Casais

Cristal e seu corno

Cristal é uma mulher jovem, alta, de corpo esguio, cabelos longos e dourados, sua bunda exuberante e muito apetitosa chama atenção dos homens que a vêm; seus seios grandes e duros são um convite ao prazer. É, de fato, uma mulher que exibe todo o esplendor de uma bela representante do sexo feminino aos 25 anos. Cristal tem personalidade forte e é muito direta em sua relação com os homens e não tem mesuras para dizer “face to face” quando não gosta de algum deles. Detesta homens inseguros, tímidos e com personalidade fraca. Prefere os divertidos, comunicativos e especialmente, os homens de perfil dominante e que gostam de exercer toda a supremacia masculina sobre as mulheres. Ou seja, ela venera os machões e mandões, principalmente se tiverem uma pegada firme e vigorosa. Machões que gostam de usar algemas, coleiras e chicotes, são os seus preferidos.
Eu, ao contrário, com quase sessenta anos e praticamente impotente na cama, nada tenho fisicamente para atrair tão bela mulher, mas o destino quis que nos encontrássemos há oito anos e que passasse desde então a cuidar dela, especialmente no aspecto financeiro, já que tenho uma bela renda mensal e assim, ela nunca precisou se preocupar com esses desprezíveis pormenores financeiros.
Há pouco tempo descobri que para continuar a ter ao lado essa bela mulher, era preciso dividi-la com homens que dessem para ela o que já não consigo dar a muito tempo, prazer sexual. Assim, passamos a frequentar sites de relacionamentos, no sentido de encontrar homens que a satisfizessem e que, obviamente, fossem extremamente viris na cama.
Logo passamos a nos encontrar, aqui em Brasília, com homens que pudessem se tornar bons amantes fixos para ela. Com isso, selecionamos alguns que passaram a frequentar nosso apartamento e dois, em especial, se destacaram, mas não tinham o tempo necessário para passar um ou dois dias seguidos por semana ao lado dela e por isso, ela rapidamente os descartou.
Com o passar do tempo, fui descobrindo que além do enorme prazer de vê-la nos braços vigorosos de um homem viril, era para mim também, um grande prazer poder servir ao casal durante o tempo em que ficavam juntos, em um êxtase de submissão aos dois. Música ambiente, drinks especiais, além dos cuidados para que a cama do casal estivesse sempre com lençóis limpos e macios, era apenas um dos mimos de que eu nunca poderia me descuidar.
A suíte do casal passou então a ser exclusivamente dela e a mim, ficou destinado o quarto que até então seria para os hóspedes. Ela chegou até a cogitar a me colocar no quarto de empregada, já que, minha proximidade ao lado da suíte, poderia atrapalhar seus encontros amorosos. Enfim, estou esperando que ela e seu futuro amante decidam sobre isso. Se assim for, terei que me contentar em dormir em uma cama ou colchonete no diminuto quartinho de empregada.
Tenho enorme prazer em poder prepara-la para seus amantes, quer cuidando de suas unhas, quer cuidando de seus longos e sedosos cabelos. Como uma de minhas atribuições, além da faxina doméstica, é a de lavar e passar todas as nossas roupas, me esmero muito nos cuidados com as lingeries que ela adora usar em seus encontros, afinal procuro sempre observar para que ela esteja vestida de forma bem sensual, pois isto é muito importante para ela atrair, com mais eficiência, a atenção dos outros homens. Manter Cristal sempre gostosa e provocante para outros é para mim um dever acima de tudo.
Não descuido também dos banhos, afinal é uma ótima oportunidade que tenho para sentir em minhas mãos seu corpo belo e macio, por isso esfrego-a várias vezes, com a desculpa que tenho que deixá-la bem limpinha. A depilação que lhe faço é sempre por inteiro e os cuidados com seu pós-banho idem, com massagens corporais feitas com hidratantes da melhor procedência e cremes e loções muito especiais, deixando-a bem cheirosa e apetitosa para seus machos alfa.
Com o passar do tempo fui observando que além do culto a essa bela mulher, passei a desenvolver tendências homossexuais, já que, impotente que sou, Cristal passou a me dar prazer com um consolo que é preso a uma calcinha especial e a prática do strap-on entre nós passou a ser de certa frequência. Com isso, fui olhando seus machos com inegável cobiça e hoje, sempre que vou servi-los, seja na cama ou na sala, vejo com muita gula o esplendor de seus membros eretos. Minha vontade era poder chupar aquelas varas poderosas, preparando-as para deixa-las bem duras antes de serem usadas em Cristal e depois de usadas, poder limpá-las com minha língua, espremendo-as seguidas vezes em minha boca, não permitindo que nenhuma gota da deliciosa porra fosse desperdiçada. Até lá, me contento em sorver o que resta dos preciosos líquidos masculinos nas camisinhas que ficam espalhadas pela casa.
É claro que gostaria muito de poder dar banho em seus machos, fazer-lhes gostosas massagens e sempre que quiserem ficar chupando seus cacetes até o talo, mas tenho certeza que tais privilégios Cristal não me concederá, já que ela dificilmente deixará para mim prazeres que são dela. Aliás, na minha visão e na dela, prazeres são para ela e não para mim. No entanto, ficarei na expectativa de que algum dos seus homens, algum dia, a convença a abrir mão desses prazeres, mesmo que muito raramente.
Cristal chegou a cogitar em me castrar, já que - segundo ela, meu pau de nada serve, nem mesmo como enfeite. Mas, ainda não estou certo disso, já que - muito eventualmente, consigo me satisfazer solitariamente. No entanto, caberá a ela decidir futuramente sobre isso. Ela fala também em fazer uma tatuagem com suas iniciais em minha bunda, para que eu não esqueça a quem pertenço. Na verdade, gostaria que as iniciais fossem dela e de seu macho, porque aí eu me sentiria mais propriedade dos dois.
Esse conto é totalmente real e como ela não gosta de coisas arranjadas e sim as que vêm naturalmente, ela não sabe que eu o escrevi, mas se tiver um macho residente em Brasília que se interesse em fazer parte de nosso estilo de vida, bem como tenha as características e desejos que aqui retrato, me procure, com fotos e perfil detalhado, no e-mail: belamulher25@gmail.com

