Contos Eróticos

Meu irmão me satisfaz

Meu nome é Mariana, tenho 27 anos e sou casada há seis com um homem muito bom, carinhoso, mas que no quesito sexo, deixa muito a desejar. Quando casei eu não era mais virgem e apesar de ter ido pra cama com apenas mais três homens antes dele, posso dizer que conheço o que um homem não deve fazer com uma mulher, já que essas pessoas também nunca me fizeram “ver estrelas” especialmente no quesito tamanho! Por isso eu morria de inveja de algumas amigas que contavam ter dado pra homens com cacetes enormes, que metiam por muito tempo... essas coisas todas!
Sou branca de cabelos castanhos; tenho 1,67 m e 60 kg; seios médios e firmes de bicos pontiagudos; cintura fina de quadris largos e bundona grande, empinada e redonda com marquinha de biquínis. Entre as coxas grossas uma xoxota média, mas tão gorda que chega a partir ao meio quando uso shortinhos de cotton ou algodão fino. Enfim, sou uma mulher bonita e gostosa, daquelas que chamam a atenção na rua ou qualquer outro lugar.
Tenho um irmão chamado Cláudio (Kaká para os íntimos), sete anos mais novo que eu segundo a boca pequena é um perfeito garanhão: pau enorme e disposição pra meter até elas pedirem arrego! Eu sempre ouvia essas conversas, mas, achava que era mais exagero, coisa de pessoas que não têm o que fazer e ficam atazanando a vida das outras. Porém, recentemente ele começou a namorar uma garota que logo se tornou minha amiga íntima e não demorou para ela passar a me contar coisas incríveis que eles fazem na cama e de todas as coisas que ela contava, sua ênfase maior era para o tamanho do cacete de meu irmão e pela sua disposição em foder horas e horas! Dandara, a cunhada em questão, me dizia que o pau dele era enoooorme e que quando ele a pegava de jeito, ela ficava dolorida e exausta por dias inteiros e que não tinha como dar pra ele todos os dias como era seu desejo. Isso tudo somado à minha carência por uma pica de verdade, foi fazendo com que eu ficasse curiosa e depois mesmo sem querer, a desejar meu irmão como homem, chegava a sonhar com ele me fodendo loucamente na ausência de meu marido! E de tanto eu querer matar minha curiosidade em relação ao tamanho da sua vara que um dia acabei vendo-o totalmente pelado. Cláudio estava tomando banho e pensando não ter ninguém em casa (ele morava com meus pais) deixou a porta do banheiro aberta. Quando ouvi o chuveiro ligado já imaginei meu irmão se ensaboando, o cacete ereto, aquela delícia! Pé ante pé me aproximei do banheiro e a cena que vi compensou qualquer expectativa: Kaká estava mesmo de pau duro e minha cunhadinha era modesta: aquilo não era um pau enorme, era descomunal, nunca imaginei um cacete daquele tamanho e grossura, cheio de veias, a cabeçorra vermelha. O pau estava tão duro que chegava a tocar sua barriga, a cabeça muito além do umbigo! Kaká ensaboava lentamente aquele monumental cacete saboreando todo o prazer que isso causava deixando-me nas nuvens e louca de desejo de sentir tudo aquilo dentro de mim! Sem pensar em mais nada, tirei toda a roupa e completamente nua entrei no banheiro! Kaká levou o maior susto, mas fingindo naturalidade, disse a ele que queria tomar banho também, porque não, somos irmãos, essas coisas todas! Mas, meus olhos fixos na sua vara dura deixavam claro o que eu de fato queria e meu irmão que não é bobo, sacou isso de cara! Então ele se ofereceu para me ensaboar e eu aceitei ficando de costas para ele, acho que no fundo eu estava corada por estar nua com meu irmão no banheiro! Com habilidade ele começou a passar o sabonete nas minhas costas descendo até minha deliciosa bundona, daí foi subindo sem passar pela xoxota até chegar em meus seios que estavam duríssimos de tanto desejo! Ele acariciou cada um deles demorando mais nos biquinhos que pareciam ponta de lápis de tão durinhos, aí eu não suportei mais e busquei sua piroca dura que roçava na minha bundinha! Foi a vez de Kaká gemer e pressionar minha bundona e coxas com aquele cacete descomunal! Deixando o sabonete de lado, ele fez com eu me inclinasse um pouco para frente e afastasse as pernas. Sabendo o que ia acontecer eu aguardei entre temerosa e cheia de desejos a penetração que fatalmente seria dolorosa. Quando a cabeça tocou minha xoxota e começou a esticar minha rachinha, eu quase gozei, mas imediatamente me dei conta da encrenca em que me metera: com uma estocada poderosa enfiou a metade daquele instrumento enorme e grosso dentro de mim! Não deu pra conter o grito e eu tentei fugir, mas ele segurou-me pelos seios com as ambas as mãos e prendeu-me contra si. A seguir empurrou a piroca enorme pra dentro de mim e só parou quando sentiu os pentelhos tocando minha bunda! Gemendo alto eu pedia que ele fosse devagar, mas, no fundo eu queria mesmo era ser fodida, socada por um macho cheio de tesão, nem pensar naquelas enfiadas suaves de meu marido! E Kaká mandou ver socando sua vara na minha xoxota que mal cabia tudo aquilo dentro dela, mas o prazer de ser bem comida logo substituiu a dor de receber um cacete daquele calibre e eu mexia ajudando as socadas de meu irmão, gemia e gritava pedindo que ele me comesse de verdade, que me fodesse, que socasse com força... depois de me foder por trás por algum tempo ele pediu-me que virasse de frente e foi com uma das pernas flexionadas que continuei levando vara naquele banheiro! Ele socava com tanta força que fazia barulho cada vez que entrava em mim, meus seios apesar de firmes, balançavam a cada estocada! Eu gritava e ele gemia alto até que anunciou que ia gozar. Sem pensar nas conseqüências e gozando também pela primeira vez numa vara, gritei pedindo que ele gozasse, que me enchesse de pôrra quente e ele atendeu-me inundando minha xoxota de leite em tamanha quantidade que escorreu pelas pernas.
Arfando ambos, tomamos banho e ele puxou-me para seu quarto para continuar a me foder e eu nem pensei em evitar isso! Que delicia vê-lo caminhando com aquele pauzão enorme duríssimo, ereto, apontando para sua barriga! Na cama eu o deitei de barriga para cima e comecei a acariciar, beijar e chupar seu enorme cacete que mal cabia na minha boca, quanta diferença do pauzinho de meu marido! Ele segurava minha cabeça pelos cabelos e socava a vara como se estivesse fodendo minha boca, daí não teve muita paciência e empurrou-me fazendo com que eu ficasse deitada de costas. Abrindo minhas pernas, Kaká veio pra cima de mim com aquele cacete descomunal ereto, duro, a cabeçorra brilhando e vermelha. Colocou a cabeça na minha racha e sentindo-me encharcada, deitou-se sobre mim e me penetrou agora ais devagar, porém de uma só vez até o fundo, seus pentelhos tocaram a testa gordíssima de minha xoxota! Meu gemido alto o incentivou a começar a me foder de forma deliciosa, enfiando até os bagos, tirando tudo e metendo de novo... dar pra meu irmão era sensacional e eu acompanhava seus movimentos mexendo os quadris, elevando a pélvis de encontro ao seu cacete numa sincronia de movimentos que fazia seu caralho entrar ainda mais fundo na minha xana, aumentando nossos gemidos! Eu dizia “me fode, me come meu irmãozinho, faz tudo que seu cunhado não faz, ah como é bom foder essa piroca, mete, mete tudo na sua irmã casada, fode sua irmã casada, ah como eu preciso de um caralho deste”... E ele: “então toma vara, toma tudo maninha safada, meu cunhado não te come é, pois eu vou te comer todos os dias, venha aqui que eu vou meter a vara dura nessa xoxota gostosa, como você é gostosa maminha, ah como entra até os bagos”... Eu: “isso, me come, enfia tudo na sua irmã casada, faz o que seu cunhado não faz, me fode”...
Naquela loucura eu nem me atentava para o perigo de mais alguém chegar, até mesmo meu marido! Eu só pensava em levar vara, em aproveitar aquela pica que me fodia tão bem, que me dava tanto prazer; eu era uma mulher e ele um homem, eu queria dar e ele queria comer: tava tudo certo! Aos poucos meu prazer foi aumentando e eu senti que ia gozar na sua vara, então pedi que ele metesse bem forte pra eu gozar... Kaká me deixou de franguinho-assado e me socou a pica com tanta força que doía, mas era o que eu queria e meu orgasmo veio forte, intenso, avassalador! Ele parou de mexer com a vara toda enterrada dentro de mim e depois que minha respiração voltou ao normal, pediu que eu ficasse de quatro para ele me foder por trás. Não pensei duas vezes e fiquei de quatro, a cabeça afundada na cama, a bundinha empinada. Abri as pernas e esperei. Meu irmão ajeitou a cabeça da pica na minha racha e empurrou firme enfiando até o fim! Segurando-me pelos quadris ele começou a estocar socando forte, metia tudo, tirava e socava de novo enlouquecendo-me de desejos e prazer. Eu gritava “me come de quatro, me pega por trás, fode sua irmã casada, gosta de comer uma mulher casada, gosta”... e ele só gemendo e dizendo “toma, toma, toma sua cachorra” continuava metendo cada vez mais rápido e forte até anunciar que ia gozar. Outra vez não me importei e deixei que ele me inundasse de pôrra e isso me fez gozar mais uma vez na sua piroca!
Meu irmão saiu de dentro de mim no exato instante que ouvimos barulho lá fora! Foi o tempo de eu correr para o banheiro, já que tinha vindo de lá totalmente nua, onde comecei a tomar banho cantarolando pra disfarçar! Era meu pai que chegava trazendo minha irmã menor da escola e ao ver-me sair do banheiro depois, espantou-se “uê, não tem água em casa”? Inventei uma desculpa qualquer que ele aceitou sem maiores explicações e nisso meu irmão saiu do quarto enrolado numa toalha reclamando: “pensei que não iam mais sair desse banheiro e eu ia dançar sem banho... quem estava nele”? Que cara de pau! Ao passar por trás de mim beliscou minha bundinha e seguiu assobiando para o banheiro!
Essa foi a primeira vez que dei pra meu irmão, mas agora que a porteira abriu, não penso mais em procurar ninguém pra curar minha fome de pica: meu irmão me come pelo menos uma vez por semana e mantêm-me satisfeita e feliz. Se meu marido descobre...

