Hormônios

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Uso indiscriminado de testosterona ligado a riscos cardíacos

Uma pesquisa publicada na revista JAMA Internal Medicine indica que as prescrições de testosterona nos Estados Unidos mais do que triplicaram na última década. No entanto, os pesquisadores suspeitam que grande quantidade da testosterona dispensada em clínicas especializadas não é controlada, uma vez que muitas vezes é comprada com dinheiro vivo.

Em número crescente, os médicos estão reclamando que as pesquisas já realizadas sobre a segurança dos adesivos de testosterona, cremes e emolientes não são conclusivas, deixando os médicos e pacientes incertos sobre como e se devem tratar casos de "baixa testosterona”.

Agora, uma sequência de estudos liga a suplementação de testosterona ao aumento de infartos do coração (ataques cardíacos) e riscos de acidente vascular cerebral (derrame) – AVC.

Assistir futebol aumenta seus hormônios

Um estudo descobriu que tanto a testosterona quanto os níveis de cortisol aumentaram nos espanhóis que assistiram a
Espanha vencer a Holanda na final da Copa do Mundo de 2010.

Neste estudo, eles analisaram a resposta psicobiológica de homens e mulheres que assistem a esportes quando o resultado da competição está basicamente fora de seu controle.

Cinquenta torcedores do time espanhol assistiram a final em um espaço público ou em casa, com suas famílias ou amigos. Os pesquisadores pediram que eles dissessem suas expectativas e sentimentos antes do jogo, e verificaram sua testosterona e cortisol antes, durante e depois do jogo.

A testosterona, o “hormônio do status”, aumenta quando as pessoas estão diante de uma situação de concorrência que pode desafiar o status social delas. Os resultados do estudo mostraram que os níveis de testosterona dos torcedores espanhóis foram maiores durante o dia do jogo do que em um dia diferente.

Ouvir um bebê chorar aumenta níveis de testosterona

Pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) investigaram um inusitado funcionamento hormonal no corpo humano. Aparentemente, quando um homem ouve um bebê chorar e tenta fazê-lo parar sem sucesso, a atividade desencadeia o aumento de testosterona no organismo.

A relação entre o comportamento e os hormônios foi o tema de estudo dos endocrinologistas americanos. A liberação de hormônios no corpo, conforme explicam os cientistas, está ligada a ações e reações que nem sempre correspondem ao estereótipo de atitudes masculinas. A urgência em ninar uma criança, para fazê-la deixar de chorar, é apenas um exemplo.

Nos Estados Unidos, é comum pais fazerem cursos de educação de filhos, para praticar situações reais. No caso específico que os pesquisadores analisaram, a cena é simulada com uma boneca que chora em volume alto, e tem sensores que detectam certos movimentos e simulam a existência de um bebê de verdade.

A pesquisa recrutou 55 homens, a maioria em idade de frequentar a faculdade, para o experimento. Antes de iniciar o teste, cada voluntário cedeu uma amostra de saliva para medir os níveis hormonais naquele instante. Em seguida, foram divididos em quatro grupos para cumprir determinadas tarefas.

O primeiro grupo simplesmente sentava em uma salinha de espera por alguns minutos, tirava outra amostra de saliva e ia para casa. A segunda parcela ficava o período do teste ouvindo o som gravado do choro de um bebê.

As tarefas mais complicadas estavam nos dois últimos grupos, que deveriam ninar a boneca que simulava o choro infantil. A diferença é que as bonecas do terceiro grupo contavam com o sensor que fazia a boneca se “acalmar” com o tempo, enquanto a última parte dos pesquisados era obrigada a acalentar uma boneca que não pararia de chorar jamais.

Ao final de oito minutos, todos tiveram seus níveis hormonais novamente testados através da saliva. E os resultados confirmaram a teoria: quanto mais impotente no ato de parar o choro da criança, maior o aumento de testosterona. O grupo que era obrigado a apenas ouvir o som gravado, mas sem ter uma boneca em mãos, experimentou um aumento médio de 20% do hormônio no organismo.

A pesquisa mostra, conforme explicam os pesquisadores, que nem sempre os níveis de testosterona de um homem estão relacionados com fatores de saúde “tradicionais”: o modo como cada pai age com seus filhos pode ser um fator importante nesta balança. [LiveScience]

Pílula anticoncepcional pode fazer você esquecer de detalhes

Você quer contar detalhes da festa para as amigas, mas não lembra de tudo? Cuidado, pode ser por causa da pílula. De acordo com o primeiro estudo sobre como o anticoncepcional oral afeta a memória, mulheres que tomam seu remedinho diário se lembram de fatos de forma diferente.

A pesquisa constatou que o contraceptivo escolhido por aproximadamente 3,5 milhões de mulheres britânicas faz com que elas lembrem o impacto emocional de um evento, mas não seus detalhes.

