Travesti

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Direto de São Paulo conheça minha amiga pessoal a super travesti Lindsay Lohanne

Esta é minha amiga Lindsay Lohanne.. uma amiga que gosto MUITo... então olha bem o que ela procura.. antes de escrever combinado?

EsTou em Sao Paulo na região central, bairro Campos Elisios, Prox a Republica tenho 30 anos, sou Travesti, Sou hormonizada e bem femenina chego ate passar por mulher, quero Conhecer um Carinha Legal, procuro alguem para desfrutar junto a mim de momentos agradavéis bons não so um dia e sim várias noites, Sou um Pessoa Séria, Trabalho como Cabeleireira,Tive de meus Pais uma Otima Criação, sou alguem que sabe se por dependendo do lugar, educada gentil romantica, não faço Programas,pois não preciso, tenho Fotos e Cam no msn lohannelopez@hotmail.com, Sou Ariana, Sou Branca, 179m, 79kg, Cab Cast Claros e Olhos Cast. corpo bem distribuido, quero um Homem não curto afetados, quero um cara que curta Travestir, Sou mais Pass que Atva, sou muito simpatica, alegre, procuro alguem alegre divertido pra cima, assim como eu, alguém que queira de fato curti momentos bons e sério,sem Sacanagem e Putaria, Algum Cara de cabeça boa que queira Algo Legal de fato...

Perdendo o cabaço no terreno vazio

Olá, me chamo Eduardo e venho aqui relatar o que deliciosamente ocorreu comigo.

Sempre ficava navegando na net e olhando vídeos com travestis, adorava a forma de vê-las sentindo tesão ao serem comidas e batia várias, até que um dia, em um chat, encontrei uma, chamava-se Anita, conversamos pelo chat e logo trocamos msn, ao começar logo fiquei maravilhado por ser tão linda, conversamos sobre nossas vidas e sobre nossos gotos na cama, falei que era só ativo e que tinha um louco desejo de conhecer uma travesti, ela falou que realizaria esse meu louco desejo, falamos sobre fantasias sexuais ela citou algumas e eu citei a de que adoraria transar em um lugar público, ela então falou que poderia tb realizar, marcamos e fomos nos ver, encontrei-a em um bairro aqui no Rio e ela falou: "vem comigo", andamos um pouco e ela me levou a um terreno vazio (Já era por volta das 22h), e disse, pronto, vou realizar seu desejo e sua tara, mas do meu jeito, eu perguntei o jeito e ela disse que eu veria depois

. Eu fiquei meio sem graça, nunca antes estive com uma travesti, ela me fez um cafuné e me puxou para me beijar e eu aceitei, ela tinha uma boca e um hálito delicioso....me beijou muito, meu pau já estava latejando e ela o colocou pra fora, abaixou e começou a mamar, comecei a delirar de tesão, em seguida ela levantou. virou de costas e abaixou o shortinho que estava usando, fiquei louco na bunda dela que ela fez questão de empinar...qdo cheguei perto..e já tentando meter, ela mandou eu esperar pq eu teria uma esperiência nova, foi quando ela virou e mandou eu segurar a vara dela, era grande e grossa, demais, fiquei com medo..ela disse: "agora quero que você mame gostoso, vamos" quanto mais eu mamava, mais aquela pica ficava grossa..depois de um tempo ela falou: "se você veio até aqui e já está me mamando, vai me dar esse cuzinho também", temi quando ouvi isso, ela falou pra não ter medo que seria carinhosa, mandou eu segurar em uma arvore que estava perto e que eu abaixasse e empinasse a bunda, adorei obedecê-la e fiz assim, ela encheu meu cuzinho de KY .. forçou uma dedadinha e logo em seguida começou a dar pressão com a pirocona dela, eu sentia dor e desejo por ela ao mesmo tempo e ela forçava cada vez mais..quando a cabeçorra dela passou e ela começou vagarosamenta a penetrar eu começei a gemer alto de dor e tesão..ela tampou minha boca e puxou meu corpo para mais perto do dela...foi quando senti seu saco batendo na minha bunda e ela disse: "minha cadelinha gostosa, meu pau tá todo dentro de você" ...

Eu adorei ouvir isso, ela socava muito fundo e muito forte, eu estava morrendo de dor e tesão, de pois de ter socado muito , falei não aguentava mais e implorei para ela tirar a pica, ela tirou e me mandou mamar até ela gozar....mamei por mais um bom tempo..e na hora dela gozar..ela gozou no meu peito..era muito leite que escorreu pra minha cintura, ela falou que eu não poderia limpar, ela espalhou a porra no meu corpo como que fosse um creme e mandou eu colocara blusa de volta e voltar pra casa assim. nos encontramos mais umas 3 vezes, depois ela viajou pra SP e hoje só nos falamos por msn, depois daquele dia descobri como é bom ser passivo e submisso para uma travesti ativa. Se você gata travesti, só travesti, leu esse conto é do Rio e gostaria de um gatinho ativo, mas também bem passivo e submisso, me add no MSN e vamos conversar,hunterrio@hotmail.com

hunterrio@hotmail.com

 

Carioca de bom nível sócio-cultural e que curte cinema, barzinhos e viajar, procura por travesti ou transexual que queira casar

FER
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
RJ
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
RJ
EU SOU:: 
Homem
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Travestis
Transexuais
 
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Olá, sou o Fer, tenho 31 anos, bom nível socio-cultural, estou em busca de uma pessoa pra casar, não quero sexo gratuito mesmo pq não preciso se quiser posso muito bem pagar, o que busco é um envolvimento afetivo, um relacionamento sério e duradouro, com uma pessoal acima de tudo fiel, sincera e carinhosa, gosto de programas tipo barzinho, cinema, viajar, mas curto muito minha casa, sou branco, olhos verdes, 1.80 de alt. 70kg.
Darei preferência para pessoas do RJ ou SP onde estou sempre, mas quem quiser escrever de outros lugares sem problemas, acredito que afinidade e o amor não tem distancia, agradeço se puderem enviar pelo menos uma foto anexada, no e-mail e uma forma de contato.

Maitê obrigado pelo espaço.

Me escreva no minimo podemos ser amigos.

Homem solteiro de 31 anos de Bauru, procura por travesti romântica e sincera para relacionamento sério

 

Seu nome ou Apelido: 
Lestat
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
SP
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
Bauru
EU SOU:: 
Homem
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Travestis
 
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HOMEM, SOLTEIRO, 31 ANOS, BRANCO, CABELOS CASTANHOS, OLHOS VERDES, 1,76 DE ALTURA, 88KG RESIDENTE NA CIDADE DE BAURU PROCURA UMA TRAVESTI ROMANTICA, SINCERA E CARINHOSA NA CIDADE DE BAURU OU NA REGIÃO PARA RELACIONAMENTO SÉRIO

Travesti de Curitiba procura alguém que queira amar de verdade e ter um relacionamento sério

 

Seu nome ou Apelido: 
Adriana Ross
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
PR
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
Curitiba
EU SOU:: 
Travesti
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 

adri.jpg

Oi pessoas que estão com o mesmo problema que eu de solidão ou de querem alguém e não conseguir encontrar,´pois nos dias de hoje é muito dificil encontrar alguém que queira amar de verdade e ter um relacionamento serio. Bom se vc procura algo serio estarei aqui a procura de minha alma gemea e tentar fazer essa pessoa muito FELIZ...
Quero que me procurem pessoas somente interessadas em relacionamento serio pois despenço curiosos,pessoas casadas ou a procura de programas, tenho minha vida independete e não preciso disso,preciso apenas ser amada e amar alguem aguardo vocês bjs Adri...

 

CD de São Paulo, com pele macia e delicada, procurar conhecer homens que curtam galantear e seduzir uma "menina"

 
Seu nome ou Apelido: 
Verônica
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
SP
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
São Paulo
EU SOU:: 
Drag
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Homens

Olá, sou uma cd bem feminina de São Paulo. Tenho 35 anos, morena clara, olhos castanhos escuros, pele macia e delicada, rosto de mulher, elegante, discreta, amiga e divertida. Procuro homens que curtam galantear e seduzir uma "menina". Mandem fotos para vedimitri@uol.com.br Se preferir, adicione no msn: veronicadimitri@hotmail.com

Beijos

 

Onde "está" a sexualidade?

Que lógica é essa que nos faz utilizar essas perguntas marcadas pelo “ou” e não pelo “e”?
Por que o sexo do indivíduo importa tanto?
Será porque achamos que a partir desta definição “todo o resto” estará resolvido???

Ainda hoje, proliferam os discursos em torno da sexualidade e, dentre outros campos, a medicina segue exercendo intensos efeitos de verdade em nossa sociedade. Aliando o prazer à saúde, os discursos médicos ampliam seu campo de atuação, divulgando “verdades” que costumam vir com um “selo de garantia” de que “foi comprovado cientificamente...”- e isto as tornam, muitas vezes, inquestionáveis.
Nos textos publicados em atualizados sites na Internet brasileira/mundial o que mais se encontra são dicas, orientações, precauções sobre sexualidade, direcionadas muito mais ao público feminino do que ao masculino. Por que será?

Privatiza-se um jeito de viver a sexualidade (matrimônio, monogâmico, heterossezual), enquando se “denunciam publicamente” todos os outros jeitos de vivê-la que não se enquadrem nesta norma.
Anseia-se pelo estabelecimento de uma norma.
Fabricam-se normas e fronteiras.
As normas afinal tornam-se visíveis apenas a partir da sua diferença, ou seja, o normal só é nomeado em função do que não é normal.
E a classificação se dá a partir da medida da distância entre o sujeito e a linha tênue da fronteira chamada norma.

Ao longo do tempo observamos, contudo, mudanças nos significados atribuídos à norma:
O sentido de “normal” nos séculos XVI e XVII era: retangular, perpendicular, posicionado em ângulo reto.
Em seu sentido atual, entretanto, a palavra revela nitidamente conotações dadas no século XIX: normal no sentido de regular (1929); escola normal para treinamento de professores (1834), normal do sentido de média em física (1859); normalizar (1865); normativo (1880) e normal no sentido de comum (1890).
A sua referência já não é o esquadro, mas a média, a norma toma agora o seu valor de jogo das oposições entre o normal e o anormal ou entre o normal e o patológico.
A partir do século XVIII, o normal se estabelece como princípio de coerção no ensino.

