Informática

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Os 10 melhores smartphones para você comprar em 2015

Quais os melhores smartphones para comprar em 2015? Responder essa pergunta é uma tarefa bem difícil por causa da grande quantidade de opções que temos hoje no mercado, mas de acordo com uma recente pesquisa divulgada na revista Forbes, estas são asmelhores opções para você que está precisandocomprar um Smartphone em 2015, levando em conta desempenho, qualidade, características únicas e preço. veja os dez melhores

As 10 maiores fan pages do mundo 2013

Veja à seguir o ranking atual 2013 com as fan pages com mais curtidas do Facebook no mundo:
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As 10 cidades brasileiras com mais e menos acesso à internet

A recente pesquisa Mapa da Inclusão Digital, da Fundação Getúlio Vargas com a Fundação Telefônica, apontou os números de domicílios com computadores e acesso à internet com base nos dados do Censo 2010 do IBGE. Confira as dez cidades com mais e menos acesso à internet no Brasil:


Mais acesso:

Os 10 países com a internet mais rápidas do mundo

A consultoria Akamai mediu a velocidade da internet em 50 países, e elaborou um ranking com as mais rápidas do mundo. Seguem as dez mais:
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  1. Coréia do Sul: 17,5 Mbps
  2. Japão: 9,1 Mbps
  3. Hong Kong: 9,1 Mbps
  4. Holanda: 8,2 Mbps
  5. Letônia: 7,8 Mbps
  6. Suíça: 7,2 Mbps
  7. Irlanda: 6,8 Mbps
  8. República Checa: 6,7 Mbps
  9. Romênia: 6,4 Mbps
  10. Bélgica: 6,1 Mbps

40º. Brasil: 1,8 Mbps

Ranking completo neste link
Fonte: Akamai

Um em cada dez homens preferem ter um iPad a uma namorada

Um em cada dez homens preferem ter um iPad a uma namorada. Chocante? Então você não viu nada. Na China, pessoas literalmente dão órgãos para colocar as mãos nos dispositivos da Apple, o que remete a uma cena bastante parecida do filme Brüno, em que ele troca um celular por uma criança africana. Mas, no ocidente, as pessoas iriam tão longe para conseguir um iPad?

A resposta aparente parecer ser ‘sim’. Pesquisa de opinião recente feita pelo cassino online britânico RoxyPalace.com aponta que 11% dos 600 homens entrevistados prefeririam um iPad a uma namorada. E 3% trocariam suas namoradas pelo dispositivo.

Parece absurdo? Que nada! Outras pesquisas sugerem algo pior: uma em cada três pessoas preferem desistir de sexo em troca de acesso a internet e 5% se divorciariam para poder trabalhar em casa. E você?

Palavras digitadas no lado direito do teclado são mais positivas

É o chamado “efeito QWERTY”.

Pesquisadores ingleses dizem que, aparentemente, a gente dá significados mais positivos a palavras em que predominam letras que ficam do lado direito do teclado.

A explicação é que, como no lado direito há menos teclas com letras, as combinações feitas por ali são mais fáceis de digitar. E o nosso cérebro, que gosta de uma tarefa fácil, percebe isso e já trata de associar uma certa emoção boa àquela palavra.

Brasileiros passam três vezes mais tempo na internet do que assistindo TV

De acordo com um relatório feito pela Forrester Research, os sites de mídias sociais e vídeos on-line contam com mais audiência do que a TV no Brasil. A adoção da web como principal meio de informação e entretenimento é hoje de 48%. Para 2016, a previsão é de que o número alcance a marca de 57%. “Por permitir a interação imediata sobre seu conteúdo, a internet mostra-se mais atraente do que a TV, onde o telespectador tem um papel passivo”, comenta Leandro Kenski, CEO da Media Factory, empresa especializada em marketing digital.

Os 10 países com mais e menos pessoas no Facebook

Depois da notícia da consultoria Socialbakers de que o Brasil pode se tornar o segundo maior país no Facebook, vamos conferir o ranking dos dez países com mais e menos pessoas com contas na rede social:
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Os 10 mais:

  1. Estados Unidos: mais de 155 milhões de usuários
  2. Índia: 45 milhões
  3. Indonésia: 43 millhões
  4. Brasil: 42 millhões
  5. México: 33 millhões
  6. Turquia: 31 millhões
  7. Reino Unido: 30 millhões
  8. Filipinas: 27 millhões
  9. França: 24 millhões
  10. Alemanha: 23 millhões

Os 10 menos:

10 fatos que você não conhece (ou não se importa) sobre o Facebook

O Facebook é a rede social mais popular do mundo, com mais 800 milhões de usuários – você provavelmente é um deles. Sendo assim, muitas histórias e polêmicas estão ligadas a esse site famoso. Confira:

1 – A média de amigos dos usuários do Facebook é 130

 

Preocupado com sua popularidade? O número médio de amigos dos usuários no Facebook é de 130. As mulheres tendem a ter um pouco mais amigos do que os homens. No entanto, apesar de ter centenas de amigos, a maioria das pessoas só interage regularmente com 4 a 7 pessoas. Qual o seu número?

