enfiando a mão dentro do meu shorts deixando minha bunda toda exposta.
Estava delirando quando tudo passou ele sai de nos e minha amiga exclamou:que loucura colega.Esse menino é um jegue.
Neste momento segurei em suas mãos e disse:vamos ao banheiro?
Como ela excitou um pouco puxei-a pela mãos e vendo que o moleque não tirava os olhos de nos,dei uma piscadinha pra ele e saímos dali em direção ao banheiro.
Se não tivesse com muito tesão e vontade imensa de fazer xixi teria desistido de entrar naquele xiqueiro onde aprovetei para secar a danadinha e ao sair demos de cara com o garoto e outro amigo.
Tentando esconder o molhado na frente de meu shortinho tentei passar por ele meio de lado e neste instante ele colou em mim beijando minha boca,alisando meus seios me empurrando para um bequinho onde alguns meninos queimavam um fuminho.sem largar de mim ele por ser mais baixo que eu mamava gostoso em meus peitos enquanto com grande facilidade afastou meu shorts pro lado e afundou seu imenso pinto em mim numa única estocada fazendo me arfar gemendo muito atraindo a atenção da rapaziada que não tiravam os olhos de nos.
Gemendo e gozando avassaladoramente sem tirar os olhos da galera torcendo que viessem me comer também já com o shorts no joelho e a blusinha no chão me divertia com o desespero do menino que estava com minha amiga que não permitia nada além de beijo na boca e passadas de mãos em seu corpo.
Urrei,gemi e ate chorei de tanto prazer quando aquele moleque me estocava fundo rápido e veloz gozando juntinho comigo deixando me molinha.
Estava em espasmos quando ele me deixou toda exposta sumindo dali rapidinho e quando a rapaziada correu também,me recompus rapidamente com a policia chegando em seguida enquadrando todo mundo.
Vendo minha amiga que se urinou toda segundo ela de tanto tesão e medo abracei-a passando no meio da galera avisando que estava socorrendo minha amigo que tinha passado mal.
Ninguém entendeu quando encontramos a galera com minha amiga me chamando de louca por ter transado sem camisinha e foi assim que assistimos o final do jogo com ela grudada em minhas costas comigo enfiando a mão em sua boceta disfarçadamente com ela gemendo baixinho em meus ouvidos.
Ao termino do jogo nos perdemos dos homens e no empurra, empurra colei em sua bunda alisando toda as costas pescoço e num movimento mais ousado meti a mão dentro de sua calça e calcinha afundando os dedos em sua boceta muito molhada e ao tira-los lambi deliciosamente sentindo todo seu sabor com ela segurando na cintura de sua filha a nossa frente virou o rosto beijando ardentemente minha boca para dividir comigo seu gostinho e com o alvoroço da galera nos recompomos correndo para o carro onde aguardamos uma eternidade a chegada dos bois que aproveitaram para tomar uma cervejinha.
Enquanto esperávamos no carro riamos muito uma com a outra e mesmo receosas com a presença da filha foi inevitável um amasso bem gostoso entre nos com passadas de mãos lambidas ardentes.
Estávamos no banco traseiro e vendo o interse de sua filha em nos deitei o banco que ela estava caindo em cima dela beijando sua boquinha quente havida e inexperiente enquanto mamãe massageava seus lindos seios com ela suspirando forte com minhas mãos em sua bocetinha.
Não fosse a chegada dos homens teríamos transado ali mesmo.
No caminho de volta combinamos juntar panela na casa do vizinho do décimo andar que estava sozinho com sua esposa viajando.
Tudo combinado, fui tomar um banho com meu marido me pegando no banheiro para uma rapidinha me deixando mais acessa.
Como já era tarde e todos já estava lá reunidos e sem saber o que fazer vesti um minúsculo vestido preto básico e transparente sem nada por baixo salto alto e corri para lá pedindo ajuda para a minha amiga que se prontificou em me ajudar enquanto os demais ficavam bebendo.
Ao entrarmos no elevador já estávamos atracadas com beijos ardente gemidos e passadas de mão e chegando em casa nos jogamos no tapete da sala onde nos amamos eternamente num delicioso e frenético meia nove.
Foda mesmo foi quando ela se posicionou entre minha boceta colando na dela e num requebrado sincronizado desfalecemos de tanto gozar ficando mortinha uma ao lado da outra e quando pensávamos em sair dali demos de cara com sua filhinha sentada no sofá dizendo:adorei ver vocês transando...quem vai me comer também...
Simultaneamente caímos em cima dela e enquanto eu cuidava de sua boca e seios sua mamãe dedicava todo carinho em sua boceta virgem segundo ela.
E após umas três horas de amor as duas foram tomar banho deixando me mortinha no chão da sala e quando saíram do banheiro encontraram meu marido socando fundo em meu cu com seu pinto crescendo muito mais ao vê-las saindo abraçadinhas trocando caricias.
Convidamos elas a se juntar a nos porem por resistência da filha foram embora enquanto meu boizinho enchia meu cu de porra comigo aos berros prometendo que ia dar um jeito dele comer também a filhinha de nossos amigos.
Após gozar meu boi caiu ao meu lado comigo beijando seu lindo e adorado corpo e quando abocanhei seu pinto ele cresceu muito e antes que gozasse em minha boca sentei em tudo aquilo onde gritei gemi chorei me esperneei cavalgando em tudo aquilo onde passamos quase a madrugada toda transando com ele,por ter bebido muito,desfaleceu ao encher minha xaninha de porra.
Juro que tentei dormi após um banho,porem o fogo no rabo estava demais por isso sai peladinha indo ate a cabine da portaria onde fui seguida pela filha da vizinha que sentada no balcão teve a saia levantada a calcinha arrancada indo parar no calcanhar e enquanto eu lambia sua xaninha molhada sedenta e carnuda gemi gostoso com o vigia socando fundo em minha boceta posicionado atrás de mim.
Estava maravilhoso lamber aquela bocetinha enquanto alisava seus peitinhos com o vigia socando fundo em mim que contemplava aquele rostinho de anjo fazendo biquinho por isso segurei meu orgasmo ate ela gozar comigo gozando junto enquanto mordia o porrete do vigia com os músculos da boceta fazendo ele despejar rios de porra dentro de mim sem tira os olhos da princesa que despediu com um beijo em minha boca se recusando dar pra ele e vendo seu pinto ainda duro cai de boca mamando gostoso deixando ele durinho me posicionando de quatro na mesa onde gemi muito com ele comendo meu cu deixando-me toda ardida.
Por mim ficava ali pra sempre,porem a pedido dele fui embora já com o dia amanhecendo passando por alguns condôminos que me olhavam assustados e atônitos ao me ver entrando no elevador toda despenteada com o corpo avermelhado e sua de porra totalmente pelada.
Chegando em casa vendo meu boizinho deitado no chão cai de boca em seu pinto fazendo ele encher minha boca de porra acordando em seguida e antes de sair para o trabalho me comeu gostoso deixando-me mortinha no tapete da sala comigo acordando por volta das dez da manha e após um lanchinho básico corri para o apto da vizinha vendo a filhinha sai indo para o colégio onde passamos a tarde toda transando e como sou uma menina muito má fiz ele desfilar pelo jardim do condomínio somente de calcinha e sutien sedendo ao seu pedido que por mim iria peladinha,e quando retornou cai de boca em sua boceta que quase me afogou de tanto que avia gozado no passeio apesar de afirmar estava morrendo de vergonha.
Desde deste dia meu marido e os porteiros tem sofrido em nossa mão pois agora são duas devassas e em breve seremos três.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Eu e mamãe