A partir do século XIX a norma passa a diferenciar-se de regra, vai designar ao mesmo tempo um certo tipo de regras, uma maneira de as produzir e, sobretudo, um princípio de valorização.
A norma, diferentemente da lei e de outras regras, funciona de forma que nem a percebamos, pois quanto mais eficiente é a norma, menos ela “aparece” como tal; ou seja, o objetivo maior da norma é se fazer presente, sem ser vista- normalizando comportamentos, pensamentos, atitudes, a partir de discursos que, em geral, são carregados de legitimidade e poder.
E por mais que a norma esteja em pleno funcionamento, ou melhor, para que de fato funcione, ela precisa do que está fora dela exatamente para se diferenciar e “garantir” seu espaço de “normalidade”.

A norma precisa de um atento investimento contínuo para poder se manter como tal.

É preciso reconhecer que foi a partir do final do século XIX que as chamadas sexualidades desviantes tornaram-se alvo de estudos, pesquisas, investigações, intervenções, terapêuticas, normalizações.

Nascia a sexologia. Inventavam-se tipos sexuais, decidia-se o que era normal ou patológico e esses tipos passavam a ser hierarquizados. Buscava-se tenazmente, conhecer, explicar, identificar e também classificar, dividir, regrar e disciplinar a sexualidade.
Tais discursos, carregados da autoridade da ciência, gozavam do estatuto de verdade e se confrontavam ou se combinavam com os discursos da igreja, da moral e da lei.

Surgem muitos manuais, dentre eles, os de psicopatologia (que abordarão num capítulo específico as chamadas disfunções sexuais e perversões- como o DSM- Manual de Diagnóstico em Saúde Mental), os manuais da Igreja Católica (que tratarão como desvios todas as práticas que não se conformam às suas regras), os manuais para educar crianças, adolescentes, esposas, enfim, manuais que tentarão, ao longo do tempo, demarcar os limites do normal e do anormal, do certo e do errado, indicando caminhos para “curar” ou se “converter” das possíveis aberrações e anormalidades que o sujeito, por descuido às normas, acabou “contraindo”.
Tenho uma impressão de que quando a sexualidade entra em questão, o exercício dessas normas se intensifica, porque “o perigo e o pecado moram ao lado”.

Os significados que damos à sexualidade e ao corpo são socialmente organizados, sendo sustentados por uma variedade de linguagens que buscam nos dizer o que o sexo é, o que ele deve ser e o que ele pode ser.

Nessa hierarquia, o casal heterossexual monogâmico com filhos/as estaria no topo da norma desejada e quanto mais o sujeito se afasta desta norma, tanto mais sofrerá uma desvalorização e uma insistência para que “retorne” à norma.

Assim como existe uma pedagogia que poderíamos chamar de escolar, existem inúmeras pedagogias culturais ocorrendo e concorrendo por espaços de poder e visibilidade em nossa sociedade.
Louro (2000) refere-se a “pedagogias da sexualidade” que seriam os diversos mecanismos que, de uma forma ou de outra, “ensinam” modos de viver a sexualidade, os prazeres, os desejos, as vontades; promovem valores, crenças e comportamentos em torno da sexualidade nas mais variadas instâncias sociais.

Não se deve fazer divisão binária entre o que se diz e o que não se diz; é preciso tentar determinar as diferentes maneiras de não dizer, como são distribuídos os que podem e os que não podem falar, que tipo de discurso é autorizado ou que forma de discrição é exigido a uns e outros.
Não existe um só, mas muitos silêncios e são parte integrante das estratégias que apóiam e atravessam os discursos.

A heterossexualidade é concebida como “natural” e também como universal e normal. Aparentemente supõe-se que todos os sujeitos tenham uma inclinação inata para eleger como objeto de seu desejo, como parceiro de seus afetos e de seus jogos sexuais alguém do sexo oposto.
Consequentemente, as outras formas de sexualidade são constituídas como antinaturais, peculiares e anormais.
É curioso observar, no entanto, o quanto essa inclinação, tida como inata e natural, é alvo da mais meticulosa, continuada e intensa vigilância, bem como do mais diligente investimento.

As professoras, frequentemente, acabam se tornando “vigilantes” da possível orientação sexual das crianças.
A preocupação com os meninos parece ainda maior quando eles brincam de bonecas ou mesmo quando brincam em demasia com as meninas.

As coisas se complicam ainda mais para aqueles e aquelas que se percebem com interesses ou desejos distintos da norma heterossexual.
A esses restam poucas alternativas: o silêncio, a dissimulação ou a segregação.
A produção da heterossexualidade é acompanhada pela rejeição da homossexualidade.
Uma rejeição que se expressa, muitas vezes, por declarada homofobia.

A moldagem dos corpos, seu disciplinameto é não apenas um dos componentes centrais do currículo, mas provavelmente um de seus efeitos mais duradouros e permanentes.

Percebe-se que é recorrente a idéia de que o desenvolvimento da sexualidade se dá de forma evolutiva, em etapas cujas manifestações características são definíveis, observáveis e, dentro do possível, corrigíveis.

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A tarefa mais urgente talvez seja exatamente desconfiar do que é tomado como “natural”.

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Onde "está" a sexualidade?: representação de sexualidade num curso de formação de professores.
Patrícia Abel Balestrin

 

A Questão Psicanalítica da Identidade Sexual

Identidade é um termo que não pertence ao vocabulário da psicanálise.
Quando falamos de identidade referimo-nos imediatamente às idéias de ipseidade, continuidade e unidade. Ora, o sujeito da psicanálise é plural e descontínuo.
A noção de identidade, no máximo, encontra equivalência conceitual no caso do ego.
A instância egóica, com sua compulsão à síntese, como afirmava Freud, busca manter-se homogênea e uniforme, não obstante a dinâmica pulsional e seu correlato, a permanente mobilidade intrapsíquica.

Em vez de identidade, personalidade, pessoa ou indivíduo preferimos falar, metapsicologicamente, de sujeito ou de self como conjunto de processos identificatórios.
Identificação, e não identidade, é o termo mais adequado à descrição dos processos mentais, vistos sob a lupa psicanalítica.
Por que, então, falar de identidade sexual num ensaio sobre psicanálise?

Penso que a importância do tema deve-se a duas principais razões:
1) o impacto das chamadas políticas identitárias ou políticas de minorias sexuais no espaço cultural e
2) a reação da teoria psicanalítica a este impacto.

Como exemplo, tomo o fenômeno do homoerotismo masculino, socialmente codificado na figura da “identidade homossexual” ou “identidade gay”, que investiguei em outros trabalhos.

A partir dos anos 70, sobretudo, alguns destes homens deram um basta a tudo isto e como que disseram: “Chega de sermos vistos como “doentes”, “pervertidos”, “anormais”, “regredidos” ou “desviantes”! Somos indivíduos com direito à livre expressões das nossas preferências sexuais, desde que respeitemos as regras elementares de nossa moral. Atos sexuais entre maiores que consentem não é crime.

E, quanto a saber se se trata de “doença”, “anormalidade” ou “desvio”, isto é uma questão de interpretação. Histórica, sociológica e antropologicamente, pode-se afirmar que as práticas sexuais são tão variadas quantas são as culturas.
O que é crime, doença e desvio hoje, nem sempre foi percebido e julgado desta maneira no passado, e pode perfeitamente vir a ser admitido e recomendado amanhã e vice-versa.

Estes são os fatos.
Depois do advento da política de minorias, a identidade “homossexual”, até então confinada ao quarto de despejos da vida cultural, ocupou a sala de visitas.
O discurso erudito, jurídico ou científico perdeu o monopólio interpretativo sobre a “homossexualidade”.
Agora, os próprios atores reivindicam o direito de falarem sobre si de maneira socialmente legítima, e esta diferença faz uma enorme diferença.
Trata-se, portanto, de saber como a psicanálise vem reagindo ao novo fenômeno, pois, historicamente, a maioria dos psicanalistas alinhou-se às fileiras dos que definiam o “homossexualismo” como doença, perversão ou retardamento do desenvolvimento psíquico.

Penso que, em linhas gerais, as reações podem ser agrupadas em duas principais correntes. A primeira é a corrente “demonizadora” ou diabolizadora (demonizer), expressão que tomo de empréstimo de Ramberg (1997).
Os demonizadores entrincheiram-se na posição conservadora e tendem a explicar a liberalidade para com a “homossexualidade” como sinal da anomia dos tempos presentes. Numa cultura, dizem eles, em que valores como autoridade, família, paternidade e outros signos da lei e da ordem foram por água abaixo, os mais disruptivos instintos, pulsões, impulsos, perversões e substantivos afins saem da sombra e vêm à luz. Nessa visão, nossa época perdeu o prumo. Tornou-se eticamente relativista e não sabe mais distinguir o joio do trigo. O anormal e o normal; o doente e o sadio; o equilibrado e o desequilibrado passam a conviver promiscuamente no ambiente do vale tudo.
Em outras palavras, este argumento típico do século XIX misturado a um freudismo simplista e caricatural é usado pelo autor como palmatória teórica, para que tudo volte à “boa e velha ordem” do patriarcalismo preconceituoso.

A segunda corrente é a dos “deflacionistas”, termo igualmente empregado por Ramberg. Estes últimos distinguem-se dos primeiros pela tentativa de minimizar o fenômeno político-cultural das minorias sexuais. Não há, dizem eles, altaneiramente, porque ocupar-se tão a sério de todo o ruído sexual moderno.
Nada existe entre o céu e a terra que já não esteja devidamente embalado na letra freudiana. O que aparece como novidade cultural é e será sempre a ponta do iceberg, cuja base só a acurada percepção analítica é capaz de ver. Por trás de liberações, causas, militâncias e reivindicações sexuais, encontra-se o desejo inconsciente, verdadeiro objeto da psicanálise. O resto é som e fúria.
O eterno burburinho das idas e vindas da cultura, que ainda espanta os que não suportam ouvir o infernal estrondo do “pulsional”, do “real”, do “mortífero”, em suma, do que não se inscreve no simbólico ou só se inscreve a título precário de dor, masoquismo, trauma, etc.
Portanto, não nos afastemos do bom caminho. A superfície dos fatos é coisa para políticos, agitadores culturais e cientistas sociais. A interpretação psicanalítica tem algo mais importante a dizer: não existe objeto adequado ao desejo, e deste ponto de vista tanto faz como tanto fez!
Uma vez no divã, somos todos igual diante da falta, do rochedo da castração, da inveja do pênis, da viscosidade da libido, do real, do gozo ou da insustentável divisão do não-ser. Deixemos, pois, a quem possa interessar, as pequenas querelas mundanas dos que procuram consolo nas ilusões sociais.
Aos tolos, busca do Santo Graal erótico; a nós, a consciência trágica, contrita, heróica e dilacerada de que a ferida da existência não tem cura!

