Bissexual

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Fui comer, fui papado

Já faz bem uns 2 anos, conheci um cara num bate papo. Eu sou um cara hetero, quer dizer, não me apaixono por homem mas tenho tesão em fazer coisas com homens e mulheres. Às vezes, eu acho que isso é o normal mesmo, que muitos caras são assim, mas que nao assumem a curiosidade de experimentar as coisas com alguém do mesmo sexo, sei lá. Eu só queria dizer que lá estava eu, um cara com namorada, tudo certo na vida, quer dizer, certo do jeito que dá para ser certo nesse nosso Brasil, apartamento legalzinho, carro, emprego, num chat com um sujeito.

Minha amiga me comeu com consolo

Tudo começou quando eu e uma amiga estava em um barzinho tomando umas cervejas, começamos a falar sobre fantasias. Ela entao começou a falar sobre a fantasia dela que era comer um cara com consolo, na hora fiquei excitado porque era a minha vontade também, não perdi tempo e falei que era meu sonho.
Ficamos um pouco com vergonha, mas depois relaxamos, falei se ela estivesse afim compraria um consolo com cinto. Na hora ela aceitou e disse: Vamos para um sex shopp agora comprar um porque estou morrendo de tesao.

Tomamos mais umas cervejas e fomos para o sex shopp comprar, chegando La vimos cada um melhor do que o outro e ela decidiu comprar um enorme de 23cm x07 e começou a falar se eu agüentaria e eu disse que tentaria.
Compramos e fomos para o hotel, chegando La já começamos a nos beijar e fomos tomar banho juntos e depois começamos a chupar um a outro, ela então pediu para eu ficar de 4, ela começou a passar a língua no meu cuzinho me deixando com muito tesao.

Meu dia de puta

Bom dia ! Meu nome é Shirley, sou casada há 13 anos com o jony, ambos na faixa dos 30 anos, formamos um casal liberal, gostamos muito de sexo e de fantasias, já realizamos muitas, meu marido adora ver ou saber que é um corno, ele me encentiva a usar roupas provocantes, paquerar e me auxilia na escrita desses contos. Vou contar agora pra vocês mais uma loucura que fiz sem o Jony, meu marido, estar presente, afinal ele me libera e depois eu conto pra ele. Eu tenho uma amiga que se chama Flávia, ela trabalha em uma revendedora de cosméticos vizinho ao escritório onde eu trabalho, o marido da Flávia é o João, ele trabalha com o Jony, meu marido, eles são representantes comercial e estão sempre viajando, nós quatro formamos dois casais liberais, estamos sempre juntos fazendo swing e menage.

Um certo dia eu estava trabalhando no escritório juntamente com o meu patrão, o Sr. Fernando, era uma sexta-feira a tarde, quase 16:00 Hs quando o telefone toca, era o Jony, meu marido, me dizendo que havia recebido uma determinação para viajar juntamente com o joão em uma hora e que ele queria que eu desse um jeito para sair mais cedo do trabalho para arrumar sua bolsa e se desse tempo namorar um pouquinho como despedida, mal eu baixei o telefone e um tezão enorme tomou conta de mim, então fui até a sala do meu patrão pedir a ele pra sair mais cedo, chegando lá eu expliquei pro Sr. Fernando que precisaría sair naquele momento para resolver um probleminha, Sr. Fernando aceitou o meu pedido e me liberou pra sair mais cedo até se prontificou a me dar uma carona no seu carro até a minha casa mais com uma condição; que eu desse uma rapidinha com ele ali mesmo no escritório, antes de ir me deixar em casa, Sr. Fernando é meu amigo/amante e eu já tranzei com ele várias vezes, inclusive nossa última tranza foi na frente do Jony, meu marido, mais mesmo assim eu não aceitei, eu disse a ele que estava apressada e naquele momento eu não tinha tempo, afinal o Jony iría viajar e depois disso eu e ele teríamos tempo de sobra, Sr. Fernando entendeu mais não compreendeu mesmo assim ele acabou aceitando, pegou seu carro e foi me deixar em casa, no trajeto ele ia dirigindo e me dizendo que estava morrendo de vontade de me comer e mostrando como seu pau estava duro dentro da sua calça, eu também estava com tezão danado mais o tempo era curto e eu tinha também de cuidar do Jony, meu marido, quando nós chegamos em frente a minha casa, Sr. Fernando parou o carro e me pediu para esperar um pouquinho, a rua estava deserta, em seguida ele abriu sua calça, colocou o pau para fora e começou a se masturbar rapidamente dizendo;......

Já que eu não posso te comer agora pelo menos me ajuda a gozar...... Em seguida peguei seu pau e comecei a masturbar, quando senti aquele pau duro pulsando na minha mão não resisti e cai de boca engolindo tudo, eu punhetava e chupava o pau dele ao mesmo tempo, ele delirava com a minha chupeta e vigiava pra ver se vinha alguém, algumas pessoas passavam pela calçada mas como os vidros do carro tem película escura ninguém via nada, depois alguns minutos ele acabou gozando dentro da minha boca, peguei um lenso e comecei a me limpar, nesse momento meu celular toca, era o Jony outra vez perguntando onde eu estava e eu respondi que já estava na porta de nossa casa, abri a porta do carro e desci rapidamente em direção da minha casa, entrei e o Jony estava no banheiro tomando banho, dei um oi pra ele e fui direto pro quarto arrumar sua bolsa, como a sua roupa e suas coisas já estavam separadas não demorou muito e sua bolsa já estava prontinha, em seguida ele saiu do banheiro enrrolado em uma toalha e veio em minha direção, me abraçou e começou a me beijar, segundos depois acho que ele sentiu o gosto de esperma na minha boca, parou de me beijar e perguntou o que eu havia feito e eu disse a ele tudo que havia acontecido, em seguida ele deu uma risada e me chamou de puta, me pediu para se ajoelhar nos seus pés e fazer o mesmo com ele, não perdi tempo e obedeci, retirei sua toalha e comecei a chupar o pau do meu marido, minutos depois ouvimos um som de buzina na nossa porta e em seguida o celular do Jony toca, era o João que estava enfrente a nossa casa pedindo pra ele se apressar para não perder o horário, depois disso, Jony, meu marido, pegou seu pau, começou a punhetar forte, rápido e me pediu para abrir minha boca, não demorou muito e ele enterrou seu pau todinho dentro da minha boca e gozou, senti o esperma dele descendo pela minha garganta, engoli tudo, em seguida ele se vestiu rapidamente, pegou sua bolsa, se despediu de mim e foi embora, eu continuei só na vontade, com tezão, pensei que iría ter uma rola na minha buceta para gozar gostoso mais só levei gozadas na cara, a noite chegou e resolvi ligar para a Flávia, esposa do João, ela também estava sozinha em casa pois nossos maridos viajaram juntos, convidei a Flávia para vir dormir comigo na minha casa e em 40 minutos ela chegou, abrimos uma cervejinha e ficamos conversando na sala, a hora foi passando e nós resolvemos ir até o banheiro tomar banho juntas antes de ir dormir, embaixo do chuveiro eu contei pra Flávia como teria sido a minha tarde e disse a ela que eu ainda estava morrendo de tezão por um pau grande e duro dentro da minha buceta, nesse momento, Flávia se aproximou de mim e me abraçou, começamos a se esfregar uma na outra, um demorado beija na boca rolou logo em seguida e apartir desse momento o nosso tezão ficou encontrolável, pegamos uma toalha, nos secamos e fomos direto pro meu quarto, chegando lá eu coloquei um filme pornô e deitamos nós duas na cama, mal o filme começou e nós duas já estávamos se masturbando, tocando uma siririca uma na outra, minutos depois eu abri as pernas da Flávia e me deitei em cima dela, ficamos se esfregando uma na outra e se beijando, desci um pouco e chupei seus seios, ela também chupou os meus, depois envertemos a posição e eu coloquei minha buceta na cara dela e fui chupar a sua, logo estavámos fazendo uma meia nove gostosa, não demorou muito e acabamos gozando as duas uma no rosto da outra, depois, fomos tomar outro banho e voltamos para a cama, ficamos relaxando um pouco e continuamos a assistir o filme, em alguns minutos o nosso tezão começou a se ascender novamente mais o que eu e a Flávia queríamos naquele momento era uma pica grande, grossa e dura, minutos depois começamos a falar putarias e a falar das tranzas loucas que já fizemos, eu contei pra Flávia sobre o Bruno meu primo, que ele era muito gostoso, liberal, educado e higiênico, que eu já havia tranzado com ele várias vezes e confiava muito nele, Flávia ficou enteressada e me perguntou onde estava o Bruno naquele momento, peguei o meu celular e liguei pro Bruno, ele atendeu, eu disse a ele que estava em minha casa juntamente com uma amiga também casada e que ambos os maridos estávam viajando e perguntei se ele não queria fazer companhia para nós duas, ele aceitou na hora e nos pediu um tempo dizendo que logo logo estaría em minha casa, depois de vários minutos ele chegou, apresentei ele a Flávia e fomos para a cozinha, sentamos na mesa e começamos a tomar umas cervejinhas, minutos depois meu priminho Bruno me chamou em um particular e perguntou o que eu e a Flávia estava aprontando pra ele, eu respondi que e a minha amiga estávamos em busca de prazer e só poderíamos encontrar isso em uma pessoa de confiança como ele, eu disse também que embora minha amiga fosse casada ela era bastante liberal e o que acontesesse ficaría somente entre nós três, depois disso, eu e o Bruno voltamos para a cozinha e nos juntamos a Flávia, depois de várias cervejas o clima foi esquentando e o tezão aumentando, eu e a Flávia estavámos vestidas somente de baby dool sem calcinha, como estava fazendo calor pedimos pro Bruno ficar a vontade e tirar sua camisa, ficando somente de short, devido a bebida nós já estavámos meio altas e começamos a falar putarias comentando sobre o tamanho do pau dos nossos maridos, Bruno entrou no assunto dizendo que não havia um pau igual ao seu e perguntou se nós queriámos ver, nós dissemos que sim, em seguida ele se levantou da cadeira, baixou sua roupa e apareceu aquele pau lindo, estava quase duro, a minha boca encheu de água e ele perguntou se alguém queria provar, a Flávia pediu pra ele sentar em cima da mesa, nós colocamos duas cadeiras próximas uma da outra e sentamos entre as pernas dele, pegamos aquele pau lindo e começamos a chupar, que pau delicioso, nós dividíamos aquela pica e alternavámos as chupadas entre o pau e as bolas dele, Bruno delirava de tezão tendo duas bocas famintas chupando seu pau, depois de vários minutos ele disse que queria chupar nós duas, pegamos na sua mão e fomos para a sala, tiramos nossas roupas e sentamos de pernas abertas no sofá, uma ao lado da outra, Bruno se ajoelhou no chão ente nós duas e começou a chupar nossos seios, depois nossas bucetas, ele chupava uma depois a outra, a língua dele era uma delícia, eu e a Flávia assistia a tudo abraçadas uma na outra até ele anunciar que queria meter em uma buceta, eu ofereci a minha e fui logo ficando de quatro no sofá por cima da Flávia, Bruno vestiu uma camisinha no seu pau e ficou em pé por trás de mim, em seguida, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente até entrar tudo depois começou a meter, que pau gostoso, ele metia com vontade, Flávia passou a chupar meus seios enquanto Bruno metia em mim, eu comecei a gemer alto, estava descontrolada, passei a falar putarias pro Bruno meter mais em mim, dizendo;......

