Casais

Transando com compadres

Sou casado a 20 anos, tenho uma vida sexual muito boa com minha esposa, mas ultimamente comecei a ter varias fantasias sexuais incluindo outras pessoas, fico muito excitado so de pensar em ver outro casal transando,mais para que isso seja gostoso minha esposa tem que estar participando dessa fantasia comigo, entao quando estava fazendo sexo com minha esposa começo a insinuar outras pessoas transando conosco, no começo ela ficou assustada mas depois foi deixando a fantasia e a imaginaçao  tomar conta da situaçao.

Com isso começamos a imaginar como seria transar com outras pessoas, e se ja tinha passado pela minha cabeça alguém conhecido,,foi ai que tudo começou,,falei pra ela que tinha sonhado que, eu ela eu e nossos compadres que moram em outra cidade tivemos uma noite de puro sexo..ela ficou abismada pois nunca tinha pensado nessa possibilidade,contei o sonho e ela ficou exctadissima e acabamos transando loucamente aquela noite,e sempre que iamos transar acabavamos imaginando nossos compadres no meio da nossa transa.

Certa dia fomos vistar nossos compadres, e coos somos amigos a muito anos sempre tivemos muita afinidades, estavamos jogando baralho e tomando uns drinks, quando começamos a falar de varios assuntos, e logico falamos sobre sexo, e que tanto eles como nos já estavamos casados a muitos anos e que dava vontade de realizar algumas fantasias..todos riram mas acharam legal,, e o assunto começou a fruir, meu compadre perguntou pra mim se eu tinha algumas  fantasias, não hesitei e falei que minhas fantasias minha esposa ate sabe quais são,,nisso ficaram surpresos e sorriram,então conta pra nos , meu compadre disse..fala, isso falo se todos também falarem,como todos já tinha tomados todas,,concordaram ai que a noite começou a ficar maravilhosa, falei que minha fantasia era ver e transar com outro casal e que minha esposa também achava legal,,meus compadres ficaram vermelhos, mais também confessaram que já tinham comentados isso varias vezes, mas que era muito difícil admitir e encarar uma fantasia dessas, todos riram,,ai eu disse  gente esse papo esta me deixando muito excitado, minha esposa que estava ao meu lado na hora passou a mao no meu pau por cima do shorts e disse , nossa amor vc ficou com muito tesao mesmo, minha comadre vendo aquela cena fez o mesmo com meu compadre e disse, não é so ele não olha esse homem aqui, acho que nunca vi esse pau tao duro, nossa naquela hora todos estavam com caras de tesao,,,minha mulher continuou a passar a mao no meu pau por debaixo da mesa, e minha comadre também no pau do meu compadre, falei nossa amor que tesao gostoso , e meu compadre olhou pra mim e disse , compadre isso aqui esta gostoso demais, nos quatro aqui nesse ambiente gostoso da vontade de fazer uma loucura e riu,,, minha mulher que já tinha bebido bastante falou ,estou com muita vontade de chupar esse pausao gostoso, e perguntou para o compadre, vocês não se importam?

Eles disseram claro que não fique a vontade que também ficaremos, nisso minha esposa entrou debaixo da mesa abriu meu zíper e começou a fazer uma gulosa maravilhosa, eu fiquei ali sentado olhando para a cara do meus compadres,, nisso miha comadre  também não resistiu e foi pra debaixo da mesa, nossa aquela cena era demais, eu e meu compadre sentados e as mulheres debaixo da mesa chupando nossos e escutamos alguns paus,derrepente pararam e escutamos alguns cochichos, uns baruhos debaixo da mesa,elas trocaram de lugar  agora minha esposa estava chupando o pau do meu compadre e a minha comadre o meu, aquilo nos deixou loucamente excitado , meu compadre disse,,nossa isso é demais ,vc também esta gostando,eu disse , com certaza sua mulher  sabe como chupar um pau também,,nisso rimos , ai elas levantaram..e  falaram, gostaram , dissemaosclalro que sim, agora é nossa vez,,fomos pra debaixo da mesa e começamos a chupar aquelas bucetas que já estavam bem molhadas,,troquei com meu compadree fui chupar a bceta da minha comadre,,que  delicia , elas se contorciam de tanto prazer.

Voltamos a nos sentar ainda excitadíssimos,rindo falamos que estava muito gostoso tudo aquilo, foi ai que minha comadre sugeriu da gente ir para o quarto deles terminar  aquele momento delicioso,,não hesitamos , nos levantamos e fomos em direção ao quarto, todos cedentos por sexo, chegando no quarto deitamos na cama,,eu já fui agarrando minha mulher e chupando os peitos dela que deixa ela superexctada,,meu compadre também encoxouminha comadre e foi alisando seus peitinhos,,,nisso ele viu eu trando a calça da minha esposa e ficou olhando aquela bunda linda e gostosa, nisso sua mulher percebeu e disse sem pudor, gostou amor, ele disse é muito bonita,,realmente era mesmo,minha esposa tem uma bunda deliciosa de se comer,,a de minha comadre já não é tao grande mais também apetitosa, nisso minha comadre disse ,,e ai compadre deixa ele dar uma pegadinha,,eu disse  claro , foi ai que trocamos de parceiros, ele pegou minha mulher e eu a dele,, nossa eu estava muito louco,,já cheguei chupando os biquinhos dos peita dela que eram enormes,,e meu pau já foi enfiando na buceta dela,demais,,quando olhei para minha mulher , meu compadre já estava enfiando o pau todinha na bundinha dela, aquela cena era demais,eu comendo minha comadre e minha mher dando pro meu compadre e tudo numa boa sem nenhum arrependimento,,,nisso minha esposa pediu pra chupar meu pau que estava com gosto da buceta da minha comadre,,aquilo foi demais,,,tirei meu pa da buceta da minha comadre e enfiei na boca da minha esposa,e meu compadre enfiando na bundinha dela,,demais,,depois trocamos, enfiei na bundinha da minha comdre,,e ela ficou chupando o pau dele,,demais,,,,já estávamos dodos pra gozar,foi ai que eu gozei muito  nos peitos da minha comadre,,,,e meu compadre ns peitos da minha mulher que chegou ate pegar na cara dela,,ficamos ali deitados  e exautos por algum tempo,,ate começar tudo de novo, e ainda com mais intensidade....

 

O leiturista da companhia eletríca - parte II

Bom dia para todos ! Meu nome é Shirley, sou morena baixa, na faixa dos trinta anos, realmente casada há 13anos com Jony, formamos um casal liberal, gostamos muito de sexo e de realizar as nossas fantasias, temos várias amizades sigilosas e seguras com casais e homens e é através delas que sempre que aparece uma oportunidade estamos fazendo o que mais gostamos; realizando fantasias com sigilo e segurança.

O que vou contar agora pra vocês é apenas a parte II do último relato que postei juntamente com meu marido, que tinha como titúlo; O LEITURISTA DA COMPANHIA ELÈTRICA, nesse conto eu narrei como conheci o Cris, o leiturista que todos meses vinha a minha casa anotar a leitura, como o medidor ficava dentro de casa eu tinha que abrir a porta pra ele entrar, sempre que ele vinha eu estava sozinha, aos poucos fomos ficando amigos íntimos e não demorou muito pra rolar sexo, contei tudo pro Jony, meu marido, que uma certa vez chegou a assistir eu tranzando com o Cris escondido atrás da cortina da sala, meu marido adora ser corno e com o passar do tempo foi me pedindo para convencer o Cris a tranzar comigo na sua frente, pois bem, eu como sou uma esposa muito obediente ao meu marido fui aos poucos conversando com o Cris sobre o assunto toda vez que agente ficava junto, a princípio ele quis se recusar, não queria acreditar, ele sentia uma mistura de medo e timidez mais eu lhe transmiti segurança e ele acabou aceitando, Cris queria ter certeza de que tudo era real e me pediu o número do celular do Jony, meu marido pois ele queria ouvir dele se realmente tudo que eu disse a ele era verdade.

Na sexta- feira a noite, o Cris ligou para o Jony e ele confirmou tudo, Jony disse ao Cris que há tempos sabia do que rolava entre nós dois, que ele era corno manso assumido, que gostava de ver a mulher dando pra outro homem, que fosse uma pessoa educada, sigilosa e confiável pois nós gostavámos de fazer sexo saudável, com confiança em ambos, depois de ouvir isso, Cris queria vir a nossa casa naquela noite mesmo mais nós marcamos para o dia seguinte, no sábado, após o meio-dia. Chegando o dia e hora combinada eu e o Jony estávamos prontinhos, eu estava com um vestinho curto semi-transparente sem nada por baixo, ele chegou, entrou, nos cumprimentamos e fomos para a sala de jantar, sentamos na mesa e começamos a tomar umas cervejinhas e a conversar, o assunto foi evoluindo até chegar em sexo e putaria, o clima foi esquentando, Jony já apertava seu pau por cima do seu short e eu já não aguentava mais,estava exitada, louca por um pau duro dentro da minha buceta, então olhei pro Jony, meu marido e disse;.... Estar pronto amor para realizar a sua fantasia ? Fica sentadinho ai nessa cadeira e assisti a tudo. Depois disso, eu me levantei e fui em direção do Cris, me abaixei por baixo da mesa, entre suas pernas, puxei seu short/cueca, peguei aquele pau duro e comecei a chupar,a princípio Cris ficou meio sem geito olhando pro Jony , meu marido, que logo puxou uma cadeira para próximo de nós para assistir de pertinho, eu chupava com vontade, tentava engolir tudo que podia, Cris foi se soltando e precionava minha cabeça contra seu pau fazendo entrar tudo, sentia a cabeça da sua rola tocando minha garganta, em seguida chupei as bolas punhetando seu pau ao mesmo tempo, Cris delirava com a minha chupeta, o pau dele pulsava dentro da minha boca, estava duro feito ferro, em seguida, eu fiquei de pé e me sentei em cima da mesa, de pernas abertas, em frente a cadeira em que o Cris estava sentado, ele retirou sua camisa e se enclinou um pouco, abriu minha buceta e começou a chupar, passava a língua no clítores e depois enfiava no fundo da minha buceta, a língua dele era uma delícia, eu gemia de tezão, Jony, meu marido, assistia a tudo se acabando na punheta, sua língua era tão gostosa que depois de alguns minutos eu acabei gozando em seu rosto pela primeira vez, em seguida, ele ficou em pé entre minhas pernas, vestiu uma camisinha em seu pau e colocou ele na entrada da minha buceta depois foi enfiando lentamente até entrar tudo, eu retirei o meu vestido e ofereci meus seios pra ele chupar, em seguida ele me agarrou e começou a meter na minha buceta, o pau dele era uma delícia, a sensação era muito gostosa, quando ele metia fundo eu cravava minhas unhas em suas costas e gemia feito uma cadela, Jony batia punheta a mil pro hora e pra deixar ele louco de tezão eu dizia;..... Ta gostando amor de ver sua mulher dando a buceta pra outro ?

Olha e aprende como é que come uma buceta de verdade, Jony revirava os olhos de tezão, depois disso, Cris se sentou na cadeira e eu fui pra cima dele, sentei no seu pau de frente pra ele, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar subindo e descendo em cima daquela rola, ele abria minha bunda com as suas mãos e metia tudo, depois de alguns minutos, eu continuei sentada em seu colo só que dessa vez de costas pra ele, Cris me segurava pela cintura e precionava meu corpo contra o seu pau até ele entrar todinho dentro da minha buceta, estava gostoso, em seguida, eu relaxei minhas costas em seu peito e ele abriu minhas pernas, deixando minha buceta toda aberta com seu pau dentro, eu estava louca de tezão, aproveitei o momento e chamei o Jony, meu marido, para chupar minha buceta com o pau do Cris dentro, ele não pensou duas vezes, Jony se ajoelhou entre nossas pernas e começou a chupar minha buceta com o pau do Cris dentro, entrando e saíndo, de vez enquanto o pau de Cris escapava da minha buceta e tocava os lábios e a língua do meu marido, ele parecia gostar, Jony pegava o pau do Cris, punhetava um pouco e depois colocava de volta dentro da minha buceta, estava demais essa foda, depois disso, saímos da sala de jantar e fomos para o nosso quarto, lá eu fiquei logo de quatro na borda da cama, Jony, meu marido, se sentou ao meu lado, abriu minha bunda e minha buceta para o nosso amigo, Cris veio em nossa direção e em pé mesmo enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter gostoso, Jony ficou sentado ao lado vendo de pertinho aquele pau enorme entrando e saíndo da minha buceta e batendo uma punheta ao mesmo tempo, depois dessa, eu me deitei de lado na cama e o Cris se deitou por trás de mim, levantou uma das minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta novamente, me abraçando e apertando o piquinho dos meus seios,Jony batia punheta vibrado na gente e eu provocava ele dizendo ao Cris;... Me come meu macho, enfia tudo, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre, adora ver uma pica grande e grossa entrando na minha buceta, me come,vai ahahahahahahha...

Após ouvi isso Jony quase gozou, não demorou muito e meu corpo foi esquentando, minha buceta estava enxarcada, então me virei de frente e fiquei deitada de pernas aberta, ele veio por cima de mim e enfiou tudo de uma vez na minha buceta, olhei nos seus olhos e começamos a nos beijar enquanto ele metia forte e rápido na minha buceta, Cris metia tão fundo que eu sentia a cabeça do seu pau tocando meu útero, nesse ritímo não demorou muito e acabamos gozando os dois juntos aos gritos, eu estava gozando pela segunda vez, em seguida ficamos abraçados por alguns instantes, O Cris que estava por cima de mim foi deslizando pro lado esquerdo e continuou abraçado comigo, o pau dele foi saíndo de dentro da minha buceta e permaneceu por cima dela, Jony, meu marido, se aproximou das nossas pernas e começou a chupar minha buceta, ele passou vários minutos chupando, sugando tudo, até deixa-la bem limpinha, a língua dele estava tão gostosa que eu acabei me exitando novamente, logo nós começamos a nos beijar, notei que seu pau foi ficando duro novamente durante o beijo, em poucos minutos o Cris já estava pronto pra outra, o Jony se afastou e o Cris veio logo para cima de mim, metendo na minha buceta mais eu não aguentei muito, a minha buceta ardia e doía de tanta rola que eu tinha levado, pedi pra ele parar um pouco, ele aceitou mais pediu pra comer o meu cuzinho, eu disse a ele que podería ficar a vontade, como eu já estava deitada na cama, Jony, meu marido, pegou uma almofada e colocou embaixo da minha bunda, em seguida levantou minhas pernas e começou a chupar o meu cuzinho, lubrificando ele, Cris se aproximou de nós e em seguida, Jony colocou o pau do Cris na entrada do meu cuzinho e mandou ele enfiar lentamente, quando entrou a metade, Cris começou a meter, Jony ficou do meu lado, assistindo o Cris comendo meu cuzinho e batendo punheta, depois de alguns minutos, o Jony começou a chupar meus seios e isso me ascendeu novamente, eu já tinha um pau dentro do meu cú e a minha buceta mais uma vez queria mais, comecei a bater uma ciririca e a enfiar os dedos dentro da minha buceta enquanto o Cris arrombava o meu cú mais isso não foi suficiente, então resolvi ir pra cima do Jony, meu marido e encaixei seu pau na minha buceta deixando minha bundinha empinada para o Cris que não perdeu tempo, ele se pocisionou por trás de mim e enfiou seu pau novamente em meu cuzinho, logo logo estavámos fazendo uma dupla penetraçao, estava gostoso demais, um pau na minha buceta e outro no meu cú, eles metiam com vontade, a sensação de ter duas picas dentro de mim era demais, eu gritava de tezão e minutos depois nós três explodimos em um gozo alucinante, caímos os três pro lado quase desmaiados de tanto gozar. Passamos quase uma hora deitados, relaxando, depois fomos tomar banho os três juntos, dentro do banheiro ainda fiz uma chupeta no Cris enquanto tomavámos banho, seu pau não ficou duro mais ele conseguil gozar dentro da minha boca e eu fiz questão de dividir seu esperma com o Jony, meu marido, beijando sua boca e nos lambuzando com o esperma do Cris.

Depois de tudo nós nos vestimos, nos despedimos e ele foi embora. Essa foda foi uma das melhores e mais demoradas que fizemos, gozamos feito loucos, foi inesquesível. Aparti desse dia, Cris se tornou amigo do meu marido e meu amante, Jony adora me ver dando a buceta pra ele. Bom, depois de uma dessas, vamos dar um tempo para nos recuperar mais assim que acontecer a próxima nós contaremos pra vocês.

Até logo !

O leiturista da companhia elétrica - parte I

Bom dia meus amigos, tudo bém ? Somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, realmente casados e liberais, adoramos sexo e há doze realizamos nossas fantasias, fizemos muitas amizades e sempre que aparece uma oportunidade segura nós aproveitamos independente de estar os dois juntos ou não, eu gosto de ver ela em ação porém quando isso não é possível ela vai sozinha mesmo e depois me conta tudo em detalhes, agente senta juntos e escreve esses contos para vocês lerem e saberem como é gostoso realizar fantasias. Hoje nós dois vamos contar mais uma pra vocês.

Eu saio muito cedo para trabalhar e a Shirley, minha esposa me conta que uma vez por mês estar chegando horas atrasada no seu trabalho por causa do leiturista da companhia elétrica, no dia especificado na conta de energia ela se arruma toda para trabalhar e tem que ficar esperando o leiturista para anotar a leitura por que o medidor fica dentro da nossa casa, a minha mulher falou que o leiturista atual era um senhor de idade e que da última vez que ele veio trouxe consigo um rapaz jovem e bonito e lhe apresentou dizendo que aquele rapaz era um estagiário que lhe substituiria pois ele iría se aposentar, o tempo foi passando e todos os meses a minha mulher se arrumava toda e ficava esperando o jovem leiturista, ela me falou que com o passar do tempo eles já estavam bastantes amigos, o nome dele era Cris, que algumas vezes convidou ele para ir até a conzinha tomar um suco e comer algo, que ele não tirava o olho da sua bunda e das suas pernas e que na hora de ele ir embora os dois trocavam olhares muitos próximos, ela também me disse que ele era um rapaz bonito e gostoso e achava que ele tinha um pau enorme do jeito que ela gosta, notei logo que a minha mulher estava louca para trepar com ele por isso tratamos logo de resolver esse assunto.

Um certo dia, tomando café da manhã juntos, a Shirley, minha mulher, me contou que várias vezes fantasiou tranzando com o leiturista e me perguntou se eu aprovava a idéia pois o dia da leitura estava se aproximando, eu como sou um corno manso assumido não pensei duas vezes e disse a ela que poderia ficar a vontade. Pois bem, o dia chegou, acordamos cedinho, tomamos banho juntos e nos arrumamos, a Shirley estava ansiosa e exitada, enquanto ela se vestia eu vi várias vezes ela tocando seus seios e sua buceta, em seguida tomamos café e eu como sempre sai primeiro para trabalhar deixando ela sozinha esperando o rapaz. O próximo trecho deste relato será narrado por ela. Após meia hora que o meu marido saiu para trabalhar o leiturista chegou apertando a campanhia, eu abri a porta e mandei ele entrar, em seguida fechei a porta e nós dois caminhamos até o medidor, eu na frente e ele atrás, no trajeto ele não tirava o olho de mim, quando nos aproximamos do medidor ele começou a digitar os números da leitura em um aparelho, em seguida, eu fiquei na sua frente, de costas pra ele e pedi explicações de como funcionava aquele aparelho pois a conta de energia estava vindo muito alta, ele se posicionou por trás de mim e começou a explicar, nesse momento Cris se aproximou tão próximo de mim que pude sentir seu pau duro encostando na minha bunda, tive uma sensação gostosa e a minha buceta começou a ficar úmida, eu me virei de frente pra ele e olhei nos seus olhos, ele soltou o aparelho de leitura e me abraçou, começamos a nos beijar e a se enfregar um no outro, em seguida ele a mão por baixo da minha saía, afastou minha calcinha pro lado e enfiou um dedo na minha buceta, eu abri sua calça, coloquei seu pau pra fora e comecei a punhetar enquanto nos beijávamos, ele olhou pra mim e disse que não tinha muito tempo pois havia muitas casas pra verificar as leituras, em seguida ele me empurrou contra a parede, levantou minha saía e baixou minha calcinha, colocou seu pau na entrada da minha buceta e tentou me penetrar, eu fechei minhas pernas com o pau dele no meio delas e perguntei se ele tinha uma camisinha, ele disse que não tinha e eu também não, então eu disse a ele que sem camisinha não rolava e que eu era uma mulher precavida e casada, ele disse que não se preocupasse que ele também era casado e que mau traía sua mulher, mesmo assim eu não aceitei mais abri um pouco as pernas e ele ficou rosando seu pau na minha buceta sem penetrar até que nós gozamos juntos, o esperma dele escorria nas minhas pernas, em seguida tratamos logo de nos vestir e combinamos que da próxima vez seria bem melhor, depois que ele foi embora e eu fui trabalhar, quando retornamos para casa, eu e meu marido conversamos sobre tudo que aconteceu e ele me pediu para que na próxima vez eu tranzasse com nosso amigo ali mesmo, na sala, em um final de semana pois ele gostaria de estar presente, escondido atrás da cortina que fica por trás da estante da sala, para assistir nossa tranza, sem que o nosso amigo soubesse, ficamos combinados e os dias foram se passando até chegar o dia da próxima leitura, era uma sexta-feira, quando ele chegou não rolou sexo, apenas trocamos algumas caricías e combinamos que ele viesse no dia seguinte, no mesmo horário pois era dia de sábado e nós ficaríamos mais a vontade.

O dia de sábado amanheceu, antes do horário combinado eu tomei um banho e vesti um baby dool sem nada por baixo, a campanhia tocou e o jony, meu marido correu para detrás da cortina, eu fui abrir a porta. A parti desse momento quem passa a narrar esse conto é o Jony, meu marido, afinal esse relato é de nós dois. Pois bem, minha mulher abriu a porta e lá estava o nosso amigo Cris, moreno, devería ter uns vinte e poucos anos, estava vestido de short e camiseta, ela convidou ele para entrar e os dois sentaram no sofá, em poucos minutos eles já estavam no maior amasso, foram tirando suas roupas até ficarem completamente nus, ela se sentou no sofá de pernas abertas e ele se ajoelhou entre suas pernas e começou a chupar seus seios, foi descendo pela barriga até chegar na sua buceta onde chupou com vontade, ela se contorcia de tezão, pegava a cabeça do rapaz, pressionava contra a sua buceta e ficava se esfregando até gozar no rosto dele, ela adora fazer isso antes de receber um pau duro, em seguida, ela deu um beijo na boca dele e pediu para ele ficar de pé na sua frente, pegou o pau dele, colocou na sua boca e começou a chupar, ela estava com fome de rola, tentava engolir tudo que podia, depois chupava as bolas, passava a língua em volta da cabeça até que o pau do rapaz ficou duro feito ferro dentro da sua boca, eu assistia a tudo por trás da cortina, batendo uma deliciosa punheta, depois disso, o Cris colocou uma camisinha em seu pau e a Shirley se posicionou de quatro em cima do sofá, ele em pé mesmo foi por trás dela, encaixou seu pau na buceta dela e começou a meter lentamente até entrar tudo, depois segurou ela pela cintura e começou a enfiar ficando somente as bolas do lado de fora, a safada gemia de tezão e para me deixar mais louco ainda dizia; ..... Me come meu macho gostoso, enfia tudo, arromba minha buceta, vai , me ajuda a colocar um par de chifre naquele corno é isso que ele merece.... ela fazia de proposito, quando ouvi isso quase gozei na punheta, estava muito gostoso ouvir aquilo tudo e vê a minha mulher arreganhada de quatro em cima do sofá com aquele macho de pau duro comendo a buceta dela, depois disso, eles mudaram de posição, ele sentou no sofá e ela foi pra cima dele, sentou em cima do seu pau e começou a cavalgar subindo e descendo, ele segurava ela pela bunda e puxava contra o seu corpo fazendo entrar tudo, em seguida ele foi se levantando com ela nos braços sem tirar o pau de dentro até ficar em pé, ela estava suspensa no ar, com as mãos no pescoço dele e ele segurou ela pelas suas pernas que estava abertas, encaixada na sua cintura com o pau dele dentro, nessa pocisão ele começou a meter tudo, forte, a Shirley gritava de tezão dizendo;....

Que rola gostosa você tem Cris, me come gostoso, enfia tudo dentro de mim, arromba minha buceta, ahahahahhahh!!!!!!! em seguida, ela acabou gozando no pau dele pela primeira vez, aos berros nos braços do Cris, depois disso, ela desceu dos braços dele e caiu em cima do sofá para relaxar um pouco, deixando sua bundinha pra cima toda arribitada, Cris se aproximou dela e começou a massagear sua bunda, em poucos minutos a Shirley já estava se remexendo, querendo mais rola, nisso, o Cris foi pra cima dela e meteu na sua buceta novamente, depois de alguns minutos, eles deitaram de lado no sofá, ele levantou uma das pernas dela e ficou metendo na sua buceta por vários minutos, de onde eu estava dava pra ver o pau dele entrando e saindo da buceta da minha mulher, ele metia e chupava os seios dela ao mesmo tempo, ela gemia feito uma cadela, não demorou muito e ela gozou pela segunda vez, eles deram uma pequena pausa e ficaram agarradinhos na posição que estavam até o Cris dizer que também queria gozar, então ele pediu pra ela se sentar na ponta do sofá de pernas abertas e jogar seu corpo para trás, assim ela fez, em seguida ele se ajoelhou no chão entre as pernas dela e foi metendo seu pau devagarzinho na buceta até entrar tudo, a safada ficava parada, exasta de tanto gozar, assistindo o pau dele entrando e saindo da sua buceta, ele ficou metendo por alguns minutos até pedir para comer o cuzinho dela, ela aceitou sem nenhuma cerimônia, apenas pediu pra ele ir com calma para não machucar, o rapaz retirou seu pau da buceta dela e foi enfiando no seu cuzinho, quando entrou a metade ele começou a meter, eu me acabava na punheta assistindo tudo, depois de alguns minutos, a safada começou a rebolar no pau dele e a massagear sua buceta, batendo uma siririca, o rapaz vendo aquilo tudo começou a meter mais forte no cú dela enfiando tudo, os dois se beijavam, de vez enquanto ele chupava os seios dela e metia em seu cuzinho ao mesmo tempo, o tezão dos dois foram aumentando até ela pedir pra ele retirar o pau do seu cuzinho, colocar outra camisinha e meter na buceta dela para os dois gozarem juntos, Cris obedeceu imediatamente, trocou a camisinha, enfiou na buceta da minha mulher e começou a meter tudo, muito forte, rápido, sem parar, os dois começaram a gemer alto e acabaram gozando juntos, em seguida, Cris se vestiu, se despediu da minha mulher e foi embora, quando ele saiu, eu fui até a minha mulher e cai de língua na sua buceta chupando tudo, deixando a buceta dela bem limpinha, depois bati uma punheta e gozei nos seios dela.

Com o passar do tempo o Cris se tornou amante da minha mulher e meu amigo mais ele ainda não sabe que eu sei de tudo, quase todos os meses que vem anotar a leitura ele tranza com ela. Nós três já estamos bastantes amigos, a Shirley, minha mulher, aos poucos estar tentando convencer o Cris que eu sou um corno assumido e que gostaría de ver ele tranzando com ela na minha frente, se pintar confiança suficiente pra isso poderemos tranzar os três juntos ou poderei somente assistir os dois tranzando, batendo a minha punheta. Acho que isso não vai demorar a acontecer pois ele tem demostrado ser uma pessoa sigilosa, educado e higiênico. Quando tudo acontecer garanto que contaremos pra vocês.

Até a próxima !

Uma surpresa enorme

Anteriormente comentei sobre meu arranjo com Maria minha mulher.
Que ela poderia sempre sair para trepar com quem escolhe-se.
Talvez assim ela viesse a sentir o orgasmo que nunca sentiu.
Ela apenas tem orgasmo quando se masturba ou é masturbada.
Por suas saídas, ela tinha formado certa quantidade de “amigos” o pessoal La da praia. Que vez ou outra trepavam com ela. Eu nunca quis saber o nome de nenhum deles. O que me interessava era ela contar os detalhes. De como fora comida. Se tinha chupado antes ou depois de cara comer seu cu. Se tinham gozado na cara dela. Como era o pau do amigo que a tinha comido. Se era bom de foda. Se ela também o tinha comido. O que sempre fazia comigo. Onde eles tinham ido foder? Na praia ou no carro, ou na casa de algum deles? Como ela tinha feito para atrair sua “vitima”. Assim ela os chamava.
Ela adorava foder na praia, para sentir-se vigiada e vista pelas pessoas. Isso aumentava loucamente seu tesão.
Lembro que uma vez chupou um jovem em uma viagem de ônibus. O ônibus lotado, ela colocou um lenço sobre a sua cabeça e pronto.
Outra vez fodeu com um senhor em uma viagem de avião entre Vitoria e Rio.
Ela sempre adorou esse tipo de “perigo”. E o melhor, eu sempre estava por perto ou junto a ela.
O que eu sempre queria meu presente dado por ela. Era poder sentir suas coxas meladas de porra, o mesmo com suas calcinhas. Que ela jamais tirava para trepar. Apenas afastava de lado. Assim, não perdia nenhuma gotinha.
Afinal era o meu presente.
O meu tesao maior minha loucura mesmo era o ciúmes que sempre sentia por ela em suas saídas, e depois quando podia enfiar meu pau fundo na sua buceta todinha melada de outro macho.
Mas, ia me esquecendo do que queria contar: Em uma sexta-feira tive que trabalhar até de noite. Quando voltava para casas, sabia que iria poder ter algum presente muito especial como sempre, e ouvir seus reatos em todos os detalhes.
Chegando em casa, abro a porta e percebi que havia alguém mais em casas. Fui a nosso quarto e lá estava ela com mais cinco jovens. Todos pelados, ela apenas de calcinha. Uma calcinha minúscula de seda negra. Que eu havia comprado há poucos dias para ela.
Eles não se importaram com minha chegada. Ela estava sendo comida em dupla penetração, e tinha um caralho fundo em sua boca.
Afastando por um minuto sua boca, disse: Meu amorzinho senta um pouco ai que estamos quase no fim. Passamos a tarde toda fodendo e eles têm que se mandar. Eu tenho um presentão para você. E quero te contar como foi maravilhoso ser comida por eles todos.
Hoje bati meu recorde.
Dito isso volto ao que estava fazendo, e logo depois o rapaz com grande gemido gozou na cara dela.
Passando as mãos sobre o rosto, recolheu a porra ali depositada e passou pelos seus seios maravilhosos.
E assim de forma gentil e brincalhona disse. Meninos, vistam-se e vão dando o fora. A gente se encontra outra hora. La no Triangulo. Não e não esquecer: trazer mais alguns amigos junto. Quero aumentar meu recorde.
E assim eles fizeram.
Foram saindo, todos felizes e dando beijinhos.
Ela, novamente deitou-se na cama e com aquele sorriso maroto e delicioso me disse:
Vem meu amorzinho, poe tua mao aqui, sente como estou toda melada.
Sente minhas calcinhas elas estão encharcadas de tanta porra.
Agora você vai fazer o que sabe fazer bem direitinho: me limpar todinha com tua língua gostosa.
Vou sentar em tua boca e te comer bem fundo e gostoso.

Biscate69@aol.com

Fantasias de um corno viadinho

Eu sou um cara que fantasia demais. Adoro fantasiar criando estorinhas e bater gloriosas punhetas pensando nelas. Adoro bater punhetas, bato várias ao dia. Tenho muito tesão e me considero insaciável, muito tarado e safado entre quatro paredes. Sou do tipo topa tudo, exceto violência. Amo dar a bundinha e mamar gulosamente num pau grande e grosso. Sou bissexual desde meus 25 aninhos, logo após ter casado. Casei e comecei a gostar de rola. Hoje, após alguns anos, sou louco por elas. Não posso ver uma rola dura que fico babando nela. Confesso que já tive algumas transas com machos. Já cheguei até mesmo a transar com dois de uma só vez, onde guardo com muito tesão, pois afinal, dar a bundinha e mamar gostoso ao mesmo tempo não é pra qualquer um.  Como disse, adoro fantasiar, criando estorinhas onde faço de tudo que tenho vontade. Uma das minhas taras e fantasias é a de ser corno viadinho dela. Imagino tantas coisas assim que já amanheço de pau duro olhando a minha esposa seminua e batendo punheta pensando nela com outros machos. Vou narrar a seguir como gostaria de me tornar corno viadinho dela, obviamente, isto não passa de uma fantasia, pois sei que ela não toparia nunca tal coisa, até porque, nem sonha que gosto de homens, mas, porém, eu faria tudinho se ela topasse. Não deixem de ler, principalmente os corninhos e maridos que gostam de rola, pois garanto, vai dar muito tesão..............rsrsrsssssssssss.