Para os demonizadores, o que mudou deve voltar aos eixos, sob pena da desordem abater-se sobre a paz das boas almas; para os deflacionistas, pouco importa que tudo mude, contanto que tudo continue o mesmo.

Minha sugestão, portanto, é a de que antes de experimentarmos uma forma diferente de entender o que vivemos, não temos como afirmar, categoricamente, que as inovações culturais no terreno da sexualidade são simples repetições do já sabido, seja ele o “demônio da perversão ” ou a “miopia ingênua das ilusões narcísicas”.

Penso que a questão das identidades sexuais revela, verdadeiramente, algo de novo.
E o novo obriga a psicanálise a redescrever-se, de modo a alcançar uma melhor compreensão da “subjetividade humana”, seu último e mais nobre objetivo.

Atualmente, homens e mulheres, pais e filhos, adultos e crianças, aprenderam a definir-se subjetivamente como portadores de desejos conflitantes e freqüentemente antagônicos.
A família burguesa foi agressivamente esfacelada e seu resíduo imaginário converteu-se em vinheta comercial de produtos para bebês, eletrodomésticos, cosméticos, automóveis, alimentos, bebidas, etc., ou tornou-se o bode expiatório para queixas e ressentimentos, fundados na acusação de desrespeito mútuo à liberdade de cada um.
Nossas inclinações, sentimentos, desejos, tendências, preferências, prazeres, satisfações deixaram de ser matéria bruta modeladas por princípios moralmente transcendentes.

Quando tomava a “sexualidade genital” e o “objetivo da reprodução” como padrão do que era ou não normal na esfera sexual, Freud jamais poderia imaginar um mundo onde as práticas anticoncepcionais; as técnicas de reprodução assistida; as escolhas de maternidade sem paternidade legal assumida; a aceitação moral quase unânime, nos meios urbanos de relações pré-conjugais; a difusão gigantesca dos instrumentos de excitação sexual, nos meios de comunicação eletrônicos e informáticos, etc., viessem a ter o peso que têm na formação das identidades
pessoais.
Isto sem contar com os avanços da genética no fenômeno da clonagem e todos os artefatos neuroquímicos capazes de produzir orgasmo, como as pílulas de orgasmo e os casquetes de excitação virtual, que em breve estarão sendo vendidos em escala comercial.
Neste universo imprevisível para um humano do início do século, tomar a “sexualidade genital” e o “objetivo da reprodução” como metro da sexualidade normal parece um preciosismo anacrônico que, se não fosse tão inteligentemente integrado a outras afirmações sobre o funcionamento psíquico do sujeito, seria simplesmente risível.
Portanto, legitimar intelectualmente a idéia de identidade sexual, partindo de premissas universalmente normativas sobre a sexualidade humana, significa tentar eternizar vocabulários mortais e ideais de sujeito historicamente datados.

Como procurarei argumentar em seguida, ensinar pessoas humanas a valorizarem moralmente suas inclinações sexuais, a ponto de constituir “identidades sociais”, não é uma prática neutra
quanto à persistência dos valores que permitiram, legitimaram e forneceram os pilares éticos que justificam a reivindicação.

Voltando, no entanto, à psicanálise, é verdade que os demonizadores não estão sozinhos no rol de psicanalistas que pensam “descrever cientificamente” a “homossexualidade”, quando, de fato, estão estigmatizando moralmente condutas sexuais que desaprovam.

A maioria dos trabalhos em psicanálise insiste na tecla da “homossexualidade” como distúrbio mental, neurose ou perversão.
Mas não só em Freud estas afirmações sempre foram extremamente nuançadas – por exemplo, em duas ou, no máximo, três citações, Freud fala da homossexualidade como perversão – como, cada vez que foi solicitado a pronunciar-se moralmente sobre o “homossexualismo”, mostrou uma tendência à moderação raramente copiada por seus atuais seguidores.

A célebre carta à mãe de um “homossexual”, como a posição que tomou, ao ladode Otto Rank, contra o veto dado pela IPA à entrada na Associação [23] de um candidato à analista, supostamente tido como “homossexual”, revelam o que Freud pensava do preconceito social contra o
“homossexual”.

Marmor, por exemplo, faz a seguinte pergunta, numa passagem de um de seus estudos: “Estou convencido de que a tendência, tão freqüente na literatura, de delinear uma personalidade homossexual específica, algum dia vai parecer tão arcaica quanto nos parece hoje a antiga descrição da personalidade “típica” do tuberculoso ou do epiléptico. Do mesmo modo que agora reconhecemos que as características clínicas tradicionais destes últimos “tipos” não são em absoluto intrínsecas às doenças, mas, antes, reações às prolongadas hospitalizações e às atitudes sociais vivenciadas por esses pacientes, assim certas generalizações de características de personalidade dos homossexuais virão a ser compreendidas como parte de uma tessitura total que inclui um tipo específico de costumes e valores sociais que reprova e condena o comportamento homoerótico e faz a vida muito mais difícil e arriscada para os homossexuais. Devemos fazer a nós mesmos a pergunta: as pessoas homossexuais teriam os mesmos caracteres neuróticos se vivessem numa sociedade (como a da Grécia Antiga) que, em vez de censurar-lhes o comportamento, os tivesse em alta estima?

Quando optamos por caucionar teórico-praticamente a existência de “identidades sexuais”, estamos nos comprometendo com a reprodução de hábitos mentais ou práticas lingüísticas que atribuem a certos predicados humanos um valor determinante em sua qualificação moral.

Cuidar do sexo, do corpo, dos sentimentos, enfim, do próprio bem-estar, são o que importa ao indivíduo urbano, imerso na massa de consumidores, a serviço do mercado.
Entretanto, se redescrevemos o problema de outro modo, talvez não venhamos a repetir as mesmas perguntas e as mesmas respostas.
Se pudermos entender o que chamamos de “sexualidade” como uma possibilidade entre outras que possuem os organismos falantes de experimentarem prazer, excitação, êxtase ou satisfação podemos regulá-la ou mesmo utilizá-la, sem sobrecarregá-la com o peso moral de hoje.

Minha opinião é a de que, se pararmos de falar de sexo em estado de hipnose intelectual, podemos superar a cãibra do pensamento que nos leva a ver num simples modo de ter prazer com o corpo e com o psiquismo, matéria de elucubrações gasosas, e muitas vezes mistificadoras, sobre a última razão do sujeito.
Este hábito mental já mostrou o quanto pode ser nocivo à nossa vida moral.
É tempo de aposentá-lo, junto com todos seus sujeitos e identidades sexuais.

A questão psicanalítica da identidade sexual1
Jurandir Freire Costa

 

Boas Entradas

Feriado de reveillon é sempre gostoso, mas a volta é sinal de congestionamento. Mas, não estou falando de mim e sim de um gatão que conheci hoje. Claro que viajei e enfrentei congestionamento, mas isso foi ontem e, eu estava tranquila sem pressa e por isso, apesar de estressante foi tudo bem. Mas, em relação ao homem que conheci hoje à noite a história é a seguinte: ele marcou um encontro comigo, só que antes, teve que fazer um trabalho e com isso acabou entrando na fila congestionada da volta do feriadão em São José dos Pinhais, por sorte ele deu um jeitinho e com apenas meia hora de atraso, chegou. Sem o jeitinho, o encontro das 19 horas ficaria para as 21 horas e olha lá! Já conversei com ele no ano passado, mas nas duas ocasiões em que conversamos, o encontro não saiu. Como eu sempre digo: quando é pra dar, dá, rs... E, hoje deu tudo certo.

Eu já havia atendido alguns clientes que vieram curtir umas entradas em 2011 e estava cansada, mas sei que ainda tinha tesão... Afinal depois de 10 dias de férias de sexo, durante uma semana, meu tesão fica aceso... E, acho que mesmo cansada não teria problemas com ele, foi tesão à primeira vista. Frente a frente conversamos um pouco. Ele comentou que estava um pouco nervoso e pediu que eu o ensinasse como deveria agir. Sem problemas, comecei pelo banho. Foi embaixo do chuveiro enquanto passava sabonetinho em sua bela bunda que ele já perdeu a inibição e mostrou que adorou o banho. Seu pau ficou duro com a ''sessão banho''. Já veio para a cama de pau bem duro. E, que pauzão! Não muito grosso, mas com um comprimento respeitável! Pra começar é sempre bom um 69. Deitamos de ladinho e eu pedi pra ele fazer em mim o que eu faria nele. Sem problemas, ele aprendeu rapidinho.

Depois eu pedi pra ele ficar de quatro e então comi seu cuzinho com a linguinha. Depois lubrifiquei com jeitinho e aos poucos fui penetrando no seu buraquinho, que aos poucos foi se abrindo pra alguns min utinhos depois estar rebolando no meu pau. Sim, meu gato galã simplesmente estava sentado em cima de mim. Quando cansei de comê-lo, então eu sentei no seu colo. Que delícia, quase gozei!  Principalmente porque ele tocou nos meus mamilos, de uma forma especial, acho que havia lido nos meus relatos. Vocês sabem que adoro uma massagem nos mamilos, mas muitos que me tocam, não me fazem sentir tesão na intensidade que ele fez sentir. Adorei, como escrevi, tive que me segurar pra não gozar rapidinho na sua barriga. Pra disfarçar fiquei de quatro, ele veio por trás e me comeu pra valer, mas aí, foi a vez dele parar para não gozar. Então, eu voltei a comê-lo. Mais algum tempo depois, alternamos novamente e eu voltei a dar meu rabinho pra ele. Fiquei primeiramente de franguinha assada. Ele veio e penetrou bem de mansinho, carinhosamente, hummm...