Fiz do meu marido um corno dentro do ônibus

Olá ! Tudo bém ? Meu nome é Shirley, tenho 30 anos, casada, liberal. Eu e meu marido gostamos muito de sexo e de fantasias, já realizamos várias, ele me deixa fazer o que quero, adora ver ou saber que fiquei com outro, eu aproveito para conhecer pessoas novas e realizar as nossas fantasias e é por isso que estou aqui, para contar pra vocês mais uma delas, ele foi quem me ajudou a escrever esse conto. Tudo aconteceu quando viajei de ônibus, sozinha,para encontar com meu marido, o Jony, era uma viajem de 500 km, do interior para o litoral, ou seja, 8 horas de viajem, cheguei na rodoviária dez minutos antes e enbarquei ás 22:00 horas, tinha pouca gente no ônibus e as pessoas que tinham estavam sentadas bém na frente, pelo bilhete de passagem pude ver que a minha cadeira ficava no final do ônibus, lá atrás, fui até lá e me sentei, em seguida entrou um rapaz, bonito e se sentou do meu lado, só estavámos nós dois lá atrás, o ônibus partiu e nós começamos a conversar, nos apresentamos, o nome dele era paulo, 22 anos, estudante de enfermagem, a viagem seguia normalmente, eu estava vestida de saía longa e blusa, ele me perguntou se eu tinha namorado, eu disse a ele que era casada e isso fez com que ele recuasse um pouco, ele era um gato, muito bonito, eu comecei a ficar exitada, minha buceta começou a ficar molhada mais eu disfarsava, tentei dormir um pouco, fechei os olhos mais não tirava aquele rapaz do pensamento, comecei a ter vontade de dar minha buceta pra ele mais não sabia como, nós estavámos dentro de um ônibus em movimento, a minha vontade e os meus desejos foram aumentando, eu não sabia o que fazer, estava muito exitada, o ônibus estava vago, escuro, lá atráz só estavámos eu e ele, um sentado ao lado do outro, eu não aguentava mais, tinha que fazer alguma coisa, a vontade de ter um pau duro dentro de mim era grande e foi então que tive uma idéia, o ar condicionado do ônibus parecia estar no máximo, estava muito frio, retirei um lençol da minha bolsa e me cobri, fiz de conta que estava dormindo, em seguida comecei a me tocar por baixo do lençol, com uma das mãos eu tocava meus seios e com a outra tocava minha buceta, comecei a suspirar baixinho, abri um pouco o cantinho do olho e vi que Paulo apertava seu pau duro por cima da calça, ele também estava exitado, ficamos nessa por alguns minutos até que ele se aproximou um pouco do meu rosto e perguntou baixinho no meu ouvido se eu queria ajuda, eu abri os olhos e respondi que sim e começamos a nos beijar, em seguida ele levantou minha blusa, começou a chupar meus seios e a acariciar minha buceta, enquanto isso, eu abri sua calça, coloquei seu pau pra fora e comecei a punhetar, ficamos nessa por alguns minutos até que ele me puxou de lado, abriu minhas pernas, levantou minha saía, afastou a minha calcinha pro lado e começou a chupar minha buceta, eu cobri agente com o lençol e fiquei curtindo aquela língua, ele chupava muito gostoso, enfiava a língua no fundo da minha buceta e ao mesmo tempo masageava um dedo em meu cuzinho, eu peguei seu rosto e precionei contra minha buceta, comecei a movimentar minha buceta na cara dele e em poucos minutos gozei no seu rosto, eu gosto de gozar a primeira vez assim, depois disso, ele se sentou na cadeira, eu me enclinei um pouco colocando meu rosto próximo a sua cintura, abri sua calça, retirei seu pau pra fora e comecei a chupar, tentava engolir tudo que podia, lambia, passava a língua em volta da cabeça e chupava com força, ele esticava o pescoso pra ver se vinha alguém e ao mesmo tempo adorava a minha chupeta, ele me pegava pelos cabelos e metia seu pau todinho dentro da minha boca, como se estivesse metendo em uma buceta, ficamos nessa por vários minutos até que ele anunciou que o ônibus havia entrado em uma cidade e que posteriormente haveria uma parada na rodoviária, chupei seu pau mais um pouco até que ônibus parou, em seguida ele colocou seu pau de volta dentro da calça, eu me sentei de volta no meu lugar e ajeitei as minhas roupas, as luzes se acenderam e o motorista do ônibus anunciou que seria uma parada de 45 minutos, que todos deveriam descer e que o ônibus se dirigiria para a garagem da empressa somente com o motorista para limpeza e abastecimento de combustivel, pois bém, descemos e fomos fazer um lanche, ele se sentou do meu lado e lanchamos juntos, era uma cidade pequena e deserta, depois disso, nos afastamos um poucos dos outros passageiros e começamos a conversar, comentamos sobre o que fizemos dentro do ônibus e o nosso tezão se ascendeu novamente, olhamos para os lados e fomos caminhando para o final do terminal rodoviário, avistamos um jardim com plantas largas e altas, fomos até lá, olhamos para tráz e ninguém nos viu, estava escuro e deserto, era madrugada, Paulo pegou na minha mão e me puxou para o jardim, estava escuro, ficamos em pé, escorados em uma parede, entre as plantas, nos agarramos e começamos a nos beijar, ele abriu sua calça, tirou o pau pra fora, levantou minha saía, colocou seu pau entre minhas pernas e ficamos no maior amasso, eu sentia o pau dele tocando na minha buceta por cima da calcinha, o tezão foi aumentando e eu pedi a ele que me penetrasse ali mesmo, ele abriu sua carteira e retirou uma camisinha, vestiu no seu pau que estava duro feito pedra, eu virei de costas pra ele e me escorei na parede, levantei um pouco a saía e empinei a bundinha, ele se pocisionou por tráz de mim, afastou minha calcinha de lado, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando, quando percebi ele já metia tudo dentro de mim, a rola dele era uma delícia, ele metia na minha buceta com vontade, me segurava pelos seios e beijava minha boca ao mesmo tempo, estava muito gostoso mais nós não tinhámos muito tempo e a qualquer momento podería chegar alguém, então, eu me virei de frente pra ele, peguei seu pau, coloquei na minha buceta e mandei ele meter com força, ele metia tudo dentro de mim, levantei um pouco a blusa e pedi pra ele chupar meus seios enquanto metia na minha buceta, isso me dar um tezão enorme, estava muito gostoso, em seguida, começamos a nos beijar e tranzar ao mesmo tempo e em alguns minutos gozamos os dois juntos, depois disso, ajeitamos nossas roupas rapidamente e voltamos para próximo dos outros, o ônibus chegou, embarcamos novamente e seguimos viagém, resolvemos dormir um pouco, acho que dormi por mais de uma hora e acordei com Paulo tocando meus seios, estava próximo do dia amanhecer e ele queria minha buceta novamente, levantei a blusa e abri um pouco as pernas, ele se deitou no meu colo, peguei o lençol e cobri nós dois, ele ficou chupando meus seios e colocando dois dedos na minha buceta, o tezão foi aumentando novamente e a vontade de ter um pau duro dentro da minha buceta também, em seguida, ele abriu sua calça e colocou seu pau pra fora, pedi a ele outra camisinha e fui chupando e vestindo o pau dele ao mesmo tempo, depois sentei de lado na cadeira, ele sentou atráz de mim e meteu seu pau na minha buceta, ele metia muito gostoso, o pau dele era uma delícia, ele metia em mim e falava baixinho no meu ouvido;.... Que buceta apertada e gostosa você tem Shirley, quero te comer sempre, e eu respondia;.....