2 – 25% dos usuários já foi “dispensado” via Facebook

 

Uma pesquisa de junho de 2010 com mil usuários do Facebook – 70% dos quais eram do sexo masculino – revelou que 25% deles já havia sido “dispensado” via Facebook (ou seja, alguém terminou o namoro com eles através de uma troca do status de relacionamento).

21% dos entrevistados disseram que terminariam um relacionamento mudando seu status de relacionamento no Facebook para “solteiro”. Embora preocupante, a pesquisa mostra que a maioria das pessoas não termina namoros via Facebook.

3 – Facebook não permite fotos de amamentação

 

O Facebook provocou uma ira materna quando retirou do ar fotos de amamentação de bebês que as mulheres tinham postado em seus perfis pessoais, porque as considerou um pouco “reveladoras” demais.

Isso veio de um site que permite fotos de mulheres em biquínis e de casais dando um amasso, que tem ainda aceitado publicidade paga de um site de namoro que tinha uma modelo de topless. (O anúncio topless foi tirado do ar depois que as mulheres notaram a hipocrisia e reclamaram).

Em resposta ao alerta que o site dá às mães que estão violando a política de “decência” do Facebook, ativistas responderam com uma “enfermaria virtual”; 11.000 mulheres postaram fotos de si mesmas amamentando seus filhos e/ou atualizaram seus status para: “Hey, Facebook, amamentação não é obscena!”.

O grupo pró-aleitamento materno tem atraído mais de 250.000 membros.

4 – Facebook causa 1 a cada 5 divórcios

 

Antes, era o batom no colarinho. Agora, um em cada cinco divórcios envolve a rede social Facebook, de acordo com uma pesquisa da Academia Americana de Advogados Matrimoniais. 80% dos advogados de divórcio também relataram um aumento no número de casos em que usam a mídia social para evidenciar “traição”.

5 – O primeiro “rosto” no Face era de Al Pacino

 

Você se lembra daquele cara triste azul na página inicial do Facebook, que costumava olhar para baixo cada vez que você fazia o login?

Acabaram com ele em 2007, então, se você chegou atrasado para a festa do Facebook, provavelmente não tem absolutamente nenhuma ideia do que estamos falando. De qualquer forma, de acordo com David Kirkpatrick, aquele cara no logotipo, criado pelo amigo de Zuckerberg Andrew McCollum, não era outro senão o jovem Al Pacino “coberto com uma névoa de zeros e uns – os componentes elementares da mídia digital”. Louco, né?

6 – 36% dos jovens verificam o Face depois do sexo

 

Acende um cigarro após o sexo? Isso é tão passado! Um estudo de outubro de 2009 sugeriu que as redes sociais estão se tornando uma parte cada vez mais importante da vida dos jovens. Entre os menores de 35 anos, 36% admitiram que “tuítavam, mandavam mensagem e verificavam o Facebook após o sexo”. 40% dos inquiridos admitiram fazer o mesmo enquanto dirigiam, 64% disseram fazê-lo no trabalho, e 65% usam estes canais de comunicação durante as férias.

7 – 350 milhões de pessoas sofrem de Distúrbio do Vício em Facebook

 

Distúrbio do Vício em Facebook (Facebook Addiction Disorder – FAD) é um termo introduzido por psicólogos americanos para descrever aqueles que são viciados em Facebook a ponto de sua vida ser realmente afetada por suas atividades descontroladas na rede social.

Os efeitos mais comuns dessa doença são a perda de produtividade, a incapacidade de concentração, a superficialidade das amizades, bem como isolamento em casos extremos. Cerca de 350 milhões de pessoas devem sofrer do transtorno.

8 – Usuários do Facebook têm notas menores

 

De acordo com um novo estudo americano, estudantes universitários que utilizam a rede social Facebook têm significativamente menor grau de pontuação média do que aqueles que não usam o site.

O estudo, feito em 2009, entrevistou 219 estudantes de graduação e pós-graduação e descobriu que as notas de usuários do Facebook geralmente variavam em um ponto menores que as dos não usuários – 3,0 a 3,5 para os usuários, contra 3,5 a 4,0 para os não usuários.

A pesquisa também descobriu que 79% dos membros do Facebook não acreditavam que havia qualquer ligação entre suas notas e seus hábitos em redes sociais.

9 – Burger King deu lanche de graça para quem excluiu amigos do Facebook

 

Em janeiro de 2009, uma campanha publicitária do Burger King intitulada de “Sacrifício Whopper” recompensou usuários do Facebook com um lanche “Whopper” se eles publicamente excluíssem 10 amigos, que recebiam uma mensagem informando que estavam sendo excluídos por um hambúrguer grátis.

