Contos Eróticos

Era para ser um encontro, porem...

Ola, meu nome é Rodrigo e o que eu vou contar aqui aconteceu a um mês. Eu tenhu 17 aninhos, branco, cabelos lisos ate o ombro com reflexo, 1,80 e 60kg. Sempre tive vontade de me relacionar com um outro homem, porem nunca tive coragem de chegar perto de um e lhe contar minhas intençoes, ate que um dia eu entrei em uma sala de bate papo e conheci uma pessoa com o nick de SeuMachao fiquei muito excitado e puxei assunto com ele, conversa vai conversa vem eu acabei dando meu tel para ele e ele me ligou ouvi aquela voz de macho fikei arrepiado fiz uma foz bem fininha como de uma menina querendo dar e claro ele ficou maluco e propos que nos encontrase-mos na casa dele eu fikei nervoso mas topei e ele me deu o endereço e marcou para o dia seguinte. Antes de nos encontrarmos, eu tomei um banho bem gostoso me perfumei pus ate uma calcinha fiquei parecendo uma mocinha toda produzida, peguei o papel com o endereço dele e fui.Peguei um taxi para chegar mas rapido e logo que eu entrei no taxi o taxista me olhou com uma cara de safado e fikei todo vermelho com vergonha afinal eu estava com perfume de mulher e meu cheiro parecia de uma menina fiquei pensando sera que ele ta afim de mim? Continuamos a viagem e ele puxou assunto perguntando o que eu gosto de fazer e eu tava muito envergonhado e disse que gostava de sair ir a festas jogar bola antes que eu terminasse ele perguntou se eu era gay, nossa meu coraçao foi a mil o cara nao era um bonitao mas tinha um corpo de dar inveja e uma voz de macho eu dei uma risada e tentei negar porem em vao ele pos o pau dele para fora e na hora eu fiquei excitado e ele percebeu isso e disse pra eu chupa o cacete dele nao dava pra negar e resolvi chupa-lo chupei a cabeça primeira que era bem grande e grossa depois dava beijinhos e lambia denovo fiquei chupando ele por um bom tempo ate q ele anunciou q ia gozar tentei tirar a boca mas ele fez pressao na minha cabeça e gozou na minha garganta e me fez engolir tudo obedeci e ele disse q foi incrivel eu tb diise q foi mt bom mas tava atrasado para o meu encontro e ele disse que ia passa em casa para toma um banho e perguntou se eu queria ir como eu estava atrasado mesmo resolvi ir para la.Chegando na casa dele dei de cara com um rapaz que por sinal aparentava usn 20 anos moreno e bem forte o taxista disse q era seu filho e me deixou la com ele ficamos conversando ate o taxista voltar so de toalha e disse filho achei uma putinha pra gente brincar quando eu ouvi isso me levantei e disse que ia embora porem foi em vao pois o rapaz me segurou ele era bem mas forte que eu e nao consegui me libertar ele chegou perto do meu ouvido e disse vai querer que eu te arrombe numa boa ou a mocinha vai ter q apanhar eu fikei com medo e disse para ele por favor nao me coma eu ainda sou virgem quando ele ouviu isso ele deu um grito pro pai dele, pai essa mocinha ainda é virgem vou arrombar esse cuzinhu e tirou minha blusa e minha calça e viu minha calcinha, de calcinha? A mocinha entao gosta e começou a dar tapas na minha cara e na minha bundinha isso me excitou bastante e ele disse a mocinha ta gostando e chamou o pai dele me botaram de 4 e comecei a chupar o pai e o filho deu uma lambida no meu cuzinhu q me deixou louco e pos seu pau no meu anelzinho virgem e enfiou sem perdao o que me deu uma dor tao grande que eu queria gritar porem o pai dele num dechava enfiando o pau dele mas fundo ainda na minha boquinha e eu comecei a chora e o taxista me fez chupa ele olhando para ele e dizendo que lindo a mocinha ta chorando vai filhao arromba essa putinha com tudo faz ela num querer da o cu nunca mas e o filho continuava me castigando e eu chorando mt ate que ele gozou dentro de mim senti aquela porra em mim escorrer pelas minhas pernas e ele tirou o pau da minha bundinha e me fez limpa seu pau com a minha boca obedeci e quando em virei o pai dele foi e me enrabou o pau dele era menor porem era mas grosso e ele meteu com violencia fazendo eu gemer mt ate q ele tirou e pos na minha boca eu chupei ate ele gozar e tive q engolir tudo sem reclamar quando acabou eles me deram um banho e eu pus minha roupa e o taxista me deu o dinheiro da passagem para eu voltar para casa e ele disse que eu num ia precisar paga o dinheiro do taxi afinal eu ja tinha pago e fui para casa com a bundinha dolorida mas estava feliz e ja bati mt punheta relembrando isso

 

 

Casada , descobrindo a felicidade ...

Bem o que vou relatar aqui foi veridico , Me chamo Ricardo , 32 anos , sou de São Paulo , 1,72 alt. , posso dizer que sou Malhado . Bom isso aconteceu a alguns anos atras , eu trabalhava para um Empresa de Instalações de Equipamentos . Foi nessa empresa que conheci a Amanda , 36anos , mulher simpatica porém timida , era casada , mas não tinha filhos . Tinha um corpo bonito , nada de grande ou pequeno, se notava pelas roupas , não era sexy , era elegante . Ao passar do tempo, nossa amizade mudou , ela contava sua vida fora do trabalho , por mais profissional que era , ela não demostrava os problemas que passava em casa . Tinha um marido bruto , homem antigo , pois a diferença de idade era grande e seus custumes , reprimia o lado de mulher madura ,pois na sua cabeça, mulher deveria ser submissa .
Logo chegou o final do Ano , Festa na Empresa , Aquele Clima de Prosperidade , foi ai que Amanda veio Falar comigo .
- Ricardo , vc vai a festa da empresa . Respondi , dizendo que sim . Então ela disse - Vc pode ficar na mesa comigo . A resposta foi rapida . - Logico .
Fui para casa , tomei banho , fiz a barba , coloquei uma Roupa Confortavel E fui a Festa , logo que cheguei .. Falei com todos os amigos de longa data , ai fui me sentar com Amanda , que usa um Calça Social e uma Camisa Preta . Batemos um longo papo , mas sempre como amigos. Jantamos e Tomamos muitas taças de vinho . A festa esta Maravilhosa , Musica de Bom Gosto . Mas a Festa logo iria Acabar . Nisto notei que Amanda estava Alta , devido ao excesso de bebida . Desolvi perguntar se ela queria uma Carona . Ela me disse , que aceitava . Após entrar no Carro , perguntei qual melhor caminho para sua casa . Foi que Amanda conheçou a Chorar , dizendo que não era Feliz , pois seu Marido não dava a devida atenção que ela queria , pos ela não tinha o homem que suas amigas tinham em casa . No caminho achei uma Padaria 24 horas , paramos para tomar um café, assim Amanda ficaria melhor . No balção Amanda me Abraça , e diz ao pé do meu ouvido .
- Queria chegar em casa e ser devorada ou fazer um loucura no quintal de casa , como minhas amigas dizem . Ao ver esses relatos ,
digo a ela . - Vc precisa de um Amante , que faça vc virar uma Puta de verdade .
Ela responde dizendo . - Vc sabe como fazer uma mulher de puta .
Eu disse , que " sim " .
Ela beijou meu pescoço e disse - quer ser meu Amante .
Abraçei , dizendo no seu ouvido . - Olha , vou ser seu Amante , mas terá que ser como eu quero . Com sinal de " Possitivo " foi a resposta dela .
Ai eu disse .. - Antes de ir embora , quero vc tire esse Sutian , assim que entrar no carro vc coloca no meu colo .
Pois bem , quando eu disse que iria pagar a conta , ela foi ao Banheiro . Depois de um tempo eu já estava no Carro , ela entrou e para a minha supressa, jogou a sutian no meu colo . Sem muitas palavras , informei que ela deveria abrir alguns botões da sua Camisa . Ela se sentou de lado no banco e abriu a camisa , deixando um belo decote e com umas das suas mão passou a fazer carinho na minha nuca . Voltei a fazer um novo pedido . - Me mostre seus seios . Ela com muita naturalidade mostrou um belo par de seios , fiquei com agua na boca de vontade de chupar eles . Mas tinha um problemas , ela precisava chegar em casa , minha mente eu queria chupar e comer aquela mulher , ai no meio do caminho , parei em uma rua escurra , com muitas arvores .
Sem pensar eu disse . - Vem chupar meu pau .
Com olhar diferente , ela me disse . - Sabe Ricardo , eu posso dizer que não tenho experiencia , pois não faço para o meu Marido , ele não merece , mas se vc quiser me ensinar , eu aprendo rapido .
Confesso que não sei como abri minha Calça . Apenas me lembro dela deitando no meu colo e chupando meio timida , foi quando eu disse . - Chupa bem macio e não passe os dentes . Ela chupava gostoso , sentia sua vontade ao sugar e tentar colocar ele todo na boca . Apos alguns minutos , peço para ela sentar no meio das minhas pernas .. Sentou rapidamente e me deu um beijo quente , e falou ... - Adorei , que delicia. Nisto , minhas mãos faziam carinho no bico do seus seios e logo que senti que eles estão durrinhos , coloquei uma a uma na boca , mamei como uma criança faminta. Mas o tempo já estava no fim ... Antes de sair do carro , pedi para ver sua calcinha . Então ela me disse . - Não , aqui não , tenho medo . Foi ai que falei . - Quando vou ver . Sem dizer nada ela , entrou na portaria do predio e foi embora . No caminho de casa , eu fiquei pensando ... Na proxima semana ela não vai olhar para mim ou vai pedir desculpas e dizer que fez errado , pois estava bebada . A noite passou e junto com o Final de Semana . Na Segunda-Feira , quando chego não vejo Amanda . Pensei ... - Acho que ela não vem , deve esta envergonhada , timida , coisas do genero . Pois ai que vejo ela entrar pela porta . Veio direto na minha mesa . Gelei , pois imaginei um escandalo dela . Quando parou , olhe de baixo para cima . Percebendo sua roupa casual ,uma saia e uma blusa . Mas não , me deu um " Bom dia , Ricardo ! como foi seu final de semana " Eu disse que foi otimo e perguntei como foi o dela . Ela responde . - Poderia ser melhor !! Mas nunca esperei um segunda-feira como hj . e saiu com um sorriso que jamais tinha notado. Passou o dia de trabalho , quando tocou o Ramal da minha mesa . - Oi Ricardo , que horas vc vai embora . Eu respondo .. Eu não sei .. porque ? - Vc pode me esperar , preciso falar uma coisa com vc e muito serio .
Então marcamos no refeitorio da empresa , pois depois das 18:00 não há ninguem . Bem , no momento certo vou até o refeitorio , lá esta Amanda me esperando .
Veio logo dizendo . - " Sabe Ricardo , vc não saiu da minha cabeça esse final de semana , confesso que estou achando que fiquei louca , mas meu corpo e minha vontade falam mais alto , quero saber uma coisa de vc ! Vc pode ser um Amigo discreto na minha vida e que possa realizar todas as minhas vontades " .
Com muita rapidez eu digo . - Sim , mas vc terá que ser como eu quero vc aceita ?
Ela diz que " sim " , mas que eu devo ajudar . Sem perder tempo , logo peço . - Então vai até o banheiro , tira sua calcinha .
Ela respode . - Vou pensar , mas desse pelas escadas quando vc for embora . Umas 19:20 , vejo ela levantar e pegar as coisas , como de custume toda mulher vai ao banheiro antes de sair . Pego minhas coisas e desso as escadas , até a garagem , olho no estacionamento e vejo apenas o meu carro , não havia ninguem de carro fora eu . Paro e espero , escuto os som dos seus sapatos . Chega Amanda toda sorridente e me Abraça . e diz ... - Meus desejos estão me traindo . Apos um beijo doce , toco na suas coxas , minhas mãos começam a subir sua saia ... Para a minha supresa ... ela estava sem calcinha Foi quando ela me disse ... - Me Abusa , me faz mulher ... estou aqui loca de vontade e desejo ... Nisto minha mão tocou sua buceta molhada , como estava umida ... Amanda gemia e falava ... - Estou loca de fazer isso aqui na escada...mas deixa eu fazer o que eu fiquei o final de semana com vontade . Sentou no degrau .. abriu minha calça e tirou meu pau rapidamente e colocou toda na boca ... chupou como uma vagabunda ... Abri minha Carteira e retirei uma camisinha ...peguei ela pelo braço.. mando ela ficar de costas com um dos pés no degrau ... Sem pedir ... coloquei fundo .. peguei ela pelo quadril com força ... Amanda soltou um gemido alto ... Bombei até ela pedir para parar , pois estava com medo .. paramos
Após isso , no meio da semana marcamos de sair no sabado de manhã, iriamos ao Motel . E assim foi , Sabado as 10:00 horas eu estava com Amanda no Motel ... Ela nervosa , pois não sabia como agir , mas para quebrar o gelo eu tinha uma supresa para ela , comprei uma calcinha muito pequena e entreguei dentro de uma caixinha de supresa . Amanda deu um belo sorriso e falou que iria colocar . Não demorou , lá estava ela apenas de calcinha na porta do banheiro ...pedi para ela dar uma voltinha . Minha reação ao ver aquela calcinha de tão pequena , um fio na bunda ... Amanda , falou com um largo sorriso que tinha Adorado a calcinha . Eu Levantei e fui ao encontro dela .. quando abraçei senti aquela pele suave e arrepiada .. Ela falou olhando no meus olhos . - Faça tudo , porque sou sua .. Joguei ela na cama e fiquei de joelhos ... beijei sua virrilha ...e aos poucos tirava sua calcinha ... Que maravilha , depiladinha , poucos pelos .. Começei a chupar aquela mulher que pelo som da sua voz ela gemia gostoso . Amanda passou a Gemer e pedir para transar comigo . E assim foi .. Sentei na cama .. Amanda por cima , sentou delicamente Quando meu pau tucou fundo , ela iniciou um vai em vem .. Meu tesão era tanto que começei a bater na bunda dela .. Amanda era só tesão ... Não demorou e ela gozou .. Eu logo quiz pegar ela de 4 ... e assim ela me atendeu ... Ficou na ponta da cama ... me esperando Quando começei a bombar ...
Perguntei " Quem era o dono dela" ... Ela com um gemido que parecia que estava chorando ... disse . - E vc meu homem , que esta me comendo ... Eu logo pergunto .. - O que mais posso fazer com vc hj . Ela . - Tudo , quero tudo ... Eu digo que quero comer sua bundinha e gozar na sua boca . Ai que veio a supresa . - Pode comer , come seu cuzinho e vou tomar todo seu gozo ..
Tirei meu pau de dentro da buceta dela e começei a forçar na entrada do seu cuzinho .. foi ai que tive outra supresa . Disse ela .. - Meu cuzinho e virgem ..
Após um luta , meu pau já estava entrando .. Amanda gemia e reclamava que sentia sua bunda rasgar ... Não parei e comi gostoso ... ela se deitou na cama e eu voltei a comer sua buceta ... Depois de um tempo , Amanda pediu para chupar meu pau ... Essa seria minha oportunidade de gozar na boca dela . Com isso , sentei na cama e ela se encaxou no meio das minhas pernas . Amanda chupava meu pau como um puta de verdade . Não demorou eu avisei que iria gozar . Ela tomou tudo ... E com Ar de Alegria no rosto disse , que adorou e queria mais . Antes de ir embora Amanda tinha chupado meu pau mais umas 2 vezes e todas tinha tomado meu goza .
Na segunda-feira , logo de após um breve " Oi , Ricardo " meu ramal toca , com uma voz de alegria ela me disse ... - To vicia , preciso dele na minha boca ... Essa nossa Historia durou muito tempo , mas Amanda se mudou para outra Cidade , nossa Amizade ainda continua . Boa Epoca a nossa .

Tarde de Sábado - Cinema, Pipoca e Travestis

O que vou relatar aconteceu uns meses atrás quando ainda trabalhava nas imediações da república. Num sábado que tive de trabalhar até o meio dia saí para comer alguma coisa depois do expediente ali pela Ipiranga mesmo. Volta e meia eu via um travesti ou outro e sempre me excitava com aquelas beldades. Já tinha encontrado uma e outra por ali e até experimentado, mas esse dia foi atípico.

Fui até uma locadora de pornôs e na volta vi três lindas bonecas entrando no cinema, aquele que fica perto do antigo e desativado Cine Ipiranga, mas não desses cines pornôs nãoUma delas notou meu interesse e me convidou de longe, mas fique um pouco inseguro e hesitei... Elas entraram no cinema e eu parei numa banca de jornais pra pensar. Alguns minutos depois estava na bolheteria perguntando qual filme estava pra começar e fui assistir "A Guerra dos Mundos". Entrei na sala, que estava mais ou menos vazia, procurando pelas três sentei lá na frente e fiquei um tempo olhando pra trás procurando, quando as encontrei usei de pretexto uma saída pra coprar pipocas e quand ovoltei sentei ao lado delas.

A loira que me chamou estava o mais longe possível e puxei conversa com a morena de traços chilenos, ela era brasileira, mas falava arrastando pro espanhol pois acabara de voltar da europa e ainda "estava se acostumando", achei um charme.

Descobri que uma delas nã era boneca e sim a sobrinha da loira, mas sem crise.

Tempos depois ela começou a pegar o meu pau e até arriscou um boquete rápido, mas tinha um cara que ficava passando toda hora por nós (fucionário do cinema) pra ver se estavamos nos comportando. A certa altura do filme a loira trocou de lugar e fiquei entre as duas.

Ela já veio colocando o pau pra fora e falando pra eu pegar. a morena se ajoelhou no corredor e começou a me chupar com vontade e a sobrinha fiscalisava o fiscal, a loira pediu pra eu chupá-la, mas disse que não e ela continuou mantendo minha mão no seu pau que estava bem rígido e babanddo bastante eu estava quase gosando na boca da morena mas fomos interrompidos mais uma vez. Assistimos o filme nesse ritmo e quando saímos do cinema elas me convidaram pra ir ao seu apartamento(a loira ainda era a mais interessada, Gabriela seu nome).

Caminhei pelo centro num cagaço tremendo de ser visto com duas travestis que chamavam tanto a atenção mesmo em vestes comportadas com exceção dos decotes...

Chegamos lá e parecia uma república e moravam maisoutras duas bonecas no lugar (depois descobri que uma era visita, assim como a sobrinha) Elas separaram um quarto e pediram pra eu esperar lá. A morena entrou só de camisola minutos depois e foi logo me chupando. Encostou uma cadeira na porta (q não trancava) e se apoiou me oferecendo seu enorme rabo. Fodi com vontade, bombava como um louco e ela colocou minha mão no seu pau e pediu que eu a masturbasse, atendi o pedido e ela logo gozou ... Pediu pra eu não gozar, pois a Gabi estava vindo.

A Gabi chegou enrolada numa toalha.. Ela é linda, só não tem seios fartos como a morena, mas tem um quadril e pernas maravilhosas, percebi que ela malha muito, pois seu braço é bem forte ... Nos deitamos num colchonete um de frente pro outro e ficamos nos amassos com nossos paus se roçando (eu tenho um pau de uns 19cm e bem grosso e o dela era ainda maior), depois ela me colocou deitado de barriga pra cima e caiu de boca no meu pau, chupou também meu saco e lambeu muito o meu cuzinho... Nunca tinha sentido aquela sensação, ela ia com a língua bem fundo no meu cu e me tirava suspiros e gemidos, quando numa interrupção inesperada e num movimento rápido ela subiu no meu toráx e colocou o cacetão dela na minha cara eu dei uns beijos e umas lambidas indicando que não era minha praia, mas ela era insistente demais e acabei engolindo aquela vara descomunal de uns 21cm não cabia na minha boca e eu não tinha prática, sem falar na posição que não ajudava em nada mas fiquei ali mamando por um tempo como conseguia e enfiando o dedo no cuzinho dela já me preparando pra penetrá-lo, mas ela me surpreendeu de novo quando deitou do meu lado e mordendo minha orelha e meu pescoço disse que ia me fazer uma menina como ela. E não quis entender e questionei e ela disse que queria me comer "um pouco". Nã seria a primeira vez, mas não era o q eu buscava ali, na verdade eu jah tinha sido passivo em três ocasiões anteriores, mas não tinha vocação pra coisa.