Que pau gostoso você tem Paulo, mete tudo dentro da minha buceta, depois disso, resolvemos mudar de pocisão, Paulo se deitou nas duas cadeiras e eu fui pra cima dele, coloquei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar subindo e descendo na sua rola, ele me segurava pela bunda e metia tudo, ao mesmo tempo enfiava um dedo dentro do meu cuzinho, estava um delícia mais o ambiente não ajudava muito, não dava para fazer muitas pocisões e não poderíamos demorar muito, a qualquer momento alguém podería ver agente, então resolvemos mudar outra vez, eu me deitei nas duas cadeiras com as pernas bém abertas, ele veio por cima de mim e meteu seu pau na minha buceta, nessa pocisão entrava tudo, ficava só as bolas do lado de fora batendo no meu cuzinho, eu levantei a blusa e ele começou a chupar meus seios, metia na minha buceta e chupava meus seios ao mesmo tempo, estava muito gostoso mais nós não tinhámos muito tempo, o dia estava quase amanhecendo, em poucos minutos, ele acelerou as estocadas e gozamos os dois juntos, depois disso, nos ajeitamos rápido e logo logo chegamos no destino final, desembarcamos e ele veio se despedir de mim, disse que havia gostado muito de mim e perguntou pra onde eu iría, eu respondi que iría ligar para o meu marido vir me pegar na rodoviária, ele falou que era uma pena pois queria ficar mais tempo comigo, eu anotei o número do seu celular e disse a ele que depois eu ligaría e talvez agente ficasse juntos outra vez, depois disso ele foi embora, eu liguei pro Jony, meu marido e ele veio me pegar na rodoviária, fomos direto para o apartamento onde ele estava hospedado, quando chegamos lá eu fui tomar banho e vestir uma roupa, em seguida fui conversar com meu marido, contei tudo pra ele o que havia acontecido comigo e o paulo dentro do ônibus, ele gostou, ficou exitado na hora e corno manso do jeito que é, foi logo me perguntando se eu queria tranzar com o Paulo na sua frente, pra ele ver, eu gostei da idéia e disse a ele que no dia seguinte ligaría pro Paulo para conversar sobre o assunto mais não tinha certeza se ele toparía, pois bém, no dia seguinte liguei pro Paulo e fui direto ao assunto, disse a ele que eu havia gostado muito de tranzar com ele, que meu marido era corno assumido e adorava ver eu dando a buceta pra outro homem bém na sua frente, ouvindo isso, Paulo ficou meio sem jeito, sem acreditar no que estava ouvindo mais aceitou vir até o nosso apartamento, dei o endereço pra ele e pouco depois dás 14:00 hs ele chegou, nos comprimentamos, apresentei ele ao Jony e fomos pra sala ver tv e conversar, o papo foi evoluindo até que chegamos a falar de sexo e putaria, o Paulo olhou pro Jony, meu marido e perguntou se era verdade o que eu havia dito sobre ele, Jony respondeu que sim, que gostava muito de ver eu tranzando com outro, depois disso, eu me levantei e fui sentar ao lado do Paulo, peguei sua mão e coloquei em cima dos meus seios e comecei a acariciar seu pau por cima do short, ele se levantou e ficou em pé na minha frente, eu retirei seu short e sua cueca e comecei a chupar seu pau, jony, meu marido, colocou seu pau pra fora e começou a bater uma punheta assistindo eu engolir a rola do paulo, Jony se aproximou de mim e retirou toda a minha roupa me deixando completamente nua, em seguida ele se ajoelhou no chão, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta enquanto eu chupava o pau do paulo, depois disso, jony foi subindo e começou a chupar meus seios e de vez enquanto beijava meu rosto, eu ainda continuava a chupar a rola do Paulo, em seguida peguei a mão do Jony e coloquei no pau do Paulo e mandei ele punhetar, enquanto isso eu fiquei chupando a cabeça do pau, abria a boca ao máximo e tentava engolir tudo que podia, fiquei chupando aquele pau por uns dez minutos, em seguida peguei o Jony, meu marido, pelo rosto e dei um demorado beijo de língua em sua boca fazendo com que ele sentisse o gosto da pica do Paulo em minha boca, em seguida, Paulo colocou uma camisinha no seu pau e se sentou no sofá, eu fui pra cima dele, sentei no seu colo, de costas pra ele, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar, subindo e descendo em cima daquela rola, enquanto isso, Jony batia uma punheta chupando meus seios, depois disso, Paulo me pediu para ficar de quatro em cima do sofá, jony aproveitou esse momento e chupou minha buceta e meu cuzinho deixando bém lubrificado para o Paulo meter, em seguida, Paulo se pocisionou por tráz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a me comer, abria minha bunda e metia tudo, Jony sentou do lado e ficou batendo uma punheta olhando o paulo me comer, de vez enquanto, o Paulo retirava o pau da minha buceta e o Jony vinha e lambia tudo, deixando minha buceta bém molhadinha, depois disso, resolvemos mudar, paulo se deitou de lado no sofá, eu deitei pertinho dele, de costas pra ele, Paulo levantou uma das minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta, estava muito gostoso, ele metia em mim e chupava meus seios ao mesmo tempo, eu estava louca de tezão, ele metia forte e eu acabei gozando no seu pau sem que ele percebesse, a rola dele era muito gostosa, em poucos minutos eu já estava acessa novamente, jony se aproximou de nós e começou a chupar meus seios e a acariciar minha buceta, eu gemia de tezão, Paulo aproveitou esse momento e retirou o seu pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cuzinho e foi enfiando devagarinho, em poucos minutos o pau dele já estava todinho dentro do meu cuzinho, no começo doeu um pouco mais depois era só prazer, jony começou a me beijar batendo uma punheta enquanto Paulo metia no meu cuzinho, depois de alguns minutos nessa, ele me agarrou e nós fomos nos levando sem tirar o pau de dentro de mim até ficarmos sentados, eu estava sentada no colo dele de pernas abertas, Paulo me puxou para tráz sem parar de meter no meu cuzinho, enquanto isso, Jony, meu marido, se sentou no chão, entre as pernas do paulo, levantou minhas pernas e começou a chupar minha buceta enquanto o paulo metia no meu cuzinho, estava uma delícia, de vez enquanto a pica do Paulo saia do meu cuzinho e era o Jony, meu marido, que pegava a pica do Paulo e colocava de volta dentro do meu cuzinho, eu olhava pro dois e dizia;.....