A campanha usou o slogan “A amizade é forte, mas o Whopper é mais forte”. Até o momento, a aplicação havia sido baixada mais de 55.000 vezes e mais de 250.000 “amigos” foram sacrificados por um lanche.

10 – O cara preso por convidar sua filha adolescente pra fazer sexo via Facebook

 

Muitos crimes já foram cometidos ou anunciados no Facebook. Talvez em um dos piores deles, um pai da Pensilvânia, EUA, foi preso por supostamente convidar sua filha adolescente para fazer sexo via Facebook.

John Forehand, 39 anos, se referiu a si mesmo como “Papai Mau” na correspondência on-line com sua filha de 13 anos de idade, na qual ele abertamente deixou explícitas sugestões sexuais. Forehand disse à filha que estava tendo sonhos “inapropriados” com ela, e escreveu-lhe: “Eu vou cuidar muito bem da minha menina”.

A adolescente contou à mãe sobre as mensagens inapropriadas no Facebook, e ela então alertou a polícia. A polícia capturou Forehand enganando-o para pensar que teria um encontro com sua filha. Quão doente é isso?[Oddee]

Teoria dos seis graus de separação? 3.74 graus, no Facebook

Um estudo mostra que entre cada usuário do Facebook, a média de separação é de 3.74 graus. O número representa quantas pessoas existem em uma cadeia de amizade, excluindo o último e o primeiro.

Em outras palavras, como afirmam os autores do estudo: “Considerando outras pessoas no mundo, um amigo do seu amigo conhece um amigo deles”.

O estudo foi feito em maio, e envolveu todos os membros ativos da rede social. O Facebook define um usuário ativo se ele logou pelo menos uma vez nos últimos 28 dias.

Alguns jornalistas enganaram-se afirmando que havia 4.74 graus de separação no Facebook. A confusão foi entre o número de graus com a distância – ou pulos – entre cada pessoa de uma rede de amigos.

O experimento é o maior teste de uma ideia proposta pelo autor hungaro Frigyes Karinthy, em 1929. Ele sugeriu que havia 6 graus de separação entre qualquer dupla no mundo.

A teoria ficou famosa por causa de uma peça, um filme e mais tarde um jogo onde as pessoas tentavam ligar o ator Kevin Bacon a outras estrelas de Hollywood em seis passos.

Testar a validade da hipótese no mundo real tornou-se um desafio. Uma tentativa anterior, do psicólogo Stanley Milgram, nos anos 60, envolveu uma carta. Pediram aos voluntários que ela chegasse a uma pessoa específica, mas só podiam fazer isso passando por outras pessoas que já se conheciam.

O problema foi que o estudo envolveu apenas poucas centenas de pessoas, e não havia modo de saber se as cartas tomaram o caminho mais direto possível.

O estudioso do Facebook, Lars Backstrom, pode trabalhar com um espectro muito maior de dados.

A rede social tinha 721 milhões de membros na época do experimento – aproximadamente 10% da população mundial – com um total de 69 bilhões de amizades entre si.

Apesar da quantidade enorme de dados, Backstrom e quatro pesquisadores da Universidade de Milão conseguiram analisar tudo usando um computador 24-core, com um disco rígido de um terabyte.

Páginas de celebridades do Facebook foram excluídas da amostragem, e o teste aconteceu antes da criação das “Assinaturas”, uma ferramenta que liga usuários por interesse, mesmo que não sejam conhecidos.

O Facebook limita os usuários a cinco mil amigos, mas a média é muito menor: 100 contatos, ou 0,000014% do número total.

Apesar do número relativamente pequeno, os resultados revelam que 99,6% dos pares de usuários estavam conectados por 5 graus de separação, e 92% por 4.

A média de separação entre qualquer dupla de membros foi de 3.74 graus.

Isso foi menor do que a média de 4.28 graus registrada pelo Facebook em 2008, quando a rede era menor.

Entretanto, os pesquisadores dizem que a distância média “parece agora estar se estabilizando”, sugerindo que mesmo que as outras nove partes do mundo venham para o Facebook, o nosso grau de separação não vai diminuir muito.[BBC]

A felicidade está diminuindo entre usuários do Twitter

Segundo um novo estudo, os usuários da rede social Twitter podem estar menos felizes do que costumavam ser.

Os pesquisadores analisaram bilhões de tweets ao longo de quase três anos e descobriram que a felicidade entre os usuários diminuiu.

Ao pé da letra, os cientistas analisaram o conteúdo (as palavras) de mais de 4 bilhões de tweets postados por 63 milhões de usuários do Twitter em todo o mundo.