O estudo enfatizou que a medicação não danifica a memória. Significa apenas que há uma mudança no equilíbrio hormonal que faz com que as mulheres se lembrem das coisas de forma diferente.

Cerca de 100 milhões de mulheres ao redor do mundo tomam anticoncepcional oral. O medicamento aparentemente inofensivo tem sido relacionado a um maior risco de coágulos sanguíneos e câncer de mama, embora também seja associado à proteção outros tipos de câncer.

Os efeitos causados ao cérebro também são estudados, que sugerem que a pílula faz com que a parte feminina do cérebro aumente, elevando as competências emocionais. Também sugere que as mulheres se sentem mais atraídas por homens mais jovens porque eles tendem a ser mais férteis.

O estudo analisou como as mulheres sob efeito da pílula ou experimentando naturais ciclos hormonais se lembraram de um acidente de carro envolvendo uma mãe e um filho.

As mulheres que usavam contraceptivos há apenas um mês lembraram de forma mais clara os principais passos do evento traumático – que tinha havido um acidente, que o menino havia sido levado às pressas para o hospital, que os médicos trabalharam para salvar a sua vida, por exemplo.

Já as mulheres que não usavam o medicamento lembraram de mais detalhes, como um hidrante ao lado do carro.

De acordo com os pesquisadores, as mulheres que usam contraceptivos lembram a essência emocional de um evento, ao contrário das outras, que retêm mais detalhes.

Eles salientam que os medicamentos não danificam a memória, afirmando que é apenas uma mudança no tipo de informação que as pessoas não se lembram.

A mudança faz sentido porque os contraceptivos suprimem os hormônios sexuais como o estrógeno e a progesterona para evitar a gravidez. Esses hormônios já foram relacionados à memória forte das mulheres.

Esta nova descoberta pode ser surpreendente para alguns, mas é uma consequência natural de pesquisas que vêm sendo feitas há 10 anos sobre as diferenças dos sexos, dizem os pesquisadores.

As descobertas podem ajudar a levar a respostas mais completas sobre porque as mulheres experimentam síndrome de estresse pós traumático com mais freqüência do que os homens.

Mais estudos podem revelar mais sobre quais os efeitos do estrogênio no cérebro das mulheres e sobre os efeitos a longo prazo da pílula. [Telegraph]

Pílula com estrogênio elevado pode tornar mulher mais ciumenta

Hormônios presentes em algumas medicações para mulheres podem ser responsáveis pela aumento da preocupação com a fidelidade dos parceiros, advertiram pesquisadores na revista "Personality and Individual Differences".

Mulheres que tomam anticoncepcionais com níveis altos de estrogênio são mais suscetíveis e poderiam até colocar o relacionamento em risco. A informação foi publicada no site do jornal britânico "Telegraph".

Um quarto das mulheres do Reino Unido tomam pílula, entre 16 e 49 anos de idade.

O pesquisador Craig Roberts, da Universidade de Stirling, entrevistou 275 mulheres sobre seus sentimentos e o quanto confiavam em seus parceiros em determinadas circunstâncias.

As respostas foram comparadas ao tipo de anticoncepcional que cada uma tomava.

Enquanto as pílulas com estrogênio elevado mostraram ter mais influência sobre as emoções, aquelas com mais progesterona têm impacto emocional menor.

"Parece que as mulheres não estão plenamente conscientes do leque de potenciais efeitos colaterais psicológicos associados ao uso do anticoncepcional. Especificamente, na escolha da marca", disse Craig.

 

Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles

Os hormônios não respeitam hábitos nem características individuais: seguem horários. Tente entrar em acordo com eles, seja você do tipo matutino ou vespertino


QUAL A MELHOR HORA?

das 6h às 9h - MELHOR HORA PARA solucionar problemas e a pior hora para beber

DISPOSIÇÃO
Uma hora antes de levantar, o corpo já fica em estado de alerta. Os níveis de cortisol e a temperatura corporal sobem. Quem gosta de acordar cedo fica bem disposto para atividades cognitivas

PIOR HORA
O metabolismo ainda está pegando no tranco. Beber não é uma boa ideia

PRESSÃO ALTA
Os mesmos hormônios que dão pique também são relacionados com o aumento da pressão arterial. Por isso, muitos remédios para hipertensão têm de durar até a manhã seguinte

das 9h às 12h - MELHOR HORA PARA fazer sexo

DISPOSIÇÃO
O mau humor vai embora com maior liberação de substâncias que causam a sensação de prazer e bem-estar: a serotonina e a endorfina

ÂNIMO
Há um pico de serotonina, endorfina e de testosterona no fim da manhã. Isso está relacionado com mais libido e sensação de prazer

TRABALHO
Mesmo quem acorda mais tarde vai ter um bom desempenho no trabalho e em tarefas que exijam da memória

das 12h às 15h - MELHOR HORA PARA tirar uma soneca

MOLEZA
Por volta das 13h, há uma queda na temperatura central do corpo e nos níveis de cortisol. O período é conhecido como 'janela do sono'

