Sadomasoquismo

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Sou propriedade de Dom Grisalho

Meu nome fake é mara_kdella{D.G.}, sou bedesemista e de propriedade de um DONO maravilhoso: DOM GRISALHO, a Ele me entreguei completamente, por minha livre e espontânea vontade, minha vida hoje tem um sentido que antes nem sabia que poderia ter, sirvo e não quero me afastar D'Ele nunca, e torço para que eu sempre o satisfaça e não precise de mais nenhuma cadela fora a mim, não quero dividir meu DONO com ninguém, então me esforço o máximo, faço o possível e o impossível para satisfazê-lo e sei que estou conseguindo. Aqui contarei uma pequena cena entre nós, digamos uma brincadeirinha que tivemos. Breve meu SENHOR irá publicar um conto, aonde escreverá como nos conhecemos, como vim pertencer a Ele e, outros aspectos desse relacionamento que me faz muito FELIZ e preenchida em desejos e fantasias...

Mara, a escrava ideal!! - Parte 1

Mara estava guardando suas coisas, após mais uma jornada de trabalho, organizando-se para que quando retornasse na manhã seguinte, estivesse tudo no lugar. Ela é tremendamente metódica quanto à limpeza e ao local em que deve ficar seus pertences, o ambiente fazia o possível para ficar sem poeiras e, tudo tem que estar em seu lugar, e enquanto não estivesse tudo organizado ela não iria embora. Estava bem extenuada, não via à hora de chegar a casa e descansar, pois o dia foi extremamente cansativo, muitas atribuições e ficava praticamente o dia inteiro sozinha cuidando de tudo e, atenciosa com todos que ali, de uma forma ou outra precisassem do atendimento profissional que ela estava a dispor na organização em que era contratada.

Quando o conheci-primeiro encontro

Coleira - Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. O encoleirado é considerado como propriedade daquele que lhe dá a coleira. O ideal é conter as iniciais daquele que "possui" o encoleirado.

Cícera virou minha ESCRAVA - parte II

Sou DOM GRISALHO, continuarei a descrever a iniciação de Cícera, em sua primeira experiência real ao servir-me como escrava. Tentarei narrar de maneira clara e real como ocorreu o momento de sua entrega, para que possa demonstrar o quanto essa conquista foi significativa, pois a considero uma das melhores fêmeas que já pertenceram ao meu canil.
No dia anterior ao encontro, ordenei que comprasse um lingerie, do tipo fio dental e um sutiã transparente para usar no seu tão esperado adestramento inicial como cadela. Disse-me ter vergonha de comprar tais peças por ser religiosa, mas que para o seu Senhor ela faria qualquer coisa, já que reconhecia que era sua obrigação e queria de fato submeter-se ao meu jugo.

A primeira vez de angel

Atenção, esta é uma história real, todos os detalhes e acontecimentos são verdadeiros,
os nomes foram alterados como forma de proteção às pessoas envolvidas.
“Nem toda mulher gosta de ser algemada. Só as normais.
As neuróticas reagem, confundem submissão com humilhação,
não entendem que tudo não passa de um jogo.”
-Nelson Rodrigues-

Cícera virou minha ESCRAVA - parte I

Trata-se de um testemunho real e não um CONTO de ficção. São fatos que ocorreram em meados de 2.009. Até hoje a heroína deste relato faz parte do meu canil, a cada dia comporta-se mais servil e cumpridora de todos os meus desejos e fantasias. Bem, tudo começou quando...
Não sou costumeiramente de entrar em sala de bate-papo, mas tem dias que nada tenho a fazer, então, num destas oportunidades, entrei em uma sala de fantasias sexuais no chat do UOL, mais precisamente sadomasoquismo, para passar o tempo, com o nick que utilizo no BDSM: DOM GRISALHO. Comecei a conversar com algumas pessoas na sala, quando de repente, recebo uma mensagem reservada de uma garota. Ela disse estar curiosa sobre meu apelido, porque EU me utilizo da palavra “DOM”? Expliquei para ela o que é um DOMinador, e com mais indagações da parte dela falei-lhe também sobre minha disposição de dominar e escravizar mulheres. Dei um relato completo da forma que penso e ajo com as fêmeas sob o meu jugo.

Cristal, a nova escrava

Meu nome em BDSM é DOM GRISALHO, sou um DOMinador, litúrgico, sério, enérgico mas ao mesmo tempo carinhoso com as mulheres que venho a negociar; hoje com vários anos na arte da dominação psicológica, aprendi pela experiência vivida, como satisfazer as mulheres de forma geral e distinguir as fêmeas que desejam ser mandadas e comandadas por um homem firme. Sou um dos poucos daqueles que as fazem sentirem-se servis e ao mesmo tempo agradecidas pelo pulso autoritário que as levo. Na mente da mulher, em sua maioria, nem se passa outro tipo de vida a não ser da submissão ao homem, basta observar o grande número de mulheres que tendem a buscar pelo homem mais forte e com a energia firme para comandar, elas buscam proteção muitas vezes fora do casamento quando não contam em casa. Ainda nos dias de hoje é comum no matrimônio a esposa ser hierarquicamente inferior ao marido.

A prima do Sul de Minas

Eu morava em um sobrado, embaixo as garagens e no primeiro andar meu apartamento e finalmente no segundo e último pavimento morava minha prima, Vanessa, que na época tinha 34 anos. Tinha um terraço em cima do apartamento dela. Era herança de família, ela herdou um e eu o outro e morávamos sozinhos, cada um no seu canto e tocando a vida.
Eu era solteiro e sou até hoje, já Vanessa era divorciada, havia engravidado aos 15 anos e para satisfazer exigências familiares e/ou agradar a sociedade ou até porque queria mesmo, se casou com o pai de sua filha.

Ligia – a mais nova conquista

Sou DOM GRISALHO e, eventualmente faço contos de S & M, que, aliás, gosto muito de produzi-los. O mês próximo passado recebi um e-mail de uma leitora dos meus escritos, que se identificou como sendo lígia, dizendo que gostou de meus contos e gostaria de saber se as mulheres que cito nas narrativas se foram realmente conquistas de minha parte ou apenas ficção. Em resposta, de forma amistosa, mas formal dei-lhe alguns sites que publicam meus trabalhos e agradeci pela cordialidade de sua mensagem. Não esperava mais nenhuma notícia dela, porque procuro manter distância das solicitações e elogios que recebo por internet, em razão de que muitos se apresentam como mulheres e, na realidade não o são e, outros ainda têm simples curiosidade não querendo nada efetivamente.

A diarista do sul de Minas

Conheci Najara através de uma anúncio que fiz na internet. Trocamos alguns emails e depois conversamos por telefone mais algumas vezes, ela não tinha pressa. Najara tinha 32 anos, divorciada e não tinha filhos. Depois descobri que trabalhava numa repartição pública onde era chefe.
Numa das ligações que ela sempre me fazia, onde sua voz calma e ao mesmo tempo misteriosa me deixava excitado, então ela combinou de nos conhecermos pessoalmente.
Foi num sábado, em um local público e bem movimentado, uma praça. Cheguei no horário determinado e pouco depois ela apareceu. Era alta, com seus 1,70, uns 60 kg, seios médios, cabelos longos, um sorriso misterioso. Curiosamente estava vestida de maneira informal, calçando um par de sandálias de borracha quando pude ver seus lindos pés, que depois descobri eram do tamanho 38.
 
Conversamos por quase uma hora, sem falar explicitamente nos nossos interesses em comum, é claro.

Roseli, casada e serva

Este relato é real e, ao meu pedido meu DONO e SENHOR a escreveu. Dei-lhe as minhas impressões de nosso primeiro encontro (de uma série que espero seja muito longa) e Ele às adaptou, conforme sua vontade. Meu nome é Roseli (nome real), moro em Uberaba - Minas Gerais - exerço a profissão de professora do ensino médio, mas no meu tempo livre sou revendedora de uma empresa de materiais de escritório para empresas, que me gera um relativo rendimento. Sou uma mulher balzaquiana, 35 anos, casada, não vou dizer que sou bonita, mas me acho bastante simpática e expressiva, tenho 1,60 cm., 55 kilos, cabelos castanho escuro, olhos castanhos, peitos tamanho médio, mas no tamanho certo com toda certeza, só minha bundinha é pequena, mas bem feitinha, a acho atraente. Faço ginástica e caminhada, procuro conservar-me bem feita de corpo, mas por onde passo chama atenção até mesmo das mulheres, incrível mesmo. Tenho pernas grossas na medida que dizem ser a ideal. O que se destaca em mim é minha xaninha, é bem fofinha, mantenho-a sempre depilada. Conforme a calça comprida que eu use, fica a mostra o volume da minha bocetinha, porque é um pouco maior do que a maioria das mulheres. Sou casada com Osvaldo, homem muito ciumento e meio abrutalhado, embora me seja fiel. Estamos casados há 09 anos, temos um lindo menino de 11 anos. Pois bem, ele foi o primeiro e o único com quem fui pra cama até conhecer meu DONO e tudo vai muito bem com a gente, mas vou contar-lhes minha história. Meu marido tem um hábito horrível, gosta de fazer graça e rir de homens que as esposas traem com outros, brinca debochando bastante daqueles que são cornos, são brincadeiras de mau gosto e conta piadas grosseiras, seus amigos tolos como ele, caem na risada. Nem tem idéia que ele próprio está sendo passado para trás por mim, pois tenho um SENHOR e DONO a quem venero: DOM GRISALHO. Enquanto meu DOM me quiser estarei aos seus pés, fazendo tudo que Ele quiser ou mandar.
 
O chato do meu marido adora falar de estórias que conta de homens que levam chifres de suas parceiras, sem saber que com isto está me incentivando cada vez mais a procurar e ser servil o meu DONO. Eu mesma virei uma submissa sem nunca ter imaginado em trair meu esposo, pois sempre fui somente dele e nunca senti necessidade de procurar alguém. Ele me satisfaz na cama e tem um pau de razoável proporção (menor que o meu DONO), além de amá-lo muito, mas as influências e as oportunidades e, ainda as brincadeiras estúpidas que tanto me incomodavam, fazem coisas que nunca imaginaria fazer. Com o tempo vim a descobrir através de sites de bate-papo pela internet, sei hoje que tenho uma necessidade imensa de ser subjugada por completo por um homem que me humilhe e que me faça rastejar aos seus pés, que me use e abuse como seu ego desejar. Serei sincera e contarei a vocês, descobri que gosto de levar umas boas lambadas na bunda por meu SENHOR. Quem, como eu, que descobriu esse fetiche gostoso que é o spanking, já experimentou e sabe como é bom, claro que feito por um verdadeiro HOMEM, desses poucos que existem e que sabem dominar uma fêmea como eu, ávida de submissão.

Mas vamos lá, contarei a vocês como conheci DOM GRISALHO, meu DONO e SENHOR e com Ele vim a descobrir o que realmente eu sou e gosto de ser: escrava em todos os sentidos. No ano passado, fui convidada a participar de uma feira no Anhembi, em São Paulo. Fui escalada para representar a empresa por conhecer bem o material que fabricamos e ter facilidade de comunicação e além de tudo boa aparência. O duro foi em casa para convencer meu esposo de que eu deveria ficar uma semana fora, hospedada em hotel. Ficou extremamente chateado, chegou a ficar emburrado comigo, tentou de todas as formas fazer-me desistir da empreita. Com muita paciência fui dando-lhe explicações de como era importante para meu crescimento profissional e, fora isso me renderia uma boa grana a mais no fim-do-mês, já que receberia uma percentagem nas vendas efetuadas na Feira. Com esse argumento de ajudá-lo um pouco nas despesas de casa, pelo menos dentro do próximo mês, autorizou-me, mas ficou dando-me conselhos de como devo me portar, de como me vestir, etc. Escutei-o passivamente e concordei, mas mal eu sabia de que não iria cumprir nada de minhas promessas, rsrsrsrs

Estava deslumbrada pela oportunidade de andar de avião pela primeira vez. Cheguei à capital paulistana sexta-feira à noite e já no sábado iniciamos a arrumação dos produtos que vendemos nos estandes. Viemos em oito pessoas, de cidades diferentes e trabalhamos duro no fim-de-semana todo. No domingo a tarde, por volta das 14,00 horas, apareceu um dos diretores de nossa matriz. Cinqüenta e poucos anos, cabelos totalmente grisalhos, educado ao extremo, alto astral e sorriso fácil. Brincava com todos, mas parecia que não tinha me visto. Quando chegou próximo a mim, olhou-me, ficou mudo, olhar fixo, seus olhos castanhos ficaram brilhantes quase que imediatamente ao me notar e ficou me encarando. Eu não sabia nem o que fazer. Eu fiquei meio envergonhada. Apesar de comunicativa, sou meio tímida, estava de macacão de trabalho, suada e suja pela necessidade de concluirmos o estande. E ele todo arrumado e cheiroso, bonito, com aparência muito charmosa. Eu simples, confesso que fiquei sem jeito!
Ele parece que saiu dum transe e perguntou meu nome, eu disse: “Roseli!”. Ele respondeu:
- Meu nome é Antonio, sou diretor da sociedade em São Paulo. Você é nova na empresa?
- Sim Senhor, estou a três anos representando nossa firma em minha cidade...
- Só pode ser por isto que eu não a conhecia. Se tivesse te encontrado alguma vez, nunca esqueceria seu rosto. Já te disseram que você é uma mulher muito bonita? Agradeci o elogio e tratei de sair de perto dele. Fiquei também muito impressionada com Ele, mas nem pensava em outra coisa a não ser no trabalho. No finalzinho da tarde, ele apareceu outra vez com uma latinha de refrigerante gelada e ofereceu pra mim e ficou em volta conversando enquanto eu trabalhava. Perguntou tudo da minha vida, e eu não podia dar a atenção que Ele queria, estava com pressa, pois no dia seguinte à tarde era a abertura da feira. Mas mesmo assim conversei um pouco, eu com um tom bastante respeitoso com Ele, claro era meu diretor e tinha que ser educada pelo menos, afora ser cordial, mas estava achando-o lindo, mas procurava não demonstrar que me admirei com Ele, pois não sei o que poderia pensar e acima de tudo eu era casada. Meu marido mesmo sendo meio “brucutu” eu gostava dele e não pensava em ter nada com ninguém, especialmente durante o período da Feira.
Pela manhã da segunda a correria foi total e, às duas da tarde, na abertura da Feira ao público, já estávamos num uniforme lindo preparado especialmente para nós. Saia curta, sem exageros, cerca de meio palmo acima dos joelhos, verde clarinha que é a cor padrão da empresa, camisa de tecido fino branco e um lencinho no pescoço. Ficamos charmosas, me senti realmente importante, à altura de poder bem representar a companhia e ajudar a tirar pedidos para que gerasse um bom rendimento.

Um dos primeiros a entrar no estande foi o Sr. Antonio. Brincou com todos e quando chegou a mim, deu-me um sonho de valsas, bombom que adoro. Não saía de perto de mim, elogiando-me a todo instante, dizendo que assim eu partiria corações e que as pessoas nem prestariam atenção aos produtos expostos, etc.... Eu só ria das suas brincadeiras e ele se derretia em atenção comigo. Minha colega dizia: “Então hein Roseli, já arrumou companhia pras noites frias... ”Pare com isto!”, eu dizia. “Ele só é gentil comigo!

Mas eu também sabia o que ele queria. Na terça-feira, antes do início da feira, o Sr. Antonio chegou com uma caixinha de presente. Abri e dentro dele havia uma linda bonequinha em cristal brilhante. Adorei o presente, Ele disse que era para deixar num lugar que eu pudesse ver todos os dias e lembrar-me D’ele, e para começar desejava me oferecer o jantar após a feira. “Desculpe Sr. Antonio, não posso, tenho que arrumar as coisas para amanhã. Além do mais, tu sabes, sou casada e não ficaria bem sairmos sozinhos...” Ele então convidou minha colega para ir junto. Diante do fato de termos uma acompanhante, não tive como recusar, pois Ele era tão atencioso que seria até uma descortesia.

Às 22h30, saímos da exposição para um restaurante. No carro de meu diretor eu e Clarissa (minha colega de stand) demos muitas voltas pela cidade de São Paulo. Para mim tudo era novo, estava conhecendo lugares maravilhosos, tantas coisas bonitas vi que fiquei extasiada inúmeras vezes. Antonio (já não o mais chamava de Senhor Antonio) realmente foi um excelente cicerone porque me apaixonei pela grande metrópole, belíssima, completamente diferente de que eu poderia imaginar. Chegamos num restaurante muito fino, lugar agradável, bom atendimento, comida boa e leve, acompanhado de um vinho tinto de excelente qualidade, bebida que aprecio. Conversa vai, conversa vem, chegou outro senhor que viemos, a saber, que era o gerente de vendas da fábrica em Goiás. Enturmamo-nos e, após o jantar, o colega de Goiás convidou-nos para esticar a noite numa balada. Eu agradeci e recusei, mas minha colega aceitou e foi com ele deixando-me sozinha com Antonio. Fiquei preocupada, pois estava com receio do que pudesse acontecer, já que era charmoso e encantador ao extremo e eu estava um pouco alta pelo vinho que tomei.

Antonio me serviu mais vinho e derretia-se em elogios, eu não sabia mais como proceder em relação a Ele. Num determinado instante pegou em minha mão e rapidamente puxei de volta e disse, “Sou casada!” Ele retrucou: “Eu também!” Segurou mais forte. Pedi pra ir embora e me levar embora pro hotel. Ele em resposta me pediu só mais um pouquinho de tempo que fosse suficiente para terminar a garrafa de vinho. Concordei diante dos seus argumentos. Serviu meu copo e sentou-se mais próximo de mim. Senti o calor de seu corpo, seu perfume gostoso de homem que se cuida. Colocou sua mão no meu rosto e virou pro seu lado, me olhou nos olhos e disse: “Eu te quero hoje!”

- Tá maluco? Já disse que não pos....”, não consegui terminar a frase. Ele calou-me com um beijo mágico. Nunca senti uma coisa dessas, meu corpo ficou todo mole, deu um frio na barriga. Fiquei sem forças. Eu sabia que ele iria atacar, mas não esperava que fosse ali num restaurante com muitas pessoas.
Colou seu corpo contra o meu e sua língua invadiu minha boca como se quisesse explorar o inexplorável. Nossas línguas se cruzaram, eu fiquei inerte. Ele mordeu meus lábios e eu quase perdi a consciência, mas num raio de prudência empurrei-o e disse: “Pare com isto, por favor, me leve para o meu hotel!” Antonio então chamou o garçom, acertou a conta e saímos. Colocou seu braço sobre meus ombros e saímos como namorados.
 

Como bom cavalheiro, abriu a porta do carro para eu entrar. Saímos pela cidade, Ele pegou minha mão e agora não recusei. Em seguida, passou seu braço sobre meus ombros, fiquei bem pertinho dele. Minhas resistências estavam sendo minadas. Deitei minha cabeça em seu ombro. Estava meio tonta pelo vinho e a gentileza daquele homem estava me fascinando. Nunca tinha sido tratada assim. Resolvi deixar as coisas acontecerem, se tivesse que ser D’Ele, seria. Não seria a primeira vez que trairia meu marido, embora não fosse uma depravada, apenas duas escapadinhas dei depois de casada e, mesmo assim apenas uns amassos mais fortes, sem transar.
 
Quando chegamos ao hotel, ele saiu do carro, abriu a porta, deu-me sua mão para eu descer. Estava me sentindo uma princesa. Dirigi-me ao quarto e Ele atrás de mim, subiu junto a mim e inexplicavelmente não reclamei, eu o queria mesmo, agora já sabia, o tesão estava incontrolável. Quando abri a porta, achei que havia pegado a chave de outro apartamento. Três arranjos de flores, um mais lindo que o outro, o quarto todo decorado, em cima da mesa um champanhe num baldinho de gelo com duas taças ao lado, tudo à luz de velas. Antonio havia já preparado o ambiente, deixando-o simplesmente magnífico, era um homem que sabia fazer o que queria e atrair quem quisesse. Eu estava com a calcinha totalmente molhadinha, esperando apenas que Ele viesse e me tomasse. Nada mais queria e nada mais eu pensava, a não ser submetida por aquele homem, eu era a fêmea ávida por aquele macho, o que mais desejava naquele instante era que me fizesse ser dele.
 
E Ele não perdeu tempo, tomou o que sabia que já pertencia a si, não resisti e nos beijamos loucamente. Estava satisfeita sendo despida. Queria aquele homem enlouquecedor, sentia nele uma força inexplicável. Dava-me a impressão que já era D’ele há muito tempo. Tirou-me peça por peça de minhas roupas, tudo caindo no chão, Ele o fazia com uma maestria incrível. Eu compreendi que não mais me pertencia e sim a Antonio. Fiquei nua, minha timidez acabou, queria aquele macho penetrando-me. A cada instante eu ficava mais tensa e excitada, o cheiro de sexo dominava o apartamento.
 
Nos meus pensamentos veio a lembrança de Osvaldo, meu marido, mas não consegui sair dos braços de Antonio, fiquei como hipnotizada, completamente a mercê daquele homem. Ele tirou suas roupas, despiu-se quase por completo, deitou-se na cama e mandou que eu beijasse e lambesse os seus pés. Achei estranho o pedido, nunca havia feito nada parecido, mas estava ainda inebriada pelo álcool e pelo tesão que fazia com que eu jorrasse minha excitação pelas coxas abaixo. Afinal, enlouquecida pela situação, continuei na brincadeira e então tirei suas meias (únicas peças que ainda conservava), após retirá-las com as mãos, senti seu cheiro inebriante, o cheiro de suas meias impregnava-me, até os pés eram cheirosos. Não sabia o que fazer mais para contentá-lo, eu sabia que o queria da forma que Ele me quisesse. Não perdi tempo e lambi cada dedo, demoradamente, pausadamente, tentando não arranhar com os dentes; minha língua passeou muito pela extensão dos seus pés, por cada milímetro de cada um daqueles lindos pés, estava tão excitada que não agüentei e com as mãos comecei a acariciar suas pernas e coxas. Não posso deixar de afirmar que nunca vi um pé tão perfeitamente bem cuidado, limpo, a idéia de sua virilidade começa pelos pés – foi a impressão que ficou marcada em minha mente.
 