Enquanto isso fiquei olhando sua bela bunda pelo espelho. Ohhh! Vê-la naquele entra e sai me fez chegar ao topo... Tanto qu e arranquei a camisinha do meu pau e disse pra ele olhar eu me molhar toda com jatos de leitinho. Ele adorou e bombou um tempão. Aí meu rabo começou a arder. Fiquei então de quatro, pois se antes ele quase havia gozado, acho que agora ele gozaria rapidinho. Mas não, me esfolou mais um pouco e nada. Acho que as paradinhas que ele dera, fizeram com que sua porra não quisesse mais sair, rs... Eu havia gozado, mas meu pau ainda estava meia boca. Então, coloquei novamente uma camisinha em mim e fiz ele ficar de franguinho assado. Coloquei meu pau no seu rabo, que entrou facilmente. Peguei lubrificante e derramei na cabeça do seu pau. Fiz leves movimentos de vai e vem enquanto ele se masturbou. Demorou um pouquinho, mas gozou a ponto de ficar com as pernas bambas. Foi a gozada e de uma forma que ele não conhecia ainda em seus quase 50 anos... Eu também estava toda bamba, mas deliciosamente satisfeita...

Depois de tudo ainda conversamos um tempão, quando ele saiu, vim at ualizar o site. Antes do meu gato galã sair disse que escreveria um relato com o título acima. Afinal hoje ainda é dia 3 de janeiro e as entradas foram muitas e boas. Podia ainda estar tendo mais entradas, pois o Lu e o Paulo me ligaram, mas como falei pra eles, preciso respeitar meus limites, o ano está apenas no início...

Espero que eles não fiquem chateados e voltem nos próximos dias, pois os dois são ótimos, já tivemos muitas transas que resultaram em excitantes relatos eróticos.

 

 Boneca Drikka

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Me engana que eu gosto

Eu tenho um cliente safadinho que volta e meia me liga e vem todo cheio de tesão e fantasias. Seu desejo é que na hora em que ele esteja aqui, eu consiga um outro cliente com a mesma tara dele, mas digamos que mais ativo que passivo, pois ele adora é dar o cuzinho, mas se for preciso ele também come... Ele é um homem bonito, tem um corpo legal, um pau com uns 18 cm e uma bunda bonita, depilada e bem gulosa. Acho que dos meus clientes que adoram brincar junto com outro, ele é o mais safado... Vou apelidá-lo de Docinho para ficar mais fácil para vocês imaginarem. Numa das vezes eu consegui um encontro com ele e outro cliente que já conheço há muito tempo. Esse outro, um gatão moreno, alto, peludo e com um pauzão enorme, mas bem flex. Quando eu o convidei para a festa, ele topou numa boa. Docinho então, no horário marcado chegou e adorou conhecer o peludão. Mas, por incrível que pareça, o belo pauzão do peludão que duro tem uns 22 cm, não endureceu naquela tarde, pelo menos enquanto estivemos os três juntos.

O peludão havia chegado um pouco antes e brincamos um pouco para um aquecimento, rs... Acredito que o aquecimento não foi uma boa tática. Só sei que usei de toda a minha técnica e experiência, mas não deu certo, o pauzudo não conseguiu ereção, para comer Docinho... Talvez ele tenha pensado que seria diferente, mas na hora do vamos ver, ninguém viu nada, rs... Docinho, que estava com seu pau duro, então comeu o pauzudão, que por sua vez, não hesitou e gozou sem culpa nenhuma. Adoro! Depois Docinho gozou com o pauzudão por trás dele enfiando um pau de borracha. O tesão todo de Docinho foi sentir aquele homenzarrão peludão, forte suado, o agarrando por trás, conforme eu pedi e, o brinquedo foi só um complemento. Realmente ele teve um gozo daqueles, mesmo que não tenha sido como ele imaginara. Mas estar sentindo o peito de um macho peludo nas suas costas o levou ao topo. Safado hein? Numa outra vez, arru mei um belo mecânico de olhos azuis. Docinho adorou o garotão. Garotão, pelo estilo, pois tem quase 30 anos... Mas, tinha um detalhe: o pau do mecânico, ficava muito duro, porque eu o ajudava, mas na hora de penetrar em Docinho, após duas ou três metidas, logo amolecia. Então ficávamos naquela, eu endurecia o pau do mecânico, que entrava no cuzinho de Docinho que já ficava de quatro esperando.

Docinho rebolava e gemia, mas logo o pau dentro do seu cuzinho, amolecia e voltávamos a fazer tudo de novo. Por fim o garotão gozou me comendo. Ohhh, mas foi... Eu então, comi o cuzinho de Docinho e foi assim que ele gozou. Naquela tarde só eu fiquei sem gozar... Pelo menos com eles... Mas, Docinho gostou do garotão e quem não gostaria? Realmente é um mecânico daqueles que qualquer mulher ou gay adoraria para trocar um óleo. Além dos belos olhos azuis, um corpão bem definido, com uma bela pica. Não muito grande, mas perfeitos 18 cm bem feitos num pau branquinho co m a cabeça bem rosada...

Decorridos alguns dias, Docinho me ligou e perguntou pelo mecânico. Huuuum, rolou um clima, rs... Liguei para meu cliente mecânico que topou vir para uma festinha, mas eu não falei com quem seria. Então eu já pensei em tudo e acho que daria certo como eu havia pensado. Docinho chegou antes, tomou seu banho e eu o travesti, com direito à peruquinha loira. Não fazia calor, o que já ajudou nos meus planos. Então docinho ficou deitado na cama, de bunda bem empinada com uma calcinha minúscula enfiada no rabo só esperando pelo mecânico. Este quando chegou adorou ver a loira deitada de bruços e bem safada. Na verdade ele viu uma bunda gostosa e uma cabeleira loira. Isso já fez brilhar seu olhar safado. Aí perguntei se ele daria conta de nós duas. Ô se não! Respondeu ele tirando rapidinho a roupa e correndo para o chuveiro. Já veio com a pica bem dura. Encapei o bicho e nós duas, eu e Docinho não perdemos tempo e caímos de boca. Depois Docinho já deitou e pediu pra ele fosse a comer. Uau! Como ele comeu o rabo da putinha. Não precisei fazer nada para o estimular, ele simplesmente comeu, comeu e comeu o rabo de Docinho. A putinha gemeu, rebolou e deu seu cuzão até suar. Enquanto Docinho dava o rabo, eu fui por baixo dele e abocanhei seu pau. Assim quando o mecânico gozou, quase que simultamente, Docinho também o fez. Eu o mecânico ficamos na cama enquanto Docinho entrou para o chuveiro e tirou tudo. Alguns minutos depois voltou bem homem. O mecânico deu um sorrisinho, um tchauzinho e foi para o chuveiro. Docinho foi embora satisfeito. Logo meu mecânico gostoso veio para a cama de novo e aí deu aquele trato em mim. Fizemos 69, mas depois ele me comeu até eu gozar deliciosamente. Minutos depois ele gozou de novo. Não comentou nada sobre a roupinha especial de Docinho. Mas nem precisava né? Ele gostou!

Por isso decidi colocar o título do relato "me engana que eu gosto". Podia ser: me engana que eu gozo, rs... As vezes uma embalagem valoriza o produto não é mesmo?

 

 Boneca Drikka

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Lábios Carnudos

Navegando pela internet, ele acabou entrando no meu site. Ele sempre ficou intrigado com o mundo trans, ora por curiosidade, ora por um tesão estranho, que ainda não sabe definir, mas que o atrai de uma certa forma... Quando começou a ler meus relatos ficou ainda com mais curiosidade. Leu vários relatos, também alguns artigos e ficou com vontade de me conhecer. Mas por um motivo ou outro sempre foi protelando o encontro. Até que hoje à tarde em seu escritório, olhou no site e sentiu tesão. Então decidiu que viria me conhecer. Me ligou, por sorte eu estava sem ninguém naquele momento e em uns 20 minutos ele chegou. Um moreno gostoso, lindo e realmente com lábios carnudos, esse foi o apelido que decidimos de comum acordo pra eu citar neste relato. Ele tirou a roupa, tomou uma ducha e deitou na cama. Perguntei o que eu poderia fazer?

Pra começar me chupe, disse ele. Então mostrei toda a minha habilidade e safadeza numa gulosa. Tive que parar logo depois, pois ele sentiu vontade de gozar. Parei e fiquei acariciando seus mamilos com a minha língua, bem de leve seu pau e suas bolas com as mãos... Pedi se ele queria me chupar e ele disse não. Eu continuei chupando sua pica. Ele nem na minha havia pego... Decidi então sentar em cima da sua pica bem dura. Sentei de costas pra ele. A anatomia do seu pau me agradou e muito, ele sabe o porquê! Hoje eu não vou contar pra vocês, rs... Comi seu pau com tesão enquanto me masturbei. De leve ele passou a mão e deu uma pegadinha no meu pau. Imediatamente mudei de posição e fiquei de frente pra ele. Continuei meu sobe e desce e ele me masturbou, meio que sem jeito. Tirei sua mão do meu pau, porque eu quase gozei. Coloquei suas mãos para massagear meus mamilos. 

Ele fez isso com perfeição e eu me masturbei, do jeito que gosto. Do jeito que eu sinto um pau. Já contei pra vocês que se eu não me masturbar, não degusto a transa? Pois é, preciso fazer isso. Embora eu não goze em todas as vezes que faço... Subindo, descendo, com uma vontade imensa de gozar eu me segurei diversas vezes. Ele estava adorando e também com o gozo por um triz. Alguns minutinhos depois naquele frenesi todo, passei uma de minhas mãos nas suas bolas e a deslizei de leve no seu vale úmido. Nem cheguei no cuzinho, mas ele sentiu um tesão enorme e gozou muito. Eu saí de cima, tirei a camisinha toda cheia e fiquei ao lado apenas observando-o ainda gemendo e respirando mais apressadamente com os olhos fechados e sorrindo. Aos poucos começamos a conversar e nossa conversa passou de meia hora. Ele com muitas curiosidades a respeito desse universo trans ficou por dentro de muita coisa, com minhas explicações sobre determinados assuntos e situações. Daí a pouco estava na hora dele ir, mas antes fiz mais uns carinhos e pedi se ele queria uma segunda gozada. Ele não se fez de rogado e se ainda tínhamos tempo, que eu fizesse. Arrumei tempo sim, sem cobrar extra, rs...

