Contos Eróticos

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Bianca- Um novo Encontro com meu Senhor: DOM GRISALHO

Meu nome é bianca, e vou contar-lhes o novo encontro com o meu DONO: DOM GRISALHO. Se eu esqueci alguma coisa é porque a minha alegria foi muita em poder revę-lo. Procurarei ser a mais detalhista que me for possível. Posso falar a vocęs que nunca AMEI tanto como amo meu Senhor, nunca pensei que viria a fazer a algum homem o que faço a Ele, e digo a vocęs com extrema alegria e esperando que Ele se sinta feliz com a minha submissăo e total devoçăo.
Como a espera por estar aos seus pés parecia interminável. A ansiedade já estava me prejudicando no trabalho, năo sabia quando Ele haveria de vir, quando Ele iria fazer-me servir-lhe. Pois moramos em cidades distantes, com cerca de 1.000 kms. de separaçăo.
Até que Ele avisou-me que chegaria ŕ semana vindoura, fiquei feliz, precisava correr contra o tempo para organizar tudo para poder estar ŕ disposiçăo D’Ele. No dia anterior a sua vinda, fiz todo o necessário para que estivesse ao agrado do meu Senhor no dia seguinte. Fiz as unhas, o cabelo e a depilaçăo com todo o esmero, do jeito que Dono gosta e acima de tudo, merece. Mais vez estava indo ao encontro de DOM GRISALHO, parecia até que era a minha primeira vez dada a excitaçăo em que me encontrava.
Fui ao aeroporto buscá-lo, na capital de meu estado, Belo Horizonte. Ao descer a rampa de acesso do desembarque meu coraçăo disparou, ele estava vindo em minha direçăo. Ansiosa, encaminhei até ele, năo queria perder um minuto. Estar ao lado dele, nos primeiros momentos é sempre constrangedor, pois me sinto quase nua, exposta, uma vez que, em face da distância, nossa relaçăo se dá muito mais no plano virtual, e como já devem imaginar, é através da net que ele me conduz e domina totalmente a mim, jamais deixo de cumprir suas ordens ou exigęncias. Já fiz coisas para ele que jamais fiz para qualquer outro ser humano. Acho que a Internet e a confiança que tenho nele facilitam as coisas, mas, voltando ao assunto quando nos encontramos, năo consigo deixar de me sentir infantilmente envergonhada. Cumprimentamos-nos com um abraço discreto, beijei-lhe a măo direita como devia e logo nos encaminhamos para o estacionamento em direçăo ao meu carro.
Para minha surpresa ele pediu que eu fosse ŕ frente, aprecei o passo e corei, pois, de alguma forma, senti seus olhos crivados no meu bumbum protegida pela saia que vestia. Andei mais alguns passos quando o senti ao meu lado, com um sorrisinho discreto nos lábios, falou baixinho: Tá linda bianca!!! Ao passo que eu, sinceramente respondi: Lindo está o Senhor... Chegamos ao carro, trocamos um beijo e imediatamente nos dirigimos para a minha cidade e mais especialmente a minha casinha (como eu falo dela, rsrsrs), porém, antes de chegarmos lá precisava contar uma coisa ao meu Senhor, estava com um pouco de medo, mas, um pouco antes de chegarmos criei coragem e comecei a falar. Pela minha entonaçăo ele percebeu se tratar de algo desagradável. Encorajou-me. Comecei de mansinho, dizendo que havia sido uma correria antes da viajem, que tive que deixar as coisas no trabalho em dia... Ele me cortou, dizendo: Fale logo vadia!!! Sentindo-me uma tola, burra e esquecida falei: - Meu Dono esqueci as meias que queria em casa (mas năo era só isso) e, junto com elas, esqueci a minha coleira. Sabia que ele năo iria gostar, sabia que uma cadela que se preste năo sai de casa para uma sessăo e esquece a coleira. O olhar dele me gelou, sorriu e disse: bianca como fez isso? Como esqueceu a coleira que te dei de presente e te expliquei que teria que usá-la, SEMPRE, SEMPRE, que estivesse na minha presença? Enrubesci, a última coisa que eu queria era decepcioná-lo. Acho que ele sentiu meu pesar e, por isso, disse: Tudo bem, bianca... Mas sabe que as coisas năo irăo ficar assim, será castigada por isso. Respondi, imediatamente: - Sim, Senhor!!! Obrigado pela compreensăo, Senhor...
Nesse momento, já estávamos na entrada de minha aconchegante casinha, entramos, mas antes Ele mandou retirar nossas coisas do carro. O vi pegando com cuidado a bolsa colorida que eu já conhecia, era ali que Ele trazia seus utensílios e brinquedinhos que utilizava em nossas sessőes. Entramos e fomos direto ao quarto e, uma vez mais, a tensăo tomava conta de mim como da primeira vez. Ele, como que pressentindo minha inibiçăo, me tomou nos braços em um beijo longo, hiper merecido para nós dois, uma vez que a saudade que nos assolava era imensa. Conforme já fizera anteriormente, meu Dono sentou-se em uma cadeira próxima a uma mesa, calmamente, como em um ritual começou a retirar as coisas da bolsa. Conforme ele ia retirando, por antecipaçăo a excitaçăo ia me tomando inteirinha, afinal, sabia que tudo aquilo seria utilizado para o nosso prazer.
Ao final, abriu uma garrafa de vinho, esticou as pernas e indicou-me para massagear seus pés cansados da viagem, procurei fazer o melhor possível para aliviá-lo do stress originado pela longa distância percorrida para encontrar-me.
Em seguida ordenou-me que eu fosse tomar um banho. Eu ainda năo havia me acostumado e, por isso, quando Ele, já dentro do banheiro mandou que eu me despisse, ficando apenas de meia 3/4, enrubesci. Ele ficou ali parado, me olhando enquanto tirava a roupa. Assim que terminei me chamou, fez com que eu me sentasse no seu colo para entăo dizer: - Linda!!! Mexeu na minha bocetinha toda melecadinha por sinal, elogiou, já estava completamente excitada com os seus beijos. Quando mandou que eu me virasse de costas, sabia que ele iria gostar, pois adora a minha bundinha, rsrsrsrs.
Em seguida fui para o banho, ele ficou ali, o tempo todo observando. Năo comentou quase nada, somente observou que eu lavasse muito bem a buceta, pois ele estava ansioso para fazer a inspeçăo. Logo que sai do banho Dom Grisalho ordenou que eu me deitasse na cama com os braços e pernas bem abertos, pois iria verificar a minha depilaçăo. Aproximou-se com a pinça em punho. Olhou detalhadamente, năo encontrou nada, nenhum pelinho sequer, caprichei muito. Se existe uma coisa que meu Dono detesta săo pęlos. Parabenizou-me, mas percebi pela sua expressăo que ele queria muito ter usado a pinça. A técnica utilizada na inspeçăo era muito excitante, afinal, enquanto procurava algum pęlo, meu Senhor aproveitava para acariciar minha buceta, que nessa altura, continuava todinha molhada. Sabia que meu primeiro castigo estava por vir, dessa vez seriam tręs. Confesso que no último męs havia sido uma cadela desobediente e rebelde, estava, de fato merecendo e, por isso, quando ele ordenou que eu me deitasse sobre seu colo com o bumbum para cima năo hesitei. Confesso que adoro o spanking do meu Senhor, e quando ele começou a bater, o tesăo que já estava alto, deu um salto.
Inicialmente, meu Dono me daria 15 palmadas. As primeiras serviram para aquecer meu bumbum, porém, lá pela metade das quinze, a freqüęncia da pancada começou a me fazer sentir dor, eu arfava enquanto contava, e uma vez ou outra, errava a contagem, aumentando assim, o número de pancadas. Quanto mais doía, mais excitada eu ficava, e minha buceta já estava completamente molhada. Dom Grisalho, percebendo isso, fez com que eu ficasse de quatro, acariciou minha bunda, sentiu o calor advindo das palmadas, em seguida, sem dó, pegou um chinelo, bateu mais um pouco. O local a essa altura, já estava totalmente dolorido, e quando eu pensei que já estivesse acabando, ele pegou um cinto de couro, se aproximou, dando a primeira cintada. Gemi de dor, mas mantive a contagem. Mais uma - duas... Năo suportei e gritei. Nesse momento de forma irritadiça, meu Dono falou: NĂO QUERO OUVIR MAIS NENHUM RUIDO, ENGOLE A DOR CADELA!!! Se gemer ou gritar vai apanhar cada vez mais, ENTENDEU? Imediatamente, respondi: Sim Senhor, entendi... Depois disso ele bateu mais algumas vezes, sentia o couro do cinto machucando minha carne, mesmo a dor sendo grande, mantive o silęncio, pois sabia que se năo o obedecesse, o spanking năo acabaria tăo cedo. Ao final, quando olhei minha bunda e vi as marcas deixadas pelo meu Senhor, quase gozei. As marcas das măos e do cinto se misturavam, fazendo um lindo desenho. Depois disso, ele ordenou que eu me deitasse e esperasse de bruços sobre a cama. Foi até a mesa e pegou lá um chicote. Quando percebi as intençőes dele tremi, năo sabia o que fazer, afinal, já havia negociado que eu ainda năo estava preparada para receber os castigos provenientes de chicote.
Timidamente, quando ele se aproximou da cama perguntei: O que vai fazer com isso, Senhor? E ele, com um sorriso sarcástico respondeu: NĂO SABE O QUE EU VOU FAZER CADELA BURRA? Na mesma hora, lembrei das tolices que eu havia feito alguns dias atrás, de como tentara enganar meu Dono em năo dar-lhe a atençăo que sou devedora a Ele. Lembrando disso gelei e decidi que agüentaria qualquer coisa para me redimir perante meu Senhor. Ele ordenou que eu enfiasse o rosto no travesseiro e que năo emitisse um ruído sequer. Mesmo tomada pelo pânico obedeci, senti uma lágrima de medo molhar o travesseiro. Năo permiti que ele visse, afinal, năo queria parecer uma cadela medrosa. Ele estava me deixando maluca, meus dedos já estavam perdendo a circulaçăo de tanto que eu apertava o travesseiro, esperando a primeira chicotada, que ao final, năo veio. Ele estava apenas testando minha submissăo e até onde eu seria capaz de ir para satisfazę-lo. Agradeci por ter me comportado de acordo com as expectativas dele, pois sempre era recompensada de acordo. Meu Senhor é muito rígido, mas extremamente justo - o que faz com que eu o ame cada vez mais.
Depois de ter me beijado e acariciado, o semblante dele se transformou, senti que o primeiro castigo estava por vir, por isso, obedeci imediatamente quando ele ordenou que eu me encostasse-se a uma parede do quarto. E enquanto eu aguardava, ele começou a distribuir alguns prendedores sobre a cama. Pegou alguns deles e se aproximou. Depois disso começou a me lembrar todas as burradas que eu havia feito, de como eu era uma cadela vadia e de como merecia o castigo, ao passo que eu servilmente concordava com tudo. Senti o primeiro prendedor no lado direito do meu seio direito. Ele foi distribuindo calmamente os prendedores pelos meus seios. Enquanto os colocava ia falando, me lembrando da minha condiçăo de escrava e cadela. Deixou para o final os mamilos. Nesse momento, a dor já era intensa, tinha dez prendedores pendurados pelos meus seios. Enquanto eu ficava ali, parada, com os braços para trás, já suando frio devido ŕ dor, meu Senhor andava pelo quarto, voltou com mais um prendedor na măo, apenas um. Quando ele ordenou que eu colocasse a língua para fora năo acreditei, aquilo além de dolorido era muito humilhante. Ele, percebendo minha hesitaçăo falou: ANDA bianca!!! COLOCA LOGO ESSA LÍNGUA PARA FORA!!! Finalizou dizendo, com um riso no olhar: Năo vai doer nada, vocę vai ver... Imediatamente coloquei a língua para fora para receber o prendedor. Ŕ medida que o tempo ia passando o desconforto aumentava. O dia estava relativamente frio, e eu năo agüentava mais ficar ali, nua, com aqueles prendedores pelo corpo. Ele se afastou de mim e quando voltou, trazia nas măos um gancho, desses utilizados em açougues, confesso que me assustei. O quę será que ele faria com aquilo? Logo fiquei sabendo. Ele introduziu um aponta do gancho na argola de minha coleira, e com a outra saiu a me puxar pelo quarto. Maldosamente ria e perguntava: Năo queria passear com seu Dono Cadela? Imediatamente eu respondi: Sim, Senhor queria muito. ENTĂO ANDA CADELA!!!! E conforme eu ia andando, ele ia puxando o gancho para cima, me fazendo andar na ponta dos pés. Ele debochava da minha situaçăo e perguntava ironicamente: Por que está andando na ponta dos pés bianca? ANDE DIREITO SUA PUTA!!!! Mesmo com medo de ser ferida pelo gancho, voltava a colar os pés no chăo, para em seguida, ter que levantá-los novamente. Demos mais algumas voltas pelo quarto, até que ele resolveu me conduzir novamente ŕ parede. Assim que eu fiquei novamente na posiçăo de pernas abertas com os braços cruzados nas costas ele começou a retirar os prendedores, năo os apertava para retirar, apenas puxava. A dor era insuportável, principalmente quando o sangue voltava a circular pelo local.
Retirou todos, exceto o dos mamilos. Toda aquela situaçăo havia me deixado extremamente excitada. A humilhaçăo aliada ŕ dor fez com que eu gozasse ao simples toque dos dedos do meu Dono, que só queria testar a minha excitaçăo depois do castigo. Embora eu tivesse acabado de gozar, ainda estava muito excitada, por isso, quando o meu Senhor ordenou que eu voltasse para a cama e que ficasse de joelhos sobre a mesma com os braços para trás, seria capaz de fazer qualquer coisa. Por isso, quando ele veio com as cordas me mantive quieta. Ele amarrou meus pulsos e tornozelos, me deixando imobilizada com a bunda para cima. Nessa posiçăo meu Dono explorou meu corpo, tocou minha buceta, minha bunda, meu cuzinho... Eu já năo agüentava mais de tesăo, queria sentir seu pau dentro de mim, na minha boca, mas ele năo permitiu. De vez enquanto ele dizia alguma coisa, como: viu Bianca, minha cadelinha, viu como vocę é vadia? E esfregava mais minha buceta. Tá sentindo como a tua buceta fica molhada quando te amarro e humilho? Ao passo que eu respondia: Sim, Senhor... Sou muito puta, muito vadia mesmo... Quando eu já havia esquecido o desconforto das cordas e estava totalmente melada, ele puxou os prendedores dos mamilos, a dor foi fascinante, me fazendo gozar na mesma hora. Nesse momento, eu sinceramente achei que ele iria me comer, afinal, eu já havia gozado duas vezes e continuava louca de tesăo, ele também deveria estar sentindo o mesmo, porém, năo foi isso que aconteceu, eu teria que esperar um pouco mais pelo seu pau. Depois de me desamarrar, Ele me conduziu até uma cadeira de madeira. Mandou que eu me deitasse, dizendo que agora me aplicaria o segundo castigo. O fato de eu năo saber o que estaria por vir me deixou nervosa novamente, porém, ele logo me esclareceu o que aconteceria. Eu sentiria a cera quente da vela na minha pele. Antes de me vendar, meu Dono, bastante diligente me explicou que eu năo corria risco de queimaduras, que năo precisava me preocupar, enfim, quando ele terminou de me vendar, eu já estava completamente excitada outra vez. Logo nos primeiros pingos, descobri que aquilo passaria a ser um dos meus maiores fetiches, conforme ele ia pingando o meu tesăo ia aumentando e eu confesso, năo acreditei quando gozei, uma vez mais, apenas sentindo o toque do meu Dono aliado ŕ cera quente.
Dom Grisalho, vendo minha excitaçăo também năo se conteve, e eu exultei por dentro quando senti que ele dava seu pau excitado para mim, sua cadelinha vendada mamar. Deliciei-me passando a língua, lambendo, chupando aquele pau que tanta saudade me dava. Depois de ter pingado a cera por todo meu peito e abdômen, ele fez com que eu me virasse de costas, ficando de quatro para que pudesse pingar nas minhas costas e bumbum. Agora a sensaçăo era diferente e eu comecei a dar sinais de desconforto, pois o calor da cera parecia querer queimar meu traseiro bastante sensível devido ao spanking. Meu Dono năo admitiu minhas queixas, fazendo com que eu me calasse na hora. A queimaçăo provocada pela vela me enlouquecia, por isso, quando o senti me penetrando, năo resisti, gozei nas primeiras estocadas. Depois disso, meu Senhor me usou e muito, de todas as formas. Entre uma metida e outra, me colocava de quatro e me fazia arregaçar a buceta e a bunda, nessas horas, além de me lamber e me foder com os dedos, também forçava meu cuzinho deliciosamente, como a prepará-lo para o que viria depois. Chupou-me inteirinha, com sua língua sedenta esfregava minha buceta e ia em direçăo ao meu cuzinho. Assim meu Dono me comeu, e entre uma metida e outra, colocava seu pau duro, explodindo de tesăo na minha boca. Adoro a forma como ele fode minha boca, me deixando passar a língua pela cabeça, descendo de cima abaixo, primeiro vagarosamente, depois com força. Como que querendo me castigar, entre uma chupada e outra, ele metia o pau bem lá dentro da minha garganta, me fazendo engolir até o talo. Fez isso várias vezes, até que as lágrimas escorressem e que meu rosto estivesse completamente avermelhado. Quando percebia que eu estava sem ar ou engasgando tirava o pau todo babado e batia no meu rosto, para logo em seguida meter na minha buceta novamente, gozei duas vezes dessa forma e já năo agüentava mais ŕ vontade de sentir o gosto da sua porra. Queria muito que ele gozasse na minha boca. Como que lendo meus pensamentos, ele me tirou da cama com força, me fez ficar de joelhos no chăo para que eu pudesse voltar ao boquete. Depois de algum tempo ele afastou minha cabeça, fazendo com que eu me inclinasse, minha bunda estava bem empinada, e meu rosto quase alcançava o chăo. Comigo nessa posiçăo, com um dedo enterrado no meu cuzinho, enquanto eu beijava seus pés, meu Dono gozou, gozou muito. Quando o orgasmo veio, fez com que eu levantasse minha cabeça, para entăo, poder derramar todo o seu leite na minha cara de vadia.
Após esse momento me senti recompensada, feliz por saber que eu, uma mera escrava, brinquedinho do meu Senhor, podia dar-lhe tanto prazer. Depois de ter gozado ele pediu que eu ficasse imóvel por alguns instantes, pois ele iria fotografar meu rosto banhado de porra. Depois disso, tomamos um demorado banho de banheira, tomamos um vinho, conversamos algumas amenidades, enfim, matamos a saudade que tínhamos um do outro. Em alguns momentos sentia certa tristeza, pois sabia que o nosso tempo estava se esgotando, tínhamos poucas horas mais para ficarmos juntos. A nossa química era perfeita e depois de algum tempo ali, conversando e trocando caricias, voltamos a nos excitar. Dono ordenou que eu me sentasse na beirada da banheira, de pernas bem abertas. Assim, comigo ali, toda arregaçada, ele começou uma deliciosa siririca, esfregava minha buceta com maestria, me chamando de putinha safada, me deixando novamente molhada, porém, năo continuou por muito tempo, ordenou que eu continuasse, que deixasse ela bem molhada, pois meu terceiro castigo estava por vir. Fiquei ali, um pouco constrangida me masturbando para o meu Dono, que dentro da banheira, me observava avidamente.
Antes que eu pudesse gozar, saímos da banheira. Secamos-nos e voltamos para o quarto. Já no quarto Ele olhou fixamente para mim dizendo: tenho certeza que nunca mais irá esquecer sua coleira... Meu estômago gelou. Aquela altura, eu nem me lembrava mais que năo estava portando minha coleira. Sem que eu pudesse argumentar, fez com que eu me encaminhasse para a cama e amarrou minhas măos nas costas, colocou uma ballgag na minha boca e fez com que eu inclinasse o corpo para frente, até encostar o rosto no travesseiro. Comigo nessa posiçăo, começou a explorar meu corpo, mais especificamente meu rabinho. Lubrificando-o com KY, entremeando carinhos na xana com tapas na bunda. Quando percebi que aquilo năo permitia que eu engolisse a saliva e que, portanto em pouco tempo eu estaria babando, me senti extremamente excitada. Uma vez mais percebi que as situaçőes em que ele me colocava em posiçăo humilhante mexiam comigo. Meu Dono estava decidido, como castigo por eu ter esquecido minha coleira, iria me enrabar até eu năo agüentar mais, e ainda, para completar, eu năo iria poder me mexer nem gritar. O Senhor de mim sabe o quanto sou sensível para sexo anal, pois năo é algo que eu pratique com freqüęncia, mas a forma como ele estava acariciando meu rabinho e a baba escorrendo da minha boca, estavam me deixando cheia de tesăo. Ele sentiu com os dedos minha buceta molhada, e entăo năo esperou mais. Meu senhor ordenou que eu empinasse mais minha bunda, lambuzou mais um pouco meu cuzinho com o gel, enfiou um dedo e brincou um pouquinho ali, em seguida colocou seu cacete na minha bucetinha e brincou mais um pouquinho. Foi entăo que ele colocou devagarzinho no meu rabinho, comecei a rebolar enquanto ele me batia nas nádegas e me chamava de vadia, cadela, vagabunda. Ele batia pra valer, doía muito, e eu resmungava cada vez mais. Foi introduzindo aos poucos o seu caralho duro no meu rabo. Apesar de eu estar muito excitada e meu cu totalmente lubrificado, gemi de dor. Ŕ medida que ele ia metendo, a dor ia aumentando, e quanto mais eu gemia e tentava gritar, mais a baba escorria da minha boca, molhando completamente os lençóis. O tesăo dele também foi crescendo, e toda vez que eu tentava levantar a cabeça, ele a enfiava novamente no travesseiro. Em alguns momentos pensei que iria sufocar, mas ele estava sempre atento, deixando que eu levantasse a cabeça nesses momentos. Nesse ponto, ele tirou todo o pau do meu cu, e perguntava: - Vai esquecer de novo a Coleira sua Puta? Eu tentava responder, mas a ballgag em minha boca năo deixava, entăo ele metia sem dó todo seu caralho explodindo de tăo duro até o fundo do meu cu e tirava todo em seguida, e voltava a perguntar:- Vai esquecer a coleira que eu te dei Bianca safada, Vagabunda Boqueteira?...E tornava a socar o cacete inteiro no meu rabo. A essa altura, ele já estava socando meu cu com a toda a força, e aquela dor que eu senti no começo se transformou em um tesăo intenso, gostaria de estar com a boca livre para pedir que ele metesse mais, até o fundo, que me fizesse gozar gostoso com o pau enfiado no rabo. Enquanto ele apertava com força meu quadril e batia na minha bunda eu mexia gostosamente, aumentando o ritmo ao passo que o orgasmo se aproximava. Năo demorou e eu gozei mais uma vez loucamente, como uma cadela ensandecida. Quase chorei, pois o sufocamento da gag e a força de seu pau dentro de mim aliada ao orgasmo me tiraram as forças. Logo em seguida e urrando de prazer ele também gozou! Cuidadosamente ele retirou o pau ainda duro do meu ânus, me desamarrou e retirou a gag da minha boca. Sorriu ao ver o lençol lambuzado com a minha saliva...
Depois disso ficamos exaustos e meu Senhor decidiu que precisávamos descansar um pouco, tomamos um banho e nos deitamos, afinal dali a poucas horas teria que partir, deixando tudo aquilo para trás. Ficamos em silęncio por alguns instantes, ele pediu que eu me deitasse no seu braço. Nesse momento, apesar d’Ele nunca falar a cerca de sentimentos senti que nutria além do desejo de dominaçăo, carinho por mim... Ficamos ali, aproximadamente uma hora, falamos amenidades e ressonamos. Antes que eu partisse Dono me amou novamente, gozamos juntos dessa vez, fechando com chave-de-ouro nosso encontro perfeito.
Assim foi durante dois dias intensos, fui usada, abusada pelo meu DOM GRISALHO. Tudo que podíamos fazer, fizemos, eu completamente feliz, pois servi o melhor homem que conheci em toda minha vida. Precisávamos voltar para o mundo real, nos últimos instantes juntos, antes de partir, era necessário comer algo. Ele decidiu que faríamos isso na rua. Ele me levou e me alimentou. Durante a refeiçăo, trocávamos olhares furtivos e cúmplices um para o outro. Quando acabamos, meu coraçăo começou a apertar, năo permiti que ele percebesse. Tinha vontade de lhe dizer muitas coisas, principalmente como a nossa relaçăo estava mudando a minha vida, os meus conceitos e os meus sentimentos. Achei melhor calar, talvez um dia encontrasse a forma e o momento adequado de falar estas coisas ao meu Senhor, afinal, isso năo era o mais importante, o mais importante, para mim agora, é continuar servindo meu Dono e Senhor, sendo sua escrava e satisfazendo o seu menor desejo. Foi pensando nessas coisas que cheguei ao aeroporto, nos despedimos com um beijo demorado e a certeza de que outros encontros aconteceriam.
Partiu, fiquei cheia de saudade, já sabendo não nos veríamos tão cedo, mas com uma sensação de gratidão no coração. Acredito, ser esse o melhor momento na vida de uma cadela, quando ela percebe que mesmo o Dono não segurando a guia ela não quer ir a lugar algum onde ele não esteja, por isso, me sentindo uma cadela perdida, fiquei com enorme pesar, afinal para onde quer que eu estivesse voltando, meu Dono não estaria lá para me guiar...
Este Conto é Real, espero que tenham gostado. Vivido por bianca, serva de DOM GRISALHO.
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Se desejar receber outros contos de autoria de meu DONO, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficará satisfeito por poder mostrar-lhe seus trabalhos.