Morámos sozinhas em uma humilde casinha em Santana zona norte de são Paulo onde mamãe trabalhava como auxiliar de enfermagem dia sim outro não e fazia faculdade de medicina só tendo tempo para mim a noite quando volta da escola e jantámos juntas para colocava a conversa em dia.
Mamãe vive muito preocupada comigo que a exemplo dela nunca gostei de muita roupa ficando nua o dia todo dentro de casa.
Mamãe me da muitos conselhos a respeito dos homens avisando que eles só querem comer a gente,acho que por ela ter se casado muito cedo engravidando logo em seguida e por não ter dado certo com papai não queria o mesmo para mim e com isso me protegia com unhas e dentes mesmo porque sou uma menininha muito sapeca e extrovertida com um belo corpo e muito bonita.mamãe vive dizendo que esta muito preocupada comigo me chamando de menina do sorriso no canto da boca.
Sei tudo a respeito de sexo instruída por mamãe e por documentários de saúde da mulher que mamãe recebe mensalmente e principalmente pela net onde passo quase todo meu tempo navegando.
Dias desses mamãe me ligou a tarde avisando que por ser semana de prova ia direto para a faculdade e que trancasse bem a casa pois ia chegar tarde.
Depois de fazer os deveres tomei um banho e fui navegar.
Em certo momento fui convidada a teclar com uma pessoa de nik casadinhaexibacom cam.tratava de uma menina de pouca idade muito bonita e gostosa vestindo somente uma minúscula calcinha branca de rendinha e quando ela posicionava a cam para o meio de suas pernas dava pra ver toda silhueta da boceta quase toda a mostra sob o fino tecido branco e molhado da calcinha e seu homem também só de cueca branca ao seu lado confesso que ele não me interessou nem um pouquinho apesar do imenso volume entre suas pernas.
Delirava com ela falando besteirinhas pra mim sentindo um certo formigamento na boceta e quando a pedido dela passei a mão na minha boceta para minha surpresa e espanto estava toda melada chegando a molhar todo o acento da cadeira.
Neste momento estava entregue as ordens daquela mulher que mandou eu dedilhar a boceta e ao informar que era virgem ela ficou ouriçada pedindo que colocasse a cam bem pertinho da minha boceta o que atendi prontamente.
Com as pernas abetas apoiadas em cima da mesa do pc e com a boceta escancarada espalmei toda ela enfiando a pontinha do dedo médio no meu cu como ela ordenara e quase morri de tanto prazer pela descoberta e novidade dessas sensações.
Estava entregue e ao gozar pela primeira vez na vida fui sucumbida por torrentes de prazer que inundavam minha boceta principalmente visualizando aquele rostinho angelical daquela mulher gozando.
Delirei mais ainda quando ela aos berros chamou minha atenção com aquele rapaz que mais parecia um bebe lambendo sua boceta agachado no meio de suas pernas.
Tendo minha total atenção os dois dava um show deixando me extasiada com os líquidos que afloravam abundantemente de minha xaninha comigo gozando abundantemente sem mesmo me tocar sentindo um forte desejo de estr no lugar dele.
Explodi em um alucinado orgasmo quando instintivamente massageei meus seios que pareciam querer quebrar de tão duros que estavam.
Me contorcia toda na cadeira chegando a cair no chão quando fui pega por mamãe que vendo meu estado falou:
-Quando você acabar ai menina venha para a sala para conversarmos.
Apesar da satisfação e leveza que sentia tremi toda muito mais de vergonha por ter que encarar mamãe.
Após me recompor tomando banho e vestindo um roupão encontrei mamãe em seu quarto desmaiada de roupa em cima da cama.
Calmamente tirei seus sapatos e ao tocar em seus pés algo estranho aconteceu comigo.
Uma sensação estranha e maravilhosa tomou conta de todo meu ser e como estando fora de mim beijei cada pedacinho daqueles pesinhos de anjo.
Em seguida desabotoei sua calca e quando puxei pra baixo fiquei maravilhada com sua boceta lisinha e carnuda coberta pela aquela minúscula calcinha rosa.
Com muita calma e paciência apesar de sentir o coração na boca tirei toda sua calca deixando a toda exposta pra mim.
Sentindo a dona da situação desabotoei calmamente os botões de sua camisa fazendo ela sentir o toque de minhas mãos em sua pele macia e quente.
Quando terminei seus seios estavam exposto mesmo porque dificilmente ela usa sutien e quando aqueles dois monte de prazer que apontavam pra mim alisei os suavemente com eles parecendo crescer mais em minhas mãos.
Enquanto apalpava tudo aquilo notei a cara de prazer de mamãe e com isso me encorajei sentando acima dela colocando sua cabeça em meu colo donde tinha plena visão de corpo agora caprichando com meus carinhos em seus seios.
Massageava desde sua cabeça ate o meio de suas pernas e como que meio sem querer deixava as mãos passarem em sua boceta por cima da calcinha que parecia cada vez mais molhada com mamãe suspirando fundo com meus toques.
Em numas dessas descida de mão meus dedos levantaram o elástico da calcinha e o dedo médio se alojou bem no meio de seus lábios varginais com suas pernas prendendo minha mão ali.
Com o tesão a mil e vendo nenhuma resistência por parte de mamãe deitei em cima dela afundando praticamente a mão toda em sua boceta enquanto mamava feito criança em suas tetas divinas.
Mamei lambi mordi com mamãe se contorcendo toda dizendo palavras incompreendidas e gemendo muito comigo lambendo seus seios subindo para sua boca que recebeu a minha num delicioso e estonteante beijo, primeiro em minha vida bem diferente dos selinhos que trocavamos constantemente, sem me importar com o forte cheiro gosto de álcool que vinha dela.
Aquela boca mágica sugava com vontade a minha retirando de mim toda energia deixando me mortinha enquanto estremecia em múltiplos orgasmos sentindo todo o odor do prazer que emanava de nossas almas.
Desfaleci grudada em mamãe caindo agarradinha em seu corpo me sentindo a mulher mais completa amada e protegida deste mundo e foi assim que acabei adormecendo.
Fui acordada por mamãe que avisando esta atrasada me passou as recomendações do dia e ao sair me dei um leve beijo na boca informando que me preparase pois tinha que explicar a ela tudo o que havia acontecido naquela noite.
Passei o dia todo excitada e aflita não vendo a hora de mamãe chegar me molhando constantemente sentindo os líquidos escorrerem pernas abaixo só em lembrar sua boceta carnuda e sedenta coberta apenas pelo fino tecido da calcinha.Ah e os pés como são divinos e merecem serem lambidos beijados e amados por mim.
Após um banho e desjejum fui cumprir minhas tarefas e dentre elas uma era lavar o quintal e a calcada e foi assim somente de babydoll preto minúsculo e transparente que dei meu showzinho enquanto lavava o quintal ficando praticamente pelada ao me molhar toda porem a calçada não lavei temendo ser estuprada com o alvoroço de pessoas que aglomeraram em meu portão.
Quando mamãe chegou estava dormindo molinha de tanto gozar me exibindo pra galera e após jantarmos tive que explicar o que acontecera e com quem estava teclando naquela noite.
Não sei se foi cisma minha porem acho que mamãe ficou decepcionada comigo ao ouvir minhas explicações,só sei que a partir deste dia ela vive pegando no meu pe principalmente quando estamos em casa onde costumo ficar nua com ela mandando eu vestir calcinha que ela mesmo me presenteou sendo uma menor que a outra e com isso pego ela constantemente olhando para minha bundinha.
Outra exigência dela foi eu sair do meu quarto e me instalar definitivamente no quarto dela dormindo sempre na mesma cama agarradinha a ela onde me tremo toda com ela tocando meu corpo muito displicentemente deixando sempre uma duvida no ar,porem isso só aumenta e muito nosso desejo e que esta preste a se realizar mesmo porque sábado ela estará de folga e prometeu me depilar deixando minha xaninha lisinha igualzinha a dela.
Nos duas sabemos muito bem o que uma quer da outra porem acho que nenhuma quer forçar a barra fazendo o jogo da sedução porem temo não ser nada disso ou ela quer que seja submissa pois depois desta noite sempre cumprimento ela com um beijo ardente na boca onde me tremo toda deixando ela sentir todo meu desejo.
Estou muito ansiosa não vendo a hora de chegar sábado para ser depilada por mamãe e se ao chegar segunda feira eu não escrever contando como foi,podem ter certeza que me matei pois juro que não sei mais viver sem o único amor de minha vida.
Beijos;camilledicarli@bol.com.br

 

 

O dia que virei amante de mamãe

Tudo começou quando ainda moleque tive que abandonar os estudos para ajudar mamãe e papai cuidando da casa e da duas irmãs que ficavam o dia todo sob meus cuidados.
Papai trabalha em uma empresa de ônibus e quase não para em casa,mamãe fica cuidando do pequeno comercio da famila no centro da cidade.
Sendo o irmão do meio e para não deixar minhas irmãs sozinhas mamãe pediu que fizesse esse sacrifício e com isso ela me mantinha dando um bom dinheirinho o qual fui juntando em poupança por isso pude comprar meu apto.
Tenho um corpo legal pernas bem torneadas bundinha arrebitadinha e hoje com marquinhas de biquine.cabelos loiros ate os ombros olhos claros seios médios apesar de ser hominho.
Mamãe me ensinou que em vidas pregressas fui mulher e por alguma culpa hoje sou homem preso no corpo de mulher,não acredito muito nisto,porem como negar um homem com trejeitos femininos,corpo bem definido o que causa inveja em muitas mulheres sendo que os únicos cabelos em meu corpo são a vasta cabeleira e os pelos do sílios,o restante do corpo parece pele de bebe de tão lisinha e bem cuidada..A única coisa que me faz ter que assumir uma postura máscula diante de uma sociedade hipócrita é os 22 cm que carrego entre as pernas.
Como teria que cuidar da casa mamãe permitiu que me vestisse como menina o que sempre foi meu sonho,isto na ausência de papai.
Depois de conversar com minhas irmãs que prontamente me cederam alguns vestidos blusinhas e sapatos notei que os olhos de minha irmã caçula brilharam diferente ao me entregar algumas de suas roupas.
Quando questinei mamãe a respeito das calcinhas e sutiem ela me deu um grande esporro afirmando que era pra tomar vergonha pois assim já era demais.
Os dias passavam tranqüilamente comigo aprovetando a ausência de meus pais e irmãs ficando sozinha a manha toda.
Com meu rico dinheirinho comprei algumas calcinhas de menina moça embora a vontade era de ter os modelitos iguais as de mamãe me contentava porem com números bem menores para que elas ficassem bem enterradinha na bunda.
A única preocupação era a chegada de papai Poe isso quando estava no quintal ficava sempre alerta aprovetando para me exibir ficando muito excitada com as cantadas freqüente e ate passadas de mão na bunda quando estava varrendo a calcada.
Certa manha estava no quintal de mini blusa e sutien bem pequenininho que realçava muito mais meus seios e um minúsculo shortinho onde mostrava toda a borda da calcinha quando fui surpreendida por minhas irmãs que chegaram mais cedo da escola junto com papai.
Foi aquele alvoroço com papai me esbofeteando muito o rosto minhas irmãs chorando e ele me expulsando de casa somente com a roupa do corpo na frente de toda vizinhança.
Corri dali indo para o mais longe possível sem rumo vestida com aquela roupinha que mais revelava minhas formas do que escondia.
Caminhei muito sendo assediada por homens e ate mulheres e enquanto caminhava livre leve e solta sentia um tesão enorme principalmente com o shortinho entrando todo no rabo fazendo meus seios quase estourarem de tão durinhos que estavam.
Já se fazia noite quando entrei naquele bar e estando muito arrepiada muito mais de tesão do que frio pedi um lanche e um suco sentando nos fundos onde estava bem quentinho e aconchegante.
Quando o lanche chegou devorei-o em instante e um senhor que bebia uma cerveja no canto do balcão puxou conversa comigo dizendo:
-cê ta com fome em gatinha...que mais um??
-não brigada respondi educadamente.
Quando dei por mim estava no maior converse com aquele senhor muito educado e cavalheiro apesar de bastante humilde.
Conversávamos animadamente quando ele avisou que tinha que ir embora e ao se preocupar comigo me convidou para ir dormir em sua casa avisando que podia ficar despreocupada pois tinha filhas da minha idade e jamais permitiria que dormissem na rua.
Fiquei mais tranqüila quando ele disse que essas brigas entre os filhos e pais era normal e ao acordar no dia seguinte tudo estaria resolvido automaticamente pelo destino.
Sai dali sob os olhares gulosos da rapaziada nos braços daquele senhor...