Me come meu gato gostoso, enfia essa rola todinha dentro mim, arromba minha buceta ahahahhahahahh ........ Depois de ouvir isso, Bruno me puxou pelos cabelos e passou a meter forte na minha buceta, depois de vários minutos chegou a vez da Flávia também ser comida, Bruno se sentou no sofá e a Flávia foi pra cima dele, sentou em seu colo de frente pra ele, encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar subindo e descendo naquela rola, eu me sentei ao lado do Bruno e de vez enquanto chupava os seios da Flávia junto com ele, a safada da Flávia estava adorando, gemia feito uma louca com o pau do Bruno dentro da sua buceta, nossos corpos se desmanchavam em suor devido ao calor que fazia, então resolvemos ir até o banheiro, chegando lá fomos os três para debaixo do chuveiro e ficamos acariciando uns nos outros até o Bruno pedir para meter em mim novamente, fiquei em pé de costas pra ele, apoiei minhas mãos na parede e empinei minha bunda para tráz, ele se posicionou por tráz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, o pau dele era uma delicia, entrava gostoso na minha buceta, Flávia pegou um sabonete líquido e começou a derramar por cima de mim, a água que caía do chuveiro se misturava com o sabonete liquido em minhas costas se transformando em espuma e escorria em direção a minha bunda, o safado do Bruno aproveitou a espuma que se formava na minha bunda e começou a enfiar os dedos no meu cuzinho enquanto metia seu pau na minha buceta, depois de algum tempo, ele retirou o pau da minha buceta, colocou na entrada do meu cuzinho e perguntou se poderia enfiar naquele buraquinho, eu nada respondi e fui forsando meu corpo para tráz, como seu pau já estava na entrada do meu cuzinho ensaboado, ele foi deslizando lentamente para dentro e quando percebi seu pau já estava todinho dentro do meu cuzinho, em seguida ele começou a meter e eu comecei a massagear minha buceta enquanto ele metia em meu cuzinho, o meu tezão foi almentando, eu gemia alto e comecei a falar putaria pois todo homem gosta de ouvir;.........

Mete no meu cuzinho Bruno, ahahahahaha Come minha bundinha bém gostoso, ahahahahaha Mete vai, mete, me come meu macho, ahahahah Arromba meu cuzinho com esse pau gostoso, vai ahahahaa Come a puta da sua prima, vai...... Depois disso, Flávia veio para a minha frente, enfiou seus dedos dentro da minha buceta e começou a chupar meus seios enquanto Bruno comia meu cuzinho, nesse momento um tezão enorme tomou conta de mim, meu coração disparou e o meu corpo parecia querer explodir, comecei a gemer alto e forte, eu agarrei o rosto da Flávia e começamos a nos beijar e em alguns minutos eu gozei feito uma louca, com os dedos da Flávia na minha buceta e o pau do Bruno dentro do meu cú, eu gozei tanto que as minhas pernas não conseguia mais segurar meu corpo em pé, caí no chão de tão fraca que fiquei, em seguida fiquei sentada, Bruno foi trocar a camisinha e a Flávia veio em minha direção, sentou no chão de costas pra mim, entre minhas pernas, eu abracei ela por tráz e fiquei lhe fazendo carinho, tocando seus seios e beijando seu pescoço, Bruno veio em nossa direção e se sentou no chão entre as pernas da Flávia, abriu suas pernas e foi enfiando seu pau na buceta dela, depois começou a meter, Flávia começou a gemer alto e pedir pro Bruno meter forte na sua buceta sem parar pois ela queria gozar, Bruno obedeceu e enfiou tudo na buceta da minha amiga, ficava somente as bolas do lado de fora, Bruno se agarrava em nós duas e meta tudo, nesse ritímo a minha amiga não aguentou muito tempo e acabou gozando no pau do Bruno, em seguida, ela se virou de frente pra mim, ficando de quatro no chão e me deu um demorado beijo de língua, o Bruno se ajoelhou por tras dela e foi enfiando seu pau lentamente no cuzinho da minha amiga, quando entrou tudo ele começou a meter, depois de alguns minutos, Bruno anunciou que queria gozar, então, ele retirou o pau do cuzinho da Flávia e ficou em pé na nossa frente, nós se ajoelhemos nos pés dele, retiramos a camisinha do pau dele e começamos a chupar, chupava e punhetava ao mesmo tempo, depois de alguns minutos, Bruno começou a gemer e gozou em nosso rosto, nós ainda limpamos o pau dele todinho e nos lambuzamos com o esperma dele. Foi uma loucura. Depois disso, nós terminamos o banho e nos vestimos, Bruno se despediu de nós dizendo que tinha gostado muito, que depois queria mais e foi embora, eu e a Flávia fomos pra cama dormir. Foi uma tranza inesquesivél e inédita na minha vida pois embora eu conhesesse a Flávia a bastante tempo eu nunca tinha trocado tantas carisias com uma outra mulher e nunca tinha experimentado o bi feminino, percebi que uma mulher carente é capaz de tudo e essa foi uma experiência gostosa que eu vou querer repetir. Até a Próxima !

À 3 é bom melhor

Meu nome é Carlos e o que vou relatar agora é fruto de uma experiência maravilhosa que me aconteceu por esses dias.
Eu sempre fui um cara aberto a tudo o que é de bom na vida, principalmente no sexo, podendo até dizer-se que sou ativo-liberal. Tenho um grande amigo que é gay e a nossa amizade está acima de tudo e foi numa sexta-feira dessas da vida que pude comprovar que realmente nossa amizade está realmente acima de tudo.

Estava voltando do trabalho já de noite e já perto de casa resolvi beber uma cerveja, pois afinal a sexta-feira foi inventada pra isso. Para minha grande surpresa, quando cheguei no bar encontrei esse meu amigo já sentado tomando uma cerveja com uma suposta amiga que sinceramente era uma gata pra ninguém botar defeitos. Nem precisaram me convidar pra sentar, já fui logo pegando uma cadeira e pedindo outra.

O assunto estava muito interessante, conversávamos sobre banalidades do dia-a-dia e ela se mostrava muito simpática, acho que nem percebeu que eu estava interessado nela e foi quando meu amigo se ligou no meu interesse nela e a chamou para ir ao banheiro com ele. Eu, como não sou bobo e nem nada já sabia que ele estava falando sobre mim com ela e deixei as coisas acontecerem. Então, ele retornou do banheiro só e eu logo fui perguntando sobre o conversado, e ele me disse que realmente poderia até acontecer algo, mas que dependeria de uma pequena condição: que saíssemos à 3. Isso pra mim foi um back, pois jamais imaginaria que meu amigo tivesse interesse em mim, pois sempre rolou muito respeito entre nós. Caros leitores entendam que não aceitei a proposta pelo efeito da bebida, mas sim por estar a fim de novas experiências e principalmente por estar louco pra meter com ela.