Mas ela era mais forte e naquela altura do campeonato eu já estava entregue ao prazer... Me virou de bruços e chupou meu cuzinho, cuspindo nele algumas vezes para introduzir ora um ora dois dedos sacanas... Tive a impressão que a porta se abrira, mas não dava pra olhar e logo depois ela veio por cima de mim e me dominou como um verdadeiro macho, pois passou seus braços em volta do meu corpo me deixando sem muita movimentação... Senti calafrios e ela foi colocando devagar no início, mas assim que ela conseguiu acomodar toda aquela rola dentro de mim começou num vai e vem sem se importar com minhas reações iniciais que eram de dor incontrolável, mas fui me acostumando e me entregando. Quando realmente relaxei e comecei a sentir prazer notei alguém se agachando ao meu lado. Era a travesti que estava de visita, seu nome era Luana e ela disse que tb queria... Era de má aparencia mas já chegou no quarto de saia e sem calcinha e quando se agachou deixou a mostra, já quase no meu rosto, uma rola de causar inveja a qualquer bem dotado por aí e era um belo dote... Tinha a cabeça num formato perfeito e uma cor meio caramelada por sua pele morena... A Gabi pediu pra ela deixar chupar e ela deixou. Ela começou a chupar a Luana ali bem na miha cara, pois estavamos de rostos quase colados e de propósito ela não engolia a saliva só pra ir caindo no meu rosto, a Lu de tempo em tempo pegava o pau bem lambusado e passava na minha cara, até que me colocou pra mamar, era muito grande o pau dela, mas não ficava totalmente duro o que fazia caber na minha boca foi um tesão imenso e gozei como nunca antes, mas a GAbi era insaciável e demorava demais pra gozar. eu pedi pra parar um pouco... Depois do breve descanso pro neu cuzinho, esse que passei alternando boquete pras duas bonecas q pareciam se divertir com a situação, falando coisas do tipo: "chupa vadiazinha", hoje você vai sair daqui toda arrombada", engole minha rola sua vagabunda"... A Luana se atrevia a dar tapas na minha cara e confesso que até comecei a ficar com certo medo...

A Gabi deitou de barriga pra cima e me mandou sentar em seu cacete e confesso que foi a posição mais difícil que já tentei.. Mas depois que sentei me senti a rainha do anal!!! Rebolando gostoso naquele pau enorme, causei tamanha excitação na Luana que ela se levantou e gozou jatos e jatos de porra quente na minha cara e no meu peito. Fiquei todo lambuzado, depois de gozar ela colocou a rla na minha boca para eu beber oleite que havia sobrado em seu mastro e saiu do quarto... Continuei ali com a Gabi que me colocou de frango assado e enfiou tudo e dessa vez foi tudo mesmo que ela tinha de pica... Vi estrelas e gozei novamente sobre minha barriga, gozei tão forte que acertei meu próprio rosto nos primeiros jatos, me vendo gozar como uma cadelinha ela veio até meu rosto e me encheu a cara de porra de novo. Eu estava totalmente lambuzadoEla me deu um beijo e pediu que eu me trocasse rápido pois teria um cliente em instantes, pedi pra me limpar ou tomar um banho mas ela se recusou e pediu que eu saísse...

Me limpei com minha camiseta, como pude e fui pegar o metrô com cheiro de porra por todo o corpo. Eu tinha a impressão que todo mundo tava me olhando. Fiquei perto da porta e acabei sendo encoxado por um cara no metro lotado, não sei se ele notou o cheiro ou eu que fiquei no lugar errado, mas até me pegar pela cintura e apertar minha bunda e meu pau ele apertou, chegou a falar besteiras no meu ouvido me deixando excitado de novo... Quando chegamos no Tatuapé a porta que estávamos abriu e ele me até me convidou pra descer...

Que dia maravilhoso!!!

Uma outra hora conto mais aventuras maravilhosas pra vcs!!!

manu.roma.69@gmail.com

 

A iniciação sexual da minha mulher

Somos um casal, eu com 53 anos e  a minha mulher com 55, ambos funcionários públicos  que resolveu, para apimentar a nossa relação,  dar a conhecer algumas das nossas experiências, sobretudo as da Joana, pois a sua vida, a este níve,l começou mais cedo e de certa forma è mais rico

É uma longa história  que começa à cerca de 40 anos e o que se conta , é o resultado de uma série de conversas, e de acontecimentos , que sucederam  depois  de termos começado com determinados jogos, de que mais tarde falaremos.
Tudo começa  em Moçambique, durante o período da guerra colonial, para onde os pais da minha mulher tinham ido viver, habitando numa  vivenda nos arredores de Lourenço Marques,  dando a janelas de uma das casas de banho do rés do chão para um  um jardim com algumas árvores  bastante descuidado

A sua educação foi  feita num colégio interno de freiras, onde era tudo bastante rigoroso e controlado e qualquer expressão de sexualidade fosse fortemente reprimida e castigada . Só no período de férias vinha a casa, na cidade, pois o pai tinha uma fazenda o que fazia com que, por vezes,  tivesse  que estar ausente algum  tempo e como  a mãe trabalhava, durante o dia no centro de Lourenço Marques, não tinham tempo para cuidar da sua instrução, além disso era "bem" que as meninas  fossem educadas nesse tipo de colégios

Assim, férias  e fins de semana ela passava-as  muitas vezes  sozinha em casa, com a criada com a qual se dava  muito bem , mas  também  com as suas filhas e amigas que eram africanas e mais ou menos da mesma idade o que fazia com muitas das suas conversas girassem, muitas vezes, em torno dos rapazes e como é lógico de sexo, pois algumas delas já tinham tido relações com os namorados o que a fazia arder de curiosidade, contrastando tudo isto com a sua timidez o que a fazia corar, tanto de prazer como de vergonha  e calar-se, ao imaginar-se nessas situações. Outras vezes escapuliam-se e iam até ao rio espreitar os miudos a tomarem banho, nus, no rio, ficando a minha mulher espantada com o tamanho do sexo de alguns deles, o que a levava , por um lado, a  ter medo da dor que uma coisa tão grande lhe poderia provocar, ao que se juntava toda a vergonha transmitida pelas freiras sobre pensamentos e actos pecaminosos e por outro um desejo enorme de mexer e sobretudo chupar uma  coisa daquelas, como uma das amigas contava que  fazia ao namorado - sempre adorou sexo oral

Do ponto de vista fisico ela tinha já praticamente a altura que tem hoje, 1,70m, mamas pequenas mas duras e com um bico bem espetado, praticamente como hoje em dia, apesar de ter tido já uma filha, o que até foi bom porque lhe alargou as ancas ficando com um rabo que só apetece ...enfim, era, e continua a ser magra com uns pés e uns tornozelos lindos, cabelo meio alourado e comprido o que lhe acentuava a magreza, olhos castanhos  e uma boca grande com lábios finos, não se pode dizer que fosse muito bonita mas tinha um ar de quem andava sempre com "fome" o que, juntamente com a sua timidez a tornava muito sensual, aliás, ainda tem esse ar e essa sensualidade acentuou-se

Tudo começa com a chegada de um primo com vinte e dois anos, que foi cumprir o serviço militar e que, tendo sido destacado, numa primeira fase  para a zona Lourenço Marques os tios convidaram-no para, se quisesse,  ficar em sua casa (primo esse  que mais tarde vim a conhecer e que ainda irá se irá cruzar algumas vezes nas  nossas vidas). Era daquele tipo de pessoas com quem simpatizamos à primeira vista, bastante moreno, olhos castanhos  mas um pouco para o gordo  ( já na altura tinha uns quilitos a mais), com umas mãos sapudas,  que terminavam com uns dedos curtos e grossos - este pormenor das mãos  é referido porque a Joana se por um lado as achava nojentas  por outro excitava-se; sempre gostou em certas situações, como se veio a verificar, de sexo sujo, isto é, mais excitada ficava quanto mais lhe repugnante era o sujeito ou a situação, mas que na altura não compreendia o porquê de certos sentimentos e por isso os foi recalcando -  de sorriso fácil , grande conversa mas sabendo calar-se quando necessário  e de grande discrição e que tinha acabado o curso de engenharia mecânica e louco por mulheres tendo como  particularidade o seu membro ser comprido, dezoito centímetros,  mas estranhamente fino, cerca de 2,5 cm.  de diâmetro, o que lhe valeu a alcunha de Estilete.  Ao contrário da prima era bastante peludo e de comum só a libido.
Aproveitando alguns dias de licença, Afonso resolveu aceitar o convite dos tios, pois já estava farto do mato e  passar a semana do Carnaval  tendo chegado a Lourenço Marques ao fim da tarde onde o tio o esperava
Sendo ainda muito nova, e com os peitos rijos, a minha mulher, não usava sutien em casa e para receber o primo, o qual não o via à uns bons seis anos, vestiu um vestido que lhe ficava ligeiramente justo, não reparando que, em determinadas posições , os mamilos destacavam-se provocadoramente, o que, durante o jantar começou a chamar, cada vez mais, a atenção do Afonso, que até aí só a tinha visto, como uma miúda sem nenhum atractivo especial e até, como referiu mais tarde , bastante escanzelada. Assim, e sem se dar conta passou toda a refeição, enquanto conversava com os tios, sem ela dar por isso, a olhar  para o peito da prima, imaginando como seriam aquelas maminhas , o que não passou despercebido à Joana que passou todo o jantar a corar num misto de excitação e de vergonha, até ao momento em que os seus olhares se cruzaram e, instintivamente se aperceberam , embora ela de uma maneira confusa , da excitação que provocavam um ao outro, porque ele, de facto estava a ficar com o pénis todo rijo e ela....agora diz-me que estava a ficar excitada, mas na altura eram apenas um turbilhão de sentimentos que a obrigaram a fugir para o quarto assim que acabou o jantar, acabando por não dormir nada , relembrando as histórias que as amigas lhe contavam. O mesmo aconteceu, mais ou menos,  ao primo, que acabou por adormecer a pensar na melhor maneira de se divertir um pouco com a prima durante aqueles dias. Estava a faltar-lhe, à seis meses, mulher e se conseguisse alguma coisa sempre poupava algum dinheiro nas putas....não estava a pensar tirar-lhe os três porque era óbvio que a prima era virgem  mas... logo se veria.

No dia seguinte, mal dormido,  ao fazer a barba Afonso apercebe-se de um movimento através do espelho. Abro agora um parêntesis para descrever a casa de banho, que como já se referiu ao principio dava para um jardim lateral, pouco usado e que subia ligeiramente, o que através da janela, que estava na parede oposta ao espelho e onde também ficava a banheira, dava para observar praticamente toda a casa de banho, para quem estivesse na parte de cima do jardim. Observando com mais atenção verificou, apesar de meio escondida, que era a prima que o observava. Sorrindo para si, reflectiu, enquanto fazia a barba, como tirar partido da situação, fazendo com que ficasse cada vez mais excitado, o que o levou a considerar que se a prima o queria ver, o melhor que tinha a fazer era bater uma punheta e esperar pela  reacção dela, assim despiu o robe, encostou-se ao lavatório e, voltado para a janela, para que  a minha mulher pudesse ver tudo, e como que dizendo "eu sei que estás a ver", começou lentamente a esfregar-se, aumentando a velocidade até se vir num jacto que alcançou a banheira que ainda estava um bocado afastada, depois disto olhou para onde estava a prima e sorriu, como que dizendo...gostaste?  na esperança de que ela não se tivesse ido embora e tivesse visto tudo, porque a partir de certa altura, enquanto fazia a barba deixou de a ver.
Mas, de facto, ela não se tinha ido embora, apenas se tinha escondido melhor, tendo assistido a toda a cena -  nunca lhe passou pela cabeça, quando desceu, do quarto às  escondidas, para ver se conseguia ver o primo, como os miúdos no rio,  já que nunca tinha visto nenhum branco nu e tinha muita curiosidade de ver se as pilas deles eram iguais às que tinha visto  -     ter um espectáculo tão completo.  Ainda hoje, passados tantos anos, ainda fica excitada, é aliás uma cena recorrente que usa para se masturbar .
 Ficando completamente descontrolada e assustada, pois ficou toda molhada, sentia o coração a bater-lhe descontroladamente, fugiu para o seu quarto, por uma porta lateral do jardim, onde se desfez em lágrimas, sem se conseguir aliviar, pois nunca se tinha masturbado, apesar das conversas com as amigas e estava convencida que era pecado e poderia ir para o Inferno (era muito ingénua na altura).

Tendo-se isto passado no sábado, o que começou a preocupar a minha mulher, era como encarar o primo à hora do almoço, já que não se podia escapulir, pois o pai vinha passar o fim de semana a casa e obrigava a toda a família a estar presente e ela não se atrevia a desobedecer ao pai, que por acaso era uma besta. Assim, tentou, quando se acalmou, convencer-se que o primo não a tinha visto e que ninguém repararia, indo tomar   banho mas em lugar de ir à casa de banho da família, resolveu ir à dos hóspedes, o que foi um erro,  onde tinha estado o primo, para verificar se ele a podia ter visto, o que se confirmou  pois de facto o espelho, como ela já calculava mostrava o jardim e o local onde se escondera, como também lhe aumentou a excitação ao ver o local onde o primo se viera o que a levou, inconscientemente  a passar a mão por cima da borda da banheira e depois de se despir roçar-se pelo mesmo sítio. Excitadíssima, mesmo depois de tomar banho subiu para o quarto, deitando-se e tomando a resolução de  deixar que o primo fizesse dela o que quisesse, abandonando-se num doce torpor até que a chamaram para ir almoçar. Vestiu-se à pressa com o mesmo vestido da noite anterior mas sem pôr cuecas, não por pensar que  se passaria alguma coisa, nunca com o pai em casa, mas apenas inconsciente perversão que a levava a fantasiar situações que... Enquanto se arranjava, nervosa sorria timidamente enquanto calçava umas sandálias que achava que lhe ficavam bem e que o primo haveria de gostar, pois realçavam-lhe os pés e os tornozelos.

Quando desceu verificou que já estavam todos sentados, o pai, a mãe e o primo. Ficando ela defronte do Afonso, sentiu-se nervosa por ter de o enfrentar, mas ao mesmo tempo satisfeita, sem saber realmente porquê  mas  acabando por tirar algum partido do lugar onde se sentou, o que já revelava uma certa, mas inconsciente safadeza, da sua parte, e que aliás faz parte do seu encanto hoje em dia, como se verá mais adiante.
O almoço decorria normalmente, com a conversa normal sobre a família, a guerra, estudos... entre os pais e o primo sem que ela interviesse e sempre com os olhos baixos, sem encarar o primo, mas suficientemente  atenta para reparar que ele sempre que podia olhava para o seu peito e ela, nessas alturas, se podia, tentava endireitar-se mais para que os bicos das maminhas ficassem mais visíveis, voltando-se depois a curvar-se para o pai não notar nada, pois podia haver uma cena. A certa altura o pai ao falar das obras que estava fazer na casa pediu desculpa ao Afonso por este ter de utilizar a casa de banho que dava para o jardim...aqui ela sobressaltou-se e olhou para o primo que na mesma altura que respondia ao tio, arriscando uma jogada, lhe sorriu e disfarçadamente lhe piscou um olho o que fez corar imenso e atrapalhar-se não conseguindo, no entanto, impedir que se formar-se um  pequeno sorriso de prazer coisa que não escapou ao Afonso (sempre foi bastante perspicaz) e que levado por um impulso, fingiu deixar cair um garfo, podendo assim espreitar as pernas da prima, que ao notar o movimento do primo abriu um pouco mais as coxas, o que lhe permitiu ter um vislumbre da cona da minha futura mulher. Ao levantar-se, agradecendo a todos os deuses por ter batido uma punheta de manhã,  ainda foi a  tempo de ver o pequeno sorriso estampado na boca da prima que era uma mistura de inocência, vergonha e sensualidade e - disse-nos ele mais tarde - lhe deu uma vontade imensa de a pôr ali mesmo a fazer-lhe um broche. De qualquer maneira havia tempo para  isso, pois tinha a certeza que ela o vira, durante o banho, até ao fim e gostara do que vira. Era só uma questão de ficarem sozinhos para ele estrear aquela boca.

Quanto a ela não tirou, durante todo o resto da refeição, os olhos do prato, sentindo a perna do primo procurar a sua o que ela timidamente procurava facilitar, mas sempre com medo que se notasse alguma coisa acabou por pedir licença aos pais  para ir para o quarto alegando que estava mal disposta, o que não estranharam , pensando que poderia estar com febre, devido à vermelhidão e ao modos estranhos que demonstrava. Assim a mãe acabou por ir leva-la e  dar-lhe um comprimido de quinino, acabando por dormitar, apenas com uma combinação, que entretanto vestira e um lençol a tapa-la, imaginando a cena da manhã e o que o Afonso lhe faria, pois ela sabia que ele sabia que ela sabia e que queria.

Durante o resto do dia não viu o primo e ao jantar poucas probabilidades tiveram de namoriscar pois havia convidados, disfarçando ambos a perturbação que sentiam. Ele melhor, por ter já experiência e por ser um "bon vivant" e ela desculpando-se por ainda não se sentir bem...o que era verdade e o único remédio, para o seu mal era o primo que lho podia dar...enfim outra noite mal dormida tanto para um como para outro. O Afonso ainda pensou em se masturbar mas conteve-se pois estava decidido a pô-la a mamar no caralho já no dia a seguir . Queria encher-lhe a boca até a nhanha lhe escorrer pelo queixo, obrigando-a a engolir tudo. É claro que estes pensamentos o deixaram mais excitado mas ao mesmo tempo mais compelido a ter a prima, por isso tentou abster-se, mas sem grande resultado pois imaginou-se a chupar aquela cona que divisara, a roçar o caralho naquela coizinha  que parecia tão macia, a comer-lhe o cu à canzana. Cu esse que ao principio lhe parecia magro e que agora era uma tentação...e com isto tudo acabou por se vir.

Quanto à minha mulher disse-me que, durante uma noite agitada e mal dormida, em que se misturavam devaneios mais ou menos conscientes com o Afonso, em que queria ser ela a banheira em que ele se viera e como seria bom sentir escorrer aquele liquido pelas maminhas, ou como fora pateta e se viera embora quando a amiga dela a convidou para  irem, às escondidas, terem com o namorado dela e com um amigo dele que também era preto. Acabou por ter um orgasmo em que, não se lembrando bem qual era o sonho, tinha a vaga consciência que entravam pretos e o primo...e que na altura o que sentiu não soube reconhecer porque ainda não tinha tido nenhum. Mal sabia ela que daí a dois dias as coisas se iam modificar tanto.

No domingo a situação não se alterou muito devido à presença do pai...nem conseguiu ir espreitá-lo no banho - aliás, ela já estava a imaginar que ele a chamasse enquanto o estivesse tomar...

A única situação que poderam  aproveitar, nesse domingo, mais ou menos de fugida, foi quando, depois de almoço a criada saiu e os pais se foram deitar para dormir a sesta como era costume tendo eles ficado na sala, com a desculpa de irem ouvir um pouco de rádio. Conscientes do que estava a acontecer e um pouco nervosos, ele já a ficar de pau feito antevendo o que poderia vir a acontecer e ela com aquela mistura de sensualidade e ar pudico, só precisavam de uma desculpa para quebrarem o embaraço, que surgiu quando ele lhe pergunta se já alguma vez tinha guiado um carro - o que ele já sabia de antemão que não - e que ela confirmou.

- Não?!!! Mas é tão simples...deixas-me explicar?

Ainda mais corada, se possível, a minha mulher só conseguia anuir com a cabeça, indo-se sentar num sofá junto dele,  não conseguindo pronunciar palavra de nervosa que estava nem, todavia despregar os olhos do inchaço que se estava a formar entre as pernas do primo. Assim que ela concordou, chegou-se mais para ela pondo-lhe um braço por cima dos ombros, ficando com a mão a tocar-lhe nos mamilos, que nessa altura já quase rebentavam de tesão  e com a outra mão pegou na dela dizendo para ela fechar os olhos, e que para conduzir um carro era só saber como mexer na alavanca das mudanças, e que portanto ela que imaginasse que o que ela ia sentir na mão era apenas isso, ao mesmo tempo em que lhe punha a mão em cima do caralho e a outra mão descia para dentro da blusa apalpando-lhe as mamas e torcendo-lhe os bicos do peito. Assustada mas sentindo um prazer até aí desconhecido ela deixava-se apalpar, gemendo baixinho enquanto lhe ia esfregando o pau, que já quase lhe saía pelo cós das calças, enquanto que ele, com a outra, lhe ia subindo pelas pernas até lhe conseguir tocar e palpar a cona que lhe enchia a mão, conseguindo afastar-lhe as cuecas, começou a esfregar-lhe lentamente o clitóris, e penetrando-a, com cuidado com a ponta do dedo, ia perguntando-lhe se ela se costumava masturbar, se outros já lhe tinham feito o mesmo...(sempre gostou duma conversa  porca, ela só mais tarde), ao que ela só abanava a cabeça, arfando, entregando-se totalmente ao prazer que estava a sentir e que nunca imaginara poder existir. Já com o membro do primo totalmente  de fora das calças ( diz que não se lembra como lhe abriu a bre guilha, o Afonso diz que não foi ele) ela  ia-se encostando cada vez mais para tentar que aquilo que viu o primo fazer na casa de banho se concretizasse, o que aliás aconteceu, bem contra a vontade do bom do Afonso, que ao verificar que se estava a vir ainda tentou faze-lo na boca dela o que claro, não conseguiu, porque ela não estava preparada para isso e como não sabia o que ele queria quando a puxou para si, pensou, se é que pensou alguma coisa, que quereria que ela lhe encostasse o peito, acabando ele por se vir em cima daquelas maminhas e dos bicos... foi a primeira mas não havia de ser a ultima a viram-se aí. Ao mesmo tempo que ela sentia o jacto daquele liquido morno e leitoso não aguentou mais, explodindo na mão do primo, tendo-lhe pregado um susto de morte, porque ainda hoje não sabe como é que os pais não ouviram o grito que ela deu (talvez pelo som da telefonia estar alto)  e por ter ficado quase um minuto sem   dar acordo de si, aliás não foi só ela que ficou assim, pois ele só passado um pedaço é que viu o que tinham feito e o perigo que corriam.