Depois de três anos de casado, comecei a comprar revistas eróticas do tipo classificados eróticos para apreciar as fantasias das pessoas. Sempre me prendi muito a esse tipo de fantasia, pois assim, sabemos o que as pessoas sentem em relação ao sexo. Não era diferente de mim com certeza. Sempre folheava as revistas na hora do banho, até que um dia cheguei em casa e peguei minha mulher no banheiro folheando as revistas. Ao ver-me, deu um sorriso safado e perguntou o que eram aquelas revistas. Antes de me explicar ela disse que adorou ler tanta fantasia que parecia estar toda molhada. Fiquei louco de tesão, pegando-a e levando-a para cama onde transamos gostoso em seguida. Depois da transa, ela me disse que pode continuar a comprar tais revistas que gostaria de ver mais. E assim eu fiz, toda semana chegava com uma nova. Nossas transas ficaram mais intensas, sempre imaginando-nos realizando todas aquelas fantasias. Minha mulher ficou mais liberal e, em dado momento, nas nossas transas, ela começou a fazer carinhos na minha bundinha dizendo que tinha vontade de lamber meu cuzinho.  Achei maravilhoso pois além de já gostar de rola (ela nem sonhava com isso), seria um presente pra eu ficar de quatro e ser lambido por ela. Fiquei muito feliz e disse a ela que faria qualquer coisa por ela, pois a amava demais e que faria com muito tesão ela realizar todas as fantasias que ela tem vontade. Seus olhos brilharam mais uma vez e pediu então para eu ficar de quatro pra ela. Assim eu fiz, me arreganhei todo pra ela e então começou a brincar com minha bundinha, passando a mão, a lingua e o dedinho no cuzinho. Foi lambendo devagarinho me arrancando suspiros e gemidos. Percebia que seu tesão aumentava pois a força com que exercia sua língua também aumentava. Suas mãos me apertavam com mais força a bunda e então ela começou a dar-me tapas na bundinha, perguntando se o maridinho estava gostando. Eu disse que sim, que estava adorando. Então ela começou a enfiar dedos e mais dedos, até me fazer gozar gostoso. Depois da transa, ficamos horas conversando sobre fantasias e acabei soltando que tinha tesão por cacetes. Ela levou um susto e perguntou se já havia transado com homens. Disse que não, mas que tenho vontade. Decidimos então comprar um consolo pra ela me foder quando quisesse. Minha mulher pegou tanto gosto pela coisa que me fodia todos os dias, dando-me tapas na bundinha, me chamando de viadinho, putinha e que eu ainda vou virar o corno dela. Ela fazia-me gozar e levava minha porra na minha boca, dizendo que eu tinha que provar da minha porra, pois todo viadinho gosta de leite. Disse também que era pra eu usar calcinhas, pois não gostaria de comer um cu de macho e sim, de um macho putinha, que adorava rola e de ser a menininha dela. Comecei então a usar suas calcinhas e suas roupinhas. Depois de algum tempo, até dormia de calcinha fio dental e camisolinha ou baby doll. Passei a amar essa situação. Comecei a me sentir mais fêmea e gostar mais ainda de levar vara. Ela parecia ter encontrado a “amiga dos seus sonhos”. Agora eu virei sua “amiguinha lésbica”, pois além de me fazer usar suas roupinhas, agora até me maquiava pra transar com ela. Numa dessas transas, eu disse a ela que deveria arrumar machos pra foderem a gente. Ela concordou de imediato, pois disse que iria adorar eu gemer nos braços de um macho, fazendo de tudo com ele como se fosse sua namoradinha. Eu disse a ela que também queria ser corno. Queria muito ver ela nos braços de outro, trepando gostoso e sendo a namoradinha dele. Ficamos loucos de tesão pelas declarações e trepamos feitos animais. Passamos os próximos dias a procurar um macho que realizassem nossas fantasias. Estávamos todos os dias na net batendo papo e nada de arrumar alguém especial que me desvirginasse o rabo e comece minha puta na minha frente. Dias depois, arrumamos um macho, aproximadamente com seus 40 anos, corpo atlético, espirito jovial, com tudo em cima, boa pinta, educado e acima de tudo, muito tarado e safado com casais, pois disse-nos que  já tinha experiências com casais bi, onde já havia saído com alguns. Fiquei animado pois era o que eu queria, um homem que estivesse não somente querendo comer uma xoxota com o marido do lado, mas sim, uma xoxota com o cu e a boca do marido juntos. Disse que adora os maridos junto de suas esposas, principalmente os mais viadinhos, que trepam sem pudor na frente dela. Já estávamos convencidos que era ele e então marcamos de nos encontrar. Marcamos na manhã de sábado próximo em um bar/restaurante de Brasília. Chegamos na hora marcada e ficamos aguardando ele em um cantinho mais reservado, tomando um chopinho. Quando ele chegou, pelas características, rimos de felicidade, pois parecia ser melhor que imaginávamos. Ele se aproximou, apresentou-se e convidamos-lhe para se sentar conosco. Depois de muito chope, conversas variadas e muita descontração, começamos a falar de nossas fantasias. Dissemos tudo: quando começou, como começou, o que queremos, como gostaríamos etc.  Nossas calcinhas já estavam molhadas (eu estava de calcinha), pois estávamos nos deliciando com aquele homem gostoso à nossa frente. Decidimos então sair dali e procurar um motel para passarmos a tarde juntos. Fomos então. Minha esposa foi no banco de traz com o Claudio, beijando-o na boca e massageando seu pau. Tirou pra fora e deu um grito:

- Amor, olha que cacete maravilhoso que nós duas vamos apreciar!!! Virei-me e pude perceber que pessoalmente era melhor que na fotografia que havia mostrado. Nossa que pau delicioso. Era grande, grosso, reto, liso e cabeçona vermelha. Claudio era um moreno muito bonito. Minha mulher caiu de boca naquela vara e tirava suspiros de Claudio, olhando para eu dizendo que estava adorando ser chupado pela minha puta e que queria ver minha boca gulosa nele também. Acelerei pra chegarmos logo no motel. Descemos do carro e corremos para o quarto. Lá, minha mulher deu um longo beijo na boca de Claudio, quando ao mesmo tempo ele esfregava seu corpo no dela. Ela tirou a roupa toda de Claudio enquanto eu tirava a minha. Ficamos os dois pelados e minha mulher de joelhos mamando no Claudio. Ela então me pediu para juntar ao Claudio para mamar as duas de uma vez. Posicionei-me do lado de Claudio e minha mulher ora mamava em uma ora mamava em outra. Claudio me abraçou e alisou minha bundinha. Me arrepiei todinha, pois era o primeiro homem que passava a mão em minha bunda. Olhei em seus olhos e fui surpreendido por um beijo que me deixou sem folego. Minha mulher até parou de chupar o Claudio. Disse que não acreditava ter me visto beijando na boca de outro homem. Pediu novamente que fizéssemos pois havia adorado ver o macho dela beijando na boca de outro. Entreguei-me então ao Claudio por completo. Olhamos olho no olho e ele beijou-me como nunca havia beijado alguém. Beijou-me loucamente, passando as mãos sob minhas costas, bunda, nuca, apertando-me contra seu peito, sugando minha língua e mordendo meus lábios. Acordamos do transe ouvindo minha mulher batendo palmas e me chamando de corninho viadinho.
- Que delícia meu corninho, isso, quero ver você como uma menina minha putinha safada. Meu viadinho, te amo meu amor. Você é o macho que eu amo e ao mesmo tempo a minha menina que adoro!!! Continua amor!!
Dei um lindo sorriso pra ela e voltei a chupar a língua de Claudio. Que homem gostoso. Estava me tirando o fôlego antes mesmo de começar. Nisso minha mulher já estava tirando a roupa e me chamando pra provar a rola do nosso macho. Abaixei-me então e pude segurar, cheirar, beijar, lamber e chupar minha primeira rola de verdade. Minha mulher deixou-me mamar por uns instantes sozinho, até reclamar que estava ali de joelhos juntamente comigo para mamarmos juntas naquela rola e não eu sozinha. Ri e passei o pau pra ela. Começamos a revezar naquela pica gostosa. Ora ela chupava as bolas e eu a glande, ora eu chupava as bolas e virilha e ela a glande. Nosso macho puxou minha esposa e eu pelos braços e colocou-nos de quatro na cama. Pediu que ficássemos com nossas caras no colchão e assim fizemos. Ficamos com a bunda empinada e ele enfiou sua cara na bunda da minha mulher, chupando ao mesmo tempo seu cú e sua xoxota, ao passo que alisava a minha bundinha tb.
- Hummmmmmmm............Adoro xoxota molhada!!!   Disse ele.
- Soca sua língua no meu cú seu tarado. Quero dar meu rabo pra vc seu puto!!  Disse ela.

Estava ansioso aguardando minha vez de levar uma língua no cú, até que ele largou o dela e veio para o meu. Arrepiei-me todinho quando ele encostou sua língua no meu buraquinho. Que delícia levar uma língua no cú. Só quem já teve tal experiência é que pode narrar isso. É DEMAIS. Ele socava com força sua língua no meu cú, parecendo querer abri-lo com ela. Dava tapas ao mesmo tempo, chamando-o de viadinho, putinha, cadelinha, safadinha. Minha mulher estava nos olhando apreciando aquela situação. Revirava os olhinhos, minha boca secava, meu pau estava duríssimo e queria que ele ficasse ali por horas. Minha mulher perguntou se estava gostando.........disse que não tinha palavras para descrever tudo aquilo. Disse que eu a amava demais e que somente uma mulher como ela pra entender os desejos de um marido. Ela riu e disse que merecia muito mais. Nosso macho então resolveu comer a xoxota dela. Enfiou todo seu pau nela e pediu para que eu ficasse por baixo, tipo 69. Enquanto ele comia a buceta dela, eu lambia sua xoxota e ao mesmo tempo o saco dele. De repente ele tirou o pau da xoxota dela e enfiou na minha boca. Que delícia poder provar a xoxota da minha mulher naquele pau. Minha mulher até virou pra traz pra ver a cara dele. Eu gemia de tesão e felicidade. Ele fez várias vezes isso, até não aguentar mais e gozar na buceta dela. Encheu sua boceta de porra ao mesmo tempo que fazia ela gritar de tesão, pois estava gozando. Quando tirou o cacete, enfiou na minha boca pra limpar e depois falou pra limpar a buceta da minha puta. Falou em tom arrogante................ “limpa tudo viado”!!!! Corno!!!...........................hummmmmmmmmmmmmm......pela primeira vez ouvia aquilo e me tremia todo de tesão.. Adorei ser corneado por um homem como aquele. Cai de boca na sua vara gostosamente limpando toda porra que nela estava e depois cai de boca na xoxota da minha mulher limpando e sugando toda porra grudada nela. Hummmmmmmmmmmmmmm...................delícia............Estava tão bom que minha puta gozou novamente. Só quem gosta de porra que sabe como é bom ser submisso nessas horas. Enquanto sugava a porra na buceta da minha mulher, nosso macho foi ao banheiro pra banhar-se. Depois foi minha mulher e eu aguardava meu macho de quatro na cama, pois sabia que agora ele iria querer meu cú. Ele voltou e sem falar nada, enfiou sua cara no meio do meu rabo. Disse que eu era uma delícia de viadinho e que iria me comer muito gostoso. Ao ouvir aquilo, rebolei como uma menina. Ele sugava meu botãozinho e dava tapas na minha bundinha me fazendo suspirar de tesão. Depois de enfiar três dedos no meu cú, disse que iria me arrombar. Hummmmmmm.............ao encostar sua cabeça na portinha do meu cú fiquei apreciava pois somente havia dado a bundinha pra minha mulher, agora estava com um macho de verdade. Mas Claudio foi lindo demais, pois fez questão de fazer com muito carinho, colocando e tirando devagarinho do meu rabo, ao mesmo tempo que lambia minha nuca, chupava minha orelha e tentava beijar minha boca. Eu com aquele peso todo em cima de mim, suado, gemendo muito, estava delirando de prazer. Minha mulher vendo aquela putaria, enfiou debaixo do meu corpo e começou a fazer um 69 comigo. Nosso macho comia meu cú e ela mamava no meu pau. Não aguentei muito tempo assim, gozei loucamente na boca da minha mulher. Ela saiu debaixo de mim e veio me beijar com minha porra na boca. Delícia beijar na boca de outra pessoa meladinha de porra. Minha mulher me beijou e disse a Claudio que agora era a vez dela levar no cu. Claudio então tirou do meu rabo e enfiou na boca da minha mulher dizendo que ela deveria provar o cu do maridinho primeiro pra depois levar vara no rabo. Ela então mamou no pau de Claudio, provando do meu rabo e depois me beijou novamente pra sentir o gosto  de cú na sua boca. Ela ficou de quatro então e Claudio enfiou a rola no seu cu. A puta gemia de prazer. Claudio resolveu fazer comigo o que fez com ela. Tirava o pau do cú dela e mandava-me mamar pra provar o doce gosto de seu cú. Fiz isso varias vezes até ele não aguentar a socar seu caralho no rabo da vadia e pediu então que nos duas ficássemos de joelhos para beber da sua porra. As duas putas sedentas por leite quente ajoelharam-se no chão e Claudio começou a jorrar leite em nossas caras e bocas. Quanta porra Claudio jorrou em nossas bocas. Ao terminar, ele socou sua vara na boca de minha esposa e depois na minha.

Olhamos nos olhos uma da outra e nos beijamos loucamente, felizes e realizadas por ter dado pra um macho tão gostoso, tarado e safado como o Claudio. Depois fomos os três para banheira e lá, mamamos novamente o Claudio, fazendo-o gozar mais uma vez, porém, desta vez, minha mulher disse que queria ver eu  tomando toda sua porra sozinho. Assim eu fiz, Claudio segurou meu queixo na hora de gozar e socou sua rola dentro da minha boca, fazendo-me quase engasgar com sua porra. Mas engoli tudinho, saboreando cada gota e depois continuei chupando, até amolecer na minha boca. Depois desta putaria, fomos para casa, porém, sem antes combinar com Claudio quando treparíamos novamente. Claudio disse ter ficado lisonjeado em poder foder um casal tão gostoso e safado como nós, deixando claro que de agora em diante, seríamos dele pra sempre, aonde iria foder sempre as duas putinhas. A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.
Pessoal, para quem gostou, poderá ser continuado este conto com novas e gostosas putarias. Para quem não gostou, lamento, pois não deve fazer parte de suas fantasias. 

Escrevam comentando, vou adorar ouvir de vocês. Vou adorar trocar e-mail´s com estórias parecidas e/ou diferentes, porém, com muito tesão.

Sou um cara muito tarado e safado, boa pinta, quarentão, moro no DF e gostaria muito de fazer amizades e sexo real com pessoas idôneas, sexualmente taradas e safadas como eu, discretas, boa aparência e honestas. Se for de seu interesse, entre em contato e vamos nos tornar amigos. Sonho ter uma amiga CD.

Beijos.

Mikaela40df@hotmail.com

 

Marido corno arruma negão dotado para sua esposa

Bom dia ! Acho que vocês já conhecem agente, somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, somos realmente casados há 14 anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, namoramos cinco anos antes de casar e desde dessa época que gostamos muito de sexo, a curiosidade de ambos despertou novos desejos e fantasias que só começaram a ser realizadas no ínicio do nosso casamos há 14 anos atrás, de lá prar cá não paramos mais, conhecemos várias pessoas, selecionamos alguns amigos e realizamos muitas fantasias, algumas dessas pessoas fizeram parte das nossas fantasias em apenas um momento depois perdemos contato, outras fazem parte das nossas amizades e estamos sempre juntos realizando as nossas fantasias, nesse grupo de amigos confiavéis, sigilosos e seguros inclui um casal que sempre praticamos swing/menage e alguns amigos amantes da minha mulher, alguns já são íntimos da gente e tranzam com ela na minha frente pois eu adoro ver ela com outro, outros poucos saem com ela sozinha e pensam que eu não sei de nada mas ela me conta tudo até mesmo antes de sair com alguém, tudo é conversado e combinado, sempre que temos uma oportunidade segura estamos realizando fantasias, depois agente senta, conversa e escreve esses relatos pra vocês detalhando as nossas aventuras com nossos amigos, gostamos muito de fazer isso com bastante sigilo e segurança para não expor demais as pessoas. O fato que eu vou contar agora aconteceu recentemente com um amigo nosso e meu companheiro de trabalho. Sou representante comercial de uma empressa há dez anos e há cerca de um ano conheci o Luiz, gente finissima, casado, educado, moreno forte, 25 anos, na empressa, os nossos companheiros chamavam ele de kid bengala pois o luiz tem um pau extremamente grande e grosso.

Logo depois, Luiz foi designado para trabalhar e viajar comigo até para outros estados, devido a quantidade de tempo que passavámos juntos fomos ficando bastante amigos, conversavámos sobre muitos assuntos inclusive sexo e putarias, Luiz demostrava ser uma pessoa intelectual e sigiloso, depois de aproximadamente uns seis meses nós já falavámos de fantasias abertamente entre nós dois, um certo dia eu perguntei ao Luiz qual era a fantasia dele e ele me disse que tinha vontade de realizar várias fantasias e me surpreendeu dizendo que gostaría de experimentar com um casal ou duas mulheres juntas com o máximo de sigilo pois ele não queria e não permitiria que sua esposa participasse ou soubesse de tudo, no momento eu não quis entrar em detalhes mais não perdi a chance de ter a confiança do amigo, então eu disse a ele que os meus gostos eram parecidos com os dele e perguntei se ele topava realizar alguma fantasias juntamente comigo e outra pessoa, ele me respondeu que dependendo do que fosse, o estatus da nossa amizade e confiança já permitiria realizar algo preservando o sigilo e a segurança, era tudo que eu queria ouvir, depois disso, eu disse a ele que fária alguns contatos e planejaria algo e quando tudo estivesse certo eu o avisaria.

Depois dessa conversa o tempo foi passando, um certo dia eu estava na minha casa juntamente com a Shirley, minha esposa e falei sobre o meu companheiro de trabalho e amigo Luiz, disse a ela que ele era um cara legal, estrovertido, que na empressa entre os amigos próximos, o pessoal chamava ele de kid bengala devido ao tamanho e a grossura do seu pau, depois disso, eu notei que a Shirley ficou toda enteressada no meu amigo, perguntou como era ele, se ele era uma pessoa boa e se realmente ele tinha um pau tão grande e grosso como o pessoal falava, eu disse a ela que as poucas vezes que vi ele fazendo xixi dava pra notar que mesmo seu pau estando mole era bastante grande e grosso, em seguida, a Shirley, minha mulher ficou toda assanhada e me perguntou se ela podería conhecer o Luiz, eu disse a ela que sim, imediatamente peguei meu celular e liguei para o Luiz, convidei ele para jantar conosco em nossa casa naquela noite e ele aceitou, como já era quase dessete horas, a Shirley tratou logo de providenciar o jantar e depois se arrumou toda, vestiu um vestidinho curto colado na pele, provocante mesmo, se maquiou toda, enfim estava muito bonita e atraente. Próximo dás vinte horas o Luiz chegou, elegante vestindo roupas sociais, mandei ele entrar e em seguida apresentei ele a Shirley, os dois se comprimentaram e nós fomos para a sala de estar, abrimos uma garrafa de vinho e ficamos bebendo e conversando um pouco, a Shirley, minha mulher, não tirava o olho da cintura do Luiz, deveria ser pela curiosidade dos comentários a respeito do pau dele e o Luiz não começou a olhar para as pernas e a bunda da Shirley pois seu vestido estava bastante provocante, de vez enquanto eu saía da sala e deixava os dois a sós, ficava escondinho olhando os dois e pude notar que a cada saída que eu dava os dois ficavam mais íntimos na conversa e a troca de olhares começava a ficar mais intensa, como eu ainda não havia conversado nada com o Luiz achei melhor interromper o clima dos dois e dar inicio ao jantar, depois de tudo, o Luiz agradeceu pelo jantar e disse que já iría embora, eu me despedi dele na sala mesmo e pedi a Shirley, minha mulher, para acompanhar nosso amigo até a porta, em seguida fui para o meu quarto, segundos depois a Shirley entrou no quarto e foi logo me dizendo que o Luiz era muito bonito e gostoso, que na hora de ele ir embora lhe deu um abraço forte e apertado deixando sua buceta toda molhada pois ela sentiu o volume do pau dele quando encostou no seu corpo, vi logo que a minha mulher estava louca para tranzar com o nosso amigo e acho que ele percebeu isso, então pensei comigo mesmo, é hora de providenciar tudo.

No outro dia nos encontramos na empressa, eu e o Luiz, perguntei se ele havia gostado do jantar e ele respondeu sim, que gostou muito principalmente da minha esposa que era um pessoa gentil e bonita, eu apenas sorri e entramos para a sala do nosso supervisor, depois de uma pequena reunião com todos os representantes, nosso supervisor determinou que eu e o Luiz viajassemos até o estado vizinho em visita a alguns clientes nossos para apresentar uns produtos novos que acabara de chegar no mercado, não hávia o que fazer, passamos em nossas casas, pegamos nossa bagagem, abastecemos o carro e ligamos para as nossas esposas avisando da tal viagem que duraría em torno de vinte dias, a Shirley, minha mulher, foi logo dizendo no telefone que estava louca de tezão pelo Luiz, que não parava de pensar no pau dele, que sempre foi louca por paus extra-grande e grosso e nunca teve um, que estava doida para dar pra ele e que se eu não desse um jeito ela mesma daría pois estava anciosa demais para conhecer o pau do Luiz, eu disse a ela que ficasse calma e que durante esses vinte dias que eu iría passar fora, ela não me traísse pois eu iría fazer de tudo pra ver ela com todo tezão em cima do meu amigo pauzudo quando nós voltassemos,ela concordou e se despediu de mim, depois disso, eu e o Luiz embarcamos no carro e fomos trabalhar, durante toda a viagem o Luiz elogiava demais a minha mulher e depois disso, o assunto entre eu e o Luiz era somente sexo e fantasias até que chegou ao ponto da gente se abrir um pro outro, ele me disse abertamente que sua maior fantasia era tranzar com uma mulher casada na frente do seu marido mais que nunca havia achado um casal para realizar tal fantasia, depois de ouvir isso, eu fiquei um pouco calado mais meu pau começou a ficar duro, fiquei exitado na hora e abri o jogo para o meu amigo, eu disse a ele que a minha fantasia era ver minha mulher tranzando com outro, que eu sentia prazer em ver ela dando a buceta na minha frente, que eu e a Shirley já haviámos realizado essa fantasias algumas vezes mais que no momento estava faltando uma pessoa de confiança para fazer de novo, que nós nos amavámos e queríamos apenas prazer e realizar as nossas fantasia sem interesse algum, com total sigilo e segurança, depois de ouvir isso, Luiz ficou todo empolgado e disse que se eu permitisse e confiasse ele me ajudaría a realizar minha fantasia com total sigilo e respeito, depois disso, eu e o Luiz firmamos um acordo e combinamos que assim que chegassemos a nossa cidade realizaríamos a nossa fantasia.

No final da viagem eu liguei para a Shirley, minha mulher e disse a ela que já havia conversado com o Luiz e que estava tudo certo, que eu chegaria no dia seguinte e realizaríamos a nossa fantasia, a Shirley me disse que não via a hora da gente chegar, que durante esses vinte dias que eu estava fora ela não dormia direito pensando no pau do Luiz, que estava louca de tezão e que queria gozar muitas vezes no pau dele. Pois bém, no dia seguinte agente chegou, era um dia de sábado de manhã, umas sete e trinta, Luiz não avisou a sua mulher que havia chegado e foi direto para a minha casa junto comigo, chegando em minha casa fomos recebido pela a Shirley, minha esposa e pela minha sogra que estava de visita em minha casa durante o tempo que passei fora, nos comprimentamos, lanchemos e depois eu fui pro meu quarto juntamente com a minha mulher, lá ela me disse que a sua mãe iría ficar na nossa casa até ás treze horas quando ela pegaría o ônibus de volta para casa, a Shirley também me disse que ela não aguentava mais de tanto tezão e me perguntou se nós iríamos esperar sua mãe ir embora, eu disse a ela que não, que eu também estava com tezão, então pedi pra ela se ajeitar e dizer a sua mãe que eu, ela e o Luiz iríamos sair para fazer umas compras e já retornaría, depois de tudo feito, entramos no nosso carro e fomos direto para um motel, chegando lá escolhemos uma suíte e entramos, a Shirley foi pro banheiro tomar banho, Luiz retirou sua roupa e se sentou dentro da banheira da hidro, a Shirley terminou o banho e foi pro quarto se vestir e eu fui tomar banho, quando voltei a Shirley, minha mulher, estava sentada ao lado da banheira, vestida em uma saia curta e um top e olhando pro pau do Luiz que se masturbava lentamente, na verdade, o pau dele era extremamente grande e grosso e parecia mesmo com o kid bengala, devería ter mais de vinte centimetros, em seguida, eu retirei minha toalha e me sentei em uma cadeira enfrente aos dois, em seguida, o Luiz se levantou, ficou em pé na borda da banheira e ofereceu seu pau para a Shirley chupar, ela não perdeu tempo e segurou nas pernas dele, depois abriu sua boca ao máximo e tentou engolir aquele pau enorme, não conseguindo, ela segurou o pau dele pela base e ficou chupando somente a cabeça do pau que era enorme, parecia uma laranja, eu peguei meu pau e comecei a bater uma punheta assistindo ela chupar o pau dele, ela babava o pau dele inteiro lubrificando-o e depois tentava engolir o máximo que podia, a Shirley estava exitada só em ter aquele pau enorme na sua mão e na sua boca, de vez enquanto ela parava de chupar e ficava admirando aquele monumento de rola, depois passava a língua em volta da cabeça, batia em seu rosto, lambia igual a um sorvete e depois esticava toda a sua boca já conseguindo engolir um pouco mais profundo, ela estava encantada e descontrolada chupando um pau daquele tamanho, várias vezes ela se engasgava tentando engolir mais fundo, depois punhetava um pouco, olhava pra mim e me provocava dizendo;....Olha amor, o pau dele é do jeito que eu sempre sonhei, enorme, grande e grosso, ahahahah... Isso é que é um pau de verdade, vou chupar inteirinho e depois quero ele todinho dentro de mim,......

A Shirley estava amando chupar aquele pau que depois de vários minutos já estava grande e duro, pronto para entrar na buceta da minha mulher que já pedia pra que ele fizesse isso, descontrolada e gemendo, ela colocava o pau dele entre seus seio, chupava as bolas, cuspia o pau dele inteiro e implorava para ser penetrada por aquele pau enorme, em seguida, ele pegou na mão dela e ficaralm de pé um na frente do outro, se agarraram e começaram a se beijar, depois se deitaram em cima da cama, ele de lado por cima dela e continuaram a se beijar, ela não parava de punhetar o pau dele enquanto se beijava, eu já estava começando a ficar com ciúmes mais o tezão falou mais alto e continuei a bater minha punheta, em seguida, ele retirou a roupa dela e começou a chupar seus seios com vontade, parecia um bezerro desnutrido, depois, ele abriu as pernas dela e caíu de boca na sua buceta, a cada chupada que ele dava a Shirley se tremia toda, gemendo forte, se esfregando na cara dele e pedindo pra ele enfiar logo aquele pau dentro da buceta dela, ela já estava deitada de pernas abertas em cima da cama quando ele parou de chupar sua buceta e foi imediatamente pra cima dela, colocou seu pau na entrada da buceta dela e foi enfiando devagarinho até entrar tudo, depois começou a meter, a Shirley delirava com aquele pauzão entrando e saíndo de dentro dela, de onde eu estava dava pra ver que a buceta dela estava toda esticada e preenchida com aquele pau enorme, ela se segurava nos braços dele, olhava pra nós e nos provocava falando putarias para estimular mais o nosso tezão, a safada gemia alto dizendo;.....

Que pau gostoso você tem Luiz, ahahahahahah, Enfia tudo dentro de mim, ahahahahahah, Arromba minha buceta na frente desse corno, ahahahahaha, Me come gostoso vai , ahahahhahahah Seu pau é uma delícia, aahahahaha, Quase que eu gozo ouvindo isso, estava muito gostoso ver a minha mulher de pernas abertas em cima da cama com um macho de pau grande comendo sua buceta, depois , ele levantou a perna dela de lado pra que eu pudesse ver que o pau dele já entrava quase todo dentro da buceta dela, a Shirley revirava os olhos e gemia feito uma cadela, eu me acabava na punheta vendo aquilo tudo, depois disso, ele se deitou na cama e ela se deitou em cima dele, de pernas abertas e de costas pra ele, em seguida sentou com a sua buceta em cima daquele pau grande e foi deslizando em cima dele até entrar tudo, depois começou a pular naquele pau por alguns minutos, em seguida, ela enverteu a posição e continuou em cima dele, só que dessa vez de frente pra ele, com as mãos sobre seu peito e cavalgango em cima dele, ela subia e descia com vontade, ele segurava o corpo dela e forsava contra seu pau fazendo entrar tudo, eu via o pau dele sumindo dentro da buceta dela, a Shirley gemia e pedia pra ele não parar de meter pois ela estava adorando o pau dele, era uma loucura, depois disso, a Shirley não aguentou mais e acabou gozando pela primeira vez no pau dele, depois disso, eles deram uma pausa e resolveram mudar de posição, a Shirley ficou de quatro em cima da cama e ele foi por tras dela, colocou seu pau na buceta dela novamente, segurou ela pelos cabelos e começou a meter, a safada de quatro empinava a bunda, olhava para tras e dizia pro Luiz;...

Mete na minha buceta, ahahaha Me come meu macho gostoso, mostra pra esse corno como é que come uma buceta de verdade, Vai ahhahaa, Luiz gostava de ouvir isso, ele puxava os cabelos dela e enfiava tudo, depois de vários minutos nessa, a Shirley gozou outra vez no pau dele, em seguida deram outra pequena pausa e resolveram reeiniciar a tranza experimentando uma cadeira erótica que tinha dentro da suíte, enquanto Luiz foi no banheiro, a Shirley minha mulher, se sentou de pernas abertas em cima da cadeira erótica, naquela posição parecia uma mulher que iría ganhar bêbê em um parto pois as pernas e a buceta dela ficou toda aberta e arreganhada, eu aproveitei esse momento, me ajoelhei entre suas pernas e comecei a chupar sua buceta que estava uma delícia, a Shirley estava gostando da minha chupada e comecou a se exitar novamente esfregando sua buceta na minha cara, Luiz retornou e deu seu pau pra ela chupar um pouco, depois ele me pediu para voltar pro meu lugar que ele iría meter na Shirley novamente, assim feito, Luiz se a proximou da cadeira e ficou em pé entre as pernas da minha mulher, pegou seu pau, enfiou na buceta dela novamente e começo a meter, eu voltei a bater minha punheta, a cadeira erótica proporcionava uma visão privilegiada, ambos poderíam ver o pau entrando e saíndo de dentro da buceta, eles tranzavam e ao mesmo tempo assistia a tudo, era uma delícia, a buceta da minha mulher estava toda arrombada e ela estava exausta de tanto gozar, depois de vários minutos nessa, a Shirley já dava sinais que não estava mais aguentando aquele pau enorme dentro da sua buceta, ele percebendo isso, retirou seu pau da buceta dela e tentou enfiar no seu cuzinho, ela não aguentou também, o pau dele era muito grande e grosso, mesmo assim ela relaxou um pouco e ele conseguiu enfiar um pouco da cabeça do pau no cuzinho dela e ficou metendo devagarinho, eu resolvi entrar em cena e ajudar, então me aproximei dela, comecei a chupar seus seios e a acariciar sua buceta enquanto o Luiz tentava comer o cuzinho dela, em poucos minutos a Shirley foi se ascendendo novamente, ela mesma começou a tocar sua buceta e de vez enquanto enfiava os seus dedos dentro dela, gemendo baixinho, eu me afastei um pouco e vi que a cabeça do pau do Luiz já entrava toda dentro do cuzinho da minha mulher, depois de vários minutos metendo somente a cabeça do pau no cuzinho dela, Luiz começou a gemer forte dizendo que iría gozar, não demorou muito e o Luiz retirou seu pau do cuzinho da Shirley e gozou em cima da sua buceta inundando tudo de esperma, em seguida, a Shirley começou a espalhar o esperma dele acariciando sua buceta e acabou gozando outra vez batendo uma siririca.

Depois de gozarem bastante, os dois estavam exaustos, o Luiz foi pro banheiro tomar banho e a Shirley, minha mulher, desceu da cadeira e se deitou em cima da cama quase desmaiada, eu aproveitei o momento, abri as pernas da minha mulher e chupei sua buceta todinha cheia de esperma deixando ela bém limpinha, depois coloquei meu pau próximo da sua boca e fiz ela chupar um pouquinho até gozar na sua boca, a safada engoliu tudo, até a última gota. Depois foi a nossa vez de tomar banho e se vestir, em seguida pagamos a conta, pegamos nosso carro e fomos direto para casa. Aparti desse dia, Luiz também se tornou amante da minha mulher e de vez enquanto tranza com ela na minha frente. Foi uma tranza gostosa onde a Shirley saciou a sua fome e curiosidade por um pau extra-grande e grosso. Podem esperar que vai ter mais pois ela adora ser puta e eu adoro ser corno. Até a próxima !