 

Enrugadinho

Foi no finalzinho da tarde desta segunda-feira fria em Curitiba, quando já estava até cansada, pois alguns clientes vieram brincar comigo e eu, havia feito de tudo um pouco... Mas aí recebi uma ligação de alguém que gostaria de vir me conhecer. Decidi então atendê-lo ... Depois de acertamos os detalhes fiquei a esperá-lo. Ele demorou um pouco porque se perdeu aqui por perto e com o congestionamento normal neste horário, achei até que não viria mais. Mas ele veio. Gostei dele de cara e, acho que ele gostou de mim. Como estava limpinho e cheiroso, não precisou daquele meu banho especial e então já pulamos pra cama. Cama quentinha devidamente aquecida pelo lençol térmico. Que delícia de calorzinho, mas ele estava mais quente que o lençol... Deitou-se de barriga pra cima, olhou pra mim e ficou esperando pelo meu ataque... Meio tímido disse que havia tido apenas uma experiência e não sabia como proceder agora. Nem o deixei se explicar muito e deitei-me sobre ele. Comecei roçar meu corpo no dele que logo se acendeu ainda mais... Encostei meus lábios nos seus, mas fiquei mais na insinuação do que num beijo propriamente ardente. Senti que ele estava pronto. Coloquei camisinha no meu pau e disse pra ele chupar meu pirulito. Ele meio sem jeito logo estava chupando super bem. Fiz o mesmo no pau dele e poucos minutinhos depois estávamos fazendo um 69 de pirulitos, rs...

Pra ficar ainda melhor, pedi pra que ele deitasse de barriga pra baixo pois eu gostaria de fazer uma massagem bem safadinha nas suas costas e ... Ele virou-se e ficou bem do jeitinho que eu gosto para poder deitar-me em cima e esfregar-me nele feito uma 'cobrinha nas areias do deserto'... Deitada sobre ele encostei mi nha línguinha na sua orelhinha e mordi bem de leve, depois passei-a pela seu ombro, nuca e pescocinho. Senti que ele estava arrepiado e gostando dos meus carinhos ousados. Mais ousada ainda fui, quando desci minha linguinha pelas suas costas e parei em frente a sua linda bunda. Aliás, que bunda perfeita! Bem, daquelas que adoro, que adoro ficar comendo com o olhar... Mas, nessa não fiquei apenas olhando. Com as mãos abri suas nádegas e com a pontinha da língua encapadinha fiz carinhos de leve ao redor do anelzinho rosado, para depois entrar um pouquinho. Fiquei excitadíssima e louca pra devorá-lo. Debrucei-me sobre ele e perguntei se poderia colocar a cabecinha do meu pau no seu buraquinho. Ele titubeou um pouco, mas deixou, desde que eu fosse bem carinhosa, pois ele achou meu pau um pouco grosso... Com jeitinho lambuzei bem com lubrificante e brinquei com o dedinho, pondo e tirando bem devagarinho. Realmente meu pau estava muito duro, culpa dele que me me encheu de tesão. Com a cabecinha encostada no seu buraquinho, não forcei, deixei apenas que deslizasse naturalmente. Deliciosamente deslizou pra dentro um pouquinho. Parei porque ele disse que estava doendo. Tirei, brinquei de novo e insisti mais um pouquinho e, mais um pouquinho depois eu estava pondo e tirando...

Depois de me divertir comendo seu rabinho, quis deixá-lo provar o meu também. Queria agora aquela gostosura que era seu pau para meu guloso cuzinho saborear cm por cm. Lubrifiquei-me bem, fiquei em pé sobre ele e me abaixei bem devagarinho até que senti que seu pau estava todinho dentro de mim. Apenas fiquei no movimento de sobe e desce, aproveitando para fazer uma ginástica para as pernas e também para o anelzinho. Ele adorou. Quando cansei, pois esta posição é só pra atleta mesmo... Acho que sou uma... Uma atleta sexual... Assim disseram os muitos que me ajudaram no exercício. Entao fiquei de quatro na cama e ele veio por trás, me agarrou na cint ura e meteu com gosto. Por incrível que pareça, já estávamos até suando, apesar do frio lá de fora... Aí saímos da cama, ficamos frente a frente e nos masturbamos, envolvidos numa consumição de ansiedade e volúpia... Que delícia! Que vontade de gozar! Mas segurei... Fiquei de quatro na beiradinha da cama e ele veio por trás de novo e ficamos nos vendo pelo espelho. Quando ele cansou, pedi pra que deitasse na cama de novo.  Rapidamente sentei em cima, mas agora melhor posicionada, para não cansar minhas pernas. Quase gozei de tanto prazer...

Como era sua primeira vez, pensei em fazer-lhe gozar de um modo que ainda não conhecia. Afinal gozar comendo ele experimenta todo dia, mesmo que não seja meu cuzinho, claro. Mas, enfim vocês entenderam o que eu quis dizer, não é? Deitei-me na cama com o pau duríssimo e ele sentou em cima de mim. Ficamos brincando um pouco. Pedi então pra que ele se masturbasse e gozasse na minha barriga... Assim ele fez e teve um orgasmo perfeito com muito leitinho condensado sobre mim... Ele me olhou com uma carinha deliciosa e disse que tinha sido ótimo. Eu concordei com ele pois só eu sei muito bem como é gozar assim, pois por pouco eu não havia gozado em cima dele, mas preferi que ele tivesse esse gostinho desta vez... E foi sua primeira vez assim... Depois conversamos um pouco e lhe dei um apelido: enrugadinho... Apelido engraçadinho né? Mas como é de praxe, quando dou um apelido, só eu e a pessoa sabemos os detalhes... Neste caso, só eu e ele sabemos que rugas são essas, que resultaram no 'enrugadinho', he he he...

 

Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

http://drikka.com.br

Experimentando uma DP

Já vi muitos filmes sobre dupla penetração e, na mulher acho bem prático, um no rabo, outro na boceta, normal dentro da possibilidade de quando se quer uma dupla penetração, pra ficar bem claro. Naturalmente, que já vi mulheres, homens e travestis levando dois paus no rabo. Tenho por exemplo um cliente que chamo de "Alice", um mega safadinho que coloca até dois consolos enormes no seu... Mas, sinceramente nunca senti vontade de experimentar a tal da dp. Uma tarde porém, estava com um cliente que adora inovar e por incrível que pareça, um bebê, digo isso porque ele tem 21 anos, uma graça, corpinho delineado, pele lisinha, uma delícia, mas é taradinho demais, eu o chamo de Marcelo. Quando ele me liga, pede já se t em como eu encontrar um outro cliente, que seja de preferência passivo para brincar conosco. E, olha que isso é raro, geralmente tenho clientes que gostam de outros, mas são de preferência passivo... Então no nosso último encontro, liguei para um cliente que já conheço e é bem safado também, que adora todo o tipo de sacanagens.

Douglas é nome desse outro safadinho... Logo estávamos os três brincando aqui n a minha cama. 'Mar'celo, totalmente ativo, mas adora comer um cuzinho de homem, peludo ou não, diz ele que já comeu por aí... 'Dou'glas, bem flex, o que vier ele topa e, adora levar no rabo... Então, tudo devidamente explicado, vamos à transa! Dou, que é bem safadinho já caiu de boca na pica do Mar... Eu então, chupei a do Dou... Que festa! Logo depois, Mar, quis me ver comendo o rabinho de Dou. Foi uma delícia. Mar ficou em pé, ao lado da cama se masturbando e se deliciando com a cena... Eu estava comendo o rabo do safado do Dou... Mar a té vinha e colocava o pau bem duro na boca de Dou, que estava de quatro na cama dando o cuzinho pra mim. Mar, insáciavel que é, quis que mudássemos, agora ele queria ver o Dou me comendo. Deitei de franguinha assada, pus um travesseiro sob minhas costas e fiquei pronta. Dou, que tem um pau respeitável, colocou tudo em mim. Meteu deliciosamente, mas ainda dando umas chupadas na pica do Mar, que continuava com sua pica bem dura e louca por nossas bocas, mas a boca do Dou, era mais gulosa, pouco sobrava pra mim .Eu sóassistindo tudo por baixo, claro e, levando no rabo... Humm, como estava gostoso!  E a suruba continuou... Logo depois, eu estava sentada na pica do Mar. Até tentei passar a mão no rabinho dele, mas ele tirou e não deixou mais eu brincar ali, zona proibida, rs... Então, tá... Eu chupava o pau de Dou que estava em pé na minha frente. Dou, todo nervoso, putinho que é, não via a hora de sentir a pica do Mar, no rabo dele.

Não deu outra, a lguns minutinhos depois, o safado estava gemendo de frango assado, dando gostoso o cuzinho para o Mar, que tocava uma punhetinha para Dou. Eu de ladinho, estava excitadíssima vendo dois homens gostosos transando na minha cama. Até que veio de Mar, a idéia da dupla penetração em mim. Ah, então tá, vamos ver se dá certo, a princípio eu nem imaginava que seria enrabada por dois paus. Dou, que tinha o pau maior ficou deitado na cama e eu sentei em cima, depois de passar bastante lubrificante. Então, Mar veio por trás. Com jeitinho, me debrucei sobre Dou e fiquei numa posição que Mar conseguisse chegar por trás e penetrar também. Aaaaaii, não gostei, acho que meu cuzinho rasgou na hora... Eles meteram acho que um minutinho, não mais e eu pedi pra que parassem... Não senti prazer. Eu não tenho boa elasticidade. Senti que o rabinho ficou machucado mesmo... Mas, tudo bem, pelo menos sei o que é uma dupla penetração no cuzinho. Saí da posição e o Mar ergueu as pernas de Dou e o comeu bem gostoso. Dou gozou se masturbando, mas depois fez caras e bocas e aguentou Mar ficar bombando até gozar dentro do seu rabo, claro que com camisinha. Fiquei alguns dias com o rabinho esfolado, lembrando da experiência. Não prometo que não faça, mas se depender de minha vontade, nunca mais.

Não tenho um rabo elástico como de Alice, Brenda e outros safadinhos que vem por aqui...

Boneca Drikka

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Eu, ele e o “ outro “

Quem disse que para fazer sexo a três é preciso estar solteira? Pois é, namoro e simplesmente realizei o desejo de sentir prazer mútuo.E não trair!Meu namorado, muito compreensivo,mostrou-se disposto a colaborar comigo presenteando-me com “outro”...
  Bom, eu faço o tipo “ vadia oculta”. Sou a típica dama na rua,contudo,na cama...torno-me uma verdadeira cadela no cio.
            Eu e o Ricardo ( nome fictício) decidimos chamar um “coleguinha” para nos dar mais emoção...Ele não imaginava o quanto isso me excitava...
 Fomos a um Motel,e lá estava o “outro” ( é dessa forma que irei me referir ao tal “coleguinha”),nos esperando. Eu estava adorando a idéia! Assim que entramos no quarto,deixei uma listinha de aperitivos com o Douglas,para que ele providenciasse tudo enquanto eu iria cuidar da minha produção. Fiz uma produção daquelas! Sim...Aliás, não é todo dia que seria devorada por dois “paus” deliciosos. Fiz uma maquiagem ousada,molhei o corpo e me vestir à caráter...
            Assim que saí do banheiro,notei como meu homem me olhava...Notei também que tudo o que eu tinha pedido já estava ao meu dispor,até o “outro”...E para minha sorte,ele se encontrava na cadeira ao lado do Douglas. Aproveitei a situação para provocar meu homem...Caminhei em sua direção e fiz questão de sentar em cima do”‘ outro”. Pedir a meu homem,dessa vez, que tirasse do meu pescoço uma correntinha religiosa,no qual eu possuía alegando que esta, não se adequava ao ambiente.
 Enquanto ele tirava, lhe pedir para que nada falasse nem fizesse a não ser o que eu lhe pedisse. Ele apenas afirmou com a cabeça. Mandei ir ao chuveiro e voltar completamente molhado...Muito obediente,meu namoradinho vem para mim todo molhado. Apontei para a cama, ele olha , e lá estava o “outro” ,pedir para que o tirasse de lá,pois a cama ,naquele momento,seria só nossa. Enfim,o  “outro”  encontrava-se na cadeira, e aquele que realmente é meu,ocupava seu lugar na cama. Peguei uma garrafa de vinho branco e levei à boca,enquanto bebia,deixava escorrê-lo sobre meu corpo...Eu realmente estava embriagada por inteira...
            Confesso que já estava ardendo de tesão.Meu desejo,no momento,era “cair de boca”  no pau delicioso do meu namorado,ali na cama,a implorar por mim. Resisti,peguei uma vela erótica(já se encontrava acesa,e a medida que derretia  formava um liquido um pouco aquecido,muito útil para massagem).Peguei a vela,ainda em chamas e pinguei gota a gota sobre o corpo do meu homem.Massageei as partes mais vulneráveis...Sentir o enlaçar de suas mãos em meus cabelos,conduzindo-me até seu pau fazendo-me o deliciar... Embalada com seus gemidos, o possuía cada vez mais.
             Enquanto o chupava, o “outro” surgia em meus pensamentos...Possuída de tesão,implorei ao meu amor que fosse buscá-lo,ansiava ser fodida pelo “ outro” enquanto fazia meu namorado delirar de tesão.
            Assim aconteceu...Não me contentando,debrucei-me de costas sobre o corpo quente e suado do meu homem e o informei que naquele momento ele tomaria posse apenas do meu bumbum,pois minha bocetinha gostosa, que ele sempre possuira,seria prioridade do  “outro”.
Chegar ao  “ápice” nunca foi tão difícil e tão prazeroso...Eu sorria e chorava entre profundos gemidos e suspiros .Confesso que foi um dos meus melhores orgasmos. Quanto ao  “outro”,deixamos lá! Afinal de contas, o “ outro” foi passageiro...
Enfim, nenhum consolo de silicone será capaz de me proporcionar orgasmos como a língua,o dedo,e o pau maravilhoso do meu homem.

Elzinha, a ameaça...

Estávamos em uma festa de comemoração da fira.
Algo por termos alcançado os maiores níveis de venda no ano.
Estavam presentes toda a chefia e todo o pessoal acompanhados de maridos ou mulheres.
Pelo grande numero de participantes fora resolvido fazer a festa em um dos galpões da firma.
O pessoal começou a chegar ai pelas 17:00 horas e agora as 20:00 creio deviam estar todos presente.
Havia uma mesa farta cheia de comidinhas gostosas. Fora se fazia-se um churrasco.
Havia também vários tipos de bebida.
Elzinha minha mulher estava encantada, pois tinha encontrado muitas de suas conhecidas e conhecidos.
Ela estava super bem vestida. Com um mini vestido de seda negra que alem de curto, muito mesmo. Tinha enorme decote.
Por ser bem justo, o vestido mostrava todas suas curvas.
Ela é muito graciosa e de largo sorriso.
O pessoal dançava e se divertia a valer.
Vez ou outra eu podia vê-la dançando sempre com Carlão. Um grande amigo meu e companheiro do time de vendas.
A esposa dele, não era muito chegada em dança. Assim estava sentada com mais algumas conhecidas.
Na firma sempre se comentava que Carlão era muito chegado em transar a mulher do próximo.
O que me era difícil acreditar, pois éramos amigos já há tantos anos.
E ele jamais falou em aventuras suas.
Saiamos juntos com nossas mulheres. Torcíamos para o mesmo time e sempre que possível viajávamos juntos nos feriados ou nas férias.
Elzinha gostava muito dele. E sempre repetia isso.
Tanto Carlão como Elzinha gostavam das viagens que fazíamos para a praia.
Os dois nadavam bem e se divertiam muito.
Eu e mulher dele, ficávamos na praia ou então em casa dormindo. Aproveitando as horas longe do trabalho.
Algumas horas e cervejas depois. Eu estava tonto e não via mais Elzinha.
Nisso chegou Waltinho, um outro colega, também já bem tocado dizendo:
-- Meu acorda! Vi a Elzinha e o Carlão no maior amasso lá no teu carro.
Ele nem acabou de completar a fase e eu, agora mais que desperto dei-lhe um murro que desviou e acertou seu ombro.
Eu estava cheio de raiva e gritei em alto e bom som, que Carlão era meu amigo de há muito. E Elzinha era uma mulher maravilhosa que nunca me trairia com ninguém.
Com minha reação, muitas pessoas ficaram a volta. Waltinho saiu e gritava que eu era um corno.
Estranhamente, entre as pessoas que estavam ali a volta pude ouvir algumas risadas e algumas palavras de confirmação. Isso me deixou mais que cheio de raiva e meio que tropeçando sai em direção a parte externa onde estavam nossos carros.
Lá fora estava bastante escuro. Mas consegui ir em direção a meu carro. Da forma como estava estacionado, cheguei pela parte traseira. Nisso pude ver algo que me gelou o sangue. Meu coração quase parou.
Pude ver que elzinha estava cavalgando Carlão. Como as janelas estavam abertas podia ouvir seus gritos de tesao. Também como Carlão a chamava de minha cadela, minha cadela gostosa. Minha puta safada.
De onde estava, encostado no carro eles não podiam me ver.
Nisso ouvi como ambos gritaram e gozaram juntos.
Deixei passar um tempo e fui até a janela de trás.
Nisso vi Elzinha chupando o pau de Carlão.
Entre espantado e com grande ciúmes falei:
-- O que vocês estão fazendo ai?
Elzinha como se não tivesse escutado continuou o que estava fazendo.
Carlão por sua vez, disse:
-- Sai pra lá seu corno. Te manda. Deixa eu acabar de foder tua mulher.
Ela esta um tesão hoje. Eu gosto das roupas que você compra para ela.
Vai, vai se manda.

Eu simplesmente não podia crer no que ouvia e via.
Elzinha minha esposa. Minha amada esposa, me traindo. Ainda mais com Carlão, meu maior amigo. Já de tantos anos.
E pelo que vira e ouvira, isso já acontecia há muito tempo.
Eu estava desconsolado.
Aturdido.
Não sabia o que fazer. Não sabia o que dizer.
Sentia que minha vida desmoronava toda ali, no estacionamento.
Ouvindo os gemidos de minha mulher chupando o pau de meu amigo.
E os gritos do Carlão.

Tomei coragem e disse:
-- Elzinha, para com isso. Vem comigo. Veste teu vestido, tão linda você fica com ele.
Vem comigo meu amor.
A gente conversa lá em casa e acertamos tudo. Vem meu bem. Eu te perdo-o.
Carlão teve um ataque de risos que acabou em um ataque de tosse.
Nisso Elzinha disse:
-- Meu corno me deixa em paz.
Não quero nem necessito de teu perdão.
Eu quero é o pau do Carlão. Quero que ele me coma todo dia, toda hora.
Como já fazem anos.
Se você ficar quietinho, ficar bonzinho eu posso voltar para casa com você.
E se o Carlão deixar, eu dou uma trepada com você de vez em quando.
E ouve bem:
-- Se você não quiser, vai andando, se manda.
Vai catar coquinho seu corno.

