Curiosidades

Estudo questiona aptidões de James Bond devido ao uso excessivo de álcool

Um estudo foi realizado para quantificar o consumo de álcool de James Bond conforme detalhado na série de romances de Ian Fleming. Todos os 14 livros de James Bond foram lidos por dois dos autores de uma nova pesquisa, publicada na revista médica BMJ.

Notas foram realizadas detalhando cada bebida alcoólica ingerida. Níveis predefinidos de unidades de álcool foram utilizados para calcular o consumo.

Após a exclusão dos dias em que James Bond não foi capaz de beber, seu consumo semanal de álcool foi de 92 unidades por semana, mais de quatro vezes a quantidade recomendada. Seu consumo máximo diário foi de 49,8 unidades. Ele passou apenas 12,5 dias sem álcool em 87,5 dias em que ele era capaz de beber.

Descoberta correlação entre religiosidade, anatomia do cérebro e depressão

Estudos anteriores relataram um risco de depressão 90% menor em adultos filhos de mulheres deprimidas, quando estes relataram que a religião ou a espiritualidade eram muito importantes em suas vidas.

Os achados de estudos anteriores de imaginologia cerebral nessas famílias de alto risco também revelaram grandes extensões de afinamento cortical em toda a superfície lateral do hemisfério cerebral direito.

Um novo estudo, publicado na revista JAMA Psychiatry buscou determinar se os adultos de alto risco que relataram alta importância da religião ou espiritualidade tinham córtices mais espessos do que aqueles que relataram importância moderada ou baixa de religião ou espiritualidade.

Compartilhamento de bicicletas alugadas traz benefícios para a saúde

Um novo estudo avaliou 578.607 usuários do sistema de aluguel de bicicletas de Londres, com 14 anos ou mais, para examinar o efeito desse sistema na saúde humana. Este é um sistema que tem crescido e cada vez tem tido mais adeptos.

As principais medidas de resultados da pesquisa foram avaliados em anos de vida ajustados por incapacidade, com base em impactos relativos à incidência de doenças e ferimentos, avaliados através das mudanças de médio prazo na atividade física, acidentes de trânsito, e exposição à poluição do ar.

Durante o ano os usuários fizeram 7,4 milhões de viagens com bicicletas alugadas (71% do tempo por homens).

Mulheres que consomem mais refrigerantes dietéticos apresentam risco cardiovascular aumentado

Um estudo apresentado no congresso do American College of Cardiology, em Washington, nos Estados Unidos,  na semana passada conduzido pelo Dr. Ankur Vyas , da Universidade de Iowa verificou que as mulheres na pós-menopausa que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia tinham 30 por cento mais probabilidade de sofrer um evento cardiovascular e 50 por cento mais probabilidades de morrer de doença cardiovascular relacionada, em relação às mulheres que nunca, ou raramente, consumiram bebidas dietéticas .

Uso indiscriminado de testosterona ligado a riscos cardíacos

Uma pesquisa publicada na revista JAMA Internal Medicine indica que as prescrições de testosterona nos Estados Unidos mais do que triplicaram na última década. No entanto, os pesquisadores suspeitam que grande quantidade da testosterona dispensada em clínicas especializadas não é controlada, uma vez que muitas vezes é comprada com dinheiro vivo.

Em número crescente, os médicos estão reclamando que as pesquisas já realizadas sobre a segurança dos adesivos de testosterona, cremes e emolientes não são conclusivas, deixando os médicos e pacientes incertos sobre como e se devem tratar casos de "baixa testosterona”.

Agora, uma sequência de estudos liga a suplementação de testosterona ao aumento de infartos do coração (ataques cardíacos) e riscos de acidente vascular cerebral (derrame) – AVC.

Cerveja pode reduzir artrite reumatoide em mulheres, diz estudo

Tomar uma cerveja algumas vezes por semana pode ajudar as mulheres a evitar uma dolorosa artrite reumatoide, sugere um novo estudo .

A doença, que afeta mais as mulheres do que os homens, é uma forma de artrite associada à disfunção do sistema imunológico. De acordo com a Arthritis Foundation, mais de 1,5 milhões de americanos sofrem da doença, que normalmente começa na década de 20 ou 30 anos.

No entanto, a longo prazo, o consumo moderado de álcool pode reduzir o desenvolvimento futuro da artrite reumatoide em mulheres, segundo pesquisadores do Hospital Brigham and Women e Harvard Medical School, em Boston. No geral, o uso moderado de qualquer forma de álcool reduziu o risco em cerca de 21 por cento, mas beber cerveja moderadamente – 2 a 4 cervejas por semana – diminui as chances das mulheres para a doença em quase um terço, segundo o estudo.

Adolescentes obesos tem menos amigos

Até que ponto a obesidade na adolescência é importante no convício social? Um novo estudo descobriu que os adolescentes obesos são mais propensos a enfrentar a rejeição por seus pares.