2º CAP.

Assim que se recompôs,  ainda com a blusa aberta e com o sémen do primo a escorrer-lhe pelo peito, Joana correu para o quarto onde tentou acalmar todos os sentimentos de culpa que lhe afloravam a consciência. Que loucura fora aquela? Deus iria certamente castiga-la... tinha de se confessar. Como iria encarar o primo? Os pais tê-la-iam ouvido?
Ajoelhada junto da cama, tentou acalmar o coração que lhe batia descompassadamente, mas, ao encostar a mão ao peito sentiu o liquido viscoso que a encharcara e um sentimento de náusea avassalou-a. Como poderia ter feito aquilo com o gordo do Afonso? Como pudera que aquelas mãos horríveis pudessem ter percorrido a intimidade do seu corpo? Como podia ela ter deixado que ele lhe tivesse enfiado um daqueles dedos nojentos no ânus? Como pudera ela gozar tanto junto daquela barriga anafada e peluda? Como pudera sentir o que sentiu quando ele se veio para cima de si....? Porque foi tão bom? Porque foi tão bom ele mexer-lhe...e mão desceu lentamente, como se vontade própria tivesse, em direcção àquele sítio que fora massajado tão docemente, as coxas abriram-se voluptuosamente  e num súbito e novo  ataque de luxúria começou a masturbar-se como o primo lhe tinha feito, imaginando-se novamente com ele, querendo mais dele, oferecendo-se lhe toda  no extremo do deleite.  Acabando-se por se vir, tentou abafar o grito mergulhando a cara na almofada enquanto o seu magro corpo estrebuchava de prazer

...Então era assim? - Pensou já mais calma - era isto o que as amigas  eufemísticamente chamavam de "tocar à viola"?...se tivesse sabido mais cedo... mas não, não podia ser, era pecado. Mas como uma coisa tão boa podia ser pecado?
Foi com estes pensamentos a redemoinharem-lhe na cabeça que se conseguiu escapar para a casa de banho para se lavar, não sem antes se observar ao espelho e verificar que, apesar de se ter rebolado pela cama, ainda restos de esperma se agarravam ao seu corpo. Num gesto impensado tocou num deles e depois de lhe sentir o cheiro acre levou-o à boca tomando-lhe lentamente o gosto...Afonso sem o saber já tinha estreado a boca da minha mulher.

Quanto ao Afonso, já no seu quarto e depois de se ter certificado que ninguém ouvira nada, fumava na cama um cigarro com um sorriso de auto-satisfação estampado na cara, embora um pouco preocupado...

Afinal era ainda menor...ou não? Não tinha a certeza da idade da prima... ainda  uns anos atrás ela se tinha sentado ao seu colo, em Lisboa...mas uma coisa ele sabia. Era virgem..paciência. Nada de loucuras, se tivesse cuidado ainda se poderia divertir bastante...

Mas..e se ela contasse aos pais...?!! O coração ia-lhe saltando pela boca. Já se via preso, julgado em tribunal militar, impedido de se inscrever na Ordem dos Engenheiros...mas não, não acreditava que ela fosse contar alguma coisa, afinal fora ela que o provocara e ele sempre poderia desdizer tudo ...mas não, não contaria,  não da maneira como ela  tinha gemido quando lhe apertara os bicos das mamas, não como tão rapidamente ela lhe tinha aberto totalmente  as pernas, não como tinha rebolado quando lhe afagara o monte de Vénus e arfado ao esfregar-lhe o grelo... e que papo de cona ela tinha. Tinha conhecido putas que invejariam um assim volumoso, macio com gordos lábios através dos quais o clitóris, atrevido, espiava um útero apertadíssimo, que ele pressentira ao enfiar-lhe o dedo ......de qualquer maneira nunca pensar em lhe tirar os três , era uma pena, mas um dia , mais tarde, quem sabe? E quanto ao rabinho? Isso aí era outra história...também ele apertado, e que pela forma como a prima tinha reagido, com um movimento de deleite das ancas, quando ele lhe enfiou o dedo, teve a certeza que ainda se iria divertir muito.

À hora do jantar, mais recomposta mas de semblante carregado, Joana desceu para a sala, tentando convencer-se  a  si própria que tudo tinha sido uma loucura e que jamais, aquela situação se voltaria a repetir e para evitar equívocos sentou-se o mais longe possível do primo, evitando a todo o custo os olhares que, Afonso, sub-repticiamente lhe lançava, começando este a ficar preocupado.

O que é que se passará com aquela putinha? -  Pensava ele, enquanto, distraidamente ia conversando com os tios. Tenho de apanhar a jeito e ver o que se passa, ou então logo à noite ir ter com ela...mas com o tio cá...está certo que o quarto fica longe do dos tios, mas mesmo assim...

A oportunidade surgiu quando, ao fim do jantar, a minha mulher, devido à criada não estar de serviço aos domingos, se preparava para ajudar a mãe a  levantar a mesa. Assim cavalheiramente, Afonso ofereceu-se para substituir a tia, que coitada, precisava de descansar, e que ele era novo e não lhe custava nada...que ficassem a ouvir a rádio que eles rapidamente tirariam a mesa... Enquanto falava ia recolhendo os pratos olhando de soslaio para Joana  que compreendendo as intenções dele, começava a corar, lutando para se manter firme nas decisões que tomara.

Caminhando à frente do primo sentia o seu olhar percorrer o seu corpo de menina/mulher o que lhe provocava um tremer de pernas e ao mesmo tempo uma doce sensação agitava o seu estômago fazendo-a sentir-se esquisita e sem forças, dando por si a pensar que afinal o que é que tinham feito de mal? Aliás, ele  fora o único rapaz a interessar-se por ela. Nos bailes nenhum a convidava para dançar, todos  a achavam muito magra (possivelmente hoje convidá-la-iam para modelo) e feia por isso nunca tinha tido namorado...é claro que estes pensamentos lhe foram minando as resoluções que tinha tomado e que bem à pouco as tinha por seguras.
Quanto a ele, ia observando aquele corpo magro de cabelos compridos, onde se destacava a cintura estreita e um rabinho empinado, que mal cabendo nas suas mãos, se meneava de uma forma provocante, deixando-o excitadíssimo pensando na hora em que o teria à sua disposição.

Assim que chegaram à cozinha Afonso rapidamente largou os pratos no primeiro sitio que encontrou, e enquanto Joana os punha no lava louças, aproximou-se  dela e rapidamente agarrou-a por trás, mas perante a reacção da prima que o tentou repelir ainda com alguma convicção, teve de a dominar, ainda assim com alguma força e prevenindo-a que se fizesse barulho e os pais ouvissem isso só lhe iria trazer problemas e que ele só queria conversar.

Dominada, rapidamente lhe desabotoou o corpete começando  a apalpar-lhe  as maminhas fazendo rolar os mamilos que nessa altura já estavam completamente túrgidos, ao mesmo tempo lhe ia perguntando se tinha gostado do que se tinha passado... se não estava zangada... se queria mais, fez deslizar uma mão por entre as coxas da prima -  que tentando fugir ao contacto acabou por se encostar ainda mais ao baixo ventre do Afonso, sentindo o seu membro duro por entre as calças roçar-se   no seu cu -  lhe ia dando beijos no pescoço e dentadinhas na nuca o que acabou por vencer as  suas últimas resistências da prima, concordando por pequenos gemidos com tudo o que o ele ia dizendo que lhe faria, ambos num desvairo de lascívia, ela já procurando com a mão o caralho do primo, ele, depois de subido o vestido e descido as cuecas, lhe acariciava a cona.

Conseguido, assim, certificar-se da cumplicidade da prima, forçou-se a larga-la, não fossem os tios aparecer de repente, aconselhando-a a ficar na cozinha a lavar a loiça até se recompor, pois não estava em condições de ir para a sala. E de facto não estava...se a vissem assim..parte de cima do vestido aberto por onde espreitavam as mamas espetadas e duras como peras, cuecas  descidas até aos joelhos e vestido subido que ela ainda segurava deixando-lhe ver aquele, ainda hoje macio, sumarento e delicioso monte por entre umas coxas todas molhadas...teriam de certeza um homicídio em casa.
Ele ao ver o que estava deixar para trás ainda hesitou, mas Joana apercebendo-se do perigo, rapidamente  tentou recuperar do orgasmo que tinha tido quando sentiu o pénis dele de encontro ao seu rabo, mandou-o embora com um pequeno sorriso. Subindo as cuecas, abotoou-se e começou a lavar a louça...era de facto uma boa desculpa. Mais calma, pensando no que tinha acontecido, surpreendeu-se pela excitação que sentiu, quando Afonso a dominou, ao imaginar que ele a iria violar ali mesmo na cozinha...foi estranho, uma mistura de temor e repulsa misturadas numa ânsia que a imaginação se tornasse realidade.

 p.aulosantos@sapo.pt

 

Eu e meu avô

Bem vou contar o que aconteceu comigo quando eu era mais novo
Hoje eu tenho 48 anos sou branco 1,76 96 kl. olhs verdes, sou bissexual mas não assumido, pois gosto mais de mulher que de homem..e um cara de bem com a vida já fui casado e tenho filhos..hoje só namora uma mulher e moro só...moro em SP-Capital..

Meus avós por parte de minha mãe moravam dentro de uma fazendo no interior de São Paulo. Meu avó era o chamado guarda-livros da fazendo então tinha sua casa dentro da mesma e também tinha um grande terreno um pouco afastado da casa.

Quase todos finais de semana íamos para casa de meus avós. Eu adorava, pois sempre gostei de bichos, passaros, pescar entre outras atividades da natureza.

Bem meu avô neste terreno dele que era bem grande, tinha várias árvores frutíferas e tb uma horta muito bem cuidada, e dentro dele haviam duas cabanas de madeira tb. Uma ela guardava ferramentas e na outra tinha mesa e cadeiras.

Um dia eu estava neste local caçando pássaros e nem havia notado a presença de meu avô. Mas certa hora dou uma relaxada da expectativa dos pássaros e dou uma olhada em volta no que avisto meu avô na entrada da cabana de madeira que tinha cadeiras e a mesa e tomo um susto pois noto que ele estava com o pau para fora.

Ele então percebeu que eu vi a cena e então pegou aquela pica que era enorme e balanço e fez aquela cara de sacana para mim.
Na hora fiz que não vi e sai um pouco dali para um local onde não o havistasse mais.
Bem deixe dizeer como meu avô era. Tinha mais ou menos uns 60 anos branco grande e bem forte tb ele era suiço então era meio vermelhão.r.s...

A princípio aquela cena me espantou e eu não dei bola, mas não conseguia mais me concentrar na caça aos pássaros pois o que tinha visto não saia da minha mente e então comecei a sentir uma sensação estranha de ter gostado de ver o tamanho da rola dele. A minha ainda era super pequena e eu tb ainda nem tinha orgasmo.

Então voltei onde eu estava antes e oolhei para a porta da cabana ele estava no mesmo local e do mesmo jeito e vendo que eu havia voltado onde estava acenou para mim me chamando. Nossa na ora gelei mas aquela sensação gostosa voltou novamente e eu fui em sua direção.

Cheguei e ele então pegou minha mão e disse vamos entrar netinho para dentro da cabana. Então ele me deu um abraço apertado e começou a acariciar meu corpo, passando as mãos em minhas costas, beijando minha nuca e minhas orelhas que me arrepiavam demais e desceu sua mão até meu short e sentiu que meu pauzinho tava duro. Então disse tá gostando eu te dou mais carinho.

Então pegou uma de minhas mãos e levou para seu membro, nossa que delicia foi sentir aquela coisa macia e super dura ao mesmo tempo, estava com a cabeça já babada e então eu olhei para baixo e pude ver como realmente era linda..era brancona uma cabeçona rosada e com a pele quase cobrindo a cabeça e muitas veias tb e pelo tamanho deveria medir mais de 20 cm e era tb super grossa..

Ele então em ensinou como punhetá-lo indo e vindo cam a minha mão e depois que aprendi direitinho ele ficou me punhetando e eu a ele..ficamos assim um tempo até que ele se sentou numa das cadeiras e me puxou na frente dele e em seguida abaixou meu short exibindo minha piquinha e então caiu de boca nela..nossa ele chupava deliciosamente bem..e sabia dar carinho no saco tb...

Ficou me chupando um bom tempo mas eu avisei que ainda não tinha gozo mas ele disse que não tinha importância que mais uns anos a mais eu iria ter..e continuou chupando e en determinado momento ele pediu para mim abrir mais minhas pernas o que obedeci então ele enfiou uma das mãos abaixo do meu saco e ficou alisando minha bunda e depois colocou um dedo na entradinha do meu cu...

Ele sentiu que eu dei aquela famosa piscadinha de tesão...então ele ficou mexendo na entradinha do meu cu e me chupando mais usn 5 minutos e eu já rebolava no dedo dele...então ele se levantou e disse agora é sua vez netinho senta aqui na cadeira...obedeci mais que depressa e sentei..

Ele então abaixou suas calças e cueca até os joelhos exibindo agora toda aquela preciosidade de rola e tb do saco que eu ainda não havia notado..era enorme seu saco tb umas bolas enromes mesmo e com os cabelos já todos branquinhos..então veio com sua rola bem na frente de minha cara já sabia o que tinha que fazer e a recebi em minha boca...de inicio não sabi direito o que fazer ele então foi dizendo como fazer e então abocanhei aquela cabeçona que quase não cabia dentro de minha boca mas com um esforço e ele já mais babada de saliva deslizou para dentro e ele foi empurrando o pau mas só deu para por metade dentro..

Então comecei a sentir pela 1a. vez como era bom chupar uma rola sentia aquele babinha salgadinha, a cabeçona bem lisinha e as veias na minha linguá e comecei depois o famoso vai e vem com a cabeça...fiquei uns 15 minutos chupando ele que gemia e me chamada de netinha gostosinha que eu chupava melhor que a vó que eu sabia como fazer e seria a putinha dele...nossa eu adorava ele dizendo tudo aquilo..

Depois disso ele disse quer sentir no seu cu...eu gelei pois nunca havia dado e ainda mais para uma rola daquelas, mas o tesão era tanto que disse que poderia tentar mas que não sabia se conseguiria pois a rola dele era muito grande e grossa e ele então disse faço com carinho miha putinha vai adorar...então me levantei da cadeira e ele então me colocou debruçado de barriga para baixa em cima da mesa e como ele era grande e eu pequeno fiquei bem no local certo dele colocar sua rola...ele então me beijava as costas, nuca orelhas e ao mesmo tempo pegava saliva de sua boca com os dedos e passava no meu cu e enfiou um dedo, eu adorei e não sentir dor, depois enfiou outro e tb não senti dor apenas um incomodo, ele então disse está gostando eu abanava a acabeça como dizendo que sim e ele mexendo dentro do mesu cu e me chupando todinho na nuca orelhas e costas...então senti que ele se afastou um pouco e deu uma cuspina na rola e depois fez o mesmo no meu cu e veio com aquele monstro deliciosa na direção de meu reguinho...

Quando encostou a cabeça senti uma sensação que nunca havia sentido na vida de tão boa..nossa comecei a rebolar na cabeça de seu pau..ele então me seguro forte na cintura e foi empurrando ia é voltava até que forçou bastante e a cabeça passou...nosso gritei de dor na hora e ele me segurou forte me agarrando e disse calma minha netinha putinha que logo passa a dor..mas ia queria sair e ele não deixsava me segurava e falava calma relaxa que já passa se ficar se batendo vai doer mais...então vi que não tinha jeito e me acalmei no que a dor foi passando e ele perguntava já passou até que eu fiz sinal com a cabeça que sim então ele foi enfiando o resto bem devagar para mim sentir cm por cm entrando dentro de mim...comecei a sentir tesão de ter um pau dentro de mim de ter virado putinha de me avô e comecei a rebolar na sua rola e ele então foi entrando e saindo vendo que eu tava adorando e depois foi acelerando os movimento e falando muitas besteiras em meu ouvido, como minha putinha. que cu deliciosa fiz seu cabacinho..que netinha putinha e deliciosa e então acelerou mais e mais e senti quando seu pau aumentou mais e ficou latejando e ele dando um hurro gozou dentro de mim..nossa foi uma sensação maravilhosa sentir o pau latejando e sentir tb os jatos de porra saindo de sua pauzão...ele então caiu em cima de minhas costas e focu assim um tempo até que seu pau amoleceu...quando ele tirou senti até um friozinho no meu cu devia estar super aberto e sentir tb escorrer um rio de porra de dentro dele nossa ele gozou muito mesmo...me senti um putinha de verdade e adorei ter dado prazeer a ele...me tornei putinha de meu avô varias outras vezes...mas depois conto outras situçaões com ele...

Quem quiser entrar em contato..

Meu e-mail... guine43@itelefonica.com.br

 
 