Sua casinha muito humilde e limpinha me cativou.tudo muito bem arrumadinho e quando elogiei ele me disse que aprendeu com sua esposa que morrera rescentemente deixando com ele uma filha que ao se casar mudou dali e como ele não que se desfazer da casa lembrando de sua amada resolveu morar sozinho se mantendo com sua aposentadoria e a pensão que recebe da falecida.
Por esta muito a vontade fiz a janta caprichando no cozido e após jantarmos ele me mostrou sua cama de casal onde deveria dormir e ele dormiria no sofá na sala.
Como não cedeu em sua decisão apesar de insistir muito cedi e após um bom e demorado banho vesti um vestido emprestado por ele que informou ser de sua filha que ainda manten algumas roupas ali.ao me vesti apesar de bem comportado fiquei com medo que o vestido revelasse meu segredo por isso resolvi ficar com a mesma calcinha apesar de estar um pouco incomodada com isso.
Quando sai do banho a cama já estava arrumada com ele muito solicito me dando um beijo na testa de boa noite.
Estava com a cabeça a mil quando de repente apaguei dormindo feito anjo.
Acordei já com o sol alto e ao levantar encontrei o café posto a mesa e depois do desjejum encontrei um bilhete e uma chave onde se lia:”menina bonita.desculpe por não saber seu nome ainda.Esta chave é para você entrar e sair quando bem entender de minha casa que agora também é sua.
Converse com seus pais pois eles devem estar muito preocupados com você.
Fique a vontade e volte quando quiser”
De seu amigo e pai João(nome falso é claro).
As lagrimas caiam quando terminei de ler e ao ligar para casa fui atendida por papai desligando em seguida sem mesmo me identificar...

Já era tardinha quando seu joão chegou encontrando a casa arrumadinha e depois de contar todo o acontecido ele perguntou como poderia me ajudar.
Informei que tinha um bom dinheirinho guardado e precisasse que ele comprasse uma casinha pra mim.
Ele sorriu dizendo que eu era mesmo um anjo mandado por Deus pois acabara de vir do banco onde tentou fazer um empréstimo para viajar não conseguindo por estar com o nome restrito em uma compra antiga que sua filha fizera e necessitava viajar para ajudar a filha que estava com o marido doente necessitando trabalhar e não tinha ninguém para deixar as crianças.Sorrindo muito ele avisou que venderia pra mim sua casa pedindo muito menos do que guardado ate ali.
Após assinarmos o contrato de locação no qual ele fez questão e ao nos despedirmos entreguei uma das chaves para ele avisando que a casa era dele e que voltasse quando quizese...

Com o restante do dinheiro fiz uma bela reforma em nossa casa fazendo uma garagem na frente onde montei um pequeno comercio de roupas femininas atraindo muito a clientela que me conheciam como Gisele.
Neste período ligava para casa quase todo os dias falando muito com minhas irmãs e mamãe que só acreditavam que estava bem devido aos presentes que mandava constantemente pra elas.
Certa tarde recebi a visita da filha de seu joão que me entregou os documentos da casa afirmando que era o sonho dele e ao perguntar por ele fui informada que ele tinha morrido...
Sentindo muito dei uma boa quantia em dinheiro pra ela mentindo que ele havia pedido que guardasse e entregasse nas mãos dela quando isso acontecesse.
Estranhamente senti um frio na espinha quando aquela bela jovem me abraçou em soluços,sentindo seus seios roçando nos meus seu hálito quente em meu pescoço e quando ela beijou minha boca fazendo me sentir o salgado de suas lagrimas desabei quse que gozando ali mesmo com o pinto querendo rasgar a calcinha de tão duro.
Não fosse ele sair dali correndo entrando no carro indo embora teria descoberto meu segredo.
Ainda chorava sentindo como que descarga elétricas no corpo quando senti as mãos de mamãe alisando minha cabeça e entre soluços me levantei grudando meu corpo ao dela e enquanto chorando pedia mil perdoes automaticamente nossas bocas se grudaram num beijo louco ardente e apaixonado sem me importar com as minhas clientes.
Ficamos uma eternidade nos beijando e minhas mãos bobas passeavam pelas costas de mamãe apertando descardamente sua bunda.
Institivamente pisquei para uma de minhas amigas enquanto empurrava mamãe para dentro e enquanto beijava sua boca colando ela praticamente na parede suas roupas foram caindo comigo mamando em seus seios beijando sua boca e quando cheguei na boceta parecia que tinha feito xixi de tanto líquidos.
Ajoelhada entre suas pernas fiz ela por uma das pernas em meu ombro e ao afastar sua minúscula calcinha pro lado afundei a boca em sua boceta fazendo ele urrar em múltiplos orgasmo comigo sem experiência nenhuma no assunto.
Mamãe estava mortinha molhando muito minha boca rosto e seios por isso foi conduzida por mim ate meu quarto e estando deitada ficou louquinha ao me ver somente de calcinha fio dental preto.
Sua boca passeava em todo meu corpo fazendo me estremecer toda e quando abocanhou meu pinto fui ao paraíso com sua boca mágica e quando dei por mim sua boceta estava em cima de minha cara onde cai de boca num frenético 69.
Foda mesmo foi quando mamãe sentou em meu pinto gemendo muito informando que era muito maior ao de papai.
Em cima de mim mamãe estava alucinada,gemendo gritando ora beijando minha boca ora meus peitos me levando a loucura e quando coloquei ela de quatro na cama soquei fundo em sua boceta fazendo ele arfar enquanto gozamos simultaneamente.
Calmamente fomos nos ajeitando uma ao lado da outra e depois de por as fofocas em dia partimos para mais uma sessão de amor comigo apesar do trabalho e sufoco meti fundo no cuzinho de mamãe que aos berros pedia que parace e quando parei implorou para enterrar tudo comigo socando muito e fundo inundando seu cu virgem de porra.
Mamãe vem dia sim dia não em casa informando que esta viciada em mim onde apresentei ela como minha namorada a minhas clientes e ao me avisar que vem sábado para passar a noite comigo trazendo suas duas amigas descobri que minha melhor amiga e vizinha ficou muito interessada em transa”lésbica” e com certeza vou dar um jeito de traçar ela mamãe e minhas irmãzinhas.
Fico toda arrepiada e durinha só em pensar em transar com minha irmãs junto com mamãe porem isto contarei brevemente.

Beijos:carliantunessilva@ig.com.br

 

 

 

