Casais

O Jantar Em Que Expûs a Minha Condição de Corno Manso

- Chegou a altura do meu corno manso mostrar em público a sua diminuta pilinha e o saco vazio dos tomatinhos – disse-me Paula findos os primeiros quinze dias de vida em comum – Quero que todos saibam da tua inaptidão física para o acto de cobrir uma mulher e porque motivo faço de ti um corno.

Concordei claro, afinal ela frisara sempre bem que deixaria claro que apesar de vivermos no mesmo tecto e de ser uma moça de costumes fáceis, ela queria demonstrar que a liberdade sexual que concedia aos outros não se estenderia a mim, e eu queria muito dar-lhe tal prova de submissão. Beijei-lhe os pés e respondi-lhe estar pronto e ávido de tal humilhação.

Ficou combinado que na sexta seguinte eu convidaria um grupo de 10 colegas, todos homens, para virem jantar a casa. Ainda lhe implorei que convidássemos também raparigas para que a minha vergonha fosse ainda maior, mas naquela minha primeira exposição pública, Paula queria ser a única fêmea, e ser assim ela a única a suscitar o desejo de todos, e quando me explicou isso concordei com ela. O jantar seria preparado por mim, o que nem era preciso dizer pois desde que Paula viera viver comigo eu fazia-lhe de criada doméstica, cozinhando e arrumando a casa e fazendo desaparecer os preservativos usados que ela gastava, na nossa cama, com os clientes. Minha namorada fizera-me vestir um avental branco, de pregas, muito serviçal e muito feminino, e foi vestido com ele que lhes abri a porta quando chegaram, por volta das 20 horas. Ficaram algo surpreendidos por me verem naquela figura e eu procurando disfarçar o meu primeiro embaraço da noite desculpei-me com a história do jantar, mas Paula atirou a primeira farpa da noite:

- Deviam vir cá a casa mais vezes para o verem de avental. Aliás é o maior talento do N.., ser uma fantástica doméstica. Quanto ao resto tem tudo em ponto pequeno ou nem sequer o tem de todo.

Todos se riram, eu também, embora não tivessem percebido o que Paula queria dizer. Habituados contudo à minha recente fama de corno, provavelmente proxeneta (e aí é que eles se enganavam), e a comportar-me perante ela como um cãozinho embevecido ao qual ela nunca fazia nenhuma festa, perceberam que o inusitado jantar era um pretexto para me verem enxovalhado e ficaram secretamente satisfeitos com isso, como muito bem lhes percebi nas feições. Entraram por isso satisfeitos e minha pilita, apesar do pouco tesão que habitualmente tem, começou a querer empinar-se por baixo da calça. A coisa prometia, pensei igualmente satisfeito.

A primeira humilhação começou às 8 e meia e não creio que tenha sido coincidência. Paula usava dois telemóveis, um para a sua vida de prostituta e outro para a sua vida pessoal. Quando não andava na vida, desligava o profissional o que não fez nessa noite sinal que ou estava esperando chamada ou não se importaria de a receber. O jantar ia começar, Paula e os convidados estavam bebendo uns aperitivos enquanto eu sozinho me ia desenrascando em ter tudo pronto, quando o telemóvel da puta chamou. Paula atendeu, falou por monossílabos e entre dentes, mas todos a ouvimos dizer que podia ser, o preço era o mesmo, quanto tempo ia demorar, estava no inicio do jantar mas os convidados não iriam estorvar. Quando desligou desculpou-se perante eles com um imprevisto negócio que teria de resolver, se não se importariam de adiar o jantar por uns três quartos de hora, ao que eles animados com os aperitivos e expectantes no que aquilo ia dar, disseram logo que não se importariam. Entrou no quarto, demorou-se um pouco, eu sabia que ela estava a vestir um top castanho decotado e a saia de ganga por cima do joelho realçando-lhe a perna perfeita e que Paula gostava de envergar ao receber os clientes, e de facto foi assim produzida que ela voltou à sala. Notei que os cacetes de vários colegas se tornaram salientes e ela toda coquette deixou-se estar na sala alimentando-lhes o tesão até a campainha tocar e ir abrir a porta depois de ter fechado a porta da sala para que a identidade do homem que demandava seus serviços ficasse preservada. (Paula só atendia a porta quando tinha foda marcada com um cliente). Perceberam todos que ela se fechara com ele no quarto, e se dúvidas houvesse o ranger das molas da cama que não se tardou a ouvir, lá estaria para as dissipar. Foi só então nessa altura que consegui tempo para beber o meu primeiro aperitivo – um moscatel de Setúbal – ao que se seguiram vários outros. Paula atendeu-o, conduziu-o à porta no final, tomou banho, voltou a vestir o vertido justo de noite que trazia antes de o receber, e com mil desculpas voltou para o nosso convívio. O jantar atrasara mais de uma hora, mas já todos a olhavam com olhos de a quererem comer a ela, mais do que ao jantar. E de preferência ali comigo. Afinal se a vagabunda alugava o corpo na casa do corno na hora do jantar, não só na sua frente como na frente dos seus amigos, era legitimo supor que não se importaria de ser servida a eles como sobremesa findo aquele. E foi o que aconteceu. Mas nem todos teriam direito a desfrutar do seu corpo. E eu ainda não lhes tinha mostrado a pila pequenina e fininha e o meu saco espalmado sem bolas a fim de ser humilhado por eles. Mas já não faltava muito.

 

 

NE LUSO

 

 

Um dia de corno

O fato que vou narrar agora aconteceu comigo ano passado. Meu nome é Jony, sou casado há dez anos com a Shirley, ambos na faixa dos 30 anos de idade.Sempre tive vontade de ver ela com outro mais tinha medo das suas reações, sempre que lia relatos de cornos eu me exitava muito e me masturbava imaginando ela dando a buceta pra outro na minha frente. Antes de fazer amor com ela eu colocava filmes pornô para aquecer o ambiente e depois tranzavamos muito só que ela percebeu que quando eu colocava filmes com cenas de mulheres traindo seus maridos na frente deles eu me exitava muito mais e comia ela mais gostoso, foi aparti desse ponto que contei a ela que gostaria muito de ver ela com outro mais sem envolvimento algum e que nossas vidas continuaria normalmente.

A princípio ela não aceitou, disse que eu era louco mas com o passar do tempo ela ia me perguntando se isso realmente fosse acontecer como seria, com quem, como faria pra encontrar uma pessoa que topasse e não contasse nada pra ninguém e etc. Pois bém, começamos a aprofundar nossas conversas e ela me disse que estava curiosa e que se eu prometesse que depois que tudo jamais a deixaria, ela tranzava com outro na minha frente para realizar a minha fantasia e matar sua curiosidade. Comecei uma busca na internet em sites de sexo e também fiz um msn, procurei pretendentes nas cidades vizinhas e encontrei vários caras com quem fiz amizades e uma delas foi com o Carlos, um moreno de 28 anos. Nós conversava-mos os três no msn e ele mostrava a vontade e o tezão de comer a minha mulher, um certo dia ele mandou um e-mail com uma foto de pau duro, era enorme, mostrei a ela e perguntei se gostou, ela respondeu ;... amor é do jeito que eu gosto. Fiquei louco de tezão e tratei de marcar logo o nosso primeiro encontro para o próximo final de semana, combinamos que seria na sua cidade que fica a 130 km da nossa pois lá ficaríamos mais a vontade.

Chegado o dia combinado fizemos as malas, pegamos o carro e partimos, era uma sexta-feira e chegamos por volta da 15:00 hs, quando chegamos no centro da cidade ligamos para o Carlos e ele disse que estava nos esperando enfrente ao banco do brasil, chegando lá estacionei o carro e descemos, ele veio em nossa direção e nos comprimentou, me deu um aperto de mão e em seguida foi comprimentar a Shirley, deu dois beijos no rosto e um abraço e disse que estava acompanhado de um amigo e que iria dizer a ele que iria com a gente para sua casa, que nós eramos velhos amigos e ficaríamos hospedados na sua casa já que ele é solteiro e mora sozinho. Enquanto ele foi falar com seu amigo minha mulher me disse que no abraço deu pra sentir que ele estava de pau duro e que teve uma sensação gostosa ao sentir a rola dele. Ele voltou, entramos no meu carro e seguimos para sua casa que ficava próximo, chegando lá tiramos as malas e entramos na casa, ele nos mostrou o quarto onde nós ficaríamos e foi fechar as portas da casa, quando voltou ele nos mostrou a suíte do quarto e perguntou se agente queria tomar um banho e eu respondi que seria bom que nós três tomassemos banho mais um de cada vez, ele respondeu tudo bém você deve saber o por que, a primeira a entrar no banheiro foi a Shirley, eu e carlos ficamos conversando na cama, eu disse a ele que o próximo a tomar banho seria ele e depois eu e quando eu voltasse do banho já queria ver os dois se comendo e ele gostou da idéia.

Quando voltei do banho me deparei com a Shirley de baby dool sentada na lateral da cama batendo uma punheta no pau do Carlos que estava nú em pé na sua frente, me sentei em uma cadeira, tirei a toalha e comecei a bater uma deliciosa punheta, a Shirley olhou pra mim e disse ;... Amor estava esperando só você chegar... e em seguida colocou a pau de Carlos na boca e começou a chupar, chupava como se fosse a última rola do mundo, olhava pra mim com cara de safada, passava a língua nas bolas e na cabeça do pau dele e em seguida disse;... Amor olha que rola gostosa ele tem, veja como é grande e grossa, quero que ele enfi todinha dentro de mim.... Depois disso Carlos se ajoelhou entre as pernas da minha mulher e retirou a sua roupa, em seguida deu um demorado beijo de língua na boca dela, foi descendo pelo pescoso e chupou seus seios com vontade, depois foi descendo até encontrar a sua buceta, ele chupava ela com vontade e ela precionava a cabeça dele na sua buceta e esfregava até que gozou na boca dele. Há essa altura eu estava me acabando na punheta assistindo a tudo. Depois disso a minha mulher olhou pro Carlos e disse;...Agora quero que você enfi toda essa rola dentro da minha buceta e me coma bém gostoso para o meu corno ver, ele adora ser corno e ver um macho me comendo... Em seguida ficou de quatro em cima da cama e empinou a bundinha pro Carlos comer, eu peguei uma camisinha e dei pra ele que não perdeu tempo, vestiu sua rola e enfiou tudo na buceta da minha mulher, ela gemia muito e dizia; .....

Tá gostando corno de ver sua mulher dando pra outro, a rola dele é uma delícia, olha como é que come uma buceta.... Em seguida eles resolveram mudar de posição, Carlos deitou na cama e a Shirley foi por cima dele, cavalgava feito um égua pulando no pau dele, depois ela deitou de lado e ele enfiou nela por tráz e ficaram tranzando e olhando eu batendo minha punheta, era muito gostoso ver aquilo tudo. Em seguida ela se levantou e veio até onde eu estava, se enclinou um pouco e começou a me beijar, Carlos veio por tráz dela e em pé mesmo enfiou na sua buceta, fiquei chupando seus peitos e ela foi no meu ouvido e perguntou; ....Amor quero gozar, como é que você quer que agente goze ? Eu respondi;..... Fica a critério de vocês.... Ela me disse;.... Tá bom mas antes de gozar vou te fazer uma surpresa e sei que vai gostar.... Em seguida se ajoelhou na frente do Carlos, tirou a camisinha da sua rola e começou a chupar bém forte, tentava engolir tudo, pensei que ela queria uma gozada na boca mais depois veio a surpresa, ela chupou mais um pouco, veio até a mim e me deu um beijo na boca e disse baixinho no meu ouvido;.... Não é uma delícia ?..... Depois disso ela deitou de costas na cama, abril as pernas, mandou Carlos colocar outra camisinha e ir pra cima dela pois queria gozar, Carlos fez tudo que ela pediu, foi pra cima dela e enfiou tudo, ela gritava e gemia;.... Me come meu macho, me faz gozar, só que eu vou gozar sozinha e você goza batendo uma punheta nos meus peitinhos, tá ?....

Carlos atendeu mais uma vez, acelerou a tranza metendo tudo, com força, entrava tudo e ela gozou feito uma louca, em seguida foi a vez do Carlos gozar, ele retirou a camisinha e colocou seu pau no meio dos seios da minha mulher, começou a esfregar e bater um leve punheta e em seguida esporrou um rio de esperma nos seios da minha mulher e dizendo que ela era muito gostosa, em seguida carlos foi tomar banho, eu estava me preparando para gozar quando a Shirlei olhou pra mim e disse;... Vem gozar aqui também..... Eu me aproximei e ela disse;... Só que antes você vai ter que limpar tudo... Pensei em pegar uma toalha mais ela segurou minha mão e disse;.... É pra limpar com a língua pra sentir o gosto do pau dele......Obedeci e limpei tudo e em seguida gozei em cima dela.

Depois fomos tomar banho, nos vestimos e fomos passear, quando voltamos para casa para dormir já era noite e eles queriam mais, só que essa história eu conto na próxima.

 

Corno quer saber mais

Casado á vários anos, sempre tive um enorme tesão em saber das cantadas que minha mulher recebia na rua, no trabalho em todos os lugares que ela ia.
Meu sonho era sempre o de ser corno, o prazer e o tesão que me dava só de imaginar ela sendo possuída por outro, sendo penetrada com vontade, gemendo de tesão sendo chamada de gostosa de putinha, sentido o gozo do parceiro.
Recentemente ela me confessou você é CORNO!!!! È corno desde o nosso namoro quando morávamos em cidades separadas.
Um misto de tesão e nervosismo tomou conta de mim e aos pouco o meu lado corno foi ficando mais forte e o tesão cresceu e eu fiquei escutando o seu relato, no qual vou troquei alguns dados e passo a transcrever mas deixarei algumas pistas na esperança do pegador lembrar e a primeira é que as iniciais do nome dela são A. C., nome composto!

“Ela estava na faculdade de Direito, ela estudava no segundo ano noturno, em uma cidade da Zona da Mata Mineira (fato verdadeiro) , quando um amigo que eu vinha olhando a algum tempo, veio conversar comigo, ele tinha os cabelos pretos, pele um pouco morena, forte, umas pernas bem grossas e dava pra ver que eram cabeludas e estava de pau duro o que deixava uma bela trouxa entre as pernas. Conversamos e pintou um clima e ele quis roubar um beijo, não deixei pois havia pessoas que sabiam do nosso namoro, que contei para ele quando ele me convidou para ir em uma cidade próxima ver um encontro de motociclistas eu iria acontecer no dia seguinte.
Pensei que seria um passeio legal e aceitei, marcando para ele me pegar, na parte da tarde, próximo a minha casa, longe dos olhos da minha família e vizinhos.
Vesti uma saia curta, alias curtinha mesmo, de cor roseada, feita de crochê, blusinha curta sem mangas de crochê branco calcinha branca e não usei sutiã e meia calça e calcei um tênis branco, aquele que você me deu, dizia ela.
Quando entrei no carro ele me olhou da cabeça aos pés e me comeu com os olhos e me perguntou se eu estava pronta para viajar até a cidade, eu disse sim e ele se aproximou e me deu um beijo na boca que eu correspondi e fomos para o encontro de motociclistas.
Na cidade ainda ele veio me falando que eu estava bonita e que adorou ver a minhas pernas, que ele gostava de mulher branquinha como eu e com um sorriso no lábios começou a passar a mão nas minha coxas apertando alternadamente e como viu que eu não me importei ele começou a passar a mão na parte de dentro das coxas e eu para facilitar e mostrar o meu tesão abri um pouco as pernas.
Logo entramos na estrada e ele foi mais ousado e começo a levar a mão até a minha bucetinha roçando de leve, eu então falei para ele prestar a atenção na estrada ai ele me disse que ia dar um jeito nisso e entrou com o carro em um pequena estrada e parou sob uma árvore.
Gelei vpois com essa eu não contava, esperava deixá-lo louco de tesão e dar o fora nele, pois eu já te disse que adorava me exibir, mas ele assim que parou veio sobre mim me abraçando e beijando meu pescoço e quando tentei falar algo ele destravou o banco do carro e com o deu peso o fez descer e assim ele se deitou sobre mim.
Ali estava eu com o meu amigo deitado sobre mim a minha sai já curta levantada acima das minhas coxas, deixando a calcinha amostra ele me chamava de gostosa, meus braços abertos e assim que segurei nos ombros dele para empurrá-lo para cima ele botou a mão na minha bucetinha e viu que eu estava molhadinha começou a alisar forte e enfiou os dedos e começou a me masturbar.
Eu tremi e pedi para parar, mas ele começou a chupar meus peitos e morder os biquinhos e me chamar de gostosa e disse que uma menina, tinha 24 anos na época, assim devia aproveitar a vida e além disso, mostrou o pau duro e disse que agora eu teria que dar um jeito nisso que duro e com tesão ele não ia ficar e não adiantava falar que era noiva, pois não havia mandado eu mexer com fogo, agora ia ter de dar de qualquer jeito.
Senti nessa hora ele afastar a minha calcinha pro lado e senti o pau dele penetrar com força e ele viu que eu gostei quando dei um grito e relaxei e puz a minha perna direta no painel do carro.
Ele falou isso gostosa mexe como a puta que você é, me mandava rebolar, gemia forte e ele bombava com força eu falava que tava doendo um pouco e ele fazia com mais força e dizia, puta não tem vez, mordia meu peitos e falava que ia deixar marcado para o noivo ver, eu falava não faz isso e ele dizia então rebola vadia. Eu rebolei com medo das marcas e ele fazia forte ai meu tesão começou a crescer comecei a gemer alto sem medo e me soltei.
Ele percebeu que eu ia gozar e falou tá com tesão putinha então goza!!!!!!
Gozei com louca falando para ele meter e meter forte na puta dele senti ele apressar o ritmo e de uma vez tirou o pau para fora, e gozou nos meus peitos e barriga.
Só ai eu vi que ele não usava camisinha e eu fiquei com medo pois não tomava remédio, né.
Assim que gozou ele sentou no banco e eu comecei a me recompor, quando ele falou :
Você vai assim suja para casa para se lembrar do dia de putinha!!
Ele me levou até perto de casa, me deu um beijo e disse que outro dia ia passear comigo de novo sai dali suja passando pela rua com a saia curta e sentindo que os homens estvam em olhando.”