Família indecente

Em janeiro desse ano comecei a namorar o Carlos. Um cara muito legal, gostoso, que tem uma família tarada por sexo. Explico melhor. Recentemente Carlos me convidou para conhecer sua casa. Era um sábado de muito sol e quando chegamos lá tive minha primeira surpresa. A mãe Verônica, e a irmã Carla, dele tomavam banho de piscina, inteiramente nuas.
Fiquei meio sem graça, mas Carlos disse para eu me acostumar com aquilo. Antes de ele me levar para cumprimentá-las, fomos trocar de roupa. Coloquei um biquíni fio-dental que quase não escondia nada. Mais que isso, feito de crochê e deixava à mostra os bicos dos meus seios e os cabelinhos da boceta. Quando me viram, ambas se levantaram e vieram me cumprimentar com beijinhos. Verônica, uma mulher muito bonita e com um corpo de dar inveja a qualquer ninfeta, encostou seu rosto no meu. No contato, tive o prazer também de sentir seus seios roçarem nos meus. Aquilo me deixou arrepiada e os bicos das minhas tetas se levantaram. A irmã de Carlos também me beijou e comentou que meu biquíni era muito sensual. Mas não ficou apenas no elogio, Carla colocou a mão sobre meus seios dizendo que gostaria de sentir o tecido do biquíni. A mãe pediu que eu desse uma voltinha e não economizou palavras para elogiar meu corpo. Olhei para Carlos e percebi que ele estava excitado, seu pau já estava duro por baixo da sunga. Foi quando fui surpreendida pela irmã dele, que me pediu que deixasse experimentar meu biquíni. Fiquei sem ação, pois não sabia se tirava o biquíni ali mesmo. Carlos olhou para mim e em encorajou dizendo: "vá em frente, amor".
Fiquei nua na frente de todos. Carlos já passava a língua nos lábios de tesão. Carla que também tinha um corpo magnífico, vestiu o biquíni e ficou muito bem com ele. E assim como em mim, os pelinhos da boceta ficavam à mostra nas laterais. Quando pedi meu biquíni de volta, ela disse que eu não precisava recolocá-lo, já que todos ali ficavam nús. Novamente Carlos me acenou positivamente. Em pouco tempo eu já estava mais à vontade. Deitei-me ao lado do Carlos e ele elogiou meu corpo. A mãe dele olhou para nós e comentou com o filho que ele também deveria tirar a sunga, que não havia razão para vergonha. O que “saltou” para fora foi uma pica enorme, dura e super grossa, apontando para mim. Para ser honesta, era um caralho descomunal que Carla me contou medir 24 cm! Meu corpo estremeceu inteiro, minha xoxota ficou molhada, pois era a primeira vez que eu via meu namorado nú, ainda não tinha dado pra ele! Achei que nem iria agüentar tudo aquilo dentro de mim!
O ambiente de erotismo estava me deixando maluca e cheia de tesão. Carlos pegou um bronzeador e se aproximou de mim. Senti sua mão deslizar pelo meu corpo passando pelos seios, barriga e boceta. Enquanto me massageava aplicando o bronzeador, ele aproveitou para brincar com meu clitóris e enfiar dois dedos em minha xoxota, toda encharcada. Depois virei-me de costas e ele passou o bronzeador na minha bundinha, onde dedilhou meu cuzinho. Verônica e Carla não perdiam tempo, dedicavam-se a uma deliciosa masturbação vendo Carlos me acariciar. Quando ele enfiou o dedo em meu rabinho, fazendo movimentos circulares, não pude evitar uma gozada maravilhosa. Precisei me levantar para respirar melhor. Então perguntei à mãe e a irmã do Carlos se elas conheciam a massagem tailandesa. Pedi que se deitasse para fazer uma demonstração. Ele ficou com a barriga para cima, exibindo seu caralho duro e grosso. Iniciei a massagem passando o bronzeador em seu peito e fui descendo.
Quando cheguei àquele pauzão em riste, comecei a punhetá-lo levemente e acariciar seu saco. Carlos se contorcia de prazer e seu mastro latejava. Foi quando dei início, de fato à massagem tailandesa. Esparramei bastante bronzeador no corpo dele e no meu. Deitei-me por cima dele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Deslizei-me até seu cacete e o coloquei entre meus seios. Subi meu corpo e rocei minha bunda em seu peito, em seu rosto.
Aproveitei e esfreguei também minha boceta na cara dele. Carlos não se conteve e deu umas lambidas no meu grelinho. A mãe dele se contorcia na cadeira, enquanto a irmã metia o dedo na xoxota e outro no cú. Meu namorado não agüentava mais de tesão. Fui arrastando novamente meu corpo até o cacete para esfregar a boceta nele, mas sem deixá-lo me penetrar. O segredo da massagem era esse. Quando percebi que Carlos não seguraria uma gozada por muito tempo, pedi que ele se levantasse e ficasse em pé na minha frente. Ajoelhada, segurei o mastro pela base e, mesmo banhado de bronzeador, o coloquei na boca por inteiro.
Comecei a chupar freneticamente, batendo-lhe uma gostosa punheta. Meu tesão era redobrado, pois o espetáculo tinha como platéia a mãe e a irmã dele. Acelerei o ritmo de entra-e-sai na minha boca e ele despejou golfadas de pôrra na minha garganta. Eu engolia tudo sem parar de chupar gemendo alucinadamente. As duas começaram a bater palmas para mim.
Mas eu queria mais do que isso. Puxei Carlos e nos deitamos ali mesmo. Ele veio por cima de mim e penetrou-me com sua pica ereta e dura como ferro. A mãe dele parecia endoidar de tanto tesão. A irmã gemia feito doida com dois dedos na xoxota e olhando a gente trepar.
Carlos fazia um vaivém rápido, quase violento, e estava a ponto de gozar. Debaixo daquele sol forte, nossos corpos estavam mais quentes ainda. Meu namorado soltou um grito de prazer e começou a despejar sua pôrra quente dentro da minha boceta. Embaixo dele eu balançava as ancas freneticamente, fazia aquele pinto entrar e sair cada vez mais rápido de minha bocetinha para chegar a mais um gozo delicioso.
Relaxamos com mais um banho de piscina e no deitamos em cadeiras. Já passavam das seis da tarde, mas o sol continuava brilhando. Eis que surge um coroa bonito, elegante, vestindo terno e gravata. Era Clodoaldo, o pai do Carlos, que acabava de chegar do escritório.
Ele se aproximou de nós. A mãe de Carlos estava ansiosa em vê-lo, pois seu tesão era incontrolável. Ela foi até o marido e deu-lhe um beijo quente e molhado na boca, antes de apresentá-lo para mim. Fiquei paralisada ao ver que o homem me examinou dos pés à cabeça, parando por um momento em minha boceta. Ficou admirando minha racha exposta que estava saltando para fora devido à metida que acabara de dar com seu filho. O coroa me cumprimentou com um beijinho no rosto, mas sua mão boba roçou levemente meus seios.
Ele se retirou dizendo que precisava tomar um banho, porque estava muito cansado. Ao despedir-se me convidou para que eu voltasse para tomar sol no dia seguinte. Respondi que teria o maior prazer e dei-lhe mais um beijinho. Em seguida, pedi a Carlos que me levasse embora, pois já estava ficando tarde. Vestimos as nossas roupas e formos para minha casa. Carlos comentou que tinha adorado aquele sábado e esperava que o domingo fosse ainda melhor, pois, haveria mais homens na piscina além dele!
Despedimos-nos depois de trocar carícias dentro do carro, o que nos deixou loucos para mais uma foda. Mas combinamos que ficaria para o dia seguinte. No domingo bem cedo, Carlos passou me casa para me pegar. Fui para a casa dele e desta vez nem me preocupei em levar biquíni. O trio já estava à minha espera na piscina. Todos nús. O pai de Carlos estava deitado de barriga para cima, ostentando um caralhão tão grande quanto o do filho, também muito grosso, mas semi-duro. O coroa logo se levantou para me cumprimentar.
Aproveitou para comentar que ficara sabendo da massagem tailandesa e que gostaria muito de experimentar. Fiquei sem graça e provavelmente com o rosto vermelho. Carlos, mais uma vez, olhou para mim e disse que não tinha problema. Sua mãe reforçou o estímulo dizendo que ficaria muito contente em me ver massageando o marido. Ainda assim, estava um pouco embaraçada, mas Clodoaldo se deitou pronto para ser massageado. Passei um óleo em seu corpo e logo a sua pica levantou de vez ficando duríssima. Eu ainda não me sentia à vontade tocando seu corpo. A coisa só começou a melhorar para mim quando o namorado da Carla também chegou à piscina e logo foi tirando a roupa. Havia agora três cacetes para admirar. E logo pensei comigo que a Carla era uma garota de sorte, pois seu namorado também tinha um caralhão maravilhoso. Não era assim tão comprido, mas tinha um grosso calibre, era robusto e cheio de veias e, estava super duro, em riste mesmo!. Fiquei morrendo de tesão. Verônica percebendo minha excitação, veio ajudar a massagear o seu marido. Brincamos em dupla com o pintão dele e decidimos abocanhá-lo juntas. O coroa ficou enlouquecido com os movimentos de minha língua. Enquanto eu lhe chupava a cabeça e a esposa lambia o seu saco e aproveitava para passar a língua delicadamente em seu cú. Não demorou muito e o homem começou a gozar, espirrando abundantemente sua pôrra em todas as direções. Foi maravilhoso. Era a primeira vez que eu experimentava uma pôrra tão doce na minha vida. Bebi tudo o que pude, numa disputa acirrada com a verdadeira dona daquele caralho delicioso.
Para completar, ela disse que queria muito ver seu marido me fodendo, pois seria delicioso ver um corôa metendo numa gatinha. Já que a coisa tinha chegado àquele ponto, não me fiz de rogada e nem ao menos consultei meu namorado. Mas quando a mãe do Carlos me colocou sentada em cima daquela portentosa vara, que insistia em permanecer dura, mesmo depois da tremenda gozada, Carlos que tinha seu caralho chupado pela irmã Carla, não resistiu e veio participar. Foi aí que aconteceu a transa mais incrível de toda a minha vida: fui fodida por pai e filho ao mesmo tempo. Senti-me em estado de graça. Sentei-me naquela pica enorme que entrou até o talo na minha boceta, enquanto Carlos se colocava por trás e atolava sua ferramenta na minha bunda. Jamais imaginava ser ensanduichada daquela maneira, mas, estava em êxtase! Ter duas varas monumentais como aquelas dentro de mim era tudo que eu poderia desejar. A cena, naturalmente, deixou todos na piscina em ponto de explodir em gozo. Depois de me socarem bastante, eles resolveram mudar: Carlos penetrou-me na xoxota e meu sogro se encarregou de minha bundinha apertada! O pau de Carlos era maior, mas o de seu pai, mais grosso!
Enquanto metia alucinadamente, olhei para o lado e tive mais uma surpresa. A mãe e a irmã do Carlos comiam literalmente o rapaz que havia chegado à pouco. Elas chuparam o cara e depois ficaram de quatro para levar rola na boceta. Primeiro Verônica que gemeu e gritou na pica do genro; depois ficou vendo sua filhinha ser socada de quatro enquanto gritava loucamente! Não resisti ao prazer e gozei junto com Carlos e meu sogrão. Os dois despejaram uma torrente de esperma dentro da minha bunda e xoxota. Ao lado, o namorado de Carla também gozava em cima das duas mulheres, que esparramavam a pôrra em seus seios, rosto e boca.
Depois dessa primeira rodada, todo mundo caiu na piscina pra relaxar, mas muito durou pouco tempo até começar tudo de novo! Com todos nós completamente nús na piscina era inevitável toques uns nos corpos dos outros e para os homens, ver tantas mulheres nuas era insuportável, então logo estavam de paus duros feitos pedras! Aí Clodoaldo encostou-se na bundinha da filha Carla e começou a acariciar seus seios pressionando a pica ereta atrás dela. Ela alcançou sua pica e ficou punhetando aquele cacetão ereto. Foi a senha para os demais: Beto veio até onde eu estava de pau duro e eu o acolhi de braços abertos. O namorado de Carla passou as maos na minha cintura esfregando a cabeça da pica na minha xoxota enquanto nos beijávamos na boca. Por sua vez, meu namorado abraçava sua mãe por trás acariciando seus seios enquanto esfregava a pica na bundona dela. Depois de algum tempo de amasso, vi Carla se abaixando na borda da piscina e por trás dela, Clodoaldo penetrou sua xoxota gordíssima.
Depois de enfiar tudo ele segurou-a pelos quadris e começou a foder por trás a xoxota de sua filha que gemia pedindo “me come, me fode velho safado, fode a xoxota de sua filhinha”... O tesão foi tanto que Beto sentou-me na beira da piscina e abrindo minhas pernas penetrou-me de frente: era a terceira piroca diferente que eu recebia dentro de mim naquele mesmo dia! Enquanto isso, meu namorado era cavalgado por sua mãe numa alucinante trepada numa espreguiçadeira.
Sem deixar de olhar a foda dos demais, concentrei-me na pica que me fodia: Beto me estocava com força me penetrando gostoso; o prazer de estar dando para outro homem enquanto via sua namorada levar vara do próprio pai era um ingrediente a mais no prazer que sentia e eu expressava isso dizendo “me pega, me fode gostoso, me come na frente de sua namoradinha, mete forte porque ela está levando vara de outro homem”! Depois de algum tempo, Clodoaldo saiu de dentro e sua filha e veio na minha direção com aquele pauzão enorme em riste. Beto também saiu de dentro de mim e foi até sua sogra que o esperava de pernas abertas. Ao mesmo tempo, Carlos penetrava a xoxota de sua irmã enquanto seu pai já estava me comendo de novo! O gozo veio de forma alucinante para os três inusitados casais: sogro comendo a nora, genro metendo na sogra e irmão fodendo a irmã, tudo na maior harmonia, sem ciúmes, sem posses...
Devo dizer que aquele final de semana foi o mais incrível e prazeroso da minha vida. Trepamos o dia toda à beira da piscina, entre um mergulho e outro. Como relatado, também trepei gostoso também com Beto, o namorado da minha cunhadinha, numa transa muito gratificante. O rapaz tinha um cacete delicioso, principalmente para chupar, já que não era muito comprido e se encaixava perfeitamente dentro da minha boca.

Meu irmão me satisfaz

Meu nome é Mariana, tenho 27 anos e sou casada há seis com um homem muito bom, carinhoso, mas que no quesito sexo, deixa muito a desejar. Quando casei eu não era mais virgem e apesar de ter ido pra cama com apenas mais três homens antes dele, posso dizer que conheço o que um homem não deve fazer com uma mulher, já que essas pessoas também nunca me fizeram “ver estrelas” especialmente no quesito tamanho! Por isso eu morria de inveja de algumas amigas que contavam ter dado pra homens com cacetes enormes, que metiam por muito tempo... essas coisas todas!
Sou branca de cabelos castanhos; tenho 1,67 m e 60 kg; seios médios e firmes de bicos pontiagudos; cintura fina de quadris largos e bundona grande, empinada e redonda com marquinha de biquínis. Entre as coxas grossas uma xoxota média, mas tão gorda que chega a partir ao meio quando uso shortinhos de cotton ou algodão fino. Enfim, sou uma mulher bonita e gostosa, daquelas que chamam a atenção na rua ou qualquer outro lugar.
Tenho um irmão chamado Cláudio (Kaká para os íntimos), sete anos mais novo que eu segundo a boca pequena é um perfeito garanhão: pau enorme e disposição pra meter até elas pedirem arrego! Eu sempre ouvia essas conversas, mas, achava que era mais exagero, coisa de pessoas que não têm o que fazer e ficam atazanando a vida das outras. Porém, recentemente ele começou a namorar uma garota que logo se tornou minha amiga íntima e não demorou para ela passar a me contar coisas incríveis que eles fazem na cama e de todas as coisas que ela contava, sua ênfase maior era para o tamanho do cacete de meu irmão e pela sua disposição em foder horas e horas! Dandara, a cunhada em questão, me dizia que o pau dele era enoooorme e que quando ele a pegava de jeito, ela ficava dolorida e exausta por dias inteiros e que não tinha como dar pra ele todos os dias como era seu desejo. Isso tudo somado à minha carência por uma pica de verdade, foi fazendo com que eu ficasse curiosa e depois mesmo sem querer, a desejar meu irmão como homem, chegava a sonhar com ele me fodendo loucamente na ausência de meu marido! E de tanto eu querer matar minha curiosidade em relação ao tamanho da sua vara que um dia acabei vendo-o totalmente pelado. Cláudio estava tomando banho e pensando não ter ninguém em casa (ele morava com meus pais) deixou a porta do banheiro aberta. Quando ouvi o chuveiro ligado já imaginei meu irmão se ensaboando, o cacete ereto, aquela delícia! Pé ante pé me aproximei do banheiro e a cena que vi compensou qualquer expectativa: Kaká estava mesmo de pau duro e minha cunhadinha era modesta: aquilo não era um pau enorme, era descomunal, nunca imaginei um cacete daquele tamanho e grossura, cheio de veias, a cabeçorra vermelha. O pau estava tão duro que chegava a tocar sua barriga, a cabeça muito além do umbigo! Kaká ensaboava lentamente aquele monumental cacete saboreando todo o prazer que isso causava deixando-me nas nuvens e louca de desejo de sentir tudo aquilo dentro de mim! Sem pensar em mais nada, tirei toda a roupa e completamente nua entrei no banheiro! Kaká levou o maior susto, mas fingindo naturalidade, disse a ele que queria tomar banho também, porque não, somos irmãos, essas coisas todas! Mas, meus olhos fixos na sua vara dura deixavam claro o que eu de fato queria e meu irmão que não é bobo, sacou isso de cara! Então ele se ofereceu para me ensaboar e eu aceitei ficando de costas para ele, acho que no fundo eu estava corada por estar nua com meu irmão no banheiro! Com habilidade ele começou a passar o sabonete nas minhas costas descendo até minha deliciosa bundona, daí foi subindo sem passar pela xoxota até chegar em meus seios que estavam duríssimos de tanto desejo! Ele acariciou cada um deles demorando mais nos biquinhos que pareciam ponta de lápis de tão durinhos, aí eu não suportei mais e busquei sua piroca dura que roçava na minha bundinha! Foi a vez de Kaká gemer e pressionar minha bundona e coxas com aquele cacete descomunal! Deixando o sabonete de lado, ele fez com eu me inclinasse um pouco para frente e afastasse as pernas. Sabendo o que ia acontecer eu aguardei entre temerosa e cheia de desejos a penetração que fatalmente seria dolorosa. Quando a cabeça tocou minha xoxota e começou a esticar minha rachinha, eu quase gozei, mas imediatamente me dei conta da encrenca em que me metera: com uma estocada poderosa enfiou a metade daquele instrumento enorme e grosso dentro de mim! Não deu pra conter o grito e eu tentei fugir, mas ele segurou-me pelos seios com as ambas as mãos e prendeu-me contra si. A seguir empurrou a piroca enorme pra dentro de mim e só parou quando sentiu os pentelhos tocando minha bunda! Gemendo alto eu pedia que ele fosse devagar, mas, no fundo eu queria mesmo era ser fodida, socada por um macho cheio de tesão, nem pensar naquelas enfiadas suaves de meu marido! E Kaká mandou ver socando sua vara na minha xoxota que mal cabia tudo aquilo dentro dela, mas o prazer de ser bem comida logo substituiu a dor de receber um cacete daquele calibre e eu mexia ajudando as socadas de meu irmão, gemia e gritava pedindo que ele me comesse de verdade, que me fodesse, que socasse com força... depois de me foder por trás por algum tempo ele pediu-me que virasse de frente e foi com uma das pernas flexionadas que continuei levando vara naquele banheiro! Ele socava com tanta força que fazia barulho cada vez que entrava em mim, meus seios apesar de firmes, balançavam a cada estocada! Eu gritava e ele gemia alto até que anunciou que ia gozar. Sem pensar nas conseqüências e gozando também pela primeira vez numa vara, gritei pedindo que ele gozasse, que me enchesse de pôrra quente e ele atendeu-me inundando minha xoxota de leite em tamanha quantidade que escorreu pelas pernas.
Arfando ambos, tomamos banho e ele puxou-me para seu quarto para continuar a me foder e eu nem pensei em evitar isso! Que delicia vê-lo caminhando com aquele pauzão enorme duríssimo, ereto, apontando para sua barriga! Na cama eu o deitei de barriga para cima e comecei a acariciar, beijar e chupar seu enorme cacete que mal cabia na minha boca, quanta diferença do pauzinho de meu marido! Ele segurava minha cabeça pelos cabelos e socava a vara como se estivesse fodendo minha boca, daí não teve muita paciência e empurrou-me fazendo com que eu ficasse deitada de costas. Abrindo minhas pernas, Kaká veio pra cima de mim com aquele cacete descomunal ereto, duro, a cabeçorra brilhando e vermelha. Colocou a cabeça na minha racha e sentindo-me encharcada, deitou-se sobre mim e me penetrou agora ais devagar, porém de uma só vez até o fundo, seus pentelhos tocaram a testa gordíssima de minha xoxota! Meu gemido alto o incentivou a começar a me foder de forma deliciosa, enfiando até os bagos, tirando tudo e metendo de novo... dar pra meu irmão era sensacional e eu acompanhava seus movimentos mexendo os quadris, elevando a pélvis de encontro ao seu cacete numa sincronia de movimentos que fazia seu caralho entrar ainda mais fundo na minha xana, aumentando nossos gemidos! Eu dizia “me fode, me come meu irmãozinho, faz tudo que seu cunhado não faz, ah como é bom foder essa piroca, mete, mete tudo na sua irmã casada, fode sua irmã casada, ah como eu preciso de um caralho deste”... E ele: “então toma vara, toma tudo maninha safada, meu cunhado não te come é, pois eu vou te comer todos os dias, venha aqui que eu vou meter a vara dura nessa xoxota gostosa, como você é gostosa maminha, ah como entra até os bagos”... Eu: “isso, me come, enfia tudo na sua irmã casada, faz o que seu cunhado não faz, me fode”...
Naquela loucura eu nem me atentava para o perigo de mais alguém chegar, até mesmo meu marido! Eu só pensava em levar vara, em aproveitar aquela pica que me fodia tão bem, que me dava tanto prazer; eu era uma mulher e ele um homem, eu queria dar e ele queria comer: tava tudo certo! Aos poucos meu prazer foi aumentando e eu senti que ia gozar na sua vara, então pedi que ele metesse bem forte pra eu gozar... Kaká me deixou de franguinho-assado e me socou a pica com tanta força que doía, mas era o que eu queria e meu orgasmo veio forte, intenso, avassalador! Ele parou de mexer com a vara toda enterrada dentro de mim e depois que minha respiração voltou ao normal, pediu que eu ficasse de quatro para ele me foder por trás. Não pensei duas vezes e fiquei de quatro, a cabeça afundada na cama, a bundinha empinada. Abri as pernas e esperei. Meu irmão ajeitou a cabeça da pica na minha racha e empurrou firme enfiando até o fim! Segurando-me pelos quadris ele começou a estocar socando forte, metia tudo, tirava e socava de novo enlouquecendo-me de desejos e prazer. Eu gritava “me come de quatro, me pega por trás, fode sua irmã casada, gosta de comer uma mulher casada, gosta”... e ele só gemendo e dizendo “toma, toma, toma sua cachorra” continuava metendo cada vez mais rápido e forte até anunciar que ia gozar. Outra vez não me importei e deixei que ele me inundasse de pôrra e isso me fez gozar mais uma vez na sua piroca!
Meu irmão saiu de dentro de mim no exato instante que ouvimos barulho lá fora! Foi o tempo de eu correr para o banheiro, já que tinha vindo de lá totalmente nua, onde comecei a tomar banho cantarolando pra disfarçar! Era meu pai que chegava trazendo minha irmã menor da escola e ao ver-me sair do banheiro depois, espantou-se “uê, não tem água em casa”? Inventei uma desculpa qualquer que ele aceitou sem maiores explicações e nisso meu irmão saiu do quarto enrolado numa toalha reclamando: “pensei que não iam mais sair desse banheiro e eu ia dançar sem banho... quem estava nele”? Que cara de pau! Ao passar por trás de mim beliscou minha bundinha e seguiu assobiando para o banheiro!
Essa foi a primeira vez que dei pra meu irmão, mas agora que a porteira abriu, não penso mais em procurar ninguém pra curar minha fome de pica: meu irmão me come pelo menos uma vez por semana e mantêm-me satisfeita e feliz. Se meu marido descobre...