Os tweets analisados foram postados entre setembro de 2008 e meados de setembro de 2011. Segundo o pesquisador Peter Dodds, os tweets oferecem um olhar quase instantâneo sobre a sociedade, como um coletivo, em tempo quase real.

Voluntários do estudo leram os tweets para, em seguida, avaliar a “felicidade” das palavras nos tweets, usando uma escala de 1 (triste) a 9 (mais feliz).

Por exemplo, a palavra “riso” tem uma classificação média de 8,5, enquanto “comida” pontuou 7,44, “ganância” ficou em 3,06, e “terrorista” em 1,30.

Os cientistas aplicaram esta escala de classificação de texto e outras fórmulas matemáticas nos bilhões de tweets que coletaram, e observaram que a felicidade, depois de uma tendência gradual para cima (de janeiro a abril de 2009), teve uma tendência de queda gradual, acelerando ligeiramente ao longo do primeiro semestre de 2011.

Os cientistas observaram quedas de felicidade em certas épocas nos tweets, como durante a quebra do sistema financeiro dos EUA em 2008, e na pandemia da gripe H1N1 em 2009.

Nesse mesmo ano, a morte do cantor Michael Jackson causou a maior queda de felicidade em um único dia, enquanto a morte de Osama bin Laden em 2011 resultou no dia de menor felicidade do estudo.

Os dados do Twitter ofereceram perspectivas intrigantes: o dia mais feliz da semana é o sábado, seguido de perto pela sexta-feira e o domingo. O dia menos feliz da semana é a terça-feira.

A hora mais feliz do dia é entre as 5:00 e 6:00 horas da manhã, quando os tweets contêm palavras mais positivas e menos negativas. A felicidade cai acentuadamente até meio-dia, e depois tem um declínio mais gradual até o ponto médio de baixa felicidade do dia, das 23:00 às 00:00 horas.

Mesmo o uso de palavrões em tweets tem um ciclo previsível diário: os xingamentos atingem um ponto alto em torno de 1:00 hora da manhã, e um ponto baixo entre 5:00 e 6:00 da manhã.[WebMD]

Transforme qualquer superfície em uma tela touchscreen

Já pensou em transformar suas roupas ou até mesmo suas mãos e braços em uma tela touchscreen? Parece brincadeira, mas é realmente possível deixar o celular no bolso e controlá-lo a partir de superfícies inesperadas como essas.

Pesquisadores da Microsoft combinaram um projetor de imagens com o aparelho Kinect do Xbox 360 para criar um dispositivo que projeta uma tela touchscreen em qualquer superfície. Os usuários podem definir o tamanho e a localização da interface por toques ou deixar o sistema decidir qual é a melhor opção.

O protótipo é bastante volumoso, já que se trata de um Kinect, mas os pesquisadores garantem que futuras versões poderão ter o tamanho de uma caixa de fósforos. Com o dispositivo que cria telas sensíveis ao toque, será possível enviar mensagens de texto a partir de uma parede ou até controlar sua playlist com alguns toques na sua coxa.

Confira o vídeo do dispositivo em ação. [NewScientist]

 

Facebook domina o tempo gasto online por usuários de web

Segundo um novo relatório da empresa de monitoramento da web Nielsen, os usuários de internet norte-americanos gastaram um total combinado de 53,5 bilhões de minutos no Facebook durante maio de 2011, que é mais tempo do que gastaram nos próximos quatro sites mais populares combinados.

Nos EUA, Yahoo! é o segundo site mais popular, com as pessoas gastando 17,2 bilhões de minutos lá durante o mesmo período.

Os usuários também gastaram 12,5 bilhões de minutos visitando sites do Google (não incluindo o YouTube). Em seguida, vêm os sites da AOL, agora incluindo o The Huffington Post, no qual 11,4 bilhões de minutos foram gastos em maio de 2011. Por último, os sites da Microsoft (Bing, MSN e Windows Live), que responderam por 9,5 bilhões de minutos de tempo de usuários dos EUA na web.

O relatório também descobriu que mulheres com idade entre 18 a 34 anos são os usuários mais ativos das redes sociais. O LinkedIn é o único site social não dominado por usuários do sexo feminino, com mais usuários do sexo masculino.

Além disso, as redes sociais e blogs hoje representam a maioria do tempo gasto online entre os usuários da web americanos, enquanto quase 40% dos americanos acessam sites como o Facebook através de seu celular.

O Facebook, que já é um gigante da internet em vários países, pode também passar a oferecer um serviço de música. A especulação de que a rede social está montando esse serviço pode ser anunciada na conferência anual de seu desenvolvedor, o f8, em 22 de setembro.