No estudo, da Arizona State University, pesquisadores analisaram dados de de quase 59 mil estudantes, com média de 15 anos de idade, de 88 escolas. Cerca de um quinto dos alunos forneceu informações sobre seu índice de massa corporal (IMC) - uma medida usada para determinar se alguém tem um peso saudável, compatível com a sua altura.

Os alunos também listaram seus cinco melhores amigos do sexo feminino e seus cinco amigos masculinos mais próximos. Os pesquisadores examinaram então como e quando os adolescentes fizeram amigos - por exemplo, se eles se conheceram por meio de atividades ou amigos em comum ou se eles tinham interesses comuns.

Certas cenas de filmes podem ser perigosas para corações doentes

O estresse mental e as emoções têm sido associados com arritmias ventriculares e morte súbita em modelos animais e humanos. E agora, um novo estudo indica: cenas intensas e dramáticas em filmes podem ser perigosas para os espectadores com o coração já fraco (já portadores de doenças cardíacas).

A nova pesquisa, publicada na revista médica Circulation: Arrhythmia and Electrophysiology, mediu a pressão arterial, avaliou o ritmo cardíaco e  a velocidade da respiração de 19 pacientes cardíacos enquanto assistiam a uma cena de filme de uma escalada de montanha, de cinco minutos de duração.

Casais lésbicos apresentam menor nível de estresse em relação aos seus filhos

Um estudo publicado na revista Acta Paediatrica avaliou o estresse parental em casais de mães lésbicas e comparou os dados obtidos com pais heterossexuais, após fertilização in vitro (FIV) ou gravidez espontânea.

Esta pesquisa ocorreu durante o período de 2005 a 2008 e fez parte do estudo multicêntrico sueco sobre doação de gametas. Foi composta por 131 mães lésbicas, 83 pais heterossexuais de fertilização in vitro, que usaram seus próprios gametas, e 118 pais de gravidez espontânea.

Os participantes responderam ao questionário quando a criança tinha entre 12 e 36 meses de idade. O estresse parental foi aferido pelo “Swedish Parenting Stress Questionnaire (SPSQ)”.

O impacto do Amor sobre a Saúde

O impacto das relações exclusivas estáveis ​​a longo prazo sobre a longevidade está bem estabelecido. Em um extenso estudo realizado em sete países europeus, as pessoas casadas tiveram taxas de mortalidade ajustadas para a idade que eram 10-15% mais baixas do que a população como um todo.

Entretanto, estão menos estabelecidos os benefícios da fase inicial das relações românticas, isto é, o namoro. Evidências sugerem que os relacionamentos românticos na adolescência estão associados com aumento de sintomas depressivos, embora estes sintomas venham a diminuir à medida que as pessoas envelhecem. Os relacionamentos românticos entre os 18 e 25 anos de idade estão associados a uma melhor saúde mental, mas não melhor saúde física. Assim, parece que adquirir um certo grau de maturidade é necessário antes de que o Amor seja capaz de trazer um benefício real para a saúde.

Comer salame e salsicha pode ser ruim para o coração

Um novo estudo sueco indica: homens que comem regularmente carnes vermelhas processadas podem aumentar o risco de desenvolver insuficiência cardíaca e morrer por ela.

A insuficiência cardíaca é uma das doenças cardíacas mais comuns, caras e mortais, segundo a  American Heart Association. Estima-se que mais de 800.000 novos casos de insuficiência cardíaca ocorrerão nos Estados Unidos no ano de 2014; cerca de 50 por cento das pessoas diagnosticadas com esta condição irão morrer dentro de cinco anos.

Tirar um cochilo pela manhã pode ser fator de risco para a saúde

Estudos epidemiológicos atuais têm relatado resultados conflitantes sobre a relação entre sono diurno e risco de mortalidade. Um recente estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology  avaliou a associação entre sono diurno e todas as causas ou causas específicas de mortalidade, em um grupo britânica.

Entre os 16.374 homens e mulheres que responderam perguntas sobre hábitos de cochilar pela manhã entre 1998 e 2000, um total de 3.251 morreram durante os 13 anos de seguimento.

Cigarros mentolados podem comprometer o tratamento do tabagismo

Um recente estudo publicado na edição online da revista Addiction foi realizado para avaliar as relações do uso de cigarros mentolados com medidas de sucesso na interrupção do tabagismo, em um grande estudo de eficácia comparativo (CET).

Os participantes foram direcionados aleatoriamente para uma das seis condições de tratamento; além disso, todos os participantes receberam seis sessões de aconselhamento individual.

Adolescentes que dormem pouco podem se tornar adultos obesos

Adolescentes devem ter de nove a 10 horas de sono por noite, de acordo com os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Sabe-se que a sonolência diurna e fadiga afetam o que e como as pessoas comem por desencadear os desejos e alterar o apetite. Por exemplo, as pessoas privadas de sono acham mais fácil comprar alimentos com muitas calorias de um restaurante de fast food em vez de preparar uma refeição saudável.

Amamentar pode ajudar as mães obesas a perder peso após o parto

A amamentação pode ajudar as mulheres a perder o peso ganho na gravidez e mantê-lo se elas eram obesas antes de engravidar, de acordo com uma nova pesquisa.