COCHILO
Não é uma boa hora para se concentrar, usar a memória ou fazer exercícios físicos. Não se sinta culpado por tirar um cochilo de 15 a 30 minutos

das 15h às 17h - MELHOR HORA PARA se concentrar

BEM-ESTAR
Voltam a subir os níveis de substâncias que causam sensação de prazer, uma delas é a noradrenalina

ESPERTEZA
Quem costuma acordar mais tarde vai estar em ótima forma para resolver quebra-cabeças e outras atividades cognitivas

das 17h às 20h - MELHOR HORA PARA fazer academia

ENERGIA
A temperatura corporal está mais alta, assim como os níveis de cortisol

EXERCÍCIOS
Sobra disposição para atividades físicas (pelo menos disposição fisiológica)

SEM SONO
Não é um bom momento para dormir. Alguns especialistas chamam esse horário de 'zona proibida do sono'

das 21h a 0h - MELHOR HORA PARA desacelerar

REPOUSO
A temperatura corporal cai e os níveis de cortisol também. Só quem tem hábitos mais vespertinos consegue manter o pique

DORES
Voltam as enxaquecas, incômodos lombares e outras dores crônicas que diminuíram durante o dia

de 0h às 6h - MELHOR HORA PARA ir dormir

ESCURO
Só dormindo seu corpo vai produzir mais melatonina e mais hormônio do crescimento, substâncias essenciais

FRIO
No fim da madrugada, a temperatura corporal tem a maior queda

ASMA
Quem tem asma precisa estar preparado. É nessa hora que as crises costumam ser mais comuns

*Os horários estão calculados de acordo com a média da população --que acorda entre 7h e 8h e dorme entre 22h e 23h. Se você tem hábitos matutinos (acorda e dorme cedo) ou vespertinos (acorda e dorme mais tarde), adiante ou atrase os horários em duas horas

O RELÓGIO BIOLÓGICO NO CÉREBRO

RETINA
A luz do dia entra pela retina, passa pelo nervo ótico e chega ao cérebro

ÁREA CENTRAL
A informação vai parar na região que regula várias funções vitais: o hipotálamo

HIPOTÁLAMO
Há um "marca-passo" no hipotálamo. São neurônios que comunicam para o resto do organismo que amanheceu ou anoiteceu

HORMÔNIOS
Os ritmos biológicos são regulados. Glândulas --como a pineal-- aumentam ou inibem a produção de hormônios

Fontes: JOHN FONTENELE ARAUJO, professor da UFRN; CLÁUDIA MORENO, biológa e professora da USP; EDUARDO SANTOS, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás

Baixos níveis de testosterona são ligados a Alzheimer

Baixos níveis do hormônio masculino testosterona podem estar associados com uma predisposição ao Alzheimer, diz estudo da Universidade de Hong Kong em parceria com a Universidade de Saint Louis, nos EUA.

Foram analisados na pesquisa os níveis do hormônio em 153 chineses com mais de 55 anos e sem sinais de demência. Do total de voluntários, 47 tinham queixas de perda de memória e dificuldade na clareza de pensamento.

Em um ano, dez homens desse grupo apresentaram os primeiros sintomas de Alzheimer. Os mesmos voluntários tiveram baixos níveis de testosterona e altos níveis de uma proteína relacionada com o maior risco da doença.

O estudo saiu no "Journal of Alzheimer's Disease".

Para os pesquisadores, a conclusão mostra que a falta do hormônio pode ser considerada um fator de risco.

FOLHA

Estudo liga uso de anticoncepcionais e baixo desejo sexual

As mulheres que utilizam anticoncepcionais hormonais, como as pílulas e os adesivos de pele, costumam ter menor atividade sexual que outras, indica um novo estudo realizado por universidades da Alemanha. A disfunção sexual feminina (FSD, na sigla em inglês), que inclui baixas libido e satisfação sexual, é uma condição que é ligada ao estresse, vulnerabilidade biológica e fatores de relação. Contudo, a pesquisa indica que os anticoncepcionais também podem estar ligados a esse problema. As informações são do Live Science.

Segundo a reportagem, os pesquisadores analisaram 1.046 mulheres, todas estudantes na área médica, que usaram apenas um tipo de medida anticoncepcional e estavam sexualmente ativas nas quatro semanas anteriores ao estudo. Das entrevistadas, 32,4% eram consideradas com risco de desenvolver FSD e 20,4% de desenvolver qualquer outra disfunção sexual.

As mulheres que utilizaram medidas anticoncepcionais não-hormonais foram as que tiveram melhor pontuação no teste. Além disso, as fumantes tiveram escores mais elevados do que as não-fumantes.

