Sadomasoquismo

Planeta KL-57

Estamos no ano de 2079. Estamos prestes a descer no planeta KL-57, um planeta em quase tudo semelhante a terra. Água, atmosfera, plantas, árvores, planícies e talvez seres vivos. Nossa missão é saber o que aconteceu com outra nave de reconhecimento enviada há pouco menos de um ano. Sabemos que essa nave SU-1938, com três astronautas, desceu ao planeta com sucesso e sua tripulação saiu para explorar o planeta e nunca mais deu notícias. Estamos em cinco tripulantes e nossas ordens são de descermos três de nós, ficando dois na nave. Com dados de nossos computadores sabemos que a atmosfera do planeta é semelhante a da terra.
Meu nome é Leopold. John e Pacheco são os dois astronautas que me acompanharam após uma descida sem problemas. Levávamos uma pistola de raios na cintura e Pacheco uma arma parecida com uma metralhadora. Descemos a pouco menos de quinhentos metros do lugar de pouso da nave procurada e a encontramos sem dificuldade. Na nave SU-1938, para surpresa nossa, tudo estava em ordem. Entramos em contato com a Terra, comunicamos o fato e saímos para procurar a sua tripulação.
Estávamos procurando por vestígios deixados quando avistamos um homem assustado e ansioso para nos falar. Vestia roupa de peles e claramente era inofensivo. Sua aparência era de um ser humano. Com cautela o abordamos e logo percebemos que ele queria que o seguíssemos. Na esperança de encontrarmos respostas ficamos contentes em saber que havia vida humana no planeta e alguma esperança da tripulação do SU-1938 estar viva. O desconhecido, excitado e falando uma língua desconhecida nos levou a uma pequena aldeia onde logo fomos cercados por pessoas ansiosas em nos dizer algo. Com gestos procuramos saber de nossos companheiros e a cada pergunta eles apontavam ansiosos para o céu expressando medo. Olhamos e vimos um grande número de pássaros de grande porte voando em círculos como se nos observassem.
As aves começaram a descer em nossa direção enquanto a população daquela aldeia fugia aterrorizada. Voltei-me para eles tentando descobrir a causa quando senti como se duas garras me pegassem pelos ombros. Vi-me voando preso pelas potentes garras e logo senti meu corpo ser envolvido como um casulo deixando-me imóvel. Só então comecei a perceber que a ave tinha um corpo humano. Olhei para a cabeça do pássaro e em vez de bico e penas vi o rosto de uma linda mulher, com cabelos curtos e pele morena. Meu treinamento me ensinava a manter a calma e avaliar a situação antes de mais nada. Voávamos a uns mil metros de altura e nos distanciávamos da aldeia. Avistei um penhasco e percebi que era para seu topo que nos dirigíamos. Percebi também que a mulher pássaro tinha uma força descomunal.
Descemos no pico do penhasco. Devia ter uns cem metros quadrados relativamente plano e depois precipício. A mulher pássaro rasgou minha roupa de astronauta como se fosse papel deixando-me nu. Deixando-me de bruços juntou meus braços apertados a meu corpo e deitou-se totalmente em cima de mim com suas asas cobrindo-nos. Ficamos os dois sem nos mexer mas senti como se fosse uma cobrinha penetrando o meu anus explorando todo o seu interior. E ela começou a chupar o lóbulo de minha orelha. A sensação após
passar minha surpresa era gostosa e me dava tesão apesar de cada vez que me mexia levar um tapa forte no rosto. Após talvez uma hora ela me virou , deitou-se em cima e colocou meu membro em sua vulva. Não se mexia mas sentia em meu pinto movimentos de baixo para cima com uma sensação maravilhosa. Quando ela começou a chupar meu mamilo não agüentei e gozei mas ela continuou ali, em cima de mim, parada, com movimentos de sua vulva, chupando o agora dolorido mamilo, e estranhamente sem que meu pinto amolecesse apesar de estar quase insensível. Ficamos assim por mais de três horas. Devo ter gozado mais duas vezes e o único movimento aparente da mulher pássaro era trocar o mamilo que chupava. E meu pinto duro como rocha.
Finalmente ela saiu de cima de mim e prendeu-me no casulo em que tinha me transportado apertando até que eu não pudesse me mexer. Sem me olhar saiu voando. Fiquei ali procurando por minhas idéias em ordem. Apesar de todo o meu treinamento não conseguia ver como poderia fugir daquele penhasco e ainda por cima todo atado.
Em pouco mais de uma hora ela voltou. Jogou ao chão um animal morto já aberto no peito e um ogre que provavelmente continha água. Soltou parte do casulo de modo a deixar livre de minha cintura para cima e para surpresa minha disse
-Coma, Beba.
Então ela conhecia minha língua...e só podia ter aprendido com a tripulação da outra nave...e então eles podiam estar vivos. Minha alegria só não foi maior do que minha fome. Enfiei o dente naquela carne e comi tudo o que tinha direito. Era uma carne meio adocicada mas muito saborosa. Bebi do ogre e realmente era uma água cristalina e pura. Terminei sujo do sangue do animal mas com a fome totalmente saciada.
Sem dizer nada ela soltou-me do casulo e segurando pelos meus ombros saiu voando.
Preso pelos ombros com o corpo 90 graus em relação a ela me senti indefeso, com medo e principalmente ridículo. Voamos em direção a uma linda cachoeira . A mulher pássaro deu uma rasante nas águas abaixo da cachoeira de modo a que eu ficasse totalmente imerso. Levei um susto naquele mergulho em alta velocidade. Saímos e ela deu mais uma volta e outro mergulho. Ela ria de meu desespero enquanto eu tentava recobrar meu fôlego. Voltamos ao penhasco; soltando meus ombros ela falou novamente
- Agora limpo. Posso comê-lo. E sem me dar defesa me colocou de bruços e tudo começou de novo.