Segundo um novo estudo publicado na revista médica Pediatrics, quando as mulheres que eram obesas antes de se tornarem mães seguiram as recomendações de amamentar, que pesaram cerca de 8 quilos a menos do que mães obesas que não amamentaram. Se as mães estavam pouco acima do peso ou tinham um peso normal antes da gravidez, o seu peso, seis anos depois não pareceu estar relacionado à amamentação.

Preocupações no trabalho podem aumentar o risco de asma, diz estudo

Um novo estudo europeu apoia a ideia de que o estresse relacionado com o trabalho, especialmente com a perda do emprego, contribui para o desenvolvimento de problemas respiratórios e asma.

O estudo envolveu mais de 7.000 adultos empregados na Alemanha. Entre 2009 e 2011, durante a crise econômica na Europa, os trabalhadores responderam a perguntas sobre distúrbios respiratórios e também sobre se eles achavam que iriam perder o emprego dentro de dois anos.

Mais de 100 novos casos de asma foram diagnosticados entre o grupo de pesquisa, metade dos quais eram mulheres, durante o período de estudo.

Os pesquisadores observaram que, para cada 25 por cento de aumento no estresse relacionado ao trabalho, o risco para a asma também aumentou em 24 por cento. O risco para a asma subiu em 60 por cento entre aqueles que pensaram que era altamente provável que perderiam o seu emprego.

Cães são como filhos para as pessoas, indica estudo

Exames do cérebro estão ajudando os cientistas a entender melhor a ligação entre as pessoas e seus animais de estimação. Um novo estudo incluiu 14 mulheres que tiveram pelo menos um filho com idades entre 2 e 10 anos e um cão em suas casas, por pelo menos dois anos. O exame de imagem de ressonância magnética funcional foi usado para monitorar a atividade do cérebro das mulheres enquanto olhavam para fotos de seus filhos e seus cães.

As áreas do cérebro associadas à emoção, recompensa, relacionamentos e interação social mostraram maior atividade quando as mulheres viram as fotos de seus filhos e de seus animais de estimação. A área do cérebro envolvida no reconhecimento facial e outras funções de processamento visual apresentaram maior resposta a seus cães do que para seus filhos.

Ser pai pela segunda vez leva a melhora na saúde mental

Apesar do crescente interesse e preocupação com a saúde mental dos homens durante o período perinatal, ainda não sabe se os homens são mais vulneráveis ​​a problemas de saúde mental durante este tempo.

Um recente estudo publicado na revista médica American Journal of Epidemiology utilizou dados populacionais longitudinais para investigar se o fato de se tornar um pai de novo está associado com o aumento do sofrimento psíquico.

Durante o período de avaliação, 349 homens foram identificados como novos pais (primeiro filho com idade <1 ano), e 224 destes homens tinham sido identificados como "futuros pais". Um total de 1.658 homens permaneceu como sendo "nunca pais." O estresse foi medido usando o Inventário de Saúde Mental antes da gravidez da parceira, durante a gravidez da parceira, e durante o primeiro ano da paternidade.

Música reduz a dor durante o trabalho de parto, diz estudo

O controle e a prevenção da dor do parto são as principais preocupações dos médicos e suas  pacientes. O objetivo de um recente estudo publicado em revista especializada de Ginecologia foi o de avaliar o efeito da música sobre a dor do parto e ansiedade, hemodinâmica materna, parâmetros fetais-neonatais e a exigência de analgesia pós-parto.

No geral, 156 mulheres primíparas que aguardavam para ter um parto vaginal foram recrutadas e designadas aleatoriamente para um grupo de musicoterapia (n = 77) ou um grupo de controle (n = 79). As mulheres do grupo de musicoterapia ouviram música durante o parto. A intensidade da dor e o nível de ansiedade foram avaliadas através de uma escala visual analógica (0-10 cm). Os dois grupos foram comparados em termos de intensidade da dor, nível de ansiedade, hemodinâmica materna, parâmetros fetais-neonatais e a utilização de analgésico no pós-parto.

Distúrbios de sono na infância relacionados à depressão na vida adulta

Dificuldades para dormir na infância têm sido associadas com um risco aumentado de depressão na vida adulta, mas os estudos existentes não têm abordado esse tema.

Um novo estudo publicado online no site da revista Journal of Sleep Research teve como objetivo determinar a associação entre a dificuldade para dormir e depressão na vida adulta, após o ajuste para possíveis influências de confusão de depressão e dificuldade para dormir maternos. Dados de um estudo britânico foram utilizados em uma coorte de nascimentos com 30 anos de seguimento (1975-2005).

Aos 5 anos de idade, 7.437 pais de participantes informaram sobre se seu filho tinham dificuldade para dormir, a frequência de enurese (emissão involuntária de urina, a maior parte das vezes noturna, e que ocorre com maior frequência nas crianças), pesadelos, depressão materna e dificuldades para dormir.


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