Então quando ela estrategicamente retornou para a mesa meu amigo foi logo dizendo que tinha uma garrafa de wisky em casa e que poderíamos ir pra lá pra ficarmos mais à vontade. Pagamos a conta e fomos direto pra casa do meu amigo.
Quando chegamos lá, nos sentamos e começamos a beber novamente. Já com a garrafa quase no fim, ela resolveu ir tomar um banho, pois já estávamos meio altos sob o efeito da bebida e até então não tinha rolado absolutamente nada. Nesse ínterim meu amigo colocou uma musica lenta e suave para relaxarmos. –estava chegando a hora, pensei.

Pasmei quando ela voltou só com uma toalha enrolada no corpo e meu pau que estava adormecido já deu logo um pulo e focou duro feito pedra. Então meu amigo que era gay ou sei lá se é, deu beijo nela na minha frente o que me deixou com mais tezão ainda e foi quando eu resolvi participar do beijo á 3 que foi outra experiência muito legal pra mim, apesar de nunca nem ter passado pela minha cabeça beijar outro homem. Terminado o beijo, meu pau já não estava mais cabendo dentro das calças. Meu amigo foi tomar banho e eu fiquei só, com aquela maravilha de mulher só pra mim, mas tamanha foi a minha surpresa que ela naquele momento só queria me beijar e ficava me dizendo que o melhor ainda estava por vir. Na verdade eu já até imaginava o que iria acontecer, mas deixei as coisas acontecerem. Quando eu já não estava mais agüentando meu amigo saiu do banheiro enrolado na toalha também. Tão logo ele saiu, eu entrei. Pensei até em tocar uma punheta no banheiro temendo não agüentar o que estava por vir e gozar logo, mas decidi que tentaria agüentar.
Tamanha foi a minha surpresa quando saí do banheiro e vi a cena:

Ela deitada na cama de pernas abertas e o meu amigo chupando a boceta dela e o mais intrigante: meu amigo estava com uma minúscula calcinha vermelha completamente enterrada na cuzinho. Um dos maiores fetiches que tenho é ver uma calcinha enterradinha num cuzinho. Nunca tinha notado que meu amigo tem uma bundinha linda e aquela cena me deixou tarado principalmente porque aquela calcinha caiu como uma luva naquela bundinha. Confesso que fiquei meio que sem saber o que fazer. Meu pau já estava babando e doendo de tão duro. Então ela me pediu pra me deitar na cama e relaxar. Deitei e ela imediatamente botou a xota na minha cara e o meu amigo começou a me chupar, mas que delicia!

Confesso que não demorei muito e gozei gostoso na boca do meu amigo. Ele se retirou pra ir ao banheiro e ela se levantou da minha cara e começou a chupar o meu pau gozado e em questão de minutos ele já estava duro como pedra novamente. Na hora em que o meu amigo voltou do banheiro, ele resolveu participar novamente da brincadeira me chupando novamente junto com ela. Que sensação maravilhosa ter duas bocas chupando o meu pau ao mesmo tempo...

Quando eu já estava no ponto novamente, meu amigo pegou uma camisinha e carinhosamente colocou no meu pau com a boca e achei que era pra ela sentar. Só sei que quando me dei conta, ele estava de costas pra mim sentado no meu pau que entrava e saia num ritmo alucinante. Ele tem um cuzinho muito gostoso, quentinho e apertadinho... Enquanto isso ela estava se deliciando chupando meu peito. Jamais senti uma sensação tão gostosa e maravilhosa quanto aquela. Depois que ele se fartou de tanto sentar no meu colo e de tanto tomar no cuzinho, foi a vez dela. Troquei a camisinha pedi pra ela ficar de 4 e meti muito gostoso naquela bocetinha meladinha. Enquanto eu metia, meu amigo ficou de frente pra ela e ofereceu a rola pra ela chupar. Que cena maravilhosa... depois pedi pra comer o cuzinho dela, ela disse que sim, mas que eu teria que ser muito carinhoso. Pedi pra ela deitar na cama de bruços que eu iria meter bem devagarzinho. Eu adoro essa posição. Gosto de sentir alguém embaixo de mim indefeso. Empurrei bem devagar e quando entrou a cabecinha ela deu um gemidinho tão gostoso que quase gozei novamente. Depois que entrou tudo, eu comecei a bombar de leve a fim de curtir muito aquele cuzinho maravilhoso. Lembro-me que quando eu estava metendo no cuzinho dela senti que meu amigo passou a mão na minha bunda. Pra ser sincero não me agradou muito, mas como eu estava totalmente embriagado de tezão e estava de certa forma com a bunda pro alto quase de que 4 não esquentei muito a minha cabeça. Queria mesmo era curtir cada momento daquela maravilhosa brincadeira. Na verdade estava mais interessado em meter gostoso naquele cuzinho apertadinho, e o que viesse a acontecer seria fato. Como o safado do meu amigo viu que eu não esquentei a minha cabeça, resolveu ser um pouco mais ousado e sem que eu notasse passou pra trás de mim e começou a lamber o meu cuzinho.

Não entendi muito bem, mas devo admitir que foi uma sensação muito boa estar comendo alguém na posição que mais gosto e ao mesmo tempo estar levando linguadas no cuzinho. Então meu amigo me disse: -bem, já que você gosta tanto de comer cu, talvez seria a hora de você experimentar pra ver como é bom dar. Eu na mesma hora disse que não tinha nada a ver, mas foi da boca pra fora naquele momento me deu vontade de experimentar. Devido à posição em que estávamos, ele tinha o meu cu a disposição e continuou lambendo. Foi quando ele começou a passar o pau na portinha do meu cú. Confesso que foi uma sensação legal não sei se por estar com muito tezão ou se por estar curioso. Afinal, pra mim sexo é prazer em todos os sentidos e eu sinceramente não acho que vou deixar de ser homem por esse motivo. Então meu amigo na verdade estava lubrificando o meu cu com saliva quando estava passando a língua. Ele foi brincando e forçando a entrada bem devagar. Dizem que é a pior sensação do mundo quando se dá pela primeira vez, mas sinceramente eu estava tão tomado de tezão que nem doeu. Setí uma pressão, mas não doeu tanto como dizem.Ele foi bombando devagar no movimento de entra e sai até que entrou tudo. Foi outra cena maravilhosa eu engatado nela e ele engatado em mim num tezão louco. Quando não agüentei mais, explodi de gozo dentro do cuzinho dela e devido às contrações, meu amigo também gozou dentro do meu cu. O mais engraçado é que eu e meu amigo gozamos mas nossos paus não amoleceram. Ficamos cansados, mas por algum motivo queríamos mais. Saímos um de cima do outro e deitamos pra descansar um pouco. Depois de uns 10 minutos, ela foi tomar uma ducha e logo depois meu amigo foi também. Como estavam demorando e eu também queria tomar um banho levantei e fui até o banheiro. Vi outra cena no mínimo interessante: estavam os dois no chuveiro com ela de costas e ele metendo gostoso nela em pé. Achei aquela cena interessante. Voltei pro quarto, coloquei uma camisinha e fui participar da festa. Pedi pro meu amigo continuar metendo nela enquanto eu metia nele em pé. Tive muita dificuldade pra conseguir encaixar no cuzinho dele e quando conseguia saia a toda hora. Desisti, arranquei a camisinha e pedi pra ela me chupar, pois queria gozar na boca dela. Foi o que ela fez e eu gozei gostoso mais uma vez.

Saímos do banheiro e fomos dormir os 3 na mesma cama. Acordamos no sábado com uma tremenda ressaca, mas satisfeitos com o que tínhamos feito. Fizemos isso outras vezes, mas a primeira vez sempre marca.

Procuro por MULHERES, CASAIS BÍ ou TRAVESTÍS que gostem de curtir o melhor da vida. Tenho muito tezão e não tenho frescuras entre 4 paredes. Se você se enquadra no que procuro, me escreva e iremos brincar muito. Moro no RIO DE JANEIRO.

Carlos_32_rj@hotmail.com

 

Como fazer com que ratos virem bissexuais

Um novo estudo mostrou que tirando certos neurotransmissores de ratos, eles ficam mais suscetíveis a procurar relações com outros machos.

Cientistas chineses criaram ratos machos sem serotonina (um neurotransmissor) que viraram bissexuais, procurando relações tanto com fêmeas quanto com machos. Com apenas uma dose de serotonina, no entanto, eles viraram heterossexuais novamente.

Segundo os autores do estudo, é a primeira vez em que um neurotransmissor é associado com preferências sexuais em mamíferos. Mas desde já os cientistas deixam claro que seria premeditado associar essas descobertas a humanos também. Apesar de semelhanças estruturais entre os mamíferos, não funcionamos da mesma forma.

Prozac, por exemplo, é basicamente serotonina. Nem por isso as pessoas que tomam o remédio viram homossexuais ou heterossexuais. [Jezebel]

 

Relações na rede antecipam futuro de bissexualidade e poligamia, crê psicanalista

Conhecida por um discurso ímpar quando o tema é amor ou casamento, a psicanalista Regina Navarro Lins faz da internet um campo de testes para suas convicções sobre o futuro da sexualidade. E o futuro é bissexual, polígamo e sem pares, acha ela.