Esse foi um dos relatos que minha mulher me contou, existe outro com outro colega da faculdade, espero que o comedor ou comedores se lembrem e mandem email para almirantevalente@yahoo.com.br que adorarei saber da vida de putinha da minha mulher.

 

Viagem inesquecivel, comi a esposa de meu melhor amigo!

Bom, meu nome é Mateus tenho 22 dois anos o relato que vou contar aconteceu em Abril de 2010.
Moro em Caxias do Sul RS e a uns 5 anos meu melhor amigo saiu daqui para morar em Roraima RS.
Sempre prometi que iria visitar a cidade dele até que chegou a oportunidade peguei um avião e
sai na minha aventura.
Quando cheguei no aeroporto de Boa Vista estava mais ou menos uns 25°c quem me recebeu foi a esposa de meu amigo
Loira olhos cor de mel 1,60m aproximadamente muito bem vestida para o meu gosto e uma delicia
dos pés a cabeça mas como era mulher do meu amigo não dei muita bola. Sai dali e fomos a um barsinho. Como fazia muito tempo que nos não nos víamos
conversamos bastante comemos um lanche mostramos fotos cantamos no karaoke até que ele disse que ia ao banheiro.
Nessa hora ela se levantou passou atrás de mim e encostou os peitos da minha cabeça sentou a meu lado pegou na minha mão
e disse que nos iríamos se divertir muito por ali.
Quando ele voltou pagamos a conta e saímos conhecer a cidade. Paramos em uma avenida lotada
com muito forró tocando mulheres lindas insaciáveis pela dança quase um verdadeiro escárnio.
Tiramos fotos bebemos caipirinhas de todos os sabores até que pelas quatro da manhã me convidaram para ir até um banho para curar a ressaca antes mesmo que ela chegasse.
Saímos dali ela no banco da frente bem comportada rindo das situações inusitadas como a travesti, Michele que conhecemos
bem afeiçoada que convidou nós para conhecermos um puteiro bem badalado da capital .
Papo vem papo vai e um trajecto de estrada de chão chegamos ao tao banho paramos a uns 10m do local com o farol do carro iluminando o ambiente trazendo um ar de experiência única .
Descemos do carro ele retiro a roupa um moreno bem forte de 1,75 cabelos negros e traços de uma mistura de cabloco
com gringo. Pedi licença para ele se poderia tirar a roupa toda também pois a mulher estava junto, ele falou que sim na mesa hora arranquei toda minha roupa e sai correndo para o banho passando mil coisas pela minha cabeça menos a experiência que estava por vir.
Entrei primeiro a água estava bem morna depois ele em seguida ela como estávamos contra luz pude ver suas curvas sinuantes
o cabelo liso pela cintura e o volume dos seus seios lindos e dourados sendo molhados pelas correntes do rio.
Fiquei meio ao longe pensando naquela experiência até que começaram a se beijar de pronto começei a a me masturbar
pensando que teria uma experiência única de voyager, olhando eles naqueles amassos percebi que estavam cochichando dizendo que não tinham combinado nada, até que ele meu amigo de alta data pediu para mim chegar mais perto. Me encorajei meu coração quase saltava pela boca meu corpo flutuando dentro da agua sentindo a areia em cada passada que dava até que me aproximei bem perto e dei um beijo no pescoço dela, se virou me me agarrou como eu fosse o que ela mais queria naquele momento acariciei suas lindas pernas sua chana molhada seus seios enquanto vislumbrava a silhueta da penumbra que aquela madrugada estava me presenteando.
Naquele momento me levantei de pronto ela se agarrou no meu Pau e começou a chupar
deliciosamente como uma safada que sabe o que está fazendo, enquanto ele bombava por trás
e sorria pra mim dizendo, aproveita bem, nunca imaginou que iria tranzar com a mulher do teu amigo, né safado!
Ela trocou de pau e eu comecei a comer aquela buceta gostosa no balanço que só a água pode proporcionar
enquanto ela entre gemidos implorava para que nós continuássemos dizendo que queria ser enrabada pelos dois e ao mesmo tempo.
Meu amigo agarrou ela pelas perdas socou tudo que dava enquanto ela separava com as duas mãos sua bunda tesuda quase gritando dizendo põe no meu cuzinho, quero ver se você é realmente o que falam quero sentir duas pirocas dentro de mim anda logo estou louca para gozar com dois machos dentro de mim, ai que delicia continua assim que ta gostoso continuamos e trocamos novamente ele por trás comendo aquele cuzinho
apertado enquanto eu comia a buceta da esposa depravada. Se agarrávamos aonde podia ela agarrada da meu pescoço gemendo que nem uma alucinada até que gosamos os três juntos.
Dei mais um beijo gostoso nela e deixei os dois sozinhos para dar um mergulho e tentar acreditar que realmente aconteceu está passagem na minha vida. Saímos dali fomos para o carro
rindo e comentando sobre proezas que fazíamos eu e ele na minha cidade natal.

Mateus Matê!!!

 

Minha exibida fodendo no carro

A minha mulher sempre fica com tesão na praia. Diz que não pode tomar sol na periquita que já fica com vontade de dar. Naquela noite tinha uma banda tocando num bar a beira mar e eu levei a danada pra dançar. Tomamos alguns “capetas”, olha o nome do drink, por aí você imagina o efeito que causa. A putinha, que estava excitada de tanto ficar com a bunda exposta ao sol, ficou alegre que só vendo. Ficamos por lá, bebendo e dançando, até de madrugada. O tesão estava demais. Muito birita, e o calor foi baixando na piriquita dela. Tava que tava, rebolando toda, com uma sainha curta que deivaxa suas coxinhas muito tesudas. Resolvi levar a vadia embora pra passar-lhe a vara, que é o que um macho deve fazer numa hora dessas.
Quando chegamos no estacionamento, cheio de carros e meio escuro, lembramos que tínhamos deixado nosso filho com meus na casa que tínhamos alugado. Pequena, todo mundo dormindo meio empilhado, não ia dar pra trepar ali. Ainda mais que a cadelinha grita que nem uma louca na hora de gozar.
Louca de tesão, ela queria dar de qualquer jeito. Com as biritas na cuca, foi tirando logo a calcinha, nem se importou com uns dois ou três carinhas que estavam por ali, batendo papo encostados num carro próximo. Pelo contrário, ficou foi mais tesuda ainda, louca pra que vissem pelada e levando vara. Dedilhei a bucetinha que tava inchada, como eu gosto. Ela me beijava, enfiando a língua na minha boca e gemendo, abrindo bem a pernas. Os caras perceberam que tava rolando sacanagem, mas tentavam disfarçar, continuando a conversa animada, rindo muito, mas um deles que estava de bermuda de surfista, encostado no carro, não parava de alisar o pau. Não chegou a tirar pra fora, mas minha safadinha gostou de ver que ele ficava se pegando e foi ficando cada vez mais excitada. Gemia alto e perguntava:
-Será que eles tão vendo minha xaninha? Olha aquele se alisando todo... é fortão... será que dá pra ver bem de lá?
- Acho que não. Se quiser que vejam bem, vai ter que empinar esse rabo, sua vadia.
Passei para o banco do carona e ela veio por cima, empinando bem sua bundinha pequena mas muito bem formada. Sua pele branca com certeza contrastava com a semi-escuridão no interior do carro. Aqueles moleques estavam vendo tudo, com certeza. Fiquei meio apreensivo de que tentassem alguma, mas eles continuaram disfarçando, falando alto, como se não estivem nem aí. Mas pelo modo como o sujeito apertava o pau por cima da bermuda era óbvio que tava curtindo.
- Empina bem essa bundinha, o fortão tá excitadão... senta no pau, mostra pra ele que você sabe foder uma pica.
Subi a saia da putinha, deixando seu rabo todo à mostra. Ela gemia e virava a cabeça pra trás, pra conferir se estavam observando. Voltava a cabeça e me beijava, doida de tesão.
- Mostra os peitinhos pra eles também. Deixa eles verem tudo de uma vez.
Não precisei falar duas vezes. Com a maior facilidade ela puxou seu topizinho por cima da cabeça e ficou nua, sobrando só a sainha toda levantada na cintura. Virava meio de lado, pra que pudessem ver suas tetas de perfil, bem empinadinhas e bicudas que são. Eu mamava e soltava pra ela mostrar. Estava irreconhecível, nem parecia uma senhora casada, mãe de um filho. Tava mais pra uma atriz pornô. Só que não tava fingindo.
- Tá gostando de dar na frente deles, sua cadela?
- Ái, eu to... que tesão... não vou aguentar muito tempo... se me chamar de cadela de novo eu gozo já.
Fiquei quieto por um tempo, só apreciando a performance da minha esposinha exibida. Que bela sem vergonha estava me saindo. E pior é que eu estava gostando. E os caras lá fora também. Começaram a ficar mais ousados e alisavam suas picas menos disfarçadamente.
- Será que ninguém vai tirar o pau pra fora... queria ver o pau daquele fortão... deve ser grande e grosso.
Mas nenhum deles ousou mostrar a vara. Acho que porque estavam em três. Um cara sozinho com certeza teria posto pra fora e tocado uma punheta. Mas para azar da minha exibidinha, ninguém teve coragem.
Não agüentando mais, ela urrou, avisando que ia gozar. Sentou forte no pau, várias vezes, gemendo que nem louca. Depois foi sossegando, até parar, com o rabinho ainda empinado para os sortudos. Quase desmaiou a putinha. Eu também gozei forte, me segurando pra não gemer alto demais.
Assim que nos recuperamos, bateu aquele medo, meio arrependimento, meio culpa. Pulei rapidinho pra banco do motorista, liguei o carro e saí acelerando, torcendo pra que não tivessem anotado a placa do carro. No caminho ela foi se vestindo e acabou dormindo, exausta e ainda meio bêbada.
Foi a única vez que fizemos algo assim, mas não esqueço de como ela estava excitada. Se os caras tivessem chegado mais perto, não sei o que poderia acontecer. Ainda bem que ficou só por isso. Mas descobri nessa noite que minha mulher pode ser uma tremenda vadia quando bebe.

 

Minha mulher chupou meu cú

Olá, meu nome é Alex, tenho 42 anos e sou casado ŕ 20. Tenho uma vida conjugal muito sólida, minha esposa é maravilhosa, porém muito recatada.

Eu adoro sexo oral e acho que entre 4 paredes vale tudo para o prazer, ela até já fez sexo oral algumas vezes, mas parece năo gostar muito.
Em todo esse tempo de casado eu ainda năo a tinha levado a um motel. Um dia resolvi fazer uma surpresa uma surpresa, convidei ela para dar uma volta, e sem dizer nada entrei num motel. Ela ficou calada, quando já estávamos lá dentro eu disse que queria realizar esse sonho.
Ela estava meio tensa mas foi relaxando aos poucos, talvez pelo ambiente, os espelhos, etc… senti que a minha esposa estava diferente, com mais tesăo, mais solta, mais liberal… de cara ela me fez um boquete maravilhoso sem que eu pedisse, isso em casa era impossível.
Fomos para a piscina, estava uma delicia pois era Verăo e a água estava numa temperatura super agradável. Fizemos amor ali mesmo…
Minha esposa năo é de beber, mas ali nós já estávamos na segunda garrafa de vinho. Ela já estava meio alterada, começámos entăo a fazer um 69 delicioso, eu estava por baixo e a visăo daquele cuzinho na minha frente me deu um tesăo enorme… Entăo eu resolvi inovar, fazer o que ela jamais permitiria de sóbria.

Comecei a passar a língua na sue bucetinha até ao cuzinho, senti que ela deu um gemidinho, entăo continuei, passei a demorar mais um pouco no cuzinho enfiando toda a língua e colocando o dedo na sua bucetinha. Ela passou a gemer mais alto, quase gritava. De repente ela parou de me chupar e enfiou a língua no meu cu também, fiquei assustado mas era gostoso demais… ela me chupava e me punhetava, eu nunca tinha experimentado uma coisa assim, só quem já fez é que sabe o quanto é gostoso senti que ela estava me imitando, entăo continuei chupando a sua bucetinha e enfiei um dedo no seu cuzinho que já estava lubrificado, passei a fazer um vai vem bem gostoso, ela rebolava, dizia que estava gostoso, gemia, gritava. De repente meteu meu pau todo na boca até ŕ garganta, depois enfiou o dedo no meu cu que também já estava lubrificado com a sua saliva… Aí foi demais, eu é que passei a rebolar, a gemer e a gritar, pedia para ela enfiar mais…. Ela metia e tirava, fazia um vai vem e eu fazia o mesmo com ela. Năo sei quem rebolava, gemia e gritava mais!!! Nessa loucura gozamos juntos um na boca do outro.
Foi um orgasmo tăo intenso que dormimos naquela posiçăo, depois de 2 horas de sono acordamos meio tontos, ainda tentei mais alguma coisa mas ela disse que queria ir embora, estava preocupada com as crianças…
No carro quase năo nos falamos, nunca mais tocámos no assunto. Em casa já tentei fazer a mesma coisa mas ela năo me deixa, nem a bucetinha ela me deixa chupar.

Uma vez estavamos fazendo amor de 4 e tentei colocar meu dedo no seu cuzinho, mas ela rapidamente mudou de posiçăo.
Já a convidei para ir-mos ao motel novamente mas ela năo aceita. Năo tenho coragem de tocar no assunto, pois tenho medo que ela pense que eu sou Gay, o que năo sou, mas confesso que aquela experięncia mexeu comigo. Como eu gostaria que ela fizesse de novo!!!!
Como ela quase nunca faz oral comigo, ŕs vezes vou a essas galerias eróticas onde acabo levando uma chupada de algum viadinho ali presente.

rayketo@hotmail.com

 

Uma fantasia perigosa

Por: claudiacasada23@hotmail.com

-Amor, vamos passar naquela avenida onde ficam as prostitutas?
-Vamos, assim poderemos nos divertir um pouco
-Olhe Roberto, aquela loirinha... que linda!
-Hummm não sei não Cláudia, acho que é travesti...rs
- Ah! Mas bem que você ficou excitado olhando para a bunda dela...rs
- Você teria coragem de por uma roupa daquelas e fingir que é uma prostituta?
-Claro que sim... Se você deixar...
- Eu deixo, mas duvido que você tenha coragem
-Quer apostar? Se eu for, vc deixar eu dar para o meu ex?
- E se você não for? Você deixa eu sair com minha prima?
- Fechado, aposta feita.
- E se eu gostar de algum “cliente”?
- Nada disso, o máximo que você pode fazer é passar a mão na pica dele e mesmo assim por cima da calça.
- Ah meu corninho, e se ele tirar a pica prá fora e pedir prá eu dar uma lambidinha... só na cabecinha.?
- Vamos ver... Mas não quero ninguém passando a mão em você
- Ah não meu boizinho, passar a mão não arranca pedaço
- Ok minha vaquinha, mas não quero que passe disso, sou um corninho ciumento
Assim era a vida deles, cheia de fantasias, cheia de tesão. A avenida estava cheia de prostitutas se oferecendo, os carros iam e vinham. A maioria do homens estavam sozinhos, mas também passavam casais e grupos de amigos.
Roberto ficou com aquela fantasia na cabeça, na verdade ele adoraria ver sua deliciosa esposa de mini-saia, sem calcinha sendo cobiçada por aqueles homens a procura de sexo pago.
Chegaram em casa, e ele estava ancioso, sentiu vontade de realizar aquela fantasia.
- Amor, põe aquela sainha preta, curtinha... Vamos voltar lá.
- Você quer levar a nossa aposta adiante?
- Vamos apenas estudar o terreno
Cláudia fez o que Roberto pediu, vestiu uma sainha preta, rodada bem curtinha, vestiu também um calcinha branca, que ficava enfiada naquela bundinha deliciosa.
Roberto decidiu ficar numa rua próxima à avenida das prostitutas, onde o movimento era bem menor.
- Desce aqui minha cadelinha, fique proóxima ao ponto do ônibus, vou dar a volta no querteirão e ficar te olhando de longe.
Cláudia estava nervosa e, ao mesmo tempo, excitadíssima com aquela situação. Ela não conseguia ficar parada devido à sua anciedade. Andava bem devagar pela calçada, de longe Roberto podia ver aquela sainha preta balançando de um lado para o outro, aparecendo um pedacinho da calcinha branca... Como ela estava linda.... Não demorou muito parou um carro ao seu lado.
- Oi gata, tudo bem?
-Oi tudo bem. E você? Ta afim de um programinha?
Claudia não sabia o que dizer, era uma mistura de medo e tesão.
- Quanto?
- R$350,00 mais o motel
Ela deu um valor bem alto, para que o cara desistisse, normalmente as mulheres cobravam uma média de R$80,00.
- Nossa...Tá muito caro, por esse preço da prá comer a Cléo Pires...rs
- Este é o preço, se você não pode pagar...
- Valeu, quem sabe outra hora.
O cliente se foi, mas nem todos eram bem educados assim, muitos a xingaram de nomes que ela nem sabia que existia. De longe Roberto observava tudo.
Por volta das 3h da madrugada, parou um carro ao seu lado, ela não sabia a marca, mas sabia que era um carro importado.
- Oi tesuda, quanto é o programa?
- R$350,00 mais o motel.
- Uma vadia linda como você vale R$1000,00, eu topo, entra ai.
Claudia gelou, ela jamais podia esperar que alguém aceitasse gastar quase R$500 por uma trepadinha.
- Infelizmente eu já estou indo embora, quem sabe amanhã?
O sujeito não gostou da resposta.
- Quem você pensa que é, sua vadia? Você deu o preço e eu aceitei... Agora exijo que você cumpra a sua parte.
Ela continuou negando, ele desceu do carro e começaram a discutir. Robertou notou que algo estava errado, ligou o carro e foi socorrer sua esposa.
- O que esta acontecendo aqui?
- Essa vadia, combinou um preço comigo e agora quer pular fora.
- Mas é um direito dela, se ela não quer você tem que respeitar a decisão dela.
- Respeitar o caralho! Ou ela faz o programa ou o bicho vai pegar.
A situação estava fora de controle. Cláudia não queria transar com o estranho, mas propôs o seguinte:
-Olha eu estou muito cansada, mas prá você não ficar no prejuízo, eu posso fazer uma chupetinha bem gostosa prá você e não vou cobrar nada.
- Ok! Eu aceito...vamos.
-Mas tem uma coisa, eu quero que seja no carro desse cavalheiro. Disse Claudia apontando para o marido, que neste momento estava apavorado.
- Mas porque?
- Porque ele parece um bom sujeito e vai me proteger de você, nós ficamos no banco de trás, ele fica dirigindo até você gozar, depois volatamos aqui e cada um segue o seu rumo.
O sujeito aceitou, afinal de contas, iria ganhar uma chupeta de graça, de uma loirinha linda e gostosa.
E lá foram eles, Roberto dirigindo, Claudia e o cliente no banco de trás.
Pelo retrovisor Roberto observava tudo, o cliente encostado do lado direito do banco, com as pernas abertas esperando pelo prêmio.
Cláudia se ajoelhou entre as pernas dele, com calma baixou o zíper, enfiou a mãozinha trêmula entre a cueca dele e pegou um cilindro grosso, que pulsava forte de tanto tesão. Com esforço ela puxou aquela pica pra fora, ela nunca tinha visto uma daquele tamanho, a cabeça enorme estava pingando... Roberto dirigia lentamente e apreciava a cena, cheio de tesão.
Claudia lambia a cabeça daquela rola com maestria.
- Que rola deliciosa. Ela dizia – Hummmm que delícia.... Bem mais gostosa do que a piroquinha do meu marido.
- O cliente se contorcia, sentir aquela boca macia, molhada...era o paraíso.
- Se você for um bom cliente, e voltar outro dia, eu deixo você comer minha bucetinha... e se você lamber meu cuzinho eu dou ele também.
O cliente estava quase explodindo:
- Deixa eu chupar sua buceta.... depois eu gozo na sua boca.
Claudia deixou, sentou-se no banco, tirou a calcinha e abriu as pernas. Os olhos do cliente brilhavam de felicidade, nunca tinha visto uma bucetinha tão perfeita. Ele lambia, enfia a língua, mordia... parecia um animal no cio. Claudia gemia alto:
-Que delícia... como você chupa bem...queria que meu marido visse prá ele aprender como se faz...hummmm
Roberto assistia tudo calado, cheio de ciúmes e de tesão....
E o cliente chupava gostoso, Claudia gemia alto... Ele parou um pouco, começou a limpar a boca com a mão. Claudia vendo isso disse:
- Não limpa assim não, dá a sua boca aqui que eu limpo com a minha língua.
E lambia a boca dela, o nariz... o rosto todo, e chupava a lingua dele com gosto.
O cliente não agüentando mais disse:
- Chupa minha rola... não agüento mai segurar.
Claudia pelo aquela pica enorme e chupou com vontade, com tesão até sentir um liquido quente espirrando em sua boca, a porra escoriia pela boca dela... Ela tirou a pica da boca e ainda levou três jatos na cara.
Roberto parou o carro, o cliente saiu satisfeito, dizendo que a procuraria novamente.
Claudia passou para o banco da frente, seu tesão estava à flor da pele, ela e marido se beijaram, um beijo longo, molhado, desesperado... Pararam no primeiro motel que encontraram e fizeram amor gostoso, rindo e relembrando a aventura que tiveram. Ao amanhecer foram prá casa, como se nada tivesse acontecido.