Continuei chupando, agora lhe subindo pelas pernas, até chegar as coxas, onde fique mais tempo, o cheiro de Antonio era gostoso demais, aquele homem exalava um perfume que me enchia as narinas. Era realmente um homem especial, o melhor que já tive em toda minha vida.
 
Cheguei à sua virilha, comecei a passar os dedos de leve em seu saco, deixando-o mais louco ainda, rsrsrs Enfim mandou-me lamber e chupar seu pau, não esperei outra ordem e lancei-me em cima daquele músculo grosso, grande, duro o tempo todo, fui ao delírio. Não hesitando eu caí de boca literalmente e me surpreendi pela voracidade com que Ele gosta de ser mamado, na verdade Ele fodia minha boca, o fazia de tal maneira que era quase como se eu tivesse que reaprender a chupar um pau; o pau dele parece ter vida própria – Ele enfiava até o fim, fazendo com que eu perdesse as contas de quantas vezes engasguei nesse pau; algumas vezes essa voracidade com que entrava fazia com que eu roçasse os dentes; o que poderia machucá-lo. Foi quando levei um tapa com força na cara, fiquei sem saber o que fazer. Olhei para Ele e mandou-me continuar chupando-o, falei que não faria se me batesse e com isso consegui é levar mais dois tapas e bem mais fortes. Fiquei com medo, o que fazer! Mas o tesão era demais, fiz o que me mandou, abocanhei aquele lindo pau, enchi toda a minha boca.
 
Antonio mandou-me parar e disse-me, em alto e bom tom: Aprenda e não erra, de agora em diante chame-me apenas de DOM GRISALHO, serei seu DONO e você minha escrava. Não entendi e nem sabia nada do que me falou, o torpor da bebida e o tesão eram grandes, apenas tinha idéia que iríamos trepar e muito naquela noite, o que eu não entendia era que estava virando um brinquedo na mão desse homem, por sinal maravilhoso.
 
Engasgos seguidos, e pau entrando, e eu abrindo a boca, e babando, e engasgando – quando num dado momento tirei o seu PAU de minha boca para recuperar o fôlego, as lágrimas caíam de meus olhos. Esperava mais uns tapas como antes, porém Ele riu da situação, com um poder que só quem tem verdadeira vocação pra mandar; acalmei-me imediatamente e retomei meu dever: agradar meu SENHOR, chupando mais uma vez seu pau; e também foi quando em seguida começaram uma série de tapas, fortes, deixando minha bunda com marcas avermelhadas, e ainda chineladas que alternavam com sua mão. De início eram doloridas não nego, mas conforme a excitação tomava conta de mim, não ligava para a surra, queria era chupar, chupar aquele homem extraordinariamente gostoso.
 
Quando Ele quis, Ele me comeu – sem camisinha, mas como pedir a meu agora DONO para usar? Eu o senti enfiar os dedos na minha xana, senti que o estava preparando pra seu cacete, Ele conseguiu enfiar quatro dedos, eu não sou larga ainda - sei que em breve esse fato mudará em minha vida inclusive. Enfim, quando ele enfiou o cacete, dizendo que não gozaria dentro vieram várias campanhas na minha cabeça; várias informações, milhares de pensamentos e ao mesmo tempo uma sensação tão diferente de tudo o que já senti – que me senti incapacitada de pedir pelo uso da camisinha; talvez pela certeza de que não faria ou fará qualquer mal pra mim – e pela convicção de que Ele sabe o que é melhor pra mim eu apenas queria sentir aquele pau entrar, rasgar, detonar minha bocetinha – uma sensação de prazer pleno tomou conta de mim. Nunca senti tanto prazer; em alguns momentos eu quase gozei sem me tocar; eu que nunca tive, não tenho e não quero ter controle do meu gozo, eu que raramente me masturbo, eu que gosto de gozar sem me tocar – quando verbalizei que estava quase gozando, estupefata fiquei, pois ouvi de meu DONO que não tinha permissão pra gozar.
 
Nenhuma outra palavra define tão bem o que senti - como fazer pra não gozar? E se gozasse seria punida de alguma forma e estaria decepcionando-o. Não sei como consegui não gozar em vários momentos, a cada estocada mais fundo. E eu pensava que bela surpresa a vida me deu, estava servindo um DOM que sabe foder como poucos, que sabe extrair de uma mulher a sua submissão pelo olhar, ele consegue uma entrega que poucos têm o poder de conseguir.
 
Colocou-me de 4, enfiou o pau bem devagar, pegou pelos cabelos e começou a bombar forte, eu gemia, estava adorando meu SENHOR, gemi e com sua autorização gozei, gozei. Um gozo espetacular, nunca havia sentido algo tão esplendoroso. Eu já estava com as pernas bambas super relaxadas e pedindo para descansar. Alguns minutos depois Ele virou-me de costas e empinou minha bundinha em sua direção. E vagarosamente começou a lamber meu cuzinho lindo, eu gemia, que delicia, o que eu tinha perdido na minha vida todinha estava recuperando agora. Eu urrava, nunca tinha sentido tanto tesão na vida.
 
Em vários momentos, o meu DONO bateu na minha bunda, que ficou muito vermelha, muito quente, e assim aquecia seu pau. Em outro momento, o meu DONO levantou e falou que eu deveria descansar um pouco, mandando-me deitar tranqüila, refazendo-me para continuar aquela noite de PRAZER alucinante.
 
Surpreendeu-me que eu não sabia o que esperar – se um carinho, um cacete engasgando na minha garganta, um tapão ou as mordidas quem me levaram às lágrimas e deixaram hematomas – hoje 3 dias depois dessa sessão ainda tenho marcas de suas mordidas nas costas, onde sua barba cerrada alternava mordidas com carinho – explorando cada centímetro das minhas costas, surpreendendo-me em como o meu SENHOR sabe tocar uma mulher, transformando-me em uma verdadeira vadia a seu serviço.
 
Algum tempo depois, não sei precisar quanto me mandou ficar de quatro e arrastou-me ao banheiro, puxou-me como uma cadela no real sentido da palavra. No tolete Ele sinalizou que eu deveria me ajoelhar e abrir a boca, Ele avisou-me que seria premiada com a sua Chuva Amarela, explicando-me o que era e senão aceitasse levaria uma surra que nunca mais esqueceria. Com excitação e medo ao mesmo tempo instintivamente soube que não poderia deixar cair uma única gota, e assim fiz, abri a boca ao meu SENHOR. Em alguns momentos quase não consegui engolir pelo fluxo da vazão que vinha do seu mijo, mas como foi bom conseguir me superar e engolir todo o liquido que ele ingerira durante o dia. E, por incrível que pareça, eu estava feliz, arreganhada sim, mas extremamente satisfeita, como nunca estivera em toda minha vida.
 
Depois de 4 horas de foda continua, onde seu pau só amoleceu quando Ele me mandou fazer massagem no seu corpo, e assim procedi - cada pedaço do seu corpo foi tocado com muito respeito, carinho e devoção - para que Ele relaxasse. Depois de muita ação, noite já feita – ele levantou e depois de pouquíssimo tempo despejou em minha cara todo seu mel, a quantidade de que ejaculou foi imensa, foi direto na minha garganta, satisfeita assim fiz, não caiu nada de minha boca.
 
Sai de lá com a bunda cheia de vergões, as costas muito marcadas, mas o importante é que proporcionei prazer ao meu DONO, Ele sabe o que é melhor pra mim.
 
Muito obrigado meu SENHOR, pela chance de ser sua puta, escrava, de aprender com o Senhor como dar prazer a um DONO e como me superar sempre; estou a sua disposição quando e onde determinar – respeitosamente de joelhos agradeço por seu interesse e tempo gasto comigo. Sou completamente sua, roseli sua escrava hoje e sempre, enquanto me quiser estarei a sua disposição e se um dia não me aceitar mais, nenhum outro DOM procurarei, o meu SENHOR nesta minha vida é e foi mais que suficiente.
Hoje sou roseli, serva de DOM GRISALHO, e tudo que posso eu faço a Ele.
Uma mulher feliz que descobriu o homem de minha vida.
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com– com certeza ficará satisfeito por poder ler meus trabalhos.

 

Milena: a noiva

Este CONTO é um relato de como iniciei uma bela menina como minha serva, ela tem um belo nome: Milena, uma linda fêmea com 23 anos, extremamente sensual, corpo bem feito, onde se destacava seu belo traseiro. Bem vamos lá, à época EU freqüentava um curso de curta duração em minha área de atuação empresarial. Um dos colegas da turma trabalha em uma agencia de publicidade e resolveu produzir um DVD caseiro com situações cotidianas de empresas para melhor aprendizagem do conteúdo. Pediu minha ajuda no sentido de intermediar àqueles interessados, que EU fizesse uma relação com seus nomes, e-mails e ainda arrecadasse o valor para o custo do DVD, e EU posteriormente repassaria a ele, e em resposta, ele que entraria em contato quando as cópias estivessem prontas. Bem, era de interesse comum, prontifiquei-me sim a dar-lhe assistência, assim sobraria mais tempo para a produção dos DVD’s.

Informei a todos os colegas da turma, meu e-mail para que me procurassem os que quisessem a produção final do DVD.
Alguns dias depois quando abri minha caixa de entrada, me deparei com uma mensagem de um contato que EU não conhecia à minha lista de amigos, identificando-se como Milena, o nome não me era estranho, li o que dizia o recado e qual não foi a minha surpresa ao ver que se tratava de uma das mais belas moças da sala me desejando um bom final de semana. Estranhei de imediato, pois não tinha amizade com ela, mas não maliciei, afinal, ela poderia apenas estar ampliando sua lista de contatos, respondi sua mensagem da mesma maneira e prossegui com a rotina.

Na semana seguinte procurei discretamente por seu olhar na sala de aula, mas nada, Milena voltava toda sua atenção ao professor, isso confirmou o que eu havia pensado, além disso, seu noivo sempre vinha lhe trazer e buscar nos dias de curso e eles aparentemente formava um casal bem feliz e resolvido.
Passados mais alguns dias recebi novas mensagens dela, agora de cunho mais gostoso, com slides sensuais, desenho de correntes, etc.. Não tardou a aparecer uma mais picante e atrevida, com uma algema de fundo no e-mail, fiquei meio perplexo e atônito, será que não teria vindo erroneamente, não respondi àquela e deixei passar em branco, mas, apareceu mais uma e outra, foi então tomei a iniciativa de mandar-lhe uma erótica na temática do sadomasoquismo que EU conhecia bem, pois era praticante. Não demorou a vir à resposta com o título “danadinho hein”, sem anexos, apenas as palavras “minha nossa, me deu um calorão danado”, foi minha deixa para adiantar um pouco mais o passo e apimentar ainda mais as coisas, mandei-lhes mais algumas mensagens e agora mais voltadas às práticas mais fortes de sado, da forma que EU aprecio. As respostas, para minha satisfação também chegavam mais quentes até chegar ao ponto de começar a receber vídeos de dominação e, em especial de spanking. Vi que estava aproximando-se uma grande amizade entre nós e quem sabe algo mais, rsrsrs

Agora EU realmente estava interessado e mandei um convite para nos vermos com o objetivo de conversar, embora quisesse mesmo é tê-la aos meus serviços. Em alguns dos seus e-mails, Milena confidenciou-me que tinha muitas duvidas a respeito de uma vida conjugal e que a pessoa mais certa para sanar seus receios quanto ao casamento seria alguém já casado e que gostasse de sexo apimentado, pois ela não se contentava com apenas o sexo comum, o dito “baunilha” e o noivo era muito conservador e, ela tinha medo de que ele se espantasse com os desejos e fantasias dela. Prontifiquei-me a servir de tutor matrimonial e marcamos um dia em que ela cabularia a aula da faculdade para nos vermos.

Na data acordada fui até o prédio da faculdade e liguei a ela dizendo que a estava esperando. Tão logo foi possível a ela, em dois minutos cronometrados, ela apareceu na porta de saída. Estava belíssima, trajava uma mini saia jeans que deixava suas lindas coxas roliças a mostra, duas pernas bem torneadas que se esgueiravam de uma sandália rasteirinha e amarrada até o meio da canela até sumir por entre a faixa de tecido que cobria apenas região do quadril e guardava uma bunda redondinha e firme, ainda usava um top branco e decotado que valorizava seus lindos seios, de tamanhos médios, os cabelos amarrados para trás num estilo rabo de cavalo. Entramos em meu carro e dirigi para um restaurante que conhecia – era mais afastado e menos movimentado. Lá chegamos e falamos algumas futilidades e então, após alguns chopp’s, mais a vontade ela começou a lamentar sobre as duvidas que tinha e a queixar-se do noivo que não a completava, embora ela o amasse bastante e não queria perdê-lo. Comoveu-me um pouco mais, estava extremamente carente e foi a deixa para que eu oferecesse o “ombro amigo”. Ficamos juntinhos alguns minutinhos, sem nada fazer, de mãos dadas. Com a proximidade de nossos corpos o tesão foi crescendo, chegando até a machucar-me dentro da cueca de tão duro que o meu pau estava. Aproximei-me mais ainda dela e fiquei admirando-a por alguns milésimos de segundos e pude ver o brilho de desejo em seu olhar. Dei-lhe a mão novamente e senti agora que estavam frias e suadas como se o medo e receio a dominassem. Senti os lábios de Milena, quase que trêmulos à espera de um beijo proibido. Embriagado pela excitação beijei-a com volúpia, um beijo quente, molhado e lânguido, acariciei seu rosto por um momento, ela então me pediu para que saíssemos dali e que eu a deixasse em sua kitinete, já que não se sentia bem estar em público trocando carinhos com um outro homem que não fosse seu noivo.

Ela estava tão desejosa como EU, o ar estava impregnado daquele cheiro gostoso de sexo, de tesão. Sob suas orientações dirigi até sua casa, deixei o carro parado do outro lado da rua, entramos em seu apartamento e estávamos de mãos dadas como fossemos dois namoradinhos.
Tinha um belo apartamento, grande, espaçoso e segundo ela, havia sido comprado em parceria com o noivo, para futura moradia de ambos. Conversamos, já mais agarradinhos, e depois de mais beijos, ela me ofereceu suco e imediatamente lhe disse: _ Não obrigado, prefiro comer a fruta, e hoje a fruta é você.
Ela deu-me uma olhada desejosa, molhou os lábios com sua língua vermelha e fina, mordeu levemente seu lábio inferior e agarrou-me pelo pescoço e me arrastou para o quarto enquanto nos entrelaçávamos em um beijo asfixiante, minhas mãos agora entravam em contato com aquelas coxas maravilhosas e exploravam por baixo daquela mini saia, pude sentir suas nádegas quentes encherem a palma e me estontear com o deslizar dos dedos para dentro do rego onde se escondia um minúsculo fio dental, senti o coração acelerado como um adolescente que tem seu primeiro beijo ao esgueirar minha mão para cima de sua bucetinha molhada, a essa altura ela já tinha se livrado da parte de cima e seus mamilos bailavam à minha frente implorando para serem sugados e que bocada deliciosa – continuava de pé ao lado da cama então a peguei nos braços e a atirei sobre seu colchão d’água, que visão maravilhosa ter aquele monumento plenamente a meu “bel prazer”, livrei-a do restante de suas vestimentas e pude, então, ver aquela xaninha depilada pronta para ser invadida, deitei meus lábios sobre ela e senti o sabor único de um clitóris ardente de tesão, ela gemia e dizia palavras desconexas, esfregava seu púbis em minha boca e me puxava pelos cabelos, e totalmente enlouquecida gozou. Deitou-me de costas e quase que desmaiando me disse para esperar a retribuição, foi ao banheiro e após um banho rápido trouxe um óleo corporal em um pequeno frasco, pingou algumas gotas na glande, aquele líquido exalava um delicioso cheiro de cravo e gelava todo o membro dando uma sensação que misturada ao tesão do momento proporcionava uma sensação única, ato contínuo ela aproximou sua boca do meu pau latejante e, de leve, começou a mamá-lo com maestria suprema, sua boca parecia ser de veludo, suavemente ela descia da cabeça até as bolas e voltava, eu estava em êxtase, um transe sensacional me fez ejacular em sua boca caprichosa que tomou tudo aos goles até a última gota. Sedentos por mais prazer nos atracamos em novo beijo e agora eu já me enlaçava em sua cintura à procura de me acomodar em seu interior e finalmente a angústia da espera foi acalentada por uma penetração lenta e minuciosa, pude sentir cada centímetro de sua grutinha apertada acomodando meu pau pulsante, as bocas enchendo de saliva como se provassem uma maçã verde, os corpos finalmente deleitando-se em um vaivém frenético para culminar em um gozo digno de dois amantes de encontro único.

EU já a tinha sob domínio, através da transada deliciosa que fazíamos ela estava totalmente entregue ao PRAZER, estava na hora de começar a possuí-la como minha cadela. Lembrei-me das mensagens que me enviou, valorizando o spanking e disse-lhe: – Milena estou lembrando que o que você gosta e quer é apanhar, não é?
A minha voz era dura, olhei pros olhos dela e era tesão puro… Ela tentou falar-me, mas a voz estava embargada pelo momento. Não esperei e afirmei-lhe:
-Não fale nada e fica com a boca calada, que agora você vai fazer o que eu quiser, vadia não tem querer, ENTENDEU? Ela ficou sem nada fazer, estática, apenas olhando para mim, parecendo um robô como aguardando novas ordens.

A coloquei de quatro e comecei a lhe penetrar mais uma vez, bem gostoso, enquanto isso Eu lhe batia na linda bundinha, Milena pediu-me para parar, mas ao mesmo tempo notava que ela queria ainda mais, cada tapa que Eu lhe dava, sentia sua bunda arder mas, ao mesmo tempo ficava mais molhada ainda. Quando a libertei um pouco, como uma gata ela se virou e ainda de quatro caiu de boca no meu pau… E Que coisa mais gostosa, quase me matou de tesão… Nessa hora ouvi o que tanto queria, quando ela me disse: Me chama de sua puta vai! Sou sua!!!
- Puta vadia! Você gosta disso não é cadela safada! E a senti com vontade de querer mais e mais. … Fiquei vendo sua bundinha e ao mesmo tempo lhe batia, EU a agarrei e ela tentava se soltar. Já prevendo que Milena viria a ser realmente minha cadela, tinha providenciado um pequeno par de algemas que trazia em meu bolso, já sabendo que iria usar, e prendi seus braços acima de sua cabeça. Ela meio que relutante, se deixou segurar e algemar.
Mordia devagarzinho suas lindas tetinhas e dizia: – Milena não era isso que você queria?
O melhor de tudo era que ela estava gostando de tudo aquilo! Era loucura, porém a cada mordida, chupão e tapa, ou ainda quando EU puxava seus cabelos ou apertava suas tetas, ela inundava o travesseiro de gozo e lágrimas até que, sem avisá-la gozei em sua cara… EU arfava de tesão, e ela também derretia-se ao contato do meu corpo.
-Agora vou vendar você!
-Pra que? Não faça isso não! Deixe-me ver o que vai fazer comigo.
-Não interessa…

Ela ainda se contorcia, dei-lhe outra boa chupada nas tetas e vendei seus olhos… Ficou com medo, EU procurava ser enérgico e ao mesmo tempo carinhoso e gostoso! Isso era loucura! Ela não via nada, e isso lhe dava uma sensação de desassossego! Quando ela percebeu estava chupando a cheirosa xaninha todinha, com força EU fazia, que a vinha gritar de dor e de tesão ao mesmo tempo, Milena estava todinha molhada, e EU chupava mais e mais, enfiava os dedos em seu ninho de amor enquanto ela se torcia todinha.
EU então lhe perguntei se eu queria mais e Milena ficou calada, daí lhe dei outro tapa e disse: te fiz uma pergunta? Ela logo respondi: -Quero!
-Ah você quer não é safada… Diz agora quem é seu homem diz? Quem te come assim cadela vadia fala!
Ela dizia que era EU com cara de choro, a mandei calar a boca…- Não quero choradeira a toa, fique quietinha, nem comecei ainda… Enquanto EU lhe batia, a fodia, lhe xingava… Ela gozava muito, na verdade gozando várias vezes como a muito tempo disse-me que não gozava… Dai então usei uma palmatória de couro, comecei a lhe bater… Milena chorava e EU lhe batia, mas seu choro era de puro prazer, ela nunca tinha gozado assim antes… A possuí com energia, a fiz gozar feito uma puta, a deixando ainda mais arrombada… Forcei Milena para baixo, bati com a pica várias vezes na sua cara e mandou-lhe chupar até achar que devia parar…
Enquanto EU a chupava ela dizia um monte de coisas pra mim, queria que batesse na sua cara, que mordesse seu pescoço, EU puxava seus cabelos e fazia minha pica chegar até a sua garganta, quase ficando sem ar, mesmo assim ela fazia forças para lamber… Quase engasgou com o jorro de gala que soltei em sua boca…
-Engole tudo vadia, não deixa uma gotinha sequer cair no chão… Para minha satisfação lambeu até a última gota… Então a empurrei para cama, coloquei suas pernas em meus ombros e a penetrei todinha… Ela era gostosa demais, como foi bom!
-Eu sabia que você gostava de apanhar?

