Contos Eróticos

Sem saber, dei uns amassos num travesti no shopping e não comi por preconceito

Escrevo sobre uma história que aconteceu comigo há 5 anos e que só agora, depois de pensar muito no ocorrido (e muito lamentar) e depois de ler outros relatos, tenho coragem de contar. Meu nome é Jaime (fictício), tinha 30 anos quando rolou esta história e fazia o tipo ‘comedor’: bonito, cheiroso, bem vestido, boa conversa... na época eu freqüentava muito o Shopping Paulista (morava lá perto), principalmente para observar as mulheres e paquerar. Numa destas tardes, vejo uma morena muito gostosa olhando as vitrines, vestida de forma provocante: calça jeans justa e blusinha colada no corpo, realçando o formato dos seios.

Na hora fiquei louco: meu coração acelerou, fiquei de pau duro, super nervoso, morrendo de vontade de falar com ela. Segui ela por um corredor do shopping, chegando meio perto, até ela reparar em mim. Ela me viu mas fingiu que não, e seguiu andando, agora de forma mais sensual. Não agüentei, fui falar com ela. Ela me disse que se chamava Fernanda e a princípio achei ela um pouco tímida. Seu rosto delicado jamais me faria suspeitar de que se tratava de um travesti. Mas durante a nossa conversa fiz questão de deixar claro meu tesão por ela: enquanto ela falava, olhava descaradamente para seus seios e para a sua buceta (mal sabia eu...)

Aos poucos, percebendo o meu tesão por ela, Fernanda foi fazendo carinha de safada, tornando-se mais simpática e receptiva (meu pau ficou mais duro ainda!) Fiquei morrendo de vontade de dar uns amassos naquela gata deliciosa. Convidei ela para ir ao cinema do shopping e ela aceitou. Na fila deixei ela na minha frente num hora em que o papo acabou e ela se virou para a frente eu dei uma encoxada nela de leve. Ela não só deixou, como pegou meus braços e colocou em volta dela, como se fóssemos um casal de namorados. Colei meu rosto ao lado do dela e dei uns beijos em seu rosto e em sua orelha. Tentei beijar a sua boca e ela não deixou. Fiquei frustrado, e ela disse para eu esperar o filme começar. Sentamos lá atrás, na última fileira do cinema. Mal o filme começou, fui aproximando meu rosto do dela, fui dizendo umas coisas quase encostando meus lábio nos dela, até que ela mesma se aproximou e começou a me dar um beijo gostoso de língua. Nossa! Foi um dos melhores amassos que eu já dei na minha vida: beijava sua boca e pescoço, ela retribuía sugando minha língua, lambendo meu pescoço, eu passava a mão nos peitos dela por cima da blusa. O melhor é que a gente não tinha pressa: ficamos cerca de uma hora só curtindo o amasso, os beijos tesudos como de um casal de apaixonados.

Mas toda vez que eu tentava passar a mão na buceta dela (por cima da calça), ela não deixava, tirava a minha mão e ficava brava. De tanto insistir ela parou e falou que se eu continuasse a tentar ela ia embora. Eu, como não sou bobo, deixei pra lá. Eu só sei que a gente estava tão concentrado no amasso que só depois de uma hora de filme eu me dei conta de um senhor que estava na fileira da frente da nossa, umas 4 cadeiras de distância ao lado da Fernanda e ele ficava descaradamente de cabeça para trás, se deliciando com o nosso amasso.

Quando vi isso fiquei meio paralisado. A Fernanda, sacando a situação, em vez de ficar constrangida, ficou mais safada: - Vamos deixar esse puto morrendo de vontade... o começou a me beijar mais ostensivamente, exibindo-se para ele e começou a alisar o meu pau por fora da calça. Aquilo me deu mais tesão ainda e comecei a entrar na viagem, a bolinar a Fernanda com mais safadeza, ela era bolinada e ficava olhando para ele, até que o cara tenta sentar ao lado dela. Daí eu não gostei e fomos embora dali. Pegamos o carro no estacionamento e estacionamos numa rua escura, onde não passava quase ninguém. Fui pra cima dela de novo: beijava sua boca e o pescoço. Baixei as alças de sua blusa e comecei a mamar gostoso nos peitos dela, ela gemia e me chamava de safado, perguntava se eu saía com mulheres tão gostosas quanto ela etc. Reclinei o banco dela e deitei em cima dela, num roça roça que eu estava quase gozando. Depois ela tirou meu pau para fora e chupou o meu pau como nenhuma mulher tinha feito antes, com muita safadeza. Bom daí quando eu tentei pegar na buceta dela por cima da calça e ela não ofereceu mais resistência tomei um susto: em vez de buceta, peguei num pau duro.

Meu pau ficou mole, parei na hora e ela contou que era um travesti. Ela me disse que queria me contar, mas esperou até a última hora porque estava adorando aquele sarro comigo, estava sentindo o maior tesão por ser confundida com uma mulher, que estava sentindo tesão em me enganar e não queria cortar o clima. Agora confesso que quando ela falou isso meu pau ficou duro como uma pedra. Mas na época eu era muito preconceituoso e xinguei ela, pedi para ela descer do carro imediatamente. Como fui idiota!

Nos meses seguintes não parava de pensar naquela gata tesuda que tive em meus braços, nos beijos gostosos que ela me deu, na maneira como eu passei a mão em todo o seu corpo... sentimentos de culpa, pecado e tesão se misturavam em minha cabeça, mas fiquei com um tesão louco por travestis... Voltei várias vezes ao mesmo shopping, em vários horários, mas nunca mais a encontrei. Um vez estava olhando sites de travestis na Internet e não acreditei: vi diversas fotos da Fernanda nua, percebi como um monte de tlovers baba, faz declarações de amor a ela, diz nos posts que adorariam dar uns amassos nela e eu, que estava com a gata da forma mais espontânea possível, isto é, fora do esquema da grana dos programas, deixei a oportunidade passar por causa de uma mentalidade cristã, machista e babaca. Sonho em encontrar de novo a Fernanda numa situação como aquela: de dia, num shopping, num parque, num barzinho, e aí não vou deixar a oportunidade passar.

jaime.pedro2@gmail.com

 

Fiquei com o travesti no Parque do Ibirapuera

Esta história que vou contar aconteceu mais recentemente. Quem já leu os meus contos (Pedro Jaime) sabe que eu sou um homem de 35 anos que curte aventuras com travestis no dia-a-dia, isto é, fora do esquema de pagar por um programa. Mas a história que vou relatar começou como um programa. Estava numa quarta-feira de noite passeando de carro perto da Cidade Universitária, onde se concentram os travestis em São Paulo, quando vi uma travesti linda e que se distinguia das demais: alta, cabelos negros e lisos, pele bem clara, seios e bunda provocantes. Chamou a minha atenção por 2 motivos: seu rosto lindo de gata, de mulher mesmo (pele clara, nariz anguloso, boca carnuda...), e pelo fato de se vestir de forma discreta (vestido não muito curto). Nossa! Essa combinação me deixou louco! Mal quis saber o preço do programa e fomos para o drive in. No caminho, meu coração disparou.

Olhava para ela e não acreditava como era bela. Mais bonita que a maioria das mulheres que eu fiquei! Quando chegamos lá, resolvi pagá-la logo e lhe revelei minha proposta totalmente inusitada: - Olha Tábata (mesmo nome da travesti da praia, mas é outra pessoa), vou te pagar logo o programa, mas hoje não quero fazer nada com você, só conversar. No começo ela estranhou, mas depois pegamos umas bebidas, liguei o rádio, fumamos um baseado e começamos a conversar com descontração. Contei para ela da minha tara de 'ficar' com travestis fora da situação de programa e falei de algumas das minhas aventuras. Enquanto falávamos, rolou um clima de sedução entre nós, um prazer de estar em companhia do outro, mas um pouco depois ela disse que precisava voltar para os programas. Enquanto levava ela de volta à rua, fiz a minha proposta: - o que você vai fazer amanhã de tarde? – Não sei, acho que nada. Por que? – Por que a gente não se encontra amanhã no Parque do Ibirapuera? – Pra que? – Para passear, andar de bicicleta, namorar... quando falei isso, quase gozei imaginando a situação... ela sentiu o tesão na minha voz e na hora de se despedir ela me deu um selinho bem tesudo, me disse que me achava muito gato mas que não iria. Antes de fechar a porta do carro segurei em seu braço e disse: - mas eu vou lá de qualquer maneira e vou ficar te esperando... e fui embora.

Na tarde seguinte lá estava eu esperando no local combinado. Depois de esperar quase uma hora, já achando que não ia mais rolar, ela aparece: de tênis, calça branca suplex (que revelava o quanto sua bunda era gostosa), blusinha top, óculos escuros e cabelos presos, Tábata não se diferenciava das inúmeras patricinhas que desfilavam pelo Parque Ibirapuera a não ser por um detalhe: era mais gostosa que qualquer uma delas. Quando ela me viu abriu um sorriso e me deu um abraço. Encostei meu corpo no dela, beijei seu rosto, fui tentar beijar sua boca mas ela se esquivou e me puxou para caminhar.

Na hora fiquei puto, mas pensei: ela entrou na minha viagem e está se fazendo de difícil, como uma fêmea seduzindo um macho. Nunca, nem nas minhas fantasias mais loucas, pude imaginar uma situação tão perfeita! Enquanto andávamos, percebia o olhar dos homens vidrados em seu corpo. As mulheres que passavam olhavam para ela e ficavam me olhando, tentando descobrir o que é que eu tinha para estar com aquela gata. Eu que inicialmente estava inibido, envergonhado, com medo de encontrar algum conhecido, passei a andar ao lado dela com mais confiança, segurando sua mão, abraçando ela várias vezes. Tábata estava adorando se sentir tão desejada... quer dizer, a gente não chamava a atenção por eu estar com um travesti mas por eu estar com uma mulher muito gostosa! Isso me deixou com muito mais tesão e me deu um nervosismo de cabaço com ela. Fumamos um baseado num lugar mais reservado do parque, e aí começou a rolar um clima entre nós, eu quis beijá-la mas a Tábata me puxou, pedindo para sentar num banco mais à vista, na área de passagem. Aquela exposição me colocou num dilema: assumo em público ou não o meu tesão por ela? Acho que ela queria ver até que ponto eu levaria essa situação em público, à luz do dia. Sentamos, um de frente para o outro, e notei o quanto ela era uma gata linda, feminina, com presença de espírito, enfim, um ser humano muito atraente. Ficamos conversando, e sem saber os nossos corpos foram se aproximando.

Enquanto eu falava, ela olhava dentro dos meus olhos e olhava a minha boca e eu fazia o mesmo. Ficamos um bom tempo nisso até que o beijo amadureceu espontaneamente: um beijo de língua demorado, apaixonado, cheio de tesão. Nos abraçávamos, trocávamos carícias, eu beijava seu pescoço, segurava o seu rosto, cochichava em sua orelha, ríamos e nos beijávamos novamente. Nossa! O meu pau já estava doendo de tão duro! Só sei que estávamos tão entregues um ao outro, nos beijando com tanta intensidade, que todo mundo que passava ficava olhando a gente, alguns fechando a cara, mas a maior parte sentindo inveja. Fiquei com muita vontade de apalpar o corpo inteirinho dela, de me roçar nela, daí saímos andando até um canto do parque com pouca gente e várias árvores. Era justamente num pedaço que ficavam os namorados – ali outros casais se abraçavam. Encostei Tábata numa árvore. Abrecei sua cintura e ela pôs seus braços em volta do meu pescoço. Trouxe seu corpo de encontro ao meu e começamos um beijo lento e delicioso. Tábata rebolava, roçando seu pau duro no meu.

Adorei pegar naquela pica dura sob a calça suplex! Pegava com tanto gosto. Levantei sua blusa e passei a mamar gostoso em seus peitos, curtindo lentamente cada chupada, cada lambida, enquanto pegava no seu pau por cima da calça. Depois, a gente se beijou e ficou se abraçando, nossos paus se punhetavam mutuamente com o movimento dos corpos e eu beijava a boca da Tábata como nunca tinha beijado uma mulher antes, sugando sua saliva, sentindo o seu gosto. Ficamos quase uma hora naquilo. Resultado: ela gozou com o pau ainda dentro da calça. Aquilo me deixou muito excitado, a ponto de ligar um foda-se: me agachei, abaixei a sua calça e a calcinha e comecei a lamber aquele pau todo melado de porra. Lambia a cabecinha, lambia as laterais do seu pau, mamava muito no pau dela sugando toda aquela porra. Aí o pau dela começou a dar sinal de vida: que delícia sentir um pau crescendo dentro da minha boca!

Eu sei que chupei muito aquele pinto gostoso, chupei as bolas, esfreguei na minha cara, colocava ele inteiro na boca, mamei como um bezerro. De vez em quando olhava para o rosto dela e meu pau ficava muito duro porque via o prazer que estava dando a ela. Aí ela me pediu para chupar também o meu pau: deitamos lado a lado e começamos um delicioso meia nove. Nunca vou me esquecer da sensação de chupar uma rola e de ser chupado! Que gosto gostoso que tinha aquela rola! Quanto mais eu chupava mais eu queria chupar, sentir o gosto daquela porra de novo, e ela me chupava quem nem uma cadelinha no cio, até que gozamos juntos na boca um do outro. Ficamos mais um pouco juntos, tomamos um sorvete, mas foi escurecendo, ela tinha que trabalhar e então nos despedimos. Nos encontramos mais algumas vezes depois, em situações parecidas com esta, até ela ir a Portugal, mas isso é assunto para outros contos.

jaime.pedro2@gmail.com

 

Na praia deserta, com Tábata e um rapazinho

Essa história aconteceu no dia seguinte ao relatado no conto Fiquei com um travesti numa praia deserta. Como sabem sou um cara hetero que adora "ficar" com travestis em situações cotidianas. Após aquela tarde em clima de 'romance' com a Tábata, pequei seu telefone e combinamos de nos encontrar um dia depois na mesma praia. Quando cheguei ela já estava lá e maravilhosa: um biquíni minúsculo e linda, de alto astral, com cara de apaixonada. Ela me recebeu com um delicioso beijo de língua, encostando seu corpo no meu, dizendo que ficou com saudades e que de noite se punhetou lembrando de nossa transa.

Ficamos lá sentados, ora conversando, ora trocando beijos demorados e abraços cheios de tesão. Várias vezes pegava no pau dela por cima do biquíni, que ficava duro e ela não escondia mais. Ficamos neste clima, misto de putaria e romance. Perto da gente, mas atrás estava sentado na areia um adolescente magrinho, nos observando atentamente. Num momento a Tábata diz que vai pegar uma cerveja num quiosque atrás de onde a gente estava. Ela passou pelo rapaz e na volta vi que o rapaz chama ela, que fica perto dele papeando e secando seu corpo. Ela permanece um tempo lá, fica se exibindo até caminhar de volta em minha direção, agora de forma mais sedutora, rebolando para o menino.

Quando ela voltou, me disse que ele ficou elogiando muito o corpo dela, que era a mulher mais gostosa que ele tinha visto, que já tinha batido umas punhetas pensando nela etc. Confesso que quando ela me contou fiquei puto de ciúmes – mal conheci ela e já me sentia um corno. Ela percebeu (e gostou), me abraçou, me beijou gostoso e ficou se divertindo com a minha cara. Mas aquilo me deixou também com o pau doendo de tesão. Nos demos um gostoso beijo de língua e um puta amasso na frente do rapaz. Como na vez passada, fomos andando até as pedras, até um pedaço reservado e começamos a esfregação: mal tiramos a roupa, já nos atracamos e ficamos nos beijando e roçando nossos pintos... que delícia aquele sarro com ela... só depois de certo tempo que percebemos o garoto perto da gente (atrás de uma pedra), nos olhando e batendo punheta. Quando falo dele para a Tábata, ela olha com cara de safada e chama ele para perto. Tentei convencer ela do contrário, mas ela nem quis saber. Fiquei novamente puto de ciúmes (e excitado com a situação). Assim que ele chegou, ela tira a sunga dele e faz exatamente como fazia comigo: abraça o rapaz, dá um beijo de língua nele e fica roçando seu pau no pau dele. O rapaz fica ofegante, talvez um pouco assustado, mas logo ele começa a apalpar ela cheio de tesão, inclusive pegando muito no seu pau.

Ela me chama e pede para eu chupar o pau dele. Me sinto humilhado com a situação e ao mesmo tempo morrendo de tesão. Me agacho e começo a beijar aquele pau pequeno e bem duro (adoro chupar pau pequeno), caio de boca no pau dele, enquanto Tábata fica beijando a sua boca. Logo o rapaz goza na minha boca e vendo isso, Tábata começa a me beijar, disputando língua a língua a porra do rapaz. Daí começamos nós 2 a mamar no pau do cara, que logo fica duro de novo. Eu e ela chupando no pau do cara, as vezes no beijando com a cabeça do pau dele entre nossas bocas... que delícia! Gozo uma vez só com Tábata me punhetando. Ela me diz que adora me ver com um pau na boca. Aí ela fala para ele: - agora quero que você chupe o pinto do meu macho. No começo ele disse que não queria, que não era viado, aí ela pega a cabeça dele e força na direção do meu pau, enquanto chama ele de bichinha recalcada. O rapaz, ainda com cara de nojo, começa a chupar o meu pau. Logo depois percebo que era só onda: ele parecia uma putinha chupando, lambia muito a cabeça, revirava os olhos. O fato do meu pinto ser o primeiro na boca do rapaz me deixou com muito tesão. Comecei a chamar ele de putinha, de pederasta. Tábata fica atrás dele lambendo o seu cu. Ele protesta, ela não liga e de repente ela fala: - Agora o meu macho que vai te comer, seu viadinho. Bom, meu pau já estava mais do que duro, aí comecei a roçar o cuzinho dele e ele começou a rebolar para mim.

Coloquei a camisinha, enfiei a cabeça do meu pau, ele reclamou, quis que eu tirasse, até que ele parou de reclamar e começou a gostar. Tábata chupava o seu pau até ele gozar na boca dela. Eu gozei no seu cuzinho gostoso enquanto beijava a sua boca e elogiava a sua bundinha. Queria provocar um pouco de ciúmes na Tábata e aqueles elogios, juntamente com o fato de eu ter gozado no cuzinho dele, deixou ela puta de ciúmes. Ela começou a xingar o rapaz, disse para ele sair dali. Ele ficou assustado e correu. Me senti vingado. Abracei ela, que tentou se afastar, contrariada, até que ela não resistiu: nos beijamos cheios de paixão, ficamos na esfregação no mar, depois fomos para a casa dela e transamos a tarde inteira. Mas isso fica para outro conto.

 

jaime.pedro2@gmail.com

 

Fiquei com um travesti numa praia deserta

Esta história aconteceu há 2 anos e foi a minha segunda experiência com travestis. Meu nome é Jaime e desde a minha primeira experiência (que está no conto Sem saber dei uns amassos num travesti no shopping) fiquei tarado por travestis, mas minhas fantasias são sempre em situações cotidianas (não acho tão excitante pagar por um programa).

E justamente uma dessas fantasias acabou acontecendo de verdade. Bom, tirei férias do meu emprego e me dirigi sozinho a uma casa de praia da família no litoral sul de São Paulo. Já que fui sozinho, a minha expectativa era estar livre para o que rolasse – uma gatinha, uma coroa, ou na melhor das hipóteses, um travesti bem feminino e gostoso. Já estava há 4 dias lá e nada rolava. Fui sozinho a várias praias diferentes, mas como não era temporada e o tempo estava nublado, as praias estavam completamente desertas. Estava começando a ficar frustrado com a situação, mas fui relaxando e abaixando a expectativa de ficar com alguém. No quinto dia, resolvo ir a uma praia que não tinha ido ainda. A praia tinha um pouco mais de movimento que as outras, mas ainda assim, poucas pessoas. Assim que cheguei, resolvi andar na areia, perto do mar. De longe avistei uma mulher deitada na areia, o que me animou um pouco. Passei por ela e não acreditei: era uma morena clara, alta, de biquíni minúsculo e... sozinha! Fiquei nervoso quando passei por ela da primeira vez e não consegui chegar.

Meu coração disparou. Depois de chegar até as pedras na ponta da praia, comecei a voltar, agora na faixa de areia mais próxima onde ela estava. Acendi um cigarro. Quando passei por ela, ela me pediu um cigarro e me aproximei. Nossa, que mulher gostosa! Cabelos compridos e lisos, um rosto lindo de mulher, seios nem pequenos, nem grandes, mas deliciosos, coxas bem torneadas... Meu coração disparou e o meu pau ficou duro quando aos poucos fui percebendo que se tratava de um travesti! Agachei junto a sua canga (para disfarçar o volume) e começamos a conversar. Disse que seu nome era Tábata. Apesar de simpática, percebi que ela estava triste, de baixo astral. Ela me disse que acabara de terminar um relacionamento e que por isso mesmo estava dando um tempo na praia. Lembrando da minha primeira experiência, resolvi fazer um joguinho com ela: fingi que eu não tinha percebido que ela era travesti, tratando ela como mulher.