Ajudando uma colega

Meu nome é Leidiane, tenho 28 anos e sou casada com Raul de 42 anos. Sou moreno de cabelos negros e encaracolados abaixo dos ombros emoldurando meu rosto de menina sapeca de grandes olhos negros e uma boca carnuda que insinua delícias! Meus seios são pequenos e durinhos de biquinhos pontiagudos que furam o tecido de minhas roupas, principalmente porque quase nunca uso sutiãs! Tenho 1,65m, peso 50 kg e tenho a cintura finda de quadris largos que culminam numa bundona grande, redonda e arrebitada como manda o figurino das morenas! Finalmente tenho uma xoxota pequena, mas tão gorda que, espremida entre as coxas, parece fugir delas! Meus negros pentelhos são sempre aparadinhos de forma a expôr a rachinha gorda e saliente.
Raul meu marido é alto e forte, educado, gentil e bom papo. É bonito, bom de cama e possui uma enorme piroca de nada menos que 22 cm, grossa e cabeçuda recebo na minha xoxotinha apertada apesar do colosso que tenho no meio das pernas todas as noites!
Há algum tempo começou a trabalhar no meu setor uma jovem e linda mulher chamada Renata. Aos 20 anos ela mais parece uma gatinha de uns 17 anos, pele muito branca, cabelos ruivos emoldurando seu rostinho mimoso onde se destacam seus olhos claros e uma boca carnuda naturalmente vermelha que leva os homens às mais loucas fantasias! Com 1,66 m e uns 54 kg, Renata tem os seios grandes, mas firmes e redondos daqueles que despertam tesão até em monges! Sua cintura é fina de quadris largos culminando numa bundinha delicadamente redonda e empinada, as coxas grossas espremem uma xoxota grande e super gorda que fica partida ao meio nas minúsculas e justas calcinhas que ela usa! Enfim: Renata é um arraso de mulher, mas não dá a menor bola pra ninguém e por séria e bela, é muito criticada pelas demais mulheres da empresa. Como eu também não sou muito popular entre aquelas fofoqueiras, senti-me solidária a ela e logo nos tornamos amigas de almoçar juntas e freqüentar a academia e a biblioteca da empresa nos horários de almoço. Tudo parecia normal com Renata, mas percebi que ela tinha algum problema em seu casamento, eu ia sacando isso nas suas atitudes e em frase soltas. Até que um dia em que eu contava as proezas que Raul e eu protagonizávamos, vi seus olhos brilhando, os lábios úmidos e uma sobra de tristeza no olhar. Segurei sua mão e perguntei que mal lhe afligia, pois percebia que ela não era totalmente feliz. Então Renata desabafou: disse que estava casada havia dois anos, mas que nos últimos dez meses não sabia mais o que era um pau duro no meio das pernas, que seu marido fora aos poucos se afastando até confessar (e provar) que não conseguia mais ter ereções para penetrá-la! E que por isso, ele também não a tocava mais, não fazia sexo oral, enfim: ela estava subindo pelas paredes! Disse que era difícil resistir às cantadas que recebia, e por isso mesmo se comportava de forma até certo ponto grosseira, justamente para afastar os homens! Deixei-a chorar acariciando seus cabelos e depois comecei a falar. Disse que sentia muito por tudo, que imaginava o que seria isso para uma mulher linda e jovem como ela e depois perguntei se ela não teria coragem de se entregar a outro homem! ela disse que até gostaria, mas todos que se aproximavam dela eram cafajestes e ela tinha medo de se expôr e se machucar, afinal isso poderia se tornar público e seria muito complicado para ela e o marido. Aí perguntei “e se fosse um homem casado, discreto e bom de cama que não te expusesse, que fosse apenas sexo entre vocês”? Renata ficou um pouco em silencio refletindo e depois me perguntou se eu conhecia esse homem. Eu disse que sim: que esse homem se chamava Raul e era o meu marido! Ela quase engoliu a caneta que tinha na mão de espanto gaguejando: “mas... Leidiane, você não se importaria de seu marido comer outra mulher? Emprestaria seu marido para ele me comer? Não acredito, você está dizendo isso pra ver se sou mesmo sua amiga”! rindo, expliquei a ela que eu tinha uma antiga fantasia: ver meu marido metendo em outra mulher, fazendo-a gemer na sua pica como eu gemia! Como deu sinal pra retornarmos ao trabalho tivemos de interromper a conversa, mas durante o expediente vespertino, a toda hora Renata me olhava com um jeitinho sapeca como a comunicar que o que eu dissera havia mexido com ela! quando nos tocávamos no vestiário ao final do expediente ela mostrou o quanto seus seios estavam de bicos duros e a bocetona inchada! “tudo isso é efeito das suas maluquices”, disse! Perguntei se ela não sentia nem um pouco de vontade de gemer na vara de meu marido e olhando para os lados, perguntou como era Raul! Então mostrei-lhe uma foto de meu marido completamente nú com o pauzão em riste e ela mal abafou um gemido, sussurrando: “Nossa, mas que pauzão amiga! E você agüenta tudo isso? realmente ele é lindo e gostoso, mas... será que Raul vai querer me comer”? Eu disse a ela que tinha certeza, mas que ia conversar com ele e lhe daria uma resposta. Mas, que só faria isso se ela de fato estivesse disposta a dar pra ele. Para minha surpresa, tirou uma foto da bolsa e me entregou dizendo: “isso é a prova de que eu topo. Mostre a seu marido e se ele me achar gostosa o suficiente eu dou pra ele na sua frente”! Olhei a foto e estava completamente nua, como era gostosa: seus seios eram tão empinadinhos quanto os de uma menina de 15 anos e a bocetona peluda fazia um lindo contraste com a pele clara! Mas, aí ela disse que não faria isso sem o consentimento de seu marido, que só daria pra Raul se Mauro a liberasse. “ih então vai ser difícil, não é” observei. Ela disse que esperava que não, pois ele mesmo já havia dito que a deixaria dar pra outro se fosse apenas pra resolver a carência de pica dela!
Meu marido babou na foto e nessa noite me fodeu como nunca, chamando-me, com meu consentimento, de Renata! E eu me fazendo passar por ela dizia “me fode gostoso, fode a amiga de sua mulher, mete forte na bocetona da Renata”! gozamos loucamente!
Na segunda-feira dei a Renata a grande noticia: Raul havia me comido chamando-me de Renata e eu me fizera passar por ela! minha amiga abraçou-me quase chorando e disse que seu marido havia concordado desde que pudesse estar presente já que eu estaria! Como eu e Raul somos exibicionista, eu disse que não haveria problema algum, que ela e Mauro marcassem o dia de irem lá em casa. Renatinha trabalhou com ânimo dobrado e ao se despedir de mim beijou-me no canto da boca dizendo: “deixe “nosso” Raul descansar por hoje pois ele precisa estar bem macho pra apagar meu fogo amanhã”!
Na noite combinada nossos amigos chegaram pontualmente em nossa casa: Renata estava deslumbrante e Mauro era um homem muito bonito! Nós duas fizemos as devidas apresentações e fomos todos para a espaçosa sala beber alguma coisa que nos deixasse mais à vontade. Na realidade, Raul estava de pau duro e eu percebia que Renata era desejo só. Enquanto Mauro parecia tenso eu estava na maior expectativa de enfim ver meu macho socar a vara na xoxota de outra fêmea! Aos poucos fomos todos relaxando e embalados pela bebida e as piadas picantes de Raul e Mauro as gargalhadas iam fluindo de forma natural desanuviando o clima. Quando começou tocar uma música lenta Mauro levantou-se e disse à sua mulher: Renatinha porque não dança com nosso amigo? E eu vou dançar com sua esposa, a bela Leidiane disse estendendo-me a mão! Renata levantou-se e puxou meu marido pela mão enquanto seu homem apertava-me em seus braços conduzindo-me de forma elegante e suave pela sala! Ele era ótimo dançarino e nós dançamos duas músicas como se fôssemos um casal: eu enlaçava sua nuca e apertava-me de encontro a si pela cintura! Dei uma olhada e vi que além dos corpos colados, Raul e Renata se beijavam de forma escandalosa e ele acariciava a bundinha da mulher de meu par! Sussurrei em seu ouvido: “olhe sua mulher e meu marido, nem parece que estamos aqui”! Mauro apertou-me ainda mais enquanto sua mulher sentando-se no sofá tirou o enorme cacete de meu marido para fora e começou a chupar aquela pica gigantesca! Então para minha surpresa ele buscou minha boca com a sua e deu-me um beijo delicioso e especial: seus lábios pousaram suaves sobre os meus, depois foram pressionando mais e mais e finalmente a língua abriu minha boca penetrando nela e duelando com a minha língua! Foi um beijo longo, ardente e quando abri os olhos por causa dos gemidos de Renata, vi que esta já estava completamente nua sendo chupava nos seios por meu marido que também nú exibia seu colossal caralho em riste! Antes que ele chegasse na sua bocetona, ela começou a chupar seu pauzão parando vez em quando para pedir “me fode, enfia esse pauzão na minha xoxotona carente”... finalmente Raul deitou Renata no tapete e abrindo suas deliciosas coxas, foi pra cima dela com o cacetão em riste! Aos poucos meu marido foi penetrando a bocetona de Renata que gemia, estremecia e gritava loucamente pedindo: “calma, devagar, ah enfia tudo, mete, me come seu cachorro, fode a amiga de sua mulher, me fode, me faça fêmea nessa piroca descomunal”... “estou metendo gostosa, ah que xoxota apertada e gostosa Renata, ah vou te foder muito”. Renata: “isso me fode, e come, olhe amor como ele enfia até os bagos, Leidiane seu marido esta me fodendo na sua frente, ah me fode na frente deles, me come, me coooome caralho” gritava a gatinha entregue ao prezar que a vara de meu macho lhe proporcionava!
Então para minha agradável surpresa senti o cacete de Mauro ficando mais e mais duro até que ele cochichou em meu ouvido: “consegui, quero te comer Leidiane, quero te foder como seu marido está fodendo minha mulherzinha”! Claro que eu não poderia perder a chance de “curar” o marido de minha amiga e de quebra ainda experimentar outra vara na xoxota! Em dois tempos eu estava completamente nua e molhada como estava, não precisava de preliminares de forma que deitei-me de barriga pra cima esperando Mauro que se despiu e veio pra cima de mim com a vara ereta, nossa, como era grande e grosso! Sem muita cerimônia ele penetrou-me em duas estocadas fazendo-me ver estrelas! Urrando feito uma fera ele começou a me foder com estocadas poderosas enquanto gritava: “eu consegui, vocês me curaram, Renata olhe como estou de pau duro e fodendo uma xoxota, ah Leidiane sinta todo o cacete do marido de sua amiga, ei Raul, pode foder minha mulher porque eu estou comendo a sua, olhem ”...
Renata que levava vara por trás mal acreditou quando viu se marido de pica em riste e me fodendo daquela forma! Cheia de tesão e prazer ela gritou: “fode ela amor, mete a vara na xoxotinha da Leidiane, fode essa cadelinha igual o marido dela fode a minha bocetona, ai amor que delícia te ver fodendo outra mulher enquanto sou comida pelo macho dela”...
Raulcontinuou metendo por trás em Renata e eu era fodida por Mauro na posição de papai-mamãe, Renata tinha razão: era muito bom levar vara de outro homem vendo o marido da gente fodendo a mulher dele! Sentindo um prazer diferente por estar nua embaixo de outro homem eu também entrei na gritaria: “isso Renata, fode com meu marido, sinta a pirocona de meu macho na sua bocetona, mete com ele porque seu marido está me comendo gostoso, ah que pica grossa ele tem, ai amor, veja como o marido de Renata me fode gostoso”... :Raul: “isso amor, dá essa xoxotinha apertado pro porque eu estou fodendo a mulher dele, mete fundo na minha fêmea porque eu estou enfiando até os bagos na sua mulher, estou pegando ela por trás, ah como isso é bom”...
Depois Mauro pediu que eu ficasse de quatro pra ele me foder por trás. Como amo ser dominada de quatro fiz questão de ficar pertinho de Renata que ainda levava vara de meu marido por trás. Então os dois machos ficaram próximos um do outro cada qual fodendo a mulher do outro. Vendo meu marido fodendo outra mulher e ainda levando vara de outro macho eu realizava duplamente minha fantasia e gritava entre gemidos: “ah estou fodendo com outro homem, amor eu estou dando pra outro homem, estou sendo fodida por outro macho, ah como isso é gostoso, Renata, seu marido é muito gostoso”... Renata: Leidiane,o seu marido também tem um pirocão enorme e fode muito gostoso, ah como isso é bom, que delícia é levar vara de outro macho, amor, mete forte na mulher do Raul, come essa safada porque eu estou dando pro marido dela”... Raul: “isso, grita na minha pica, vou gozar nessa bocetona, amor, fode com o Mauro porque eu estou metendo na xoxotona da mulher dele”... Mauro para não ficar para trás: “isso mesmo amor, dá essa bocetona pro Raul enquanto eu como a mulher dele, cara sua mulher é demais, que xoxotinha pequena e apertada, espero que esteja gostando da bocetona da porque eu quero foder sua mulher outras vezes”... Raul: “pode comer amigo, pode foder minha sempre que quiser porque eu quero também foder a Renata outras vezes. Vocês querem foder conosco garotas”? Em coro eu e respondemos: “quereeeeemos, queremos foder com vocês todos os dias”!
Foi quando nossos machos anunciaram que ia gozar. Pedimos que eles gozassem dentro e logo senti os primeiros jatos de pôrra de inundando minha xana. Como ele não gozava havia meses, pareceu uma cachoeira de caldo quente me inundando e com isso eu tive um orgasmo sensacional. Raul e Renata também gozaram juntos!
Caímos no tapete arfando e rindo de tudo que havíamos passado, foi sensacional a experiência a quatro! Renata deitou-se ao lado de meu marido enquanto eu e Mauro ficamos nos tocando próximos a eles. Depois que recuperamos o fôlego fomos os quatro tomar um super banho juntos e lá Raul possuiu Renata por trás com ela encostada à parede enquanto eu fui fodida por Mauro debruçada na pia! Mas era apenas um aperitivo e logo fomos pra cama onde eu chupei o cacetão de Mauro enquanto Renata se esbaldava no pauzão de meu marido! Depois eu subi em cima dele fazendo aquele cacetão entrar em mim até o talo e fiquei cavalgando-o vendo meu marido foder Renata na posição de papai-mamãe. Gemidos e palavras de tesão eram ditas por todos enquanto fodíamos loucamente. Agora Mauro veio por cima de mim e me fodia de frango-assado e Renata cavalgava meu marido, sua bundinha era linda e a bocetona peluda ficava totalmente exposta recebendo o pauzão de meu homem! A pressão que o cacetão de Mauro fazia na minha xoxotinha ao entrar em mim provocava um prazer tão grande que eu passei dos gemidos às expressões verbais: “óh me come, isso me fode meu macho gostoso, óh que pau delicioso, enfia fundo, enfia tudo na Leidiane, ah me fode”... “estou te fodendo gostosa, sinta meu pau até o fim, óh que xoxotinha apertada, caralho estou fodendo uma mulher casada, estou metendo a ripa numa mulher casada da frente do marido dela”... Raul: “isso cara, fode minha mulherzinha porque eu estou fodendo a sua mulher, veja como ela sobe e desce no meu caralho, óh Renata como você é gostosa”... Renata: “me fode, me fode, óh que pica, enfia tudo na Renata, enfia, me fode, me come Raul, fique por cima de mim e me pegue pra valer”...
Raul colocou Renata deitada de lado, virada para nós e penetrando-a fundo passou a foder por trás, aquela bocetona peluda, era extremamente excitante ver sua xoxotona peluda engolindo a enorme piroca de meu marido, isso me dava mais e mais tesão expresso nas palavras que saíam entre gritos e gemidos: “ah me fode Mauro, veja como meu marido mete na sua mulher, faça o mesmo comigo, enfia essa pirocona na minha xoxotinha, veja como seu marido enfia até os bagos a pica na minha xaninha, ah caralho como ele fode gostoso”... “estou vendo sua cadelinha, meu homem está te comendo na minha frente, está fazendo você urrar na sua vara, mete com ele porque estou dando minha bocetona pra seu marido, que delícia foder com o marido da outra não é, me diga que você gosta de foder com meu homem porque estou amando foder com o seu macho”... E nessa gritaria toda, eles acabaram gozando em nossas xoxotas ao mesmo tempo em que gozávamos também!
Depois daquela noite memorável Mauro ficou totalmente curado, agora ele tem pique pra foder Renata todas as noites e ainda me comer pelo menos uma vez por semana! Renata também está mais do que feliz, pois além da pica do marido, ela também recebe na xoxota a vara de Raul a hora que quiser. Combinamos que haveria inteira liberdade entre nós quatro: eu posso dar pra Mauro a hora que quiser, estando Renata ou Raul presentes ou não. Renata também pode foder com meu marido nas mesmas circunstâncias. Também podemos, Renata e eu, juntas, foder com Mauro ou Raul. Foi dessa forma que ambos já fizeram DP em mim e em Renata! E é claro, fazemos muito o quê mais gostamos: os quatro juntos cada um fodendo a mulher do outro! Esta é a vida que vivemos hoje, de prazer e sem ciúmes entre os dois casais!