Ela balançou a cabeça dizendo que não bem assim e, em resposta apenas ri, na verdade quase gargalhei: levanta a buceta pra mim vai cadela. Me deixa colocar o caralho aonde eu quero minha puta! (até parecia que ela ia impedir, cega e presa como eu estava!). Você não tem jeito, minha cadelinha safada, se fazia de certinha, mas o que você gosta mesmo é de levar uma bela surra…
Dessa vez EU dei cinco tapas tão fortes bem em cima de sua xaninha, que ela chegou a urinar do prazer que sentiu. Ela já não tinha mais controle de nada, já era minha escrava por completo…
- Diz! Confessa que gosta de ser tratada assim vai! Fala!
Ela respondeu: Me bate vai ! Eu gosto sim, me xinga, me faz sua do jeito que você quiser, vai mete todinho vai.. eu sou sua puta, sua cadela o que você quiser, mete todinho vai gostoso, mete!
Daí eu gozei de novo e de novo e de novo… E EU ria, meu riso era como de uma certeza de algo que só precisava ser confirmado: eu sabia que no fundo no fundo você gostava era de ser tratada assim safadinha…

Depois disso a soltei das algemas, tirei a venda dos olhos e vi seu corpo todo marcado, era como gado marcado pra saber quem era o dono, ela não se importou, afinal ela sabia que de minha propriedade mesmo, o que aconteceu depois, conto em outra oportunidade, só posso lhe garantir que a noite foi longa e perfeitamente diferente de tudo que EU já tinha vivido, pois Milena era uma escrava de primeira linha, sabia realmente como servir a um DONO!
E depois daquela noite ela confidenciou-me que tinha descoberto que gostava mesmo era de apanhar e ser tratada como uma vadia, mas tudo isso somente comigo, só EU sabia lhe fazer sentir-se assim…!
Hoje Milena é minha escrava total, faz tudo que for preciso e necessário para conservá-la. Milena se casou, tem dois filhos, um marido que a trata muito bem, mas continua minha serviçal, não nos encontramos como gostaríamos. Nunca mais tivemos encontros considerados normais… Bem, confesso que eu não tenho do que reclamar…rsrsrs!
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Se desejar receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

Mary anne_serva fazendo anal

Meu nick name BDSM é mary anne_serva, moro no interior de Santa Catarina, cabelos louros, olhos claros, lábios grossos, 1.70 m. de altura, 65 kilos, seios fartos, pernas longas e bundinha ligeiramente arrebitada; sou casada com um homem bom, bem mais velho que eu e que faz todas as minhas vontades do mundo baunilha, até as que nem imagino, mas é incompleto para as minhas fantasias e menos ainda para satisfazer-me sexualmente, fazendo-me uma mulher sem alegria no dia-a-dia, não tenho prazer na cama e como me faz tanta falta. Compenso essa privação, que meu marido não consegue suprir, com um DONO a quem AMO MUITO e que me fez descobrir o mundo de BDSM – posso dizer que sou uma MULHER quase completa - não o sou mais porque não posso largar tudo e viver pelo meu SENHOR, porque pelo meu gosto viveria apenas para servi-lo. Sei que devo aproveitar o máximo possível de prazer que consigo com o meu SENHOR, pois como sempre digo: “tudo é eterno enquanto dure”, concordam? Espero não cansá-lo e que esteja satisfeito da forma com que procuro servir e satisfazê-lo. Sei que não sou a única que serve a DOM GRISALHO e nem tenho tal pretensão, penso apenas em ser escrava desse homem maravilhoso que a vida me mostrou, independente de ser somente eu a privilegiada ou Ele ter um canil a seu dispor.

Tenho 44 anos de idade e me considero uma pessoa recatada. A minha seriedade no campo pessoal é minha marca registrada em todos os ambientes em que freqüento. Sempre fui assim, talvez a sólida formação familiar que recebi tenha sido o fator responsável por isso. Atravessei os anos mais tenros da minha infância desta forma, longe do apelo sedutor das coisas ligadas ao sexo, mas hoje em dia, tudo que temos a nossa volta é associado ao sexo, desde a TV, com filmes, seriados e comerciais aonde expõem a sensualidade até as conversas de todos ou quase todos nós. Lembro-me na adolescência e até poucos anos atrás de amigas comentando suas curiosidades, suas pequenas ousadias do dia a dia, seus namoros, seus casos, suas traições, etc. Eu sempre acompanhei estes relatos à distância, como se aquelas estórias fossem apenas balelas, exageros, porque todos os relatos que eu ouvia não me pareciam convincentes. As experiências eram narradas como num filme de ficção científica, tudo parecia distante. Eu, aliás, achava que tudo eram apenas inventivas para elas poderem tocar a vida, pois sei (hoje) que a fantasia ajuda e muito a contornar as dificuldades de nosso dia-a-dia. Mas tudo isso era meu modo de pensar até eu conhecer o BDSM, quando tomei conhecimento desta maravilhosa filosofia de PRAZER a minha vida mudou por completo, tomei um rumo inesperado, comecei a entender as narrativas que tinha ouvido e, que achava que eram apenas pensamentos e devaneios daquelas que me confidenciavam seus desejos sexuais. Mas tudo mudou e comentarei a vocês pequenos lances dessa vivencia que tanto amo hoje; após ser agraciada como CADELA minha vida se transformou e, com certeza para bem melhor. Minha existência anterior resumia-se a quase nada interessante e, depois de DOM GRISALHO, a quem sirvo com todas as minhas forças, posso dizer que existo e que sei para que esteja neste mundo: SERVIR a ele, meu DONO, meu SENHOR, meu GUIA e ainda meu INSTRUTOR...

Tenho uma vida ainda quase toda virtual com meu DONO, porque moramos em cidades e estados bem distantes, mas de vez em quando tenho a honra de poder servi-lo, através de algumas oferendas que Ele manda-me fazer e que faço com o maior carinho e atenção. Agora contarei outros lances desta minha VIDA, que hoje é deliciosa, de como ela (vida) se tornou maravilhosa, isto tudo depois que sou propriedade de meu SENHOR... No meu depoimento de hoje falarei quando meu DONO e SENHOR traçou meu cuzinho, pela primeira vez de uma série que não sei numerar, rsrsrsrsrs. Meu Amo amado tomou meu traseiro como desejou, não coloquei nenhuma resistência. Auuuuuuuuuu Delicia, provavelmente não saberei descrever fielmente o PRAZER que tive e tenho, mas tentarei passar a vocês a forma e seqüência de como fui penetrada pelo Meu Amo e Senhor; farei o possível para contar como ele pegou meu rabinho – o que posso adiantar é que foi uma das minhas melhores experiências de VIDA até hoje.

Bom, marcamos de nos encontrarmos em um apartamento de determinado hotel em minha cidade e, quando lá cheguei já sabia o que deveria fazer, meu DONO já tinha me dado todas as instruções. Meu comportamento era de uma PUTA, aliás, que tanto gosto de ser e somente com meu SENHOR consigo colocar esse meu lado para fora, sem recriminações, sem cobranças de nenhuma espécie, sou o que quero e meu desejo é ser a VADIA dele. Por Ele não sou julgada de forma alguma. Bem, vamos lá: tirei toda a roupa e coloquei uma minissaia preta, sem nada por baixo, nuazinha e andei como uma cadela (que como vocês sabem: já sou mesmo, rsrsrsrs). Caminhei até ele e disse-lhe: Meu SENHOR sou sua cachorra, puta, serva, escrava, preciso que Meu Amo me instrua o que fazer, estou aqui para servi-lo da forma que mais lhe convier e desejar.

Procurarei retratar alguns dos diálogos que tivemos... Vamos lá: - mary fica de quatro e não diga uma palavra, você é minha puta e, serve-me apenas para que EU a use! - Fiquei ainda mais excitada, com essas palavras e, incontinente como uma serviçal colocou-me na posição ordenada. Meu DONO me fez ficar debruçada sob a mesa com a bunda empinada para facilitar a ele comer meu cuzinho, que naquele instante parecia que pulsava esperando que fosse arrombada por meu SENHOR. Ele pegou uma caneta apropriada e escreveu em meu rabo: PROPRIEDADE DE DOM GRISALHO. Meu dono ficou passando a mão na minha buceta que já estava encharcada e no meu cu, dizendo: agora vou arregaçar seu cu todinho, minha cadela vadia. Com a minha gosma de prazer besuntou meu cuzinho e logo fui penetrada, fiquei no inicio um pouco parada para facilitar a entrada da cabecinha do PAU, recebi alguns tapinhas (deliciosos, rsrsrs) na bunda e comecei um movimento frenético de vai-e-vem que deixou meu DONO louco e que o levou a um gemido alto e demorado. UUUUUUUUUUiiioooo doeu à primeira entrada, pois fazia tempo que tinha dado pela última vez o meu cuzinho ao meu marido que tem um pau bem menor que o meu DONO, foi preciso tirar o pau de dentro e colocar um pouco de gel porque não entrava de todo e estava ferindo a mim e o meu DONO. Doeu um pouco no começo, mas tudo foi se alargando com a entrada daquela PICA deliciosa. Inicialmente eu gemia de dor e prazer. A dor com o prazer ao mesmo tempo é inexplicável. Não sei escrever em palavras como é bom dar o cu, pois o prazer com o conseqüente gozo é totalmente diferente do que dar e gozar na xana. Eu não tinha idéia, antes de conhecer meu DONO, de que era tão bom, pois minha experiência anterior foi desastrosa.

Eu gemia e Ele me xingava (ou elogiava conforme for seu desejo interpretar, rsrsrsrs), e me dizia: mary agora rebola no meu pau como boa cadela que você é. Puxava meu cabelo, dava tapas no meu bumbum e me fudia com vontade, eu me sentia rasgada, mas com uma sensação inexplicável de dar prazer ao meu macho e como isto me excita. Ouvindo isso, ri de alegria e recebi mais alguns tapas na cara e Ele disse-me: - mary Eu falei pra ficar calada, sua vadia, por algum acaso você é surda? Se quiser falar alguma coisa vai ter que me pedir. Essas palavras me deixaram ainda mais excitada, mas mesmo assim perguntei se podia falar? Respondeu da seguinte maneira: - Pode, mas seja breve, você não fala muita coisa de útil....

Então eu disse-lhe: - Meu DONO me bate do jeito que me bateu antes, mas com mais força, e me permita gemer por que está muito melhor do que eu pensava que seria dar meu cuzinho ao Senhor - Ele respondeu: - Pode deixar que vou te satisfazer, vou lhe bater mais do que pensava anteriormente, rsrsrsrs! E dava mais tapas, ora na CARA, ora na BUNDA. Ordenou-me: mary – você é puta, como vagabunda urre.. – respondi: posso gemer? – disse-me geme!!! E Ele puxou os meus cabelos, deu mais uns tapas e disse: - Você perguntou e por isso vou meter em outro lugar. Logo seu pau saiu de meu cu e, enfiou o dedo indicador nele, remexeu bem dentro de mim, o tirou logo em seguida e levou até a minha boca, ordenou-me que o chupasse. Fiquei com misto de nojo e medo, mas estava muito excitada e o seu dedo molhado pelas minhas entranhas entrou em minha boca, chupei-o com facilidade, não me importando de que estivesse a alguns momentos em meu cu, pois o que meu DONO ordenava eu fazia, afinal sou D’Ele e como sua propriedade faço apenas o que quer. – Gostou cadela? mary você é VADIA e eu sei guiá-la. Eu a aceitei como CADELA - Ele me disse essas palavras, com uma voz firme que me arrebatava ás alturas. mary cadela.... quando ouvi meu nome e acompanhada de sua aprovação, me comoveu... Ele continuou: se for boa para trepar como foi para apanhar eu vou deixar você gozar, mas se reclamar eu a faço parar e apanhará como nunca. Tadinha de mim! Eu queria a PICA de meu DONO, era tudo que queria.

Meu DONO enfiava e tirava a cabeça do PAU com facilidade e dava-me mais alguns tapinhas que me agradavam. Em seguida forçou a entrada do resto do PAU e meu cuzinho começou a doer e quase cheguei a pedir pra parar, mas agüentei firme, rsrsrsrs. Ele pegou os meus cabelos novamente, recebi mais uns tapas, dessa vez no ombro e nos braços e retirou seu pau dizendo: - mary vou tirar por que é primeira vez que estou comendo o seu rabo, vagabunda. Essas palavras anestesiaram a nossa TREPADA... eu notei o erro que iria cometer se acaso suplicasse para parar e falei-lhe com lágrimas nos olhos: - Põe de novo, Dono! – Meu SENHOR atendeu-me e começou a colocou bem devagar. Lágrimas caíram mais uma vez dos meus olhos, agora de intensa alegria e felicidade. Alguns minutos depois, meu DONO retirou o pau de dentro das minhas entranhas e ordenou para eu repousar um pouco e deitou-se ao meu lado, fazendo-me deliciosos carinhos. Depois de um tempo, refeita e já sedenta por servir, eu decido fazer-lhe gozar e começo a virar a mexer sensualmente meu corpo e o meu cuzinho em sua direção, e acredite, ele começou a lamber-me. Chupa meu DONO, chupa tudo que é assim que eu gosto! - eu dizia e Ele após lubrificar com bastante saliva, apontou outra vez seu pau para meu cuzinho ainda dolorido e foi colocando devagar. Pegou-me pelo cabelo e fazendo um movimento de vai-e-vem com seu pau, eu gemia de dor, de prazer....mas alucinada gritava come....esse cu....que guardei pra o Senhor....durante esses anos todos......só pro Senhor...meu DONO....reservado ....hannnnnnn .....meu garanhão...come sua mary, sua CADELA ..... estica minhas pregas.....minha bundinha é todinha sua!!! Fui fudida com gosto, que tesao.....que vida maravilhosa é ser SERVA.... alucinado meu DONO gritou agora vai tudo vagabunda e enterrou ate as bolas...e dizia ....esse cu é meu...só meu...... e eu comecei a gozar igual a uma piranha....puta....vadia....cadela...no seu mastro arrombador.

Tadinha de mim, será, rsrsrsrs!!! Fui arregaçada!!! eu ainda gemendo... cansada... arfava, ia se recompondo de ter levado seu mastro em meu rabinho ....suspirava...
Seu pau ainda duro, pois ainda não havia gozado o suficiente, foi tirando do meu rabinho bem lentamente para eu sentir o tamanho do prazer que o aguarda sempre que possível, disse-me abre a boca vagabunda, colocando-o na minha boca... e fui chupando o pau inteiro, chupei as bolas, enquanto meu DONO batia uma siririca na minha bocetinha – Pouco depois colocou a língua no meu cu, fazendo carinhos, umedecendo, que maestria, isso me deixava louca - logo gozei e sem que ele pedisse, engoli toda a porra que saiu do seu cacete delicioso, o que o deixou contente! Digo a vocês: o prazer que DOM GRISALHO deu-me, em toda minha vida somente consegui com Ele, ninguém havia ainda me dado, ainda que de forma parecida, o que senti com esse homem maravilhoso. Essa delicia de poder aproveitar o sexo anal somente cheguei a atingir depois que literalmente me fiz submissa D’Ele. Nossa, agora quando me lembro, eu ainda sinto seu membro pulsando dentro do meu cu, nossa que delicia.

Deitei-me novamente no chão por sua ordem, DOM GRISALHO veio por cima de mim, e meteu todo o seu pau de uma estocada só, soltei um gemido, doeu-me mais que a primeira vez, e eu como boa cadelinha que sou sorri, meu DONO começou a penetrar-me, nossa como doeu desta vez, agüentei algum tempo ate Ele estar outra vez todo dentro de mim, depois começou a bombar e doeu muito, pois estava dolorida das trepadas daquele dia, quase vim a pedir para ele parar, outra vez. Alguns momentos depois Ele parou, levantou-me e me beijou, dizendo que haveria outras oportunidades, porem eu não queria só aquilo, também queria que ele comesse meu cuzinho de novo, então ajoelhei-me e fiz-lhe o meu melhor boquete, quando ele tava a começar a gozar, eu disse, mete no cuzinho Dono por favor, Ele meteu, meteu com cada estocada, as suas bolas quase que entravam também. Depois de repente Ele quase sai de dentro de mim, e muito bruscamente, alguns instantes depois, me disse que tinha uma surpresa para mim, sabe qual era, srrsrsr, gozou intensamente no meu cuzinho, que delicia sensação maravilhosa de ter meu cu inundado pela porra do meu dono.

Logo depois de encher meu cu de seu mel, ele me puxou pelos cabelos e me levou até o banheiro, colocou-me de joelhos e com dois tapas na cara, um em cada lado, me mandou ficar com a boca aberta e começou a mijar na minha cara e boca. Isso mesmo, urinou em mim todinha e então pude sentir outra vez o gosto da chuva do meu Amo e Senhor, me sentindo premiada pelo meu dono..... E com o tempo aprendi que não bastava mais trepar apenas, tinha que ao final de nossos encontros, meu DONO mijar-me inteirinha, eu só me fartava se recebesse um banho bem gostoso. Meu DONO tem que ficar tomando água o tempo todo, pois ele quer e eu queria cada vez mais receber seu “xixi” delicioso. Bem, nos acostumamos tanto que hoje, apenas ao colocar seu pau na minha boquinha e, lá mesmo meu SENHOR já mija ou dá sua pôrra, eu engulo tudinho o que ele me oferece. Fico prazerosa, feliz, satisfeita – afinal sou uma CADELA e apenas sirvo para dar PRAZER a ele.
Quando cheguei em casa e fui tomar banho, que eu notei: meu cu agora tem um buraco, hahahahahah. Eu tenho varias fantasias que quero realizar com ele, querem saber?

Quero colocar uma calça bem justa, uma blusa bem ousada no decote, mas sem calcinha e sutiã e sentar em um bar de quinta categoria e como uma puta bem vagabunda quando Ele passar, eu vou chamá-lo e perguntar quanto me paga para eu entrar no seu carro e chupar a sua rola, até não agüentar mais e jorrar sua porra gostosa na minha boca. Nossa isto vai ser uma loucura, nossa só de pensar já fico molhada.

A outra quero passar uma tarde inteira com Ele em um quarto de motel, com hidromassagem, encher de espuma, uma boa taça de vinho. Quero que ele me coma na hidro, principalmente o cuzinho, pra que eu me sinta ainda mais ser sua cadela. Depois no chuveiro e também na cama. Aliás, em todo lugar, pois adoro a PICA de meu DONO. Ao final ficarmos relaxados, entrelaçados, para descansar, ouvindo uma boa musica, Ele me fazendo carinho.

Outra mais ainda é estar passeando de carro com meu SENHOR e ele parar em uma estrada sem muito movimento, e me foder ali mesmo encostada no capo do carro, levantando minha saia, me traçando como uma puta de rua, enchendo todos os meus buraquinhos com sua pica gostosa...... Bem acho que poucos de vocês irão ficar sabendo de nossas fantasias. Quem sabe continuarei escrevendo e relatando as peripécias de meu amado DONO, junto comigo, claro, rsrsrsrsrs.....
Bom, para encerrar: vou falar a vocês, como é bom, melhor dizendo é demais dar o cu para o Meu Amo e Senhor, indescritível a sensação que eu tive hoje, estive nas nuvens e, quando me lembro, fico molhadinha novamente .

Esse é mais um lance da história verdadeira de mary _serva, a puta de DOM GRISALHO.
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

 

Luana: a aluna safadinha!