De acordo com o pesquisador Alfred Mueck, da Universidade de Tuebingen, os resultados são preliminares e, portanto, mostram apenas associação, e não causalidade. Contudo, ele diz que a ligação entre os anticoncepcionais hormonais e as disfunções sexuais abre uma nova porta para medidas contra um persistente problema de saúde feminino.

"FSD é uma desordem muito comum. (...) Duas a cada cinco mulheres tem pelo menos uma disfunção sexual, sendo a mais comum o baixo desejo", diz a pesquisadora Lisa Maria Wallwiener, da Universidade de Heidelberg.

 

Quero tomar hormônios para virar travesti mas não sei se é tarde. Pode me ajudar?

Oi Letícia tudo bem?
Meu nome é Bruno, tenho 23 anos e quero muito me transformar em uma travesti... mas acho que é tarde para começar a tomar os hormônios. Qual a sua opinião?
Obrigado.

LETICIA LANZ RESPONDE:

Embora você coloque a sua dúvida de maneira bastante clara, sinto não poder lhe oferecer uma opinião direta e objetiva a respeito desse assunto, como penso que você gostaria de receber.

Claro que qualquer um pode fazer essa transição no mais completo oba-oba, sem levar em conta nenhum outro fator exceto a realização de uma fantasia. Mas, como diz o ditado, "quem vai no oba-oba, costuma voltar no epa-epa"...

Não é nada fácil alguém decidir, conscientemente, se deve ou não fazer essa transição. Há dezenas, centenas de fatores a ser considerados antes de se fazer essa escolha e a idade em que a pessoa se encontra é apenas um deles. Aliás, posso lhe assegurar, um fator de pouquíssima importância no conjunto dos fatores que determinam a decisão final de transicionar ou não. Conheço gente que transicionou depois dos 65 anos o que, a rigor, é até mais fácil de se fazer do que aos 23, uma vez que o avanço da idade faz com que homens e mulheres fiquem fisicamente muito mais parecidos... Talvez porque machos e fêmeas deixem de se esforçar tanto para parecer tão diferentes uns dos outros, como acontece em outras fases da vida, em virtude das pressões sociais para que se mantenha essa diferenciação.

Idade não é impeditivo para a transição, a menos que você esteja pensando em transicionar a tempo de participar do concurso de Miss Universo... E se esse fosse o seu objetivo eu iria desencoraja-lo de imediato, pois você estaria delirando.

É preciso que você saiba que um homem jamais conseguirá preencher todos os requisitos estéticos relacionados à "figura feminina ideal" que carrega dentro de si. Por mais que fique parecido com uma fêmea genética real, na frente do seu próprio espelho um homem jamais ficará inteiramente satisfeito com as transformações alcançadas! Pessoas transgêneras (crossdressers, travestis e transexuais) não se contentam com pouco: - querem ser mais reais do que a própria figura real da mulher, figura da qual sempre serão apenas simulacros. Essa permanente insatisfação com a própria aparência é um dos traços mais fortes do "distúrbio de identidade de gênero" que em graus distintos afeta a todas as pessoas transgêneras.

Você menciona os hormônios... Acho que as pessoas imaginam esses medicamentos como um tipo de "poção mágica" de conto-de-fadas que, ao ser tomados, realizariam instantaneamente todas as transformações físicas e mentais que alguém aspira fazer. Nada mais irrealista! Hormônios não fazem nenhum milagre físico e muito menos sócio-emocional na vida da pessoa que deseja transicionar. Você nem imagina como pode ser desastroso, para não dizer desesperador, um homem começar a ver seus peitos se projetarem (hormônios femininos fazem os peitos crescerem - e praticamente só isso) e ele continuar sendo homem em todos os outros sentidos, principalmente no sentido sócio-emocional.

Para ser mulher não basta possuir apenas um determinado tipo de corpo físico, como a maioria dos homens imaginam em suas fantasias. Ser mulher é ser, sobretudo, a personagem social da mulher. Não basta nascer fêmea: - é preciso aprender a ser mulher, a se comportar como mulher, a viver os papéis sociais de mulher. Resumindo: o corpo feminino é apenas um veículo para a vivência de papéis socialmente definidos como femininos, nada mais. Com o homem se passa da mesma forma. Um macho de nascimento não se torna automaticamente homem, dentro dos ideais de masculinidade estabelecidos pela nossa cultura.

O que está em jogo quando você pensa em tornar-se uma travesti? Um desejo irresistível de ser mulher? Uma fantasia sexual recorrente, que acaba sempre em masturbação? Querer exibir-se socialmente, dentro de roupas luxuosas e atraentes? Encontrar homens e realizar-se sexualmente? Que transformações corporais você considera importantes realizar nessa transição? Deseja manter seus órgãos genitais ou sente a necessidade de se livrar deles? Qual é a sua orientação sexual? Homo? Bi? Hetero? Já experimentou "viver como travesti" em tempo integral? Que aprendizados sócioemocionais você terá que fazer a fim de se adequar aos novos papéis que se propõe viver daqui pra frente? Como é que você acha que se sentiria se não conseguisse realizar a transição? Que vínculos pessoais e profissionais seriam afetados pela sua transição? Como você pensa ganhar a vida depois de ter transicionado? Qual é, afinal, o seu desejo e de que forma você pensa em leva-lo adiante?