A mulher do meu irmão

Meu nome é Eduardo, hoje eu tenho 36 anos, sou casado e pai de dois filhos. Mas, quero contar como perdi minha virgindade com aos 16 anos, de forma inusitada: com minha cunhada, mulher de meu irmão mais velho! Na época, eu ainda era muito magricela, entretanto, bastante alto, cerca de 1,80 por aí. E eu tinha uma pica que era motivo de gozação e inveja de meu amigos, moleques como eu: nada menos que 22 cm e bastante grossa, a enorme cabeça vermelha que brilhava no auge da excitação!
Minha cunhada de 32 anos se chamava Morgana e era uma mulher muito bonita, meu irmão tinha muito ciúme dela com os amigos e vizinhos, mas ela era do tipo séria que não dava motivos para isso. Daí eu jamais imaginar que um dia fosse comer justamente a mulher de meu irmão! Morena jambo, cabelos cacheados abaixo dos ombros emoldurando um rosto lindo e jovial ela tinha a boca grande e carnuda, motivo de desejos masculinos. Seu corpo estilo violão tinha seios médios, redondos e durinhos cujos biquinhos pareciam sempre querer furar o tecido de suas roupas, a cintura era fina e os quadris largos formando uma bundona redonda e super arrebitada. As coxas grossas e roliças formavam entre elas um enorme e gordíssimo volume, às vezes espremido pelos shortinhos justíssimos que ela usava em casa. Desde meus 12 anos que Morgana passou a ser a fonte de inspiração de centenas de punhetas, mas eu jamais ousaria qualquer coisa com ela até porque ela me viu crescer já que estava casada com meu irmão havia uns 13 anos, mais os dois de namoro... ou seja: ela me conhecia desde meu primeiro ano de vida!
Morgana sempre dedicou a mim especial atenção até por não terem filho, motivo pelo qual meu irmão jamais poderia imaginar que sua mulher fosse dar justo para mim. A mim também nunca passou pela cabeça que isso fosse acontecer um dia, mas... aconteceu!
Sempre que meu irmão viajava, eu era recrutado para dormir na casa dele para fazer companhia à Morgana e assim foi dessa vez também. Só que ela tinha outros planos! Depois fiquei sabendo que meu irmão não “comparecia” mais com a devida freqüência e que minha cunhada estava um poço de carência além de ser louca para experimentar um cacete enorme o que não era o caso de meu irmão, aliás, o único bem dotado da família sou eu!
Naquela tarde saí da escola e fui direto para a casa de meu irmão onde Morgana me esperava vestida um pouco mais ousada que de costume, ou seja: um shortinho de lycra tão minúsculo que deixava sua deliciosa bunda de fora e espremia tanto a bocetona que chegava a partir ao meio o gordíssimo volume entre as coxas. A míni blusa mal cobria os seios que balançavam livres sem sutiã e cujos bicos insistiam em furar o tecido leve e fino deixando-me alucinado. Ela me recebeu com um abraço apertado colando o corpo macio e cheiroso a banho recém-tomado apertando aqueles seios lindos em meu peito e a testa da xota no meu pau que reagiu de imediato! Ela percebeu, é claro, mas não passou recibo deixando-me vermelho e sem graça! Fui tomar uma banho, pois estava suado, mas também para me “aliviar” um pouco, quem sabe água fria amoleceria meu pau que doía de tão duro! Sob o chuveiro enquanto me ensaboava com o cacetão em riste apontando para o teto, eis que ouço o ruído da porta se abrindo e nem deu tempo de me proteger quando Morgana entrou no banheiro! Ela abriu a boca num gesto de espanto, mas, enquanto gaguejava pedidos de desculpas dizendo não saber que eu estava no banho, não conseguia tirar os arregalados olhos de minha vara que não arrefeceu nem um milímetro! Antes de finalmente sair, ela ainda comentou mais para si mesma: “mas que vara, nossa como é enorme e grosa”!
Demorei mais tempo no banheiro com vergonha de encarar minha cunhada, mas tinha de sair, então vesti uma bermuda jeans pra não dar bandeira e procurei ficar o mais tempo possível sentado! Porém eu percebia que Morgana me olhava de forma “diferente”, com desejo, e isso me deixava apavorado e excitado ao mesmo tempo. Na verdade eu queria vê-la nua, quem sabe foder com ela, mas tinha medo que ela quisesse isso, pois eu não saberia como fazer, tinha vergonha de aos 16 anos ainda ser virgem!
Depois do jantar, Morgana me deixou na sala vendo TV e pediu licença para tomar um banho. A tentação de ir ao seu quarto para quem sabe vê-la nua era forte, mas eu tive medo de sua reação e resisti. Fiz bem, pois ela voltou para a sala usando uma minúscula camisola que foi um colírio e um tormento aos meus olhos de adolescente! Era tão curtinha que deixava suas belas coxas totalmente de fora chegando a mostrar o fundo da calcinha de renda e atrás a bundona morena se mostrava quase que por completo! O decote era tão generoso que deixava até quase os biquinhos dos seios de fora, e eles estavam tão durinhos que furavam o tecido que de tão fino e transparente, mostrava todos os contornos de seu belo corpo de fêmea madura e gostosa! Era a minha vez de mal conseguir tirar os olhos dela e Morgana percebendo, se mexia de forma a “casualmente” brindar-me com visões de seus seios, de sua calcinha, da sua bunda escultural... Então ela começou a puxar conversa que logo desandou para minha vida: perguntou se eu tinha namorada (eu “ficava” com umas meninas), se gostava de beijar, se dava “amassos” nas gatinhas... e finalmente, se já tinha pelo menos visto uma mulher completamente nua! E na maior cara de pau, justificou dizendo que eu estava comendo-a com os olhos, que talvez estivesse com vontade de vê-la nua!
Como eu mal gaguejava qualquer coisa, ficou em pé na minha frente e me desafiou: Edu, você não quer me ver nua? Não quer ver a mulher de seu irmão totalmente nua, não quer como é uma boceta? Se você me deixar ver esse pauzão de novo, eu te mostro minha xota, quer ver”? eu gaguejava que sim, mas que tinha medo de meu irmão. Ela tranqüilizou-me dizendo que seria um segredo nosso, que ele jamais saberia disso! Foi aí que num gesto estudado foi puxando as alcinhas de sua camisola deixando-a cair a seus pés e me exibindo aqueles seios redondos e firmes com marquinhas nos mamilos de bicos enrijecidos! Sem me dar tempo de refazer-me, ela abaixou a calcinha exibindo-se inteiramente nua para mim, era a primeira vez que eu via uma mulher completamente nua, era demais, comi podia ser tão bela? Aqueles seios rígidos, a cintura fina de quadris largos formando um violão e entre as coxas grossas e roliças, o triângulo gordíssimo de sua xoxota de pêlos negros bem aparadinhos permitindo a visão da rachinha saliente! Meus olhos quase saíam das órbitas e depois de rodopiar sobre si mesma mostrando-me sua tão cobiçada bundona redonda e arrebitada com uma pequenina marquinha de sol, riu dizendo: “pelo visto causei ótima impressão em meu cunhadinho! Gosta do que está vendo, Edu? Quem sabe não gostaria também de tocar em meus seios, sentir a minha xoxota que só seu irmão tinha visto até hoje? Experimente, vem”... Morgana fez que se aproximava de mim, mas parou e pediu: “agora é sua vez Edu, tire essa bermuda que eu quero ver de novo aquela vara impressionante, mostra pra mim, cunhadinho, mostra”... nervoso, mas extremamente excitado, tirei a bermuda junto com a cueca fazendo “saltar” para fora meus 22 cm de nervo duro, ereto com uma rocha! Ela assobiou e aproximando-se de mim, disse que meu pau era enorme, dava quase o dobro da de seu marido e que era lindo! Devagar ela começou a acariciar meu cacetão resmungando “hum, óh, hum”... depois pegou uma de minhas mãos levando-a até seus seios, foi a primeira vez que eu toquei os seios de uma mulher! Gostei e passei a acariciar hora um, hora outra fazendo-a gemer e se apertar a mim!
Morgana enlaçou meu pescoço colando de vez seu corpo macio ao meu fazendo-me sentir a testa gorda de sua bocetinha no meu pau e enquanto fazia com que eu a abraçasse pela cintura, beijou-me na boca, era um beijo muito diferente dos que as meninas me davam, ela sabia fazer as coisas! Depois de algum tempo, ela puxou-me até o sofá onde se sentou deixando-me em pé à sua frente. Puxando-me pela bunda, Morgana colocou meu pau na sua boca e começou a me chupar, sua boca em torno de meu cacete era a coisa mais incrível que eu já sentira, não suportei nem cinco minutos e anunciei que ia gozar. Ela não parou e prendeu meu cacete em sua boca recebendo todos os jatos de pôrra garganta adentro! Minha cunhada engoliu tudo e continuou chupando não permitindo que me pau amolecesse, a seguir ela levou-me para o quarto onde se deitou na cama, abrias as coxas expondo por completo sua xoxotinha pequena e gordíssima pedindo: “agora meu cunhadinho vai me foder, vem comer sua cunhada, vem, enfia esse pauzão na mulher de seu irmão, estou louca pra experimentar outra pica, vem foder a Morgana”!
Fui pra cima dela de vara em riste e ela mesma colocou meu pau no lugar certo, pedindo que eu lhe enfiasse a pica. Fiz como ela mandou e tive o prazer inenarrável de penetrar a boceta de uma fêmea! Ela puxou-me sobre si fazendo com que meu cacetão entrasse tudo na sua xoxotinha apertada. Morgana deixou escapar um grito agudo em meio a frase “aaaaaiiii é grande demaaaaais”, mas enlaçou-me pelo pescoço mexendo embaixo de mim e pedindo que eu mexesse os quadris para que o cacete entrasse e saísse de sua xoxota. Fiz como ela me orientava e fiquei mexendo um tanto desajeitado, mas, socando a vara nela, enfim eu estava fodendo uma mulher, nossa como era emocionante ter uma fêmea nua embaixo de mim, agora eu já era homem! apesar de minha total inexperiência no assunto, Morgana sentia prazer em estar dando pra mim, pois ela gemia acompanhando minhas estocadas dizendo coisas como “óh me fode cunhadinho, aaahh assim, não páre, não páre Eduzinho, enfia essa pica enorme na sua cunhada, óh como é grande, que caralho maravilhoso”... eu só gemia parando a toda hora para tentar manter um ritmo cadenciado e aos poucos eu fui pegando o jeito da coisa, mas aí tinha de parar para não gozar. Embaixo de mim Morgana, gemia dizendo coisas como: “óh me come, ah que delícia de cacete cunhadinho, você está gostando de me foder, está bom foder a xota da sua cunhada, está”... mal respirando eu dizia que sim, que foder uma mulher era bom demais, dizia que ia gozar e ela pedia pra segurar mais um pouco, pois ela queria gozar na vara de seu cunhadinho! Quando enfim ela anunciou “eu vou gozar, óh não páre que eu vou gozar Eduzinhoeu não me segurei mais e estocando rapidamente comecei a soltar jatos e jatos de pôrra quente na sua xoxota ao mesmo tempo em que ela uivava “aaaaaahhhh eu estou gozando, estou gozaaaaando, aaaaaaaahhhh” e mexia a cabeça como uma louca apertando-me com força, mordendo meu pescoço! Depois de encher sua xana de pôrra, eu caí ao lado de Morgana na cama arfando, mal conseguindo respirar: eu havia trepado, tinha comido uma mulher e feito-a gozar na minha vara, nossa, que emoção incrível!
Ficamos algum tempo respirando acelerado, daí ela passou a mão na minha vara e disse: “cunhadinho, você é maravilhoso! Mesmo sendo sua primeira vez, você foi mais gostoso que seu irmão! Nossa, que vara enorme e grossa, você nem imagina o quanto foi bom ser preenchida por ela! Espero que queira foder a Morgana outras vezes”! E ao olhar meu pau já duro de novo, ela se entusiasmou: “uau, já está duro de novo! Ai, que delícia isso! Acho que você vai me foder mais, sim... mas, antes vamos tomar um banho junto, meu gato”!
Embaixo do chuveiro ela deu-me banho deixando meu pau cada vez mais duro, rindo ela dizia “e pensar que já dei tantos banhos em você quando criança, mas, nunca imaginei que um dia fosse trepar com aquele menino”! Eu também a ensaboei, era bom demais tudo que eu estava experimentando. Aos poucos ela foi ficando de costas para mim e encostando-se na parede empinou a bunda abrindo as pernas e expondo a xoxota rachada ao meio. Dengosamente ela pediu: “não quer meter na sua , me come aqui no banheiro meu garanhãozinho, enfia sua piroca na minha xoxota e me foda Eduzinho”! Não pensei duas vezes e cutucando sua xana, consegui encontrar o lugar certo, ela gemeu quando de uma só estocada eu a penetrei profundamente!
Estremecendo ela gritou: “noooossa, que macho potente, enfiou tudo de uma vez! Agora calma, assim, mete mais devagar pra eu sentir cada centímetro, isso, me fode assim Edu, óh como é bom, estou dando a xota pra você, está gostando de comer uma mulher casada, está”... consegui responder em meio às estocadas: “sim, sim é bom demais, enfim estou comendo uma mulher, sua xota é gostosa demais, aaah Morgana, eu estou te fodendo, nem acredito que isso é verdade”... me esforçando pra não gozar eu segurava pela cintura, pelos quadris, daí ela pediu que eu a segurasse pelos seios, que puxasse seus cabelos. Quando sentiu-se dominada, os cabelos puxados enquanto levava vara por trás, ela começou a uivar, gemer alto e logo gozou loucamente ao mesmo tempo em que eu despejava minha pôrra quente na sua xoxota gorda!
Tomamos outro banho e voltamos pra cama onde descansamos um pouco, mas a minha vara teimava em ficar dura! Pudera: era a primeira vez que eu via uma mulher nua, então não dava mesmo pra amolecer o pau!

 

Na rua de sainha, a putinha do negão

Noite desejante. Os sonhos me buscavam e eu me encontrava louco-louca. Fogosa em minha minissaia rodada minúscula, tímida reveladora de um rabinho curioso. As cervejas fermentavam a vontade de ser menina nos braços de um macho qualquer. A blusinha rosa quasemulher. Fui saindo do casulo... Quintal, calçada, rua...liberdade! A madrugada me presenteou com um olhar assustado-admirado-desejoso... Um negro jovem jovial se aproxima e eu, exibida, arrebito a bundinha, olho provocante. Safada sabe o que quer. Medinho. Entro no quintal e o observo parar, admirar um pouco mais e me chamar. Eu vou: "Oi gatinha"-diz ele. Me sinto o máximo:"Oi". Sua mão apalpa o volumoso do shorts. A noite quente: "Podemos conversar?".

Um carro passa e me observa quase a parar. Me sinto uma cadelinha (adoro!) no cio: "Claro, entre"-respondo. A garagem testemunha . Me ajoelho e ganho mamá. Mamadeira gigante, gemidos excitantes do meu negão. Cheiro de pau! Lambo as bolas bolete, a base, a haste, o beijo-boquete. Fogo! Minhas duas mãos não abarcam a superfície do tarugo imenso. Imensidão de delírios adiados. Acúmulo de putice na puta que agora estou. Camisinha, quase desnecessário lubrificar . Meu cuzinho chora, pidão. E ganha o garanhão. Rasgando, apagando o que resta do macho, manchando de rosa um destino que brilha feliz. Rebolando na pica picante, se acabando na rola gigante. Boladas em baixo.

A púbis batendo, eu derretendo. Ele gemendo chamando:"Gostosa!". E eu, me achando:"Tesão!". A voz feminina- menininha meretriz, mereço. O que quer um cara que põe sainha e sai na noite? Adivinha? Tudo que eu quero e quiz ganhei. A primeira vez. De frente sentei e beijei seus lábios. Ele apalpava, acariciava minhas costas com suas grandes mãos, pegava minha bundinha que subia e descia engolindo o mastro...Aiiii...Quase me esqueci do meu pintinho-o grelinho minúsculo de vadia. O gozo. A inédita tantas vezes repetida história.

Outro homem finalmente dentro de mim. Nada mal. Nada mais. Só o bem, o bom desejo nunca antinatural. A natureza me fez imaginosa e criativa. Os sonhos são reais. Em sonho sou menina e na real agora também, pois não podia ser diferente ali, ajoelhada, ganhando jatos de leite-moça na face-fácil. O rabinho arregaçado, quente ardente. Realizada. Por fim beijo de tchau, o até mais no portão. Outras vezes, outras viagens. Eu - a namoradinha sapeca do negão.

garoto.putinha.sp@hotmail.com

 

Com saudades do cavalo

Meu nome é Carlos sou da Bahia o que vou contar aconteceu quando eu tinha por volta de 11 para 13 anos isso foi a 30 anos atrás e agora tomei coragem para contar.

Nesta época eu e meus colegas da rua eram 7 colegas o mais novo era eu os demais tinham 15,16 e 17 anos,após o futebol ou jogar bola de gude nos saiamos para o matagal para catar goiaba e neste intervalo os maiores já batiam punheta eu não conhecia ainda esta coisa tão gostosa um dia fizeram uma aposta quem gozasse por ultimo iria bater punheta em todos os demais como eu não sabia direito achei de entrar na festa e o felizardo foi eu.( pensei que fosse brincadeira .)
Neste dia tive que bater punheta em cinco deles nunca tinha pegado em outro cacete já tinha visto os dos meus colegas cada uma maior que outro levei mais de 01 hora batendo punheta em todos eles as vezes até em dois ao mesmo tempo, pois eram maiores e mais forte que eu disse que iria falar com meus pais, me chantagearam dizendo que iriam espalhar na escola e no bairro fiquei com maior medo de meus pais descobrirem e eu apanhar.
Logo apos fazer aqueles pintos vomitarem fui pra casa tomar banho durante a tarde e a noite não conseguia esquecer aquelas pirocas em minhas mãos tão macias e duras ao mesmo tempo até sonhei com o maior e mais bonito deles.
Na manha seguinte como de costume formos no encontrar para bater papo e pegar a pelada o maior e mais velho da turma que não estava presente no dia da aposta que perdi foi logo dizendo que hoje iria ter nova aposta e queria que eu fosse, ele sempre me olhava com olhar diferente e sempre me chantageava quando passava por min durante a pelada, que iria tirar o cacete da miséria e quem sabe até um cabacinho,neste dia conseguir me livrar pois fui logo para casa.

O colega meu mais novo da turma que tinha nesta época 15 anos, após alguns dias me chamou para irmos a ruína que havia no bairro para tirar goiabas e eu fui adoro goiabas no caminho ele começou a dizer que eu bonito bom de bola ( isso eu realmente era ) e que tinha futuro,eu nem desconfiava que o safado estava me cantando e eu gostava muito dele não como coisa de homen mais amizade quando chegamos nas ruínas ele me levou para um lugar mais adentro chegando lá ele começou a dizer que estava com saudade das minhas maõs e foi colocando minhas mãos naquela piroca que já estava dura feito aço a principio me fiz de inocente dizendo que estava errado mais ele mais esperto também pegou na minha caceta e começou alizar gostei e ficamos um alizando o outro porém o seu cacete estava todo fora do calção fui gostando da coisa o cacete dele não era grande devia medir uns 13 a 14 cm quando segurei com mais pressão a pedido dele me lembrei do cacete de seu irmão que eu havia punhetado a dias atrás de repente ele desce meu shorte e pede para beijar minha bunda não sei porque deixei primeiro ele começou alizando minha bunda enqunto eu o punhetava pensando no cacete de seu irmão que era maior e mais bonito,aquelo me deixou atordoado uma criança de 12 anos donzelão e virgem de repente só sinto uma coisa molhada na minha bunda era ele me chupando as bandas da bunda ,não sei como ele pede para chupar meu cuzinho achei nojento aquele pedido e disse que não mais como resistir a uma altura daquela do campeonato e eu o admirava pois ele sempre me defendia das brincadeiras de mal gosto de seus irmãos e colegas,deixei estava começando a gostar da coisa quando a sua língua evadiu meu cuzinho fui as nuvens não sei quanto tempo ele chupou meu cuzinho,cuspiu,beijou,lambeu e pediu para enfiar o cacete e vc faria o que no meu lugar, deixei só que ele tentava e o cacete não entrava sentia aquela cabeça quente encostar no meu cuzinho e nada de entrar fiquei de 4,de lado encostado na parade mais ele não consequia ai ele pediu para eu sentar no seu cacete eu juro que tentei mais o cacete escapulia para os lados da bunda ( assim falava ele )ele não agüentando mais que iria gozar pediu para gozar na minha boca e eu como disse que não, ele dise que nunca mais iria falar comigo fiquei com algo estranho no pensamento e acabei ajoelhando em sua frente e comecei a chupar aquele pedaço de nervos, fazia aquela barulho de quem está chupando pirulito ele ai falou faça de conta que é um sorvete ou um pirulito e comecei a chupar pela primeira vez um cacete,beijei,cherei,chupei,enguli ele todo até nos ovos eu fazia tudo que ele fez no meu cu fiz no seu cacete ele começou a me xingar de nomes que eu não entendia adorei quando me chamou de meu amor enfiei o cacete todo na boca e ele gozou não sei porque engoli tudo me engasguei mais não deixei escapar uma gota de seu nectar ele urrava igual um cavalo,parou me levantou e deu-me um beijo o primeiro da minha vida,de repente alguém grita ele era seu irmão do meio lhe gritando pois ele era o caçula, saiu correndo e me deixou lá com a boca cheirando a leite de bezerro.

Quando sair das ruinas quem eu encontro o irmão do que acabara de me alimentar ele ficou curioso mais acho que desconfiou pois ele falou:
porque sua boca está amarela eu comecei a gaguejar e sair correndo para casa para tomar banho e irmos para escola,no caminho da escola encontro o terceiro irmão
( nessa putaria existiam 03 irmão o caçula o que eu mais gostava já me iniciou na putaria,o que me pegou de surpresa e o chantagista o mais velho de todos, que não mencionei no dia da aposta da punheta em todos )no caminho para o colégio ele passa por min vindo do trabalho e fala estou aguardando a minha punheta se não todos vão ficar sabendo.