 

Meus dias de secretária

Bom dia meu ! Meu nome é Shirley, meu marido é o Jony, somos realmente casados, ambos na faixa dos trinta anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, gostamos muito de sexo e fantasias, em doze anos de casamento conquistamos várias amizades e já realizamos muitas fantasias, independente do Jony estar presente ou não, sempre que temos uma oportunidade estamos fazendo loucuras sexuais, nós não disperdiçamos uma chance, meu marido adora ver ou saber que tranzei com outro, me encentiva a usar roupas provocantes, a ser uma puta entre quatro paredes e a dar minha buceta para os nossos amigos, muitas vezes ele me ajuda a fazer contato com nossos amigos e a escrever esses contos. Vou contar pra vocês mais uma das muitas que já publiquemos.

Tudo aconteceu quando eu trabalhava de recepcionista em um pencionato para alunos de uma faculdade, lá eu trabalhava muito tempo sozinha, cheguei a tranzar com um rapaz dentro da minha sala e publiquei neste site no conto de casais com o tema;(Recepcionista provocante ), pois bém, o meu patrão se chama Sr. Fernando, um coroa enxuto, desquitado (separado), quarenta anos de idade, corpo atlético, cabelos um pouco grisalho, um gato para a idade dele, Sr. Fernando também é dono de um pequeno escritório de contabilidade, lá só trabalham ele e a Sônia, sua secretária, mês de janeiro era época de recesso e férias da faculdade e do pencionato, todos os alunos viajavam para as suas cidades e o pencionato ficava vázio, sem nenhum aluno hospedado, como Sr. Fernando gosta do meu trabalho, ele resolveu dar férias para a sua secretária do escritório de contabilidade, a Sônia e me colocou de sua secretária no lugar dela, até ela voltar das férias, todos os dias eu ía trabalhar calçando salto alto e vestindo roupas sensuais e provocantes, Sr. Fernando não tirava o olho de mim, como somos bastante amigos, ele sempre brincava comigo quando estavámos sozinhos, o Jony, meu marido, viaja muito para outros estados a trabalho, já fazia mais de vinte dias que ele estava fora de casa, Sr. Fernando aproveitava essa situação e me provocava dizendo que o meu marido uma horas dessas estava namorando com outras menininhas por onde ele estava e eu disse a ele que se eu soubesse eu fária o mesmo por aqui e namoraria também, depois que o Sr. Fernando ouviu isso, ele começou a querer se aproximar de mim, brincava comigo elogiando meu corpo, ás vezes, quando eu passava perto do Sr. Fernando, ele dava um tapinha na minha bunda e dizia que o meu marido era um homem de sorte, outro dia, eu entrei no banheiro e sem querer eu vi o Sr. Fernando fazendo xixi, fiquei parada olhando ele palançando seu pau, mesmo estando mole, dava pra ver que a rola dele era grande e grossa, a cabeça era enorme, quando ele me viu teve um susto, eu pedi desculpas pra ele e disse que era natural isso acontecer pois no escritório só hávia um banheiro para todos, em seguida fui para minha sala, me sentei em uma cadeira por tráz do birô e comecei a trabalhar, eu não conseguia me concentrar no trabalho, meu marido já estava viajando há mais de vinte dias e eu estava muito carente, não conseguia parar de pensar nas imagens que vi no banheiro, do Sr. Fernando balançando aquele pau enorme, fui ficando exitada, em seguida o ramal do telefone toca, era o Sr. Fernando me pedindo para ir até a sua sala, era quase onze e trinta da manhã, quando cheguei em sua sala, Sr. Fernando me pediu para fechar todas as portas e janelas do escritório, disse que não estava pra ninguém, que queria trabalhar comigo sem ser incomodado, me perguntou se eu podería almoçar mais tarde hoje e terminar esse trabalho com ele em sua sala, eu respondi que sim, que não tinha nenhum problema, então ele me pediu para ir até a outra sala pegar alguns documentos e voltar para a sala dele para fazer o tal trabalho, quando entrei em sua sala ele me pediu para travar a porta e começamos a trabalhar, de vez enquanto, eu pagava o Sr. Fernando olhando para minhas pernas, e eu também, de vez enquanto, olhava disfarsadamente para a cintura dele, tentando ver se ele estava de pau duro, aos poucos fui percebendo que nós dois estavámos exitados, as vezes Sr. Fernando apertava seu pau por cima da calça, a rola dele já estava dura, eu já estava louca por uma pica na minha buceta mais esperava a reação dele, como ele estava demorando eu resolvi dar um empurrãozinho, peguei alguns documentos e fui até próximo dele para tirar algumas dúvidas, quando eu ía retornando ao meu lugar, fiz questão de passar por tráz da sua cadeira e esfregar os piquinhos dos meus seios em suas costas, em seguida Sr. Fernando colocou a mão em cima do seu pau, mordeu os lábios e deu um suspiro, notei que ele estava louco para me comer, eu já não aguentava mais, fazia mais de vinte dias que eu não tranzava, minha buceta já estava ficando úmida e a vontade de ter um pau duro dentro da minha buceta era grande, eu precisava fazer alguma coisa, eu já estava há algum tempo sentada na cadeira por tráz do birô, senti uma leve dor nas costas de verdade, baixei um pouco a cabeça e Sr. Fernando foi logo perguntando o que estava acontecendo, eu disse a ele que sentia dores nas costas mais que logo logo isso iría passar, ele me pediu para parar um pouco o rítmo de trabalho e perguntou se eu queria uma massagem, naquele momento era tudo que eu queria e precisava, então eu aceitei a sua ajuda e ele veio em direção a mim, eu coloquei a cadeira ao contrário, coloquei a parte do encosto das costas para frente, próximo dos meus seios e deixei minhas costas livre para ele massagear, Sr. Fernando ficou em pé por tráz de mim e começou a me fazer uma massagem, apertava meus ombros e minhas costas por cima da blusa, eu fui relaxando e a dor já estava passando mais a vontade de ter um pau dentro de mim não passava, Sr. Fernando perguntou se eu não queria tirar a minha blusa para ele poder massagear melhor, eu não pensei duas vezes e fui logo retirando a blusa, ficando somente de sutiã e saía, ele continuava a massagear e de vez enquanto encostava seu pau duro em minhas costas, eu comecei a gemer baixinho e ele me perguntou o que estava acontecendo, eu disse a ele que o meu marido estava viajando há mais de vinte dias e que a sua massagem estava me fazendo pensar naquilo, em seguida ele me disse também que já fazia algum tempo que não tranzava e que aquela massagem também estava mexendo com ele, depois disso, eu virei o meu rosto para tráz, olhei dentro dos olhos dele e perguntei se ele estava pensando em fazer o mesmo que eu estava pensando e ele respondeu que sim, logo em seguida eu perguntei se podería confiar nele e que o que acontecesse alí ficaría somente entre nós dois e ele respondeu que sim, que não se preocupasse que ele não contaría nada pra ninguém e que nada mudaria no trabalho, em seguida, Sr. Fernando foi logo retirando sua roupa, ficando completamente nú, em pé na minha frente, eu já estava sentada na cadeira e me virei de frente pra ele, tive um susto, o pau dele era enorme, grande e grosso, em seguida ele se apróximou de mim, eu peguei o seu pau e comecei a punhetar, ele começou a pegar nos meus seios e retirou meu sutiã, eu peguei aquele pau lindo, comecei a cheirar e a passar no meu rosto, depois coloquei entre meus seios, passava a cabeça da rola nos biquinhos dos meus seios e em seguida comecei a lamber aquele pau enorme como se estivesse lambendo um sorvete, chupei as bolas e em seguida aquele pau, a cabeça da rola dele era enorme, eu abria minha boca ao máximo e tentava engolir tudo que podia, eu segurava ele pela bunda, ele segurava meu rosto e enfiava seu pau levemente dentro da minha boca, teve um momento que ele enfiou toda a sua rola dentro da minha boca que eu cheguei a me engasgar com a cabeça do pau dele rosando minha garganta, o pau dele era uma delícia, era muito gostoso chupar aquela rola, depois disso, ele retirou o pau da minha boca, se enclinou um pouco e começou a me beijar, em seguida se ajoelhou entre minhas pernas e começou a chupar meus seios, depois retirou a minha saía, minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta, metia a sua língua lá no fundo dela, chupava minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo, estava muito gostoso, como eu adoro gozadas preliminares, enquanto ele chupava minha buceta, peguei seu rosto com minhas duas mãos e forcei contra minha buceta, comecei a fazer movimentos circulares esfregando minha buceta na sua cara, poucos minutos depois eu gozei na boca dele, adoro fazer isso antes de ter um pau dentro de mim, lubrifica minha buceta para receber um pau duro, foi uma delícia de gozada, depois disso ele se levantou, pegou uma camisinha e vestiu no seu pau, depois me pegou pela mão e me escorou em pé na parede, de costas pra ele, nesse momento estavámos nós dois em pé, ele se pocisionou por tráz de mim, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente, no início ele enfiava somente a metade do seu pau para a minha buceta ir se acostumando com aquele pau enorme, o pau dele era uma delícia, ele metia tão gostoso que eu mesma comecei a rebolar jogando meu corpo contra o dele e depois de alguns minutos ele já enfiava seu pau todinho dentro da minha buceta, me abraçava pelas costas segurando meus seios e metia tudo dentro mim, a sensação era muito gostosa, eu delirava de prazer, depois de alguns minutos nessa, nós mudamos de posição, eu me sentei em cima do birô de pernas abertas, ele veio e ficou em pé entre minhas pernas, colocou seu pau na mina buceta e começou a meter, eu lacei ele com minhas pernas e começamos a nos beijar enquanto tranzavámos, que pau gostoso ele tinha, era tão grande e grosso que preenchia minha buceta enteirinha, eu delirava com aquele pauzão enorme dentro de mim, eu deixava ele louco de tezão falando putarias;.....

Me come meu macho gostoso, mete tudo dentro de mim, arromba minha buceta com esse pau enorme, vai me come, ahahahahahahhaa, Depois disso, ele retirou o pau da minha buceta e foi se sentar em sua cadeira, eu fui atráz dele e me sentei em seu colo, de frente pra ele, coloquei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar, subindo e descendo em cima daquela rola, ele me segurava pela bunda, chupava meus seios e metia na minha buceta ao mesmo tempo, eu estava adorando aquilo tudo, ele olhava pra mim e dizia;...... Que buceta apertada e gostosa você tem Shirley, é muito gostoso tranzar com você, aparti de hoje eu vou ser seu amante e vou te comer sempre, em seguida, eu sai de cima dele e me posicionei de quatro em cima do sofá, ele veio por tráz de mim e em pé mesmo meteu seu pau na minha buceta novamente, ele metia gostoso demais, o tezão que eu sentia era muito grande, eu estava descontrolada, gemia forte, olhava pra ele e dizia;....

Mete tudo dentro de mim, come a puta da sua secretária, ela adora dar a buceta e colocar chifres no corno do seu marido, Sr. Fernando adorava ouvir isso, ficou com tanto tezão que começou a enfiar tudo dentro da minha buceta, metia tão forte que eu sentia a cabeça do pau dele tocar no meu útero, era muito gostoso, depois de alguns minutos nessa, ele diminuiu o rítimo das metidas , começou a acariciar minha buceta e a enfiar um dedo em meu cuzinho enquanto me comia, não demorou muito e ele pediu para meter em meu cuzinho, eu aceitei na hora mais disse a ele pra ir devagar, com calma e paciência pois o pau dele era muito grosso e eu não sabia e se iría aguentar aquela rola enorme dentro do meu cuzinho, em seguida, eu fui até minha bolsa pegar um creme e dei pra ele, depois me sentei no sofá de pernas abertas e joguei meu corpo para tráz, ele se ajoelhou no chão e começou a passar creme em meu cuzinho, lubrificando, em seguida ele levantou um pouco as minhas pernas e foi enfiando seu pau lentamente no meu cú, eu abria minha bunda com as duas mãos para facilitar a penetração, ele enfiava e retirava a sua rola do meu cuzinho e a cada enfiada ele ía colocando um pouco mais fundo, começou a doer e eu pedi pra ele parar um pouco, ele parou mais não retirou o pau de dentro do meu cú, deixou só a cabeça da rola dentro, em seguida ele se enclinou um pouco e começou a me beijar, depois desceu um pouco e começou a chupar meus seios, o tezão começou a voltar, ele já metia um pouco mais no meu cu e chupava meus seios ao mesmo tempo, eu aproveitei esse momento e enfiei quatro dedos em minha buceta e comecei a me masturbar, o tezão era enorme, essa combinação me ascendeu, ele já enfiava metade do seu pau dentro do meu cuzinho, estava tão gostoso que eu acabei gozando com o pau dele enfiado no meu cú e meus dedos enfiado na minha buceta, depois disso, eu fiquei parada, relaxando um pouco e ele continuou metendo seu pau lentamente dentro do meu cuzinho por vários minutos até que depois de um certo tempo ele começou a acariciar minha buceta enquanto comia meu cuzinho, pedi pra ele chupar meus seios um pouquinho e isso tudo fez reascender um fogo de tezão dentro de mim mais o que eu queria mesmo naquele momento era gozar junto com ele, então eu pedi pra ele trocar a camisinha e vir pra cima de mim, de imediato ele me atendeu, eu me deitei no sofá de pernas abertas e ele veio por cima de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, eu já não aguentava mais, estava louca para gozar gostoso, então pedi a ele para meter forte, enfiando tudo pois eu queria gozar junto com ele, depois disso, ele começou a meter muito forte na minha buceta, chegava até a pular em cima de mim, nós dois começamos a gritar, gemendo forte e em poucos minutos gozamos juntos, eu gozei muito, minha buceta ficou completamente encharcada, quando ele retirou o pau de dentro de mim, eu pude ver que a camisinha estava cheia de esperma, ele também havia gozado muito, depois disso, fomos os dois pro banheiro tomar banho, lá ficamos um pouco de tempo embaixo do chuveiro, passando sabonete e shampool um no outro e se esfregando, chegamos até a trocar alguns beijos e caricías e isso deu um pouco de tezão novamente, ele queria tranzar outra vez, eu também queria mais fui sincera em dizer que eu não aguentava mais, que eu estava toda dolorida de tanta rola e que ele deixasse para um outro dia, ele concordou mais eu fiquei com pena dele, de ver ele naquele momento de pau duro na mão, me desejando, então eu disse pra ele que eu iría fazer alguma coisa para amenizar a sua situação, em seguida, me sentei em cima do vaso sanitário e puxei ele pra perto de mim, peguei seu pau, coloquei na minha boca e comecei a chupar, chupava com vontade, punhetando e tentando engolir tudo, comecei a fazer movimentos de entra e sai com o pau dele na minha boca, simulando ser minha buceta que estava ali, ele começou a gostar e continuou enfiando seu pau na minha boca como se estivesse metendo em minha buceta, ele estava adorando minha chupeta, depois de alguns minutos nessa ele anunciou que iría gozar, eu abri minha boca ao máximo, coloquei a língua pra fora e fiquei esperando seu gozo, segundos depois, ele começou a punhetar forte seu pau e acabou gozando dentro da minha boca, me lambuzei toda com seu esperma, ainda chupei seu pau mais um pouquinho, deixando ele bém limpinho, em seguida terminamos o banho, nos vestimos e fomos almoçar juntos.

Depois desse dia, toda vez que o meu marido viaja por muito tempo eu mato a minha fome de rola tranzando com o Sr. Fernando. Hoje meu marido já sabe de tudo pois eu mesma contei pra ele. Há pouco tempo atráz, meu marido me pediu para assistir eu tranzando com o Sr. Fernando, quando isso acontecer eu conto pra vocês. Até logo !

 

Recepcionista provocante

Olá, tudo bém ? Meu nome é Shirley, estou na faixa dos trinta anos, casada com o melhor marido do mundo pois ele me deixa fazer tudo que quero, agora chegou a minha vez de publicar mais uma das nossas aventuras pois das outras vezes quem mais relatou foi ele, o Jony, meu marido, que adora ver ou saber que é corno manso de verdade. Tudo começou quando comecei a trabalhar de recepcionista em uma pensionato para alunos de uma faculdade, minha função principal era recepcionar os alunos e alugar atravéz de contratos os apartamentos que ainda estavam vagos, no período da manhã, dás 07:30 ao 12:00, eu ficava sozinha pois todos os alunos estavam na faculdade naquele horário, sempre que eu ia trabalhar vestia roupas provocantes, caprichava na maquiagem, calçava salto alto, vestia saía bém curtinha e blusa com decote aberto sem sutiã que era para deixar meus seios bém visivéis.

Um certo dia pela manhã chegou um rapaz que se apresentou por nome de Edson, moreno, alto, muito bonito, deveria ter uns vinte e quatro anos, ele disse que era aluno novato da faculdade e que estava procurando uma vaga em um dos apartamentos do pensionato, abri a porta e mandei ele entrar, fechei a porta e nos dirigimos até a sala da recepção, ele colocou suas malas no chão e sentou no sofá, enfrente ao birô no qual eu estava sentada, começamos a conversar, dei as boas vindas a ele e disse que havia uma vaga, falamos dos valores, das regras do pensionato etc, enquanto nós conversavamos notei que o Edson estava de pau duro pois dava pra ver o volume que se formava sobre o seu short, fingi que não vi mas fiquei sem entender por que naquele momento ele estava tão exitado, parei um pouco pra pensar e foi então que lembrei que a parte da frente do birô era aberta e eu estava sentada de pernas abertas, com saía curta e uma calcinha semi-transparente e como o Edson estava sentado de frente pra mim, logo deduzi que ele estava vendo toda a minha buceta, como ele já estava exitado eu comecei a me exitar também, com a mão esquerda eu preenchia o seu cadastro e com a mão direita eu comecei a acariciava minha buceta lentamente, o rapaz começou a ficar impaciente e questionou se poderia me fazer algumas perguntas pessoais, eu disse que sim e ele me peguntou quantos anos eu tinha e se eu era casada, eu respondi que tinha trinta e poucos anos e que era casada sim mas meu marido gostava mais de futebol do que de mim, ele respondeu ;....

È uma pena, se eu fosse seu marido não saíria de perto de você um só minuto, eu nada falei mais aquela altura eu já estava com a buceta toda molhada pois ele era muito gostoso, em seguida ele veio assinar o contrato e depois fomos até o quarto onde ele ficaria hospedado, chegando lá abri a porta e mostrei a ele o quarto e em seguida voltei para a recepção e me sentei no sofá, logo depois ele veio atráz de mim e perguntou se poderíamos conversar um pouco, eu disse que sim e ele se sentou no outro sofá de frente pra mim, ele me perguntou se eu poderia lhe dar um desconto no preço do quarto e se eu desse esse desconto ele me recompensaria em dobro, eu disse a ele que eu poderia lhe dar um desconto contando que a tal recompensa que ele me desse ficaria sendo um segredo só meu e dele e que ninguém mais podería saber, ele concordou na hora e disse que eu poderia pedir o que quissese. Eu já estava louca por um pau duro e não perdi tempo, a ele eu nada disse o que queria mas fiquei de pé na sua frente, tirei minha saía e minha calcinha e me sentei de volta no sofá, abri as pernas e comecei a acariciar minha buceta olhando nos seus olhos, ele logo me perguntou;.... O que é que você quer que eu faça ? Eu respondi;....

Se você quer um desconto conquista aqui na minha minha buceta. Ele veio na minha direção e começamos a nos beijar, em seguida ele se ajoelhou no chão, me puxou para a ponta do sofá e começou a chupar minha buceta, a língua dele era uma delícia, lambia subindo e descendo, sugava meu clitóris e enfiava sua língua todinha dentro da minha buceta, estava tão gostoso que comecei a movimentar minha buceta na cara dele me contorcendo toda, o resultado não foi outro, acabei gozando no rosto dele, depois disso ele se levantou e me deu um beijo de língua dizendo;... Sente o gosto da sua buceta na minha boca, em seguida começamos a tirar nossas roupas, depois disso ele se sentou no sofá e começou a acariciar seu pau, eu fui até ele, me ajoelhei entre suas pernas, empinei bém a bunda para tráz e comecei a chupar sua rola que era enorme, o pau dele era grande, grosso e gostoso, eu engolia tudo que podia, enfiava a língua no buraquinho do pau, passava ele no meu rosto e nos meus seios, chupava as bolas e em seguida colocava na minha boca novamente, ele delirava de tezão, em seguida ele ficou de pé na minha frente, eu de joelhos chupava seu pau olhando pra ele e dizendo; Eu quero essa rola todinha dentro da minha buceta, tá ?

Quero sentir tudo dentro de mim. Em seguida peguei uma camisinha e dei pra ele vestir no seu pau, fiquei de quatro no sofá, ele veio por tráz de mim e enfiou tudo na minha buceta, eu me sentia nas nurvéns pois ele metia muito gostoso, ele enfiava todinha, era uma delícia sentir toda aquela rola dentro de mim, eu gemia de tezão dizendo;...Me come meu macho, mete tudo, arrromba essa buceta, ela é toda sua, em seguida resolvemos mudar de posição, ele sentou no sofá e eu fui pra cima dele, sentei no seu colo de frente pra ele, coloquei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar pulando em cima dele, como era gostoso muntar naquele pau enorme, depois virei de costas para ele e continuei sentada no seu pau, pulando em cima dele, em seguida caimos pro lado e deitamos no sofá, ele continuou metendo na minha buceta sem tirar de dentro, com força, me segurando pelos seios e beijando minha boca, foi aí que gozei no seu pau pela primeira vez, ele parou de meter um pouco e me perguntou baixinho no meu ouvido;.... Shirley, deixar eu comer o seu cuzinho ? Eu respondi; Pode comer meu amor mas vá devegar, coma com carinho para não doer, tá ? Em seguida ele me sentou na beira do sofá, abriu minhas pernas, lambeu meu cú e depois começou a enfiar a cabeça do seu pau na entrada do meu cuzinho,, no cemeço senti um pouco de dor mas ele era muito paciente e carinhoso, no início colocava só a cabecinha, ao mesmo tempo acariciava minha buceta e chupava meus seios, essa combinação me deixou com um tezão enorme e quando percebi a rola dele já estava todinha dentro do meu cú, ele enfiava tudo, o que era dor virou prazer, o Edson estava adorando meter no meu cuzinho, eu olhava pra ele e dizia;....

Come meu cú Edson, enfi seu pau todinho dentro dele, me arrombe, ele metia forte,sentia as bolas dele batendo na minha buceta, eu já não aguentava mais pois já havia gozado na rola dele, ele gemendo de tezão anunciou que queria gozar, eu lacei ele com minhas pernas, segurei ele pela cintura e forcei seu corpo contra o meu, ele enfiava tudo com força dentro do meu cú e ao mesmo tempo metia dois dedos na minha buceta, não demorou muito e nós dois gozamos gostoso, ele gozou dentro do meu cú e eu gozei no no pau e nos dedos dele, foi uma delícia, depois ele foi pro quarto dele e eu fui me ajeitar para voltar ao trabalho, foi uma manhã inesquesivél. Quando cheguei em casa contei tudo pro meu marido, ele ficou louco de tezão, me puxou pra dentro do banheiro, me chupou todinha com gosto de outro macho, meteu seu pau dentro de mim e gozamos gostoso.

Viu como somos um casal féliz.

Taras de um casal

Olá pra todos, meu nome é Adriana, tenho 38 anos, estou em completa forma apesar de já ter tuuuudo isso, sou clara, cabelos castanhos claros com algumas luzes, sou magra....mas com medidas bem feitinhas...rsss. Meu marido, que não vou citar o nome, tem 40 anos, está também em boa forma, é atraente e eu o amo. Estamos juntos há dez anos e nos damos muito bem em nosso relacionamento. Juntos, temos algumas taras, que foram desenvolvidas ao longo dos anos que passamos juntos. Por exemplo, meu marido já me fotografou algumas vezes, em poses sexis e nua, e as colocou em um site de algum país, que publica fotos de amadores. Mas, desde algum tempo, queríamos mais, ou seja, praticar algo bem diferente, bem “sacana”, e ver no que iria dar. Falamos sobre isso sempre que fazemos sexo, contamos nossas fantasias e inventamos outras nesses momentos...mas e então, por que não tentar fazer? E assim, combinamos, certo dia, de sairmos para uma noitada e desse no que desse...e deu!!!! ... rsss. Numa cidade próxima da que moramos, existem várias casas noturnas, casas de forró, boates e, aos finais de semana, estão sempre lotadas. Naquela sexta-feira, saímos com direção a qualquer uma delas.

Passamos por uma, demos uma olhada, um pessoal muito, digamos, ‘fino”...não, não seria nessa. Em outra, na porta, umas mulheres de fácil identificação do que faziam. Mais adiante, encontramos uma, que por sinal estava lotada, e parecia ter muitos casais por ali. Estacionamos o carro na única vaga que encontramos, um pouco distante do local, mas dentro do terreno da casa, e lá fomos nós. Eu vestia um vestido “tubinho”, com um decote modesto, bem grudado ao meu corpo e que o realçava e, por ser escuro, fazia destacar minha pele clara. Entramos no local e, de fato, havia bastante gente. Tentamos conseguir uma mesa e, no momento, isso foi impossível. Fomos ao bar e pedimos uma “caipiroska” cada um. Enquanto tomávamos nossa bebida, conversávamos sobre o que poderia sair ali. Eu olhava pra um e outro cara, sentia um friozinho no estomago, estava excitada e sentia minha buceta melada e piscando. Meu marido dava-me uns beijos, abraçava-me pela cintura e me apertava contra seu corpo. Numa dessas corridas de olhos pelo salão, identifiquei dois caras numa mesa. Um era bem moreno, era forte, com aparência de segurança de algum lugar. O outro cara era negro, bem mais baixo e bem acima do peso.

Esse era o que parecida mais a vontade ali, curtia o local, mexia com as meninas, tomava sua cerveja e paquerava todo mundo. Foi seu olhar que cruzou com o meu quando os observava. De pronto, ergueu seu copo e me ofereceu sua bebida. Dei um sorriso e mostrei minha bebida. Notou que estávamos em pé e veio nos convidar para sentar-mos na mesa que compartilhava com o amigo. Nesse momento, dei uma olhada sacana para meu marido e um sorrisinho maroto. Talvez por ser a nossa primeira vez, notei uma certa resistência de meu marido, mas seguimos o homem. No caminho, disse ao meu marido para ficar calmo, relaxar e deixar rolar...pois eu queria levar um bom “ferro” aquela noite. Disse-lhe: assuma seu papel de “corno manso”, querido. Ele sorriu para mim e fez que sim, com a cabeça. Sentamos com os dois caras, nos apresentamos a eles e o mesmo o fizeram a nós. O mais gordo, que se chamava Adilson, de cara me convidou para dançar, pedindo licença, com toda educação ao meu marido, que consentiu. Lá fomos nós. Tomando-me pela cintura, puxou-me para um forró maravilhoso, como eu nunca havia dançado antes. Posicionou sua perna no meio das minhas e foi me conduzindo...eu estava “amando” aquilo. A camisa do Adilson estava aberta no peito, quase até a barriga e, por ali, notava seu suor escorrendo devido ao calor do local. Adilson me puxava pela cintura, me encoxava sem dó nem piedade. Olhando pelo salão, vi que meu marido observava tudo, com um ar resignado.

O amigo de Adilson, que se chamava Paulo, também nos observava e via as encoxadas e corridas de mão que seu companheiro me dava. Em certo momento, com a bebida me subindo à cabeça, disse para mim mesmo: “tem que ser hoje...e vai ser com esse cara”. Fui me enroscando no pescoço do Adilson, me colocando a ele e deixando ele me passar a mão à vontade. Em certo momento, encostei-me bem em sua frente e pude sentir que seu pau estava duro. Ele notou meu movimento e minha intenção. Olhou-me com cara de sacana e me deu mais uma encoxada. Nesse momento, resolvi começar o meu joguinho. Disse a Adilson que estava muito quente dentro do salão, que eu queria me refrescar um pouco e o convidei a sairmos e levarmos nossos copos, tomando um ar mais fresco fora do salão. Ele, de pronto, concordou. Fomos até a mesa em que estávamos, pegamos nossos copos e disse ao meu marido e ao Paulo, que iríamos tomar um ar lá fora, pois ali dentro estava muito quente. Paulo notou a situação na hora, sabia que eu estava a fim de outra coisa e olhou para meu marido com cara de incrédulo. Pedi ao meu marido a chave do carro, para pegar alguns lenços de papel no porta-luvas. Saímos dali, eu e Adilson e fomos lá para fora, onde o chamei para irmos até nosso carro, com a desculpa de pegar os lenços de papel. Lá chegando, não havia ninguém por perto, estava deserto e, quando me virei para abrir a porta do carro, o homem me pegou por trás e me deu uma senhora encoxada...outra, né..rsss, passando a mão em meus peitos. Desvencilhei-me dele, virei-me de frente para ele e o beijei,  levando uma das mãos ao seu pau e o acariciando. Depois disso, o convidei para entrar no carro pois, lá dentro, lhe daria um presentinho...rsss. Para isso, ele se empolgou quando abri a porta de trás e lhe pedi que entrasse, em seguida entrei pelo outro lado e, daí pra frente, não teve jeito....o cara me pegou. Começaram a me beijar, lamber, passar a mão nas minhas coxas, alisar minha buceta, meus peitos e, eu, claro, seu pau. Logo que pude, pedi-lhe com carinho, para que me deixasse fazer algo que estava morrendo de vontade, que me deixasse chupar seu pau.

Mais do que depressa, Adilson abriu sua calça e tirou seu pau para fora, duro, grosso, que achei lindo. Imediatamente me abaixei sobre aquele pau melado e gostoso e comecei a lambê-lo enquanto notava a respiração ofegante do homem e seu desejo de que eu o abocanhasse imediatamente. Resolvi sacanear...abri toda a sua camisa, comecei a lamber seu peito suado, salgado, que me deixou mais excitada ainda e, fui fazendo isso, beijando-o e lambendo-o todo enquanto acariciava seu caralho com uma das mãos. Ele não agüentou e afundou minha cabeça em seu pau, enterrando-o todo em minha boca e, daí pra frente, fiz, acredito eu, a melhor chupeta de toda a minha vida. Chupei aquele cara com toda a minha vontade, com dedicação, com tesão, com desejo. Sentia minha boca cheia de água, como quando se come chocolate e, assim, para me saciar, engolia aquela rola toda, lambia, lambia e chupava o saco daquele homem, acariciava seu corpo com as mãos e o agradecia por estava me permitindo fazer aquilo. Enquanto  chupava o Adilson, ele enfiava sua mão por dentro de minha calcinha e alisava minha buceta, meu cu, enfiando o dedo na minha buceta, apertando minhas coxas. Meu vestido estava na cintura e eu, de quatro no banco, com o pau do Adilson dentro da boca, deixava minha bunda para cima, que ele alisava, dava tapinhas deliciosos, tentando, até que conseguiu, descer minha calcinha até meus joelhos. Chamava-me de puta, de biscate, mandando-me chupa-lo, engolir seu caralho, dizendo-me que estava louco para me fuder inteira. Ele urrava de tesão, eu lambia sua barriga, enfiava a língua no seu umbigo, e voltava a engolir seu caralho, enquanto ele implorava para que me sentasse no seu colo. Sentindo-me dona da situação, cheguei bem perto do seu ouvido, enfiei a língua dentro, e em seguida, disse-lhe: “Você quer me comer, Adilson? Pois bem, você poderá me comer quantas vezes quiser a partir de hoje, basta fazer o que eu lhe pedir. Ouça bem, eu e meu marido nos damos muito bem, temos algumas vontades que queremos ver realizadas e uma delas, é em parte, isso que estamos fazendo. Vamos fazer o seguinte, hoje, neste momento quero te chupar até você gozar, quero engolir toda a sua porra...só isso!