Olá, meu nome é Luana e que o que escrevo abaixo aconteceu realmente.
Tenho 19 anos, resido em São Paulo-capital, falarei apenas isso, porque poderão reconhecer a mim e ao meu Senhor. Gosto demais de um professor chamado Srº Antonio, carinhosamente chamada de Prof. Antonio pelos alunos da escola. É um coroa muito bonito, charmoso e com uma voz firme que mexe com a gente, sonho com Ele direto me possuindo e acordo molhadinha acreditem.
Certo dia na escola eu estava de péssimo humor e o provoquei, acabando por discutir com o meu querido professor sem razão alguma, mas sei que o deixei uma “pilha de raiva”. Ficou muito furioso comigo, acho que se pudesse me daria uns tabefes na hora e, logo depois acabou indo embora. Isso ocorreu na quarta-feira logo de manhã. O resto da semana Ele ignorou-me, nem sequer olhava para mim, e eu estava totalmente aflita e não sabia como pedir perdão a Ele pela minha infantilidade.
No sábado próximo houve uma festa da faculdade, em que todos estavam presentes, o corpo docente: diretoria, professores e auxiliares dos diversos setores da faculdade e ainda nós, alunos. A festa transcorria normalmente, sem nada demais a acontecer, quando por volta da 01,00 hora da madrugada, Ele veio na minha direção, fiquei dura, não sabia como reagir e me puxou para perto D’Ele com força e disse: “luana daqui a pouco vamos sair juntos, precisamos conversar e você vai dormir na minha casa hoje! Conversa bem séria”, eu perguntei: “porque”…. Ele respondeu: “não faça perguntas, apenas obedeça senão vou te “lascar” nas notas….”. Senti um frio na coluna, um arrepio pelo corpo todo e foi o que fiz: obedeci, pois estava com medo que Ele desse mesmo uma nota baixa e acabasse ficando com a matéria novamente para o próximo ano, carregando em dependência e, fora isso achei que era uma boa oportunidade de resolvermos nossa situação que gerou briga e reatarmos a amizade…. Mas uma coisa tem que ser falado a vocês, quando Ele conversou comigo, falou de uma forma enérgica, bem autoritária e confesso que gostei de ter recebido ordens… Não sei como, acabei ficando bem excitada, rsrsrsrs….
Quando deu o horário Ele me chamou, fui até seu carro, e durante o caminho até sua casa não abriu a boca….estávamos um pouco alto pela bebida da festa….Chegando em casa o professor foi subindo até seu quarto e eu fui na frente como me foi mandado…. Quando chegou à porta do quarto, outra vez enérgico, falou-me: “luana ajoelha! Aqui no meu quarto você é uma vadia e só vai andar ajoelhada….”…Eu pensei que estivesse brincando e dei risada….Isso deixou-o irritado, em seguida pegou meu braço, torceu com força e que fez com que Eu ajoelhasse sozinha… então disse-me: ” Eu não estou brincando sua vadia….acho bom você fazer tudo que EU mandar…será melhor pra você….” Dizendo isto me deu um tapa na cara bem forte….. Não esperava a reação que tive: comecei a sentir muito tesão e medo ao mesmo tempo…. Eu estava gostando de ser dominada pelo meu professor….
Mas resolvi obedecer tudo que Ele mandava…. Então fui andando ajoelhada até o lugar que Ele ordenou, onde ele me deu outro tapa na cara, desta vez bem mais forte e disse: “luana você é uma cadelinha!! Ta ouvindo?? Vadia ….” Eu apenas respondi: “Sim, senhor”…
Então ele mandou-me ficar de quatro em frente à poltrona que ele sentou, Esticou os pés sobre minhas costas e ficou durante algum tempo…. Que sensação maravilhosa, ser assim tratada!!! E continuei lá de quatro servindo de apoio para meu Senhor, apenas esperando a próxima ordem.
Depois de uns trinta minutos nesta posição, mandou-me ficar de joelhos e disse: “luana agora você vai chupar meu pau, como uma vadia….!….” Tirou-o para fora e que delícia que era: grande e grosso!! E muiiito bonitoo… A essa altura meu tesão era enorme…. Estava sendo a putinha do professor e ainda iria chupar seu pau delicioso, que sonhava há tanto tempo….Antes de chupar, ele me deu uma surra com uma régua de madeira, dolorida - batia forte na minha bunda e na cara e, xingava-me de tudo quanto era nome, entre eles: putinha, vadia, safada, cadela, etc.... e sabem que estou gostando e muito, rsrsrsrs.
Em seguida mandou-me suplicar pelo seu pau: eu o fiz…implorei que ele deixasse chupar aquele belo exemplar.. Que delícia de pau…. ele me segurava pelo cabelo e enfiava-o inteiro na minha boca…e me deixava quase engasgar….Ele que coordenava o que eu fazia…. Eu era apenas a sua escrava….. Ele começou a foder minha boca com força…..Tirou o pau e gozou muito no chão do quarto….e disse: “luana agora você vai limpar tudinho com a língua!! Se ficar uma gota no chão vai apanhar, sua putinha” e dizendo isso me deu outro tapa forte na cara! “Sim Senhor” respondi.Eu limpei tudinho com a boca…. engoli todo o gozo que meu Senhor jogara no chão. Enquanto isso Ele foi no banheiro…..
Quando voltou mandou que eu Ficasse de quatro na beira da cama…. obedeci e Ele começou a esfregar-se no meu cuzinho…Eu gemia de prazer, mas me batia mandando eu calar a boca…. De repente Ele começa a enfiar o pau em mim com força e me xingar muito…. Eu sentia muita dor, fazia tempo que não tinha mais penetração anal, sem a prática estava doendo, mas ao mesmo tempo a sensação era maravilhosa, difícil de explicar…. Senti seu membro esquentando.. Pegando fogo.. Ele foi enlouquecendo e eu também.. já não víamos nem ouvíamos mais nada.. o mundo se fechou ali naquele momento…que delícia...possuiu-me, eu era D”Ele.
Depois de usar meu traseiro, ele repetiu o ritual, mas agora na minha xaninha. Falo a vocês, que penetração deliciosa, difícil de descrever, apenas falo que nunca tive um homem como Ele e, gozou tudo no chão outra vez e, mandou-me limpar com a boca….Eu obedeci rapidamente a ordem do meu agora DONO….Depois disso me deu uma seqüência de 3 tapas fortes na cara, apertou meu rosto e disse: ” você gosta de ser judiada cadelinha?!!” “Sim Senhor” respondi. Disse isso e deitou em sua cama e acabou cochilando….e eu fiquei lá na poltrona a noite toda, batendo siriricas lembrando da noite incrível que estava tendo, e com dor no cuzinho por ter sido arrombado por meu Senhor…..
De manha, quando Ele acordou era outra pessoa… estava muito legal e disse: “Bom dia luana, não consigo lembrar de nada que aconteceu ontem….” Era obvio que Ele estava mentindo, mas achei melhor concordar e também respondi: “É professor, bebemos muito, também não me lembro nem como cheguei aqui….” e Ele respondeu: ”luana o importante é que reatamos a amizade….”
Levantei-me, disse tchau e fui embora pela rua meio tonta, meio sem acreditar no que havia feito. Mas com uma sensação de que seria um momento único, inesquecível e foi mesmo.. e creio que Ele também não deixará de recordar os nossos momentos, embora tenha se mostrado “esquecido” na manhã seguinte, rsrsrsrs
Nos dias que se seguiram, na faculdade, o professor me tratou com naturalidade e nunca mais tocou no assunto…. Mas esta noite vai ser relembrado de que sou sua cadelinha, pois vou atrás D’Ele e com certeza se lembrará de tudo…..rs
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– ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

Bianca- Um novo Encontro com meu Senhor: DOM GRISALHO

Meu nome é bianca, e vou contar-lhes o novo encontro com o meu DONO: DOM GRISALHO. Se eu esqueci alguma coisa é porque a minha alegria foi muita em poder revę-lo. Procurarei ser a mais detalhista que me for possível. Posso falar a vocęs que nunca AMEI tanto como amo meu Senhor, nunca pensei que viria a fazer a algum homem o que faço a Ele, e digo a vocęs com extrema alegria e esperando que Ele se sinta feliz com a minha submissăo e total devoçăo.
Como a espera por estar aos seus pés parecia interminável. A ansiedade já estava me prejudicando no trabalho, năo sabia quando Ele haveria de vir, quando Ele iria fazer-me servir-lhe. Pois moramos em cidades distantes, com cerca de 1.000 kms. de separaçăo.
Até que Ele avisou-me que chegaria ŕ semana vindoura, fiquei feliz, precisava correr contra o tempo para organizar tudo para poder estar ŕ disposiçăo D’Ele. No dia anterior a sua vinda, fiz todo o necessário para que estivesse ao agrado do meu Senhor no dia seguinte. Fiz as unhas, o cabelo e a depilaçăo com todo o esmero, do jeito que Dono gosta e acima de tudo, merece. Mais vez estava indo ao encontro de DOM GRISALHO, parecia até que era a minha primeira vez dada a excitaçăo em que me encontrava.
Fui ao aeroporto buscá-lo, na capital de meu estado, Belo Horizonte. Ao descer a rampa de acesso do desembarque meu coraçăo disparou, ele estava vindo em minha direçăo. Ansiosa, encaminhei até ele, năo queria perder um minuto. Estar ao lado dele, nos primeiros momentos é sempre constrangedor, pois me sinto quase nua, exposta, uma vez que, em face da distância, nossa relaçăo se dá muito mais no plano virtual, e como já devem imaginar, é através da net que ele me conduz e domina totalmente a mim, jamais deixo de cumprir suas ordens ou exigęncias. Já fiz coisas para ele que jamais fiz para qualquer outro ser humano. Acho que a Internet e a confiança que tenho nele facilitam as coisas, mas, voltando ao assunto quando nos encontramos, năo consigo deixar de me sentir infantilmente envergonhada. Cumprimentamos-nos com um abraço discreto, beijei-lhe a măo direita como devia e logo nos encaminhamos para o estacionamento em direçăo ao meu carro.
Para minha surpresa ele pediu que eu fosse ŕ frente, aprecei o passo e corei, pois, de alguma forma, senti seus olhos crivados no meu bumbum protegida pela saia que vestia. Andei mais alguns passos quando o senti ao meu lado, com um sorrisinho discreto nos lábios, falou baixinho: Tá linda bianca!!! Ao passo que eu, sinceramente respondi: Lindo está o Senhor... Chegamos ao carro, trocamos um beijo e imediatamente nos dirigimos para a minha cidade e mais especialmente a minha casinha (como eu falo dela, rsrsrs), porém, antes de chegarmos lá precisava contar uma coisa ao meu Senhor, estava com um pouco de medo, mas, um pouco antes de chegarmos criei coragem e comecei a falar. Pela minha entonaçăo ele percebeu se tratar de algo desagradável. Encorajou-me. Comecei de mansinho, dizendo que havia sido uma correria antes da viajem, que tive que deixar as coisas no trabalho em dia... Ele me cortou, dizendo: Fale logo vadia!!! Sentindo-me uma tola, burra e esquecida falei: - Meu Dono esqueci as meias que queria em casa (mas năo era só isso) e, junto com elas, esqueci a minha coleira. Sabia que ele năo iria gostar, sabia que uma cadela que se preste năo sai de casa para uma sessăo e esquece a coleira. O olhar dele me gelou, sorriu e disse: bianca como fez isso? Como esqueceu a coleira que te dei de presente e te expliquei que teria que usá-la, SEMPRE, SEMPRE, que estivesse na minha presença? Enrubesci, a última coisa que eu queria era decepcioná-lo. Acho que ele sentiu meu pesar e, por isso, disse: Tudo bem, bianca... Mas sabe que as coisas năo irăo ficar assim, será castigada por isso. Respondi, imediatamente: - Sim, Senhor!!! Obrigado pela compreensăo, Senhor...
Nesse momento, já estávamos na entrada de minha aconchegante casinha, entramos, mas antes Ele mandou retirar nossas coisas do carro. O vi pegando com cuidado a bolsa colorida que eu já conhecia, era ali que Ele trazia seus utensílios e brinquedinhos que utilizava em nossas sessőes. Entramos e fomos direto ao quarto e, uma vez mais, a tensăo tomava conta de mim como da primeira vez. Ele, como que pressentindo minha inibiçăo, me tomou nos braços em um beijo longo, hiper merecido para nós dois, uma vez que a saudade que nos assolava era imensa. Conforme já fizera anteriormente, meu Dono sentou-se em uma cadeira próxima a uma mesa, calmamente, como em um ritual começou a retirar as coisas da bolsa. Conforme ele ia retirando, por antecipaçăo a excitaçăo ia me tomando inteirinha, afinal, sabia que tudo aquilo seria utilizado para o nosso prazer.
Ao final, abriu uma garrafa de vinho, esticou as pernas e indicou-me para massagear seus pés cansados da viagem, procurei fazer o melhor possível para aliviá-lo do stress originado pela longa distância percorrida para encontrar-me.
Em seguida ordenou-me que eu fosse tomar um banho. Eu ainda năo havia me acostumado e, por isso, quando Ele, já dentro do banheiro mandou que eu me despisse, ficando apenas de meia 3/4, enrubesci. Ele ficou ali parado, me olhando enquanto tirava a roupa. Assim que terminei me chamou, fez com que eu me sentasse no seu colo para entăo dizer: - Linda!!! Mexeu na minha bocetinha toda melecadinha por sinal, elogiou, já estava completamente excitada com os seus beijos. Quando mandou que eu me virasse de costas, sabia que ele iria gostar, pois adora a minha bundinha, rsrsrsrs.
Em seguida fui para o banho, ele ficou ali, o tempo todo observando. Năo comentou quase nada, somente observou que eu lavasse muito bem a buceta, pois ele estava ansioso para fazer a inspeçăo. Logo que sai do banho Dom Grisalho ordenou que eu me deitasse na cama com os braços e pernas bem abertos, pois iria verificar a minha depilaçăo. Aproximou-se com a pinça em punho. Olhou detalhadamente, năo encontrou nada, nenhum pelinho sequer, caprichei muito. Se existe uma coisa que meu Dono detesta săo pęlos. Parabenizou-me, mas percebi pela sua expressăo que ele queria muito ter usado a pinça. A técnica utilizada na inspeçăo era muito excitante, afinal, enquanto procurava algum pęlo, meu Senhor aproveitava para acariciar minha buceta, que nessa altura, continuava todinha molhada. Sabia que meu primeiro castigo estava por vir, dessa vez seriam tręs. Confesso que no último męs havia sido uma cadela desobediente e rebelde, estava, de fato merecendo e, por isso, quando ele ordenou que eu me deitasse sobre seu colo com o bumbum para cima năo hesitei. Confesso que adoro o spanking do meu Senhor, e quando ele começou a bater, o tesăo que já estava alto, deu um salto.
Inicialmente, meu Dono me daria 15 palmadas. As primeiras serviram para aquecer meu bumbum, porém, lá pela metade das quinze, a freqüęncia da pancada começou a me fazer sentir dor, eu arfava enquanto contava, e uma vez ou outra, errava a contagem, aumentando assim, o número de pancadas. Quanto mais doía, mais excitada eu ficava, e minha buceta já estava completamente molhada. Dom Grisalho, percebendo isso, fez com que eu ficasse de quatro, acariciou minha bunda, sentiu o calor advindo das palmadas, em seguida, sem dó, pegou um chinelo, bateu mais um pouco. O local a essa altura, já estava totalmente dolorido, e quando eu pensei que já estivesse acabando, ele pegou um cinto de couro, se aproximou, dando a primeira cintada. Gemi de dor, mas mantive a contagem. Mais uma - duas... Năo suportei e gritei. Nesse momento de forma irritadiça, meu Dono falou: NĂO QUERO OUVIR MAIS NENHUM RUIDO, ENGOLE A DOR CADELA!!! Se gemer ou gritar vai apanhar cada vez mais, ENTENDEU? Imediatamente, respondi: Sim Senhor, entendi... Depois disso ele bateu mais algumas vezes, sentia o couro do cinto machucando minha carne, mesmo a dor sendo grande, mantive o silęncio, pois sabia que se năo o obedecesse, o spanking năo acabaria tăo cedo. Ao final, quando olhei minha bunda e vi as marcas deixadas pelo meu Senhor, quase gozei. As marcas das măos e do cinto se misturavam, fazendo um lindo desenho. Depois disso, ele ordenou que eu me deitasse e esperasse de bruços sobre a cama. Foi até a mesa e pegou lá um chicote. Quando percebi as intençőes dele tremi, năo sabia o que fazer, afinal, já havia negociado que eu ainda năo estava preparada para receber os castigos provenientes de chicote.
Timidamente, quando ele se aproximou da cama perguntei: O que vai fazer com isso, Senhor? E ele, com um sorriso sarcástico respondeu: NĂO SABE O QUE EU VOU FAZER CADELA BURRA? Na mesma hora, lembrei das tolices que eu havia feito alguns dias atrás, de como tentara enganar meu Dono em năo dar-lhe a atençăo que sou devedora a Ele. Lembrando disso gelei e decidi que agüentaria qualquer coisa para me redimir perante meu Senhor. Ele ordenou que eu enfiasse o rosto no travesseiro e que năo emitisse um ruído sequer. Mesmo tomada pelo pânico obedeci, senti uma lágrima de medo molhar o travesseiro. Năo permiti que ele visse, afinal, năo queria parecer uma cadela medrosa. Ele estava me deixando maluca, meus dedos já estavam perdendo a circulaçăo de tanto que eu apertava o travesseiro, esperando a primeira chicotada, que ao final, năo veio. Ele estava apenas testando minha submissăo e até onde eu seria capaz de ir para satisfazę-lo. Agradeci por ter me comportado de acordo com as expectativas dele, pois sempre era recompensada de acordo. Meu Senhor é muito rígido, mas extremamente justo - o que faz com que eu o ame cada vez mais.
Depois de ter me beijado e acariciado, o semblante dele se transformou, senti que o primeiro castigo estava por vir, por isso, obedeci imediatamente quando ele ordenou que eu me encostasse-se a uma parede do quarto. E enquanto eu aguardava, ele começou a distribuir alguns prendedores sobre a cama. Pegou alguns deles e se aproximou. Depois disso começou a me lembrar todas as burradas que eu havia feito, de como eu era uma cadela vadia e de como merecia o castigo, ao passo que eu servilmente concordava com tudo. Senti o primeiro prendedor no lado direito do meu seio direito. Ele foi distribuindo calmamente os prendedores pelos meus seios. Enquanto os colocava ia falando, me lembrando da minha condiçăo de escrava e cadela. Deixou para o final os mamilos. Nesse momento, a dor já era intensa, tinha dez prendedores pendurados pelos meus seios. Enquanto eu ficava ali, parada, com os braços para trás, já suando frio devido ŕ dor, meu Senhor andava pelo quarto, voltou com mais um prendedor na măo, apenas um. Quando ele ordenou que eu colocasse a língua para fora năo acreditei, aquilo além de dolorido era muito humilhante. Ele, percebendo minha hesitaçăo falou: ANDA bianca!!! COLOCA LOGO ESSA LÍNGUA PARA FORA!!! Finalizou dizendo, com um riso no olhar: Năo vai doer nada, vocę vai ver... Imediatamente coloquei a língua para fora para receber o prendedor. Ŕ medida que o tempo ia passando o desconforto aumentava. O dia estava relativamente frio, e eu năo agüentava mais ficar ali, nua, com aqueles prendedores pelo corpo. Ele se afastou de mim e quando voltou, trazia nas măos um gancho, desses utilizados em açougues, confesso que me assustei. O quę será que ele faria com aquilo? Logo fiquei sabendo. Ele introduziu um aponta do gancho na argola de minha coleira, e com a outra saiu a me puxar pelo quarto. Maldosamente ria e perguntava: Năo queria passear com seu Dono Cadela? Imediatamente eu respondi: Sim, Senhor queria muito. ENTĂO ANDA CADELA!!!! E conforme eu ia andando, ele ia puxando o gancho para cima, me fazendo andar na ponta dos pés. Ele debochava da minha situaçăo e perguntava ironicamente: Por que está andando na ponta dos pés bianca? ANDE DIREITO SUA PUTA!!!! Mesmo com medo de ser ferida pelo gancho, voltava a colar os pés no chăo, para em seguida, ter que levantá-los novamente. Demos mais algumas voltas pelo quarto, até que ele resolveu me conduzir novamente ŕ parede. Assim que eu fiquei novamente na posiçăo de pernas abertas com os braços cruzados nas costas ele começou a retirar os prendedores, năo os apertava para retirar, apenas puxava. A dor era insuportável, principalmente quando o sangue voltava a circular pelo local.
Retirou todos, exceto o dos mamilos. Toda aquela situaçăo havia me deixado extremamente excitada. A humilhaçăo aliada ŕ dor fez com que eu gozasse ao simples toque dos dedos do meu Dono, que só queria testar a minha excitaçăo depois do castigo. Embora eu tivesse acabado de gozar, ainda estava muito excitada, por isso, quando o meu Senhor ordenou que eu voltasse para a cama e que ficasse de joelhos sobre a mesma com os braços para trás, seria capaz de fazer qualquer coisa. Por isso, quando ele veio com as cordas me mantive quieta. Ele amarrou meus pulsos e tornozelos, me deixando imobilizada com a bunda para cima. Nessa posiçăo meu Dono explorou meu corpo, tocou minha buceta, minha bunda, meu cuzinho... Eu já năo agüentava mais de tesăo, queria sentir seu pau dentro de mim, na minha boca, mas ele năo permitiu. De vez enquanto ele dizia alguma coisa, como: viu Bianca, minha cadelinha, viu como vocę é vadia? E esfregava mais minha buceta. Tá sentindo como a tua buceta fica molhada quando te amarro e humilho? Ao passo que eu respondia: Sim, Senhor... Sou muito puta, muito vadia mesmo... Quando eu já havia esquecido o desconforto das cordas e estava totalmente melada, ele puxou os prendedores dos mamilos, a dor foi fascinante, me fazendo gozar na mesma hora. Nesse momento, eu sinceramente achei que ele iria me comer, afinal, eu já havia gozado duas vezes e continuava louca de tesăo, ele também deveria estar sentindo o mesmo, porém, năo foi isso que aconteceu, eu teria que esperar um pouco mais pelo seu pau. Depois de me desamarrar, Ele me conduziu até uma cadeira de madeira. Mandou que eu me deitasse, dizendo que agora me aplicaria o segundo castigo. O fato de eu năo saber o que estaria por vir me deixou nervosa novamente, porém, ele logo me esclareceu o que aconteceria. Eu sentiria a cera quente da vela na minha pele. Antes de me vendar, meu Dono, bastante diligente me explicou que eu năo corria risco de queimaduras, que năo precisava me preocupar, enfim, quando ele terminou de me vendar, eu já estava completamente excitada outra vez. Logo nos primeiros pingos, descobri que aquilo passaria a ser um dos meus maiores fetiches, conforme ele ia pingando o meu tesăo ia aumentando e eu confesso, năo acreditei quando gozei, uma vez mais, apenas sentindo o toque do meu Dono aliado ŕ cera quente.
Dom Grisalho, vendo minha excitaçăo também năo se conteve, e eu exultei por dentro quando senti que ele dava seu pau excitado para mim, sua cadelinha vendada mamar. Deliciei-me passando a língua, lambendo, chupando aquele pau que tanta saudade me dava. Depois de ter pingado a cera por todo meu peito e abdômen, ele fez com que eu me virasse de costas, ficando de quatro para que pudesse pingar nas minhas costas e bumbum. Agora a sensaçăo era diferente e eu comecei a dar sinais de desconforto, pois o calor da cera parecia querer queimar meu traseiro bastante sensível devido ao spanking. Meu Dono năo admitiu minhas queixas, fazendo com que eu me calasse na hora. A queimaçăo provocada pela vela me enlouquecia, por isso, quando o senti me penetrando, năo resisti, gozei nas primeiras estocadas. Depois disso, meu Senhor me usou e muito, de todas as formas. Entre uma metida e outra, me colocava de quatro e me fazia arregaçar a buceta e a bunda, nessas horas, além de me lamber e me foder com os dedos, também forçava meu cuzinho deliciosamente, como a prepará-lo para o que viria depois. Chupou-me inteirinha, com sua língua sedenta esfregava minha buceta e ia em direçăo ao meu cuzinho. Assim meu Dono me comeu, e entre uma metida e outra, colocava seu pau duro, explodindo de tesăo na minha boca. Adoro a forma como ele fode minha boca, me deixando passar a língua pela cabeça, descendo de cima abaixo, primeiro vagarosamente, depois com força. Como que querendo me castigar, entre uma chupada e outra, ele metia o pau bem lá dentro da minha garganta, me fazendo engolir até o talo. Fez isso várias vezes, até que as lágrimas escorressem e que meu rosto estivesse completamente avermelhado. Quando percebia que eu estava sem ar ou engasgando tirava o pau todo babado e batia no meu rosto, para logo em seguida meter na minha buceta novamente, gozei duas vezes dessa forma e já năo agüentava mais ŕ vontade de sentir o gosto da sua porra. Queria muito que ele gozasse na minha boca. Como que lendo meus pensamentos, ele me tirou da cama com força, me fez ficar de joelhos no chăo para que eu pudesse voltar ao boquete. Depois de algum tempo ele afastou minha cabeça, fazendo com que eu me inclinasse, minha bunda estava bem empinada, e meu rosto quase alcançava o chăo. Comigo nessa posiçăo, com um dedo enterrado no meu cuzinho, enquanto eu beijava seus pés, meu Dono gozou, gozou muito. Quando o orgasmo veio, fez com que eu levantasse minha cabeça, para entăo, poder derramar todo o seu leite na minha cara de vadia.
Após esse momento me senti recompensada, feliz por saber que eu, uma mera escrava, brinquedinho do meu Senhor, podia dar-lhe tanto prazer. Depois de ter gozado ele pediu que eu ficasse imóvel por alguns instantes, pois ele iria fotografar meu rosto banhado de porra. Depois disso, tomamos um demorado banho de banheira, tomamos um vinho, conversamos algumas amenidades, enfim, matamos a saudade que tínhamos um do outro. Em alguns momentos sentia certa tristeza, pois sabia que o nosso tempo estava se esgotando, tínhamos poucas horas mais para ficarmos juntos. A nossa química era perfeita e depois de algum tempo ali, conversando e trocando caricias, voltamos a nos excitar. Dono ordenou que eu me sentasse na beirada da banheira, de pernas bem abertas. Assim, comigo ali, toda arregaçada, ele começou uma deliciosa siririca, esfregava minha buceta com maestria, me chamando de putinha safada, me deixando novamente molhada, porém, năo continuou por muito tempo, ordenou que eu continuasse, que deixasse ela bem molhada, pois meu terceiro castigo estava por vir. Fiquei ali, um pouco constrangida me masturbando para o meu Dono, que dentro da banheira, me observava avidamente.
Antes que eu pudesse gozar, saímos da banheira. Secamos-nos e voltamos para o quarto. Já no quarto Ele olhou fixamente para mim dizendo: tenho certeza que nunca mais irá esquecer sua coleira... Meu estômago gelou. Aquela altura, eu nem me lembrava mais que năo estava portando minha coleira. Sem que eu pudesse argumentar, fez com que eu me encaminhasse para a cama e amarrou minhas măos nas costas, colocou uma ballgag na minha boca e fez com que eu inclinasse o corpo para frente, até encostar o rosto no travesseiro. Comigo nessa posiçăo, começou a explorar meu corpo, mais especificamente meu rabinho. Lubrificando-o com KY, entremeando carinhos na xana com tapas na bunda. Quando percebi que aquilo năo permitia que eu engolisse a saliva e que, portanto em pouco tempo eu estaria babando, me senti extremamente excitada. Uma vez mais percebi que as situaçőes em que ele me colocava em posiçăo humilhante mexiam comigo. Meu Dono estava decidido, como castigo por eu ter esquecido minha coleira, iria me enrabar até eu năo agüentar mais, e ainda, para completar, eu năo iria poder me mexer nem gritar. O Senhor de mim sabe o quanto sou sensível para sexo anal, pois năo é algo que eu pratique com freqüęncia, mas a forma como ele estava acariciando meu rabinho e a baba escorrendo da minha boca, estavam me deixando cheia de tesăo. Ele sentiu com os dedos minha buceta molhada, e entăo năo esperou mais. Meu senhor ordenou que eu empinasse mais minha bunda, lambuzou mais um pouco meu cuzinho com o gel, enfiou um dedo e brincou um pouquinho ali, em seguida colocou seu cacete na minha bucetinha e brincou mais um pouquinho. Foi entăo que ele colocou devagarzinho no meu rabinho, comecei a rebolar enquanto ele me batia nas nádegas e me chamava de vadia, cadela, vagabunda. Ele batia pra valer, doía muito, e eu resmungava cada vez mais. Foi introduzindo aos poucos o seu caralho duro no meu rabo. Apesar de eu estar muito excitada e meu cu totalmente lubrificado, gemi de dor. Ŕ medida que ele ia metendo, a dor ia aumentando, e quanto mais eu gemia e tentava gritar, mais a baba escorria da minha boca, molhando completamente os lençóis. O tesăo dele também foi crescendo, e toda vez que eu tentava levantar a cabeça, ele a enfiava novamente no travesseiro. Em alguns momentos pensei que iria sufocar, mas ele estava sempre atento, deixando que eu levantasse a cabeça nesses momentos. Nesse ponto, ele tirou todo o pau do meu cu, e perguntava: - Vai esquecer de novo a Coleira sua Puta? Eu tentava responder, mas a ballgag em minha boca năo deixava, entăo ele metia sem dó todo seu caralho explodindo de tăo duro até o fundo do meu cu e tirava todo em seguida, e voltava a perguntar:- Vai esquecer a coleira que eu te dei Bianca safada, Vagabunda Boqueteira?...E tornava a socar o cacete inteiro no meu rabo. A essa altura, ele já estava socando meu cu com a toda a força, e aquela dor que eu senti no começo se transformou em um tesăo intenso, gostaria de estar com a boca livre para pedir que ele metesse mais, até o fundo, que me fizesse gozar gostoso com o pau enfiado no rabo. Enquanto ele apertava com força meu quadril e batia na minha bunda eu mexia gostosamente, aumentando o ritmo ao passo que o orgasmo se aproximava. Năo demorou e eu gozei mais uma vez loucamente, como uma cadela ensandecida. Quase chorei, pois o sufocamento da gag e a força de seu pau dentro de mim aliada ao orgasmo me tiraram as forças. Logo em seguida e urrando de prazer ele também gozou! Cuidadosamente ele retirou o pau ainda duro do meu ânus, me desamarrou e retirou a gag da minha boca. Sorriu ao ver o lençol lambuzado com a minha saliva...
Depois disso ficamos exaustos e meu Senhor decidiu que precisávamos descansar um pouco, tomamos um banho e nos deitamos, afinal dali a poucas horas teria que partir, deixando tudo aquilo para trás. Ficamos em silęncio por alguns instantes, ele pediu que eu me deitasse no seu braço. Nesse momento, apesar d’Ele nunca falar a cerca de sentimentos senti que nutria além do desejo de dominaçăo, carinho por mim... Ficamos ali, aproximadamente uma hora, falamos amenidades e ressonamos. Antes que eu partisse Dono me amou novamente, gozamos juntos dessa vez, fechando com chave-de-ouro nosso encontro perfeito.
Assim foi durante dois dias intensos, fui usada, abusada pelo meu DOM GRISALHO. Tudo que podíamos fazer, fizemos, eu completamente feliz, pois servi o melhor homem que conheci em toda minha vida. Precisávamos voltar para o mundo real, nos últimos instantes juntos, antes de partir, era necessário comer algo. Ele decidiu que faríamos isso na rua. Ele me levou e me alimentou. Durante a refeiçăo, trocávamos olhares furtivos e cúmplices um para o outro. Quando acabamos, meu coraçăo começou a apertar, năo permiti que ele percebesse. Tinha vontade de lhe dizer muitas coisas, principalmente como a nossa relaçăo estava mudando a minha vida, os meus conceitos e os meus sentimentos. Achei melhor calar, talvez um dia encontrasse a forma e o momento adequado de falar estas coisas ao meu Senhor, afinal, isso năo era o mais importante, o mais importante, para mim agora, é continuar servindo meu Dono e Senhor, sendo sua escrava e satisfazendo o seu menor desejo. Foi pensando nessas coisas que cheguei ao aeroporto, nos despedimos com um beijo demorado e a certeza de que outros encontros aconteceriam.
Partiu, fiquei cheia de saudade, já sabendo não nos veríamos tão cedo, mas com uma sensação de gratidão no coração. Acredito, ser esse o melhor momento na vida de uma cadela, quando ela percebe que mesmo o Dono não segurando a guia ela não quer ir a lugar algum onde ele não esteja, por isso, me sentindo uma cadela perdida, fiquei com enorme pesar, afinal para onde quer que eu estivesse voltando, meu Dono não estaria lá para me guiar...
Este Conto é Real, espero que tenham gostado. Vivido por bianca, serva de DOM GRISALHO.
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Mell - como começou a servir a seu DONO