Essas ideias, já presentes no seu primeiro livro, "A Cama na Varanda", ressurgem em duas obras novas: "Se eu Fosse Você..." e "A Cama na Rede". As duas são compilações de enquetes com internautas, feitas nos noves anos em que seu site ficou no ar.

Hoje, Lins combina o consultório e a militância em redes socias. Seu perfil no Twitter (@reginanavarro) tem mais de 4.000 seguidores.

Para ela, a rede evidencia que há menos pessoas desejando se fechar numa relação a dois e mais gente optando por relações múltiplas, instantâneas e efêmeras.

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Folha - Que mudança a internet trouxe para o sexo?

Regina Navarro Lins - Deu origem a novos comportamentos, como o fato de se poder deletar um parceiro e trocá-lo quando se quiser. Muitos internautas se relacionam com vários ao mesmo tempo, o que acaba com a ideia de que só se ama uma pessoa. No futuro, veremos muitos relacionamentos assim. Menos gente desejará se fechar numa relação a dois e mais pessoas optarão por relações múltiplas, instantâneas, efêmeras.

Sexo ainda é tabu, com tanta exposição na internet?

Ainda. Reparou que todo xingamento tem conotação sexual? Crianças aprendem a associar sexo a algo sujo e perigoso. As mentalidades estão mudando, mas a maioria ainda sofre com desejos, fantasias, medo, culpas.

Os comentários dos internautas fugiram do esperado?

Alguns resultados das perguntas que lancei no site me surpreenderam. Disseram que gostariam de fazer sexo a três 77% dos internautas. Outro resultado que eu não esperava: 75% acreditam que é possível viver feliz sem formar um par amoroso. É o declínio daquela ideia 'preciso ter alguém que me complete'. Outros resultados confirmam o que já vinha observando no consultório: altos índices de infidelidade e de gente que ama duas pessoas ao mesmo tempo.

Na rede, o anonimato faz com que as pessoas mintam menos sobre sexo? Ou o oposto?

As pessoas são mais sinceras e se expõem mais na internet. Sentem-se protegidas. Ficam com menos censura, podem fugir daquele ambiente quando quiserem. No mundo real, a preocupação com a aceitação social inibe a espontaneidade.

Sexo virtual substitui o real?

Ainda não, mas é uma grande novidade. Ao contrário do que pensam, sexo virtual não é relação com uma máquina. O fato de não haver contato físico não significa que do outro lado não exista uma pessoa que sinta e se emocione. Muitas constroem relações amorosas virtuais e também fazem sexo dessa mesma forma. É apenas um tipo de relação diferente.

A internet favorece a traição?

Esse questionamento da fidelidade já existe há anos. Apesar de todos os ensinamentos recebidos nos estimularem a investir a energia sexual em uma única pessoa, relações extraconjugais são muito comuns. A maioria dos profissionais da minha área justifica isso apontando problemas emocionais, insatisfação na vida a dois, mas não falam o óbvio: relações extraconjugais ocorrem principalmente porque variar é bom.

A monogamia vai acabar?

O amor não é uma experiência natural, é uma construção social. O amor romântico --com a idealização do outro e aquela ideia de que os dois se transformam em um-- está saindo de cena. A busca da individualidade faz o amor romântico perder seus atrativos e leva junto a exigência de exclusividade.

Você diz que a bissexualidade será o futuro. Por quê?

Porque a tendência é que as pessoas busquem o todo de suas personalidades. Ao longo da história, sempre foi muito bem definido o que é feminino e masculino.
Para corresponder a isso, cada um tem que rejeitar em si aspectos que são considerados do outro sexo. Homens devem ser fortes, corajosos, agressivos, mulheres devem ser dóceis, emotivas e delicadas. É evidente que homens e mulheres têm todos esses aspectos.

Há uma tendência agora a se desejar ser o todo, a integrar os aspectos considerados masculinos e femininos da personalidade. Daqui a algum tempo, é possível que a escolha do objeto de amor não seja feita segundo o sexo, mas segundo a compatibilidade psíquica.

Sexo enjoa? A grande exposição ao sexo não o banaliza?

Sexo enjoa tanto quanto beber água. Sexo é aprendizado, e quanto mais livre formos, mais aprenderemos. Quanto mais se puder intensificar o prazer, a descoberta, melhor. Se você não fizer sexo com uma pessoa, você fará sozinho no banheiro. Sexo é banal por natureza, é vulgar, é comum e tem que ser assim: todo mundo faz. E quem não faz gostaria de fazer.

E o que explica essa onda de repressão a homossexuais?

Em muitos casos, os homens mais homofóbicos atacam porque temem perceber neles aspectos considerados não masculinos. É como se quisessem socar, matar uma parte deles que está inconsciente. Um heterossexual tranquilo quanto a sua sexualidade vai agredir gay a troco de quê? Outro problema é o gay homofóbico. Ele é o algoz de si mesmo, porque introjeta toda a discriminação da sociedade. A homofobia é muito séria, deve ser combatida e criminalizada.

O casal sacana

Quando eu comecei a trabalhar no escritório de uma indústria de tintas em Botafogo, conheci a Gerente Marina e logo fiquei de olho nela. Na época eu tinha 28 anos. Ela era loira, olhos verdes, cabelos lisos e bem tratados, corpo escultural de quem freqüenta academia e estava para completar 36 anos. Era a mulher mais linda e simpática que já conheci, porém, era casada e seu marido chamava-se Daniel. Destacava-se não só pela beleza, mais também pela simpatia, educação e competência. Era a melhor funcionária da empresa. Ela deve ter percebido meus olhares e ao notar isso, fiquei envergonhado. Não pretendia me envolver com mulheres casadas e nem arrumar problemas com o marido dela. Os dias foram passando e ela começou a puxar conversa. Ficamos amigos. No aniversário dela me convidou para a festa e acabei aceitando. Lá conheci a família dela e o marido que foi muito simpático comigo. Quando a festa terminou e eu me preparava para sair, ele me chamou para conversar em particular. Fiquei logo assustado, pois ela devia ter comentado com ele a meu respeito. Entrei em pânico e comecei a tremer. Fomos para o escritório dele e nos sentamos.

Daniel foi direto ao assunto. Disse que sua esposa não escondia nada dele e que já sabia de minha atração por ela. Ao ouvir isso fiquei paralisado de terror. Não conseguia falar nem me mexer. Ele percebeu como eu estava e disse que não havia motivo para eu ficar assim. Disse que sempre foram muito liberais e que sempre tiveram vontade de realizar a fantasia de fazer sexo a três. Daniel tinha 50 anos, porém, também era um homem muito bonito, moreno, corpo atlético e peludo, bigode curto, cabelos lisos e grisalhos. Ele me convidou para dormir na casa deles aquela noite e disse que havia gostado muito de mim. Admirava homens de bom caráter e educação refinada como eu. Agradeci os elogios e tentei recusar a proposta, pois me sentia muito estranho naquela situação. Imaginem o próprio marido convidando você para transar coma esposa dele ? Fiz de tudo para recusar, porém, Marina e o marido disseram que ficariam ofendidos caso eu recusasse e deixariam de ser meus amigos. Como tenho poucos amigos e estava com muito tesão por ela, acabei aceitando. Quando o relógio bateu 10 horas eles bateram na porta do quarto de hóspedes onde eu estava alojado e me chamaram. Queriam que eu tomasse banho com eles. Nossa ! Fiquei muito nervoso. Antes que eu respondesse, me puxaram pelas mãos em direção ao banheiro. Chegando lá, os dois começaram a tirar a minha roupa. Elogiaram a o meu corpo peludo e másculo, apesar de eu não ser tão bonito como eles. Entramos no box e fechamos a porta. Eles começaram a se beijar e acariciar enquanto eu olhava com o pênis já duro. Ao perceber isso o Daniel afastou-se e pediu que Marina me chupasse embaixo do chuveiro. Ela obedeceu rapidamente. Que tesão !!!!!! Quase gozei em sua boca e Daniel apenas olhava, ria e se masturbava com cara de safado.

Quando terminamos, fomos para a cama deles e nos deitamos. Ele pediu que ela cuidasse de mim. Antes que eu tentasse alguma coisa, ela deu um salto e montou sobre o meu pênis. Daniel veio por trás dela, segurou meu pênis e colocou na vagina dela. Tomei um susto quando ele tocou em mim, pois nunca nenhum homem me tocou nas partes íntimas. Porém, o tesão falou mais forte e ao sentir a vagina quente e melada de Marina envolvendo meu pênis, me entreguei ao prazer. Segurei-a pela cintura e penetrei prá valer, fazendo-a gemer e rebolar sobre mim, enquanto eu massageava seu clitóris com os dedos. Ela inclinou o corpo para frente quase deitando sobre mim e gozou como se estivesse tendo um ataque, de tanto tremer e gritar. Gozei também, enchendo a vagina dela com meu sêmem pegajoso. Fui me lavar e quando voltei encontrei Daniel deitado entre as pernas dela, lambendo a vagina e também todo meu sêmem, deixando o canal vaginal limpinho. Ao me ver, ele disfarçou e levantou-se rapidamente, sentando ao lado dela. Marina foi tomar um banho e ficamos os dois sós. Fiquei assustado com a cena daquele homem másculo com a língua cheia do sêmem de outro homem e ainda por cima, engolindo tudo. Tomei coragem e perguntei a ele se meu esperma era gostoso. Ele ficou vermelho de vergonha e gaguejou sem conseguir responder. Mostrei a ele o pênis já ereto e perguntei se não gostaria de provar direto da fonte. Daniel ficou furioso e disse que eu estava louco, que ele não era viado para chupar o cacete de outro macho. Respondi que agora não adiantava se fazer de machão após beber todo o meu esperma com tanto tesão. Agora ele já me pertencia de qualquer maneira. Marina chegou e ouviu tudo que conversamos. Ela interrompeu nossa discussão e disse que eu estava certo. Repreendeu Daniel por discutir comigo e disse que ele deveria se envergonhar. Confessou que ele apesar de ser macho, sempre desejou sentir o prazer que uma mulher sente na cama, porém, nunca teve coragem de experimentar. Olhei assustado para os dois. Nunca imaginaria isso. Marina disse para ele deixar de frescuras e aproveitar a chance. Ele me olhou sem graça e perguntou se eu estava de acordo. Fiquei sem saber o que dizer, pois nunca pensei em transar com outro homem. Ele colocou a mão entre minhas pernas e segurou meu cacete.