Gostou do conto? Me mande um email: claudiacasada23@hotmail.com

 

Uma aventura no drive-in

-Que calor!
-Verdade, a gente podia sair pra passear, o que você acha, Roberto?
- Tudo bem Cláudia, que tal irmos a um drive-in, como fazíamos quando éramos namorados?
-Boa idéia, coloque uma bermuda, assim fica mais fácil, vou colocar algo mais leve também.
Roberto vestiu a bermuda e ficou na sala esperando por sua esposa, quando ela apareceu, vestia um vestido de alcinhas, transparente na luz, ela usava sandálias havaianas e estava sem calcinha. Roberto a abraçou e passou as mão suavemente nas sua nádegas, por cima daquele vestido macio.
- Então vamos? Claudia perguntou com um sorriso sacana...
No caminho havia um trânsito lento, e o calor estava insuportável.
- Você fica um tesão neste vestido!
- Sei que você gosta, por isso o coloquei.
Roberto adorava exibi-la, quando um caminhão parou ao lado do carro, ele começou a passar a mão nas coxas grossas de Cláudia, que abriu as pernas para que ele pudesse brincar com sua bucetinha molhada.
Quando Roberto percebeu que o caminhoneiro estava olhando pra eles, não teve dúvida, puxou o freio de mão e passou a lamber aquela bucetinha gostosa, e só parou ao ouvir a buzina do carro que estava atrás. A esta altura, Cláudia gemia de prazer. O trânsito andou e eles foram para o drive-in.
Enaquanto esperavam pelo atendente, Roberto pediu a Claudia:
-Amor, coloque o pé direito sobre o banco, quero que o atendente veja sua buceta, vou fingir que não notei nada!
Cláudia fez o que o marido pediu, a luz do box deixava claramente aparecer aquela buceta delicosa, quase totalmente depilada, ela inclinou um pouco o banco e fingia ler uma revista quando o atendente chegou:
-Boa noite!
-Boa noite!
-O que vão querer? Ele fala com Roberto mas, mas não tirava os olhos daquele espetáculo maravilhoso....
-Queremos somente uma cerveja.
-Ok! Já volto.
Quando o atendente saiu Roberto olhou do lado, o banco do carro estava molhado, Cláudia estava cheia de tesão, Roberto também, e ele sabia que o atendente ficou excitado.
-Roberto tirou a pica pra fora, estava latejando de tesão, enquanto esperavam pela cerveja, Claudia não resistiu, passou a lamber aquela pica que ela tanto desejava.
- Com licensa, aqui está a cerveja. O atendente fala com voz trêmula, excitado com a visão daquela mulher linda, chupando a pica do marido.
Roberto agiu naturalmente, como se nada estivesse acontecendo.
José, o atendente, não conseguia disfarçar o tesão que sentia, Claudia estava debruçada no colo do marido, seu vestido estava puxado para cima mostrando aquela bunda redondinda, macia, rosada....
Quando José estava fechando a cortina, Roberto olhou pelo retrovisor e viu um enorme volume sob suas calças.
Os dois se divertiam com aquele exibicionismo, o tesão entre eles aumentava mais e mais....
-Meu corninho, vamos sair do carro pra você chupar a buceta da sua vaquinha sobre o capô?
- Vamos sim minha cadela, vou te por de qutro sobre o capô, vou chupar essa buceta deliciosa e lamber seu cuzinho...
Eles saíram do carro, ela nem precisou tirar o vestido, ficou debruçada sobre o carro, Roberto levantou seu vestido até seu pescoço, aqueles seios enormes encostados no capô, aquela bunda gostosa arrebitada, aquela buceta toda encharcada de tesão....
-Hummmm que delícia...adoro chupar essa bucetinha.....
-Ai meu corninho.... estou com vontade de chupar uma rola enquanto você me lambe....Posso?
-Pode sim minha cadelinha, pode o que você quiser....
Eles adoravam aquela fantasia, aquilo os deixava super excitados.
-meu corninho, e se depois que chupar ele quiser me fuder?...vc deixa?
-Claro que sim minha vaquinha, mas você tem que chupar minha pica enquanto ele te fode.
-Claro meu corninho, depois vocês trocam de... De repente ela leva um susto e para de falar
- O que foi sua vaca? A pica dele tapou sua boca?
Ela susurrou nervosa:
-Amor, acho que vi alguém nos espiando.
Roberto parou e olhou para a cortina do box, havia alguém na porta, do lado de fora, mas ele só podia ver os pés.
-Minha putinha, deixa ele olhar
- Ah meu corninho, e se ele entrar aqui?
- Deixe... Estou louco de vontade de ver você chupando uma rola diferente
Mesmo eles sussurrando, do lado de fora José ouvia tudo, seu coração batia forte, tinha vontade de entrar, colocar a rola na boca daquela mulher tão linda, mas tinha medo, e se eles me denunciarem? Não posso perder este emprego.
-Meu corninho, deixa eu chupar a rola dele?
Roberto não agüentava mais de tanto tesão.
-Claro minha vaquinha.... se ele entrar você pode fazer o que quiser.
José não entrava, ficava do lado de fora, passando a mão na rola que já estava pingando.
Roberto teve uma idéia:
-Amorzinho... vou até o banheiro... já volto.
Ao sair, notou o nervosismo de José, que não conseguia disfarçar o tesão que sentia.
-Por favor, preciso ir ao banheiro, você poderia tomar conta do meu carro? não quero que ninguém fique olhando para a minha mulher.
-Pode deixar Sr. Respondeu José com a voz trêmula
Claudia continuava na mesma posição, contorcia as nádegas de tesão, de vontade se ser penetrada.
-Por favor, disse ela a José, você poderia encher meu copo de cerveja?
José entrou no box, o tesão era maior do que o medo. Com as mãos tremendo, mal conseguia segurar a garrafa. Encheu o copo e deu a ela:
- aqui está!
Ela tomo um gole, e passou a língua maliciosamnte sobre os lábios....
-como você se chama?
-José.
-Você sempre fica escondido, olhando os clientes?
- Não... mas depois do que vi senti vontade de olhar
- Hummmmmmm.... gostou do que viu?
- Nunca vi uma mulher tão linda e gostosa tão de perto
- Você deve ter uma rola bem grande... Chegue mais perto.
José se aproximou, ficou de costas para a entrada do drive, Claudia abaixou o zíper de sua calça, ele estava sem cueca, uma rola enorme saltou para fora, Claudia acariciou aquela pica enorme com as duas mãos... Neste momento Roberto já estava do lado de fora, agora era ele quem espionava, Claudia percebeu e entrou no jogo do marido.... Ela lambia aquela pica, José não agüentava mais....
- Moça, acho melhor eu ir, seu marido deve estar voltando.
- Não se preocupe ele vai demorar, quando ele chegar você sai.
Ela mal conseguia chupar, a cabeça da rola preenchia toda a sua boca....
Não agüentando mais de tanto tesão, ela parou de chupar e ficou de quatro esperando ser fudida por auquela rola.
José meteu tudo de uma só vez, parecia um cavalo desesperado, o carro chegava a balançar com as estocadas. Roberto do lado de fora se masturbava, a visão de sua esposa sendo comida por outro era incrível e inédita para ele.
- Gostosa... nunca comi uma buceta tão deliciosa...tão apertada....
- Eu nunca senti uma pica tão grande me fudendo
- Hummmmm mexe gostoso.... que bunda linda que você tem...
- Que pica deliosa... que tesão....
-Vou gozar....
- Não.... na minha buceta não, quero que você goze na minha cara... quero ver esta pica gozando
José tirou o mastro... Quando Claudia tocou nele, a pica de José começou a espirrar porra para tudo que era lado, o rosto de Claudia ficou todo melado.
Neste momento Roberto decidiu entrar, queria que José pensasse que ele não tinha visto nada, pois não queria que outro homem o chamasse de corno.
Roberto deu alguns passo para trás, tossiu alto, alertando José sobre sua chegada.
Vendo que Roberto estava chegando, José saiu rapidamente, satisfeito...feliz.
Roberto olhou para Claudia, ela estava se contorcendo de tesão sobre o capõ do carrro, ainda não havia goszado... Roberto também não.
Roberto tirou a pica pra fora, segurou sua amada bem forte pela cintura e meteu tudo.
- Agora é minha vez, minha vaca gostosa.
- Me fode meu corninho gostoso, te adoro...
- Gostou de sentir outra rola?
- Adorei... Que pica deliosa que ele tem...você é um amor...meu corno!!!
E os dois gozaram juntos e tiveram a melhor foda de suas vidas, pediram a conta e foram embora, como se nada tivesse acontecido.
 

Aventura de exibicionismo

Eu tenho 39 anos sou casado a treze ano com uma morena gata e muito gostosa ela tem 1,65 de altura , olhos castanhos pele morena peitos médio e bumbum empinado.
Eu tenho 1,67 de altura olhos castanhos pele clara .
Bom vamos começar este relato real que aconteceu .
Eu sempre quis que ela se exibisse mais ela é muito tímida e envergonhada mais aos poucos fui conseguindo derrubar certos barreiras e medo da parte dela em relação a estar adrenalina que o exibicionismo nos dar, so de sou eu saber que ela estar comigo em um bar de saia ou vestido e sem calcinha , isso para min já é o Maximo quando isso aconteceu pela primeira vez ela ficou um pouco sem graça mais eu a estimulei para que ela agisse naturalmente ela foi aos poucos vendo como é estimulante esta brincadeira e ate gostou mas não chegou a se exibir como eu gostaria que acontecesse.
Passado alguns dias nois saímos de novo desta vez não precisei pedir-la para ir sem a calcinha ela mesmo já foi sem ela .
Só que eu queria um pouco mais de adrenalina pedir para que ela não ficasse tão retraída que se exibisse um pouco ela não entendeu o que eu queria dizer. Então eu mostrei dois rapazes sentados numa mesa em frente a nossa ai ela entendeu mas disse que não tinha coragem não.ai eu falei
---abre amor as pernas e aja naturalmente como se estivesse vestido de calcinha .
Ela meio sem jeito começou a abrir as pernas
da onde estavam os dois rapazes dava para ver perfeitamente a xereca da minha esposa o primeiro que viu conversou com o outro e eu fingindo que nada estava acontecendo
Minha esposa ficou sem jeito e disse que iria fechar as pernas eu disse calma amor deixe eles se deliciarem em verem uma xereca tão bonita como a sua. Eu comecei a encher o copo de cerveja dela e ela bebia de uma maneira que eu nunca tinha visto eu acho que era devido ao nervosismo de estar se exibindo daquela maneira para dois desconhecidos.eu caros leitores já estava com o cacete todo molecado só de ver este fato depois de uns vinte minutos eu paguei a conta nos fomos para casa e trepamos feitos loucos .eu ti digo caros leitores toda adrenalina é estimulante para o sexo e quanto mais adrenalina mais gostoso fica o sexo
Transa Na praia

Eu tenho 39 anos sou casado a treze ano com uma morena gata e muito gostosa ela tem 1,65 de altura , olhos castanhos pele morena peitos médio e bumbum empinado.
Eu tenho 1,67 de altura olhos castanhos pele clara .
Sempre tive uma fantasia que era de assistir ao vivo a um casal transando ou mesmo alguém assistir eu e minha esposa transando para mim a adrenalina ou tezão é o mesmo quero deixar bem claro que assistir não participar da transa.
Eu armei um esquema sem minha mulher saber arranjei uma casa de praia de um amigo e convidei ela para passar o final de semana comigo ela aceitou de imediato , eu comprei um biquíni branco não era devasso no tamanho mais era praticamente transparente idéia minha é claro.chegando na casa de praia descansamos um pouco almoçamos e eu dei para ela o biquíni que ela iria usar ela olhou para o biquíni e disse amor quando molhar não vai ficar expondo a minha buçeta para os outros varem. Não amor a vendedora falou que este biquíni não fica transparente não que ela tem um igual deste e ela usa sem problema ela mi respondeu
----tudo bem então
Famos para praia chegando lá ,para sorte dela não tinha muita gente só umas vinte pessoas e nois ficamos ou pouco isolados pois ela gosta de ficar sem muita gente por perto de nois;e eu doido para que ala fosse tomar banho para eu ver como ficaria o biquíni depois de molhado, ela me chamou para ir para a água eu disse vai você amor depois eu vou pois agora eu vou comprar uma cerveja para nos bebemos , eu sai para comprar a cerveja e ela foi para água tomar banho, demorei uns dez minutos quando voltei ela estava ainda na água sentei e esperei ela sair da água nisso apareceu um jovem e um senhor de seus 50 anos e sentaram perto de onde eu estava, fiquei na expectativa de v er minha esposa sair da água pois agora com certeza teria show de buçeta a mostra é gente e ela saiu da água e nem percebeu que o biquíni que ela estava usando praticamente a deixava nua ,os dois homens não conseguiram tirar os olhos de cima da minha mulher e nem eu mesmo não conseguiria pois estava um espetacular de visão.
Ela chegou e disse amor a água estar muito gostosa e eu falei e você também amor ,ela me olhou e falou porque você falou isso agora amor, eu disse porque este biquíni em você é deslumbrante.
Foi aí que ela notou a transparência total do biquíni e ficou vermelha de vergonha, eu acalmei e disse calma amor agora não tem mais jeito o rapaz e o senhor já te viram do jeito que você estar e pode deixar que eu não me importo de você estar assim ela olhou para mim e dissse
--- você é doido vou mi vestir logo, não vou ficar assim nada
Eu falei tudo bem então amor pode se vestir ela se vestiu,
e mi disse: você é muito safado mesmo mi disse que o biquíni não ficaria transparente e era mentira sua.
Bom amor foi isso que a vendedora mi disse amor mais eu gostei de te ver assim e fiquei com um tezão danado; que tal nos irmos para água fazemos amor.
Você é louco e estes dois homens ai em frente, que já mi viram praticamente nua, vão logo perceber o que nos estaremos fazendo na água.
Eu respondir.
___e o que tem amor isso eles podem perceber, sim mais não participar e tem mais esta é uma fantasia minha e gostaria que você aceitasse vai amor vamos para água.qual casal que ainda não transaram em um rio ou em uma praia .
Ela olhou para mim olhou para os dois homens e disse :
---ta certo eu vou pois sei que você vai ficar sangado comigo se eu não for, mais eu vou enrolada na tolha de banho pois não quero mi exibi mais do que eu já min exibi para estes tarados que não param de olhar para ca.
Ela levantou se enrolou na tolha e foi para água, eu não pedir tempo e fui atrás dela chegando na agua não contei conversa fui logo baixando ela puchei o biquini para o lado e metir a minha pica naquela xereca gostosa entrou macio devido a agua e a lubrificação natural da buçeta, ela gemia e olhava para onde os dois homens estavam e mandava eu meter mais rapido e eu é claro metia com vontade na excitação eu coloquei seus seis para fora e comecei a bolinar neles e ela min chamava de puto gostoso ,safado tesudo e mim xingava de tudo que ´e nome e os dois homens com certeza estavam percebendo o que estava acontendo pois não satisfeitos por estarem longe levantaram e vieram para água aonde nos estavamos minha es posa vendo eles se aproximarem mi pediu para parar pois os dois homens estavam vindo eu falei:
Deixe eles virem amor mais eu não vou tirar a minha pica da sua xoxota não.
Fiquei parado com a minha pica enterrado na xoxota dela ,ela colocou de volta a parte de cima do biquine e ficamos assim como se nada estivesse acontecendo .o senhor de idade chegou e perguntou se podia ficar ali tamando banho eu disse que não teria problema eu fiquei metendo devagar e beixando o cangote dela ela pedia para parar e eu metendo ela com certeza estava exitada com a situação e falou já que voce quer que eles vejão então meta gostoso poxa galera eu metir com mais gosto do que nunca sabendo que logo ali perto de nois estava dois caras praticalmente assistindo minha foda .ela começou a gemer sem se importar mais com os dois homens e com certeza eles estavam batendo uma tremenda punheta pois eu via o movimento dos braços deles gosei como nunca tinha gozado na vida nesta nossa aventura .depois que gosei falei no ouvido dela quero que voce sai da agua sem a parte de baixo pegue a toalha e min espere safada ,
Se isso que você quer então la vai ,tirou a parte debaixo do bi quine e saiu naturalmente os dois homens nesta hora eu acho que gasaram pois eu goszaria com esta cena .ela se agachou para pegar a toalha e de morou para se levantar mostrando tudo o que so eu tinha visto ate hoje foi maravilhoso este espetáculo, sai da água pegamos nossa coisa e formos trepar mais ainda na casa de praia .
Mandem comentários para rambo137894@bol.com.br

 

Proposta

Em primeiro lugar, deixe me apresentar.Tenho 45 anos, loira , 1,64m, 54 kg, tipo perua, exibicionista, gostosa, casada com um homem agora corno manso assumido.