Castigo de um CD amador - parte 3 - Ganhando um par de cornos

Bárbara conduziu o carro durante mais de uma hora. Eu seguia no banco traseiro totalmente despido, com os tomates pousados em cima de um saco de gelo e duas pedras de gelo enfiadas no cu para estancar o sangramento que os quatro africanos me tinham provocado nele, apenas com os olhos e os lábios pintados e as botas de cano alto que ela me calçara antes de sair de casa. Eu seguia excitadíssimo com a ideia de saber com quem minha esposa planeava encontrar-se a fim de me pôr os cornos e finalmente já perto da meia noite, Bárbara parou a viatura perto de um armazém fechado, onde tal como na obra onde eu fora enrabado, ela sabia encontrar-se um guarda nocturno negro. Minha esposa consentiu então que eu tirasse as pedrsa de gelo e me cobrisse com um seu casacão comprido, de cor negra e gola com pele de raposa, ordenando-me em tom firme:
- Agora ó paneleiro vais bater na porta do armazém e quando o guarda vier abri-la vais-lhe dizer que estás com a tua mulher, e como és um frouxo de piça mole que te esporras depressa demais não a consegues satisfazer como um homem deve satisfazer uma mulher, e ela anda por isso muito carente. Como ouviste dizer que ele tem um bacamarte portentoso e 10 filhos das três mulheres com quem vive, vais-lhe rogar o especial favor de me comer. Quero que te humilhes ao máximo quando lhe estiveres pedindo para me cobrir, nem que seja preciso mostrares-lhe a tua pilinha enfezada e os teus ovos de codorniz para o convenceres como és muito mal formado de material masculino e incapaz de te pores numa mulher. Se lhe pedires com jeito até pode ser que ele te conceda deixar-te assistir à nossa trepada para te ensinar como é.
Esta recompensa pareceu-me óptima, vê-la fodendo com outro depois de ter sido enrabado pareceu-me o máximo gozo para culminar aquela noite. Vesti então o casacão preto e dirigi-me à porta do armazém. De facto o colosso que ma abriu era imponente. Não teria mais de 40 anos, mas era robusto e alto, com mais de 1,90 e umas mãos enormes. A minha indumentária feminina surpreendeu-o mas não me tratou com escárnio como os seus conterrâneos poucas horas antes, apenas me perguntou o que queria dali àquela hora. Bárbara a poucos metros de distância espiava-me pelo pára-brisas pelo que procurei desempenhar o meu papel o melhor possível para ganhar o prémio prometido. Expliquei-lhe que ao contrário dele eu era muito mau na cama, não conseguia satisfazer uma mulher pois meus colhões esvaziavam o leitinho mal eu metia numa mulher. Além disso o meu caralho era muito mal desenvolvido, demasiado fininho para um caralho de homem, tão fininho que mais parecia um fósforo pelo que qualquer mulher mais rodada se recusava a apanhar com ele, de tal maneira mal o sentia roçando-lhe as bordas dos lábios. Minha mulher andava por isso muito desconsolada pelo que eu gostaria de a ver sendo servida por um garanhão como ele, com força na verga suficiente para encher por 10 vezes a barriga de três mulheres, coisa que a minha nunca o conseguiria fazer. O homem parecia divertido com a minha história e o pau grosso como um bastão ia-lhe crescendo nas calças mas não parecia acreditar na minha conversa.
- Eu sei – disse-me – o que são caralhos de brancos. E nem de perto nem de longe se podem comparar com os nossos, mas nunca ouvi falar de nenhum branco que o tivesse tão pequeno que não conseguisse satisfazer mulher alguma. Mas se isso é verdade então a sua esposa se não anda a pular a cerca que era o que as minhas mulheres fariam se eu não as satisfizesse, deve trazer a cona tão fechadinha como a de uma virgem, e assim sendo não a aconselhava a provar do meu pois a iria deixar bem rebentada. Ou então como me parece mais certo a sua esposa é mas é um camafeu que nem o marido gosta de a montar.
Bárbara é um tesão embora pequenina e eu fiz-lhe sinal para sair do carro a fim de que o guarda pudesse comprovar como era apetitosa, o que de facto ele comprovou dizendo-me que se eu não tinha tesão suficiente para uma mulher daquelas então nada ma faria pôr de pé. Bárbara confirmou a minha pouca aptidão para foder e o tamanho reduzidíssimo dos meus genitais. E para que não restassem duvidas ela própria me estipulou que abrisse o casacão e os mostrasse ao africano avantajado que ficou pasmado vendo aquelas coisas tão minguadas e arroxeadas do gelo.
- Chica! – exclamou – já vi alguma pirocas brancas e sempre as achei pequenas, mas nunca vi nem nunca verei quero crer, nenhuma outra como essa. Não admira que sua mulher ande desconsolada e ande sonhando com pirocas mais preenchidas. Eu se tivesse uma assim teria vergonha de me pôr em mulher alguma.
Bárbara confirmou tudo o que ele dissera e ainda acrescentou que em sua opinião eu não passava de um paneleiro que acabara de apanhar no cu de quatro matulões, e gostando de me vestir com as suas roupas íntimas maquiado como uma puta. Acrescentou que sendo eu um esporrador precoce gostaria que me comesse à sua frente para lhe mostrar como se comporta um verdadeiro macho em cima de uma mulher. Minha esposa falava como uma mulher da rua e tanto eu como o negro achávamos aquilo fascinante. O caralho dele balouçava nas calças e o meu apesar de enregelado começava dando sinais de vida. Lia na cara dele que sendo aquilo tudo verdade eu era o marido apropriado para levar nessa noite com uma parelha de chifres, mas estava algo desconfiado. Nós éramos dois, ele estava sozinho embora fosse um Hércules, sabia lá se aquilo não era um pretexto para nos introduzirmos no armazém e o roubarmos. Minha mulher sossegou-o:
- Um homem com aspecto tão másculo capaz de assegurar tanta descendência não tem decerto medo de uma esposa mal fodida e de um maridinho panasca e corno. Mas para o tranquilizar mais amarrámos o meu marido e ele não o poderá molestar.
O homem tranquilizado mandou-nos entrar certificando-se que não havia mais ninguém na rua, e Bárbara tirando da carteira um conjunto de cordas que agora nunca se separa, mandou-me pôr de joelhos e esticando-me os braços para trás amarrou-mos aos tornozelos. Depois mandou-me inclinar a cabeça na mesma direcção e passando-me uma corda em torno do pescoço amarrou-ma igualmente aos tornozelos. Assim imobilizado Bárbara passou ao assunto que a levava ali e comentando que pela silhueta do fecho das calças não duvidava que ele tivesse um martelo de grande envergadura pediu-lhe que baixasse as calças e lho mostrasse para ela começar por deliciar sua vista em tal coisa, o que o negro fez prontamente gabando muito seu dote, que de facto agora que o víamos, não desmerecia em nada as palavras. Deveria ter bem perto de 30 cms. de comprimento e era bojudo como nunca vi, circuncidado na ponta e com aspecto tão robusto que me admirei como conseguia ele andar direito com tal peso suspenso. Bárbara exprimiu satisfação por aqueles abonados orgãos de macho.
- Isso sim! – comentou – Isso é um verdadeiro cajado de macho. Não admira que um homem assim tão preenchido viva com três mulheres e ainda tenha tesão para uma quarta.
Sem tirar a saia mas despindo os seios roliços e muito bem feitos, ajoelhou-se perante ele e fez-lhe aquilo que eu tantas vezes lhe pedi para me fazer mas ela sempre se recusou dizendo-me meter-lhe nojo: numa posição de puta submissa chupou os tomates e o pau do negro sorvendo-os como uma guloseima ao mesmo tempo que o punheteava deleitando-se em receber-lhe o sumo branco que ele ia soltando.
- Aproveita branquinha gostosa – dizia-lhe o negro batendo-lhe com a piroca na face sempre que ela engasgada fazia um intervalo na mamada- Aproveita que não levas com um cacete destes todos os dias.
Meu piçalho apresentava agora seu tesão que mesmo assim era 1/3 do dele e o negro aproveitou para comentar que pelos vistos eu tinha mais tesão vendo minha esposa consolando outro do que quando me queria consolar ela a mim. Para demonstrar ainda mais sua superioridade sobre mim passou a agarrá-la pelos cabelos fodendo-lhe a boca demoradamente e insultando-a de brochista. Apesar de alguma violência na sua atitude eu podia bem ver como Bárbara estava gostando de ser dominada pois de vez em quando quando ele tirava a pila da boca dela para a deixar respirar e era a própria Bárbara quem lha conduzia e às bolas para o vale das sua mamas e as apertava com força para melhor sentir aquela massa de carne compacta, dizendo-lhe que aquele era o melhor caralho que sua boca já petiscara e o seu leite o melhor do mundo. Eu estava pingando.
- O esporra barato ainda vai sujar o chão – observou o negro.
- Vamos tratar de evitar que isso aconteça com um cinto de castidade improvisado – retorquiu-lhe minha esposa.