Daí comecei a elogiar ela, dizendo o quanto ela era uma mulher bonita e atraente, que antes que ela imaginasse iria encontrar quem lhe quisesse... fomos conversando e ela foi se animando, sorrindo cada vez mais. Esta seduzindo ela sim, mas mantendo um certo pudor. Percebi o quanto esse jogo excitava ela. Aí ela se levanta e pede para eu passar bronzeador nela. Nossa! Isso sempre foi uma fantasia que me rendeu muitas punhetas! Topei disfarçando o entusiasmo. Comecei a passar o protetor em seus ombros e nas costas. Tocava sua pele com muito carinho e desejo, seu pescoço, aí fui passando protetor nas 2 pernas ao mesmo tempo, da canela às coxas, me detendo próximo a bunda. Alisei bem a bunda, passando as mãos bem perto de seu cu. Na verdade o que eu fazia era apalpar ela, passar a mão com muito tesão (meu pau estava muito duro). Em seguida fiquei de frente para ela. Comecei pelos ombros, me detive nos seios, distribuindo bem o óleo no vale dos seios até o pano do biquíni, tocando muito as laterais descobertas dos seios, apalpei muito a barriguinha bem torneada, elogiando o tempo todo o seu corpo.

Passei o óleo no interior de suas coxas, mas para não acabar com aquele joguinho de eu achar que ela era mulher, decidi não tocar no seu pau (que ela escondia entre suas coxas e que eu estava morrendo de vontade de pegar...) Ela percebeu desde o início o meu pau duríssimo sob a sunga. Depois que acabei, fiquei de pé de frente para ela, nos olhamos fundo nos olhos, com as duas mãos segurei ela pela cintura, com firmeza e carinho aproximei seu corpo do meu, nossas coxas, pintos, peitos colados, ela entrelaçou seus braços no meu pescoço e olhou nos meus olhos com muita malícia, nossas bocas foram se aproximando até que nos beijamos: um beijo longo, molhado, nossas línguas se entrelaçando, enquanto nossos corpos se ajuntando mais, senti seu pau crescendo e se esfregando no meu, que delícia esse esfrega-esfrega com seu corpo besuntado do protetor... me desliguei do mundo, ficamos assim se beijando e roçando de pé por uma meia hora, até que sugeri que fôssemos ao mar e ela topou.

Era uma praia calma, sem ondas. Entramos e nos abraçamos dentro da água. Nos beijamos com muita paixão, chupava sua língua, sentindo o gosto de sua saliva, e enquanto isso ela esfregava seu corpo no meu, pressionando o seu pau contra o meu. Era um estado de prazer puro, nós 2 totalmentes entregues um ao outro. Depois ela se virou e fiquei encoxando ela por trás, meu pau roçando no seu cuzinho, minhas mãos apalpando seus seios, minha boca beijando seu pescoço, orelha... até beijar sua boca... senti que ela queria meter logo, mas falei para ela que devagar era mais gostoso, que eu queria fazer com que ela se sentisse uma verdadeira fêmea comigo. Ficamos assim nos encoxando, beijando e se esfregando muito tempo. Saímos da água e levei ela até as pedras na ponta da praia. Seguimos por um caminho entre as pedras até um lugar reservado. Começamos a nos abraçar e beijar de novo. Retirei a parte de cima do biquíni e mamei, chupei e lambi muito aquelas tetas. Mas eu estava com tesão mesmo de chupar o seu pinto. Desci a parte de baixo do biquíni e fiquei roçando aquele pau na minha cara.

Ele era lindo, pequeno mas muito duro, com a babinha escorrendo da cabeça. Dei uns beijinhos nele, lambi a babinha e ele todinho, chupando suas bolas e aí coloquei só a cabecinha na minha boca e fiquei sugando como um bezerrinho esperando o leite. Chupei tanto aquele pau, com um tesão enrustido de anos e anos, sentia o gosto daquele cacete na minha boca e ficava com mais tesão. Ela falou que ia gozar mas eu não tirei o pinto da boca até que ela gozou forte, gritando muito. Engoli toda a porra e fiquei lambendo ele mole (adoro chupar um pinto mole), até deixar ele limpinho e duro de novo. Aí foi a vez dela me chupar. Ela chupava bem devagar, como em câmera lenta, e com o pau na boca ficava me olhando com cara de safada. Enquanto engolia o meu pau, ela passava a língua em torno da cabeça dele. Ela me chupava e eu ficava punhetando ela, como era gostoso ser chupado pegar naquele pau!

Aí ela pede para comer ela. Pus uma camisinha e de pé meti devagarinho em seu cu. Que delícia! Nunca tinha comido o cu de um travesti antes. E ela me xingava e gritava: - Me come seu safado! Mete na tua putinha, seu viado! Sou tua fêmea, me come meu macho. Apoiamos numa pedra, fincando de frente um para o outro. Comendo ela de frente e punhetando seu pau, não agüentava mais de tesão. Nessa posição ficamos nos beijando até eu e ela gozarmos juntos. Fomos para a água e ficamos aí um tempão nos beijando e abraçando, como um casal de namorados.

jaime.pedro2@gmail.com

 

Inesperada iniciação em floripa, de carona

Sou um cara normal, hoje bem casado com uma linda mulher... mas já tive experiências loucas, e excitantes em minha vidinha. Sou alto, magro, cabelos compridos... e Bem masculino.

Moro em Florianópolis, SC. E Quando eu era mais novo, com uns 23 anos, costumava andar pela cidade inteira para meus compromissos através de caronas.
Eu sempre fui muito viciado em salas de chat, em especial do terra.
Já havia entrado em salas bi, gays e coisas assim, mas mais por curiosidade que por vontade. Mesmo em salas da cidade ou de relacionamento hétero, eu as vezes recebia cantadas de homens. Já havia conversado com alguns, mas sem pretensões. Apenas por respeito e educação. Só de pensar em homem eu tinha nojo.

Tudo mudou um dia de verão... em que eu precisava ir pro norte da ilha. Então resolvi pedir carona como de costume. Um carro parou, entrei. Era de um homem maior que eu, de uns 1,85m, moreno, bem arrumado. Falou que ia pra mesma praia que eu, e fomos...

Ele devia ter uns 30 anos, disse que era de SP. No caminho foi perguntando se eu tinha namorada... e começou a contar suas histórias com a sua mulher. Histórias safadas, detalhes muito excitantes... posições, roupinhas... enfim, deixou claro como gostava de comer uma mulher. E eu, ouvindo atento, ficando excitado... Até que ele soltou a seguinte frase: - e adoro fazer tudo isso com garotos as vezes também... vestidos de menininha.

Aí eu gelei... fiquei sem jeito, e tentei mudar de assunto... e ele insistiu.
Eu brochei na hora... e olhava pra fora... e ele colocou sua mãozona na minha coxa.. e falou olhando nos meus olhos: - Adorei teus cabelos compridos... deixa eu cheirá-lo vai... prometo que não farei nada que você não queira.
fiquei congelado... e ele acariciando minhas pernas...

Olhei pra ele, vi que era um homem grande e passei a achá-lo muito bonito.. mas muito estranho isso tudo. Então ele insistiu, e ... pensei que poderia ser algo divertido a parte das roupinhas.. então eu fiz que sim com a cabeça. Ele entrou no primeiro motel que cruzamos.. existem muitos nesse caminho...
E pra minha surpresa, ele estacionou o carro, e tirou uma bolsa... fomos pro quarto... e ele começou a tirar roupas de mulher daquela bolsa azul marinho.
Olhou bem pra mim e pediu que eu vestisse um conjunto com calcinha, cinta-liga, meia 7/8 e sobre tudo um vestidinho branquinho longo, compridinho... muito lindo!!... fiquei morrendo de vergonha.. e ao mesmo tempo, com curiosidade.
Fui no banheiro, me vesti... e voltei.
Ele me esperava deitado na cama... só de cueca e camiseta. Falou que me trataria com muito carinho e respeito.
Fiquei me sentindo virgem novamente... estático, sem saber o que fazer.

Ele me colocou sentado, digo, agora sentada, na cama... e sentou por trás de mim com as pernas abertas, me envolvendo com elas... enquanto fazia massagem em minhas costas... foi acariciando minha nuca, minhas orelhas... fui relaxando e sentindo arrepio ao mesmo tempo...
Até que comecei a sentir seus lábios quentes em meu pescoço... e então comecei a derreter... e ele começou a beijar meu pescoço, dizendo que estava sentindo o cheiro de meus cabelos...
Suas mãos que estavam no pescoço começaram a descer pelos meus braços... relaxei mais... e ele foi me abraçando, beijando meu pescoço... me envolvendo com seus braços, e aproximando mais seu corpo quente do meu...

Quando percebi, estava com ele completamente colado em minhas costas.. e eu já sentia seu pau esfregando na base de minha coluna...
Então "instintivamente", pelo calor do tesão que estava começando a sentir com seus carinhos... eu passei a empinar meu bumbum, que com o vestidinho apertado ficava mais redondinho que já é. Passei a sentir seu pênis esfregando em mim.. e isso me fez relaxar mais ainda.

Então ele foi me puxando de forma que ficamos deitados, em conchinha, com ele me envolvendo completamente...
Suas mãos começaram a explorar minhas pernas... e começaram a levantar o vestido... passei a sentir suas pernas tocarem as minhas que estavam com meia 7/8 branca.
Senti sua mão em meu bumbum... arrepiei por completo... agora sentia sua mão em meu bumbum e seu pau, sob a cueca, esfregando meu rabinho... comecei a rebolar com ele... que me puxava mais...

E senti sua boca descendo... pelo vão que o vestido tinha em minhas costas... e chegando na minha bundinha inexplorada... arrepiei por completo... sentindo seus lábios e língua... que com ajuda de seus dedinhos foi afastando a calcinha, que era branquinha e comportada, mas muito sensual... com rendas e uma seda indescritível no bumbum, que deixava levemente enfiadinha... que agora saia de meu corpo,que era tomado por sua língua caliente.

Ele abaixou a parte de trás da calcinha... e passou a lamber e beijar meu cuzinho me deixando mais arrepiada que nunca estive.
Então passou a lambê-lo e acariciá-lo com dedinhos safados...

A esta altura eu já estava me contorcendo de prazer... de olhos fechados, apenas sentindo meu novo dono...
que me surpreendeu se invertendo, e ficando com seu pau no meu rosto, agora que eu vi de perto... era bem maior que o meu... mas muito lisinho, bonito e cheiroso...

Então ele pediu carinhosamente para que eu o colocasse na boca... eu o fiz.
E comecei a sugá-lo, inexperientemente, mas com cuidado que eu já havia percebido ser necessário por minhas namoradas até então.

Eu chupando-o e ele acariciando meu rabinho com seus dedinhos quentes e gostosos... Chupei-o muito.. cada vez estava mais gostoso... quando senti seu dedinho com um creme geladinho... passar a explorar meu rabinho de forma mais profunda... e estranha.
Esta sensação foi demais... e passei a relaxar e a gostar de seus dedinhos, que aos poucos iam ocupando mais espaço e se multiplicando dentro de mim.

Então foi maravilhoso chupar aquele pau divino, sentindo estes novos carinhos...
Até que ele perguntou se eu gostaria de continuar... falei que sim... e ele pediu que eu montasse nele, que seria mais fácil de eu controlar possíveis dores...
Deitou de barriga pra cima, e só então quando levantei para cavalgá-lo, que reparei que havia um espelho enorme sobre nós...
Ele tirou o meu vestido, me deixando exposto apenas com calcinha, cinta, meia e bustiezinho... Me vi no espelho e me achei realmente muito feminina... linda. Tirei a calcinha...

Coloquei camisinha... Comecei a sentar sobre seu pau... que foi entrando beeem lentamente em meu buraquinho inexperiente...
Senti uma dor de leve... parei e ele falou para relaxar e esperar um pouco até passar... sem descer mais... relaxei e continuei mais um pouco.. estava quase no meio... doeu muito... parei, saí... ele disse para eu fazer força como se estivesse colocando para fora, mas com ele entrando... eu fiz... e realmente passou um pouco a dor e ele entrou mais fundo...

Neste ponto eu já passei a cavalgá-lo.. e cada vez que voltava ele entrava um pouco mais em mim... até que entrou por completo... e passei a sentí-lo inteiro, quente e gostoso dentro de mim...

Quando eu estava mais relaxado... e já sentindo prazer com minha nova experiência... ele me empurrou pro lado, tirou sua camiseta... e pude ver melhor seu tórax lisinho e definido... eu acaricie-o... dei uns beijinhos no seu peito, pois o achei lindo... e ele me virou de costas... me colocando de 4 sobre a cama...
Me segurou pela cintura e começou a encaixar em mim nesta posição...
Começou a me chamar de menininha gostosa enquanto metia... cada vez mais forte e mais rápido... e eu passei a delirar de prazer... e a rebolar em seu pau... pedindo mais e chamando-o de meu gostoso! Ele acariciava e puxava meus cabelos.. então entendi seu fascínio...

Após um bom tempo assim... eu cansei de ficar de 4... e pedi pra mudarmos de posição.. ele me colocou deitada de barriga para cima... afastou minhas pernas, levantando-as e ... veio com carinho pra cima de mim... Me vi então vestida de mulher, sendo comida como franguinha com um homem sobre mim... ele com costas largas e fortes... me possuindo maravilhosamente!
Ele foi entrando em mim e eu gemendo... só de prazer agora...

Ele olhando nos meus olhos... me chamou de linda, me deu um beijo ... e senti um calor dentro de mim...
Gozou maravilhosamente. E eu delirei ao ver isso... ao ver seu prazer... gozei junto... mesmo estando de pau mole o tempo todo. Nunca tinha ejaculado de pau mole... foi muito estranho e gostoso.

Ficamos abraçados um pouco.. relaxei, não sei se adormeci. Percebi que ele começou a tirar o restante de minhas roupinhas... me pegou no colo, e me levou para a banheira, que estava cheia e quentinha... entrou comigo e fiquei sentada com ele por trás... me beijando o pescoço... e falando como eu era gostosinha...
Me fez massagens... relaxei assim... Até sentir seu pau ficando novamente duro por trás de mim...
Mas a esta hora fiquei preocupado com o horário.. e lembrei-o que eu estava indo para um compromisso...
Ele olhou com cara de pidão... e eu comecei a masturbá-lo dentro da banheira...
e ele acariciando meu cuzinho novamente...

Assim ele parou minhas mãos... com as suas... me abraçou forte... e me trouxe pra fora, me envolvendo em uma toalha. senti seu corpo, e vi que ele era realmente maior que eu... senti seu pau roçar minha perna e começando a amolecer...

Abraçados, ele me agradeceu, me beijou e perguntou se eu havia gostado.
Respondi que não sabia... mas que tinha sido muito gostoso.

Nos vestimos, saímos do motel... ele me levou até meu compromisso... e ele se foi... e eu passei um dia sem saber o que havia acontecido... se era sonho ou realidade, estasiado. Já longe... lembrei que não trocamos contatos... e eu nunca mais o vi... tentei pedir carona no mesmo lugar... rsrsrs fui na praia onde ele falou que estava com sua família... mas não o vi mais.

Desde então eu passei a ter curiosidade .. e descobri meu lado CrossDresser (CD)...
que só aparece quando estou acompanhado... Mas não encontrei mais homens dispostos a ter um prazer deste comigo... e procuro até hoje um homem carinhoso que me satisfaça desta forma...

Se você for este homem, me escreva: ceu_azu@hotmail.com ou procure ceuazul no sexlog.
Pois mesmo casado com mulher, este desejo de remember, eu sendo a mulher, me encanta... e que isto seja nosso segredo.

http://www.sexlog.com.br/ceuazul

 

Aline – 2ª parte

Olá, sou a Ana e aqui estou com a segunda parte da história da Aline.

Tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus casos pessoais. Tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo depende do tempo que tenha para escrever.

Como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade, sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser diferente.

Continuando o relato:

 

“Oi gente, sou a Aline e estou de volta para contar a segunda parte da minha história.

Depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais calminho e cheio de atenções para comigo.

Tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme pornô, sobre lésbicas e sexo em grupo.

Não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que mal tem?

Na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. Até sugeriu que ela fosse a minha amiga Patricia.

Bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela, eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente na sua cabeça.

Convém esclarecer que a Patricia no momento vive só, depois de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros homo. Sim, porque ela também tem tendências homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é outra história.

Então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e concordei:

- Tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma condição! Eu é que faço as regras e só será feito o que eu mandar!

Ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar conosco, de poder comer as duas.

Falei com a Patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira à noite em casa dela. Chegados lá, conversamos, bebemos e aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa. A Patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas. O Mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas, mãos e bocas explorando o corpo da outra.

Na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra, enquanto os dedos penetravam nela. Aí o Mauro se juntou a nós e logo queria se atirar à Patricia, mas eu mandei que ele ficasse de pé na minha frente. A Patricia se deitou de costas, eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha. O Mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei ele chegar perto. Pegando na vara dele, comecei a lambê-la, desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. Em seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. Estava morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o Mauro começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na minha boca. Senti seu leitinho quente e engoli ele até a última gota, sem parar de mamar.

Aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar entre minhas pernas e lamber minha rata. Ele não gostou muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a Patricia, queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu. Então ele fez o que mandei. Ajoelhando entre minhas pernas, baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o clitoris, lambendo e chupando. Ao mesmo tempo introduziu o polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a lingua no clitoris. Eu delirava de prazer, estava a ser bom demais.

Aí fiz sinal para a Patricia e ela já sabia o que fazer.

Ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim. Então pegando num cinto com um consolo encaixado, aproximou-se do Mauro. Ele na posição em que estava, de joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo, detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. Ele ao sentir o corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar, protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas pernas, apenas dizendo:

- Sou eu quem faz as regras, lembra?

Ele não gostou muito, mas tinha concordado com as condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse.

Aí a Patricia apontou o pau na entrada do cu dele e lentamente foi empurrando. Ele gemeu, sua boca enterrada na minha buceta. O consolo dela era bem grande, acho que uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. Quando a cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um pouco. Ela sabia como fazer, tinha experiência. O Mauro suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. A Patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas do consolo batendo na entrada. Pronto, já estava. Deixando ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. Então começou um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma enfiada até o fundo.

Reparei que ele começou a gostar. Seus gemidos já eram de prazer. Sua boca chupava minha buceta com mais força, seu dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. Eu via o rosto da Patricia enquanto ela comia o cu dele. Ela estava extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. A visão que ela tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. Eu também não aguentei mais. Ao ver ela gozar e com as caricias que meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho ejacular da minha racha direto à boca dele.

Caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. O Mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. Começou a acariciar a Patricia e preparava-se para a montar, mas eu mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e ele fazer com ela o que tinha feito comigo. Mais uma vez ele não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu relembrei as regras.

A Patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e ele ajoelhou entre as pernas dela. Agora para além da xota dela, tambem tinha um pau para mamar. E ele começou. A lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele.

Entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da Patricia, ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. Também queria saber como era comer um cu de homem. Só depois de o colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a Patricia tinha usado, uns 22x6 cm. Mas já que estava colocado, era hora de o usar. Vi que o Mauro continuava chupando o consolo da Patricia e aí com as mãos abri sua bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto, embora não fosse o bastante para o meu consolo. Encostando a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. Ele urrou, o pau era grosso demais, mas eu não estava nem aí. Lentamente fui metendo até sentir a resistência diminuir. Pronto, estava dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada do cu. Aí parei, deixei ele acostumar.

Com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro como nunca tinha sentido. Ele gemeu. Tinha uma mão enrolada no consolo da Patricia e a boca enterrada na xota dela. Aumentei o ritmo da punheta e ele começou a mover-se, para trás e para a frente. Eu acompanhei o movimento, meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. Tirava fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho até o fundo. Agora eu entendia o extase da Patricia, entendia o porquê da cara de gozo dela. Estar assim comendo um cu nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação era boa demais. Aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso.

Começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes. Iamos gozar.

Eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre minhas coxas e ouvi um gemido rouco da Patricia, de alivio. Na minha mão senti o caralho do Mauro latejar, expelir seu leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais.

Cansado ele se deixou cair em cima da Patricia, eu acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. E ficamos ali, ensanduichados, cansados.

Depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para voltar para nossa casa.

Aí perguntei para ele:

- Então, foi bom este sexo a três, esta orgia?

- Poxa, meu cu doi para cacete. Acho que está todo rebentado!

- Pois é meu querido, tudo tem um preço. Você não queria saber como é estar com duas mulheres? Agora já sabe!

E voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar.

Durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas depois...”

 

E aqui fica a conclusão deste relato.

Espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né?

 

Até a próxima

 

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª parte

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato (porque o aqui posto são relatos e não contos). Depois dos meus últimos “Uma lufada de ar no casamento” e “Psicóloga- Dupla Penetração”, recebi montes de e-mails de leitoras e leitores me felicitando e pedindo conselhos sobre como confessar suas fantasias aos parceiros e qual a melhor forma de as realizar.

Também recebi e-mails de leitores escandalizados, afirmando que não é natural macho ter prazer em ser penetrado, que o natural é serem eles a penetrar, que isso é coisa de gay.

Eu não quero entrar em polémicas, acho que cada um sabe quais os seus limites, mas não posso deixar de dizer que também não é natural que nós mulheres façamos oral e anal e vocês morrem de desejo que o façamos. Se na volta também gostamos de comer os vossos rabos, qual o problema?

Ao longo da minha vida profissional, consultei inúmeros casos de homens que confessam ter essa fantasia mas têm receio de serem julgados homossexuais pelas companheiras. O que sempre lhes digo é que a homossexualidade existe quando dois seres do mesmo sexo sentem atração. Homem sentir prazer no ânus, gostar que a companheira o toque ou penetre, não tem nada a ver com o facto, é apenas uma zona erogena que todos nós temos.