Sou advogada, formação rígida e conservadora, e que ao longo do tempo fui liberando a fêmea dentro de mim, e assumindo meu lado vulgar, devasso e sedento por prazer.

Estimulada pelo marido, comecei de uns tempos para cá a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais.Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens, paquerar, tudo isso com incentivo do futuro corno, que se excitava com isso.

Comecei a ousar cada vez mais.Exibia minhas pernas, deixava os seios parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bunda, fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais carregada, gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.

Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de cinta-ligas com meias 7/8 passou a fazer parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o marido, que começou e falar que eu deveria experimentar outro macho.Era o início de uma nova fase.

Meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar roupas mais ousadas para mim, procurando sais e blusas em lojas para putas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim, já um pouco vulgar e com jeito de mulher oferecida, fácil.

Veio a proposta do marido : saia com outro macho e receber uma grana como pagamento, como uma puta.Isso me excitou , e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, vulgar, me entregando ao ´prazer.

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho,era encarada por um mulato, cara de safado, que não se intimidava com a presença de meu marido.Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando, e eu, excitada falei ao meu marido que ia ao toilette.

Levantei, e rebolando passei pelo cara e fui ao toilette.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o corno sobre isso.
A ousadia do cara ,e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.

Sentei na mesa, visivelmente alterada, e comentei com meu marido que um cara queria dançar comigo, e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que buscava , que eu seria bem paga por isso.

Me senti uma puta ali na mesa, e excitada, dei um gole na bebida, olhei para o mulato, sorrindo, e fui para a pista de dança.

O cara sorriu e foi em minha direção, me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma loira gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.Depois de alguns minutos me soltou, e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha, e devia ver como o corninho estava gostando de ver a esposinha com um macho.

Voltei para a mesa amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente.Falei o que o mulato queria, e disse que iria tirar a calcinha no banheiro, reforçar minha maquiagem e me entregar ao cara.Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que esperava minha grana ali, antes de tirar a calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 200,00e me entregou, dizendo:agora é com você.

Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos , quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha, deixa a bolsa na mesa e vamos para a pista.

Me pegou, dançando e me amassando, e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que ela merecia.Senti que o cara estava de pau duro, se esfregava na minha perna para eu sentir, e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta.Prendendo minhas mãos acima da minha cabeça, me imobilizou e dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer, e muito, e que eu iria adorar, assim como o corno...foi falando que tinha experiência com casal assim, esposa puta e marido corno, e que eu seria a vaca devassa dele.

Depois de um gozo intenso, o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia safada, sabendo que começava uma nova fase da nossa vida...

Continua........

 

Minha esposa com outro homem, a primeira vez!!!!

Minha esposa tem 1,70m , 60 Kg, cabelos castanhos até um pouco abaixo do ombro, seios fartos e delicosos, bucetinha raspadinha bem lisinha. Ela parece manequim. Tem 44 anos mas parece que tem 30. Somos casados há 10 anos e eu sempre tive o desejo de vê-la trepar com outro homem, mas ela sempre negou, dizendo que me ama, que é satisfeita comigo, etc... Em nossas transas eu sempre falava da minha vontade e ela até que compartilhava, eu dizia:
- Quero ver você trepar com outro, levar uma vara maior que a minha e me chamar de corninho enquanto ele mete tudinho em você.
E ela dizia:
- Huummmm! Que delícia!!!!! Mas, e se eu gostar e quiser continuar a dar prá outros? Você vai me deixar dar sempre corninho?
E eu dizia:
- Sim, claro que sim, quero ver você gozando gostoso e depois vou limpar você todinha com minha língua.
Isso sempre esquentou nossa relação e ficamos alguns meses assim nessa brincadeira excitante. Até que um dia eu propus a ela que saíssemos um pouco, pois ficávamos muito em casa e precisávamos passear um pouco.
Resolvemos ir a um bar dançante. Ela foi vestida com uma blusinha semitransparente e uma mini saia que a deixava mais gostosa ainda.
Chegando lá ela foi muito paquerada e eu ficava com muito tesão, imaginando coisas que sempre passam pela minha cabeça. Tomamos alguns drinks e logo estávamos mais soltos quando disse a ela que precisava ir ao toalete.
Quando voltei minha esposa não estava sozinha, havia um rapaz conversando com ela,
deveria ter uns 38 anos, era boa pinta e minha esposa disse que era casada, mas como ele estava sozinho, poderia ficar na nossa mesa que eu não me importaria. Fomos apresentados e ele me elogiou por ter uma esposa tão bela. Conversamos sobre diversas coisas até que o assunto acabou em sexo. Como estávamos sob efeito da bebida que havíamos ingerido, eu falei que tinha vontade de vê-la com outro e ela meio sem jeito, disse pra eu ficar quieto, mas o rapaz, entusiasmado, começou a perguntar e eu falei que tinha essa tara, que queria ver minha esposa gozando num cacete maior que o meu e me chamando de corninho.
Ela quieta, sem dizer uma palavra, quando o cara pra quebrar o gelo perguntou:
- Mas quanto seria um pau maior pra você?
Ai eu disse:
- O meu tem 16,5cm e não é muito grosso...
Então ele disse:
- Se sua esposa for conivente com sua vontade eu poderia ajudar, pois o meu mede 20 cm e é bem grosso.
De repente minha esposa fala:
- Só que eu já disse pra ele que se um dia acontecer, e eu gostar, ele vai ter que agüentar eu dando sempre prá outros caras, pois eu adoro gozar.
Nesse momento o rapaz pediu que ela fosse dançar uma música com ele. Os dois foram para a pista e eu podia ver ele colado com ela e tentando passar a mão na bunda dela por baixo da mini-saia e ela afastando-o, na segunda música ela já começou a se soltar mais, devia estar com tesão e eu de onde estava via a mão do cara sumir dentro da mini-saia de minha esposa.
Acabando a música os dois voltaram à mesa como se nada tivesse acontecido. Foi aí que eu chamei minha esposa de lado e perguntei se ela queria ir pra um motel.
Ela disse que sim, mas só se fosse pra realizar minha vontade, ela disse que aquela noite tudo poderia acontecer e ela seria de outro como eu tanto queria.
Saímos dali e ela foi no banco de trás com o rapaz, passando a mão sobre seu membro e se esfregando. Chegando ao motel, ela foi falando pra mim:
- Agora seu corninho, senta na cadeira que seu desejo vai começar a ser realizado.
Os dois foram se despindo rápido entre amassos e logo estavam nus se abraçando. Quando vi o tamanho da ferramenta do rapaz, pensei que minha esposa fosse dar pra trás, mas ela pegou o pau do cara e falou:
- Olha corninho, esse pau mole já é maior que o seu duro.
Aí ela pediu pro rapaz tomar um banho que ela iria passar a língua em todo seu corpo, centímetro por centímetro. Então ele perguntou se não gostaria de dar banho ela mesma na ferramenta para que ela se certificasse que estaria limpinha e ela não se fez de rogada e assim o fez.
Após saírem do banho, ela sentou-se na cama e abocanhou a vara do rapaz que já estava dura, era imensa e ela mal conseguia enfiar na boca. Daí o cara se pôs a chupar sua xaninha raspadinha que escorria de tão molhadinha... Ela gozou e disse que era hora de sentir um pau de verdade. O rapaz começou a colocar bem devagar e ela disse:
- Olha corninho, agora não tem mais jeito, ele está metendo o pau na xaninha da tua mulher, ele tá me abrindo como você nunca abriu e está chegando a pontos que seu pau nunca alcançou.
Ela estava sendo arrombada na minha frente e eu adorava isso. Ela gozou um monte de vezes e o cara não gozava. Ela caiu na cama e pediu que o rapaz fizesse massagem nela, pois estava esgotada. Ela deitada de bruços, começou a ser massageada pelo rapaz que lhe massageava a nuca, os ombros, as costas, a bunda... Ele começou a massagear mais a bunda e isso foi acendendo o fogo de minha mulher de novo e ele disse que queria gozar também, e que teria de ser no cuzinho dela, pra que eu me realizasse como um corninho pleno. Ela disse que não iria agüentar aquela tora no seu cuzinho, mas eu disse que tinha um creme lubrificante e que iria facilitar. Ai ela concordou e disse:
- Já que estamos aqui, vamos logo com isso. Mas você é quem vai passar o lubrificante em nós dois meu corninho amado, vem...
Meio sem jeito e não podendo recusar o seu pedido, fui até eles e primeiro passei a língua bem gostoso em sua xaninha e no seu cuzinho maravilhoso, passei o lubrificante nela e em seguida nele, quando, para minha surpresa maior, ela virou prá mim e disse:
- Quero que você coloque esse pau gostoso que vai comer a sua putinha bem na portinha do meu cuzinho.
Eu, já louco de tanto tesão, peguei aquele membro enorme e gostoso, e direcionei ao seu lindo rabinho.
E então ele começou a penetrá-la, e ela dizia:
- Olha corninho, até meu cuzinho já não é mais só seu! Ele está me arrombando e sempre que eu der o cuzinho vou me lembrar dele, e a partir de agora é pra ele que eu vou sempre dar. Tá gostando de ver sua mulherzinha assim, corninho?
Eu dizia:
- Tô adorando, você gozando nesse pau maravilhoso. Dá bastante pra ele e prá esse pau gostoso minha cadelinha, quero ver você delirando de tesão, bem putinha....
O cara socava forte e ela pediu pra que eu fosse chupar sua bucetinha por baixo enquanto ela levava vara no cú. Eu prontamente me coloquei em posição e sentia a vibração do sexo que ela fazia em minha boca. De vez enquando seu pau deslizava em minha boca e também era chupado com muita vontade, ela estava adorando esse momento, e pra dizer a verdade, eu também. Ela gozou como uma putinha e o cara gozou no seu cuzinho. Senti aquele leite quente em minha boca e com toda volúpia sorvi tudinho, uma delícia ver e saborear tudo aquilo.
Foi então que ela me pediu:
- Limpa toda essa porra com sua boca meu corninho, chupa tudinho, eu e esse pau gostoso que me deixou louca de tanta tesão, vai meu corninho querido, chupa nós dois bem gostoso, anda logo...
Sem receio, fui lambendo ela todinha e aquele pau maravilhoso também, foi uma experiência muito deliciosa, era a primeira vez que fazíamos um sexo total, sem pudores e maravilhosamente excitante, nosso tesão saia por todos os poros.
Depois disso todas as vezes que transamos ela fala:
- Quero repetir a dose meu corninho, um pau grande e grosso é que é gostoso e eu não sabia, e da próxima vez quero você me chupando bem gostoso quando uma vara bem grossa e dura estiver me comendo a minha xaninha, você vai chupar até eu gozar gostoso com meu macho, e novamente você vai nos limpar com sua boca deliciosa.
Essa foi nossa primeira experiência e foi deliciosa, queremos repetir em outras ocasiões, e quando isso acontecer voltarei para relatar a vocês.
Espero que tenham gostado.
CasalInterior.

Quero ser corna

Meu nome e Eliana têm 34 anos, meu marido Mauricio tem 40 anos...
Meu desejo e ser corna, encontrar meu marido comendo outra e tudo que mais quero...
Porem meu marido não aceita, isso por motivo de disser que me ama...
Essa noite tive um sonho que irei contar a todos.....

Estava sonhando que meu marido chegava em casa, com uma linda morena de uns seios maiores que o
meus , ele chegava em casa e falava, amor e hoje que você será minha corna.
Só de pensar já fico com minha bucetinha toda molhadinha....
Vamos ao sonho, dai a morena entrava na sala , ele começava beijar a boca dela, e passava a mao no
corpo daquela gostosa....
Ele começou a tirar a roupada dela, eu ali olhando tudo, cada toque no corpo dela eu ficava mais com tesão.
Ele começou a tirar a roupa dela, começou a passar a língua naqueles seios lindos morenos, nossa como mamava gostosa, os meus ficaram durinhos loucos de excitação pela cena que estava prestigiando.
Foi ate, que ele passou a MÃO NAQUELA bucetinha linda, toda lisinha com um grelinho vermelhando, nossa que tesuda era aquela morena, eu com muito tesão.
Ele me olhava e falava assim, olha amor seu maridinho com outra na sua frente sente tesão sua corna gostosa, sente seu macho lhe dando o que você quer , vê seu macho passando a língua nessa bucetinha ..
Que delicia amor sentir essa bucetinha gemendo na minha língua, vem me ajudar a comer essa gostosinha.
Eu com muito tsão, cheguei perto dele, ele lambia a bucetinha dela e me beijava, me mandavaeu sentir o gostinho daquela buceta.
Ele lambia aquela buceta, e me beijava que tsao estava que coisa gostosa ser corna era tudo que queria ser naquele momento.
Foi que ate ele abriu o grelinho dela e falou, venha sentir de perto o sabor desse grelo meu amor, quero ver vc de boca nesse grelo também, eu não esperava isso de Mauricio porque não queria e ao mesmo tempo, olhando aquela bucetinha ali aberta cair de boca, nossa que delicia a primeira vez de sentir uma mulher na minha boca, eu passava a língua na bucetinha dela e ao mesmo tempo passava o dedo no grelo dela, ela gemia falava que queria rebolar e gozar na minha boca.
Mauricio , ali sentado e olhando a cena que deixava ele bem safadinho, foi ate que ele parou e valou venha lindinha, venha sentir a tesura da bucetinha da minha mulher , quero ver vc chupando a bucetinha da Eliana, enquanto ela ira mamar no meu pau.
Aquela linda morena, abriu as minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta, passava a língua e socava um dedo na minha bucetinha, aquilo foi subindo uns arrepios no meu corpo , começava a me torcer de tsão, quanto mais ela me chupava mais delírios ela conseguia tirar do meu corpo. Quando já estava para gozar na boca dela, meu marido veio e começou a me chupar junto com ela, nossa não agüentei e gozei na boca dos dois ....
Meu corpo estremecia todo, o tesao me dominava naquele momento.
Meu maridinho, gostando da idéia falou agora minha querida , você será a corna que tanto quer ser
Saia da cama sua vadia e ver seu macho penetrando nessa gostosinha.
Ele pegou ela de 4 e começou a penetrar toda aquela rola na morena gostosa, nossa que tesuda, a bucetinha dela engolindo todo o pau do meu marido, cada socada eu tremia de tesão .
E quando a vadia começou a gemer e me chamar de corno, meu corpo tremia, minha buceta molhadinha, tremia de tsão em ver meu marido socando rola na bucetinha da morena.
Foi ate que ele falou assim, meu bem vou socar no cuzinho dela , quero que vc seja corna de tudo, aquilo ali nossa que delicia, ele vem passar um creme no meu pau para arrombar esse cuzinho.
A morena toda gulosa, falou não meu rei manda rola no meu cuzinho que eu agüento tudo, quero que vc me arrombasses , meu marido ele e cabeçudo eu ate o momento não tinha feito sexo anal com ele , por medo de ser penetrada pela aquela rola...
Ele socou com tudo, o grito de prazer suava naquele quarto, ele socando e falando, olha minha corna
Que cuzão gostoso, vc quer ser corna e , então será olha ai sua rola socando nesse cu gostoso, que delicia de cú vc tem morena . Aquilo ia me deixando com muitos tesão meu prazer estava mais que eu mesmo, foi ate que deitei na cama e falei, venha meu macho soca essa rolo meu cú tbm..
Ele , agora vc ira espera minha corna vou socar nesse cuzão ate vc tremer de tesão e depois vou fazer vc aprender a dar o cu tbm.
O TESÃO TOMAVA CONTA DE MIM EU GEMIA E QUERIA VER CADA CENTIMETRO DO PAU DO MEU MARIDO ENTRANDO NAQUELE RABO...
VOU INDO ATE QUE ESCUTEI UM GEMIDO, A MORENA GRITAVA AI QUE DELICIA , ELIANA SEU MARIDO ESTA FAZENDO VC SER MUITO CORNO , NOSSA QUE PAU SEU MARIDO TEM ELE ESTA ARROMBANDO TODO MEU CUZINHO, VAI MAURICIO SOCA MAIS ESSA SUA ROLA NO MEU CUZINHO, FAÇA SUA MULHER SER MUITO CORNA...
ISSO ME DEIXAVA LOCA DE TSAO, ELA ALI DE 4 FALANDO QUE EU ERA CORNA, NOSSA NÃO AGUENTAVA MAIS DE TSAO FUI DE BAIXO DELA E COMECEI A LAMBER NOVAMENTE A BUCETINHA DELA, O PAU SOCANDO NO CUZINHO DELA
EU SENTTIDO O TSAO O QUE MEU MARIDO ESTAVA DANDO PARA AQUELA MORENA, CADA VEZ MAIS QUE ELA ME CHAMAVA DE CORNA, MAIS EU CHUPAVA A BUCETA DELA....
FOI ATE QUE ELA GOZOU E MOLHOU TODA MINHA BOCA....

