Saúde

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Pesquisa indica por que mosquitos picam algumas pessoas mais que outras

Por que mosquitos picam algumas pessoas mais do que outras? Segundo um estudo, isso poderia estar ligado aos genes que controlam o odor corporal.

Cientistas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos agruparam 19 gêmeos não-idênticos e 18 gêmeos idênticos para testar a atração a mosquitos.

Eles descobriram que gêmeos idênticos atraíam a mesma quantidade de picadas, sugerindo a influência de fatores genéticas nesse processo.

Em uma série de testes, cada gêmeo colocou uma mão no final de um túnel de vento em formato de "Y". Então, bombeou-se ar para dentro do túnel, levando consigo odor. Depois, enxames de mosquitos foram liberados, movendo-se para longe ou perto de cada mão.

Divorciados têm risco maior de ataques cardíacos, diz estudo

Divorciados são mais propensos a sofrer ataques cardíacos do que pessoas que permanecem casadas, segundo uma pesquisa da Universidade Duke, nos Estados Unidos.

Uma análise de 15.827 pessoas mostrou que as mulheres são as mais afetadas, e este risco quase não foi alterado mesmo depois de elas casarem novamente.

O estudo, publicado no periódico científico Circulation, avalia que estresse crônico, como o enfrentado em processos de divórcio, tem um impacto de longo prazo no organismo.

Ao longo da pesquisa, realizada entre 1992 e 2010, cerca de uma a cada três pessoas se divorciou.

Os cientistas descobriram que mulheres que passaram por um divórcio têm 24% mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que aquelas que ficaram casadas. O risco aumentou para 77% quando a mulher tinha enfrentado mais de um divórcio.

Entre homens, as chances aumentaram 10% após um divórcio e 30% após mais de um.

O surpreendente lado ruim de ser inteligente

Temos uma tendência a pensar em gênios como seres atormentados por angústias existenciais, frustrações e solidão – a escritora Virginia Woolf, o matemático Alan Turing e até a fictícia Lisa Simpson são estrelas solitárias, isoladas apesar de seu brilho.

A questão pode parecer um assunto que atinge apenas alguns poucos privilegiados – mas os conceitos e ideias por trás dessa impressão repercutem em quase todos nós.

Boa parte do sistema educacional ocidental é direcionada a melhorar a inteligência acadêmica. Apesar de suas limitações serem conhecidas, o Quociente de Inteligência (QI) ainda é a principal maneira de medir habilidades cognitivas. Cada vez mais gente gasta fortunas em atividades de treinamento do cérebro para tentar melhorar sua pontuação. Mas e se essa busca pela genialidade for uma tarefa para tolos?

Ciência identifica atividades físicas que mais ajudam o cérebro

Que exercícios fazem bem para a saúde, todo mundo já sabe; mas o que é menos conhecido são os benefícios dos esportes sobre o funcionamento do cérebro, a "saúde da mente".

"Há várias décadas se acumulam evidências indicando os benefícios da atividade física, tanto aeróbica como de força (ou resistência), na função cognitiva, tempo de reação e memória, entre outras propriedades", disse à BBC César Kalazich, especialista em medicina desportiva da clínica MEDS, no Chile.

Embora as pesquisas indiquem que qualquer atividade física, incluindo caminhadas, seja benéficas, há evidências de que nem todas contribuem da mesma forma ou geram os mesmos efeitos para a saúde.

Cérebro é programado para odiar dietas, indica estudo

Uma pesquisa sugere que o cérebro humano foi programado para 'odiar' dietas.

Segundo cientistas americanos no Campus de Pesquisa Janelia Farm, do Instituto Médico Howard Hughes, células do cérebro sensíveis à fome, conhecidas como neurônios AGRP, são as responsáveis pelo horror à dieta.

Os pesquisadores fizeram experiências que mostraram que estes neurônios são responsáveis pelas sensações desagradáveis associadas à fome, que tornam os petiscos irresistíveis.

Segundo o líder do grupo de pesquisa, Scott Sternson, as emoções negativas associadas com a fome podem transformar a dieta e a perda de peso em uma tarefa muito difícil, e a explicação pode estar nestes neurônios.

Estudo questiona aptidões de James Bond devido ao uso excessivo de álcool

Um estudo foi realizado para quantificar o consumo de álcool de James Bond conforme detalhado na série de romances de Ian Fleming. Todos os 14 livros de James Bond foram lidos por dois dos autores de uma nova pesquisa, publicada na revista médica BMJ.

Notas foram realizadas detalhando cada bebida alcoólica ingerida. Níveis predefinidos de unidades de álcool foram utilizados para calcular o consumo.

Após a exclusão dos dias em que James Bond não foi capaz de beber, seu consumo semanal de álcool foi de 92 unidades por semana, mais de quatro vezes a quantidade recomendada. Seu consumo máximo diário foi de 49,8 unidades. Ele passou apenas 12,5 dias sem álcool em 87,5 dias em que ele era capaz de beber.