Como meu pauzinho estava todo no ar Bárbara veio ter comigo e pressionando-mo com as mãos para baixo deixou-o apontando para o chão. Com outra corda deu-lhe depois um nó na ponta e estendeu esta de modo a atar a outra ponta também nos tornozelos. O negro pareceu gostar de me ver com o genital atado e impossibilitado de demonstrar sua erecção pois o seu bastão subiu ainda mais e ele disse a Bárbara que era chegado o momento de lhe dar a provar na sua rachinha aquele membro que tanto lhe consolara a boca e as mamas. Advertiu-a que lhe iria fazer doer já que a rata dela tinha pouco uso, não era pelos vistos como a das mulheres dele que todas as manhãs apanhavam nelas quando ele regressava a casa do trabalho, mas Bárbara respondeu-lhe não se importar com isso já que desde há muito andava ela com vontade de ser arreganhada. O guarda do armazém conduziu-a então para cima de uma mesa larga onde a deitou, tirando-lhe só agora a saia e a calcinha. Mirou-lhe a racha do meio das pernas, adivinho que com ar guloso.
- Oh, que pétala em flor tens tu aqui, branquinha esfomeada. E que lábios tão inchados ( tocou-lhe com as mãos fazendo-a gemer e contorcer-se de prazer). E que boquinha rosada tão fechada no meio deles. Quem me dera que a cona das minhas mulheres estivesse ainda assim. Agora sim acredito em ti, poucas vezes levastes com um caralho de macho por ela dentro.
Dizendo-lhe então que ela fora muito boa para ele chupando-lhe o pau ele queria retribuir agora lambendo-lhe o grelinho para não a fazer doer tanto quando lho metesse. Levantando-lhe as pernas para o alto e prendendo-as com as mãos mergulhou o rosto no meio delas e devia ter bastante jeito para o minete pois não tardou muito que eu sentisse Bárbara vir-se.
- És bom em tudo – disse-lhe Bárbara quando ele se levantou sugando-lhe os sucos do prazer – não és como o pila mole que está ali amarrado que nem com a boca sabe foder. Mas só a tua língua não me basta, quero sentir o teu canhão abrindo-me toda que já há muito tempo não sei o que isso é.
- Fica descansada – volveu-lhe o homem – não tarda estás a senti-lo por ti acima pois vou-to enterrar até aos colhões..
Levantou-lhe as pernas ao alto, cuspiu no pau dizendo-lhe que Bárbara tinha a cona virgem para um pau daquelas dimensões e esfregou-lho nos lábios. Minha mulher gulosamente friccionou suas coxas dizendo-lhe como era bom sentir a cabeça daquele membro beijando-lhe a entrada da rata, mas quando ele lho começou a meter Bárbara soltou um grito que o fez tirar fora.
- És mesmo apertadinha – voltou a esfregar a cabeça da pila na rata dela masturbando-a agora com o dedo durante algum tempo para a deixar mais relaxada até a sentir novamente humedecida. Só então voltou a meter um bocadinho mas mais uma vez teve de parar pois Bárbara não aguentava. Repetiu mais duas ou três vezes a operação até finalmente a cona de minha mulher conseguir engoli-la toda. Eu confesso que após a enrabadela que ela me fizera sofrer naquela noite e graças à qual ficara com o cu a sangrar estava satisfeito por ver como também para ela aquela penetração estava sendo dolorosa. Mesmo depois de a ter toda lá dentro, e apesar de se ter entregue toda, de as mãos do negro lhe percorrerem o corpo e de os seus lábios lhe morderem as orelhas como ela tanto aprecia e dos beijos na boca que lhe ia dando, Bárbara não parou de gemer algo que nunca aconteceu quando era eu quem a montava. O negro deu-lhe durante bastante tempo. Eu não perdia pitada daquela cena e se não tivesse a pila amarrada para baixo esta apresentar-se-ia totalmente erecta.
- Vê como se satisfaz uma mulher, corno – dizia-me ele metendo e tirando o dardo enquanto as pernas de minha mulher se lhe entrelaçavam por detrás do pescoço – é preciso ter-se uma piça e colhões de homem para se conseguir satisfazer uma mulher como eu satisfaço, e não umas coisinhas miudinhas como tu.
Bárbara entre gemidos e quase a vir-se concordava com ele, afirmando que as mulheres dele eram bem mais felizes do que ela pois se podiam satisfazer numa vara assim e que paneleiros como eu deviam ser castrados para só poderem foder com o cu.
- Já que gostas tanto da minha vara, branquinha apertadinha – disse-lhe – vou-ta dar a provar noutra posição.
Virou-a de costas na mesa e por trás fez-lhe novo minete. Ainda pensei que lhe fosse ao cu e exultei com a ideia, ver Bárbara sendo enrabada tal como eu fora seria o máximo, mas o tipo não se atreveu a tal ou talvez não gostasse de comer cu, embora a sua língua se lhe tivesse passeado no olhinho traseiro dela. Minha mulher parecia ter esquecido a dor pois lhe pedia com voz lânguida que lhe voltasse a meter o que ele fez sem presas. Quem me dera conseguir aguentar-me tanto tempo como ele e poder saber como é uma mulher a vir-se com a minha pila dentro dela, como Bárbara se estava vindo agora mais uma vez antes de levar com a esporra dele.
- Nada como um caralho africano para dar prazer a uma esposa tão necessitada – gabou-se o guarda do armazém. Mas Bárbara queria mais. Dizendo que quem durante os últimos tempos tivera uma vida sexual tão pobre só duas fodas não lhe bastavam desafiou-o a pô-la de pé uma terceira vez.
- Um caralho tão grande como o teu de certeza que é capaz de tal desafio – provocou-o – as tuas três mulheres afinal têm mais oportunidades do que eu de o provarem noutras alturas pelo que hoje bem podem prescindir da sua foda matinal em meu proveito.
O sujeito retorquiu-lhe que pô-la em pé só dependia do esforço dela.
- Três fodas dou eu todas as manhãs. Só preciso é que no intervalo de cada uma delas me façam uma boa chupadela como aquela que me fizeste há pouco.
Bárbara entendeu a mensagem e fez-lhe novo broche na piroca melada. Mas desta vez o piçudo negro deitou-se por cima com o nariz enterrado entre as pernas dela, entretendo-se ambos num delicioso 69 que me fez crescer água na boca. Bárbara parecia mesmo uma puta, quem me dera que ela fosse assim puta comigo e que eu durante o acto me conseguisse comportar como o guarda do armazém para merecer que ela fosse assim puta comigo. O caralho do negro depois da monumental esporradela que acabara de lhe dar estava murcho quando minha esposa o meteu à boca mas à medida que o 69 ia continuando não tardou a engrossar pois eu bem via que Bárbara abria bem a boca para o poder receber.
. Quero que me fodas outra vez – pediu-lhe sentindo-o no ponto de rebuçado. – Se me deres outra foda prometo que não te peço mais nada.
O negro sentindo-se operacional apressou-se a fazer-lhe a vontade. Sentou-se na borda da mesa e colocando-a no seu colo deu-lhe mais duas trepadas com Bárbara por cima dele. Primeiro sentou-a sobre as suas coxas com as costas encostadas na barriga dele, e depois ao contrário, de frente para ele, barriga com barriga. E como Bárbara pulava à medida que ele a ia cavalgando com força, parecia que aquele pau enorme agora já não a fazia doer, antes a satisfazia inteiramente. Mas desta vez Bárbara não quis que ele se viesse dentro dela. Dizendo-lhe querer sentir um banho de esperma pediu-lhe que a tirasse fora e que se esporrasse sobre ela apontando-lhe a pila para a cara e as mamas de modo a deixá-las bem cobertas com o leite dele o que ele fez. Que inveja me provocou a quantidade de esperma que ele parecia nunca mais acabar de ejacular e que Bárbara tratou de espalhar ao longo do corpo com as mãos.
- Oh sim – voltou a exclamar – isto é leite de macho, o paneleiro do meu marido não tem colhões capazes de produzirem assim tanto leite. Aprendeste como se come uma mulher, panasca? Lambe-me toda, pode ser que te faça nascer alguma nos teus tomatinhos, embora eu duvide.
Desamarrou-me os tornozelos e eu lambi a langonha salgada e ainda morna que o outro lhe depositara até a deixar limpinha. Pude ver que a acção da minha língua nos seus mamilos e na racha lhe deu prazer e percebi que dali para a frente seria esse o único favor sexual que iria obter dela. Não me importei pois percebi igualmente que pelo menos assim eu ia poder continuar a punhetear-me vestido com as roupas interiores dela que me davam tanto tesão.
- Se o teu marido continuar a não dar conta do recado, branquinha – disse-lhe o negro quando se despediram com muitos beijos na boca – podes voltar cá as vezes que quiseres que dou-te outro tratamento igual. Pode ser que com o tempo ele aprenda a ser homem embora não o creia pois estas coisas ou nascem no berço, ou simplesmente não. Bárbara também era da mesma opinião.
- Fica descansado – retorquiu-lhe – Mulher alguma que prove do teu cacete sente mais vontade de provar do dele. E eu fiquei a apreciá-lo tanto que se quiseres continuar encornando tuas mulheres como eu quero continuar a encornar este punheteiro transformista, terei todo o gosto em continuar a cá vir.
Oh, como minha pila minúscula subiu ouvindo aquilo. Sinceramente começou a parecer-me bem melhor ver minha mulher pôr-me os cornos com um homem tão abonado, do que fodê-la eu próprio. De facto ou se nasce ou não. Naquela noite aprendi que eu nascera para tocar punheta, apanhar no cu e ser corno. Abençoado Destino!