Depois, se você quiser me comer, quero que, ao voltarmos para o clube, convença seu amigo a vir junto. Se vocês forem legais com a gente, eu e meu marido, vocês poderão contar comigo sempre que estiverem a fim de dar uma boa metida..e comer uma “puta casada”. Dou o meu celular pra vocês, não vamos dar endereço e é tudo por nossa conta. De acordo?” Naquela hora, ele concordaria com qualquer coisa. Voltei ao seu pau e continuei chupando com toda vontade. Embora pensativo, Adilson continuava super excitado e tudo o que queria era me comer. Concordou e começou a fuder minha boca com toda vontade. Pouco tempo depois, notei que ele iria gozar e, nesse momento, apertei minha boca, engolindo até onde podia, aquele pau deliciosa. Em alguns segundo, senti seu leite quente explodir dentro da minha boca. Quase engasgando, soltei seu pau e lhe mostrei minha boca cheia de sua porra, engolindo tudo em sua frente, dando-lhe, em seguida um sorriso sacana. Voltei ao seu pau e lambi-o inteiro, limpando tudo. Saímos do carro e voltamos ao clube. Lá chegando, meu marido já estava um pouco alto devido à bebida e, entendendo que algo havia acontecido entre nós, veio até a mim tirar satisfação. Chamei-o num canto e pedi-lhe calma, pois o que nós queríamos estava acontecendo. Aproximei-me dele com carinho, e fui contando o que havia acontecido. Notei que se excitava. Observei a mesa e vi que Adilson tentava convencer o Paulo a sair com a gente, porém esse estava meio relutante. Deixei meu marido e fui até eles. Pedi ao Adilson para que me deixasse a sós com o Paulo. Ele se levantou e foi ao banheiro. Nesse momento, colocando minha mão sobre o pau do Paulo, por debaixo da mesa, pedi-lhe toda carinhosa e manhosa, que fosse com a gente, que ele teria um ótimo final de noite e, se nunca havia participado de nada assim, nós muito menos, pois era a nossa primeira vez, também estávamos nervosos e com medo, pois não os conhecíamos. Isso fez a diferença, pois notei que Paulo, a partir daí quis se mostrar um cara legal. Sentamos todos à mesa, novamente, tomamos nossas bebidas, conversamos um pouco, enquanto eu encarava o Paulo a todo momento e lhe dirigia sorrisos a todo instante, afinal queria ver o cacete daquele cara, e o queria em minha boca. Lá pela meia-noite saímos os quatro, combinados de irmos a algum lugar retirado e “nos conhecermos” melhor. Meu marido se assustou quanto sentei-me no banco de trás do carro, em meio aos dois homens. Adilson, que já havia provado de mim, era o que estava mais animado, passando-me as mãos e beijando-me a todo momento. O Paulo apenas olhava. Saindo do estacionamento, observava que meu marido não tirava os olhos do retrovisor interno, querendo ver tudo o que faziam comigo. Virei-me para o Paulo e comecei a acariciá-lo.

Ele foi ficando excitado e começou a me alisar também. Em seguida, abri sua calça e tirei seu pau para fora. Que delícia, meus leitores....era tudo o que eu queria...um tesão de caralho, duro, grande....liiiiindoooo!!!! . Imediatamente, caí de boca e o engoli. Adilson, puxando meu vestidinho, enfiava sua mão não minha bunda, no meio das minha coxas, alisava minha buceta e falava que iria me comer, na frente do meu maridão. Adorei aquilo e meu marido, acho que também, pois perguntou ao homem, se conhecia algum lugar que pudéssemos parar, ali por perto. Ele indicou uma estrada, que aquela hora da noite, estava completamente deserta, enquanto seguíamos pela mesma, eu chupava o pau do Paulo e alisava o cacete do Adilson com a outra mão. Num lugar qualquer, meu marido parou o carro. Para ganhar a confiança dos dois e não deixar a coisa se complicar, já dissemos que, “na próxima vez, iríamos a um motel e passaríamos a noite juntos, sozinhos, pois meu marido esperaria no carro, e que cada um ganharia uma grana por isso.”. Parado o carro, meu marido se virou no banco e ficou nos olhando. Tirou seu pau pra fora da calça e começou a se masturbar. Ajeitei-me no bando e tirei minha roupa, dizendo a eles que queria ficar “peladinha” pros dois se divertirem. Ao tirar tudo, os dois homens caíram sobre mim, me chupando, alisando, apertando, enfiando as mãos no meio das minhas coxas, pegando na minha bunda, nos meus peitos, beijando-me na boca....isso porque o Paulão não ficou sabendo que eu havia engolido toda aquela porra do Adilson...rsss. Garanto que não iria querer me beijar se soubesse disso. Assim, no pouco espaço do banco traseiro do carro, fui comida pelos dois, e bem comida, por sinal. Sentava no pau de um, no pau do outro, chupava um e outro, virava-me de frente para cavalgar aquele pau delicioso do Paulo, enquanto ele me lambia o pescoço, enfiava a língua na minha orelha, alisava minha bunda, minhas coxas, chupava meus peitos e me chamava de puta, biscate, vagabunda e tudo mais.

Depois, sentava no pau do Adilson, que, nesse momento, realizava seu desejo de me comer. Sentava-me de costas para ele, olhando meu marido se masturbando no banco da frente, olhando-me rebolar no cacete daquele cara, gemendo e fazendo caras e bocas enquanto ele apertava meus peitos, passava a mão na frente de minha buceta e me abraçava pela cintura enterrando seu pau no meio das minhas coxas. Com a outra mão, dava assistência ao Paulo, alisando seu cacete duro e melado.  Ele saiu do carro, deu a volta e veio do lado em que eu estava com o Adilson. Abriu a porta e, pegando minha cabeça, puxou-me para que o chupasse. Assim, enquanto um me comia a buceta, outro fodia minha boca com vontade. O fato do Paulo ter aberto a porta do carro, meu deu outra vontade, a de sair lá fora também, pelada, no meio da estrada, e deixar aqueles dois me fuderem. Pedi ao Adilson,  para descermos do carro e, lá fora, abaixei-me na frente deles e comecei a chupa-los com toda vontade, agachada na frente dos dois. Meu marido também havia decido e continuava ali perto, bem perto, se masturbando e ma vendo chupar o pau daqueles homens.  Pedi a ele que se aproximasse e pus-me a chupá-lo também. O Adilson levantou-me em seguida e deitou-me sobre o capô do carro, que por sinal estava gelado...aiii. Abriu minhas pernas e entrou com toda vontade seu caralho em minha buceta. O Paulão veio de lado e peguei em seu pau, passando a acariciá-lo com uma das mãos. Ele se deitou sobre mim e passou a chupar meus peitos. Nesse instante o Adilson me enchia de porra....outra vez, por sinal, apenas em lugar diferente. Tirou seu pau melado de dentro de minha buceta e eu o limpei com minha língua e, para fazer isso, fiquei naquela famosa posição de “Napoleão perdeu a guerra”, virada para o Paulão, que, na mesma hora, me encoxou por trás e disse, em tom autoritário e vigoroso....”vou comer sua bunda, biscate.” Gelei por dentro, virei-me para ele e pedi que não, que não estava acostumada a levar atrás, mas não teve jeito, pois o cara me virou de bunda pra ele, jogou-me de frente sobre o capô do carro, deu uma bela cuspida na mão e passou-me no rabo. Depois, foi passando a mão em minha buceta encharcada de porra, de líquido vaginal e lambusou meu cu de tudo que foi jeito. Olhou para meu marido e veio pra cima de mim. Senti seu pau na entrada do meu buraquinho, forçando passagem, começou a doer, e ele foi entrando, até colocar tudo enquanto eu berrava de dor.

Quando começou a meter, comecei a sentir tesão, pois já estava arrombada, já tinha sido comida, estava pelada, no meio da estrada, meu marido não poderia com os dois homens, o jeito era relaxar e deixar o cara comer meu cu. E meteu, o desgraçado. Meteu até não querer mais, gozando como um louco dentro do meu rabo, deitando-se sobre minhas costas e xingando-me de tudo que era palavrão. Tirou seu pau de dentro, olhou para o amigo, e disse: “valeu”. Agora vamos embora. Ambos olharam, então, para o meu marido e, percebendo sua vontade, perguntaram se ele não queria terminar o serviço. Imediatamente, meu marido meu virou de frente, entrou no meio de minhas pernas e meteu em minha buceta cheia de porra do Adilson. Meteu feito louco, chamando-me de meu amorzinho, minha puta, minha gostosa e, em seguida, soltando seu leite quente em minha buceta. Nos refizemos, vestimos nossas roupas, agradecemos aos rapazes a quem dei meu celular e pedi para que me ligassem, para que marcássemos um novo encontro, para que fossemos a um motel, por exemplo. Os caras toparam e pareciam ter gostado da transa. Entramos no carro e levamos os dois até a cidade.

No ponto em que pediram para descer, meu marido desceu com eles e, discretamente, vi que falava com os dois. Vi, também, quando deu aos dois algum dinheiro, apertaram as mãos todos eles, e demonstraram todos, inclusive meu marido, estarem super satisfeitos. No caminho de volta para casa, meu marido permaneceu calado o tempo todo mas, quando chegamos em casa, depois de tomarmos um banho....jogou-me na cama e me comeu a noite inteira. Acordamos no sábado, por volta de umas onze horas da manhã, tomamos um banho, um café e, novamente, meu marido veio me pegar e, naquele momento, confidenciou-me que havia combinado com os dois caras, o Adilson e o Paulo, para aquela noite, de sábado, irmos ao motel. Eu amo o meu marido...essa noite foi um tesão, que contarei da próxima vez. Abraços e beijos a todos e todas.

Até a próxima.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

 

Casal de iniciativa - no cinema

Sabado fui ao cinema na av paulista, estava um pouco frio,quando entrei só vi casais normais, elas de calça comprida,isso tira um pouco o tesão, mas mesmo assim entrei, ,o cinema vazio sentei numa fileira praticamente sozinho, entrou duas meninas e sentou proximo umas 4 cadeiras distante, o filme tinha começado quando entrou um casal ela sentou uma cadeira após a minha, já fiquei excitado, pois vi que estava de saia quando cruzou as pernas,e não deu dois minutos o cara pediu para ela mudar de lugar , ela sentou ao meu lado,pensei comigo, ai tem...

Como era filme de comedia ela ria e olhava pro meu lado, comecei acariciar o pau por cima da calça até ficar duro e fazer volume, vi que ela olhava direto pro meu pau, conversou com o cara, beijou ele gostoso, e de repente cruzou as pernas, jogou as coxas pro meu lado, a saia subiu, e ela discaradamente passou a mão nas minhas coxas, tirando todo o medo que eu tinha de qualquer iniciativa.Isto que é casal de inic iativa, deixa a gente mais tranquilo, sabendo que podemos avançar.Como a mão dela estava parada na minha perna, peguei e fui levando em direção ao meu pau.

Ela começou apertar por cima da calça e eu comecei alisar suas coxas.Abri o ziper e tirei meu pau pra fora e dei para ela, que começou a me punhetar e abrir mais as pernas para sentir minha mão invadir sua boceta.O cara começou alisar as pernas dela tambem e quando chegou na calcinha puxou de lado , facilitando eu colocar um dedo naquela boceta que ja estava tão molhada que parecia que ela tinha dado uma mijada de tanto tesão .Ela olhou nos meus olhos e disse, chupa minha boceta pro meu marido ver, ele esta louco de tesão.Nossa que casal delicia, cheio de iniciativas.Falei que tinha umas meninas ao lado , que não ia dar, ela disse que iria para uma fileira bem vazia, para eu disfarçar e depois sentar ao lado dela. Eles foram saindo devagar , e u fiquei de olho, foram bem lá pra frente , disfarcei fui ao banheiro, e quando retornei fui sentar ao lado dela. Quando sentei ela ja estava com a saia toda levantada o cara com a mão na boceta dela e vi que já estava sem calcinha.Ja fui me ajeitando e chupando aquela boceta enfiei minha lingua, chupava o grelo dela que ia ficando mais duro, ela gemia e falava pro marido olhar eu chupando ela. O cara ficou louco de tesão e falava pra mim chupar com força e fazer ela gosar na minha boca.Acho que eles eram principiantes pois só de ela escutar o marido falar começou a gosar que chegou até melar meu rosto.Depois pediu para eu parar que ela estava muito sensivel.

Quando sentei na cadeira ela caiu de boca no meu pau, e o cara pediru para eu gosar na boca dela, não demorou 5 minutos eu já estava gosando gostoso.Ela ficou com meu pau na boca até amolecer.Levantou e começou beijar o cara.Depois ela me disse que ele queria muito que ela fosse bolinada no cinema, já estava m planejando a muito tempo, mas tinha um pouco de medo.Quando ela sentou ao meu lado a primeira vez ela disse que já ficou molhadinha de tesão quando percebeu eu mexendo no meu pau. Mas como eu não tomava iniciativa, ela resolveu dar uma ajudinha pois percebeu que eu estava excitado e com um pouco de medo, e ela não queria perder esta chance de realisar a fantasia do marido.E que gostou tanto , que toda vez que eles forem ao cinema ela vai querer ser bolinada e chupada, e ainda me agradeceu.

Disse que eles iriam embora antes do filme acabar para não dar bandeira, e também se me visse novamente no cinema iria sentar ao meu lado. Isso que é casal de iniciativa.

Carla - fodida na casa de shows

Sou a Carla, tenho 42 anos, casada há 21 anos com Carlos, tenho 165 de altura, 60 quilos, peitinho pequeno, bumbum grandinho e coxas grossas, minha xana e meu rabo sempre são totalmente depilados, depois que fui liberada por meu maridinho hà 4 anos atrás, até então meu único homem, tive alguns casos, alguns amantes, algumas surubas, que deixaram lembranças deliciosas.

No sábado a noite finalmente meu corninho aceitou sair comigo para dançar numa casa de shows daqui de Curitiba, aproveitando o clima agradável coloquei apenas um vestidinho curto, uma calcinha fio dental pequenininha e uma sandália salto agulha, meu corninho já ficou sentado de forma a entender que não estávamos juntos, enquanto um grupo musical muito bom tocava um pagode muito gostoso, não demorou muito para que um rapaz alto, educado e bem apessoado me convidasse para dançar, convite aceito, já na segunda música nós já estávamos dançando coladinhos, eu sentindo seu pau já duro contra mim, além de me cantar descaradamente, Paulo o nome dele pediu um beijo, sem vacilar enlacei seu pescoço e nos beijamos gostoso, ele sabia beijar divinamente e suas mãos passeavam por todo meu corpo, não terminamos a terceira música, pois Paulo me levou até os fundos, um tipo de camarim, com um sofá velho num canto e enquanto me beijava tirava meu vestido, fez eu ficar de quatro no sofá, puxou minha calcinha de lado e chupou gostoso minha xana meladinha e doida para ser fodida por seu pau, depois de me judiar um pouco chupando-me muito bem, deixando-me mais tarada ainda, finalmente ele tirou seu pau duríssimo para fora da calça e socou de um golpe só aquele mastro delicioso dentro de mim, tirando meu fôlego e encharcando minha grutinha, segurou-me pelo quadril e me fodeu muito gostoso, elogiando minha grutinha apertadinha e quente me fez delirar de prazer, terminamos comigo cavalgando seu pau duro e me acabando num orgasmo divino e recebendo dentro de mim sua carga de porra que escorreu para o chão e depois escorreu pelas minhas coxas, além de deixar minha calcinha melada, voltamos ao salão e dançamos mais algumas danças, agora mais íntimos ele fazia eu colar meu corpo ao dele, demonstrando aos outros que eu lhe pertencia e trocavamos beijos bem quentes, não demorou e ele me carregou de novo até aquele cantinho e sem preliminares, tirou minha calcinha e guardou no seu bolso, para guardar de lembrança minha, eu na mesma posição anterior penetrou meu cuzinho tão gostosamente que nem senti dor com a sua penetração vigorosa, muito excitada eu gemia sem pudores, sendo sodomizada por sua vara deliciosa, atingi vários orgasmos que faziam meu corpo todo formigar, além de me deixar molezinha, de repente o Paulo acelerou ainda mais suas metidas e gozou muito forte dentro de meu rabo, dessa vez percebi que muito de seu esperma que saía de meu rabo totalmente saciado, escorreu pelas minhas coxas, enquanto recuperava meu fôlego, levei um susto ao deparar com outros cinco homens devorando-me com os olhos, eu pelada e toda melada de porra, Paulo rapidinho apresentou-me aos seus amigos, João, Antonio, Luis, Gerson e Pedro, trabalhavam na casa de shows e estavam de olho em mim fazia um bom tempo.

Rapidinho eles tiraram as roupas e exibiram para mim suas ferramentas duríssimas prontas para a ação, um deles deitou no sofá e fez eu cavalgá-lo, parando o tempo suficiente para o outro penetrar meu cuzinho, enquanto o outro me servia seu pau deliciosamente duro e quente para eu chupar, assim com três paus me fodendo ao mesmo tempo liberei meus instintos mais selvagens, chorei, gemi, gritei de prazer, unhei as costas deles, perdi a conta de quantas vezes gozei, sendo preenchida com suas cargas de esperma, tão logo um deles gozava em mim outro pau já me penetrava, sei que todos eles me comeram minha xana e o meu rabo pelo menos uma vez, e vários deles gozaram também em minha boquinha sedenta de porra, depois de horas finalmente saciados eles se retiraram, deixando-me apenas com o Paulo, tomei uma ducha no pequeno banheiro, vesti apenas o vestido e me encontrei com meu corninho que já estava aflito com meu sumiço, no caminho para nossa casa contei-lhe tudinho o que tinha me acontecido e terminei chupando seu pau duríssimo de tesão engolindo seu esperma todinho, já que minha xana e meu cuzinho estavam esfolados e ardidos de tanto serem fodidos pelos meus machos deliciosos.

carlasapphys@gmail.com

 

Carnaval Gostoso

Bom dia para todos. Meu nome é Shirley, sou realmente casada com o Jony há 12 anos, ambos na faixa dos 30 anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, ele me deixa fazer o que quero principalmente arranjar um macho bonito e gostoso para tranzar comigo na sua frente pois ele adora ver ou saber que é corno de verdade, em todos esses anos de convivência fizemos várias amizades e através destas realizamos muitas fantasias, meu marido me incentiva a usar roupas provocantes e paquerar, me ajuda na escolha dos meus pretendentes, escreve esses contos comigo e me realiza por completo pois nós nos amamos. Essa que vou contar agora aconteceu recentemente no carnaval deste ano.

Em pleno carnaval, eu e o Jony estávamos em nossa casa nos arrumando para ir ao carnaval de rua de uma cidade que fica há 40 km da nossa pois lá ninguém nos conheciam e nós ficaríamos mais a vontade para brincar, o Jony me pediu para vestir roupas provocantes pois naquele dia ele queria me ver paquerando, queria que eu arrumasse um namorado, desse a buceta pro escolhido e depois contasse tudo pra ele, eu gostei da idéia mais questionei a minha segurança pois para rolar sexo eu precisaria ir para um local reservado com uma pessoa que eu não conhecia, ele me falou que quando eu arrumasse um pretendente, eu fosse para umas ruas escuras que fica por traz do palco pois lá muitos casais gostam de namorar escorados nos carros que ficam estacionados, por traz das árvores que são baixas e escorados no muro de uma escola que tem umas divisões nas paredes, ele também me disse que ia nos seguir o máximo possível, fiquei mais tranqüila, vesti um short e uma blusa curtinha, branca, pegamos nosso carro e fomos para a festa, chegando lá colocamos o carro em um estacionamento e fomos para a fulia, ficamos em uma barraca próximo ao trio,bebendo, dançando e mantendo uma certa distância um do outro, depois de um certo tempo, chegou quatro rapazes na barraca para comprar cerveja e um deles me chamou atenção, era um moreno, devia ter uns vinte e poucos anos, estatura média, corpo definido, malhado, cabelos curtos, um gatinho muito bonito, eles começaram a dançar próximo de onde nós estávamos, eu não tirava o olho dele, depois de alguns minutos ele percebeu, eu dançava, me abaixava, empinava minha bundinha para traz e ele não parava de me olhar, começamos a paquerar, ele me mostrou para seus amigos e em seguida veio na minha direção, se apresentou por nome de Alex, me ofereceu cerveja e me chamou para dançar, Jony observava tudo há alguns metros de distância, começamos a dançar agarradinhos, se esfregando um no outro, o cheiro dele era muito gostoso, meus seios tocavam seu peito, minha buceta tocava seu pau, eu fazia questão de suspirar forte em seu ouvido enquanto estávamos dançando e isso foi deixando agente excitados, podia sentir o pau dele duro rosando minha buceta, de vez enquanto olhávamos um no olho do outro, ele tentou me beijar na boca mais eu não deixei, ele se contentou de beijar apenas meu rosto e pescoço, a situação foi ficando incontrolável e ele me convidou para dar uma volta, eu aceitei, lembrei da rua por traz do palco que meu marido me falou e fomos caminhando pra lá, olhei para traz e vi que o Jony, meu marido, nos seguia, ele ficou parado na esquina da rua, eu fui andando de mãos dada com o Alex por uns 50 metros, paramos próximo de uns carros que estava estacionado enfrente ao muro de uma escola, estava escuro, nós ficamos em pé, ele se encostou em um carro, eu abracei ele e começamos a nos beijar, ele apertava minha bunda e pressionava meu corpo contra o seu, depois ele colocou sua mão por dentro da minha blusa e começou a acariciar meus seios, depois minha buceta colocando a mão por dentro do meu short enquanto nos beijávamos, o tezão foi aumentando, a minha buceta já estava toda molhada, a vontade de tranzar era grande mais ali próximo haviam outros casais, então andamos mais um pouco e notamos que o portão da escola estava só encostado, Alex empurrou o portão e ele abriu, olhamos e não tinha ninguém, entramos e fomos caminhando até chegarmos em um bequinho escuro entre duas salas de aulas, lá havia dois banquinho de cimento igual aqueles que tem nas praças, sentamos os dois um de frente pro outro como se estivesse montados em uma moto e começamos a nos beijar novamente, em seguida, ele levantou minha blusa, começou a chupar meus seios, depois, colocou a mão por dentro do meu short e enfiou dois dedos dentro da minha buceta, isso foi me deixando louca, puxei seu short, coloquei seu pau para fora e comecei a punhetar, em seguida, ele parou de chupar meus seios, pegou no meu rosto e foi abaixando,direcionando até seu pau, segurei a rola dele com as duas mãos e comecei a chupar, tentava engolir tudo que podia, sentia o pau dele pulsando dentro da minha boca, depois de alguns minutos o pau dele já estava duro feito pedra, então perguntei se ele tinha uma camisinha e ele respondeu que sim, então ele abriu sua carteira, retirou uma camisinha e vestiu em seu pau, em seguida, nós ficamos em pé, eu baixei meu short e minha calcinha até a altura dos joelhos, ele fez o mesmo, depois eu me escorei na parede, de costas pra ele e empinei a minha bunda, ele veio por traz de mim, enfiou seu pau em minha buceta e começou a meter, o pau dele era uma delícia, ele metia muito gostoso, enfiava tudo na minha buceta lentamente, se rebolando, me segurando pelos seios e beijando meu pescoço, eu pedia pra ele me comer inteirinha, meter tudo, estava muito gostoso até que de repente chegou o guarda da escola com uma lanterna na mão e nos pegou no flagra, ele disse que ali não era lugar pra fazer aquilo e que se agente não saísse imediatamente ele chamaria a polícia, levantamos nossas roupas rapidamente, Alex pediu desculpas ao guarda e nós saímos rápido de dentro da escola, fomos andando os dois pela rua se lamentando que estava gostoso demais para acabar tão rápido até que o Alex me convidou para ir até seu carro que também estava no mesmo estacionamento que o meu, quando passamos pela esquina, o Jony, meu marido estava lá, ele continuou a nos seguir disfarçadamente, chegamos no estacionamento, entramos dentro do carro do Alex e ficamos no maior amasso até ele me chamar para ir até o motel, eu aceitei mais disse a ele que eu teria que ligar para minha família e avisar que iria sair com ele, Alex concordou, eu sai de dentro do carro e liguei pro Jony para ver se ele aprovava, o Jony disse que eu poderia ir que ele iría atrás no nosso carro nos seguindo, então entrei dentro do carro do Alex e fomos para o motel, durante o percurso, olhei para traz e vi que o jony nos seguia de carro até próximo do motel, chegando lá, mal agente entrou dentro do quarto e já começamos a nos agarrar e tirar nossas roupas até ficarmos completamente nus, ele me jogou em cima da cama e veio por cima de mim, me beijando, depois começou a chupar meus seios e minha barriga até chegar em minha buceta, chupava com vontade, abria os lábios vaginais e metia a sua língua dentro, eu pedi pra ele não parar de chupar, comecei a esfregar minha buceta e gozei na cara dele, adoro fazer isso antes de ser penetrada, em seguida, ele se deitou na cama e eu fiquei de quatro entre suas pernas, peguei seu pau e comecei a chupar, a rola dele era uma delícia, ele era muito gostoso, até a rola dele era cheirosa, eu lambia a cabeça, chupava as bolas e embaixo delas, ele delirava de tezão, em seguida pedi a ele que colocasse uma camisinha e fui pra cima dele, encaixei minha buceta no pau dele, apoiei minhas mãos em seu peito e comecei a cavalgar, eu subia e descia forte fazendo com que seu pau entrasse todo dentro da minha buceta, depois disso, eu sai de cima dele e fiquei de quatro em cima da cama, ele veio por traz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter me segurando pela bunda, eu delirava com estocas dele, Alex me puxava pelos cabelos e metia fundo na minha buceta deixando somente as bolas do lado de fora e me chamava de puta e vadia, depois disso, ele se sentou na lateral da cama com os pés no chão e pediu para eu me sentar em seu colo de costas pra ele, eu peguei seu pau, coloquei na minha buceta e fui sentando lentamente em seu colo até entrar tudo, depois comecei a pular em cima daquela rola dura, depois de alguns minutos, ele jogou seu corpo para traz e deitou na cama, eu continuei pulando em cima do seu pau com as mãos apoiadas na parede, em seguida, nós dois fomos levando lentamente sem tirar o pau de dentro até ficarmos em pé e ele continuou metendo em minha buceta por traz, me emprensando contra a parede, depois de alguns minutos, ele me pediu um tempo e foi até o frigobar, colocou duas doses de wisk com red bul, nós viramos os copos e bebemos tudo de uma vez, depois de algum tempo, ele me pediu para deitar na cama, de bunda pra cima, ele foi por cima de mim e enfiou na minha buceta novamente, depois de alguns minutos eu comecei a ficar tonta, acho que foi por causa da bebida, via tudo rodando em minha volta e o Alex parecia estar eletrizado, já fazia algum tempo que ele metia em minha buceta sem parar, metendo forte, enfiando tudo, eu coloquei a cabeça no travesseiro, levantei um pouco a bunda e ele continuou metendo forte, depois de vários minutos nesse ritímo, cheguei a gozar três vezes no pau dele e ele não conseguia gozar, foi então que eu pedi pra ele parar pois eu não agüentava mais gozar, ele parou e retirou o pau de dentro da minha buceta que estava quente e vermelha de tanta rola, em seguida, eu me virei de frente pra ele e fiquei deitada de pernas abertas, suspirando, ele veio por cima de mim e passou um bom tempo beijando meu rosto e meu pescoço, depois meus seios, isso foi me ascendendo novamente, enquanto ele chupava meus seios, eu peguei seu pau e enfiei na minha buceta outra vez, comecei a sentir um pouco de dor e pedi pra ele parar mais o tezão dele estava maior do que o meu, ele simplesmente retirou o pau da minha buceta e foi enfiando no meu cuzinho lentamente, como minha buceta estava ensopada de tanto gozar e eu estava nestesiada com wisk, o pau dele entrou todo, sem dificuldade, ele ficou metendo no meu cuzinho e chupando meus seios por um bom tempo, eu comecei a sentir prazer novamente, ele se enclinou um pouco para traz sem tirar o pau de dentro, eu coloquei duas almofadas embaixo da minha cabeça e fiquei assistindo ele comendo o meu cuzinho por um bom tempo, em seguida, ele começou a meter mais rápido e forte, eu passei a acariciar minha buceta batendo uma siririca enquanto ele fodia meu cuzinho, o tezão foi aumentando, nós começamos a gemer alto e acabamos gozando juntos, ele gozou dentro do meu cú enchendo sua camisinha de esperma, eu gozei na minha mão batendo uma gostosa siririca.

Depois disso, nós fomos os dois pro banheiro tomar banho e em seguida nos vestimos, ele pagou a conta e na hora de ir embora, na porta do quarto, me abraçou e trocamos um demorado beijo de língua, ele era muito gostoso, depois entramos no carro e fomos de volta para o corredor da fulia, pouco depois que saímos do motel olhei para traz e vi que o Jony nos seguia em nosso carro, chegando lá eu me despedi dele e disse que ia ficar com minha família, liguei pro jony e ele me aguardava do lado de fora do estacionamento, decidimos ir para casa, no caminho contei tudo pra ele que na hora ficou todo exitado, mesmo dirigindo, meu marido colocou o pau pra fora do seu short e me mostrou o tamanho do tezão que sentia em saber que acabava de levar um chifre, o pau dele estava tão duro que a cabeça estava roxa, eu punhetei ele um pouco, comecei a chupar aquele pau duro e a falar as putarias que deixa ele doido, dizendo;......

Vai amor, goza na boca da sua puta, imagina que até agora ela estava te corneando, dando a buceta e o cuzinho pra outro macho, vai seu corno, goza, depois disso, jony começou a gemer e gozou um rio de esperma dentro da minha boca, eu fiquei feliz com o tezão que ele sentiu e engoli todo seu esperma, foi muito gostoso. Esta foi mais uma de muitas que ainda vamos fazer, não se preocupem que vamos contar tudo pra vocês pois depois do carnaval vem o são joão com muito forró e nós já combinamos de repetir a dose. Até a próxima.

 

Carol, a esposa safada e Jones, o corno feliz que gostava de um torrete

1ª PARTE – A VERSÃO DA ESPOSA.