Ajudando uma colega

Meu nome é Leidiane, tenho 28 anos e sou casada com Raul de 42 anos. Sou moreno de cabelos negros e encaracolados abaixo dos ombros emoldurando meu rosto de menina sapeca de grandes olhos negros e uma boca carnuda que insinua delícias! Meus seios são pequenos e durinhos de biquinhos pontiagudos que furam o tecido de minhas roupas, principalmente porque quase nunca uso sutiãs! Tenho 1,65m, peso 50 kg e tenho a cintura finda de quadris largos que culminam numa bundona grande, redonda e arrebitada como manda o figurino das morenas! Finalmente tenho uma xoxota pequena, mas tão gorda que, espremida entre as coxas, parece fugir delas! Meus negros pentelhos são sempre aparadinhos de forma a expôr a rachinha gorda e saliente.
Raul meu marido é alto e forte, educado, gentil e bom papo. É bonito, bom de cama e possui uma enorme piroca de nada menos que 22 cm, grossa e cabeçuda recebo na minha xoxotinha apertada apesar do colosso que tenho no meio das pernas todas as noites!
Há algum tempo começou a trabalhar no meu setor uma jovem e linda mulher chamada Renata. Aos 20 anos ela mais parece uma gatinha de uns 17 anos, pele muito branca, cabelos ruivos emoldurando seu rostinho mimoso onde se destacam seus olhos claros e uma boca carnuda naturalmente vermelha que leva os homens às mais loucas fantasias! Com 1,66 m e uns 54 kg, Renata tem os seios grandes, mas firmes e redondos daqueles que despertam tesão até em monges! Sua cintura é fina de quadris largos culminando numa bundinha delicadamente redonda e empinada, as coxas grossas espremem uma xoxota grande e super gorda que fica partida ao meio nas minúsculas e justas calcinhas que ela usa! Enfim: Renata é um arraso de mulher, mas não dá a menor bola pra ninguém e por séria e bela, é muito criticada pelas demais mulheres da empresa. Como eu também não sou muito popular entre aquelas fofoqueiras, senti-me solidária a ela e logo nos tornamos amigas de almoçar juntas e freqüentar a academia e a biblioteca da empresa nos horários de almoço. Tudo parecia normal com Renata, mas percebi que ela tinha algum problema em seu casamento, eu ia sacando isso nas suas atitudes e em frase soltas. Até que um dia em que eu contava as proezas que Raul e eu protagonizávamos, vi seus olhos brilhando, os lábios úmidos e uma sobra de tristeza no olhar. Segurei sua mão e perguntei que mal lhe afligia, pois percebia que ela não era totalmente feliz. Então Renata desabafou: disse que estava casada havia dois anos, mas que nos últimos dez meses não sabia mais o que era um pau duro no meio das pernas, que seu marido fora aos poucos se afastando até confessar (e provar) que não conseguia mais ter ereções para penetrá-la! E que por isso, ele também não a tocava mais, não fazia sexo oral, enfim: ela estava subindo pelas paredes! Disse que era difícil resistir às cantadas que recebia, e por isso mesmo se comportava de forma até certo ponto grosseira, justamente para afastar os homens! Deixei-a chorar acariciando seus cabelos e depois comecei a falar. Disse que sentia muito por tudo, que imaginava o que seria isso para uma mulher linda e jovem como ela e depois perguntei se ela não teria coragem de se entregar a outro homem! ela disse que até gostaria, mas todos que se aproximavam dela eram cafajestes e ela tinha medo de se expôr e se machucar, afinal isso poderia se tornar público e seria muito complicado para ela e o marido. Aí perguntei “e se fosse um homem casado, discreto e bom de cama que não te expusesse, que fosse apenas sexo entre vocês”? Renata ficou um pouco em silencio refletindo e depois me perguntou se eu conhecia esse homem. Eu disse que sim: que esse homem se chamava Raul e era o meu marido! Ela quase engoliu a caneta que tinha na mão de espanto gaguejando: “mas... Leidiane, você não se importaria de seu marido comer outra mulher? Emprestaria seu marido para ele me comer? Não acredito, você está dizendo isso pra ver se sou mesmo sua amiga”! rindo, expliquei a ela que eu tinha uma antiga fantasia: ver meu marido metendo em outra mulher, fazendo-a gemer na sua pica como eu gemia! Como deu sinal pra retornarmos ao trabalho tivemos de interromper a conversa, mas durante o expediente vespertino, a toda hora Renata me olhava com um jeitinho sapeca como a comunicar que o que eu dissera havia mexido com ela! quando nos tocávamos no vestiário ao final do expediente ela mostrou o quanto seus seios estavam de bicos duros e a bocetona inchada! “tudo isso é efeito das suas maluquices”, disse! Perguntei se ela não sentia nem um pouco de vontade de gemer na vara de meu marido e olhando para os lados, perguntou como era Raul! Então mostrei-lhe uma foto de meu marido completamente nú com o pauzão em riste e ela mal abafou um gemido, sussurrando: “Nossa, mas que pauzão amiga! E você agüenta tudo isso? realmente ele é lindo e gostoso, mas... será que Raul vai querer me comer”? Eu disse a ela que tinha certeza, mas que ia conversar com ele e lhe daria uma resposta. Mas, que só faria isso se ela de fato estivesse disposta a dar pra ele. Para minha surpresa, tirou uma foto da bolsa e me entregou dizendo: “isso é a prova de que eu topo. Mostre a seu marido e se ele me achar gostosa o suficiente eu dou pra ele na sua frente”! Olhei a foto e estava completamente nua, como era gostosa: seus seios eram tão empinadinhos quanto os de uma menina de 15 anos e a bocetona peluda fazia um lindo contraste com a pele clara! Mas, aí ela disse que não faria isso sem o consentimento de seu marido, que só daria pra Raul se Mauro a liberasse. “ih então vai ser difícil, não é” observei. Ela disse que esperava que não, pois ele mesmo já havia dito que a deixaria dar pra outro se fosse apenas pra resolver a carência de pica dela!
Meu marido babou na foto e nessa noite me fodeu como nunca, chamando-me, com meu consentimento, de Renata! E eu me fazendo passar por ela dizia “me fode gostoso, fode a amiga de sua mulher, mete forte na bocetona da Renata”! gozamos loucamente!
Na segunda-feira dei a Renata a grande noticia: Raul havia me comido chamando-me de Renata e eu me fizera passar por ela! minha amiga abraçou-me quase chorando e disse que seu marido havia concordado desde que pudesse estar presente já que eu estaria! Como eu e Raul somos exibicionista, eu disse que não haveria problema algum, que ela e Mauro marcassem o dia de irem lá em casa. Renatinha trabalhou com ânimo dobrado e ao se despedir de mim beijou-me no canto da boca dizendo: “deixe “nosso” Raul descansar por hoje pois ele precisa estar bem macho pra apagar meu fogo amanhã”!
Na noite combinada nossos amigos chegaram pontualmente em nossa casa: Renata estava deslumbrante e Mauro era um homem muito bonito! Nós duas fizemos as devidas apresentações e fomos todos para a espaçosa sala beber alguma coisa que nos deixasse mais à vontade. Na realidade, Raul estava de pau duro e eu percebia que Renata era desejo só. Enquanto Mauro parecia tenso eu estava na maior expectativa de enfim ver meu macho socar a vara na xoxota de outra fêmea! Aos poucos fomos todos relaxando e embalados pela bebida e as piadas picantes de Raul e Mauro as gargalhadas iam fluindo de forma natural desanuviando o clima. Quando começou tocar uma música lenta Mauro levantou-se e disse à sua mulher: Renatinha porque não dança com nosso amigo? E eu vou dançar com sua esposa, a bela Leidiane disse estendendo-me a mão! Renata levantou-se e puxou meu marido pela mão enquanto seu homem apertava-me em seus braços conduzindo-me de forma elegante e suave pela sala! Ele era ótimo dançarino e nós dançamos duas músicas como se fôssemos um casal: eu enlaçava sua nuca e apertava-me de encontro a si pela cintura! Dei uma olhada e vi que além dos corpos colados, Raul e Renata se beijavam de forma escandalosa e ele acariciava a bundinha da mulher de meu par! Sussurrei em seu ouvido: “olhe sua mulher e meu marido, nem parece que estamos aqui”! Mauro apertou-me ainda mais enquanto sua mulher sentando-se no sofá tirou o enorme cacete de meu marido para fora e começou a chupar aquela pica gigantesca! Então para minha surpresa ele buscou minha boca com a sua e deu-me um beijo delicioso e especial: seus lábios pousaram suaves sobre os meus, depois foram pressionando mais e mais e finalmente a língua abriu minha boca penetrando nela e duelando com a minha língua! Foi um beijo longo, ardente e quando abri os olhos por causa dos gemidos de Renata, vi que esta já estava completamente nua sendo chupava nos seios por meu marido que também nú exibia seu colossal caralho em riste! Antes que ele chegasse na sua bocetona, ela começou a chupar seu pauzão parando vez em quando para pedir “me fode, enfia esse pauzão na minha xoxotona carente”... finalmente Raul deitou Renata no tapete e abrindo suas deliciosas coxas, foi pra cima dela com o cacetão em riste! Aos poucos meu marido foi penetrando a bocetona de Renata que gemia, estremecia e gritava loucamente pedindo: “calma, devagar, ah enfia tudo, mete, me come seu cachorro, fode a amiga de sua mulher, me fode, me faça fêmea nessa piroca descomunal”... “estou metendo gostosa, ah que xoxota apertada e gostosa Renata, ah vou te foder muito”. Renata: “isso me fode, e come, olhe amor como ele enfia até os bagos, Leidiane seu marido esta me fodendo na sua frente, ah me fode na frente deles, me come, me coooome caralho” gritava a gatinha entregue ao prezar que a vara de meu macho lhe proporcionava!
Então para minha agradável surpresa senti o cacete de Mauro ficando mais e mais duro até que ele cochichou em meu ouvido: “consegui, quero te comer Leidiane, quero te foder como seu marido está fodendo minha mulherzinha”! Claro que eu não poderia perder a chance de “curar” o marido de minha amiga e de quebra ainda experimentar outra vara na xoxota! Em dois tempos eu estava completamente nua e molhada como estava, não precisava de preliminares de forma que deitei-me de barriga pra cima esperando Mauro que se despiu e veio pra cima de mim com a vara ereta, nossa, como era grande e grosso! Sem muita cerimônia ele penetrou-me em duas estocadas fazendo-me ver estrelas! Urrando feito uma fera ele começou a me foder com estocadas poderosas enquanto gritava: “eu consegui, vocês me curaram, Renata olhe como estou de pau duro e fodendo uma xoxota, ah Leidiane sinta todo o cacete do marido de sua amiga, ei Raul, pode foder minha mulher porque eu estou comendo a sua, olhem ”...
Renata que levava vara por trás mal acreditou quando viu se marido de pica em riste e me fodendo daquela forma! Cheia de tesão e prazer ela gritou: “fode ela amor, mete a vara na xoxotinha da Leidiane, fode essa cadelinha igual o marido dela fode a minha bocetona, ai amor que delícia te ver fodendo outra mulher enquanto sou comida pelo macho dela”...
Raulcontinuou metendo por trás em Renata e eu era fodida por Mauro na posição de papai-mamãe, Renata tinha razão: era muito bom levar vara de outro homem vendo o marido da gente fodendo a mulher dele! Sentindo um prazer diferente por estar nua embaixo de outro homem eu também entrei na gritaria: “isso Renata, fode com meu marido, sinta a pirocona de meu macho na sua bocetona, mete com ele porque seu marido está me comendo gostoso, ah que pica grossa ele tem, ai amor, veja como o marido de Renata me fode gostoso”... :Raul: “isso amor, dá essa xoxotinha apertado pro porque eu estou fodendo a mulher dele, mete fundo na minha fêmea porque eu estou enfiando até os bagos na sua mulher, estou pegando ela por trás, ah como isso é bom”...
Depois Mauro pediu que eu ficasse de quatro pra ele me foder por trás. Como amo ser dominada de quatro fiz questão de ficar pertinho de Renata que ainda levava vara de meu marido por trás. Então os dois machos ficaram próximos um do outro cada qual fodendo a mulher do outro. Vendo meu marido fodendo outra mulher e ainda levando vara de outro macho eu realizava duplamente minha fantasia e gritava entre gemidos: “ah estou fodendo com outro homem, amor eu estou dando pra outro homem, estou sendo fodida por outro macho, ah como isso é gostoso, Renata, seu marido é muito gostoso”... Renata: Leidiane,o seu marido também tem um pirocão enorme e fode muito gostoso, ah como isso é bom, que delícia é levar vara de outro macho, amor, mete forte na mulher do Raul, come essa safada porque eu estou dando pro marido dela”... Raul: “isso, grita na minha pica, vou gozar nessa bocetona, amor, fode com o Mauro porque eu estou metendo na xoxotona da mulher dele”... Mauro para não ficar para trás: “isso mesmo amor, dá essa bocetona pro Raul enquanto eu como a mulher dele, cara sua mulher é demais, que xoxotinha pequena e apertada, espero que esteja gostando da bocetona da porque eu quero foder sua mulher outras vezes”... Raul: “pode comer amigo, pode foder minha sempre que quiser porque eu quero também foder a Renata outras vezes. Vocês querem foder conosco garotas”? Em coro eu e respondemos: “quereeeeemos, queremos foder com vocês todos os dias”!
Foi quando nossos machos anunciaram que ia gozar. Pedimos que eles gozassem dentro e logo senti os primeiros jatos de pôrra de inundando minha xana. Como ele não gozava havia meses, pareceu uma cachoeira de caldo quente me inundando e com isso eu tive um orgasmo sensacional. Raul e Renata também gozaram juntos!
Caímos no tapete arfando e rindo de tudo que havíamos passado, foi sensacional a experiência a quatro! Renata deitou-se ao lado de meu marido enquanto eu e Mauro ficamos nos tocando próximos a eles. Depois que recuperamos o fôlego fomos os quatro tomar um super banho juntos e lá Raul possuiu Renata por trás com ela encostada à parede enquanto eu fui fodida por Mauro debruçada na pia! Mas era apenas um aperitivo e logo fomos pra cama onde eu chupei o cacetão de Mauro enquanto Renata se esbaldava no pauzão de meu marido! Depois eu subi em cima dele fazendo aquele cacetão entrar em mim até o talo e fiquei cavalgando-o vendo meu marido foder Renata na posição de papai-mamãe. Gemidos e palavras de tesão eram ditas por todos enquanto fodíamos loucamente. Agora Mauro veio por cima de mim e me fodia de frango-assado e Renata cavalgava meu marido, sua bundinha era linda e a bocetona peluda ficava totalmente exposta recebendo o pauzão de meu homem! A pressão que o cacetão de Mauro fazia na minha xoxotinha ao entrar em mim provocava um prazer tão grande que eu passei dos gemidos às expressões verbais: “óh me come, isso me fode meu macho gostoso, óh que pau delicioso, enfia fundo, enfia tudo na Leidiane, ah me fode”... “estou te fodendo gostosa, sinta meu pau até o fim, óh que xoxotinha apertada, caralho estou fodendo uma mulher casada, estou metendo a ripa numa mulher casada da frente do marido dela”... Raul: “isso cara, fode minha mulherzinha porque eu estou fodendo a sua mulher, veja como ela sobe e desce no meu caralho, óh Renata como você é gostosa”... Renata: “me fode, me fode, óh que pica, enfia tudo na Renata, enfia, me fode, me come Raul, fique por cima de mim e me pegue pra valer”...
Raul colocou Renata deitada de lado, virada para nós e penetrando-a fundo passou a foder por trás, aquela bocetona peluda, era extremamente excitante ver sua xoxotona peluda engolindo a enorme piroca de meu marido, isso me dava mais e mais tesão expresso nas palavras que saíam entre gritos e gemidos: “ah me fode Mauro, veja como meu marido mete na sua mulher, faça o mesmo comigo, enfia essa pirocona na minha xoxotinha, veja como seu marido enfia até os bagos a pica na minha xaninha, ah caralho como ele fode gostoso”... “estou vendo sua cadelinha, meu homem está te comendo na minha frente, está fazendo você urrar na sua vara, mete com ele porque estou dando minha bocetona pra seu marido, que delícia foder com o marido da outra não é, me diga que você gosta de foder com meu homem porque estou amando foder com o seu macho”... E nessa gritaria toda, eles acabaram gozando em nossas xoxotas ao mesmo tempo em que gozávamos também!
Depois daquela noite memorável Mauro ficou totalmente curado, agora ele tem pique pra foder Renata todas as noites e ainda me comer pelo menos uma vez por semana! Renata também está mais do que feliz, pois além da pica do marido, ela também recebe na xoxota a vara de Raul a hora que quiser. Combinamos que haveria inteira liberdade entre nós quatro: eu posso dar pra Mauro a hora que quiser, estando Renata ou Raul presentes ou não. Renata também pode foder com meu marido nas mesmas circunstâncias. Também podemos, Renata e eu, juntas, foder com Mauro ou Raul. Foi dessa forma que ambos já fizeram DP em mim e em Renata! E é claro, fazemos muito o quê mais gostamos: os quatro juntos cada um fodendo a mulher do outro! Esta é a vida que vivemos hoje, de prazer e sem ciúmes entre os dois casais!