Então, já coloquei outra camisinha no seu pau e caí de boca. Coloquei uma no meu, mas ele só me masturbou. Se sentiu vontade de me chupar, pelo menos hoje não demonstrou. Eu como ainda não havia gozado, estava com o cuzinho piscando de vontade de mais rola. Sentei em cima de novo e cavalguei bastante enquanto ele massageou mais um pouco meus mamilos, alternando com uma punhetinha no meu pau. Ahhh, eu não conseguiria segurar mais. Parei, fiquei de quatro na cama e ele ficou em pé e veio por trás. Ah, a anatomia do seu pau perfeita para massagear minha próstata, fez eu gozar rapidinho. Contei isso pra ele, que adorou, afinal eu não tive como fingir, rs... Ele me agarrou forte, bombou da mesma forma e gozou logo depois.

Aí sim, sentindo-se mais satisfeito. Saiu todo feliz dizendo que com certeza, quando estiver com vontade de me ver, não vai pensar duas vezes.

Eu vou também ficar muito satisfeita sentindo novamente aqueles lábios carnudos juntos aos meus.

 

 Boneca Drikka

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Mal acostumado ou bem acostumado

Segunda-feira fria e nublada em Curitiba. Bom pra ficar na cama até mais tarde. O telefone tocando e eu embaixo das cobertas com preguiça de atender, mas enfim, teria que levantar, já passava do meio-dia... O telefone tocou novamente, atendi, era um fofo, uma paixão antiga como gosto de me referir a clientes que conheço há muito tempo. Ele falou que estava a uma quadra e queria me comer. Huuum, pedi um tempinho e ele concordou, então corri para o chuveiro e alguns minutos depois tinha feito pelo menos o básico, rs...

Quando ele chegou o ambiente já estava aquecido, ele entrou, esfregou as mãos e disse que estava muito frio, principalmente lá fora, mas queria esquentar esse clima! Tirou a roupa rapidinho e foi tomar uma duchinha, claro que eu fui lá lavar a sua bundinha, como já faço toda vez que ele vem. Mais tarde na minha cama ele deitou-se de barriga pra baixo e eu deitei sobre ele, mordisquei sua orelha enquanto fazia movimentos com meu corpo sobre o dele. Ele gemia gostoso e dizia que estava com saudade de mim. Falei que também estava com saudade do seu corpo, da sua pele que em contato com a minha libera muito tesão. Já com meu pau bem duro entre suas coxas fiquei me esfregando e comprovando o que escrevi sobre a química.

Ele disse que hoje eu não comeria sua bundinha, ele estava virgem de novo! Ahhhh, que pena! Peguei uma camisinha, coloquei na língua e comecei a comê-lo, bem safadinha abrindo suas nádegas e bombando com a linguinha. Pronto ele já estava se assanhando, pois virava a cabeça de um lado para o outro dizendo que estava bom demais... Eu conheço meu eleitorado, rs... Por isso já com lubrificante enfiava um dedinho. Bem, daí a pouco eu já estava com meu pau devidamente encapadinho e lubrificado tentando algo a mais, mas deixando explícito que eu não iria colocar pra dentro. Brinca prá lá, brinca prá cá, de repente escorregou e entrou a cabecinha. Ele deu um gritinho e pediu pra eu tirar. Mas, logo em seguida pediu pra eu brincar mais uma vez, tentei e novamente escorregou, he he he, mas dessa vez, ele não reclamou e, sim só rebolou dizendo que eu era muuuuuito safadinha e estava comendo-o. Aí eu perguntei bem no pezinho do seu ouvido, se estava ruim, pelo contrário, ele disse, está bom demais e quero dar em outra posição.

Então, ficou de franguinho assado e pediu pra eu comê-lo de novo, pois já que eu tinha começado, que agora terminasse. Coloquei meu pau no seu rabo, enquanto isso ele alisou meus mamilos, do jeitinho que eu gosto. Debrucei-me sobre ele e dei um beijo na sua boca, no seu nariz e ainda falei bobagens no seu ouvido. Senti seu pau bem duro sob minha barriga, que tesão, e quem acabou gozando fui eu. Huuum fiquei literalmente mole, rs... Deite-me ao seu lado e disse que agora a minha bundinha era dele. Ele ficou agarradinho em mim, apenas esfregando seu pau. Alguns minutos depois, ele disse que não aguentava mais, que precisava gozar. Então lubrifiquei meu cuzinho e continuei de ladinho, aí ele entrou e ficou bombando devagarinho... Devagarinho... Um pouquinho mais rápido... Mais rápido ainda... Rápido, gemendo e me apertando forte! Uuuuuh... Ahhhhh... Pois é...

Gozou, gozou muito. Nessas alturas, o aquecedor já estava desligado e a gente quase suando. Que delícia começar assim uma segunda-feira, já quase duas horas da tarde, rs... Este relato eu já escrevi no blog com o título de Paixão Antiga 2. Hoje, 20 de agosto de 2010, depois de outra visita dele, achamos melhor mudar o título, afinal ele vive dizendo que eu o deixei mal acostumado, rs...

Ou será bem acostumado?

 

 Boneca Drikka

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Transando com uma boneca safada

Durante o feriado de páscoa escrevi no blog que não atenderia o celular e assim o fiz, apesar de não tê-lo deixado desligado... Tocou muito, mas não atendi nenhuma vez, depois apenas dava uma olhadinha nos números... Recebi inúmeras ligações de alguém que gostaria de me conhecer, mas acho que ele não leu o recado...  Ligou tantas vezes que quase decorei o seu número, rs... Quando voltei na quinta-feira da semana passada, ele tornou a ligar e dessa vez conversamos e até marcamos um encontro para sexta-feira à tarde, que seria no dia seguinte...

Na sexta-feira ao meio-dia ele ligou novamente e cancelou o encontro. Bem, isso é normal, já aconteceu tantas vezes, nem dei importância. Hoje quarta-feira, ao meio-dia ele ligou novamente e disse que gostaria de me encontrar o mais rápido possível. Então mais ou menos uma hora depois ele chegou, deveria ter até chegado antes, mas errou o caminho, rs... Que surpresa boa, quando aquele morenão tatuado entrou! Pensei, hoje eu vou me dar bem, rs... Ele entrou, me deu um abraço apertado, conversou descontraídamente, mas senti que estava um tantinho nervoso. Perguntei se ele queria tomar uma duchinha, ele disse que não, pois acabara de sair do banho e viera diretamente ao meu encontro. Assim sendo, pedi pra que tirasse logo toda a sua roupa e viesse rapidinho pra cama. Ele foi tirando aos poucos, meio acanhado, dando uma olhadinha de tímido com um sorrisinho maroto no canto da boca, rs, sei que louquinho pra umas safadezas...Seu pau já estava duro e fazia volume na cueca. A cueca eu tirei logo depois de uns carinhos de nossos corpos se roçando na minha cama. Coloquei uma camisinha no meu pau e outra no dele assim na maior categoria, rs, camisinhas sabor de morango que ele trouxera especialmente. Ele deixou claro que gostaria que eu fosse muito safadinha com ele, mas bem passivinha. Quando ele falou bem passivinha, logo pensei que ele não queria nem de ver meu pau. Mas como já passou a mão logo que nos abraçamos, pensei, é um ativo liberal, rs... Ele adorou, pegou muito e chupou bem gostoso minha pica e enquanto se deliciou, eu também chupei como boa chupadeira que sou, o dele é claro... Nesse chupa-chupa, aproveitei e passei o dedinho no seu rabinho.

Ele deixou...  Então ainda perguntei se ele gostaria que eu o penetrasse, só pra cumprir protocolo, rs... Comer não, ele disse, mas uma linguadinha daquelas que você escreve no blog eu gostaria sim. Eu dei um sorriso e pedi então que ele ficasse nas posições que eu quisesse para uma melhor degustação desse tão peculiar prazer. Já o adverti que eu seria extremamente safada. Ele ficou de quatro no canto da cama. Coloquei uma camisinha na pontinha da língua e comecei a acariciar seu cuzinho lentamente, enquanto passava as mãos pelo seu play ground. Minutinhos depois ele disse pra que eu parasse, senão ele iria gozar. Podia né? Sei que isso é bom, mas vamos obedecer o cliente, afinal essa é uma experiência que ele ainda processou na sua mente, rs... Parei imediatamente e sentei na sua pica. Ahhhh, que delícia sentar naquela pica deliciosa e bem dura. Enquanto eu fazia caras e bocas de tesão, ele me masturbava, aí eu tirei suas mãos, pois ainda não queria gozar. Com um belo sorrisão, agora já bem a vontade, até um pouco suadinho, ele disse que iria gozar rapidinho, mas depois queria que eu o fizesse gozar de novo. É claro que sim... Subi, desci a vontade, até sentir seu pau latejando jatos de prazer dentro de mim. Tirei a camisinha, uau, como tinha leite dentro dela, rs... Eu continuava a mil, estava com muito tesão e, para minha sorte, seu pau continuava duro.

Simplesmente coloquei outra camisinha nele e disse que eu queria muito mais, se possível a tarde toda, rs... Sentei novamente e cavalguei como gosto, matando toda a vontade do meu cuzinho de comer aquele pedaço de carne. Ele me olhou e disse que eu era safada mesmo! Mas não gozei, pedi pra que ele deitasse de barriga pra baixo na cama bem relaxadinho. Assim que ele deitou, eu coloquei mais uma camisinha na língua e comi mais um pouco seu rabo. Aí ele ficou mais louco de tesão! Parou novamente, pediu que eu ficasse de franguinho assado e me comeu com uma voracidade incrível. Eu me masturbei muito, senti que a porra estava quase na saída, mas segurei. Ele metia, me olhava com cara de tarado e seu pau duro não tinha dó do meu cu. Comeu muito, suou, pingou em cima de mim, até que cansou. Ufa! Voltou a deitar-se de barriga pra cima e eu disse que agora era eu que não esperaria mais, gostaria de gozar sentindo seu pau dentro de mim. Sentei novamente e engoli sua pica. Não precisei de muito sobe e desce não. Logo esguichei jatos de porrinha sobre ele, foi um banho, quase até no seu rosto, rs... Ele delirou de tesão. Nem bem eu gozei, ele disse, me faz gozar de novo, faz, faz Drikka! Calma, muita calma.

Deitei espichadinha na cama e pedi pra que ele sentasse no meu rosto. Ele olhou e disse não! Não acredito que você vai fazer isso? Vou sim, coloquei uma camisinha na língua e pedi pra ele sentasse logo na minha cara. Segurei com as mãos os seus melões e passei a língua adentrando no seu vale úmido. Ele berrou e deu mais uma gozada, agora sobre minha barriga, que se misturada à primeira, acho que dava um meio copo, rs... Suado, extasiado, ele virou em sorrisos e elogios pra boneca mais safada que encontrou até hoje, euzinha, rs... Acho que realmente foi bom, agora à tardinha ele já me ligou novamente pra dizer que tinha sido ótimo e logo, logo, vou vê-lo novamente por aqui. Nesse momento Elo 3, deve estar de deliciando com umas fotinhos picantes, rs...