Já no colegio o irmão do meio veio e me disse já sei de tudo e vou querer também me fiz de dificil e desentendido não adiantou de nada levei um cascudo e um sanfonão nos ouvidos ele disse amanhã vamos conversar depois da pelada concordei SE NÃO TAVA FUDIDO apos a pelada o irmão do meio de meu iniciador me chamou para irmos no mato ver os passarinhos e que passarinhos já no caminho ele me falou que seu irmão caçula havia contado tudo gelei,envermelhei ele percebeu pos eu tinha medo dele afinal ele era mais velho e mais forte no físico embora no futebol sempre levei vantagem sobre todos os três,me fudi por isso no meio do matagal ele tirou o pau para fora e mandou eu punheta-lo no começo não gostei mais com as palavras dele me insinuando e com as lembranças daquele cacetão que não saia do pensamento comecei a gostar de segurar cacetes punhetei ele tanto que vezes trocava de mão para descançar o desgraçado não gozava me chamava de viadinho,cachorra,putinha e fazia eu chama-lo de meu marido,meu homen e que sempre iria punheta-lo quando quizesse comecei a gostar mais ainda e alizar aquele cacete de qause 17 cm porém era mais grosso e cheio de veias e tinha muito pentelho detesto pentelho,ai ele me pediu para chupa-lo não concordei levei um tapa e não concordei mais ainda ai o viado me ofereceu o cuzinho concordei,ele ficou de quatro eu fui chupar seu cu igual o seu irmão fez comigo porem não gostei ele aproveitou a deixa e ficou atrás e começou a forçar a cabeça não entrava tentou,tentou mais meu cuzinho não facilitava e começou a esquentar,arder mandei ele parar ele se irritou levei outro tapa e comecei a chorar peguei no seu cacete e comecei a punheta-lo e chupar seu cacete junto com minhas lágrimas chupei,chupei,chupei e apanhei de novo ele disse: meu irmão não me contou nada do que existe entre vcs. dois fiquei com tanta raiva que chupei mais rápido e ele gozou porem não bebi uma gota do seu gozo deixei cair no chão. Fomos embora e não gozei de novo.

No dia sequinte encontro o meu iniciador do boquete aquela coisa linda de cabelos amarelos como o sol vem até min e pergunta se eu chupei o irmão dele e dei para ele dise quem sim mais apanhei para fazer isto pois vc. havia contado para ele e seus primos.Na mesma hora ele foi em casa e brigou com o irmão fiquei sabendo no outro dia,foi minha desgraça ou felicidade pois o seu irmão mais velho que me chanteava passados alguns dias me chamou a noite e mandou que o esperasse nos dos becos escuros que existiam na rua que dava para o bananal ( lá começou minha tortura )Fiquei esperando o Lu como mando-me após as brincadeira de rua e os outros 2 irmãos de olho em nós dois quando Lu chegou me deu um medo danado pois ele era lindo,alto,olhos verdes,cabelos negros lisos e uma voz de homen que me assustava disse-me que apartir daquele dia em diante não iria bater punheta em mais ninguém nem dar o buceto ( furiko ) aos seus irmãos.
Após ter falado isso já foi passndo a mão na minha bunda e disse pega no meu cacete seu viadinho.
Quando peguei por cima da calça em seu cacete tremi as pernas pois era grosso e grande como aquele que não saia do meu pensamento segurei por uns cinco segundos passou um caro e tomamos susto.
Ele me pegou pelas bandas da minha bunda me levantou me encostando no seu corpão gostoso e perguntou se seus irmãos comeram meu buceto.
Disse que tentaram mais só o do meio enfiou a cabeça doeu e ele tirou ai Lu disse mais eu vou botar o meu todo e vc vai pedir mais vou lhe rachar ao meio meu viadinho.Lu ficou bolinado minha bunda por cima do shorte e enfiando o dedo na minha boca que ele passava na sua pica e eu fui adorando tudo isso de repente Lu tira seu trabuco para fora e manda eu segurar não me fiz de difícil e comecei a palpar aquela coisa quente segurei primeiro os bagos e fui subindo não acreditava parecia que não iria acabar,segurei com as duas mãos e ainda ficava pica sobrando.
Lu encostou a lingua no meu ouvido e falou: vc será minha égua ele estava certo para agüentar um cavalo só uma égua,nessa hora me deu uma tremedeira nas pernas e quando Lu vacilou sair correndo,só ouvir Lu dizer amanha eu lhe pego.

Cheguei em casa fui para o quarto e tentei dormir imaginando o tamanho daquele trabuco medir no meu braço e fiquei alucinado com o que eu havia segurado maior do que aquele que não saia da minha cabeça, apartir de agora iria sair.

Acordei tarde pois era sabado ou domingo não lembro bem só lembro de Lu e mais nada, quando saio na rua a mãe dos três escrotos dise que o mais novo estava doente e queria me ver chegando na casa deles a mãe deu um tempinho e disse que ia visitar a amiga que chegara de viagem,mãe saiu meninos em cima de min o caçula e o do meio me agarrando para saber o que o Lu tinha feito comigo eu disse que nada e de repente Lu aparece e fala para os dois de agora em diante vou comer esse buceto e se vcs insistirem vou falar com nossos pais,eles me largaram foram para rua e quando eu ia saindo Lu me mandou voltar e eu obedeci.

Venha para o meu quarto e me aguarde lá,quando voltou depois de um tempinho já de pica dura mandou eu ficar em pé enquanto Lu sentava numa cadeira que tinha no seu quarto abaixou o shorte e mandou: chupa minha égua,tomei um susto quando vir as claras o que seria meu naquele momento em diante,um trabuco de 26cm por 5cm ( fiquei sabendo mais tarde )vermelho,com uma cabeça que começava fina e depois engrosava lindo sabe o que é um pau lindooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
e todo meu não resistir e comecei a beijar,cheirar adorava cheirar aquela coisa e comecei colocar a cabeça na boca e tentar engolir o máximo possível e Lu me orientando parecendo bastante experiente e era,pois chupei e com o passar do tempo só naquele dia já engolia a metade e Lu dizia ja ja vc vai engoli ele todo em seus buracos minha égua não sei quanto tempo chupei aquele mastro lindo e gostoso,enqunto era sua eguinha ouvia o pessoal na rua gritando os gols da pelada e eu com meu cavalo pelado lhe fazendo uma gulosa e Lu delirando e dizendo palavras convexa ai Lu começou a dizer que iria gozar na miha boca não tirei a boca do mastro porem Lu disse: pare abra a boca que vc vai beber tudo acho que Lu pensou que não fosse capaz de engoli ou ficaria com nojo fiquei passando a ponta da língua na cabeça do bichão quando Lu diz vou gozar e mandou abrir a boca.
abrir o máximo que pude e um jato forte de leite caiu dentro da minha garganta enguli todo jato ele controlava a saida do gozo apertava a pica e soltava foi tanta gala que o que saiu pelos lábios e no meu rosto Lu mandou eu limpar todinho e ainda ficar com seu cacete na boca até amolecer coisa que não aconteceu,de repente Lu me pergunta está pronto para receber nesse buceto lisinho eu mais do que nunca disse estou.
Lu melevantou de costa para ele e começou a lamber meu buceto (era assim que eu deveria falar não mais cu ele dizia ser um nome feio para uma coisa tão linda como o meu)enfiou a lingua la dentro depois de um bom tempo começou a enfiar um dedo,dois e por fim três dedos no meu "buceto" e disse que era para me acostumar com o cavalo.
De repente sua mãe chega já falando e chamando por ele Lu responde com os três dedos enfiados em meu buceto e depois de um tempo conversando com sua mãe tira os dedos manda eu me vestir se vesti e me mostra o cacete duro e diz nem com esse susto meu cacete fica mole Lu vira pra mi e diz vc é culpado,se esconda debaixo da cama,sua mãe entra no quarto conversa um pouco com ele e este responde estou de ferias apartir de hoje depois disso ele manda eu sair me dar um beijo na boca de leve e diz amanha na casa da ruína as 09:00 hs tá minha éguinha.

Trato feito lá estava eu agora não tinha mais medo e sim enteresse pelo cavalo fiquei aguardando uns dez minutos ou mais Lu chega como sempre de caceta dura e pra fora senta no chão e manda eu mamar comecei a mamar mais não conseguia enguli tudo Lu empurava mais não passava da metade era muto grande para um menino (a) de 12 anos chupei tanto aquele trabuco que chegou a hora de meu buceto receber o seu cavalo,antes Lu me colocou de quatro e chupou meu cu beijou e enfiou logo 02 dedos passaram sem doer ai enfiou o terceiro LU disse vc ainda é virgem estou adorando seu buceto agora vem e senta assim que ele tirou os dedos me sentou no seu cavalo a cabeça entrou a metade fez um estrago de dor eu gritei Lu disse não grite minha égua senão vc vai ter quer da a bunda para o bairro todo,aguentei aquele trabuco de meu cavalo calado sem dar um piu quando a cabeça entrou Lu falou agora entra tudo minha putinha e eu era fui sentindo milimetro por milimetro daquela tortura quando chegou na metade eu disse para meu cavalo por favor LU empurou mais um pedaço daquela carne e implorei pare meu cavalão gostoso Lu disse vc não vai dar pra mais ninguém eu só balancei a cabeça e fui me acostumando com o invasor estavo alargado para sempre pensei mias estava adorando o cara que mais me humilhava na rua sendo descabaçado e desvirginizado por Lu,metia até a metade e tirava pois eu estava soluçando era muita pica para min sozinho lu tirou o pau do meu ex cuzinho e mandou ficar de lado estava um alivio de repente manda eu chupar e cuspir em cima de seu cacete pis a aula não tinha terminado chupei cuspir o máximo que pude e virei para o meu cavalo iniciar o arrombamento enfiou devagar ate a metade e disse agora vai o restante e foi enfiando aquele 26 cm de pica que parecia não ter fim mais teve sentir os bagos encostar não minha bunda e seus pentelhos adorei deixou me acostumar com o trabuco e depois de uns 3 minutos com ele tdo dentro de min começou a socar e a tirar primeiro a metade depois que me acostumei com o entra e sai Lu só dizia aqueles viados do meus irmãos não sabe o que perderam em não tirar este cabaço do seu buceto adorei isto eles vão ganhar o premio deles mais agora é vc minha égua fiquei meia hora levando pica nesta posiçao Lu me carregou e colocou sentado na pica agora era eu quem comandava o entra e sai pois ele deixou subia e descia com mais facilidade quando cansei Lu me colocou de quatro tirou toda pica de cu mandou eu chupar pois iria me torturar e eu nunca iria esquecer o dia em que me fez mulher dele.

Quando acabei de chupar aquele mastro que já passava da metade em minha boca ele dizia ainda hoje vc vai enguli ele todinhoo,foi a vez de meu cu receber mais rola e que rola não sei como o troço daquele tão grande e grosso entrava num buceto e entrou até os bagos ele dizia vou enfiar os vos no seu buceto minha égua e comecei a min acostumar como o tamanho acho que nasci para aquele porrete dizia Lu e empurava e tirava toda pica ficamos mais de 1 hora levando pica de quatro quando meu homen disse que estava para gozar tirou do meu cu todo arrombado e fui beber meu leite tão precioso não derramei uma gotinha no lixo,após esses dias nunca mais cair numa pica.

Nestes 30 dias que meu cavalo ficou de ferias não teve um dia que não sentei na pica 03 vezes por dia e bebi meu leite.

Aguardo respostas e contato de preferência da Bahia e todo pais.

oaclub@bol.com.br

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Saudade do ex namorado

Namorei com o mesmo homem por 9 anos, porém acabamos terminando o namoro por brigarmos muito.
Passei um ano sem ve-lo. Neste tempo acabei saindo com outros homens, mas não me interessei por nenhum para namorar.

Um dia estava morrendo de vontade de sair e transar e me lembrei do meu ex. Liguei para ele e convidei para sair, mas falei que queria que ele me pegasse na esquina de casa e me tratasse como uma puta desconhecida. Ele aceitou imediatamente.

Coloquei um espartilho, um sobretudo e botas e fui para a esquina, não demorou muito, ele apareceu. Entrei em seu carro e fomos para um motel com suite sadomasoquista que nunca tinha ido. Chegando na suite, ele fechou a porta e me deu um tapa forte no rosto e dises que eu ia sair de lá arrombada. Fiquei com medo, mas ao mesmo tempo com tesão. Então ele me jogou no chão, arrancou meu sobretudo e pediu para eu tirar a roupa toda dele. Tirei e logo depois ele me pegou pelos cabelos e fez um chupar seu pau, ele enfiava o pau até minha garganta, eu engasgava, mas ele não parava.
Quando se cansou, fez eu ficar de quatro no chão, segurou meus cabelos e me fez andar pela suite com ele sentado sobre minhas costas, me chamava de égua e puxava forte meu cabelo.

Então ele parou, me arrancou toda a roupa e me algemou em um X que havia na suite, me prendendo com os braços e pernas bem abertos. Ele enfiou minha calcinha na minha boca e começou a me dar tapas no rosto, nos seios e na minha buceta. Eu já estava ardendo de tanto apanhar, ele me soltou e me virou de costas e me deu fortes tapas na bunda.
Quando ele me soltou, tirou minha calcinha da minha boca e me jogou na cama, abriu minhas pernas com seu peso e socou o pau na minha buceta, socou várias vezes, olhava para minha cara e cuspia sobre meu corpo todo, quando ia gozar, tirou o pau da buceta e enfiou na minha boca, fazendo a porra ir parar na minha garganta.

Depois se deitou sobre a cama e fez eu cavalgar em cima dele, primeiro só esfregando minha buceta no pau dele, indo para frente e para trás e depois indo para cima e para baixo, socando minha buceta em seu pau. Trepei até gozar em seu pau....eu gritava de tesão quando ele pegou os meus seios e começou a aperta-los, comecei a trepar de novo e ele começou apertar somente os biquinhos dos meus seios me fazendo gozar como uma louca de novo...

Eu já estava toda molhada de suor quando ele me colocou de quatro na cama e mirou seu pau no meu cu, socando de uma só vez até o fim, gritei de dor e ele dava várias estocadas me batendo na bunda. Ele então ficou em pé na cama, se apoiou em minhas costas e enfiou o pau novamente em meu cú, falando que eu nunca mais ia me esquecer dele me comendo, falou que iria retirar todas as pregas do meu cú sem dó...eu chorava mas ao mesmo tempo sentia prazer. Ele ficou uns 30 minutos socando no meu cú, eu sentia seu suor pingando sobre mim, até que ele gozou e encheu meu cú de porra.
Quando ele acabou, eu me joguei sobre a cama querendo dormir, ele me pegou pelos cabelos de novo e me disse que ia me dar um banho e que ia me comer de novo.

Tomei banho com ele apertando meus biquinhos do seio com uma mão e a outra enfiava na minha buceta. O meu cú estava arrombado. Ele me tirou do chuveiro e mandou eu sentar no chão do banheiro sem toalha para observar ele tomar banho. Fiquei observando até que ele saiu e mandou eu seca-lo. Fiz o que ele mandou e então ele pediu para eu lamber todo seu pé e chupar seus dedos. Após isso feito, ele me jogou a toalha molhada dele e falou para eu me secar com ela. Me sequei e fui para a cama. Então ele mandou eu ficar de quatro novamente no chão, e enfiou seu pau no meu cú novamente, deu varias estocadas com força, eu sentia ele me arrombar ainda mais. Quando ia gozar, retirou o pau do meu cú, gozou em minhas costas e juntamente com sua porra fez xixi por todo o meu corpo. Aquilo me deixou humilhada, mas ao mesmo tempo fiquei molhada de prazer, sentindo todo aquele xixi vagarosamente esquentar meu corpo.

Então ele mandou eu tomar outro banho e só voltar quando eu estivesse sem cheiro algum de xixi. Fui até o banheiro, tomei outro banho vagarosamente. Fui para a cama e só pude descansar com o pau dele dentro da minha boca como uma chupeta. Cada hora que eu parava de chupar seu pau ele enfiava o dedo no meu cú com tudo. O tempo do motel se esgotou, saímos e ele me deixou na esquina onde havia me pegado.

 

Café da manhã

Hoje pela manhã, exatamente às 08:40 hs, eu estava no mais profundo sono, sonhando com os homens de segunda, hehehe, com direito a ouvir o som do celular tocando até no sonho. O som não continuou no sonho pois acordei, realmente o celular tocava sem parar na mais 'dura' realidade, então tive que atender. Era alguém que vou apenas chamar de ''pescador'', ele saberá quando ler o relato.

Ele pediu desculpas, pois percebeu que me acordou, mas de passagem por Curitiba, ele não iria embora desta vez sem me conhecer. Me deu meia hora pra estar aqui, foi tempo suficiente para algumas coisas, como chuca, menos lavar os cabelos, que não estavam de todo mal, rs...

Foi difícil levantar assim de supetão, em ''plena madrugada'', mas fiz um esforço e meia hora depois ele chegou. Huuum, valeu a pena acordar, pois ele era uma delícia, tipo do homem que gosto. Já foi me agarrando, me despindo e me jogando de volta na cama, me passando a mão em todo lugar e acendendo meu tesão. Assim tão cedo, eu demoro um pouco pra deixar a bateria a todo vapor, mas ele soube direitinho como acender meu tesão. Carícias pra cá, carícias pra lá, beijinhos e em poucos minutos já estávamos num delicioso 69. Depois já foi pondo o dedinho no meu rabinho, alisando, lubrificando e percebi que já estava louquinho para me comer. Ele é ativo liberal e, depois de ter me masturbado, me chupado, agora ele queria era ver eu sentando no seu pau. Sentei, rebolei, enquanto isso ele pegou nos meus mamilos e disse que adoraria ver eu gozando em cima dele. Demorei mais um pouquinho pra curtir uma pica gostosa no meu rabinho logo cedo, mas daí a pouco, lambuzei sua barriga com meu leitinho.