A mulher do meu irmão

Meu nome é Eduardo, hoje eu tenho 36 anos, sou casado e pai de dois filhos. Mas, quero contar como perdi minha virgindade com aos 16 anos, de forma inusitada: com minha cunhada, mulher de meu irmão mais velho! Na época, eu ainda era muito magricela, entretanto, bastante alto, cerca de 1,80 por aí. E eu tinha uma pica que era motivo de gozação e inveja de meu amigos, moleques como eu: nada menos que 22 cm e bastante grossa, a enorme cabeça vermelha que brilhava no auge da excitação!
Minha cunhada de 32 anos se chamava Morgana e era uma mulher muito bonita, meu irmão tinha muito ciúme dela com os amigos e vizinhos, mas ela era do tipo séria que não dava motivos para isso. Daí eu jamais imaginar que um dia fosse comer justamente a mulher de meu irmão! Morena jambo, cabelos cacheados abaixo dos ombros emoldurando um rosto lindo e jovial ela tinha a boca grande e carnuda, motivo de desejos masculinos. Seu corpo estilo violão tinha seios médios, redondos e durinhos cujos biquinhos pareciam sempre querer furar o tecido de suas roupas, a cintura era fina e os quadris largos formando uma bundona redonda e super arrebitada. As coxas grossas e roliças formavam entre elas um enorme e gordíssimo volume, às vezes espremido pelos shortinhos justíssimos que ela usava em casa. Desde meus 12 anos que Morgana passou a ser a fonte de inspiração de centenas de punhetas, mas eu jamais ousaria qualquer coisa com ela até porque ela me viu crescer já que estava casada com meu irmão havia uns 13 anos, mais os dois de namoro... ou seja: ela me conhecia desde meu primeiro ano de vida!
Morgana sempre dedicou a mim especial atenção até por não terem filho, motivo pelo qual meu irmão jamais poderia imaginar que sua mulher fosse dar justo para mim. A mim também nunca passou pela cabeça que isso fosse acontecer um dia, mas... aconteceu!
Sempre que meu irmão viajava, eu era recrutado para dormir na casa dele para fazer companhia à Morgana e assim foi dessa vez também. Só que ela tinha outros planos! Depois fiquei sabendo que meu irmão não “comparecia” mais com a devida freqüência e que minha cunhada estava um poço de carência além de ser louca para experimentar um cacete enorme o que não era o caso de meu irmão, aliás, o único bem dotado da família sou eu!
Naquela tarde saí da escola e fui direto para a casa de meu irmão onde Morgana me esperava vestida um pouco mais ousada que de costume, ou seja: um shortinho de lycra tão minúsculo que deixava sua deliciosa bunda de fora e espremia tanto a bocetona que chegava a partir ao meio o gordíssimo volume entre as coxas. A míni blusa mal cobria os seios que balançavam livres sem sutiã e cujos bicos insistiam em furar o tecido leve e fino deixando-me alucinado. Ela me recebeu com um abraço apertado colando o corpo macio e cheiroso a banho recém-tomado apertando aqueles seios lindos em meu peito e a testa da xota no meu pau que reagiu de imediato! Ela percebeu, é claro, mas não passou recibo deixando-me vermelho e sem graça! Fui tomar uma banho, pois estava suado, mas também para me “aliviar” um pouco, quem sabe água fria amoleceria meu pau que doía de tão duro! Sob o chuveiro enquanto me ensaboava com o cacetão em riste apontando para o teto, eis que ouço o ruído da porta se abrindo e nem deu tempo de me proteger quando Morgana entrou no banheiro! Ela abriu a boca num gesto de espanto, mas, enquanto gaguejava pedidos de desculpas dizendo não saber que eu estava no banho, não conseguia tirar os arregalados olhos de minha vara que não arrefeceu nem um milímetro! Antes de finalmente sair, ela ainda comentou mais para si mesma: “mas que vara, nossa como é enorme e grosa”!
Demorei mais tempo no banheiro com vergonha de encarar minha cunhada, mas tinha de sair, então vesti uma bermuda jeans pra não dar bandeira e procurei ficar o mais tempo possível sentado! Porém eu percebia que Morgana me olhava de forma “diferente”, com desejo, e isso me deixava apavorado e excitado ao mesmo tempo. Na verdade eu queria vê-la nua, quem sabe foder com ela, mas tinha medo que ela quisesse isso, pois eu não saberia como fazer, tinha vergonha de aos 16 anos ainda ser virgem!
Depois do jantar, Morgana me deixou na sala vendo TV e pediu licença para tomar um banho. A tentação de ir ao seu quarto para quem sabe vê-la nua era forte, mas eu tive medo de sua reação e resisti. Fiz bem, pois ela voltou para a sala usando uma minúscula camisola que foi um colírio e um tormento aos meus olhos de adolescente! Era tão curtinha que deixava suas belas coxas totalmente de fora chegando a mostrar o fundo da calcinha de renda e atrás a bundona morena se mostrava quase que por completo! O decote era tão generoso que deixava até quase os biquinhos dos seios de fora, e eles estavam tão durinhos que furavam o tecido que de tão fino e transparente, mostrava todos os contornos de seu belo corpo de fêmea madura e gostosa! Era a minha vez de mal conseguir tirar os olhos dela e Morgana percebendo, se mexia de forma a “casualmente” brindar-me com visões de seus seios, de sua calcinha, da sua bunda escultural... Então ela começou a puxar conversa que logo desandou para minha vida: perguntou se eu tinha namorada (eu “ficava” com umas meninas), se gostava de beijar, se dava “amassos” nas gatinhas... e finalmente, se já tinha pelo menos visto uma mulher completamente nua! E na maior cara de pau, justificou dizendo que eu estava comendo-a com os olhos, que talvez estivesse com vontade de vê-la nua!
Como eu mal gaguejava qualquer coisa, ficou em pé na minha frente e me desafiou: Edu, você não quer me ver nua? Não quer ver a mulher de seu irmão totalmente nua, não quer como é uma boceta? Se você me deixar ver esse pauzão de novo, eu te mostro minha xota, quer ver”? eu gaguejava que sim, mas que tinha medo de meu irmão. Ela tranqüilizou-me dizendo que seria um segredo nosso, que ele jamais saberia disso! Foi aí que num gesto estudado foi puxando as alcinhas de sua camisola deixando-a cair a seus pés e me exibindo aqueles seios redondos e firmes com marquinhas nos mamilos de bicos enrijecidos! Sem me dar tempo de refazer-me, ela abaixou a calcinha exibindo-se inteiramente nua para mim, era a primeira vez que eu via uma mulher completamente nua, era demais, comi podia ser tão bela? Aqueles seios rígidos, a cintura fina de quadris largos formando um violão e entre as coxas grossas e roliças, o triângulo gordíssimo de sua xoxota de pêlos negros bem aparadinhos permitindo a visão da rachinha saliente! Meus olhos quase saíam das órbitas e depois de rodopiar sobre si mesma mostrando-me sua tão cobiçada bundona redonda e arrebitada com uma pequenina marquinha de sol, riu dizendo: “pelo visto causei ótima impressão em meu cunhadinho! Gosta do que está vendo, Edu? Quem sabe não gostaria também de tocar em meus seios, sentir a minha xoxota que só seu irmão tinha visto até hoje? Experimente, vem”... Morgana fez que se aproximava de mim, mas parou e pediu: “agora é sua vez Edu, tire essa bermuda que eu quero ver de novo aquela vara impressionante, mostra pra mim, cunhadinho, mostra”... nervoso, mas extremamente excitado, tirei a bermuda junto com a cueca fazendo “saltar” para fora meus 22 cm de nervo duro, ereto com uma rocha! Ela assobiou e aproximando-se de mim, disse que meu pau era enorme, dava quase o dobro da de seu marido e que era lindo! Devagar ela começou a acariciar meu cacetão resmungando “hum, óh, hum”... depois pegou uma de minhas mãos levando-a até seus seios, foi a primeira vez que eu toquei os seios de uma mulher! Gostei e passei a acariciar hora um, hora outra fazendo-a gemer e se apertar a mim!
Morgana enlaçou meu pescoço colando de vez seu corpo macio ao meu fazendo-me sentir a testa gorda de sua bocetinha no meu pau e enquanto fazia com que eu a abraçasse pela cintura, beijou-me na boca, era um beijo muito diferente dos que as meninas me davam, ela sabia fazer as coisas! Depois de algum tempo, ela puxou-me até o sofá onde se sentou deixando-me em pé à sua frente. Puxando-me pela bunda, Morgana colocou meu pau na sua boca e começou a me chupar, sua boca em torno de meu cacete era a coisa mais incrível que eu já sentira, não suportei nem cinco minutos e anunciei que ia gozar. Ela não parou e prendeu meu cacete em sua boca recebendo todos os jatos de pôrra garganta adentro! Minha cunhada engoliu tudo e continuou chupando não permitindo que me pau amolecesse, a seguir ela levou-me para o quarto onde se deitou na cama, abrias as coxas expondo por completo sua xoxotinha pequena e gordíssima pedindo: “agora meu cunhadinho vai me foder, vem comer sua cunhada, vem, enfia esse pauzão na mulher de seu irmão, estou louca pra experimentar outra pica, vem foder a Morgana”!
Fui pra cima dela de vara em riste e ela mesma colocou meu pau no lugar certo, pedindo que eu lhe enfiasse a pica. Fiz como ela mandou e tive o prazer inenarrável de penetrar a boceta de uma fêmea! Ela puxou-me sobre si fazendo com que meu cacetão entrasse tudo na sua xoxotinha apertada. Morgana deixou escapar um grito agudo em meio a frase “aaaaaiiii é grande demaaaaais”, mas enlaçou-me pelo pescoço mexendo embaixo de mim e pedindo que eu mexesse os quadris para que o cacete entrasse e saísse de sua xoxota. Fiz como ela me orientava e fiquei mexendo um tanto desajeitado, mas, socando a vara nela, enfim eu estava fodendo uma mulher, nossa como era emocionante ter uma fêmea nua embaixo de mim, agora eu já era homem! apesar de minha total inexperiência no assunto, Morgana sentia prazer em estar dando pra mim, pois ela gemia acompanhando minhas estocadas dizendo coisas como “óh me fode cunhadinho, aaahh assim, não páre, não páre Eduzinho, enfia essa pica enorme na sua cunhada, óh como é grande, que caralho maravilhoso”... eu só gemia parando a toda hora para tentar manter um ritmo cadenciado e aos poucos eu fui pegando o jeito da coisa, mas aí tinha de parar para não gozar. Embaixo de mim Morgana, gemia dizendo coisas como: “óh me come, ah que delícia de cacete cunhadinho, você está gostando de me foder, está bom foder a xota da sua cunhada, está”... mal respirando eu dizia que sim, que foder uma mulher era bom demais, dizia que ia gozar e ela pedia pra segurar mais um pouco, pois ela queria gozar na vara de seu cunhadinho! Quando enfim ela anunciou “eu vou gozar, óh não páre que eu vou gozar Eduzinhoeu não me segurei mais e estocando rapidamente comecei a soltar jatos e jatos de pôrra quente na sua xoxota ao mesmo tempo em que ela uivava “aaaaaahhhh eu estou gozando, estou gozaaaaando, aaaaaaaahhhh” e mexia a cabeça como uma louca apertando-me com força, mordendo meu pescoço! Depois de encher sua xana de pôrra, eu caí ao lado de Morgana na cama arfando, mal conseguindo respirar: eu havia trepado, tinha comido uma mulher e feito-a gozar na minha vara, nossa, que emoção incrível!
Ficamos algum tempo respirando acelerado, daí ela passou a mão na minha vara e disse: “cunhadinho, você é maravilhoso! Mesmo sendo sua primeira vez, você foi mais gostoso que seu irmão! Nossa, que vara enorme e grossa, você nem imagina o quanto foi bom ser preenchida por ela! Espero que queira foder a Morgana outras vezes”! E ao olhar meu pau já duro de novo, ela se entusiasmou: “uau, já está duro de novo! Ai, que delícia isso! Acho que você vai me foder mais, sim... mas, antes vamos tomar um banho junto, meu gato”!
Embaixo do chuveiro ela deu-me banho deixando meu pau cada vez mais duro, rindo ela dizia “e pensar que já dei tantos banhos em você quando criança, mas, nunca imaginei que um dia fosse trepar com aquele menino”! Eu também a ensaboei, era bom demais tudo que eu estava experimentando. Aos poucos ela foi ficando de costas para mim e encostando-se na parede empinou a bunda abrindo as pernas e expondo a xoxota rachada ao meio. Dengosamente ela pediu: “não quer meter na sua , me come aqui no banheiro meu garanhãozinho, enfia sua piroca na minha xoxota e me foda Eduzinho”! Não pensei duas vezes e cutucando sua xana, consegui encontrar o lugar certo, ela gemeu quando de uma só estocada eu a penetrei profundamente!
Estremecendo ela gritou: “noooossa, que macho potente, enfiou tudo de uma vez! Agora calma, assim, mete mais devagar pra eu sentir cada centímetro, isso, me fode assim Edu, óh como é bom, estou dando a xota pra você, está gostando de comer uma mulher casada, está”... consegui responder em meio às estocadas: “sim, sim é bom demais, enfim estou comendo uma mulher, sua xota é gostosa demais, aaah Morgana, eu estou te fodendo, nem acredito que isso é verdade”... me esforçando pra não gozar eu segurava pela cintura, pelos quadris, daí ela pediu que eu a segurasse pelos seios, que puxasse seus cabelos. Quando sentiu-se dominada, os cabelos puxados enquanto levava vara por trás, ela começou a uivar, gemer alto e logo gozou loucamente ao mesmo tempo em que eu despejava minha pôrra quente na sua xoxota gorda!
Tomamos outro banho e voltamos pra cama onde descansamos um pouco, mas a minha vara teimava em ficar dura! Pudera: era a primeira vez que eu via uma mulher nua, então não dava mesmo pra amolecer o pau!

 

Na rua de sainha, a putinha do negão

Noite desejante. Os sonhos me buscavam e eu me encontrava louco-louca. Fogosa em minha minissaia rodada minúscula, tímida reveladora de um rabinho curioso. As cervejas fermentavam a vontade de ser menina nos braços de um macho qualquer. A blusinha rosa quasemulher. Fui saindo do casulo... Quintal, calçada, rua...liberdade! A madrugada me presenteou com um olhar assustado-admirado-desejoso... Um negro jovem jovial se aproxima e eu, exibida, arrebito a bundinha, olho provocante. Safada sabe o que quer. Medinho. Entro no quintal e o observo parar, admirar um pouco mais e me chamar. Eu vou: "Oi gatinha"-diz ele. Me sinto o máximo:"Oi". Sua mão apalpa o volumoso do shorts. A noite quente: "Podemos conversar?".

Um carro passa e me observa quase a parar. Me sinto uma cadelinha (adoro!) no cio: "Claro, entre"-respondo. A garagem testemunha . Me ajoelho e ganho mamá. Mamadeira gigante, gemidos excitantes do meu negão. Cheiro de pau! Lambo as bolas bolete, a base, a haste, o beijo-boquete. Fogo! Minhas duas mãos não abarcam a superfície do tarugo imenso. Imensidão de delírios adiados. Acúmulo de putice na puta que agora estou. Camisinha, quase desnecessário lubrificar . Meu cuzinho chora, pidão. E ganha o garanhão. Rasgando, apagando o que resta do macho, manchando de rosa um destino que brilha feliz. Rebolando na pica picante, se acabando na rola gigante. Boladas em baixo.

A púbis batendo, eu derretendo. Ele gemendo chamando:"Gostosa!". E eu, me achando:"Tesão!". A voz feminina- menininha meretriz, mereço. O que quer um cara que põe sainha e sai na noite? Adivinha? Tudo que eu quero e quiz ganhei. A primeira vez. De frente sentei e beijei seus lábios. Ele apalpava, acariciava minhas costas com suas grandes mãos, pegava minha bundinha que subia e descia engolindo o mastro...Aiiii...Quase me esqueci do meu pintinho-o grelinho minúsculo de vadia. O gozo. A inédita tantas vezes repetida história.

Outro homem finalmente dentro de mim. Nada mal. Nada mais. Só o bem, o bom desejo nunca antinatural. A natureza me fez imaginosa e criativa. Os sonhos são reais. Em sonho sou menina e na real agora também, pois não podia ser diferente ali, ajoelhada, ganhando jatos de leite-moça na face-fácil. O rabinho arregaçado, quente ardente. Realizada. Por fim beijo de tchau, o até mais no portão. Outras vezes, outras viagens. Eu - a namoradinha sapeca do negão.

garoto.putinha.sp@hotmail.com

 

Com saudades do cavalo

Meu nome é Carlos sou da Bahia o que vou contar aconteceu quando eu tinha por volta de 11 para 13 anos isso foi a 30 anos atrás e agora tomei coragem para contar.

Nesta época eu e meus colegas da rua eram 7 colegas o mais novo era eu os demais tinham 15,16 e 17 anos,após o futebol ou jogar bola de gude nos saiamos para o matagal para catar goiaba e neste intervalo os maiores já batiam punheta eu não conhecia ainda esta coisa tão gostosa um dia fizeram uma aposta quem gozasse por ultimo iria bater punheta em todos os demais como eu não sabia direito achei de entrar na festa e o felizardo foi eu.( pensei que fosse brincadeira .)
Neste dia tive que bater punheta em cinco deles nunca tinha pegado em outro cacete já tinha visto os dos meus colegas cada uma maior que outro levei mais de 01 hora batendo punheta em todos eles as vezes até em dois ao mesmo tempo, pois eram maiores e mais forte que eu disse que iria falar com meus pais, me chantagearam dizendo que iriam espalhar na escola e no bairro fiquei com maior medo de meus pais descobrirem e eu apanhar.
Logo apos fazer aqueles pintos vomitarem fui pra casa tomar banho durante a tarde e a noite não conseguia esquecer aquelas pirocas em minhas mãos tão macias e duras ao mesmo tempo até sonhei com o maior e mais bonito deles.
Na manha seguinte como de costume formos no encontrar para bater papo e pegar a pelada o maior e mais velho da turma que não estava presente no dia da aposta que perdi foi logo dizendo que hoje iria ter nova aposta e queria que eu fosse, ele sempre me olhava com olhar diferente e sempre me chantageava quando passava por min durante a pelada, que iria tirar o cacete da miséria e quem sabe até um cabacinho,neste dia conseguir me livrar pois fui logo para casa.

O colega meu mais novo da turma que tinha nesta época 15 anos, após alguns dias me chamou para irmos a ruína que havia no bairro para tirar goiabas e eu fui adoro goiabas no caminho ele começou a dizer que eu bonito bom de bola ( isso eu realmente era ) e que tinha futuro,eu nem desconfiava que o safado estava me cantando e eu gostava muito dele não como coisa de homen mais amizade quando chegamos nas ruínas ele me levou para um lugar mais adentro chegando lá ele começou a dizer que estava com saudade das minhas maõs e foi colocando minhas mãos naquela piroca que já estava dura feito aço a principio me fiz de inocente dizendo que estava errado mais ele mais esperto também pegou na minha caceta e começou alizar gostei e ficamos um alizando o outro porém o seu cacete estava todo fora do calção fui gostando da coisa o cacete dele não era grande devia medir uns 13 a 14 cm quando segurei com mais pressão a pedido dele me lembrei do cacete de seu irmão que eu havia punhetado a dias atrás de repente ele desce meu shorte e pede para beijar minha bunda não sei porque deixei primeiro ele começou alizando minha bunda enqunto eu o punhetava pensando no cacete de seu irmão que era maior e mais bonito,aquelo me deixou atordoado uma criança de 12 anos donzelão e virgem de repente só sinto uma coisa molhada na minha bunda era ele me chupando as bandas da bunda ,não sei como ele pede para chupar meu cuzinho achei nojento aquele pedido e disse que não mais como resistir a uma altura daquela do campeonato e eu o admirava pois ele sempre me defendia das brincadeiras de mal gosto de seus irmãos e colegas,deixei estava começando a gostar da coisa quando a sua língua evadiu meu cuzinho fui as nuvens não sei quanto tempo ele chupou meu cuzinho,cuspiu,beijou,lambeu e pediu para enfiar o cacete e vc faria o que no meu lugar, deixei só que ele tentava e o cacete não entrava sentia aquela cabeça quente encostar no meu cuzinho e nada de entrar fiquei de 4,de lado encostado na parade mais ele não consequia ai ele pediu para eu sentar no seu cacete eu juro que tentei mais o cacete escapulia para os lados da bunda ( assim falava ele )ele não agüentando mais que iria gozar pediu para gozar na minha boca e eu como disse que não, ele dise que nunca mais iria falar comigo fiquei com algo estranho no pensamento e acabei ajoelhando em sua frente e comecei a chupar aquele pedaço de nervos, fazia aquela barulho de quem está chupando pirulito ele ai falou faça de conta que é um sorvete ou um pirulito e comecei a chupar pela primeira vez um cacete,beijei,cherei,chupei,enguli ele todo até nos ovos eu fazia tudo que ele fez no meu cu fiz no seu cacete ele começou a me xingar de nomes que eu não entendia adorei quando me chamou de meu amor enfiei o cacete todo na boca e ele gozou não sei porque engoli tudo me engasguei mais não deixei escapar uma gota de seu nectar ele urrava igual um cavalo,parou me levantou e deu-me um beijo o primeiro da minha vida,de repente alguém grita ele era seu irmão do meio lhe gritando pois ele era o caçula, saiu correndo e me deixou lá com a boca cheirando a leite de bezerro.

Quando sair das ruinas quem eu encontro o irmão do que acabara de me alimentar ele ficou curioso mais acho que desconfiou pois ele falou:
porque sua boca está amarela eu comecei a gaguejar e sair correndo para casa para tomar banho e irmos para escola,no caminho da escola encontro o terceiro irmão
( nessa putaria existiam 03 irmão o caçula o que eu mais gostava já me iniciou na putaria,o que me pegou de surpresa e o chantagista o mais velho de todos, que não mencionei no dia da aposta da punheta em todos )no caminho para o colégio ele passa por min vindo do trabalho e fala estou aguardando a minha punheta se não todos vão ficar sabendo.

Já no colegio o irmão do meio veio e me disse já sei de tudo e vou querer também me fiz de dificil e desentendido não adiantou de nada levei um cascudo e um sanfonão nos ouvidos ele disse amanhã vamos conversar depois da pelada concordei SE NÃO TAVA FUDIDO apos a pelada o irmão do meio de meu iniciador me chamou para irmos no mato ver os passarinhos e que passarinhos já no caminho ele me falou que seu irmão caçula havia contado tudo gelei,envermelhei ele percebeu pos eu tinha medo dele afinal ele era mais velho e mais forte no físico embora no futebol sempre levei vantagem sobre todos os três,me fudi por isso no meio do matagal ele tirou o pau para fora e mandou eu punheta-lo no começo não gostei mais com as palavras dele me insinuando e com as lembranças daquele cacetão que não saia do pensamento comecei a gostar de segurar cacetes punhetei ele tanto que vezes trocava de mão para descançar o desgraçado não gozava me chamava de viadinho,cachorra,putinha e fazia eu chama-lo de meu marido,meu homen e que sempre iria punheta-lo quando quizesse comecei a gostar mais ainda e alizar aquele cacete de qause 17 cm porém era mais grosso e cheio de veias e tinha muito pentelho detesto pentelho,ai ele me pediu para chupa-lo não concordei levei um tapa e não concordei mais ainda ai o viado me ofereceu o cuzinho concordei,ele ficou de quatro eu fui chupar seu cu igual o seu irmão fez comigo porem não gostei ele aproveitou a deixa e ficou atrás e começou a forçar a cabeça não entrava tentou,tentou mais meu cuzinho não facilitava e começou a esquentar,arder mandei ele parar ele se irritou levei outro tapa e comecei a chorar peguei no seu cacete e comecei a punheta-lo e chupar seu cacete junto com minhas lágrimas chupei,chupei,chupei e apanhei de novo ele disse: meu irmão não me contou nada do que existe entre vcs. dois fiquei com tanta raiva que chupei mais rápido e ele gozou porem não bebi uma gota do seu gozo deixei cair no chão. Fomos embora e não gozei de novo.