 

O relato que agora posto aqui, foi-me confidenciado por uma cliente e que me autorizou a fazê-lo desde que altere locais e nomes. Não estou a violar qualquer ética ao fazê-lo e achei interessante. O relato é apresentado na primeira pessoa, como gosto de o fazer.

 

“Oi gente, chamo-me Aline, 28 anos, casada faz 5. O meu relacionamento com meu marido sempre foi bom, com optimo sexo, sem problemas.

Tenho uma amiga intima de infância, a Patricia, com a qual me relaciono no dia a dia e somos confidentes uma da outra.

Fisicamente somos ambas parecidas. Ambas temos um corpo bem modelado, com tudo no lugar, cinturas bem definidas, seios fartos, bundas bem proporcionadas, rostos bonitos, cabelos pelos ombros, apenas diferentes na cor. O meu é acobreado e o dela é castanho. Enfim, temos aquilo que os homens gostam de ver, pelos olhares que nos deitam.

Meu marido é bem parecido, educado e sempre atencioso comigo, muito delicado comigo na cama. Nunca se aventurou em nenhuma fantasia e eu respeito sua opção.

Uma tarde em que minha amiga me visitou, depois de uma conversa bota fora, me confidenciou que meu marido tem dado em cima dela. Que a come com os olhos, que já lhe fez algumas insinuações.

Eu fiquei arrasada, não esperava isso. Afinal o que ela tinha que eu não tenho?

Como amiga que é, queria saber o que deveria fazer, se deveria de deixar de frequentar a minha casa, porque a nossa amizade era muito importante para ela e não queria criar problemas entre nós.

Depois de pensar um pouco, eu lhe disse para dar corda a ele, para ver até onde ele queria ir, quais as suas intenções.

Dias depois ela me liga contando que ele tinha marcado sabado à noite com ela, que queria visitá-la em casa dela. A Patricia no momento vive sozinha, depois de um relacionamento falhado. Vive algumas quadras depois do nosso apartamento.

Aí eu lhe disse para ela confirmar com ele, que o iria receber, para deixar que ele fizesse o que queria.

A semana passou e meu marido continuava com a mesma toada comigo, delicado, amigável, sem mostrar nada.

No sabado, ele durante uma conversa casual no almoço, informou que de tarde iria sair com uns amigos, para ir ver um jogo de futebol, que voltaria tarde, de noite. Ele sabe que não gosto de futebol e que nunca o acompanho aos jogos, então eu disse que estava bem, que iria aproveitar para ver um video.

Oito horas da noite, batem à porta da Patricia, era meu marido, com um ramo de flores e uma garrafa de vinho.

À média luz, conversa atrás de conversa, copo atrás de copo, ele confessa que sempre se sentiu atraído por ela, que tinha muitas fantasias com seu corpo, que sonhava o que poderiam fazer juntos na cama. Aproveitava qualquer momento para a acariciar e dava para notar o volume na calça, estava excitado demais.

Aí a Patricia o levou para o quarto, que estava apenas iluminado por uma ténue claridade e o ajudou a despir sentindo seu pau bem duro de teso. Então ela pediu para ele se deitar na cama e esperar, que iria se trocar, que voltava logo.

Ele se deitou de costas na cama, o pau bem no alto e foi acariciando ele, sonhando com o que iria fazer em seguida.

Viu ela na porta, voltando, e na obscuridade notou que ela já vinha nua, os contornos bem definidos. Ela se deitou ao seu lado e ele foi invadido pelo seu perfume, o que o deixou ainda mais excitado. Começou a beijar seus seios, chupando os mamilos bem duros, enquanto as mãos percorriam o corpo. Sua boca foi descendo em beijos curtos, pelo peito, barriga...até chegar ao clitoris dela. Delicadamente sua lingua afagou ele, rodeando-o, molhando-o, sentindo ele se entesar, surgir bem firme por entre as pregas. Como os lábios prendeu ele, enquanto a lingua continuava acariciando. A Patricia gemia de prazer, estava a ser muito gostoso. Ele não ficou por ali, sua lingua desceu, percorrendo toda a racha dela, descendo por um lado e subindo pelo outro...depois penetrando na gruta úmida, profundamente. Aí desceu mais um pouco, sua lingua foi até o ânus dela e com a ponta bem dura penetrou-o, simulando uma cópula, um vai-vem. Aproveitando o facto do cuzinho estar bem lubrificado, introduziu o dedo médio nele, devagar até atingir o fundo, enquanto a lingua retomava as caricias no clitoris. Lambia e chupava a racha enquanto movia o dedo no cuzinho.

Ela estava louca de tesão, levantando as ancas, se oferecendo, gemendo roucamente...a respiração bem rápida, até que não aguentou mais e gozou forte, em espamos.

Aí, ele se deitou de costas e pediu para ela chupar seu pau. Ela se encaixou entre as pernas dele e com a lingua acariciou a cabecinha do membro, descendo por um lado e subindo pelo outro, depois as bolas, chupando uma de cada vez. A lingua subindo de novo pelo pau bem úmido, a boca abrindo-se e engolindo ele o mais possivel, e logo iniciando um vai-vem, chupando sempre, enquanto a mão se apertava na base, punhetando.

Ele estava doido de tesão e deitando-a de costas, saltou-lhe em cima, enterrando o pau todo de uma vez na racha úmida, quente, apertada. Com flexões bem rápidas, o caralho dele subia e descia, as bolas batendo na entrada da racha, para logo quase sair fora, durante largos minutos. Não tardou para que ambos gozassem. A respiração dele ficou rouca, os movimentos mais rápidos e com um gemido profundo, se enterrou todo nela e ejaculou forte, enchendo a xana dela de nhanha, desencadeando a reação dela, que de novo gozou, seu leitinho afogando o pau ele.

Ele caiu de costas, ao lado dela, cansado, retomando forças.

Não tardou que o tesão voltasse de novo. Aquela era a noite da sua fantasia, com a qual tinha sonhado tanto. Estar ali com a amiga da mulher, podendo fazer o que quisesse, era demais, um sonho que pensou ser impossivel.

De novo começou a acariciar ela. Os seios, a xota bem molhada. Aí murmurou baixinho: - Queria comer teu cuzinho, posso? Ela num murmúrio rouco respondeu: - Pode, mas vai devagar.

Ela se colocou de quatro, a bunda no alto. Ele se posicionando por trás, acariciou aquelas nadegas tão desejadas, tão olhadas através do tempo. De novo sua lingua se enterrou no cuzinho dela, rodando, entrando. Depois introduziu um dedo. O cuzinho já estava meio aberto pela caricia anterior e entrou facilmente. Aí ele usou dois dedos, enterrando lentamente, até sentir que o esfincter dela se abria e os rodou nele, movendo, até sentir seu ânus bem aberto...

Estava na hora. De joelhos por trás dela, apontou a cabecinha do caralho no cuzinho e lentamente a meteu. Ela gemeu, a mão dela empurrando-o para trás, para ele ir devagar. Cuidadosamente ele foi introduzindo, sempre atento aos gemidos dela, até que seus colhões bateram na entrada. Pronto, estava todo dentro, sua barriga colada, esfregando, as nadegas macias dela. Aí deixou que ela se acostumasse ao volume dentro dela, enquanto acariciava suas costas, os seios.

Ela sentia seu cuzinho todo aberto, como se fosse rebentar, mas lentamente o incomodo virou prazer. E foi ela mesmo quem iniciou o vai-vem. Não era ele quem estava fodendo seu cu. Seu cu é que estava fodendo o pau dele.

A tora dele deslisava bem, quase saindo fora, para logo se enterrar todo. As mãos dele na cintura dela, ajudando os movimentos. Os dois gemiam de prazer, cada um querendo mais que o outro.

Aí ela saltou fora e fazendo ele ficar deitado de costas, colocou-se sobre o pau, de costas para ele, e sentou-se nele, até esmagar os colhões, iniciando um sobe e desce rápido, seu cu fodendo aquela vara dura e tesa. As mãos dele nas nadegas dela ajudavam o sobe e desce e bem ritmados, sem parar, se fodiam mutuamente até que ele não aguentou mais e explodiu, enchendo seu cuzinho de esporra quente, ao mesmo tempo que a racha dela gozava de novo, sua nhanha escorrendo por entre as coxas, encharcando os tomates dele.

 

Exaustos, cairam cada um para o seu lado, ofegantes.

Ele de lado, afagando seu seios, murmurou:

- Foi muito bom, você é incrivel! Podemos repetir noutro dia?

Ela respondeu:

- Ah, concerteza, basta que você queira! Porque não pediu para fazermos assim mais cedo?

Aí acendeu a luz do quarto.

A Patricia estava de pé, encostada na ombreira da porta. Quem estava deitada na cama com ele...era eu, a Aline, sua esposa!

Ele saltou da cama num pulo acrobático, os olhos arregalados, sem querer acreditar.

Tinha sido uma armação combinada entre eu e minha amiga Patricia.

Ele envergonhado, me pediu perdão, que o que fizera fora o realizar de fantasias, que me amava, que nunca imaginara que eu fosse capaz de realizar todos seus desejos.

Eu perdoei ele. Era meu marido, de quem eu gostava, mas fui logo avisando que não toleraria mais traições, mas que também tinha adorado aquela noite, que tinha sido muito bom.

Então voltamos para nossa casa, depois de eu agradecer à Patricia, e lá voltamos a repetir o que fizeramos.”

 

E pronto, aqui fica a primeira parte deste relato.

Como psicóloga, o que constatei é que quase sempre procuramos fora aquilo que temos em nossas casas...basta saber chegar lá.

Breve voltarei com a segunda parte deste relato.

Até lá.

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Dupla Penetração

Olá, quem leu meu anterior conto sabe que me chamo Ana e sou psicóloga, sexóloga e conselheira matrimonial.

No último conto contei como venci todas as barreiras e passei a ter uma vida sexual rica em pormenores e plena de satisfação.

Aqui estou de novo para contar um outro episódio.

 

Num fim de semana quente, eu e meu marido resolvemos fazer algo diferente e fizemos camping numa cachoeira. Lugar maravilhoso com águas limpidas e tépidas, arvores e um gramado lindo e mais importante, deserto, sem vizinhos barulhentos ou poluidores.

Com toda essa liberdade, quase não usavamos roupas e assim satisfizemos uma das nossas fantasias, nudismo ao ar livre.

 

Na primeira tarde, depois de nos termos banhado nas águas correntes, ficamos deitados na grama, meio adormecidos sentindo as caricias do sol na pele molhada. Não tardou que iniciassemos caricias, beijos...

Eu estava deitada de costas e aí meu marido se colocou sobre mim, mas em posição invertida, vulgo 69. Aí senti sua lingua tocar meu clitoris, primeiro ao de leve e depois mais rápido. Eu levantava a anca me oferecendo a ele, minha xota começando a fervilhar de tesão. Ele sem parar deslisava a lingua pelos lábios dela e indo mais abaixo até meu cuzinho, rodando a ponta da lingua na entrada dele, aos poucos penetrando. Eu entrei em êxtase, gemendo de prazer.

Na posição que estavamos, ele invertido sobre mim, seu pénis estava sobre meu rosto, teso, latejante. Comecei a acaricia-lo, a mão punhetando enquanto a lingua se enrolava ao redor da cabecinha e percorrendo todo ele até suas bolas, para logo voltar à cabecinha, engolindo, chupando. De novo a lingua percorreu toda a extensão do membro, detendo-se um pouco nas bolas, para depois continuar o caminho pelo escroto até seu cu. Tal como ele fazia comigo, minha lingua rodava na entrada do dele, molhando, entrando o mais possivel. Ele ao sentir minha lingua penetrando seu cu, gemeu de prazer e aumentou o ritmo das caricias na minha racha, a lingua penetrando profundamente nela. Com seu ânus molhado, apontei e enterrei nele meu dedo médio, lentamente até atingir o fundo, a boca de novo no pau, mamando com gosto. Com ritmo, movia o dedo em seu cuzinho num vai-vem certinho com o meu chupar. Ele gemia de prazer ao sentir a dupla caricia. Mamada no pau e dedo no cu.

Ele não quis ficar para trás, lambia e chupava meu clitoris e também enterrou seu dedo no meu cuzinho. Os dois loucos de tesão, cada um procurando dar mais prazer ao outro enquanto sentiamos também.

Não aguentamos muito esse prazer. Senti que ia gozar e aumentei o ritmo das caricias nele. Meu dedo bem rápido enrabando seu cu que se apertava forte, o pau tocando na garganta enquanto chupava sem parar. Senti que ele também aumentou o ritmo lá embaixo. De um dedo ele tinha passado para dois dedos enfiados no meu cu e também me enrabava sem parar, enquanto chupava meu clitoris duma forma gostosa.

Gozei! Gozei uma, duas vezes seguidas..

Ao mesmo tempo senti o latejar mais forte do pau dele e logo de seguida minha boca foi inundada de esperma quente e saborosa, que engoli sem parar de chupar.

Cansados deixamo-nos cair lado a lado, trocando beijos e caricias.

 

Não tardou que seu pau se entesasse de novo. Ele queria mais, e eu também!

Então me coloquei de quatro, a bunda bem empinada, oferecendo minha xota para ele, que duma só vez penetrou até o fundo, iniciando um delicioso vai-vem nela.

Na minha cabeça surgiu uma fantasia que ainda não tinha realizado.

Como já contei, nas nossas relações passou a ser frequente o uso de consolos, que habitualmente eu uso para comer o cuzinho dele. Muitas vezes ele também gozou no meu cu, mas sempre com seu pau. Aí quis saber que prazer dá sentir um consolo enfiado nele e pedi para ele fazer isso.

Então ele pegando no toy grandão que eu usava nele, melou ele com lubrificante e apontou a cabecinha na entrada do meu rabo, começando a introduzir. Nossa, ele era bem grosso e doía pra caramba e pedi para ele ir bem devagar. Meu cu estava meio aberto pelo uso dos dedos dele, mas o toy era grosso demais, bem mais que o paude verdade dele. Ele não me queria causar dor e foi muito carinhoso. Metia um pouco e retirava fora, depois metendo de novo mais um pouco, até que meu cu se acostumou a ele e senti ele entrar até meio. Lentamente ele foi empurrando até que senti que estava todo dentro. Senti meu cu esticado ao máximo, mas a sensação era gostosa. Agora eu entendia porque ele gostava tanto que eu penetrasse seu cu com aquele consolo. Era bem gostoso!

Com o toy todo enterrado na minha porta traseira, ele enfiou seu pau de verdade na minha xota, até os colhões baterem na entrada.

Já estava! Eu estava a ser duplamente penetrada e era bem gostoso.

Meu marido segurando o toy com uma mão, a base colado na barriga dele, começou a foder minha xota em ritmo rápido, e claro, o consolo se movia junto.

Sentia os dois paus me penetrarem em conjunto, os dois buracos bem preenchidos e gemia de tesão. A sensação era boa demais e eu incentiva ele:- Vai meu querido, me fode! Foda minha racha e enrabe meu cu sem parar.

Eu me movia junto com ele, indo à frente e recuando, deixando que os paus se enterrasem bem fundo em mim.

Senti um calor me percorrendo. Sentindo que ia gozar, aumentei o ritmo do meu vai-vem e não tardou que minha xana explodisse em gozo. Enchi o pau dele com o meu leitinho.

Ele arfava, gemia de prazer. Cada vez mais rápido me penetrava. Os dois paus quase saiam fora para logo baterem no fundo. E aí gozou também. Colando a barriga nas minhas nadegas, gozou bem dentro de mim, o pau expelindo leitinho em espamos. Eu apertei-me o mais possivel. Minha xana apertando seu pau, não o querendo soltar. Meu cu todo fechado sobre o toy enterrado nele até o anel.

Foi maravilhoso. Não sei porque ainda não tinhamos experimentado assim, mas sabiamos que agora tinhamos mais uma variante para o futuro.

Depois de tanto gozo, tantos fluidos correndo pelos nossos corpos, a agua da cachoeira era convidativa demais e mergulhamos nela, deixando que refrescasse nossos buracos que ferviam.

 

Somos ambos heterossexuais, não queremos relações homossexuais, nem grupais, mas sabemos fazer uso dos nossos recursos e usamos eles ao máximo sem tabus ou pudores.

Como conselheira matrimonial, sempre dou como conselho aos meus clientes que dentro das paredes de uma relação verdadeira, não existem limites para as fantasias. O limite está no querer de cada um e sendo de comum acordo não há nada que seja menos próprio ou vergonhoso.

Usem seus recursos e gozem.

 

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Uma lufada de ar no casamento

Olá, me chamo, digamos, Ana, 33 anos casada, com uma filha. Sou psicóloga, sexóloga e consultora matrimonial em Santa Catarina.

Para quem me ler, poderá pensar que este site não é o mais indicado para o que vou transmitir, porque o usual aqui são contos mais ou menos fantasiados e relatos eróticos de experiências vividas. Mas como até no deserto crescem flores, porque não inserir aqui a minha experiência profissional e privada e com isso ajudar outras pessoas?

Ao longo da minha vida profissional atendi muito casal com problemas no casamento, perspectiva de separação, incompatibilidades, etc.

A minha clientela é média-alta, geralmente gente formada e estável financeiramente, mas com os mesmo problemas no lar das outras classes mais baixas.

O meu método de trabalho consiste em primeiro ouvir os dois juntos e depois cada um separado para estabelecer um perfil do casal e quais os problemas que os afectam.

Na maioria dos casos, ela se queixa que o marido já não olha para ela com a mesma atenção de antes, que o surpreende a olhar para outras mais novas, que no sexo é rápido e conciso dormindo logo de seguida e que mostra um certo desinteresse em o fazer. Quase sempre suspeitam que ele tenha um caso com outra.

Já ele se queixa que a esposa relaxou e se acomodou, sem cuidar do visual, quase sempre engordando e que em matéria de sexo nada faz para manter a chama acesa e nas poucas vezes que o fazem é sempre algo repetitivo e sem graça porque ela parece fazer sacrificio e o importante é acabar logo rapidinho.

Posso afirmar que mais de 80% dos casos são idênticos. Consequências de rotinas, falta de diálogo, tabus e comodismo na relação.

 

Então fiz algo que nunca tinha feito e me auto-consultei.

Como falei atrás, sou casada com um advogado muito certinho, que cuida da sua aparência cuidadosamente, sempre de terninho e gravata. Devido às nossas profissões, sempre temos relatórios para ler à noite e depois deitamos tarde e o sexo quando acontece é rápido e objetivo. É para ser feito e pronto.

Baseada nos relatos da clientes, comecei a observar que o meu marido também olhava com olhar de despe-despe para garotas que se cruzavam conosco, na rua ou noutro local. Comecei a interrogar-me o que estava de errado comigo. Sempre me arrumo direitinha, penteada, cheirosa, com maquiagem, mas não o via olhando para mim com aquele olhar de desejo.

Aí, nua em frente ao espelho analisei-me. Até que não estava mal mas notei que engordei bastante depois do parto e tinha perdido aquela firmeza nas coxas, com elas bastante gordas e balofas ao ponto de roçarem uma na outra na cava. Deitando e abrindo as pernas, não gostei de ver. E logo eu que antes tinha coxa firme e bem definida.

Tinha ganho pneus na barriga que se acentuavam bastante quando sentada e mesmo deitada espalhavam-se para os lados. Mesmo de pé, a barriga não era lisa como uma tábua mas formava várias pregas desde o umbigo até o púbis. Deitada de costas, se levantava os joelhos ainda se acentuavam mais. Olhando de costas também não gostei. Elas estavam largas, os pneus saindo para os lados da cintura, a bunda um pouco balofa.

Então decidi dedicar um pouco mais de tempo a mim e comecei a frequentar o ginásio 3 vezes por semana, malhando duro.

Os resultados não tardaram a ser visiveis. Recuperei a firmeza das coxas, a barriguinha ficou mais firme sem pregas, os pneus foram diminuindo, a bunda mais firme e musculada.

Aí tive que trocar o meu guarda roupa e claro, o meu marido reparou. Pelo canto do olho verifiquei que ele já me olhava como antes, com aquela sensação deliciosa de despe-despe.

 

Estava na hora de aquecer o nosso relacionamento sexual e sem me fazer rogada, parti para a batalha. A forma como faziamos amor, geralmente era muito certinha sem grandes variantes e para mim estava bom assim. Dava mais conselhos às minhas clientes do que aplicava em mim na prática.

Claro que já tinha feito oral com ele, mas geralmente ele ficava de pé e eu ajoelhando na frente lambia e chupava até o fazer gozar. Anal nunca tinha experimentado.

Mais confiante no meu corpo (porque é algo muito importante, gostarmos do nosso corpo) decidi ser mais aventureira. Numa noite em que ele estava deitado de costas, lendo um relatório na cama, comecei a beijá-lo. Primeiro na boca, depois fui descendo pelo peito, barriga, até chegar no seu membro. Aí usei a lingua na cabecinha dele e deslisando por ele até a base e voltando. A respiração dele ficou mais forte, ele estava gostando. Os dedos dele entrosados no meu cabelo, a pressão sobre a minha cabeça, me davam indicações do quanto gostava. Quanto mais forte a pressão, mais ele gostava. Comecei a brincar com a lingua nas bolas dele e a pressão dos dedos aumentou. Descendo mais um pouco, a lingua acariciando o escroto, o espaço entre as bolas e seu ânus. Ele gemia baixinho, estava adorando. Então fiz algo inédito e levei a lingua até seu ânus, lambendo ele, penetrando. Ele gemeu alto, as mãos apertaram minha cabeça com força. Ele estava louco de tesão. Com as mãos abri bem as suas nadegas e enterrei minha lingua em seu cu bem aberto iniciando um vai-vem ritmado. Seu pau ficou duro como rocha, latejando de tesão. Aí experimentei introduzir o meu dedo médio em seu cu molhado enterrando ele todo enquanto abocanhava seu pau chupando sem parar. Movia o dedo no cu simulando uma cópula enquanto minha boca aspirava o pau para minha garganta.