MEU MARIDO SAIU DENTRO DO CUZINHO DELA E GOZOU NA MINHA BOCA ME CHAMANDO DE CORNA , E FALANDO QUE IRA FAZER O MEU CUZINHO TBM....
ISSO CONTO PROXIMO SONHO...
BEIJOS,....
Quero ser corna, tem alguém ai que possa me ajudar, conto com vcs...

 

O castigo do marido com tesão

- Quantas vezes já te disse, querido, que não quero ver essa tua pilinha de pé, quando brinco com ela? – minha esposa e Senhora, a cruel Bárbara vestia um courset negro, com o decote das mamas aberto e umas botas de cano vermelhas, e mostrava-se zangada comigo, por eu lhe estar exibindo meu tesão. Mas como não o haveria de estar se só de a ver assim vestida, meu caralhinho virgem se armava todo? E Bárbara não ficava apenas se exibindo naqueles seus trajes de dominadora, que me deixavam cheio de vontade que ela me torturasse. Minha esposa e Senhora, quando à noite se fecha comigo no meu quarto, antes de me colocar o cinto de castidade e me mandar deitar a seus pés por cima dos cobertores, adora ficar brincando com minha pila. Masturba-a e bate-lhe com a mão ou com o cabo da escova do cabelo se a vê ficar em pé, aperta-me o saco dos tomates até me fazer gritar de dor, goza com o tamanho dos meus apêndices de macho comparando-os com os tamanhos mais substantivados dos caralhos de todos os seus amantes, e sobretudo adora contar-me com todos os detalhes as peripécias mais íntimas dos seus constantes casos extra-matrimoniais. Foi aliás por isso que casei com ela. Para ser o seu corno e o seu eunuco caseiro. Minha Senhora sabe que tais coisas me deixam super excitado e com uma vontade danada de bater punheta, tenho mais vontade de tocar punheta do que de me pôr nela apesar de ser seu marido, e de Bárbara ser uma fêmea muito apetecível gostando de dar para todos, menos para mim. Minha Senhora sabe-o e adora fazer-me ficar excitado porque isso lhe dá o pretexto que precisa para me castigar os genitais, já que segundo o contrato de casamento que me fez assinar eu só posso ficar de pau feito na sua presença ou fora dela, com a sua expressa autorização.
- Não consegues fazer baixar essa coisa tão tacanha, meu grande boi? – perguntou-me – Azar o teu. Com ela nesse estado não te vou conseguir meter o cinto de castidade e isso é que não pode acontecer, pois não? Com os tomatinhos cheios, mesmo que conseguisses adormecer ias-me sujar a colcha da cama. Vamos ter de te fazer baixar a pilinha seja de que maneira for para ela caber dentro do cinto. E sem ser com uma punheta, pois ainda não faz um ano que te permiti tocar uma.
Essa é outra das características de minha amada esposa. Gosta de me excitar mas não gosta que eu goze, o que para um submisso como eu, é o máximo no que toca a sentir-me totalmente seu. Só saber que não vou poder ejacular, deixa-me de pau feito e com uma vontade danada de tocar punheta. Por isso passo mais de um ano sem esvaziar os tomates, o que é um problema pois que o cinto de castidade é ligeiramente mais pequeno que o meu pauzinho.
- Foi difícil arranjar um cinto de castidade mais pequeno que a tua pila – disse-me ela quando mo mostrou pela primeira vez – Nem imaginas o quanto o pessoal do sex-shopp se riu só de imaginar o tamanho da pilinha que eu iria meter lá dentro. Mas assim pelo menos, eu terei a certeza que não te entesarás quando estiveres dormindo.
Efectivamente tenho de ter a piça bem murchinha para a enfiar dentro do cinto. Quando isso não acontece, como nessa noite, Bárbara recorre a métodos drásticos para o conseguir como ia ser o caso. E é claro, só de saber isso, meu caralhito que adora tanto como o dono e minha Senhora, ser por ela maltratado, ainda se entesou mais.
- Isso, entesa-te, entesa-te, enquanto podes, pilinha de homem eunuco, que nunca foste capaz de meter em mulher, apenas de tocar punheta – gozou ela, e a minha piroca engrossou ainda mais – tenho aqui o que é preciso para te tirar o tesão todo por uns tempos.
Oh, sim, minha amada Senhora e esposa, castigai-me a pixota e os bagos, que me fazem sentir tesão pelo vosso corpo e isso vos ofende, apeteceu-me dizer pois sofro todas as suas vontades com o maior dos prazeres, mas contive-me. O castigo iria ser muito doloroso como o são todos destinados a tirar-me o tesão, por isso achei melhor não lhe inflamar mais o desejo.
Bárbara começou por me puxar a pele do prepúcio toda para a frente e maneira a tapar o buraquinho da cabeça da minha picinha. Depois atou-a bem atada fazendo com que o meu caralho mais parecesse um chouriço. Bárbara exultou com o seu serviço.
- É a vantagem de ter um marido tão pouco macho que nem circuncidado foi – disse – A própria pele do teu prepúcio te está servindo de cinto de castidade. E agora, de gatas.
Quando me coloquei em quatro, minha esposa atou-me um bastão nas pernas de maneira a que por mais que me doesse eu não as pudesse fechar. Meu caralhito apesar da situação desconfortável e algo dolorosa em que se encontrava sentia-se cada vez mais teso.
- Já estás habituado a apanhar na pilinha e nos tomatinhos, pelo que acho não ser preciso amarrar-te as mãos, pois não meu boizinho? – perguntou-me com a voz e o sorriso doces que só lhe ouço e vejo nas ocasiões em que se prepara para me bater com raça – Mesmo que te esmague este teu mal nutrido par de colhões e te faça um eunuco de verdade, prometes que não tentarás sequer te levantar?
Prometi-lhe, tanto mais por saber que Bárbara nunca iria tão longe. Mas e se fosse? Ter os bagos esmagados por acção das suas pancadas excitou-me ainda mais. Iria ser preciso que minha esposa usasse de muita violência para me fazer passar o tesão, e por isso ela me procurava excitar tanto.
Bárbara entretanto passava a outra extremidade do cordel em redor do meu saco, dividiu ao meio os dois colhões que o compõem, voltando a gozar-me. Dizia que tão pequenos que eram, meus colhões mais pareciam um só, o que mesmo assim era demais para um eunuco pois que para o ser não devia ter nenhum, e que só assim, com o cordel apartando-os pela costura do saco, se via que eram dois, ainda que bastante miudinhos.
- Muito bem, meu querido maridinho manso. Vejo que tens os tomatinhos bem suadinhos. Se não te importas vamos fazê-los transpirar mais um pouquinho com o belo trabalho que a minha chibata vai fazer neles. Afinal, se queremos que te passe o tesão sem te pormos a tocar ao badalo, é melhor começarmos pelos tomatinhos, não te parece?
Minha Senhora sabe bater, e amo-a muito por isso. Apesar de toda a dor que me provoca, amo-a ainda mais por isso e nunca seria capaz de me imaginar vivendo com outra mulher. As suas primeiras pancadas são leves, levezinhas, como carícias da sua chibata lambendo-me a pele dos colhões. A um masoquista como eu, apenas me abrem o apetite para as outras que virão a seguir, que me farão doer e me deixarão bem entesado até me tirarem o tesão, como se eu tivesse tido um orgasmo de verdade. E elas não tardam muito. Um silvo mais longo anunciou aos meus ouvidos que o seu braço descrevia um movimento mais longe, e que a chibata na ponta dele assentaria na pele do meu saco testicular com mais violência. Aii, gemi, com os dentes cerrados. E zás…. alguns segundos para Bárbara se poder deliciar com o meu segundo gemido de dor, e zás, lá vinha outra chibatada, e zás, outra.
- Excita-me tanto ouvir-te gemer de dor nos tomates, meu querido corninho – reconheceu Bárbara – como a ti te excita cheirar-me as calcinhas, ou ouvires-me contar-te as posições em que me coloco para te pôr os cornos. Por isso toma lá outra chibatada com força nesses teus colhõezinhos que só produzem leite para as punhetas que tocas. E outra, meu entesado de merda. E mais outra. E outra. E mais, e mais e mais. Toma lá mais que só vou parar quando me cansar o braço, nem que te deixe estes tomatinhos frouxos, que só me despertam o tesão quando estou batendo neles, feitos num bolo.
E as chibatadas que me dava confirmavam a intenção das suas palavras pois eram cada vez mais enérgicas.
- Oh, que vergões tão bonitos a minha chibata deixa nos teus colhõezinhos – continuava Bárbara bastante entusiasmada – Amanhã apresentá-lo-ás bem negrinhos e pisados. E então é que eles vão ficar bonitos.
- Senhora – lembrei-lhe alarmado – se me arruinardes os colhões nunca mais ficarei de pau feito, e não os podereis voltar a castigar.
- Tens razão, punheteiro. È só por isso que não tos esmago de vez.
Em todo o caso o estado erecto do meu caralhinho negava as minhas palavras. Apesar das dores que sentia nos tomates, tal espancamento não fora capaz de me fazer passar o tesão.
- És mesmo da classe dos que gostam de apanhar de uma mulher. Tiveste sorte em me conhecer pois eu sou da classe de mulheres que adoooram fazer sofrer muito machinhos mentalmente castrados como tu. Pelo estado da tua pila vejo que uma boas chibatada nos colhões ainda te deixam com mais tesão do que as histórias dos pares de cornos que te meto. E se calhar até do que de uma punheta tocada por mim. Ora vamos lá a ver isso.
Com o braço estendido entre as minhas pernas minha esposa calçando uma luva de látex, começou tocando-me ao bicho. Esqueci as dores nos tomates. Depois das chibatadas que levara neles aquela punheta estava-me levando aos píncaros. O inchaço no meu caralho estava agora no seu auge. Como tinha a ponta do prepúcio amarrada não me podia vir e por isso a mão de Bárbara procurava entesar-me ao máximo. Delícia de punheta!
- Oh, sim! – comentou – Apesar do tamanho não abonar nada em favor da tua pila, tu ainda te entesas todo com os toques da minha mão. E estás bem excitado! Se não te tivesse amarrado a cabeça da pila, já te terias esporrado todo, meu ejaculadorzinho precoce, mas assim como a tens bem amarradinha posso passar a noite brincando com ela que não te conseguirás vir, pois não? Oh, e que bem que me sabe tocar-te uma punheta com a pilinha incapaz de gozar. Oooh, sim, que bom! Vou-te meter os cornos amanhã com o Ricardo, e vai saber-me muito bem só de me lembrar da sessão de hoje.
Aquela punheta parecia não ter fim. E era tão boa!
- Senhora – voltei a falar – tuas mãos estão-me tocando uma punheta tão saborosa que o leitinho já me saiu todo dos tomates e subiu para a minha piça. Tenho a certeza que quando permitires que desamarre o prepúcio vou cuspir esporra para as paredes.
- Ah, cão! – gritou minha esposa, parando de me punhetear – Não podemos permitir que isso aconteça, pois não? Ainda não te será hoje que te darei autorização para ejaculares.
Bárbara desamarrou-me então a ponta do cordel que me dividia o saco dos colhões, esticando-me a pila toda até atrás.
- Estás com vontade de me meter, não estás? Habitualmente quando encontro um homem charmoso com vontade de ma meter, eu deixo. Mas para isso, é preciso que seja dotado de um caralho aprazível para os meus olhos e para a minha vagina. Compreendes agora porque nunca ta deixo meter? Como estás com muita vontade de a meter, que dirias de a esfregar no cu até lhe passar todo o tesão?
- Senhora – respondi-lhe – tendo eu um caralhito tão miudinho duvido que mo consigas esticar até ao meu cu.
Meu caralho teria de descrever todo o arco das minhas coxas, passar por cima do meu saco, até conseguir tocar com a sua cabecinha na entrada do meu cuzinho. Teso como estava, dobrá-lo todo, parecia-me impossível. E depois esfregá-lo no meu cu não me parecia coisa capaz de me tirar o tesão como ela pretendia. Mas para a minha terrível esposa, não havia impossíveis.
- Consigo, consigo! – garantiu com um brilho no olhar. - Nem que tenha de ta arrancar fora.
Que tesão me dá tal ameaça!
Com a sua mão enluvada, Bárbara dobrou-me a piça toda para trás, com força, dolorosamente, enquanto com a outra mão esticava o cordel ao máximo, puxando-me pela pila de modo a que aquele corpo teso me pressionasse os tomates até a cabeça me apontar na direcção do cu, indiferente como todas as dominadoras aos meus gemidos de dor.
- Tens sorte em teres uns colhões pequeninos, doutro modo a dificuldade que o teu caralhinho teria de os transpor era maior. Sentes como a cabecinha da tua pila já está quase a roçar-te a entrada do cu?
E de facto estava. Se não fosse estar amarrada já teria as bordas do olhinho meladas de espora. Mas tal como imaginava, só sentir meu caralho esfregando-se em tal local, fez-me aumentar o tesão. Bárbara não queria outra coisa.
- Paneleiro, a quem o cheiro do próprio cu dá tesão – vociferou – Já vais ver como te vou deixar a verga mole.
Sem deixar de esticar o cordel para que a cabecinha da minha piça nunca deixasse de estar encostada ao meu olhinho, deu-me nela com a chibata como fizera no saquinho. As primeiras com volúpia, só para que minha pila e as nádegas sentissem o contacto da chibata, mas progressivamente com mais força, de modo a deixar a primeira bem marcada.
- Toma, pila de paneleiro frouxo, incapaz de dar prazer a mulher alguma. Toma, que te quero ver com os mesmos vergões que te fiz nos tomatinhos. Toma com a chibata pila sem préstimo, que por causa do tamanho que tens a única vontade que despertas numa mulher é que te bata e ta arranque, não que foda contigo. Toma, toma! QUERO VER-TE BEM MURCHA!
Os silvos que zumbiam no ar eram impressionantes, e os meus gritos de dor também.
- Gritas, verme? Pois grita, que as mulheres também gemem de dor e de prazer quando estão a levar com cacetes de machos bem abonados, e mais aptos que o teu para a função. É o preço que pagam por terem tesão e por deixarem que os homens satisfaçam nelas seu tesão. Amanhã vou gemer como uma puta quando estiver nesta cama, debaixo do Ricardo, a levar com aquele seu caralhão enorme pela minha racha dentro. E que bem me vai saber apesar de ele me deixar a cona bem esgaçada, coisa que o teu toquinho nunca poderá fazer. Pois este é o preço que faço a tua ridícula pixota, e os teus quase inexistentes baguitos, pagarem pelo teu tesão e pela audácia que tiveste em o exibir perante mim, sem minha autorização. Toma com a chibata, toma mais, que só vou parar QUANDO VIR A TUA DIMINUTA PILA BEM MURCHINHA.
As chibatadas na minha piroca prolongaram-se por uns bons minutos, embora Bárbara por vezes as suspendesse para me deixar respirar, como dizia. Minha esposa bate com mestria pois apesar dos vergões com que me marcou a pele não me rasgou a carne ainda que me tenha conseguido tirar o tesão. A esporra que dentro da minha piça amarrada momentos antes lutava para sair não sei para onde foi, pois que ao fim de vários minutos de chibatadas, quando minha esposa a viu flácida e incapaz de se pôr de pé e a desamarrou, nem uma gota pingou para fora.
- Vês como te passou o tesão todo por uns bons dias? E nem precisaste de tocar punheta – observou-me Bárbara agarrando-me a pila com a mão enluvada e analisando-a – Ficaste bem marcado mas nada de grave. Amanhã quando estiver a foder com o Ricardo não conseguirás ter tesão, e isso vai-me saber ainda melhor. E agora já te podemos meter o cinto de castidade sem problemas. Não é que seja preciso com a pila nesse estado. Mas não quero que te habitues a dormir sem o cinto de castidade.
Nessa noite, apenas com o cinto de castidade vestido, dormi no tapete do quarto. Mais uns meses se passaram até minha Senhora me permitir tocar uma punheta. Eu gostara tanto daquela sessão que lhe pedi para me voltar a esticar a pila por entre as coxas, e me deixar esfregar a cabeça da dita na entrada do meu cuzinho. Só que desta vez até eu me vir. Estava mesmo com muita vontade de me esporrar na entrada do meu cuzinho.
- Paneleiro! – atirou-me ela – Desta vez faço-te a vontade. Mas no final vou-me consolar de te beijar o caralhinho com a chibata.
Que se lixasse. Eu era o seu marido corno e tudo que desse prazer a Bárbara dava-me prazer a mim, mesmo que isso significasse deixá-la beijar-me os tomates a piroca com a chibata.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Como me ofereci para corno de Paula