No dia sequinte encontro o meu iniciador do boquete aquela coisa linda de cabelos amarelos como o sol vem até min e pergunta se eu chupei o irmão dele e dei para ele dise quem sim mais apanhei para fazer isto pois vc. havia contado para ele e seus primos.Na mesma hora ele foi em casa e brigou com o irmão fiquei sabendo no outro dia,foi minha desgraça ou felicidade pois o seu irmão mais velho que me chanteava passados alguns dias me chamou a noite e mandou que o esperasse nos dos becos escuros que existiam na rua que dava para o bananal ( lá começou minha tortura )Fiquei esperando o Lu como mando-me após as brincadeira de rua e os outros 2 irmãos de olho em nós dois quando Lu chegou me deu um medo danado pois ele era lindo,alto,olhos verdes,cabelos negros lisos e uma voz de homen que me assustava disse-me que apartir daquele dia em diante não iria bater punheta em mais ninguém nem dar o buceto ( furiko ) aos seus irmãos.
Após ter falado isso já foi passndo a mão na minha bunda e disse pega no meu cacete seu viadinho.
Quando peguei por cima da calça em seu cacete tremi as pernas pois era grosso e grande como aquele que não saia do meu pensamento segurei por uns cinco segundos passou um caro e tomamos susto.
Ele me pegou pelas bandas da minha bunda me levantou me encostando no seu corpão gostoso e perguntou se seus irmãos comeram meu buceto.
Disse que tentaram mais só o do meio enfiou a cabeça doeu e ele tirou ai Lu disse mais eu vou botar o meu todo e vc vai pedir mais vou lhe rachar ao meio meu viadinho.Lu ficou bolinado minha bunda por cima do shorte e enfiando o dedo na minha boca que ele passava na sua pica e eu fui adorando tudo isso de repente Lu tira seu trabuco para fora e manda eu segurar não me fiz de difícil e comecei a palpar aquela coisa quente segurei primeiro os bagos e fui subindo não acreditava parecia que não iria acabar,segurei com as duas mãos e ainda ficava pica sobrando.
Lu encostou a lingua no meu ouvido e falou: vc será minha égua ele estava certo para agüentar um cavalo só uma égua,nessa hora me deu uma tremedeira nas pernas e quando Lu vacilou sair correndo,só ouvir Lu dizer amanha eu lhe pego.

Cheguei em casa fui para o quarto e tentei dormir imaginando o tamanho daquele trabuco medir no meu braço e fiquei alucinado com o que eu havia segurado maior do que aquele que não saia da minha cabeça, apartir de agora iria sair.

Acordei tarde pois era sabado ou domingo não lembro bem só lembro de Lu e mais nada, quando saio na rua a mãe dos três escrotos dise que o mais novo estava doente e queria me ver chegando na casa deles a mãe deu um tempinho e disse que ia visitar a amiga que chegara de viagem,mãe saiu meninos em cima de min o caçula e o do meio me agarrando para saber o que o Lu tinha feito comigo eu disse que nada e de repente Lu aparece e fala para os dois de agora em diante vou comer esse buceto e se vcs insistirem vou falar com nossos pais,eles me largaram foram para rua e quando eu ia saindo Lu me mandou voltar e eu obedeci.

Venha para o meu quarto e me aguarde lá,quando voltou depois de um tempinho já de pica dura mandou eu ficar em pé enquanto Lu sentava numa cadeira que tinha no seu quarto abaixou o shorte e mandou: chupa minha égua,tomei um susto quando vir as claras o que seria meu naquele momento em diante,um trabuco de 26cm por 5cm ( fiquei sabendo mais tarde )vermelho,com uma cabeça que começava fina e depois engrosava lindo sabe o que é um pau lindooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
e todo meu não resistir e comecei a beijar,cheirar adorava cheirar aquela coisa e comecei colocar a cabeça na boca e tentar engolir o máximo possível e Lu me orientando parecendo bastante experiente e era,pois chupei e com o passar do tempo só naquele dia já engolia a metade e Lu dizia ja ja vc vai engoli ele todo em seus buracos minha égua não sei quanto tempo chupei aquele mastro lindo e gostoso,enqunto era sua eguinha ouvia o pessoal na rua gritando os gols da pelada e eu com meu cavalo pelado lhe fazendo uma gulosa e Lu delirando e dizendo palavras convexa ai Lu começou a dizer que iria gozar na miha boca não tirei a boca do mastro porem Lu disse: pare abra a boca que vc vai beber tudo acho que Lu pensou que não fosse capaz de engoli ou ficaria com nojo fiquei passando a ponta da língua na cabeça do bichão quando Lu diz vou gozar e mandou abrir a boca.
abrir o máximo que pude e um jato forte de leite caiu dentro da minha garganta enguli todo jato ele controlava a saida do gozo apertava a pica e soltava foi tanta gala que o que saiu pelos lábios e no meu rosto Lu mandou eu limpar todinho e ainda ficar com seu cacete na boca até amolecer coisa que não aconteceu,de repente Lu me pergunta está pronto para receber nesse buceto lisinho eu mais do que nunca disse estou.
Lu melevantou de costa para ele e começou a lamber meu buceto (era assim que eu deveria falar não mais cu ele dizia ser um nome feio para uma coisa tão linda como o meu)enfiou a lingua la dentro depois de um bom tempo começou a enfiar um dedo,dois e por fim três dedos no meu "buceto" e disse que era para me acostumar com o cavalo.
De repente sua mãe chega já falando e chamando por ele Lu responde com os três dedos enfiados em meu buceto e depois de um tempo conversando com sua mãe tira os dedos manda eu me vestir se vesti e me mostra o cacete duro e diz nem com esse susto meu cacete fica mole Lu vira pra mi e diz vc é culpado,se esconda debaixo da cama,sua mãe entra no quarto conversa um pouco com ele e este responde estou de ferias apartir de hoje depois disso ele manda eu sair me dar um beijo na boca de leve e diz amanha na casa da ruína as 09:00 hs tá minha éguinha.

Trato feito lá estava eu agora não tinha mais medo e sim enteresse pelo cavalo fiquei aguardando uns dez minutos ou mais Lu chega como sempre de caceta dura e pra fora senta no chão e manda eu mamar comecei a mamar mais não conseguia enguli tudo Lu empurava mais não passava da metade era muto grande para um menino (a) de 12 anos chupei tanto aquele trabuco que chegou a hora de meu buceto receber o seu cavalo,antes Lu me colocou de quatro e chupou meu cu beijou e enfiou logo 02 dedos passaram sem doer ai enfiou o terceiro LU disse vc ainda é virgem estou adorando seu buceto agora vem e senta assim que ele tirou os dedos me sentou no seu cavalo a cabeça entrou a metade fez um estrago de dor eu gritei Lu disse não grite minha égua senão vc vai ter quer da a bunda para o bairro todo,aguentei aquele trabuco de meu cavalo calado sem dar um piu quando a cabeça entrou Lu falou agora entra tudo minha putinha e eu era fui sentindo milimetro por milimetro daquela tortura quando chegou na metade eu disse para meu cavalo por favor LU empurou mais um pedaço daquela carne e implorei pare meu cavalão gostoso Lu disse vc não vai dar pra mais ninguém eu só balancei a cabeça e fui me acostumando com o invasor estavo alargado para sempre pensei mias estava adorando o cara que mais me humilhava na rua sendo descabaçado e desvirginizado por Lu,metia até a metade e tirava pois eu estava soluçando era muita pica para min sozinho lu tirou o pau do meu ex cuzinho e mandou ficar de lado estava um alivio de repente manda eu chupar e cuspir em cima de seu cacete pis a aula não tinha terminado chupei cuspir o máximo que pude e virei para o meu cavalo iniciar o arrombamento enfiou devagar ate a metade e disse agora vai o restante e foi enfiando aquele 26 cm de pica que parecia não ter fim mais teve sentir os bagos encostar não minha bunda e seus pentelhos adorei deixou me acostumar com o trabuco e depois de uns 3 minutos com ele tdo dentro de min começou a socar e a tirar primeiro a metade depois que me acostumei com o entra e sai Lu só dizia aqueles viados do meus irmãos não sabe o que perderam em não tirar este cabaço do seu buceto adorei isto eles vão ganhar o premio deles mais agora é vc minha égua fiquei meia hora levando pica nesta posiçao Lu me carregou e colocou sentado na pica agora era eu quem comandava o entra e sai pois ele deixou subia e descia com mais facilidade quando cansei Lu me colocou de quatro tirou toda pica de cu mandou eu chupar pois iria me torturar e eu nunca iria esquecer o dia em que me fez mulher dele.

Quando acabei de chupar aquele mastro que já passava da metade em minha boca ele dizia ainda hoje vc vai enguli ele todinhoo,foi a vez de meu cu receber mais rola e que rola não sei como o troço daquele tão grande e grosso entrava num buceto e entrou até os bagos ele dizia vou enfiar os vos no seu buceto minha égua e comecei a min acostumar como o tamanho acho que nasci para aquele porrete dizia Lu e empurava e tirava toda pica ficamos mais de 1 hora levando pica de quatro quando meu homen disse que estava para gozar tirou do meu cu todo arrombado e fui beber meu leite tão precioso não derramei uma gotinha no lixo,após esses dias nunca mais cair numa pica.

Nestes 30 dias que meu cavalo ficou de ferias não teve um dia que não sentei na pica 03 vezes por dia e bebi meu leite.

Aguardo respostas e contato de preferência da Bahia e todo pais.

oaclub@bol.com.br

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Saudade do ex namorado

Namorei com o mesmo homem por 9 anos, porém acabamos terminando o namoro por brigarmos muito.
Passei um ano sem ve-lo. Neste tempo acabei saindo com outros homens, mas não me interessei por nenhum para namorar.

Um dia estava morrendo de vontade de sair e transar e me lembrei do meu ex. Liguei para ele e convidei para sair, mas falei que queria que ele me pegasse na esquina de casa e me tratasse como uma puta desconhecida. Ele aceitou imediatamente.

Coloquei um espartilho, um sobretudo e botas e fui para a esquina, não demorou muito, ele apareceu. Entrei em seu carro e fomos para um motel com suite sadomasoquista que nunca tinha ido. Chegando na suite, ele fechou a porta e me deu um tapa forte no rosto e dises que eu ia sair de lá arrombada. Fiquei com medo, mas ao mesmo tempo com tesão. Então ele me jogou no chão, arrancou meu sobretudo e pediu para eu tirar a roupa toda dele. Tirei e logo depois ele me pegou pelos cabelos e fez um chupar seu pau, ele enfiava o pau até minha garganta, eu engasgava, mas ele não parava.
Quando se cansou, fez eu ficar de quatro no chão, segurou meus cabelos e me fez andar pela suite com ele sentado sobre minhas costas, me chamava de égua e puxava forte meu cabelo.

Então ele parou, me arrancou toda a roupa e me algemou em um X que havia na suite, me prendendo com os braços e pernas bem abertos. Ele enfiou minha calcinha na minha boca e começou a me dar tapas no rosto, nos seios e na minha buceta. Eu já estava ardendo de tanto apanhar, ele me soltou e me virou de costas e me deu fortes tapas na bunda.
Quando ele me soltou, tirou minha calcinha da minha boca e me jogou na cama, abriu minhas pernas com seu peso e socou o pau na minha buceta, socou várias vezes, olhava para minha cara e cuspia sobre meu corpo todo, quando ia gozar, tirou o pau da buceta e enfiou na minha boca, fazendo a porra ir parar na minha garganta.

Depois se deitou sobre a cama e fez eu cavalgar em cima dele, primeiro só esfregando minha buceta no pau dele, indo para frente e para trás e depois indo para cima e para baixo, socando minha buceta em seu pau. Trepei até gozar em seu pau....eu gritava de tesão quando ele pegou os meus seios e começou a aperta-los, comecei a trepar de novo e ele começou apertar somente os biquinhos dos meus seios me fazendo gozar como uma louca de novo...

Eu já estava toda molhada de suor quando ele me colocou de quatro na cama e mirou seu pau no meu cu, socando de uma só vez até o fim, gritei de dor e ele dava várias estocadas me batendo na bunda. Ele então ficou em pé na cama, se apoiou em minhas costas e enfiou o pau novamente em meu cú, falando que eu nunca mais ia me esquecer dele me comendo, falou que iria retirar todas as pregas do meu cú sem dó...eu chorava mas ao mesmo tempo sentia prazer. Ele ficou uns 30 minutos socando no meu cú, eu sentia seu suor pingando sobre mim, até que ele gozou e encheu meu cú de porra.
Quando ele acabou, eu me joguei sobre a cama querendo dormir, ele me pegou pelos cabelos de novo e me disse que ia me dar um banho e que ia me comer de novo.

Tomei banho com ele apertando meus biquinhos do seio com uma mão e a outra enfiava na minha buceta. O meu cú estava arrombado. Ele me tirou do chuveiro e mandou eu sentar no chão do banheiro sem toalha para observar ele tomar banho. Fiquei observando até que ele saiu e mandou eu seca-lo. Fiz o que ele mandou e então ele pediu para eu lamber todo seu pé e chupar seus dedos. Após isso feito, ele me jogou a toalha molhada dele e falou para eu me secar com ela. Me sequei e fui para a cama. Então ele mandou eu ficar de quatro novamente no chão, e enfiou seu pau no meu cú novamente, deu varias estocadas com força, eu sentia ele me arrombar ainda mais. Quando ia gozar, retirou o pau do meu cú, gozou em minhas costas e juntamente com sua porra fez xixi por todo o meu corpo. Aquilo me deixou humilhada, mas ao mesmo tempo fiquei molhada de prazer, sentindo todo aquele xixi vagarosamente esquentar meu corpo.

Então ele mandou eu tomar outro banho e só voltar quando eu estivesse sem cheiro algum de xixi. Fui até o banheiro, tomei outro banho vagarosamente. Fui para a cama e só pude descansar com o pau dele dentro da minha boca como uma chupeta. Cada hora que eu parava de chupar seu pau ele enfiava o dedo no meu cú com tudo. O tempo do motel se esgotou, saímos e ele me deixou na esquina onde havia me pegado.

 

Café da manhã

Hoje pela manhã, exatamente às 08:40 hs, eu estava no mais profundo sono, sonhando com os homens de segunda, hehehe, com direito a ouvir o som do celular tocando até no sonho. O som não continuou no sonho pois acordei, realmente o celular tocava sem parar na mais 'dura' realidade, então tive que atender. Era alguém que vou apenas chamar de ''pescador'', ele saberá quando ler o relato.

Ele pediu desculpas, pois percebeu que me acordou, mas de passagem por Curitiba, ele não iria embora desta vez sem me conhecer. Me deu meia hora pra estar aqui, foi tempo suficiente para algumas coisas, como chuca, menos lavar os cabelos, que não estavam de todo mal, rs...

Foi difícil levantar assim de supetão, em ''plena madrugada'', mas fiz um esforço e meia hora depois ele chegou. Huuum, valeu a pena acordar, pois ele era uma delícia, tipo do homem que gosto. Já foi me agarrando, me despindo e me jogando de volta na cama, me passando a mão em todo lugar e acendendo meu tesão. Assim tão cedo, eu demoro um pouco pra deixar a bateria a todo vapor, mas ele soube direitinho como acender meu tesão. Carícias pra cá, carícias pra lá, beijinhos e em poucos minutos já estávamos num delicioso 69. Depois já foi pondo o dedinho no meu rabinho, alisando, lubrificando e percebi que já estava louquinho para me comer. Ele é ativo liberal e, depois de ter me masturbado, me chupado, agora ele queria era ver eu sentando no seu pau. Sentei, rebolei, enquanto isso ele pegou nos meus mamilos e disse que adoraria ver eu gozando em cima dele. Demorei mais um pouquinho pra curtir uma pica gostosa no meu rabinho logo cedo, mas daí a pouco, lambuzei sua barriga com meu leitinho.

Levantei e já fiquei de quatro, olhei pra ele e disse pra ele vir e comer meu rabo, pois era assim que eu queria que ele gozasse. Ele veio, me agarrou, bombou forte e não demorou também pra gozar enquanto me comia. Depois ficamos conversamos um pouco e ele se foi, espero que satisfeito. Combinamos que a próxima não seria tão cedo, pois em diversas ocasiões ele já havia me ligado e não tinha dado certo nosso encontro, então hoje ele ousou, rs... E, olha, pela manhã, estava um friozinho gostoso, com uma chuvinha lá fora, ótimo pra dormir até o meio-dia, rs... Mas, com certeza foi muito melhor levantar e sentar no seu pau. Frio, teremos muito nos próximos dias, vai dar para ficar muito embaixo do cobertor.

 

Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

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As fantasias de Edu

Eu já o conheço há muito tempo. Ele adora vir aqui. Tem compulsão por sexo e fantasias bem diversificadas. Então, se ele sentir tesão, já me liga e quer naquele momento, por isso muitas vezes não dá certo, mas de vez em quando tudo se encaixa perfeitamente, literalmente, rs...

Adora chegar e colocar uma calcinha, a peruca loira e minha bota de salto alto, ou as sandálias com salto de 15 cm, inclusive ganhei dele, uma de presente... Depois que se traveste, desfila pra lá e pra cá, rebolando e dizendo que adora ser 'travesti'. Aí eu inflo sua fantasia e digo que 'ela' está belíssima e arrumaria muitos bofes se saísse às ruas. Muitas vezes isso é o suficiente para seu orgasmo, pois enquanto eu falo, ele se imagina, se olha no espelho e se masturba. Algumas vezes ele me chupa, mas dificilmente eu o penetro.

Outras vezes chega e quer ver filmes de homem com homem, diz que tem vontade de sair com um; diz que viu o pau de um amigo no banheiro ou no vestiário e ficou com vontade de chupar... Mas na verdade, pode ser que bem lá no fundo seja verdade, mas quando ele goza, se estiver travestido, tira tudo rapidamente e diz: ufa, que bom voltar a ser homem, rs... Em alguns momentos que tivemos mais tempo para conversar sobre suas fantasias, ele falou que não sente tesão nenhum em homem, mas adora colocar roupas femininas, só aquilo já é o suficiente para alimentar seu tesão e fazê-lo gozar. Também já disse, que jamais sairia com um homem igual a ele, que quando fala é apenas fantasia que confidencia a mim, por confiança, porque com o tempo, eu melhor que qualquer outra com as quais ele já saiu, conseguiu entendê-lo nu e cru. Hoje ele me ligou e veio novamente para eu realizar sua fantasia, só que pediu pra que eu colocasse as botas, o cap e um vestinho de vinil, um filme com bonecas e ficasse bem feminina, pois ele gostaria de me comer.

Quando ele chegou se comportou tal qual um bofe, hoje ele não teve vontade de usar roupinhas, perucas ou sandálias, quis sim, realmente me comer. Deitei na cama, enquanto isso ele pegou a bisnaga de lubrificante e colocou no meu rabinho, depois colocou uma camisinha no seu pau e pediu pra eu ficasse bem quietinha e deixasse ele brincar do seu jeito. Eu fiquei debruços com a bundinha bem empinada, ele deitou por cima e entrou todinho em mim, mas com delicadeza e muito tesão. Adorei, fiquei admirada e excitada com a situação, enquanto ele se deliciava ao seu jeito. Mas, não demorou muito, eu queria mais, mas ele tirou seu pau e ainda com a camisinha se masturbou até gozar. Eu só fiquei na vontade, mas a vontade aqui é dele, rs... Tirou a camisinha e foi ao chuveiro. Voltou sorrindo e perguntando se eu tinha gostado. Falei que melhor seria ele me comer, até eu gozar, aí sim eu teria amado, mas como já o conheço muito bem, sei que não adianta o meu querer, ele sempre me leva a fazer o seu. Falou inclusive pra eu escrever, pois eu nunca comentei sobre ele aqui no blog e muitas vezes ele entra pra ler se escrevi algo sobre nós.

Hoje eu disse que escreveria sobre suas fantasias. O nome dele é "Edu", claro que é um nome fictício, mas ele usa esse desde que nos conhecemos. Vou aproveitar o gancho e falar sobre apelidos. É engraçado como as pessoas trocam os nomes, algumas depois de algum tempo revelam os verdadeiros, também por confiarem em mim, mas a essas alturas, eu prefiro ficar mesmo com o fictício ou com os apelidos como queiram. Esses são os cinco nomes fictícios que mais usam: Marcos, Carlos, Ricardo, Sérgio e Paulo. Por isso pra muitos que ligam eu pergunto: qual Marcos? Qual Paulo? He he he... Coisas de Drikka.

 

Boneca Drikka

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Sincronia perfeita de prazer

De vez em quando eu começo um relato dizendo que encontrei alguém que já me namora pelo blog há um bom tempo e até que enfim tomou coragem pra vir me conhecer. Esse é o caso de AC, um fofo que conheci hoje à noitinha. Ele me ligou enquanto eu estava na manicure pintando as unhas, mas quarenta minutos depois já estávamos aqui dentro, ele tomando uma duchinha, enquanto eu passava o sabonetinho na sua bundinha, rs...

Eu o deixei terminar seu banho e corri pra cama, tirei a roupinha que usei para esperá-lo e fiquei nuazinha na cama de bunda pra cima só no charminho e toda dengosa, rs... Ele veio de mansinho meio inibido e deitou-se ao meu lado, eu só me virei, o agarrei e ficamos rolando na cama, embaixo de carícias bem safadinhas. O friozinho que fazia hoje, foi logo dando lugar ao calor de nossos corpos se entralaçando e fazendo subir a temperatura...Essa estava sendo a sua primeira experiência com uma boneca. Eu fui a escolhida, porque digamos que ele teve uma paixão à primeira vista quando me viu na internet e se apaixonou de vez quando leu meu blog.

Depois de muito pensar se vinha ou não, agora ele estava nos meus braços, me apertando e melhor que isso, estava com minha pica na sua boca, e eu, com a dele na minha. Ele só parava para dizer porque não tinha vindo me conhecer antes, rs... Falei o que falo a todos, tudo tem seu tempo certo, quem sabe precocemente não teríamos tido toda essa afinidade, oportunidade e cumplicidade... Ficamos num 69 frenético, enquanto ele colocava meu pau na sua boca e tirava pra dizer que nunca tinha feito isso, mas era muito bom e voltava a abocanhar meu pau e eu com o seu pau na minha boca, apenas gemia concordando: uuhhuummm, ahhhhammm, ahhhhh, sschlup...simmmm...