Biscate69@aol.com

 

Aconteceu num final de semana prolongado

Ola, o que vou relatar agora aconteceu comigo em um final de semana prolongado, em que fui para um porto próximo de onde moro, mas primeiro deixe me descrever, sou moreno claro tenho 1,74 em media de altura 76 kilos, olhos e cabelos castanhos tenho 38 anos mas minha aparência de menos idade , tenho namorada e com isso não sou afeminado ao contrário sou bem discreto.

Bem tudo começou no meu antigo trabalho, aonde trabalhava-mos em equipes e como toda equipe não seria diferente a minha não ter um chefe de setor, vou chama-lo de Fabio, um senhor de 43 anos de idade casado pai de tres meninas e muito bem conservado, formamos uma equipe muito entrosada sempre estamos tomando umas no final da tarde, só que durante um tempo via que o senhor Fabio me olhava muito e sempre estava a falar comigo de sua relação com a esposa que não fazia sexo anal com ele por ele ter uma rola grande e ela tinha medo eu sempre desconversava afinal meu chefe de setor e claro para não dar o que falr na firma, mas sempre que nos conversava-mos la estava ele se queixando e sempre acabava a conversa em sexo, nunca disse minha preferência bi, e tambem nunca havia-mos tocado no assunto de sexo entre homens, até que um dia ele me chamou em sua sala, ja era fim de tarde e me mostrou um video gay que ele estava vendo e disse que confiava em mim por isso iria me confidenciar que tinha uma tara muito grande de comer um cuzinho masculino, eu me fazendo de rogado perguntei por que ele estava me mostrando aquele video e pude perceber quando ele se levantou o volume em suas calças, e assim ele me disse que no final de semana iria para o porto com a desculpa de pescar mas que queria ir era festar e estava me convidando ja que eramos tão amigos e claro não iria somente nós dois seria-mos eu ele e mais dois amigos que por ventura ja tiha conhecido, em um destes fins de tarde nos barzinhos, bem eu não gosto de pescar logo disse mas como iria sem pagar nada e poderia aporveitar e quem sabe até tomar corajem e me revelar para aquele homem disse que tudo bem, mas que teria que arrumar uma boa desculpa para dar a minha namorada, pois ele ja tinha pensado em tudo.

Me ligou na sexta-feira e pediu se eu nao pderia viajar a trabalho juntamente com ele e foi bem na hora em que eu estava com minha namorada, assim não ficou nenhuma suspeita de que iria ser para outro fim. Tudo arrumado, la fomos nós em sua caminhonete. Durante a viajem não bebemos nada por respeit e cuidado com a estrada mas la chegando fomos logo tratando de arrumar as coisas na casa, uma casa de quatro quartos que ja estav limpa, depois de tudo ajeitado ja eram umas seis e meia snetamos todos na varando com a churrasqueira acesa e tomamos umas cervejas ja que estava calor demais, la tem uma pequena piscina, que estav limpa esperando a todos nós, logo que tomamos umas cervejas e ja estavamos descontridos começaram os papos o senhor Fabio logo começou a reclamar da sua situação e que foi seguida pelos seus amigos, todos reclamando do mesmo problema e me perguntavam se eu fazia sexo anal com minha namorda eu disse que sim ja que não tenho um dote tão descumunal e caimos todos na risada, ja tarde depois de uns pulos na piscina os amigos do senho Fabio foram descansar e eu e ele ficamos ali fora por mais um tempo, eu confesso que desde do dia em que vi seu volume estava cuiroso para ver o tamanho e bolei um plano, perguntei a ele se ele j tinha conversado com sua esposa sobre cremes lubrificantes, gel pomadas, ele deu uma risada safada e disse olha sei que não tem nada a ver mas vou te mostrar o por que ela não dá, e me mostrou seu cacete, um belo cacete eu tive que me conter mas depois tive a certesa de que ele ntou minha olhada, miha boaca se encheu d’gua, um pau de 22cm e grosso com uma cabeça de porte maior do que seu restante meio mole meio duro deu umas mexidas e disse para mim ta vendo o por que, eu nada disse estava anestesiado com a visão que tinha na minha frente, me controlei e falei é..... não da mesmo, ri e falei que iria dormir ou pelo menos tentar dormir, entrei tomei uma ducha e quando sai do banho ele entrou so de toalha para tomar uma ducha também, disse boa noite e fui me deitar mas a visão que eu tivera a pouco não me sai da cabeça, em atormentava eu me iamginava com aquele pau na boca sugando cada cm, eu estava de pau duro e como só durmo de cueca meu corpo que é até de certo modo bonito ficava bem a mostra minha bunda, me liguei que não tinha levado o repelente então fui ao quarto do senhor Fabio pedir o dele emprestado até o outro dia, bati na porta sem muito barulho pois sabia que ele estava acordado el abriu eu pedi o emprestimo então ele me disse para entrar que iria na mala pegar eu fique ali so de cueca esperando e olhando auilo tudo na minha frente, ele mais uma vez notou minha exitação e até brincou dizendo que eu estava necessitado fiquei sem saber o que fazer e me disse mais ainda que eu tinha uma bela bunda disfarcei levei na brincadeira e fui pra o meu quarto, quando entrei e tranquei a porta ouvi logo em seguida umas batidinhas na porta pensei em não abrir mas o meu tesão estava me empurrando para aquilo e eu sabia que era o senhor Fabio sua brincadeira não teria sido a toa, tinha, algo diferente em seu olhar, abri a porta e la estava ele nú com uma rola dura feito pedra na mão, não disse uma unica palavra somente olhei a ele e como se dizendo sim posicionei minhas mãos naquele cacete, quando segurei ele me disse baixinho, Sabia que você gostava, notava que você ficava difrente quando falava das minhas necessidades e que por isso estavamos ali.

Eu disse mas e os seus amigos? Ele me respondeu, meus amigos estão afim também e que ele os tinha convidado por que tinha certesa de que eu seria a pessoa certa, falando com afirmação nas palavaras puxei ele ao meu encontro e ele me beijou afavelmente, que beijo gostoso um corpão bem conservado braços fortes me envolviam suas mãos percorriam cada parte do meu corpo e embora o calor que fazia eu me arrepiava todo estava me sentindo propriedade daquele homem , mas no entanto temia pelos outros odis amigos que pudessem estar ouvindo o que ele tratou de me acalmar dizendo que eles nao poderia ouvir nada estavam em quartos mas distantes do meu, e sempre me beijando e eu sempre seguando seu cacete como se fosse um brinquedo ganho de natal, logo me posicionei de joelhos e comecei a chupá-lo bem devagar aumentando o ritimo sempre mais sempre mais me deleiciei porum bom tempo com o cacete em minha boca suguei cada gotinha do liquido que saia da sua rola masnão consegui colocar toda a cabeça dentor da minha boca, qundo vi que ele suspirava feito um animal enlouquecido deitamos na cama aonde ele me beijou todo, me apertou me mordiscou e dizia que eu seria dele e que ele faria tudo com carinho, mostrou para mim o gel que ele touxe e foi em lubrificando primeiro com um dedo, depois dois, três e ficou assim me alargando, até que resolveu me penetrar, não foi facil no começo embora o gel lubrificante estivesse passado não entrava doia muito mas eu queria, ja tinha levado vara grossa mas não igual aquela que uns instantes atras estava na minha boca mas que só descobri depois o quanto era grande quando estava tentando enfial dentro de mim, deitei ele de costas na cama e me ajeitei em cima fui lentamente sentando deslizando meu cu naquela tora até que a cbeça passou doeu pensei entirar mas a dor seria insuportavel entao fiquei ali um tempo ate me acostumar logo a dor deu lugar ao prazer, prazer de estar ali com aquele homem e realizando seu desejo, ele não parava de me acariciar dizendo sempre que eu seria dele, e quando eu senti sua roal ao maximo dentro de mim comecei um sobe e desce que o levou a loucura ficamos assi por um tempo e depois trocamos aposição fiquei de quatro para receber a minha rola linda no cu, desta vez entrou com mais facilidade eu cada vez que sentia que ele retirava a sua vara de dentro de mim podia sentir o meu cu arregaçado um burado que ficava vazio, sentia um pouco de sangue também escorrendo mas não queria parar, quando vi que ele iria gozar por que foi aumentando suas estocadas que eram cadenciadas para não me machuar, pedi que ele gozasse dentro de mim, que eu confiava nele e ele disse que eu poderia sim ter essa confiança foram jatos e mais jatos saindo daquela pica dentro de mim ficamos um tempo deitado e ele dentro de mim, quando ele saiu de dentro de mim olhou para mim e disse que estava apaixonado, e que não saberia se me dividiria com seus dois amigos, o que eu fiquei com medo e confuso, pensando sera que eles ouviram, viram algo ou ja tinham algo combinado, nos beijamos e ele se foi para o quarto, eu fiquei ali com o cu arrombado e me sentindo especial, me levantei após um tempo fui ao banheiro e me lavei, voltei ao quarto e dormi, de manhã quando acordei o café estava pronto etoso estava me esperando pra juntos tomá-lo, sentei-me a mesa junto e com um misto de orgulho, vergonha e cofusão afinal de contas não sabia se tinha sido sigilo o que acontecera na noite anterior, então o senhor Fabio tratou de quebrar o gelo, e disse .... meus amgos eu tive uma noite maravlhosa em uma bela compania do nosso amigo que beija muito bem, chupa muito bem e faz amor gostoso como niguem, quase morri de vergonha os outros dois amigos me aplaudriam e disseram que ja estavam prontos para serem meus, e se levantaram e mostraram suas rolas de tamho um tanto menor mas de grossura esplendidas, bem ja que eles ja sabiam por que soube depois que eles assistiram a tudo na noite anterior não me fiz de bobo não tomei café, fui direto para a sobremesa, foi ali qe meu fim de semana havia começado eu estava no meio de três machos picudos com tesão a flor da pele, disputando minha boca com suas picas babando de tesão, eu me deliciei novamente fomos todos para a sala e posicionei no sofá para poder chupar cada uma das três rolas maravilhosas e enquanto chupava uma a uma ouvia elogios dos meus três donos, levava dedada no cu, como se recebendo um aviso, para me preparar o que nao demorou muito a acontecer logo so senho Fabio estava me enrabando gosotso enquanto eu em deliciava com as outras duas picas, começaram a se revesar atras de mim cada um com sua tara se realizando, chupava o saco de cada um deles o que elevava mais ainda o nivel de tesão, foi neste tesão elevado que me deitei de costas no sofá e pedi para fuderem minha boca também pois eu tinha vsto isso em um filme, o amigo do senhor Fabio veio retirou a camisinha e foi colocando dentro da minha boca vagarosamente para que eu me acostumasse me engasgava saia lagrimas dos meus olhos e eu sentia a cabeça chegando na minha garganta, meu unico receio era levar uma esporrada na boca ja que eu nunca havia levado, mas seria ali o dia do acontecimento, depois de muito por e tirar sua rola da minha boca e me ver com lagrimas escorrendo pelo rosto, el me disse que queria gozar segrou minha cabeça e com sua roal dentro de mim enfiou novamente na minha garganta eu fiz sinal para ele retirar mas loguinho senti um gosto diferente de tudo que ja tinha experimentado, era o gosto de um amcho dentor de mim inundou minha boca garganta rosto, os outros dois vendo aquilo nao ficaram de fora vieram e o senhor Fabio me enrabou novamente enquato seu outro amigo enfia a rola na minha ba ja toda gozada tirava e batia uma punheta o que logo o fez gozar tambem dentro de mim, eu ja estava pra la de exausto, quando vi os olhos do meu macho o senhor Fabio brilhoando dizendo meu viadinho gostoso vou te encher de porra novamente retirou a camisinha e enfiou desta vez mais fundoe jorrou seu leite dentro do meu cu.

Depois de todos no limite de nosssas exaustoes, fomos tomar um banho, e no banheiro levei ferro novamente, meu final de semana foi prolongado pois havia um feriado na terça, ficamosno porto os quatro dias e eu fui a realização dos desejos de todos, as vezes um a um as vezes todos juntos na piscina na varanda no quarto, quando voltamos para casa ainda vim mamando a rola de cada um. Ainda saimos durante um bom tempo as vezes para uma boa conversa e uma boa chupada ou as vezes para uma chupada e uma gostosa calvagada, mas o tempo se encarrrega de separar as pessoas hoje o senhor Fabio não mora mais aqui e seus dois amigos tambe m foram para outros estados, mas as lembranças estarão sempre comigo.

Quen quiser me add meu msn é: podeservcs2@hotmail.com
NandoO

 

Mell - como começou a servir a seu DONO

Rose é uma moça simples que mora com seus dois filhos. Mora em São Paulo – capital. Separada de seu marido por divergências intransponíveis, não quis saber de mais ninguém sendo esposa, eventualmente algum parceiro para bate-papos, sair a noite, etc. Apesar de ter 43 anos, tem um belo corpo, “mignon”, bem atraente e por onde passa é admirada. Tem lindos cabelos longos, que a mais a embelezam. Durante toda sua vida teve poucos namorados, alguns flertes e já pertencera virtualmente a um DOM, que não foi o que esperava dele. Ficou um pouco ressentida com este último relacionamento, Rose resolveu dar um tempo e não se interessar tão logo por homens e em especial por dominadores. Bem, era o que ela pensava que seria, vamos ao que aconteceu e que mudou a vida dela por completo.
Rose saía cedo de casa pra chegar ao trabalho, quando resolvia ir a pé, outras vezes pegava condução. Numa dessas idas ao trabalho, resolveu mudar o trajeto que fazia todos os dias, seguiu por uma rua estranha, mas tranqüila àquela hora da manhã. O trajeto que fazia não era tão ameaçador, mas a violência sabe-se que está por toda parte. Rose apressava-se sempre, andando rápido e nesse dia não percebeu que estava sendo seguida por um homem. Até que Ele puxou conversa com ela dizendo: - Oi, te admiro há muito tempo e, você mexeu comigo, tenho muito desejo em você, não se assusta, eu só quero conversar mais nada. Rose fiel aos seus princípios ficou calada por um tempo e depois falou: - Não tenho o que falar com você, me deixe em paz e apressou-se olhando no rosto do homem. Notou que era um coroão charmoso, bonito até. Chegou ao trabalho afoita e nervosa, durante todo o dia não tirava aquela cena do pensamento, a abordagem do estranho. Decidiu que não viria mais por aquela rua nas outras manhãs. Estava temerosa, mas no íntimo algo a fazia tremer, não sabia ainda entender o que acontecia, mas na realidade sentiu-se atraída, como viria, a saber, naquele mesmo dia.
Sonhou à noite com o estranho, transara com Ele, lembrando-se que fora gostoso demais e, participou também de práticas de BDSM que recordou que fez com seu ex-DONO anteriormente, mas agora completamente diferente, sentiu um prazer imenso ao contrário de antes e, acordou toda melecada, excitada ao extremo. Contrariando o que decidira na véspera, por impulso e com tesão que não sabia explicar seguiu pela mesma rua, sem ainda discernir que no fundo tinha a esperança de voltar a vê-lo, ela estava confusa. As palavras do homem não saiam do seu pensamento: “desejo você”. Assim, absorta chegou ao trabalho, e um pouco humilhada, pois não o vira e pensava muito nele. O que Rose não sabia é que Ele a observou de longe, mas não a abordou, Ele queria fazer tudo com calma e da sua maneira... Imaginou que se a interpelasse novamente com ela, ela se esquivaria e não teria mais chance.
Rose trabalhava num escritório e encontrando-se sozinha, começou a pensar no homem e a sentir-se úmida, com tesão, com vontade de se entregar a Ele; lembrou da voz dele, bem máscula falando a ela. Foi quando o seu celular tocou, despertando-a.. E do outro lado da linha, ela ouviu aquela voz, a mesma voz que a fez ficar úmida dizendo: Olá, desejo você e terei você, será minha, não adianta fugir; ela ainda argumentou como descobriu o número do meu celular? Ele: - Não importa, não vou te causar mal, só bem a você, e afinal você trabalha em repartição pública, mas não se preocupe, não irei prejudicá-la. Só quero você; continue a pensar em mim, e bata uma siririca bem gostosa pensando em mim. E EU te espero amanhã, venha mais cedo e desligou.
Rose enlouquecida e incrédula sem saber como agir, pois sua razão falava-lhe para esquecer, mas seu corpo queria seguir aquelas ordens. E o corpo venceu: Rose obedeceu a aquelas instruções, estava louca de tesão, a voz do outro lado mexeu com ela, e mais Ele sabia o que se passava no íntimo dela. Sem que outras pessoas a percebessem, correu ao banheiro e se masturbou como nunca fizera, já estava toda melecadinha, e com o dedo indicador começou um vaivém na xaninha, que estava inchada de tanto tesão por um desconhecido. Sentiu o gozo vir, e colocava os dedos na boca sugando tudo... Ficou alguns momentos nessa onda de satisfação e prazer e depois se limpou e voltou as suas atividades.
Porém, Rose não conseguia trabalhar, e muito menos raciocinar direito, estava só pensando nele, na voz e como faria na manhã seguinte, o que usar, pois sabia que seria daquele estranho a dominava. Ela queria ser dele, estava começando a descobrir. Já sabia que seguiria as ordens da forma que recebeu.
Na manhã do dia seguinte, Rose parecia hipnotizada, estava seguindo as ordens conforme lhe foi instruída. Colocou o melhor lingerie, caprichou no visual, estava linda e sexy, seguiu para o trabalho (detalhe saiu muito cedo), num horário que não era seu costume. Em certo momento ouviu o toque do celular, atendeu era Ele: - Aqui, estou aqui, bem em sua frente, ela o avistou, abaixou os olhos e, ambos seguiram para uma casa próxima. Sou DOM GRISALHO disse Ele, não se assuste porque hoje você irá conhecer o que é ter prazer, Eu tinha plena consciência que você viria, sei que ficou no cio por mim, você é minha cadelinha.
Rose ainda um pouco assustada, ouvindo aquelas frases, quis sair, mas foi impedida. Não, não pode sair, disse DOM GRISALHO. EU não a forcei a vir, você veio de livre espontânea vontade e agora terá o que quer e merece, por isso fique quieta.
Sem demorar muito DOM GRISALHO a pegou, segurou-a com força e deu-lhe um beijo suave em sua boca e o inevitável aconteceu: Rose correspondeu sem rechaçar, estava sentindo o prazer do beijo arrebatador. DOM GRISALHO admirou-a, notando o corpo todo e a elogiando, pois ela era realmente bela.
Rose ficou menos tensa, e apenas acompanhou ao seu DOM, que a levou direto para o quarto. Delicadamente a despiu quase que totalmente e a posicionou na cama só de lingerie. Rose parecia que estava nas nuvens, o corpo estava em uma espécie de transe, misto de excitação e medo, mas já sabia que pertencia àquele homem. Ele beijou seu corpo quase todo, seus seios, seu colo e foi descendo com carícias e beijos até chegar à linda bucetinha, cheirosa, chupou-a por cima da calcinha e ela se contorcia de prazer. Rose ficava a cada instante mais úmida, Ele provocava-a ainda mais, chupando-a com uma maestria que ela não conhecia com tal prazer em toda sua vida, até então.
DOM GRISALHO de forma inesperada rasgou a calcinha dela, um tanto agressivo talvez... Rose gelou, estava gostando e Ele parou. DOM GRISALHO mandou que ela ficasse quieta e com uma corda amarrou seus pulsos. Rose tentou reagir, mas recebeu um tapa vigoroso no rosto, chorando quis sair e gritar, mas Ele a silenciou, não adianta gritar, estamos a sós, e você irá gostar, nós dois sabemos que você é uma cadela vadia. A feição D’Ele mudara e de repente o homem dócil se transformara e mostrava-se autoritário e enérgico, quase cruel. Ele saiu e retornou com pedras de gelo, passou nos bicos dos seios dela, que ficaram intumescidos e na xaninha, num vaivém que ela não conhecia, derretendo o gelo diante da excitação de Rose, Ele dizia: gosta vadia de gelinho no grelo, ta gostoso, não ta? Responde: Ta, ta gostoso, delicioso, não para dizia Rose.
DOM saiu por alguns minutos, deixando-a apreensiva. Quando voltou trouxe uma vela... Rose antevendo o que iria ocorrer, gritou alto: não, por favor. Calma disse-lhe Ele, é prazeroso, relaxa que é melhor a você. E sem esperar nenhum outro comentário começou a pingar a resina no corpo de Rose, que chorava e lágrimas caindo de seus olhos.. Ele foi pingando espaçadamente nela todinha, nos seios ela se contorcia e ardia, ao contrário do que ela imaginava começou a gostar, sua xaninha estava quente, úmida. Ele lambeu mais uma vez a xaninha dela... Com estridente alívio Rose gemeu de prazer.
Ele a desamarrou, seus pulsos ficaram marcados, ante a força que ela fez para se libertar, mas DOM GRISALHO disse que o que mais queria era comer aquela buceta gostosa, que já implorava pelo pau de seu DONO. Rose ainda chorosa abriu as pernas e exigiu o que seu íntimo mais queria: o falo de seu SENHOR, quente grosso, vigoroso, ele encostou o pau no seu ninho de amor e ficou alisando, acariciando e Rose desesperada pedia:- Enfia gostoso, vai me come logo, eu quero ser sua, eu sou sua vadia, vai eu não estou agüentado, numa estocada só Ele a penetrou e bombeou muito até sentir que ia gozar, fez menção de tirar o pau mas ela pediu, goza dentro de mim, quero sentir seu gozo dentro de mim, e ambos tiveram gozaram ao mesmo tempo, sensação mútua maravilhosa.
Descansaram alguns minutos, aproveitando os momentos em seguida a uma trepada gostosa. Logo após o SENHOR disse a Rose: eu sou DOMinador e quero ser a partir de hoje o seu DONO, você será apenas minha e de mais ninguém, devendo-me plena OBEDIÊNCIA e SERVILIDADE, por isso pense bem no que vou lhe perguntar: Rose, você quer ser minha, sendo uma cadela vadia a meu dispor? Rose não pensou duas vezes e disse: sim, sim meu DONO eu sou sua, faço tudo o que o SENHOR mandar. Pois bem EU a aceito e como primeira ordem a você: de agora em diante mudaremos o seu nome, será mell, ao escrever ou pronunciar o seu novo apelido deve lembrar-me, sempre, que é um doce que quero saborear, compreendeu bem? Dependendo do seu modo de agir, receberá plenamente minha COLEIRA, desejas? Sim, meu DONO, me chamarei de mell de hoje em diante e só servirei para ser submetida por meu DONO e SENHOR: DOM GRISALHO, a quem venerarei como Ele espera de mim e poder ter a honra de ter a sua COLEIRA em meu pescoço.
Eu a quero disse o DONO, sempre a quis, mas tem que ser como eu ordenar, determinarei tudo em sua vida, inclusive seu vestuário. Se não seguir a dispensarei, não gostaria de ficar lhe lembrando, grave bem todas as instruções e ordens que lhe der. Agora se arrume que está na sua hora de ir ao seu emprego. E, amanhã a espero mais cedo que hoje, para começarmos a adestrá-la convenientemente.
mell vestiu-se e foi trabalhar sem calcinha, porque seu DONO a rasgou, mas sentindo todo o gozo entre a sua pernas, não vendo a hora de chegar a manhã seguinte e ser a cadelinha adestrada novamente por DOM GRISALHO.
mell sabe que é uma mulher com muita sorte, pois conseguiu descobrir, entre muitos, um homem que a faz ser uma completa fêmea, dando e tendo PRAZERES que nunca os tinha experimentado, fazendo tudo que seu DONO e SENHOR desejar e assim Ele não terá que procurar qualquer outra. Quer ser sua CADELA e nada reclamar ou pedir ao meu DONO, apenas existindo para satisfazê-lo.
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

A secretária

Meu nome é Giancarlo, sou branco, olhos azuis, calvo, tenho 1,70 de altura, 71 quilos.  Conforme mencionei no conto anterior (A filha do Arquiteto), houve uma deixa da secretária da firma para mim, quando da minha saída do escritório para ir ao encontro da arquiteta Tereza: o selinho com ponta de língua e a resposta dela (leiam no conto anterior) foram o suficiente para mim.