Rose é uma moça simples que mora com seus dois filhos. Mora em São Paulo – capital. Separada de seu marido por divergências intransponíveis, não quis saber de mais ninguém sendo esposa, eventualmente algum parceiro para bate-papos, sair a noite, etc. Apesar de ter 43 anos, tem um belo corpo, “mignon”, bem atraente e por onde passa é admirada. Tem lindos cabelos longos, que a mais a embelezam. Durante toda sua vida teve poucos namorados, alguns flertes e já pertencera virtualmente a um DOM, que não foi o que esperava dele. Ficou um pouco ressentida com este último relacionamento, Rose resolveu dar um tempo e não se interessar tão logo por homens e em especial por dominadores. Bem, era o que ela pensava que seria, vamos ao que aconteceu e que mudou a vida dela por completo.
Rose saía cedo de casa pra chegar ao trabalho, quando resolvia ir a pé, outras vezes pegava condução. Numa dessas idas ao trabalho, resolveu mudar o trajeto que fazia todos os dias, seguiu por uma rua estranha, mas tranqüila àquela hora da manhã. O trajeto que fazia não era tão ameaçador, mas a violência sabe-se que está por toda parte. Rose apressava-se sempre, andando rápido e nesse dia não percebeu que estava sendo seguida por um homem. Até que Ele puxou conversa com ela dizendo: - Oi, te admiro há muito tempo e, você mexeu comigo, tenho muito desejo em você, não se assusta, eu só quero conversar mais nada. Rose fiel aos seus princípios ficou calada por um tempo e depois falou: - Não tenho o que falar com você, me deixe em paz e apressou-se olhando no rosto do homem. Notou que era um coroão charmoso, bonito até. Chegou ao trabalho afoita e nervosa, durante todo o dia não tirava aquela cena do pensamento, a abordagem do estranho. Decidiu que não viria mais por aquela rua nas outras manhãs. Estava temerosa, mas no íntimo algo a fazia tremer, não sabia ainda entender o que acontecia, mas na realidade sentiu-se atraída, como viria, a saber, naquele mesmo dia.
Sonhou à noite com o estranho, transara com Ele, lembrando-se que fora gostoso demais e, participou também de práticas de BDSM que recordou que fez com seu ex-DONO anteriormente, mas agora completamente diferente, sentiu um prazer imenso ao contrário de antes e, acordou toda melecada, excitada ao extremo. Contrariando o que decidira na véspera, por impulso e com tesão que não sabia explicar seguiu pela mesma rua, sem ainda discernir que no fundo tinha a esperança de voltar a vê-lo, ela estava confusa. As palavras do homem não saiam do seu pensamento: “desejo você”. Assim, absorta chegou ao trabalho, e um pouco humilhada, pois não o vira e pensava muito nele. O que Rose não sabia é que Ele a observou de longe, mas não a abordou, Ele queria fazer tudo com calma e da sua maneira... Imaginou que se a interpelasse novamente com ela, ela se esquivaria e não teria mais chance.
Rose trabalhava num escritório e encontrando-se sozinha, começou a pensar no homem e a sentir-se úmida, com tesão, com vontade de se entregar a Ele; lembrou da voz dele, bem máscula falando a ela. Foi quando o seu celular tocou, despertando-a.. E do outro lado da linha, ela ouviu aquela voz, a mesma voz que a fez ficar úmida dizendo: Olá, desejo você e terei você, será minha, não adianta fugir; ela ainda argumentou como descobriu o número do meu celular? Ele: - Não importa, não vou te causar mal, só bem a você, e afinal você trabalha em repartição pública, mas não se preocupe, não irei prejudicá-la. Só quero você; continue a pensar em mim, e bata uma siririca bem gostosa pensando em mim. E EU te espero amanhã, venha mais cedo e desligou.
Rose enlouquecida e incrédula sem saber como agir, pois sua razão falava-lhe para esquecer, mas seu corpo queria seguir aquelas ordens. E o corpo venceu: Rose obedeceu a aquelas instruções, estava louca de tesão, a voz do outro lado mexeu com ela, e mais Ele sabia o que se passava no íntimo dela. Sem que outras pessoas a percebessem, correu ao banheiro e se masturbou como nunca fizera, já estava toda melecadinha, e com o dedo indicador começou um vaivém na xaninha, que estava inchada de tanto tesão por um desconhecido. Sentiu o gozo vir, e colocava os dedos na boca sugando tudo... Ficou alguns momentos nessa onda de satisfação e prazer e depois se limpou e voltou as suas atividades.
Porém, Rose não conseguia trabalhar, e muito menos raciocinar direito, estava só pensando nele, na voz e como faria na manhã seguinte, o que usar, pois sabia que seria daquele estranho a dominava. Ela queria ser dele, estava começando a descobrir. Já sabia que seguiria as ordens da forma que recebeu.
Na manhã do dia seguinte, Rose parecia hipnotizada, estava seguindo as ordens conforme lhe foi instruída. Colocou o melhor lingerie, caprichou no visual, estava linda e sexy, seguiu para o trabalho (detalhe saiu muito cedo), num horário que não era seu costume. Em certo momento ouviu o toque do celular, atendeu era Ele: - Aqui, estou aqui, bem em sua frente, ela o avistou, abaixou os olhos e, ambos seguiram para uma casa próxima. Sou DOM GRISALHO disse Ele, não se assuste porque hoje você irá conhecer o que é ter prazer, Eu tinha plena consciência que você viria, sei que ficou no cio por mim, você é minha cadelinha.
Rose ainda um pouco assustada, ouvindo aquelas frases, quis sair, mas foi impedida. Não, não pode sair, disse DOM GRISALHO. EU não a forcei a vir, você veio de livre espontânea vontade e agora terá o que quer e merece, por isso fique quieta.
Sem demorar muito DOM GRISALHO a pegou, segurou-a com força e deu-lhe um beijo suave em sua boca e o inevitável aconteceu: Rose correspondeu sem rechaçar, estava sentindo o prazer do beijo arrebatador. DOM GRISALHO admirou-a, notando o corpo todo e a elogiando, pois ela era realmente bela.
Rose ficou menos tensa, e apenas acompanhou ao seu DOM, que a levou direto para o quarto. Delicadamente a despiu quase que totalmente e a posicionou na cama só de lingerie. Rose parecia que estava nas nuvens, o corpo estava em uma espécie de transe, misto de excitação e medo, mas já sabia que pertencia àquele homem. Ele beijou seu corpo quase todo, seus seios, seu colo e foi descendo com carícias e beijos até chegar à linda bucetinha, cheirosa, chupou-a por cima da calcinha e ela se contorcia de prazer. Rose ficava a cada instante mais úmida, Ele provocava-a ainda mais, chupando-a com uma maestria que ela não conhecia com tal prazer em toda sua vida, até então.
DOM GRISALHO de forma inesperada rasgou a calcinha dela, um tanto agressivo talvez... Rose gelou, estava gostando e Ele parou. DOM GRISALHO mandou que ela ficasse quieta e com uma corda amarrou seus pulsos. Rose tentou reagir, mas recebeu um tapa vigoroso no rosto, chorando quis sair e gritar, mas Ele a silenciou, não adianta gritar, estamos a sós, e você irá gostar, nós dois sabemos que você é uma cadela vadia. A feição D’Ele mudara e de repente o homem dócil se transformara e mostrava-se autoritário e enérgico, quase cruel. Ele saiu e retornou com pedras de gelo, passou nos bicos dos seios dela, que ficaram intumescidos e na xaninha, num vaivém que ela não conhecia, derretendo o gelo diante da excitação de Rose, Ele dizia: gosta vadia de gelinho no grelo, ta gostoso, não ta? Responde: Ta, ta gostoso, delicioso, não para dizia Rose.
DOM saiu por alguns minutos, deixando-a apreensiva. Quando voltou trouxe uma vela... Rose antevendo o que iria ocorrer, gritou alto: não, por favor. Calma disse-lhe Ele, é prazeroso, relaxa que é melhor a você. E sem esperar nenhum outro comentário começou a pingar a resina no corpo de Rose, que chorava e lágrimas caindo de seus olhos.. Ele foi pingando espaçadamente nela todinha, nos seios ela se contorcia e ardia, ao contrário do que ela imaginava começou a gostar, sua xaninha estava quente, úmida. Ele lambeu mais uma vez a xaninha dela... Com estridente alívio Rose gemeu de prazer.
Ele a desamarrou, seus pulsos ficaram marcados, ante a força que ela fez para se libertar, mas DOM GRISALHO disse que o que mais queria era comer aquela buceta gostosa, que já implorava pelo pau de seu DONO. Rose ainda chorosa abriu as pernas e exigiu o que seu íntimo mais queria: o falo de seu SENHOR, quente grosso, vigoroso, ele encostou o pau no seu ninho de amor e ficou alisando, acariciando e Rose desesperada pedia:- Enfia gostoso, vai me come logo, eu quero ser sua, eu sou sua vadia, vai eu não estou agüentado, numa estocada só Ele a penetrou e bombeou muito até sentir que ia gozar, fez menção de tirar o pau mas ela pediu, goza dentro de mim, quero sentir seu gozo dentro de mim, e ambos tiveram gozaram ao mesmo tempo, sensação mútua maravilhosa.
Descansaram alguns minutos, aproveitando os momentos em seguida a uma trepada gostosa. Logo após o SENHOR disse a Rose: eu sou DOMinador e quero ser a partir de hoje o seu DONO, você será apenas minha e de mais ninguém, devendo-me plena OBEDIÊNCIA e SERVILIDADE, por isso pense bem no que vou lhe perguntar: Rose, você quer ser minha, sendo uma cadela vadia a meu dispor? Rose não pensou duas vezes e disse: sim, sim meu DONO eu sou sua, faço tudo o que o SENHOR mandar. Pois bem EU a aceito e como primeira ordem a você: de agora em diante mudaremos o seu nome, será mell, ao escrever ou pronunciar o seu novo apelido deve lembrar-me, sempre, que é um doce que quero saborear, compreendeu bem? Dependendo do seu modo de agir, receberá plenamente minha COLEIRA, desejas? Sim, meu DONO, me chamarei de mell de hoje em diante e só servirei para ser submetida por meu DONO e SENHOR: DOM GRISALHO, a quem venerarei como Ele espera de mim e poder ter a honra de ter a sua COLEIRA em meu pescoço.
Eu a quero disse o DONO, sempre a quis, mas tem que ser como eu ordenar, determinarei tudo em sua vida, inclusive seu vestuário. Se não seguir a dispensarei, não gostaria de ficar lhe lembrando, grave bem todas as instruções e ordens que lhe der. Agora se arrume que está na sua hora de ir ao seu emprego. E, amanhã a espero mais cedo que hoje, para começarmos a adestrá-la convenientemente.
mell vestiu-se e foi trabalhar sem calcinha, porque seu DONO a rasgou, mas sentindo todo o gozo entre a sua pernas, não vendo a hora de chegar a manhã seguinte e ser a cadelinha adestrada novamente por DOM GRISALHO.
mell sabe que é uma mulher com muita sorte, pois conseguiu descobrir, entre muitos, um homem que a faz ser uma completa fêmea, dando e tendo PRAZERES que nunca os tinha experimentado, fazendo tudo que seu DONO e SENHOR desejar e assim Ele não terá que procurar qualquer outra. Quer ser sua CADELA e nada reclamar ou pedir ao meu DONO, apenas existindo para satisfazê-lo.
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Shirley: hoje sou serva

Chamo-me Shirley, nome fictício, pois sou conhecida onde moro: Alphaville/São Paulo. Tenho 28 anos e casei-me com a idade de 21, tenho um casal de filhos até agora e pretendo poder ter pelo menos um (quem sabe de meu DONO, rsrsrsrs). Meu marido chama-se Ciro, é um homem extremamente amoroso e que constantemente demonstra o quanto me quer bem. Trabalhador tem como função atual ser gerente de uma empresa de consultoria empresarial em São Paulo capital. Ele tem um ano a mais que eu na idade e, posso dizer a vocês que nos combinamos muito bem, realmente afirmo que nascemos um para o outro. Bem gosto demais dele, mas existem fatos que acontecem em nossa vida que mudam totalmente o rumo em que vivemos.

Eu fiz uma sinopse do que aconteceu, mas meu DONO que a colocou com coerência e em seu lindo estilo a narrativa abaixo, a fez corretamente e sob a forma de CONTO. Por ordem D’Ele contarei desde o começo como virei escrava, garanto que é a mais pura verdade o que relatarei abaixo, procurarei ser a mais coerente possível com tudo que me aconteceu, para poder transmitir a vocês a vida interessante que hoje levo, servindo a um DONO que me dá só prazer e alegrias mil e tendo um marido realmente companheiro e que o amo. Vivo uma vida diferente, eu sei, talvez não consigam entender essa minha forma de ser, mas posso dizer que eu também às vezes não me entendo, apenas sei que é maravilhoso tudo que me acontece... Tenho experiências que me causaram admiração pela forma que ocorreram e que dariam para fazer um livro se as contasse integralmente, mas aqui é um breve relato.