Depois nos agarramos mais um pouco, trocamos de posições, ora ele me chupava, ora eu me deliciava na sua pica, até partirmos para as penetrações. Meu dedinho entrava no bumbunzinho dele com bastante lubrificante, enquanto ele fazia o mesmo com o meu. Alguns minutinhos depois, pedi para que ele ficasse de bundinha bem empinada pois eu me deitaria sobre ele. Ele só pediu calma, mas isso eu tirei de letra, quem me conhece já sabe, agora inclusive ele, rs... Enfim, deitei-me sobre seu corpo quente, esfreguei meus seios nas suas costas, mordisquei e falei bobagens nas suas orelhas, enquanto isso fui colocando meu pau na portinha do seu cuzinho, devidamente lubrificado e já comido pelo meu dedinho... Com jeitinho, bem davagarinho, fui entrando, entrando, ele gemendo mas gostando, empinando mais e mais sua bundinha e, pronto...! Já estava no papo mais um cuzinho.

Fiquei com meu pau lá dentro, sem mexer até ele se acostumar. Daí a pouco, já estava rebolando e continuava a me elogiar, novamente citando sobre o tempo perdido em protelar o encontro, eu acreditando é claro, rs... Ele adorou dar o rabinho, tanto que experimentamos quase todas as posições. Por fim ele sentou-se em cima de mim. Enquanto subia e descia eu o abraçava, beijava e falava bobagens que ele adorou ouvir. Seu tesão estava a todo vapor, quer dizer, líquido, pois já estava quase em ponto de ebulição. Aí, paramos e alternamos, não seria justo ele gozar sem experimentar meu rabo também. Foi a minha vez de experimentar o seu pau bem duro que estava louquinho pra se esconder no meu tunelzinho. Fiquei de quatro, abri bem as pernas para ele ver e vir aproveitar meu rabão, que ele tanto elogiou. Não demorou pra estar colado em mim e eu apreciar toda nossa disposição pelo espelho.

Via sua bundinha branca, com pelinhos loiríssimos, indo e vindo num frenesi de tesão, que quase o fez gozar. Mas, paramos e alternamos, agora eu sentei em cima e cavalguei como gosto, aí foi a minha vez de quase gozar. Segurei o tesão, saí dele e me aprontei pra entrar de novo.

Novamente deitei na cama de barriga pra cima e ele sentou em cima da minha pica. Cavalgou, gemeu e alguns minutos depois gozou junto comigo numa sincronia perfeita de tesão. Saiu de cima e correu para o chuveiro e voltou todo sorridente, novamente foi aquela rasgação de seda em elogios ao meu desempenho e confirmando que realmente eu era tudo o que ele lera nos relatos eróticos! Bom, né? Assim, pelo jeito já ganhei um novo cliente. Espero que volte logo, pois nossa sincronia em todos os sentidos foi perfeita!

 

Boneca Drikka

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Fogo no rabo

O frio veio forte essa semana, isso ainda antes de começar o inverno. Será que é só um prenúncio do virá? Brrrr, tomara que não. Mas, independente do frio, aqui dentro o calor esteve intenso a semana toda, fiquei até surpresa, rs... Eu acho que no frio, o tesão diminui, a gente tem mais vontade de ficar embaixo das cobertas, tomando chazinho, vendo televisão e essas coisas, mas me enganei nessa semana, tive mesmo é que me aquecer no calor do tesão dos meus clientes, muitos com uma vontade acima do normal. Um belo exemplo é de um que me ligou hoje ao meio dia e marcou um encontro para o início da noite. Depois de alguns contratempos, no comecinho da noite ele já estava aqui dentro.

O ambiente já estava quentinho, mas logo tive que desligar os aquecedores, pois estávamos quentes e com tanto tesão no agarra-agarra que nossas bocas começaram a secar, rs... Ele me abraçava, me beijava e dizia que de hoje não passava, pois estava com muito tesão no rabo e precisava sentir minha pica deliciosa. E, que gula! Pediu pra que eu deitasse na cama enquanto ele veio sobre mim e chupou-me inteira, mais precisamente minha pica, que ele devorou com uma vontade sem igual. Depois de muito chupa-chupa, ele deitou-se na cama de bruços e pediu pra que eu comesse o seu rabo. Brinquei com ele enfiando e tirando o dedinho com bastante lubrificante...

Quando ele estava no ponto eu deitei-me sobre ele e meu pau deslizou pra dentro de seu buraquinho quente, apertado e com uma fome de leão. Bombei até ficar suada, rs... Depois alternamos posições e ele queria mais e mais. Pra tomar um ar, eu sentei na sua pica e ficamos conversando. Enquanto eu tomei um ar, tomei no rabo também afinal eu não sou de ferro, uai... Ele alisou meus mamilos, eu me masturbei e aquilo tudo ficou bom de mais, ai, quase gozei! Saí de cima, pedi pra que ele ficasse de quatro na cama e voltei a comer o seu rabo. Enfiei, tirei, dei uns tapas na sua bunda, me debrucei sobre ele bem agarradinha, ai, ai, que calor, pau quase derreteu com o calor do seu vulcãozinho.

Ele rebolava, gemia e dizia que estava com muita saudade daquilo tudo. Eu já não aguentava mais. Então, deitei na cama com meu pau bem duro, ele veio por cima e cavalgou mais um pouco. Como ele não é assim muito leve, eu pedi pra que se masturbasse e gozasse gostoso. Assim o fez e gozou muito, quase berrando, eu até pedi pra ele não gritasse alto! Em seguida saiu de cima de mim, ufa! Eu não gozei, mas estava suada e exaurida, rs, mas o importante hoje era ele gozar com uma pica bem dura no seu rabo, como eu gosto de gozar, mas isso eu faço quase sempre, rs... Satisfeitíssimo, tomou seu banho, voltou pra sala e ficamos a conversar.

Combinamos uma festinha com um dos meus amiguinhos. Na próxima vez que ele vier por aqui, vou chamar o Robin... Pelo que conversamos, achei que o meu amiguinho Robin, vai ser a companhia ideal pra esse homem guloso! De todos os meus amiguinhos, o Robin é o que tem mais vigor e mais resistência pra situações como essas e, olha que ele nem pede ajuda para os comprimidinhos milagrosos!

 

Boneca Drikka

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Um baixinho tudo de bom 2

Um baixinho delicioso, lindinho, realmente tudo de bom. Já o conhecia, ele esteve aqui no ano passado e tivemos uma transa maravilhosa... Ontem à noite ele me ligou e queria me ver, convenci-o a deixar para hoje, pois estava muito cansada e já era muito tarde da noite. Combinamos pra hoje e, perto das 13 horas ele chegou. Uau, eu não lembrava direito da sua carinha, do seu jeitinho carinhoso e bem safadinho. Já nos agarramos e nos beijamos muito, eu estava de salto alto bem mais alta que ele, mas era uma delícia ficar agarrada aquele homem mais baixo que eu, rs...

Ele me apalpava, me acariciava, enfiava sua mão atrevida em meus seios, no meu pau e segurando no meu bumbum me apertava contra ele, que já esfregava seu belo pauzão duro, ainda dentro da calça contra mim. Tiramos a roupa rapidamente e pulamos na cama, eu queria desfrutar de tudo o que aquele homem podia me oferecer, afinal eu já conhecia o produto e, era dos melhores, rs... Eu não sabia nem por onde começar, por isso o jeito é sempre um bom 69, não tem erro. Eu fiquei por baixo, quase me esgasgando com sua picona branquinha, grossa da cabeça rosada, ele por cima, me lambendo onde podia e engolindo minha pica toda com uma voracidade sem igual...

Tudo estava bom demais e ficou ainda melhor quando o deixei de quatro e comi seu rabinho com minha língua, uau que delícia! Ele delirava, enquanto eu o massageava do meu jeito, com minha técnica especial. Ele estava no auge do tesão, prontinho pra gozar a qualquer momento, por isso parei e fiz o que ele pediu. Seu pedido era pra que eu sentasse no seu pau. Antes de começar pra valer, peguei a máquina fotográfica e posicionei-a perto da cama no automático de 10 segundos, apertei o botão e corri pra sentar em cima da sua pica. Uma das fotos você já conferiu acima! Fiz isso umas três vezes, depois deixamos a máquina de lado e curtimos mesmo um ao outro, pois não podíamos perder tempo com outras coisas que nos desgrudasse. Fiquei em pé, me apoiei no balcão, me abaixei e ele veio por trás, me agarrou e bombou com muito tesão. Quando ele sentiu que podia gozar, parou e ficou de quatro no cantinho da cama e me chamou para comê-lo. Devidamente com o buraquinho lubrificado, enfiei meu pau devagarinho.

Quando entrou todo, subi sobre ele feito cachorrinho, bem grudadinha nele, com meu pau bem enterrado no seu rabo. Ele foi indo pra frente e deitou-se na cama e, eu grudadíssima nele, bombando e acariciando os seus mamilos, que como os meus são pontos de muito prazer. Ele pediu pra que eu saísse e ele deitou de lado, ergueu uma das pernas e mostrou seu buraquinho que queria mais pau. Voltei a penetrá-lo, enquanto ele se masturbava, gemia e falava que já não aguentava mais de vontade de gozar, mas queria ver eu gozar primeiro. Então tá! Pedi pra que ele deitasse de barriga pra cima, pois eu sentaria no seu pau e gozaria na sua barriga. Sentei, acoplei, rebolei enquanto ele massageou os meus mamilos. - Huuummm,lá vai! Vou gozar!!! Disse pra ele e, então saíram potentes jatos de porra, por duas vezes, se ele não desviasse o rosto, eu gozaria nele, rs... Saí rapidinho, fui ao banheiro e me lavei. Voltei ainda com um pouco de gás, coloquei uma camisinha no meu pau, rapidamente pedi pra que ele erguesse as pernas.

Ele ergueu e eu enfiei meu pau no seu cuzinho, segurei suas pernas bem abertas e ele se masturbou com frenesi até gozar também e misturar nossos líquidos sobre a sua barriga! Depois de todo aquele embate, deitamos lado a lado e rimos de tudo, aí eu disse que acertamos na troca de horário, pois se nosso encontro fosse na noite anterior, não teria sido tão perfeito! Que bom rever meu baixinho delicioso, com lindos olhos azuis 'estilo' Tom Cruise, rs... Esse relato é uma homenagem pra ele. O título já usei com outro baixinho, por isso acrescentei o 2, mas quando ele ler, saberá que foi o protagonista deste!

 

Boneca Drikka

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Encontro orgasmático

Sábado de sol, um dia antes do começo do inverno de 2009, temperatura em torno dos 19 graus, enfim, um dia agradabilíssimo. Saí de casa por volta do meio-dia, fui fazer umas comprinhas, não muito longe daqui, por isso mesmo, coloquei uma calça legging, uma blusinha meia estação e tênis, saí comportada, mas mostrando bem minhas curvas, rs... Por volta das 14 horas eu já estava voltando.

Vim pela Rua Lamenha Lins e, ao passar na quadra da Praça Oswaldo Cruz, dei uma olhada para ver se tinha algum gato caminhando por lá, dá de ver muito bem pelo cercado e vi alguém muito parecido com um cliente que há mais ou menos uns 8 anos sai comigo. Sabe aquele friozinho gostoso na barriga? Pois é, me deu, se fosse quem eu estava pensando que era, eu queria, rs... Dei a volta, entrei na Praça e comecei a andar por lá também, esperando pra entrar um pouquinho na frente daquela pessoa que me fez ir até a praça, carregando até umas sacolinhas, rs... Era realmente ele, 'um tesão ambulante' que ao me ver deu um sorrisinho e continuou andando, mas a partir daí andamos pouco, pois acho que ele gostou de também de me ver, afinal seu pau começou a fazer volume no moleton, rs... Quem viu, pensou que fosse um celular em cada bolso, rs...

Caminhamos em ritmos diferentes mas quando nos encontramos novamente ele discretamente me disse que adorou ver meu bundão e estava a fim de comer naquele momento, rs... Que tentação! Falei que ele sabia o caminho, que me seguisse, mas desse um tempinho pra eu chegar em casa e tomar uma duchinha... Dei mais uma voltinha e saí rumo a minha casa bem depressa! Ao chegar, corri pro chuveiro, fiz uma chuquinha, coloquei um macacãozinho de arrastão, meu salto alto e fiquei a esperá-lo. Alguns minutos depois ele me ligou e perguntou se podia subir. Falei que sim, que já estava bem putinha esperando por ele. Ele chegou, tomou uma duchinha também, tirou umas fotos minhas e depois me amou, como ele gosta de dizer. Ele não mora em Curitiba e está aqui de passeio até a metade da próxima semana, por isso aproveitou para dar sua caminhada habitual, que de uma certa forma eu atrapalhei, mas fiz ele fazer muita ginástica, daquela que faz muito bem ao coração, rs...

Nus frente a frente, ficamos nos acariciando, eu pegando no seu pau e ele no meu, depois chupamos um o pau do outro, alternadamente. Ele é um ativo liberal, por isso, curte apenas me chupar e, na sua bundinha eu só posso passar as mãos nos morros. Se ficou com vontade quando me viu na praça, agora ele saciaria seu desejo. Deitei de franguinha assada, com um travesseiro devidamente posicionado sob minhas costas e fiquei esperando por ele, que não demorou pra me lubrificar com seu dedinho, dedinho safadinho que adentrou um pouquinho e brincou com meu cuzinho... Ohhh, daí a pouco senti aquele homem me penetrar, debruçar-se sobre mim e me beijar enquanto entrava e saía com seu jeito carinhoso e romântico! Ele dizia que eu era uma fêmea, na verdade eu me sentia assim mesmo, totalmente dengosa e derretida nos braços do meu amante que me devorava com prazer.

Assim, me amando, ele gozou muito, pediu até desculpas por ter sido tão rápido, pois ele gozara antes de mim... Sorri e disse que isso não tinha importância naquele momento, pois a situação toda do nosso encontro já havia sido orgasmática, rs...

 

Boneca Drikka

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Recordações

Sempre gostei de um cu de viadinho. Chamávamos de viadinhos, mas nunca colocávamos uma carga pejorativa neste tratamento. Não existia a conotação preconceituosa, era simplesmente o nome que conhecíamos. Naquela época ainda não se usava “gay” e homossexual não fazia parte do nosso vocabulário. Morando no interior, na década de 50, a iniciação sexual de meninos como eu eram as cabritas, as bezerras e se déssemos sorte, um cuzinho. Tinha um amigo que uma vez propôs um troca-troca. Eu fui primeiro. Comi o rabinho dele e depois corri. Ele ficou muito puto e queria me bater, já que ele era maior que eu. Com jeitinho, amaciando, percebi que o que ele gostava mesmo era de dar a bundinha, mas tinha vergonha e queria que eu desse também para garantir meu silêncio. Pacientemente, não queria apanhar, fui mostrando que aquele era o nosso segredinho, que ele não se preocupasse. Daí pra frente, nas moitas, nos porões, sempre que estávamos a sós, lá vinha ele, viciadinho pra levar uma rola no cu.
A nossa formação se baseava nos catecismos de Carlos Zéfiro não havendo lugar para preconceitos e com os hormônios da adolescência explodindo por todo o corpo, não se perdoava um cuzinho quentinho. Nessa época já não era mais com o meu vizinho envergonhado. Este parou de dar, começou a namorar, engravidou a menina, casou-se e acho que até hoje é um adulto frustrado. Havia outros viadinhos, que os garotos como eu, sem outras opções, procurávamos depois de deixar as namoradas em casa.
A idade e a vida acabaram por criar o preconceito. Minha opção era mesmo com as meninas, por onde a vida seguiu seu curso. Casei-me, tive filhos, separei-me, casei-me de novo e tive mais filhos. Foram anos sem outra experiência com viadinhos.
Até que um dia veio morar perto da minha casa, uma família com um garoto que era um doce de menina. Vestia-se como homem, mas as formas, o jeito de falar e de sacudir o cabelo comprido, exalava sensualidade. Era um tezãozinho. Isto aliado a uma cultura e inteligência que logo me cativaram. Não teve jeito. Logo ela se tornou minha amante. Na primeira oportunidade, tomando banho no rio que passava perto da minha casa, a pretexto de ajudá-la a atravessar umas pedras, a encoxei. Encostei minha pica na bundinha dela e quando ela ficou quietinha, deixando a encostada, agarrei a sua cintura e esfreguei com vontade. Ela se soltou. Agarrou na minha pica, abaixou meu short e caiu de boca. Depois de me chupar bastante, abaixou o seu short, deitou de bundinha para cima numa pedra e pediu docemente: - Me come. O cuzinho piscava. Apontei minha pica naquela coisinha rósea e fui colocando devagarzinho enquanto ela gemia num misto de dor e prazer. Quando senti minhas bolas encostando-se à sua bundinha, comecei a futucar bem lá no fundo, enquanto ela piscava, trancando a arruelinha, tentando engolir tudo que pudesse. Acho que acertei sua próstata – seu ponto G – pois ela gozou sem ao menos tocar no seu pintinho. Logo em seguida enchi seu furico de porra.
Daí pra frente foi um arrazo. Íamos para motéis em cidades próximas, onde ela se vestia de menina e tornava-se aquela garotinha submissa e dedicada, com a capacidade e o desprendimento que só seres como ela tem para satisfazer seu macho. Nesta época ainda não conhecia o termo crossdresser e para mim era minha garotinha presa dentro de um corpo masculino. Masculino em termos, pois na verdade, tudo que lembrava um menino naquele corpo era seu pintinho subdesenvolvido. Tudo o mais era de uma fêmea bem gostosinha, com a bundinha roliça que adorava deitar de franguinha para eu enterrar minha pica toda em seu cuzinho.
Durante muito tempo ela foi minha amante. Mas como não há bem que sempre dure, para minha tristeza, nossa história acabou. Esporadicamente, outras vieram, mais isso são outras histórias. Só gostaria de contribuir para o fim da hipocrisia destes machões preconceituosos que não admitem o sexo homossexual, pois não há nada mais gostoso que a entrega de uma cdzinha a um macho que sabe apreciar um cuzinho. “Menininhas” do Rio de Janeiro, que quiserem apreciar um coroa ativo, romântico, carinhoso e dominador, estou a procura de uma amante. kodiko@ig.com.br

 

O rapaz do fio dental branco

É a segunda vez que ele me visita. Quando chegou todo garotão, já foi me beijando, me apalpando e dizendo que estava morrendo de saudade. Na primeira vez que ele veio, quando tirou toda a sua roupa e ficou só de cueca, quer dizer, eu achei que ele ficaria só de cueca, mas na verdade por baixo da sua cueca estava uma calcinha fio dental branca. Hoje, também, quando tirou a cueca, estava usando uma calcinha fio dental, mas de cor preta, rs... Depois que tomou uma duchinha ele veio louquinho para usar uma das minhas calcinhas. A que melhor ficou foi uma calcinha shortinho branca.

Com ela, ele ficou durante boa parte da nossa transa. Primeiramente ficamos num 69, nós dois de calcinhas, tiramos o pau pelo ladinho e curtimos com muito tesão. Depois ele ficou de quatro e queria sentir minha língua lambendo seu anelzinho rosa. De quatro, com a calcinha de ladinho, eu brinquei com seu cuzinho, primeiramente com a língua, depois com o dedinho... Já estava todo lubrificadinho aquele buraquinho piscante. Ele rebolava e pedia pra que eu o comesse. Então, posicionei-o de quatro no cantinho da cama e enfiei meu pau naquele vulcãozinho. Metia nele e chamava ele de viadinho, putinha, etc... Ele dizia que seria o que eu quisesse. Depois ficou de franguinho assado e eu continuei comendo seu rabo. Enfiava meu pau e babava no dele enquanto o masturbava. Ficamos assim alguns minutos, porém não demorou pra ele ter um orgasmo daqueles que muita gente sonha. Foi ao banho e voltou louquinho pra mais sexo... Deitamos na cama e ficamos assistindo um pornozinho básico e nos acariciando.

Voltei a chupar seu pau, enquanto ele me masturbava. Logo seu pau estava bem duro de novo! Aí, foi a minha vez de ser putinha, viadinho, tudo o que ele quisesse, mas só eu levaria vara... Sentei, cavalguei e respondia a todo momento que estava muito bom dar o cuzinho pra ele. Naquele sobe e desce eu tive o meu orgasmo. Saí de cima dele e deitei-me ao seu lado. Enquanto eu modiscava seus mamilos, ele continuou se masturbando e assim gozou pela segunda vez. Prontinho pra ir embora, ele pediu se eu podia escrever um relato. Disse que iria pensar a respeito, rs... Ele todo gentil, falou que independente do relato, assim que pudesse, voltaria aqui novamente! Mas, pelo visto ele vai vir antes do que imagina, rs...

 

Boneca Drikka

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