Elo 3 foi o apelido básico naquele lance de comum acordo. Gostaram? Eu adorei!

 

 Boneca Drikka

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Vovô tarado

Nesta tarde fresquinha que fez hoje em Curitiba, acredite se quiser, transpirei mais do que nas tardes quentes deste último verão. O motivo foi um cliente safadinho que tem mais de 70 anos e tem um fôlego que muito homem na faixa dos 20 não tem. Volta e meia ele aparece, nos damos muito bem na cama, uma transa com uma química muito boa. Se você visse esse senhor, diria que é apenas um vovô simpático, daqueles em que a pipa não sobe mais, mas creia, na cama, ele faz de um tudo e muito caprichado. Vamos ao relato do nosso encontro de hoje... Antes de tudo, ele me abraçou forte, disse que estava com saudade e assim ficamos namorando um pouquinho, dançando coladinhos. Nem precisei dar uma duchinha nele, ele já veio impecável. Deitamos na cama, ora eu por cima, ora por baixo, a pegada dele até me assustou, rs...

Fizemos um 69 bem safadinho, nos encaixamos muito bem, sem contar os dedinhos aqui, dedinhos ali. Quando o clima esquentou mesmo, eu o deixei de quatro, coloquei uma camisinha na língua e a enfiei com carinho no seu cuzinho, ele gemeu, adorou e falou mais uma vez que eu sou especial, rs... Aos pouquinhos ele foi deitando na cama e eu fui por cima dele, agora já esfregando meu pau entre suas coxas e meus seios nas suas costas. Então coloquei meu pau na entradinha e daí a pouco, já estava todinho dentro dele. Soquei, soquei, enquanto ele pedia pra eu fazer forte, uau, que tara! Ele gemia e rebolava... Mudamos de posição, ele ficou então de quatro no cantinho da cama e eu continuei comendo. Ele da mesma forma continuou pedindo pra que eu não parasse, pois estava bom demais. Nessas alturas eu já estava suando, rs... Mas, ainda não parei, simplesmente ele ficou de franguinho assado e eu continuei comendo. Enquanto enfiava no seu cuzinho comecei a masturbar seu belo pau que estava bem duro. Então ele pediu pra que eu parasse, pois ele não queria gozar assim. Ele gostaria de gozar me comendo! Uau, hoje ele está me surpreendendo, pensei comigo!

Então eu parei, lambuzei meu cuzinho e fiquei de quatro na cama e ele veio com tudo... Enfiou sua picona até o talo, enquanto segurava na minha cintura e socava. Eu rebolava e dizia que era muito gostoso dar o rabo pra ele. Passados alguns minutos ele continuava bombando, eu já suando de novo! Não é que gozei desse jeito? Pois é, então levantei, pedi um tempinho pra tomar um ar, rs... Ele ficou de joelhos na cama e pediu pra que eu fosse chupar seu pau pra ele gozar. Fiquei na frente dele e pedi se ele gostaria de me comer mais. Ele disse que adoraria, pois meu rabo é o que faz ele vir me visitar de vez em quando, sem contar as inúmeras vezes que ele se masturba olhando as fotos dele na internet. Mas, gentilmente ele pediu se eu não me importaria, pois percebeu que eu estava suadinha e satisfeita... Humm, que delícia, já me empolguei de novo. Deitei na cama de barriga pra baixo, coloquei um travesseiro em baixo de modo que meu bumbum ficasse bem empinado e do jeito que ele adora ver. Ele veio por cima, encaixou bem e socou de novo.

Eu apenas mordia seu pau, rebolava, gemia e pedia pra ele me comer muito. Desse jeito não demorou muito pra ele dar uns berros e dizer que estava gozando. Foi ótimo, simplesmente deitamos lado a lado, cansados, extasiados e suados, eu muito mais que ele, rs... Conversamos um pouquinho e eu disse que faria este relato. Só precisava achar um nome. A princípio coloquei pau número 2, mas resolvi mudar para Vovô Tarado que tem mais a ver... Este é o título. O porquê fica entre mim e ele - Sabe aquelas histórias de ''apelidos'' que gosto de usar né? Então, rs... A partir de agora quando ele me ligar, vai apenas dizer: - Drikka, aqui é o "pau número 2"... Ah, antes dele sair hoje, me confidenciou mais uma coisinha que me deixou surpresa, disse que havia tomado um comprimidinho, rs...

Mesmo assim, elogiei a sua performance, pois já transei com muitos homens mais novos que também tomaram um comprimidinho e nenhum deles passou em cima de mim feito um trator como ele fez especialmente hoje, rs... 

 

 Boneca Drikka

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Cama quente

Foi no finalzinho da tarde fria de hoje que ele veio pra me esquentar, ou vice-versa. Afinal nestes dias de intenso frio que tem feito em Curitiba, acho
que muita gente quis sentir meu calor. O meu fofo de hoje à tarde é uma delícia e já escrevi um relato com ele, ainda no mês de janeiro que você pode ler nos 'relatos de 2010' com o título: 'Prazer Surpreendente'. Mas, hoje, depois de alguns meses sem vê-lo, não desde janeiro, mas há uns dois meses, foi bom matar a saudade, sinto muito tesão por ele...

Nos agarramos logo que fechei a porta e ficamos nos roçando com uma vontade doida de devorar um ao outro. Seu pau já foi ficando duro, igualmente o meu. Ai, ai, ai delícia, adoro fazer putarias com ele. Aqui dentro já estava tudo quentinho e acho que ficaria ainda mais. Mas, antes de deitar na minha cama quente, ele foi para a duchinha básica. Passei sabonetinho, enfiei a pontinha do dedinho e essas coisas que costumo fazer embaixo da água quentinha do meu chuveiro, como hoje à tardinha. Enquanto ele se secou, eu corri pra cama e fiquei a esperá-lo com cara de gulosa, safadinha e tarada. Ele chegou, me beijou e deu a entender que estava a meu dispor, rs... Primeiramente pedi pra que ele deitasse na cama de barriga pra cima, erguesse suas pernas e mostrasse seu cuzinho rosa pra mim. Ele que também é muito safadinho, já atendeu meu pedido. Ficou na posição que eu mandei e mostrou suas preguinhas no seu anelzinho piscante. Então, percorri minha língua por aquele parque de diversões. Huuum, realmente foi a diversão! Ele ficou me olhando, sentindo e nada podia fazer além de segurar as suas pernas e gemer. Quando senti que meu pau estava bem duro, pedi pra que ele esticasse as pernas, agora eu iria... Não, ainda não fiz o que vocês pensaram.

Eu sentei em cima do seu pau. Afinal não sou de ferro. Ele ficou com seu pau duríssimo e eu quis sentir. Então, subi, desci, me esbaldei. Ele massageou meus mamilos, me chamou de gostosa e tudo mais, enquanto eu só fiquei subindo, descendo, mordendo e me divertindo no seu belo pau branco com a cabeça rosa. Senti cada pedacinho desse gostoso, com belas pernas brancas e pelos loiros deitado de pau duro dentro de mim. Adoro fazer isso e me masturbar. Que calor! Realmente minha cama esquenta! Então, ele me olhou perguntou: - Você não vai me comer? Eu falei: - não vou! ... Ah, então tá bom! Pode gozar! Só que eu estava mentindo, é lógico que iria comê-lo, afinal senti que ele estava com o cuzinho piscando de vontade! Saí de cima, posicionei-o na beiradinha da cama e untei seu cuzinho com bastante lubrificante. Pus o dedinho e quando pau ficou bem duro, enfie-o todinho sem dó. Ele falou uma aizinho, mas logo estava dizendo que adorava dar o rabinho pra mim. Enquanto eu estive sentada no seu pau, realmente quase gozei, mas segurei, afinal, só eu sei o quanto é bom dar assim. Então, eu deitei na cama e ele sentou em mim. Ele sentou com t udo. Sugou meu pau bem lá pra dentro e brincou de gangorra comigo. Que delícia né?

Eu sei que sentar em cima é bom. Apesar de pesar uns 100 quilos, o aguentei bem, pelo menos uns 5 minutos, pois masturbei-o enquanto socava, ou melhor, enquanto ele me comeu... Sim, seu cuzinho comeu meu pau, rs... Masturbei sua pica com vontade e ele gozou muuuuito. Saiu de cima, destruído, afinal tivera um orgasmo. Eu fiquei sem gozar. Tudo pelo tesão dele. Afinal eu já gozei muito sentadinha no seu pau e até comendo seu rabo, mas hoje não gozei. Quando ele saiu, disse que na próxima, eu o como primeiro, depois ele me come até eu gozar em sincronia com ele.

Combinado, disse ele, smaaack e tchau!

 

 Boneca Drikka

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Isto é sacanagem!

Eu tenho um cliente que já sai comigo há muito tempo. Mas, ele só vem desde que eu tenha outro cliente no estilo dele que tope participar de uma brincadeira a três. Tem que ser homem bonito, com um pau bom como o dele... Ele é uma graça, todo depiladinho e bem putinho, tanto ativo como passivo... Várias vezes, saímos e em quase todas ele meio que saiu decepcionado com os clientes que arrumei para brincar conosco. A transa era gostosa, mas na hora em que ele gostaria de ser penetrado pelos homens, digamos que não saía do seu agrado. Geralmente os homens ficavam excitados comigo e brincávamos gostoso os três num bom oral, mas na hora em que eles teriam que penetrar meu cliente safadinho guloso, o pau não ficava duro, então, era aquele stress total. Mesmo assim, ele nunca desistiu, pois na verdade ele gosta de estar com outros homens, que de preferência sejam casados assim como ele. Ele não curte que eu chame os meus amiguinhos pauzudos que são solteiros.