Descoberta correlação entre religiosidade, anatomia do cérebro e depressão

Estudos anteriores relataram um risco de depressão 90% menor em adultos filhos de mulheres deprimidas, quando estes relataram que a religião ou a espiritualidade eram muito importantes em suas vidas.

Os achados de estudos anteriores de imaginologia cerebral nessas famílias de alto risco também revelaram grandes extensões de afinamento cortical em toda a superfície lateral do hemisfério cerebral direito.

Um novo estudo, publicado na revista JAMA Psychiatry buscou determinar se os adultos de alto risco que relataram alta importância da religião ou espiritualidade tinham córtices mais espessos do que aqueles que relataram importância moderada ou baixa de religião ou espiritualidade.

Compartilhamento de bicicletas alugadas traz benefícios para a saúde

Um novo estudo avaliou 578.607 usuários do sistema de aluguel de bicicletas de Londres, com 14 anos ou mais, para examinar o efeito desse sistema na saúde humana. Este é um sistema que tem crescido e cada vez tem tido mais adeptos.

As principais medidas de resultados da pesquisa foram avaliados em anos de vida ajustados por incapacidade, com base em impactos relativos à incidência de doenças e ferimentos, avaliados através das mudanças de médio prazo na atividade física, acidentes de trânsito, e exposição à poluição do ar.

Durante o ano os usuários fizeram 7,4 milhões de viagens com bicicletas alugadas (71% do tempo por homens).

Mulheres que consomem mais refrigerantes dietéticos apresentam risco cardiovascular aumentado

Um estudo apresentado no congresso do American College of Cardiology, em Washington, nos Estados Unidos,  na semana passada conduzido pelo Dr. Ankur Vyas , da Universidade de Iowa verificou que as mulheres na pós-menopausa que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia tinham 30 por cento mais probabilidade de sofrer um evento cardiovascular e 50 por cento mais probabilidades de morrer de doença cardiovascular relacionada, em relação às mulheres que nunca, ou raramente, consumiram bebidas dietéticas .

Uso indiscriminado de testosterona ligado a riscos cardíacos

Uma pesquisa publicada na revista JAMA Internal Medicine indica que as prescrições de testosterona nos Estados Unidos mais do que triplicaram na última década. No entanto, os pesquisadores suspeitam que grande quantidade da testosterona dispensada em clínicas especializadas não é controlada, uma vez que muitas vezes é comprada com dinheiro vivo.

Em número crescente, os médicos estão reclamando que as pesquisas já realizadas sobre a segurança dos adesivos de testosterona, cremes e emolientes não são conclusivas, deixando os médicos e pacientes incertos sobre como e se devem tratar casos de "baixa testosterona”.

Agora, uma sequência de estudos liga a suplementação de testosterona ao aumento de infartos do coração (ataques cardíacos) e riscos de acidente vascular cerebral (derrame) – AVC.

Cerveja pode reduzir artrite reumatoide em mulheres, diz estudo

Tomar uma cerveja algumas vezes por semana pode ajudar as mulheres a evitar uma dolorosa artrite reumatoide, sugere um novo estudo .

A doença, que afeta mais as mulheres do que os homens, é uma forma de artrite associada à disfunção do sistema imunológico. De acordo com a Arthritis Foundation, mais de 1,5 milhões de americanos sofrem da doença, que normalmente começa na década de 20 ou 30 anos.

No entanto, a longo prazo, o consumo moderado de álcool pode reduzir o desenvolvimento futuro da artrite reumatoide em mulheres, segundo pesquisadores do Hospital Brigham and Women e Harvard Medical School, em Boston. No geral, o uso moderado de qualquer forma de álcool reduziu o risco em cerca de 21 por cento, mas beber cerveja moderadamente – 2 a 4 cervejas por semana – diminui as chances das mulheres para a doença em quase um terço, segundo o estudo.

Adolescentes obesos tem menos amigos

Até que ponto a obesidade na adolescência é importante no convício social? Um novo estudo descobriu que os adolescentes obesos são mais propensos a enfrentar a rejeição por seus pares.

No estudo, da Arizona State University, pesquisadores analisaram dados de de quase 59 mil estudantes, com média de 15 anos de idade, de 88 escolas. Cerca de um quinto dos alunos forneceu informações sobre seu índice de massa corporal (IMC) - uma medida usada para determinar se alguém tem um peso saudável, compatível com a sua altura.

Os alunos também listaram seus cinco melhores amigos do sexo feminino e seus cinco amigos masculinos mais próximos. Os pesquisadores examinaram então como e quando os adolescentes fizeram amigos - por exemplo, se eles se conheceram por meio de atividades ou amigos em comum ou se eles tinham interesses comuns.