Levantei e já fiquei de quatro, olhei pra ele e disse pra ele vir e comer meu rabo, pois era assim que eu queria que ele gozasse. Ele veio, me agarrou, bombou forte e não demorou também pra gozar enquanto me comia. Depois ficamos conversamos um pouco e ele se foi, espero que satisfeito. Combinamos que a próxima não seria tão cedo, pois em diversas ocasiões ele já havia me ligado e não tinha dado certo nosso encontro, então hoje ele ousou, rs... E, olha, pela manhã, estava um friozinho gostoso, com uma chuvinha lá fora, ótimo pra dormir até o meio-dia, rs... Mas, com certeza foi muito melhor levantar e sentar no seu pau. Frio, teremos muito nos próximos dias, vai dar para ficar muito embaixo do cobertor.

 

Boneca Drikka

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As fantasias de Edu

Eu já o conheço há muito tempo. Ele adora vir aqui. Tem compulsão por sexo e fantasias bem diversificadas. Então, se ele sentir tesão, já me liga e quer naquele momento, por isso muitas vezes não dá certo, mas de vez em quando tudo se encaixa perfeitamente, literalmente, rs...

Adora chegar e colocar uma calcinha, a peruca loira e minha bota de salto alto, ou as sandálias com salto de 15 cm, inclusive ganhei dele, uma de presente... Depois que se traveste, desfila pra lá e pra cá, rebolando e dizendo que adora ser 'travesti'. Aí eu inflo sua fantasia e digo que 'ela' está belíssima e arrumaria muitos bofes se saísse às ruas. Muitas vezes isso é o suficiente para seu orgasmo, pois enquanto eu falo, ele se imagina, se olha no espelho e se masturba. Algumas vezes ele me chupa, mas dificilmente eu o penetro.

Outras vezes chega e quer ver filmes de homem com homem, diz que tem vontade de sair com um; diz que viu o pau de um amigo no banheiro ou no vestiário e ficou com vontade de chupar... Mas na verdade, pode ser que bem lá no fundo seja verdade, mas quando ele goza, se estiver travestido, tira tudo rapidamente e diz: ufa, que bom voltar a ser homem, rs... Em alguns momentos que tivemos mais tempo para conversar sobre suas fantasias, ele falou que não sente tesão nenhum em homem, mas adora colocar roupas femininas, só aquilo já é o suficiente para alimentar seu tesão e fazê-lo gozar. Também já disse, que jamais sairia com um homem igual a ele, que quando fala é apenas fantasia que confidencia a mim, por confiança, porque com o tempo, eu melhor que qualquer outra com as quais ele já saiu, conseguiu entendê-lo nu e cru. Hoje ele me ligou e veio novamente para eu realizar sua fantasia, só que pediu pra que eu colocasse as botas, o cap e um vestinho de vinil, um filme com bonecas e ficasse bem feminina, pois ele gostaria de me comer.

Quando ele chegou se comportou tal qual um bofe, hoje ele não teve vontade de usar roupinhas, perucas ou sandálias, quis sim, realmente me comer. Deitei na cama, enquanto isso ele pegou a bisnaga de lubrificante e colocou no meu rabinho, depois colocou uma camisinha no seu pau e pediu pra eu ficasse bem quietinha e deixasse ele brincar do seu jeito. Eu fiquei debruços com a bundinha bem empinada, ele deitou por cima e entrou todinho em mim, mas com delicadeza e muito tesão. Adorei, fiquei admirada e excitada com a situação, enquanto ele se deliciava ao seu jeito. Mas, não demorou muito, eu queria mais, mas ele tirou seu pau e ainda com a camisinha se masturbou até gozar. Eu só fiquei na vontade, mas a vontade aqui é dele, rs... Tirou a camisinha e foi ao chuveiro. Voltou sorrindo e perguntando se eu tinha gostado. Falei que melhor seria ele me comer, até eu gozar, aí sim eu teria amado, mas como já o conheço muito bem, sei que não adianta o meu querer, ele sempre me leva a fazer o seu. Falou inclusive pra eu escrever, pois eu nunca comentei sobre ele aqui no blog e muitas vezes ele entra pra ler se escrevi algo sobre nós.

Hoje eu disse que escreveria sobre suas fantasias. O nome dele é "Edu", claro que é um nome fictício, mas ele usa esse desde que nos conhecemos. Vou aproveitar o gancho e falar sobre apelidos. É engraçado como as pessoas trocam os nomes, algumas depois de algum tempo revelam os verdadeiros, também por confiarem em mim, mas a essas alturas, eu prefiro ficar mesmo com o fictício ou com os apelidos como queiram. Esses são os cinco nomes fictícios que mais usam: Marcos, Carlos, Ricardo, Sérgio e Paulo. Por isso pra muitos que ligam eu pergunto: qual Marcos? Qual Paulo? He he he... Coisas de Drikka.

 

Boneca Drikka

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Sincronia perfeita de prazer

De vez em quando eu começo um relato dizendo que encontrei alguém que já me namora pelo blog há um bom tempo e até que enfim tomou coragem pra vir me conhecer. Esse é o caso de AC, um fofo que conheci hoje à noitinha. Ele me ligou enquanto eu estava na manicure pintando as unhas, mas quarenta minutos depois já estávamos aqui dentro, ele tomando uma duchinha, enquanto eu passava o sabonetinho na sua bundinha, rs...

Eu o deixei terminar seu banho e corri pra cama, tirei a roupinha que usei para esperá-lo e fiquei nuazinha na cama de bunda pra cima só no charminho e toda dengosa, rs... Ele veio de mansinho meio inibido e deitou-se ao meu lado, eu só me virei, o agarrei e ficamos rolando na cama, embaixo de carícias bem safadinhas. O friozinho que fazia hoje, foi logo dando lugar ao calor de nossos corpos se entralaçando e fazendo subir a temperatura...Essa estava sendo a sua primeira experiência com uma boneca. Eu fui a escolhida, porque digamos que ele teve uma paixão à primeira vista quando me viu na internet e se apaixonou de vez quando leu meu blog.

Depois de muito pensar se vinha ou não, agora ele estava nos meus braços, me apertando e melhor que isso, estava com minha pica na sua boca, e eu, com a dele na minha. Ele só parava para dizer porque não tinha vindo me conhecer antes, rs... Falei o que falo a todos, tudo tem seu tempo certo, quem sabe precocemente não teríamos tido toda essa afinidade, oportunidade e cumplicidade... Ficamos num 69 frenético, enquanto ele colocava meu pau na sua boca e tirava pra dizer que nunca tinha feito isso, mas era muito bom e voltava a abocanhar meu pau e eu com o seu pau na minha boca, apenas gemia concordando: uuhhuummm, ahhhhammm, ahhhhh, sschlup...simmmm...

Depois nos agarramos mais um pouco, trocamos de posições, ora ele me chupava, ora eu me deliciava na sua pica, até partirmos para as penetrações. Meu dedinho entrava no bumbunzinho dele com bastante lubrificante, enquanto ele fazia o mesmo com o meu. Alguns minutinhos depois, pedi para que ele ficasse de bundinha bem empinada pois eu me deitaria sobre ele. Ele só pediu calma, mas isso eu tirei de letra, quem me conhece já sabe, agora inclusive ele, rs... Enfim, deitei-me sobre seu corpo quente, esfreguei meus seios nas suas costas, mordisquei e falei bobagens nas suas orelhas, enquanto isso fui colocando meu pau na portinha do seu cuzinho, devidamente lubrificado e já comido pelo meu dedinho... Com jeitinho, bem davagarinho, fui entrando, entrando, ele gemendo mas gostando, empinando mais e mais sua bundinha e, pronto...! Já estava no papo mais um cuzinho.

Fiquei com meu pau lá dentro, sem mexer até ele se acostumar. Daí a pouco, já estava rebolando e continuava a me elogiar, novamente citando sobre o tempo perdido em protelar o encontro, eu acreditando é claro, rs... Ele adorou dar o rabinho, tanto que experimentamos quase todas as posições. Por fim ele sentou-se em cima de mim. Enquanto subia e descia eu o abraçava, beijava e falava bobagens que ele adorou ouvir. Seu tesão estava a todo vapor, quer dizer, líquido, pois já estava quase em ponto de ebulição. Aí, paramos e alternamos, não seria justo ele gozar sem experimentar meu rabo também. Foi a minha vez de experimentar o seu pau bem duro que estava louquinho pra se esconder no meu tunelzinho. Fiquei de quatro, abri bem as pernas para ele ver e vir aproveitar meu rabão, que ele tanto elogiou. Não demorou pra estar colado em mim e eu apreciar toda nossa disposição pelo espelho.

Via sua bundinha branca, com pelinhos loiríssimos, indo e vindo num frenesi de tesão, que quase o fez gozar. Mas, paramos e alternamos, agora eu sentei em cima e cavalguei como gosto, aí foi a minha vez de quase gozar. Segurei o tesão, saí dele e me aprontei pra entrar de novo.

Novamente deitei na cama de barriga pra cima e ele sentou em cima da minha pica. Cavalgou, gemeu e alguns minutos depois gozou junto comigo numa sincronia perfeita de tesão. Saiu de cima e correu para o chuveiro e voltou todo sorridente, novamente foi aquela rasgação de seda em elogios ao meu desempenho e confirmando que realmente eu era tudo o que ele lera nos relatos eróticos! Bom, né? Assim, pelo jeito já ganhei um novo cliente. Espero que volte logo, pois nossa sincronia em todos os sentidos foi perfeita!

 

Boneca Drikka

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Fogo no rabo

O frio veio forte essa semana, isso ainda antes de começar o inverno. Será que é só um prenúncio do virá? Brrrr, tomara que não. Mas, independente do frio, aqui dentro o calor esteve intenso a semana toda, fiquei até surpresa, rs... Eu acho que no frio, o tesão diminui, a gente tem mais vontade de ficar embaixo das cobertas, tomando chazinho, vendo televisão e essas coisas, mas me enganei nessa semana, tive mesmo é que me aquecer no calor do tesão dos meus clientes, muitos com uma vontade acima do normal. Um belo exemplo é de um que me ligou hoje ao meio dia e marcou um encontro para o início da noite. Depois de alguns contratempos, no comecinho da noite ele já estava aqui dentro.

O ambiente já estava quentinho, mas logo tive que desligar os aquecedores, pois estávamos quentes e com tanto tesão no agarra-agarra que nossas bocas começaram a secar, rs... Ele me abraçava, me beijava e dizia que de hoje não passava, pois estava com muito tesão no rabo e precisava sentir minha pica deliciosa. E, que gula! Pediu pra que eu deitasse na cama enquanto ele veio sobre mim e chupou-me inteira, mais precisamente minha pica, que ele devorou com uma vontade sem igual. Depois de muito chupa-chupa, ele deitou-se na cama de bruços e pediu pra que eu comesse o seu rabo. Brinquei com ele enfiando e tirando o dedinho com bastante lubrificante...

Quando ele estava no ponto eu deitei-me sobre ele e meu pau deslizou pra dentro de seu buraquinho quente, apertado e com uma fome de leão. Bombei até ficar suada, rs... Depois alternamos posições e ele queria mais e mais. Pra tomar um ar, eu sentei na sua pica e ficamos conversando. Enquanto eu tomei um ar, tomei no rabo também afinal eu não sou de ferro, uai... Ele alisou meus mamilos, eu me masturbei e aquilo tudo ficou bom de mais, ai, quase gozei! Saí de cima, pedi pra que ele ficasse de quatro na cama e voltei a comer o seu rabo. Enfiei, tirei, dei uns tapas na sua bunda, me debrucei sobre ele bem agarradinha, ai, ai, que calor, pau quase derreteu com o calor do seu vulcãozinho.

Ele rebolava, gemia e dizia que estava com muita saudade daquilo tudo. Eu já não aguentava mais. Então, deitei na cama com meu pau bem duro, ele veio por cima e cavalgou mais um pouco. Como ele não é assim muito leve, eu pedi pra que se masturbasse e gozasse gostoso. Assim o fez e gozou muito, quase berrando, eu até pedi pra ele não gritasse alto! Em seguida saiu de cima de mim, ufa! Eu não gozei, mas estava suada e exaurida, rs, mas o importante hoje era ele gozar com uma pica bem dura no seu rabo, como eu gosto de gozar, mas isso eu faço quase sempre, rs... Satisfeitíssimo, tomou seu banho, voltou pra sala e ficamos a conversar.

Combinamos uma festinha com um dos meus amiguinhos. Na próxima vez que ele vier por aqui, vou chamar o Robin... Pelo que conversamos, achei que o meu amiguinho Robin, vai ser a companhia ideal pra esse homem guloso! De todos os meus amiguinhos, o Robin é o que tem mais vigor e mais resistência pra situações como essas e, olha que ele nem pede ajuda para os comprimidinhos milagrosos!

 

Boneca Drikka

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Um baixinho tudo de bom 2

Um baixinho delicioso, lindinho, realmente tudo de bom. Já o conhecia, ele esteve aqui no ano passado e tivemos uma transa maravilhosa... Ontem à noite ele me ligou e queria me ver, convenci-o a deixar para hoje, pois estava muito cansada e já era muito tarde da noite. Combinamos pra hoje e, perto das 13 horas ele chegou. Uau, eu não lembrava direito da sua carinha, do seu jeitinho carinhoso e bem safadinho. Já nos agarramos e nos beijamos muito, eu estava de salto alto bem mais alta que ele, mas era uma delícia ficar agarrada aquele homem mais baixo que eu, rs...

Ele me apalpava, me acariciava, enfiava sua mão atrevida em meus seios, no meu pau e segurando no meu bumbum me apertava contra ele, que já esfregava seu belo pauzão duro, ainda dentro da calça contra mim. Tiramos a roupa rapidamente e pulamos na cama, eu queria desfrutar de tudo o que aquele homem podia me oferecer, afinal eu já conhecia o produto e, era dos melhores, rs... Eu não sabia nem por onde começar, por isso o jeito é sempre um bom 69, não tem erro. Eu fiquei por baixo, quase me esgasgando com sua picona branquinha, grossa da cabeça rosada, ele por cima, me lambendo onde podia e engolindo minha pica toda com uma voracidade sem igual...

Tudo estava bom demais e ficou ainda melhor quando o deixei de quatro e comi seu rabinho com minha língua, uau que delícia! Ele delirava, enquanto eu o massageava do meu jeito, com minha técnica especial. Ele estava no auge do tesão, prontinho pra gozar a qualquer momento, por isso parei e fiz o que ele pediu. Seu pedido era pra que eu sentasse no seu pau. Antes de começar pra valer, peguei a máquina fotográfica e posicionei-a perto da cama no automático de 10 segundos, apertei o botão e corri pra sentar em cima da sua pica. Uma das fotos você já conferiu acima! Fiz isso umas três vezes, depois deixamos a máquina de lado e curtimos mesmo um ao outro, pois não podíamos perder tempo com outras coisas que nos desgrudasse. Fiquei em pé, me apoiei no balcão, me abaixei e ele veio por trás, me agarrou e bombou com muito tesão. Quando ele sentiu que podia gozar, parou e ficou de quatro no cantinho da cama e me chamou para comê-lo. Devidamente com o buraquinho lubrificado, enfiei meu pau devagarinho.

Quando entrou todo, subi sobre ele feito cachorrinho, bem grudadinha nele, com meu pau bem enterrado no seu rabo. Ele foi indo pra frente e deitou-se na cama e, eu grudadíssima nele, bombando e acariciando os seus mamilos, que como os meus são pontos de muito prazer. Ele pediu pra que eu saísse e ele deitou de lado, ergueu uma das pernas e mostrou seu buraquinho que queria mais pau. Voltei a penetrá-lo, enquanto ele se masturbava, gemia e falava que já não aguentava mais de vontade de gozar, mas queria ver eu gozar primeiro. Então tá! Pedi pra que ele deitasse de barriga pra cima, pois eu sentaria no seu pau e gozaria na sua barriga. Sentei, acoplei, rebolei enquanto ele massageou os meus mamilos. - Huuummm,lá vai! Vou gozar!!! Disse pra ele e, então saíram potentes jatos de porra, por duas vezes, se ele não desviasse o rosto, eu gozaria nele, rs... Saí rapidinho, fui ao banheiro e me lavei. Voltei ainda com um pouco de gás, coloquei uma camisinha no meu pau, rapidamente pedi pra que ele erguesse as pernas.

Ele ergueu e eu enfiei meu pau no seu cuzinho, segurei suas pernas bem abertas e ele se masturbou com frenesi até gozar também e misturar nossos líquidos sobre a sua barriga! Depois de todo aquele embate, deitamos lado a lado e rimos de tudo, aí eu disse que acertamos na troca de horário, pois se nosso encontro fosse na noite anterior, não teria sido tão perfeito! Que bom rever meu baixinho delicioso, com lindos olhos azuis 'estilo' Tom Cruise, rs... Esse relato é uma homenagem pra ele. O título já usei com outro baixinho, por isso acrescentei o 2, mas quando ele ler, saberá que foi o protagonista deste!