A oferta de música, que se acredita ser estabelecida em parceria com serviços de música digital como o Spotify e Mog, deve fazer com que o Facebook aumente ainda mais seu domínio sobre os seus utilizadores e, potencialmente, atraia novos, já que dá a oportunidade para aqueles que querem ouvir e compartilhar músicas com seus amigos no site.[Telegraph]

5 tecnologias que se extinguirão daqui 5 anos

A tecnologia avança muito rapidamente; coisas que eram comuns há dez anos (televisores CRT, máquinas de fax) estão caindo em desuso de forma assustadora. Nesse ritmo, nós podemos indicar alguns produtos atuais que provavelmente desaparecerão em cinco anos. Seja porque suas características estão sendo englobadas por outros produtos, sejam vítimas de mudança nos modelos de negócio, confira cinco produtos que estão com seus dias contados:

1 – GPS

 

Hoje, dispositivos portáteis de navegação são visões comuns sobre os painéis e para-brisas dos carros. O único problema é que tudo o que esses sistemas podem fazer, os smartphones podem fazer também, se não melhor. E um dos melhores aplicativos de navegação para smartphone, o “Google Maps Navigation”, é gratuito. Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de sistemas de navegação tenham caído 22% em 2010, e não deve ser surpresa que em cinco anos eles tenham desaparecido completamente.

2 – DVD/CD ROM

 

Quem não tem conexão de banda larga ultrarrápida em casa? Quase ninguém. De acordo com o site Speedtest.net, as velocidades médias de download nos EUA passam de 11 megabits por segundo. Isso significa que programas podem ser baixados em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Então, por que você iria querer pagar o custo extra de ter um DVD impresso, embalado e enviado para sua casa? Você não iria querer. E em cinco anos, essa provavelmente não vai ser nem mesmo uma opção.

3 – Roteador para internet sem fio

 

Sim, acesso à internet sem fio (wireless) em casa vai continuar a ser um grande negócio, mas comprar um roteador com certeza não será. Em vez disso, capacidades sem fio virão junto com o provedor de internet banda larga – a cabo, fibra óptica, satélites – instalado em sua casa. E, tendo em vista a popularidade de serviços de internet de alta velocidade nos celulares, mais pessoas irão usar seus smartphones para acessar internet banda larga, eliminando a necessidade de um roteador completamente.

4 – Netbook

 

Menores, mais leves e mais baratos que um notebook, os netbooks foram – por um curto espaço de tempo – uma boa escolha para quem procurava uma forma barata e portátil de acesso à internet. Mas com um processador anêmico e uma tela minúscula, os netbooks são uma solução imperfeita. Hoje, você pode comprar um notebook compacto com um processador rápido e seis ou mais horas de bateria. Além disso, os tablets (dispositivos com acesso à internet, como o iPad) são muito mais adequados às pessoas que necessitam de simples navegação na Web, entretenimento e funções computacionais básicas. Ou seja, não há espaço para os netbooks em lugar nenhum.

5 – E-readers

 

Os e-readers são dispositivos populares para leituras, e seu baixo consumo de energia significa que sua bateria dura muito tempo. Mas os tablets, como o iPad, podem fazer muito mais. Hoje em dia, eles têm tela de LCD especial antirreflexo, e podem rodar aplicativos selecionados, etc. A duração da bateria ainda não pode competir com o de e-readers, mas vai ficar muito melhor com o tempo. Daqui cinco anos os tablets lerão e-mail com facilidade, mas os e-readers não estarão mais entre nós.[MSN]

Redes sociais podem causar depressão

Quem de nós, por uma razão ou outra, não aderiu à moda das redes sociais? A moda atingiu em cheio os adolescentes, que adoram manter contato com seus amigos em sites como Facebook e Twitter. Por mais divertido que seja, o uso em excesso desses sites  pode ser prejudicial e tem sido associado à depressão, dizem pesquisadores.

Um novo relatório da Academia Americana de Pediatria descreve um novo fenômeno conhecido como “depressão do Facebook “, no qual crianças e adolescentes que gastam uma enorme quantidade de tempo em sites de redes sociais acabam desenvolvendo sintomas de depressão.

“O fenômeno não é comum e a maioria das crianças se beneficiam com o site, pois são capazes de manter laços com os amigos e sentir uma conexão com sua comunidade”, explica Scott Campbell, professor de estudos de comunicação na Universidade de Michigan, Estados Unidos.

Porém, o uso pesado excessivo do Facebook, bem como outros riscos do mundo online como o “cyberbullying”, pode ter consequências graves. Por isso, é fundamental para os pais ficar envolvido na vida virtual de seus filhos.

“Como as crianças têm cada vez mais canais de comunicação com seus colegas online, é extremamente importante que os pais também mantenham a comunicação com seus filhos da mesma forma aberta. Assim, podem ter uma noção do que está acontecendo na vida de seus filhos, tanto online quanto offline “, aconselha Campbell.