Quando conheci Paula na Faculdade eu sabia que ela não era mulher para mim. Paula vivia da vida, do aluguel do corpo pois era ele quem lhe pagava a renda do apartamento, os estudos, as roupas, as refeições, tudo. Paula era experiente em sexo, dormia com homens casados, mais velhos, que lhe pagavam para obter seus favores, era a puta preferida dos coroas endinheirados de Coimbra. Eu de tal matéria conhecia apenas as esfregadelas com a mão no meu pau murcho que nem punhetas chegavam a ser, que tocava desde miúdo à noite, depois de passar o dia espiando os encontros no quintal de minha irmã com o namorado, e por isso a libertinagem escandalosa de Paula me atraía.
Aos 13 anos sofri um acidente que apesar de minha tenra idade compreendi me impossibilitaria de ser um autêntico homem. Uma queda numa pedreira onde brincava com um grupo de amigos esmagou-me os testículos, deixando-me no lugar onde eles deveriam estar a pele completamente espalmada do saco que os abrigou, e que sinceramente nem sei porque não ma arrancaram igualmente, quando cheguei ao Hospital. Em consequência de tal acidente, não só me vi privado de poder vir a ser pai, como minhas erecções se tornaram muito fracas e quando conseguia obter uma era de muito curta duração. Tenho até a ideia que o esmagamento do conteúdo do meu saco fez com que o meu pau não tenha crescido o suficiente, pois muito embora sempre me tenha esquivado a exibi-lo perante quem quer que fosse, nunca perdi a oportunidade de à socapa procurar ver se o dos outros rapazes era maior que o meu o que sempre sucedia. Que poderia oferecer a uma mulher? Nada que diga respeito a sexo, pensei, pelo que a partir daí comecei a dar em mirone. Como não fodia, adorava ver os outros foder. Não vou entrar em detalhes de tais experiências, apenas direi que só após assistir a uma boa trepada de um casal, é que eu conseguia depois de muito esfregar a pila, pô-la de pé por uns 30 segundos até fazer sair dela um líquido seminal algo esbranquiçado mas que nada tem de esporra, e me faz então sentir aliviado ainda que também deva confessar que me dá mais prazer sentir-me excitado com a pila murcha do que senti-la esvaziando-se. E talvez fosse isso que eu queria que a Paula me fizesse sentir, aceitando ser a minha muito puta, deixando-me ser seu mirone e me fizesse andar sempre com a pila tesa, conferindo-me à vista de todos o estatuto de ser o seu homem, mas o homem de uma puta comida por todos os homens com dinheiro, menos por ele. Mas eu educado segundo velhos preconceitos que um homem de verdade se não tem tomates tem de ser casto mas mirone cornudo é que não, nem ousava falar-lhe em tais coisas mesmo conhecendo-lhe a condição.
No entanto Paula como nossa colega de Faculdade que era, saía connosco muitas vezes, bebendo um copo num bar da Praça ou estudando na Biblioteca, e duas conversas que numa roda de amigos tivemos na mesa do café e me fizeram chegado a casa, correr para a sanita, tirar apressadamente a pilita do fecho das calças e desaguar naquela os meus 30 segundos de tesão, levaram-me a rever meus conceitos e a desejar obter a melhor maneira de me declarar, e mostrar-lhe a vontade que tinha em ser seu corno eterno.
A primeira conversa que referi teve lugar no Café e veio a propósito de já não sei o quê, Paula declarou poder detectar quais os homens com maiores níveis de testosterona apenas baseando-se nas suas aparências físicas. E olhando para mim com ar de gozo afirmou:
- Por exemplo olhando para vocês os quatro, pode afiançar que o Né, pelos ombros estreitos que ostenta, os quadris algo delineados como os das mulheres, as mãos e o tamanho dos dedos mais pequenos, é de todos vocês indiscutivelmente, o que tem menores níveis de testosterona. Há ainda uma outra evidência que se ele estivesse nu saltaria aos olhos de todos: seus órgãos sexuais são bastante mais pequenos que os vossos e também por isso tem mais probabilidades de ficar impotente mais cedo do que vocês. É com base nestes pormenores que muitas fêmeas do reino animal escolhem os parceiros com quem se querem reproduzir a fim de assegurarem melhor descendência. É por isso que enquanto todas as fêmeas são cobertas, só alguns machos cobrem e se reproduzem, pois que os menos dotados se limitam a ver.
Fiquei tão excitado ouvindo aquilo como quando esfregava meu pau com a mão assistindo escondido à transa de um casal. Nem fiquei embaraçado com tais palavras mesmo quando nossos colegas ouvindo falar a voz da experiência me chamaram meia piça, e piça mole que começaria mais cedo que a deles a mijar para os pés. Antes pelo contrário, pela primeira vez o saco vazio dos meus tomates e minha pila inferior às dimensões de um adulto não só não me embaraçavam como não sei como me contive e não baixei as calças na frente de todos expondo orgulhoso a ausência dos apêndices da minha masculinidade. Mas quando os safados rindo-se me perguntaram se de facto eu achava que tinha o pau mais curto de todos respondi-lhes que sim. Paula pareceu gostar da resposta e voltou a falar:
- Ter o pau curto, ou tê-lo mesmo frouxo e incapaz de se levantar, não tem de ser uma infelicidade para o macho. É bom é que este se capacite que o sexo não tem de ser para todos, mas apenas para os mais capazes, e aceite a sua condição. Ficar só vendo e contribuir para excitar ainda mais as fêmeas e os machos cobridores com as suas inúteis exibições de acasalamento, é uma actividade tão útil para os jogos de erotismo como participar activamente de um deles.
A segunda teve lugar uns dias mais tarde no mesmo local, e todos os participantes com excepção de Paula e de mim não tinham assistido à conversa anterior. Alguém, numa conversa de circunstância, quis saber que marco do passado cada um de nós gostaria de ressuscitar para o poder viver. Numa ligação à conversa anterior que ninguém entendeu além de mim, Paula sem pudor pois não se envergonhava de ostentar-nos a sua imagem de devassa disse sonhar desde muito nova em levar a vida de imperatriz viúva oriental, rodeada de servidores eunucos, escolhidos entre os rapazes dotados de pequenos órgãos sexuais, castrados em crianças para a servirem incondicionalmente como servos domésticos e como estimuladores da sua libido, reservando os mais bem apetrechados de ferramenta para a servirem na função de amantes. Como foi ela a primeira a falar a sua confissão gerou tanta controvérsia entre alguns dos marialvas presentes para os quais a extracção dos tomates era algo impensável que parecia que mais ninguém queria saber que episódio do passado os restantes gostariam de participar. Mas eu novamente excitado tal como da outra vez que ela me fizera ver a importância dos machos não cobridores, senti que não podia ficar calado e que depois de a ter ouvido, eu que antes de Paula falar não saberia dizer que momento escolheria, não tinha mais dúvidas e necessitava de o expressar em voz alta, até porque eu sentia que aquele era o último passo que teria de dar se queria que minha amada puta me aceitasse tal como eu era.
- Esperem – pedi levantando os braços –a Paula disse o sonho do passado que gostaria de ter vivido e eu devo dizer-lhes que depois que a ouvi não tenho dúvidas do meu. Se quiseres Paula, começar a realizar o teu sonho ofereço-me neste preciso momento para ser o teu primeiro eunuco. Teria muito gosto em servir-te de estimulador da tua libido se me achares capaz de servir-te para tal.
- Não estás falando sério, pois não? – questionou-me – Está consciente que a única coisa de que o eunuco se vê privado é precisamente aquela que os machos mais prezam?
- Um eunuco não é um macho a sério – apenas lhe retorqui.
- Tens razão – respondeu-me – confesso que nunca esperei arranjar com tanta facilidade um voluntário, mas já que o Destino me proporcionou um tão graciosamente, aproveitemos. Segue-me.
Levantei-me e segui-a, sempre caminhando atrás de Paula embora esta não tivesse dito para o fazer, ouvindo nas minhas costas chistes sarcásticos dos nossos colegas de curso que conhecendo o biscate a que ela se dedicava, diziam que se eu queria ir para a cama com ela não precisava de tanto teatro, apenas de lhe passar para as mãos uma nota de 50 euros mas eu não lhes ligava nenhuma. Estava excitadíssimo com aquilo sim, mas meus 30 segundos de tesão não me davam o direito a ser um macho cobridor como a Paula bem dizia e o esmagamento dos meus testículos, uns anos atrás, tinha-me predestinado para a nova situação que a partir daquele dia em diante eu ia passar a viver: realizar o sonho de Paula e tornar-me o seu eunuco cornudo. E que feliz me sentia!

 

NÉ LUSO

Minha primeira vez com um casal

Bom vamos lá...
Eu não sou escritor mas vou então escrever um relato!rsrs
Em 1988 estava numa sala de chat por volta das 7:30hr da noite!
qdo comecei a teclar com uma garota, ela me disse ser casada e que tinha filhos como eu papo vai papo vem ela me disse que ela e o mardo tinham uma fantasia transar a 3, confesso que no começo fiquei meio assustado rsrs pois não acreditei muito no papo até mesmo cheguei a pensar que ela( era um gay) se passando por mulher...

Depois de umas horas teclando no chat passei o nr. do tel da empresa que trabalhava ela ligou uns dias depois... qdo a secretária me disse que era a garota da cidade Tal. eu fiquei gelado! atendi e conversamos e ela disse que tinha contado para o marido sobre nossa conversa...etc... marcamos um encontro que seria numa praça na cidade deles que no primeiro encontro seria so uma bom papo pra gente ver se rolava...

Marcamos e lá estava eu eu todo excitado! deixei o meu carro naquela praça e fomos no carro deles numa pizzaria que na época rolava muito caraoke por este ser um lugar barulhento, o casal escolheu com medo de alguém houvir nossa conversa... Nossa conversa foi agradável o casal me passou ser muito tranquilos... dali o marido me perguntou e aí gostou da gente gostaria de ir até a nossa casa? Fiquei mais excitado ainda com o convite lá fomos...

Entrando na casa eu fiquei meio sem geito! rsrsr mas...ela veio e me beijou na boca comçamos a dar um malho ali mesmo na sala, e o cara abaixou suas calças e começou a se masturbar...tirei a blusa dela o sutiã e comecei a beijalos...ela abriu meu cinto e começou a me chupar foi uma loucura! o marido dela disse a ela é isso que vc quer minha putinha...deliciosa! ela sacodia a cabeça dizendo que simmm rsrsrs ele veio e me ajudou a tirar sua calça e a calcinha dela depoia começou a chupar a bocetiha dela e me disse coloca a camisinha no seu pau gostoso e a fodi bem gostoso que eu quero ficar olhando....Puts foi muito gostoso, fiquei um bom tempo me segurando para nao gosar... depois ela disse agora vc dai o cara foi pra cima dela e coneçaram a transar.... e ela me fazendo uma gulosa....depois ele ofereceu dupla penetração ela rapidinha se ageitou no sofa, que loucura sentia o pau deledentro dela eu atras e ele na frente ela gritava de prazer....gosamos praticamentes juntos....fomos os tres para o chuveiro tomar banho! conversando e nos tornando amigos conversavamos sobre tudo! filhos familia...um bom papo dali fomos para a cama do casal, fizemos amor novamente...e continuamos até hoje 2010 rsrs, a uns dois anos atras, ela me disse que gostaria de ver o marido me chupando, se eu topava eu disse que sim pois preciso agradar o corno tbm...

o cara caiu de boca no meu pau junto com ela cada minuto e um que me chupa se beijam se lambem junto com meu pau na boca deles...no ano passado! enquando ela tomava banho ele me chupava como sempre dai ele me disse!!! coloca seu pau na minha bunda mas sem enetrar quero senti-lo tem geito? eu continuava com muito tesao pois eu consigo segurar e fico horas sem gosar... ele deitou de bruço e eu comecei a esfregar no rabo dele...ele passou um pouco de KY, dei um empurraozinho e entrou so a cabeça!e ali ficamos brincando....de re pente ela veio do banheiro enrolada numa toalha e ficou muito decepcionada com ele naverdade ela ficou é muito doida magoada! paramos fui tomar banho e os dois ficaram na cama qdo voltei eles estavam discutindo e ela me disse \Poxa! isto eu nao queria, ver meu marido sendo penetrado e que já havia achado estranho ele ter pedido pra ela me chupar...

Dai ficamos meses sem eles lme ligar pois é esse o trato! um dia ela me ligou e disse que gostaria de sair comigo sozinho fomos a um motel pois nossos encontros sempre foram na casa deles e sempre pela manhas pois ´temos horários flexiveis no trabalho... sai com ela fizemos amor deliciosamente como sempre mas se a presença dele! dai ela disse que tinha conversado com ele e que ela tbm tinha chegado a conclusao que era um direito dele pois ele a permitia comigo! e achou melhor aceitar o desejo dele em ser penetrado por mim... nunca tinha transado com um cara na verdade nunca tive atração por isso!!! hoje continuamos a sair pelo menos a cada dois meses nos vemos transamos com ela juntos...e depois dou uma bombada nele! as vezes enquando penetro nele ele penetra nela tbm kkkkkk é muito engraçado e excitante nossa transa! somos amigos nos respeitamos...Bom sou o ativo para os dois e tbm já deixei claro que jamais vou chupa-lo ou ser enrabado por Ele.

meu e-mail para os casais rsrsrsrs interessados.... lirdeu@hotmail.com

 

Gozando como animais na inversão de papéis: conto contado por ela e por ele

Versão dela

Sempre fui desinibida e já experimentei todas as formas de experiências sexuais. Sempre curti bastante o sexo anal, apesar de nas primeiras vezes ter sentido muita dor, mas de pagar uns micos, a gente vai aprendendo o preparo adequado, incluindo a forma específica de higiene, como se posicionar, quando e como contrair ou dilatar as entranhas. O fato é que já putinha em incontáveis sexuais. Hoje sou putinha fixa do meu namorado. Até aí nenhuma novidade. Esta veio de forma inusitada, como perceberão pelos relatos que faço a seguir. Sempre, ao chupar meu namorado, ficava brincando com a língua na região do períneo, dando leves passadinhas no ânus, punha também um dedinho no buraco do danado, percebia que ele se arrepiava de tesão, mas reprimia isso e retirava meu dedo. Isso até a noite em que eu lhe confessei um sonho: Enquanto ele babava na minha xoxota, era enrabado por um negro forte e virava putinha na piroca do machão.

Gozei muito com esse sonho, meu amor, veja como estou ensopada. Naquela noite trepamos com incrível volúpia, mas fui ousada e disse que só o deixaria comer minha bunda, se depois me deixasse enrabá-lo com um grande toy, um consolo transparente que havia ganho de presente de uma amiga lésbica. Ele assentiu, não tinha escolha pois já estava claro que não tinha mais como recalcar o próprio desejo. Então, após o ritual de preparativos, eu o vesti de putinha, com calcinha vermelha e espartilho, passei batom nele e o fiz mamar meu “pintão” pra aquecer o tesão. Nessa noite fiz meu namorado chorar na pica de borracha, eu o virei do avesso de forma ainda mais brutal do que até então ele fazia comigo. Depois de fodê-lo até ele ficar com o rabo vermelho e assado, precisou de muita pomada depois, mas tomou tal gosto em ser putinha da namorada que ás vezes quer ser comido antes de me comer.

Sempre chupo seu pau depois de comê-lo e parece que vai explodir em minha boca, seu corpo inteiro entra em convulsão. Às vezes ele não resiste e goza enquanto é comido, quando isso acontece, minha putinha leva umas boas cintadas pra aprender que quando minha fêmea goza pelo cu é só pelo rabo que deve gozar. Depois da surra eu o como mais um pouco pra finalmente tomar seu gozo na boca. É um prazer indescritível, pois antes de tudo isso ambos já gozamos muito da forma convencional, dessa forma realmente nos completamos. Nossa história subseqüente é meu namorado quem narra, pois combinamos que minha “putinha” tinha que ser enrabada por um pau de verdade, então combinamos o esquema com Renato, um ex-namorado meu, negro forte e pirocudo

Versão dele

Nunca pensei que um dia isso aconteceria e menos ainda pensei que pudesse sentir tanto prazer com tal evento, mas o fato é que me senti plenamente saciado. Minha namorada recebeu Renato no apartamento de camisola e calcinha vermelha, antes de sua chegada, ela produziu a “putinha” da cena, com sainha, espartilhos e salto alto, até batom passou carmim passou em minha boca. O combinado era de eu esperar eles se aquecerem pra depois entrar, foi o que fiz: quase gozei ao observar as preliminares, ele a agarrava com muito tesão, ela gania, gemia, arfava e gozava com a boca do negão em sua xoxota recém depilada. A hora que vi o trabuco do negão , tremi de nervoso e tesão, pois meu pau é bem grande e grosso, mas aquele é concorrência desleal. Sofia o engoliu inteiro, não sei como coube em sua garganta. Entrei com Renato Gozando na boca de minha namorada. Quando irrompi, ele vociferou: eis nossa putinha da noite, vai começar limpando a piça.

Chupei muito aquela rola preta, parecia uma mulher experiente, sendo que nunca havia feito isso, Sofia tocava siririca e dizia: chupa putinha, chupa esse pinto pra ele rasgar seu rabo depois, deixa ele no ponto. Num dado momento, ele levantou, me posicionou de quatro, arrebitando bem minha bunda, afastou a calcinha e chupou meu rabo e períneo como nunca havia feito. Então, exclamou: está no ponto Renatão, vem comer o cu dessa puta que ela quer pica. Cuspiu no meu rabo, no pau do negão e este me comeu sem dó, fazendo-me chorar como uma menina. Depois me fez abrir a bunda de Sofia para comê-la. Abriu uma cratera em sua bunda vermelha com os tapas da mão gigante, fez um escândalo sem precedentes, xingou o negão de todos os nomes, mas gozou muito.

Eu aproveitei para foder sua boca e a enchi de porra, ela segurou o líquido e depois que o negão tirou o pau de sua bunda, cuspiu todo o sêmen no pintão e me fez chupá-lo , deixando-o limpinho. Depois que o Renato foi embora, Sofia começou a me humilhar, dizendo que finalmente tinha sido comida por um macho de verdade, que eu só sirvo pra ser putinha. Aí baixou uma ira inexplicável, fiquei possuído, peguei um cinto no armário e lhe dei uma surra que nunca levei quando criança. Depois a enrabei com mais força que o negão, ela soluçava de tanto chorar, mas alguns minutos depois já gozava como uma cadela. Bebeu toda minha porra. Depois desfalecemos, antes me desculpei pela brutalidade, mas ela disse que gostou, afinal casou-se com um macho e não com uma putinha, isso é só uma fantasia.