Ele não aguentou muito tempo. Gozou como eu nunca tinha visto, enchendo minha boca de leite quente e espesso. Seu esfincter apertando meu dedo não o querendo soltar, até ele cair de costas exausto.

Olhando seu rosto, notei que estava um pouco constrangido, envergonhado por ter sentido tanto prazer daquela forma. Como profissional habituada a lidar com aquelas situações, perguntei:- Vc gostou? – Muito, respondeu ele, embora desviando o olhar. Mas se vc queria algo assim, porque nunca pediu? – Vergonha, respondeu ele, medo da minha masculinidade ficar em causa! – Querido, dentro das nossas paredes nada é proibido, desde que ambos queiram. Eu tenho o maior prazer em dar prazer a vc.

Como todo o mundo sabe, o ponto G do homem está localizado dentro do ânus, então não é de estranhar o prazer que eles sentem em serem tocados ou penetrados. Tem aqueles que admitem o fato e aqueles que por preconceito ou medo de serem julgados nunca admitiram, embora já tenham experimentado introduzir um dedo ou algo nele.

 

A partir daí, as nossas relações ficaram mais intensas. Eu sempre estimulava seu ânus e era recompensada com um pau bem duro e teso.

Então decidi que poderia ir mais além. Sem nada lhe dizer fui numa sexshope e escolhi 3 dildos. Um comprido e fino, um plug anal fino na ponta, depois alargando e estreitando de novo, com base larga para não deixar ele entrar todo. Finalmente uma calcinha de silicone com um dildo muito realistico acopulado, grandão, com cabecinha vermelha e bolas. Era cor da pele e com veias como se fosse de verdade. Para além disso tinha um pequeno reservatório que podia ser cheio de liquido e que pressionando um botão ejaculava como de verdade.

Nessa noite, enquanto ele tomava banho, vesti a calcinha e esperei por ele na cama, o pau bem teso, em toda seu magnitude. Quando ele voltou e me viu, engoliu em seco sem saber o que dizer. Como sempre fui muito directa, perguntei:- Olha querido, comprei estes brinquedos para nós. Vc quer? – Ele respondeu que sim.

Então fiz como já era costume, lambi seu pau e seu cu deixando-o molhado e com desejos. Ele ficou de quatro, de costas para mim e iniciei um roço nos tomates dele com meu toy, a cabecinha acariciando seu rego, seu cu. Ele gemia de prazer, empinando bem a bunda. Aí pegando o dildo mais fino, com bastante lubrificante, apontei-o em seu cu e fui metendo. Ele era bem mais grosso que meu dedo, uns 16x2,5 cm e custou um pouco a entrar mas devagar e calma meti-o todo. Vc tá gostando? Perguntei – Sim, gemeu ele, não pare! Então retirei ele fora para logo meter de novo, todo de uma vez. Eu olhava extasiada aquele dildo bem grande desaparecer todo em seu cu. Minha racha fervia de tesão. Vendo que seu cu estava bem aberto, era hora de usar o grandão acopulado na minha cueca. Melando-o bem com lubrificante, pedi para ele empinar bem e abrir as nádegas e apontei a cabeça dele na entrada do cu que piscava, abria e fechava. E fui empurrando. Ele era bem grosso, bem mais que o dildo inicial, uns 18x5 cm, a cabeça mais saliente que o corpo dele e pensei que não ia conseguir penetrar. Meu marido gemia, suava e pedia para ir devagar. Até que a cabeça conseguiu entrar e meti até meio. Tirei fora e vi que seu cu estava todo aberto como eu nunca imaginaria, e meti de novo. Desta vez foi até o fundo. As bolas bateram na entrada dele, minha barriga se esfregando nas nadegas dele. Eu morria de tesão. A base do pau acariciava meu púbis. Iniciei um vai-vem comendo seu cu e sentia como se o pau fosse meu de verdade. Não tardei a gozar, mas sem parar de enrabar aquele cu maravilhoso. Ele gemia de prazer, seu pau duro enquanto eu o punhetava. Ele não aguentou mais. Ser enrabado e punhetado foi demais para ele e explodiu num orgasmo forte enquanto eu enterrava o meu pau todo em seu cu.

Então tirei ele fora e troquei pelo plug que tinha comprado. Enterrei-o até o fundo e deixei-o lá metido e aí pedi: Agora é minha vez, foda meu cu também. Nós nunca tinhamos feito algo assim, meu cu era virgem, mas depois de ver ele gozar, também quis experimentar.

Então ainda com a cueca-dildo enfiada (ela tinha aberturas atrás de acesso) coloquei-me de quatro e ofereci minha bunda para ele. Seu pau estava todo melado e ele foi logo metendo ele. Doeu pra caramba, era a primeira vez, mas nao quis ser fraca e incentivei-o: Vai querido, me fode, coma meu cu. Senti sua barriga colar em mim. Meu cu parecia que ia rebentar, mas logo se acostumou e ele começou um vai-vem como eu tinha feito com ele e era gostoso demais. Meu marido estava adorando. Para além de estar comendo meu cu, também tinha o plug enterrado no seu e aí sentia prazer dobrado.

Mais uma vez eu morria de tesão. Na posição de quatro como estava, via o dildo acopulado em mim, teso e espetado para a frente e pedi para ele o punhetar tal como eu fizera com o dele. E assim fez. Me fodia o cu e punhetava o dildo e eu sentia como se ele fosse mesmo meu. E gozei de novo. Não tardou que ele também gozasse, enchendo meu cu de esperma morna. Ao mesmo tempo, ele acionou o botão do meu dildo e ele também ejaculou o liquido que tinha no reservatório. Delirei. Foi como se eu tivesse mesmo ejaculado.

 

A nossa vida nunca mais foi a mesma. Os toys passaram a fazer parte das nossas relações. Até cheguei a experimentar ficar de pé, tal como ele antes fazia, e pedir para ele lamber as bolas e chupar o dildo como se fosse de verdade enquanto com as mãos acariciava minha bunda, minhas coxas e usava um dedo para penetrar meu cu. E também gozei forte assim. A visão de ver ele chupar meu toy era demais, como se fosse meu pau de verdade.

 

Nunca mais tivemos relações simples como antes. Eu sempre como o cu do meu marido antes ou depois de ele comer minha racha ou meu cu.

Se eu sei que é algo que ele adora e que na verdade me dá imenso prazer, porque não fazer sempre? Claro que nem sempre uso o dildo grandão, porque aí ele não ia aguentar, mas tenho sempre o recurso à lingua e ao dedo.

Comecei a ficar ousada e nem esperava que ele pedisse. Do nada aparecia com a cueca-dildo enfiada e ele já sabia o que queria – foder seu cu! Por vezes ele está no banheiro se barbeando e eu surjo sem aviso, a cueca-dildo enfiada debaixo da saia e começo a roçar na bunda dele. Aí já sabemos o que acontece a seguir.

Sempre que viajavamos, eles vão conosco. Chegamos a fazer sexo em local aberto. No quarto com as janelas abertas, no carro, numa praia deserta. Mais que uma vez vimos que estavamos sendo observados, mas não estavamos nem aí.

Uma vez comi seu cu quando ele estava debruçado na janela falando com um vizinho. Gozei e enchi seu cu com o liquido do reservatório e fiz ele gozar, sem que o vizinho se desse conta.

 

Hoje fica dificil definir quem gosta mais, ele ou eu. Morro de tesão só de pensar em comer seu cu. Ver aquela bunda bem redondinha, o cu bem aberto para mim, o toy enterrar-se todinho nele, me leva ao céu.

 

Com a minha experiência ficou mais fácil aconselhar as minhas clientes. Quando se queixavam do desinteresse dos maridos, eu sempre lhes perguntava: Vc já experimentou comer a bunda do seu marido?

Elas ficavam sem fala, mas depois que eu lhes explicava a história do ponto G deles, do quanto gostavam de ser acariciados lá, elas ficavam pensativas e respondiam que iam tentar.

Invariavelmente depois me telefonavam agradecendo o meu conselho. Que tinham experimentado e agora o marido era outro. Muito atencioso, querendo sexo a toda a hora, que a rotina tinha acabado. Comiam e eram comidas sem tabus.

 

Este é o meu conselho para as leitoras.

Eu salvei o meu casamento e para além disso sinto-me mais mulher. Sou desejada e amada.

Está nas vossas mãos fazer o mesmo.

e-mail - anaxvarandas@gmail.com

Uma quase primeira vez

Olá!

Minha primeira vez aqui sabia?

 

Difícil escrever um conto não acha? Bom... Deve ser fácil para alguns. Mas me proponho a escrever a verdade. Por mais que muitas vezes ela possa ser engraçada, vergonhosa e dolorosa.

 

E acho que esta primeira história, vai ter um pouquinho de tudo. Mas com certeza muito tesão. De uma época que tudo era novo e delicioso.

Era setembro de 94, havia acabado de completar 14 anos e o Rio de Janeiro todo ainda comemorava o tetra campeonato. Nossa! A moral estava lá em cima. E o meu tesão também.

 

Havia descoberto a pouco tempo o poder da “punheta”. A um ano atrás havia emprestado uma máquina fotográfica a um amigo em troca de uma revista pornô. Mas que revista bacana trazia uma foto novela de um casal que havia brigado e faziam as pazes em uma transa alucinante. A mulher era uma típica brasileira, com seio médios e duros e rabão. E o cara como tinha que ser. Caralhudo e metendo a vara nela.

 

Toda vez que via aquela revista imagina quando eu que faria aquilo em uma mulher. E o mais legal. As fotos eram em preto e branco. Acho, que naquele momento que fiquei apaixonado pela fotografia.

 

Nesta mesma época, era a época da “sexta sexy”, era uma programação da TV Bandeirantes que passava filmes eróticos... E sabe bem. Que para qualquer muleque, peitos de fora é motivo para ficar de pau duro.

 

É e a minha quase primeira vez aconteceu justamente em um dia após a tão esperada “sexta sexy” que posso considerar na minha vida. O auge de uma sexualidade bem sucedida.

 

Neste sábado, sem nada de diferente, veio a minha casa brincar com minha irmã sua coleguinha, como sempre faziam todo final de semana. Não se assuste. Não peguei a coleguinha da minha irmã. Mas tudo aconteceu com a irmã da coleguinha.

 

A muito a gente ficava junto conversando e falando sacanagem um para o outro. Enquanto nossas irmãs brincavam colocávamos as “Barbies e Kens da vida” em posições sexuais devassadoras. E, neste sábado em especial, falei que mostraria uma posição que tinha visto na “sexta sexy”. Quando fui surpreendido com a seguinte frase: - Você também vê sexta sexy? Gosto muito... Mas minha mãe briga quando fico acordada na madrugada vendo.

Não posso enganar que ainda hoje quando penso nestas palavras rola um tesão forte. Só por lembrar de tudo que veio depois.

 

Tendo ouvido isso, não podia perder a chance. E disse: - Eu tinha maior vontade de fazer que nem o pessoal dos filmes. Inocente eu na época... E mais inocente, ou não foi ela quando disse: - Eu também!

Gelei na hora... Meu pau ficou duro como nunca havia ficado... Tive que pensar rápido, embora fosse difícil. Todo o sangue do meu corpo parecia ter sido drenado para a segunda cabeça. Que latejava naquele momento. E aminha resposta foi quase que instantânea: - Então, vamos tentar fazer igual. E o melhor de tudo. Ela topou.

 

Posso fazer agora para Você. Ela para os quatorze anos que tinha era uma menina que aparentava ter mais. Era morena, uma pele morena dourada. Tinha os seios pequenos, ainda em desenvolvimento e uma bunda muito grande. Que além de grande era dura. Na época não me ligava para estrias ou celulites. Mas quando lembro daquela bunda de criança, vejo a perfeição. Era redonda e lisa, com pelinhos fininhos e bem clarinhos. Oh tesão.

 

Agora a questão era: Como brincar de “sexta sexy”?

Não fiz por menos e tenho certeza que foi aí que comecei a desenvolver um talento nato que me faz até hoje, embora não muito bonito, levar mulheres maravilhosas para cama. E me tornar grande amigo delas depois. Convenci a nossas irmãs, a brincarmos de família. Disse que nos mudaríamos para um quartinho que tinha nos fundos da casa e, que elas teriam o quartinho delas e eu a “morena gostosa” seríamos os pais. A meninada se amarrou e assim foi feito.

 

Dentro deste quartinho tinha um banheiro, algumas coisas guardas e a porta era de vidro. Entrando no quartinho, enquanto as meninas brincavam do lado de fora, pois tinha dito que iríamos arrumar o local, a minha morena pediu para ver meu pau. Em menos de um segundo minha bermuda estava na altura do joelho e para minha felicidade ela pediu para segura ele.

 

Quando aquela mão pequenina pegou meu pau, meu coração latejava. Eu suava frio, minha perna tremia. Mas sem perder a pose, pedi para ver a “coisa” dela. Hahahhaha. Sabia que se chamava xoxota, buceta, xereca e assim por diante. Mas achava que seria grosseria chamar assim. E ela não fez por menos, mostrou a coisa dela. Carequinha, com poucos pelos fininhos. Perguntei é claro, se podia colocar a mão. E como um menino sem experiência, apertei a xota gordinha dela... Que experiência deliciosa. Como gostaria de reviver aquilo. Ela com a mão no meu pau e eu com a mão na xota dela.

 

E passava pela minha cabeça: E agora? O que faço? Foi quando vi atrás de nós o banheirinho com seu vaso sanitário e sua piazinha cor de vinho. Não fiz por menos sentei no vaso e tentei simular a cena que havia visto na noite anterior na “sexta sexy”.

 

Ela baixou o short devagar e a calcinha devagar como quem esta com medo. Meu pau nunca foi gigantesco. Mas impõe respeito. Com o tempo aprendi a dominá-lo e o transformei em uma máquina de prospecção de gozo... Hahhaha Como batizou uma namorada.

 

Sentado ali no vaso, com ela baixando a calcinha na minha frente com a bunda meio empinada, que senti pela primeira vez o cheiro de uma mulher... Que delícia aquele cheiro, doce, gostoso. Me viciei!

E já tendo baixado a calcinha, veio devagar de costa sentando do meu pau enquanto se apoiava na pia. Só que como não sabíamos nada, meu pau correu para o cuzinho dela. Para espanto meu, senti dor e muita. E ela não podia ser diferente. Gritou! E gritou alto.

 

Tentou forçar ainda um pouquinho, rebolando para uma lado e outro meio desajeitada mas não suportou o cabeçudo no então cuzinho semi virgem. Não perdermos a chance... Eu assustado com o grito e, a dor que o cú seco e apertado tinha proporcionado a mim e ela, com a dor de ter sido penetrada sem saber onde... Ela levantou e sentou de novo. Foi então que meu pau chegou na buceta molhada... Quando penso naquela sensação é como se fosse um dia de calor na praia depois de ter andado muito e beber uma coca-cola... Literalmente foi refrescante. E este, por mais bobo que pareça, foi meu pensamento na hora.

 

A xota dela estava tão molhada que ela levantava e sentava toda hora, só colocando parte da cabeça do meu pau para dentro. E toda vez que levantava ficava um fio do molhado dela em meu pau. Ela tentava sentar com mais força, mas sentia muita dor, e chorava... Mas foi valente. Não desistia. Cada vez mais ia sentando devagar e deixando meu pau entrar nela. E eu ali sentado só observando e segurando a bunda dela ela sentando e chorando. Quando eu sentia minha cabeça do pau toda envolvida, ela levantava. E resolveu desistir...

Como eu não sabia o que fazer, puxei ela para o meu colo. De forma que meu pau ficou encaixado entre a bunda dela. E que bunda. Coloquei a mão nos seios dela sobre a camisa e ela apoiou suas mãos sobre meus joelhos. Que estavam afastados pelo fato dela estar entre minhas pernas. Sinceramente, não sei onde ela aprendeu aquilo ou se foi puro instinto.

 

Ela tocou uma punheta em mim com a bunda! A e eu louco com aquilo tudo... Ela repetiu o movimento algumas vezes. Não sei quanto, já não tinha noção de tempo e espaço... Até que gozei! Gozei muito!!! Minha primeira gozada com uma mulher, ou no caso uma menina Hehhehe. Como meu pau estava dentro da bunda dela apontado para mim, gozei ela toda e me sujei todo...

E para minha alegria que gemia com a gozada ainda. Ela se levantou passou a mão na bunda e viu tudo melado. Sorriu para mim enquanto olhava para bunda e disse assim: - Eca!

 

Ri na hora, meio sem graça. Com o pau duro ainda demais e todo melado. E pensado que tinha acabado, ela sentou de novo. Só que agora, com o pau melado de porra e ela mais relaxada, creio eu, ela sentou direitinho e o pau, sim o pau que havia dado a maior gozada até então da vida dele, correu direto para dentro da xota dela.

 

Ela gritou! Gritou alto e chorou. O grito foi tão alto, que a irmã dela perguntou o que foi lá de fora. Ela respondeu dizendo que nada. E ficou um tempinho ali parada. Sentada no meu pau como quem esta se recuperando de uma topada. E voltou a sentar devagarzinho e subir devagar e foi aumentando o ritmo e pela primeira vez, ouvi o barulho que as xotas fazem quando estão cheias de ar. Ela ficou envergonha e eu também... Pensei que fossem gazes. Só muito tempo depois que descobrir que era normal. Ficamos parados mais um tempo até pasar a vergonha e ela voltou a pular no meu colo. Quando ela virava o rosto, via que sentia um pouco de dor. Mas no fundo sabia que ela estava gostando. E o engraçado que fiquei impressionado por sentir meu pau dormente. Como se estivesse com formigamento nas pernas. Mas isto havia passado e estava gostosa demais. Até o momento que ela sentou com vontade. Meu pau foi parar todo dentro dela. Daí os dois gritaram juntos. Meu pau deu um estalo, que na hora pensei que tivesse quebrado, pois o senti envergar dentro dela. E ela, deve ter sentido dor.

 

Mas foram precisas mais umas sentadas desta com força para eu gozar. Desta vez. Dentro dela. E como na primeira gozei muito. Gozei tanto que juro a Vocês, pensei que fosse desmaiar.

 

Como era sem noção, nem imagina como era fácil engravidar alguém. E tenho certeza que nem ela.

 

Ficamos ali mais um tempinho, ela sentada no meu colo e eu tentando retomar o fôlego. Suávamos. Estávamos todos sujos, a calcinha dela junto com a bermuda jogada no chão, a minha presa em uma das pernas. Meu pau dolorido. E ela meio sem jeito. Pois a porra dentro dela começava a escorrer e ela não sabia o que fazer.

 

E fico pensando. Na minha primeira transa, nem dei um beijo na boca. Apertei um peitinho por cima da camisa e nem chupei uma xota. Hahhahahaha. Quere muito para quem gozou duas vezes na primeira vez.

 

Infelizmente, depois disso minha relação com “minha morena” não foi mais a mesma. Ela começou a me evitar. E um dia, perguntando a ela o que houve, ela me disse que havia contado para mãe e a mãe dela havia dito para não fazer mais isso. Pois ela já era mocinha e poderia ter um filho. Mas ela me garantiu que ficava pensando todo dia naquilo e que se não fosse por ter um filinho faria toda hora. Assanhada! Hhehehe

 

Passado mais dois anos, perdemos o contato. Ela se mudou e nunca mais nos vimos e nunca mais soube dela. Infelizmente.

 

É... Mas as lembranças que ficam são suficientes. E vira e mexe tenho o desejo de reeditar esta primeira. Às vezes consigo, pois primeira transa com muito tesão, temos que convir, é sempre maravilhosa. Outras vezes não conseguem nem se igualar a morena ninfeta tesuda.

 

Mas o grande barato da vida é ir tentando certo? Uma hora a gente encontra!

Para as meninas mulheres que quiserem trocar uma idéia, deixo meu email: fotografocariocansr@gmail.com

Para os casais e meninas somente, que queiram ser capturados por minha lente, fiquem a vontade de fazer convite. O custo é baixo e o serviço de qualidade. Muitas vezes nem cobro. Acabo clicando pelo prazer de fazer uma nova amizade.

 

Até a próxima!

Fui ao Cinema e Não Vi o Filme

Olá, sou a Ana e estou de volta. Depois dos meu últimos relatos, recebo montes de e-mails pedindo para publicar mais contos, sem me importar com o que falam as más linguas. Sim, porque por vezes os meus relatos são polémicos e despudorados abrangendo todos os temas, desde o simples casal, inversão de papeis e homossexualismo. Acredito que cada tema tem o seu grupo de leitores que os lêm e gostam, pelos e-mails que me enviam. Para aqueles que não gostam de alguma variante, por a acharem forte demais, resta sempre lerem os outros relatos onde talvez se enquadrem melhor. Basta procurarem neste site os meus outros contos.