O relacionamento com amigos se torna difícil nos anos de adolescência. Enquanto o Facebook permite que os jovens preservem e cultivem suas amizades, ele pode também alimentar a inveja, de acordo com Michael Brody, psiquiatra da infância e adolescência em Silver Springs, Maryland, Estados Unidos.

“As crianças se tornam muito competitivas no ambiente virtual e querem ser o centro das atenções”, alerta Brody.

O Facebook permite que os adolescentes acompanhem o sucesso de seus amigos, bem como o número de amizades aqueles amigos têm. “Isso configura uma coisa competitiva. As crianças podem se sentir menos do que eles são porque seus amigos parecem estar se divertindo mais do que elas”, diz Brody. “A ideia de inveja e ciúme é muito difundida e ampliada através desse meio”.

No entanto, é menos claro se o próprio Facebook leva à depressão ou se alguns adolescentes que já estão deprimidos são propensos a gastar demasiado tempo on-line.

“Como qualquer outra coisa na vida, muito tempo no Facebook – ou na Internet em geral, aliás – pode ser uma coisa negativa”, adverte Campbell. “Em geral, depressão e solidão são associadas a esses usuários frequentes da Internet, que permitem que a quantidade de tempo passados online interfiram em seus relacionamentos off-line”.

Uma maneira de potencialmente impedir as crianças de entrar neste tipo de depressão é ter a certeza de que elas se envolvam em uma variedade de atividades, recomenda Brody.

“As crianças que têm uma vida equilibrada, fazem lição de casa e atividades extra-curriculares, participam de clubes, serviços comunitários ou praticam esportes têm uma chance muito menor de desenvolver depressão”.

“Eu ficaria preocupado como pai se a única coisa que meu filho gostasse de fazer fosse ficar sentado na frente do computador usando o Facebook”, diz Brody. [LiveScience]

PC é preferido pelos mais velhos, jovens escolhem Mac

Um comercial de televisão ficou notório nos Estados Unidos nos últimos anos. Era da empresa de computadores Macintosh, criadora da Apple. O comercial mostrava uma cena associando um jovem de 20 anos a um laptop e um “coroa” a um PC (da Microsoft), computador que se massificou nos nãos 90. E um site de assistência técnica e dicas para usuários dos Estados Unidos, Hunch, afirma que esse estereótipo realmente se confirma.

A equipe de pesquisadores da Hunch fez um levantamento entre os 338 mil usuários que foram auxiliados pelo site. O questionário perguntava, entre outros tópicos, a “lealdade” dos usuários aos computadores: enquanto 52% se declararam devotos do PC, apenas 25% se disseram adeptos do Mac.

É muito difícil mudar do Windows para um Mac?

Comparando estes dados com as informações sobre os usuários, a Hunch traçou um perfil psicológico e social dos pesquisados. 67 % dos usuários de Mac são formados, enquanto este índice está em 54% entre os seguidores do PC. Os que usam Mac são 80% mais propensos ao vegetarianismo. Usuários de PC, nos EUA, foram retratados tendo hábitos mais como roupas convencionais, refrigerantes populares, jornais conservadores e filmes da cultura americana tradicional. A faixa de usuários do Mac, por outro lado, prefere roupas de grife moderna, limonada, jornais de linguagem mais dinâmica e filmes indie.

Mais importante que estes dados, verificou-se que os usuários da Microsoft estão há mais tempo na condição de compradores de computadores e internautas, ou seja, são os primeiros usuários. De maneira geral, afirma-se que o Mac é computador de jovens, que viveram a adolescência na última década e não estavam inseridos na primeira fase histórica dos computadores, entre os anos 80 e 90. [CNN]

O que pode acontecer com suas contas online quando você morrer?

A internet começou a se massificar no mundo durante os anos 90, de modo que ainda não existe uma geração de internautas já falecidos. Mas pessoas que já morreram também podem ter problemas com suas contas on-line depois do falecimento, já que muitas informações sobre a sua vida ficarão na web depois que você partir desta para uma melhor. Que tipos de inconveniente pode haver?

Os principais, como seria de se imaginar, envolvem dinheiro. Mas não estamos falando apenas de seus cadastros online de conta bancária e cartão de crédito. Até Blogs e contas no Youtube, por exemplo, podem valer dinheiro atualmente, e após a morte do portador essas contas podem facilmente cair nas mãos de um hacker inescrupuloso que se apropria das informações contidas ali.

E pense em um sentido mais prático mesmo: algum dos seus parentes ou amigos, além de você, sabe a senha do seu e-mail, por exemplo? Se você falecesse de repente, sua caixa de e-mails poderia ser acessada por alguém de confiança ou estaria à mercê do primeiro que tivesse capacidade de invadi-la? A Live Science cita o caso de um militar americano, morto na Guerra do Iraque, cujos pais requisitaram acesso à conta dele do Yahoo e precisaram até entrar na justiça para conseguir.