Procurei chegar ao escritório bem antes do horário, pois sabia que ia encontrar a secretária já trabalhando.  Ao chegar dei-lhe um selinho e ela se levantou de sua cadeira, indo à cozinha preparar um cafezinho para mim.  Ao receber a xícara perguntei-lhe se eu a convidasse para sair mais cedo, ela toparia sair comigo? Iríamos a um local bem discreto, e longe das vistas do pessoal do escritório.  Ela olhando em meus olhos, respondeu-me: o que achas?  Claro que sim, mas a que horas?  Então eu falei que o horário seria ela quem iria estabelecer.  E ela então respondeu que às 15 horas ela estaria defronte as Lojas Americanas na Rua Uruguaiana.  Ótimo, respondi.
Peguei minha pasta e fui à luta.

Procurei visitar os clientes que eu tinha no centro da cidade, evitando com isso, ter que ir para outro bairro, e demorar a chegar ao ponto de encontro com a secretária.  Vou chamá-la de Olga, pois este também é um nome muito usado pelas mulheres na Alemanha, e a minha secretária, é de origem alemã, pois viera criança para o Brasil.  Cheguei ao local marcado cerca das 14h35mm.  Procurei um bar perto dali, de modo a tomar um cafezinho.  Após saboreá-lo, dirijo-me finalmente ao local marcado e espero em torno de 15 mm, quando a vejo vindo toda serelepe para o local.  De longe parecia a nossa modelo Gisele desfilando na Rua Uruguaiana.

Ao avistar-me, abriu um sorriso de “orelha a orelha”.  Sorri também, abraçando-a e dando-lhe um beijo “caliente” em plena via pública, sem me importar se tinha ou não alguém nos vendo.  Saímos dali abraçado, caminhando pela rua, até chegar-mos ao Largo da Carioca e tomar-mos a direção de um hotel modesto, limpo, seguro, e principalmente discreto.

Ao nos aproximar-mos, perguntei-lhe se aquele local estaria de acordo com ela, tendo então respondido que sim.  Subimos a escadaria do hotel, registrei-me na portaria, peguei das mãos do porteiro a chave do quarto, e então adentramos o corredor e paramos defronte a porta do quarto.  Abracei-a por trás, enlaçando-a pela cintura e encoxando-a na bunda (eu já estava de pau duro), quando ela então falou: olha que eu começo a tirar a roupa aqui mesmo. E  eu falei: NÃO.

Abri a porta, e finalmente entramos no quarto.  Mas antes de entrar em definitivo, dei uma olhada para a portaria, e observei que o porteiro sorria e fez um sinal com o polegar para cima, como uma forma de dizer “tudo legal”.  Fechei a porta do quarto por dentro e pedi que ela não se despisse logo, pois eu queria observar uma coisa.
Apaguei a luz do quarto, e procurei me aproximar de um espelho tamanho grande que existia no quarto, de modo a verificar da existência ou não de uma câmera secreta por detrás do espelho, filmando-nos em todos os nossos movimentos enquanto ali estivéssemos.

Nada constatado. Pedi que ela se despisse no banheiro e depois do banho, saísse enrolada na toalha e mantivesse a luz do cômodo apagada, o que ela prontamente me atendeu, deitando na cama.  Liguei o som bem baixinho e dirigi-me ao banheiro para também tomar um banho. Após o banho, enrolei-me também na toalha e fui deitar-me ao seu lado na cama, não sem antes apagar a luz do banheiro.  Quando eu a abraço na cama, vejo que através do espelho surge um pequeno ponto vermelho.  Levanto-me e peço a ela que se mantenha deitada que eu irei à portaria resolver um pequeno problema que houvera surgido.  Fui com a toalha enrolada no corpo, trazendo o porteiro até o quarto e amostrei a ele o tal ponto vermelho que aparecia no espelho, indo depois com ele ao quarto anterior ao meu, quando eu arrombo a porta com os pés, e encontro um elemento com uma filmadora apontada para o meu quarto.  Tiro o camarada de dentro do quarto no tapa, jogando a filmadora ao chão e danificando o rolo de filme, Volto ao quarto e vejo que a Olga se refugiara no banheiro, tendo inclusive se arrumado toda.  Arrumei-me também, peguei meu dinheiro de volta, e saímos daquele hotel, indo para um outro que não tivesse espelho no quarto.

Infelizmente, tudo muda nesta vida, até nós mudamos.  Andamos apenas dois quarteirões e encontramos um outro hotel, que a primeira vista, parecia ser um hotel confiável.  Entramos, e me registrei, recebendo as chaves do porteiro e fui para o quarto.  Como sempre faço, procedo a uma vistoria, para que não venha a acontecer de novo aquele fato desagradável de “voyeur”.  Nada encontrando, mantenho a luz do quarto apagada, e começo então uma seção de beijos na minha secretária (naquela hora ela era minha, só minha), abrindo sua blusa botão por botão.  Ao chegar aos seios, não os toco com amassamento, como até a maioria dos homens fazem, Fico, ora lambendo seus mamilos, ora chupando-os, inclusive, mordendo-os com os lábios.  Continuo com os beijos pelo seu corpo, braços, axilas, barriga, umbigo, e volto corpo acima, até chegar ao seu pescoço, virando-a de barriga para baixo, e continuar a beijar, agora a sua nuca.

Pego minha pasta de trabalho, e retiro do seu interior uma pena de pombo.  Com ela ainda deitada de barriga para baixo, começo a passar a pena leve e suavemente em suas costas, descendo até a linha da cintura, e tornando a subir.  Este tipo de carícia, provoca nela uma reação de arrepios, bem como o contorcionismo do seu corpo de forma bem profunda, semelhante ao movimento da cobra quando se desloca, arrancando dela fortes suspiros e gemidos guturais.  Ainda passando a pena em seu corpo, começo a retirar sua calcinha com a mão esquerda, e em seguida inicio uma seção de beijos, somente com o roçar dos meus lábios e a ponta de minha língua em suas nádegas, procurando a direção do rego de sua bunda. E ai sim, desce a pena até a entrada do seu cuzinho, o que a faz levantar o seu quadril, deixando à amostra sua bundinha rosadinha, e o seu buraquinho também rosinha e fechadinho.  Não me contive e coloquei minha cara no meio de suas nádegas, enfiando a pontinha de minha língua naquele buraquinho convidativo a ser penetrado.  E ela gemia alto de prazer dizendo em voz alta:  você assim vai me matar de tesão.  Enfia logo esta piroca em meu cú e me rasga toda.  Vai!

Virei-a de barriga para cima e observei que sua xaninha estava totalmente depilada, lisinha, sem um pêlo para atrapalhar. Voltei a passar a pena, agora em sua barriga e nos seios, deixando-a com maior tesão.  Começo então uma seção de beijos, com pequenas mordidas com os lábios nos seus mamilos.  Venho lambendo e beijando seu corpo, sua barriga, seu ventre até chegar à sua xaninha, a qual já se encontrava toda melada de tesão.  Não conversei e enfiei minha língua em sua vagina, recolhendo de lá, todo o seu gozo, e obviamente, engolindo-o todo, sem deixar uma gota.  Em seguida procuro seu clitóris, dou uma seção de lambidas rápidas, deixando-o durinho, mordendo-o com os lábios, deixando-a louca de tesão.

Observo que no quarto existe um frigobar.  Pergunto a ela se ela costuma bebericar alguma bebida quente, no que ela responde que sim.  Levanto-me e vou ao frigobar.  Abro-o e não encontro nenhuma bebida, porém encontro vários sorvetes de pauzinho, o que me dá uma idéia tremenda.  Pego um deles e volto para a cama e falo que hoje faremos sexo com picolé.  Ela rindo pergunta como, no que eu respondo: aguarde, pois verás como é.  Observo que o picolé está um pouco mole, o que vai facilitar de sobremaneira o meu intento.  Retiro o invólucro e enfio o picolé em sua vagina.  Ela sem esperar esta minha atitude, solta um grito e ao mesmo tempo profere vários impropérios.  Imediatamente coloco minha boca em sua vagina, e começo a lamber o caldo do picolé que começa a escorrer de sua buceta.  Que maravilha!  Enfio de novo o sorvete, demorando alguns segundos a mais, de modo ficar maior quantidade de sorvete derretido em sua vagina, e volto a sorvê-lo com sofreguidão.  Então ele pede que eu enfie minha caceta logo, pois ela ficou com mais tesão e ela não está agüentando mais.

Atendendo a seu pedido, enfio minha piroca em sua buceta geladinha do picolé e ela pede que eu enfie tudo, até o fundo, porque ela não estava sentindo a minha penetração, e eu explico que era o efeito do picolé gelado.  Continuo socando até ela me sentir dentro, o que leva uns cinco minutos, quando ela pede que eu soque com mais força, pois já estava quase gozando.  Digo para ela se segurar e a viro de bruços, e sem passar nada em seu rabo, forço a entrada até a cabeça passar, quando ela me pede que eu a maltrate, que eu a rasgue; que eu a arregace toda.  Fico socando por alguns minutos, quando eu peço que ela monte sobre mim, como se fosse cavalgar.

Ela assim faz e começa seu movimento de subir e descer. Bem como fazia ao mesmo tempo um movimento circular, o que me deu mais tesão ainda.  Ela intensifica seus movimentos, numa demonstração que vai gozar, quando ela dá um grito abafado e arfando, chega ao momento supremo de uma relação, que é o orgasmo final, mais conhecido como gozo.  Ela relaxando seus nervos que ainda estão tensos, deitasse sobre minha barriga, e começa a me beijar com muita ternura, carinho, me elogiando pela tarde maravilhosa em que passamos juntos, fazendo-me prometer que aquela seria a primeira de uma série de tardes que poderíamos nos amar, como aconteceu.

Após termos nos relaxado bem, ficamos trocando carícias por um tempo, quando olho para um relógio que se encontrava pendurado em uma parede do quarto, e vejo que o relógio marcava exatamente 17 horas. E então falo para ela que deveríamos tomar um banho, pois o horário já era bastante adiantado, e ela iria encontrar uma fila no ponto de ônibus muito grande, no que ela concorda.  Nos dirigimos ao banheiro para nos banharmos, logo em seguida saímos do hotel e caminhamos em direção ao ponto final do ônibus.  Fiquei com ela na fila até o momento em que embarcou no coletivo.  Despedindo-me dela com um beijo, dei um até segunda, pois aquele dia era sexta-feira, e não trabalhávamos no sábado, isto é, eu não trabalhava.

Saio dali e vou a direção à Central do Brasil, de modo a embarcar em um trem de volta para casa, pois aquele dia fora um excelente dia para mim, e eu queria completar esta minha satisfação, metendo muito e gostoso com minha esposa, o que seria feito em um motel, com direito até a banho de champagne.  É. Esta noite promete.  Vou amanhecer com a cabeça da piroca toda esfolada, mas eu vou.
Ah!  E como vou!!!

Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

A filha do arquiteto

Após sair do escritório da esposa do arquiteto, dirigi-me de volta ao lar, tendo em vista que o horário já ultrapassava das 18 horas.  Durante o trajeto de volta, vinha pensando sobre o ocorrido.  Como pode uma mulher, tendo o cargo de arquiteta, bonita, uma empresária bem sucedida, não ter o menor cuidado com sua higiene pessoal.  Acredito que ela já sabia de sua situação, mas porque deixou que tal fato acontecesse?  E enquanto viajava de volta para casa, aquele odor não saia de minhas narinas.  Lembrei-me que em certa ocasião, em companhia de um amigo, visitei uma criação de porcos (pocilga), e o odor que exalava daquele local era forte e o mesmo impregnava nossas narinas.  E por incrível que pareça, o cheiro só saia de nossos narizes, cerca de três a quatro dias depois, da mesma forma, acontecia com nossas roupas, pois o cheiro também as impregnava.

Ao chegar a casa, a minha primeira preocupação era tirar a roupa, e jogá-la direto no tanque para serem lavadas, sem dar tempo de deixá-las no cesto de roupas sujas.  Minha esposa notou meus movimentos e perguntou-me o que estava acontecendo, porque eu joguei a roupa no tanque, então expliquei a ela que eu fui visitar um cliente em Piabetá, e ele era um criador de porcos, e durante minha estada naquele local, o proprietário fez questão de me mostrar sua criação, a maternidade, o local de desmame, etc.... O cheiro das fezes e urina dos porcos fica em nossos corpos e roupas, e eu não queria que o cheiro passasse para as roupas as quais se encontravam no cesto.  Após o banho, lavei também os sapatos, pois eles eram os piores, pois foi com eles que eu pisei nas fezes.  Lògicamente, tudo o que eu estava fazendo era uma encenação, pois eu não fora a nenhuma criação de porcos. 

No dia seguinte, indo para o escritório, encontro o cartão que a filha mais nova do arquiteto houvera me dado.  Vou chamá-la de Tereza (nome fictício).  Ligo para ela, e na quarta chamada ela atende ao telefone, e quando me identifico, noto que a voz dela passa de um tom para outro, e a forma de tratar-me  também, passando a ser com um pouco mais de intimidade (o que nunca houve entre nós).  Perguntou-me quando eu poderia visitá-la, pois ela precisava muito conversar comigo, e o que ela tinha a tratar comigo, eu iria gostar muito.  Pronto.  Acendeu a “lampadinha do desconfiômetro”, e da sacanagem.  Perguntei se poderia ser na segunda-feira.  Ela disse que sim, então falei: está combinado, mas a que horas, e ela falou que estaria a minha disposição o dia inteiro.  Tudo bem!  Como era quinta-feira, trabalhei até sexta-feira, e ao meio-dia, encerrei o meu trabalho indo direto para casa.  Ao chegar a casa, digo para a mulher preparar as crianças, pois iríamos para Friburgo passear de teleférico, visitar meu irmão e alguns lugares pitorescos na cidade, e que só voltaríamos no domingo à noite.

De volta a realidade, começo a semana com mais disposição, pois o final de semana com a família, foi uma injeção de ânimo.  As crianças voltaram maravilhadas com o passeio, principalmente minha filha que não se cansava de falar do teleférico.  Vou ao escritório pela manhã pegar mais catálogos, verificar se existe algum recado para mim de cliente, verificar se houve alguma alteração de preço na tabela, tomar aquele cafezinho que só a secretária do gerente sabe fazer (o único que elogia o cafezinho da secretária, sou eu, e por isso ela me dá oportunidades de lhe passar uma  “cantada”, o que até a presente data, tenho-me segurado, pois não quero pagar “mico”).

Olho minha agenda e vejo que eu tenho um encontro com Dª Tereza, a arquiteta.  Arrumo minha pasta, tomo outro cafezinho, fazendo aquele ruído bucal de estalar língua, quando a secretária olha para mim, dá um sorriso, levanta-se dirigindo para a porta, dizendo que vai fechar a porta à chave quando da minha saída, pois ela estava sozinha na firma.  Ao passar pela porta, paro, olho para ela e dou um até amanhã, seguro sua cabeça pela nuca, e dou-lhe um selinho com a ponta da língua para fora, introduzindo-a em sua boca.  Antes de fechar a porta totalmente, ela ainda fala: eu quero desse beijo em outro lugar.  Sorri por entender muito bem suas palavras, e dirigi-me ao elevador.

Já na rua, caminho em direção ao ponto de ônibus que me levará à Tijuca, bairro onde a filha do arquiteto montou o escritório dela.  Ao chegar ao local, observo que é um edifício residencial.  O porteiro pergunta se eu vou a algum  andar e eu digo que vou ao escritório de Dª Tereza, o que ele responde que tudo bem, e pergunta  se eu sei qual o andar, e eu respondo que sim.  Embarco no elevador e aperto o botão do andar correspondente.  Ao chegar ao andar encaminho em direção do apartamento e vejo que a porta é de vidro e tem uma moça sentada atrás de uma escrivaninha.  Era a atendente.  Chego a ela e pergunto se a arquiteta Tereza se encontrava, no que ela responde que sim e pergunta a quem devo anunciar.  Dei meu cartão e ato contínuo ela leva o cartão para a arquiteta.

Na volta, com o cartão na mão, diz que eu posso entrar.  Ao entrar observo que existe um casal na sala, e a arquiteta levanta-se da sua cadeira e vem me cumprimentar, e ao mesmo tempo apresenta-me ao casal, dizendo que eles são sócios de uma empresa que está sendo montada, e que estão precisando do mobiliar a empresa, e ela, a arquiteta é quem iria especificar o mobiliário.  Imediatamente, abro a pasta e retiro dela um jogo de catálogos de mobiliário da sala da diretoria (é lógico que eu peguei o mobiliário mais caro) e passo às mãos da arquiteta.  Ela por sua vez, toma a frente da conversa e começa a dissertar sobre os móveis ora apresentados, e foi aquele blá. blá, blá.

O casal se levanta e diz que adorou os móveis e, que a arquiteta preparasse o projeto em forma de planta.  Então se dirigindo para mim, agradecem pela ajuda que foi formidável, quando mos cumprimentamos com um aperto de mão.  A mulher segurou minha mão com as duas mãos e olhando-me nos olhos diz que nos encontraremos outra vez, pois ela viu uns móveis que ela poderá comprar para usá-los na casa dela.  Aproveitando a oportunidade, peguei um cartão de visita dos meus e dei para a senhora.

A arquiteta acompanha o casal à porta do escritório e na volta diz para a atendente que não vai atender mais ninguém.  Se alguém perguntar se eu estou, diga que sai para atender clientes.  Entra na sala dela e fecha a porta por dentro, vindo a se sentar ao meu lado no sofá.  Perguntou-me se aceitaria um cafezinho, o que eu respondi que sim, e ao trazer-me a xícara, se curva para frente de tal maneira, que deixa amostra seus seios, e eu olhei-os admirado, sendo que ela percebera meu olhar.  Perguntei a ela se era casada, ela disse que não, pois ainda era muito nova (tinha 25 anos) e queria aproveitar a vida de todas as maneiras possíveis e imagináveis, custasse o que custasse para ela.  Então perguntei se nessa lida de querer aproveitar a vida da maneira que ela queria e viesse a ficar grávida. O que ela faria?

Em seguida, levanto-me do sofá, pego as duas xícaras e levo para uma pequena sala que foi transformada em cozinha.  Ela mais que depressa se levanta também e corre ao meu lado pegando as xícaras levando-as  para a cozinha.  Ao virar-me, nossos corpos estão quase que colados, pois a distância entre nós dois é quase nenhuma.  Olho-a nos olhos, passo as mãos na sua fronte e trago seu rosto em direção ao meu e toco em seus lábios bem de leve, só roçando, quando ela abre a boca e me oferece a sua língua.  Abraço-a pela cintura, trazendo seu corpo para junto do meu, encostando-o completamente, quando deu um tremor no corpo dela, pois sentira que eu estava de pau duro.  Continuamos a nos beijar, já agora com mais volúpia, pois não se prendia só nos lábios, mas sim orelha, pescoço, olhos, queixo,
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Mesmo agarrado a ela, conduzo-a para o sofá e ao sentá-la começo a abrir sua blusa lentamente, botão por botão, e sempre beijando e lambendo seu colo.  Após ter aberto sua blusa, começo a mordiscar-lhe os biquinhos dos seios por cima do sutian., sem fazer questão de tira-los.  Minha mão direita começa a soltar a blusa que está por dentro da saia.  Em seguida, começo a lamber sua barriga, descendo lentamente até chegar ao seu umbigo, o que provoca nela um tremor no corpo violento, fazendo com que ela peça que não a maltrate mais, pois ela já está a ponto de explodir de tesão.  Abro o fecho da saia dela que está nas costas e, começo a tirar-lhe a saia.  Já sem saia, toco-lhe por cima das calcinhas a sua região genital, fazendo movimentos para cima e para baixo no seu reguinho da xereca.  Volto a sua boca e começo a sugar sua língua que está cheia de saliva e engulo tudo.  Volto a descer minha boca pelo seu corpo e a mão direita ainda continua na sua região genital, bolindo sobre a calça, quando percebo que a calca está toda encharcada de gozo dela.  Não perco tempo e vou tirando lentamente sua calcinha, e minha boca vai acompanhando o movimento.  Tiro sua calcinha por completo e caio de boca naquela bucetinha totalmente depilada, sugando aquele néctar que escorria de suas entranhas.  Meu movimento se alternava entre sugar sua buceta e morder seu clitóris, puxando-o com os dentes, arrancando dela gritos e gemidos de tesão.