Há cerca de três anos começou para mim uma nova vida, virei escrava de um homem charmoso e inteligente ao extremo, é um relacionamento que me satisfaz muito, mas que teve um início bastante atribulado. Meu esposo até hoje nada sabe e nem desejo que venha saber, pois seria uma imensa desilusão a ele e, não desejo magoá-lo. Sou bem branquinha, embora esteja quase sempre bronzeada, pois vamos às praias de Santos a cada quinze dias aproximadamente, cabelos lisos negros até o ombro. Meço 1.69, sou magra (58 kg) tipo mignon, de bundinha arrebitada e seios tamanho médio, procuro sempre estar na moda e bem sensual. Gosto de me exibir, de chamar a atenção dos homens e das mulheres também, porque não, embora até conhecer DOM GRISALHO tivesse sido totalmente FIEL ao meu marido. Sempre gostei que todos me olhassem e ficava muito satisfeita intimamente quando mexem comigo na rua, por isso, sempre usei roupas bem provocantes, que delineiam minha sensualidade. Tenho olhos azuis claros e um rosto de menina sapeca. Formei-me em Pedagogia e andei dando aulas em alguns colégios como professora substituta, mas não pude continuar porque além de me pagarem mal, eu precisava cuidar das crianças e da casa. Sinceramente confesso que até conhecer o meu DONO, depois que me casei nunca havia saído com outro homem senão meu esposo. Confesso e acreditem é verdade mesmo! Mas de três anos para cá, sou outra mulher, que conheceu um verdadeiro homem que me satisfaz e me dá prazeres que nunca ousei experimentar, aliás, nem sabia que existiam tais prazeres...

Como falei, gosto de ser desejada, mas abortava de forma dura os que tentassem alguma coisa a mais que gracejos, ostentava uma aliança bem bonita e grande para que vissem que sou casada e não se atrevessem a tentar alguma coisa mais ostensiva. Essa forma de que sou, bem sensual é desejo de meu marido também, porque gosta de exibir-me como um troféu e despertar inveja de quem nos vê e com isso fica muito orgulhoso de mostrar-se ao seu meu lado, eu percebo que ele se excita vendo-me desejada, eu diria que é um fetiche nosso, pois tanto Ciro quanto eu adoramos esse despertar nos homens em especial, e nós dois ficamos excitadíssimos quando notamos esse “frisson” e sempre que podemos, agimos assim, independente do local que estamos. Eu sou exibicionista por natureza e meu marido gosta de mostrar-me, rsrsrsrs. Nunca conversamos sobre esta nossa fantasia, apenas fazemos...

Embora tenha um jeitão de ser malandrinha, tive poucos namorados antes de conhecer Ciro e apenas com um fiz sexo, mas depois de casada permaneci totalmente fiel, pois como eu disse, meu marido era suficiente para mim. Bem isso foi verdade até conhecer DOM GRISALHO. Não digo que não desejava outros homens, mas entre o desejar e o fazer havia uma distância enorme que não me atrevi a transpor. Nunca aconteceu, até...

Vamos lá, contarei como foi o início. Eu e Ciro fomos a uma confraternização familiar, aniversário de minha cunhada, irmã mais velha do meu esposo, sem filhos, divorciada e que mora com a mãe. Minha sogra é engenheira arquiteta de grande prestígio e viúva há alguns poucos anos. Residem no mesmo bairro que nós, a casa em que moramos é presente de meu falecido sogro quando nos casamos. Naquela ocasião minha cunhada já morava com eles aproximadamente uns seis meses, desde que se separou do companheiro e voltou para a casa dos pais.

Eu naquele dia estava muito excitada, provavelmente em razão de estar ovulando, e ainda mais depois de um banho reconfortante e complementado por um creme delicioso no corpo. Coloquei uma roupa sensualíssima como meu marido já me havia pedido, ele em reunião intima gostava de mostrar-me e despertar tesão em seus familiares. Escolhi uma roupa linda, bem chamativa, diria até exuberante: um conjunto azul claro que combinava com meus olhos e que deixava um bom pedaço de minha coxa esquerda exposta e sem sutiã, com um decote que deixava também metade de meus seios à mostra. O conjunto adequado ao meu corpo - ficou bem torneado em mim, tinha um corte do lado esquerdo que ia até encima e quando eu cruzava as pernas dava pra ver até a calcinha se eu deixasse... E, como complemento Ciro escolheu uma lingerie bem curtinha que combinava com o que eu vestia. Era azulzinho também, fio dental que entrava bem em minha bundinha, foi comprada por meu marido e que me pediu para usar.

Quando lá chegamos, senti diversos olhares em minha direção, aliás, como sempre acontecia; mas desta vez eu notei alguma coisa diferente no olhar de seu Antonio, sogro de meu irmão, especialmente. Ele sempre pareceu olhar-me com certo fervor, mas eu entendia aquilo como um elogio e até o provocava brincando, mas naquele instante, ele me comeu com os olhos de forma fixa, diria até exagerada. Depois eu percebi seus olhos me seguindo por diversas vezes na festa. No início, lisonjeada, permiti até que dissimuladamente, ele visse parte de minha calcinha quando se posicionou à minha frente, mas com a sua insistência já estava se tornando inconveniente, com os seus olhares firmes e constantes, aquilo me incomodando mesmo, fazendo-me já esquivar-me dele. Ciro perdia-se em conversas com amigos e de vez em quando aparecia e me dava um beijinho no rosto e cada vez mais bêbado com um copo de whisky ou sei lá o quê na mão. Eu estava com tesão a flor da pele e procurava excitá-lo dizendo à ele “... quero-te inteiro logo mais, hem", ele ria e continuava bebendo. Aquela noite eu queria transar com meu marido de forma intensa, estava precisando. Foi depois de uma dessas aparições de Ciro que seu Antonio surgiu por trás de mim sem que eu tivesse percebido. Ele me segurou pelo braço me apertando com certa força ao mesmo tempo em que dizia “eu sei que você trai o Ciro” “o Senhor está louco seu Antonio e está me machucando, 55 anos é muito novo pra ficar gagá, hem”. Tentei ser sarcástica pra disfarçar minha surpresa indignada. Ele falou mais ou menos isso “eu vejo esse seu jeito de piranha metida e vou te provar, eu tenho fotos suas com um camarada”. Eu estava perplexa. “eu nunca traí o Ciro, e que negócio é esse de me chamar de piranha seu Antonio? O senhor está bêbado?”. “E aquelas fotos com aquele cara?”. “Que fotos, o Senhor tá louco ou bêbado como o Ciro?". “Eu te mostro, vamos lá encima no terceiro andar, no meu escritório”. Embora não quisesse ir porque não haveria foto nenhuma, mas fiquei de certa forma curiosa, poderia ser outra pessoa e ele estava achando que era eu, sei lá, ou uma montagem, coisa tão comum hoje em dia. Olhei ao redor para chamar o Ciro para ir conosco, mas ele havia sumido de novo. Pedi que ele me soltasse e chamasse o Ciro ou alguém e deu pra ver o vermelhão no meu braço pela força que ele me apertou. Eu fiquei mesmo chateada. “O senhor ta pensando o quê para me apertar desse jeito?”. Ele alegou que o Ciro estava bêbado pra fazer algum juízo e que se tratava de algo muito sério e que não gostaria de prejudicar meu nome aos parentes e amigos; pediu mais delicadamente para que eu subisse na frente me empurrando levemente. “Vamos lá ver e você me prova minha querida, que realmente não é você e eu lhe peço desculpas então”. “Vou sem vontade de ir, para provar ao senhor de que sou uma mulher séria e que nunca deixe de cumprir minha função de esposa fiel e não deixar dúvidas alguma sobre meu comportamento, mas depois irei contar ao Ciro o que está me falando”.

Então, resolutamente segura, ofendida e irritada, comecei a subir rapidamente as escadas. Dava pra ouvir o barulho da respiração de Seu Antonio logo embaixo de mim na escada. Eu não parava de pensar que aquele velho estava ficando maluco e podia estragar meu casamento por uma cisma injusta. Ao mesmo tempo em que, não sei muito bem por que, a respiração ofegante dele atrás de mim, embora me fizesse surgir o pensamento: “velho tarado” já quase chegando à porta, sentindo que ele poderia estar vendo, e estava com certeza vendo minha calcinha enquanto eu subia, excitou-me e eu fiquei envergonhada e quis voltar, mas ele não deixou me impedindo a passagem e já estávamos quase na porta que fica exatamente no fim das escadas. Ele se mostrava bem mais agressivo. "Não! agora você vai lá ver sua putinha e me explicar que fotos são aquelas". Certo medo surgiu-me, mas eu já começava a acreditar na merda das fotos. Mas que fotos? Seu Antonio, que negócio é esse de putinha? Ele abriu com força a porta e me empurrou para dentro acendendo imediatamente uma luz. Quando ele me empurrou mais uma vez eu acabei me desequilibrando e caí sentada na poltrona e meu vestido subiu colado no corpo, aparecendo toda minha perna esquerda e parte da calcinha. Um medo estranho, desconhecido, foi tomando conta de mim. Pensei: o homem está louco! Parecendo sempre reservado e sério, o homem deve ser na verdade um maníaco como os seus pacientes, era psicólogo criminal, com trabalho no governo estadual dedicando-se a tratar de presos com diversos graus de desequilíbrio mental.

O olhei de forma dura e pude ver nos olhos dele um olhar de bicho encurralando uma presa e um novo tremor de medo percorreu-me a espinha. Ele é um doido e vai me matar! O barulho de vozes e o som lá embaixo parecia oferecerem a cumplicidade que seu Antonio desejava naquele momento. Eu me levantei rapidamente me recompondo, ajeitando o vestido pensando em como sair dali, quando veio o primeiro tapa no meu rosto, sim isso mesmo um tabefe dolorido. O inesquecível primeiro tapa... “não tem foto porra nenhuma não, mas eu sei que você é uma putinha e trai descaradamente o Ciro. Olha essa roupa! piranha metida!”. É o que posso me lembrar de tê-lo ouvido dizer entre outras coisas. Eu estava zonza com a tapa e com medo crescente. Que eu podia fazer para sair dela era o que me vinha a mente.

Quando algo completamente inusitado meu algoz o fez, pude vê-lo desafivelando o cinto e abaixando a calça e a sua cueca com rapidez e surgir já surpreendentemente ereto, um pênis maior do que o do meu marido, aliás, muito maior. Lembro-me de ter-me impressionado nos breves segundos com a envergadura do membro, já que pude olhar com nitidez. Causou-me espanto estar já tão duro. Não esperava de causar-lhe tal efeito, confesso. Ameacei gritar, cheguei a soltar um grunhido mais alto, mas ele se aproximou mais e com a mão esquerda tapou minha boca e enfiou a mão direita pela abertura do meu vestido e me tocou por cima da calcinha “não falei que era uma putinha... já tá toda meladinha só de estar comigo aqui nessa situação, olha só. Olha a calcinha da piranhinha toda enfiada no cu, por que tá toda molhadinha? Eu sei por que putinha. É porque quer me dar piranha". E puxou-a mais para cima, enfiando mais, puxou pela parte da frente mesmo a calcinha. Eu me contorci para frente de dor. Eu estava desnorteada e me estranhando, um tanto surpreendida por estar tão excitada e desequilibrada com aquela situação, tentando tirar suas mãos fortes, embora maduras, fortemente presas em mim. Não há como alguém possa imaginar o meu transtorno naquele momento, não tinha a mínima idéia como agir e o que fazer para sair daquela situação em que me encontrava. Mil pensamentos iam e viam em minha mente, será que eu seria estuprada? Será que eu seria morta? Seu Antonio era um louco completo, o que ele faria comigo. Tentei dialogar, mas a minha voz não saia de tão estupefata que estava...

Uma mão na minha boca e outra entre minhas pernas, achando tudo muito estranho por essa minha reação, que incompreensivelmente, quase que instintivamente, apesar de todo medo, eu abri mesmo um pouco mais a perna para quê ele tocasse melhor, para sentir enfim aquele dedo, ou aquela mão insistente... Ele ameaçou um sorriso, mas num impulso de consciência, num ímpeto de moral e pudor, eu tentei me desvencilhar para sair e pensei em voz alta: o senhor está me violentando! Foi quando ele abriu o sorriso e me soltou, eu cambaleei e Ele desferiu um novo tapa, agora no outro lado do rosto, e dessa vez mais forte, que me fez sentar novamente tonta na poltrona. Ele se aproximou cada vez mais, sua mão direita forte se enroscou no meu cabelo por trás da minha cabeça me puxando de encontro ao pênis que parecia estar cada vez mais duro e ordenou falando várias coisas sem parar “chupa piranha, anda cadela, eu sei que você quer chupar, eu sei de que você é devassa! Chupa, anda, pode chupar que eu sei que você quer. Shirley ninguém vai saber que você é uma puta e me de uma chupada e logo, vamos. Eu estava mentindo sobre as fotos, mas que você é uma puta eu sei, e vai trair o Ciro agora pela primeira vez. Vai, pode trair ninguém vai saber". Dizia isso entre outras coisas que não me lembro bem. Ele me pegava com força pelo queixo com a mão que não segurava o cabelo e aproximava mais a minha boca. Um pênis enorme, completamente duro... Eu não imaginava que seu Antonio, com aquela idade e tão respeitado, fosse ficar assim tão duro e por minha causa e dizer aquelas coisas... “piranha! Eu sei que você é mesmo uma cadela e quer chupar! Está louca para chupar! Anda! Chupa! Ninguém vai mesmo saber.”.

Tudo me chocava... E excitava de uma forma que não sei explicar, pois estava com tesão a flor da pele, e já estava assim desde o período da tarde de hoje. Eu percebia o quanto estava sendo humilhada e tentava virar o rosto fortemente seguro por ele, mas minha indignação e medo aos poucos foram estranhamente minados e surpreendentemente sendo superados por um desmedido e inebriante prazer e uma impensada curiosidade; uma onda que começou a me envolver e que até então eu não conhecia e que ia se apossando de todo meu corpo, me tirando as forças, me fazendo mole e fraca. Eu estava tonta sem ter bebido nada. Minha cabeça girava, não tinha idéia do que fazer. Estava sem saber como sair dele. A tentação maior a cada segundo, começando o superar o medo que eu sentia pela situação. No exato momento que Seu Antonio mais uma vez repetiu, me falando para lamber seu pênis e a minha cabeça desvairada, estava me convencendo de vez que eu queria aquele membro, comecei a desejar de forma imensa, mas que faria, Seu Antonio é sogro de meu irmão, se Ciro descobrir, se minha família vem a saber. Outra ordem de forma incisiva: “chupa puta, que ninguém vai saber...”, eu, já entre lágrimas, a mim mesma mais uma vez surpreendi, quando por fim, não ofereci mais resistência e fiz o que meu corpo desejava muito mais do que minha razão podia comandar...

Perdi o medo e a vergonha da situação, e deixei os instintos predominarem e coloquei a boca em direção ao que Seu Antonio desejava e insistia. Não era mais dona de mim e meus lábios se aproximaram daquele pau imenso e comecei a chupar devagar, curiosidade e receio ao mesmo tempo, incrível, o receio de quem comete um crime, aos poucos, bem devagar, mas com um prazer crescente ao som dos gemidos que ele mostrava e falava... Lembro-me bem que nesse momento levantei os olhos para vê-lo melhor e à sua reação e, o vi mordendo os lábios, gemer mais alto e fazer que sim com a cabeça, como que aprovando e dizendo delicadamente “pode chupar...”. Então, estremeci de tesão puro e com o instinto dominando-me, envolvi a cabeça do pau de Seu Antonio todinha com meus lábios e, chupei, chupei a cada instante com mais vontade e sofreguidão, com meus olhos tentando ver seu rosto e a aprovação dele e vi que me olhava satisfeito enquanto murmurava vitorioso e sorridente entre gemidos "isso, puta, agora sim, assim que se faz putinha. Que delícia! Eu sabia, eu sabia... Eu sabia Shirley que tu eras uma puta mesmo! Que delícia te ver assim. Que boquinha! Putinha! Linda! Piranha! Assim... que delícia!” E eu chupava já completamente molhada e languidamente entregue, submissa; acho que surpreendendo até a Ele pela volúpia e devassidão que estava a tomar conta de mim.

Chupava com gosto sentindo o leve aroma de perfume que exalava dos pelos de sua virilha. Ainda surpreendida, mas já completamente envolvida pelo prazer, inclusive as coisas que ele falava já não sentia ofensa e um lado do rosto latejante e vermelho pelo tapa que ele dera. “ta muito boa essa boca, sua vadiazinha linda.”. Ele tirava o pau da minha boca e mandava que eu lambesse o saco e eu obedecia entorpecida, desfalecida, entregue, ávida, prazerosa. Lembro-me que ele falava sem parar e suas palavras iam me excitando loucamente cada vez mais. “Isso, assim puta! Humm, muito bom, chupa muito bem, cadela, tem vocação profissional, eu sabia. Piranha mesmo, eu sabia! Aquele viadinho do Ciro... não sabe e nem vai saber. Pode ficar tranqüila Shirley, você é mesmo vadia, pode chupar. Chupa!”. Num ato mais nervoso e parecendo super-excitado, ele largou do meu cabelo com a mão direita sem que tirasse sua virilha do meu rosto e bateu entre meus joelhos com força para que eu abrisse mais minhas pernas. Eu, ainda inibida, mas já sem pudor, abri vagarosamente até abrir tudo e ele enfiou por entre elas sua mão atrevida e massageou com força meu clitóris e depois enfiou um dos dedos me fazendo gemer de dor e surpresa, e eu chorei mais ainda. "Puta merda. Shirley como é gostosinha a vadia. Bucetinha do jeito que eu gosto: pouquinho pêlo e encharcadinha, tenra e macia. Agora levanta piranha, aquele corno do Ciro não te dá o que você precisa. Por isso tu és tão metida, cadela! Anda, levanta senão vai levar outra tapa e desta vez bem mais forte. Sei que é vadia!".

Eu levantei obediente e tremendo de tesão sem parar mais de chorar e gemer. Eu estranhava os termos pesados para serem utilizados por Seu Antonio, Ele é um psicólogo de renome na cidade. O pouco que o conhecia não tinha absolutamente nada a ver com aquele Dr. Antonio daquele momento. Eu não tinha idéia daquele Dr. Antonio. Mas eu estranhava mais ainda o fato de eu estar gostando daquele jeito e querendo mais ainda... Minhas pernas balançavam mesmo, pareciam que iam se curvar involuntariamente. E meus joelhos chegavam mesmo a se curvar levemente. O medo que eu sentia ainda era enorme, mas mesmo assim, menor que o prazer. Nesse instante, uma coisa me invadiu e eu queria só obedecer. Não me perguntem por que de tanto prazer, não sei mesmo explicar. “Apóia as mãozinhas na mesa e vira a bundinha para cá pirainha”. Ele ordenou dessa vez delicada e estranhamente. Eu obedeci rapidamente, e tamanho já era o tesão que eu resolvi ajudar e eu mesma suspendi com dificuldade o vestido apertado até acima da cintura. Ele deu uma gargalhada mais forte. “Agora já ta doida que eu lhe enfie logo a pica hem, és vagabunda e Eu sabia. É uma piranha mesmo, Eu já desconfiava a muito tempo... Eu sabia... Vai me dar muita alegria. Mais do quê Eu pensava... Quanto tempo Eu perdi que ainda não fudi essa buceta... Mas não é assim tão fácil a você, sua puta, antes você vai levar um castigo por ser tão piranha e trair meu querido Ciro assim. E por ter sido mais fácil do que eu pensava, cadela mesmo!”. Sorria e dizia isso ao mesmo tempo em que se debruçava na mesa comigo no caminho, até achar e pegar uma régua de madeira e começar a bater nas minhas nádegas com força com a tal régua. Sem motivo, só pelo prazer de bater e me ver sofrer. Eu comecei a chorar de soluçar mesmo. Era uma dor lancinante, cortante, que eu não esperava sentir um dia... E com um prazer que eu não esperava de sentir também... O medo do que Ele ainda pudesse vir a fazer comigo se juntava a um tesão incomparável e talvez isso fizesse com que eu tremesse cada vez mais a cada silencio que precedia mais uma “reguada”. Eu soltava entrecortada de dor, lembro-me bem, algo como um ai, que saía fechado e chorado da minha boca, que em bico, era molhada por lágrimas, saliva e suor. O barulho lá embaixo parecia aumentar para abafar meus soluços “chora baixo cadela, senão vou fazer você engolir a merda dessa régua”. Consegui segurar um pouco o choro, mas a tremedeira não. Ele encostava com força a régua nos meus lábios reprovando os sons que por ventura saíam mais altos da minha boca e depois voltava a bater misturando o som das tapas a suas risadas e frases. Eu sofria, mas inacreditavelmente, sentia um prazer que me desfalecia e entorpecida. E o medo? O medo estava ali também sempre na expectativa do que mais viria. Ele seria completamente louco? O que mais faria? Mas eu passei a ansiar para que Ele mandasse só para que eu pudesse obedecer; tonta de prazer, desejo e medo. E o prazer de obedecer cegamente nunca mais saiu de mim. Eu nunca tinha tremido daquele jeito. Tremia de prazer e medo... Era tarde para voltar atrás. Eu não queria mais voltar atrás, que me matasse de prazer. Eu me entregara de vez ao Seu Antonio, o queria mais, faria tudo que Ele mandasse.

Foi quando ele se aproximou mais e senti sua mão puxando a calcinha para o lado e encostar o pau enorme. “como treme hem cadela! Adoro putas que tremem assim”. Eu não tremia assim antes, foi dali para frente. Devia ser uma reação do medo associado ao tesão. Sei lá, de repente me fez ver estrelas enfiando tudo de uma vez na minha xana assim por trás e logo em seguida começou os movimentos de vai-e-vem com força me fazendo gemer e mexer sem parar, quase gozando, puxando ele pra junto de mim, empinando-me mais para trás. Eventualmente, eu conseguia que uma das minhas mãos deixasse de se apoiar na mesa para puxá-lo mais para dentro de mim ou para massagear meu clitóris, adicionando mais prazer ainda. Eu nunca tinha sido penetrada por um pau tão grande. Eu nunca havia apanhado assim e não sabia que ficaria tão excitada com isso, que estaria tão submissa, que teria tanto prazer. Ele não parava de me bater na bunda, agora com suas mãos fortes, puxava-me pelo cabelo, dava risadas olhando diretamente para mim e falando coisas, xingando sem parar. Enfiava o dedo na minha boca que eu chupava gulosamente, dava tapinhas na minha cara, até que se inclinou todo por sobre as minhas costas, puxando pelo lado esquerdo do cabelo para que eu oferecesse o meu ouvido e falou mais baixo e num tom mais grave “você agora é minha putinha, Shirley minha piranha. Eu sou seu Dono. Seu Dono! Ciro não saberá de nada e continuará sendo seu marido corno sem saber de porra nenhuma. Ouviu piranha?”. Eu não falava nada, só gemia, estava quase gozando, me inclinava mais para traz pra que ele entrasse todo e ele ria parecendo vitorioso. Ele perguntou mais uma vez “Shirley ouviu, responda piranha?!” Eu fiz que sim com a cabeça e ele me perguntou “Shirley quer gozar?” Eu fiz que sim com a cabeça novamente quase suplicando.