E-mail contato: fepace@uol.com.br

Esposa Infiel - parte XII

Estava muito excitada com a chegada do carnaval onde ia poder me deliciar nos bailes sentindo pênis de todos os tamanhos e para isso passei o dia todo no salão de beleza apesar de não precisar caprichei no visual com um corte de cabelo arredondado deixando meu rosto ainda mais belo sem modéstia pois papai do céu caprichou ao me fazer dando me um lindo corpo e rosto e com a idade fiquei muito mais bonita e gostosa.
Meu boizinho adora desfilar comigo ao seu lado e por ser muito sem vergonha sempre garanto uma boa transa para nos nós mais variados e inusitados lugares.
Estava pronta para sair quando ele recebeu um telefonema urgente de sua irmã pedindo sua presença na casa de sua mãe deixando me puta da vida mesmo porque a dias ele tem se fartado metendo com sua mamãe me deixando sem seu delicioso porrete.
Ele fez de tudo para ir com ele porem como estou de mal com minha sogrinha resolvi espera-lo em casa dando um prazo de duas horas avisando que não atenderia seu celular caso quisesse me engabelar.
Enquanto esperava sentei no pc de costa par rua na janela do segundo andar de minha casa que fica em frente a uma padaria muito freqüentada por garotos da alta burguesia.
Tentava não pensar em sexo quando recebi um e-mail de uma amiga com fotos dela lambendo minha sublinha de dezoito aninhos na casa de minha cunhada.
Vendo aqueles peitinhos apetitosos que cabiam perfeitamente em minha boca estremeci toda sentindo a calcinha molhada e gemi com um orgasmo tremendo quando minha sobrinha aparecia deitada de costas com as pernas abertas e com a mão escancarava sua boceta oferecendo para minha amiga lamber coisa que relutei em fazer a pedido de minha cunhada sua mãe que não queria que ensinasse essas coisa para sua filhinha.
Quando dei por mim estava com as pernas aberta uma em cada lado da mesa com a calcinha afastada para o lado me desfalecendo com as dedadas na boceta que parecia uma lagoa de tão molhada que estava.
Como já relatei anteriormente sofro de distúrbios sexuais chegando a gozar varias vezes sem mesmo me tocar e como sou muito sem vergonha imaginando que estava sendo observada levantei calmamente tirando a camiseta e calcinha virando de frente para a galera onde fingia arrumar o cabelo aproveitando para caminhar ate a sacada totalmente nua deixando que todos me vissem com alguns engraçadinhos me fotografando.
Sentia como que um vulcão na boceta com gozadas avassaladoras que me deixavam atordoadas com o êxtase do momento e num gesto de loucura fiz sinal para a rapaziada enquanto corria em direção a rua onde me entregaria a todos se possível ali mesmo no meio da rua.
Estava no quintal com a galera se amontoando em frente a grade quando tive um forte orgasmo que me fez cair deixando me molinha no chão por alguns minutos o que me fez recobrar os sentidos onde me recompus e corri para dentro de casa onde fui para o banheiro tomar um banho frio para me acalmar.
Ao ensaboar meu corpo com a água caindo nele senti os seios duros que ate doíam de tanto tesão por isso afundei os dedos na boceta e gemi alto gozando muito coma a mão praticamente toda dentro da boceta.
Após o banho senti que necessitava de uma boa transa por isso vesti uma minúscula calcinha vermelha com um short de malha e blusinha ambos vermelhos salto alto peguei meu carro e sai ignorando as inúmeras chamadas e mensagens de meu boizinho em meu celular.
Estava impossível dirigir sentindo o short atolado junto a minúscula calcinha na bunda deixando as polpas de fora e por ser exibicionista estacionei o carro numa rua qualquer peguei minha bolsa e sai caminhando sem destino sentindo a alma em brasa descarregando o fogo em minha boceta.
Estava desesperada para sentar gostoso num porrete e enquanto caminhava era cantada por muitos homens porem nenhum tomava a iniciativa de me comer ali mesmo se necessário fosse e quando num gesto de puro tesão e ousadia resolvi tirar o short antes porem resolvi atender o celular que tocava insistentemente dentro da bolsa.
Fiquei mais calma e tranqüila enquanto falava ao celular com minha dona aquele travesti que me defendeu num cinema no centro da cidade como já relatei anteriormente.
Ao informa-la onde e como estava ela pediu pelo amor dos deuses que não fizesse nada que me comprometesse pois precisava de mim naquela mesma noite.
Sentia os líquidos vaginais escorrendo pelas pernas quando corri para meu carro e voltei para casa e em poucos minutos ela chegou toda radiante vestindo um lindo macacão amarelo que em contraste com seu corpo deixava ela muito mais linda e gostosa.
Ao vela desce do carro corri em sua direção para me jogar em seus braços dando um delicioso beijo em sua boca deixando ela sentir todo meu tesão sem me importar coma a galera que fazia um grande alvoroço vendo nos atracadas uma na outra.
Calmamente ela saiu de mim pedindo calma mandando que me arrumasse pois tinha uma apresentação na Espanha a noite do dia seguinte e precisava de mim.
Ela estava preparando uma dose de bebida quando voltei de meu quarto com a mala em punho avisando que estava pronta comigo vestindo um sobre tudo por cima da pouca roupa que usava um leve toque na maquiagem e rumamos direto para o aeroporto.
No avião ela me catou de jeito comigo fazendo um escândalo enorme enquanto me enrabava no banheiro e quando saímos dali fomos repreendidas pela tripulação comigo disfarçando um choro avisando que minha sogra tinha falecido e minha amiga estava me consolando no banheiro.
Rimos muito já nos lugares onde gemi muito com seus dedos em mim e quando desembarcamos resolvi atender o telefone de meu boizinho que aos prantos avisou que minha sogra havia falecido e ele estava tentando falar comigo a dois dias.
Ele ainda falava quando o celular foi para o chão comigo sendo amparada por minha dona que depois de me reanimar avisou que nem pensasse em voltar deixando ela na mão caso contrario me arrebentaria na porrada ali mesmo e entre soluços ela me levou para aquela maravilhosa e conceituada casa de show.
A casa estava super lotada e enquanto ela se direcionava para os camarins fui levada para um camarote ao lado do palco onde estava cinco senhores e três travestis com um deles fazendo um delicioso boquete em um deles.
Ao ser apresentada beijei um por um na boca enquanto um dos senhores reclamava muito ao descobrir que eu não era travesti.
Com muita gentileza e educação que me é peculiar informei aquele senhor que era namorada da xx que se juntaria a nos após a apresentação.
Sentada numa poltrona toquei uma deliciosa siririca enquanto o travesti de nome Vanessa babava no pênis daquele senhor tendo um outro todo atolado em seu cu enquanto os outros dois senhores mamava gostoso os potentosos porretes dos travesti.
Em certo momento os três travestis vieram ate mim e após tirarem minha roupa se deliciaram com meu corpo mamando gostoso em meus seios enquanto outro lambia minha boceta e cuzinho fazendo me urrar de tanto prazer.com extrema facilidade fui colocada em cima de um deles que escorregou com muita facilidade pra dentro de mim enquanto outro se posicionou atrás de mim afundando seu mastro todo em meu cu enquanto me deliciava com o terceiro metendo fundo em minha garganta.
Juro que morri de tanto prazer enquanto eles metiam em mim ora com calma e delicadeza e em outro momento socavam com força deixando me extasiada.
O que estava em minha boca foi o primeiro a gozar enchendo a camisinha com uma quantidade fenomenal de porra e quando ele trocou rapidamente a camisinha se posicionando atrás de mim para meter seu porrete duro feito pedra em meu cu comigo aos berros com avassaladores orgasmos.
Estava toda mole e dolorida com os três travestis me comendo incansavelmente de muitos jeitos formas e maneiras e quando fui colocada em cima daquele porrete tive sua pica direcionada para meu cu enquanto beijava muito sua boca macia e sedenta onde com muita experiência sorvia toda minha língua deixando me maluquinha de tanto prazer apesar de ter as pernas dormente e a boceta ardendo muito.
Tentei sair dela que ao perceber minha resistência segurou me enquanto abafava meu grito com seu beijo enquanto ele saiu todo de meu cu para se ajuntar a outro porrete que vieram pra dentro do meu cu numa dupla penetração comigo aos prantos enquanto sentia eles me rasgando ao meio com seus pênis atolado em meu cu enquanto os cinco homens despejavam rios de porra em cima da gente com suas alucinadas punhetas.
Sentia me como que sendo dilacerada porem urrei de prazer quando eles anunciaram seus gozos com um deles mordendo meus seios enquanto outro estapiava meu rosto chamando me de puta devassa safada e outras coisa deliciosas fazendo me urrar caindo em seguida mortinha para o lado toda sua dolorida porem saciada.
Com muita dificuldade caminhei ate o banheiro de um dos camarins onde me banhei me recompus e ao descobri que um deles estava em viagem para o Brasil pedi carona em seu jato particular.
Após o show que não pude assistir minha dona veio ate nos informando o local da suruba logo mais a noite e enquanto todos rumavam para lá me desvencilhei deles e vim embora para casa onde encontrei meu boizinho triste e abatido que não me deixou se quer entrar em casa me esbofeteando na frente de todos os parentes e amigos me expulsando somente com a roupa e por sorte estava com minha mala.
Sai dali jurando a mim mesma nunca mais se quer olhar na cara desse filho da puta a não ser perante o juiz rumei para a casa daquele senhor que me atendeu alegremente deixando me a vontade em sua mansão no alto do Morumbi e como já tinha me comido gostoso na viajem de volta em seu jatinho particular calmamente me encaminhou para uma suíte onde delicadamente pediu que fizesse um striper para ele o que atendi prontamente e quando abriu os braços me chamando pra cama me lambeu toda dando total atenção para meus seios e boceta onde sorveu toda minha energia chupando como nunca havia sido chupada fazendo me desfalecer em sua boca com gozadas avassaladoras e quando montou em mim meteu de forma suave como quem tem todo o tempo do mundo fazendo me gemer muito em seu potente caralho.
Hoje vivo cercada de luxo com meu homem que atende todos meus pedidos porem não aceita de forma alguma me dividir com ninguém.
Estou resistindo o Maximo possível pois neste mundo de riqueza principalmente os homens acham que podem tudo e alguns engraçadinhos me cantam na cara dura.
Sei que não resistirei por muito tempo porem espero tratar com carinho e respeito a quem me acolheu sem cobrar nada em troca na hora que mais precisei.
Dias desses ele me ‘presenteou’com uma linda secretaria informando que fizesse com ela o que bem entender e ao perceber que havia um certo brilho em seu olhar aproveitei sua ida a Espanha a negócios e fiz minha ninfetinha se deliciar com minha boceta sedenta porem isso prometo contar em outra oportunidade.
Beijos a todos
Camille
camilledicarli@bol.com.br
 

 

Esposa Infiel - parte XI

Como já relatei anteriormente sou loca por calcinhas.
Tenho verdadeira adoração por esta pecinha e sempre que saio pela cidade não consigo tirar os olhos da bunda das outras mulheres tentando identificar o tipo de calcinha que estão usando e sempre acabo me molhando toda principalmente quando avisto as marquinhas que fica sob as calcas ou saias delas.
Dias desses estava sozinha em casa sem nada para fazer então resolvi dar um role pela cidade.
Depois de um bom banho e café reforçado sai de casa vestindo somente um sobre tudo e salto alto sem mais nada por baixo embora estive levando na bolsa um vestidinho básico em uma calcinha para eventuais necessidades.
Como sou muito sem vergonha deixei a parte de baixo da saia aberta pouco a mais que o normal deixando minhas coxas a mostra ao caminhar.
Estava muito excitada por isso resolvi ir de metro.
Caminhava sentindo os líquidos vaginais escorrerem pernas abaixo apertando as pernas uma na outra friccionando os lábios um ao outro enquanto me deliciava com diversas formas de bundas que me acendia cada vez mais deixando visível a marca de suas minúsculas calcinhas.
Estremeci toda quando apareceu de repente em minha frente uma mulher negra vestida com um conjunto de saia e mini blusa deixando seu lindo corpo quase a mostra.
Ao passar por mim não pude resistir olhando fixamente em seu lindo rosto onde ganhei um inebriante sorriso que me deixou molhada principalmente quando olhei pelas costas e a saia era de costura baixa deixando a mostra um lindo e minúsculo fio dental vermelho que sumia em sua bunda firme e deliciosa.
Sem consegui desgrudar os olhos daquilo tudo resolvi segui-la mesmo com ela em direção contaria a minha.
Não somente ela mais todas as demais pessoas notaram meu interesse e ao me ver indo atrás me fez babar toda com seu delicioso rebolado.
Estava hipnotizada com aquele rabo de saia e quando ela entrou em uma loja de lingerie tremi toda com o tesão a mil imaginando tudo aquilo naquele santuário de calcinhas.
Estava fora de mim e muito excitada por isso resolvi passar direto e tentar me recompor colocando em ordem minhas idéias senão seria capaz de agarrar aquilo tudo ali mesmo.
Fui ate uma lanchonete da esquina tomei um guaraná depois fui ao banheiro onde consegui me lavar deixando a boceta limpinha e seca onde resolvi vesti a calcinha.
Com os pensamento a mil em minha mente arquitetava um modo de abordar aquela deusa de ébano.Parecia uma adolescente a espera do primeiro beijo,porem não poderia perder esta oportunidade e depois de respirar fundo caminhei decidida entrando na loja onde caminhei parecendo esta no paraíso apalpando cheirando e me deliciando com aquelas minúsculas peças ficando um pouco decepcionada em não encontrar minha deusa.
A loja estava vazia por isso após me certificar que ela não se encontrava por ali resolvi ir embora e quando já estava na porta fui abordada por uma mocinha que pediu que a seguisse ate o escritório que fica num mezanino nos fundos da loja quando questionei porque ela educadamente disse que eu era suspeita e precisava me revista.
Pensei em meter a mão na cara daquela menina que me chamava de ladra na cara dura porem seu jeito sorridente e seu corpinho lindo moldado por uma camiseta branca e calça jeans me fizeram mudar de idéia pensando que poderia ser compensada por algumas apalpadas e passadas de mão o que para mim era um consolo.
Enquanto caminhava atrás dela perguntei o que elas faziam quando pegavam alguém roubando na loja.
Ela com uma voz toda melosa me informou que não faziam nada porem a dona da loja fez uma vez uma jovem de escrava obrigando ela a desfilar somente de calcinha o dia todo pela loja e segundo ela havia rumores que ela levou esta jovem para um motel e fez o que quis com ela.
Com as pernas bambas e a calcinha molhada perguntei se ela estava me levando para falar com a dona e após sinal afirmativo pedi que esperasse enquanto coloquei dentro da bolsa algumas calcinhas que peguei neste momento.
Com o coração quase saído pela boca e a boceta em brasa delirei quando chegamos na sala e dei de cara com minha deusa de ébano sentada de costa pra nos enquanto falava ao telefone.
Ao me ver ali ela não pode conter um sorriso que coloriu toda a loja e antes de sair a mocinha cochichou algo com ela enquanto me deixa sozinha a mercê daquela deusa.
Depois de me explicar todo o procedimento ela pediu autorização para me revista já pedindo que tirasse a roupa.
Antes mesmo de terminar o pedido eu já estava somente de calcinha a sua frente.
-Boa menina.Assim que eu gosto.Decidida dedicada e submissa.
-Tem alguma coisa dentro da calcinha?
Sem mesmo responder já estava com a calcinha no joelho molhando toda minha coxa com o liquido viscoso que escorria da boceta.
Nossa menina você esta mesmo a perigo olha sua boceta.
Derreti toda com ela espalmando minha boceta já com seu corpo colado ao meu enquanto cheirava minha nuca.
Explodi numa gozada avassaladora quando ela enfiou o dedo médio em mim enquanto beijava minha boca beliscando meu mamilo deixando me cada vez mais alucinada apesar da forte dor de seu beliscão em mim.
Ainda gozava quando ela encostou na mesa ordenando que lambesse sua boceta.
Feito uma cadela no cio obedeci cegamente ajoelhando entre suas pernas onde uma delas foi colocada em meu ombro enquanto ela aproveitou para forçar minha boca em sua boceta enquanto mandou que lambesse sua boceta por cima da calcinha.
Que tesão imenso aquilo me deu enquanto sentia a língua dormente de tanto lamber sentindo seu gosto em minha boca mesmo separada pelo minúsculo fio dental vermelho e tentador que escorria de tanto liquido de sua boceta e minha baba.
Fiz ela urrar enquanto sussurrava coisas deliciosas me chamando de princesa amorzinho e outros elogios quando afastei com a boca sua calcinha e meti a língua em sua boceta que mais parecia um lago de tão melada e sedenta que estava.
Fiz ela se estrebuchar toda em cima da mesa enquanto gozava comigo bebendo todo seu gosto deixando a sequinha e quando me posicionei deitando em cima dela nossas bocas se uniram com ela se acendendo novamente se posicionando em cima de mim onde desfaleci com sua boca em minha boceta e a minha na dela num delicioso meia nove onde gozamos juntinhas nos beijando muito trocando eternas juras de amor esmo sabendo que só durarão ate o por do sol.
Estávamos abraçadas e nuas no tapete da sala trocando deliciosos beijos quando fomos interrompidas pela jovenzinha que exigia sua presença num assunto urgente e quando ela saiu dali perguntei qual seria meu castigo quando ela apontou um pacote em sua mesa pedindo que a jovem me ajudasse a me vesti e depois deveria varrer toda a loja ate a calçada e quando terminasse estava liberada.
Quase não consegui levantar de tão acabada que estava porem me reanimei quando a mocinha abriu o pacote me entregando um minúsculo short de lycra preto e uma frente única que mal cobria meus seios deixando os praticamente de fora pouco acima do umbigo.
O tecido do short abraçou minha bunda e boceta fazendo me estremecer apertando me muito comigo puxando o bem para cima onde ele enterrou todo na bunda separando minha nádegas fazendo meu cu piscar de tanto prazer.
Não só varri toda a loja e a calcada das lojas vizinhas como também tirei pó fiz café troquei todas as pecas do mostruário dando um toque mais juvenil na loja o que atraiu muito a clientela com algumas que entravam somente para me ver se deliciando com meu corpo quase desnudo e quando isso acontecia abordava esta cliente não deixando que saísse dali sem comprar algum artigo.
A loja fora uma das ultimas a fechar tal a quantidade de mulheres que não economizaram comprando artigos mesmo sem precisão disfarçando enquanto me cantam diziam coisas deliciosa em meu ouvido me entregando números de telefones com seus nomes marcando encontro comigo.
Pensei ate em vira garota de programa atendendo a todas elas porem ao identificar que é coisa seria embora sendo um programa casual não cobro nada porem se é somente aventura faço questão de cobrar uma taxa a qual deposito em nome de uma instituição de caridade que tem me agradecido muito com minhas doações generosas.
Quem esta muito contente com isso é meu boizinho que faz questão de chupar minha boceta sempre após um encontro onde me fez prometer não tomar banho deixando que ele me limpe todinha.
Muitas vezes ele me leva ao local e espera ansioso onde me come muitas vezes ali mesmo dentro do carro a vista de quem quiser olhar o que me deixa alucinada onde somos filmados por algumas de minhas amantes.
Mesmo com a agenda cheia dedico um dia da semana onde me desvencilho de tudo e vou para a loja de minha deusa onde me derreto toda em seu corpo maravilhoso e mais ainda quando sou obrigada a ficar nua o que aumenta suas vendas e amplia meu terreno de caça.
Minha deusa esta muito contente desde minhas visitas a clientela de homens aumentou consideravelmente e como sou safada estou enamorada por um senhor muito bonito e charmoso que acredita que sou virgem e esta prometendo comer somente meu cu afirmando pagar quanto eu pedir.
Pelo volume formado em sua calça quando esbarra displicentemente em mim notei que é um belo porrete e que vou sofrer muito com tudo aquilo porem prometo escrever contando como foi assim que não agüentar mais e terminar dando pra ele.
Mulheres se querem me contratar mande foto de corpo todo de preferência nua para nosso primeiro contato.
Não sou lésbica ,porem só atendo mulher.
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa Infiel - parte X