                        Olá pra todos. Meu nome é Carol, tenho 35 anos, sou casada há 10 anos, tenho dois filhos e...adoro uma pica..rss. Meu marido trabalha numa grande empresa, ganha muito bem e em casa temos do bom e do melhor. Tenho meu próprio carro, não preciso trabalhar e meus afazeres resumiam-se, até começarmos a pagar uma Van,  em levar as crianças ao colégio. O mais velho tem oito anos e o caçula, sete anos. Após deixar as crianças na escola, voltava para casa e me entretinha com alguns afazeres, compras, idas ao shopping e futilidades. Meu marido, Jones, tem 42 anos, é muito bem conservado, ativo e nos damos muito bem. Ficou melhor, de uns tempos para cá, depois que começou o que vou lhes contar.
Quando Jones trocou de carro, adquirindo um 0Km importado, de uma marca de veículos caros e de 1ª linha,   teve lá um problema mecânico com o danadinho e, por uns dois meses, o coitado ficou sem seu carro novo. A revendedora emprestou-lhe um veículo de sua frota, que mais dava problemas, do que andava. Algumas vezes, precisei ir buscar meu marido na empresa, após o trabalho. Como ele sempre saia tarde, ficava por ali,  ouvindo uma música dentro do carro ou dando um volta pelo estacionamento e até pelo quarteirão. Foi num desses meus passeios que conheci o porteiro da empresa, o Adilson.
                        Adilson era um negro assanhado, brincalhão, cheio de gírias, cheio de contar vantagens, que sempre soltava alguma frase maliciosa, ou uma pegadinha malvada. Sempre tinha um Halls para oferecer e, então, dizia: “E aê, quer chupar?”. Precisei vê-lo cair na risada umas duas vezes, para entender o sentido de sua pergunta, a qual eu sempre respondia, “sim, quero, me dá um! E ele dizia: “dooou, pra já, dona!”. Adilson era corpulento, meio gordinho, forte, sempre de cabeça raspada e, por baixo das calças, uma...bela mala!! No verão, quando tudo começou, eu ia buscar meu marido de saia ou de bermuda, sempre de banho tomado...cheirosinha...cabelinho molhado...essas coisas! Notei que o Adilson estava me passando umas cantadas, fazendo muito elogio, muitas brincadeirinhas, muita história e, como meu marido demorava pra sair, fui ficando por ali, conversando e me entretendo com o Adilson. Certo dia, ele me convidou para ir até a portaria, onde era seu local de trabalho. Lá, ofereceu-me alguns doces que, disse ele, teriam sido feitos por sua esposa. Uma televisão estava ligada em circuito com algumas câmeras de monitoramento e, por esse aparelho, dava para se ter uma ampla visão de vários pontos da empresa, inclusive da porta, por onde meu marido sairia. E, assim, lá se foram três, quatro dias...uma semana. Meu marido saia, eu o via pela TV, e ia ao seu encontro. Questionada sobre onde estava, confirmava-lhe que estava na portaria, com o Adilson, jogando conversa fora. Trocávamos um beijinho, entrávamos no meu carro e de lá partíamos. Ao passar pela portaria, meu marido sempre me pedia que parasse o carro, para se despedir do Adilson e lhe desejar um bom serviço, durante a noite. O Adilson era um sorriso só, parecia respeitar muito meu marido e sempre o tratava por Dr. Jones, dizendo sempre: “Cuida bem da patroinha, Dr.”, ao que meu marido respondia: “Pode deixar, Adilson, esta está bem cuidada”.
                        Meu marido, depois de muita briga com a revendedora, conseguiu que lhe fornecessem um outro veículo, quase novo e, com isso, passei a não mais ir buscá-lo. Notei que estava sentindo falta de alguma coisa e, pensando sobre isso, descobri que eram as brincadeiras e piadinhas sacanas do Adilson. Faltando dois dias para o final de semana, para minha sorte, o carro novo de meu marido ficou pronto...a revendedora havia, por fim, conseguido resolver o tal problema de fábrica. A sorte minha foi que, no primeiro dia, o carro pifou, de novo. Lá fui eu, toda feliz, buscar meu marido. Chegando à empresa, e isso era por volta de umas oito da noite, estacionei meu carro no páteo e fui direto para a portaria, conversar com meu caríssimo amigo. O Adilson ficou todo feliz ao ver e, em seguida, lá veio ele com o seu Halls, perguntando, “Quer chupar, Dona?” e eu, sorrindo, respondi-lhe, “sim, quero...e muito!”. Foi o bastante. O cara ficou completamente diferente, todo assanhado pra cima de mim e, aproximando-se, bateu os olhos no decote de minha blusa e ficou mirando meus peitos. Notei isso, fiquei encabulada, e mais ainda, quando notei o volume que se formava sob suas calças. Nesse momento, ele passou por trás de mim, para pegar não me lembro o que e, como a portaria era pequena, recebi uma bela encoxada. Dali pra frente, a coisa rolou. Em pouco tempo, trocávamos um gososo beijo de língua enquanto uma de minhas mãos procurava, ávida, algo para segurar, no meio das pernas dele. Nunca fui muito flor-de-se-cheirar. Mas nunca traí meu marido, até então. No colégio, sempre saia com um ou outro e participava de algumas festinhas que uns caras de uma faculdade próxima à casa de meus pais, faziam aos finais de semana. Já transei com mais de um cara, já paguei muito boquete. Depois que me casei, sosseguei.  No dia seguinte, enquanto aguardava meu marido sair da empresa, eu estava em um local que visitaria muitas outras vezes: em baixo da mesa da portaria, pagando o maior boquete num cacete preto que mau cabia na minha boca, de tão grosso. Não era grande de comprimento, mas era muito, muito grosso. Até hoje me surpreendo, quando me lembro do primeiro dia, entrando em baixo daquela mesa, o Adilson sentando na cadeira, de frente à TV, abrindo o zíper da calça e tirando pra fora aquele gigante duro. Eu, com a blusa erguida até o pescoço, com os peitos de fora, que ele acariciava e apertava com uma das suas fortes mãos, enquanto com a outra, fazia pressão em minha cabeça, de encontro ao seu pau, enfiando-o inteiro em minha boca. Pelo circuito de monitoramento da TV, ele ficava olhando se meu marido estava saindo e, então, me avisava, dando-me tempo para sair dali de baixo e me arrumar, para encontrá-lo. Uma das noites, o Adilson levou-me ao banheiro da portaria e, posicionando-se nas minhas costas, depois de um bom “trato” durante o qual fiquei espremida numa das paredes, abaixando minha bermuda e minha calcinha, pela primeira vez, enfiou aquela tora no meio das minhas coxas, bombando feito um alucinado, enquanto segurava em meus peitos. Naquele dia, quase fomos pegos, porque de onde estávamos, não podíamos vigiar o local pela TV. Mas foi uma daquelas trepadas rápidas, roubadas, mal deu tempo para que eu chegasse a gozar, mas sentir aquela inundação de porra quente, daquele negro-macho safado, que me xingava de tudo que era nome, dentro de minha buceta, foi o máximo. Dali pra frente, não segurei mais, a onda. Passei a marcar constantes encontros com o Adilson, durante o dia, horário em que ele estava de folga. Íamos ao motel, eu não me importava de pagar a conta, o que eu queria era chupar aquele cacete, ser chupada alucinadamente por aquele sujeito, acariciar e lamber aquele corpão todo, que, apesar de  ser, o Adilson,  meio obeso, era um tanto de “carne”  gostosa de se lamber e chupar. Eu dava-lhe uns banhos de língua que até eu mesma me surpreendia com minha ousadia e falta de pudor e, quando aquele cara me pegava por trás, de quatro, e enterrava aquela vara na minha buceta, juntando-me pelo quadril...eu ficava louca, aquilo era uma delícia, ainda mais que, no motel, eu me soltava feito uma verdadeira cadela no cio...e pedia, pedia muito, para ser fodida e comida por aquele cara, para ser xingada, para tomar tapinhas na bunda, e por aí ia. Ficamos nessa por uns quatro meses, saindo quase que todas as tardes e, o que mais me excitava, era que, chegando à noite, em casa, meu marido vinha pra cima de mim, me chupava a buceta, me lambia o cu, me comia e mal sabia ele que eu tinha passado a tarde dando pra outro cara, no motel e, pior, seu funcionário. Quando não saíamos para um motel, sempre dava um jeitinho de dar uma passada na portaria da empresa e, como dizia o Adilson, “pagar uma gulosa pra ele”.
                                   Um belo dia, Jones chega em casa e diz que precisa muito conversar comigo....gelei. Ele estava sério, muito sério. Pensei comigo... “pronto, descobriu tudo!”. Mas, para minha surpresa, qual não era a conversa:
- Querida, sabe aquele rapaz lá da empresa, com quem você sempre está conversando, o Adilson? Pois bem, ele está com uns problemas sérios, coisa de justiça e pediu-me uma ajuda. Disse-me que precisa sair de sua casa o mais breve possível, e passar uns tempos “fora”. Você está entendendo o tamanho do problema? Pois bem, o Adilson cometeu algum crime e ...e, está necessitando se esconder. Vou lhe ser franco e direto e acatar a sua decisão: ofereci-lhe a dependência, nos fundos de casa, para ficar por, pelo menos, uns trinta dias, até resolver alguma coisa. Pode ser? O que você me diz?
Eu, por minha vez, pensei...pronto, fudeu!! Se com ele fora daqui, eu já dava pro cara quase todo dia, imagina com ele aqui, morando quase que dentro de casa e, pior, direto, todos os dias, pertinho de mim. Dei uma enrolada, fiz um ar de contrariada e, por fim, após uma série de imposições, aceitei. Meus amigos e amigas, estava dada a largada. Dali pra frente, foi só vara. Nem eu sabia e, pior, não queria saber, onde aquilo iria parar. E foi longe, viu!! Adilson era incansável. Eu era sem-vergonha e tinha um fogo no meio das pernas....delirante.

2ª PARTE – O MARIDO CORNO.

                        Meu nome é Jones, sou executivo de uma empresa na grande São Paulo, e moro numa cidade do grande ABC, onde tenho uma ótima casa, num belo condomínio. Minha esposa, Carol, é uma mulher muito bonita, cabelos longos, cacheados, muito pretos, o que contrasta deliciosamente com sua pele clara. Seu rosto é agradável, simpático, bem do tipo...”essa bem que podia ser minha mulher!”.
                        Na empresa onde trabalho, sou responsável por vários colaboradores, que ficam sob minha administração. Me dou muito bem com meus subordinados e, por sua vez, recebo deles, sempre um ótimo retorno. Algum tempo atrás, um de meus subordinados relatou-me um sério problema pessoal, que, para piorar ainda mais as coisas, envolvia a justiça. Não sei o que me deu na cabeça naquele momento, mas tomei suas dores e lhe ofereci ajuda. Sabia que, dali pra frente, poderia contar com ele em qualquer situação. Era um ótimo funcionário, sempre à disposição da empresa, fosse qual fosse o problema. Esse rapaz, o Adilson, precisava “dar uma sumida”, por, pelo menos, uns trinta dias e, enquanto isso, seu advogado cuidaria do resto. Ofereci-lhe, vejam só, uma dependência, nos fundos de minha casa, arriscando tanto a mim, com minha esposa, por acobertar, vejam só, um cara que estava com um “mandado de prisão”. Hoje penso, onde eu estava com a cabeça, naquele momento. Sou um sujeito formado, conheço muito bem as leis e suas implicações, como também, sei muito bem onde não devo me envolver e, no entanto....
                        Levei o Adilson para a dependência, nos fundos de casa, e lá o instalei. Disse-lhe para que ficasse à vontade. E realmente, ele ficou “muito à vontade”, aliás, mal sabia eu, que ele já vinha ficando “á vontade”, com a Carol, minha esposa.
                        Num final de semana qualquer, as crianças estavam no clube, eu estava conferindo alguns projetos no meu home-office e, após a Carol me comunicar que estava indo até a lavanderia, guardar ou procurar algumas coisas, nem me lembro mais, passados alguns momentos, escutei uns gemidos, que vinham lá dos fundos de casa. Como o negócio não parava e, por trás disso, dava-se para distinguir uma certa voz de homem também, fui averiguar. Sai pela porta que dá acesso à garagem, e segui lá para os fundos. A porta da dependência, onde o Adilson estava morando, estava aberta, porém a da lavanderia, fechada. Dirigi-me ao local onde o Adilson estava, ou melhor, deveria estar. Em lá chegando, cadê o cara? Nada!. Mas, dali, pude ouvir com mais nitidez os sons que vinham da lavanderia e, pensei comigo, aí tem coisa! Fiquei nervoso, trêmulo, um frio e um peso no estômago me surpreenderam naquele momento. Fui devagar, em silêncio e, pelo vitrô da lavanderia, pude ver a Carol, com a saia levantada até o meio das costas, a calcinha abaixada até seu tornozelo, as mãos apoiando-se no tanque e, atrás dela, com um “puta dum cacete” grosso, o Adilson, mandando ver na buceta da minha esposa, grudado no seu quadril, apertando sua cintura. O cara metia como um louco na Carol, chamando-a de puta, de biscate, de vagabunda, dizendo que ia era enfiar o seu caralho na bunda dela, curvando-se sobre ela e lambendo sua nunca, mordendo suas costas, e ela, virando fazendo o possível, para virar o rosto pra trás e conseguir beijar o negro que a comia. Fiquei puto, nervoso, pensei até em matar o cara, em fazer uma puta besteira. Me desconcertei, pensei que mina vida tinha se acabado ali. Sai, fui em direção ao meu escritório, sentei-me numa poltrona. Um peso de toneladas caíra sobre mim. Perguntei-me: “o que fazer, agora?”. Pensei no revólver que tinha guardado em casa, nem mais me lembrava dele. Tomei um uísque e caí sobre a poltrona, novamente. Foi quando fiquei pensando na cena que tinha visto, na Carol, com sua saia erguida até o meio de suas costas, com aquela bunda linda, que eu adorava, afinal, era a minha esposa, virada para aquele sujeito ordinário, que traíra minha confiança, as coxas de Carol expostas, ele passando suas mãos sobre elas, apertando os peitos da “minha” mulher e, de repente, sinto o meu pau ficar duro, um tesão absurdo tomava conta de mim e, naquele momento, o que me passava, de verdade, pelo pensamento, era cair de boca na buceta da Carol, e lamber tudo...tudo o que escorresse de dentro. E mais, outra coisa que não me saia da mente, era o pau do Adilson, eu gostei daquilo, nunca havia visto um tão grosso quanto aquele. Pensei: “Jones, o que é isso, homem, nessa altura do campeonato, um negão comendo sua esposa e você, com tesão nisso e, pior, no pau do cara”. Você é um tarado, safado, sem-vergonha como eles. Cai num puta conflito interno. Fiquei ali, sem saber por quanto tempo, imaginando os dois metendo. Imaginando aquele brutamontes fudendo a minha Carol, estocando nela, deitado sobre ela, esporrando na sua buceta e, mais, como eu queria...ser ela e, na verdade, estar dando para aquele cara, estar...chupando aquele puta cacetão. Eu já havia tido uns problemas assim, quando era mais jovem e, várias e várias vezes, andei saindo com alguns travestis, apenas para ter o gosto de chupar-lhes o cacete, até que me enchessem a boca de porra. Uma vez, um traveco quis me enrabar. Confesso, até tentei, mas doía pra cacete e, confesso, não me dava prazer, não. Mas, chupá-los, eu adorava. Fosse no motel, no apartamento deles, ou dentro do carro, eu adorava fazer um boquete. Certa vez, num cinema, no centro de São Paulo,  numa tarde que fui resolver alguns problemas da empresa, passando pelo local, precisando fazer umz hora, vi em cartaz um filme pornô e entrei. Sentei-me numa poltrona e comecei a assistir ao filme. Chamou-me a atenção um cara que estava sentado à minha frente, como se estivesse também assistindo ao filme. Pouco tempo depois, outro sentou-se ao seu lado e, em seguida, levou uma das mãos em direção ao colo de seu vizinho. Em alguns instantes, ele se debruçava sobre o colo do cara, enquanto o outro, deitando a cabeça sobre o encosto da poltrona, aumentava o ritmo de sua respiração. Pensei comigo, o cara que se abaixou, está chupando o pau do outro. Isso me excitou. Por ali, naqueles tempos, alguns travestis faziam ponto naquele cinema, no meio do dia, arrumando seus “programas”, fosse no banheiro, fosse em algum hotelzinho de quinta, nos arredores. Com isso, em voltando lá certo dia, chamei um dos travestis que “passeavam” pelo corredor e o pedi que sentasse ao meu lado. Sem perder muito tempo, fui logo colocando uma das mãos no meio das pernas do sujeito e pegando seu membro. Alguns travestis possuem paus enormes e, para minha satisfação, aquele possuía um de bom tamanho. Logo deitei a cabeça em seu colo e o chupei até que esporrasse em minha boca. Dei-lhe o que me pediu, em dinheiro e fui direto ao banheiro, lavar a boca. Sentia-me um...nojento, um imundo, mas altamente satisfeito e realizado, ainda mais que, em seguida, bati um punheta deliciosa, dentro do banheiro. Esse tesão por chupar um pau, vem de meu início de adolescência, no colégio. Certa vez, num início de jogos de temporada, fizemos algumas gincanas e jogos. Em algum certo momento, me vi como que numa brincadeira de esconde-esconde, com um rapaz um pouco mais velho do que eu. Nos escondemos num lugar apertado e ficamos ali, quietos, imóveis. O garoto estava atrás de mim, colado ao meu corpo e, nesse dia, ele me iniciou. Dando-me um agarrão por trás, falou que ia tirar seu “pinto” pra fora, porque estava  com tesão, e que eu ia chupar o “negócio” dele, senão eu apanharia ali mesmo. E mas, se contasse pra alguém, apanhava, de novo. Fez-me abaixar em sua frente, tirou o seu “pau” pra fora, e o enfiou em minha boca. Eu chorava, desesperado, mas o garoto não me perdoava e fez até me encher a boca com sua porra. Vomitei, senti náuseas. A partir daquele dia, comecei a evitar as gincanas e brincadeiras mas, certo dia, saindo do colégio, dou de cara com esse garoto e outros dois amigos, que me fizeram acompanhá-los até uma casa abandonada, próxima de onde estávamos. Lá,   tive que pagar boquete para todos eles e, por sorte, consegui escapar sem que me comessem a bunda. O tempo passara, isso passara, cresci, me formei, me casei, segui minha vida normalmente, exceto, claro, a questão dos travecos.
                        Mas, voltando ao momento, no qual o Adilson arrombava minha esposa, Carol, comecei a tremer, a sentir vontade de tê-la em seguida. Foi o que fiz. Fiquei quieto, aguardando para ver como ela iria se portar. Uns trinta minutos depois, ela entrou em casa e, como se nada tivesse acontecido, veio até onde eu estava e, com a maior naturalidade, perguntou-me: “amor, quer um cafezinho, um refresco, alguma coisa? Vou tomar um banho, está muito quente e, na lavanderia, aquelas caixas estão todas empoeiradas.” Filha-da-puta, biscate, vagabunda, puta. Olha só a desculpa da ordinária, para se lavar. Cadela! “Não, querida, agradeço, mas aceito tomar banho com você, meu amor.”. Ela gaguejou, não sabia o que fazer, não era exatamente o que ela queria. Forcei a situação, peguei-a pela mão e conduzi-a para o nosso quarto. Lá chegando a abracei e forcei um beijo em sua boca. Havia um gosto diferente, meio amargo, meio...sei lá, sim, era de...não, não era. Era em sua buceta que eu queria que aquele ordinário tivesse esporrado, pois queria lamber tudo. Carol tentou se esquivar, inventar  uma desculpa, mas a agarrei e a joguei sobre a cama. Deitando-me sobre ela, comecei a beijá-la feito um louco e em seguida, fui descendo, até chegar em meio a suas pernas. Peguei em sua calcinha, que estava toda ensopada, e aquele cheiro de....porra. Enfiei minha mão por dentro de sua calcinha e pude sentir como sua buceta estava melada, lambuzada, escorrendo. Não resisti a aquele cheiro, a aquele melado todo. Tirei sua calcinha, mesmo contra sua vontade, e comecei a chupar sua buceta como um louco, apaixonado, deliciado. Quanto mais escorria líquido de dentro, mais eu chupava. Era o caldinho de minha esposa misturado à porra do Adilson. Era o que eu queria. Depois de algum tempo chupando-a e, ela, vendo que não tinha outra solução, terminou por tirar a sua roupa. Em sua bunda havia uma marca de “palmada”, que ela tentou esconder. Quando Carol estava completamente pelada, levei-a ao banheiro e entramos debaixo do chuveiro. Eu a abraçava e beijava como um tarado, enquanto acariciava cada centímetro de seu corpo. Meu pau estava duro como um ferro e, sem nenhum embaraço, contei a ela o que tinha visto. Ela tentou negar, mas não ouve jeito. Quando confessei a ela que, na verdade, aquilo estava me dando um prazer enorme, ela sentiu-se ofendida, quis fazer uma cena mas, a cada palavra que pretendia dizer, eu enchia sua boca com minha língua. Pouco tempo depois estávamos os dois em nossa cama. Ela, sentada em meu pau, me cavalgando e, eu, dizendo a ela todas as coisas que me passavam pelo pensamento. Naquela tarde, nos encontramos novamente. Nos entregamos como nunca e nos confessamos mutuamente. Naquela tarde conhecemos lados, um do outro que, até então, desconhecíamos. A princípio, nos surpreendemos mas, momentos depois, nos deliciávamos com as novidades e oportunidades que se apresentavam. No dia seguinte, um domingo, levei as crianças à casa dos pais de Carol. Retornando a minha casa, convidei o Adilson para um cerveja em casa. Era a primeira vez que ele entrava em minha casa e, com certeza, não seria a última. Naquela tarde pude, pela primeira vez, ver, frente-a-frente, minha Carol, entrando totalmente pelada em nossa sala, linda, maravilhosa, maquiada, perfumada, gostosa e ávida por algo diferente, ajoelhar-se no meio das pernas de um Adilson desconcertado e apavorado, tirando-lhe para fora o pau e iniciando um boquete fantástico em minha frente. Pude ver minha esposa despindo aquele homem, chupando cada centímetro de seu tórax forte e escuro, enquanto segurava aquela toco roliço e grosso. Adilson olhava para mim com um ar de incredulidade, de perplexidade, até que lhe sorri e lhe disse: “aproveite, minha mulher, agora, é pra você se divertir. Se importa seu eu tirar minha roupa e ficar vendo?” O Adilson deu um sorriso e disparou: “O Dr. Quer chupar também? Disse-lhe, sim! Quero! Posso? “ô...fique a vontade, Dr. Não há o que uma notinha de cem pau não pague, não”. Era o que eu queria ouvir daquele sujeito. Logo em seguida, enquanto ele agarrava minha esposa pela cintura e enfiava sua língua em sua boca, eu engolia aquele pau delicioso, na frente da minha mulher. Adilson, enquanto comia a buceta dela, por trás, olhava pra mim e me provocava, dizendo: “olha só como a sua branquinha gosta do pau do negão, olha só. Quer ver mais, Dr? Vou comer o cu da sua mulher, na sua frente, você vai ver. Diz aí, putinha, o negão aqui já não arrombou as preguinhas desse cu gostoso? Arrombou, ou não? “ E Carol, gemendo, ofegante, respondia, “sim...jáááá, jááá comeeeeu, gostoooso”. E ele completou: “E a branquinha rebolou o rabo no meu caralho, essa puta arrombada. Deitei-me por baixo dela e fui lamber sua buceta, olhando aquele cacete entrando e saindo de dentro. Enquanto chupava sua buceta, dava outras tantas chupadas e lambidas no saco do Adilson enquanto Carol engolia meu pau, na frente. Ficamos por horas metendo e, quando o Adilson não agüentou mais e encheu a buceta da Carol de porra, logo em seguida, caí de boca, sugando tudo o que havia dentro e mais, limpando ainda, o pau de nosso amigo, que fiz o possível para engolir até onde pude. Em seguida, nós três, debaixo do chuveiro, foi uma festa. Eu e Carol cuidávamos para que nosso amigo ficasse completamente satisfeito. Carol se revelou uma puta da melhor qualidade, safada, sem-vergonha, sem pudor, querendo apenas ser penetrada por aquele homem. Eu me revelei tarado por ver a minha esposa dando para aquele cara e pelo pau daquele homem e, mais, por gostar de um torete daquele preenchendo minha boca.

                             O tempo foi passando, e todos os dias, com o Adilson direto por ali, Carol se deliciava na sua vara. A noite, quando eu chegava, fazíamos o momento família, perto das crianças e, quando estas iam dormir, nós íamos, os dois, para a dependência onde o Adilson ficava. Tempos depois, Carol não me queria mais junto, passando a freqüentar a casa dele sozinha. Eu sabia que durante o dia, ambos fodiam o tempo todo, pois minha mulher era insaciável, e o Adilson também. Comecei a ficar preocupado com aquela situação. Certa vez, descobri outro lance que estava rolando entre os dois. Saindo a serviço da empresa na qual trabalhava, passei por uma lanchonete, próxima a um bairro da cidade, onde avistei o carro de Carol. Parei ali perto e fui dar uma olhada. Numa mesa posta numa calçada, estavam sentados Carol, Adlson e um outro cara, um mulato que deveria ter uns dois metros de altura. Esse cara estava com o braço sobre os ombros de Carol e ambos trocavam alguns “selinhos” e carícias. Fiquei observando os três por uma meia hora. Pelo que vira, aquele cara se já não tinha comido, iria comer a minha esposa, com certeza. Como precisava voltar a meus afazeres, fui embora. Lá pelas dezenove horas, Carol ligou em meu celular, pedindo-me que a desculpasse, que eu fosse o quanto antes pra casa, dispensasse a empregada e cuidasse das crianças, pois aquela noite ela não viria para casa. Assim foi e, no dia seguinte, ao vê-la lhe pedi explicações, contando-lhe sobre o que tinha visto. Ela foi direta, dizendo que aquele era o Ronaldo, amigo do Adilson, e que os três estavam saindo juntos havia dois meses. Naquela noite, foram para Santos, pois o Roanldo tinha que resolver algo por lá e os convidou. Dormiram num motel e ela...ela disse que deu muito para os dois, como já fazia a algum tempo. Dois meses depois, Carol saia de casa para morar com o tal de Ronaldo. Ficaram juntos uns três ou quatro meses mas, com isso, o Adilson também se mudou de lá, pois tinha arrumado uma mulher em algum lugar. As crianças ficaram sob minha guarda. Passados os meses que Carol ficou fora, um certo dia ela me telefone e diz que quer conversar. Marcamos um encontro e ela disse estar muito arrependida, pois o tal cara era um tremendo de um bandido e a tratava muito mal. Quinze dias depois, Carol estava de volta a minha casa mas, para minha surpresa, o jogo não tinha acabado. Certo dia, chegando em casa, pego ela e o tal Ronaldo em nossa cama. O cara era imenso, um pau gigantesco e, pior, aquele tudo, quando entrei, estava enfiado na bunda da Carol que, naquele momento, estava deitada de lado, na cama, enquanto o sujeito atolava seu pau dentro dela. Quando cheguei, não tinha muito o que fazer. O cara me colocou pra fora do quarto e continuou o que estava fazendo. Não era como o Adilson, não me permitia participar. Bem, o que fazer? Logo que pude chamei a Carol para uma conversa séria e, a partir daí, resolvemos nos acertar e pararmos com aquilo tudo. Foram dois anos com o Adilson morando em nossa casa, transando comigo e com minha esposa. Depois o tempo que Carol passou com o tal Ronaldo e, por fim o período em que voltou para casa, porém o cara não lhe dava sossego. Com tudo isso, tivemos que vender tudo, tive que pedir as contas na empresa e nos mudarmos da cidade onde morávamos. A situação acabou ficando insustentável e estávamos completamente nas mãos daquele homem, que fazia de nós o que bem entendia. Ele mandava em nossa casa, em nossas vidas, e eu, além de dar-lhe minha mulher, ainda tratava dele. Não me queixo, não! Foi delicioso viver aquilo tudo. Foi ddelicioso chupar o pau daquele negro, sozinho em casa, enquanto Carol foi ao cabeleireiro. Foi delicioso ter levado, pela primeira vez, um pau dentro do cu, e ter que....de verdade, morder a fronha do travesseiro, ser chamado de viado, de corno, de boiola, enquanto um puta macho comia minha bunda, até me encher o cu de porra e, pior, depois comer minha esposa e lhe contar o que tinha feito comigo e mais, fazer o mesmo, de novo, em outro dia, na frente dela. Tínhamos nos depravado, completamente. A situação tinha que mudar. Eu tinha que ser....macho e, tomei, então, a decisão: desaparecemos daquela cidade, deixando, para trás, nosso maior tesão. Daí pra frente, nunca mais arrumamos nada parecido mas, quando transamos, sempre falamos sobre as coisas que fazíamos os três, Carol, Adilson e eu, ou a Carol contava das vezes em que transou com o Adilson e o Ronaldo, juntos e, assim, nos satisfazíamos. Mas nossos desejos não cessaram. Carol é um fogo só, eu tenho meus desejos e, no momento, estamos conversando sobre tentarmos algo parecido, novamente, porém com mais cautela. Abraço a todos, Carol e Jones.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

A esposa do patrão

Olá, meu nome é Ricardo, moro em São Paulo, 33 anos, branco, 1,93mt, 110 kgs, aquela barriga de quem gosta de uma cerveja, mas nada absurdo, trabalho com dedetização, sou técnico em controle de pragas há 8 anos, e há um mês aconteceu algo muito interessante.

Meu patrão é quimico, muito gente boa, sua esposa, pele bem clara, magrinha, cabelos loiros tingidos, sempre sorridente, bióloga, mas dificilmente vem a empresa, a fama dela é de uma mulher extremamente ligada ao computador, seus filhos comentam que ela chega a ficar 18 horas por dia na frente do computador, até então ok, mas como de costume, uma vez ao mês vou a casa deles fazer uma aplicação por toda a residência, já faço isso a 5 anos e como sempre fui despretencioso, sem nenhuma intenção a não ser de executar o serviço, pois bem, ao fazer a aplicãção pelo lado externo da casa, resolvi espionar a janela do escritório dele, pois ela estava no computador, muito interti da digitando, dei uma olhada na tela e ela estava numa sala de bate papo, com o nome ''coroa quer garotos'', nossa, aquilo me enlouqueceu em segundos, na mesma hora entrei na casa, bati à porta do quarto e disse que precisava tirar a cortina e limpar a janela, pois eu iria fazer uma infiltração na base da janela, prevenção a cupins, ela achou normal, nem se abalou e também não parou sua conversa no bate papo, com certeza ela não imaginou que estava lendo tudo que ela escrevia, e a conversa estava quente, ela conversava com um homem de nick Rolãomooca/28 e o via pela cam, um rapaz moreno, se punhetava pra ela na cam, e eu percebi que ela estava inquieta, roçando uma perna na outra, foi aí que joguei todo o balde de agua pra limpar a janela em mim, me mostrei muito assustado, e disse q era solvente, ela ficou muito preocupada e correu pegar uma toalha, e eu tirando a roupa, dizendo que estava queimando, ela me deu a toalha e um roupão, e foi ajudando a me trocar, sem camisa, mas ainda com a calça, coloquei o roupão, e tirei a calça de uma vez, como se a intenção fosse de me cobrir rapidamente, mas meu pau estava muito duro, e eu deixei que ela visse e logo fechei o roupão, mas percebi novamente que ela ficou desnorteada, perguntei se ela tinha pasta d´agua, pois minhas coxas estavam ardendo, ela correu e pegou, pedi desculpas pelo incomodo causado e tal, e pedi que ela ficasse a vontade pois eu iria ficar bem ali, e logo terminaria o serviço, ela entendeu e voltou ao computador, nisso entrou no MSN e passou a contar a uma amiga o que estava acontecendo, e esta amiga por sua vez ficou pondo lenha pra que ela tomasse uma atitude, e vi ela escrevendo que não faria nada se eu não tomasse a iniciativa, baixou a tela e voltou ao bate papo, aí fui pro tudo ou nada, era ganhar ou perder literalmente, levantei, e disse a ela que já estava tudo bem, ajuntei minhas roupas na mão tirei o roupão na frente dela e disse que ela já poderia guardar, fiz isso o mais natural possível, eu peladão na frente dela, o pau muito duro, mas não mudei o semblante, e nessa hora eu a vi estremecer inteira, a pele avermelhou ela deu um passo pra trás sem tirar os olhos do meu pau, eu carinhosamente peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela sem olhar pra mim começou a punhetá-lo, lentamente e eu comecei a despi-la, fui tirando o roupão, uma blusa de moleton, uma camisetinha por baixo e pra aumentar meu tesão ela estava sem sutião, baixei o moleton, e estava sem calcinha, olhei pra ela bem sacana, e ela sorriu ainda olhando pra baixo e disse q só usava lingerie pra sair, em casa não, aí forcei pra que ela baixasse pra me chupar e ela se negou, vindo a me abraçar e se esfregar em mim, virei ela de costas e comecei beijando a nuca, as costas, enquanto esfregava meu pal na bundinha dela, lentamente, e pelas costas fui alternando entre beijos e lambidas fui abaixando atrás dela,apoie as mãos dela no rack do computador, coloquei uma perna dela em cima de uma cadeira, e comecei a chupá-la, bem gostoso, chupando, mordiscando, conforme ela foi molhando, eu deslizava um dedo pela bundinha brincando na entradinha de trás e ela gemia, quando ví que ela estava bem molhada, sentei ela na cadeira, e sem questioná-la enfiei minha rola na boca dela, que nem negou e passou a chupála bem gostoso, acariciando meu saco de leve, e me chupando bem carinhosa, boquinha macia, segurei a cabeça dela por trás e aumentei a velocidade, tipo bombando na boca dela e ela continou chupando, quando ela engasgou, virei ela de costas novamente e fui colando meu pal na bucetinha dela, invadindo mesmo, segurando-a pela anca, logo entrou tudo, percebi que ela amoleceu, aí comecei a bombar, que delícia, ela gemia tão gostoso, fiquei assim por uns 5 minutos, aí me sentei na cadeira e ela logo montou por cima, percebemos que a cadeira não aguenta ria, ela me puxou pela mão e me levou ao quarto dela, deitou na cama e me puxou por cima, entrou tudo, ela gemeu alto e comecei a estocar com força, enquanto apertava os seios dela, após um tempo assim, coloquei ela de quatro na cama e voltei a estocar forte, e com o dedão ia brincando na entradinha da bundinha, fiquei bombando por um bom tempo até que ela foi se deitando e começou a se retorcer deliciosamente, gozando pra valer mesmo, e eu sem parar de bombar fui vendo aquela mulher toda suada, mas com uma cara satisfeita, feliz, e ela começo a jogar a bunda pra trás deixando as estocadas ainda mais gostosas, e pediu que eu gozasse pra ela, e eu no auge do tesão disse que queria gozar na cara dela, ela disse que era só avisar a hora, nessa mesma hora não aguentei, empurrei ela pra frente, ela já se virou segurando os cabelos pra trás e ficou esperando a jatada, soltei umas 5 jatadas fortes, pelo rosto todo, ela enfiou meu pau na boca e foi chupando bem gostoso, enquanto a porra ia descendo pelo pescoço dela, ela deixou meu pau limpinho, sorriu, e disse, vamos tomar um café?...voltamos ao escritório, ela se vestiu novamente, toda esporrada, e me deu roupão novamente, levou minha roupa pra secadora e voltou a conversar comigo se nada tivesse acontecido, levei na mesma forma, umas 2 horas depois, eu tinha terminado o serviço, ela já tinha tomado banho, fui avisá-la que ia embora, ela me deu um beijo na boca, e disse que o sigilo iria gerar outras transas tão gostosas como essa, eu garati que isso era certeza, e fui embora, foi completamente inusitado, porém muito delicioso...

 

Um swing gostoso com um casal de amigos parte II

Boa tarde caros leitores, meu nome é Jony, a minha esposa é a Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, casados há mais de doze anos e loucos por sexo, nosso relacionamento é aberto e liberal, adoramos realizar fantasias e em todos esses anos de convivência já realizamos muitas, não desperdiçamos uma chance, depois agente senta, comenta e escreve para vocês lerem e sentirem como é gostoso fazer aquilo que gostamos. Essa que vamos contar hoje é a continuação do conto ; UM SWING GOSTOSO COM UM CASAL DE AMIGOS que postamos há algum tempo atráz onde eu e a minha esposa Shirley alugamos uma casa e convidamos um casal de amigos, João e Flávia para passar dois dias conosco, lá rolou muita cerveja, dança, sexo e swing, tranzamos os quatros no mesmo ambiente com direito a troca de parceiros e tudo mais, começamos logo após o meio-dia e entramos pela noite, nós quatro já estavámos um pouco exastos, dançamos, bebemos e fizemos um swing gostoso no início da tarde, próximo das 22:00 Hs resolvemos dar uma pausa pra recupear as energias e dormir um pouco, eu e a Shirley fomos pro nosso quarto e o João e a Flávia foram pro quarto deles. Era 01:30 da manhã quando eu acordei com uma sede danada, olhei pro lado e vi que a Shirley, minha mulher dormia, então resolvi descer as escadas da casa e ir até a cozinha tomar um pouco de água, quando eu estava retornando encontrei com a Flávia, esposa do João na porta da cozinha, ela também tinha vindo tomar água, perguntei pelo João, seu esposo e ela me respondeu que ele estava dormindo, enquanto ela tomava água eu fiquei esperando, Flávia é uma loira alta e bonita, sempre fui tarado por ela, ela estava vestida somente de calcinha e sutiã, eu estava vestido em um shortinho curto, sem cuecas, comecei a olhar pra bunda da Flávia que é enorme e gostosa, meu pau ficou duro na hora, como eu estava de short sem cuecas, o volume que se formou por baixo do meu short era enorme e notório, quando ela viu meu pau duro, parou na minha frente e perguntou;..... Nossa, você já estar assim, uma horas dessas, de pau duro ?