Mete na minha bunda Paulo, enfia tudo, arromba meu cuzinho na frente desse corno, ele adora levar chifre, jony, meu marido, delirava quando eu dizia essas putarias, em seguida, paulo se levantou juntamente comigo sem tirar o pau de dentro da minha bunda, ficamos em pé e ele continuou por tráz de mim metendo seu pau no meu cuzinho, eu olhava pro jony e dizia;.....Olha seu corno como é que come uma puta de verdade, é gostoso ver sua mulher dando o cú ? Bata uma punheta vendo esse macho me comendo, jony quase gozava nessa hora, depois disso, me sentei no sofá de pernas abertas, Jony, meu marido, se ajoelhou entre minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta, Paulo se aproximou de nós, retirou a camisinha e deu seu pau para eu chupar, enquanto jony metia em mim eu chupava a pica do Paulo, era uma loucura, Jony beijava todo o meu rosto enquanto eu chupava a pica do paulo, nós já estavámos exastos quando resolvemos fazer uma dupla penetração, jony, meu marido, se deitou no chão e eu fui pra cima dele, encaixei seu pau na minha buceta e deixei minha bundinha aberta, empinada, Paulo veio por tráz, colocou outra camisinha no seu pau e foi enfiando no meu cuzinho, depois de alguns segundos aqueles dois paus já estavam todinho dentro de mim, um pau na minha buceta e outro no meu cuzinho, estava muito gostoso, eu rebolava de tezão com aquelas picas dentro de mim, a sensação era muito boa, eles metiam gostoso até que o paulo anunciou que iría gozar, pensei que ele iría gozar dentro do meu cuzinho mais ele me perguntou se poderia gozar na minha boca, eu respondi que sim, que não tinha problema algum, em seguida, ele retirou seu pau de dentro do meu cuzinho e saiu de tráz de mim, retirou a camisinha e se ajoelhou no chão, na nossa frente, por cima do rosto do jony, colocou seu pau na minha boca e começou a enfiar como se estivesse metendo em uma buceta, jony me comia gostoso chupando meus seios, depois de alguns minutos, paulo anunciou que iría gozar, ele afastou um pouco seu pau da minha boca e começou a bater uma leve punheta, eu abri a minha boca, coloquei a língua pra fora e fiquei esperando seu esperma, em alguns segundos ele gozou e como gozou, esporrou um rio de esperma dentro da minha boca, era tanto esperma que a minha boca não cabia, acabou escorrendo um pouco pelos cantos e caindo em cima do peito do Jony, suguei tudo, deixando seu pau bém limpinho e o restante guardei dentro da minha boca, em seguida, ele se levantou e eu mandei ele ir para o banheiro tomar banho, eu continuei tranzando com o meu marido no chão, dei um demorado beijo de língua na boca dele e aproveitei e passei pra ele todo o esperma que o paulo havia gozado dentro da minha boca, ficamos tranzando e nos lambuzando com o esperma do paulo em nossas bocas até que o Jony anunciou que iría gozar, sai de cima dele e me sentei na ponta do sofá, de pernas abertas, ele de ajoelhou entre minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta, enfiava tudo metendo forte, eu aproveitei e dei meus seios para ele chupar, ele metia na minha buceta e chupava meus seios ao mesmo tempo, essa combinação me deixa louca de tezão, eu adoro isso, não demorou muito e explodi em um gozo alucinante, acabei gozando primeiro do que ele, em seguida, ele retirou o pau de dentro de mim e ficou batendo uma punheta, chupando minha buceta, em alguns segundos ele disse que iría gozar, Jony pegou seu pau, colocou dentro do meu cuzinho e já enfiou gozando, enchendo meu cuzinho de esperma, depois disso fomos tomar banho e nos vestir, conversamos um pouco com o paulo em seguida ele foi embora.

Foi uma experiência muito gostosa. Até a próxima !

 

Incentivando a esposa a meter

Sou casado com a Bel, minha adorada esposa, 30 anos, branquinha, baixinha, de boca carnuda e olhos azuis que formam um conjunto harmonioso, uma mulher normal, mas bonita. Sempre tive enorme desejo de vê-la transar com outros homens, mas em nossas transas, quando eu abordava o assunto, ela brigava, dizia que eu não a amava, mas nas brincadeiras na cama, sempre rolava a fanntasia, ela me contava de seus antigos namorados, o que tinha feito com eles, etc. Moramos na cidade de Cruzeiro, interior de SP e em nossa cidade há um tradicional baile às quintas-feiras, quem conhece sabe que termina às 01:30 H, até por ser no meio da semana, eu embora não saiba dançar absolutamente nada, a levava para dançar e ficava de pau duro vendo-a dançar com alguns conhecidos, chegando em casa transávamos gostoso, até que numa sexta-feira, eu disse que no final de semana, ela deveria sair, paquerar e ser paquerada e o sexo, somente se ela se sentisse à vontade, ela disse que até poderia sair, mas para curtir, dançar.

Já é um começo, pensei, na manhã seguinte, fomos à compras, mas fiz questão de escolher suas roupas, calças jeans apertadas e de cintura baixa, sapatos altos e blusas decotadas, os seios de minha gata são médios, e ficariam lindo com o decote. Naquela noite, ela estava linda, calça jeans, de cintura baixa, sapatos altos (scarpins) e uma blusa preta de alças, decote generoso, mas sem exageros, ela saiu de casa após 23:00 H, pois temos um casal de filhos (10 e 07 anos) e ela queria sair depois que eles dormissem, eu ofereci a ela preservativos, mas ela recusou levá-los, isso me desanimou um pouco, pois achei que ela não iria "aprontar" nada. Fiquei deitado impaciente, olhando toda hora no relógio, quando eram quase 03 horas, até pelo horário, tive certeza que ela estava com alguém, isso deixou-me com muitos ciúmes, mas misturado com um tesão enorme, não resisti e me masturbei gostoso, a imaginando nas mais diversas s ituações de sexo, às 04:30 H, mais ou menos, ouvi barulho na porta, corri e minha adorada esposa entra pela sala, sem maquiagem, sem batom, cabelos desalinhados e com hálito de vinho, fomos para o quarto e pedi para ela me contar tudo, ela rindo me chamou de "doidinho" e e fez prometer que não brigaria, já que eu havia insistido muito naquela situação, ela mal conseguia respirar e fiz todas as promessas possíveis, pois queria ouvir logo tudinho que ela havia feito, que segue abaixo:

Ela disse que mal saiu de casa e poucos quarteirões adiante, um rapaz jovem, num carro branco ofereceu carona e a paquerou, ela disse que não entraria no carro de um desconhecido, mas que iria beber vinho no calçadão de nossa cidade, onde tempos vários bares, ele concordou e lá se encontraram, ela se chamava Diego, tinha 22 anos e trabalhava numa Faculdade da região, depois de muito conversarem, foram para uma rua sem saída, deserta e começaram a das uns amassos, ele ao re ceber a chupeta maravilhosa que ela faz, não resistiu e gozou fartamente, um pouco na boca dela, um pouco no rosto, cabelos, pediu muitas desculpas, disse que ninguém o chupará tão gostoso, mas jovem como só, logo o pau dele estava duro de novo, foram para o banco traseiro do veículo, ela com medo de tirar  toda a roupas, mas baixou a calça, ele puxou sua minúscula calcinha de lado e após vestir uma camisinha, bombou muito na bucetinha da minha esposinha, mãe dedicada e à partir daquela noite, putinha corneadora. Trocaram de posição, ele sentado e ela no colo dele, com a pica toda na bucetinha rosada, ele não aguentou muito tempo e gozou de novo, enchendo a camisinha de porra. Este primeira metida dela, ocorreu em março de 2009 e de lá para cá, não parou mais de meter com machos sortudos de Cruzeiro e região, teve uma semana que ela meteu todas as noites, com cinco caras diferentes, deu um média de quase 1 cara por noite, Já teve machos de Lavrinhas, Lo rena, São José dos Campos e claro, de nossa cidade.

Adoro levar minha esposa para os bailes e deixá-la à vontade para escolher o sortudo da noite, depois volto para casa e a espero chegar, cabelos molhados, chupões no pescoço, hálito de porra, bucetinha vermelha. Como a cidade é pequena, certa vez fomos a uma exposição agorpecuária que temos e cruzamos com uns 05 caras que já havim metido na minha esposinha. Espero que gostem e escrevem e-mail, procuramos homens acima de 35 anos e de preferência casados, eu fico somente em casa esperando para ouvir os detalhes da foda. Espero que tenham gostado, há muitas outras estórias, mas contarei em outras oportunidades.

Abraços

 