Falo sempre em relatos porque é disso que se trata, relatos e não contos inventados. Algumas situações vividas por mim e a maioria contadas pelos meus clientes que apenas me pedem para alterar nomes e lugares. Então aqui fica mais uma situação vivida por mim, quando mais jovem:

 

“Estava em férias da faculdade e como habitualmente saía com o grupo de amigas e amigos para a boite, cinema, ou onde nos desse na gana. Naquele sabado à noite, a maioria se perdeu em outras actividades e apenas restamos eu, o Duda e o Tó. Sem ter muito o que fazer, resolvemos ir ao cinema. Chegados lá, vimos que as opções eram poucas, alguns filmes antigos e massudos e outros que já tinhamos visto. Acabamos por optar por um meio erótico e depois de comprar as pipocas e as bebidas da praxe, lá entramos.

A sala estava quase vazia, meia duzia de casais espalhados pelas cadeiras. Olhando em redor, acabamos por nos sentar na ultima fila que estava deserta, eu no meio e cada menino do meu lado. Como estava quente, eu usava um vestidinho fino e curto, calcinha fio dental e um sapato leve. Os meninos usavam bermuda, t´shirt e ténis.

O filme começa e logo começamos a roer as pipocas com aquele barulho que irrita muitas pessoas, acompanhadas pelas bebidas. Na verdade o ruido da trituração das pipocas era tanto, que os poucos clientes que assistiam ao filme nas cadeiras abaixo de nós, se fartaram e se deslocaram para as filas mais abaixo, deixando nós isolados lá em cima.

Bom, nós não eramos muito sossegados, verdade seja dita, e ao trocar entre nós as pipocas e as bebidas, um copo acabou se derramando sobre mim, encharcando o meu vestido. O Guaraná vazou o tecido e escorreu pelas minhas coxas. O Duda que estava sentado à minha esquerda, logo pegou num pacote de lenços de papel e tentou me limpar, cuidadosamente enxugando o liquido. Enxuga aqui, enxuga ali, a mão com o lenço logo estava limpando as minhas coxas, subindo por elas até a minha calcinha, tambem encharcada pela bebida. Cuidadosamente o lenço deslisava nela, aparentemente apenas para a limpar, mas olhando de lado para o rosto do Duda, vi que ele estava excitado, rosto vermelho e respiração rápida. O Tó ao lado não estava menos, e tambem pegando num lenço tentou ajudar a “limpar-me”. O tesão também já me invadia e escorrendo pela cadeira, de pernas entreabertas, deixei que eles continuassem, até que eles abandonaram os lenços e aí eram só mesmo as mãos que me acariciavam. Um deles acariciava as minhas coxas e o outro a xota por cima da calcinha, toda úmida não só do guaraná, mas também da excitação. Como eles estavam de bermudas largas, meti uma mão por dentro das pernas delas, uma em cada menino, e senti o caralho deles bem teso, pulsantes. E comecei a acariciar eles, deixando-os ainda mais loucos de tesão do que já estavam.

Aí fui mais longe. Abrindo o ziper da bermuda, saquei para fora o pau de cada um, que como uma mola comprimida, saltou para o alto. Eles endoidaram de tesão. Deixaram-se escorregar na cadeira, atirando a verga para o alto. Então iniciei uma punheta em cada, as minhas mãos num ritmo certo, fechando-se sobre aquelas toras bem grossas, deslisando desde a cabecinha vermelha e túrgida até os colhões que estavam duros pelo tesão. Eles gemiam de prazer, os olhos semicerrados, gozando a caricia...

Olhando para baixo, verifiquei que o restante público estava atento ao filme e então fiz algo que sempre sonhei fazer. Debruçando-me sobre o Duda, duma vez só engoli o caralho dele, até chegar na garganta e então comecei a chupar com força, enquanto a minha mão punhetava rápido. Ao lado, o Tó ao deixar de ter a minha mão no seu pau, aproveitou a minha posição, semideitada sobre o Duda, e ajoelhando no chão começou a beijar a minha bunda. A calcinha era dental, então bastou ele a afastar um pouco para ter acesso total. Senti sua lingua percorrer o meu rego até a racha, que estava melada do guaraná e dos fluidos que de dentro saíam. A combinação de sabores devia ser muito saborosa, porque a lingua dele não parava. Enterrava-se na xota para logo deslisar até o meu cuzinho, lambendo ele sem parar. Claro, eu estava louca de tesão. Minha boca chupando cada vez mais rápido o pau do Duda, até que senti ele latejar. Apertando os colhões dele, senti sua porra correr por eles, enchendo a minha boca, em jatos quentes e fortes. Eu também não aguentei e gozei na lingua do Tó, deixando ele sentir o meu leitinho. Sem parar de chupar, engoli toda esporra que o Duda tinha para me dar, até sentir que os tomates estavam secos.

Aí o Tó não estava pelos ajustes. Também queria caricia igual, seu pau estava tão duro que até lhe doia. Com os olhos me implorava. Aí eu me inclinei sobre ele e sem me fazer de rogada, chupei sua rola tal como tinha feito com a outra. Notei que o pau do Tó era bem maior e mais grosso que o de Duda, uns cm a mais. O Duda encontrou-se na mesma situação do Tó, tinha o meu traseiro à disposição e nem pensou duas vezes. Logo senti sua lingua me percorrer as entranhas, detendo-se mais no meu cuzinho, a ponta da lingua afiada penetrando fundo nele, enquanto metia um dedo na minha racha num vai-vem gostoso. O pau do Tó latejava tanto que não precisei de o chupar muito para sentir que ele ia gozar. Punhetando rápido e engolindo o mais possivel, embora a maior parte do caralho ficasse de fora, mamei e chupei até sentir o primeiro jacto de leitinho direto na minha garganta. E outros se seguiram, parecia que ele tinha acumulado sua porra por muito tempo. Só retirei a boca depois de sentir que do seu pau não sairia mais nada. Atrás de mim, o Duda continuava incansável, sua lingua e dedo me explorando.

Como já tinhamos perdido a maior parte do filme, não fazia sentido continuarmos ali e resolvemos voltar para o carro. Tinhamos ido numa pick-up de caixa aberta que ficou estacionada num local pouco iluminado do parque. Aliás, todo o parque era pouco iluminado. Saidos do cinema dirigimo-nos para o carro, eu no meio e um menino de cada lado. Olhando para baixo reparei que eles caminhavam com dificuldade. Seus paus iam tão tesos que na frente das bermudas parecia levarem uma lança apontada para a frente. Roçando a mão neles, por cima da roupa, notei todo aquele tesão, parecia que levavam uma beringela ali escondida. Aí parei e corri o ziper das bermudas deles, sacando as varas para fora e falei:- Pronto, assim vocês podem caminhar mais fácil! Eles nem sabiam o que falar. O tesão dominava suas cabeças. Por entre os carros estacionados, fomos caminhando eu no meio com uma mão em cada caralho, vez por outra punhetando, puxando eles como se fosse uma trela.

Chegando à pick-up, vimos que ela estava semi escondida por uma van. Então empurrei o Tó para a caixa dela, de costas, e saquei fora sua bermuda deixando que seu pinto apontasse para a lua. Rapidamente tirei meu vestido ainda encharcado do guaraná, minha calcinha atirei-a para longe e assim nua, um joelho de cada lado do Tó, encaixei-me nele fazendo o pau entrar na minha xoxota quente e úmida. E comecei a fodê-lo. Sim porque eu é que o estava fodendo e não o contrário. Eles eram pouco experientes. Baixando e subindo nele, sentia a verga me encher, esmagava seu tomates com as minhas bordas. O Duda não quis só ficar a ver, rápido se despiu e ajoelhando atrás de mim, começou a roçar a cabecinha de seu caralho na minha bunda, no rego. No cinema ele tinha melado bem meu cuzinho com a lingua bem funda, então apontou a cabecinha na entrada dele e tentou meter. Eu não era virgem, claro, já tinha tido minhas aventuras, mas sexo oral e anal para mim eram novidades. Então senti um desconforto no meu rabinho, a cabeçona não entrava facil, não. Falei para ele ir devagar, porque doía. Com muito cuidado, lentamente, ele lá conseguiu introduzir a cabeça no meu cuzinho que se abriu. Depois da cabeça, todo o resto é mais fácil e ele foi entrando, entrando, até bater no fundo. Virando as mãos para trás, apertei-o contra mim, para que ele não se movesse. Queria deixar que meu cuzinho se acostumasse primeiro ao corpo estranho nele. E continuei cavalgando o Tó, sua pika deslisando na minha racha. Então o desconforto passou. Senti enorme prazer no meu cuzinho. Soltando o Duda, intensifiquei os movimentos, agora não apenas cavalgando o Tó, mas também movendo o traseiro na piroca do Duda. Mmmmmm, delicioso! Sentir dois paus em mim era o máximo e não tardei a gozar, melando ainda mais o caralho do Tó. Aí o Duda quis trocar, também queria comer minha racha e deitou-se de costas para eu cavalgar nele, o que fiz sem demoras. Então foi a vez do Tó se posicionar por trás e eu já antecipando o prazer de sentir sua vara entrar em mim, empinei bem a bunda. Poxa, me ferrei. Como falei atrás, o caralho do Tó era bem maior e mais grosso que o do Duda e ao entrar foi como se eu ainda fosse virgem, senti meu cu se alargar demais, como se fosse rebentar. E parecia que aquela vara nunca mais ia chegar ao fim, entrava, entrava, até que senti suas bolas baterem na minha entrada. Então pedi para ele aguentar assim um pouco, porque estava doendo demais. Mas não há dúvida que nossos corpos são elásticos. Um pouco demais eu já estava acostumada e de novo iniciei o vai-vem, fodendo aquelas duas varas. Uma na xota e outra no cu. Os garotos estavam doidos de tesão, era tudo novidade para eles e não tardou que gemessem bem alto, e gozassem em mim, litros de porra me enchendo.

Cansados, caímos uns sobre os outros, eu ainda com os paus enfiados em mim, emparedada no meio deles.

Depois nos vestimos para voltar a casa. Olhando para os carros em redor, reparamos que nalguns tinha gente. Acho que nessa noite fomos a inspiração para alguns homens baterem punheta e casais darem uma foda.

A viagem até casa decorreu meio em silêncio, estavamos envergonhados, entre nós nunca tinha rolado nada assim, mas tinha sido gostoso.

Eles me deixaram na porta de casa e corri para ela. Depois de um banho gostoso, enfiei-me na cama, a cabeça ainda fervilhando de fantasias e não demorou que fizesse uma siririca, enquanto imaginava se eles em casa fariam o mesmo, uma punheta gostosa.”

 

Esta história decorreu vários anos atrás. Uma outra situação aconteceu com aqueles dois meninos, mas depois eu conto.

anaxvarandas@gmail.com

A ninfa desconhecida

Moro em Curitiba e certa vez encontrei um amigo de infância que havia muitos anos não os encontrava, passei a conversar com ele e conhecer sua família, percebi que eles não estavam bem de finanças e faziam mais de 10 anos que não reviam os familiares no interior do estado. Nas conversas com ele, comentei que sempre eu viajava para aquela região e que em alguma viagem destas eles poderiam ir comigo, visto que era ele sua esposa e um casal de filhos. Assim resolvi ajuda-los e fui levar meu amigo, sua esposa e seus filhos para reverem seus avós, também porque a cidade do seus parentes fica bem próxima da cidade dos meus pais.

Neste ultimo fim de ano deu certo e os levei para reverem os familiares. A viagem duraria cerca de 8 horas em meu carro, até São Miguel do Iguaçu no oeste do Paraná. A viagem seguiu tranqüila, chegamos na cidade e todos os parentes se emocionaram com o reencontro e não sabiam como agradecer por terem levados..

Evidentemente no meio de tantas pessoas novas, sempre aparece algumas mulheres bonitas e gostosas. Foi por isso que fiquei na cidade, pois seria mais fácil seguir viagem e ir para a casa dos meus pais que ficam na próxima cidade a cerca de 20 km, mas eu estava em busca de uma aventura e com certeza entre os parentes do meu amigo teria uma ninfeta bem safada, e fiquei na expectativa de cruzar o olhar com alguém. Não foi diferente naquela cidade. Descarregamos as coisas e eu estava querendo descansar um pouco, quando percebi que a casa era muito pequena, sendo que as pessoas iriam dormir em beliches e até na sala.

Saí para abastecer o veículo, em seguida fui ao hotel da cidade(Único) e quando me preparava para almoçar num restaurante, algumas pessoas me reconheceram, pedindo que eu retornasse na casa onde todos estavam.

Disseram que eu deveria ficar com eles e me acusaram de ser metido, esnobe etc e tal. Expliquei o meu lado, mas não os convenci. Resolvi provar minha simplicidade, aceitando o almoço. Fui a casa deles coloquei shorts e bermuda, fiquei bem a vontade.

Após o almoço, fomos jogar sinuca e assistimos depois um filme. Depois disso resolvi dar um passeio pela cidade, uma vez que a tarde estava bem convidativa. A prima de meu amigo veio conversar comigo na pracinha ela estava com um shortinho jeans desfiado e muito curto quase todo atolado em seu traseiro. Comentou que eu tinha razão em querer ficar no hotel, pois a casa estava realmente repleta de pessoas. De noite ficou convencionado que outra família iria recepcionar metade das pessoas, pois caso contrário pessoas teriam que dormir na cozinha!

Quando anoiteceu, eu já estava de pau duro, sempre fico assim, não consigo me controlar, se tem possibilidade de uma transa eu fico em estase, completamente tarado. Peguei minhas coisas e levei na nova casa, onde eu ficaria. Minha cama seria na parte de baixo de um beliche, num dos 3 quartos daquela casa. Quando fui pegar um refrigerante aparece uma menina de uns 16 anos me trazendo um bilhete:

"QUANDO A ÚLTIMA PESSOA APAGAR A LUZ, ESPERE 30 MINUTOS E VÁ PARA A SALA".

Meu pau, que já estava duro, ficou que era um osso, somente pela simples leitura do bilhete mencionado. Li, reli, voltei a olhar o bilhete e não sabia o que fazer. Seria uma brincadeira boba? Poderia confiar num bilhete desses? Seria uma cilada. Eu não conseguia pensar em outra coisa, as meninas daquela casa eram todas muito gostosas, pareciam as flores de um jardim que as abelhas ainda não sugaram seus néctares. Essas questões aparentemente simples criaram uma situação de alto conflito em meu cérebro.

E o pior é que a menina do shorts não sorria mais para minha pessoa, tampouco quis ficar perto, como fazia antes.

Eu sabia que em cidade pequena as pessoas dormem cedo, e isso aumentava meu desespero. Saí novamente de carro,fui em direção a um ponto da cidade, onde rolam as paqueras. Fiquei por ali e cada menina que eu olhava, mais aumentava o meu desejo de voltar para aquela casa e ver o que rolaria, deixei a praça e retornei naquela casa. Assistiam a novela. Escutei um pouco de música, voltei a ver tv, jogava conversa fora, sempre cuidando para que a ereção não me deixasse em situação constrangedora. Eu olhava o relógio e o coração disparava. A menina do shortinho sequer me olhava. Estava me sentindo frustrado, largado as traças e com raiva da situação.

Os mais velhos foram se recolhendo. Os minutos avançavam sobre o relógio, mas minha excitação diminuiu. Pensava o que tinha feito de errado para receber tal desprezo.

As pessoas iam tomando banho e se dirigiam aos quartos para dormir. Fui o último a tomar banho. Quando baixei minha cueca vi a cabeça do pau estava lisa, parecia entumescida, querendo explodir, cheio de líquido. Esfreguei o pau, estava começando a socar uma punheta quando ouvi gritinhos e risadas vindo da cozinha. Parei a masturbação, acabei o banho e fui para a parte inferior da beliche, num dos quartos. O tempo não passava!!!!!Meu pau, estufado dentro do shorts, incomodava. E eu na beliche não poderia me aliviar, a casa era de madeira e qualquer movimento balancaria toda a estrutura da madeira, me denunciando no ato. A escuridão era total. A porta estava encostada, e eu já havia decorado o trajeto até a sala.

Corriam os minutos e eu não sentia nenhum ruído de porta se abrindo, ou mesmo passos em direção á sala. Eu estava com umas camisinhas dentro do shorts, aguardando qualquer movimentação ou barulho estranhos.

Mas nada. A lua estava feia, o céu escuro, com nuvens igualmente feias. De um lado estava bom, pois se fosse lua cheia, certamente clarearia a noite.

Quando faltava pouco para o horário marcado eu já estava apertando o pau, com os olhos abertos na escuridão, e os ouvidos bem alertas. Mas o que eu ouvia eram roncos. Esperei passar mais alguns minutos e fui na ponta dos pés até a sala. Após muito refletir, se alguém me visse na sala, não configuraria nenhum ilícito....

Fiquei sentado no sofá, do lado da parede, evitando a janela. Passou-se 1 minuto e nada. Dois minutos e nada. Quando estava quase desistindo vi uma das portas se abrir, lentamente. Nossa, parecia que a porta nunca terminaria de se abrir. Um vulto caminha pelo escuro, lentamente, na ponta dos pés descalços. Quando chega perto de mim, coloca um dedo nos lábios, pedindo silêncio. Eu já estava trêmulo com aquela situação quando ela chega do meu lado, cola sua boca no meu ouvido direito e fala:

"_Tira minha roupa".

Apalpei aqueles seios, ela gemeu. Levantei seu baby-dool, seus seios apareceram perfeitos, sua pele lisa e escorregadia estava arrepiada. Lambi seu ventre fui descendo até seu shortinho, puxei o elástico e apareceu uma minuscula tanguinha, levantei meu corpo e encostei meu pau em suas coxas, ela fechou os olhos, me agarrou e apertou o corpo sobre o meu. O beijo foi malicioso, cheio de vontade. Atolei o dedo na xana e a descobri toda ensopada, de meus dedos escoriam um filete de seu nectar, levei a boca e senti seu gosto, era adocicado, salobre, vários sabores ao mesmo tempo. Ela levanta uma das pernas e fica tentando colocar o pau xana adentro, mas não conseguiu. Desci meu corpo e abocanhei sua perereca, mordisquei seu grelho, estava eriçado, enfiei minha lingua na buça adentro, ela se contorcia e dizia ....vai faiz .....isso ..noooooooooooooossa que gostoso, ninguém fez isso comigo. Vai chuuuuuuuuupa Deliiiiiiiiiicia! AAAAHHHHHHHHHHHHHH QUE BOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Chupa.....Chupa Maaaaaaaaaaaaaaais! Espera vem aqui! Ela me puxa pela mão e me leva até o fundo da cozinha. se apoiou no tanque de lavar roupa e eu fui caindo de boca nos seios, que chupei gostosamente, com aquela pressão e mordidas nos bicos. Entre gemidos, ela confessou que queria muito meu corpo, minha boca, que achava que eu não prestava e que eu devia ser muito safado.

Como resposta a segurei em sua nuca e ela logo entendeu. Segurou meu pau e meteu a língua na glande, sentindo o líquido na boca. Forcei a cabeça dela no meu pau e ela foi engolindo cada vez mais, até que por fim engasgou com o pau, que bateu na garganta. Delícia!!!!!Ela sentiu ânsia e tirou a boca do pau. Deitei-a no chão frio e caí de boca na xana, chupando, metendo a língua, sentindo as contrações da xana e do cuzinho em meu dedo. Quando forçou minha cabeça no meio das pernas tive a certeza que gozou. Baixei meu shorts , coloquei camisinha e fui entrando na xana, apertadinha com calma eu enfiava a cabecinha dentro da bucetinha, que mordia meu pau, fui soltando o peso. O pau foi entrando. Foi lento, forçado, até que senti que bateu o saco. Ela tremia, pedia cuidado. Eu estava quase gozando. Parado, passava o dedo no cuzinho, ambos de olhos fechados. As vezes abria os olhos e a via concentrada, de olhos cerrados, curtindo o pau adentro. Até que ela foi gemendo, jogando o quadril de um lado do outro.

Soltei o peso, o pau bateu no fundo, tirei quase tudo, voltei a colocar, tirei, coloquei, e ela gemia, me arranhava as costas. Fui aumentando a velocidade e sabia que eu ia gozar. Por isso mesmo mudei de posição, coloquei as pernas dela em meus ombros, soltei o peso e ela disse....

_" Ai, assim não.....não....ai.......ai....ohhhhhh...ohhhhhhhhhhhhh....ahhhhhhhh.....hummmmmmmmm....não......ai .....ohhhhh"

Quando percebi que ela gemia assim porque estava gozando, meti com fúria, Soquei com tudo, senti o gozo vindo e ela seguia gemendo, gozando junto comigo.

Quis comer o cuzinho mas o pau amoleceu. Pedi para ela cair de boca no meu pau, mas ela que era para entrarmos.

Dormi, acordei, tinha a impressão que alguém poderia ter visto ou mesmo desconfiado, mas ninguém mencionou nada.

De manhã ela me serviu café, me olhou no fundo dos olhos e confidenciou baixinho que foi delicioso. Meu pau subiu no ato! Mas isso é outra história e nas minha férias eu fiz o trajeto da casa de meus pais até São miguel várias vezes.

Quis Ver Um 69 e me Ferrei

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato.

Os meus leitores assíduos, certamente se recordarão dos meus amigos Duda e Tó, que fizeram parte de uma história anterior comigo “PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme”

Um outro episódio aconteceu, que passo a relatar:

 

“O Duda e o Tó eram amigos meus que estudavam numa faculdade diferente da minha, mas volta e meia nos encontravamos para sair em grupo. Inclusive entre nós rolou uma cena que já descrevi noutra história, e depois disso tempos se passaram sem fazermos alusão ao caso. Não tinhamos ficado muito à vontade, aconteceu por acaso e não era para ser comentado gratuitamente.