Nos dias seguintes a única alteração foi que a mulher pássaro me deixou fora do casulo e eu pude recuperar minha forma física. Quando estava sozinho fazia os exercícios que estava acostumado e tentava reconhecer as circunstancias em que estava. Tinha uma missão a cumprir: salvar a mim e aos meus companheiros e voltar a terra com a minha nave. Conhecia técnicas de eliminação rápida do oponente como estrangulamento por detrás empurrando com a mão esquerda sua cabeça, ou um golpe no plexo, ou uma pancada na nuca com uma pedra em um tipo de funda na qual eu era exímio ou ainda furar-lhe os olhos com os dedos seguido de uma pancada no pescoço. A seguir fugir de rapel ou escalar o rochedo. Este plano seria normal mas não tinha corda nem onde prende-la para o rapel, não tinha equipamento para escalar o rochedo, e a mulher pássaro era toda dura de modo que minhas técnicas não surtiriam efeito. Conclui que tinha de esperar e tentar achar o seu ponto fraco, Tinha de ter algum e esperar para agir quando fosse mergulhar na cachoeira.
Pelo quinto dia minha mulher pássaro prendeu-me no casulo. Pouco tempo depois começaram a chegar quatro outras mulheres pássaros. E para surpresa e alegria minha traziam os meus dois companheiros de nave e outros dois da nave procurada. Eles estavam vivos!
Elas chegaram alegres encostavam seus rostos como se cumprimentando e deixaram seus cativos dentro dos casulos ao meu lado. Estávamos todos somente dos ombros para cima de fora. Todo o resto do corpo totalmente envolvido pelo casulo.
-Vocês estão vivos! E vocês devem ser o Alonso e o Jack, perguntei.
-Sim, e o Takeo foi levado para outra região, respondeu Jack
As mulheres pássaros nos olharam. Uma delas veio até nós
-Shhhh. Silencio. Não poder falar. E estendeu seu pé para o Alonso. Imediatamente ele começou a beijá-lo e lambe-lo.
Todas as outras vieram ver a cena curiosas. Conversaram alegremente na língua delas e cada uma estendeu seu pé para que os beijássemos. Comentaram entre si, dando risadas. Nunca tinha visto minha mulher pássaro tão alegre; Após uns cinco minutos se afastaram e foram conversar formando um círculo um pouco distante de nós. Alonso falou entre dentes.
-O castigo delas é terrível. Eu ia ser castigado e quando Lei chegou perto de mim beijei-lhe os pés para que não me matasse. Ela adorou ter seu pé beijado, esqueceu do castigo e passei um dia beijando e lambendo seus pés. Vai acontecer com vocês o mesmo.
-Shhhhh . Uma delas veio em nossa direção e esbofeteou cada um de nós. Era a primeira vez que eu sofria um castigo físico.
Passado mais um tempo a dona de Jack veio pega-lo e levou-o para onde estavam as demais. Minha Dona, esse foi o nome que lhe dei , veio até nós e virou-nos para a direção delas.
-Ver. Nosso castigo tentar fugir.
Libertaram-no do casulo, para surpresa minha soltaram suas asas e sua dona deitou-se em cima dele. Duas outras ficaram a seu lado chupando os lóbulos das orelhas e seus mamilos. Depois de algum tempo percebi que tanto os mamilos como os lóbulos começaram a sangrar. Depois de algum tempo saíram de perto dele .Duas delas levantaram seus pés deixando-o quase de cabeça para baixo e minha Dona começou a cortar a sola dos pés de Jack com suas unhas. Jack tentava não gritar mas deixou escapar alguns gemidos. Com a sola dos pés todo cortada puseram-no de pé e o obrigaram a andar. A dor fez com que ele caísse. Colocando um de seus pés em sua cabeça sua dona falou
- Todo dia seu pé será cortado .Quero ver fugir de novo.
E ficaram bebendo um líquido esverdeado sem se importar conosco até ficarem visivelmente alteradas. Vieram em nossa direção e cada uma pegou seu prisioneiro.Minha Dona apoiou-se em uma pedra alta , estendeu seu pé e apontou-o
Sempre fui podolatra. Essa era minha praia e pude então admirar como os pés de minha Dona eram lindos. Calcanhares bem torneados, dedos perfeitos no tamanho certinho, e o peito de seus pés dignos de um Michelangelo. Usei toda a minha técnica para mesmo preso dos ombros para baixo dar-lhe o prazer que aqueles pés mereciam. Senti que dentro do casulo meu membro estava duríssimo. E levantando meus olhos pude admirar seus tornozelos largos, suas pernas e coxas bem torneadas e firmes, enfim uma Deusa. Dona estava visivelmente adorando minha língua massageando seus pés e ousei falar
_ Se libertar meus braços posso fazer melhor.
Ela riu, libertou-me da cintura para cima e pude segurar e beijar aqueles lindos pés, lamber cada um de seus dedos e aquele peito do pé divino. A reunião terminou com cada uma levando seu cativo para seu ninho. Jack quase desfalecido.
Seis meses se passaram. Minha rotina era sexo por umas seis horas, comida, banho na cachoeira e beijar e massagear seus pés no restante do tempo. Sentia que o lóbulo de minhas orelhas tinham crescido muito e meu anus tinha se aberto devido ao passeio que aquela cobrinha fazia dentro dele. Com seus pés Dona era cada vez mais exigente. As vezes obrigava-me a segui-la e beija-los sempre que parava. E ela caminhava por horas saboreando minha humilhação . Com o tempo ela aprendeu a falar minha língua. Aquele povo tinha uma facilidade em aprender línguas.
Naquele dia Dona prendeu-me no casulo. Fazia muito tempo que ela não fazia isso. Fiquei surpreso mas ela me acalmou
-Hoje reunião. Na volta quero você pronto para mim. E voou
Passados quinze minutos ouvi um barulho que já conhecia. Era minha nave. Aproximou-se uns dez metros acima de minha cabeça e os ouvi
-Comandante, vamos aproveitar que elas estão longe. Vamos içá-lo
-E os outros já estão ai? Perguntei
-Só temos combustível para mais uma pessoa. Vamos Comandante
Pensei no vazio de minha vida na Terra. Na ausência de alguém me esperando. E pensei naquela vida de sexo, naqueles pés lindos de minha Dona,no prazer que sentia ser seu escravo e ser humilhado por ela. Perguntei
- E o Jack?
-Está péssimo Comandante. Infelizmente não dá para levar dois tripulantes
- Então levem-no no meu lugar. Isso é uma ordem
A nave deslocou-se rapidamente. Não havia tempo a perder.
Sabia que a fuga de Jack iria acarretar castigos para mim e os outros. Talvez tivesse meus pés também riscados, Mas sabia também que continuaria a pertencer a minha adorada mulher pássaro.