Como me tornei um corno manso

Sou engenheiro agrónomo e minha esposa é doméstica. Vivemos numa quinta pequena que herdei de meus pais a uns cinco quilómetros da vila onde trabalho, na Zona Agrária local. Entretanto sofri um acidente de trabalho que me manteve afastado do emprego por mais de meio ano e foi durante esse período que aconteceu o episódio que vou contar.
Sempre tive a consciência que a minha pila pelas suas dimensões nunca foi capaz de satisfazer minha mulher, e que era por isso que sempre que transávamos Sofia me pedia que lhe fizesse um minete. Ela mesma não o negava e era frequente estabelecer comparações com o tamanho e o desempenho do caralho de anteriores namorados seus, comparações essas que me menorizavam sempre. Quando decidimos fazer um filho as coisas entre nós agravaram-se. Sofia não conseguia ficar grávida apesar de se me entregar naqueles dias do calendário em que as probabilidades de isso acontecer eram maiores, e atribuía as culpas a mim. Dizia que os meus tomates eram demasiados pequenos e que me esporrava menos do que todos os seus anteriores namorados, pelo que segundo ela não deveriam produzir liquido suficiente para chegar aos ovários de uma mulher. O nosso casamento agravava-se assim de dia para dia, embora eu continuasse amando muito minha esposa. A perspectiva de lhe arranjar um amante com os tomates mais cheios de esperma que os meus, que a pudesse engravidar e lhe dar o filho que Sofia tanto queria e que ela faria passar por meu, passou-me muitas vezes pela cabeça.
Enquanto estive de baixa médica o médico aconselhara-me a não conduzir e a caminhar e eu muitas vezes fazia o percurso nos dois sentidos entre a minha casa e a vila a pé e numa dessas ocasiões dou de caras com um sujeito que nunca vira por ali, aspecto sujo, barba e cabelos compridos e desmazelados. Obviamente que o seu cheiro também não era dos melhores.
- O senhor não me dá nada para comer? – pediu com olhar faminto. Como não levava dinheiro comigo mas tenho crédito em qualquer loja da localidade levei-o à mercearia do Zé onde o desconhecido escolheu umas latas de feijões cozidos e uns pacotes de bolacha de água e sal que devorou mesmo ali.
Palavra puxa palavra disse-me ter sido fazendeiro em Angola e que fora dos poucos portugueses a ficar naquele território após a independência. Entretanto com a guerra civil sua fazenda fora pilhada pelas tropas da UNITA e ele quase tinha sido fuzilado. Para sobreviver envolveu-se no contrabando de diamantes e por causa disso matara um homem, razão pela qual passara quase vinte anos numa cadeia em Cabinda. Finalmente em liberdade voltara ao seu país de origem e àquela terrinha de onde seus pais eram naturais mas que ele não conhecia e onde também ninguém o conhecia.
- Já há dois dias que não metia uma bucha à boca – confessou-me. Apesar de ter admitido ter morto um homem tive pena dele. E como me dissesse que tinha familiares em Espanha que acreditava o acolheriam se tivesse meios para pagar a viagem, e como na quinta em que vivo há sempre trabalhos a fazer, acabei por o contratar à jornada com direito a mesa e cama.
Quando voltamos a casa expliquei a Sofia o que acabara de fazer e embora lhe tivesse dito que o sujeito não iria ficar ali mais de um ou dois meses e não tivesse mencionado o facto dele ser um ex-presidiário e contrabandista de diamantes, ela não pareceu gostar da ideia de compartilharmos aquele espaço com outro homem. Contudo ofereceu-se para lhe ir buscar umas velhas roupas minhas já que as dele estavam encardidas e indicou-lhe a casa de banho. Foi durante o banho que Sofia o viu nu. Julgo não ter feito de propósito, o sujeito não fechara totalmente a porta e minha esposa que lhe fora arranjar uma toalha limpa deve ter pensado que o homem ainda não se despira e por isso entrou no banheiro. Alberto, era esse o seu nome, estava contudo todo ensaboado e peladão debaixo do chuveiro e minha esposa viu a maior piça e o maior par de tomates que já vira na vida. Desde que se casara comigo Sofia nunca mais vira um caralho abonado ao vivo mas de facto ela nunca na vida vira antes um caralho daqueles, com quase 30 cms de comprimento, grosso, com uma glande circuncidada bem vermelhinha como minha esposa sempre me confessou gostar de ver uma pila. Sofia estacou olhando para aquela genitália e só se deu conta do constrangimento da situação quando reparou que sem tentar cobrir o pau Alberto olhava igualmente para ela com o coiso totalmente em pé, inchado e duro como o meu nunca seria capaz de estar.
- Desculpe, não sabia que já estava no banho – balbuciou Sofia - vim trazer-lhe uma toalha e uma lâmina de barbear – e saiu. Mas nessa noite tenho a certeza de ter sonhado com o caralho dele pois senti-a masturbando-se na cama e gemendo muito abafadamente. E estranhei pois nunca vira Sofia masturbando-se, além de que nos últimos meses ela nem dava para mim.
- Querida, deixa o caralhinho do teu marido consolar a tua passarinha – pedi meigamente, pensando que se Sofia estava com tesão aquela era a minha noite da sorte após tanto tempo de abstinência. Mas ela recusou-se e nem um minete me deixou fazer-lhe. Eu é que tendo-a sentido tocar-se já não ia conseguir dormir sem sujar a cama pelo que tive de me levantar e fui tocar ao bicho no vaso da sanita. Graças a isso dormi como um justo.
Alberto tinha 45 anos e uma vez lavado e barbeado era um sujeito bem parecido, alto, moreno e com um peito largo à tarzã. Além de ser um bom trabalhador era um bom contador de histórias. Confessou ser pai de várias dezenas de filhos, todos feitos a negras angolanas e era para junto de dois deles que viviam em Espanha que estava pensando ir. Não tardou que nos contasse como tinha morto um homem e eu notava que essas histórias excitavam muito minha Sofia. Ela bebia as palavras de Alberto e nessas noites eu bem notava como ela esfregava suas pernas uma na outra, roçando as coxas e os lábios da cona. Eu oferecia-me sempre para lhe acalmar os calores enfiando-lhe a minha amostra pequenina de caralho na sua racha sedento mas ela negava-se sempre. Percebia bem não ser o meu caralhinho que ela tinha em mente. E como sempre, eu acabava a noite de pé, a pila apontada à abertura da sanita, espremendo-lhe o leite à mão. E ohhh, como bem me sabia tal punheta!
Entretanto o tempo ia passando e desde que Alberto viera para nossa casa e minha mulher o vira pelado, Sofia não me voltou a conceder seus favores embora ambos andássemos num estado permanente de excitação. Sofia comia-o com os olhos vendo-o de tronco nu trabalhando na quinta e não fosse a minha presença na casa estou certo que ela se lhe teria entregue há muito. Talvez por isso certa noite questionei-a se ela não era de opinião que Alberto deveria ir-se embora. Afinal os dois meses tinham-se esgotado e ele ainda continuava vivendo connosco. Sofia suspirou, algo entristada, mas comentou:
- É, tens razão. Amanhã falo com ele. O Alberto é tão simpático, e tem ajudado tanto na quinta, que não gostaria de o ver ficando com a ideia que o estamos a empurrar daqui para fora.
No dia seguinte quando acordei já minha mulher não se achava na cama. Vesti uma shirt e uns calções e desci ao andar de baixo. A casa tem uma clarabóia na parede entre o rés do chão e o segundo andar e por ela vi que minha mulher e Alberto tinham acabado de tomar o pequeno almoço numa mesa colocada lá fora, em frente ao jardim. Foi assim que ouvi Sofia dizer-lhe.