Começou a alisar e masturbar, alisando minhas coxas com a outra mão. Por incrível que pareça eu gostei daquilo. A imagem daquele machão submisso diante de mim me excitou muito. Empurrei ele com as mãos e deitei sobre ele, beijado seu peito peludo, mordendo seus mamilos grandes, lambendo suas axilas.Suas mãos fortes me alisavam todo o corpo e tentou enfiar os dedos no meu ânus. Dei um salto para trás e prendi suas mãos de encontro a cama. Ele sorriu e disse que estava adorando ser dominado por um macho. Colocou-se entre minhas pernas e abocanhou meu cacete, chupado como um sorvete. Marina juntou-se a ele e ambos me chuparam, alternadamente. Quando ela percebeu que eu estava quase gozando, cochichou alguma coisa no ouvido do marido que imediatamente montou sobre mim. Agora foi a vez dela segurar meu cacete e colocar bastante lubrificante, para logo em seguida enfiar no ânus dele. Nossa !!! Que sensação gostosa sentir aquele canal apertado e quente em volta do pênis ! Era realmente virgem. Eu nunca havia feito sexo anal, muito menos com outro homem.

Os pêlos do ânus e do saco dele roçavam no meu saco e nas minhas coxas, me excitando cada vez mais. Empurrei-o de modo que girou o corpo, ficando de costas para mim e Marina imediatamente montou no pênis dele, que a essas alturas estava maior do que de costume. Ficamos os três agarrados até que gozei como um louco, enchendo o reto dele com uma grande quantidade esperma. Daniel também gozou ainda com meu cacete cravado nele. Adormecemos e ao despertar, o penetrei ainda dormindo, agarrando seu corpo por trás e de ladinho. Puxei uma das coxas por cima de minha cintura e passei meus braços por baixo das axilas dele, alisando o peito e o abdômen peludos, massageando seu umbigo enquanto o penetrava. Marina acordou também e aproveitou para chupar ele. Quando senti que estava quase gozando, coloquei-o de bruços e deitei sobre suas costas, soltando mais uma carga de sêmem dentro dele. Fiz sexo a noite toda, comendo os dois alternadamente. Ao amanhecer ele me agradeceu a oportunidade.

Eu sorri e disse que estava à disposição caso precisassem novamente. Até hoje ainda nos encontramos de vez em quando para fazer muito sexo. São duas pessoas maravilhosas. Sou louco pelo traseiro peludo daquele coroa e pela vagina gostosa da loira.

 

Casado bundudo - dei muito

tenho 34 e sou casado, ja tive esperiencia passiva com travesti e negao, tenho uma bundona grande e claro sempre procuro pau grande, mas dessa arrumei um comedor fixo , tenho um vizinho novo 16 anos mas alto e forte um certo domingo fiquei so e percebi q ele estava so tambem logo cedo chamei ele para almoçar ele disse sim preparei um churrasco e coloquei a cerveja para gelar, la pelas 10 horas ele chegou , ja dei uma cerveja para ele , ele disse hoje posso ninquem ta em casa ja disse pode tomer todas e eu tambem comecei puxar assunto se ele tinha namorada disse q nao ai fui mais fundo se ele ja tinha comido alquem tambem disse nao , falei porque ele com vergonha disse q ja tinha tentado comer uma menina mas na entrou pois era grosso fiquei curioso , logo fui na sala e coloquei um dvd de sexo e chamei ele , ele falou nossa adoro filme porno começou a fudelancia no dvd , e vi o pau dele ficar duro ele pecebeu q eu olhava deixei ele ficar doido com o filme pequei mais cerveja e disse quer bater uma pode bater , ele tirou o calçao ai vi aquilo grosso nao era grande 15cm mas grosso , disse a ele posso ajudar , ele disse de que jeito ai cai de boca nossa nao cabia na boca um cabeçona enorme ele falou viu como é grosso , falei posso realizar seu desejo ele ficou louco ja tirei a roupa e ele viu meu rabao , disse quer me comer , fiquei d 4 na precisou insistir ele disse nao tenho camisinha e eu falei assim é melhor pequei uma pomadinha e dei para ele ja encheu o dedo e passou no meu cuzao ai começou a passar a cabeçona ate que entrou a cabecoça enorme sinti rasgar dei um gritinho e falei pode meter tudo sou macho e aguento tudo
fou enfiando e eu gemendo de dor e tesao ate que senti tudo q delicia ai foi o vai e vem ele nao sabia muito meter era a primeira ves mas encinei ele ele gozou rapido pois meu cu tava apertdinho encheu meu cuzao de porra , tomamos um banho e fomos almoçar e tomar cervaja , ele falou que adorou perder o cabaço do pau no meu cu , falei é so vc querer q estou aqui , almoçamos ficamos na sala e ai ele me comeu mais 5 vzs a tarde toda encinei ele a meter gostozo gozamos muito e sabe meu cu nunca tinha sentido tanta porra ficou ardendo mas foi uma delicia , agora ele me come sempre uma ves por semana sempre chego cedo quando nao tem ninquem em casa ai fudemos muito
quem gostou de uma nota e me adicona .
anusfelis@hotmail.com

Casado bundudo - dei para uma mulher

sou casado e tenho uma bunda grande, ja contei contos que fui passivo com negao, dessa ves foi uma loucura dei para uma mulher , isso mesmo conheci devido meus contos, ela me adcionou no msn , trocamos confidencia e ela disse que adorava comer um cu de homem que tinha uma cinta consolo , fiquei curioso , ela mora em outra cidade passou um tempo tive q viajar e marquei com ela , chegando la liguei ela disse que teria que ser de dia pois o marido dela chegava a noite , bom entao liguei umas 8 horas da manaha e dei o endereço do hotel , ela chegou linda perfumada , nos abraçamos conversamos ai comecei a tirar a roupa dela linda peituda rabuda e coxa grossa uma ruiva, toda lisinha, nao tinha um pelinho ma bucetinha e no rabinho delicia, ela tirou minha roupa e começou a me chupar ficamos no 69 eu chupando a buceta dela e ela retribuindo, ate que ela pediu para ficar de 4 meteu a lingua no meu cuzao, chupava meu cu como se fosse a ultima vez fui as nuvens, depois os dedinhos enfiando 2 dedos no meu cuzao depois, ela tirou da bolsa o consolo de 23cm fiquei com muito tesao logo fique de 4 empinado o rabao ela vestiu o consolo e começou a passar no meu cu meu deus fiquei louco e pedi pra enfiar devagar foi entrando ate que enterrou tudo nossa delicia , ai começou o vai e vem metia muito , me comeu de todos os jeitos , de 4, de frango assado e enquanto ela me comia meu cu batia uma punheta deliciosa pra mim, fui as nuvens a vantagem que nao gozava meteu no meu rabo 1 hora sem parar batia na minha bunda e me chama de puta, e eu dizia sou sim sua puta safada, mete meu dono, gozei muito umas 3 vzs com o pauzao na bunda , ela disse eu tambem quero gozar comecei a chupar ela ficou doida ai pequei o consolo e meti na buceta dela e meti meu pauzinho 13cm no cu dela tambem fudemos muito ela gozou gritou chorou e ai gozei de novo dessa vez dentro do cu dela ficou escorrendo porra e eu chupei o cu dela tudnho deixei limpinho, repetimos a doze de foda o dia todo , ficamos exalsto ela foi embora , e no outro dia fudemos de novo , agora sempre dou um jeito de ir viajar para fuder com ela , e cada vez ela me domina mas, meu cu ja fica piscando só de lembrar daquele pau q ela tem, quem gostou me adicona , anusfelis@hotmail.com