Uma noite em que meus pais tinham saído para uma festa, estavamos sozinhos na minha casa vendo uns videos e bebendo uns drinques. Como estavamos sós, os drinques tinham mais alcool do que seria aconselhado e as nossas mentes ficaram meio turbadas. Conversa vira conversa, conversa fora e começamos a falar sobre nossas fantasias secretas, o que em nossos pensamentos mais profundos desejavamos fazer mas não tinhamos coragem. Como eu já estava bastante turvada, a bebida me deu coragem e aí falei:

- A minha fantasia é ver dois homens se chupando e se comendo!

Os meninos olharam para mim espantados, mas logo um deles sugeriu que poderiamos ir juntos num show gay e aí eu poderia satisfazer a minha curiosidade. Aí eu falei que minha fantasia não era essa, que não queria ver dois profissionais. O que gostava mesmo era ver dois homens hetero se enrolando. Eles olharam um para o outro, a minha alusão era por demais evidente, mas eles não estavam nem aí. Mais uns drinques rolaram, mais alcool entrou nas nossas cabeças e foi a vez do Duda falar sobre a sua fantasia secreta:

- Bom, o que eu gostava mesmo era sentir o prazer de ser penetrado por uma mulher, com um consolo!

Nós rimos alto, o alcool nos descontraía e parecia natural falarmos de coisas que em condições normais nunca falariamos.

Era a vez do Tó. Olhamos para ele esperando, mas mesmo muito bebido ele corava e não tinha coragem. E nós puxando por ele, vá, é sua vez, nós já falamos sobre as nossas fantasias. Então ele olhando o chão, meio murmurado contou:

- A minha fantasia secreta é estar com outro homem, só para saber como é!

Silêncio na sala. Mesmo tão bebidos a revelação nos surpreendeu. Mas no fundo estavamos excitados com as fantasias dos outros e com as nossas próprias e aí eu propus:

- Então porque não aproveitamos estar aqui juntos e sozinhos e realizar todas as fantasias? O Duda pode realizar a fantasia do Tó e eu posso realizar a do Duda...e vocês dois realizar a minha!

Eles ficaram hesitantes, o caso não era para menos. Nenhum deles tinha tendências gay e para se enrolarem na minha frente, ficavam sem jeito.

Mas eu já estava bastante bebida e eles também. Já que tinhamos chegado até ali, se tinhamos tido coragem de abrir o nosso intimo, nada mais fácil que ir em frente. Rapidamente soltamos as roupas, ficando todos nus. Eles meio envergonhado, os paus ainda moles. Mas eu fui comandando, tinha a minha fantasia fervendo na cabeça. Então mandei que cada um pegasse no pau do outro e o punhetasse. Logo eles ficaram tesos, duros. Aí mandei o Tó se ajoelhar na frente do Duda e chupar seu pau, para ele saber como era. Meio sem jeito, ele começou a chupar, a lingua lambendo ele todo, a mão punhetando. Eu deitada no sofá, me acariciava, o clitoris crescendo, um dedo enterrado na racha, gozava vendo os dois juntos, como eu fantasiava. Então mandei o Tó se deitar no chão de costas e o Duda sobre ele, invertido, seu pau ao alcance da boca do Tó que de novo iniciou a mamada nele.

Estava na hora de eu satisfazer a fantasia do Duda. Fui no meu quarto e peguei um dos meus consolos, o mais comprido e grosso que tinha e um tubo de lubrificante. Voltando à sala, lambuzei um dedo com o lufricante e aproveitando que o Duda estava com a bunda para o alto, enquanto o Tó o chupava, meti o meu dedo médio em seu cu, todo de uma vez até o fundo. Ele gemeu alto e se empinou mais, tinha gostado da caricia. Num vai-vem, alarguei o orificio até o dedo se deslocar fácil demais e aí meti dois, passando a três dedos. Seu cuzinho ficou bem aberto e estava na hora de usar o consolo. Apontando a cabeça na entrada, empurrei ele devagar mas firme e ele foi entrando. Pudera, o cu tinha sido bem aberto pelos meus 3 dedos. Bateu no fundo, todo entalado. Colando a base do consolo no meu pubis com uma mão, iniciei um vai-vem, fodendo aquele cu virgem e apertado, a minha barriga roçando nas nadegas dele. O Duda delirava de prazer. Sua fantasia estava a ser realizada. Sentia tanto prazer que sem pensar duas vezes, também se atirou ao pau do Tó chupando ele sem parar. Ele estava tendo a melhor parte, invertido sobre o Tó que o chupava, enrabado por mim e chupando o caralho do outro.

Continuamos assim durante um tempo, mas a minha fantasia e a do Tó estavam incompletas. Então deixando o consolo enterrado no cu do Duda, mandei que o Tó se pusesse de quatro, a bunda empinada e o Duda se posicionou por trás, logo enfiando a vara bem lufrificada no cu do outro. O Tó gemeu alto, tinha perdido a virgindade anal, mas estava a gozar sua fantasia. E eu também. Afastada via os dois se fodendo e isso me dava um tesão enorme. De lado via o Tó de quatro, a bunda bem no alto e o pau do Duda entrando e saindo no cu dele e não aguentei mais. Gemendo alto gozei forte, o leitinho correndo pelas minhas coxas e pelos gemidos, notei que o Duda também tinha gozado, enchendo as entranhas do Tó.

Só faltava o Tó gozar e endoidecido de tesão, logo saltou em cima do Duda, sacando fora o consolo que ele ainda tinha entalado no cu e enterrando a vara nele, que note-se bem, era grande e grossa pra cacete e o fez gritar de dor, mas era a vez do Tó gozar, então ele só tinha que aguentar e sentiu seu cu bem cheio até que o pau explodiu e o encheu de porra morna.

Em seguida fomos tomar banho, a agua arrefeceu nossas cabeças e só aí tomamos consciência do que tinhamos feito. Envergonhados olhamos uns para os outros e rapidamente nos despedimos, os meninos indo cada um para sua casa.

Durante um tempo não nos falamos, não os vi. Até que ouvi uns rumores sobre eles. Eles andavam envolvidos. A experiência tinha sido boa para eles, e acharam o caminho certo. No fundo eles tinham tendência homossexual sem saber e aquela noite foi o despoletar dela.

É, me ferrei mesmo. Não perdi os amigos mas perdi um possivel namorado entre eles. Nunca mais rolou nada entre nós”

 

anaxvarandas@gmail.com

Putinha do carnaval

...sabado de carnaval, escolhemos sacramento por não ter ninguem de mc, quase 1h da manhã, estamos bem animados, bebemos bastante e vc está bem mais alta do que de costume, estamos nos divertindo muito, eu de bermuda e camiseta e vc (estou de vestido curto, tecido leve e solto no corpo, mas bem decotado e curto), como tem muita gente sempre alguem esbarrando em nos, principalmente em vc, mostro pra vc um cara q não tira os olhos de vc, abraçando vc falo pra dançar mais, e vc provoca, dançando bem gostoso, de uma forma discreta, mas olhando pra ele e isso faz ele perceber, não demora muito ele aproxima e fica perto apenas olhando, vc fica na minha frente dançando e rebolando, vamos buscar mais bebida, no bar ele puxa conversa, fala comigo, comprimenta vc, pegamos as bebidas e saimos ele acompanha, fala q é de rib.preto, falo q sou de lá tambem e em pouco tempo, perguntei se ele já tinha ido na casa de swing q tem em rib.preto ele diz q não, mas tem vontade, falo q nos tambem temos vontade...

isso é a gota pra ele perceber o q queremos, ele elogia vc, falando da sua beleza, vc sorri e agradece, aos poucos vamos conversando, nossas bebidas acabam ele fala q vai buscar mais, e na hora de ir como ele esta do meu lado ele passa quase esfregando em vc, vc me fala q sentiu ele e eu falo pra rebolar quando ele voltar, ele volta com 2cervejas e uma ice pra vc, ele passa por vc novamente, mas dessa vc faz o q falamos e rebola, ele fica todo animado, para do meu lado irndo a toa...

vc me coloca no meio de vcs dois e volta ao assunto, nessa hora vc começa a passar as mãos na minha coxa e subir um pouco meu vestido, estou sentando em um banco no bar, ele é alto isso faz com que o pau de vcs fiquei bem proximos a minhas coxas

como tem muita gente e ta apertado vc aproveita pra se esfregar ele fica so olhando, ve sua mão na minha coxa......passando as mãos nas suas coxas, sinto sua pela, vc me beija e fala como está se sentindo puta, o cara fica escregando o pau na sua perna, subo com minha mão e sinto sua calcinha molhada, puxo ela e sinto seu grelinho inchado e pulsando, ele passando as mãos na suas coxas, com uma mão ele acariciando seu seio.....

tentamos ser discretos, mas logo as pessoas nos notam, principalmente os homens e ficando olhando, adoro a situação me excito mais ainda, ficamos assim por um tempo mas o tesão e a vontade de ser puta de dois falava mais alto, pedi para que me tirassem dali, no caminho alguns homens nos seguiam, acho que com a esperança de continuar assistindo aquela cena...entramos em um beco, lugar aberto e sem visão pra quem passa na sua, mau chegamos no lugar e vc já começa começa a me punhetar, tirando meu pau e punhetando o cara ainda meio sem graça, tira o pau e fica se punhetando assisinto, então vc estica a mão pedindo o pau dele, ele aproxima e vc começa a punhetar os dois, 3 caras ficam assistindo aos poucos todos vão tirando os paus e se punhetando, vc se curva e chupa meu pau, lambendo e sugando muito, o cara sentindo sua mão, levanta seu vestido e dedilha sua bucetinha....que delicia, sentir o dedo de um estranho na minha buc...que a essa altura ja estava ate escorrendo de tão molhada, chupo vc com mais força e mais rapido, enquanto ele continua brincando com meu grelinho, e molhando a portinha do meu rabinho, os outros caras começam a falar coisas bem baixas, me chamando de puta, piranha vagabunha, vc diz que sou mesmo mas sou so sua e de quem vc quiser, então o c cara do bar pergunta se pode meter na minha buc... vc diz que sim, me manda colocar a camisinha nele, coloco ela com a boca , ele levanta meu vestido e vai logo enfiando o pau todo de uma vez, era um pau grande e bem grosso, senti ele arregando minha buc..ele vai metendo e vc gemendo com a boca cheia me chupando, com seus gemidos os caras assistindo vão a loucura... punhetando e xingando vc, chmando de puta, miche, nisso vc rebola mais ainda no pau do cara e fica dando estocadas muito forte, ele segura vc pela cintura e mete muito fundo, vc me chupa com muita força e eu segurando vc pelos cabelos e metendo na sua boca como fosse uma buceta, vc engasga, e chupa mais ainda, o cara bate na sua bunda com força, vc geme mais forte ainda, um dos caras q esta punhetando não aguenta e goza, como esta mais perto acaba espirrando na sua coxa, vc sente a porra quente, e isso te excita mais ainda o cara saindo eu pego sua calcinha e entrego pra ele e de presente, o flavio (cara do bar) estocando cada vez mais forte e vc gemendo e me chupando mais ainda...

uns dos caras que estão assistindo pede pra me comer, vc diz que é R$ 200,00 ele te entrega o dinheiro e fica esperando sua vez, o Flavio ja não consegue mais segurar e anuncia que vai gozar vc diz quem tem que ser ...(ond ele vai gozar?) sintos os jatos quentes de porra escorrendo...ele tira o pau correndo e fica punhetando esperando vc ficar de joelhos, então ele começa a gozar em seus seios, ele goza muito, vc sente escorrendo, depois vc ainda punheta um pouco, ele fica todo tremendo de tanto tesão, vc volta a fica em pé e se curva nisso o cara q pagou os R$ 200, aproxima, quando vc olha pra tras e vê o tamanho do pau dele, chega de assustar, ele é um cara quase preto, o pau dele é muito, mas muito grande e ele começa a enviar, e enfia de uma vez, vc solta um gemido misturado com dor, e ele segurando vc começa a meter mais rapido e forte, as estocadas dele faz barulho alto, o outro q foi com ele goza e vai embora, ficamos apenas eu, vc, o cara q te come e o flavio q esta sem forças, vc me chupando e punhetando e o cara q não para de meter, ele mete muito forte e rapido, falando q esta arregaçando a puta, ele olha pra mim e diz q nunca mais vai ser como antes...qdo ele fala isso vc quase goza com minhas chupadas, vc ate quis meter so pra saber se ela ta larga mesmo, as metidas dele ´´e uam mistura de dor e tesão, ele mete forte e rapido, coloca 2 dedos no meu rabinho de uma vez, ate seus dedos eram grandes, solto um gemido com seu pau na minha boca, tiro ele e falo que estou doida pra sentir vc me comendo, sentir vc na minha buc...larga, falo que qro sentir sua porra na minha cara, e que adorei ser comida por outro ...tiro meu pau da sua boca e vou comer vc, enfio meu pau ele quase cai lá dentro de tão larga q vc está, fico dando estocadas enquanto vc fica chupando o pau do cara q é muito grande e vc fica chupando e lambendo, então tiro meu pau e enfio no seu rabinho, vou metendo bem devagar até vc sentir q estou todo dentro de vc, dou algumas estocadas e faço sinal pro cara deitar no chão ele obedece, tiro meu pau de vc, e faço vc sentar no pau dele, vc senta até com dificuldade de tão grosso q é, então abro sua bunda e começo a meter no seu rabinho, em pouco tempo conseguimos sincronizar e fazer um vai e vem bem gostoso, vc geme muito pq ele arregaçando sua buceta e eu metendo no seu rabinho, dou um tapa na sua bunca e vc geme mais ele ri falando a puta gosta de apaanhar, então ele abre sua bunda com as mãos e eu fico tirando e enfiando no seu rabinho.... metendo e xingando vc de puta do carnaval...ele chupa meus seios sujos com a porra do Flavio, que a essa altura ja esta novamente de pau duro se punhetando, vc mete com força no meu rabinho chega a doer, mas o tesão fala mais alto, o cara não aguenta mais mais e fala que vai gozar, vc não para de meter no rab... que ja ta todo aberto...flavio se aproxima e coloca o pau da minha boca, o cara do pau grande tira o pau da minha buceta pra gozar, continuo sentada no colo dele, enquanto chupo um pau punheto outro pra gozar, vc come meu cu como nunca comeu antes, começo a ouvir o sgemidos dos cara percebo que ele vai gozar e punheto mais rapido, sinto os jatos de porra dele bater nos meus seios, rosto e ate na boca, como estava sentada....

bem perto dele senti toda a porra batendo no meu corpo, o flavio ficou mais excitado ainda com a cena e gozou na minha boca, não engoli deixei a porra escorrer pra vc ver que outro homem tinha gozado na boca da sua puta, vc gemia de tesão, parecia que não qria gozar nunca so ficar ali vendo sua puta com 3 paus,,,fico metendo bem rapido e forte, quase gozando quando os dois giram o corpo e ficam revezando de baixo de vc chupanod sua buceta enquanto como seu rabinho, os dois chupando muito, um chupa seu grelo o outro, mama em seus seios, vc ficando dois com as bocas em seu corpo enquanto vc sente meu pau abrindo seu rabinho, fico dando estocadas fortes, vc geme mais alto, dou um tapa na sua bunda, chamando de vc de puta, dizendo q vc vai beber toda a minha porra, sua piranha, putinha do carnaval, tiro meu pau e enfio na sua buceta e sinto ela muito larga, tiro e volto a comer seu rabinho, vc rebola e sente quando entro de uma vez, os dois chupando vc, sugando seu grelinho e vc gemendo diz q vai gozar, nisso eles chupam com mais vontade ainda, dedicando as bocas ao seu grelinho, sugando seus seios, vc pigando porra, mais puta impossivel e eu comendo seu rabinho, então vc começa a gemer mais alto ainda, mostrando q esta gozando, eu aumento a velocidade e começo a gozar no seu rabinho, gozamos juntos, vc toda suja de porra, só faltava dentro do seu rabinho....ficamos assim por um tempo parados, flavio sai e vai embora dizendo que foi sua melhor metida , o outro diz que nunca viu uma mulher tão safada em toda sua vida saimos de la com de nossas fantasias realizada, enquanto andavamos pela rua sentia o cheiro de porra dos outros no meu corpo, a sua sentia escorrer do meu rabinho, fomo para hotel...

 

 

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Dois garotos no cinema

Esse fato que vou contar a seguir aconteceu em outubro do ano passado. Tudo começou quando um amigo da net passou meu contato para um amigo dele que morava aqui perto, e estava interessado em encontrar alguém para tirar o seu atraso.

 

Antes de nos encontrarmos trocamos fotos, 1.72m, deve ter uns 60 kg, um corpo legal, branquinho, olhos castanhos, cabelos castanhos com um corte meio comprido. Conversamos sobre nossas preferências, e resolvemos marcar um encontro para ver no que dava. Marcamos de nos encontrar no shopping, para talvez se rolasse uma química, pegarmos uma sessão de cinema.

 

Cheguei no shopping na hora programada, ele já estava me esperando no lugar que combinamos. De fato ele era muito gostosinho, fazia o tipo garoto marrento surfistinha. Conversamos normalmente sobre várias coisas, estávamos entrando na mesma freqüência, queríamos algo a mais. Foi onde decidimos pegar uma sessão de cinema, para podermos ficar “à-vontade”.

 

Entramos no cinema, o filme que estava em exibição era Resident Evil, sentamos nas poltronas do fundo. A sala estava vazia, tinha poucas pessoas, ficamos ali sentados, esperando iniciar o filme, conversávamos enquanto isso, sempre trocando olhares.

 

Pairava um clima de desejo muito grande no ar, o filme já estava rolando, mas nem prestávamos atenção, sorrisos surgiam anunciando que o melhor estava por vir. Durante um momento fintei meus olhos nos dele, e direcionei para minha bermuda, após isso voltei meu rosto para tela e fingia que estava assistindo algo, e com aquele sorriso maroto. Ele entendeu o sinal, e começou a passar a mão sobre minha perna, indo delicadamente em direção ao meu pau, começou a massagear por cima da bermuda.

 

Ficamos naquele clima durante um tempo, estava ficando muito excitado com aquela situação. Não agüentei muito tempo, procurei o seu rosto, começamos a nos beijar, de forma delicada, aumentando intensamente aquele beijo, passando uma carga muito grande de desejo. Enquanto nos beijávamos, ele colocou a sua mão dentro da minha bermuda, e iniciou uma punheta muito gostosa.

 

O filme deveria estar na metade da metade, não agüentava mais, queria gozar, precisava jogar para fora aquele excesso de tesão. Falei no seu ouvido que não estava mais agüentando, e sugeri que fossemos até o banheiro que fica dentro do cinema, ele concordou. Pedi para ele ir à frente para não dar muito na cara, passou uns 4 minutos e fui ao seu encontro.

 

Chegando dentro do banheiro, ele estava a minha espera dentro de um dos boxes. Entrei fechei a porta, o joguei contra a mureta do box, ficamos ali nos beijando, esfregando nossos corpos, aquele garoto era um tesão. Ele baixou a tampa do vaso, e se sentou, e me puxou em sua direção, levantou a minha camiseta, e partiu com sua língua beijando meu abdômen. Abriu em seguida minha bermuda, e começou a beijar minha cueca, nessa altura meu pau já estava saindo pra fora de tanto tesão contido. Profissionalmente ele lambia minha rola como se fosse um sorvete, foi abaixando minha bermuda, cueca, até ficar com meu pau diante de si. Ficou massageando minhas bolas, chupando meu pau por toda sua extensão, passando a língua, fazendo movimentos, colocando ele todo dentro da boca.

 

Estava no céu, delirando de tanto prazer, não agüentava mais, precisava jogar meu gozo para fora. Passei as mãos pelos seus cabelos, segurei firme sua cabeça, comecei a colocar todo meu pau dentro da sua boca, como se estivesse o penetrando. Fiquei metendo dentro daquela boquinha durante um tempo, até que não contive, gozei dentro dela. Foi uma sensação muito boa, gozei muito, ele engoliu tudo, não deixou nenhuma gota sair pra fora.

 

Estava ainda com muito tesão, o levantei, e começamos a nos beijar, passava minhas mãos por todo seu corpo, principalmente na sua bundinha, que bundinha carnuda, era muito gostosa de apalpar. Abaixei sua bermuda, e começamos a esfregar nossos paus um com o outro, enquanto beijava seu pescoço, sua orelha, sentia que ele queria gozar. Virei ele de costas, contemplei aquela bundinha, fui obrigado a dar um trato, sentado no vaso comecei a lamber seu anelzinho, deixei ele bem molhadinho. Tirei uma camisinha da minha carteira, a coloquei, me levantei, encostei meu corpo ao dele, comecei a masturbá-lo e beijar seu pescoço.

 

Realmente estávamos em uma química perfeita, ele entendeu o recado, apoiou seus braços na parede, empinou aquela bundinha, e olhou pra mim com uma cara de safado. Comecei a colocar meu pau devagar dentro dele, o mais engraçado que meu pau entrava com facilidade, ele gemia de tesão. Finalmente estava dentro dele, passei a tirar e colocar meu pau, meter com voracidade, com estocadas firmes e fortes, ele delirava de tesão, fiquei durante alguns minutos naqueles movimentos, até que falei no seu ouvido que queria que ele cavalgasse em cima da minha rola. Sentei-me no vaso, ele sentou no meu colo, começou a rebolar em cima da minha vara, enquanto o punhetava. Ele ficou rebolando, até que gozei, e ele logo em seguida gozou. Estávamos molhados pelo suor, e com um sorriso de satisfação. Depois de algumas caricias, nos limpamos, e colocamos nossas roupas, nos beijamos mais um pouco, e voltamos para sala de cinema.