Ele mandou “então fale repetindo o que eu vou mandar - e eu fui redizendo chorosa à medida que ele ia falando: “eu, Shirley, agora sou a cadelinha do meu Dono e Senhor Sr. Antonio, que chamarei de ora em diante de DOM GRISALHO e eu farei tudo que Ele mandar, sem questionar ou reclamar de qualquer forma, somente dando PRAZER; serei tudo que uma putinha obediente tem que fazer quando seu Dono mandar...” E recomeçou a me bater e meter, bater e meter e mandar que eu dissesse que era uma puta de novo e que estava gostando de ser sua puta e eu já quase gritava rouca, chorosa “eu sou sua puta e estou gostando!” Quando eu comecei a gozar alucinadamente, alucinadamente... como eu nunca havia gozado na minha vida.... sem controle, chorando e gozando sem parar. Gozei várias vezes, uma atrás da outra. Eu não acreditava que era possível gozar assim, gemi e gritei sem receio de que alguém pudesse ouvir lá fora. Eu o ouvi quase uivar e o senti gozando dentro de mim, me inundando inteira e já com seu dedão da mão direita todo enfiado em meu ânus. Nesse dia, acho que foi uma das poucas vezes que ele gozou também dentro de mim, na minha xana, eu digo, Ele adora minha bundinha, rsrsrs.

Ele me ajudou a me recompor para que eu saísse em segurança. Eu tive ímpetos de agarrá-lo e beijá-lo por me fazer gozar assim, mas eu saí reclamando baixinho envergonhada, dizendo que contaria tudo para o Ciro e que isso não ficaria assim, enquanto ele se vestia e ria sem parar, parecendo satisfeito consigo mesmo e dizendo "amanhã apareço lá, cadela". Não falei mais nada, apenas sai de onde estávamos e fui procurar Ciro. Para minha insatisfação, completamente bêbado, tive que, desconfortavelmente, levar o carro. Não demonstrou desconfiar de nada em razão de eu ter ficado longe por um bom tempo na festa. Dentro do carro, tive alguns momentos de reflexão, eu olhava para ele entristecida, arrependida, cheguei quase a chorar de vergonha, pois nunca o havia traído, mas vou não procurar falar muito aqui, dos meus dramas de consciência da época, que quase já nem tenho mais, porque superei tudo, isso porque hoje sei com toda a convicção que tenho um DONO que me faz sentir-me uma fêmea satisfeita e feliz.

Vou tentar mais transcrever o que ocorreu e minhas reações. Quando chegamos em casa, Ciro bêbado tentou alguma gracinha, mas eu não queria mais nada até por que estava marcada e dolorida e com dificuldade para sentar devido às dores que ficou e me sentindo desmoralizada, culpada, mas com tudo isso sentia uma estranha sensação de satisfação e leveza indefinível. Meu marido bêbado não agüentaria nada mesmo e rapidamente dormiu. Eu é que não dormia. Eu pensava em tudo, em falar mesmo para o Ciro o que aconteceu, em ir à polícia, em falar com a Juliana, filha de Seu Antonio, etc. Decidi que ia contar tudo para o Ciro primeiro, pronto! Assim que acordasse, omitiria qualquer participação minha claro. E lembrei como tinha participado e gozado; certamente, como nunca na vida. Essa lembrança me deu uma leve excitação que foi surpreendentemente crescendo de novo. Uma excitação misturada com vergonha, indignação e medo. Ele era sogro de meu irmão! E só agora eu via: completamente louco! Mas eu me lembrava e minha xana latejava lembrando-se dos tapas, da régua e outros detalhes; quando vi, estava completamente molhada de novo, as marcas nas nádegas latejando e acusando o meu prazer, será que eu era mesmo que o DOM GRISALHO falou: uma cadela e puta dele agora? Não sabia o mais que pensar, embora meu corpo já soubesse o que minha mente recusava a aceitar: eu era a vadia de meu DONO, este homem que tanto prazer me deu e que nunca havia experimentado com tal vigor e satisfação.

Eu me perguntava, será que sou mesmo masoquista? Por que esse prazer desenfreado? Mas o cansaço foi maior e venceu, até que dormi e sonhei com tudo que aconteceu e estranhamente lembrava-me dele como Dom Grisalho e não mais como Seu Antonio. Sonhei que continuava lá na mesa do escritório de Dom Grisalho completamente exposta a Ele e o som de sua voz ecoava estranhamente pelo meu corpo fazendo-me tremer de novo, como nunca havia tremido. Por que tremi tanto? Acordei sobressaltada e molhada, excitada mesmo e já eram 10 horas da manhã, mas o barulho do Ciro vomitando no banheiro do quarto retornou-me à realidade. Estava de calcinha sob a coberta e coloquei rapidamente a saia pra que ele não visse as marcas, envergonhada ainda. Mas não seria melhor se ele visse mesmo? Ele reclamava que estava passando mal, mas não poderia deixar de ir com urgência ao trabalho naquela manhã, que não poderia deixar de ir..., que era quarta-feira, que terça-feira não era dia de festa, etc. e resmungava e vomitava. Falaria com ele agora mesmo? Tudo? Eu estava angustiada e com vontade de comer pão como todas as manhãs. Afinal, eu não bebia, não passava mal. arrumei-me rapidamente e o avisei gritando que ia à padaria.
Quando voltei Ciro já não estava e havia deixado um bilhete dizendo que ia à farmácia e de lá mesmo iria para o trabalho. Foi só o tempo de eu comer o pão e tomar café para a campanhinha tocar. Estranhei não terem tocado o interfone, mas intuitivamente eu comecei a imaginar quem era e essa possibilidade me fez a pele arrepiar e estranhamente minhas pernas fraquejarem e o medo do que poderia vir reapareceu forte. É o louco, pensei, mas comecei a me arrumar como pude, ansiosamente. E quando abri a porta não me surpreendi, lá estava
como imaginei, Dom Grisalho, imponente e belo. O porteiro o conhecia bem, pois era nosso familiar, entrando com um sorriso enorme e constante no rosto. Deu-me uma coisa no estômago e comecei levemente a tremer de novo. Lembro-me bem desse dia, que já tem uns três anos, como se fosse hoje. Era possível ver minhas pernas estranhamente começarem a tremer mesmo. Meus joelhos balançavam e eu não conseguia pará-los... Meus lábios também mexiam levemente sem controle... Eu estava, me lembro bem, morrendo de medo... E de tesão... Eu baixei a cabeça envergonhada por demonstrar aquele tesão imprevisto e incontrolável. Ele percebia e ria até que ficou mudo, parou de rir e ficou só olhando pra mim. Parecendo se deliciar com a minha reação toda trêmula e entregue. A porta ainda estava entreaberta. E me lembro bem de eu baixar mais ainda a cabeça, da minha tremedeira se acentuar e de começar uma espécie de um choro do nada saindo de mim, assim, de cabeça baixa. Acho que eu chorava de vergonha de estar tão excitada e demonstrar isso. De não ter ido à polícia, de não ter falado ao Ciro e de no fundo estar querendo mais, etc. acho que era isso. Ou era de medo? Ainda não sei. Essa minha reação continua até hoje. Consegui controlar um pouco o choro e comecei a chorar baixinho. Mas a tremedeira continuava igual se não aumentava. De repente, ele deu uma gostosa risada e por fim entrou fechando a porta atrás de si. Eu pouca intimidade tinha com ele, pouco nos havíamos relacionado até então, mas me lembrava bem dele de sunga na piscina de sua casa e de seu corpo atlético apesar da idade. Ele tirou a camisa e seu peito forte de quem se exercita diariamente de pêlos brancos e pele bronzeada, apareceu na minha frente sem que eu pudesse ver direito porque não conseguia levantar a cabeça. Ele dava a impressão de já prever todas as minhas reações. Foi tirando o cinto da bermuda sem deixar a bermuda cair completamente e sem parar um instante de rir, falou alto “eu vi o corno do Ciro saindo da farmácia, nem desconfia da puta que sempre teve em casa, não é verdade shirley cadela!” Não respondi, mas hoje eu sei que sou realmente dele e de agora em diante escrevo meu nome no minúsculo, pois sou cadela e puta de DOM GRISALHO e devo colocar-me no lugar que mereço. Eu só percebia que minhas pernas tremiam mais e que imediatamente fiquei completamente úmida, molhada mesmo, de escorrer. Molhada de medo e tesão para tudo o que viesse. Sem conseguir me compreender, sem mais tentar me entender também. Intimamente, no fundo mesmo, a única coisa que eu entendia, era que se expandia em mim era uma vontade irresistível de me entregar completamente àquele novo e totalmente desconhecido prazer, que me invadia e me dominava como uma droga que causasse dependência instantaneamente. A cada vez que ele me chamava de puta ou coisa parecida, me lembro bem, a tremedeira se acentuava e me escorria entre as pernas. A calcinha, que era uma branca que eu havia colocado após o banho que tomei antes de dormir, dava mais facilmente para perceber o quanto estava molhada. "shirley tira a saia, pois vou tratar como você já sabe o que é para mim: uma cadela".

Só pra vocês terem uma idéia, é uma saia jeans, azul, desbotada, velha, que eu adoro colocar para pequenas saídas nas redondezas, ainda é uma mania minha aquela saia. Eu dessa vez obedeci imediatamente. “E vira para me deixar ver se tá muito machucadinha. Puta que calça é essa?! Troca essa porcaria dessa calçona, bota uma pequena e enfiada e não demore”. Eu rapidamente entrei no quarto e coloquei uma vermelha pequena e levemente transparente na parte da frente, que foi a primeira que eu vi do jeito que Ele talvez pudesse querer e voltei correndo. “Deixa-me ver, isso, essa ta boa, enfia mais, já sabe o que deve usar quando Eu for vê-la. Isso, agora vira cadela!”. Eu obedeci suspendendo toda a calcinha para cima, com as marcas ainda ardidas e tremendo mais ainda, eu ia me virando devagar “anda vagabunda! Vira logo sua puta!”. Então virei rapidamente. Ele se aproximou e começou a passar a mão aonde estava me ardendo, examinando. Passou a mão na marca maior e ouvi-o rindo baixinho. "Vou comer esse cuzinho lindo machucadinho assim, ainda hoje, ou será que ele vai querer um pouco mais machucado, adoro quando ta machucadinho e gosto muito de cuzinho, especialmente agora que conheço e vejo o seu, entendeu shirley? Eu, cabisbaixa respondi bem baixinho, com: “Sim, Dom Grisalho”.

“shirley você quer me dar o cuzinho?” “Vamos responda, senão vai apanhar” Respondi mais alto: “Sim, meu DONO” pela segunda vez chamava DOM GRISALHO de meu DONO, já me sentia totalmente D’Ele. “Ah! quanto tempo Eu perdi, já podia ta te usando antes, o Ciro já te comeu por aí?". Eu fiz que sim com a cabeça, mas o pau dele era muito maior que o do Ciro. O medo do que viria acontecer, cresceu. Eu tremi mais ainda aumentando os soluços. Eu estava com muito medo. Eu estava completamente molhada de medo e um tesão louco, que me enfraquecia, me bambeava. E se eu acabasse tudo ali? Eu poderia acabar tudo naquela hora, dizer para Dom Grisalho que fosse embora. Ele parecendo adivinhar meus pensamentos perguntou “você quer eu vá embora cadela?”. Meu choro se acentuou e eu fiz que sim com a cabeça. Ele concordou “então eu vou-me embora e não a procurarei mais, pense nisso.” Se meu pudor fosse um pouquinho maior que meu prazer eu teria insistido para que Ele fosse e, talvez acabasse tudo ali. Foi a única vez que Ele se manifestou daquela forma. E se dirigiu à porta e de lá perguntou ainda mais alto “shirley posso ir?”. E eu chorando já convulsivamente, consegui gemer fazendo não com a cabeça enquanto dizia: “fica...”. “Não entendi sua puta, repete!”. E eu consegui falar mais nitidamente: “fica meu DONO, sou sua mesmo!!!” Ele imediatamente deu um sorriso e retornou em minha direção.

“Como pediu para que EU fosse embora irá apanhar!” E falou-me mais uma vez: “cadela você acha que merece ou não levar um castigo pela bobagem que iria fazer?” Apenas respondi: “Sim Senhor”. Minhas pernas estavam completamente bambas quando ele bateu com o cinto encima do hematoma que Ele mesmo produzira na noite anterior para que o hematoma ficasse do jeito que iria gostar e então eu tombei de joelhos e Ele me puxou pelo cabelo me colocando em pé novamente. "levanta puta!" deu uma nova gargalhada "já é completamente minha hem putinha. É ou não é?". Dava pra ver o meu cabelo balançando, respondendo que sim com a cabeça. Dom Grisalho disse isso e começou a cuspir na altura do meu ânus empurrando minhas costas para que eu me inclinasse mais sem parar de falar: "sabe que eu tenho e já tive muitas putas, mas lindinha assim nem tanto como você, shirley você será minha putinha e será uma fêmea cada dia mais FELIZ...". “Sim, Dom Grisalho”. E depois de puxar a minha calcinha, toda enfiada, para o lado, Ele foi enfiando o seu PAU em mim, bem devagar e eu gemia de dor, mesmo enfiando devagar eu fui me desequilibrando, indo pra frente até que apoiei as mãos na parede; mas confesso que senti que queria mais... e mais... E chorava mais... E puxava ele... E Ele ria e batia e enfiava mais "quer mais ainda não é cadela? Não conseguiu dormir direito só pensando em como gostou de ontem não é puta? Seu dono voltou." Eu fazia que sim com a cabeça chorando sem parar, envergonhada por estar realmente querendo mais. E Ele enfiava mais ainda e percebia minha vergonha. "Não fica com vergonha não. Você é puta mesmo. shirley, minha puta!". E eu chorava mais ainda... "to comendo o cu de uma puta, hem, cadela não estou?". Eu fazia que sim com a cabeça sem parar de gemer e chorar. Impressionantemente, minhas lágrimas não paravam de descer. Até que Ele tirou tudo e ordenou: "fica de joelho diante do teu Dono, sua vadia!" Eu chorava ainda da dor por Ele ter tirado tudo de uma vez, mas havia muito prazer também e eu me ajoelhei rapidamente sob seus pés, puxei sua bermuda que estava presa nos seus joelhos até o chão e comecei e chupar voluntária e sofregamente. Ele ria sem parar se deliciando. Ele se inclinou e me afastou um pouco, pegou um comprimido que estava no bolso da bermuda e engoliu, deve ser Viagra, e mandou-me voltar com a boca "vamos vagabunda! gostei dessa sua iniciativa! chupa mais! sempre soube que você era uma puta, só faltava um trato. Vai me dar muitas alegrias ainda. Você não sabia o que é pertencer a alguém. E só não sabia que é uma puta. Agora sabe. Pertence a mim e é minha cadela. Já engoliu a porra do Ciro?” Eu fiz que não com a cabeça. Não falei para o meu DONO, mas sempre tive nojo, sempre recusava na verdade. "já engoliu alguma porra?". Fiz novamente que não com a cabeça. Ele prendeu minha cabeça no seu pau e começou a gozar na minha boca e eu engoli pela primeira vez na vida. Engoli tudo, Ele passava os dedos no que escorria no meu rosto e botava na minha boca falando alto "engole sua cadela de rostinho lindo, engole tudo, lambe, lambe”. E eu lambia, lambia completamente, era serva e escrava completamente dele... Eu engoli e engoliria mais se mais tivesse naquele momento... Eu já era mesmo sua cadelinha... E apenas na segunda vez que estava com ele... Eu já sabia que Dom Grisalho era meu homem, meu DONO, nada recusaria, apenas cumpriria o que Ele mandasse ou quisesse, e estou gostando demais de ser D’Ele, não tinha a mínima idéia que delicia seria pertencer a um DONO.

Um pesado silêncio estabeleceu-se na sala por infinitos segundos. Até que Dom Grisalho virou-se para mim e deu a ordem já sorrindo: "vira, cadela, vira e depois levanta a saia, baixa a calcinha e mostra a bundinha, mostra como é uma vagabunda, vai". Eu fiquei parada, não tinha forças nem para obedecer, estática, chorosa, tímida e muito envergonhada para me mexer, depois daquele discurso constrangedor de Dom Grisalho. Agora, um longo e curioso silêncio, quebrado pela voz forte e grave de me DONO percorreu a sala. Dava pra sentir a tensão e a expectativa de minha parte pulsando no ambiente. "Anda cadela! Obedeça!". Eu juro que não queria obedecer, eu não tinha esse tipo de coragem, mas comecei a tremer de novo quando ele gritou "puta! Esse nome de puta me deixava feliz, por incrível que possa parecer, eu quero ser puta mesmo, sei disso e estava em êxtase. “shirley você tem um Dono agora, cumpra minhas ordens!" Eu fui virando devagar e, começando um novo choro, virei todinha. "Levanta a saia agora!". E eu nada, embora já sentisse de novo a umidade entre as pernas cada vez mais forte, quase escorrendo e o recomeço de leve da tremedeira diante das palavras dele. "shirley já sabemos, que você é minha cadela mesmo, agora que você virou, levanta a saia e mostra essa bunda logo! Bota um negócio na tua cabeça: tu é uma puta e é minha. O corno do teu marido nasceu para corno e pronto, não vai saber de nada. E tu? o que é? shirley você é minha cadela, minha puta! puta! Minha cadela agora! anda puta, cadela! Levanta a saia agora!" Eu solucei mais alto e já tremendo toda, parecendo que não me conteria de tão trêmula, inebriada, com tesão a 1.000, comecei a levantar a saia devagarzinho, aos prantos, aos poucos, até que levantei, indecentemente, toda para que o meu homem visse. Eu era a cadela de Dom Grisalho, já o sabia e não tinha dúvida alguma, pertencia a Ele.

“Tire a calcinha shirley!” Eu obedeci maquinalmente de novo a meu DONO, e imediatamente a tirei, jogando pelas pernas abaixo. Foi o suficiente para que Dom Grisalho fizesse um movimento, eu estava de costas não o via, senti meu DONO se aproximando, até que veio uma palmada desferida com muita força do lado direito da minha bunda e só pude gritar e chorar enquanto ouvia o barulho do estalo. Meu DONO dera uma tapa de mão aberta que me fez ver estrelas, sem exagero. Mas fui recompensada logo em seguida, rsrsrs, meu DONO se ajoelha atrás de mim e começou a dar-me o prazer que tanto eu esperava e precisava. Começou a lamber minha bunda onde batera e em outros lugares ardidos também, lambia e mordiscava. Eu sentia seus bigodes e seus dentes passearem por toda a extensão da minha bundinha, coxas e subir pelas costas como um apetite voraz. Até que senti suas mãos subirem por baixo da minha camiseta e a esquerda e a direita apertarem meus peitos. Meu DONO apertava com bastante força e encostava sua barriga em minhas nádegas e costas me fazendo dobrar levemente para frente só não caindo graças às minhas mãos que apoiei na parede. Ele murmurava em meus ouvidos "adoro esses peitinhos deliciosos, parecem de criança". "shirley Eu já vi os biquinhos endurecerem atrás daquela sua blusinha branca um dia..." Eu não sei como, ele conseguiu enfiar a cabeça por baixo de mim e abocanhar meu seio direito mordendo-o e chupando-o vorazmente, como se chupasse e comesse uma manga. Podia sentir seu pau cutucar por trás já completamente nu. "Cadelinha, essa sua mãozinha linda de fada, essa aqui". Falou isso enquanto alisava minha mão direita apoiada na parede. "Essa sua mãozinha, pega no meu PAU que eu quero". Até que envolveu delicadamente sua mão por sobre a minha mão tirando-a da parede que tive que me apoiar quase inteira com o braço esquerdo na parede. Ele conduziu minha mão até seu pau completamente duro por baixo da barriga. Eu, já totalmente envolvida, peguei curiosa e excitada, senti uma vibração percorrer por todo meu corpo quando ele pulsou latejante e grosso na minha mão, ele latejava curiosamente. Era muito mais grosso que de meu corninho (rsrsrs, já o considerava assim), enchia minha mão, eu mexi e Ele falava alto. "que delícia, que mãozinha doce... continua". Eu, obediente, comecei a gostar cada vez mais da brincadeira de masturbá-lo desse jeito apesar da minha posição incomoda e aumentei um pouco mais o ritmo. Ele ficou um tempo assim extasiado e debruçado em mim. Eu sentia sua saliva escorrer quente pelas minhas costas, quando Ele saiu de cima de mim, e ganhei outro tapa, o golpe veio mais forte que da vez anterior, mas agora do outro lado da minha bunda. Minhas mãos foram descendo pela parede e eu, assim de costas pra eles, caí de joelhos soluçando. Mas, incrivelmente, presente e latejando como a dor em minhas nádegas, estava um constante e indefinível prazer me tomando a alma, me realizando como uma putinha como queria Dom Grisalho. Mesmo quando o homem bruscamente me pegou por debaixo dos meus braços me fazendo levantar, mesmo assim, estava ali presente o indefinível prazer de pertencer, de ser completamente uma puta mesmo, desse homem extraordinária que é meu DONO. Tanto gostei de como era tratada que me ajeitei e apoiando novamente minhas mãos na parede, me inclinei para trás e pude ouvir meu DONO dizendo. "isso puta! isso mesmo, já sabe que é uma cadela mesmo!". Dom Grisalho antes de novamente se debruçar em mim, me dava tapinhas e enfiava seus dedos no meu ânus e vagina, assim, eu de costas, inclinada para trás, até que cuspiu na altura da entrada do meu ânus como já fizera anteriormente e começou a penetrar com seu pau grosso enquanto dizia mais ou menos isso “eu gosto é de cuzinho, eu gosto é de um cuzinho assim...”. suas mãos correram novamente para os meus peitos e os apertaram com força descomunal dessa vez. “e de tetas gostosas como a sua também...”