Casado bundudo aguentou dois negao

Podem me chamar de rafa , tenho 34 anos sou casado,moro em sinop mato grosso, e ja tive esperiencia passiva com travesti, tenho 1,69 sou fofinho e tenho uma bunda grande e lisinha , sempre chamou a atençao depois dos jogos tomando banho com outros caras, mas nunca tinha dado meu rabao para homem, mas um certo dia , viajei a cuiabá-mt fiquei em um hotel , e sai a noite fui em uma lanchonete e tomei umas cervejas, mas quando fui no banheiro tinha dois negao forte mijando entrei no meio deles e tirei meu pauzinho (12cm) quando olhei para baixo e vi os dois mijando levei um susto ele perceberam, e comentei é verdade mesmo em , ele disse o que , respondi q negros tem o pau enorme,eles disseram quer ver melhor, disse claro fecharam a porta e eu cai de boca chupei muito uma tinha uns 20cm grosso e o outro enorme 25cm cabaçudo nao consequia colocar na boca, ele disseram q queria me comer disse ali nao dava ia chegar gente e a porta trancada,mas ele queriam gozar nao deu outra gozaram tudo na minha boca encheu de porra loucura , me lavei ai fomos no bar tomar umas nao saia o gosto de porra enguli muito, ficamos la tomando cerveja ai eles falaram temos q terminar o serviço topa , dissse vamos, ele tavam de carro fomos ao ap de um q mora so, tomamos um banho , ai fomos para cama comecei a chupar e vendo crescer aqueles pauzao enorme, figuei com medo do que iria contecer afinal so tinha dado para um travesti de 19cm, quando ele nao aguentava mais falei vou dar primeiro para o menor de 20cm , ele colocou a camisinha e falou fica de 4 encostado na cam, ai vi estrelas colocou a cabeça e foi entrando devagar derrepente meteu tudo com força gritei ele me segurou e disse relaxa agora é so prazer e começou bombar com força um vai e vem delicioso enqunto isso chupava o outro 25cm , meteu 20 minutos no meu rabo nao guentei gozei com o pau dele na bunda sem relar no meu pauzinho, ele tirou o pau e gozou na minha cara , guando fui deitar o outro nao deixou , me pegou sentou na cama e disse senta no meu pauzao vou te arrombar , meu cu tava ardendo , colocou a camisinha e comecei a sentar a cabeça entrou apertada ele era muito grosso senti abrir meu cu doeu muito quando tava na metade pensei q j tinha acabado ele disse so foi a metade,na consequi sentar e engolir tudo, ele me colocou d 4 e disse agora vai começou enfiar foi melhor quando vi tava tudo no meu cuzao , ai começou o vai e vem fazia muito barulho o saco dele na minha bunda , gritei berrei ele meteu sem do gozei 3 vz com o pau dele no meu cuzao, foi uma hora de rola que tive q aguentar ele tirou o pauzao e gozou tudo na minha cara, fui no banheiro e vi no espelho meu cu arrombado vermelho , tomamos banho dormimos juntos pelado, de manha tomamos cafe e começou a fodelancia de novo tive q fazer ele gozarem 3 vz ainda quaze desmaiei, fui para o hotel e dormi o dia todo com a bunda doendo , fiquei uma semana sem sentar direito, quem gostou me mande e-mail ou adciona msn . anusfelis@hotmail.com

O maior orgasmo da minha vida: quando outra enrabou minha namorada

Esse foi certamente o dia em que mais gozei na vida. Namora Solange fazia 2 anos, já havia me confessado ter fantasias homo, ou melhor bi, pois o desejo secreto consistia em compartilhar um macho. Tivemos uma professora comum, pois fizemos a mesma faculdade, sabíamos que era lésbica assumida, embora muito bonita e gostosa, no entanto, percebíamos seu tesão escancarado por Sofia.

Certa vez Sofia inventou de fazer um jantar especial e só entendi a razão quando chegou a convidada especial, Helena, a ex-professora. Após o jantar regado a vinho do Porto, Sofia sugeriu que eu saísse e voltasse em meia hora, pois tinha um assunto particular a tratar com Helena, logo compreendi do que se tratava e meu pau reagiu de imediato, deixando-me constrangido com o grande volume aparente, pois estava sem cueca.

Quando retornei ouvi gemidos e quase tive um orgasmo imediato, ao abrir a porta e adentrar o recinto tive a surpresa mais excitante da minha vida. Helena enrabava minha namorada com um grande e grosso consolo e lhe tocava siririca. Foi a foda mais vigorosa que vi na vida, marlena vociferava: agora vc é minha sua putinha, pede pra levar no cu essa piroca de borracha, vou te deixar toda assada puta safada. Vou provar que sou mais macho que teu macho. Sofia gozava aos uivos e pedia pra Marlene atochar mais. Depois de gozar freneticamente, inverteram posições.

À certa altura, Sofia mostrou-se ainda mais violenta que nossa colega, que ficou surpresa quando lhe disse que havia chegado a hora de provar um macho de verdade e pagar pelo que tinha falado enquanto a comia, escancarou a xoxota de sua fêmea, agora passiva, e me ofereceu ao desfrute, chupei como um alucinado, depois fizemos 69, sempre com a pica fantástica na bunda da safada, sentíamos seu corpo dar choques e Sofia, por sua vez, agora até “gozava” enterrando o pau de borracha no rabo de Helena, depois fizemos dp na vadia, dilaceramos seu cu nos revezando. Gozei como um diabo no cu da infeliz , mas com o pau para fora, aí Sofia entrou em cena colocando toda a porra cu adentro, a mandou regurgitar com o rabo, em seguida, encharcou a rola falsa de sêmen grosso e fez a puta deixar seu cacete limpinho com boca, enquanto fazia uma espanhola nos grandes seios de Marlene. Foi um sonho!

E-mail: fepace@uol.com.br
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Inesquecível noite a três

Para quem ainda não me conhece, meu nome é Fernando, sou jornalista e moro em São Paulo. Namorava Cindy fazia dois anos, uma garota de 21 anos, de estatura baixa, pele branca, cabelos negros e lindos olhos verdes. Tinha seios e bunda farta, era muito atraente e, mais um detalhe: era bissexual. Ela me confessava suas transas e isso apimentava nossa atividade sexual, trepávamos dia e noite, mais um detalhe: ela era amiga de minha irmã, que na época tinha 31 anos, morena, olhos castanhos, características semelhantes e igualmente atraente.

Cindy dizia que nunca havia tido nada com Débora. Certa vez viajamos para o Guarujá e nos hospedamos no apartamento dos pais de Cindy. Ao chegarmos, fomos à praia, depois fomos descansar e ficamos jogando cartas até entardecer. À noite fomos a um show de blues na praia e ao regressar estávamos quase bêbados. Quando nos deitamos, os três na mesma cama de casa, pois se tratava de uma apartamento de apenas um dormitório e pouco mobiliado, em pouco tempo adormeci e não sei quanto tempo depois fui despertado de forma incrível e assustadora.

Cindy me fazia intensa felação, já estava quase gozando em sua boca. Ela lambia a glande, a base do meu pênis e o saco, engolia todinho, engasgava, babava e puxava com a língua os fios de sêmen que escorriam, enquanto dizia: chupa assim minha boceta que vou gozar junto com seu irmão sua vadia. O que está acontecendo? Perguntei atônito. Sua maninha tá chupando minha xoxota e preciso dizer que tô chupando seu pau? Mas como, Débora também é bi? Ela respondeu: não, mas não resisti à tentação, é muito bom chupar essa bocetinha cheirosa e depois ela vai me retribuir. Uns dois minutos depois tive o mais intenso orgasmo que um homem pode ter na boca de uma mulher, não sei como ela conseguiu engolir tudo. Aí desfaleci e fiquei observando a “retribuição”, que veio logo.

Meu pinto endureceu novamente em pouco tempo. Enquanto Débora gozava muito, dizia: vem maninho socar esse pintão na xana da tua mina, ela tá louca pra te dar. Ao ouvir aquilo, tirei toda a roupa em poucos segundos e dei uma surra de rola na Cindy de quatro, que até uivava de tesão. Débora dizia: Que delícia, bate na bunda dessa putinha que quero ouvir os estalos e obedeci minha irmã, bati com vontade, deixando suas nádegas bem vermelhas. Depois de gozar muito, Débora se levantou e disse: agora quero ver essa piroca entrando e saindo da xoxota dessa vadia. A boceta de Cindy pingava no lençol. Débora se aproximou, abaixou, abriu as nádegas de minha namorada e começou a lamber o cuzinho, ou melhor cuzão de tanto que já a enrabei, de Cindy, entrava um terço da língua no cu, aí, quando menos esperava, minha irmão tirou meu pau da xoxota de Cindy e o chupou com vontade, exclamando: nunca pensei que o pinto do meu irmão fosse assim grande e gostoso, quero ver você comendo o cu dessa puta, abre a bunda pra recer esse pintão, vadia. Vociferou minha irmã e Cindy prontamente obedeceu.

Débora segurou firme meu pau e meteu na entrada do rabo, Cindy gritava de tesão à medida que a rola entrava inteira e Débora siriricava gostoso minha namorada, revezando boca e dedos. O rabo de Cindy transpirava como nunca havia visto e a comi como um tarado que passa um ano sem sexo. Quando falei que estava prestes a gozar, ambas se ajoelharam e revezaram delicioso boquete, enquanto se masturbavam, gozei nas boquinhas tesudas que ainda se beijaram depois. Foi sem dúvida a mais intensa e inquietante trepada de minha vida.