Certas cenas de filmes podem ser perigosas para corações doentes

O estresse mental e as emoções têm sido associados com arritmias ventriculares e morte súbita em modelos animais e humanos. E agora, um novo estudo indica: cenas intensas e dramáticas em filmes podem ser perigosas para os espectadores com o coração já fraco (já portadores de doenças cardíacas).

A nova pesquisa, publicada na revista médica Circulation: Arrhythmia and Electrophysiology, mediu a pressão arterial, avaliou o ritmo cardíaco e  a velocidade da respiração de 19 pacientes cardíacos enquanto assistiam a uma cena de filme de uma escalada de montanha, de cinco minutos de duração.

Desejo e excitação são uma coisa só?

Como homens e mulheres definem o desejo sexual e a excitação sexual, e como eles distinguem entre os dois? Este foi o tema de um novo estudo publicado recentemente.

Os autores da pesquisa realizaram 32 entrevistas semiestruturadas com indivíduos no Sudeste da Inglaterra, usando uma estratégia de amostragem proposital para maximizar a variação na experiência da função sexual em todo o grupo.

Os autores identificaram três critérios utilizados pelos participantes para definir e distinguir entre o desejo e a excitação: a sequência em que ocorreram; se a mente ou o corpo (ou ambos) estavam envolvidos; e até que ponto os sentimentos de desejo ou excitação foram responsivos (em resposta a pessoa ou estímulo) e motivacional ( orientado para um objetivo ).

Componentes sexuais e emocionais são importantes para a satisfação de um casal

Os aspectos emocionais e sexuais da intimidade em relacionamentos românticos são correlatos importantes da relação de satisfação dos casais. No entanto, poucos estudos examinaram o efeito de aspectos emocionais e sexuais da intimidade na satisfação do relacionamento, no contexto dos processos de relacionamento interpessoal. Além disso, a associação entre os aspectos emocionais e sexuais da intimidade permanece obscura.

Com uma amostra de 335 casais do Flourishing Families Project, pesquisadores examinaram as associações entre comunicação do casal, a intimidade emocional, a satisfação sexual e a satisfação com o relacionamento, usando o casal como unidade de análise. O novo estudo foi publicado recentemente.

O impacto do Amor sobre a Saúde

O impacto das relações exclusivas estáveis ​​a longo prazo sobre a longevidade está bem estabelecido. Em um extenso estudo realizado em sete países europeus, as pessoas casadas tiveram taxas de mortalidade ajustadas para a idade que eram 10-15% mais baixas do que a população como um todo.

Entretanto, estão menos estabelecidos os benefícios da fase inicial das relações românticas, isto é, o namoro. Evidências sugerem que os relacionamentos românticos na adolescência estão associados com aumento de sintomas depressivos, embora estes sintomas venham a diminuir à medida que as pessoas envelhecem. Os relacionamentos românticos entre os 18 e 25 anos de idade estão associados a uma melhor saúde mental, mas não melhor saúde física. Assim, parece que adquirir um certo grau de maturidade é necessário antes de que o Amor seja capaz de trazer um benefício real para a saúde.

Comer salame e salsicha pode ser ruim para o coração

Um novo estudo sueco indica: homens que comem regularmente carnes vermelhas processadas podem aumentar o risco de desenvolver insuficiência cardíaca e morrer por ela.

A insuficiência cardíaca é uma das doenças cardíacas mais comuns, caras e mortais, segundo a  American Heart Association. Estima-se que mais de 800.000 novos casos de insuficiência cardíaca ocorrerão nos Estados Unidos no ano de 2014; cerca de 50 por cento das pessoas diagnosticadas com esta condição irão morrer dentro de cinco anos.

Tirar um cochilo pela manhã pode ser fator de risco para a saúde

Estudos epidemiológicos atuais têm relatado resultados conflitantes sobre a relação entre sono diurno e risco de mortalidade. Um recente estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology  avaliou a associação entre sono diurno e todas as causas ou causas específicas de mortalidade, em um grupo britânica.

Entre os 16.374 homens e mulheres que responderam perguntas sobre hábitos de cochilar pela manhã entre 1998 e 2000, um total de 3.251 morreram durante os 13 anos de seguimento.

Vício em sexo leva a reações semelhantes ao vício em drogas

De acordo com estudos anteriores, acredita-se que o vício em sexo - uma obsessão com pensamentos sexuais, sentimentos ou comportamentos que são incapazes de controlar - afeta cerca de um em cada 25 adultos.

Agora, uma nova pesquisa indica que em pessoas que apresentem quadros de dependência do sexo, a pornografia afeta o cérebro de maneiras semelhantes ao observado em pacientes viciados ao consumirem drogas, segundo um novo estudo.

Segundo os autores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, ocorrem claras diferenças na atividade cerebral entre os pacientes que têm comportamento sexual compulsivo e voluntários saudáveis. Essas diferenças são semelhantes às encontradas nos viciados em drogas.


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