E eu respondi;.... Tô sim, foi olhando pra sua bunda que fiquei desse jeito, em seguida ela sorrriu e veio na minha direção, ficamos os dois em pé na porta da cozinha, olhando um pro outro, nos abraçamos, começamos a se beijar e a trocar caricías, em seguida retirei seu sutiã me enclinei um pouco e comecei a chupar seus seios, depois coloquei ela escorada na parede, de costas pra mim, me ajoelhei no chão, retirei a sua calcinha e comecei a massagear aquela bunda enorme e gostosa e a acariciar sua buceta levemente, ela virou seu olhar pra tráz e ficou observando tudo, em seguida, eu abri sua bunda com as duas mãos e comecei a chupar sua buceta e seu cuzinho também, ela começou a gemer de tezão e a rebolar sua bunda em meu rosto, ficamos nessa por alguns minutos até que ela se virou de frente pra mim, pegou na minha mão e me fez ficar de pé na sua frente, começamos a nos beijar novamente, depois ela foi descendo apertando meu pau por cima do short e chupando meus peitos, logo ela se ajoelhou no meus pés, retirou meu short, me segurou pelas pernas, abriu sua boca e começou a chupar meu pau sem usar as mãos, ela chupava muito gostoso, em seguida ela punhetava meu pau e chupava ao mesmo tempo, chupava com vontade, daquele tipo de mulher que chupa pra se deliciar e sentir o sabor da rola, estava um delícia, depois disso, puxei uma cadeira e me sentei, Flávia veio pra cima de mim e sentou no meu colo, de frente pra mim, colocou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar subindo e descendo, eu sugurava ela pela cintura e forçava seu corpo contra o meu fazendo com que meu pau entrase todinho em sua buceta, de vez enquanto eu abria a bunda dela e metia um dedo em seu cuzinho enquanto metia meu pau em sua buceta, ela continuava pulando no meu colo e gemendo de tezão com me pau dentro da sua buceta, ficamos nesta pocisão por muito tempo pois a Flávia não queria parar de cavalgar no meu pau mais estava um pouco tarde e eu queria aproveitar sozinho aquela gata, então resolvemos mudar um pouco, Flávia ficou de quatro em cima da cadeira e eu em pé por tráz dela, peguei meu pau duro e enfiei na sua buceta novamente, fiquei metendo e curtindo a bunda da Flávia que é um tezão de bunda, a Flávia gemia forte mandando eu meter tudo na sua buceta, eu enfiava tudo e ela delirava com minhas estocadas, teve um momento que meti tão forte na sua buceta que a flávia soltou um grito alto me pedindo para parar um pouco pois ela já não aguentava mais de tanto gozar, parei um pouco e retirei meu pau de dentro da sua buceta, ela se levantou e sentou na cadeira, de pernas abertas, de frente pra mim e ficou se abanando com as mãos e respirando forte, eu aproveitei esse momento e me aproximei, me agachei um pouco, levantei suas pernas, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho e fui enfiando devagarzinho, quando meu pau entrou a metade eu comecei a meter, ela ficava parada olhando meu pau entrando e saindo do seu cuzinho, fiquei comendo seu cuzinho por alguns minutos até que o tezão dela começou a voltar, logo ela começou a passar a língua nos lábios e a se masturbar massageando sua buceta enquanto eu metia na sua bunda apertada e gostosa, ela gemia alto e forte masturbando sua buceta e pedia pra eu meter tudo em seu cú e gozar dentro dele, eu acelerei as estocadas naquele cuzinho apertado enquanto ela punhetava sua buceta e em poucos segundos gozamos os dois juntos, ela gozou com seus dedos na sua buceta e eu gozei dentro do cú dela, foi muito gostoso, depois disso, nos vestimos e fomos em direção dos nossos quartos, quando chegamos no final das escadas encontremos com o João, marido da flávia, antes que ele perguntase qualquer coisa, a Flávia foi logo dizendo que veio tomar água e que por coincidência nós havíamos nos encontrado alí, que ela estava muito cansada e que naquele momento iría dormir, rapidamente ela foi para o seu quarto, eu e o João descemos as escadas e ficamos na cozinha conversando um pouco, eu acabei contando pra ele tudo que havía acontecido entre eu e a Flávia, logo depois disso, João ficou exitado, de pau duro e me pediu para também tranzar com a Shirley naquele momento, eu como adoro ver minha mulher tranzando com outro concordei na hora, contando que eu estivesse presente e assistisse a tudo, tudo aceito entre nós dois, eu pedi pra ele um tempo e fui até meu quarto falar com a Shirley, minha mulher, cheguei lá acordei ela com carinho e disse a ela o que havía acontecido entre eu e a flávia e também do que o joão queria fazer com ela, a Shirley demorou um pouco pra responder pois ainda estava um pouco sonolenta mais acabou aceitando e fazendo algumas exigências, disse que estava um pouco cansada e que queria uma tranza rápida, que era pra eu ficar quetinho assistindo ela e o joão tranzando e se vingando de mim e da Flávia, nesse momento eu fui tirando a roupa da Shirley e pedindo pra ela esperar o João totalmente nua em cima da cama, ela me atendeu e eu fui até a cozinha chamar o joão, quando abri a porta do quarto João já me esperava do lado de fora, nú, de pau duro, logo pedi pra ele entrar, fechei a porta, ascendi a luz e lá estava a Shirley deitada nua em cima da cama de pernas abertas, eu me sentei em uma cadeira e disse ao João que aproveitase logo aquele momento pois já era muito tarde, que todos nós precisavámos dormir e descansar para o dia seguinte, depois disso, João foi em direção da cama, se agachou entre as pernas da minha mulher e começou a chupar sua buceta, ela pegou uma das mãos dele e colocou sobre os seus seios, ele chupava a buceta dela e acariciava os biquinhos dos seios dela com as mãos, isso foi ascendendo um pouco o tezão da minha mulher, em seguida, ela mandou ele deitar na cama e se sentou em cima do seu rosto, depois se enclinou um pouco e começou a chupar seu pau, os dois iniciaram uma meia nove e ficaram um chupando o outro por alguns minutos até que ela saíu de cima dele e se pocisionou de quatro em cima da cama, colocou seu rosto em cima de um traveseiro e com suas próprias mãos abriu sua bunda mandando o joão meter seu pau, João logo foi por tráz dela, enfiou seu pau na buceta da Shirley e começou a meter, enfiava forte e rápido na buceta dela sem parar por vários minutos até que ela pediu a ele parar e mudar de pocisão, ela mandou ele se deitar na cama e foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele o começou a cavalgar pulando em cima do pau dele, ficou cavalgando por alguns minutos naquela rola até que ela se enclinou um pouco e ofereceu seus seios pra ele chupar enquanto ele metia em sua buceta, isso aumentou um pouco o tezão da minha mulher e ela começou a gemer, há essas alturas, meu pau já estava duro e eu comecei a bater uma punheta vendo a shirley dando a buceta pro joão, ele metia na buceta dela e chupava seus seios ao mesmo tempo, não demorou muito e ela acabou gozando aos berros sentada no pau dele, em seguida ela deu um demorado beijo na boca dele e ficou descansando um pouco em cima do João sem tirar o pau dele de dentro da sua buceta, depois de alguns minutos, joão começou a meter na buceta dela novamente e ela pediu pra ele parar pois não aguentava mais, ele aproveitou a oportunidade e pediu para meter um pouco no cuzinho dela, ela aceitou, saiu de cima dele e se deitou na cama de pernas abertas, ele se ajoelhou entre suas pernas, colocou uma almofada por baixo da bunda dela, levantou suas pernas, colocou seu pau na entrada do cuzinho e foi enfiando lentamente até entrar tudo, em seguida ficou comendo o cuzinho dela numa boa, ela estava paradinha assistindo ele meter seu pau em seu cuzinho até que depois de algunus minutos ele começou a acariciar a buceta dela enquanto metia em seu cuzinho, derrepente ela mesma pediu pra ele gozar e começou a se masturbar esfregando sua buceta enquanto ele comia o cú dela, ele foi acelerando as estocadas no cuzinho dela e disse que iría gozar, nesse momento, ela rapidamenete retirou o pau dele de dentro do seu cú, colocou dentro da sua buceta e mandou ele gozar logo, em seguida ele deu umas quatro estocadas fundo e forte dentro da buceta dela e os dois explodiram num gozo forte, gemendo e se contorcendo, agarrando um ao outro e se beijando, joão gozou dentro da buceta dela, depois de alguns segundos, João saiu de cima dela, vestiu sua roupa rapidamente e foi pra seu quarto, a Shirley estava em cima da cama com a buceta brilhando com o esperma que o joão gozou dentro, eu que até aquele momento batia uma punheta assistindo a tudo, me aproximei da Shirley e comecei a chupar sua buceta cheia de esperma, limpei ela inteirinha sugando até a última gota, depois coloquei meu pau entre os seios da shirley, punhetei um pouco e gozei em cima deles, ela limpou todo o meu esperma, caíu pro lado da cama e foi dormir, eu também fiz o mesmo. No outro dia apenas tomamos banho de piscina e bebemos umas cervejinhas.

Até a próxima !

 

Enrabada na praia

Como já relatei aqui sou um menino preso num corpo de mulher porque tenho um metro e setenta e cinco sessenta e oito quilos corpo bem definido e todo lisinho naturalmente devido a um tratamento depilatório que mamãe fez na adolescência sem saber que estava grávida de mim.
Tenho cabelos loiros pouco abaixo dos ombros coxas grossas e bem torneadas bunda arrebitada e com marquinhas de biquíni seios pequenos com quarenta e quatro centímetros.
Seria uma mulher perfeita não fosse o membro de dezesseis centímetros que carrego entre as pernas e que deixa as mulheres doidas quando transam comigo.
Quero deixar bem claro que não sou travesti sou uma menina com cabeça e membro masculino.
Sempre tive problemas com relacionamento desde que me conheço por gente tenho que lutar muito para superar grandes conflitos de relacionamentos familiares escolares e pessoais para ser aceita numa sociedade machista e conservadora.
Por sorte sou de família rica com meus pais me apoiando em tudo acho que por isso consegui vencer na vida sendo hoje uma bem sucedida empresaria casada e feliz.
Sou uma menina muito meiga e carinhosa cativando a todos que me rodeiam porem quando completei vinte e dois anos minha namorada atual esposa pediu que me transformasse em sua fêmea me presenteando com calcinhas sutiãs e outros apetrechos necessários para uma menina.
Confesso que nunca havia antes me vestido como menina porem ao colocar aquela minúscula calcinha preta enterrada na bunda e um sutiã que parecia abraçar meus seios um vestidinho preto salto alto batom e maquiagem não conseguir conter a felicidade de ver nascer uma linda e desejosa mulher.
Estava muito feliz e realizada principalmente ao ver o tesão estampado no rosto de minha namorada que me puxou para o quarto fazendo um escândalo enorme enquanto transávamos sem importar com a presença de meus pais na casa que com certeza ouviram seus gemidos e sussurros.
Papai e mamãe ficaram boquiabertos ao me ver assim com mamãe super feliz porque sou filho único e seu sonho era ter uma filhinha.
Fazia tempo que não via meus pais tão felizes e para surpresa de todos meu pai anunciou que deveríamos mudar para outra cidade onde nos apresentaria como suas duas filhas.
Passado o susto da surpresa do momento acertamos os detalhes duas semanas após nos mudamos para uma cidade onde papai tem duas empresas.
Estava muito feliz podendo passear livre leve e solta pela cidade onde era desejada por muitos com minhas roupas bastante decotadas e provocante.
Meu único desespero era não poder abraçar e beijar minha namorada embora era nítido que tinha algo entre nos duas.
Papai nos apresentava com muito orgulho entre seus sócios amigos e funcionários e eu particularmente me deliciava com eles olhando para mim com olhos de desejos e tesão.
Estava cada vez mais apaixonada por minha namorada e em pouco tempo nos casamos somente no civil para desgosto de meus pais que são muito religiosos e tementes a Deus.
Como presente de casamento ganhamos um cruzeiro e após vinte dias de viajem resolvemos desembarcar em uma cidade praiana em recife onde ficaríamos por mais alguns dias descansando e curtindo nosso novo relacionamento amoroso.
Estava muito excitada com meu pênis duro fazendo com isso a minúscula calcinha entrar cada vez mais em minha bunda com os bicos dos seios totalmente expostos no fino tecido da blusa branca só aumentando e muito meu tesão.
Deixamos o motorista do táxi maluco com nosso namoro enquanto rumávamos para o hotel e não fosse minha mulher me segurar teria transado com ela ali mesmo.
Ao desembarcar carreguei minha amada nos braços ate nossa suíte desejando joga-la na cama e meter bem gostoso nela.
Porem para meu desespero ela pediu mil desculpas dizendo estar indisposta chegando a vomitar varias vezes e vendo que não tinha outro jeito após ser medicada fomos dormir porque teríamos muito tempo para nos divertir.
Por mais que tentasse não conseguia pegar no sono ficando cada vez mais excitada vendo o corpo desnudo de minha amada que dormia profundamente.
Após um leve retoque na maquiagem e sai para passear pela orla marítima sentindo o vento suave tocar minha pele me deixando arrepiada e alucinada com algumas meninas metidas em seus micros biquínis e shorts nos quiosque da orla por onde passava sendo muito assediada e cantada pela rapaziada.
O dia já estava amanhecendo quando caminhava de volta pela praia deserta e ao passar próximo a uma galera notei que três deles levantaram e vieram atrás de mim me elogiando muito com um deles passando a mão em minha bunda levantando minha saia deixando minha bunda toda de fora coberta somente pelo fio dental branco.
Tentei argumentar que não era quem imaginavam e ao tentar desvencilhar deles fui jogada no chão enquanto um deles pulava em cima de mim me esbofeteando muito me chamando de puta safada sem vergonha e outros nomes mais.
Estavam todos bêbados e por ter curso de defesa pessoal era mole acabar com eles porem para surpresa minha estava muito excitada e tendo um deles sentado encima de meus seios enquanto tinha minha saia calcinha e blusa arrancada do corpo enquanto ele se ajeitava me oferecendo um enorme cassete que abocanhei sem conseguir pensar nas conseqüências deixando ele alucinado com seu pênis tocando em minha garganta.
_Olha o que temos aqui.
Ouvi um deles argumentando enquanto segurava firme meu pênis duro enquanto conversavam entre gargalhadas.
Fui ao paraíso quando senti um deles abocanhar meu pênis chegando a engolir literalmente minhas bolas juntas enquanto tive uma das pernas levantada para ter o cu desvirginado por um dedo hábil que apesar da dor e desconforto momentâneo me acendeu ainda mais.
Saindo de cima de mim sem tirar seu porrete de minha boca vi aquele rapaz esticar o corpo apoiando as mãos e as pontas dos pés ficando totalmente esticado fazendo flexão enquanto me deixava sem fôlego com seu porrete indo fundo em minha goela.
Engasguei tossindo muito quando ele encheu minha boca de porra enquanto ele caia ao meu lado que ao tentar levantar fiquei de quatro enquanto vomitava uma quantidade imensa de porra sem consegui impedir que um deles segurasse em minha cintura para enterrar sem dó tudo aquilo em meu cu que parecia estar sendo rasgado ao meio com um fogo que parecia queimar minha alma
Pensei em levantar e acabar com todo meu sentimento quando senti um prazer crescente vindo do fundo de minha alma estremecendo todo meu corpo gozando forte e longe sem mesmo me tocar enquanto o rapaz intensificava as estocadas para fazer me sentir sua porra quente inundar meu cu deixando-me alucinada de prazer.
Ao sair de mim olhei para o lado vendo o rapaz que tinha me afogado de porra alisando seu imenso porrete e como cadela no cio levantei me ajeitando encima de tudo aquilo que aos poucos foi sumindo dentro do meu cu enquanto tinha os seios sugados com grande volúpia pelas bocas gulosas dos outros dois.
Como uma puta gemia chorava e pedia mais deixando ele cada vez mais duro e tenso dentro de mim que levantava a bunda deixando ele quase sair de mim apertando o canal do ânus como que mordendo tudo aquilo e chegando encima soltava o peso do corpo sentindo ele entrar fundo chegando a bater em meu estomago com sua cabeça imensa e vermelha.
Urrei gemi e gozei forte enquanto ele enchia meu cu com sua porra abundante enquanto outro gozava fundo em minha garganta com seu pênis atolado em minha garganta e o outro mordia meus seios me levando a loucura.
Estava toda mole sentindo o corpo dolorido e o cu em brasa quando eles me despertaram pedindo que vestisse apontando uma turma que vinha longe em nossa direção.
Rapidamente me joguei na água lavando meu corpo saindo da água em direção deles que ajudaram a me vestir e quando a galera passou por nos me viram beijando ardentemente a boca de cada um agradecendo pelo imenso prazer e ao me despedir me deram o endereço de onde estavam hospedados fazendo prometer que ia visitar eles.
Após um banho e desjejum acordei minha amada e vendo a um tanto febril levei ela ao hospital onde constatou tratar-se de uma virose e a noite em casa enquanto ela dormia profundamente sob os efeitos dos medicamentos vesti uma calcinha vermelha e minúscula um vestido tipo tubinho preto bem decotado com os seios quase todo a mostra salto alto e fui ao encontro dos meus machos que me receberam com muita alegria onde me apresentaram mais dois amigos e foi assim que após dançar sensualmente para eles enquanto tirava minha roupa bem devagarzinho ficando somente de calcinha a pedidos deles rebolei gostosos nos mais variados porretes que me comeram por todos meus buracos me deixando toda molinha de tanto gozar.
O dia já estava amanhecendo quando fui carregada literalmente pra casa e já como sol a pino fui acordada por minha esposa toda animadinha que teve que me levar as presas para o hospital devido a febre alta.
Passei o dia todo tomando soro com os médicos afirmando ser apenas um esgotamento físico.
Dias depois vestidas em minúsculos biquínis saímos para passear onde aproveitei para levar minha amada próximo a casa de meus machos sem ela saber é claro e ao sermos flagradas por dois deles enquanto ela urrava com minha língua em sua boceta fomos arrastadas com certa violência por eles ate sua casa onde enquanto três encarregavam da minha esposa dois me despia enquanto um deles para surpresa e espanto de minha mulher ajoelhou em minha frente engolindo meu pênis que devido ao meu estado de excitação gozei rápido enchendo sua boca que saiu de mim rapidinho e foi dividir com minha esposa grudando sua boca na dela que arfava de tesão parecendo querer engolir a boca do rapaz.
Enquanto era enrabada vi minha mulher sendo comida de todos os jeitos e maneiras e em certo momento enquanto mamava gostoso em um porrete tendo outro atolado em meu cu vi minha amada gemer gostoso enquanto sentava em um porrete enquanto outro invadia impiedosamente seu cu fazendo ela gemer alto jurando me amar agradecendo pelo imenso prazer que tinha proporcionado a ela.
Estávamos molinhas nos lambendo enquanto os cincos de pe em nossa volta nos presentearam com suas porras enquanto se masturbavam vendo nos duas nos lamber gostoso.
Nos vinte dias que passamos ali não teve um dia se quer que ficamos sem dar para eles e no penúltimo dia estava acamado e confesso que fiquei com pena de minha esposa que foi sozinha a casa deles voltando toda mole e dolorida de tanto meter sem imaginar que eu já tinha passado por isso.
Hoje somos muito amigas de dois deles que sempre que vem a nossa cidade se hospedam em nossa casa onde passamos a noite transando.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Final de semana em Ubatuba

Eu e minha esposa moramos em uma cidade do Vale do Paraíba. Sempre que podemos, nos finais de semana, vamos curtir uma praia em Ubatuba, aos domingos. Como havia um feriado prolongado, resolvemos alugar uma casa e aproveitarmos melhor esses dias. Aluguei, de um conhecido, uma casa da praia do Perequê-Açú, nessa cidade. Uma casa simples, de praia, com poucos móveis, sem sala, mas com uma cozinha muito grande, dois quartos bons, sendo um de casal, que  tinha o luxo de um banheiro privativo, e outro, contendo umas quatro camas e um beliche, um banheiro de uso comum e mais nada. Na área externa, nos fundos da casa, uma área de serviço coberta, com uma churrasqueira excelente, uma geladeira...amarrada com cadeado a uma argola de ferro...medo  de roubos, só que para tira-la de lá ou seria pelo teto ou arrombando a porta da casa. Na frente da casa, uma boa área que dava para estacionar uns três carros, um terraço com locais para armar redes de cadeiras-de-praia. Adoramos a casa e, logo que chegamos, procuramos dar um boa limpeza em tudo, abrir as janelas e tirar um pouco daquele cheiro de casa fechada. Em seguida, fomos ao supermercado, nos abastecer de algumas coisas e, as principais, cerveja, vodca, limão, açúcar e salgadinhos de pacote...eram imprescindíveis. Minha esposa chama-se Vera, e é uma mulata linda, dona de um corpo maravilhoso, formas generosas, coxas firmes e grossas e um par de peitos fantásticos. Não houve economia na hora de criar a sua bunda...é um estouro...grande, carnuda e durinha...deliciosa. Com seu cabelo comprido e todo cacheado,  agora com uma cor dourada e algumas luzes....ela ficou um arraso. Ah...e tem um fogo a danada...adora uma vara, para que eu dê conta da Vera, preciso sempre manter-me em forma. Vera adora tomar umas caipirinhas de vodca e, quando fica meio alta, pelo efeito do álcool, ela dá trabalho, sim! É preciso tomar cuidado com ela.
                        No dia seguinte, pela manhã, fomos à praia, e estacionamos nossa “carreta” num quiosque à beira-mar. Peixinho frito aqui, camarãozinho frito ali, cervejinha gelada, caipirinha, um banho de mar, Vera entrando no mar e voltando toda molhadinha, com aquele cabelo todos escorrido....linda, não tinha quem não olhasse pra ela...e pra sua bunda deliciosa. Sem contar, os peitos, é claro, pois o biquíni ficava bem grudadinho e era uma visão deliciosa aqueles peitões quase explodindo para fora do sutiã. A calcinha do biquíni, entrando no rego de sua bunda...eu estava com vontade de comê-la o quanto antes...ainda mais que, após umas bebidas, o tesão é ainda maior. Relaxamos bastante nos dois primeiros dias. Praia pela manhã, bebidas, soneca à tarde e muita...muita meteção à noite. Regadas a mais bebidas, claro.. E nessas meteções, saiu uns papos de sacanagem que foi o máximo. Vera entrou de sola nas fantasias e começou a falar coisas que nunca havia ouvido ela dizer. Pelo jeito, já tomei uns bons chifres da minha mulata tesuda. Pra falar a verdade, gostei e a incentivava a falar mais e, entre uma bicada e outra de caipirinha de vodca, enquanto me cavalgava, Vera foi despejando umas fantasias muito loucas.
                        Bom, eis que chegou o domingo, último dia de folga, dia de voltar pra casa...ah, que desesperador. Mas, antes de ganhar na Mega-Sena e poder curtir a vida sem se preocupar com a segunda-feira, fomos à praia, pela manhã, como de costume. Uma caipirinha, uma cervejinha, Vera, como sempre, muito gostosa e, na mesa ao lado, uns caras tomando sua bebida, sem tirar os olhos da minha mulata, trocando conversas entre eles. Conversas essas que pareciam bem picantes, pois riam com caras de safados. Algumas vezes, os peguei oferecendo bebida pra minha mulher, mandando beijinhos, achando que eu não os estava vendo. Vera chegou pra mim e disse:
- Aqueles caras não tiram os olhos de mim, estou até com vergonha. Na última vez, que fui ao balcão, pegar pedir outra bebida, um deles quase me encoxou, chegou a esfregar-se em mim. Pelo jeito, estão doidinhos de vontade de comer a sua “neguinha”, o que você acha, meu amor??? – Olhei para ela, assustado, sem saber o que dizer, no momento. Passado o susto, e pelo efeito do álcool e as lembranças das fantasias das noites anteriores, resolvi esquentar a coisa, dizendo:
- E você, linda, ta a fim de conhecer esses mal-acabados? Vão querer te enrabar. Quer convidá-los para beberem com a gente?- E não é que a Vera aceitou. Momentos depois, os três caras estavam sentados em nossa mesa, bebendo com a gente, contando piadas de mal-gosto, olhando nos peitos da minha esposa, esfregando as coxas nas coxas dela, na minha frente. Um deles até a convidou para um banho de mar e, pelo que pude perceber à distância, rolou um belo de um beijo na boca entre os dois, no meio do mar...seria somente um beijo na boca, ou o cara estava com outra coisa nela, também? Demoraram demais para saírem do mar...estavam muito “juntinhos”. E, é claro, os outros dois perceberam a situação e começaram a trocar piadinhas e gracejos entre eles, e pagando-me mais bebida, induzindo-me a ficar bêbado. Quando Vera e o rapaz voltaram do mar, e pela hora que era, pensamos em terminar o domingo em casa. Tínhamos alguma carne, na geladeira, um bom estoque de bebidas, que não estávamos a fim de levar de volta para casa e, assim, perguntei à Vera, o que achava de convidar os caras, para um churrasquinho lá em casa. Era próximo dali, apenas algumas quadras, a pé. Se ficássemos bêbados, tinha muito lugar para dormir. Além do mais, o sol estava muito forte, e o calor, sufocante. De pronto, os caras toparam. E lá fomos todos, rumo a nossa casa.
                        Chegando em casa, fui direto para os fundos, acender a churrasqueira. Vera foi tomar um bom banho, num chuveiro improvisado que havia do lado de fora da casa, para tirar a areia do corpo e, claro, os caras entraram nessa com ela. Quando vi que não chegava ninguém, fui ver o que acontecia. Sob o chuveiro, minha mulher e três caras, se ensaboando e aproveitando a água fresquinha do chuveiro. Sob as sungas dos caras, lógico, dava pra perceber que seus membros estavam querendo pular para fora e arrombar minha mulher. Ela, mais do que safada,sorria escancaradamente, deixando os caras se esfregarem o quanto queriam na sua bunda. Fiz de conta que não vi nada, mas soube que, ia ter coisa pesada saindo dali. Volteis à churrasqueira, comecei a preparar a carne e, de lá, comecei a chamar o pessoal, para que viessem conhecer o local. Acho que o desejo de “tomarem mais uma” falou mais alto e, em pouco tempo, todos eles estavam por ali, abrindo uma lata de cerveja, tomando um gole. Vera trouxe uma toalha e, para meu desespero, fez questão de enxugar um por um, os caras. Eles adoraram aquela mulata linda e gostosa, passando uma toalha delicadamente em seus corpos. Coloquei uma música e a carne sobre a grelha. Os caras arrumaram umas cadeiras, se sentaram e começaram a falar...falar da minha mulher, sem a mínima cerimônia, na minha presença, começaram a comentar sobre sua bunda, suas coxas, seus peitos...e a vontade que tinham de “lhe enfiar a vara”. Olhavam para mim com um certo desdém, já meio alterados pelo álcool, e meio arrogantes para comigo...tipo, “fica na sua cara, não se mete, que vai sobrar pra você”. Começaram a comer uns pedaços de carne, uns salgadinhos e, de repente, Vera desaparece para a cozinha, dizendo que ia fazer mais caipirinha. Um dos caras foi atrás dela. Não o mesmo que tinha entrado no mar com a Vera. Dez, quinze, vinte minutos...e nada da Vera voltar com a caipirinha. Passado mais algum tempo, ela aparece, trazendo na mão um jarro de caipirinha e, atrás dela, o cara, com uma puta cara de safado. Logo imaginei...esse cara aprontou com a minha esposa. Em seguida, Vera arruma um pretexto para fazer outra coisa e, assim, voltar à cozinha e, dessa vez, é o outro cara quem se oferece para ajudar.
                        Nessa altura do campeonato, eu estava era bem chapado. Mal consegui comer um ou outro pedaço de carne. Bateu-me a dor de corno e comecei a beber feito louco. Em três tempos, apaguei. Quando acordei, umas três ou quatro horas depois, olhei em volta e não vi ninguém. De dentro da casa, do quarto, para ser mais exato, já que a janela fazia fundos com a área externa, deu para ouvir umas risadas altas, umas palavras tipo: “vai puta, pede mais, biscate. Queria vara, agora toma...chupa, piranha. E mais, uns gemidos, e era a voz da Vera, pedindo...”mete mais...enfia....me come, seu safado, me arromba, seu ordinário. Levantei depressa e entrei em casa, indo direto ao quarto. Qual não foi minha surpresa, ao ver Vera, segurando na cintura de um dos caras e com o cacete do mesmo enfiado em sua boca e, o outro, enfiando um puta de um cacete, no cu da Vera, enquanto o terceiro, se masturbava e esfregava o pau no rosto dela e com uma das mãos mexias em seus peitos. Quando o que estava com o pau na boca da Vera, me viu entrar, tirou o seu membro de onde estava e veio em minha direção, bravo, arrogante, gritando: “some daqui cara, vai se fuder, seu corno. Vai encher o rabo da cachaça que da sua mulher nós cuidamos...vamos arrombar essa biscate gostosa. Some daqui, ô viado...vai, vai...anda logo”. E foi me empurrando pra fora do quarto. Pensei em chamar a polícia, em pedir socorro, mas voltei assustado para perto da churrasqueira, peguei um resto de caipirinha de um copo e comecei a beber novamente...e a me lembrar da cena, de Vera dando o cu para aqueles caras, chupando o pau daqueles homens. Levantei-me e me aproximei da janela. Por uma abertura, dava para ver a cama e ver Vera dando pros caras. Comecei a bater uma punheta, vendo os caras comerem a minha mulata linda. Vera estava completamente sem-vergonha, engolindo os paus dos caras, oferecendo seu cu para todos, abrindo a sua bunda com as mãos, esfregando os peitos no pau deles e os punhetando com os mesmos. Que consegui ver, foi mais de uma hora de meteção entre eles. Os caras revezavam para comer o cu da minha mulher, para enfiar na sua boca, para deitarem sobre ela e comerem sua buceta...e  metiam, os sujeitos...pareciam loucos sobre ela... metendo com vontade, com gosto. Quando o primeiro a começou a meter com mais força e a gemer, vi que ia encher o cu da Vera de porra. Foi o que aconteceu. No mesmo instante, o outro que estava com o pau enfiado na boca da minha mulher, tirou seu pau dali e foi direto enfiar no cu dela, fudendo-a violentamente, até esporrar também. O terceiro, a jogou na cama, deitou-se sobre ela e enfiou em sua buceta, metendo com força e vontade, até conseguir gozar. Quando todos esporraram em minha esposa, pegaram suas coisas, se vestiram e foram embora, felizes da vida. Pensei...pelo menos, nos deixaram em paz...foram embora.
                        Não deu para voltarmos no domingo, estávamos acabados. Eu numa ressaca total, Vera toda quebrada de tanto dar. Tomamos um banho juntos, no qual comentamos sobre tudo. Vera confessou que, aquela, não era a primeira vez que transava com mais de um cara, que fazia uma sacanagem. Disse-me que, se quisesse continuar com ela, era para não se importar, pois apenas o meu pau, não a satisfazia. Disse-me, ainda, que havia dado o seu telefone para todos os caras e que, sempre que viéssemos a Ubatuba, ela ligaria para eles, se oferecendo para lhes servir.
                        Continuo sendo o marido de Vera, muito feliz, corno assumido, sabendo que minha mulata é um arraso, que topa qualquer sacanagem e que, com certeza, o cara que está passando na calçada ao lado, pode, muito bem, já ter comido a minha mulher. A partir daquele dia, vamos mais vezes para Ubatuba, mas não conseguimos arrumar uma transa igual a que tivemos aquele dia. Por mais que minha mulata dê mole, na praia, não temos dado sorte com os caras que aparecem. Sei que ela tem contato com os três que a fuderam aquele dia, sei que, às vezes, marca encontro com um ou outro deles, que vai para o motel com eles e tal, pois, pelo que fiquei sabendo, moram em uma cidade próxima a nossa. Mas os caras não me permitem participar da jogada. Não querem me deixar ver. Isso eu acho sacanagem. Fico sabendo de tudo somente quando estou comendo a Vera e ela me conta sobre os momentos que tem com os  seus amigos. Gostei, pois o cu da Vera está uma delícia pra meter, e entra fácil...gostoso...e ela adora dar a bunda. E eu adoro a minha mulata gostosa e assanhada.

José Roberto, Vale do Paraíba-SP.