E ele não desiste, disse que uma hora eu vou trazer alguém que vai ser do gosto dele... Claro que eu tenho vários clientes ótimos que topariam e teríamos uma ótima festinha, mas esbarramos sempre no horário. Mas hoje pelo jeito deu tudo certo... Quando ele me ligou no meio da tarde perguntando se eu tinha alguém, falei que sim, então mais ou menos perto das 19 horas, aqui estavam os dois, um chegou cinco minutos antes e outro cinco minutos depois... Primeiramente meu cliente safadinho que vou apelidar de lisinho e o outro que vou chamar de peludinho. O lisinho chegou e já tomou uma ducha, quando o peludinho entrou ele já estava deitado na cama de bunda pra cima enquanto dava o rabinho pra mim. O peludinho assim que viu a cena, já disse: - Ooopa, a festa pelo jeito já está boa... Eu sorri e disse que poderia ficar melhor com ele também na minha cama... 

Enquanto eu comia o rabinho lisinho, o peludinho posicionou-se em pé na cama e seu pau ficou duro na minha boca. Quando senti que a pica estava pronta pra entrar no cuzinho do lisinho, saí de mansinho e fiz o peludinho entrar. O lisinho só deu um gritinho e já começou a rebolar. O peludinho deitou-se sobre ele, agarrou-o e meteu sem parar. Até que enfim arrumei alguém legal para meu cliente lisinho, que há tempos queria dar para uma pica de macho e bem dura, rs... O macho da ocasião também é outro cliente que conheço há tempos e já topou essas festinhas comigo. O peludinho adorou comer o rabo do lisinho. Eu então, estava adorando mais ainda, tanto que fui por trás do peludinho e o fiz de sanduíche. Ele penetrava no lisinho embaixo, enquanto eu comia o rabo dele... Fizemos um trenzinho perfeito. Daí a pouco, o peludinho deitou de barriga pra cima e o lisinho sentou no pau dele e cavalgou como uma puta safada em cima. Eu também subi por cima, mas pra por o meu pau na boca do peludinho. Eu soquei meu pau na boca dele enquanto ele socou seu pau na bundinha do lisinho. Na verdade o lisinho comeu o seu pau com o rabo, pois subiu e desceu várias vezes numa voracidade incrível. Que festa!

Então perguntei ao lisinho se estava bom. Ele respondeu que não poderia estar melhor. Aí falei pra ele aproveitar, e descontar da última vez que em que ele esteve aqui e gostaria de ter feito isto e acabou fazendo ao contrário. Ele sorriu e disse, vou fazer. Então, tirou a camisinha do seu pau, se masturbou e continuou a subir e descer com muito tesão. Alguns minutinhos depois ele despejou seu leitinho branco na barriga do peludinho, que adorou a cena. Tão logo o lisinho saiu, eu peguei papel higiênico, limpei a barriga do peludinho que foi pro chuveiro e então foi a minha vez de sentar e fazer o mesmo que o lisinho fez. Uau, que delícia a pica do peludinho! Não demorou nadinha pra eu também despejar meu leitinho na barriga dele. Huuum, que delícia de gozada... E agora? Agora era a vez do peludinho gozar. Então fiquei de quatro no cantinho da cama e ele veio pro trás. Aí ele disse: - Isso é sacanagem Drikka.

Virar esse bundão pra mim é demais... Realmente, acho que ele deu umas cincou ou seis bombadas e já senti a camisinha enchendo dentro de mim, enquanto ele gemia de tesão e apertava forte meus flancos. Despedimo-nos na certeza de que se os horários combinarem, repetiremos outras vezes esta festa de hoje. O lisinho saiu e disse que tinha valido a pena esperar. Ai, ai, ai, esses meus safadinhos, só me dão tesão...

Adoro essas fantasias...

 

 Boneca Drikka

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Ah, como é grande!

Que delícia esta linda quinta-feira quente de sol em Curitiba. Já saí de casa só com um vestidinho, uma calça legging e uma sandália de salto médio. Os homens me namoraram, outros mais recatados apenas suspiraram alto quando passei. Sinto que no calor o tesão aflora mais nas pessoas, principalmente nos homens. Apesar de que nos dias frios de semanas atrás, nunca fui tão procurada, rs... Mas, já citei em outro relato que deve ter sido o meu lençol térmico, rs... Mas, nada como um lindo dia de sol, com temperaturas de 30 graus celsius não é?

Tesão de dias quentes, coisas de verão. Ainda não estamos no verão, mas a temperatura de hoje lembra muito. E foi nessa temperatura que, hoje recebi a visita de um cliente que conheço há muito tempo. Há muito tempo também ele não aparecia por aqui, em primeiro lugar porque estava fora, em segundo, por outras coisas que o impediram, mas o importante é que ele nunca esqueceu de mim e volta e meia me mandava um e-mail. Que delícia quando ele entrou, estava mais delicioso ainda. Vou apenas chamá-lo de grandão. Ele é grande em tudo.

No tamanho, nos beijos, nos abraços e no tesão que provoca em mim. Tirou sua roupa e já estava com seu pauzão bem duro, balançando de um lado pra outro todo feliz em me ver, rs... Mais duro ficou algum tempo depois já em minha boca. Tentei engolir tudinho, mas não deu, é muito grande. Enquanto eu tentava engolir seu pau, ele engolia o meu todinho, bem guloso, rs... Ficamos brincando assim de 69. Ora alternávamos e eu colocava meu pau na sua boca, depois ficava na sua frente e chupava seu caralhão olhando para seu rosto. Seu rosto de bebezão safado. E, claro, chegou a hora de sentar na sua tora. Huuum, lambuzei meu cuzinho com lubrificante e fiquei enfiando o dedinho. Com meu pau na sua boca, eu lambuzava o pau dele com bastante lubrificante. Daí a pouco, comecei a sentar... Ai, ai, ai, devagar, bem devagar... Ah, como é grande! Ele me olhou com aquele jeitinho todo especial só dele, apenas pra ver minha reação. Eu fiz caras e bocas, até que o pauzão começou a deslizar pra dentro de mim.

Uau, alguns minutos depois, eu mordiscava, subia e descia lentamente, simplesmente, aquela tora estava todinha bem presa no meu cuzinho apertadinho. Peguei nos seus mamilos e dei leves apertadinhas. Ele fez o mesmo, pegou nos meus mamilos, mas não apertou, simplesmente massageou. Então, cavalguei no meu grandão com muito tesão. Parei algumas vezes, pois quase gozei e ainda não queria. Precisava aproveitar mais aquilo tudo, pois estava com saudade desse bofão. Saí de cima, e voltei a beijá-lo e ficamos nos roçando. Depois voltei a sentar em cima, agora de costas pra ele. Ele adoro meu bundão. Adorou mais ainda vendo sua pica enorme entrando e saindo do meu buraquinho apertado, que por hora estava todo arreganhado, rs... Entre elogios, beijos, amassos, entradas e saídas, nós dois estávamos por um triz pra atingir aquele orgasmo. Então fiquei de quatro.

Ele veio por trás, carinhosamente enfiou seu picão e segurou na minha cintura. Suas mãos grandes, me apertaram e num ritmo delicioso ele fez um vai-e-vém perfeito, que culminou na nossa gozada perfeita e quase que simultânea. Uau, nós dois de pernas bambas, mas felizes, como nos velhos tempos. Mas, digamos que hoje ele esteve numa performance muito melhor. Diz que voltou pra ficar, que a partir de agora, que eu me prepare, pois vai me visitar mais vezes. Huuum, que bom.

Mas, se ele vir com frequência, será que meu cuzinho vai aguentar a pica grossa dele? Ai, acho que vocês estão com pena de mim não é? ...

 

 Boneca Drikka

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Acordei molhada

No bom do sono pelo sábado de manhã, o celular tocou, tocou, até que tive que atendê-lo, pensei: vou atender e depois desligar para continuar dormindo. Atendi, alguém que já conheço há muito tempo estava aqui pertinho e disse eu quero subir, quero você... Olhei no relógio, puxa, já passava das onze horas, não era de madrugada como eu até havia pensado, rs. Bem, eu disse a ele, que ainda estava na cama. Tudo bem, ele respondeu: - você sabe que eu só quero que você chupe meu pau, eu vim pra Curitiba pensando na sua boquinha, me chupando, lambendo minhas bolas, vai, deixa...

Na hora fiquei já com o pau duro, ah, deve ser o calor, meu cuzinho já piscou. Então tá bom, pedi 5 minutos e e corri para fazer o básico, o principal: a chuca... Quando ele chegou, eu ainda estava no banheiro tomando uma ducha... Mas, como ele já é praticamente de casa, entrou e ficou a vontade. Eu ainda meio sonolenta, terminava de me secar. Ele entrou no chuveiro já com seu belo sa lame branco balançando. Embaixo do chuveiro virou sua bunda pra mim e eu fiz alguns carinhos enquanto passava meu sabonetinho especial. Ai, ui, dizia ele enquanto eu enfiava meu dedinho no seu buraquinho, passava a mão por baixo, pegava nos grãos pendurados e alisava seu cacete que já estava duro. Ohhh, que sacanagem, gemia ele enquanto eu lambia a água que caía nas suas costas. Alguns minutinhos depois já estávamos na cama, agarradinhos num 69. Eu chupava seu pau e ele o meu.

Enquanto chupávamos paus e bolas, com os dedos acariciávamos mutuamente nossos cuzinhos. Ele com um jeito meio bronco, mas com o meu pedido, passava a fazer como eu o fazia no dele. Ficamos um tempão brincando assim, até parávamos de vez em quando, para ele não gozar. Algum tempo depois ele deitou-se de bruços e pediu pra que eu deitasse sobre ele. Deitei, encaxei meu pau entre suas nádegas mas sem penetrar e fiquei me roçando sobre ele. Todo deitado, ele gemia e dizia que isso era mui to bom. Eu mordia de leve seu pescoço e sussurrava palavras no seu ouvido. Parece até que ele sentia cócegas, pois virava a cabeça querendo fugir de mim e então eu fazia no outro ouvido, rs... Com seu pau bem duro esfregando o colchão ele quase gozou de novo. Virou-se e disse que não havia ainda chegado a hora de dar a bundinha. Se é que chegará, há uns 8 anos já o conheço e o máximo que ele deixa é passar o dedinho e a línguinha, rs... Mas, eu que não aguentava de tesão então peguei seu rosto e disse bem pertinho do dele: - Quer foder meu cu?

Ah senão! Sim, sim, sim, disse ele...  Posicionou-se de barriga pra cima e eu sentei em cima do seu pau. Olhei para a sua carinha que estava risonha e feliz. Isso, vamos, dê esse cú gostoso pra mim, minha putinha... Essas e outras coisinhas ele falava enquanto eu só sabia subir e descer na sua vara. Claro que enquanto isso ele massageava meus mamilos e eu me masturbava.