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 2

Passei os três ou quatro dias seguintes a minha esposa Bárbara me ter agarrado vestido com as roupas intimas dela, deitado completamente nu de mãos atadas e com uma enorme barra de gelo, que ela ia substituindo à medida que a barra ia definhando, enfiada entre as pernas de modo a ficar com os tomates e a pila bem gelados e ainda mais reduzidos de tamanho do que o costume. No quarto dia Bárbara desatou-me, analisou-me os órgãos pendentes confirmando que eles estavam bem mirradinhos e roxos.
- Assim – disse-me – ficas mais parecido com uma fêmea como pelos vistos gostava de ser. Não é que tenhas pila e tomates de homem, nem que saibas foder como um, mas agora com essa coisinha tão encolhida até parece que nem a tens, tão invisível ela está. Estás mesmo no ponto certo para te fazer proporcionar uma experiencia de fêmea quando está dando para um macho.
Vestiu-me com uma calcinha fio dental de cor rosa e um sutiã da mesma cor dizendo-me que aquela era uma cor bem feminina, colocou-me um corpete branco bem apertado nas ancas, pintou meus lábios e olhos, colocou-me uma carteira vermelha a tiracolo e umas botas de cano alto pretas, meteu-me no carro e conduziu-me assim vestido sem me dizer para onde me levava depois de me ter filmado naqueles preparos, dizendo-me apenas que me iria apresentar a um grupo de homens sem mulher há muito tempo, cansados muito provavelmente de tocar punheta ou de irem ao cu uns aos outros, e para os quais o rabinho de uma puta desnudada como eu deveria ser uma bênção.
Ao fim de mais de meia hora de viagem Bárbara parou o carro perto de uma obra em construção, onde segundo me afirmou num barracão anexo pernoitava um grupo de quatro africanos que nela trabalhavam.
- Vais ter uns bons pares de caralhos a recepcionarem o teu cu, paneleiro – avisou-me com ar de satisfação – e se é verdade o que dizem do caralho dos africanos, algo que eu também ainda hoje vou saber, vais ficar com ele bem arrombado.
Era noite e naquele local não se via ninguém. Bárbara mandando-me então caminhar pelo passeio abaixo ordenando-me que batesse na porta do barracão e fosse lá pedir um cigarro. Tentei objectar, preferia continuar com os colhões sentados na barra de gelo e ser enrabado com o cabo da vassoura do que provar com a pila dos africanos no cu mas a ameaça de revelar a todos o filme onde eu estava tocando punheta vestido de mulher acabou por me decidir a obedecer-lhe. Com o coração batendo mais forte e a respiração entrecortada lá bati na porta. Quem ma abriu foi um negro encorpado de cabelo muito curto que se riu bastante vendo-me em tal figura, e ainda mais se riu quando lhe perguntei se por favor não tinha um cigarro que me pudesse dar.
- Olhem para este, malta – exclamou voltando-se para o interior do barracão onde se achavam mais três, todos igualmente negros e de aspecto físico semelhante ao primeiro – ou se calhar seria melhor dizer para esta, já que pela maneira como vens vestido só podes ser uma florzinha. Ó filha se calhar não é de um cigarro que andas à procura mas antes de um bom charuto. E se assim for vieste bater à porta certa que um charuto é o que cada um de nós tem para te oferecer, e que já há muito tempo não é usado numa racha como a que tu tens, não é assim rapazes?
Os outros vieram ver rodeando-me para não me deixarem escapar.
- Olha o paneleiro – disse um deles – para vir assim vestido deve estar cheio de calor. Pois podes ficar descansado que já to vamos tirar todo.
Outro ainda comentou ser pena eu não ser uma mulher de verdade pois assim teria mais de uma racha com que os pudesse fazer divertir-se ainda mais, mas os colegas fizeram-lhe ver que para quem estava em jejum há muito tempo ter o cu de uma bichona à sua disposição já não era nada mau, e depois de me empurrarem para dentro do barracão amarraram-me com as mãos atrás das costas. Como eles eram mais fortes e em maior nº nem tentei reagir, mas de facto eu nem o queria fazer já que a perspectiva de ter o meu olhinho violado por aqueles quatro portentosos machos estava-me deixando bastante entesado, tão entesado como quando vestia as calcinhas da minha mulher e me masturbava com elas. Eu agora estava começando a imaginar o prazer que uma mulher sente sendo subjugada por um macho de pau grande e o meu caralhito começou a insuflar por baixo da calcinha cor de rosa. Os quatro voltaram a gozar-me.
- O tipo é mesmo paneleiro. Olhem como ele fica de pau feito só de imaginar que lhe vamos ao cu. E tem uma boquinha bonita assim com o batôn. Fica descansada ó borboleta que não vai ser só o teu cu a provar os nossos sarrafos, a tua boquinha também vai ter de os chupar bem chupadinhos se quiseres sair inteira daqui.
O sutiã e a calcinha foram-me então arrancados e quando os quatro matulões me viram a pilinha desataram a humilhar-me.
- Não admira que sejas bicha. Com a piça que tens decerto que não podes fazer mais nada a não ser foder com a boca e com o cu. Ora diz lá se os nossos não são uns caralhos muito mais dignos de machos do que o teu? E diz-nos lá se não gostas de uns caralhos como os nossos?
E tirando os seus caralhos da abertura das calças exibiram-nos perante mim, batendo-me com eles na cara e na cabeça. Eram caralhos enormes, todos com mais de um quarto de metro, e grossíssimos, eu nem podia imaginar que existissem caralhos assim tão grandes e grossos. Como não lhes respondesse um deles pregou-me duas sonoras bofetadas na face, agarrou-me pelos cabelos arrancando-me alguns e repetindo-me a pergunta. Respondi então que sim, que gostava dos caralhos deles mas que por favor me deixassem ir embora e não me violassem pois eu não era paneleiro, aquilo fora uma brincadeira mas eu tinha o cu virgem de caralho e queria continuar a tê-lo.
- Ai é uma brincadeira? – perguntou-me um – Pois vais ver o que é brincares de puta com homens de colhões pretos que já não vêm a boceta de uma mulher à uma data de meses.
Mandando-me colocar de joelhos e abrir a boca, à vez foram metendo seus bacamartes nela aconselhando-me a que nem pensasse em trincá-los. O negro que me abrira a porta foi o primeiro a servir-se da minha boca enfiando nela seu pauzão enorme e com bastante cheiro a mijo, obrigando-me a que eu de língua de fora lhe fosse lambendo os balões enquanto ele me fodia a boca. De vez em quando vinha outro e metia nela também e eu tinha de chupar dois paus ao mesmo tempo o que quase me sufocava, em especial quando me agarravam pelos cabelos e me comprimiam meu rosto contra a sua região abdominal tentando meter-me os cacetes gigantescos pela garganta abaixo o que eu mesmo abrindo ao máximo a boca não conseguia fazer. Ou quando me apertavam o nariz por pura malvadez e quase me faziam sufocar. Quase desloquei meu maxilar quando um deles me obrigou a abocanar-lhe os tomates e o cacete ao mesmo tempo, mas eles estavam gostando do meu broche pois reviravam os olhos de prazer dizendo que já há muito suas piças, que estavam pingando profusamente, não se satisfaziam tão gostosamente assim.
- É mesmo bom que chupes como deve ser, paneleiro. Estás vendo como elas são grossas e não vais ter outro lubrificante – avisaram-me. Eu confesso que fiquei satisfeito ouvindo-os gabar meu jeito para a mamada e adoraria ter as mãos livres para poder tocar uma punheta. Contudo apesar do meu desempenho com a boca e a língua havia quem estivesse com pressa de me meter. Como eu estava de joelhos mamando-lhes nas varas, mandaram-me esticar minhas costas para a frente e dois deles passaram a analisar-me o olho do cu, metendo nele os seus dedos grossos dando-lhe palmadas com as suas mãos fortes e cuspindo-lhe no buraco.
- Afinal o paneleiro- comentou um – ainda tem o olho do cu bem fechadinho. O rabeta deve andar com fogo no cagueiro e veio aqui para lhe tirarmos as pregas do cu. Vai saber bem comer um cuzinho assim apertadinho.