- Ontem o meu marido perguntou-me se eu sabia quando o Alberto estava pensando ir embora.
Ele coçou a cabeça:
- Seu marido tem razão. Já estou há mais tempo do que pensava ficar, nem eu sei porquê. Diga-lhe que parto hoje mesmo.
Minha esposa tocou-lhe no braço.
- Quando o vi tomando banho compreendi que gostaria que acontecesse algo entre nós. Durante este tempo todo tive esperança que isso acontecesse. Depois compreendi que só tê-lo vivendo connosco já era estar a acontecer alguma coisa, e por isso é para mim uma grande desilusão ouvi-lo dizer que parte hoje.
Quase nem queria acreditar no que ouvira. Sofia sempre me confessara ter tido outros homens antes de mim, mas eu não a imaginava tão puta a ponto de se oferecer a um ex-recluso garanhão quando se negava abrir-me as pernas a mim que era seu marido e dormia com ela todas as noites de pau feito. Alberto ia responder-lhe mas eu decidi interromper.
- Querida – chamei do cimo das escadas – que bom teres o pequeno-almoço pronto. Acordei com uma fome…
A minha aparição repentina desagradou-lhes como eu bem vi nos seus rostos mas fiz de conta não ter percebido nem escutado nada. No final minha mulher lembrou-me que precisava que eu fosse à vila, ao sapateiro e que me demorasse por lá a manhã toda que ela ia-se ocupar com as lides da casa. Como eu tinha a certeza de ir ser corneado mal os deixasse sós sugeri a Alberto acompanhar-me mas Sofia opôs-se com energia.
- Nem pensar, meu amor. O Alberto já se ofereceu para bater os tapes e mudar os cortinados. Ele sabe bem que a força de um homem é sempre muito bem vinda nas lides domésticas.
Sofia entrou em casa e voltou com uns sapatos que segundo ela necessitavam de uns tacões novos, entregou-mos e voltou a frisar que não me queria em casa antes da hora do almoço. O tom autoritário com que ela exigia o meu afastamento de casa, deixando-a só com um homem com o qual ela queria foder, talvez até ficar grávida dele, deixou-me tesíssimo, com muito mais tesão do que quando pensava arranjar-lhe eu um amante que a consolasse. Afinal tinha sido ela a tomar iniciativa de arranjar um e isso era maravilhoso, minha pilinha pingava e pulava nas calças só de imaginar que sem a minha intervenção dentro em pouco Sofia estaria provavelmente na nossa cama, de pernas abertas dando para outro o que há meses não dava a mim. Uiiii, que tesão! Não, eu não ia conseguir chegar à vila naquele estado, necessitava muito de esgalhar uma punheta. Esquematizei então um plano. Mal Sofia me entregou os sapatos e se voltou a sentar na mesa, ao lado de Alberto, eu fingi que me encaminhava para a saída., mas mal contornei a parede do edifício escondi-me atrás dela e espreitei-os. Tal como imaginava minha esposa voltara a pôr-lhe a mão sobre a dele mas agora Alberto acariciava-lhe o braço até lhe tocar no queixo e nos cabelos. Sofia estava gostando pois em se preocupar com mais nada beijava-o na boca. Ohh, agora sim, agora apetecia-me muito mais tocar punheta do que quando ela se me negava na cama, e só não tirei o caralho para fora do fecho e não me punheteei logo ali porque o ouvi dizendo-lhe:
- Aqui, não, é imprudente. Sobe ao teu quarto e espera-me que já lá vou ter contigo.
- Sim, tens razão, meu amor – disse-lhe minha mulher com a voz embargada de tesão – E no caminho passo no banheiro e lavo a minha parrequinha.
Não valia a pena tocar já uma punheta só por os ter visto beijando-se na boca, pensei, se poderia ver muito mais. Como a casa tem uma porta nas traseiras dei a volta e subi ao nosso quarto onde me enfiei no guarda-fatos. Lá dentro, espreitando por entre as frinchas felizmente algo largas, ouvi o barulho da água no wc lavando a coninha de minha esposa, aquela coninha pela qual eu tanto suspirava e pela qual tanta punheta tocava e que logo, logo, estaria sendo varada pelo caralho do sujeito que eu recolhera e a quem matara a fome. Pois, Sofia também lhe ia matar a fome. E tais ideias faziam-me explodir a piça dentro das calças, tanto era o tesão que sentia. Não resisti. Toquei ali uma punheta. Quer dizer, não cheguei a acabar de a tocar pois suspendi-a quando ouvi os seus passos encaminhando-se na direcção do quarto. Ela vinha a correr, eu nunca a vira correndo, mas agora parecia que trazia fogo no rabo tal a velocidade com que se encaminhava para o quarto. Para foder comigo nunca correra ela, pelo contrário passava a vida inventando desculpas para não me deixar dar-lhe uma pernada. Quando abriu a porta do quarto minha surpresa foi ainda maior. Sofia não só viera correndo como viera tirando as peças de roupa pelo caminho de maneira que ao entrar no quarto só trazia vestidos o sutiã vermelho de prender nas costas, e a calcinha preta. Pela frincha do guarda-fatos vi Sofia despir o sutiã atirando-o para o chão, exibindo-me as suas maminhas direitinhas com os biquinhos castanhos que eu já não via assim expostas há imenso tempo.  Depois da porta do quarto lançou-se em voo para a cama, ena pá voltei a pensar, levantou as pernas ao alto, e com os dedos por baixo dos quadris, numa atitude muito sexy, tirou a sua calcinha. Nem um pentelho a Sofia deixa crescer na testa, pelo que a visão que obtive da sua greta foi soberba, em particular dos seus labiozinhos inchados. Ohh, cona linda! Retomei a punheta. Mas o show que Sofia fez ao tirar a calcinha não fora destinado a mim, mas ao Alberto que a mirava deliciado da soleira da porta.
- Estás mesmo a precisar de um macho, não estás? – perguntou-lhe ele – É o que acontece às mulheres que casam com machinhos.
- Ohh, sim – confessou Sofia – Preciso mesmo de um macho como tu. Por isso, vem e toma-me que sou toda tua. Quero que me enfies fundo, que o caralho do meu marido tão curto é que não me passa da entrada.
- Descansa que to vou enfiar tão fundo que hás-de senti-lo saindo-te pela garganta – garantiu-lhe – Mas antes disso quero lamber-lhe essa coninha tão mal fodida. Adoro sentir o paladar de uma cona apertadinha com tanta fome de pau.
Alberto caminhou na direcção da cama e caiu de cara no meio das pernas dela.
- Sinto o cheiro do tesão da tua rata – suspirou – Não és a primeira casada mal fodida que como em cima dos lençóis onde dorme o marido frouxo. Alguns dos filhos que tenho foram feitos assim e ainda hoje chamam pai a outro.
Tais palavras deixavam Sofia louca pois não parava de agitar as pernas e de se tocar com as mãos nas mamas enquanto Alberto lhe fazia o minete. Da minha pixota escorriam já grossos fios de esperma pingando sobre as camisolas dobradas à espera do Inverno para voltarem a ser usadas mas eu não perdia pitada.
- Ohh, meu amor – gemia Sofia entre espasmos de prazer - Até o teu minete me sabe melhor do que os que me faz o meu marido. De certeza que a tua pila vai-me também saber bem melhor do que a pila dele, se já tão bem me sabe a tua língua. Ohh, meu querido, vira-te ao contrário que eu quero saborear a tua pila, tal como me estás a saborear a rata, quero mamar-te na pila antes de a sentir toda dentro de mim.
Ohh, que puta safada e deliciosa me saístes, pensei, que sempre te recusavas a chupar-me a piroca e agora ofereces a tua boca à piroca avantajada dele. Alberto não se fez rogado. Sem parar com o minete tirou as calças e virando-se ao contrário sobre Sofia colocou-se de maneira a ser chupado por esta. Minha esposa agarrou-lhe no cacete e apalpou-lhe os bagos.
- Ohh, que grande caralho e que grande par de tomates tens, meu querido. Como eu adoro homens de instrumentos grandes. Já tive muitos homens antes do meu marido mas nunca vi nenhum com um cacete tão grande. Nem sei se será possível metê-lo todo lá dentro.