 

Boneca Drikka

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Encontro orgasmático

Sábado de sol, um dia antes do começo do inverno de 2009, temperatura em torno dos 19 graus, enfim, um dia agradabilíssimo. Saí de casa por volta do meio-dia, fui fazer umas comprinhas, não muito longe daqui, por isso mesmo, coloquei uma calça legging, uma blusinha meia estação e tênis, saí comportada, mas mostrando bem minhas curvas, rs... Por volta das 14 horas eu já estava voltando.

Vim pela Rua Lamenha Lins e, ao passar na quadra da Praça Oswaldo Cruz, dei uma olhada para ver se tinha algum gato caminhando por lá, dá de ver muito bem pelo cercado e vi alguém muito parecido com um cliente que há mais ou menos uns 8 anos sai comigo. Sabe aquele friozinho gostoso na barriga? Pois é, me deu, se fosse quem eu estava pensando que era, eu queria, rs... Dei a volta, entrei na Praça e comecei a andar por lá também, esperando pra entrar um pouquinho na frente daquela pessoa que me fez ir até a praça, carregando até umas sacolinhas, rs... Era realmente ele, 'um tesão ambulante' que ao me ver deu um sorrisinho e continuou andando, mas a partir daí andamos pouco, pois acho que ele gostou de também de me ver, afinal seu pau começou a fazer volume no moleton, rs... Quem viu, pensou que fosse um celular em cada bolso, rs...

Caminhamos em ritmos diferentes mas quando nos encontramos novamente ele discretamente me disse que adorou ver meu bundão e estava a fim de comer naquele momento, rs... Que tentação! Falei que ele sabia o caminho, que me seguisse, mas desse um tempinho pra eu chegar em casa e tomar uma duchinha... Dei mais uma voltinha e saí rumo a minha casa bem depressa! Ao chegar, corri pro chuveiro, fiz uma chuquinha, coloquei um macacãozinho de arrastão, meu salto alto e fiquei a esperá-lo. Alguns minutos depois ele me ligou e perguntou se podia subir. Falei que sim, que já estava bem putinha esperando por ele. Ele chegou, tomou uma duchinha também, tirou umas fotos minhas e depois me amou, como ele gosta de dizer. Ele não mora em Curitiba e está aqui de passeio até a metade da próxima semana, por isso aproveitou para dar sua caminhada habitual, que de uma certa forma eu atrapalhei, mas fiz ele fazer muita ginástica, daquela que faz muito bem ao coração, rs...

Nus frente a frente, ficamos nos acariciando, eu pegando no seu pau e ele no meu, depois chupamos um o pau do outro, alternadamente. Ele é um ativo liberal, por isso, curte apenas me chupar e, na sua bundinha eu só posso passar as mãos nos morros. Se ficou com vontade quando me viu na praça, agora ele saciaria seu desejo. Deitei de franguinha assada, com um travesseiro devidamente posicionado sob minhas costas e fiquei esperando por ele, que não demorou pra me lubrificar com seu dedinho, dedinho safadinho que adentrou um pouquinho e brincou com meu cuzinho... Ohhh, daí a pouco senti aquele homem me penetrar, debruçar-se sobre mim e me beijar enquanto entrava e saía com seu jeito carinhoso e romântico! Ele dizia que eu era uma fêmea, na verdade eu me sentia assim mesmo, totalmente dengosa e derretida nos braços do meu amante que me devorava com prazer.

Assim, me amando, ele gozou muito, pediu até desculpas por ter sido tão rápido, pois ele gozara antes de mim... Sorri e disse que isso não tinha importância naquele momento, pois a situação toda do nosso encontro já havia sido orgasmática, rs...

 

Boneca Drikka

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Recordações

Sempre gostei de um cu de viadinho. Chamávamos de viadinhos, mas nunca colocávamos uma carga pejorativa neste tratamento. Não existia a conotação preconceituosa, era simplesmente o nome que conhecíamos. Naquela época ainda não se usava “gay” e homossexual não fazia parte do nosso vocabulário. Morando no interior, na década de 50, a iniciação sexual de meninos como eu eram as cabritas, as bezerras e se déssemos sorte, um cuzinho. Tinha um amigo que uma vez propôs um troca-troca. Eu fui primeiro. Comi o rabinho dele e depois corri. Ele ficou muito puto e queria me bater, já que ele era maior que eu. Com jeitinho, amaciando, percebi que o que ele gostava mesmo era de dar a bundinha, mas tinha vergonha e queria que eu desse também para garantir meu silêncio. Pacientemente, não queria apanhar, fui mostrando que aquele era o nosso segredinho, que ele não se preocupasse. Daí pra frente, nas moitas, nos porões, sempre que estávamos a sós, lá vinha ele, viciadinho pra levar uma rola no cu.
A nossa formação se baseava nos catecismos de Carlos Zéfiro não havendo lugar para preconceitos e com os hormônios da adolescência explodindo por todo o corpo, não se perdoava um cuzinho quentinho. Nessa época já não era mais com o meu vizinho envergonhado. Este parou de dar, começou a namorar, engravidou a menina, casou-se e acho que até hoje é um adulto frustrado. Havia outros viadinhos, que os garotos como eu, sem outras opções, procurávamos depois de deixar as namoradas em casa.
A idade e a vida acabaram por criar o preconceito. Minha opção era mesmo com as meninas, por onde a vida seguiu seu curso. Casei-me, tive filhos, separei-me, casei-me de novo e tive mais filhos. Foram anos sem outra experiência com viadinhos.
Até que um dia veio morar perto da minha casa, uma família com um garoto que era um doce de menina. Vestia-se como homem, mas as formas, o jeito de falar e de sacudir o cabelo comprido, exalava sensualidade. Era um tezãozinho. Isto aliado a uma cultura e inteligência que logo me cativaram. Não teve jeito. Logo ela se tornou minha amante. Na primeira oportunidade, tomando banho no rio que passava perto da minha casa, a pretexto de ajudá-la a atravessar umas pedras, a encoxei. Encostei minha pica na bundinha dela e quando ela ficou quietinha, deixando a encostada, agarrei a sua cintura e esfreguei com vontade. Ela se soltou. Agarrou na minha pica, abaixou meu short e caiu de boca. Depois de me chupar bastante, abaixou o seu short, deitou de bundinha para cima numa pedra e pediu docemente: - Me come. O cuzinho piscava. Apontei minha pica naquela coisinha rósea e fui colocando devagarzinho enquanto ela gemia num misto de dor e prazer. Quando senti minhas bolas encostando-se à sua bundinha, comecei a futucar bem lá no fundo, enquanto ela piscava, trancando a arruelinha, tentando engolir tudo que pudesse. Acho que acertei sua próstata – seu ponto G – pois ela gozou sem ao menos tocar no seu pintinho. Logo em seguida enchi seu furico de porra.
Daí pra frente foi um arrazo. Íamos para motéis em cidades próximas, onde ela se vestia de menina e tornava-se aquela garotinha submissa e dedicada, com a capacidade e o desprendimento que só seres como ela tem para satisfazer seu macho. Nesta época ainda não conhecia o termo crossdresser e para mim era minha garotinha presa dentro de um corpo masculino. Masculino em termos, pois na verdade, tudo que lembrava um menino naquele corpo era seu pintinho subdesenvolvido. Tudo o mais era de uma fêmea bem gostosinha, com a bundinha roliça que adorava deitar de franguinha para eu enterrar minha pica toda em seu cuzinho.
Durante muito tempo ela foi minha amante. Mas como não há bem que sempre dure, para minha tristeza, nossa história acabou. Esporadicamente, outras vieram, mais isso são outras histórias. Só gostaria de contribuir para o fim da hipocrisia destes machões preconceituosos que não admitem o sexo homossexual, pois não há nada mais gostoso que a entrega de uma cdzinha a um macho que sabe apreciar um cuzinho. “Menininhas” do Rio de Janeiro, que quiserem apreciar um coroa ativo, romântico, carinhoso e dominador, estou a procura de uma amante. kodiko@ig.com.br

 

O rapaz do fio dental branco

É a segunda vez que ele me visita. Quando chegou todo garotão, já foi me beijando, me apalpando e dizendo que estava morrendo de saudade. Na primeira vez que ele veio, quando tirou toda a sua roupa e ficou só de cueca, quer dizer, eu achei que ele ficaria só de cueca, mas na verdade por baixo da sua cueca estava uma calcinha fio dental branca. Hoje, também, quando tirou a cueca, estava usando uma calcinha fio dental, mas de cor preta, rs... Depois que tomou uma duchinha ele veio louquinho para usar uma das minhas calcinhas. A que melhor ficou foi uma calcinha shortinho branca.

Com ela, ele ficou durante boa parte da nossa transa. Primeiramente ficamos num 69, nós dois de calcinhas, tiramos o pau pelo ladinho e curtimos com muito tesão. Depois ele ficou de quatro e queria sentir minha língua lambendo seu anelzinho rosa. De quatro, com a calcinha de ladinho, eu brinquei com seu cuzinho, primeiramente com a língua, depois com o dedinho... Já estava todo lubrificadinho aquele buraquinho piscante. Ele rebolava e pedia pra que eu o comesse. Então, posicionei-o de quatro no cantinho da cama e enfiei meu pau naquele vulcãozinho. Metia nele e chamava ele de viadinho, putinha, etc... Ele dizia que seria o que eu quisesse. Depois ficou de franguinho assado e eu continuei comendo seu rabo. Enfiava meu pau e babava no dele enquanto o masturbava. Ficamos assim alguns minutos, porém não demorou pra ele ter um orgasmo daqueles que muita gente sonha. Foi ao banho e voltou louquinho pra mais sexo... Deitamos na cama e ficamos assistindo um pornozinho básico e nos acariciando.

Voltei a chupar seu pau, enquanto ele me masturbava. Logo seu pau estava bem duro de novo! Aí, foi a minha vez de ser putinha, viadinho, tudo o que ele quisesse, mas só eu levaria vara... Sentei, cavalguei e respondia a todo momento que estava muito bom dar o cuzinho pra ele. Naquele sobe e desce eu tive o meu orgasmo. Saí de cima dele e deitei-me ao seu lado. Enquanto eu modiscava seus mamilos, ele continuou se masturbando e assim gozou pela segunda vez. Prontinho pra ir embora, ele pediu se eu podia escrever um relato. Disse que iria pensar a respeito, rs... Ele todo gentil, falou que independente do relato, assim que pudesse, voltaria aqui novamente! Mas, pelo visto ele vai vir antes do que imagina, rs...

 

Boneca Drikka

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Desejo Secreto

Essa história é bem interessante, muita gente vai adorar ler e com certeza se imaginar no lugar do meu cliente, que vou apenas chamar de 'mariposa'. Ele já me conhece há alguns anos e comigo realizou algumas de suas fantasias mais secretas. E foi hoje, durante uma transa que ele me confidenciou que tinha tesão em travestis, mas as via apenas como passivas, mas no seu primeiro encontro com uma, que não fui eu, ele é que foi o passivo. Conta ele, que a boneca gostou muito da sua bunda ( realmente ele tem uma bunda bonita, bem apetitosa) e passou um xaveco no seu ouvido, conseguindo comê-lo!

Só que ele adorou e desde então, começou a sentir vontade de dar o rabo. Procurava travestis para ser passivo, apesar de ainda ter vontade de comê-las, mas não conseguia, acabava dando o rabo e gozava. A partir de então, começou a se sentir um veadinho e como todo bom veadinho ele gostaria é dar o rabo para um macho de verdade! Mas, faltava coragem, por vários motivos ele não poderia dar pinta e cantar qualquer homem, então era mais fácil sair com travestis mesmo! Isso até ele conhecer meu blog. Lendo meus relatos, adorou as histórias com meus amiguinhos pauzudos. Alguns dias depois ele já estava aqui comigo, mas nos nossos primeiros encontros, fazíamos troca-troca e era só isso, ele não tinha coragem de contar sobre esse seu desejo. Enfim, um dia ele me perguntou sobre a possibilidade de ficarmos a três, eu ele e mais um homem, pois havia lido a respeito e ficado muito a fim. Esse seu desejo foi logo realizado, chamei um amiguinho e ele tentou dar o rabo para um homem, mas não conseguiu, aí era eu mesma que acabei comendo ele, enquanto ele chupou a pica do rapaz e se masturbou até gozar. Fizemos isso algumas vezes e era sempre a mesma coisa... Mas, hoje me ligou e estava louquinho pra uma nova aventura com um dos meus amiguinhos.

Chegou, tomou uma ducha e fez uma chuca, com direito ao meu teste de verificação. Foi reprovado na primeira tentativa mas passou na segunda. Sobre minha cama estava o mais pauzudo dos meus amiguinhos, nem eu dou pra ele. Quando meu cliente viu aquele pauzão bem duro, caiu de boca. Quer dizer, tentou, pois nem cabia direito nela. Ficou elogiando o rapaz dizendo que aquilo é que era pau, que ele agora estava se sentindo uma viadinho chupando uma pica de macho! Até estranhei, pois nas outras aventuras, com outros rapazes bem-dotados, não tanto quanto este, ele não deu pinta, rs... Chupou muito aquele pauzão, lambendo as bolas e masturbando aquela jebona, que ele não cansava de dizer que nunca tinha visto algo igual. Enquanto ele chupava, eu por trás comia o seu rabinho. A mariposa rebolava e minha pica era um tiragosto perto da carne que entraria ali daí a pouco. Fez carinhas e bocas de que não aguentaria, aquele charminho todo, frescuras, rs...

O rapaz não deixou a pica bem dura, segurou na base e enfiou-a meio mole, entrou facilmente no buraquinho da mariposa que dizia que estava bom demais. Eu estava na frente 'dela', perguntando se estava bom, 'ela' me puxou, beijou minha boca, disse que eu era gostosa, mas nada se comparava aquele prazer. Quando senti que a mariposa já estava bem relaxada, pedi para o rapaz parar e eu fui novamente comer no seu lugar a safada. Enquanto eu comia, o rapaz aproveitou para deixar a sua pica bem dura, e aquila pica bem dura é o babado, eu tenho medo, rs... Quando a rola ficou imensa, eu tirei o meu e ele enfiou aquela tromba na bundinha da safada... Ele foi devagarinho, com jeitinho e enfiou tudo! Meu cliente deu um berro e caiu na cama com rapaz plugado nele e metendo sem parar. A putinha nem conseguia respirar, mas alguns minutinhos depois ela gritou: - Estou dando para um macho e vou gozar pelo cu!... O gozo foi alucinante, pois com aquela pica toda dentro do seu rabo e esfregando o seu pau na cama, lambuzou o meu lençol com uma poça de porra. O rapaz levantou-se e a mariposa também cambaleante e toda mole sorriu dizendo que foi muito bom gozar pelo cu! Troquei o lençol para o rapaz deitar e gozar também. Ele gostaria muito de me comer, mas eu só chupei as suas bolas enquanto ele assistiu um filme e se masturbou. Eu hein, nem pensar... Tenho dó do meu cuzinho! Hoje eu não poderia estragá-lo! Eu já dei em outra ocasião, mas com muita pomadinha mágica. Uuuuuuui, depois que passou o efeito eu senti o estrago.

Mas a mariposa saiu arrombada, detonada, até sangrou, nada preocupante. Esse era realmente o seu desejo bem secreto, ser possuída sem dó nem piedade por um macho de verdade... Fico imaginando agora que sentiu o gostinho da maçã, com tamanho de jaca, se vai querer outra fruta!

Boneca Drikka

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A calcinha rosa

Ontem à tarde, um cliente desses de carteirinha me ligou todo eufórico: - Drikka, eu quero te ver com a calcinha rosa. Me espere assim!... Tudo bem, fiquei apenas com a calcinha rosa e de salto alto. Quando ele chegou, estava excitadíssimo, ficou ainda mais quando fiquei de quatro e ele pode ver a calcinha rosa adornando meu bumbunzão. Aí ele pediu que eu a tirasse, pensei que ele já iria me comer pois seu pau estava super duro, coisa que geralmente não é bem assim que acontece. Fiquei surpresa ao ver que ele pegou a calcinha e vestiu. Isso mesmo, ele vestiu a calcinha rosa, só faltava ele pedir a peruca loira também, rs... Muitos clientes vem aqui e usam minhas calcinhas, mas ele nunca tinha feito algo parecido... Nada a ver a calcinha no seu corpo, mas ele ficou se olhando no espelho, principalmente por trás, com a calcinha enfiada no seu rego, pois pela frente seu pau bem duro saía pelo lado. Então, ele pediu pra que eu colocasse uma camisinha no seu pau e ficasse de quatro no cantinho da cama.