 

rafaellaillya4@yahoo.com.br

Esposa advogada

Sou casado com |Paula há 15 anos. Hoje tenho 35 e ela, 33. Paula é uma mulher atraente, envolvente, belíssima, com um corpo delicioso, apesar de sua idade, deixando muita garota pra trás. Quando nos casamos, tudo corria muito bem. Ela se formou advogada, começou sua carreira em seguida e estava indo muito bem. Eu tinha um escritório de negócios imobiliários, e também posso falar que estava me dando muito bem nos negócios. Dois anos após nosso casamento, descobri que não poderia ter filhos. Isso, à época, foi muito difícil de superarmos, pois queríamos formar uma família. Pensamos em adotar uma criança, mas tanto eu como ela, passamos a valorizar nossa vida profissional acima de qualquer coisa.
                        Nessa época comecei a me relacionar com uma garota, que trabalhava em minha empresa e que me deu muita dor de cabeça. Paula descobriu sobre meu relacionamento e, a partir daí, começamos a brigar muito, o que culminou em algumas separações momentâneas, pois sempre terminávamos voltando uma para o outro. Foi numa dessas separações, já que eu insistia em continuar me relacionando com a garota, tanto porque a mesma não me deixava em paz e não desistia, que meu casamento mudou completamente. Após uns dois ou três meses de separação, que dizíamos ser “pra sempre”, voltamos a morar juntos. Dias depois, fomos jantar fora, ter uma noite romântica. Tomamos uns vinhos a mais e fomos para um motel qualquer. Lá chegando, Paula pediu mais vinho e nossa noite foi esquentando. Lá pelas tantas, enquanto transávamos, por uma bobeira qualquer, começamos a discutir. E isso, no meio de uma bela transa. Em dado momento, surgiu o nome da garota com que eu havia me relacionado e, irritada, Paula me deu um belo de um troco: confessou-me que, durante o período em que nos separamos pela última vez, havia conhecido um advogado, de outra cidade, que a procurou, em seu escritório, para tratar de um assunto profissional para um seu cliente. Disse-me ela, que esse advogado a convidou para um jantar e, sozinha, sem nenhuma outra preocupação, louca de vontade de descontar as traições que lhe infringi, aceitou o convite. Após o jantar saíram para uma volta de carro, estacionando-o em algum ponto qualquer da cidade e, lá, ele se aproximou dela e começou a beijá-la, o que, disse-me ela, retribuiu-lhe com muita vontade. Em seguida, disse-me que abriu o zíper da calça do sujeito, tirou seu pau pra fora, e fez-lhe uma maravilhosa chupeta. Paula, nervosa, gritava comigo, dizendo que o pau do cara era muito maior e melhor do que o meu, e que o chupou até que esporrasse em sua boca, enchendo-a de porra, que ela engoliu toda. E isso, eu sabia muito bem que ela adorava fazer: bebia tudo. Fiquei nervoso, chateado, brigamos muito aquela noite. Voltamos para casa e fomos dormir, novamente, em quartos separados. Passou-se uma semana sem que trocássemos uma palavra sequer. Eu percebi que estava com ciúmes de Paula e, durante a noite, em meu quarto, passei a fantasiar situações nas quais Paula transava com seus colegas de trabalho, com seus clientes e tudo mais. Por outro lado, percebi que isso estava me dando um tesão danado, tanto que, em certa noite, em não agüentando mais, fui ao quarto de Paula e pedi a ela que conversássemos um pouco, tentando, mais uma vez, me reconciliar com ela. Deu certo! A partir dessa noite, nosso relacionamento mudou completamente.
                        Alguns dias depois, louco de desejos por Paula, telefonei ao seu escritório e a convidei para jantar. Lá fomos nós, mais uma vez, em busca de uma noite romântica. E foi! Muito vinho, novamente um motel, um início de uma ótima transa e, enquanto Paula me cavalgava, com muito jeito, confessei-lhe que havia sentido muitos ciúmes dela com o seu colega advogado, mas que, por outro lado, aquilo havia me excitado bastante. Paula, que tinha tomado bastante vinho, estava bem à vontade, solta, sem nenhum pudor e, ouvindo isso, falou-me baixinho, ao ouvido:
- Ah..então você gostou de saber que eu chupei o pau gostoso do cara, né, safado, sem-vergonha. Pois foi isso mesmo, e digo mais, ela só não me comeu porque não deu tempo, chupei tanto pau dele, que o cara não agüentou e me encheu a boca de porra. Infelizmente, depois dessa noite, não o vi mais, mas se o visse, teria dado até o cú pra ele.
                        Isso me deixou louco de tesão e comecei a chamar-lhe de puta, de biscate, de vagabunda, a dar tapas em sua bunda e, pra minha felicidade, ela adorou tudo aquilo...havíamos perdido o cabaço e a vergonha um com o outro. A partir desse momento, nas nossas transas, eu sempre contava minhas fantasias para Paula, dizendo-lhe que gostaria de ver outro homem a comendo, enfim...aquelas conversas e desejos de todo bom corno. Por outro lado, Paula retribuía, dizendo que havia dado pra esse e aquele cara, que fulano a havia comido, que sicrano metia nela toda semana e por aí seguíamos. Enquanto falávamos de nossas fantasias, enquanto falávamos besteiras e nos xingávamos, transávamos maravilhosamente bem, nos satisfazendo completamente.
                        Alguns anos depois, essas conversas já estavam ficando monótonas e já conversávamos sobre fazer algo verdadeiro, uma transa diferente. Ficávamos horas na internet, à noite, em salas de bate-papo, sobre sexo, escrevendo um monte de bobagens enquanto nos acariciávamos um ao outro, vendo imagens pornográficas que nos motivava ainda mais. Chegamos ao ponto de entrar em contato, por e-mail, com um sujeito de São Paulo, para que enviamos algumas fotos da Paula, com o rosto mascarado, evitando seu reconhecimento, e recebendo fotos do cara, com o pau de fora, exibindo sua ferramenta. Nessa época, quase fomos nos encontrar com esse cara, de verdade. Mas as coisas tomaram outro rumo.
                        Certa noite, Paula chegou em casa e enquanto comíamos alguma coisa, disse-me que havia sido contratada para defender um sujeito em algum processo qualquer. Disse-me que o cara não era flor de se cheirar, que era “bandido” mesmo, mas...pagando, que mal tem? Foi o que ela me disse. Esse cara a procurou no escritório e lhe apresentou sua situação, perguntando-lhe se aceitaria o caso. Ela prometeu ir ao fórum, verificar o processo, pedindo-lhe que voltasse em seu escritório na semana seguinte.
                        Paula, sempre se veste muito bem para ir ao trabalho. Está sempre bem maquiada, perfumada, cabelos bem arrumados, roupas combinando e adora um vestido, o que a deixa deliciosamente “gostosa”, principalmente quando coloca seus tubinhos. No dia em que esse sujeito retornou ao seu escritório, ela estava “deliciosamente” vestida, com uma saia bem justa e uma blusinha de alças fininhas, deixando seus ombros completamente de fora...sim, estava muito “gostosa”. Porém, o sujeito não foi sozinho, levando consigo um amigo. Mais tarde, Paula disse-me que tinha ficado constrangida frente ao cara. Enquanto conversava com seu cliente, o sujeito, mal-encarado, de óculos escuros, mascando um chiclete violentamente, sentou-se bem em frente a ela, em um sofá de seu escritório, atrás de seu amigo, que sentava-se na poltrona que ficava à frente da mesa de minha esposa. Enquanto ouvia o seu cliente e lhe instruía sobre isso ou aquilo, o cara do sofá, não parava de encará-la, mexendo em seu próprio pau. Disse-me ela, que ele apertava o pau a todo instante, fazendo-a achar que o tiraria para fora e se masturbaria na sua frente a qualquer momento e, o pior, sem exibir nenhuma reação com o rosto, como se aquilo fosse natural para ele. Paula falou-me que aquilo, apesar de tê-la constrangido muito, a havia excitado bastante, levando-a a baixar uma das mãos por debaixo da mesa e começar a esfregar sua buceta. Ao despedir-se de seu cliente e, também, do companheiro do mesmo, fechou a porta de seu escritório, voltou a sua mesa e pôs-se a alisar novamente a buceta, segurando, com a outra mão, uma caneta, que levou à boca. Nesse momento, a porta do escritório se abriu, e o amigo de seu cliente apareceu, apontado o dedo para Paula e, com a outra mão, pegando em seu pau, por sobre a calça, e fazendo-lhe um gesto obsceno. Fechou a porta e foi-se embora. Paula disse-me que ficou tremendo, preocupada, sentindo-se ofendida com a atitude do sujeito mas, pouco tempo depois, louca de desejos e fantasiando mil e uma coisas, tanto que não conseguiu mais se concentrar no serviço. Naquela noite, em nossa cama, demos uma das melhores trepadas de nossa vida, fantasiando sobre o sujeito mal-encarado, que, ainda por cima, era grande, moreno e...sem-vergonha.
                        Dias depois, o cliente de Paula volta ao seu consultório, com o amigo, novamente. Apresenta a Paula alguns documentos, senta-se, conversa um pouco, o amigo senta-se no sofá, novamente, mexendo em seu pau, como da outra vez, e encarando minha mulher, observando como ela estava ficando sem jeito, descontrolada com a situação. Ambos saíram do escritório e, pouco tempo depois, como da outra vez, a porta se abriu novamente, franqueando a entrada do mal-encarado que, dessa vez, entrou mesmo, fechando a porta atrás de si. Veio até perto de minha esposa, abriu a vista da calça, tirou para fora seu pau e o ofereceu a minha esposa. Paula disse-me que não sabia se gritava por socorro, se saia correndo, nem o que mais mas, quando viu aquele pau duro, na sua frente, o cara levando uma das mãos a sua cabeça e a puxando de encontro a ele, ela não resistiu e fez o que o sujeito queria que fizesse: chupar o seu pau, algo que ele, com certeza, sabia que minha mulher desejava fazer...e muito.
                        Após chupar o pau do moreno, ela disse que se levantou, foi até à porta, trancou-a com a chave, pediu  a ele que não a machucasse pois faria tudo o que pedisse naquele momento. Em seguida, ela disse-me que, pela primeira vez, ouviu sua voz, quando lhe disse:
- Tira a roupa todinha e vem pro sofá, tesuda.
                        Foi o que ela fez, tirou a roupa, ajoelhou-se na frente do sujeito, puxou suas calças, sua cueca, levando-as até as canelas, desabotoou sua camisa e começou a lambê-lo, acariciá-lo, masturbá-lo, até voltar a engolir seu pau novamente. Enquanto o chupava, ouvia-o falar ao telefone com o amigo, dizendo:
 - Falei, cara, a puta tá engolindo meu caralho, tá mamando feito um vaca...tá peladinha e vou meter a vara nela...essa gostosa do caralho.
                        Foi o que ele fez pois, logo em seguida, puxou minha mulher sobre seu colo e a fez sentar-se de frente para ele, enfiando seu mastro em sua buceta, fazendo-a cavalgar seu pau ao mesmo tempo em que chupava seus peitos e a beijava loucamente na boca. Em seguida, deitou-a no sofá, subiu por sobre ela, enfiou seu pau e a comeu violentamente, com força e vontade, até a encher com jatos de porra. Paula, disse-me, enquanto eu a comia, que não agüentou e que gozou feito louca, gemendo debaixo do cara. Quanto ele terminou, saiu de cima dela e mandou que ela lambesse seu pau e o limpasse, o que ela disse ter feito com toda gratidão e carinho. Em seguida, vistiu-se, ligou para o amigo e falou:
- Taí, veio, meti a vara na biscate, enchi ela de porra, agora é minha, vai fazer o que eu mandar, ta tudo gravado.
                        Caindo na risada em seguida, mostrou a Paula o seu celular, no qual havia gravado todos os sons dos dois transando. Em seguida, virou-se e foi embora.
                        Na semana seguinte, Paula começou a demorar muito para chegar em casa, já passava das dez horas da noite, e nada. Comecei a ficar preocupado, pois não era normal ela fazer isso e não se comunicar. Tentei ligar em seu celular, mas deu fora de área. Lá pelas onze horas, ela chegou, veio até mim, beijou-me gostosamente na boca, passou a mão em meu pau e pediu-me para ir com ela para a cama. Estranhei, pois Paula não vai para a cama sem tomar banho, mas naquela noite, foi diferente. Ela se despiu rapidamente e chamou-me ao seu lado. Eu estava com o pau já duro e, deitando-me ao seu lado, comecei a alisar-lhe o corpo, a beijá-la, enquanto ela me alisava o cacete com uma das mãos. Em seguida, quando escorregou na cama para me chupar, comecei a sentir em minha boca um gosto estranho e, também, um cheiro estranho. Sempre que ela começa a me chupar, pelo-lhe para se virar para mim, fazendo com ela um delicioso “69”. Naquela noite, senti algo bem diferente...sua buceta estava melada, muito melada. Tinha um gosto diferente, um cheiro diferente, uma textura diferente de seu “caldinho” habitual. Quando ela sentou-se sobre meu pau e após beijar-me com muito desejo, confessou-me:
- Amor, dei praquele sujeito agora a pouco. Fomos parar num motel e ele me comeu feito louco. Estou toda cheia de porra desse cara e você está lambendo tudo.

                        Foi o suficiente, não resisti no momento, fiquei puto, quis bater nela, esbravejei, xinguei-a, tirei-a de cima de mim, saltei da cama, corri ao banheiro para me lavar, para lavar a boca mas, ao vê-la em minha frente, pelada, passando uma das mãos em sua buceta e chupando um dos dedos da outra mão, pulei sobre ela, abracei-a e a beijei com vontade. Ela, sem seguida, disse-me:
- Isso te deu tesão, não deu? – Tive que responder que sim e, voltando a nossa cama, chupei-a feito um louco. Quando meti meu pau nela, senti que estava larga, que realmente havia dado...e muito, e que o pau do cara era maior que o meu. Fiquei com mais tesão ainda.
                        Depois daquela noite, começamos a fantasiar muito com esse cara, ate que, em dado momento, confessei a Paula que meu desejo era vê-la ser comida por esse cara. Ela aceitou, dizendo que também tinha vontade de ser comida na minha frente. Perguntei a ela se o cara toparia e ela disse-me que falaria com ele. No final de semana seguinte, Paula ligou-me do trabalho, pedindo-me para vir buscá-la pois deixaria o seu carro no estacionamento. Lá pelas seis da tarde, fui apanhá-la no escritório...ela não saiu sozinha. Com ela vinha uma cara moreno, forte, mal-encarado, de óculos escuros, mascando chiclete, que entrou em meu carro e nem olhou pra minha cara. Sentou-se no banco de trás e Paula ao meu lado. Em seguida, Paula pediu-me para que fossemos a um barzinho do outro lado da cidade, um local de prostitutas, bêbados e jogadores. Lá chegando, ocupamos uma mesa, no ponto mais isolado do local. Paula pediu três caipinhas e enquanto aguardávamos, o sujeito abraçou minha mulher, puxou-a para perto de si e começou a beijá-la na boca enquanto passava uma das mãos em suas coxas. Percebi que outras pessoas no bar estavam olhando os gestos dos dois, fiquei com vergonha, mas fiquei firme...era o que eu queria, me sentir corno.
                        Depois de duas ou três caipirinhas, o cara já enfiava a mão debaixo do vestido de minha mulher e alisava sua buceta descaradamente. Quando percebi que ela também passava a mão sobre o pau do sujeito, resolvi pagar a conta e convidar os dois para irmos juntos para outro lugar. Ao ver minha esposa sair de um boteco, abraçada com outro cara, assanhada, deixando o cara passar a mão nela inteira, foi um horror. Entramos em meu carro e saímos dali. No caminho, percebi o cara enfiando a mão pela lateral da blusa de Paula e começar a pegar nos peitos dela. Paula, por sua vez, alisava sua buceta com muito desejo e urrava de desejo. Parei o carro e convidei-a a passar ao banco de trás, junto com nosso carona. Nos dirigimos a um motel, na beira da estrada. Pelo retrovisor vir Paula tirar o pau do sujeito pra fora e abocanhá-lo. Mal cabia em sua boca...era enorme, viril...lindo!!! Logo percebi a razão do desejo e do descaramento de minha esposa. Aquele pau era delicioso até para mim e fiquei com inveja dela.
                        Chegando ao motel, Paula tirou a roupa toda, ficou pelada em meu banco traseiro, punhetando, chupando, beijando e lambendo aquele cara e o seu pau  maravilhoso. Foi uma delícia me virar no banco da frente, olhar no banco traseiro e ver minha mulher peladinha, sendo alisar por aquele macho.
                        Paula abriu a porta do carro, desceu, puxou o cara pela mão e ficaram ambos em pé, na garagem do motel, se beijando, enquanto o sujeito passava as mãos em sua bunda, coxas, buceta, peitos e se divertia com minha mulher. Logo em seguida, ela olhou pra mim e me convidou a entrar com ela para o quarto. Lá chegando, ela ajoelhou-se na frente do cara e caiu de boca no seu pau, que estava pra fora da calça. Paula chupava vorazmente, engolia aquele caralho com vontade, feito uma louca e, enquanto fazia isso, ia despindo o cara. Ao ir vendo o corpo do sujeito, fiquei com mais desejo ainda, pois também queria lamber aquele homem e, não resistindo mais, fui beijar minha esposa, na boca. Nesse momento, o cara colocou o seu pau no meio e, meio sem jeito, acabei o lamber seu pau. Esse foi o início pois, em seguida, Paula veio me beijar, mas o cacete do cara estava entre nós, e não teve jeito, nos beijamos com o pau do cara entre nossos rostos. Após isso, Paula tomou frente e convidou-me a chupar o pau do sujeito junto com ela. Não teve jeito, eu estava louco por aquilo e, da melhor maneira possível, fiz de tudo para engolir aquele caralho lindo, delicioso, duro, forte, gostoso. O cara gostou da idéia de ter minha mulher e eu, seu marido, chupando seu pau. Pouco tempo depois, estávamos todos nus, no chuveiro, tomando um delicioso banho, no qual sentia aquele pau esbarrar em meu corpo, esfregar-se no de minha mulher e, pela primeira vez, vi aquele cara meter na Paula. Ela a pegou por trás, apertou-a contra si e enfiou seu pai vigorosamente em meio a suas pernas. Paula gemeu, agarrou-se a mim, foi se abaixando até chegar ao meu pau, quando começou a me chupar deliciosamente. O cara metia nela feito louco, com vontade, xingado-a de tudo o que era nome, e a mim também, dizendo:
- Toma aí, corno do caralho, ta vendo tua mulher gostosa levando ferro? É isso que você queria, viado. Pois agora eu vou comer ela e você junto, seu boiola. Maridinho de merda dessa cadela sem-vergonha e puta. – Em seguida, tirou o pau da buceta da Paula e me fez ajoelhar na sua frente e chupá-lo.
                        Após o banho, fomos para o quarto, mais uma caipirinha pra cada um e, pouco tempo depois, vi minha mulher levando aquela cacete inteiro dentro do rabo. Ela pegou o travesseiro e o mordeu com força, enquanto o cara enfiava sua vara na sua bunda. Eu, nesse momento, me punhetava. Mas, vendo aquela cena, entrei por debaixo dos dois e comecei a lamber a buceta da minha mulher e o saco e o pau do cara, que entrava e saia da bunda da minha esposa. O gosto era de deixar louco, o cheiro também me deixava louco, eu estava louco...de tesão, de vontade de chupar, de dar a bunda, de ver minha mulher sendo fudida, de tudo. Após o cara meter com vontade na bunda da Paula, ela pediu a ele que parasse um pouco, pois queria que fizesse outra coisa. Ele tirou o pau de dentro dela e enfiou em minha boca. Nesse momento, senti minha mulher passar-me algo gelado, molhado e oleoso na bunda. Senti um calafrio. Ela pediu ao seu parceiro para meter em mim. O cara, já alto pelas caipinhas, não pensou duas vezes e veio para o meu lado. Virou-me de lado, deitou-se atrás de mim e começou a forçar a entrada do seu pau no meu cu. Paula olhava e se bolinava, apertando os peitos com uma das mãos. Quando viu que o cara estava me comendo, foi olhar. Eu gemia, estava doendo, porém aquele óleo todo, facilitou pro cara que, com vigor, forçava a entrada de seu pau em meu cu. O que aconteceu. Ele me arrombou, em frente  a minha esposa, que parecia estar louca de tesão, pois entrou por trás do sujeito e foi lamber seu saco. Aquele era, naquele momento, nosso homem, nosso macho.
                        O cara me comeu o quanto quis, eu só conseguia morder o travesseiro e gemer. Paula lambia o saco e as bolas do cara. Quando ele parecida não agüentar mais, tirou seu pau de dentro do meu cú, colocou-me com o rosto colado ao de Paula, e esporrou em nós dois, gemendo feito um louco e nos xingando a todo instante.
                        Ficamos a noite toda naquele motel e, sinceramente, não sei como consegui agüentar tudo o que aconteceu: fui enrabado na frente de minha mulher por um macho maravilhoso....gostei, apesar da dor. Não havia tido experiências assim, apesar da já ter saído com  alguns travestis, em São Paulo, mas apenas chupetinha, nada de penetração como a que sofri naquela noite. Vi minha mulher ser comida de todas as formas possíveis, engolimos porra daquele cara, nos beijamos em seguida, nos lambemos inteiros e inteiramente lambuzados de porra. Não senti o mínimo de constrangimento na frente de minha esposa e muito menos ela, que se revelou uma puta fabulosa, louca por uma vara e por muita sacanagem, adorando ver-me chupar o pau do homem que a comia. Fomos várias vezes tomar banho e era uma sacanagem só, pois éramos encoxados e todo momento pelo sujeito, nos submetíamos a chupar seu pau a todo instante, assim como, aos seus palavreado chulo e que nos intimidava. No final de tudo, quando nos preparávamos para irmos embora, vi minha esposa dando algum dinheiro ao cara...não acreditei: ela pagou por aquilo tudo e, por isso, o cara topou a minha presença.

 Depois daquela noite, passamos ardentemente a desejar a chegada do
final de semana e nos encontrarmos com nosso querido macho, tomarmos umas e outras juntos, ver aquele cara encoxar minha mulher a todo momento, e na minha frente e, mais, constatar que Paula adorava ser envolvida por aquele cara sem-vergonha que a chamava dos piores nomes possíveis e a humilhava na minha frente, assim como a mim na frente dela.   

                        Após dois meses que estávamos nessa pura sacanagem, em dado final de semana, Paula me comunicou que viajaria sozinha, com o tal sujeito, que vou passar a chamar de Rodrigão. Não houve como desmotiva-la de tal propósito e, chegando sexta-feira, lá fomos nós para casa. Paula tomou um banho demorado, se depilou completamente, se maquiou, se perfumou e vestiu seu vestido mais sexy, curto, decotado e que deixava suas costas completamente de fora...estava linda. Senti ciúmes dela com aquele cara, senti inveja dela por estar tão bonita e poder se dar inteiramente  para o Rodrigão e por um final de semana inteiro. Lá pelas nove horas, ela me deu um beijo de despedida, pegou seu carro e saiu, levando consigo uma pequena mala com alguns pertences pessoais e algumas poucas roupas de troca. No fundo, eu sabia que o que menos ela usaria, seriam roupas.
                        Não consegui dormir naquela noite, pensando em Paula, com seu amante, fantasiando e imaginando minha mulher com aquele sacana, sabe-se lá onde. Sábado, não foi nada melhor e, a mim, só restava me masturbar insistentemente, pensando nos dois. Na noite de sábado, tomei um porre homérico e, dessa forma, desmaiei na cama. Acordei por voltas das dez horas, do domingo. Uma ressaca horrível me consumia mas, por outro lado, sabia que minha mulher voltaria naquele dia. Foi, de fato, o que aconteceu, às dez horas da noite...e eu puto da vida, pois ela não respondia às minhas ligações, meus torpedos...nada. Chegou em casa com a maior cara de puta que já vi, desnorteada da vida, dessarumada, cabelos desgrenhados mas, pelo jeito, feliz da vida. Ao chegar, beijou-me deliciosamente na boca e me carregou com ela para o banheiro. Lá tirou suas roupas, tirou as minhas e, nesse momento, pude ver as marcas em seu corpo. Sua bunda estava cheia de marcas de palmadas, estava avermelhada; suas coxas estava cheia de marcas escuras, seus joelhos estavam esfolados. Paula ligou o chuveiro e me levou com ela para debaixo da água, onde ma abraçou e me beijou novamente. Com uma das mãos, pegou no meu pau e começou a acariciá-lo e, em seguida, olhando nos olhos, falou:
- Amor...foi o final de semana mais delicioso que já tive. Você não pode imaginar tudo o que fiz e o que fizeram comigo. – Pérai, pensei eu...como, fizeram? E Paula explicou-se.
- Não fomos só eu e o Rodrigão, foi também o outro cara, o meu cliente e, se não bastasse só os dois, levaram outro cara junto, outro amigo deles. Aluguei um chalé numa cidade do interior e fomos os quatro para lá. Na viagem, fui sentada no banco traseiro, tendo ao meu lado, sempre dois caras, que se revezavam. Chupei-os a viagem inteira enquanto eles me passava a mão na buceta, na bunda, nos peitos, nas coxas, me beijavam, me xingavam e tudo mais. Quando chegamos ao chalé, estávamos todos loucos de tesão e a primeira coisa que fizemos foi tirarmos nossas roupas e começarmos a melhor de todas as sacanagens de que já participei. O meu cliente...era maravilhoso, tinha um pau deliciosamente grande e...amor, como me comeu durante esse final de semana. O outro cara, só queria saber de meter na minha bunda...ficou louco quando soube que poderia me enrabar. O Rodrigão tirava fotos e filmava...fui uma puta perfeita e completa para os três caras. Passei o final de semana inteiro levando vara, engolindo porra, sendo enrabada, comida, chupada e chupando. Amor, creio que vamos ter que mudar de cidade, pois aqui vai ficar complicado para mim e para você, também. Esses caras gostaram do que fizeram comigo e com você. O Rodrigão contou a todos o que fez com você, o que fez comigo e, agora, eles todos querem a mesma coisa. Se vazar as fotos e os filmes, desse final de semana, em algum lugar...estou fodida. Vão, com certeza, nos chantagear, mas foi delicioso, me liberei completamente e permiti a eles que fizessem o que quisessem comigo. Numa das vezes, depois que todos me comeram e esporraram em mim, fizeram deitar-me no chão e mijaram sobre mim. Depois, fomos todos tomar banho...e você nem imagina o que é uma mulher pelada no meio de três homens, debaixo de um chuveiro. Apostaram que iria dormir comigo...foi meu cliente quem ganhou e, sozinha com ele, no quarto, tive que obedecer plenamente aos seus desejos...ele me enrabou como um louco, cheguei a desmaiar de tanto gozar. Passei o final de semana inteiro sem vestir uma roupa sequer, somente sentando em paus.
                        Eu não resisti mais, esporrei na mão de minha esposa, beijei-a loucamente e confessei que a amava mais do que tudo e aceitaria dividir com ela tudo o que viesse, pois ela estava me proporcionando uma experiência maravilhosa...eu estava adorando ouvir aquilo tudo. Vou parar por aqui, pois a minha história já está muito comprida e sei que muitos nem vão ler mas, para quem chegou até aqui, tenho a dizer o seguinte: “Não mudamos de nossa cidade, continuamos juntos e maravilhosamente felizes. Estamos nos dando como nunca em nossas vidas e mas, antes, tínhamos apenas o Rodrigão para sairmos aos finais de semana e, agora, temos três homens para dividirmos. Eu não sou mais o homem de nossa casa, sou tão fêmea como minha mulher, pois troquei de lado e, hoje, embora transe com minha esposa uma ou outra vez, quem mais a come são os três caras que, além dela, me comem todas as vezes também. Uso maquiagem, lingerie, me depilo inteiramente, me perfumo e vou como uma verdadeira mulher encontrar-me com os três caras, junto com Paula. Os caras nos aceitam como somos e sempre que podemos lhes damos um bom dinheiro, o que os deixa mais felizes ainda. O terceiro sujeito, o que Paula ainda não conhecia, é o meu macho e, com ele, saio muito, mesmo durante a semana. No banco do meu carro, faço-lhe gulosas fantásticas e engulo toda a sua porra. Ouras vezes, quando ele prefere, sou sua mulher e viro-me de costa pra ele, sentindo aquele pau delicioso entrar em meu cu e me arrombar com força e tesão, ouvindo ser chamado de viado, boiola, bicha, corno, puto e tudo mais mas, quando aquele homem goza...quando sinto aquele leite gostoso invadir meu cu...é uma delícia...e tudo o que ele me faz passar, compensa. Sei que Paula pensa do mesmo jeito e se submete aos três inteiramente, como uma mulher completa, satisfazendo a todos os desejos daqueles três homens machos e maravilhosos que mudaram as nossas vida.

Abraço a todos.