Levanto-me, tiro minha camisa, minhas calças e minha sunga.  Deito-a no chão do escritório, e então me coloco sobre ela e começo com uma seção de beijos, levanto-lhe as pernas, colocando-a na posição de frango assado e começo a penetrá-la, no início lentamente, para depois ser um pouco mais rápido, até chegar ao orgasmo.  Notei que durante os movimentos, ela gozou 3 vezes.
Ficamos deitados no chão durante algum tempo, quando ela falou que gostaria de marcar outro dia para darmos continuidade ao que houvéramos começado naquele dia, pois ela adorou demais.

Depois me falou que a mãe dela comentara sobre o incidente que houve quando estive no escritório dela.  Falou-me também que a mãe dela houvera ficado chateada com o ocorrido e que enviava seu pedido de desculpas e que gostaria de marcar um encontro comigo (que beleza de família: mulher traiu o marido, conta para a filha e tudo fica bem. Coisas de gente rica)

Para contato, use: giancarlomartelli@bol.com.br.

Conto enviado por desejoso.

 

 

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

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A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

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O bem dotado da Internet me arrombou

Meu nome é Giancarlo, e hoje resolvi contar para vocês o encontro que eu tive com um carinha que conheci através dos contos enviados por mim, para serem publicados em alguns sites de contos eróticos.
Mas antes, gostaria de explicar algo aos meus queridos leitores, isto é, como eu procedo quando conheço alguém pela Internet, e com ela marco um encontro.
Em primeiro lugar, procuro sempre manter contato por e-mail por um bom tempo, até eu sentir que há possibilidade de nos encontrar-mos. Procuro saber como o meu pretenso parceiro cóstuma agir, onde mora, se realmente o estado civil fornecido pelo mesmo é real, pois não quero atrapalhar a vida de ninguém, se ele possui local para o encontro (íntimo),
Muitos me perguntam se eu tenho conta no MSN, o que respondo que não, se tenho Webcam, e a resposta também é negativa.
Quando eu chego a marcar um encontro para simplesmente nos conhecermos, o faço bem longe de onde moro ou morei. Também procuro fazer o mesmo com o parceiro, pois a coisa fica desagradável quando um age a favor e o outro contra.
Outra coisa é com referência à cor da pele. Não tenho preconceito: a gala de todo homem é da mesma cor, bem como o odor e o sabor. Não há distinção.
Quando chegamos a nos encontrar, com certeza vamos tomar um cafezinho e conversar bastante a primeira vez, a segunda, a terceira, a quarta e finalmente, vamos chegar aos finalmente.
Nessas conversas, normalmente nos mostramos quem somos realmente, como costumamos agir, se somos carinhosos (homem também é carinhoso e gosta de receber carinhos, mesmo de um outro homem. Não é privilégio das mulheres não. Faz parte dos homens também).
Muitos me escreveram, fazendo comentários ofensivos, denegrindo a pessoa, ao que ela é (opção sexual), talvez pensando que assim procedendo, estariam excitando a quem estavam escrevendo. Ocorre que eu sei observar quando é elogio, ofensa, agrado, etc... Quando o termo viado é empregado, ele varia conforme a forma como foi empregado: na hora do sexo, ele atua como uma excitação; quando empregado em correspondência , é considerado como ofensa. Eu descarto de imediato este cidadão, e deleto do meu computador todas as mensagens dele e ativo o bloqueio. Outra coisa muito importante. Que tenho observado, é a forma que a maioria dos homens costumam empregar na hora em que estão metendo, seja no cu ou na buceta. Os movimentos de entra e sai são violentos e rápidos demais, muitas vezes fazendo com que o parceiro que está “sendo traçado”, não consiga sentir prazer, face ao movimento muito rápido, parecendo um martelete quebrando uma placa de concreto. O prazer não vem com a velocidade rápida, mas sim com uma velocidade leve, bem compassada, de modo que ambos possam chegar ao êxtase, sem sentirem incômodos, o que tira o prazer. É uma concentração mental do que está fazendo, que o gozo vem rápido e com um imenso volume.
Bom. Vamos ao que interessa realmente, que é o meu encontro com o bem dotado (particularidade que eu desconhecia). Face a publicação dos meus contos, costumo receber muitas mensagens de e-mail de todas as partes do Brasil, bem como do exterior, notadamente do Chile, do Uruguai e da Bolívia. A todas respondo com o maior prazer e consideração. Alguns e-mails de brasileiros, de tão vulgares que são eu os deleto de imediato e outros, mantenho em minha caixa de entrada. Houve uma mensagem em que eu a li diversas vezes, visto que o português empregado na mesma era meio poético, gostoso, o que me deixou meio balançado. Após alguns dias, resolvi responder ao e-mail, desta feita, procurando saber alguma coisa do meu interlocutor, com a maior doçura possível. Para minha surpresa o jovem responde à minha mensagem, bem como informando tudo o que eu houvera perguntado.
Esta troca de mensagens durou um período de 45 dias, visto que a troca de mensagens era diária. Após este período, resolvemos marcar um encontro para saborearmos um cafezinho. O nosso encontro foi no Méier, bem longe do local onde ele mora, como também do local onde moro. Foi muito bom, tendo em vista que o rapaz era branco, olhos castanhos claros, cabelos castanho claros e lisos, altura em torno de 1,70, corpo normal e um peso em torno de 85 kgs, e 48 anos de idade. Apresentamo-nos e procuramos um bar mais afastado do centro comercial, de modo que pudéssemos conversar mais tranqüilo. Após alguns metros percorridos, encontramos um que inclusive tinha mesas. Sentamo-nos em uma delas e eu perguntei ao rapaz que se encontrava por detrás do balcão se ele serviria café na mesa, o que prontamente ele respondeu que sim.
Tomamos nosso café e ficamos conversando por um período de mais ou menos 45 minutos. Logo após nos despedimos, já deixando marcado para um outro dia, um novo encontro e no mesmo lugar. Durante os três encontros posteriores, trocamos idéias e confidências (homens também têm e muitas), bem como nossos desejos íntimos. Ele também falou que tinha um cantinho sossegado e bastante confortável, e com chuveiro e mini-ducha.
Resolvemos então sair da fase de conhecimentos e partir para a fase principal que era o contato carnal. Acertamos para o sábado da mesma semana em Duque de Caxias, no bairro Itatiaia.
Como é normal, qualquer pessoa fica tensa e ansiosa pelo dia, e pelo que poderá acontecer neste encontro, que poderá ser excelente como também poderá ser péssimo. Finalmente chega o dia marcado. Acordo cedo, preparo minha refeição matinal, descanso por meia hora, indo após tomar um banho e fazer meu enema. Saio de casa cerca de 1 hora depois do banho e vou para D. Caxias, me encontrar com o Gumercindo (vou chamá-lo assim por medida de segurança), de modo a completar-mos o que iniciamos através da Internet. Quando chego ao local previamente marcado, já o encontro à minha espera, e olhando para o relógio, quando então lhe pergunto: estou atrasado? No que ele responde que não; que ambos chegamos antes da hora marcada. E eu então retruco: melhor assim, pois teremos mais tempo a nosso favor. Saímos dali e entramos em seu carro que se encontrava estacionado perto e nos dirigimos ao bairro Olavo Bilac em D. Caxias. A casa que ele dissera que poderíamos usá-la, ficava um pouco afastado da área residencial, em uma propriedade que eu diria ser um sítio, totalmente murada com muros de mais ou menos 5 metros de altura, um portão bem grande de madeira trabalhada. A casa por fora, possuía um varanda que circundava toda a casa. Varanda com 5 metros de largura. Ou seja, uma senhora casa. Por dentro não irei descrevê-la, para não tornar a narrativa muito longa e cansativa.
Ao entrarmos, o Gumercindo me diz que estamos sozinhos na casa e que eu poderia ficar à vontade, e pergunta se eu iria tomar um banho junto ou em separado, quando respondo que em separado. Ele se dirige ao banheiro enquanto aguardo na cozinha. Não demora nada no banho, saindo do banheiro envolto em uma toalha, quando então vou tomar meu banho. Levo menos tempo no banho, saindo de lá, também enrolado em uma toalha. Ao chegar à cozinha, ele me entrega um copo com uma bebida esverdeada e então pergunto que bebida é aquela e ele responde não saber, pois é estrangeira. Diz que é um licor muito saboroso, e que nos deixa mais ligado na hora do sexo. Não deixei uma só gotinha no copo. Ele dá uma gargalhada e diz: É. Hoje o dia promete ser pra lá de bom. Colocando o braço sobre meu ombro, descendo até a minha cintura, me conduz para o quarto, em direção à cama. Aliás, cama não: uma alcova, pois tinha cortinas em volta da mesma, e com babados.
(Vocês já devem ter notado que eu estou assumindo um papel de uma putinha recatada, para deixar o clima mais sensual). Deito na cama ainda enrolado com a toalha, e ele também faz o mesmo e ele é quem toma as iniciativas. Começa dando-me um beijo tipo selinho e ai sim, começa a me beijar de língua, sugando minha língua e eu a dele, numa troca tremenda de salivas por cerca de dez minutos, em seguida ele começa a me beijar o ouvido, me deixando meio azuretado, arretado, começando a descer até os meus peitos, dali partindo para as minhas axilas, o que me deixou mais arrepiado e com o tesão à mil por hora. Vem descendo até a minha barriga, beija meu umbigo com sofreguidão, abrindo em seguida a toalha que se encontrava enrolada no meu corpo. Após ter tirado a minha toalha, ele chega a minha virilha, a qual lambe toda, em ambos os lados, chegando ao meu saco. Segura minha rola e lambe a base dela, subindo bem devagar pelo corpo, até chegar à glande, a qual abocanha por inteiro engulindo-a até a garganta, tirando-a logo em seguida, dando um chupão na cabeça da piroca, fazendo um barulhão. Larga a piroca e volta a lamber meu corpo, desta feita fazendo o sentido contrário, isto é, subindo, indo até os meus peitos os quais chupa e os morde com os lábios, e dando puxões nos mesmos, indo depois para a minha boca, dando-me um beijo prolongado.
Após isso, ele me diz que agora é você quem deve fazer à mesma coisa ou mais do que ele fez. Em seguida, deita de barriga para cima, porém ainda enrolado na toalha. Ocorre, que até aquele momento, não percebi o Gumercindo de pau duro, isto é, nenhum volume por baixo da toalha, o que me deixou encucado. Começo beijando-o na boca, chupando sua língua, sem lhe tocar no corpo, desço pelo seu pescoço, descendo até seu peito, que por sinal não tinha nenhum pêlo, sendo totalmente liso; procuro seus peitinhos. Que já se encontravam estumecidos de tesão, dou várias mordidelas nos biquinhos e os lambo-os demoradamente, para depois abocanhá-lo, fazendo sução com a boca. Como estivesse com vontade de engoli-lo por inteiro, deixando-os vermelhos de tanto sugá-lo. Continuo descendo até sua barriga e passo a lambê-la toda. Enquanto lambo sua barriga, desenrolo a toalha de volta do seu corpo e noto que o mesmo estava de sunga. Começo a retirar sua sunga, quando tenho uma enorme surpresa. Ele usava um apetrecho em forma de cinto de castidade fechado por velcro. O da cintura fechava no lado esquerdo, enquanto o que descia se fechava nas costas, exatamente na cintura. Após retirá-lo, levo o maior susto.
O Gumercindo não tinha uma piroca. O que ele tinha entre as pernas era uma caceta cavalar. Não era comprida, pois só tinha 18 centímetros. Mas seu diâmetro é que era de assustar: 6 centímetros, por baixo. Parei e disse para ele: não vai dar. Eu não tenho condições de continuar, pois com este caralho baitola, para abocanhá-lo, só se rasgar minhas buchechas, e no cu, muito menos. Nem lubrificando o brinquedo para facilitar a penetração, tendo em vista que o meu buraquinho de prazer era muito pequeno, e se aquela rola entrasse, eu não teria mais um buraquinho anal, e sim uma cavidade vagianal, e eu não seria louco em permitir tal tentativa. Levanto-me de cima dele e me sento à beira da cama. Nesta altura do campeonato, meu pau que estava duro, brochou, isto é, perdi o tesão com aquela visão assustadora (para mim foi assustadora, porque nunca levei no rabo uma piroca daquele diâmetro). Levanto-me indo a direção do banheiro, quando ele também se levanta e vai em minha direção e me abraçando pelas costas Me pede que eu não vá embora, que fique, porque ele não tentará nada contra mim. Ele respeita minha atitude, tendo em vista que o caralho dele assusta qualquer um pelo diâmetro que é avantajado. E nisso ele se encosta-se a minha bunda e eu sinto o pau dele duro, roçando no meu rego. Enquanto ele me abraça, eleva-me do chão cerca de um palmo, o suficiente para ele apontar seu caralho em direção ao meu buraquinho de prazer. Eu não percebo sua intenção, quando ele me desce um pouco e o caralho dele adentra em meu rabo. A dor é violenta quando da entrada daquela tora em meu cu, e ele só enfiou a cabeça do pau. Tento tirá-lo de mim sem sucesso. Chamo ele de filho da puta, viado, seu puto, mas de nada adianta.
Então tento uma outra estratégia, isto é, me jogo para frente de modo eu poder usar os pés nas pernas dele e assim me soltar (a emenda foi pior que o estrago). Era o que ele queria, pois ao me curvar para frente, ele acabou enfiando o resto até a base. A dor foi ainda maior, pois em senti tonteiras, a visão ficou turva, meu coração disparou de tal forma que parecia que iria sair pela boca, e o meu corpo tremeu todo e logo em seguida foi tomado por um calor tremendo, como se estivesse pegando fogo. Ele por sua vez, ainda me segurando, caminha para frente me colocando encostado em uma mesa e me fala ao ouvido: - agora, sua putinha, vais sentir o que é rola. Você agora será sempre a minha vagabunda, a minha cadelinha, a minha putinha, a minha fêmea.
Enquanto falava, o puto socava aquele picão em meu rabo de forma lenta e compassada. e me beijava o pescoço e apertava os meus peitos, principalmente os biquinhos. Ele não levou mais que cinco minutos para chegar ao gozo, enchendo o meu rabo com sua pôrra. Ficou com a caveta dele enterrada um meu cu por mais algum tempo, de modo que o pau dele amolecesse, e saí-se de dentro de mim. Quando ele tira o pau do meu cu, sinto um volume imenso de gala escorrer pernas abaixo. Passo a mão e entro em pânico, pois ao olhar para a mão, vejo que estou vertendo sangue pelo rabo, e grito para ele, quando ele me pede calma pois aquilo é passageiro. Leva-me ao banheiro, coloca-me no box e abre a torneira do chuveiro e usando do chuveirinho (desviador) lava o meu rabo com sabonete e passa uma pedra no meu buraco, quando sinto uma queimação tremenda. Então ele diz que com aquilo que ele passara em mim, não iria mais sangrar, porque ele passou em mim uma pedra-ume, a mesma que o baibeiro usa quando “tira um bife” dos clientes. Acabei de tomar o meu banho, enxuguei-me e fui par a o quarto me arrumar, enquanto ele também tomava banho.
O meu cu doía para caralho e depois deste dia, vou ter de ficar de molho por uma semana e meia, mais ou menos, até eu puder sentar direito.
Duas coisas me aconteceram neste encontro: a primeira foi que eu fui enrabado por um descomunal que me deixou descadeirado; a segunda foi que a quantidade de pôrra ejaculada por ele, também foi enorme que se recolhida em um copo de 100ml, a quantidade chegaria ao meio do copo; e a terceira que foi a mais importante: DOEU PARA CARALHO, MAS FOI PRAZEROSA, GOSTOSA, só que eu não tenho intenções de repetir uma transa igual, pois se caso acontecer, com certeza que ficarei de molho por cerca de 30 dias.
Você leitor que ao ler este conto, gostaria de fazer alguma colocação, ou dar uma opinião com a forma de relatar o fato, fique a vontade. Pode usar o e-mail abaixo.
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A recaída fatal

Meu nome é Giancarlo, e eu já falei de mim por vários contos. Hoje vou relatar o que aconteceu comigo recentemente, quando eu me encontrava na fazenda de um primo que está residindo no sul do Brasil, na forma de uma carta que enviei a um amigo no Rio de Janeiro. Nela falo tudo o que aconteceu naquele dia, digo, noite, entre a mulher do meu primo, seu filho e eu. O episódio que ora vou relatar, aconteceu em abril de 2011.

Escrevi-te recentemente o quanto é difícil segurarmos a onda quando no passado praticamos de uma maneira intensa o sexo homo, pois quem já deu de forma intensa, como eu, a coisa fica feia: o cu pisca, o corpo treme e você sente calafrios, o cheiro de uma piroca que está gravado no teu subconsciente, aflora de uma forma violenta, fazendo com que você trema, tua boca passa a sentir aquele gostinho de piroca, principalmente aquelas primeiras gotas que aparecem antes do gozo final. Enfim, é ´FODA!
Na noite passada, aconteceu um caso aqui na fazenda muito estranho. O filho do meu primo, um rapaz com 25 anos, falou para o pai, quando todos nos encontrávamos reunidos na sala, participando de uma rodada de chimarrão, que iria dormir em meu quarto, tendo em vista que o quarto era o único que tinha laje e um telhado por cima, e que a localização dele era próxima da cozinha. A mãe dele logo retrucou dizendo que não, que ele tinha um quarto e ele dormiria lá. Mas o pai rebateu a mulher e disse que não se importava, pois conhecia bem seu primo. Durante um pequeno tempo a discussão continuou, e logo depois o rapaz disse que ele já era adulto e faria o que ele quisesse e que ninguém poderia se intrometer na vida dele, e ponto final. Continuamos por um tempo tomando o chimarrão, quando a mulher se levanta, dá boa noite e se dirige para o quarto dela. Logo em seguida o rapaz faz a mesma coisa, deixando o pai e eu na sala. Ficamos na sala até o mate acabar na cuia, e daí fomos para os nossos quartos. Ao chegar ao meu quarto, tenho uma surpresa estarrecedora. Encontro o filho do meu primo pronto para dormir, isto é, todo ataviado, de camisola cor-de-rosa, com laçinhos na cintura e tudo mais. Então ele pergunta se ele está bonito, e eu digo que sim.
Ele solta o laço e abre a camisola e pergunta de novo: e agora? Caralho, quase que eu vou ao chão. O viado, filho da puta, estava de biquíni rendado, também cor de rosa.
Ai eu gritei: pêra ai! Que porra e essa, seu viado do caralho? E ele responde com o maior cara-de-pau: esta noite vou ser sua mulher e vou sugar toda porra que tiveres nesse caralho. Ai veio a segunda surpresa: a mãe dele também estava no quarto, vestida somente com a batinha de um baby-doll, totalmente transparente. Sento-me na beira da cama e pergunto: afinal de contas, o que está havendo por aqui? Estão querendo fazer um bacanal ou uma surubada em meu quarto? Podem me explicar, por favor? Então a mãe dele começa a dizer que já faz sexo com o filho há um bom tempo, isto é, a mais ou menos 6 anos, em virtude de o pai dele já não dar mais no couro, pois tinha ficado impotente. Pelo filho ter muita tendência à pederastia, ela tenta provocar nele o desejo de transar com mulheres e não com homens. Então eu falo que quem já nasceu com a tendência de ser viado, nunca que será homem, a não ser que ele se transforme em bissexual, isto é, transe com mulheres e com homens também.