Eu não sabia aonde a dor era mais forte. Eu me abria mais pra facilitar a penetração, mas ao mesmo tempo tentava tirar uma das mãos do meu DONO do meu peito que parecia estar sendo esmagado. Foi quando DOM GRISALHO me deu dois tapas leves na minha cara (cadela tem é cara, sei disso) e ajeitou meu cabelo para o lado, por trás da orelha, expondo meu lado direito do rosto mais livremente e fez com que minhas duas mãos voltassem para apoiarem-se na parede e começou a se masturbar ali, do lado do meu rosto e não parou mais. Surpreendentemente largou um dos seios somente (a outra mão continuava a apertar com força) e começou a massagear com uma perícia que eu não conhecia, o meu clitóris. Um jato de esperma, saindo do pênis de meu DONO grudou nos meu cabelos e veio mais nos cabelos e no meu rosto. Ele ordenava "passa a língua piranha, lambe meu mel". E eu passava a língua freneticamente. Ele trazia da minha cara para a boca o que de mel que ejaculou e, eu lambia e engolia sequiosamente já sem nenhum resquício de nojo, mas sim, com muito prazer e volúpia mesmo. A perícia do meu DONO no meu clitóris e a sua conseqüente gozada me fizeram começar a gozar simultaneamente com gosto de seu esperma na boca, que achei-os deliciosos, se tivesse queria mais e mais. E, como já se tornava regra, eram gozos convulsivos acompanhados de muita lágrima. Quando Ele acabou, fui surpreendida pela sua mão direita batendo com força no lado esquerdo da cara, fazendo-me cair deitada de lado chorando convulsivamente. “Levanta vadia! Vai tomar um banho, porque o Ciro deve chegar logo”. E eu obedeci prontamente, embora ainda chorando muito, não sei se cheguei a falar anteriormente, mas meu DONO é formado em psicologia e embora não fosse médico, Ele mesmo ligou para a farmácia e mandou virem uns tubos de pomada e outros remédios que me mandou passar e tomar em horários diferentes para tratar os hematomas e outras marcas e me dar mais "disposição" para tocar a vida, aliás, a nova vida de escrava. Eu estava no banheiro quando meu DONO recebeu as entregas da farmácia e depois saiu dizendo-me um tchau distante, eu quase que dormi, eu praticamente desmaiei na banheira, fiquei pensando nas alegrias que tive...

De lá pra cá me tornei mesmo sua escrava e cadelinha e Ele me usa de diversas formas e em diversas ocasiões. Para mim, meu DONO tornou-se um vício. Quando ouço sua voz, eu tremo da cabeça aos pés e tenho dificuldade pra disfarçar quando o Ciro ou conhecidos estão por perto. Espero sempre ansiosa uma nova ordem D’Ele, quer seja vindo aqui ou me ligando pra que eu vá a um determinado lugar, o que mandar-me fazer, farei sem pensar duas vezes.

Mas apesar de todo prazer, me incomoda o constante drama de consciência que vivo. Dom Grisalho conduz a coisa de tal forma que até hoje Ciro não desconfia de nada. Essa vida que passei a levar de três anos pra cá, não tem nada com o que eu considero, aliás, considerava ser uma vida normal. Vida normal é a que eu levava. O fato é de estar assim tão entregue ao meu DONO que me faz não conseguir viver sem Ele, não sei o que acontecerá se um dia Ele me dispensar. Claro que hoje não tenho PRAZER quando eu e Ciro transamos, embora eu o ame muito, não sinto quase nada de tesão por meu marido em comparação quando eu estou com meu DONO, são situações bem diferentes. Com DOM GRISALHO libero-me de qualquer limite, sei que não serei julgada por Ele. Posso disser que amo aos dois, embora de modos diferentes, não sei explicar em palavras. Uma outra coisa mudou também, meu modo de vestir em público, hoje estou bem mais discreta, não gosto de chamar atenção dos homens como anteriormente, apena um homem faço questão de me mostrar radiante e demonstrar com sua realmente uma puta e, vocês sabem quem é, rsrsrs.

Sou muito FELIZ e SATISFEITA com a vida dupla que levo e muito obrigada por poderem ler esta minha narrativa,
que é verdadeira e procurei ser a mais realista possível.

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Se desejar receber outros contos de autoria de meu DONO, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficará satisfeito por poder mostrar-lhe seus trabalhos.

 

Iniciação da Gláucia

Meu nome é conhecido como DOM GRISALHO no meio do BDSM, sou DOMinador a mais de vinte anos e com experiência no trato com mulheres submissas. Vou contar-lhe como iniciei Gláucia, secretária na empresa que trabalhamos algum tempo atrás. Era um escritório de assessoria e consultoria financeira, localizava-se na zona Sul de São Paulo-Capital, EU ocupava a função de chefia, subordinado apenas ao gerente e aos proprietários da empresa.
Já havia algum tempo que a Gláucia, minha secretária, me chamava bastante à atenção. Eu a queria como minha escrava, mas pelo que já havíamos conversamos e EU dado-lhe umas indiretas, ela não tinha a mínima idéia do que fosse ter um DONO. Minha forma de tê-la seria EU conquistá-la como minha amante “baunilha” e depois EU a iniciaria. Era apenas questão de tempo, pois sabia que ela me desejava e muito para também para termos um relacionamento ainda que não fosse o desejava de imediato. Mas sei esperar.
Notei que de uns tempos para cá ela tem se vestido diferente. Deu uma modernizada no seu guarda-roupa, está mais sensual, mas sem nenhuma vulgaridade. Gláucia tem 37 anos e possui um corpo finamente esculpido. Tudo nela é proporcional, bundinha bem feitinha, seios médios, bastante sensual sem ser exagerada ou vulgar, ela fazia o tipo “mignon”.
Nosso escritório é pequeno. Somos poucos funcionários. Tem feito dias de muito calor em São Paulo. Normalmente às sextas-feiras trabalhamos mais a vontade, com roupas casuais, sem aquela coisa sisuda de consultoria. Nesta última sexta, Gláucia veio trabalhar com um vestido florido daqueles de pano molinho, soltinho, destes que as mulheres diuturnamente a usam em dias muito quentes.
Mas naquele dia estava linda! A barra do vestido era um pouquinho acima do joelho. Quando ela sentava em sua mesa de trabalho, dava para ver suas belas coxas torneadas e seus finos pelinhos loiros sobre a pele bronzeada. Vale lembrar que quase todos os finais de semana Gláucia desce para as praias de Santos, razão pela qual está sempre com um belo bronze.
Neste dia ela estava me deixando louco e acho que ela notou isso rapidinho. A cada instante eu arrumava uma desculpa qualquer para ir até a mesa dela. Em uma destas ocasiões, enquanto eu lhe entregava um documento, coloquei a mão sobre o seu ombro e me inclinei o mais próximo possível dela enquanto lhe passava instruções. Gláucia voltou o seu olhar para mim e deixou escapar um discreto, porém safado sorriso. Era a senha que eu precisava, seria hoje que iria me servir daquele belo exemplo de fêmea.
O escritório estava quase vazio. A maioria dos consultores estava viajando, atendendo empresas fora da capital. Depois do almoço, tratei logo de arrumar atribuições fora do escritório para as três pessoas que restavam, além de mim e da Gláucia. Isso não era incomum, acontecia com freqüência e dependendo da atividade EU já falava para o funcionário ir embora direto pra casa depois de concluída a tarefa. Mas jamais eu havia feito isto com segundas intenções. Eram 15h30min horas quando ficamos só eu e a Gláucia no escritório.
O caminho para se chegar à copa do escritório é um corredor que liga quase todas as salas até a área de banheiros e copa. A porta da minha pequena sala fica sempre aberta. Vi que Gláucia passou pelo corredor em direção à copa. Esperei alguns segundos e fui atrás, era a hora da minha conquista tão desejada. A copa é um espaço bem reduzido, uma salinha minúscula com um corredor estreito. Entrando, tem uma bancada com uma máquina de café expresso e no fundo o purificador de água.
Cheguei à copa e vi Gláucia tirando um café expresso. Pensei rápido, vou pegar água. Para chegar até o purificador, não pedi licença para ela. Simplesmente peguei na cintura dela e fui passando lentamente por trás dela, dando-lhe uma encoxada de leve como se fosse num ônibus lotado. Ela como EU previa, não retrucou.
Seus cabelos exalavam um perfume delicioso. Ela permaneceu no mesmo lugar enquanto eu pegava minha água. Na volta repeti o processo. Peguei novamente na cintura dela e fui passando, só que parei bem atrás dela. Meu pau a essa altura do campeonato já estava duro por baixo do jeans. Era tudo ou nada naquele instante. Se reclamasse EU simplesmente pediria desculpas e me afastaria, mas se ela aceitasse... rsrsrs.
Ela se recostou em mim e inclinou a cabeça para trás oferecendo seu pescoço. Incontinenti comecei a beijá-la suavemente no pescoço enquanto deslizada minhas mãos pela sua cintura subindo até encontrar seus seios, durinhos e médios. Voltei sua boca para mim e a beijei longamente. Ela se entregou completamente à volúpia de meu beijo ardente, colocando sua língua em contato com a minha, estava sedenta de PRAZER. Disse a ela para irmos até a minha sala e a trouxe embalando-a com muito carinho e paixão...
Na minha sala, tirei tudo que havia sob a minha mesa jogando para um canto. Sentei na minha cadeira e convidei a Gláucia para sentar na minha mesa de frente pra mim. Prontamente ela sentou-se à minha frente e percebi que por baixo daquele vestido não existia calcinha alguma. Que delícia!
Comecei a beijar suas pernas e coxas dando-lhe pequenas mordidas. Gláucia tirou seu vestido por completo como se estivesse tirando uma camiseta. Que visão maravilhosa, era tudo que EU já tinha antevisto, bucetinha linda!!! Lisinha com um pequeno e bem aparado filete de pelos. Gláucia, dengosa com o rostinho de safadinha, sentou-se mais na ponta da mesa e se deitou, esperando minha ação.
Eu estava sentado, ali diante de uma xaninha caprichadamente desenhada, de pele clara e detalhes rosados. Comecei a deslizar minha língua sobre a virilha dela, bem lentamente. Brincava ao redor de seus lábios vaginais, sentia que ela ia ficando cada vez mais molhada, mais entregue aos meus desejos.
Enfiei minha língua em suas entranhas, sentindo seus líquidos, seus sabores. Seu clitóris estava rígido. Comecei a travar uma luta entre aquele grelinho delicioso e a ponta da minha língua. Ela se contorcia sobre a mesa. Não tinha a menor pressa. Torturei-a até que não agüentou e gozou na minha boca. Estava louco para sentir aquela mulher se contorcendo e pulsando na minha língua. Ela queria muito mais.
Gláucia levantou-se da mesa puxando minha camisa e abrindo a fivela do seu cinto. Tirou toda minha roupa em questão de segundos. Eu estava com tanto tesão que para gozar a primeira não demoraria muito. Ela ajoelhou-se diante de mim e abocanhou o meu pau com maestria. Sua boca quente e úmida sugava meu pau deliciosamente, hora bem devagar, hora com uma velocidade frenética.
Ela circulava a cabeça do meu pau com a língua de maneira que me deixava sem ar. Parecia que queria se vingar da tortura que eu lhe havia feito com a luta entre minha língua e seu grelo. Gláucia parou por um segundo e sussurrou: "quero leite!". Voltou a sugar o meu pau de forma intensa até que não pude mais agüentar e jorrei todo o meu mel em sua boca. Ela deixou o meu pau limpinho, não desperdiçou nada, inclusive umas gotas que caíram sobre minha coxa direita.
Fomos para a sala ao lado. Nesta sala havia um pouco mais de espaço e possuía um pequeno sofá de dois lugares. Sentei e a Gláucia sentou-se no meu colo de frente pra mim. Recomeçamos a nos beijar e a nos acariciar. Eu queria explorar cada centímetro daquela deliciosa mulher. Logo eu estava a ponto de bala novamente.
Gláucia começou a cavalgar em meu pau enquanto abocanhava seus lindos peitos. Como rebola gostoso!!! Mudamos de posição. Ela ficou de quatro no sofá e eu em pé comecei a foder aquela bucetinha deliciosa batendo forte. Segurava firme na cintura dela. De vez em quando, eu parava um pouco deixando meu pau lá dentro.
Estávamos exaustos, suados. Por todo o escritório tinha aquele cheiro de sexo. Não poderia ter tido melhor fim de expediente do que este. Sabia que estava entregue totalmente a mim, pois ficou jurando-me elogios diversos, que me queria como seu homem, que ela seria somente minha. EU já sabia que isto iria acontecer.
Era agora que EU iria fazer o que desejava: submetê-la às minhas vontades. Aproveitei que ela estava extenuada com a aula de sexo que lhe dei, e deitada lhe dei um tapa no rosto e disse-lhe para baixar seus olhos e se não o fizesse iria ser esbofeteada. Ela olhou-me estupefata, noto que não sabe o que fazer, tenta reagir, mas dou-lhe outro tapa, desta vez mais ardido. Ela obedece à contra gosto e fica quieta como que esperando o meu próximo passo. Sabia que seria minha, bastava ser enérgico com ela e dar-lhe ordens.
Como estava com os olhos abaixados, abri uma das gavetas em minha mesa e de lá retirei minha maleta de práticas deliciosas de BDSM. Neste meio tempo ela viu o que peguei e sinto que a deixei muito intrigada, o que poderia ser aquilo? Ela me pergunta e EU respondo que no devido tempo saberá o que é e que ficasse quieta senão apanharia mais.
Disse-lhe que ela era minha, a partir daquele momento EU era seu Senhor, ela olhava para mim como senão entendesse nada do que EU falava. Não esperei muito e peguei uma venda e tampei seus olhos, e também amarrei suas mãos de forma que não reagisse ao que iria lhe fazer. Falava-lhe que se fosse boazinha iria ter prazeres que nunca teve, senão aceitasse meus comandos iria apanhar bem mais. Perguntei-lhe se queria que EU a desamarrasse e fosse embora. Gláucia nada respondeu, EU sabia que estava gostando, porque de sua xaninha os pingos de excitação não paravam. Ela estava completamente nua sentindo as minhas mãos tocando seu corpo em pontos isolados, primeiro em seus mamilos que já estavam eriçados de frio e pela excitação que o medo estava lhe dando, em seguida por vários pontos até que tudo pára e ela fica tentando adivinhar onde EU estou, porque a venda a impedia de ver-me.
E o que faço em seguida a fez arrepiar-se, quando algo corta o ar para estalar em sua carne imediatamente, ela não sabe o que é, mas lhe parece um chicote ou um cinto, suas mãos presas tentam impedir os golpes sem sucesso, EU então pergunto:
- Sabe por que está apanhando vadia?
- Não; diz ela.
- Porque ainda não entendeu que hoje você será minha cadela e te quero de quatro no chão.
EU sabia que aquilo a faria se sentir muito humilhada. Ela começou a chorar, implorando-me para libertá-la, mas falei que se não ficasse quieta iria apanhar mais, dei-lhe a entender que não tinha saída alguma. Vejo que ela aquieta-se, finalmente acaba obedecendo, vindo até o chão da forma que EU queria, sem qualquer reclamação, até o choro tinha acabado.
Voltei a açoitá-la de forma leve e perguntei o que ela está esperando para seguir o som da voz do seu macho e lamber minhas coxas como uma cadela no cio? Ela consumida por um misto de humilhação e raiva, mas segue a minha ordem e começa a passar a língua em minhas coxas, o cheiro do sexo invade suas narinas e contra tudo que ela possa pensar sente os músculos da vagina se contraindo, porque aquele cheiro mexe com a fêmea apaixonada que ela é por mim, mas seu orgulho não a deixa dizer; o que é completamente inútil, pois EU notei esta sua fraqueza por mim. Então ela sente a minha mão estalar novamente em seu rosto e minha voz dizendo:
- Implora pra chupar o pau do seu Dono e Senhor. Anda cadela vadia, peça, mas implora direito que eu ainda não sei se vou deixar você fazer, pois é rebelde e muito desobediente.
Com voz balbuciante ela diz: - Por favor, meu Dono, quero chupar você.
Então dou-lhe mais uns tapas, agora em sua bundinha, e digo-lhe que não pediu direito, que implore suplicando e dizendo que ela sabia o que quero ouvir. - Por favor meu Dono e Senhor, me deixe chupar seu pau, quero muito sentir o gosto dele em minha boca.

Então preencho sua boca com meu falo latejante de tesão de ver aquela mulher fazer o que EU esperava já há algum tempo; segurei seus cabelos e penetrei sua boca com volúpia por algum tempo; depois a mandei para a cama e disse-lhe para ela mostrar-se despudoramente: seus seios, seu sexo e se oferecer como uma puta implorando para EU sugar e lamber sua xoxota; brinco um pouco com o corpo e o sexo dela deixando-a muito excitada, mas de repente a pego pelo pulso e a puxa abruptamente da cama, ata seus pulsos e prende seus braços acima de sua cabeça, deixando-a de frente para a parede que ela ainda não pode ver, o medo a invade ainda mais porque agora não apenas está presa pelo compromisso de obediência e sem poder ver o que seria feito, mas estava completamente indefesa. Começo a açoitá-la como a uma escrava dos poemas de Castro Alves, a fiz dizer que será minha escrava sempre que EU desejar, que obedecerá a todos os seus comandos. Desesperada e vencida pela dor e pela impotência ela aceita e diz que sim.
- Agora implore pra teu dono chupar tua xoxotinha, minha putinha linda, confessa que você só se realiza com meu cacete dentro dos teus buraquinhos, minha vagabunda gostosa. Você é puta, mas minha puta. Você já entendeu que sou teu Dono e que quero que se comporte como minha propriedade e que seja bem vadia?
Quase sem voz ela diz que sim, e começa a implorar pelos meus carinhos em seu corpo, pede que a sugue, pois nunca gozara tanto. Deslizando meus dedos pelo corpo dela do jeito que Eu quiser, ela começa a ter espamos, querendo gozar, totalmente entregue a mim. Fiquei a brincar com seus lábios da xaninha que estavam totalmente sem pêlos, exatamente como Eu gosto, parecia que já sabia da forma que EU queria que ela etsivesse. Finalmente passo a língua e sugar alternado, enfio os dedos dentro de sua xoxota que está molhada de tesão, apesar dos sentimentos controversos. Ela tem um orgasmo alucinante em minha boca, entregando a mim seus sucos vaginais. Agora EU solto seus braços, e a penetra com meu membro a sua linda bocetinha, ela totalmente devassa, é uma fêmea queimando de tesão, ela se mexe esfregando as paredes de sua buceta no meu pau, como uma putinha e tendo uma avalanche de orgasmos.
Tiro o pau de dento dela fazendo-a provar o sabor de sua xaninha, e depois beijo sua boca pra sentir o gosto dela também. Faço comentários sobre o sabor doce que dela sai.
Ela nunca tinha sentido o que sentiu comigo, o modo como aconteceu, ao mesmo tempo em que sentia-se desprotegida, estava também se sentindo confortada.
Foi quando ela, surpreendentemente falou-me: Se eu concordar com as suas condições e lhe obedecer em tudo que desejar e mandar, este prazer será mantido e eu poder servi-lo?.
__ Chegarás as alturas, respondi-lhe.
__ Então eu aceito.
__ E obedecerá a tudo quanto te ordenar?
__ Sim.
__ E estás ciente de que se desobedecer e falhar, EU tenho livre poder de te castigar da maneira que eu bem entender?
__ Sim, sei e aceito.
__ E que você estará disposta a mim 24 horas por dia e que posso lhe chamar a qualquer hora e que não pode se recusar, a não ser por um motivo justo?
__ Sim.
__ Sabes que de agora em diante viverás para me agradar e me satisfazer, e que seu prazer só será meu?
__ Sim.
__ Então você já pode ser minha escrava. De hoje em diante seguirás as minhas ordens. Não poderás ter outro homem, seja namorado ou seu Senhor.
Ela ouviu todo o meu discurso e em resposta consentia em tudo. A desamarrei e EU fiquei de pé, na sua frente. Ela me olhou da cabeça aos pés, admirando-me, senti que estava realmente satisfeita. Sua carinha demonstrava um pouco de vergonha e estava vermelha. Quando a vi assim, submissa, aos meus pés, não poderia deixar em branco e lhe dei logo um tapa para tirar do transe em que estava.
__ Você não tem o direito de sentir vergonha perante mim, entendeu?
__ Sim...
PAFT! Dei-lhe outro tapa, dessa vez mais forte.
__ Me chame de Dono ou Senhor de agora em diante, bem curvada para mim, como deve ser, está entendendo?
__ Sim Senhor, meu DONO, serei sua escrava de hoje em diante, FELIZ e muito SATISFEITA!
Assim iniciei Gláucia, que me serviu muito tempo, apenas se afastou de mim porque sua família foi embora para o Paraná e ela teria que ir junto para cuidar de sua mãezinha que já tinha idade avançada. Mas Gláucia me considera seu DONO ainda e, quando pode vêem a São Paulo avisa-me com antecedência, pedindo minha autorização para ter os momentos prazerosos de poder servir ao seu DONO, prazeres que nunca deixou de lembrar-se. Hoje ela sabe que tenho outras, mas me ama firmemente e não deseja saber quem é ou deixam de ser, apenas quer ter o PRAZER com o seu DONO e SENHOR, sendo-me completamente fiel.
Este CONTO garanto a vocês é a mais pura verdade!!! Quem sabe o que é a DOMinação saberá.
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ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

 

 

 

 


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