Enfim, para transicionar conscientemente, você precisaria de se colocar questões muito mais amplas e profundas do que simplesmente querer saber se a idade em que você se encontra é ou não adequada para fazer a transição.

Finalmente, preciso lhe dizer que o desejo de se tornar travesti não desaparece com a idade. Se é real, vai continuar demandando seu tempo e sua energia pela vida fora, quando não costuma aflorar nos momentos mais impróprios e cruciais de nossas vidas. Quanto mais cedo você identificar a verdadeira natureza do seu desejo, mais chances terá de viver uma vida plena e feliz.

Portanto, procure saber o quanto o seu desejo é "real" e o quanto ele é "ficção"; o quanto ele é essencial e o quanto ele é acessório ou supérfluo para a sua realização pessoal. Se necessário, busque ajuda de um(a) analista para ajuda-lo nesse processo de auto-descoberta. Esse é o ponto de partida para qualquer escolha consciente que você venha a fazer a respeito de se tornar travesti.

Letícia Lanz
www.leticialanz.org

Hormônios para os mais variados públicos

Sempre me perguntam sobre hormônios...inclusive mulheres genéticas que querem aumentar seios e coisas do tipo..

passo então o link de produtos da Gendercare..... mas o melhor é você fazer consulta com eles... pois assim você monitora seu corpo e não sofre danos, pois hormônios funcionam para cada pessoa de uma maneira, e podem trazer malefícios e não somente benefícios, OK?

Tratamento Cecy - para feminização de mulheres geneticas
 
http://www.gendercare.com/Brasil/cecyP.html
 
Tratamento Cecy-CD para crossdressers que querem UM POUQUINHO  de feminização no corpo sem afetar o desempenho sexual masculino.
 
http://www.gendercare.com/Brasil/cecycdP.html
 
Para meninas MtF - DIAGNOSTICADAS POR NÓS temos um kit Cecy MtF, de um mes de hormonização - só para travestis e transexuais diagnosticadas por nós e sob nosso acompanhamento.
 
http://www.gendercare.com/Brasil/mtfkitP.html

O email para tirar dúvidas sobre os hormônios acima é torrwad@gendercare.com

 

Conheça os principais fitohormônios

Para cada sintoma da menopausa existe um tipo de fitohormônio mais adequado. Isso porque uns estimulam a produção de progesterona, outros de estrogênio. A indicação deve ser feita por um médico, que vai avaliar qual hormônio a paciente precisa repor. Às vezes, dois ou mais tipos podem ser combinados.

* Soja – Rica em genisteína, que previne câncer e problemas de fígado e vesícula, estimula a formação dos ossos, abaixa o colesterol e protege a parede dos vasos. É indicada para mulheres na menopausa que tenham osteoporose e hipertensão. É também o hormônio de escolha para mulheres com história de câncer na família ou que já se submeteram a mastectomia, já que a genisteína impede a proliferação de tumores.

* Vitex agnus castus – Tem um papel importante contra a depressão. É especialmente útil para mulheres na peri-menopausa, ou seja, no período que antecede a menopausa propriamente dita. Diminui a dor nos mamilos e melhora a libido. Ocupa os receptores de dopamina, o que deixa a mulher bem humorada.

* Black Cohosh (Cimicífuga racemosa) – É o fitohormônio mais estudado. É aprovado pelo Ministério da Saúde da Alemanha para tratar os sintomas de deficiência de estrogênio. Alivia os calores, a atrofia e o ressecamento vaginal, a palpitação e a ansiedade. Atua de modo semelhante ao estriol, um derivado do estrogênio responsável pela lubrificação da vagina.

* Semente de linhaça – Rica em lignana, composto que é convertido em estrogênio pelas bactérias no intestino.

* Licorice Root – O extrato dessa planta se chama ácido glicirrético e estimula a conversão natural de testosterona a estrogênio na glândula supra-renal. É uma fonte natural de estrogênio. Previne a formação de coágulos, comuns na menopausa. É usado na Europa e nos Estados Unidos também como antiinflamatório. Não deve ser usado por quem tem hipertensão.

* Wild Yam (inhame selvagem mexicano) – Tem um composto igual à progesterona produzida no corpo. Segundo a Dra. Jane Corona, foi a partir da diosgenina do inhame selvagem que os laboratórios desenvolveram a progesterona sintética, modificada. Indicado principalmente para osteoporose, pois a progesterona é o hormônio que aumenta a densidade óssea. Também diminui a retenção de líquidos. O Wild Yam não deve ser ingerido como comprimido, pois só se transforma em progesterona quando é absorvido pela pele ou debaixo da língua.