Por isso é que ela armou toda aquela discussão na sala, de modo que ele viesse dormir no meu quarto, para que ela viesse também, e ai sim, você (no caso eu) pudesse participar também da brincadeira, porque com três fica muito melhor. Ta legal, respondo. E teu marido, meu primo. Como ele fica nessa estória toda? Ele já sabe de toda esta bandalheira? Ele por um acaso concordou? Ele é um corno conformado do próprio filho? Ou só é corno? No que ela responde: a última proposição. Então pergunto: quem pode ir à cozinha trazer-me um copo com leite gelado? Ela se propõe e pergunta se é com açúcar, e eu responde que sim. Assim que ela sai, tiro minha roupa e fico só de sunga (fazia um frio do caralho). Ela volta com o copo de leite, entregando-me e eu o coloco sobre o criado-mudo.
Ela olha para mim e vê que eu estou só de sunga, e então resolve tirar a batinha do baby-doll. Olho para o seu corpo e fico admirado pela beleza dele: peitinhos médios e durinhos; sem barriguinha; sem pneus na cintura; região pubiana totalmente depilada. Bundinha durinha e empinadinha. A altura dela variava em torno e 1m e 50 cms, isto é, de estatura mignone (média). Uma pintura de mulher. Boquinha pequena, lábios carnudos, morena jambo, olhos pretos. O tipo de mulher para você ficar (se tiveres condições) fudendo a noite inteira, até deixar a buceta dela totalmente inchada e a cabeça do caralho, igualmente inchada. Chego para perto dela, seguro sua cabeça com as duas mãos, curvo meu corpo em direção aos lábios dela e começo a beijá-la, usando somente a língua, ora chupava-a, ora ela me chupava, e assim ficamos por mais ou menos quinze minutos. Eu babava em sua boca e ela sorvia com a maior vontade e tesão. Fui abaixando o meu corpo indo a direção aos seus seios e comecei a mordiscar os seus mamilos somente com os lábios e que provocava nela vários estremecimentos e arrepios, fazendo com que ela soltasse, de forma baixa, vários grunhidos roucos de quem está gozando. Fico nos seios dela por mais ou menos dez minutos.
Em seguida, pego-a no colo e a deito na cama, quando o jovem se assanha, tirando a roupa e deitando-se ao lado dela, quando lhe dou uma bronca, mandando-o levantar-se e apreciar como se faz com uma mulher, quando ela está sedenta por uma piroca. Ele levanta-se e vai sentar-se em uma poltrona que se encontrava no quarto, muito a contragosto. Não agüentando mais, caio de boca em sua buceta, quando eu noto que a abertura dela é bem pequena, o que torna a transa muito mais interessante. Começo a chupar o seu clitóris e a morder-lhe de leve com os lábios e a puxá-lo. Ela solta vários gritinhos abafados, se contorcendo toda, como se estivesse tomando pequenos choques elétricos, de intenso gozo. Observo que ela ao começar a gozar violentamente, e se contorcer, ela começa a soltar um líquido de sua vagina o qual eu não deixo se perder, sugando-a vorazmente. Neste momento, ela pede que o filho introduza a piroca em sua boca, pois ela queria tomar leitinho dele, no que ele atende com a maior presteza.
O rapaz não leva mais de cinco minutos e começa a gozar na boca da mãe violentamente, quase provocando um engasgo nela. Após alguns segundos, ela se

recompõe e engole toda a gala do filho, sem deixar cair nenhuma gota de esperma.. Levanto-a me colocando por baixo dela, de modo que ela viesse cavalgar em minha pica, o que faz com maestria, fazendo os movimentos para cima e para baixo, como os movimentos circulares com a pélvis. Em dado momento, ela joga o corpo para frente para beijar-me, quando o filho aproveitando-se da posição da mãe e do momento, crava sua piroca no cu da mãe, no que ela pede que ele lhe rasgue toda. Gozamos quase que ao mesmo tempo, quando ele larga o corpo sobre o corpo da mãe e ela sobre o meu corpo. Ficamos assim parados por cerca de cinco minutos, e eu a beijando só de língua. O filho sai de cima dela e ela sai de cima de mim, deitando-se ao meu lado de barriga para cima, quando o filho aproveitando a posição, começa a sugar-lhe a buceta, e sorvendo a minha gala que começava a sair do seu interior. O viado fazia um barulhão chupando a cona da mãe. Logo após ela se levanta, dizendo que iria tomar um banho e dormir, pois estava muito cansada, porém satisfeita sexualmente .
Eu ainda fiquei deitado na cama, quando ele também foi ao banheiro se preparar e tomar um banho. Assim que ele volta, vou também ao banheiro preparar-me e tomar um banho bem quente. De volta ao quarto observo o rapaz, agora com mais detalhamento e vi que a caceta dele deveria medir mais ou menos quinze por cinco e alguma coisa, isto é, bem grossa por sinal. Tinha uma cabeçorra bem escura e grande. Enfim: ele tinha uma piroca de grosso calibre, e haja cu para agüentá-la. Um detalhe: cama do meu quarto era de casal, mas das camas antigas, que mediam 1,30 x 1,80, ou seja, era uma cama relativamente quase de solteiro. O viado queria, porque, queria dormir na cama também e junto comigo, o que começou a feder. Falei para ele se ele viesse com gracinhas, eu iria enfiar a porrada nele ali mesmo, e em quem mais aparecesse. Ele concordou e ficou quietinho no cantinho, junto a parede. Troco de posição com ele, indo eu para o canto e ele ficando na parte externa da cama. Caso viesse com sacanagem, eu o empurraria para fora da cama. Cobri-me com o cobertor, e ele com o dele, e procurei dormir. Mas cerca de quinze minutos depois, ainda sem conseguir dormir, ele me fala em tom baixo e pergunta se eu estou com raiva dele. Respondo que não, quando torna a perguntar se ele pode me tocar. Pergunto por que ele queria me tocar, e ele responde que a intenção dele era ser minha fêmea durante a noite e que a mãe dele veio se saciar e atrapalhar seus desejos. Enquanto falava, sua mão percorria minha perna, percorrendo minha região pubiana e chegando ao meu cacete, o qual ele agarrou com firmeza, e antes de iniciar os movimentos de uma punheta, pergunta se ele pode continuar. Digo que sim, pois já estava sentindo uma coisa que há vinte e cinco anos venho segurando com sucesso, mas tinha medo que naquela noite eu viesse a sucumbir, e ter uma recaída violenta.
Ele então inicia os movimentos de para cima e para baixo na minha piroca, o que a deixa tremendamente dura e ereta, como um aríete, pronto para perfurar uma grossa parede. Lentamente, vai puxando o cobertor para o lado, expondo minha piroca e em seguida, abocanha-a com sofreguidão, fazendo com que ela sumisse por inteira em sua

boca, indo até a garganta. Sinto que estou a ponto de gozar e peço a ele que venha a sentar-se como fez a mãe dele e de frente para mim. Também digo para ele, que se ele gozar em cima de mim, vou enfiar tanta porrada nele, que durante o dia, ele teria que ficar de molho em casa sem poder sair de tão quebrado ele iria ficar. Ele ri e se joga em cima dos meus peitos e me tasca um beijo na boca, deixando-me sem ação, pois foi uma coisa inesperada e gostosa (cá pra nós). Gozo violentamente em seu rabo e ele gemia bem baixinho de prazer. Demora um pouco mais sentado com minha vara enterrada em seu rabo, quando se levanta e abocanha minha caceta, procurando lamber toda porra que escorrera do seu rabo e lambuzara meu pau e minha região pubiana como também meu saco. Após ter lambido tudo, levanto-me e vou a banheiro lavar-me, pois eu estava todo melado de porra e de saliva.
Volto para a cama e vejo que ele passara para o canto da cama. Deixei-o lá, e deitei-me na beirada dela. De repente, em um movimento de arrumar o cobertor, encosto-me em seu corpo e sinto o volume do seu caralho roçando minha bunda, Noto que o filho da puta não está dormindo, pois a sua piroca cresceu de volume, ficando dura e toda encostada em meu rego. Aqui dou uma parada para uma explicação, conforme te escrevi.
Duas horas e trinta minutos. Uma noite fria do caralho; o quarto em penumbra; um jovem com uma disposição violenta; uma piroca de grosso calibre encostada em teu rabo. Que fazes? Existe alguma forma de resistir a tentação, que vens reprimindo por cerca de trinta anos seguidos, sem sucumbir a um desejo desse? Cara. A carne fala mais alto, o tesão é muito forte, e você treme nas bases. Você perde a razão, o pudor. Transforma-se de repente em uma puta rampeira, rameira, vadia. Pois foi o que aconteceu comigo. EU TIVE UMA RECAÍDA E COM O FILHO DE MEU PRIMO, O QUE É PIOR, POIS PODERIA TER MEU SEGREDO DESCOBERTO POR TODA A FAMÍLIA. Vamos continuar com a estória, que foi caso verídico.
Meio trêmulo, tiro minha sunga e me encosto todinho em seu pau. Que calor eu senti.
Seu cacete começou a pulsar em minhas nádegas. Levo a mão à boca. Salivo em meus dedos e passo minha mão na entrada do meu cu, quando ele me agarra por trás e falando bem baixinho em meu ouvido, que gostaria de sentir minha boca em seu pau. Viro-me e pegando seu pau, coloco-o em minha boca e começo a sugar-lhe em primeiro lugar sua cabeçorra, em seguida lambo seu pau da cabeça até o saco, subindo e descendo. Coloco todo o seu saco em minha boca, para finalmente engolir aquele pedaço de músculo pulsante, todo em minha boca, indo até a garganta. Paro e pergunto se ele teria condições de gozar duas vezes: uma em minha boca e outra em meu cu, e ele diz que sim.
Recoloco o pau dele na boca e agora sim, começo o movimento mais firme de modo que ele possa finalmente gozar em minha boca, o que não demorou muito. Ele encheu minha boca com seu esperma, o qual eu fiz questão de engolir tudo, sem deixar uma

gota em seu canal espermático. Levanto-me e procuro sua boca e com um pouco de esperma dele na boca, beijo-o, passando para ele o seu néctar delicioso, o qual ele sorveu com gula. Descansamos um pouco e pergunto a ele qual a posição que ele queria que eu ficasse, pois eu estava ali para receber e não mandar, e ele me pede que eu fique de bruços, porém com a bunda levantada um pouquinho. Viro-me de bruços, abro bem as pernas de modo a facilitar a penetração e peço a ele que o faça com calma, em virtude de já ter mais de vinte e cinco anos que não levo ferro no rabo. Ele ri, encosta a cabeçorra em meu orifício anal, dá um empurrãozinho, tira, passa cuspe no meu rabo, torna a encostar sua cabeçorra em meu rabo e de uma só estocada firme, introduz aquele pedaço de músculo pela metade em meu cu. Tira, e torna a colocar, e continuou com estes movimentos, até sua caceta sumir toda em meu rabo. Então ele pergunta se está doendo, eu digo que não. Agora sim, ele começa o movimento de entra e sai, tirando toda e enfiando toda e aumentando o movimento muito lentamente. De repente ele dá quatro estocadas bem mais fortes e chega ao gozo final, inundando meu rabo com um jorro forte e quente do seu esperma. Fecho as pernas numa forma de segura-lo dentro de mim, enquanto ele lambia minha nuca e minhas costas que estavam úmidas de suor. Ele sai de mim e me pergunta se eu fizera meu enema, e eu digo que sim, quando ele cai de boca em meu cu, sugando o esperma que começava a escorrer pelas pernas. Logo depois, levanto-me, vou ao banheiro lavar-me. Volto para a cama, não sem antes de tomar o leite que me fora trazido pela mulher do meu primo, que agora também será minha mulher, igual ao filme: Dona flor e seus dois maridos.
Deito-me, e agora um pouco mais relaxado, me encosto todo no jovem, quando ele então me pergunta o seguinte: minha mãe quer que eu só transe com mulheres; e você o que acha que eu devo fazer: transar só com mulheres ou com os dois, isto é, como disseste: ser bissexual? No que eu respondo que ele deve fazer aquilo que mais gosta, mas sem chegar ao escândalo, ou seja, deve ser discreto e escolher bem os seus parceiros masculinos para transar, os quais devem ser de boa saúde e também não serem viados ou travecos, e sim bissexuais como você deve ser. E ele todo satisfeito beija-me na nuca agradecendo-me pelo conselho. Em seguida dá-me “boa noite”, abraça-me procurando dormir, e eu faço o mesmo, só que vou dormir com uma arma de grosso calibre encostada em meu rego.
No dia seguinte, acordei com mais disposição e para disfarçar, comecei a reclamar que o rapaz roncava muito, e que à noite ele iria dormir no paiol, pois atrapalhou meu sono a noite toda; Todos riram bastante. Cada um foi para o seu afazer diário, e eu ainda fiquei um pouco à mesa tomando meu café, quando a mulher do meu primo chegou-se a mim, e disse que a noite ela tornaria ao meu quarto, porém só ela. O filho não iria, porque a tarde ele viajaria para a capital do estado. E ela realmente foi dormir comigo na noite seguinte, como tem dormido toda a noite.

Conforme te prometi, que se eu caísse te contaria, estou cumprindo o prometido.
Conto enviado por DESEJOSO.
Gostou? Dê seu voto.
Próximo conto: A g u a r d e.
                                

 
 

E-mail= giancarlomartelli@bol.com.br

Um passeio nas trilhas diferente com a morena

ola é a fernanda e estou aqui novamente pra fl do meu outro momento sexo com mulher.

eu morava do lado de uma morena linda chamada camila tinha 18 ans msm idade qe a minha e era meio magra e msm assim sedutora.
resolvemos um dia de sabado de manha fazer uma trilha qe tinha na nuss cidade qe levava pra um lugar lindo qe tds casais se encontravam pra fazer amr, então eu fui de short jans bem curto so tampando bunda um top de ginastica uma blusa larga por cima e tenis passei na casa dela no hr marcado as 8 da manha ela tava se trocando e mandou eu entrar eu entrei e fui ao quarto dela chegando la ela td nua eu olhava e ficava me imaginando fazendo sexo com ela e fl qe ia e logo hj msm no mato ela sabia qe eu gostava do sexo feminino e ela me seduzia e agachou pra catar a roupa do chão td nua e vi aquela xota carnuda arrombada e me excitei ela virou e fl ae fer blz ? eu fl ooo mt mt msm eim ela riu e lambeu os labios eu olhei pra ela e mordi olhando pra xota dela ela logo rapidamente colocou a roupa qe era uma biquini mt pqn um macacão e sem blusa somente de biquini e tenis mt dlç pegou seu lanche e fl pra sua mãe nos levar a trilha de carro então fomos e chegando la na trilha não tinha ng pq era dia de semana ela ja desabutuou o macacão e eu tirei a blusa so fiquei de top ela e eu tavamos certa qe queriamos chegar logo no lugar qe chamavam de ninho do amr e nos deleiciarmos então ela e eu fomos mt rapido no caminho ela parou e tirou o macacão e ficou so de biquini eu tirei o short e fiquei so de casinha fio dental então ela olhou e ficou excitada e pegou na minha mão e fomos correndo pro ninho do amr chegando la tem uma cama de bambu ela ja ficou nua e foi tirando meu top gemendo de tesão se agachou e se deliciou do meus seios ela mordia e lambia e eu gemia bem de leve ela segurava na minha bunda e logo se ajuelhou e agachou minha calcinha ela bj minha xota eu coloquei minha perna num banquinho de pau qe tinha pra fica mas facil dela ver meu grelinho molhado e ela ja foi no ponto no grelinho ela vhupava mt eu não aguentava e gemia mt alto e gozei ela fl goza msm fer vai gosa eu peguei no cabelo dela e esfregei minha xota na cara dela ela gemia tbm de tesão e gozava eu fl qe qeria lamber esse mel qe sai dela ela se deitou e fl lambe qe ta de mt esse mel eu mordi os labios e fui em direçao a sua boca qe era mt carnuda msm eu mordia e passei a mão nos seios dela qe logo ficou durinho e eu fui a alvo deles e peguei na xota dela enquanto lambia e mordia seu mamilo durinho ela sentiu um tesão e gozou e logo fui pegar aquele mel direto da abelha qnd ja estava descendo ela ja abriu as pernas e ela ja tava td arrombada e enchado qe o namorado dela fudia ela td dia tava uma deliçia então mordi im lado e não me aguentei e ja fui no grlinho dela e chupei como se fosse chupeta ela gemia alto e pegava na minha cabeça massegeando meus cabelos e fl vai qe ta dlç vai e eu chupava mas e ela não aguentava mas e coemçava a gritar ai e se retorcendo ela gozava mt e ja começou a tremer eu enfiei a lingua dentro dela e rodiva ela so passava a mão na minha cbç ja tava fraca eu resolvi parar ela ja tava td doida de tesão e respirava bem fundo ae resolvemos tomar banho na cachoeira ela se esfregava em mim mt no cio e eu fl no ouvido dela qer sentir sua xoxota na minha ela fl qe sim e andava ela repeti td cachorra ela fl qe sim então encostei ela numa pedra qe tinha la e ela ja abriu a perna pois eu subi na pedra e sentei em cima da xota dela td molhada abri bem as pernas e esfregando bem de vagar ela virava os olhos e eu a bj mas ela ñ conseguia e começava a gemer bem baixo fui e almentei a velocidade ate eu não me segurei e gozei mt e aqueles gozos se misturaram e ficou mas facil de se mexer então eu e ela la transando e gemendo mt eu me cansei e parei fui bj a boca dela devagar e fui chupando sua lingua e ela a minha deitei ela na pedra e começei a bj bem rapido ela estava encontolavel eu estava lok de tesão pela aquela safada o jeito qe ela gemia e susurava era de dexar com tesão eu me esfregava na perna dela e segurava a perna dela ae resolvi me controlar e parei fomos comer isso ja era 2 da tarde e resolvemos ir embora no caminho ela fl qe nunca senit tanto tesão como sentiu cmg qe nunca gozou tanto assim e nunca sentiu prazer mas qe agr o prazer dela veio a tona e eu fl qe eu fiquei lok com o gemido dela ela fl é msm ? e gemeo no meu ouvido eu excitei e peguei na bunda dela fazendo ela se levantar e lasquei um bj nela eu olhei foi um grande prazer te satisfazer ela riu e fomos em bora na rua a gente so arrasava com os homens pq nossas roupas estava mt dlç e naquela noite ela transou com o namo dela mas ela disse qe so goza e senti prazer cmg e td dia eu vo fazer uma visita intima pra ela .

fernandainacio@msn.cn

Como CD, minha primeira vez com um homem

Olá a todos, procurei recordar com todos os detalhes, a minha primeira vez e vou contar porque desse apego muito forte que tenho com meu homem hoje.
Na época eu passava por uma crise de identidade e queria um homem/amante.
Meu amigo, e como ele é Advogado, e depois de nos conhecer e ver nossa afinidade marcamos, e combinamos de eu ir até seu escritório depois do horário de expediente e eu me montaria somente para ele ver.
Seria só para eu me mostra e também poder apreciar sua euforia e podia até rolar alguma coisinha rápida.
No dia marcado cheguei lá por volta das 17:50 horas como um cliente, ele dispensou a sua atendente e conversamos um pouco e logo fui ao banheiro me trocar. Tirei minhas roupas e guardei num armário dele e me montei rapidinho e sai de mansinho mais morrendo de vergonha e inibição.
Vi em seu rosto e pelo semblante de seus olhos algo que não sei explicar mais creio que era uma mistura de admiração, alegria, euforia, inibição, etc... tanto como eu.
Dei uma desfiladinha e me aproximei dele para ver sua reação.
Ele sorriu e pediu que eu sentasse no seu colo como uma menina. Beijou meu rosto, alisou meu corpo, minhas cochas, sorriu, e disse: “Minha menina”...
Nisso alguém bateu na porta.
Ele disse: “deve ser a mulher da limpeza, me esqueci”.
Eu ia para o banheiro quando ele disse: “lá não ela vai limpar, entre debaixo da mesa”.
Era uma mesa grande de Advogado e dava sim para se esconder sem ninguém notar.
Ele abriu a porta numa boa e realmente era a mulher da limpeza.
Ele sentou e ficou fazendo de conta que estava trabalhando no computador.
Eu ali debaixo me acomodei e resolvi dar uma de safadinha.
Ele ficou numa boa, e lógico, esperando alguma safadeza minha sim.
Então abri o zíper, peguei sua rola que estava em ponto de bala e comecei alisar.
Nisso a mulher saiu do banheiro dizendo que queria falar algo para ele.
Ele pediu que ela sentar e disse que poderia falar que ele estava ouvindo, mas também iria continuar no computador pois estava recebendo algo que não podia parar.
Aquilo me excitou pra valer e ai resolvi ser mesmo uma Puta sem vergonha e comecei a chupar a cabeça do seu pau e fui abocanhando pra valer.
Ele fazendo que trabalhava no computador e conversando com a mulher, porem ela notou que ele estava com um ar diferente e perguntou se ele estava bem.
Ele respondeu que sim, é que estava tentando elaborar uma defesa alguém especial, uma amiga que estava ali e que estava mexendo com seu estado emocional.
Ai eu comecei chupar pra valer mesmo pra ver o que aconteceria.
Ele explicando a mulher, disse a ela: Eu não posso explicar pra senhora o que ocorre, não iria entender nunca, é algo tão inédito que me deixa atônito, sem ação, da prazer mas creio que NÃO VOU AGUENTAR e vou ACABAR EXPLODINDO.
A mulher que não sabia o que estava acontecendo, porem eu sabia que a mensagem era para mim, ai chupei pra valer.
A mulher disse: “não estou entendendo”.
Ele respondeu com a voz meia tremula: “Não conseguiria entender, é coisas minha.
Mas digo que se explodir vai ser PRA VALER, VAI SER UMA LAMBUSADA SÓ, E VAI TER QUE LIMPAR TUDO ATÉ A ULTIMA GOTA.
A mulher disse: eu limpar, continuo não estou entendendo.
Não é senhora não ira entender, é coisa que esta acontecendo aqui que só eu posso entender, mas A MINHA AMIGA ELA ENTENDE, isto é, POIS É PRA ELA QUE DIGO ISSO, aqui em que estou escrevendo.
A mensagem era pra mim, então ai resolvi dar o “golpe final” e coloquei todo o pau na boca apertei e ele deu uma gozada que quase me afogou. Uma esporrada que senti o jato de porra na garganta. Engoli tudo e devagar fui chupando até limpar a ultima gota. Ai guardei seu pau limpinho e fechei o zíper bem devagar.
Ai ele disse para a mulher: “a senhora pode não ter entendido nada e pediu desculpa a ela por ele agir assim, disse que ele era assim mesmo e fala alto tudo que vai escrevendo, pois era algo que nunca tinha acontecido na vida dele mas que jamais iria esquecer. E finalizou dizendo me de um minutinho que vou escrever aqui para a minha amiga “PRONTO, GOSTEI, FOI MAIS QUE EU ESPERAVA, ESTOU FELIZ MESMO” e ai conversou com a mulher sobre o que ela queria e mandou que ela voltasse no outro dia logo cedo que ele resolveria o assunto.
Ai se levantou e acompanhou a mulher até a porta e voltou... bem ai e depois que conto outra vez.

stelapassini@hotmail.com

 

 

O pai da minha melhor amiga

Olá, leio sempre os contos desse site. E na última semana aconteceu a coisa mais inusitada da minha vida. Eu usarei nomes fictícios aqui.

Moro numa cidade de interior, e aqui amigos são praticamente "pra sempre", tenho uma amiga há mais ou menos uns 6 anos, conheço a família dela desde o primeiro dia que a gente se conheceu, já viajamos juntos mais de uma vez, e sou amigo de todos.
Mas num dia desses, em uma festa na casa dela aconteceu algo muito estranho e bom ao mesmo tempo.

O pai dela sempr teve fama na cidade de se interessar por homens, mas eu nunca liguei porque sempre o vi como pai da minha melhor amiga e meu amigo também. Sou bi, tenho uma namorada, mas até o dia nunca havia transado com homens, apenas beijado mesmo. Estava eu na cozinha colocando água num copo para curar um pouco a bebedeira e eis que aparece o Paulo (nome fictício), pai da minha miga na cozinha e sem mais nem menos me encoxa por trás e pega no meu pau. Me assustei, achei que era por ele estar bêbado, tirei a mão dele e saí de perto, mas ele veio atrás e disse:

- Lembra quando te vi tomar banho lá em Caldas, me ofereci para tomar banho junto e você disse que já estava saindo?