 

Quando saímos do banheiro, nos demos conta que havíamos ficado quase 40 minutos lá dentro. Nos sentamos nas poltronas, e ficamos nos beijando até o filme terminar.

 

Nossas aventuras não param por aqui, teve a vez que transamos na casa da avó dele, mas essa eu conto outro dia...

 

A borboleta flor saiu do casulo

Morava com minha mãe, jjjá idosa, sempre soube que era gay, mas, minha família enorme e interiorana me deixou sem coragem de aaumir isso em público, preferi omitir e dar minhas ecapulidas quando pudeese oque nunca tive coragem. Com o tempo fui me penetrando no banheiro com todo tipo de "membro", de pepinos e vidros de deodorantes cheguei até a mandar fabricar artefatos que pudessem me penetrar gostoso. Mas na REAL mesmo ainda não tinha acontecido. Somente uma ve, com um cara na rua, muito rápido havia conseguido a sensação de ser possída por um homem, mas estava "en sapo".

Como uma garotinha ainda não havia conseguido. Na casa de mamãe, cidade do interior, havia daquelas empregads domésticas negônas, bundudas e que arrumavam namorados fácil. Teve um namorado dela que ficou mais chegado na casa, chegou até a faer uns serviços de jardim e tal. As vees ele aparecia muito bêbado p/ chamar sua deusa, que ele era apaixonado e tal. Ela tinha um quartinho nos fundos mas não dormia nele, apenas passava a roupa da casa, tomava seu banho e se trocava, indo dormir em sua própria residência.

Um dia tudo parecia se encaixar, uma amiga me chamou p/ ir a casa dela e chegando lá uma irmã dela estava exibindo roupinhas de lycra da riggy, uma marca famosésima do RJ. Não resisti e dei um jeito de ficar com um shortinho de lycra rosa shock que no meu corpicho ficou m tesão. Fi mágica p/ elas não perceberem que era p/ mim msm a compra. Tenho irmãs. De posse daquele shortinho gostoso fui p/ casa imediatamente experimenta-lo. foi um tesão. A noite, fui aos fundos da casa, que tinha um enorme quintal e quartos nos fundos clocar novamente o shortinho. Todos dormiam e eu só queria desfilar um pouco e sentir a maciês e feminilidade da lycra. No entanto ouvi um barulho vindo do quartinho da em pregada que já tinha ido embora.

Minha surpresa foi que Oswaldo, o namoradinho dela, foi entrando em casa p/ chama-la, meio zonzo de bebida, não a encontrando resolveu espera-la, ainda a tardinha, apagando no quartinho dela até a noite quando eu apareci. Quando vi aquele homem deitado, dormindo, nos fundos de csa tremi dos pés a cabeça, senti ali a oportunidade de faer o que nunca tinha feito, que era transar gostoso, pela 1ª vez, como se transa de verdade. Me montei rápidamente, ainda não sabia me maquiar direito (ainda não sei) mas fi o que pude, botei,calcinha, o shortinho, uma blusinha verão pois faia calor e tomei coragem. Tremia de mêdo e praer, pensei que ele poderia me reconhecer e nem fazer nada e ainda espalhar lá em casa que eu queria dar p/ ele, vestidinhja de mulher e tal. Mas superei isso e, mesmo tremendo, tomei coragem.

Fui faendo barulhinhos para tentar acorda-lo naturalmente. Ele acordou, me viu e felimente gostou...Me comeu de todo jeito, na cama, no quintal, sob as estrêlas. Ele já estava curado do porre mas entrou numa onda de simular que copntinuava meio zonzo. Me chamava meio que pelo meu nome mesmo e meio que por um apelido que ele inventou. ele sabia que era eu mas fingiu sempre que nada havia acontecido naquela noite. Ele não sabe mas aquela noite foi decisiva p/ a minha descoberta como crossdresser feminina e gay. Gosto disso e foi ele que me mostrou que eu podia faer isso que nada aconteceria, sendo discreta e respeitosa eu poderia ter uns casos fortuitos que nada seria tão complicado. Foi o desabrochar da Sissye Falls, que, hoje em dia, não têm dúvidas que é menina, gosta de homens e adora o universo feminino.

Naquela noite fi amor como menina, me senti menina e ele respeitosamente nunca falou nada com ninguém. Foi um momento0 lindo e que me fe mais mulher, mais fêmea, maisrealista e mais felli. Descobri que sou mais tyranquila sendo menina, e estou procurando ter uma vida mais feminina hoje em dia...

Bjs da Sissye:

Só ADD pessoas da região de JF-MG
Não sou Mulher. Sou uma CrossDresser feminina e menininha, me faça tua mulherzinha dengosinha e gostosinha. Sissye msn:sissyefalls@hotmail.com
Leio com atenção, respondo com carinho e faço com jeitinho...
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=7193292291340247562
Meu filminho no you tube:
http://www.youtube.com/watch?v=Wk0VSxWxwuI

 

 

Amiguinho de infância II

Dona Nadir, mãe do Lilico era casada pela segunda vez. Casara com Antonio, um mulato forte, mais moço que ela uns 15 anos. Eu já havia notado o sorrisinho malicioso que ele me dava discretamente. Do sorrisinho ele passou para me piscar um olho, disfarçadamente. Dos piscar de olhos ele passou a me assediar de todas as formas. Eu fazia de tudo para evitá-lo, pois estava namorando o Lilico, que me comia sempre que isso era possível. Mas, isso estava ficando difícil, porque o Antonio passou a nos cuidar. Ele queria nos pegar em flagrante. O Lilico já havia me dito que ele dera uma prensa nele para que confessasse que me comia. O tempo foi passando e eu ainda não assumira publicamente minha homossexualidade, mas intimamente eu já descobrira quem eu era. Era uma menina em todos os sentidos. E gostava de ser mocinha. Adorava dar o cuzinho. Por enquanto só o Lilico me comia. Mas eu já sentia desejos por outros guris.
Há teoria que diz: nossos pensamentos e emoções são ondas eletromagnéticas. Eles vão para o ar em forma de energia que é captada por outros que pensam e sentem como nós. Daí surge a atração. Acho que com o Antonio estava funcionando mais ou menos assim. Por fora eu era homem, mas por dentro eu era fêmea. Mais fêmea do que aquelas que nasceram do sexo feminino. Eu pensava, sentia, desejava como fêmea. O instinto de macho do Antonio farejava essa fêmea. Eu transpirava volúpia. Minhas formas carnudas e arredondadas, jovens e macias, eram um convite irresistível ao pecado. Não só o Antonio farejava e desejava essa fêmea. Outros machos também ficavam perturbados com o ser andrógino que eu era. Aliás, preciso dizer que comprovei também que, mesmo tendo nascido do sexo masculino, mas tendo certeza de que você é mulher, o desenvolvimento de seu corpo, sua voz, seus modos e atitudes, vão cada vez mais, ser o que você, intimamente, é. Vão denunciar o que você é. Não tem jeito. Nossos pensamentos, quando são determinados, viram certeza. De certeza, em muitos momento formam as emoções. Quando contemplo meu corpo nu no espelho, eu não vejo ali um homem. Eu enxergo ali uma mulher. Não é que eu acredite, eu tenho certeza que sou uma mulher. Quando sou possuída por um homem, a certeza se consolida com o prazer que sinto em ser a fêmea. Em dar prazer ao meu macho. A tesão que isso me faz sentir, é uma emoção indescritível. Uma emoção arrebatadora. Essa emoção será compreendida pelo cérebro como certeza, como fé e isso vai fazer com que eu fique ainda mais mulher. Meu cérebro e sua força irão comandar meus hormônios não mais como homem. Mas como mulher. Assim, a produção do hormônio masculino irá diminuir e a do hormônio feminino irá aumentar. Quanto mais mulher eu for ficando, mais emoção irei sentindo. Quanto mais emoção, mais certeza terei, quanto mais certeza, meu físico mais mulher será. Essa certeza e fé irão comandar uma verdadeira transformação no resto do seu corpo. Por isso, quanto mais o tempo passava, mais mocinha eu ficava. Os dias foram se passando e enquanto os outros guris adquiriam barba, pêlos, braços fortes e cara de homem, eu desenvolvia ao contrário. Parecia cada dia mais com uma...moça. As pernas continuavam sem pelos. Eram grossas e macias. Recobertas apenas por uma leve penugem dourada do sol minhas coxas eram soberbas. A cintura fina e os quadris largos denunciavam de forma quase chocante o corpo de mulher que surgia. A bunda carnuda também denunciava minha verdadeira natureza. Meu rosto também era a expressão mais feminina impossível. Nariz afilado, pescoço comprido, grandes olhos verdes com sobrancelhas arqueadas não eram suficientes. Havia no centro de meu rosto uma boca que era quase um órgão sexual. Meus lábios carnudos eram de uma maciez extraordinária. Lilico me beijava alucinadamente sempre que nos amávamos. Ele tinha duas taras: minha bunda e minha boca.
O Lilico era verdadeiramente apaixonado por mim. Enchia-me de presentes, gostava de me ver de mulherzinha. As poucas vezes que tivemos oportunidade de ficar sozinhos, eu me vesti e me maquiei para ele. Vestida e maquiada eu era uma mulher linda. Depois que eu o provocava dançando e rebolando para ele, eu dava com gosto. Adquiri uma habilidade com o menear dos quadris que levava ele a loucura. Mesmo com o pau atolado em minha bunda eu conseguia rebolar tanto que quase desnucava o duro instrumento que enchia meu reto. Não é necessário dizer o quanto isso significa para o macho. Com isso você o escraviza, torna seu dependente, seu servo, seu tudo, seu nada. Acredito que para que tudo isso aconteça deve haver dentro de você, um espírito muito especial. Um espírito de alto quilate sexual e erótico. Na hora do sexo, se você tiver esse dom, baixam em você verdadeiras entidades espirituais muito experientes, que transformam seu corpo jovem e ardente em algo vulcânico. Você queima em chamas de tanto prazer. Você se torna para seu parceiro no paraíso na terra. É um dom dos deuses. Acredito também que há machos e até fêmeas que mesmo sem saberem o que você é, "sentem", intuem sobre quem você é. Aí em alguns surge o desejo, a curiosidade. Em outros, poderá surgir até o medo, pois eles sentem que está a sua frente alguém diferente, poderoso. Acredito que a pessoa que possui este tipo de magnetismo, termina por descobrir sua diferença e que pode dar as cartas em qualquer lugar. Porque tudo, tudo gira em torno do sexo. Em qualquer lugar o sexo será sempre a força motriz que regerá atitudes. Mesmo que a atitude seja de fuga, de medo, diante do desconhecido. Mas, todos, todos indistintamente sentirão a força que emana de um ser poderoso nesse sentido. Não é por acaso que os grandes mitos cinematográficos ficam eternamente na mente, na lembrança ou na mídia. Em inglês há um termo que, pelo menos a meu ver, poderia ser enquadrado no conceito que acabei de expressar: sex appeal. Marylin Monroe, Sophia Loren, James Dean, isto para lembrar apenas alguns nomes e figuras extraordinariamente eróticas.
Acredito que a sociedade em geral sabe da força do sexo. Por isto, muitos reprimem, condenam e exortam publicamente os eventos onde o sexo transpira e domina. Carnaval, praia, a TV hoje, a música, tudo, tudo mostra e cultiva o prazer do sexo. Muitos não o definem na plena acepção da palavra. Mas, sugerem, incutem, provocam. Primeiro vem o ritmo depois a nudez. As cores, os movimentos, a beleza, o brilho. O sorriso, olhares e palavras. Tudo, tudo diz respeito ao prazer sexual. Ou alguém duvida da magia que explode na Marques de Sapucaí, na Bahia e nos resto do Brasil quando o carnaval assume o comando total em nosso país.
Sempre houve a força sexual no mundo. Tanto hoje como antigamente, o sexo existe há tanto tempo que todos nós sabemos de sua importância. No oriente a dança do ventre é de um erotismo extraordinário. Na China a explosão demográfica não é por acaso, é sexo puro. A timidez dos orientais de olho puxado, as formalidades que eles demonstram, apenas encobre um outro lado onde elas são postas de lado e o sexo surge nos tatames e por baixo dos quimonos.
Se pudéssemos viajar no tempo, passaríamos por Sodoma e Gomorra, iríamos até Tróia, onde Menelau perdeu sua Helena. Quem sabe chegaríamos aos homens das cavernas, aos índios tropicais e tantas outras tribos onde a poligamia até hoje é consentida, quem sabe incentivada?
O poder do sexo em nossos dias está criando um novo tipo humano. Sim, a força sexual é tão grande que ontem víamos travestis, hoje vimos transexuais. E com que perfeição! Não venham me dizer que não percebem que a cada dia homens com alma feminina não se tornam ainda mais femininas que as próprias mulheres. Sim, a própria mídia já os valoriza. São chamados para entrevistas, para questionamentos sobre possíveis fatos que teriam despertado interesse dos telespectadores. De forma lenta e gradual os transexuais vão se aperfeiçoando. Com a chegada do silicone, das operações plásticas, dos hormônios cada vez mais poderosos. Buscam a perfeição absoluta. Hoje, há homens tão transformados em mulheres que despertam desejo de homens que não muito tempo atrás queriam distância. O que é isto? É um novo tipo de ser humano que está aí para quem quiser ver. Na última parada gay de São Paulo compareceram mais de quatro milhões, note bem, quatro milhões de pessoas entre gays, adeptos e simpatizantes. Quatro milhões, fora os que ficaram em casa.
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Um dia quando fui na casa do Lilico, como sempre entrei pelo portão, passei pela cadela Chiquita e fui chegando pela cozinha. Para minha surpresa, encontrei apenas Antonio sentado à mesa da cozinha tomando café. Quando cheguei seus olhos se alegraram.
- Oi, o Tilica está? - Perguntei.
- Não. Saiu com a mãe dele. - Respondeu Antonio.
- Então tá. Volto outra hora. - Disse eu.
- Não. Espera. Quero falar contigo. - Disse ele. Tomou de um gole o resto do café e levantou-se. Deu a volta na mesa e se aproximou de mim. Fiquei com medo, mas esperei. Ele veio por trás e fechou a porta passando a chave. O gesto dele me disse que ele queria mais de mim. Fiquei imóvel. Ele chegou por trás e se encostou em mim. Senti o pau duro dele em minha bunda. Me abraçou por trás e me disse no ouvido:
- Há muito tempo que quero te pegar, menininha linda!
- Ai Antonio...O que é isto? - disse com com voz trêmula.
- Tesãozinha gostosa...- Disse ele me apertando ainda mais.
- Me larga...me larga....- falei com a voz ainda mais débil. Ele agora me beijava o pescoço e acariciava meus braços, meu corpo. Um calorão começou a tomar conta de mim. Ele me virou para ele e com a mão calosa agarrou meu rosto delicado. Apertou minhas bochechas de forma que minha boca ficou em forma de flor.
- Que boca tu tem, tesãozinha...- Disse com hálito de café com leite e grudou sua boca na minha. Seu bigode arranhava minha pele. Assustada, o beijo dele mexeu comigo. Sua língua grande entrou na minha boca e procurou a minha. Eu estava com as pernas bambas. Sentia o pau duro em meu ventre, enquanto ele acariciava meus cabelos, puxando minha cabeça para ele. Minha cabeça girava e quando vi já tinha entregue minha linguinha para o linguão dele. Ele chupou gulosamente minha língua. Da boca passou a me beijar o rosto, o pescoço. Sua barba por fazer arranhava minha pele deliciada. Abriu minha camisa e agora beijava e mordia meus ombros. Eu gemia e dizia com voz débil:
- Pára..pára...Antonio...Eles podem chegar...-
- Não, eles não vão chegar foram para fora - Respondeu ele me beijando e já tirando minha camisa. Afogueada, eu suspirava e protestava cada vez mais vencida pela tesão que já me dominava:
- Pára...ai...pára... Eu ja falava com a voz feminina. Eu era uma fêmea vencida pela força do macho.De repente me pegou no colo e me levou para o quarto. Eu já não protestava mais. Estava vencida. Sabia que ele ia me comer de qualquer jeito. Chegando no quarto ele me pôs sentada na cama de casal. Tirou minha bermuda e me deixou nua. Para ele não ver meu tiquinho, virei de costas , revelando toda a opulência de minha bunda. Alí, redonda e macia estava totalmente disponível aquilo que mais ele queria: minha bunda. Ele arregalou os olhos de desejo para a bunda arrebitada..
- Que bunda linda! Exclamou, tirando sua roupa. Quando emergiu nú, percebi o imenso pau duro apontando para cima. Senti medo. Era o segundo pau adulto que via. Não era cabeçudo como o do Tilica. Mas, era maior e mais grosso.Era muito maior que o do Tilica. Ele abriu a gaveta da mesa de cabeceira e pegou um tubo de creme. Sabendo que seu pau era bem grande, me mostrou a ferramenta enquanto o lubrificava com creme.
- Olha, olha o pau do teu macho, viadinho lindo!
- Deitada de lado eu olhava aquele pauzão que breve estaria atolado no meu rabinho. Fechei os olhos com um leve sorriso de prazer. Ele me botou de quatro e pôs um travesseiro embaixo de mim. Me agarrei ao travesseiro e ergui o máximo a bunda para ele. Ele estava alucinado com o que estava ao seu dispor. Alucinado ele beijava minha bunda, mordia, me dava palmadas. Quando me batia eu gemia: ai..ai..ai... Quando ele se afastou um pouco para olhar melhor, para desfrutar daquela vista tão desejada eu fui muito maliciosa. Para provocá-lo ainda mais passei a apertar e soltar o esfincter. Apertava e soltava. Apertava e soltava. Com isso meu cuzinho piscava para ele. Quando ele assistiu aquilo não resistiu. Se atirou de língua em meu cuzinho. Quando o linguão dele se enfiou no meu cuzinho, um arrepio de prazer eletrizou todo meu corpo eu quase desmaiei de prazer.
- Teu cuzinho é cor de rosa...que coisinha linda....- Dizia ele metendo guloso a língua sequiosa em meu buraquinho. De quatro eu ergui ainda mais a bunda para ele. Sua boca ora beijava ora lambia minha bunda. Senti uma ponta fria na porta do meu cuzinho. Era a pontinha do tubo de creme. Ele firmou a bisnaga e apertou o tubo. Um creme frio entrou em meu reto que ficou generosamente lubrificado. Suas mãos me agarraram pelos quadris. Me senti a própria égua que ia ser violada pelo garanhão. Um frêmito percorreu meu corpo quando senti a ponta do pau dele no meu cu. Com voz dengosa eu pedi baixinho:
- Põe devagarinho, tá? Não me machuca...-
Ele se abaixou e beijou minha bunda dizendo:
- Vou te comer bem devagarinho...Tu vai adorar dar o cuzinho pra mim.- Disse isso e empurrou o pau. A emoção dominava meu corpo. Desejando como nunca engolir a vara dele eu forcei o cu para fora. Fazendo força para fora meu buraquinho se abriu como um flor. O pau entrou sem dor. Que delícia. De olhos fechados eu gemia e mexia a bunda. Meu cuzinho engoliu a cabeça.Ah, como adoro esse jogo!!! Forcei o cu para trás ainda mais. Forcei como se quisesse expulsar alguma coisa. Eu sabia que assim o cu abriria ainda mais, facilitando a entrada pois o pau dele era muito grosso, Ele meteu mais um pouco e entrou mais um pedaço. Parava e empurrava. Com os cotovelos na colcha rosa de Dona Nadir eu estava sendo fodida pelo homem dela. Na cama dela, eu estava fazendo o que mais gostava: sexo. Agora ele tinha enfiado todo o pau. Ele estava com as mãos firmes nas minhas ancas. As mãos fortes não deixavam eu mexer como sabia. Gemendo de prazer eu pedi com voz dengosa:

- Me solta, deixa eu mexer pra ti. - Ele soltou meus quadris e eu soltei a fêmea devassa que surgia em mim nesses momentos. Minha bunda adquiriu vida própria e eu rebolava com maestria com o pau atolado dentro de mim. Ora rápida, ora lenta, minha bunda se movia em circulos, levando o macho ao delírio.Sorrindo de prazer eu escutava os gemidos dele. O suor escorria de nossos corpos e nem percebíamos o barulho do velho colchão de molas. Foi uma foda inesquecível. Passamos o resto da tarde fodendo de tudo que foi jeito. Ele me comeu de quatro, de frango assado, de ladinho, me botou pra cavalgar. Ele me beijou tanto que fiquei com os lábios inchados. Ele me chupou tanto que ao final da tarde eu estava toda manchada. Saí de lá caminhando devagarinho, toda esfoladinnha. No caminho para casa, exaurida de tanto prazer, sorrindo cheguei a uma certeza: depois de tanto comer meu cuzinho quem realmente tirou meu cabacinho foi o Antonio, negro tarado!
liegefox@gmail.com

Joana e Guilherme - o casal

Meu nome é Joana e meu marido se chama Guilherme.Resolvi lhe enviar esta história que é muito sacana.Toda vez que transávamos ele perguntava se eu não tinha vontade de ir para cama com outro .Reagia negativamente dizendo que ele não gostava mais de mim .Um dia cheguei em casa depois do serviço muito irritada com o que havia acontecido comigo.Contei que ao experimentar um sapato que iria comprar, o vendedor,um garoto,virou minha perna de modo minhas coxas ficaram totalmente a mostra e por conseguinte minha calcinha,pois uso saias muito curtas.Falei que sai com raiva da loja e nem comprei o sapato,ele começou a tirar minha roupa e me beijar ,ficou nu e começamos a transar.