* Dong Quai – É a planta mais utilizada na medicina tradicional chinesa. Promove uma síntese de progesterona natural. É boa para aliviar a TPM porque relaxa a musculatura do útero, combatendo as cólicas.

 

Nas mulheres, testosterona não causa comportamento arriscado

Mulheres que receberam doses de testosterona durante um mês não se mostraram mais propensas a tomar decisões financeiras arriscadas do que outras participantes de um estudo que não receberam o hormônio, de acordo com pesquisadores suecos. As constatações da pesquisa que eles conduziram sugerem que as mulheres apresentam comportamento mais seguro nos pregões das bolsas de valores do que os homens - ou servem para lançar dúvida sobre resultados de pesquisas anteriores quanto ao efeito do hormônio sobre os homens.

Uma série de estudos recentes identificou correlações entre determinados níveis de testosterona e comportamentos de risco, entre os homens; um dos trabalhos chegou à conclusão de que operadores financeiros homens com mais presença de testosterona em sua saliva tendiam a tomar decisões financeiras mais arriscadas.

Mas agora uma equipe de cientistas liderada por Magnus Johannesson, economista da Escola de Economia de Estocolmo, não constatou nenhum efeito dessa ordem em um grupo de pesquisa formado por 200 mulheres em idade posterior à menopausa. As mulheres receberam doses de testosterona, estrógeno ou um placebo, ao longo de quatro semanas, e foram convidadas a participar de uma série de jogos econômicos cujo objetivo é medir a propensão dos envolvidos a assumir riscos, bem como sua disposição a compartilhar recursos.

No "jogo do ditador", por exemplo, cada participante pode decidir que proporção de um determinado montante em dinheiro ele está disposto a doar a uma organização de caridade, e que proporção prefere reter para seu uso.

A equipe imaginava que as mulheres que estavam recebendo uma dosagem de testosterona tenderiam a se comportar mais como homens, doando menos dinheiro para caridade e aceitando riscos muito mais elevados em um jogo de investimentos. No entanto, os resultados obtidos na pesquisa, publicada pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences, não apontam para qualquer diferença significativa entre as mulheres que tomaram testosterona ou estrógeno e aquelas do grupo que recebeu apenas um placebo. "Minhas suposições a respeito dessa questão se alteraram consideravelmente", afirmou Johannesson.

Influência estabilizadora
Outros estudos identificaram diferentes na maneira pela qual homens e mulheres tomam suas decisões financeiras, e isso sugeria que a exposição a determinados hormônios sexuais poderia importar mais durante a fase pré-natal e a fase de desenvolvimento na adolescência do que em períodos posteriores da vida.

John Coates, neuroeconomista da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, foi o diretor científico do estudo sobre operadores financeiros homens. Ele aponta que a sensibilidade de uma pessoa à circulação de testosterona pode depender do volume de testosterona que esta pessoa recebeu durante o estágio pré-natal. "Assim, aumentar o volume de testosterona em uma mulher poderia ter efeito muito menor do que fazer o mesmo com um participante homem", afirmou. "Os resultados do teste foram mais ou menos aqueles que eu esperava".

Seria necessário executar uma experiência em escala semelhante envolvendo homens jovens, diz Coates, a fim de melhor compreender as dimensões da conexão entre os hormônios e as decisões financeiras. Os resultados de experiências desse tipo também poderiam ser influenciados por fatores como "a experiência ter sido conduzida em laboratório, e envolvido recompensas monetárias limitadas, ou em campo, por assim dizer, com montantes consideráveis de dinheiro e de risco em ação". De qualquer maneira, acrescenta Coates, "as mulheres podem exercer uma influência estabilizadora sobre o comportamento dos mercados financeiros".

Johannesson concorda em que o possível impacto dos hormônios sexuais sobre o processo decisório das finanças "continua ainda aberto a questões". No entanto, ele enfatiza que o poder estatístico do estudo que conduziu é bastante elevado, porque incluía número bem grande de participantes.

"Eu me sinto relativamente pessimista quanto à possibilidade de identificar esse efeito em homens", diz Johannesson. No estudo que redigiu, ele declara que existe a possibilidade de que os vínculos entre a testosterona e um comportamento de risco nas finanças identificados por estudos anteriores sejam "espúrios". Ele considera que estudos que não apresentem uma correlação entre o nível de hormônios sexuais presentes e um determinado comportamento econômico podem simplesmente encontrar mais dificuldades na publicação. "Resultados que apresentam correlações negativas tendem a não ser publicados", afirma Johannesson.

Tradução: Paulo Migliacci ME

NATURENEWS

 

Anticoncepcional oral dificulta formação de massa muscular

Os anticoncepcionais orais dificultam o desenvolvimento de massa muscular nas mulheres, segundo um estudo realizado por cientistas americanos e publicado nesta sexta-feira pelo The American Physiological Society.