Eu respondi que lembrava. E ele disse:

- Desde aquele dia morro de vontade de te chupar. Entra no banheiro que eu vou te fazer feliz hoje.

Disse isso acariciando meu pau e colocando a mão em sua bunda.
Fui para o banheiro e em menos de um minuto ele já estava batendo na porta. Abri para ele, ele entrou trancou, e com muita rapidez me jogou contra a parede, me deu um beijo, se ajoelhou, desceu minha bermuda e cueca e começou a me chupar. Ficamos nisso uns 10 minutos. Ele falava que sempre me achou gostoso e tava com vontade de me dar.
De repente meu celular toca, era a filha dele perguntando onde eu estava, que estava me procurando. Disse que estava do lado de fora conversabdo com um amigo e que estava entrando.
Saímos do banheiro e ele disse pra eu falar para ela que estava indo embora, e espera-lo na esquina, que nós iriamos ao motel. Assim o fiz, disse a ela que não me sentia bem e por isso iria embora.

Esperei na esquina uns três minutos, ele chegou, abriu a porta e disse pra eu entrar, sentei ele colocou a mão dentro da minha bermuda e ficou acariciando até chegarmos no motel.

Logo que estramos no quarto, ele tirou a roupa. Um homem de uns 45 anos, 1,75 de altura, magro, barba por fazer, um pau pequeno, uns 15,5 cm e uma bunda redondinha, daquelas que ao olhar você ja fica com água na boca. Me beijando e mordendo meu pescoço e orelha disse:

- Sempre quis te ter todinho pra mim! Baixinho gostoso.

Tenho 18 anos, moreno claro, cabelo curto preto, olhos castanho escuro, 1,62 de altura, pernas grossas, ombro largo, mas nada musculoso. E um pau que impressiona, pelo meu pouco tamanho, tenho de dote 18x13 cm.

Ele mandou eu tirar a roupa e entrar na hidromassegem com ele. Lá ele me chupou mais, mordia e sulgava minha bolas, subia com a língua até a cabça e engolia tudo, me deixando foder sua boca. Fodi a boca daquele coroa gostoso até enxer ela de porra. Ficamos nos beijando até meu pau ficar duro de novo. Fomos para a cama, eu o coloquei de quatro e comecei a lamber e morder seu cu, e que cu delicioso, estava evidente que não era sua primeira vez. Depois de foder seu cu com a língua e deixar molhadinho, coloquei a camisinha e disse que ia começar a enfiar. Foi nessa hora meu maior susto, pois ele disse o seguinte:

- Eu gosto de sentir a dor. Deita ai com esse pau gostoso pra cima que eu vou sentar nele.

E assim foi, deitei e ele sentou com tudo, e não teve muita dificuldade não. Gritando muito de dor ele cavalgava e rebolava no meu pau. Os gritos eram histéricos, acompanhados de lágrimas e risadas de quem estava adorando aquilo tudo. E isso me deixava com muito tesão, eu estava assustado, mas com muito tesão.
Com rapidez inverti a posição sem desatolar meu pau, coloquei ele com as pernas em meus ombros e comecei a estocar com muita velocidade e batendo uma punheta. Em poucos minutos ele gozou, lambuzando minha mão toda. Aquela porra na minha mão, em seu toraz e em seu rosto me deu mais tesão. Anunciei que iria gozar. Ele me empurrou, tirou a camisinha e começou a me chupar. Gozei, gozei muito, que nem coube toda a porra em sua boca. Ele engoliu tudo, sorriu e me beijou.
Tomamos banho juntos, ele me lavou, me mordendo, e eu enfiando o dedo no cu daquele safado. Sem pensar começamos um 69 no chão do box mesmo, até gozarmos um na boca do outro.

Fomos embora, ele me deixou na porta de casa, me deu R$50,00 dizendo que era pelos melhores 40 minutos da vida dele. Pegou meu número para combinarmos algo. No outro dia fiquei com remorço por ele ser pai da minha melhor amiga. Mas que foi gostoso foi, e ainda descolei uma grana.
Se quiser trocar emails é só entar em contato ou add o msn.

figueirinhacomedor@hotmail.com

 

Descobri o amor com meu amigo hetero

Ola meu nome é Paulo,sou de Recife,23 anos,moreno claro magro com o corpo dividido e 1,70m.
Bom depois de ler varios contos aqui,decidi depois de muito tempo contar minha historia com um amigo (que vou chamar de David para preservar sua imagem).
Tudo começou a 4 anos atrás quando eu trabalhava em uma loja aqui no centro e um dia ele foi apresentado como novo funcionário, de inicio nem dei bola. Porem com o passar do tempo,nos aproximamos e nos tornamos muito amigos.Em meu trabalho todo mundo sabia de minha opçao sexual e não havia frescura. Depois de um tempo percebi que ja nao o via como amigo mas com um sentimento que nao conhecia e so depois descobri que era amor. Sempre o falei que o amava,que o desejava e ele HETERO, dizia que me amava mas como amigo. Conheci sua familia,namorada e amigos e ele os meus.

Passavamos o dia juntos no trabalho,a noite antes de dormir conversava-mos ao celular por horas.
David me respeitava de uma forma que nunca nenhum amigo hetero meu havia me tratado antes.
Quando o conheci,apos um tempo rompi meu namoro e ele o dele,mas nunca houve nada.
Ja o vi ate chorar por nao poder me amar da mesma forma que eu o amava e segundo ele eu merecia esse amor mas ele nao podia me dar.
Passei 3 anos sem ficar com ninguem pois só queria ele.
Um dia tive a ideia de convida-lo ao casamento de uma amiga que ele nem conhecia,mas ainda assim ele veio.
Fomos ao casamento com alguns amigos e amigas minha,a festa e depois viemos pra casa.
Decide que eu e ele dormiria-mos na casa da vizinha de meu primo que viajou e deixou a chave com ele.
Imaginem,uma casa no meio de um sitio,ele e eu apenas.
Ele quiz tomar banho e eu fiquei sentado na cama esperando ele voltar para poder tomar meu banho,e antes de se banhar ele volta com a roupa na mão e me entrega para guardar.

Nossa quasse morri quando vi o homem que desehava a mais de 3 anos de cueca box e branca na minha frente.Lutei contra mim mesmo para nao entrar naquele banheiro.
Ele termina e deita na cama para dormir.tomei meu banho e fui dormir ao seu lado,mas o sono nao vinha,só queria olhar para aquele corpo branco,dividido,seu bumbum arredondado que eu nunca havia reparado e seu cabelo liso e preto alem da boca mais convidativa que ja vi.
Por medo de nao resistir fui dormir no sofa.Quando cai no sono,acordo com ele me pegando nos braços,quando pergunto o que estava fazendo ele falou que estava frio e que eu deveria voltar a cama.
Ele caiu no sono e eu o admirava.Morrendo de medo passei a mao sobre seu corpo e quando minha mao passou sobre sua cueca ele tremeu.Fui ao seu ouvido e chameu seu nome,disse que sabia que estava acordado e perguntei se ele queria ficar comigo,ele deu um riso de canto de boca e respondeu com a cabeça que sim sem abrir os olhos.
Era tudo que queria ouvir,fui pra cima dele e o beijei...Nossa me faltam palavras para descrever aquele beijo,o melhor de minha vida,talvez por ser o primeiro de amor.
Nos beijamos por muito tempo,varios amassos e entao perguntei se ele queria fazer amor comigo e ele respondeu que nao,nunca havia ficado com um cara quem dira transar e tinha medo de achar estranho e nao gostar e acabar me magoando.Disse a ele que desejava aquela noite a 3 anos e transar ou nao nao iria tirar a minha felicidade.

Nos beijamos mais e depois fomos dormir abraçados
Depois acordei com seus beijos e ele me pedindo para fazer amor com ele,que nao conseguia pregar o olho me tendo ao seu lado e que essa noite talvez nao se repetisse e nao queria deixar a oportunidade de me amar por inteiro.
Nao tive duvidas,agarrei-o com toda força.Beijei todo seu corpo ate chegar a seu pau.
Nossa era lindo,beijei e chupei como se fosse acabar a qualquer momento,ele pediu para me penetrar,mas tinha medo de me machucar por nunca ter feito e ele sabia que alem de nao gostar de ser passivo eu nao ficava com ninguem desde o dia em que o conheci,subi em cima dele e deixei ele me penetrar,nossa como ele comia bem...sabedoria e carinho num sexo que so ele podia me dar.
Ele gozou dentro de mim e perguntou se eu havia gozado,disse que nao mas nao tinha importancia.Ele respondeu que tinha sim e disse:
-Não é justo apenas um sentir prazer,desculpa acho que nem pensei em voçê,se estiver ruim me avisa e eu paro.
E pra minha surpresa ele começou a me chupar...eu nem acreditava,meu amor hetero na cama comigo,transou comigo e ainda estava me chupando,gozei como nunca havia gozado antes.

Tomamos banho e dormimos.Almoçamos na casa de meu primo com meus amigos e depois o levei ao ponto de taxi.
Estava bobo com o que havia acontecido,mas a noite ele me manda uma mensagem dizendo que era melhor passamos um tempo afastados pois tudo aconteceu muito rapido e ele nao queria por esperanças em mim para me magoar mais na frente.
desde de janeiro nao nos falamos,voltamos a nos falar a alguns dias mas ele entrou de ferias e viajou para São Paulo.
Não vejo a hora dele voltar e nos conversamos,quero abraça-lo to com muita saudade.
Espero que tenham gostado,resumir 4 anos nao é facil.

paulo88santos@gmail.com

Fantasias de Corno Viadinho II

Continuando o conto FANTASIAS DE UM CORNO VIADINHO I........... A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.

.......Nossa vida estava uma maravilha. Sempre fazendo sexo com algum macho gostoso, seja com nossos namorados e/ou com outros que conseguíamos nas nossas noitadas. Sempre saíamos juntas para barzinhos na captura de algum. Certo dia, já no final de uma noite de sexta feira, estávamos num barzinho só eu e ela tomando umas cervejinhas e nos deparamos com quatro rapazes de aproximadamente 25 anos, em outra mesa bebericando e batendo papo. Minha mulher se interessou por eles e fez com que eu me interessasse também, afinal eram quatro machos gostosos. Ela então começou a dar mole pra eles. Eles desconfiados com a minha presença ficaram tímidos, porém, quando viram que minha mulher estava atirando sobre eles, ai não teve jeito, um deles veio até nós perguntado se eu era o marido dela mesmo. Disse que sim, que embora fosse casado, era bissexual e estávamos interessados neles. Disse ainda que minha mulher é uma puta tarada que adora rapazinhos. O rapaz ficou desconcertado, porém, animado com a resposta que dei. Foi até seus amigos e comentou com eles. Só via os sorrisos deles. Fiz um sinal para que viessem para nossa mesa. Assim o fizeram. Apresentaram-se e sentaram-se animados. Começamos a conversar sobre diversos assuntos e entramos no assunto pelo qual se sentaram conosco. Disse que éramos casados a mais de sete anos e que somos bissexuais. Disse que minha mulher e eu somos extremamente tarados e safados na cama e que topamos todo tipo de putaria, desde que seja com segurança e sem violência, desfrutando somente do prazer. Eles fizeram várias perguntas, curiosos em saber como é ser corno de uma mulher tão bonita e gostosa como a minha, desde quando passei a gostar de machos, como tudo aconteceu, etc. Ficaram animados e com tesão em comê-la. Quanto a mim, perguntei se também poderia entrar na festa ou se o interesse deles era somente na minha mulher. Disseram que a princípio seria somente a minha mulher, porém, na hora do tesão, pode até rolar. Convidei a todos que fossemos para nossa casa. Pagamos a conta e saímos. Lá, abri umas cervejas e servi a todos. Minha mulher pediu licença e foi para o quarto retocar a maquiagem. Retornou apenas de calcinha fio dental e salto alto, fazendo poses e lambendo os lábios. Os rapazes já excitados e na expectativa, levantaram-se todos e puseram-se a tirar rapidamente suas roupas. Minha mulher ficou no centro deles e beijou na boca de dois deles e então começaram a boliná-la por todos os lados. Um passava a mão na bunda, outro na buceta, outro nos peitos e o outro esperava uma chance para tal. Ela se pôs de joelhos e começou a chupa-los, ora um ora outro. Era um na boca e um em cada mão batendo punheta. Ficou assim por mais de 15 minutos e eu apenas olhando com o cú piscando sem parar e o pau babando de tesão. Quando ainda chupava, um e outro aproveitavam para enfiar dedos na sua xoxota e no seu cuzinho. Sempre a chamando de puta safada, cadela, piranha. Ela estava adorando aquela putaria. Quando se lembrou de mim, olhou-me e disse, vai se trocar minha gatinha. Entendi seu toque e fui para o quarto me trocar. Vesti-me com meias 7/8, salto alto, calcinha fio dental e cinta liga. Coloquei também uma blusinha para ficar mais feminina. Aproveitei para passar um brilho e uma leve maquiagem no rosto. Quando retornei à sala, minha mulher já estava de quatro sendo comida na buceta e estava com outro na boca. Dois aguardavam a vez de serem chupados por ela, pois revezavam os três ao mesmo tempo na sua boquinha. Ao me verem, se impressionaram na mudança radical de homem para mulher e assoviaram. Assim já dá para te comer viadinho!!!!!...disseram olhando pra mim. Dei uma disfiladinha pra eles e falei que também estava louco pra provar daquelas rolas duras.

Os dois que estavam aguardando para serem chupados partiram pra cima de mim. Ajoelhei e pus-me a mamar gulosamente os dois, gemendo alto e socando-os no fundo da minha garganta. Perceberam de cara que eu sabia fazer a coisa. Colocava os dois na boca, engolia um ora outro, mamava em um e punhetava o outro e assim foi por alguns minutos. Enquanto isso minha mulher gemia com um pau na sua buceta e outro na boca. Depois se revezaram, porém, o Márcio, o mais pauzudo de todos, queria era comer o cú dela. Ela nem pensou duas vezes. Disse logo, come esse rabo safado, enfia tudo no meu cú. Márcio não pensou duas vezes. Posicionou atrás dela e começou a empurrar seu cacete no rabo da minha puta esposa. Ela deu um grito na hora, mas ele nem se importou, pelo contrário, deu um tapão na bunda dela chamando-a de piranha safada. Não queria no cú vadia, agora aguenta, disse ele. Nisso o João que socava na garganta dela pediu para revezar com o Eduardo que socava na minha garganta. Então João já veio com seu cacete balançando pra enfiar na minha boca e Eduardo enfiou sua rola na boca da minha mulher. Márcio, que comia o cu da Júlia, tirou pra fora e pediu o João licença pra enfia-lo na minha boca. João aproveitou e foi comer o cu de Júlia e Márcio enfiou o cacete na minha boca falando: “chupa viado, chupa corno, prova o rabo da sua puta vadia putinha”!!.....Hummmmmmmmmmm...........................como gosto de ouvir isso. Parecia estar me elogiando....rsrsrssss. Mamei e mamei muito aquele cacete. Ele suspirou de tesão e não aguentou, começou a gozar feito um louco, segurando minha cabeça para não tirar o pau da boca e me fez engolir toda sua porra. Só depois que amoleceu ele tirou feliz da vida por ter gozado na minha garganta, se vangloriando. Enquanto isso o Bruno alisava minha bunda já querendo comê-la. Fiquei de quatro pra ele e pedi então dengosamente “fode minha bunda Bruninho”!!! E ele então começou a empurrar seu cacete duro no meu rabo guloso. Gemia de tesão. Do lado, João saiu do cu de Júlia para dar a vez ao Eduardo, que até então socava sua rola na boca de Júlia. João deu-me sua rola pra mamar e Eduardo já comia o cuzinho de Júlia quando o Márcio já pedia de pau duro pra foder a boceta de Júlia. Fizeram então uma dupla penetração nela. Márcio na buceta e Eduardo no cú. Enquanto isso estava eu com o João na boca e o Bruno no rabo. Depois João pediu a Bruno pra foder meu cú. Então tirou do meu rabo e enfiou na minha boca. Depois de uns 15 minutos assim, o Eduardo pediu para trocar de cú com o João. Eduardo me comia e João fodia o rabo de Júlia. Eduardo não aguentou muito no meu cú e gozou lá dentro muita porra. Bruno ao ver o amigo gozando não aguentou também é encheu minha boca com seu leite quente. Fiz questão de saborear a porra dele, levando de um lado a outro da boca, brincando com a língua e os lábios antes de engolir tudo. Delícia!!!! Quero mais Bruninho, disse a ele rindo. Comecei a ouvir gemidos altos, minha mulher estava gozando feito uma cadela nas duas picas. Gritava, urrava, pedia pra socar forte, e desfalecia deitada sobre o corpo do João. Ao mesmo tempo, João enchia sua bocetinha de porra. Minha mulher saiu das duas picas e foi tomar um banho. João, que tirava o pau da xoxota dela melado de porra  me obrigou a limpá-lo todinho. “chupa viadinho, é assim que vc gosta putinha, chupa corno safado”!!...Dizia ele. Não me fiz de rogado e nem o decepcionei, abocanhei o pau melado de porra que saíra da buceta da minha vadia.  Quando menos espero, os quatro se posicionaram ao meu redor pedindo para que os chupassem. Hummmmmmmmm sonhava com isso. Quatro picas gostosas balançando sob minha cabeça, cada uma esperando sua vez de ser engolida pela minha boca gulosa. Engolia uma e punhetava as outras. Fiquei assim até minha mulher voltar do banho. Todas duras e prontas novamente, voltaram a foder novamente eu e  minha mulher. Bruno colocou no cú dela, sentada de costas pra ele, enquanto o Eduardo comia sua buceta de frente, novamente numa dupla penetração. Eu continuava a mamar João e Márcio. Que pica gostosa tinha Márcio. A melhor dos quatro. Era muito grande e grossa. Ruim mesmo foi na hora que ele resolveu comer meu rabo. Que dor imensa, além do mais, ele não foi nada carinhoso, sendo  bruto e violento na sua foda. Comia-me com força, dando tapas na minha bunda e me xingando de viado corno. Do outro lado João socava seu cacete na minha garganta pra abafar os gemidos. Depois João pediu pra foder meu cú e o Márcio pediu pra comer a buceta de Júlia, trocando com o Eduardo. Eduardo então enfiou seu cacete na minha boca e Márcio bombava na xoxota de minha amada. Quando todos estavam prestes a gozarem, Márcio pediu que gozassem todos em cima de nós duas. Assim o fizeram, ficamos as duas de joelhos e os quatro punhetando acima de nossas cabeças. Estávamos com nossas boquinhas abertas e com a língua de fora só esperando jorrar leitinho nas nossas caras. Bruno foi o primeiro a esporrar, mirando bem na cara de minha puta. Ele deu seu pau para que eu limpasse o restinho. Cheguei a enfiar a língua no seu canal pra sugar tudinho. Márcio veio em seguida com se pauzão, esguichando muita porra em nossas bocas. João e Eduardo parecem ter combinado, pois gozaram juntos, cada um mirando em uma cara. Depois de terminarem, chupamos seus cacetes para limpar o restinho de porra que neles tinha e depois fiz o que mais amo fazer, beijar na boca de minha mulher toda meladinha de porra. Lambemos-nos e nos beijamos loucamente, limpando nossos rostos com a língua e ao mesmo tempo fazendo carinhos um no outro.  Estávamos exaustos de tanto trepar e fomos dormir, depois de despedir dos quatro rapazes, dizendo-lhes que sempre que quiserem foder um cuzinho guloso, estaríamos à disposição. Disseram que voltariam pra repetir sempre que nós os convidássemos.

No dia seguinte, felizes da vida e com o cú ardendo, tive uma grande felicidade. Ao pegar o elevador do prédio estavam realizando mudança um casal jovem que nos chamou atenção. Uma linda morena muito gostosa de aproximadamente 26 anos e seu marido, um jovem rapaz mesma idade, que simplesmente mostrava-se como uma menininha. Isso mesmo, o cara era afeminado, falava parecendo uma mocinha e seus gestos entregavam o rapaz. Diferente de mim, pois apesar de amar outro macho, sou macho muito discreto, pois ninguém desconfia. Bom, acontece que ao encontrarmos-lhes, houve uma química muito forte entre nós. Claro, a mulher dele ficou de olho em mim e na minha esposa e seu marido de olho em mim. Não faziam ideia do que éramos capazes de fazer. Oferecemos ajuda na mudança e aceitaram de imediato. Depois conversamos bastante sobre suas vidas e sobre as nossas. Era domingo, ficamos o dia todo na casa deles ajudando com algumas coisas e à noite, os chamamos para tomarem um caldo em nossa casa, já que na deles a bagunça não permitia fazer qualquer coisa naquela hora. Aceitaram e fomos. Conversamos até altas horas e descobrimos coisas maravilhosas. Estava  na sala batendo papo com Juninho e minha mulher com a Claudia na cozinha preparando o caldo. Minha mulher, astuta e curiosa, perguntou a Claudia se já havia traído o seu marido, pois era muito bonita e gostosa, com certeza deveria chamar muito atenção dos homens. Ela disse que sim, depois de flagra-lo na cama com outro homem, deu o troco na mesma moeda. Deixei que me flagrasse com outro homem na cama bem no horário de sua chegada do trabalho. Júlia arregalou os olhos e perguntou novamente a ela o que aconteceu depois disso, afinal, estão juntos e parece que não houve nada. Claudia então disse que depois disso conversaram bastante e chegaram a uma conclusão de que não deveriam se separar e sim aproveitar da situação uma vez que eu também tenho minhas fantasias com mulheres e outros homens, já havia dito isso a ele numa oportunidade na cama, mas não passava de fantasia até então.  Eu tinha várias fantasias e ele também, portanto, porque não realizá-las, além do mais, ela o amava muito, sendo ele do jeito que é.  Depois disso, era tudo que seu marido queria, dar livremente por ai sem qualquer impedimento e, ao mesmo tempo, posar de marido macho para toda família. Ela topou, afinal o amava muito e sempre quis foder com outros homens e mulheres, pois é louca por sexo de todas as formas. Confessou que antes dele ser flagrado na cama com outro, ela já fantasiava ver seu maridinho dando pra outro. Ela também disse que é louca por mulheres. Ama chupar uma bocetinha e beijar na boca de outras mulheres. Aproveitou e disse que depois da liberação total, traiu seu marido por algumas vezes, sendo a maioria com sua ex-vizinha. Minha mulher ficou excitadíssima com suas confissões. Enquanto isso, eu e o Juninho papeávamos na sala. Eu já estava com tesão por ele, afinal sempre tive vontade de ter “uma amiga” putinha e viadinha como eu. Juninho é um cara bonito, corpo bonito, lisinho, bunda grande, boca gostosa e carnuda, mas nada aconteceu neste dia, pois depois de ouvir tudo aquilo da Claudia, minha mulher se manteve quieta até eles irem embora. Quando ela me disse tudo que ouviu, fiquei com vontade de busca-los de volta........rsrsss.....pois fiquei excitadíssimo com os dois. Disse a minha mulher que gostaria de ser amigo íntimo do marido dela. Minha mulher disse ter ficado com tesão no Juninho também, queria muito comer o cú daquele viado, disse ela.