Me perguntou se eu não tinha ficado excitada e respondi que não,perguntou de novo e respondi que havia ficado um pouquinho e que minha calcinha ficou molhada e eu não queria isso.Ele então disse uma coisa que mudou para melhor nosso relacionamento,falou que no outro dia eu voltaria até a loja ,procuraria o mesmo vendedor para experimentar um sapato,só que eu usaria uma calcinha transparente e ele estaria lá para me ver fazer isso.Meu tesão foi a mil e gozei feito uma louca.Antes de continuar quero dizer que sou uma mulher de coxas grossas e uma bunda que deixa os homens loucos e minhas calcinhas por serem bem pequenas deixam meus pelinhos saírem pelos lados.Ao chegar na loja no outro dia estava molhadinha,meu marido se colocou estrategicamente de modo que visse tudo.

O garoto trouxe vários pares de sapatos e comecei a experimentar,não ofereci a menor resistência de modo que ele pudesse ver tudo.Já no segundo par de sapatos notei um volume imenso debaixo da calça do menino e eu não aguentei mais de tanto tesão , queria ser comida de todas as maneiras.percebendo isso meu marido fez um sinal ,paguei o sapato , me encontrei com ele fora da loja e fomos para um motel ali perto.Começamos a transar e perdi completamente o controle, pedi que ele me deixasse ser comida por outro homem,mas com uma condição,que ele ficasse escondido e assistisse tudo,pois a minha fantasia era essa.Ele aceitou na hora e em pouco tempo realizaremos nosso desejo.

 

O coronel me fez mulher

Estava participando de um congresso e iria ficar hospedado naquele hotel por três dias. Na primeira noite, ao sair do quarto, fui pegar algumas informações na portaria, quando percebi que um senhor, de mais ou menos uns 50 anos, de bigode de coronel, não tirava os olhos de mim. Eu tenho 1,80m 80 kg sou claro e tenho um bumbum grande e arrebitado, não sou afeminado. Bom então saí e fiquei com aquele pensamento na cabeça...

Fui dar umas voltas e tomar uma cerveja, e o pensamento fixo naquele senhor me inspirou fantasias...que se transformaram em tesão. Lá pelas 2 da manhã eu chego no hotel e para minha surpresa aquele senhor estava na portaria. Acho que pela minha embriagues, ou tesão, eu cheguei e olhei o senhor de um jeito que ele percebeu tudo que queria. Puxou assunto se eu tinha gostado da noite e foi minha deixa, eu disse que mais ou menos pois saí para tomar uma cerveja e voltei morrendo de tesão. Ele olhou para minha bunda e disse com um ar todo safado: - Se quiser eu posso resolver isso! Perguntei sobre a portaria e ele disse que era apenas o zelador e que o porteiro estava voltando era só eu subir e esperar um pouco. Fui para meu quarto e estava com tanto tesão que ao sair eu acho que estava rebolando e ele elogiou com um fiu fiu... Tomei uma cerveja e estava imaginando como seria o seu pau quando bateu à porta. Fui atender e era ele que chegava com uma sacola na mão.

Assim que entrou quando fui fechar a porta ele me encochou por trás e falou no meu ouvido, roçando o bigode na minha nuca: vou comer essa bunda gostosa a noite inteira! Eu amoleci na hora, pus a mão no seu pau e fiquei doido pois fazia um puta volume. Não agüentando mais tirei seu cacete para fora e delirei ao ver a beleza daquele pau era um cacete de uns 20 cm grosso e cabeçudo, meio arrocheado e com uma cabeça que parecia um tomate de tão lisinha, abocanhei com vontade e chupava ele, ou melhor mamava, feito um bezerrinho engolia tudo e deixava ele bem babado para fazer ploft ploft enquanto eu chupava, ele hiper duro e não agüentando mais segurou minha cabeça e fodeu minha boca até gozar um rio de porra na minha boca. Me mandou engolir tudo se não não ganhava mais e eu sem pensar engoli aquele leite que me deu mais tesão ainda. Percebendo meu estado de submissão, o “coronel” pegou a sacola, tirou umas roupas femininas e me disse que queria que eu fosse sua putinha aquela noite... Era um espartilho vermelho e um conjunto de calcinha e sutiã pretos, tinha uma bolsa branca e umas sandálias de salto pretas que ele mandou que eu colocasse e usasse tudo que estava na bolsa.

Fui ao banheiro e coloquei a roupa, abri a bolsa e tinha um masso de cigarros, Charm, estojo de maquiagem e brincos de pressão. Me vesti maqueei bem forte para ficar parecendo uma puta, coloquei a sandália, um pouco apertada, como a calcinha, e olhei no espelho. Aí que fiquei com tesão mesmo pois estava uma verdadeira puta, e gostosa. Quando saí do banheiro acendi um cigarro e ele olhou para mim, então pude ver seu pau delicioso crescendo e tesando para o meu lado. Falou que eu estava uma gata e perguntou se eu tinha visto a caixinha que estava na bolsa, eu disse que sim e ele perguntou se eu tinha tomado o comprimido. Olhei de novo e vi que era uma dessas pílulas de hormônio feminino super concentrado para tomar no dia seguinte às relações duvidosas. Falei que aquilo eu não tomaria e ele todo compreensivo veio até mim: não precisa tomar, minha puta, mas depois eu não assumo o bebê, brincou. Vindo até mim, me pegou por trás apertando minha bundona e roçando meu pescoço: chupa a pica do seu homem vai minha puta! Abachei e chupei gostoso. Ele me levantou e me jogou na cama falando para eu ficar de quatro! Isso sua cadela arrebita esse bundão para eu meter meu cacete! Tirei a calcinha e arrebitei o bumbum o Maximo que pude. Ele veio por trás ajeitou a cabeçona toda babada e foi socando devagar e tirando. Eu sentia a portinha do meu cu abrir era delicioso, ele tirava cospia no pau e enterrava um pouco mais Está gostando putinha? O que vc acha do pau do seu macho? Ai!

Ta muito gostoso me fode meu coronel mete nesse cu e mostra que é o dono dele vai! De repente ele enfiou tudo, eu quase gozei de tanto tesão, ele era muito gostoso muito duro e aquela cabeçona abria meu rabinho na saída e na entrada que delícia! O coronel metia forte e não parava de me comer, pra meu tesão ele não gozava apenas metia me chingava e dava tapas na minha bunda. Sua cadela toma esse cacete toma! Vou fazer vc gozar igual uma mulher! Vou transformar vc na minha mulher! Então ele acendeu um cigarro e me deu para fumar! Fuma igual a uma puta sua safada! Enquanto vc fuma vc leva fumo aqui atrás! Eu segurei o cigarro e procurava fumar igual a uma mulher! Acho que a cena ou a nicotina, não importa, aumentou meu tesão e eu disse que iria gozar. Seu cavalo come sua puta que eu vou gosar! Ele safado pegou o comprimido e pois na minha boca dizendo que se eu não engolisse ele iria parar! Eu na loucura do tesão nem pensei e engoli o comprimido! Ele todo satisfeito me deu um tapinha e disse: Boa garota agora sim vc vai ser mulher de verdade! Me virou de frente e enterrou seu cacete quentinho no meu rabo, me fodendo com aquele mastro durão!

Já tinha metido uns 45 minutos e meu rabo já fazia barulho – ploft ploft – Então ele tirou sentou na cama e mandou que eu batesse uma punheta para ele, fiquei um pouco frustrado, ou melhor frustrada, pois queria que ele gozasse no meu cu, foi quando ele disse que queria que eu batesse punheta nele com meu cu! Que maravilha! Eu já me sentia uma mulher, me ajeitei sobre seu “poste de aço” e fui engolindo com meu cu, seu pau já entrava e saía lisinho eu subia e descia, cavalgando aquele cacete! Isso putinha cavalga seu macho faz ele gozar nesse cu gulososo! Eu respondia com gemidos e ronronava igual uma gatinha, me sentindo completamente fêmea! De repente tudo que eu queria era fazer ele gozar, dar prazer ao macho que me fez mulher, comecei a contrair e relachar o rabinho enquanto subia e descia, ele foi a loucura, me segurou forte pela cintura e metia igual um animal, o clima foi aquecendo e ele não agüentando mais: vou gozar cadela prepara que vai ser encharcada de leite! Aaaaaf Uuuuuf !

Ao sentir aquele leite me concentrei no seu pau que inchava e estava super quente e duro aí não resisti e gozei como louca: Aaimm uiii mete isso faz sua puta gozar issoooooo! Ele se levantou fez eu limpar seu cacete com uma bela mamada, me deu um beijo no rosto e disse que de manhã viria me comer! Aquele senhor me comeu pelos três dias pela manhã e à noite, sempre me obrigando a tomar os comprimidos, no último dia eu já tinha os mamilos sensíveis e me sentia mulher de verdade, ele me trazia shortinhos apertados e no último dia trouxe um amigo para mostrar como era fazer uma mulher se sentir puta

 

freedacapri@hotmail.com

 

Freeda ataca novamente

CERTA VEZ CONHECI UM BORRACHEIRO QUANDO VOLTAVA DE UMA VIAGEM DE FÉRIAS E O ÔNIBUS QUEBROU EM UM POSTO.... NÃO ESTAVA TRAVESTIDA MAS ESTAVA COM MUITO TESÃO E FOI O SUFICIENTE PARA TER CORAGEM. ENQUANTO O PESSOAL ESTAVA NA LANCHONETE FICAMOS CONVERSANDO E EU INDIGNADO FALANDO BOBAGENS TIPO QUE FODA ... ESTAMOS FODIDOS ETC...DAÍ FIQUEI INDO E VOLTANDO A PORTA DA OFICINA E LANÇANDO OLHARES... FOI QUANDO ELE PERCEBEU E ME CHAMOU PARA OS FUNDOS, QUANDO SENTÍ QUE ESTAVA PARA ACONTECER FIQUEI LOUCO DE TESÃO CHEGAMOS A UM BANHEIRO PRIVATIVO E LOGO TIREI SEU CACETE PARA FORA E COMECEI A CHUPAR, QUE DELÍCIA.....ELE ERA BAIXINHO MAS TINHA UM CACETE ENORME E GROSSO... IMPLOREI PARA ELE ME COMER MAS NÃO TINHA CAMISINHA...ACHO QUE PELO MEU ESTADO DE TESÃO ELE NÃO AGUENTOU E LOGO GOZOU ENCHENDO MINHA BOCA DE PORRA, ENGOLI TUDO E FIQUEI MAMANDO ATÉ ELE AMOLECER. CONTINUAMOS A VIAGEM E ESTA CENA ME INSPIROU POR ALGUNS MESES. ALIÁS FOI O QUE ME DEU CORAGEM PARA REALIZAR MINHA FANTASIA RELATADA EM “O DESPERTAR DE FREEDA”. BOM AQUELE CACETE NÃO PODERIA ESCAPAR E UM BELO DIA RESOLVÍ IR EM BUSCA DELE...

ME VESTÍ COM ESPARTILHO ROSA CHOQUE, LANGERIE VERMELHA UNHAS POSTIÇAS BEM GRANDES, UMA MAQUIAGEM DE ATRIZ PORNÔ(JÁ ESTAVA CRAQUE EM ME MAQUIAR), MINHA BOCA É CARNUDA E O BATOM DOUBLE IMPACT DA AVON DEU O ACABAMENTO PERFEITO,PERUCA RUIVA NA ALTURA DOS OMBROS, SANDÁLIAS VERMELHAS DE SALTO 12, CALÇA JEANS DELAVÊ BEM COLADA, BLUSINHA DE MALHA, BRANCA E SEIOS POSTIÇOS BEM GRANDES, MINHA BUNDA FICOU ESPETACULARMENTE GRANDE. TODA MONTADA E BEM PUTA FUI A LUTA... ERA TARDE, UMAS ONZE HORAS QUANDO CHEGUEI, PAREI O CARRO E ELE ESTAVA LÁ... VEIO EM MINHA DIREÇÃO E QUANDO CHEGOU DESCÍ DO CARRO E PEDÍ PARA CALIBRAR O PNEU... ELE ESTAVA COM UM OLHAR MEIO DESCONFIADO MAS COM UM POUCO DE MALÍCIA...ENQUANTO CALIBRAVA UM DOS PNEUS FUI EM DIREÇÃO AO OUTRO E VIREI A BUNDA PARA ELE EMPINANDO BASTANTE, QUANDO SE LEVANTOU EU FIQUEI ESPERANDO ELE CHEGAR PERTO E ME LEVANTEI DE COSTAS EMPURRANDO MEU BUMBUM EM SUA DIREÇÃO. QUANDO TOCAMOS, DEI UMA OLHADINHA PARA TRÁS E PEDÍ DESCULPAS, ELE JÁ CHEIO DE MALÍCIA COMENTOU...

FOI UM PRAZER SE QUISER PODEMOS FAZER MELHOR LÁ ATRÁS... QUE TESÃO EU JÁ CONHECIA O SEU BANHEIRO PARTICULAR E TOPEI NA HORA . CHEGAMOS E FUI TIRANDO SEU CACETE PARA FORA, MAMANDO DELICIOSAMENTE AQUELA TORA QUE EU NÃO CONCEGUI ENGOLIR INTEIRA. PRA MIM FOI UM DESAFIO ABRÍ BEM A MINHA BOCA GULOSA PRENDÍ A RESPIRAÇÃO E FUI ENGOLINDO ÀS VESES TOCAVA MINHA GARGANTA E DAVA VONTADE DE VOMITAR MAS COMO FIQUEI OBSERVANDO NOS FILMES EU TIRAVA E SALIVAVA MUITO BABANDO TODA NAQUELE INSTRUMENTOATÉ QUE CONSEGUÍ CHEGAR À VIRÍLIA. DESSA VEZ ELE NÃO ESTAVA QUERENDO GOZAR TÃO RÁPIDO, ACHO QUE TINHA SE MASTURBADO POIS ESTAVA COM UM DELICIOSO CHEIRO DE PORRA VENCIDA. ELE FICOU LOUCO DE TESÃO E ME INTIMOU: _ QUERO COMER ESSA BUNDA GIGANTE QUE VOCÊ TEM TIRA ESSA CALÇA TIRA... DEPOIS DO NOSSO ÚLTIMO ENCONTRO ELE FICOU ESPERTO POIS TINHA CAMISINHA NO BOLSO... BOM TIREI A CALÇA E A CALCINHA E APOIEI NA PAREDE.

ELE VEIO POR TRÁS COM AQUELA TORA E APONTOU PARA MEU BURAQUINHO FOI EMPURRANDO E ENTRANDO AOS POUCOS... QUANDO ESTAVA PELA METADE EU NÃO AGUENTEI DE TESÃO E EMPURREI A BUNDA FAZENDO AQUELA FERRAMENTA ME INVADIR TODA... ELE DEU UM URRO DE PRAZER POIS QUANDO ESTAVA BEM FUNDO EU TRANQUEI MEU CIZINHO APERTANDO SEU PAU. COMEÇOU A BOMBAR E LAMBER MINHA NUCA... QUE TESÃO! ME COME ... COME GOSTOSO... ISSO METE NA SUA PUTINHA METE VAI ... FODE GOSTOSO.... GOSTOSO .... ISSO VAI .... AAAIIIIIFF... UNHNNM.. ELE METIA E METIA QUE BUNDA CARNUDA, SUA PUTA VOU ARREBENTAR SEU CUZINHO... TOMA ESSA TORA TOMA... ACHO QUE FIZEMOS ALGUM BARULHO POIS DE REPENTE BATERAM NA PORTA E ELE DESESPEROU... ERA O ZELADOR DO BANHEIRO PÚBLICO. ABRE ESSA PORTA QUE EU QUERO ENTRAR NESSA FODA! ELE TRANQUILIZOU POIS PERCEBEU QUE O CARA TAVA A FIM DE SACANAGEM TAMBÉM ENTÃO FOI ABRIR. PARA NOSSA SURPRESA QUANDO ABRIU A PORTA TINHA O ZELADOR E DOIS CARAS ERAM CAMINHONEIROS QUE ESTAVAM PARADOS POR ALÍ. APESAR DO SUSTO EU FIQUEI CHEIA DE TESÃO POIS ESTAVA COMPLETAMENTE SUBMISSA E NÃO PODIA FAZER NADA A NÃO SER RELACHAR E DAR... DAR ... DAR .

TIRARAM SEUS CACETES E FICARAM AO MEU REDOR... SEGURA E ENDURECE PRA GENTE SUA PUTA QUE HOJE VC VAI SAIR DAQUÍ TODA ABERTA. SEGUREI DOIS DELES ABOCANHEI OUTRO E MEU BORRACHEIRO CONTINUOU A PENETRAR.... QUE MARAVILHA AQUELES CACETES CADA UM MAIOR E MAIS BELO QUE O OUTRO. O CACETE DO ZELADOR ERA NEGRO FEITO UM BASTÃO DE CHOCOLATE E COM UMA CABEÇONA ENORME... COMO EU QUERIA AQUELA CABEÇA NO MEU BURAQUINHO... QUE JÁ ESTAVA MAIS PARA UMA GRUTA... QUANDO ESTAVAM PARA GOZAR PARARAM E COLOCARAM CAMISINHA... QUANDO PROPÚS UMA APOSTA. DEVERIAM FAZER UMA FILA E CADA UM ME PENETRARIA E DARIA 50 BOMBADAS DE CADA VEZ, AQUELE QUE GOZASSE PRIMEIRO PERDERIA A APOSTA. PRA MINHA SATISFAÇÃO E DELEITE ELES TOPARAM. VIROU UMA SURUBA PERFEITA ELES EM FILA SE REVESANDO E ME PENETRANDO PUNHAM TIRAVAM ESCANCARAVAM MINHA BUNDA E VIAM O ESTRAGO QUE ESTAVAM FAZENDO. EU GEMIA COMO UMA PUTA LOUCA DE TESÃO, ENCORAJANDO ELES. FODE ESSE BURACO... ME ARROMBA...AI..AI... ISSO... DE REPENTE ELES SE EMPOLGARAM COM O TAMANHO DO BURACO E UM DELES TEVE A IDÉIA DE COLOCAR DOIS CACETES AO MESMO TEMPO... COMO NINGUÉM QUERIA PERDER A APOSTA COMBINARAM QUE EU DEVERIA FAZER TODOS GOZAREM JUNTOS. COMO JÁ TINHA ESPERIÊNCIA (vide conto anterior)EM ENGOLIR DOIS DE UMA VEZ LOGO TOPEI . UM DELES DEITOU NO CHÃO E EU ENGOLÍ SEU CACETE COM MINHA CAVERNA SENTANDO TODA EM SEU PAU, O OUTRO VEIO POR TRÁS E ENFIOU.

COMO ESTAVA TUDO PERFEITO FORAM OS DOIS DE PICA MAIOR, O MEU BORRACHEIRO E O ZELADOR COM AQUELA TORA DE CHOCOLATE, OS OUTROS DOIS FICARAM A MINHA FRENTE E EU SEGUREI OS CACETES E FICAVA CHUPANDO MAMANDO UM, O OUTRO... OS DOIS BEM FORTE E BEM BABADO... MECHIA GEMIA RONRONAVA.... UHNNNMM.... AIIII. CÓME ...ME CÓME GOSTOSO...ISSO...ISSSO GOSTOSINHO... AIII CHUPA SUA VADIA SUA CADELA... O QUE EU MAIS SONHAVA ESTAVA ACONTECENDO, EU ALÍ COM QUATRO MACHOS CHEIA DE TESÃO E QUASE GOZANDO DE PINTO MOLE... SIGNIFICAVA QUE MEU TESÃO ESTAVA TODO NO MEU RABO MECHIA COM UMA LOUCA ... REBOLANDO E DE REPENTE VEIO AQUELA SENSAÇÃO MARAVILHOSA AI MEUS MACHOS CACETUDOS FAZ SUA PUTA GOZAR... VOU GOZAR... METE VOU GOZAAAAAAIII ... ISSO ISSO....

QUANDO GOZEI TRANQUEI O CÚ E OS MEUS PINTUDOS COM MINHA CARA DE PRAZER COMEÇARAM A JORRAR ENCHENDO MINHA BOCA GOZANDO EM MINHA CARA E ALARGANDO AINDA MAIS MINHA CAVERNA DOS PRAZERES... ME LIMPEI VESTÍ PASSEI MAIS BATOM E SAÍ REBOLANDO MINHA BUNDONA, DEIXANDO AQUELES MACHOS COM CARA DE TESÃO. SOU DE GOIÂNIA E ESTOU A ESPERA DE VC CACETUDO QUE QUER UMA PUTA CROSS DRESSER ESPERIENTE PARA TE ENCHER DE PRAZER A SÓS OU COM UM AMIGO POIS ME ESPECIALIZEI EM ENGOLIR DOIS DEUMA VEZ... DETALHE SEI APERTAR O RABO PRA FICAR BEM JUSTINHA PRA VC

freedacapri@hotmail.com

 


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