Um deles tinha o lábio rachado e foi esse o primeiro a enrabar-me. Deitando-me as manápulas ao pescoço para não me deixar erguer encostou a ponta do caralho bem junto à entrada do meu rego esfregando-o longamente e deixando-me a entrada melada. De vez em quando forçava um pouco a entrada da chapeleta tentando alargar o buraco, e mesmo sem meter o pau fazia-me gemer de dor. Dois deles voltaram a agarrar-me pelos cabelos mandando-me continuar a mamar neles sem barulho. Eu pedira um cigarro e estava levando quatro charutões pelo que segundo eles não tinha do que me queixar. O do lábio rachado abriu-me então as bordas do cu com as mãos libertando-as do pescoço e meteu nele a sua tora avantajada deixando-me o rabo todo a arder. Infelizmente os dois caralhos que eu tinha na boca impediam-me de gritar até porque eles quando sentiram que o parceiro tinha-a enterrada em mim até aos colhões voltaram a forçar a entrada na minha garganta. Eu engasgava-me todo.
- Não querias dar o cu, panasca? – perguntou o do lábio rachado – Pois então dá-o como um verdadeiro paneleiro o deve dar e rebola-te todo na minha piça.
Fiz o meu melhor e à medida que me ia rebolando nele, sentindo-lhe a vara entrar e sair do meu cu ao mesmo tempo que seus tomates rugosos e suados me batiam na pele suave das nádegas, comecei ganhando entusiasmo por aquela enrabadela e por aquele macho que me fazia sentir todo seu, algo que eu nunca sentira quando fazia apressadamente amor com Bárbara, e agora o meu piçante apesar de quase congelado nos dias anteriores apresentava-se na sua máxima dimensão.
- Olhem a piça dele também se põe de pé como a dos homens – ouvi-os dizer – Nós bem sabíamos que uma bichinha com fome de pau ia gostar muito de apanhar no cu de quatro machos negros bem servidos.
O do lábio rachado parecia estar apreciando igualmente muito meu cuzinho que acabara de inaugurar e os outros também tinham pressa em prová-lo. Um deles comentou que já esperara de mais pelo momento de me comer e dizendo que onde cabe um caralho cabem dois deitou-se por baixo das minhas pernas de pau ao alto exigindo que me sentasse sobre ele sem tirar a outra fora. Horrorizado tentei negar-lhe tal desejo mas logo os outros dois pressionando-me os ombros me obrigaram a baixar-me sobre ele e a enfiá-lo por mim acima. A dor foi horrível, imagino que seja a dor que alguém sente sendo empalado vivo num pau afiado e duro, senti um fio de sangue deslizar por mim baixo, o meu caralho murchou, mas nem assim os dois safados pararam. Chamando-me donzela de cu mimoso redobraram suas estocadas, eu agora tinha de me rebolar no pau do lábio rachado e cavalgar no sarrafo do outro que me empalava ao mesmo tempo que continuava mamando no cacete dos outros dois. Mas quando novamente aquele par de paus me começou a bater na próstata a minha coisinha esporradora precoce voltou a subir e fazendo-me sentir grato por aquele castigo que Bárbara preparara para mim.
- Uma punheta – supliquei – quero muito tocar uma punheta.
Não mo consentiram embora o que estava por baixo de mim me tenha agarrado nos colhões, ora massajando-os ternamente ora torcendo-os com ferocidade dizendo que um paneleiro capaz de apanhar no cu com duas varas ao mesmo tempo não precisava daqueles apêndices masculinos para nada. Foi este o primeiro a vir-se copiosamente embora a tenha tirado fora antes disso dizendo que com as doença novas que existem ele nunca arriscava a vir-se dentro de putas como eu. Suspirei de alivio pois apesar do gozo que aquela violação dupla me dava a dor era também imensa, mas eles não me deram tempo de descansar. Mal o outro se retirou esporrando sobre a minha barriga, logo o que me abrira a porta e parecia ser o mais velho lhe tomou o lugar. Apesar do seu caralho gigantesco e de o do lábio rachado ainda estar dentro de mim não senti tanta dor quando me penetrou e compreendi que o meu olho estava já suficientemente lubrificado e aberto para acusar o ataque com a mesma intensidade que sentira momentos antes. Mas mesmo assim o sangue voltara a escorrer-me com mais intensidade, prova evidente que eu não estava sendo tratado com meiguice. Nem mesmo Bárbara nos quatro dias anteriores me tratara com tanta violência.
- O panasca era mesmo virgem – riram-se – é de maneira que não se vai esquecer desta noite.
Podem crer que não. Os dois vieram-se quase ao mesmo tempo e tiveram a mesma precaução do primeiro o que muito lhes agradeço, mas não ejacularam sobre minha barriga. Tirando os respectivos cacetes fora, pediram licença ao colega que me estava fodendo a boca, ocuparam-lhe o lugar e punheteando-se com gosto despejaram dentro dela. E que peganhosa e quente era sua esporra, muito mais viscosa e espessa que a minha, parecia que se me colava à saliva da língua e custava a cuspi-la. A minha era muito mais aguada e morna, aquela sim tinha a certeza de ser o gosto de uma verdadeira esporra de macho.
O último que restava preparou-se então para me ir ao cu. Agarrando-me pelos cabelos, arrastou-me até um catre onde provavelmente costumava dormir, apoiou minha barriga em cima da coberta, colocou-me de rabo empinado e dando-me palmadas nas nádegas, enfardou-me por trás. Depois ele próprio agarrando-me pelos quadris começou a conduzir meus movimentos, metendo e tirando o pau com bastante jeito. Já nem precisava que me mandassem, eu próprio, ou talvez fosse melhor dizer eu própria pois estava gostosamente me sentindo muito uma fêmea bem putinha, me rebolava toda dengosa naquele pau, procurando sempre senti-lo cada vez maior arregaçando meu cuzinho. Os três que já me tinham comido e se entretinham assistindo e manuseando seus paus, estavam de novo começando a entusiasmar-se e vieram sentar-se na beira do catre. Meu tronco deixou de estar apoiado no cobertor e foi sendo conduzido para o regaço dos negros, agora num, agora noutro, e depois noutro, e obrigando-me de novo a chupar-lhes os talos e os ovos até os deixar outra vez em ponto de rebuçado. Resultado: quando o que me comia o cu se veio esporrando-se agora sobre o meu rabo, os outros três exigiram de novo possuírem-me. Tive de sofrer assim uma nova rodada geral que me deixou completamente esfrangalhado e a cagar-me por todos os lados o que os fez rir muito. Minha pilinha estava outra vez mirrada e em ponto morto pois eu me viera com as massagens que as suas cabeçorras me tinham dado na próstata mas sem que tivesse sentido meu leitinho sair.
- O cu de um paneleiro como tu quando se caga é porque está satisfeito – disseram -. Diz lá se as charutadas que levaste nele não valeram bem mais que o cigarro que não te chegámos a dar?
Pedi-lhes que estando eles já satisfeitos me deixassem agora ir em paz que eu não contaria a ninguém. Eles confirmando que de facto a minha aparição lhe fizera quebrar um longo jejum de outra forma de sexo que não fosse a punheta, desamarraram-me e mandaram-me então embora.
- Quando voltares a sentir o mesmo formigueiro no rabo que estavas sentindo quando bateste à porta, já sabes onde encontrar dois pares de caralhos de pau preto prontos a encher-te esse cuzinho de bom grado. Mas vais deixar aqui a calcinha e o sutiã, bichona. Não é todas as noites que nos aparece uma puta assim disponível como tu e até que venha outra eles sempre são um bom consolo para as punhetas que nos vemos obrigados a tocar no dia a dia.
- E indo tu toda nua – acrescentou outro – quem sabe se não encontras outro grupo tão necessitado como nós e ainda não fazes mais alguém feliz esta noite?
Isso era o que eu não queria nada. Felizmente Bárbara estava perto, ficara combinado ir ter com ela no final, por isso achei melhor não discutir e pirei-me todo nu. Quando cheguei ao carro e minha esposa me viu chegar com as pernas todas abertas, fedendo a esporrra a suor e a mijo de macho, pingando porra por mim abaixo e o olho do cu vertendo sangue comentou:
- Pela demora já vi que a festa foi em cheio. E pelo estado do teu olho do cu e da tua pila também. Agora que já sabes o que um verdadeiro caralho de homem faz a um paneleiro como tu, vais assistir ao que ele pode fazer a uma mulher carente como eu e que o teu com a pressa que tem em cuspir o leite não consegue. Vamos que a nossa noite ainda não acabou. Paneleiros casados como tu que gostam de se vestir de mulheres merecem ser cornos e é isso que vou agora fazer de ti.
De uma mala térmica tirou uma saca com cubos de gelo, mandou-me enfiar dois no cu para estancar o sangue e colocar os restantes sobre a pila e os tomates para os fazer diminuir ainda mais e arrancou. Eu estava em pulgas para saber como Bárbara me iria pôr os cornos e estava agora encantadíssimo por ela me estar castigando pela minha fantasia cd.