 

A irmandade soberana

Personagens
Ligia – 45 anos, bonita para a idade, separada a 6 anos de seu marido com quem viveu por quase 20 anos e que foi deixada por uma garota de 20 anos. Tem uma boutique de roupas femininas . É bem sucedida. Tentou um relacionamento mas não deu certo.

Minhas bizarrices

Morava ainda na casa dos meus pais, quando chegou do interior, para
morar conosco,  uma sobrinha da mulher de meu pai, que nesta época já
era casado pela segunda vez, a menina tinha 19 anos e era mais velha
que eu e meu irmão, que tínhamos eu 17 e meu irmão 16, a menina vinha
de uma fazenda onde morava com a mãe viúva e pretendia vir para a
cidade grande estudar. Ela era morena com cerca de 1,60 de altura olhos
verdes pernas torneadas e um bumbum arrebitado,  mas sem ser grande e
era bem bonita, era um  filezinho, mas como meio parente eu nem liguei
muito para ela.

Assim servem as escravas

O Mestre bota karina vadia de quatro, com os dedos da mão esquerda
brinca na menina e no anelzinho.  Com a mão direita, o Dono tampa a
boca da escrava que pouco se mexe.  É uma posição na qual a puta fica
completamente à disposição do Senhor e tal fato aumenta a satisfação do Tio João.


-  Fica de quatro, vagabunda. – o Dono ordena.

Professora de massagem torturada II

Continuando meu relato anterior, Marina havia ficado amordaçada e
amarrada dentro da gaiola, enquanto eu e o meu amigo saímos, prometendo
voltar em breve. Como Jorge não podia voltar ao local pois a empresa
tinha chamado ele para resolver uns serviços, eu voltei ao motel
sozinho. Encontrei ela no mesmo local que havia deixado anteriormente.
Perguntei se ela estava com fome (é lógico que estava, mas fiz questão
de perguntar). Ela acenou com a cabeça que sim, estava com fome. Então
pedi na recepção um sanduíche para ela e um refrigerante. Enquanto a

Professora de massagem torturada

Minha irmã faz um curso de massoterapia. Um dia ela perguntou se eu
queria participar de uma sessão de massagem para as alunas treinarem.
Eu sem dúvida fui, só pensando nas mulheres que passariam a mão pelo
meu corpo. Convidei um amigo e fomos os dois. Chegando no local, vimos
que só tinha mulher gata, tinha para todos os gostos: loiras e morenas.
Eu sou ruivo, pele branquinha, olhos castanho-esverdeado e um pinto
grande e grosso. Sou uma pessoa atraente em todos os sentidos. Meu
amigo é loiro, olhos azuis, pele branca... não tem mulher que não babe