Depois de alguns dias, combinamos de almoçar na casa deles como forma de retribuir o carinho quando chegaram. Aceitamos com muito prazer. Aliás, muito prazer era o que nós duas esperávamos. Fomos pra lá por volta das onze horas. Bebemos algumas cervejas antes do almoço e já estávamos meio altos pela quantidade. O almoço ficou pronto por volta das 14h. e ainda continuamos a beber e beliscar alguma coisa. Em dado momento, soltei uma que fez com que todos se assustassem................Juninho, estou louco pra foder esse seu cuzinho!!.....ele ficou vermelho de vergonha e sua mulher pra sacaneá-lo, disse que o que ele mais ama na vida é dar a bundinha dele, que inclusive flagrou ele na cama dela com outro. Ai não teve mais jeito, o Juninho não sabia o que dizer e, a puta da mulher dele já não queria mais parar de falar. Completava dizendo que ela também o encheu de chifres e ele não come ela mais. Eu e minha mulher começamos a rir e antes que o viadinho dela ficasse mais sem graça do que estava, disse a ele que o amei no instante em que o vi e disse que também somos bissexuais e que sou louco por rolas e amo ser corneado. Nesta hora tanto ele quanto sua mulher ficaram eufóricos em ouvir tudo aquilo. Nossa, que delícia, somos iguais amiga!!!...Disse Claudia à minha esposa. Com o álcool na cabeça e excitadíssimos pela conversa, insinuei começarmos uma putaria naquela hora. Claudia apenas olhou pra minha mulher e sem dizer nada, beijou-a na boca de forma alucinada. Adorei ver minha mulher beijando na boca de outra. Era a primeira vez que via isso, embora ela tenha tido a vontade de experimentar o sexo feminino há muito tempo, nunca teve tal oportunidade. Era agora então. Claudia, mais experiente com mulheres, beijava-a e alisava seus seios ao mesmo tempo. Eu e Juninho vendo tudo aquilo, também olhamos um para o outro e nos abraçamos e beijamos loucamente, passando as mãos no corpo um do outro. Começamos então a tirar nossas roupas, que eram poucas por ser um domingo, pois estávamos apenas de shortinho e camiseta. Quando Juninho meu viu de calcinha, deu um grito de felicidade e disse: ai amiga você também gosta de usar calcinhas?....

Disse a ele que amava usar calcinhas e que desde minha iniciação com minha mulher, passei a usar sempre suas roupinhas, inclusive para dormir. Márcio aproveitou o momento e também tirou seu short. Mostrou-me uma minúscula calcinha enfiada em sua bunda. Amei ao vê-lo de calcinha. Que bunda linda ele tem. Que bunda gostosa de comer o meu viadinho tem. Disse a ele pra desfilarmos uma para a outra. Dei a ele um salto alto e peguei o meu e começamos a andar pela casa rebolando. Nossas mulheres aplaudiram e disseram pra gente se maquiar também. Gostei da ideia e fomos para o quarto deles para brincarmos de maquiagem. Enquanto isso escutávamos os gemidos das duas na sala deitadas no tapete fazendo um 69. Eu e Juninho maquiávamos e brincávamos uma com a outra. Fomos para sala e nossas mulheres se deliciaram com a gente. Claudia brincou, agora somos quatro meninas, vamos todas brincar juntas? Perguntou ela. Rimos e entramos na brincadeira. Porém, antes de mais nada, beijei loucamente minha amiga. Lambi seu corpo todinho. Lambi seu pescoço, suas orelhas, seus peitinhos, sua virilha (sem tocar no seu pau) e ao mesmo tempo apalpando sua bundinha gostosa, depois mamei na sua rola enquanto enfiava um dedinho no seu cuzinho. Meu viadinho gemia como uma mocinha. Nossas mulheres continuavam a fazer 69. Que delícia ver minha mulher lambendo uma buceta e um cuzinho. Claudia ficou por cima dela esfregando sua bunda na sua cara. Eu e Juninho nos amassávamos em pé mesmo. Nesse momento ele se abaixou e pôs-se a mamar gulosamente no meu pau. Que delícia ele mamando. Guloso igual a mim. Socava na garganta dele fazendo-o engasgar com minha rola. Ele estava adorando saboreá-la. Depois o coloquei de quatro no sofá e a Claudia fez a mesma coisa com a minha mulher. Ficamos eu e a Claudia lambendo o cú das duas. Juninho e Júlia gemendo juntas com nossas línguas gulosas socando fundo no cuzinho delas. Minha mulher pediu a Claudia que enfiasse dedos no seu cú. Juninho já pedia pica. Coloquei carinhosamente no rabo de minha amiga enquanto Claudia enfiava três dedinhos no rabo de minha mulher. Brinquei bastante no cu de Juninho e depois enfiei no rabo de minha mulher. Claudia por sua vez deu a xoxota pra ela lamber enquanto gemia no meu pau. Já Juninho, lambia minhas bolas por traz. Depois a Claudia pediu pra ser comida e então enfiei também no seu cu. Júlia ficou de quatro na sua frente pra ser lambida novamente. Resolvi então tirar do cú de Claudia para dar ao meu viadinho pra provar. Ele não titubeou, viu que estava limpinho e não desperdiçou a chance de provar o cú da sua puta mulher. Mamou gostoso e ele mesmo colocou de volta no rabo de sua putinha. Soquei gostoso novamente enquanto ela se deliciava com a xoxota da Júlia. Juninho pediu novamente pra provar minha pica e assim o fiz. Neste momento, Claudia enlouquecia a Júlia com as suas chupadas fazendo-a gozar como uma cadela, gritando e gemendo alto.

Claudia então chupava mais e mais sua buceta. O tesão tomou conta de todos e Claudia também começou a gozar pelo cú, gemendo e pedindo pra socar com mais força. Eu também não aguentei e comecei a gozar. Tirei do rabo de Claudia gozei loucamente, dando a minha amiga viadinha pra chupar em seguida. Mamou e se lambuzou com toda minha porra, degustando e engolindo tudinho. Como minha putinha ainda não havia gozado pôs-me de joelhos a mama-lo gulosamente até ele jorrar seu leitinho quente na minha boca gulosa. Desta vez eu não bebi, levei até a boca dele e engolimos beijando e chupando nossas línguas meladas de leite. Descansamos e almoçamos. Como passamos o domingo juntos, dormimos agarradinhos (eu e ele, ela e ela). Á noite começamos tudo de novo. A partir desse dia, nossa amizade parecia ser de longos anos. Estávamos íntimos demais um do outro. Minha mulher passou a amar bucetas, queria sempre nossa amiga pra fazer sexo com ela. Portanto, sempre estavam juntas. As duas já estavam saindo juntas pra foderem com homens e mulheres sem nos chamar. Pro outro lado, eu e minha amiga putinha também. Sempre saíamos juntas à procura de machos e começamos a trepar com todos que podíamos. Às vezes levávamos pra casa pra fazer uma festinha com nossas putas. Eu e Juninho sempre brincávamos de nos maquiar e de vestir as roupinhas de nossas mulheres. Sempre dormíamos juntos, seja eu com ele e ela com ela ou os quatro juntos em vários colchoes na sala. Numa dessas transas, eu e Júlia lembramos-nos dos quatro amigos nossos que nos foderam anteriormente e contamos para nossos novos amigos o que aconteceu, levando-os à loucura, pois queriam muito fazer o que nós fizemos. Combinamos então de ligarmos pra eles com a finalidade de fazermos uma festinha na nossa casa. Agora sim, eram quatro cús para quatro picas. Porém, quando eles chegaram no dia e hora marcada em nossa casa, nos deparamos com seis caras. “Ficamos muito tristes”........rsrsrss
Se gostaram, o conto ainda terá sua terceira parte.
Aguardo vossos comentários.
Beijos a todos.

mikaela40df@hotmail.com

Chupado por uma anã gostosa no ônibus

Olá galera, esse negócio de esvrever contos vira realmente um vício, parece que tudo que acontece com agente, já estamos imaginando como vamos escrever e publicar no dia seguinte.
Bom, mas vamos ao acontecido, minha esposa trabalha com vendas de cama mesa e banho, viajamos sempre juntos para Ibitinga, uma cidade do interior de SP onde tem várias fabricas desses produtos.

Em setembro precisamos viajar e no dia da viagem minha esposa pegou uma infecção de garganta e não pode ir, eu nunca tinha viajado sem ela, até porque não entendo muito dessas coisas, meu ramo é outro totalmente diferente.
Ela me pediu que eu fosse e me deu uma lista dos produtos encomendados por suas clientes, como não eram muitos eu fui, e até que não me sair muito mal, conseguir comprar tudo que ela pediu, mesmo porque já conheço as lojas.
O ônibus que sempre viajamos pertence à uma empresa voltada para essas finalidades, o ônibus saiu as hs 17:00 a poltrona dos fundos estava vazia, como eu pensava em dormir me acomodei ali achando que ficaria com as duas poltronas só pra mim.
Passamos em Nova Iguaçu pra pegar mais passageiros e a minha alegria duraria pouco (na verdade foi o contrário pois durou a viagem inteira) pois certamente alguém oucuparia a outra poltrona, e não foi diferente. aguem se aproximou e sentou do meu lado.
Pensei que fosse uma criança, até estranhei pois não costuma vijar crianças conosco, não que não possa, mas por se tratar de viagem para compras não tem muita lógica levar crianças, a viagem costuma ser muito cansativa.

Na verdade depois pude perceber que não era uma criança e sim uma anã, não devia ter mais de 1.30, branquinha e muito linda, ela estava com uma sainha curtinha e quando sentou suas perninhas ficavam à mostra, me disse que era sua primeira viagem e não conhecia nada em Ibitinga.
Perguntou se eu poderia ajuda-la o que naturalme me coloquei a disposição. Eu não sabia se olhava pra ela ou pra suas perninhas grossas, ela percebeu mas não se importou muito, parece ter gostado de está chamando a atenção de um homem bem maior que ela.
Me disse que já tinha sido casada com outro anão, mas o casamento não deu certo pois ele era muito grosso e ignorante, já tinha mais de três anos de separada e depois disso nunca mais se envolveu com nenhum outro homem, tinha 32 anos e um corpinho lindo.
Ao cair da noite e com o ar condicionado ligado o ônibus ficou um verdeiro gelo, ela como nunca tinha viajado, não tinha levado nada, só uma bolsa feminina e sacolas para trazer as mercadorias, percebi que ela estava toda arrepiada de frio, peguei minha manta para me cobrir.
Ela esfregava os braços pernas e mãos. Dizia... que besteira a minha! Como pude fazer isso? Sempre fui tão prevenida, como fui esquecer de trazer um cobertor? Nem mesmo um casaco, que droga! Vou congelar aqui dentro desse ônibus!!
Aí foi a minha vez.. Como fiquei contente ao ver que ela não tinha levado nada! Perguntei... vc quer dividir minha manta? Ela é de casal, sempre trago ela quando venho com minha esposa e dar tranquilamente. Vou aceitar sim, pegou a ponta da manta e começou a se cobrir.
Tivemos que levantar aquele braço que divide as poltronas para que ficássemos mais juntos a fim de a manta poder cobrir nossos corpos. Continuamos a conversar, fiz várias perguntas, entre elas se ela já tinha se envolvido com um homem de tamanho normal.

Disse que não, que os homens parecem ter vergonha de sair com uma anã, na sua adolecencia chegou a ter um namoradinho bem mais alto, mas os colegas dele começaram a fazer bricadeiras sem graça do tipo, leva ela no colo Beto! Ele morria de vergonha e acabou terminando tudo. Eu não gosto de ser muito direto, mas eu uma frese e outra deixava claro que ela me atraia, o ônibus parou as hs:20:00 para janta, eu a convidei e ela topou. Voltamos para o ônibus que saiu as hs:21:00 falei pra ela que tinha-mos que poucurar dormir um pouco pois o dia seguinte seria de muito trabalho. Pegamos a manta que já lhe tinha oferecido e nos cobrimos, ela ainda disse.. sua esposa não ficaria com ciumes se visse essa cena? Eu falei.. certamente, mas ela não está vendo e eu não poderia deixar vc aqui morrendo de frio, ela agradeceu e fechou os olhos para dormir. Eu não sou de dormir em viagem mas gosto de fechar os olhos para descansar um pouco. Depois de um certo tempo já estava quase cuchilando quando sinto um peso sobre mim, ela parecia está dormindo, se jogou um pouco sobre mim e seu braçinho curto ficou entre minhas pernas, eu estava com uma calça de moleton e uma cueca folgada, gosto de viajar assim pois é mais confortável, qundo sentir o contato do braço dela meu pau começou a se manifestar, fiquei meio receoso com medo de ela acordar e ficar constrangida com a situação, meu pau já estava estalando de duro, percebir uma leve pressão sobre ele e esperei pra ver no que ia dar. Ela movia o braço e meu pau já estava ao alcance de sua mãozinha, o tesão era enorme, pensei que ela fosse segura-lo mas ela não fez isso, fiquei na dúvida, estaria ela dormindo mesmo?

Resolvir agir, levantei um pouco a calça e sua mão deslizou para dentro, ela passou a fazer pequenos movimentos, nossa que loucura! Era gostoso demais! Passei a mão seus seus seios e fui acariciando seus biquinhos, fui descendo a mão e enfiando entre suas pernas, ela estava molhadinha mas era difícil enfiar o dedo pois suas pernas grossinhas impediam, ela então colocou os dois pés em cima do banco e assim suas perninhas ficaram abertas, que bucetinha fofinha! Parecia uma bolachinha, pequeninha mas inchadinha, fui deslizando meu dedo e penetrando ali, ela me punhetava com sua mãozinha, meu pau não é grande (15 cm) mas é grosso, sua mão quase na conseguia abraçalo, ela ia subindo e descendo, fazendo carinho na cabeça, nossa que delícia. Onde nós estava-mos dava pra ver todo o ônibus, assim quando ágüem vinha ao banheiro nós ficava-mos imóveis com aquilo na mão e mão naquilo. Perguntei no ouvido dela, quer dar uma chupadinha? Ela disse que sim mas tinha medo de alguém ver, falei... se vir alguém eu te aviso, ela então veio com se fosse deitar em meu colo, eu a cobrir totalmente com a manta e ela começou então o seviço. Que gostoso! Que boca macia! Meu pau lateja dentro de sua boquinha, ela chupava e me punhetava ao mesmo tempo, passei a fezer movimentos de vai e vem como se estivesse fudendo a sua boquinha, ela ficou paradinha só recebendo meu cacete duro que ia até sua garganta e voltava, não demorei muito e gozei como nunca, enchendo sua boquinha de porra, ela esperou até a ultima gota e depois cuspiu no chão do ônibus. Gostaria de fazer o mesmo com ela mas no meu caso era complicado pois se viesse ágüem seria difícil, não sei como tem gente que conta que transou dentro de ônibus, pra mim é tudo mentira. Mas coloquei meu dedo em sua xaninha e a fiz gozar também. O ônibus parou e descemos para esticar as pernas um pouco, falei pra ela que tinha adorado e que queria denovo.

Foi a melhor viagem da minha vida, ela me fez gozar umas 4 vezes e eu a ela também, ela dizia que nunca tinha visto um pau como o meu (e olha que não é grande) que o do ex marido era do tamanho do meu polegar rsrsrs falei que ela ia gostar mais quando eu o enfiasse em sua bucetinha, quando chegamos peguei o número do seu celular, mas não sei se anotei errado, até hoje não conseguir falar com ela. Um dia que sabe? rayketo@hotmail.com

 

Corneando o marido na Rua

Minha mulher na época com 36 anos, trabalhava á em períodos noturno em e Belo Horizonte e sempre saía para jantar . Ela tem a pele branca, um corpo bem formado, cabelos e olhos pretos e como nome A.C.
No início achei estranho a mudança de comportamento dela, demora mais na hora de jantar do que de costume e notei outras atitudes diferentes com a de beber mais do que eu estava acostumado a vê-la fazer além de passar a usar roupas mais apertadas, saias curtas, decotes esse tornou muito comum ele a não usar mais sutiã.
Mal sabia que ela era safada e estava me corneando!!!!

Começou a sair sozinha a noite, fora do horário de trabalho dizendo que ia encontrar com as amigas.
Certa vez precisa falar com ela e liguei no celular, ela atendeu meio nervosa e pelo som de fundo vi que estava em um bar, mesmo estando de serviço, ela me perguntou o que eu queria e lhe perguntei algo sem muita importância.
Passado um tempo liguei de Nov e desta vez ela me disse não me ligue mais que você esta me atrapalhando e que me ligaria assim que pudesse, eram 19:30 horas, lembro-me até hoje com exatidão!
Recebi a uma hora da manhã o seu telefonema de retorno me dizendo que já havia retornado ao serviço, perguntei se ela sabia que horas eram ela me disse que sim e desligou.
Em um dado momento de nossa vida conjugal perguntei que havia acontecido naquela noite ela me disse, eu dei pra outro na rua e começou a me contar:
Eu o conheci a alguns dias num bar perto do trabalho onde ia jantar e disfarçadamente ele fez um contato comigo através de um olhar eu gostei dele de imediato era claro d cabelos pretos, 1,80 m e tinha 39 anos, tinha a camisa aberta e mostrava o seu peito cabeludo . Era muito gostoso.
Como estava perto de conhecidos sai disfarçadamente e ao passar pela mesa dele ele me olhou eu sorri e pisquei para ele, ele entendeu e me segui em pouco tempo.
Comecei a conversar e ele meio safado, já foi pegando Ana minha mão e eu meio sem jeito deixava, mas logo ele já me abraçava pela cintura enquanto caminhávamos pela rua .

Como já era trade para mim, troquei o telefone e me despedi com um beijo gostoso de língua que deve ter durado uns bons minutos e foi muito bom sentir a mão dele apertando as minhas nádegas!
Na data marcada fomos a um bar, mais longe de onde trabalho e ficamos conversando e eu me desinibi e sentei ao lado dele que de imediato pegou minha mão e começou a me beijar e aliás como ele beijava gostoso, começou a passar as mão em minhas pernas e ele me convidou depois de um tempo para caminharmos.
Para quem conhece o Bairro de nome Barro Preto tem pouca iluminação e as poucas existentes são mascaradas por grandes árvores.
Fomos caminhado e em dado momento ele me abraçou forte me encostou em uma árvore e começamos a nos beijar . Ele passava as mãos em meus seios, minha bunda e me convidava para ir a um motel ali perto.

Eu respondi que não tinha tanto tempo e que não poderia ir, assim mele me pegou firmou contra a árvore e começou beijar o meu pescoço, ao mesmo tempo em que uma das mãos procura o meio das minas pernas.
Tentei falar que estávamos na rua e sua boca achou os meus seios, como estava de camiseta, propositadamente sem sutiã, ele descobriu facilmente um dos seios e começou a sugar o bico e a dar leves mordidas e sua mão já abrir o zíper da minha calça que era colada e começa a me masturbar.
O Tesão aumentou e eu já não me controlava mais quando ele abriu o botão da calça e pos a mão toda dentro da minha calcinha alcançando a minha xaninha e começou a enfiar os dedos.

Eu gemia e fazia movimentos de subir e descer e ele colocou o pau pra fora e começou a se esfregar em mim, depois rapidamente ele abaixou a minha calça jeans até o joelho e junto com ela a calcinha, falei aqui não, mas senti uma estocada forte ele enterrou tudo de uma vez, era grande, gostoso.
Ele me pegou de jeito segurou a minha bunda com as duas mãos e meteu forte até me esqueci que estava ma rua ele fazia movimentos gostosos de vai e vem e ai começou a bombar forte e eu vi que ele e eu íamos gozar, comecei a gozar, você sabe que gozo fácil , e disse a ele que não gozasse dentro pois não tomo remédio e ele não estava usando camisinha, mas não deu ele aumentou o ritimo e começou a gemer e falou, puta casada merece uma buceta cheia!!!!
E num instante socou forte e eu gozei de novo e senti a minha xaninha se encher do gozo dele.
Ficamos uns instantes unido enquanto ele gozava até que ele tirou para fora e me pediu o meu lenço e quando ia lhe entregar ele falou, você limpa. Primeiro com a mão.

Limpei aquele pau gostoso e melado ainda meio duro e quando fui usar o lenço ele me prensou junto á árvore e falou: usa a boca para lavar a sua mão, lambi minha mão toda melada de nosso gozos e assim que fui me limpar do gozo dele que começava a escorrer de minha xaninha ele não deixou, puxou a minha calcinha para cima e falou que eu ia gozada para o trabalho.
Vesti a calça e saímos de mão dadas, quis correr mas ele não deixou, me levou até perto do serviço para se certificar de onde eu trabalhava e antes deu ir embora ele me beijou e me fez masturbá-lo um pouco e falou que essa era a primeira de muitas que agora ele sabia que a casada era uma mulher fácil , gostosa e safada.
Se leu e acha que sabe mais sobre A.C. mande um email semanticus@hotmail.com

 


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