Quando fiquei pronta ele veio com tudo, enfiou sua pica bem dura no meu rabo e meteu com tesão. Enquanto isso ele se olhava pelo espelho, via-se por trás com a calcinha enterrada no seu rabo enquanto ele fazia movimentos de entra-e-sai, pois na sua frente eu estava de quatro, com a cara no colchão e a bunda bem empinada levando a sua rola. Das inúmeras vezes em que saímos, essa foi a primeira vez que alternamos a ordem das coisas, pois geralmente, sou quem o come primeiro, depois, caso ele não tenha gozado, então me come. Fiquei surpresa, mas foi legal ver todo aquele seu tesão, despertado inicialmente pela calcinha rosa, rs... Claro que depois, ele tirou a calcinha e ficou de franguinho assado e pediu pra eu comê-lo, coisa que ele adora. Estava realmente muito afoito, já quis mudar de posição, pediu pra sentar em cima de mim. Cavalgou um pouco e já gozou em cima da minha barriga, mas gozou muito, se eu não colocasse a mão na frente, viria um monte de porra na minha cara, rs... Ele também estranhou, rs... Levantou-se e apoiou-se na parede, disse que ficara até tonto. Uau, que orgasmo hein? Será que foi tudo por causa da calcinha? E essa calcinha apareceu aqui em casa com um outro cliente.

Pois foi ''Miss Mar'', aquele cliente do relato 'você me ensinou a ser puta' que veio vestido com ela na semana passada. Só que ele pouco usou a calcinha, logo a substituiu por uma das minhas. Lavei a calcinha e guardei. Resolvi colocá-la no domingo durante a visita de outro cliente, o qual bateu as fotos que depois, vocês se deliciaram vendo no blog, até que apareceu esse fofinho louco por ela, rs... Incrível mesmo o poder da calcinha, não exatamente dessa calcinha rosa, mas da calcinha em si, pois desperta os mais inusitados tipos de tesão, eu mesma já presenciei cada coisa, rs...

E você meu caro leitor, uma calcinha te dá algum tesão inesperado?

 

Boneca Drikka

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Homens de segunda

Acordei quase meio-dia, ahhh nem acreditei que já era tão tarde e eu tinha tanta coisa pra fazer. O jeito foi correr para o chuveiro, tomar aquela ducha e ficar pronta, caso algum cliente ligasse, depois, se não viesse ninguém eu resolveria meus compromissos, mas nada sério, pelo menos hoje, tudo poderia ficar para outro dia. Pois nem bem terminei de secar os cabelos o telefone tocou, pelo menos agora eu ouvi, antes já havia tocado, mas eu deixei a campainha desligada, senão não dormiria tranquila, rs...

Era um cliente que costuma vir quase toda a semana e, dentro de dez minutinhos já estaria aqui. Comi um pedacinho de queijo light, um copo de água de côco e pronto, não desmaiaria de fome nos braços daquele homem. Se bem que ele é uma delícia, peludão, alto magro e com uma pica não tão grossa, mas comprida. Acho que ele gostou de mim pela garganta profunda, pois o que ele mais gosta é quando engulo toda a sua pica e fico fungando, quase que se afogando nas suas bolas. Ele geme, segura um pouco minha cabeça e fala que adora quando eu faço aquilo. Depois de ter ficado quase uma meia hora chupando seu pau, a gente se posiciona e fazemos um 69. Eu fico por baixo e ele por cima, novamente a sua pica entra garganta abaixo, eu faço o que posso, fico alguns segundos sem respirar e alterno a engolida com alguns beijinhos nas suas bolas, que ele também gosta. Seguindo praticamente uma cartinha, daí a pouco ele fica em pé na cama e senta em cima do meu pau, cavalga e se masturba, delira, geme, rebola e masturba sua pica com voracidade. Pouco depois ele troca de posição.

Deita-se na cama e eu deito sobre ele, enfio meu pau no seu rabo e fico mordendo a sua orelha e falando bobagens mil. Mas, nem ele, nem eu gozamos assim, porque ainda ele quer mais chupetinha, quer enfiar novamente sua pica comprida na minha garganta. Quando ele não aguenta mais, faz eu ficar em pé ao lado da cama, eu me enclino um pouco e arrebito a bunda para que ele vá enfiando devagarinho sua pica no meu rabo. Quando tudo está lá dentro, ele me segura pela cintura e vai metendo, começa devagar e vai aumentando a velocidade enquanto fica vendo tudo pelo espelho. É muita pressão, ver só a silhueta daquela cobra entrando e saindo de mim. Ai, ui, hummm, ohhhh, rs... Eu me masturbo e gozo, acho que com as mordiscadas que dou enquanto gozo ele também acaba gozando. Eu respiro aliviada pelo gozo e pela retirada daquele salame compridão do meu interior, rs... Inclusive quando eu sei que é ele que vem, tenho que caprichar na chuca, senão não dá certo. Ele gosta de ir fundo, se não estiver ok é retreta na certa, felizmente nunca aconteceu pelo menos em umas dez vezes que já saímos.

Hoje, depois que ele saiu, deitei na cama e fiquei me refazendo do baque, mas nem deu pra descansar muito, outro cliente ligou e queria uma festinha. Queria dar para o monster cock, que por sorte eu consegui localizar e em 20 minutos já estava aqui fodendo o seu rabinho apertado que hoje até sangrou. Mas não foi nada grave, algum vasinho se rompeu, mas logo depois já estava tudo bem, só imagino que seu rabo estava latejando, pois aguentar aquela pica, só pra poucos, rs... Eu só fiquei olhando, já pensou se ele quisesse que o monster me comesse? Ah, eu não iria aguentar, ou aguentaria e encerraria o expediente lá pelo início da tarde... Ah, mas alguém já me mandou um e-mail dizendo que seu sonho é me ver dando pra um desses meus amiguinhos bem-dotados, ele quer no máximo dar uma chupadinha na pica enorme e me ver gozar sendo arrombada.

Disse que tudo bem, basta ele me avisar com antecedência, que eu vou fazer o sacrifício, rs... Bem, voltando a minha segunda-feira, já passava das 14 horas e eu tinha ficado sem almoço, então mais um copinho de água côco, duas fatias de torradas e mais um queijinho. Esse foi o meu almoço, rs... Mas não é sempre que isso acontece, tá bom? Geralmente me alimento muito bem, hoje foi tudo porque o telefone voltou a funcionar... Lembra das minhas dores de cabeça por causa disso na semana passada, né? E hoje eu dormi além da conta. Sabe, acho que nem vou continuar escrevendo pois estou cansada, agora só quero a cama pra dormir... Afinal a tarde continuou quente e com algumas visitas inusitadas, como do 'Ruivinho' ( eu já fiz um relato erótico com ele, nem sem em que mês está), do Vini, que adorou me ver com uma roupinha de vinil, rs...

Também de um putinho de Santa Catarina, que adora colocar algumas lingeries e de um gatinho de um país vizinho que eu simplesmente adoro! Gozei de novo com ele, rs... Ah, já tava quase me esquecendo, tive a visita do super super 'SR', um fofinho que é de carteirinha há tempos e eu o adoro... Qualquer hora eu preciso fazer um relato exclusivo com ele, pois nesse tempo todo que nos conhecemos ele simplesmente se tornou uma das coisas mais deliciosas que conheço. Começou assim meio devagar, gozando rapidinho, mas aos poucos foi se controlando, colocando pra fora suas fantasias e, hoje é uma transa super quente.

Tanto que foi com ele que ontem eu suei, fiquei ensopada. Assim com meus homens de segunda, segunda-feira tá? Eu só posso dizer que o dia foi ótimo e ainda pra variar recebi a ligação do Wings, dizendo que está de volta em Curitiba e louquinho pra me ver. Esse também precisa de um relato. Vocês vão adorar. Como não pude recebê-lo hoje, ele disse que virá amanhã, terça-feira. Huuuum, não vejo a hora. Bem, agora vou dormir e sonhar com essses homens de segunda. Beijos. Boa noite. ZZZZZZZZZZZZ, huuuuuuum, ohhhhhhhh zzzzzzzzz...

 

Boneca Drikka

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Revoltante Revoltada

Era uma fantasia antiga, mas apenas uma fantasia guardada nos confins do meu eu mais íntimo, que jamais acreditei que poderia tornar-se realidade. Entretanto, meu último namorado me deixou por uma mulher mais gorda, mais baixa e mais ignorante. Queria filhos e eu não poderia dá-los jamais. Naquela noite, quando ele me deixou definitivamente, chorei. Chorei menos por ele e mais por mim, pelo desespero de saber-me novamente só, novamente livre, sem um objeto de amor.
Estava cansada! Cansada de ser usada pelos homens, de me entregar completamente, de me fazer bonita para eles, paparicando-os, adorando-os e vê-los indo embora sem ter recebido quase nada em troca de minha total dedicação. Ao contrário do que eles pensam, não sou um simples objeto de prazer. Tenho curso superior, sou bonita e sei cozinhar, pensei. Estava cansada de ser um objeto, estava ferida e com raiva, então decidi que se era para ser usada, seria da minha maneira, onde, quando e com quem eu decidisse.

No dia seguinte, não fui trabalhar. Acordei tarde, comi alguma coisa leve e liguei para o salão de beleza. Marquei depilação, pés e mãos, hidratação e escova nos cabelos, sobrancelha e tudo o que mais havia, um verdadeiro “dia da noiva”. Fui ao shopping e comprei uma saia nova, uma blusa nova, lingerie, sandálias, um par de brincos. Cheguei ao salão antes das 6 da tarde e às 9 estava em casa.
Coloquei uma touca para não molhar os cabelos e entrei na banheira, onde permaneci por um longo tempo, com sais aromáticos importados, que não apenas deixam minha pele perfumada, mas macia e com aspecto sedoso. Acariciei meu corpo naquele banho amorosamente, pedaço a pedaço, sentindo os contornos que me pertenciam. Admirei meus pés bem feitos de dedos delicados e femininos, sua curvatura suave. Acariciei meus tornozelos, minhas pernas macias e torneadas na academia, minhas coxas firmes. Subi pelas laterais de minhas ancas sentindo sua firmeza que estreitava-se até minha cintura delicada. Alisei meus seios médios e rijos de menina, sentindo os mamilos enrijecidos sob meus dedos que passavam, do indicador ao mínimo, um a um fazendo-os vibrar e causando um calor que se irradiava por todo meu corpo. Naquele momento só meu, eu era a amante de mim mesma.
Não jantei, embora estivesse com fome. Comi apenas um bom pedaço de chocolate para me dar energia e tomei um suco de laranja, pois queria manter minha barriguinha muito enxuta, sem nada pesando dentro de mim.
Passei um creme hidratante com óleo de sementes no corpo todo, deixando minha pele macia e perfumada, com aspecto ainda mais delicado e sedoso. Borrifei alguns jatos de perfume francês, um pouco a mais do que o necessário, para que esse também fosse um atrativo às atenções.
Vesti uma calçinha branca que era só um fiozinho na parte de trás. A minissaia que comprei era azul marinho, muito curta e rodada, de modo que o início da polpa de minhas nádegas quase aparecia, mesmo que eu ficasse ereta e imóvel. Olhei no espelho e me certifiquei de que ela se erguia ligeiramente com qualquer movimento mais brusco.
Vesti a blusinha nova que comprara naquela tarde. Branca, de tecido fino e leve, de forma que caía sobre meus seios sem sutiã, dois pontos rijos sobressaindo sob ela como se os mamilos a sustentassem no ar. Era bem larga em cima, com um decote bem largo que fazia com que uma manga caísse sobre um ombro, enquanto era acinturada na parte de baixo, desenhando minha cintura ao envolvê-la, terminando logo abaixo dela e deixando o umbigo de fora.
Sentei-me diante da penteadeira e caprichei em uma maquiagem marcante com lápis e um jogo de sombras que realçava meus olhos verdes. Reforcei meus cílios longos com rímel e apliquei um pouco de blush, terminando com uma boca tentadoramente vermelha e brilhante.
Os brincos azuis combinavam com a saia, o anel branco e a pulseira de prata com incrustações de marfim, combinavam com a blusa, contrastando com o esmalte vermelho nas longas unhas de minhas mãos.
Coloquei uma tornozeleira também de prata e calcei as sandálias brancas de salto muito alto de finas tiras com detalhes prateados, que deixava meus pés ainda mais delicados, realçando o esmalte vermelho em meus dedos.
Soltei o cabelo e penteei para a frente, depois joguei-o para trás, fazendo com que se elevasse na frente, dando-me um ar selvagem. Ele brilhava pela hidratação e escova que eu fizera, caindo como uma catarata de seda negra por minhas costas, até quase a cintura.
Olhei o conjunto no espelho e simplesmente sorri.

Eu dirigia lentamente pelas ruas escuras daquele bairro afastado do centro onde eu morava. Era quase uma hora da manhã de uma terça feira e aquela era uma região estritamente residencial, então não havia ninguém. Nem carros passavam.
Rodei por algum tempo e já pensava em ir para outro lugar quando avistei um bar aberto. Era um boteco muito simples e já estava com a porta da frente meio abaixada, mas pude ver que um garoto lavava o chão e havia mais alguém sentado do lado de dentro. Estacionei o carro bem na frente do estabelecimento e vi que o garoto se abaixou para olhar por debaixo da grande porta de enrolar.
Abri a porta do carro e pude sentir o olhar do jovem em minhas pernas enquanto as colocava para fora lentamente e saía, estendendo meus 1.77 de altura diante dele. Tranquei o carro, me aproximei e me curvei distraidamente para falar com o rapaz, ciente de que o tecido largo do decote de minha blusa iria tombar adiante e revelar um de meus seios.
- Será que tem jeito de tomar umazinha? – Perguntei com um sorriso propositalmente inocente, mas malicioso. O pobrezinho nem respondeu, apenas ergueu um pouco mais a porta para me dar passagem, sem tirar os olhos de mim e com a boca meio aberta. Entrei e ele abaixou a porta atrás de mim até o chão, provavelmente por não querer mais clientes tardios.
Em uma mesinha fixa na parede do lado esquerdo, estava sentado um homem negro vestindo o uniforme cinzento de uma empresa, com o logotipo gravado no bolso. Sobre a mesa, havia uma garrafa de cerveja e ele segurava um copo que ficou parado no ar. Atrás do balcão, um gorducho com uma cara redonda de leitão, passava um pano em um copo e diante dele, sentado em um banco alto de costas para o outro da mesinha, havia um quarto homem, de braços fortes, rosto marcado e uma cara de mau que quase me fez dar a volta e ir embora. Eu não esperava tantos.
Todos me olhavam fixamente, como se eu fosse uma pobre coelhinha branquinha que entrara por engano no covil dos lobos e senti um calafrio subir por minhas costas, mas mantive o sorriso. Aproximei-me contornei o balcão para alcançar um dos bancos altos, evitando olhar para o homem ao lado, recostei no banco e pedi uma dose de cachaça.
O gorducho retribuiu meu sorriso aberto com um leve esticar de lábios e me serviu calado. Virei a dose de uma só vez e pedi outra, depois mais uma. Então, fiquei em pé novamente e debrucei ligeiramente sobre o balcão, sabendo que minha saia minúscula estaria revelando aos olhos atrás de mim, quase tanto quanto meu decote revelava ao homem à minha frente. Havia um silêncio tumular no recinto e eu quase podia sentir suas imaginações me lambendo toda, o que se somou às três doses alcoólicas que já começavam a fazer efeito e me enlouquecer. Olhei em volta para cada homem, certificando-me de que não tiravam os olhos famintos de mim. Dei uma risada, olhei para o gorducho que não parava de olhar meus peitos, arrebitei a bunda o mais que podia e falei bem lentamente:
- Chega de cachaça, moço. Agora, eu quero leite!