A maioria das companhias provedoras de e-mail, redes sociais, Blogs, sites e informações financeiras na rede ainda não têm uma política muito bem definida para casos de falecimento. E os espaços disponíveis na web realmente valem dinheiro, mesmo que sejam poucas as páginas que valham uma quantia significativa e ainda menos gente saiba ganhar dinheiro com isso.

Pensando em soluções para esses inconvenientes, existem empresas que elegem um “guardião virtual” para suas contas online. Com pequenas diferenças, as companhias Entrustet, Madison e Legacy Locker, todas americanas, além da DataInherit, da Suíça, oferecem o serviço da seguinte forma: quando você se cadastra, deve incluir um herdeiro para suas contas na Internet. Caso você faleça, as contas são imediatamente transferidas para a pessoa escolhida. Há também a opção, nestes sites, de que todas suas contas sejam deletadas se você, literalmente, não der mais sinal de vida. Assim, não há preocupação em encontrar uma pessoa de confiança.

Criam-se assim estas duas alternativas: legar suas contas a alguém ou apagar todos os seus vestígios virtuais da face da Terra quando você se for. A recomendação da LiveScience é que você seja precavido e escolha uma destas. [LiveScience]

Nova geração sofre de abstinência quando fica longe de tecnologias

Cientistas descobrem uma nova condição: o Transtorno de Privação de Informação. Na sociedade de hoje, nada parece menos provável, devido à quantidade de informação existente por aí. Mas é justamente onde nasce o problema.

Pesquisadores pediram a voluntários que ficassem longe de todos os e-mails, mensagens de texto, e atualizações de redes sociais como o Facebook e o Twitter, por 24 horas. Eles descobriram que os participantes começaram a desenvolver sintomas geralmente observados em fumantes tentando abandonar o vício.

Alguns dos participantes relataram que se sentiram abstinentes, como se tivessem de largar um hábito como o de drogas pesadas, enquanto outros disseram que foi parecido como estar em dieta.

Segundo os pesquisadores, além de sintomas psicológicos, foram observados sintomas físicos. Tais resultados alimentam as preocupações levantadas por neurologistas e psicólogos sobre o impacto do uso excessivo da internet, jogos de computador e sites de redes sociais nessa geração de adolescentes e adultos jovens.

No experimento, voluntários em 12 universidades de todo o mundo passaram 24 horas sem acesso a computadores, telefones celulares, iPods, rádio, televisão, e até mesmo jornais. Eles foram autorizados a utilizar telefones fixos ou ler livros.

Os participantes tiveram que escrever sobre sua experiência. Os registros mostraram sentimentos inquietos, ansiosos ou isolados. Os pesquisadores sentiram uma dependência muito grande das tecnologias. As pessoas não usam relógios ou despertadores, porque usam seus telefones celulares para acordarem.

Apesar de sentirem falta de seus telefones celulares, e do sentimento de “estar por fora” por não usarem o Facebook, a abstinência que causou maior dificuldade aos participantes foi a de música .

Muitos disseram que o silêncio foi bastante desconfortável e constrangedor. Mas, assim que se acostumaram, os participantes começaram a notar mais coisas ao seu redor, como os pássaros cantando ou o que os seus vizinhos estavam fazendo.

Ou seja, ficar sem as tecnologias causou alguns efeitos bons também. As pessoas desenvolveram mecanismos de “enfrentamento”, e saíram para passear e visitar amigos em vez de sentar na frente de um computador.

Os pesquisadores contam que, nas reflexões sobre o que tinham passado, as pessoas admitiram abertamente que estavam experimentando sintomas de abstinência. Os alunos compararam a experiência a ficar de dieta, parar de fumar e parar de uma vez com um vício. A própria palavra vício foi recorrente.

Algumas pessoas não acharam a experiência difícil. Uma minoria odiou. A maioria teve de esforçar-se no começo, enfrentando esses sintomas, antes de desenvolverem os mecanismos que os ajudaram a se distrair.

A conclusão dos pesquisadores é que, se as pessoas se tornarem um pouco mais conscientes de como usam essa tecnologia, podem controlar o efeito que ela tem sobre eles. Uma sugestão é que todas as pessoas tentem ficar “desligadas” do mundo tecnológico pelo menos uma dia por ano. [Telegraph]

 

Como fazer um vídeo se tornar viral

Os vídeos virais são aqueles que, em questão de horas, são assistidos por milhares de pessoas em um país ou em todo mundo. Às vezes é uma situação engraçada, ou um clipe musical muito criativo. Pode também ser um protesto ou uma tragédia. O que importa é a velocidade com que ele fica famoso, como um vírus se espalhando pela internet. Esta ferramenta pode ser muito útil para artistas da música que estão tentando ganhar destaque. Então, se você está afim de tirar sua banda da garagem e ter milhares de “views” no youtube, aí vão algumas dicas:

Tenha uma ideia boa e forte

Parte do sucesso vem da capacidade de entretenimento do vídeo que será disponibilizado online. Lembre-se que você está competindo com bandas famosas, vídeos como “David after the dentist”, “Baby Bob Marley” ou aquele da modelo israelense picada por uma cobra.