Os pesquisadores das universidades americanas do Texas A&M e Pittsburgh submeteram 73 mulheres a um programa de 10 semanas de exercícios de resistência e comprovaram que as que não consumiam anticoncepcionais orais ganharam 60% mais de massa muscular que as que os tomavam.

Por outra parte, os níveis de hormônios anabólicos (que intervêm na formação de músculos) eram significativamente mais baixos nas usuárias de anticoncepcionais, que por sua vez tinham níveis maiores de hormônios catabólicos (destruidores de músculos) no sangue. "Surpreendeu-nos a magnitude das diferenças na formação de massa muscular entre ambos os grupos", afirmam os autores, que apresentarão seu trabalho na 122ª reunião anual da Sociedade Americana de Fisiologia entre os dias 18 e 22 de abril em Nova Orleans.

Para o estudo foram selecionadas 73 mulheres saudáveis de entre 18 e 31 anos divididas em dois grupos - 34 usuárias de contraceptivos orais e 39 não usuárias -, que completaram um programa de resistência física de 10 semanas. Elas foram encorajadas a consumir pelo menos 0,5 grama de proteína por cada meio quilo de peso a cada dia para garantir a ingestão das calorias e proteínas necessárias para o desenvolvimento muscular.

As participantes fizeram os exercícios três vezes por semana durante dez semanas sob a supervisão de fisiólogos. Foram colhidas amostras de sangue antes e depois do programa de treinamento para medir os níveis de hormônios anabólicos e catabólicos.

Segundo os pesquisadores, embora o estudo demonstre os efeitos negativos dos contraceptivos orais sobre a formação de massa muscular no contexto de um programa de exercícios de resistência, "serão necessários mais estudos para explicar a causa destes resultados".

EFE

 

O que eu penso sobre hormônios e sua prática

Hormônios é sempre um assunto que interessa, pelo tanto que falam, pelas coisas que dizem...

Vou começar pela minha própria história. Comecei a tomar hormônios aos 16 anos (meados de 16 anos), sempre é assim com a maioria que faz uso de hormônios para alterar sua constituição física, mudando caracteres que não agradam em sua forma "natural"...

Iniciei com a ingestão de hormônios seguindo os conselhos médicos de uma amiga formada em matemática, isso mesmo... "Matemática"... não foi erro de digitação, se foi o que pensou. Aos poucos aquela dosagem não me satisfazia.... Eu notava as mudanças em meu corpo e achava que se aumentasse
a dose no uso de hormônios, como também sua freqüência, iria me aperfeiçoar cada vez mais e atingir rapidamente o meu objetivo. Ou seja, adquirir o maior número possível de caracteres secundários do sexo que eu tentava parecer, perdendo ao máximo também os caracteres que eu tanto odiava em meu corpo quando me tocava ou quando saia do banho e me observava no espelho.

Foi então que comecei a tomar um verdaderio "coquetel" de hormônios em farmácias da vida. Conhecia todas as marcas, sabia que efeitos teriam em meu corpo, o que mudariam no meu comportamento e no meu dia-a-dia. Foi mágico perceber que o meu corpo estava ficando condizente com minha cabeça e com o
meu modo de pensar. Foi mágico perceber que as formas começaram a se arredondar. Perceber que a
textura de minha pele começava a ficar mais aveludada. Perceber que meus cabelos e unhas cresciam com mais vigor e com outro brilho. Perceber que eu estava começando a ser realmente "EU". Sei que pode parecer difícil - para alguém que não vive isso - entender o que eu digo, mas é como se pela primeira vez você estivesse se vendo, se tocando, se sentindo. Eu olhava, e olho até hoje, minhas fotos de antes da hormonização e não consigo me ver nelas... mesmo sabendo que sou eu que ali estou.

Mas o mais incrível de tudo isto foi a exteriorização deste meu "eu". Os "outros" começaram a notar a mudança, notar que não era uma coisa somente da minha cabeça. Até então, eu não tinha certeza se tudo que eu via e sentia era fruto de minha imaginação ou fantasia.... Se era um sonho que eu criei de tanto querer aquela transformação... Passei a ter uma nova noção de mim mesma... Quando saía na rua, e dava meu nome masculino, as pessoas falavam: "Não, não... você deve ter um outro nome". Elas não viam mais o Alexandre ali. Lógico que quem me conhecia antes continuava a me tratar da mesma maneira, mas isso já não importava tanto neste momento.... O que realmente importava era que quem me conhecia à partir dali me via como eu sou de verdade.... sem mentiras... sem meia verdades..... sendo eu mesma... sendo Maitê. Que é quem eu sou... Mas isto é uma outra história... sou assim matraquinha mesmo... liga não....