 

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 1

Eu nunca tive jeito para foder. Minha pila é muito pequena e como a minha experiencia nesta matéria é escassa uma vez, que antes de me casar apenas fodera com putas que me procuravam despachar o mais depressa possível, esporro-me ao fim de poucos minutos após a ter metido, muito menos minutos do que o tempo que uma mulher leva a atingir o orgasmo. Por isso, e mesmo sabendo que a moça com quem namorava, Bárbara, não era virgem nunca a tentei comer antes do casamento, nem mesmo depois de lhe ter pedido a mão, com medo que ela conhecendo o meu problema me rejeitasse. Não admira por isso que a lua de mel e os meses subsequentes ao nosso matrimónio tenham sido um Inferno, com Bárbara acusando-me de ser um egoísta incapaz de lhe proporcionar prazer, e não saber para que servia um marido como eu que além de ter um pilau tão diminuído nem sequer o sabia usar convenientemente com uma mulher. Cheguei a pensar propor-lhe arranjar um amante pois me sentia incapaz de viver sem ela, e só não o fiz por temer a sua reacção embora saiba hoje que ela não se importaria nada com tal proposta.
Bárbara é uma mulher lindíssima embora baixinha, e gosta de se vestir provocantemente, sempre de mini - saia exibindo suas pernas torneadas e botas de cano alto pretas ou vermelhas, o que lhe dá um ar algo de puta mas me deixa extremamente excitado. Para além disso minha esposa sempre curtiu muito usar lingerie sexy, calcinha fio dental, cuequinhas rendadas que deixam entrever seus pentelhos castanhos sempre bem aparadinhos, meias a ¾ ou de perna inteira com ligas, sutiãs cai - cai que lhe revelam por inteiro as mamas formosas e as mantêm empinadas. Logo nos nossos primeiros tempos de casados comecei a perceber que ficava de pau duro só de a ver em lingerie, muito mais duro do que quando a via nua. Tão duro e excitado me deixava tal visão que muitas vezes me esporrava todo só de a ver em trajes íntimos, antes mesmo de lho meter o que me valia logo ser por ela taxado de ejaculador precoce e pila frouxa cujo órgão para além de mijar não servia para mais nada. Apesar da vergonha que sentia adorava ouvir aquilo e até confesso que não me importava nada de me vir rapidamente só para a ouvir insultando-me furiosa pela trepada que ela não chegara a gozar. Mas também constatei que para me entesar e alcançar o orgasmo nem precisava de a ver vestida com tais peças, comecei a perceber que para obter o mesmo efeito bastava ver-lhe as calcinhas e os sutiãs dentro dos gavetões e tocar-lhes com as mãos ou esfregando-os no meu corpo. Comecei então sempre que Bárbara não estava em casa a usá-los para me masturbar e aquelas foram sem dúvida as punhetas que melhor me souberam na vida, muito melhor me sabiam do que quando metia nela, ou quando em solteiro ia às putas. E um novo apetite despertou em mim: vestir as suas roupas interiores, fazer de mulher e masturbar-me com elas postas. Todo nu frente ao espelho do guarda fatos do nosso quarto colocava um dos seus sutiãs, alguma das cuequinhas rendadas ou das calcinhas fio dental, vestia uma das cintas que ela usava ao redor da barriga para prender as suas ligas, e ficava tacteando meus colhões e meu pilau com uma das mãos enquanto fazia deslizar a outra por sobre o sutiã, imaginando ter um par de mamas e as estar apalpando até me vir. Por vezes não tinha tempo de tirar a pila para fora da calcinha e molhava-a com o meu gozo o que me obrigava a remover as manchas de esperma lavando-as e secando-as rapidamente para que Bárbara não se apercebesse. Pensava eu que com sucesso, até um dia… Um dia estando eu só em casa, corri ao guarda vestidos dela e produzi-me com os seus adereços íntimos. Sutiã cai-cai bem decotado, vermelho vivo, calcinha vermelha transparente na frente e com folhos na cintura, meias de licra cor de carne à altura das pernas, presas a uma cinta preta. Não calcei as suas botas pois não me serviam mas como achei que Bárbara ainda iria demorar pintei os olhos e os lábios, fiz mesmo o contorno dos olhos com o crayon e coloquei rouge  nas faces. Apenas não me atrevi a usar o seu verniz das unhas pois a sua remoção é demorada e o cheiro da acetona poder-me-ia trair. Quando conclui minha maquilhagem não pude deixar de apreciar o meu trabalho no espelho e fiquei satisfeito com a minha obra. Eu estava ou pelo menos sentia-me, uma verdadeira puta e o meu pilau minúsculo começou logo dando sinais de vida e a crescer. Acariciei-o, senti-o hirto e firme e com o braço comecei fazendo os movimentos de uma punheta. Estive muito tempo gozando a sensação de me estar punheteando vestido de mulher pois ao contrário de quando metia numa, sempre que me masturbava conseguia conter indefinidamente minha ejaculação, Tão entretido estava com aquilo que não escutei qualquer ruído. Foi de repente que a porta do quarto se abriu e minha mulher entrou de rompante. Felizmente vinha sozinha caso contrário ter-me-ia de enfiar pelo soalho dentro.
- Ah meu grande paneleiro – gritou-me Bárbara – então é assim que te divertes quando eu não estou, não é mesmo? Por isso é que há muito vinha dando conta que as minhas calcinhas e os sutiãs estavam ficando mais largos. Não admira que não saibas satisfazer uma mulher. Deves ser daqueles homens que em vez de apreciarem dar nas mulheres gostam mais de apanhar no cu. E ficas muito bonito assim vestido, não haja dúvidas. Pois vou tratar de te fazer a vontade e proporcionar-te uma experiencia de fêmea se é que o teu cu não a experimentou antes, como me parece mais provável.
Muito atrapalhado tentei explicar-lhe que nunca na vida dera ou pensara dar o cu e aquilo não passava de uma fantasia inocente como quando em rapaz me masturbava perante fotos de mulheres nuas, mas Bárbara nem me quis ouvir. Com a frustração acumulada por todos aqueles meses de vida em comum em que nunca eu a conseguira foder convenientemente, ameaçou-me de não só revelar minha tara que acabara de presenciar a todos os conhecidos, como também a facilidade com que me vinha dentro dela como se não gostasse de lhe comer a rata, se não me submetesse a um castigo que estava pensando aplicar-me.
- Será também a minha doce vingança por todos os orgasmos que não me conseguiste dar – disse-me. E o seu rosto tinha um ar deliciosamente mau o que surpreendentemente me deixou ainda mais excitado do que quando ela me abria as pernas e lhe via a vulva. Não me parecia ter outra saída que não fosse deixá-la punir-me da forma que muito bem entendesse e acedi por isso a ser castigado por ela ainda que sem nenhum entusiasmo, como é bom de ver.
- Muito bem – disse-me então Bárbara pegando no telemóvel e começando a filmar-me travestido – para começar vais baixar a calcinha e eu vou-te filmar nesses preparos para que de futuro se te portares mal todos possam ver a pilinha imprestável que tens, e como te entreténs quando estás só em casa. E continua masturbando-te panasca como estavas fazendo quando entrei. Mas sem te vires.
Recomecei a tocar ao bicho como Bárbara me mandara e enquanto me estava tocando ela ainda me obrigou a confessar, para que minhas palavras ficassem registadas, que eu era um paneleiro de cacete frouxo e um esporra fácil gostando mesmo de apanhar no cu vestido de mulher, porque meu órgão não me permitia usufruir do sexo de outra maneira. Fiquei punheteando-me longo tempo até não me poder aguentar mais e só então minha mulher me mandou parar.
- Vai agora, ó mulherzinha de pila tesa, à arca frigorífica e traz-me uma barra de gelo, que eu vou tratar de arranjar uns acessórios de que vamos precisar para te fazer passar a vontade de te vestires com as minhas roupas.
Fiz o que me era mandado e quando voltei ao quarto minha mulher empunhava um rolo de cordas e uma colher de pau. Nessa altura eu estava apenas com o sutiã posto mas meu pilau continuava inflamado e Bárbara disse-me então que a uma putazinha como eu não ficava nada bem ostentar aquela coisa entesada, tal postura devia ser apenas reservada a machos potentes, não a bichonas como eu.
- Vou tratar de ta pôr em baixo como uma fêmea deve andar sempre.
Deu um nó escorregadio na ponta de uma das cordas e nela enfiou a cabeça do meu caralho, puxando-a depois toda por baixo dos meus colhões. A corda acompanhando o desenho da coluna dorsal foi-me então amarrada à volta do pescoço como uma coleira, de modo a que eu não pudesse movimentar meu caralho.
. Agora panasca, deita-te em cima da barra de gelo – ordenou-me – Mas de maneira a que a tua piroca e os tomates fiquem em contacto com ela. Vais ver como com a temperatura que a barra apresenta vais ficar não só com os espermatozóides congelados, como a tua pilinha não tarda estará ainda mais encarquilhada e pequenina do que de costume.
No entanto para não ficar com tais partes sensíveis queimadas pelo gelo, Bárbara colocou sobre a barra um fino plástico o que atenuou um pouco tal tortura, antes de passar uma outra corda nos meus quadris, cujas extremidades foram atadas aos pés do guarda fatos de modo a não me deixar levantar. Apesar do plástico no entanto não tardei a sentir o frio tomar conta de minhas bolas e pirilau e a sentir este ficando cada vez mais mirrado, como se estivesse sumindo.
- Tens frio nas partes, paneleiro? – perguntou-me em ar de gozo – eu devia ser mazinha e deixar-te em cima do gelo sem nada de maneira a que amanhã tivesses essa zona toda queimada, para que saibas quanto te custa emporcalhar minhas cuequinhas. Mas para não correres o risco de te constipares vou-te aquecer o cu. Desgraçadamente para ti não o vou poder fazer com uma pixota como de certo te agradaria mais, mas com uma colher de pau como se faz aos meninos que se portam mal.
Mandando-me contá-las em alta voz começou a bater-me com força com a colher de pau alternadamente numa nádega e na outra. Foram 100 colheradas no total o que me deixou com o rabo todo vermelho e esfolado, dizendo-me que nos próximos dias sempre que me quisesse sentar me iria lembrar dos meus pecados e da lição que ela me estava dando por conta deles. As pancadas nas nádegas comprimiam-me a piroca e os tomates ainda mais contra a barra de gelo provocando-me um ardor insuportável naquela área. No entanto, e muito estranhamente, apesar de nem sequer conseguir pôr a pila em pé tão gelada a tinha, eu estava achando aquele espancamento muito excitante, muito mais excitante do que tocar punheta vestido com as suas roupas íntimas. Quando terminou de me bater amarrou minhas mãos para eu não conseguir desamarrar a corda da cintura, dizendo-me que ficaria ali manietado sem comer nem beber até a barra de gelo derreter totalmente e filmou-me naquela posição, dizendo que o filme ficaria muito bem guardado como uma garantia do meu comportamento futuro e da minha total submissão a ela.
- Já que gostas de ser mulher eu vou passar a ser o teu amante, e tu vais passar a obedecer-me incondicionalmente como uma boa esposa à moda antiga. E como não prestas para nada na cama, eu vou passar a arranjar os amantes que quiser, sempre que precisar que me consolem de maneira a deixar-te a cabeça bem coberta de chifres. E agora vou consolar-te eu a ti como as mulheres gostam de ser consoladas pelos seus machos: com um cajado bem grande e grosso.
Meu rabo estava todo empinado, mesmo em posição de ser enrabado. Bárbara foi à casa de banho e voltou com uma bomba de sucção de desentupir canos, com o cabo em madeira. Dizendo-me que devido a eu não cumprir convenientemente as minhas funções de marido já por diversas vezes se desenfastiara com ele, mandou-me chupá-lo e cuspir nele abundantemente para não me doer tanto a penetração, e alargando-me o olho para os lados enfiou-me aquele cabo pelo cu acima.
- Rebola-te nele, panasca, rebola-te nele como uma fêmea sedenta de prazer se rebola numa piroca de macho.
Eu sentia meu olho todo rasgado e não me apetecia nada rebolar-me naquela coisa dura mas fiz o meu melhor embora gemendo bastante.
- Tens jeito para paneleiro, de facto. A tua vocação em matéria de sexo é apanhares no cu e tocar ao bicho já que para cobrires mulher não tens jeito nenhum - observou-me. - Vamos, continua minha bichinha e ai de ti se o deixares sair.
O cabo estava bem enterrado no meu cu e eu apertei mais minhas nádegas para não o deixar escapar enquanto me rebolava nele, temendo a reacção de Bárbara se ele saísse. Minha esposa baixou então sua calcinha e agarrando-me pelos cabelos obrigou-me a levantar a cabeça na direcção do seu sexo. Estava mais húmido do que era habitual quando fazíamos amor e eu pude assim perceber que aquela sessão a estava deixando tão excitada como a mim.
- Cheira minha rata, bichona, cheira-a e lambe-a que de agora em diante será apenas desta forma que terás acesso a ela. De preferência depois de te ter metido os cornos para que limpes com a tua língua a esporra que os meus amantes nela vão deixar. Daqui para a frente dá-la-ei apenas a homens de verdade, de piroca e tomates grandes porque os teus só os esvaziarás à mão muito de vez em quando, quando te der permissão para tal, ouviste? Caso contrário o filme há-de ser visto por muita gente.
Bárbara acocorou-se diante do meu rosto e as suas mãos conduziram-no até ao seu entre pernas. “ Língua de fora”. Estendi a língua e fiz-lhe um minete com o cabo da bomba bem enterrado no cu. Minha mulher estava cheia de tesão e não foram precisos muitos minutos para que se viesse e me fizesse engolir seu gozo. Pela primeira vez na vida eu proporcionara um orgasmo a uma mulher, à minha mulher. Não fora com a pila é verdade mas fora o primeiro orgasmo que uma mulher tivera comigo e sentia-me muito orgulhoso com isso.
Como estava frio e a barra de gelo era enorme, ela demorou mais de 24 horas a derreter e eu permaneci todo esse tempo, tal como Bárbara me dissera, amarrado a ela com a piroca e os tomates congelados e quando ela me soltou minha pilinha estava de facto tão sumida que não me atreveria a mostrá-la fosse a quem fosse, quanto mais a tentar metê-la, o que levou minha esposa a escarnecer dela dizendo-me que se soubesse que eu era assim tão curto nunca teria casado comigo.
- Por isso - disse-me - é que nunca me quiseste comer quando namorávamos com medo que eu te fugisse, não foi?
Enquanto estive amarrado à barra de gelo fui ainda enrabado por diversas vezes não só com a bomba de sucção mas também com um toco de vassoura, e por diversas vezes tive de lhe voltar a fazer minetes até ela alcançar o orgasmo, ouvindo sempre Bárbara dizendo-me que já que eu não tinha pila podia e devia aprender a foder com a língua.
- Hoje abri-te esse olhinho do cu, meu maridinho ejaculador precoce de pila reduzida -. disse-me minha esposa quando me desamarrou – Desta vez foi só com dois acessórios de pau mas muito em breve quer-me parecer que vou fazê-lo experimentar uns pares de paus de machos a sério. E talvez depois quando sentires o leitinho quente dos mesmos inundando-te o rego tu vás gostar ainda mais de seres paneleiro e de te vestires de fêmea.
Bárbara cumpriu o prometido. Meia dúzia de dias mais tarde fez-me ser enrabado por quatro mânfios de quem ela me pôs à disposição para se encarregarem de tal tarefa. Foi um episódio memorável que marcou também o inicio da minha condição de corno manso e que consumou definitivamente a minha transformação num homem-fêmea inteiramente submetido a minha mulher, condição que presentemente tão feliz me deixa.

 

EUGÉNIO SADOC

 


Conteúdo sindicalizado