Não se preocupe em gastar montanhas de dinheiro, foque na ideia. Ela precisa ser universal, precisa agradar o maior número de pessoas possíveis, por isso, não se concentre em algo que seus amigos iriam gostar. Pense na sua avó, no seu chefe, no tiozinho da banca de jornais, afinal, você quer que um número grande de pessoas compartilhe seu vídeo. “Faça que o vídeo seja divertido e ‘compartilhável’. Não seja muito intelectual e nunca subestime o poder de um gatinho”, aconselha Matt Smith, da empresa The Viral Factory.

Deixe o video acessível

Use o Youtube. Este site pode não ser tão artistico quanto o Vimeo ou o Muzu, mas seu alcance é o maior. Para garantir, use os outros dois sites também, mas a plataforma principal de lançamento deve ser o Youtube. O profissional de marketing David Emery explica que, às vezes, quando um vídeo é retirado do Youtube devido a reclamações sobre seu conteúdo, o resultado pode ser uma procura maior.

Busque parcerias influentes

Seu vídeo pode se tornar um sucesso instantâneo sem muita ajuda, mas vale a pena buscar parcerias com blogueiros influentes ou sites que possam se interessar pelo conteúdo do vídeo. E não precisa ser, necessariamente, um blog de música. O cineasta Dan Nixon cita o exemplo do clipe Young Silence, da banda Echo Lake, que foi gravado em uma câmera de Kinect hackeada e enviado para sites de tecnologia.
Busque apenas sites que possam se interessar pelo seu material e seja legal com eles. Se você insistir muito ou não for muito amistoso, eles podem a propaganda pode acabar sendo negativa.

Não espere que o vídeo viral se torne rios de dinheiro

Algumas vezes o vídeo se torna mais famoso que a música que o acompanha. Afinal, ele pode ter se espalhado porque era criativo, engraçado ou polêmico, não porque as pessoas curtiram a música. Contudo, estes vídeos podem levar a convites, oportunidades de patrocínio ou mais públicos em seus shows. Sua banda pode ficar conhecida, o que poupará alguma grana com estratégias de marketing.

Ofereça sua música para ser fundo do viral de outra pessoa

Grandes marcas se interessam em fazer vídeos virais para poupar gastos com marketing, como citado no item anterior. Elas acabam buscando agências para produzir e divulgar as peças. Estas empresas buscam músicas para acompanhar os vídeos e muitas vezes procuram pequenos selos ou bandas independentes para pagar um preço menor por um artista desconhecido. O valor recebido pode ser pouco, mas a disseminação trará resultados enormes. [Wired]

 

Controle de videogame pode ser usado para guiar cegos

Desfilar por aí com um videogame na cabeça pode ser desconfortável, mas também poderia ser verdadeiramente útil.

Dois estudantes universitários conseguiram reprogramar um controle do jogo Microsoft Kinect e tranformá-lo um dispositivo para ajudar a guiar o cego.

Michael Zöllner e Stephan Huber, da Universidade de Konstanz, na Alemanha, criaram um sistema que utiliza um controle Kinect montado sobre um capacete, juntamente com um cinto de vibração para ajudar as pessoas com deficiência visual a transitar por locais fechados.

Tudo isso faz parte do projeto Navi (Apoio à Navegação para Deficientes Visuais, na sigla em inglês).

“Queríamos aumentar a impressão de que a pessoa com deficiência visual tem de uma sala ou edifício, fornecendo uma resposta tátil e vibratória que reproduz as dimensões do cômodo,” explicam.

Com o Kinect montado sobre a cabeça do usuário, as câmeras do dispositivo captam informações de profundidade do ambiente à volta. Essas informações são mapeadas para três pares de motores de vibração localizados à esquerda, no centro e à direita de um cinto que o usuário veste em torno da cintura. O cinto é conectado a um laptop montado em uma mochila especial. Enquanto isso, pistas de áudio são faladas ao usuário através de um fone de ouvido Bluetooth.

Obviamente, o equipamento não é o mais simples nem discreto possível. Carregar um laptop nas costas enquanto equilibra um controle Kinect na cabeça é certamente mais do que um pouco incômodo por enquanto. Ainda assim, esse protótipo demonstra claramente quão útil a ideia pode ser.
Kinect, ao que parece, está provando ser muito mais do que apenas uma ferramenta excelente para entreter seus sobrinhos ou manter a forma física sem sair de casa. [msnbc]

 


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