Depois disso fingimos que nada aconteceu, Cindy afirmou que Débora sentia vergonha e não queria mais repetir a experiência. Cindy e eu ainda namoramos por um ano e tivemos mais três experiências incríveis de ménage, a terceira foi com outro macho, mas isso é assunto para um outro conto.

Email: fepace@uol.com.br

 

 

Nossa primeira vez com a Cristina

Certa noite de semana meu marido me perguntou se eu já havia notado o som de algo metálico sendo arrastado na parede de nosso quarto, quase todas as vezes em que estávamos trocando caricias com alguma de nossas amigas, ao que respondi que não.

Ele então aventou a hipótese de ser nossa vizinha, que então era estudante de medicina tentando nos escutar com seu estetoscópio, o que me pareceu uma grande besteira.

 

Naquela mesma semana, recebemos a visita de Marly, conhecendo seu estilo, logo trancamos a porta do quarto, fechamos a janela e ligamos o ar condicionado, pois sempre que ela atinge o orgasmo faz um verdadeiro escândalo .

Caricia vai e carícia vem eu e ela começamos a fazer um 69, enquanto meu marido lhe penetrava por trás e foi aí que ouvi o tal barulho, e realmente mesmo com a boca ocupada e sentindo uma língua em meu grelinho, não pude deixar de imaginar aquela menininha deliciosa ouvindo nossos gemidos e quando comecei a gozar, até dei uma exagerada para me assegurar que seria ouvida por Cristina do outro lado da parede, com a certeza de que a Marly, ela não deixaria de ouvir.

No sábado pela manhã, encontramos Cristina na garagem usando uma saída de banho, na dúvida perguntei a ela se iria à piscina ou a praia , ela toda dengosa respondeu que preferiria ir a praia, mas por preguiça iria à piscina do prédio mesmo.

 

Percebi ser minha oportunidade, convidei-a a subir comigo para eu me trocar e em seguida dar a ela uma carona até a praia, sendo de pronta atendida. Chegando na sala de meu apartamento perguntei a meu marido se ele não queria descer para comprar o jornal enquanto um me trocava e posteriormente iria encontrá-lo no carro, ele entendeu imediatamente e saiu com o celular na mão.

Chamei Cristina para nosso quarto e tirei a blusa deixando a mostra meus seios, que modéstia a parte, sei serem lindos. Percebi que Cristina me comia com os olhos, chequei bem pertinho dela e falei :

- Acho que os seus seios são tão grandes quanto os meus .

 

Ela sem saber o que responder olhou fundo em meus olhos, ao que respondi beijando-lhe levemente a boca, vendo que ela queria mais , abri sua saída de banho e encostei meus seios que já estavam com os bicos super duros em Cristina, ela ainda olhando para os meus olhos colocou uma mão em cada um de meus seios oferecendo-me a boca para um beijo prolongado .

Enquanto nos beijávamos, acabei de tirar a saída de banho daquela mulher maravilhosa que tremia da cabeça aos pés, tirando também a parte de cima de seu biquine, fazendo com que nossos corpos caíssem na cama.

Passei a lhe aplicar um banho de gato ouvindo seus gemidos e sentindo seus músculos vibrarem de prazer.
 

Ao colocar minha língua em sua grutinha, encontrei uma lagoa e já na primeira mordiscada que dei em seu grelinho ela liberou uma quantidade enorme de líquido incolor e inodoro soltando um som de imenso prazer, tentei sorver parte do liquido que ainda estava em sua xaninha e constatei que quanto mais eu absorvia mais ela produzia aquele liquido delicioso e mais gozava.

Ainda sem fôlego ela me confessou que foi a primeira vez que uma mulher a havia levado para a cama, quando então lhe respondi, que eu não era uma mulher sozinha e que fazia questão que meu marido estivesse conosco.

Cristina respondeu que tinha certeza que a três seria melhor ainda.

Bom, o resto eu conto depois, mas se alguma outra mulher quiser conferir estamos todas as segundas-feiras no INNER CLUB.

Beijos !

 

 

Meu nome é Ana

Meu nome é Ana, tenho 37 anos, 1,69m, morena, olhos claros, seios médios e bumbum grande. Sei que deixo muito homem com cara de tesão por aí. Isso porque gosto de usar roupas provocantes e sempre insinuo uma paquera, mesmo sendo casada com o Murilo. Meu marido é moreno, tem quase um metro e oitenta de altura, gostoso, apesar dos 38 anos ainda está em forma.
Vou contar uma história que aconteceu conosco uns dias atrás. Fomos passar um fim de semana prolongado em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ficamos em um hotel de frente para a praia. A brisa do mar, o calor e as caipirinhas nos deixaram com muito tesão. Começamos a nos beijar com muita vontade na praia. O Murilo passava as mãos em mim com tanta vontade que sem querer um seio meio escapou do biquíni. Um casal que estava ao lado não tirava os olhos da gente e depois de um tempo começaram a se pegar também.
Eles eram bem atraentes. Deveriam regular idade conosco, mas a moça era bem loirinha e o cara mais moreno que meu marido. Mas eram um casal sensual que após iniciarem os beijos, ficaram até mais excitados que a gente.
Enquanto nos beijávamos o Murilo chamou a atenção para a pegação do casal ao lado. Estava tão bom que começamos a olhar de rabo de olho enquanto continuávamos com os nossos beijos. Em um dado momento, ela enfiou a mão no short dele e percebemos que estava segurando o pau dele com força por baixo da sunga.
O tesão tava solto entre nós quatro na verdade. Foi aí que o Murilo tomou a iniciativa e perguntou se não queriam dar uma passada no nosso hotel para um drink depois da praia. Aceitaram na hora e em seguida saímos da praia para o hotel.
Fomos conversando e falando bobeira. Falaram que viram meu peitinho de fora e também dissemos que vimos a hora que a Marta pegou no pau do Beto (estes eram os nomes deles).
Chegando ao hotel, fomos para o barzinho e continuamos nas caipirinhas. Em pouco tempo já tínhamos tomado umas 10 (acho que os homens 3 cada e Marta e eu duas cada uma). Com o tesão acumulado, efeitos do álcool e o quarto do hotel a apenas um lance de escada do bar, convidamos nossos novos amigos para subirem um pouco com a gente.
Eles aceitaram. Chegando no quarto, ainda estávamos com roupa de saída de praia. Fui logo tirando a parte de cima e a saída de praia, fiquei só com a parte de baixo do biquíni e comecei a dançar para o Murilo. Claro que o Beto e a Marta estavam assistindo atentos. Chamei a Marta para dançar comigo. Ela se levantou e em seguida deixou o biquíni cair também. Nisso o Beto põe o pau – e que pau, bem maior que do Murilo - pra fora e começa a bater uma punheta.
Vejo que meu marido ainda está só olhando. Deve ter ficado com vergonha do tamanho do pau dele. Mas eu estava me divertindo e puxei a Marta para perto de mim e comecei a dançar grudada nela. Roçamos nossos seios - delícia!. Procurei sua boca e ela retribuiu. Nos beijamos e começamos com as mãos por todo o corpo. Que tesão o gosto de sal, álcool, praia na boca daquela mulher. Sua boceta estava ficando toda molhada também!
O Beto já tava com o pau duro e sem roupa alguma. O Murilo seguia mais comportado. Estava com sua sunga ainda mas olhando tudo. O Beto levantou-se e veio dançar conosco. Começou a esfregar o pau duro dele na gente e não resisti. Segurei o cacete dele e comecei a bater uma punheta pro nosso convidado. A Marta foi pegar o Murilo. Sentou na beirada da cama, próxima de onde ele estava, e chamou-o para sentar na cama com ela. Quando ele se aproximou, ela foi direto no pau dele enfiando a sua mão por dentro do short do Murilo e tirando seu pau pra fora (acho que foi por ciúme meu com o Beto que ela quis fazer igual no meu marido).
Aquilo tudo me excitava mais ainda. Ajoelhei na frente do Beto e abocanhei seu pau. Chupei com vontade e nem vi direito o que acontecia com Marta e Murilo. Só sei que depois da chupada e quase sentir que ia gozar chupando aquele pau, o Beto me vira de quatro no chão mesmo e começa a me comer. Entre uma posição e outra só vi que a Marta estava sendo chupada pelo Murilo.
O Beto começou a comer minha boceta com vontade. Enquanto isso a Marta deixou o Murilo e veio pra perto da gente olhar o Beto me comer. Na seqüência, ele me deitou de bruços e continuou me comendo. Daí a Marta subiu em cima dele e começou a beijar o bumbum dele e passar a língua no seu cú.
O Beto rebolava com o pau enfiado na minha boceta e com a Marta chupando seu cuzinho. Senti na hora que ela saiu de cima dele e abrindo bem sua bunda enfiou os dedos no cú do Beto que continuava me comendo. Sabem como percebi? Quando a Marta enfiou o dedo no cu do marido dela, o pau dele endureceu mais ainda na minha boceta! Que tesão sentir um macho com tesão em dar o cu!
O Murilo que já estava de pau duro, deitou-se perto de mim e pediu para chupá-lo, o que fiz sem pensar. Sempre tive a fantasia de ser fodida por dois machos (e ele sabia da minha tara por isso) e ali estava eu sendo comida pelo Beto e chupando o pau do meu marido.
Depois de um tempo assim, a Marta pergunta se o Murilo não quer comer o rabo do Beto. O Murilo vacila um pouco, mas eu peço que ele faça. O Beto que a essa altura continuava deitado em cima de mim e se esticou um pouco para dividir o pau do Murilo comigo. E acho que meu marido amou ser chupado por dois (Beto e eu) ao mesmo tempo.
Murilo levantou-se e ficou com o pau mais para o Beto chupar do que eu. Depois do Beto chupá-lo mais um pouco a Marta continuava brincando com o cú dele, acho que preparando o terreno para o Murilo.
Tanto que ela pediu para ele vir comer seu marido. O Murilo não se fez de rogado desta vez e deitou por cima do Beto e começou a enfiar o pau. O Beto gemia de tanto tesão. Com duas ou três estocadas o Murilo enfiou tudo e começou a bombar no Beto. E o Beto continuava com seu pau em mim. Que tesão aquilo tudo. A Marta assistia tudo com a mão na boceta.
Foi uma loucura. O Beto endoidou. Seu pau ficou enorme dentro de mim e depois gozou com uma violência! Eu gozei também. O Murilo ainda estava de pau duro e pediu para comer a Marta. Eles foram para a cama e eu fui atrás enquanto o Beto se recuperava (estava com o pau mole e o cu devia estar dolorido).
Enquanto o Murilo comia a Marta num papai e mamãe, aproveitei e fiz o mesmo que a Marta fazia no Beto antes do Murilo come-lo. Abria sua bundinha e passava a língua no seu cú. O Murilo aceitava que eu fizesse isso nele, mas nunca deixou que passasse muito disso. Mas eu sempre tive uma tara por enfiar meu dedo no cu dele. E neste dia, aproveitando da sua distração com a Marta e todo o tesão naquele quarto, enfiei um dedo na bundinha dele. Ele travou o cu no começo, mas com jeitinho foi soltando e logo eu já tinha enfiado dois dedos nele, igual a Marta fazia no Beto.
Neste meio tempo, o Beto já estava perto da gente de novo e com aquele monstro de pau duro, batendo uma punheta. Ele fez um sinal para eu ficar de lado e ele se aproximando começou a fazer carinho na bunda do Murilo. Tirei meus dedos e quis ver aquilo de camarote. Deixei que o Beto enfiasse um dedo no cú do Murilo. Que nesta hora percebeu o que tinha acontecido: Estava sendo enrabado com o dedo de outro macho no cu.
Ele falou que não ia dar o cu pro Beto, mas a Marta, o próprio Beto e eu dissemos que ele já tinha comido o cú do Beto e nada mais justo que fazerem uma troca. O tesão era tanto que nem deu pra conversar muito não. O Beto acabou enfiando a cabeça do cacete no cu do Murilo.
Enquanto Murilo comia a Marta, virou recheio de sanduiche do casal. O Beto enfiando no cu dele (o pau não entrava tudo não, e ia e voltava com dificuldade – acho que o Murilo tava travando o cu ou o pau do Beto que era enorme mesmo – só sei que eu fiquei com muito tesão e gozei umas duas vezes assistindo a cena.
O Murilo foi quem gozou primeiro. No final até tirou o pau da boceta da Marta para curtir ser enrabado pelo Beto. Gozou sem ninguem tocar no pau dele. E gozou com vontade, bem másculo, gritando alto enquanto o Beto afundava o pausão nele. Não sei se a Marta gozou, apesar de ter gemido muito. E O Beto foi o último a gozar. Tirou o pau do cú do Murilo duro ainda e gozou nas suas costas batendo punheta, e limpando o restinho da porra esfregando o pau na entada do seu cu.
Tomamos um banho, cada um de uma vez, e após se vestirem, foram embora e nunca mais nos vimos. Mas aquela tarde foi inesquecível para todos.