Quando meu boizinho ligou avisando que estaria passando na casa da sua mãe e não teria hora para voltar fiquei puta da vida sabendo que iria meter gostoso com minha cunhada e minha sogra me deixando na mão como sempre acontecia.
Como já relatei aqui depois que meu sogro morreu minha sogra me culpa por isso o que tem me afastado dela e de sua filha e recentemente mudei de casa indo morar em um bairro distante o que me afastou mais ainda delas principalmente de minha cunhada a qual me lambe todinha.
Minha sogra sendo muito filha da puta mete com meu marido deixando o coitadinho esgotado propositadamente e com isso ele mal comia a mim e minha cunhada por isso depois de um bom e demorado banho vesti um vestidinho de seda curto colado e transparente sem mais nada por baixo mesmo porque gozo muito quando uso calcinha e sinto ela apertar meus lábios vaginais enquanto caminho porem neste dia queria me derreter toda em um porrete ou em uma boca ávida e sedenta.
Quando liguei para “minha dona”ela estava indo atender um cliente no jardim América e que tomasse banho e aguardasse que passaria em casa para me pegar.
Neste momento senti um frio na barriga sentindo a bocetinha arder com a surpresa é exatamente no bairro onde moro.
Ao informa-la disto ela me deu o endereço do cliente e para meu total espanto era numa rua acima da minha sorri mesmo porque se tratava de meu contador.
Rapidamente corri para lá atraindo a atenção de todos ao caminhar o vestidinho subia muito deixando me pelada da cintura abaixo.
Quando avistei seu carro apontando vagarosamente na esquina fingi não saber de nada enquanto simulava falar ao celular quando ela parou ao meu lado me chamando de louca pegando firme em meu braço fazendo me sentir seu porrete duro dentro da calcinha.
Dentro do carro ela esbofeteou minha face puxando meu cabelo deixando as pessoas a nossa volta intrigadas vendo duas lindas mulheres brigando dentro do carro.
Ela me xingava de todos os palavrões possíveis enquanto eu me molhava muito e quando abri as pernas mostrando minha bocetinha totalmente molhada e lisinha como ela gosta com um sorriso malicioso ela pegando em minha nuca segurando forte meus cabelos lascou um beijo em minha boca sem nos importamos com a galera dos bares vizinhos que assistiam nosso show.
Estava entregue quando ela me jogou no banco e suspirei pensando que ela iria me comer ali mesmo porem para meu desespero ela ligou o carro avisando que estava atrasada e depois do compromisso cuidaria de mim.
Ao chegarmos naquela mansão fomos recebidas pelos serviçais e como eu não fazia parte do pacote minha dona mandou que ficasse no carro enquanto ela atendia seu cliente.
Estava quase dormindo no banco do carro ouvindo um cd romântico sentindo o gosto de sua boca na minha quando uma menina bateu no vidro do carro avisando que estava sendo convidada a entrar.
Não pude deixar de olhar aquela criança que caminhava a minha frente com uma saia rodada donde se via a marca da minúscula calcinha toda enterrada na bunda e ao entrar fiquei encantada com o bom gosto do lugar com quadros na parede ornando os moveis rústicos.
Contemplava o lugar quando fui interrompida por minha dona que estava algemada a uma grande cama com sua minúscula calcinha toda enfiada no cu enquanto um senhor vestido de senhora a qual todas chamava de patroa, mandou que chegasse ate ele.
Minha dona teve a boca tampada com uma calcinha que depois de dizer que ele teria que pagar dobrado. Aquele senhor sentado numa grande almofada mandou que caminhasse chamando o de mamãe com voz de criança o que atendi prontamente achando graça no primeiro momento e vendo que a coisa era seria me entreguei sentindo a boceta formigar de desejo.
Calmamente aquele senhor mandou que me despisse e se não o conhecesse teria acreditado que se tratava de uma mulher.Por sorte ou azar sei lá ele não me reconheceu.
Caminhava rebolando muito quando ele pediu que ficasse de pe nos braços da poltrona e assim que me posicionei ele mandou que agachasse em sua boca onde sorveu toda minha boceta deixando me extasiada com a habilidade de sua língua em mim.
Enquanto me lambia eu gemia alto de tanto prazer e em certo momento olhei para minha dona que tinha a calcinha muito enfiada no cu mesmo porque seu porrete estava muito duro o que estufava a calcinha deixando sua bunda toda de fora.
Estava gozando quando aquela jovenzinha deu um forte tapa em meu rosto pegando me de surpresa enquanto dizia que somente a patroa poderia gozar e nos suas escravas só gozaríamos quando ela autorizasse.
Como sou muito sem vergonha e adoro que me batam ignorei tal ordem e gritei:estou gozando ai que delicia.....
Neste instante cai em cima daquela “senhora”tal a intensidade do orgasmo e quando dei por mim olhei para minha dona toda amarrada na cama com os olhos esbugalhados.
Dava pra ver o pavor em seu olhar embora seu pênis parecia que ia estourar de tão duro que estava.
Calmamente a patroa olhou para a menina que num gesto muito provocante caminhou de quatro pela cama onde tirou a calcinha de minha dona pro lado e começou um estonteante boquete.
Com grande maestria ela beijava a cabeça e descia lambendo toda a extensão daquele mastro que quando era solto dava cabeçada no ar de tanto tesão.
Estava totalmente envolvida contemplando a chupada que não percebi a patroa se despindo ficando somente de calcinha me deixando boquiaberta com o imenso volume de seu porrete,aquilo tinha no mínimo uns vinte e seis centímetros .
Neste momento senti um calorzinho na boceta e gozei copiosamente imaginando aquilo tudo dentro de mim.
Calmamente ela deitou ao lado das meninas e de onde estava via a garota engolindo o porrete da minha dona empinando muito a bunda onde me deliciava vendo suas linda nádegas separadas pelo minúsculo tecido da calcinha que estava molhadissima.
A patroa deu seu pênis para minha dona lamber enquanto a garota ligava fios no saco de minha dona introduzindo um pino de metal em seu ânus.
Estava curiosa com o que ia acontecer por isso sentei numa poltrona junto com outras serviçais para assistir de camarote o espetáculo.
A senhora tirou a calcinha e sentou naquele mastro que escorregou em seu cu com total facilidade enquanto a garotinha pegava o controle remoto me entregando segurando minha mão para acionar o comando.
Sempre que apertava o botão minha dona e a patroa se esticavam toda gemendo desesperadamente descarregando ondas elétricas nas duas meninas.
Vendo que não tinha coragem de acionar o controle aquela putinha me pegou pelos cabelos fazendo me sentar na boca de minha dona de frente para a patroa e enquanto isso tinha a boceta e os seios sugados com forca por minha dona enquanto descargas elétricas eram descarregadas em nos deixando nos cada vez mais loucas de tanto prazer apesar da dor e incomodo momentâneo.
Aproveitei que o mastro daquela senhora estava esticado sobre a barriga de minha dona espalmei tudo aquilo abocanhando a cabeça que em poucos minutos despejou rios de porra em minha boca fazendo nos gozar juntinhos caindo todos abraçados e extasiados de tanto prazer.
Em pouco segundos nossa respiração voltou ao normal e quando tencionava meter de novo minha dona mandou que me arrumasse rapidinho enquanto a menina entregava uma generosa quantia em dinheiro para minha dona que tentou dividir comigo que recusei é claro enquanto a patroa dormia carinhosamente esticada na cama com seu porrete meio duro.
Saímos dali em direção a um motel quando minha dona mandou que saísse do carro em plena avenida e tirasse toda roupa me entregando um conjunto de blusa e shorts e ao fazer isso quase fui estuprada por vários homens e não fosse a intervenção de minha dona teria dado pra todos ali mesmo.
No motel minha dona judiou de mim me comendo de muitos jeitos e maneiras como nunca havia comido antes e quando meteu em meu cu fez me ver estrelas com a violência das estocadas deixando me sentando de ladinho por vários dias.
Minha dona estava com o diabo no corpo deixando me molinha com gozadas avassaladoras e depois de socar muito em meu cu fazendo chorar de dor e tesão tirou e tentou socar em minha boca e quando recusei morrendo de nojo fui espancada com gosto e enquanto me enchia de porrada socou fundo em minha garganta vendo meu desespero enquanto gozava em minha boca deixando me sentir o gosto de seu néctar misturado com meu gosto deixando me enojada.
Ao reclamar ela me deu um forte tapa na cara enquanto segurava meu cabelo urinou em meu rosto me afogando com seu liquido escorrendo em minha garganta rosto e seios.
Confesso que senti repugnância neste ato porem não consegui conter o forte orgasmo que me fez cair molinha de tanto gozar.
O dia já estava quase amanhecendo quando ela me deixou duas quadras abaixo de minha rua onde tive que chegar em casa a pé toda molhada e fedida e totalmente nua.
Por sorte não havia ninguém na rua e ao entrar em casa encontrei meu boi deitado no sofá ainda vestido com um copo na mesinha ao lado e quando me acordou por volta das noves da manha demonstrou grande preocupação comigo ao me ver cheia de feridas pelo corpo e mesmo sob protestos me levou ao medico onde fiz uma lavagem estomacal e anal ficando quase o dia todo em observação.
Quase chorando meu boizinho pediu que tiremos outras pessoas de nossas vidas ficando somente eu e ele.Concordei imaginado que como sou ninfomaníaca ele terá somente a mim para meter me satisfazendo como a tempo não o faz.
Quanto a mim não vou nem tentar ser fiel mesmo porque sei que será em vão mesmo porque nasci para ser possuída por quem quiser me comer mesmo que com isso ganhe o inferno como morada infinita e se isso acontecer terei que dar o dia todo pro capeta KkK
Beijos
deborha

 

Meu negro!. ( “My Negger! Or an argument fellatio”)

Tenho acordado de mau-humor frequentemente. Passo o dia inteiro mal-humorada. Culpo um pouco a mim, ou tanto a minha vida, e grande parte a rotina dos dias. Sabe? Aquilo tão igualzinho e repetitivo, como se fosse sempre o mesmo dia, como no filme “O dia da marmota” (“Groundhog Day” – 1993), só que nem um pouco engraçado. Sei que o nome dos dias muda pela programação da tevê e sábado tem zorra total (urgh!). De resto, é tudo sempre a mesmíssima coisa: acordar, fazer xixi, escovar os dentes, preparar o café, arrumar a casa, ir pro trabalho, voltar, preparar a janta, dormir. À noite, então, a coisa fica ainda pior.

Um marido cada vez mais insosso, ranzinza, gordo, que naturalmente ronca e peida. Pois o que ele solta do seu enorme traseiro não são pode ser denominado de pum. Eu? Se soltar um punzinho que seja durante o sono, será sem querer, e eu já acordo e ainda fico com vergonha, preocupada com a possibilidade de alguém ter escutado o barulho ou, o que é pior, sentido o cheiro. Sou educada até comigo mesma. Não adianta, sou assim. Mas a insônia, apesar de incômoda, tem me ajudado um pouco. Pois, enquanto o sono não vem, uma cena não sai da minha cabeça. Não sei se a vi em algum filme, ou a li em algum livro, ou é mesmo fruto da minha fértil imaginação. Interajo e me deixo levar. Há um homem. Um negro. Um homem negro forte e alto.

Estou sentada numa sala de espera de algum consultório. Parece um consultório. Não sei. Ele entra na sala, mas não o observo, apenas sinto sua presença. Não vejo seu rosto. Meu negro não tem rosto, mas tem vida. Está descalço. Vejo-o quando ele pára bem na minha frente. Estou cabisbaixa, olhando para o chão. Avisto seus grandes e belos pés negros e muito bem desenhados, dignos de uma escultura. Instantaneamente me vem, como um flash, “A vereadora antropófaga” de Almodóvar (2009), mas procuro não divagar. Concentro-me. Vou erguendo minha cabeça lentamente, contemplo suas canelas lisinhas sem um pêlo, os joelhos sem cicatrizes, a barra do hobby de seda branco. Ele desata o cinto com suas mãos ágeis e abre o hobby para exibir uma das coisas mais lindas e impressionantes que já vi. Um belo “pinto” negro. Ou melhor, um pênis negro. Não, um enorme, mas ainda flácido, pênis, como aqueles de livros de educação sexual. Perfeito, harmônico, na cor e na textura.

A expectativa de vê-lo ereto me é excitante. E o que fazer diante de uma obra prima da natureza diante da sua face. Um pênis maravilhoso a poucos centímetros da sua boca. Hipnotizada, e fazendo a única coisa a se fazer num momento como aquele, tento, com relativo esforço, erguer o mais belo dos “paus” (desculpem-me a expressão chula!) e uso ambas as mãos. Observo o lindo contraste da pele clara das minhas mãos, o vermelho das unhas com o chocolate daquela preciosidade. Levo minha boca entreaberta para desfrutar de tamanha beleza, mas é em vão, mal consigo abocanhá-lo. Então uso o plano B: a língua. Ufa! Seria frustrante se não conseguisse. Esta minha língua nunca me falta, pois também me orgulho por salivar em abundância. E começo a agir, sem perder tempo.

Ouço os primeiros suspiros do dono daquela “magnífica ferramenta” (perdão, mais uma vez!) e percebo o rápido processo de enrijecimento, fruto do sangue fluindo rápido no corpo cavernoso. Eu sempre adorei biologia e os corpos cavernosos desde a juventude despertaram minha curiosidade. Ainda bem que fui filha única e, desde pequena, tive a excitante curiosidade por tocar e sentir a pele de um pênis, ainda mais de um negro. Sei de muitas mulheres que tem verdadeira ojeriza (totalmente sem sentido) por tocar em um pênis, quanto mais lambê-lo ou tomá-lo na boca. Acredito que tudo é fruto de educação castradora conservadorismo religioso que ainda impera na nossa sociedade terceiro-mundista, ou então de aversão psicológica ao pai, ou repulsa comportamental a um irmão que a tenha incomodado. Não falo em molestar. É diferente. Enquanto os homens adoram observar a nudez feminina, inclusive a de uma irmã, a recíproca não é verdadeira. Mas não quero fugir e volto ao meu negro. Continuo.

Minhas mãos e boca não dão conta daquela maravilha natural. Sem muito refletir, começo a lamber toda a extensão daquele membro e volto, volto sempre à cabeça. A cabeça é linda, quente e lateja e reluz com minha saliva. Persistente, insisto ainda em tomá-la na boca num grande esforço, mas a dor nas articulações do maxilar me faz recuar em mais uma tentativa. Volto com a língua. Ele geme e geme alto. Seu corpo já está curvado em minha direção. Sinto suas mãos num toque delicado segurando minha cabeça forçando-a num vai-e-vem. Acho que ele teme que eu pare, mas não sou louca e tenho os pés no chão. Jamais faria a coisa errada no momento certo. Ele parece ser bem resistente. Já se passaram bons minutos e ele se mantém ali, firme. Acho que todos os homens deveriam ser como este. Deveriam ser menos brancos, ter mais cor e menos pêlos. Deveriam ter pênis maiores e mais vistosos.

E, claro, uma resistência homérica, para dar conta de um corpo feminino, repleto de prazeres e rico em enigmas a serem desvendados, pois, como bem disse Luís Fernando Veríssimo, “as mulheres são de outro planeta”. Fico curiosa em saber até quando e o quê e quanto sairia daquela frestinha no meio daquela cabeça lustrosa, a qual jamais esqueço de lamber. Excita-me a idéia de ver o contraste do branco do sêmen com a cor achocolatada daquele pênis. Mas... nem tudo são flores na minha vida e tudo fica escuro. A noite no meu quarto é muito escura. Se meu negro estivesse aqui nessa escuridão, talvez não conseguisse vê-lo, mas sentiria sua presença e seu calor. Nas trevas do quarto da minha vida, sou despertada pelo som de um pum barulhento e fétido de meu marido. Cubro minha cabeça para diminuir o desconforto. Uma indignação quase ódio. Mas quase sufoco e volto a respirar aquele ar contaminado. Torço para voltar a dormir e rezo para que o dia logo amanheça. Nestes momentos, quero a minha rotina diária. Passam-se os dias.

Tão iguais que até perco a conta. De repente, sentada na cama, numa sensação de “dejà-vu”, tenho a impressão de que o homem negro alto irá adentrar no meu quarto, irá parar na minha frente para me mostrar aquela obra prima de perfeição. Mas não. Quem entra é um homem branco, baixinho, barrigudo e pálido, de peito peludo e grisalho, ridiculamente envolvido até na cintura por uma toalha surrada e de cor estranha. Pára na minha frente, despe-se da toalha e exibe algo deprimente: um pinto pequeno, murcho, sem cor e sem vida. É meu marido. Minha vontade é de gritar por socorro: “Tirem-me daqui!”; “Onde está o negro dos meus sonhos?”. Mas me contenho. Sou comedida. Não esboço qualquer reação. Num reflexo, limito-me a dizer, apenas, estrategicamente, claro: “Ai, querido. Hoje não! Estou com uma dor-de-cabeça que nem imagina!”. E reflito agora, num exercício pleno de razão: estou convicta de que a evolução da sociedade moderna deve passar obrigatoriamente pela miscigenação com a raça negra. Teríamos menos câncer de pele, mais resistência, mulheres com mais bumbum e requebrado, e homens bem mais atraentes e, obviamente, com pênis mais belos. E não se deixem levar, pois, infelizmente, minha suposta promiscuidade limita-se a uma tela de monitor de 17 polegadas. E, claro, todos têm o direito de discordar do meu ponto de vista. Sorri guys! But this is really all fiction! (catherine.lanou@gmail.com)

P.S.: Não entendo como, mas muitos “evangélicos” estão lendo meus textos e enviando e-mails para me converter, muito provavelmente tentando garantir suas entradas para o Céu. Agnóstica convicta, digo que o Céu não existe ( e “o Inferno são os outros”) e a vida? Esta que está aí diante dos nossos olhos, a vida é uma só. Portanto, aproveitem o quanto puderem. Não há “segunda chance”!

 

 


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