Mais tarde, dirigindo de volta para casa e lembrando daquela frase, eu ri sozinha enquanto a cabeça girava. Girava da cachaça, girava da emoção, girava da loucura. As imagens piscavam em minha mente e até hoje às vezes me surgem flashes daqueles momentos enlouquecidos que quase não consigo crer que realmente existiram.
Eu dirigia com cuidado, por saber-me alta e só quando entrei em casa levando minhas sandálias na mão, me dei conta de que precisava urgentemente de um banho. Larguei as sandálias no chão da sala, joguei a roupa no chão do banheiro, os brincos, anel e pulseira sobre a pia e entrei no box do chuveiro, arrancando a calçinha totalmente ensopada, antes de abrir a torneira. Só depois, quando me deitei calmamente em minha cama, pude relembrar e reviver cada momento daquela minha inebriante insensatez:
Ao me curvar sobre o balcão e dizer aquelas palavras, percebi que o homem que estivera na mesinha se levantou e se colocou ao meu lado. Sem mudar de posição, olhei para ele com malícia e senti um dedo tocar de leve minha coxa direita. Como não me movi e continuei sorrindo maliciosamente, sua mão grande se espalmou e começou a alisar minha coxa lentamente, para cima e para baixo até subir e entrar por debaixo de minha saia, explorando minha nádega direita com a palma, enquanto as pontas de seus dedos roçavam o fiozinho de minha calçinha enterrada. Olhei em seus olhos negros e vi desejo. Meu sorriso foi desaparecendo, transformando-se em outra coisa enquanto em um calor começava a me invadir. Baixei os olhos para sua virilha onde um volume já se pronunciava visivelmente.
Nesse instante, senti o outro homem encostar-se em mim do outro lado, grosseiro, já se esfregando descaradamente em mim. Ignorei-o e ele ficou ali se esfregando em minha coxa esquerda e apalpando meu peito, enquanto meus olhos voltavam a encarar o negro que era mais alto do que eu, mesmo estando de salto alto. Ainda apoiada no balcão com o braço esquerdo, escorreguei a mão direita por seu peito forte, depois ela desceu e acariciei seu pau por cima da calça, sentido sua rigidez e imaginando sua forma. Ele aproximou seu rosto do meu e fechei os olhos para sentir seus lábios carnudos tocando nos meus, sua língua procurar a minha, enquanto minha mão tentava abrir o botão de sua calça.
O outro homem ergueu minha blusa, libertando totalmente meu seio esquerdo, que apalpou enquanto eu apalpava uma bela vara já liberta que fiz questão de olhar, verificando que era negra e grossa, pulsando desejosa em minha direção.
O portuga (o gordo era português) diante de mim apenas assistia a tudo, enquanto seu filho (o garoto com a vassoura era filho dele) largou a vassoura e se aproximou, mas manteve-se apenas observando o papel de suculento recheio que eu representava.
O safado desagradável e grosseiro não me respeitava nem um pouco. Comecei a gostar disso, pois ele já quase arrancara minha blusa e brincava com meu mamilo esquerdo enquanto lambia e mordiscava minha nuca, minha orelha, meu ombro, fazendo-me delirar enquanto masturbava a rola do outro com muito carinho. Ele abaixou a calça e senti seu pau roçando livremente em minha bunda. Fiquei assim um tempo, curtindo a mistura de safadeza pura de um lado e delicadeza de outro, então larguei o balcão e me curvei em direção ao pau do trabalhador, arrebitando a bunda de vez na direção do safado.
Meu rosto estava diante de uma bela pica negra e dura. Comecei a passar a língua próxima da glande, fazendo-a saltar de prazer a cada toque, depois fui espalhando saliva por toda sua extensão, até que ficasse toda molhada, ao mesmo tempo passando a mão e segurando suavemente. O cara gemia e logo minha mão estava lubrificada de saliva e escorregava lentamente, meio segurando, meio acariciando. Apertei ligeiramente com a mão próxima à cabeça e fui descendo ao mesmo tempo em que enfiava tudo na boca até a garganta. Ele soltou um urro contido.
Sem cerimônia alguma, quando me virei e abaixei, o outro que estivera me lambendo na nuca, passou a lamber minha bunda. Afastou a calçinha para o lado e me lambeu como quis por um tempo. Mas, sem pedir ou explicar, logo se cansou da brincadeira, se ergueu e tentou me penetrar. Não conseguiu, pois eu era alta demais naquele salto e ele mal conseguiu chegar perto do que buscava. De boca cheia e concentrada no que fazia, não pude rir, mas cheguei a achar graça de sua tentativa frustrada, sempre ignorando-o como se não existisse.
O belo negro acariciava os cabelos de minha nuca com uma mão, a outra agora em meu seio, meio segurando-o, meio ajudando a me sustentar naquela posição incômoda, pois eu tinha uma mão na pica, outra me apoiando em sua perna direita. A cada vez que eu descia com a boca, ele me ajudava delicadamente a lhe dar prazer.
Nunca soube o nome do outro que, sem qualquer delicadeza, forçou minha bunda para baixo e empurrou meu pé mais para o lado, trazendo minhas ancas para seu alcance. Encostou cabeça do pau no meu rabo e forçou uma, duas, três vezes, até estar todo dentro, depois segurou firme e fodeu à vontade como um animal. Por sorte minha, seu pau não era muito grande ou eu teria sofrido, pois ele foi selvagem.
Por algum tempo fiquei assim levando uma, enquanto trabalhava dedicadamente na outra. Quando percebia que o trabalhador não agüentava mais, eu diminuía o ritmo, lambia, brincava, provocava. Não queria que ele terminasse assim tão rápido. Quando se acalmava, eu voltava à ativa. Isso o mantinha tesudo e cada vez mais desesperado, exatamente o que eu queria.
O outro gozou. Com um gemido rude, enfiou fundo e ficou enterrado por um tempo, depois simplesmente se retirou, ergueu as calças e foi embora, o rapazinho precisando ir abaixar a porta novamente. Acho que nem pagou a conta.
A essa altura, o negro trabalhador não agüentava mais. Me pegou no colo e me deitou de costas sobre a mesinha onde estivera bebendo antes. Arrancou a minha blusa e a jogou sobre a cadeira, passando a lamber meus seios, depois ergueu minhas pernas com os braços e seu pau desesperado começou a procurar um alojamento que logo encontrou. Eu já estava bem lubrificada e ele olhou em meus olhos enquanto penetrava em mim lenta, mas firmemente, de uma só vez. Gemi.
O garoto ainda estava perto da porta, meio sem saber o que fazer. Olhei para ele e, totalmente dominada pelo tesão, chamei-o para perto de nós. Ele olhou para o pai, como se pedisse permissão e o portuga, com sotaque e irritação na voz, perguntou o que ele estava esperando, então ele veio. Meio tímido foi se aproximando até o lado da mesa onde eu me deitava semi-nua, com as coxas envoltas em um negro viril que ia e vinha lentamente, prolongando com maestria o nosso prazer. O garoto olhou entre minhas pernas arreganhadas e parecia assustado, acho que nunca tinha visto algo assim, ou não sabia o que fazer. Estiquei a mão e peguei a sua, trazendo-o mais para perto de meu rosto. Abri a fivela de seu cinto e o botão de sua calça larga que caiu no chão e tive uma grande surpresa, pois seu pau rijo sob a cueca, saía por cima da borda. Era enorme! Olhei em seus olhos com volúpia, dei um sorriso para acalmá-lo e disse: - Está tudo bem, vem cá. – E logo eu estava dando ao jovem tímido, o mais dedicado boquete de minha vida.

Não lembro quem gozou primeiro, se foi o negro ou o garoto. Sei que o garoto não demorou muito, mas talvez tenha sido eu. Só sei que em alguns instantes eu era uma melação só. Tentei engolir a porra do menino, mas a maior parte escorreu por meu rosto, tamanho o volume que o jovem garanhãozinho despejou.
Fiquei ali um tempo deitada me recuperando. Depois levantei, peguei um guardanapo e limpei o rosto, vendo que parte de minha maquiagem ficou no papel. Imaginei que deveria estar acabada, descabelada, com o rosto borrado e pensei que precisava me ajeitar, mas não tive chance, pois o português tinha dado a volta no balcão e parou diante de mim.
- Onde pensa que vais? – Falou e colocou a mão no meu ombro. Olhei em seus olhos e ele sorria amistoso em seu rosto redondo. Tentei sorrir de volta e ele completou:
- Ainda tens serviço por aqui. Ou não vais querer pagar pela bebida? – E abriu a calça rindo, todo orgulhoso de mostrar que o filho tinha a quem puxar. Ficou segurando a rola grande, grossa e já meio dura para frente, tentando encolher um pouco a barriga e, ao perceber que minha admiração foi total, sorriu mais satisfeito e sentou-se na cadeira ao lado da mesa, bem em cima da minha blusa.
Agachei diante dele.
A virilha do coroa gorducho cheirava a suor após um dia de trabalho e seu pau não estava muito duro. O jeito foi resolver a situação ignorando o primeiro problema e me dedicando ao segundo, sendo logo bem sucedida. Eu estava de cócoras à sua frente e abocanhava boa parte da pica grossa que, de grande que era, não entrava mais do que a metade em minha boca. Sempre adorei chupar um pau, qualquer pau e fiquei me divertindo por um tempo, a piroca cada vez mais dura, mais inchada, mais desejosa, babando seiva. Mas o portuga não estava querendo romance e logo mandou que eu levantasse, me virou de costas para ele e me puxou. Mal tive tempo de colocar a mão entre as pernas e afastar a calcinha para o lado. Fui sentando sobre ele com as pernas afastadas e me senti completamente preenchida, antes de entrar tudo. Eu subia e descia enquanto o coroa safado rosnava que meu rabo era maravilhoso, me chamava de gostosa, de tesuda. Embora a posição fosse favorável para evitar que aquela tora me machucasse, além de gordo ele era forte e me puxava pela cintura a cada descida, enterrando fundo. Aquele misto de dor e prazer começou a me deliciar e olhei para os outros dois que se recompunham encostados no bar, o garoto que não devia ter mais do que 19 anos, já totalmente recomposto pelo que pude verificar no volume abaixo de seu cinto. Só olhei sedenta e os dois se aproximaram abrindo novamente suas calças.
Ali estava eu, cavalgando uma tora, com mais uma em cada mão, minha boca revezando-as gananciosa. Fechei os olhos e senti as mãos. Eram muitas mãos em meu corpo, em minha cintura, meus seios, minha nuca e até entre minhas pernas. O portuga ficou selvagem, meteu forte algumas vezes gritando, depois parou. Fiquei sentada um tempo sobre ele, depois me levantei o suficiente para tirá-lo de mim, sem parar de dar atenção aos outros dois. Senti algo escorrer por minhas coxas, resultado misto de três orgasmos acumulados.
O garoto me deixou com o negro e deu a volta, querendo ocupar o lugar do pai, mas não se sentou. Coloquei o pé esquerdo sobre a cadeira, arrebitando a bunda, ainda curvada, sem largar o cacete negro. Estava ardida, usada, cansada, mas recebi a foda com submissão total. O rapaz era bonzinho e foi bastante cuidadoso no princípio, mas a medida que seu tesão aumentava, começou a bombear mais forte, o pai rindo ao lado e incentivando, dizendo para ser homem e foder a cabrita direito. Aquele era um bom menino, muito obediente.
Com a violência das estocadas fortes, eu ia para frente e o outro enterrava fundo na minha garganta, quase me sufocando, até explodir em estase, me segurando forte para ejacular direto goela abaixo. Engasguei e tentei parar tudo, mas o garoto já estava muito animado. Enquanto eu tossia, ele e o pai me dobraram de bruços sobre a mesa para que pudesse terminasse o serviço. Tão logo ficou satisfeito e me permitiu, levantei e me olhei no espelho que havia na parede. Toda desarrumada, toda usada, dolorida e esporrada. Fiquei louca com aquela minha imagem, me masturbei ali, diante de todos e gozei novamente.

Ainda hoje, olho o papelzinho com o telefone do bar, colado com fita adesiva no espelho da penteadeira desde aquela noite. Mas nunca liguei.
Foi uma aventura louca, um desabafo, um desatino, o grito solitário e noturno de quem não agüentava mais a exclusão. Nunca mais fiz algo como naquela noite e acho que jamais farei, mas continuo solitária, como solitária é a grande maioria das travestis como eu.

 

MÁRCIA ROCHA

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De olhos bem fechados

O gato desse relato me ligou à tarde, mas não conseguiu falar comigo. Ele estava no escritório em que trabalha com muito tesão, louquinho pra vir me ver, quer dizer, me sentir, afinal me vendo ele estava, pois navegava nesse blog. Como o tesão era muito e achando que não poderia vir aqui, ele foi ao banheiro, lembrou de nossas transas e se masturbou. De olhos bem fechados, imaginando minha boca gulosa e minha bunda de quatro levando sua vara, ele prestou aquela homenagem! Só que o seu tesão continuou, então ele tentou novamente um contato, já no início da noite, que pra nossa felicidade deu certo. Coloquei uma roupinha bem sexy e fiquei a esperá-lo. Já começa a fazer frio em Curitiba, meias 7/8, espartilhos e robes, ficam super bem e aquecem, até a hora de tirar tudo pra se aquecer de outra forma. Podem acreditar que fiquei bem acesa quando o vi adentrar meu apartamento. Ele é um boneco, lindinho como só ele, carinhoso, um fofo...

Ele já veio todo cheirozinho, me agarrou e me jogou na cama, pulou em cima de mim e ficamos como um casal de namorados apaixonados nos beijando ardentemente. Coloquei uma camisinha no seu pau e outra no meu, já caí de boca e fiz uma gulosa enquanto ele apenas me masturbava. Ele só gosta de ser ativo, mas adora tocar uma punhetinha pra mim e me ver gozando... Mas, o meu gozo veio bem depois, pois antes ele colocou uma camisinha na língua para lamber meu rabo. Ele lê que eu faço isso e quis fazer em mim... Então, peguei uma camisinha e coloquei na sua língua, enquanto isso eu a chupava pra ele se acostumar. Depois meio desajeitado ele lambeu meu rabinho, tentou, rs, mas é preciso treino para fazer isso sem que a pessoa perceba que se está usando preservativo... Mas, o que eu queria mesmo, era sentar na sua pica. Não perdi mais tempo, sentei como gosto e comecei aquela cavalgada, passando minhas mãos no seu peito peludo, vez ou outra me debruçando sobre ele e beijando sua boca. Ele massageava meus mamilos e também me masturbava. Olhei pra ele e fechei os olhos. Sim, aquilo tudo me excitava demais, vendo então a sua carinha me olhando daquele jeito, eu iria explodir rapidinho. De olhos bem fechados, fiquei apenas subindo e descendo na pica do meu boneco delicioso...

Porém não aguentei muito tempo não. Eu olhei pra ele e disse que eu iria gozar. Ele sorriu todo feliz dizendo que eu gozasse, que gozasse muito, pois ele adoraria me ver gozando pela primeira vez, afinal esse era o nosso terceiro encontro e eu ainda não tinha lhe dado esse prazer... Gozei, estremeci, derreti, sobre ele. Foi um orgasmo sem tamanho, daqueles que me desmontam. Mesmo ainda meio zonza, fiquei de quatro, pra ele entrar e gozar bem gostoso dentro de mim.

À tarde ele fizera isso, mas de olhos bem fechados usando só a imaginação e agora de olhos bem abertos ele se esvaira dentro de mim num tesão sem igual expresso em gemidos, apertos e muito leitinho. Por falar em leitinho, comparei o que estava na minha camisinha e com o que estava na dele. Ri e disse que eu havia ganhado. Foi então que ele me contou o lance da homenagem no escritório, rs... Um bom enredo para um relato erótico não é? Espero que vocês tenham gostado e agora estejam louquinhos para me homenagear também, rs...

 

Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

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Realizando nossa fantasia

Eu Joana sempre tive a fantasia de transar com outro homem tendo meu marido Guilherme como espectador.Depois de algum tempo ele concordou e disse-me que também era sua fantasia.Sábado passado aconteceu o que desejávamos.Avisei ao filho da minha vizinha, para o qual eu dava aula,que meu marido havia viajado e só chegaria de noite,assim estava esperando-o lá pelas 15:00 horas em determinado endereço.Meu marido pediu a um seu amigo que lhe emprestasse o apartamento .Logo depois do almoço fomos para lá e fiquei boquiaberta com a estrutura do local.Em frente a cama de casal existia um espelho imenso que cobria toda a parede ,perguntei o porquê daquilo e fui levada ao quarto de empregada.

Quando entrei comecei a ficar muito excitada,dali se via toda a cama de casal e se escutava tudo o que se falava lá dentro,minha calcinha ficou molhadinha na hora só de pensar no que ia acontecer. Na hora marcada o menino chegou,estava que não me aguentava ,mas segurei as pontas e começamos a brincar.Ele me deixou só de calcinha e me beijou toda,tirei sua roupa e cai de boca. A cada minuto ficava mais louca por saber que meu marido assistia tudo.Já não aguentando mais começamos a transar , quando estava todo dentro de mim,cruzei as pernas em volta de sua barriga de modo que o Guilherme pudesse ver aquele pau gostoso entrar e sair de minha bucetinha.Não demorou muito e comecei a gozar e o meu amante aumentava mais o ritmo ,tive vários gozos seguidos ,cheguei a ficar tonta,quando ele também gozou.

Ficamos abraçadinhos e ele dentro de mim,após algum tempo começamos a nos beijar ,isto é ,estava fazendo com ele o que fazia em casa. Levantei-me a pretexto de beber água e fui até o quarto de empregada, meu marido me agarrou e me beijou feito um louco querendo me comer de qualquer jeito,pedi para ter calma,pois queria deixá-lo com mais tesão e aí sim eu seria dele.Voltei e parti para a segunda parte do plano,fiquei de costas e pedi ao garoto que me desse um abraço.Ele nem pestanejou e logo me agarrou,seu pau endureceu e ele pediu para comer meu bumbum,fiz um pouco charme ,mas acabei deixando.

Meu marido sempre come minha bunda e eu adoro sexo anal,fiquei de quatro e o garoto mandou ver.Enquanto era enrabada ,tocava uma siririca e pensava naquilo que o Guilherme via,em pouco tempo meu cuzinho ficou cheio de esperma e gozei muito.Depois desta enrabada despachei o garoto,neste momento fui levada para cama e meu marido literalmente me estuprou na frente e atrás,nunca o vi com tanto tesão. Combinamos que iremos repetir esta fantasia e eu também quero vê-lo,através do espelho, transar com outra mulher.

 

 


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