Bem, como dizem por aí que tudo tem dois lados.... o bom e o ruim, o preto e o branco, o yang e o yin... estas coisas todas... parece que com os hormônios não poderia ser diferente... Dentro desta magia toda em que te coloquei, a história de minha vida, tem também coisas ruins. Devido ao uso freqüente e não medicamentoso de hormônios comecei a ter tonturas, enxaquecas diárias, vômitos, cólicas, sonolências. Passei a engordar muuuito e também perdi a vontade de fazer várias coisas, inclusive tive afetada a
libido - perdi o "TESÃO" por certas coisas....

Tudo seguia seu curso normal até o dia em que perdi uma amiga, minha muuuiito próxima, por problemas de trombose. Ela usava hormônios da mesma maneira que eu, sem controle nenhum. Isso era um vício, não conseguimos ficar somente num único comprimidinho diário... Na ânsia de mudarmos o que tanto nos insatisfaz, nosso corpo, queremos mais... Quer queira ou não, é o nosso corpo que nos mostra para o mundo lá fora... O corpo é nosso cartão de visita... Não olham muito nossas atitudes e pensamentos num primeiro momento... Você precisa parecer o que é para depois poder mostrar quem você é... É assim, pelo menos por enquanto... Pode até ser que um dia isso mude... Eu espero que sim.... Aí não ficaremos tão presas nesta maldita convencionalidade dos papéis...

Como estava relatando, senti imensamente a morte desta querida amiga. Minha vida sempre foi marcada por acontecimentos relativamente fortes, que me fizeram parar, refletir e analisar certas posturas em relação aos meus hábitos... Fiquei quase um ano sem tomar nada de hormônios, criei aversão a eles... Comecei a ver meu corpo perdendo suas formas, ganhando de presente coisas que eu não queria e não gostava... Neste momento senti um desespero muiiiito grande... grande mesmo... do tipo "Tudo ou Nada"... "Agora ou Nunca"... radical assim... Até que mais uma vez, um anjo chamado "Meu pai", apareceu em minha vida... Ele me mostrou coisas que eu não via... que nem ele entendia... mas mesmo assim ele conseguiu me explicar... Com esse anjo me falando ao ouvido, tomei a mais correta atitude - sendo também o que dou de conselho a todo mundo que me pergunta sobre hormônios, suas causas e efeitos -, procurei um endocrinologista.... Isso mesmo... um médico especializado no estudo de hormônios... Meu pai fez um plano de saúde, coisa que não tínhamos na época, somente para que eu pudesse ter uma boa
assistência, haja visto que não somos abastados e não temos condições de financiarmos médicos bons e infelizmente caros... como os que vemos nos dias de hoje...

Com o endocrinologista, comecei, de forma corresta, todo o processo... Ele fez exames de progesterona, estrogênio... enfim... todos os exames possíveis e cabíveis no caso... Fez a taxação de cada um deles... Perguntou como eu me sentia, o que eu sentia... Tornou-se meu amigo... Eu confiei nele.... E a partir daí voltei a tomar hormônios com indicação médica...

As dosagens logicamente diminuíram, pois eu estava tomando hormônios de maneira cavalar e também muito diversificada. Não tinha rotina nenhuma na ingestão destes produtos. Aos poucos, fui recuperando o meu equilíbrio... o meu centro da coisas... voltando a fazer as pazes comigo mesma e com os hormônios do meu corpo...

Não vou aqui ficar citando nomes de hormônios que tomei ou tomo, como também não vou ficar indicando o que é bom ou ruim... O que eu tinha para dizer e falar eu já disse e falei... Espero que você me entenda, não estou querendo ir contra nada que você acredita ou espera... mas não crie espectativas por coisas que você não sabe ou por coisas que você ouviu dizer por aí... Eu não tenho porque estar aqui fazendo tua cabecinha de nada....

Tudo o que é estranho ao nosso corpo... tudo que seja químico ... não deve ser encarado como "normal"... Hormônios são como uma espécie de droga (farmacológica)... que podem ser bem vindos quando usados com cautela e, principalmente, com a ajuda de uma pessoa que entenda deles... ou podem ser um vício que te consome em injeções e comprimidos, podendo levar a um final nada desejado por você... "Pode ser fatal"...

Os hormônios atuam em cada organismo de uma maneira, portanto, o que é bom e faz um determinado efeito para uma amiga ou conhecida sua ... pode não fazer ou ter o mesmo efeito em você. O que dá peito numa, pode dar quadril noutra... O que dá perna numa, pode levar à morte outra... Pense nisso não como um conselho ou dica... mas como uma experiência de vida... Uma experiência verdadeira de quem viveu e vive ainda este processo... Uma pessoa que não quer o teu bem, nem teu mal... quer somente que você saibao ponto de vista de alguém que vive esse processo...

Se precisar de mim... para alguma... para qualquer coisa... eu estarei aqui... :))) querendo ajudar sempre... pois é disto que eu gosto... e é isso que eu sei fazer..:)))

 

Maite Schneider
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