 Antonio Carlos e Paula, com amor e carinho, para nossos amigos desconhecidos.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

Escapadinha na praia em 2010

Oi meu nome é Norminha e do meu marido Abel (Nossos nomes e de todos os envolvidos neste Conto são Fictícios) bom o que vou relatar agora, aconteceu comigo realmente no ano passado; sem combinarmos nada, meu marido conseguiu uma casa de praia emprestada com um amigo e me levou pra passar um final de semana lá, é coladinho há uma área reservada para a prática do nudismo, chegamos no sábado á temperatura estava fria ótima para namorar.
Então lá para ditardinha fomos dar uma volta na praia conhecer o local e lá chegando avistamos um casal que ali estava, pelo que podemos observar eles estavam com; boas intenções, rsrsrsrs... Ficamos por ali um tempo disfarçando pra ver se víamos o clima esquentar entre os dois, mas nada aconteceu acho que eles ficarão com medo.
Então voltamos pra casa já estava na hora de dormir, e com aquela noite um pouco fria nos acomodamos na rede, meu marido passou quase a noite toda me bolinando, louco para dar uma... Mas não rolou nada, estava um pouco indisposta. No dia seguinte fomos à praia bem cedinho, ainda não tinha ninguém, a praia estava deserta, tiramos a roupa e começamos a tirar algumas fotos minhas nuazinha em pêlo! minha bocetinha estava feita nas laterais, meio por fazer na testa modelo triângulo e meus peitinhos arrepeadinhos de frio e tesão, muito tesão!!! Por está nua ao ar livre em plena praia mesmo sabendo que ali era normal a prática do nudismo, mas como era nossa primeira vez estávamos excitadíssimos. Então aproveitei e tirei varias fotos de vários de ângulos e poses: De costas empinando o bumbum que por sinal já é bem arrebitadinho! De quatro deixando bem avista minha xaninha carnuda! E outras posições super eróticas, safadas e muito excitantes! Meu Abel estava com tanto tesão! Que até a respiração dele estava ofegante o pau tava tão duro e latejando que mal conseguia se segurar de me ver ali nua e fazendo poses eróticas e sensuais! E eu também não vou mentir, estava muito excitada! Quando de repente no piscar de olhos ele avançou pra cima de mim e me pegou no colo e me levou pra traz de uma pedra grande, me virou de frente pra ele ainda me segurando no colo abril minhas pernas deixando-as bem abertas e enterrou aquele CASSETE gostoso que eu amo tanto! E começou a bombar de baixo para cima na minha bocetinha como se fosse um cavalo descontrolado eu nessas alturas tb já estava toda inundada, ele penetrava, me beijava, me lambia, chupava meus peitos, o homem tava incontrolável parecia um vulcão entrando em erupção! E eu claro a ponto de explodir de tanto tesão com aquela situação e ao mesmo tempo com um pouco de medo que alguém visse aquela cena maravilhosa, mas enfim fomos metendo e ficando mais loucos ainda de tesão, ele me soltou no chão e me virou de costas inclinou meu corpo pra frente enfiou aquela VARA com força na minha bocetinha e começou um movimento frenético e forte de vai e vem estava uma loucura, um frenesi total... Naquele momento me deu um estalo de alguns contos que li na internet e fiquei mais louca ainda, estava doida que tivesse alguns homens bem gostosos nos olhando e batendo uma deliciosa punheta em minha intenção, ou simplesmente nos abordassem e pedisse á meu marido que deixassem eles me foderem também, há... Como seria maravilhoso realizar esta fantasia! E quando eu estava prestes a gozar, heis que meu marido goza e jorra uma quantidade enorme de leite quente dentro da minha boceta e eu acabei ficando na mão.
É... Mais calma queridos leitores, não terminou por ai não, voltamos para casa já era quase meio dia e eu precisava terminar de aprontar o almoço, (Uma deliciosa Moqueca de Camarão) Abel adora e logo depois de almoçar ele costuma tirar um sono depois e justamente nesse dia ele dormiu um pouco mais devido a comida deliciosa que eu preparei pra ele e o esforço que fizera antes...
Ai quando foi lá pelas quatro da tarde, voltei sozinha á praia de nudismo pra andar um pouco nua e ver se encontrava alguém por ali pra bater um papinho ou quem sabe algo a mais, a praia já estava quase vazia devido o friozinho que fazia! E eis que encontro 2 lindos rapazes, Alex e Paulinho logo percebi que eles me olhavam descaradamente eu me senti um pouco envergonhada pois nunca nenhum homem tinha me visto nua, baixei a cabeça e segui em frente, pois sou uma mulher casada, muito bem casada! Mas um deles (Alex) veio e me abordou, segurou minha mão e me convidou pra conversar um pouco, como estava de cabeça baixa vi que o pinto do Alex, lindo grosso e grande e estava um pouquinho excitado! Aquilo me deixou com as pernas tremulas e a bocetinha já toda molhadinha e meus mamilos começaram a ficar durinhos de tesão!
Então disse a eles que não, que eu era casada e não ficaria bem eu ali nua e sozinha conversando com dois homens Tb nus e além do mais meu marido é muito ciumento. Mas acho que eles perceberam minha excitação e insistiram; disseram não se preocupe nos não somos ciumentos e deu aquela risadinha safada... Então eu olhei em direção a casa que estávamos pra ver se Abel estava vindo e não avistei nada e resolvi aceitar o convite deles para conversar, aí começou os elogios e as perguntas meio libertinas tipo: Gata você é muito linda! É muito gostosa e tesuda! Tem uma boquinha maravilhosa e um jeitinho que deixa os homens locos de tesão! Não é? Eu já toda sem jeito e ao mesmo tempo morrendo de vontade de dá pra eles ali mesmo, doidinha pra que me pegassem e comecem todinha, metessem no meu cuzinho e na minha bocetinha que piscava de tesão! Conversamos mais algum tempo e logo veio a pergunta juntamente com o convite; "Ei gata você já transou com dois caras de uma só vez? E eu disse: Ainda não, e eles novamente: Já fez DP?" Nessa hora quase gozava ali mesmo! E eles fazendo essas perguntas e massageando aqueles lindos CASSETES... E que CASSETES! Eu olhava aqueles membros crescendo nas mãos deles e só me dava ainda mais vontade de voar pra cima deles, então criei coragem peguei, segurei e apertei os dois CASSETES pra senti-los em minhas mãos fiquei alguns segundos num leve movimento de vai e vem e depois abocanhei com muita vontade aquelas maravilhas e comecei a mamar, há... Que delicia! Gostosa Estávamos doido pra lhe comer! Nessa hora olhei novamente em direção a casa que estávamos pra ver se avistava o Abel, e nada do Abel rsrsrsrs... Parece que o Universo estava conspirando pra que o adultério fosse consumido ali mesmo. Aí olhei pra eles e disse "Eu quero, quero muito... Transar com vocês, mas tem que ser rápido, não posso demorar se não meu marido pode acordar e ficar furioso por eu não está em casa." Então sugeri á eles um lugar que conhecia muito bem e lá fomos nos três... O Alex me agarrou pela cintura e lascou aquele beijo quente!... O Paulinho abaixou e abriu minhas pernas e comecei a chupar minha xaninha, eu tava pra desmaiar de tanto tesão, juro pensei que ia ter um troço não imaginava existir sensação igual aquela! (Medo e tesão) Imagina você; uma mulher muito bem casada, honesta e de repente ta ali trepando com dois caras maravilhosos! E meu maridinho em casa dormindo tadinho rsrsrsrs... Sim vamos ao que interessa, de repente o Alex abaixa minha cabeça até o seu membro grosso e grande e me botou pra mamar enquanto o Paulinho já enfiava aquele PAU colossal nas minhas entranhas me rasgando toda! Meu corpo tremia com as estocadas do Paulinho, logo depois o Alex me puxa e me bota pra sentar em seu colo de frente pra ele e fala pro Paulinho "Paulinho vamos realizar o sonho dessa putinha gostosa, meta o pau no cuzinho apertadinho dela e foda com vontade sem pena que eu vou meter Tb sem pena nessa bocetinha" E foi o que Paulinho fez; enterrou todo aquele CASSETE em meu RABO enquanto o Alex enterrava na minha BOCETINHA que já nesse momento Tb já estava toda arregaçada!... Então começou aquele vai e vem forte e frenético sem parar até que eu não agüentando mais e GOOOZEI... Eu urrava, gemia, chorava beijava meus machos e pensava no meu maridinho Abel que talvez estivesse me procurando e eu ali sendo fodida e muito bem fodida por dois GARANHÕES INDOMÁVEIS! Foi quando os meninos deram sinal que iriam GOZAR e eu pedir que não GOZASSE dentro da minha boceta, por medo de engravidar, que GOZASSE na minha boca, então fiquei de joelhos e meus dois garanhões esporaram aquele leite quente por todo meu rosto inundando minha boca de gala. Eu nunca tinha fudido e gozado tão gostoso igual naquele dia e tenho certeza que eles também não. Logo em seguida caímos os três na areia exaustos ficamos ali um pouco relaxando e felizes parecendo que tínhamos visto um passarinho azul rsrsrsrs...
Depois fomos nos lavar na praia lavei meu rosto e minha boca e minha boceta pro meu marido não desconfiar de nada, sair da água depressa e fui pra casa feliz da vida e cheia de culpa por ter traído meu maridinho Abel, mas tudo bem valeu a pena!... Há como valeu! Acho que nunca mais vou fazer isso de novo.
Ao chegar em casa ele estava me esperando doido pra me comer novamente, seu pau estava tão duro, Ele perguntou a onde eu estava? E eu lhe respondi: Dando uma volta pela praia, respirando o ar puro e a brisa do Mar, então ele disse que estava com muito tesão por lembrar da transa mais cedo que tiveram lá na praia atrás da pedra e também estava com pena de mim pq eu não tinha gozado rsrsrsrs... Há se ele soubesse o quanto fui fodida á alguns minutos atrás!!! E agora? Eu tava com as pernas bambas meu cuzinho e minha bocetinha assada de tanta ser bombada por dois garanhões! E aí não deu outra, ele me puxou pelo pescoço, enterrando os dedos dentro de minha boceta e lascou aquele beijo gostoso enfiando a língua dentro de minha boca acho que até sentiu o gosto das PICAS que eu havia chupado a poucos instantes... E aí comecei a Trepar novamente intensamente com meu Abel! E o interessante é que ele tava tão doido de tesão que me chamava de vadia, cachorra, puta safada, vagabunda gostosa e me pedindo pra chamar ele até de: Meu corninho gostoso, essas palavrinhas ousadas que toda mulher gosta de ouvir e falar na hora da sacanagem, e o interessante é que; não era de costume ele falar essas coisas comigo, fiquei meio desconfiada, mas não reclamei, chamei ele de meu corninho, disse que eu era a sua Norminha e ele era meu Abel o homem ficou mais louco ainda! E também é claro; eu tava me sentindo a própria. Mas logo veio o gozo simultâneo, eu e Abel gozamos loucamente, foi uma loucura!!! Eu praticamente cair desfalecida de tanto PAU! Ufa...
Enfim nesse dia fiquei com meus lábios, minha bunda, meu cuzinho e minha bocetinha inchados e pegando fogo de tanto beijar, levar tapinhas, chupar e levar PAU, do meu Abel e dos meus dois Garanhões! Meu coração batia muito forte e minhas pernas estavam trêmulas de tanto fuder...
Gente o que posso dizer; é que foi a sensação mais maravilhosa que já tive!!! Essa foi uma de minhas fantasias que se realizou... Só sei dizer que desse dia pra cá minhas transas com meu Abel ficaram indecentes, conseqüentemente mais quentes!
- Depois dessa aventura ainda tenho outras para experimentar.
- Se você nunca teve uma aventura dessas, não sabe o quanto é gostoso!!!...
- Se Você tiver uma oportunidade, não deixe passar em branco, aproveite.
- Talvez Você não terá outra.
* Beijos cheios de tesão e bem molhadinho da Norminha...
E-mail:abelenorminha@gmail.com

 

Esposa engravida do amigo e marido lambe porra sem saber

Escrevi este relato, a mando do pai do meu filho. Ele insistiu que eu relatasse exatamente nosso romance, desde o início, sem omitir nada, e depois publicasse na internet. Ele ainda queria que eu criasse uma situação para meu marido ler, mas isso não tive coragem, afinal só decidi publicar, após muita insistência e discussão, pois eu era contra isso.
Sou casada, feliz no casamento, tenho um bom emprego onde conheci uma pessoa. Sabe aquela pessoa que você se identifica logo de cara, almoça junto todos os dias e acaba ficando amigo? Como almoçamos quase todos os dias juntos, acabamos nos conhecendo bem, sabia de suas namoradas e ele um pouco de mim. Comecei a pegar carona com ele ao final do expediente, fato que achei melhor esconder do meu marido, ele acha que eu volto de ônibus, mas ônibus são tão lotados e demorados. Um dia, o transito estava horrível parado por enchentes, e ele sugeriu paramos em uma ruazinha para dar um tempo, por sorte o carro tem vidros escuros dando mais segurança. Ele conversava virado para mim com a mão no encosto do meu banco, e estranhamente comecei a sentir bem ficar ali com ele. Continuamos conversando, nisso ele começou a passar a mão nos meus cabelos, me elogiando sem parar. Comecei a sentir uma estranha, excitação interna, não exatamente por ele, mas pela situação. Afinal, para mim que sempre levei vida de esposa fiel, tudo era novidade, e novidade sempre atrai as mulheres.

Ele desceu a mão até meu pescoço, sentia sua respiração. Me arrepiei, ele percebeu e veio se aproximando cada vez mais, segurou meu rosto, foi aproximando seu rosto até que encostou seus lábios nos meus. Eu não sabia o que fazer, fiquei surpresa e paralisada. Senti a língua dele passando suavemente, até entrar em minha boca e tocar minha língua. Senti um choque e um calor pelo corpo todo, por essa situação inusitada. Fiquei toda sem jeito, eu o empurrei, me afastei um pouco, ficamos olhando um nos olhos do outro, sempre ele segurando meu rosto, eu já com a respiração acelerada. Depois ele puxou minha cabeça novamente, encostou seus lábios nos meus novamente. Ele começou a introduzir novamente sua língua dentro da minha boca. Acabamos nos beijando mais e mais, meus braços o abraçaram.

Em um desses beijos eu já estava quase em transe, tremendo, ofegante, deixando escapar uns huuuumm, huuuuumm, ele começou a passar a mão nos meus seios por sobre a blusa (os mamilos já estavam duros), sem querer eu soltava uns aaaaiiiiiii, aaaaiiiiiii, a sussurrar no ouvido dele dizendo: “pára, pára por favor, não faz isso, sou casada, me larga, pára por favor” e ele me beijava mais e mais. Confesso que aquilo me dava um prazer quase que desconhecido, era uma delicia sentir nossas línguas se encostando enquanto ele apertava meus seios.
Ele pegou minha mão e colocou sobre seu pênis que já estava duro, aí eu não agüentei, fechei a mão e apertei, sentindo me umedecer toda, fiquei segurando um pouco já ficando maluca, ele tomou meu gesto como aceitação da situação e desabotoou minha blusa, enfiou uma mão dentro do bojo do soutien e segurou meu seio na mão, com outro mão ele começou a abrir o zíper da calça dele, quando percebi, eu estava segurando o pênis quente dele direto na mão, levei um choque, um estremecimento percorreu meu corpo, soltei um gemido “ahhhhhhh”, mas também me despertei, e parei definitivamente com aquilo. Eu o empurrei, abotoei minha blusa com mãos tremulas, e ele colocou o pênis dentro da calça. Fomos embora quase calados.

Nessa noite, na cama com meu marido, só de me lembrar do que aconteceu, comecei a ficar muito excitada. Eu segurei o pênis do meu marido, fechei os olhos imaginando ser o pênis do meu colega, abaixei a calça do pijama dele e comecei a lamber a glande, até que coloquei na boca. Mas sempre de olhos fechados imaginando ser o pênis do meu amigo e não do meu marido. Meu marido que nem imaginava meu pensamento, ficou excitado, seu pênis ficou duro, arranquei minha calcinha, puxando-o entre minhas coxas e forçando-o a me possuir (ele queria por camisinha, mas eu puxei até que o pênis entrou em mim). Eu sempre de olhos fechados, imaginando ser o pênis do meu amigo, tinha de fazer força para não falar o nome do meu amigo, por isso eu só dizia, “que gostoso amor, enfia mais amor, me come, me come, me abre toda amor”. Ao ouvir isso ele me possuiu gostoso, e chegou uma hora que não agüentei mais e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar amor, ahhhhh to gozando, to gozando, to gozando amor” mas eu estava falando era para meu amigo. Meu marido também não agüentou e acabou gozando, primeiro queria sair de dentro para gozar na minha barriga, mas eu prendi e ele despejou dentro. Senti jatos de esperma sendo lançado dentro de mim, eu ainda de olhos fechados, imaginando ser meu amigo que estava me enchendo de esperma, abracei forte meu marido com braços e coxas.
Um dia meu amigo me chamou para almoçarmos em uma churrascaria perto da marginal e lá fomos nós. Na verdade, eu não pensava em outra coisa a não ser beijá-lo novamente e sentir toda aquela sensação vivida há uns dias atrás. Ele novamente parou o carro, e começamos a nos beijar. Os beijos foram esquentando ele, passando as mãos pelos meus seios por cima da blusa, nas minhas costas, suas mãos começaram a acariciar meus joelhos, fazendo a saia subir, deixando parte de minhas coxas a mostra, cruzei as coxas, impedindo a investida dele. Eu não tinha a menor intenção de dar para ele, só queria ficar sentindo aquela sensação gostosa.

Ele queria me levar a um motel, isso eu não queria, minha consciência não me deixava levar aquela aventura a esse ponto. Ele com aquela lábia que tinha, começou a dizer que éramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria, pois sabia que eu era casada, e estaríamos mais seguros dentro do motel, sem risco de sermos assaltados. Ele tomou meu silencio como um consentimento, ligou o carro e foi. Eu ainda lutava por dentro, entre colocar um ponto final naquela loucura ou continuar aquela sensação tão gostosa. Coloquei na minha cabeça, que não passaria dos beijos, que eu tinha plena consciência do fato de ser uma mulher casada, adulta, responsável. Quando percebi, estávamos parados na portaria do motel, e por resquício de culpa, abaixei a cabeça, tentando me ocultar da moça da portaria, sentia como se ela percebesse que eu era casada. Ao estacionar, a porta fechou, isolando nos dos olhares indiscretos. Descemos do carro, eu com as pernas bambas, não acreditava ainda no que estava fazendo, entrando num motel com um homem. Mas eu ainda dizia, para mim mesma, que nada iria acontecer, além de beijos. Ele trancou a porta do apartamento, me puxou para sentarmos na cama. Conversamos um pouco, ele sempre segurando minhas mãos, se virou para mim, pegou meu rosto em suas mãos, e veio se aproximando, até que colamos os lábios e nossas línguas se encontraram, me fazendo sentir aquela sensação, mas o ambiente agora já era outro, estávamos em uma cama, num quarto de motel. Quando falei que minha blusa estava amassando, ele gentilmente desabotoou e começou a tirar a minha blusa para não amassar, eu a esta altura já estava toda entregue a aquele homem lindo, forte e sensual.
Já sem blusa, me abraçou, nossas línguas se encontravam, suas mãos foram à minha costa e desabotoou meu soutien. Depois com toda delicadeza, abaixou as alças pelos meus braços, pegou o bojo e tirou meu soutien, deixando meus seios que não são pequenos, livres. Suas mãos começaram a segurar, apertar, ele foi se abaixando, dando beijinhos em meu pescoço, orelha, colo, ombros, braços, até que segurando meus seios falou “puta que o pariu, mas que peitão gostoso, lindo, tesão de peito”, começou a lamber meus mamilos. Era demais, eu estava com a respiração ofegante, não conseguia me conter e meus gemidos escapavam pelos meus lábios, por mais que eu tentasse, acabei soltando uns “ahhhhh, ahhhhh”. Ele lambia os bicos dos meus seios de uma maneira delicada que só aumentava meu tesão. Eu falava para mim mesma, que não passaríamos daquele ponto. Ele começou a me chupar de uma maneira tão maravilhosa fazendo barulho das chupadas, foi me puxando para me deixar em pé, até que começou a acariciar minhas nádegas, levantando a minha saia, nem senti ele tirar suas calças, eu estava totalmente entregue, sendo acariciada e beijada. Quando percebi, estava sem saia e sem calcinha, totalmente nua abraçada a ele que totalmente nú apresentava um pênis ereto apontado para cima, que se comprimia entre nós. Ele me fez cair na cama, se abaixou, abraçou minhas pernas e começou a beijar minhas coxas. Eu fechava minhas pernas, ainda achava que conseguiria me manter fiel ao meu marido, mas ele sabiamente, não me forçava a nada, só beijava e acariciava minhas pernas, minhas coxas, minha barriguinha, passava as mãos nos meus seios me fazendo arrepiar toda, até que depois de quebrar toda minha resistência, eu mesma acabei abrindo as pernas, abri minhas coxas lentamente já sem nenhum pudor em mostrar minha vagina a outro homem. Ele se aproximou do ventre, vendo os grandes lábios depilados sem nenhum pêlo e só com um triangulo de pêlos acima do rasgo. Ele separou os lábios vaginais com os dedos e começou a lamber minha vagina lentamente, com toda delicadeza, me arrancando gemidos, eu não conseguia abafar e gemia “aiiii, aiiiii, aiiiii, que gostoso amor, aiiiii”, ele vinha lambendo tudo, o rasgo da vagina, até o buraquinho do ânus, coisa que ninguém fez, e isso me arrepiava. Eu não parava de gemer, “aiiii, aiiiii aiiii, que delicia amor, aiiiiii que delicia”. Ele continuou, até engolir e lamber meu clitóris, não parava de chupar o meu clitóris, fazendo barulho da chupada. Eu não agüentei tanta carícia, senti uma onda vindo e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar, to gozando, to gozaaaaaando, aiiiiiiiiii”, fiquei sem fôlego, meu corpo se estremecendo todo, gozei soltando gemidos, gritinhos, me estremecendo, eu não consegui controlar, mas por dentro, eu ainda dizia que não passaria dali, eu já achava que tinha ido longe demais, para uma esposa casada.

Então, ele começou a subir com sua língua quente, vindo para cima de mim, me lambendo o triângulo peludo que deixo acima do rasgo vaginal, depois veio lambendo a barriguinha, lambeu meu umbigo, segurou meus seios com as mãos enquanto lambia os mamilos. Depois continuou me lambendo até o meu pescoço e se posicionando em cima de mim segurando minhas pernas, de forma tal que eu ficasse na conhecida posição papai mamãe e quando ele começou a chupar meu pescoço e a enfiar sua língua na minha boca, senti seu pênis encostando na minha vagina. Eu tomei um susto e voltei à realidade, tentando sair de baixo, mas ele estava encaixado dentro das minhas coxas. Ele me segurou forte pelos ombros, acelerou os movimentos da sua língua em minha boca, o que me deixou mais louca, ainda mais sentindo seu corpo quente e peludo se esfregando em todo meu corpo. Meus movimentos de luta, ajudaram a fazer com que o pênis dele encaixasse na entrada da vagina. Quando senti a cabeça do pênis na entrada da minha vagina, gemi soltando um aiiiiii, misto de medo, surpresa e tesão, tudo ao mesmo tempo. Por um lado eu sabia que não deveria deixar, mas eu não tinha mais força para resistir, não conseguia. Creio que é como o desejo que os viciados sentem das drogas, não tem como resistir, afinal eu estava deitada toda nua numa cama, com um homem totalmente pelado sobre mim, lindo, peludo, amável, um tesão de homem e com a cabeça do pênis encaixado na entrada da vagina, toda lubrificada. Ele fez uma pressão no quadril e senti a cabeça do pênis pular para dentro da minha vagina e começar a deslizar para dentro. Ele introduzia na minha vagina, me penetrando vagarosamente, deliciosamente. Ele dizia, “puta merda amor, que buceta quente amor, lisinha, caralho, que buceta apertadinha amor, engole meu pau, engole amor”. Eu não acreditava, jamais imaginei que um dia fosse fazer isso com meu marido, mas era tão gostoso, mas tão gostoso, que eu não parava de gemer. A única coisa que eu conseguia dizer era “aiiiii, aiiiii, aiiii amor, aiii que gostoso amor, aiiiii”, e ainda o abraçava puxando o mais ainda para dentro de mim, por mais que tentasse, não agüentei mais tanto tesão, eu gemia sem parar, minha respiração ofegante, eu dizia: “aiiiiii que delicia amor, aiiii, me fode me fode toda, me come toda amor, aiiiiiii que delicia amor”. Ele dizia: “vou te comer toda, abre essa buceta, abre essa bucetinha quente e apertada, puta que o pariu que buceta gostosa”.

Eu sentia cada centímetro daquele pênis desconhecido, entrar dentro de mim, eu gemia sem parar, não conseguia me controlar, até que comecei a gozar como nunca. Meu tesão era enorme, (talvez apimentado por uma situação proibida). Eu não podia acreditar, comecei a apertar a bunda dele com minhas mãos.
Logo ele se virou para o lado, deitou e me puxou para cima dele para eu cavalgar e pude ver aquele pênis ereto e em pé, peguei-a com muito carinho aquela tora quente e molhada, bem mais grossa e longa que do meu marido. Pincelei ele pelo rasgo da minha vagina até encaixar no buraquinho da entrada e fui sentando em cima dela, engolindo pouco a pouco, até que entrou tudo em mim. Senti que por dentro, a cabeça do pênis dele empurrando meu útero. Comecei a rebolar, ir pra frente e pra trás, logo, ele me virou de quatro e começou a meter vigorosamente, me segurando firme pela cintura. Toda vez que entrava tudo e a cabeça do pênis socava meu útero, eu deixava escapar um aiiiiii, aiiiii, e logo eu já estava gozando de novo, ele massageava meu clitóris enquanto enfiava aquele cacete gostoso e ficava roçando os pentelhos na minha bunda.
Quando menos esperava, senti o pau dele ficar mais grosso, inchado, ele parou de se movimentar, me puxou forte para junto dele, fazendo seu pênis entrar profundamente, empurrando meu útero. Ele gemeu dizendo “puta que o pariu, vou gozar, abre a buceta que vou gozar amor, toma leitinho amor” e aí veio aquele jato que com certeza entrou tudo dentro do útero, e pude sentir aquela porra quente me inundando por dentro. Que loucura, eu poderia ficar grávida de outro homem que não o meu marido. Só aí recobramos a consciência, nos vestimos rápido, sem nem tomar banho, pois nosso horário de almoço estava chegando ao fim. Voltamos ao trabalho sem almoçar. Na empresa, fui ao banheiro e vi aquela gosma branca escorrendo nos fundilhos da minha calcinha, parte escorrendo pelas coxas e atingindo a saia. Só aí é que percebi a loucura que acabava de cometer. Existia o perigo de ficar grávida de outro homem, mas já era tarde, nada mais poderia ser feito. Me limpei da melhor forma possível, coloquei um absorvente para recolher o resto do esperma que ainda iria descer.
Como é estranho sentimento de culpa, a noite, eu não conseguia olhar diretamente nos olhos do meu marido. Ele percebeu algo diferente e quis saber se aconteceu algo. Eu disse que estava com dor de cabeça, falei ao meu marido que iria tomar um banho para ver se melhorava minha dor de cabeça. Ao entrar no banho, tirei toda roupa, arranquei o absorvente que estava úmido por ter absorvido mais esperma. Durante o banho, lavei bem minha vagina. Depois pequei o absorvente, embrulhei bem em papel higiênico e coloquei entre minhas roupas sujas.
A noite, na cama, meu marido queria saber se eu já estava melhor, e como percebi que ele estava excitado, achei melhor dizer que ainda não. Assim pelo menos evitava ele ver algumas marcas de dente ao redor dos mamilos, nas nádegas, até nas coxas, e se ele fizesse sexo oral, teria perigo de ele sentir gosto de esperma, além de eu estar exausta, pois nunca gozei tantas vezes seguidas.

Eu prometi a mim mesma que aquilo jamais se repetiria, mas como já disse, acho que é como vício de drogas, foi só vê-lo, que me vieram aquelas lembranças tão agradáveis dos momentos que passamos juntos. Na semana seguinte, ele falou queria ir almoçar comigo, para eu dar um jeito de sair 5 minutos antes. Eu gostei disso, pois evitava de algum colega do serviço nos verem juntos. Assim que entrei no carro dele, com os vidros escuros fechados, ele voou para o motel. Chegando lá, ao fechar a porta da suíte, ele já me abraçou e começou a desabotoar minha blusa, e eu a camisa dele. Num instante estávamos totalmente pelados, abraçados beijando. E fomos beijando, sem parar para a cama. Ficamos um tempo nos beijando, abraçados, até que ele foi se virando, até que chegou à minha vagina e eu vi diante de mim, o pênis ereto dele. Fizemos um 69 maravilhoso, gozei gostoso em sua boca. Eu estava bem mais solta, não me continha mais, eu gemia sem tentar conter os gemidos como na primeira vez. Na hora de gozar eu chegava a urrar, me estremecendo como que estivesse tendo um ataque epilético, coisa que não acontecia nem com meu marido. Depois disso ainda saímos mais umas vezes, eu sempre dizia para mim mesma que não haveria próxima vez, mas que se houvesse, seria com camisinha, mas na hora do tesão eu não conseguia dizer não e a gente não se lembrava de colocar camisinha. Para evitar de ficar grávida dele, sempre que eu ia ao motel com ele, a noite, fazia questão de fazer amor com meu marido, dizendo para ele fazer sem camisinha para eu sentir o pênis dele, e dizia que eu tomava anticoncepcional (na verdade não tomava), acho que porque, o perigo de me engravidar de outro macho criava um clima mais forte de tesão.

Até que ele um dia, ele acabou me engravidando, eu sabia que era dele, porque meu marido tinha ido viajar a serviço justo nessa época, e por isso não fazíamos amor há quase uma semana, no meu período fértil, e após ir com ele ao motel, no dia seguinte estava sentindo enjôos pela manhã. Para meu marido não desconfiar, assim que ele retornou, a noite eu mesma o procurei dizendo que não agüentava de desejos devido ausência. Por sorte ele também estava excitado, só que ele queria usar camisinha. Eu falei que não tinha perigo, e fiz com que ele gozasse dentro de mim. Depois de um mês eu sempre ocultando meus enjôos, comecei a dizer a ele sobre enjôos. Ele insinuou que eu poderia estar grávida, eu disse que isso, nem pensar, pois eu tomava anticoncepcional. Ele disse que nem sempre o anticoncepcional é seguro, e logicamente eu concordei com ele, mas para disfarçar, eu disse, “só faltava falhar justo conosco”. Fui ao médico, ele confirmou a gravidez, ao contar meu marido ficou super feliz, o que foi um alivio para mim. Meu marido não me procurou mais, com medo de prejudicar a gravidez, mas meu amigo, fazia questão de me levar ao motel, ver a evolução da minha barriguinha e ver meus seios ficarem maiores, e me possuía, enfiando aquele pênis enorme, e ejaculando lá bem no fundo, no útero. Acho que o bebezinho, viu diversas vezes o pênis do meu amigo, ou melhor o pênis do pai dele, entrar até lá e lançar jatos de esperma. Meu amigo chupava tanto meus seios, que antes mesmo do bebê nascer, já começou a sair leitinho. Ele sabia até o gosto do meu leitinho, e meu marido mesmo, não conhece o gosto do meu leitinho até hoje. Com a gravidez, meus seios que já não eram pequenos, ficaram maiores ainda e o meu amigo, não perdia oportunidade de prender seu pênis entre eles. Ele adorava ficar segurando, chupando por muito tempo, me deixando os bicos doloridos, mas com muito tesão.

Meu marido não sabe de nada até hoje, acha que é o pai do menino, que nasceu com a cara do meu amigo, eu disse que parece mais com o pai dele, e o avô fica todo contente com isso. O médico recomendou evitar sexo por 2 meses após parto. Eu tirei 4 meses de férias. Quando o bebezinho tinha 3 meses, ele telefonou querendo ver o bebezinho e queria se encontrar comigo pois iria tirar folga nessa tarde. Coloquei uma roupa linda no bebezinho, afinal ele iria se encontrar com o verdadeiro pai. Encontrei me com ele, e para minha surpresa, me levou a um famoso hotel, onde ele se registrou. No apartamento, depois de muito brincar com o bebezinho, depois de me ver amamentar, o tesão dele falou mais alto, ele deixou o bebezinho dormindo numa cama de solteiro ao lado. Veio me abraçando e beijando e me despiu toda, segurando e acariciando meus seios que estavam bem maiores, quando ele chupava saia leitinho. Ele ficou também pelado com o enorme pênis ereto. Eu ficava vigiando o bebê pelo espelho, onde refletia nós dois pelados na cama ao lado. Quando eu falei que meu marido ainda não tinha me possuído após o parto, ele dizia, “não acredito, não é possível, como é que você dorme com ele, com esse corpinho, essa bundinha, coxas, essa cinturinha de adolescente, com esses peitões balançando e ele não te come?” Ele falava para o bebezinho que dormia, “veja como é linda sua mamãe peladona e o corno do marido dela não sente tesão por esse corpinho, dá uma olhada nesses peitões, essa bundinha a cinturinha e essas pernas branquinhas”, enquanto ele segurava, apertava e chupava meus seios, fazendo espirrar leitinho, dizia: “você me deixa tomar um pouco do leitinho, no peitão da mamãe, prometo que não vou tomar tudo, você deixa?”, quando ele mergulhava a cabeça entre minhas coxas, dizia: “olha como o papai chupa bem gostoso a bucetinha da mamãe e ela adora”, enquanto me possuía, dizia: “olha o caralho do papai entrando todo na bucetinha da mamãe, essa buceta que o corno do marido dela nem comeu ainda depois que você saiu daí” e ficava enfiando e tirando bem devagar, me matando de prazer e arrancando gemidos da minha garganta. Ele continuava a brincar, dizendo, “que delícia essa bucetinha toda molhada de onde você saiu, olha os pelinhos na buceta da mamãe estão começando a crescer. Quando você saiu por aqui, a bucetinha da mamãe tava toda raspadinha, sem nenhum pelinho”, e enquanto ele colocava seu penis em minha boca, dizia: “olha a mamãe chupando o pauzão do papai, e depois o corno do marido vai chupar o pau do papai por tabela quando beijar a mamãe”, e enquanto me possuía, dizia: “olha o papai fazendo um irmãozinho pra voce”, e me possuía forte, me inundando de esperma dizendo “abre a bucetinha que to gozando, toma porra amor, vou encher sua buceta de porra”. Voltei para casa, com o bebezinho no colo ainda dormindo e com a vagina cheia de esperma, escorrendo pelas coxas.

A pedido do meu amigo, fiz uma loucura nesse dia, fiquei sem trocar a calcinha com ela toda úmida e melada, fiquei sem tomar banho nessa noite, fui dormir com a mesma calcinha com que voltei do hotel, no meu corpo todo, nos meus seios ainda havia saliva ressecada do meu amigo, nas coxas e nádegas, resto de esperma seco. Na hora de dormir, tirei a roupa na frente do meu marido, conforme meu amigo mandou, ficando com os seios cheios de leite livres só com a calcinha cavada tipo tanga, que deixava a mostra minhas nádegas e na frente, os pelinhos que começavam a nascer, meu marido ficou vendo mas não fez nada, me dava medo e tesão ao mesmo tempo saber que minhas coxas e nádegas estavam com esperma ressequidos, que até dava para eu ver. Coloquei uma camisola por cima ficando com a calcinha molhada. Meu marido me viu vestindo a camisola, com os seios soltos e balançando, ainda bem que ele não quis me possuir, meu medo era esse, e o meu amigo queria que meu marido me possuísse assim do jeito que eu saí do hotel, cheirando a ele e com esperma escorrendo.
Me deu tesão a noite toda, só de saber que estava com o corpo cheio de saliva do meu amigo pois ele tinha me dado um banho de língua, e com a vagina cheia de porra. Eu sentia o cheiro dele no meu corpo e abraçada ao corno do meu marido. Nem acreditava, mas ainda fiz o que meu amigo mandou, isso é, passei o dedo na vagina, melecando meus dedos no esperma dele, depois coloquei os dedos na minha boca, lambendo tudo, e logo depois sem engolir a porra, dei um beijo sensual na boca do meu marido. Ele com certeza, deve ter sentido um gosto diferente, só não sabia que era gosto de porra de outro macho.

Minha sorte é que o bebezinho não entende nada, senão iria contar ao meu marido, que a mamãe foi para um apartamento de hotel com um homem estranho, e que ele tirou toda roupa da mamãe, deixando a totalmente pelada e outro homem ficou pelado também, e que ele era muito peludo e ficaram se abraçando, beijando, ele tomando o leitinho dos peitões, prendendo o pauzão entre os peitos e que a mamãe não protestava, só gritou, gemeu e chorou quando o pauzão do homem peludo sumiu dentro da bucetinha da mamãe.

O pai do bebezinho foi o primeiro que me possuiu depois da gravidez, antes do meu marido. Meu marido ainda com medo de me machucar ficou mais um mês sem me procurar, sem saber que outro pau muito maior que o dele, já tinha aberto minha vagina após o parto, socado forte, lançando porra dentro e que ele até tinha provado o gostinho da porra de outro macho que saiu de dentro da vagina da sua esposa.

 


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