a.vieira37@yahoo.com.br

 

Tenho vontade de estar com outros homens. Amo minha esposa e quero contar para ela. O que devo fazer?

DÚVIDA:

Boa noite, tenho vontade de me abrir para minha esposa sobre a vontade de sentir e de ser penetrado novamente por um pênis de verdade. Explico: - quando transamos ela sempre faz carinhos no meu ânus e às vezes me penetra com consolos que temos em casa e ainda ao meu ouvido diz coisas que me deixam alucinado como "é isso que você quer? uma pica de verdade?", entre outras... Bem, eu adoro ser penetrado por picas da verdade mas ela não sabe... Eu acho... Tenho vontade de revelar a ela as inúmeras vezes em que fui uma verdadeira fêmea para outros homens. O que devo fazer? Me ajude!!!

LETICIA LANZ RESPONDE:

Até muito recentemente, a homossexualidade era tida como pura sem-vergonhice e grave desvio de conduta moral. Qualquer pessoa que desejasse sentir prazer, transando com indivíduos do mesmo sexo, estaria sujeito a terríveis sanções por parte da sociedade. A rigor, ainda é assim em muitas partes do mundo, como você deve saber.

Entretanto, as coisas mudaram e continuam mudando muito, de uns vinte anos para cá. De tal forma que até mesmo aqui no Brasil, que gosta de ostentar uma fachada de liberal e progressista mas que, no fundo, ainda é um país muito conservador, a homossexualidade foi descriminalizada (ou seja, não é mais crime ser homossexual) e desmedicalizada (ou seja, não é mais tida como doença, nem física, nem mental).

A única coisa que ainda permanece viva é a tradição de que macho tem que ser macho, o que inclui evidentemente transar apenas com mulheres. O problema é que nem todo macho nasce com orientação heterossexual. Segundo os estudos científicos mais recentes, estima-se que 10 a 15% da população de machos nasce com orientação homossexual. Mais uns 10 a 15% nascem com orientação hetero e homossexual, ou seja, são bissexuais.

Pelo seu perfil, é bem provável que você tenha orientação bissexual, ou seja, goste de transar tanto com mulheres quanto com homens. Como também pode ser que você tenha orientação apenas homossexual mas, preocupado em atender as exigências das “tradições”, contraiu matrimônio a fim de dar satisfação à sociedade e manter-se à salvo, dentro das aparências.

Qualquer que seja a sua orientação sexual, quero lhe dizer que ela é normal e é legal. Você não precisa manter-se refém do seu próprio desejo, nem envergonhar-se, nem desesperar-se por querer buscar a forma de prazer com a qual o seu corpo realmente se satisfaz.

A única questão que eu sempre levanto, no caso homossexuais ou bissexuais casados, é a necessidade de buscarem, o quanto antes, um diálogo franco e honesto com suas esposas.

Vida a dois requer confiança e intimidade absoluta entre os parceiros e questões envolvendo a sexualidade do casal, quando omitidas pelas partes, poderão minar a relação de modo incontornável e definitivo. Portanto, o melhor que você faz é preparar-se para revelar à sua esposa, o mais cedo possível, esse seu desejo por relações homossexuais, mesmo porque, pelo que você descreve, é muito pouco provável que ele desapareça por si mesmo. Ou seja, você vai ter que conviver com esse desejo com o qual, aliás, já vem convivendo há bastante tempo.

Mas esse é um papo delicado que exige muita preparação da sua parte. Antes de mais nada, é preciso reconhecer e aceitar a sua orientação sexual predominante. Pode ser até mesmo necessária a ajuda de um profissional da área psi. Não hesite em busca-la se sentir que está difícil encontrar sozinho uma solução.

Quanto à sua mulher aceitar ou não a sua orientação sexual, essa é outra história que, evidentemente, só diz respeito a ela. Tal como você, ela também é livre para decidir fazer o que julgar melhor para ela.

O que eu gosto sempre de lembrar, para pessoas que, como você, mantêm relacionamento sexual fora do matrimônio, é da necessidade de se resguardar tomando os cuidados necessários na hora de transar (leia-se camisinha), a fim não apenas de se proteger, mas também de proteger sua esposa que, num descuido seu, pode ser desnecessariamente contaminada por alguma DST.

Beijos,

Letícia Lanz

Se você tem alguma dúvida..... mande seu relato, com o maior número de detalhes possíveis e seja atendida no Divã da LANZ - um lugar especial que irá acolher seu coração e te mostrar novos horizontes. Escreva para casadamaite@gmail.com

 

 

 

Transformações

Sou casado e minha mulher é dois anos mais velha que eu. Ela não era muito experiente, só tinha feito sexo comigo e começou a falar de suas fantasias. Queria transar com outro, mas eu tinha que ficar perto. Tinha medo de ficar sozinha. Ela sabia que algumas vezes fiz sexo com homens, há muitos anos, antes de começarmos a namorar. Eu ainda sentia desejos, mas um dia ela perguntou e eu disse que não. Pensei que fosse só fantasia, mas muito tempo depois ela voltou ao assunto. Perguntei se queria mesmo e ela confirmou. "Claro que quero, mas com você junto".

Fodi o corno manso e viramos caso

Não dá para dizer que dessa água não bebo. Fiz amizade legal com um colega de trabalho a partir do momento em que nós dois, quando menos esperávamos, nos encontramos na mesma academia, fazendo musculação. Em poucos dias construímos uma amizade legal.


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