Não passou muito tempo, ele pediu pra eu ficasse de quatro. Saí de cima, verifiquei se tudo estava bem, afinal não tive muito tempo pra fazer a chuca, mas sim, estava tudo perfeito. Fiquei na posição preferida em que ele gosta de me ver. Bem no cantinho da cama, abri as pernas, empinei o bundão, enfiei a cabeça no colchão e com as mãos abri as nádegas para ele ver meu buraquinho piscando. Você quer? Respondi com a voz abafada no colchão que sim, que viesse logo pra dentro de mim. Então ele veio. Enfiou até o talo e começou a fazer movimentos de vai e vem. Sabia que ele não demoraria a gozar, já o conheço, mas vale a pena ouvir e sentir o seu tesão. Ele começou a gemer alto, a me apertar mais forte e alguns minutos depois urrava.

Ele gozou gostoso dentro de mim. Levantei, enquanto ele se sacudia, sempre faz isso depois de gozar. Tirei a camisinha de dentro de mim, estava realmente com muita porra. Ele olhou e disse: - viu só? Eu não podia ir embora sem deixar esse leitinho aqui, rs... Pena q ue eu não gozei, simplesmente depois que ele se foi, eu ainda deitei e acho que dormi mais um hora...

Quando definitivamente levantei um pouco mais tarde, achei que havia tido um sonho erótico daqueles, pois estava com o pau meio melado e a bundinha também, mas não, a toalha pendurada no box com o cheiro dele, a camisinha cheia no cesto de lixo, ajudaram a comprovar que havia sido bem real, rs...

 

 Boneca Drikka

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Tira e põe

Quando é pra ser, será! Algumas pessoas me escrevem, me ligam, mas nunca aparecem... Alguns por exemplo, há anos ensaiam, mas nunca vem. Por sorte, há aqueles que me ligam, pedem o endereço e na hora marcada aqui estão. Assim como fez o Tyrone, um gato que conheci hoje ao meio-dia. Claro, que ele já me namorava há algum tempo pela internet, nunca havia me ligado, mas hoje veio conhecer-me pessoalmente e saber se eu era o que ele esperava ou se eu era o que escrevia, rs... O apelido Tyrone, só eu e ele saberemos o porquê, mas vem de Tyrone Power, um galã do cinema dos anos 40, rs... Que delícia esse gato, só posso dizer que ele me deixou de quatro literalmente.

Antes de tudo, dei o meu famoso banho naquele corpitcho de garotão, mas com mais de 30 anos... Depois pedi para que ele deitasse na cama e ficasse de deitado de bruços, levemente de lado com a bundinha empinada. Amei, simplesmente fiquei com um tesão fora do comum, ao ver aquele homem "dormindo" na minha cama, com uma bunda linda, com uma carinha de safado. Seu pau, uma bela vara para ninguém por defeito estava duríssimo, aliás, desde que deu o primeiro passo para dentro e nos beijamos senti o volume, que só murchou mais ou menos 1 hora depois, quando ele gozou... Deitado na minha cama, todo meu, sim ele disse que eu poderia fazer o que tivesse vontade, rs... Fiquei admirando, a maior vontade era de devorá-lo pedaço por pedaço. Primeiramente enfiei minha língua no seu rabinho. Ele adorou, sorriu e me chamou de safada. Safada eu? Fiquei brincando com aquela bunda linda, com a língua, com o dedinho até que comecei a enfiar o meu pau também. Aos poucos, bem lubrificadinho, seu rabinho foi agasalhando meu pau, até ficarem só minhas bolas batendo nas suas coxas. Ele gemia de tesão e falava que não imaginava que chegaria aqui e faria isto.

Isto, quer dizer: passivo, rs... Mas, eu não fiz nada forçado, naturalmente foi acontecendo, afinal já conheço meu eleitora do... Aconteceu. Ele perdeu o selinho, se é que ainda o tinha, segundo ele, sim. Então, já que eu havia enfiado e ele gostado, o safado quis mais é aproveitar. Sentou em cima, deu de ladinho, de quatro no cantinho da cama, de franguinho assado, enfim, só parou porque sentiu que pra uma primeira vez, estava bom demais. Mas, parou por enquanto, rs... Então, agora eu é que mostraria as minhas técnicas em dar o rabo. Ele deitou-se e eu fui por cima. Lubrifiquei e sentei devagarinho... Centímentro por centímentro, a sua bela pica comprida entrou em mim. Ele me olhou, sorriu e perguntou se eu havia gostado. Disse que sim e upa cavalinho, rs... Falou que eu era gulosa. Huuum, ele ainda não vira nada. Peguei suas mãos e coloquei-as massageandos meus mamilos e cavalguei até suar.

Depois fiquei de quatro e pedi pra que ele viesse com tara, eu o queria bem fundo dentro de mim. Ele veio, uau que trepada! Como ele sabia meter aquele pau com uma precisão, com uma pegada perf eita. Quase gozamos! Paramos um pouco, pois ele quis que eu colocasse um salto alto. Coloquei o salto e ele me comeu mais um pouco. Paramos novamente. Ele fez eu tirar o salto para ele usar, rs... Com o salto, meio desiquilibrado ele deu uma voltinha. Peguei um dos meus vestidos e fiz ele colocar. Ficou ótimo, ele de vestido e de salto, só com o volume do pau que não tinha o que fazer, rs... Aí, pronto, baixou uma putinha nele e quis dar o rabo de novo. Mas, fiz ele sentar-se na cama pra eu cavalgar mais um pouco e recarregar minha bateria. Up and down again! Com bateria recarregada, pedi pra que ele ficasse então de quatro novamente na cama e o penetrei. Ele adorou a fantasia. Enquanto eu o penetrei, por baixo bati uma punhetinha e ele gozou muiiiiito com pouco toques... Estávamos os dois cansadíssimos, eu por toda a ginástica, ele porque gozara. E eu não gozei! Bem, ele descansou um pouco, depois tomou uma ducha e deitou na minha cama novamente. Conversa vai, conversa vem, seu pau ficara duro de novo. Uau, eu quero gozar! Sentei em cima e não me fiz de difícil, me masturbei e gozei em cima dele. Ah, aí bateu uma leseira.

Saí de cima, fiquei de ladinho e o masturbei. Ele gozou de novo! Saiu uma hora e meia depois, dizendo que eu não fizera propaganda enganosa e com certeza o teria mais vezes. Agora, só aguardar que ele volte de novo, peça para eu desfilar com vestidinhos para ele apreciar e depois usar, rs...

Beijos Ty! Amei você!

 

 Boneca Drikka

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Leilão de leite

Toda vez que viajo e fico alguns dias de descanso, alguns clientes já imaginam que de repente fiquei sem gozar, então já entram na fila, para quem sabe numa destas, poder ser o primeiro a desfrutar do leitinho. Já que é assim, faço um leilão, quem dá mais leva, rs... Desta vez não foi diferente. Antes mesmo da viagem, já havia avisado alguns... Mas, o escolhido desta vez fez por merecer. Na quinta-feira à tarde quando cheguei em Curitiba, simplesmente no meu celular por baixo estavam mais de 30 ligações não atendidas somente dele.

E, não deu outra, no horário marcado, aqui estava ele babando de vontade de sentir o leitinho sobre ele. Há mais de 10 anos, nos conhecemos e acredito que já saímos mais de 50 vezes e nunca eu havia gozado com ele, pelo menos não que eu lembre rs... É claro que não gozo com todo mundo, isso seria impossível, por isso muitas transas me deixam com tesão e tensão ao mesmo tempo. Tesão porque faz par te, tensão por não poder gozar... Faz parte também do meu show... Tudo bem, vamos ao que interessa agora, não é? Mais ou menos pelas 18 horas estávamos agarradinhos brincando na minha cama. Fizemos um sexo gostoso, como sempre o fazemos, que por incrível que pareça, parece ficar melhor a cada vez que nos encontramos e, como já falei foram muitas. Com alguns, por muito menos já estaríamos enjoados um da cara do outro, rs... Fazemos de tudo na cama, ele adora um troca-troca, é bem safadinho... Gosta de sacanagens, seja do jeito que for... Ontem à tarde primeiramente fizemos um 69. Uau, eu estava já com tanta vontade de chupar um pau, e adorei abocanhar a sua pica todinha, lamber suas bolas e já umedecer com lubrificante seu buraquinho apertadinho.

Como meu pau estava bem duro, eu comi muito o seu cuzinho, até o ponto que ele disse: - Drikka, chega, você esfolou meu rabo hoje! Logo depois, foi a minha vez de sentar em cima do seu pau e cavalgar bem daquele jeitinh o que vocês sabem que gosto. O pau dele deve ter uns 15 centímetros de comprimento e diâmetro normal, mas é incrível o prazer que me dá. Contrariando alguns por aí que pensam que eu só adoro é um pauzão enorme, rs... Subindo e descendo, devidamente sendo massageada nos mamilos, pois ele sabe muito bem como eu sinto prazer. Ele olhava pra mim, mas mais para meu pau e já ficava pedindo o leitinho. Eu sentia que ele poderia vir a qualquer momento, pois eu estava à mil de tesão.

Mas, aproveitei mais um pouco e aumentei a sua expectativa. Cavalguei mais um pouco e falei que não estava mais aguentando. Incrível ver a ansiedade no seu rosto, até com um pouco de receio de que o jato fosse todo no seu rosto. Daí a pouco veio tudo. Simplesmente levantei do seu pau e fiquei em pé na cama, com ele deitadinho com cara de assustado me olhando... Aí despejei jatos sobre ele. Ele não sabia se fechava os olhos ou se olhava para o banho de porra sobre sua barriga, peito, p escoço, rs... Agachei-me sobre ele e esfreguei meu pau lambuzado na cara dele e enquanto isso comecei a masturbar o seu pau. Acho que uns 30 segundos depois, a porra dele estava misturada à minha sobre sua barriga. Peguei papel higiênico e sequei um pouco para não escorrer pelo chão até sua ida ao chuveiro. Sorri vendo ele lambuzado e com aquele cheirão todo de porra, meio sem saber o que fazer, rs...

Minutos depois, devidamente higienizado, ele vestiu sua roupa, me deu um beijo, aquele presente e saiu dizendo que gostou muito da experiência.

Será que ficou mal acostumado?

Veremos...

 

 Boneca Drikka

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