- Vai sim, sossega – garantiu-lhe ele – Já meti em muitas e mesmo com a falta de uso que tens vais ver como ele vai entrar todinho dentro de ti. Tal como vai entrar agora na tua boquinha de pétala.
Sofia começou por lhe gargarejar os colhões antes e lhe abocanhar o pau. Alberto voltou a lamber-lhe a cona. O 69 levou imenso tempo pois só aos poucos a garganta de Sofia se ia abrindo para o receber bem dentro dela como Alberto queria.
- Quando uma mulher me está a fazer um broche gosto de sentir o meu caralho bem enterrado na garganta dela – disse-lhe – Por isso, minha faminta de pau, se o queres que to meta na coninha trata de o engolir bem até lhe sentires a cabeça encostada bem atrás da tua língua.
Pedisse-lhe eu uma coisa dessas e ela mandar-me-ia foder. Mas ao Alberto, e apesar de quase sufocada por aquela tranca, eu bem notava como ela o chupava com gosto e se esforçava por lhe agradar da forma que ele queria. Quando se veio Sofia gemeu de prazer.
- Huum, há quanto tempo não tinha um orgasmo – admitiu – E tudo graças à tua língua maravilhosa, meu amor. 
Alberto esfregou-lhe a piça ensebada nas mamas antes de lhas lamber. Minha esposa punheteava-o e mordiscava-lhe o cacete.
- Nem penses em morder-me o pau, safadona, que duro como o tenho partia-te os dentes – avisou-a batendo-lhe com o caralho na cara para que Sofia constasse como de facto estava teso – Sabes que tens uma boquinha maravilhosa para chupares o pau a um homem? Aposto que o teu marido daria tudo para ter o caralho dele chupado por ti.
Mas Sofia queria mais.
- Anda, meu garanhão, mostra lá como fizeste tantos filhos a tantas mulheres e enterra a tua varona na minha rachinha esfomeada – e Sofia com a barriga para cima abria-lhe as pernas e esfregava as mãos na cona – Não queres comer esta rachinha que sonha com o teu mastro desde a primeira vez que te viu tomando banho?
- É para já, fofinha vadia – respondeu-lhe Alberto – Aliás essa é uma das funções para a qual nasci com ela, não foi para tocar punheta no vaso da sanita.   
Eu já me esporrara todo mas estava de novo de pau feito. Para mim ver era muito melhor do que fazer por isso foi com uma alegria enorme que vi Alberto montar minha esposa e ordenar-lhe que fosse ela a conduzir aquele membro para dentro dela.
- O meu caralho é muito grande e grosso para uma apertadinha como tu que já não prova de um bom sarrafo aos anos – advertiu-a – É melhor seres tu a meter. Mas aviso-te que não vou deixar que o tires fora. Prá frente é que é caminho, até o teres todo enfiado na racha.
Foi demorada a penetração pois de facto Sofia tinha a cona apertada e muitas vezes ela a tentou tirar fora. Mas nessas ocasiões Alberto forçava-lhe a entrada, dizendo que era preciso enterrar aquele caralho mais fundo até só ficarem os colhões de fora que eram a única coisa nele que não eram para entrar na cona de uma mulher. Acho porém que Sofia fazia aquilo mais para o obrigar a subjugá-la do que por de facto a penetração lhe estar a ser particularmente dolorosa.
- Ora aí tens – exclamou Alberto quando sentiu todo o tronco dentro do buraco dela – vês como já sentes a pele do meu saco beijando-te os lábios da rata? E agora mexe essas pernas, que quero dar-te a provar todo o paladar de um caralho medindo quase 30 cms.
Com as pernas todas ao alto minha esposa rebolava-se naquele caralhão e até os gemidos lhe saíam entrecortados na boca como se de facto o caralho de Alberto lhe estivesse cutucando a garganta.
- Ohh, sinto que me rebentas a pássara – consegui ouvi-la dizendo – Mas como é tão bom ter a pássara assim rebentada por uma coisa enorme como a tua. Tão bom que gostaria imenso de ter sempre a tua pila escavando-me a greta. Quero sempre ser tua, e de mais ninguém
- E serás, querida, fica descansada – garanti-lhe ele – Não quero saber mais que o frouxo do teu marido venha foçar naquilo que de hoje em diante é só meu, ouviste bem? Só o meu caralho te satisfaz, não é verdade?
Sofia dizia-lhe que sim, que nunca mais daria para outro homem incluindo a mim, sem a sua autorização, que eu não passaria dali em diante de um corno manso e nessa altura eu esporrava-me pela segunda vez.
- O teu marido já te comeu por trás?
- Não, que ideia! – disse Sofia rindo-se - A sua pilinha é tão pequenina que mesmo tesa por trás não me chega à rata. Mas com os meus anteriores namorados sempre gostei muito de ser fodida por trás.
- Põe-te de joelhos então.
Sofia colocou-se de gatas e Alberto cobriu-a por trás socando-a durante imenso tempo até se vir juntamente com ela. Eu é que tive pena de já me ter desaleitado todo e não ter mais tesão para uma terceira punheta, tão bem me teria sabido fazê-lo vendo minha esposa apanhando por trás, como as cadelas. Mas devo confessar que nunca gozara tanto como naquela manhã.
- Quero que pingues bem a minha esporra nos lençóis do corno – disse-lhe Alberto quando a langonha começou escorrendo para fora da cona de Sofia - Já que ele não é macho para uma gostosa como tu quero que se habitue a dormir com os lençóis manchados com a esporra de quem lhe põe os cornos.
Minha esposa achou a ideia divertida pois não só despejou o esperma de Alberto no lado da cama onde eu durmo como ainda limpou o resto do gozo que ele deixara no seu corpo com o meu pijama.
- Quero ter um filho teu, Alberto – disse-lhe então minha mulher. – Só um homem como tu capaz de satisfazer plenamente uma mulher merece ser pai dos filhos dela.
 E aí sim, voltei a ficar com a pila em pé e nova vontade de me masturbar.
 – Alberto não quero que te vás embora, diga o meu marido o que disser. Vou dizer-lhe que precisamos de um homem na quinta, o que até é verdade como ainda agora me provaste, não sei, vamos tomar banho e pensámos num argumento para tu ficares.
Os dois saíram para o banho e eu aproveitei para tomar o mesmo caminho por onde viera, sem que me vissem. Não tiveram contudo de pensar em argumento nenhum. Aquelas punhetas tinham sido as melhores da minha vida e já que não tinha piça capaz de foder convenientemente uma mulher carente como a minha esposa, que mal havia em deixar que ela se satisfizesse com homens com órgão mais capaz do que o meu, entretendo-me eu à mão? Afinal gostara mais daquelas punhetas tocadas no guarda-fatos espiando minha mulher do que qualquer uma das fodas que lhe dera em que eu apressadamente despejava os tomatinhos por não me conseguir aguentar muito tempo dentro dela com eles cheios. Que boa recompensa tivera pelo par de cornos que ganhara, tão boa que não me importaria nada de o voltar a ganhar de cada vez que Sofia decidisse dar-lhe o grelo. E além disso, como disse amo muito minha esposa. Quero é vê-la feliz. Por isso quando cheguei a casa, chamei-a à parte e disse-lhe:
- Sabes querida, acho que um homem a mais para nos ajudar na quinta é bem preciso. Ainda para mais agora que a minha baixa está acabando e tu vais ter de ficar aqui sozinha cuidando de tudo. O Alberto já nos provou ser bastante capaz de fazer o que tem de fazer. Por isso se quiseres deixámo-lo ficar e ainda lhe dou um pequeno aumento no vencimento.
Sofia abraçou-se a mim muito contente, beijando-mo o pescoço como já não me lembrava de fazer, dizendo ser uma decisão acertada e saiu correndo a levar-lhe a novidade.  Além das punhetas que tocara de manhã, aqueles seus beijos foram mais uma das recompensas extras que o seu primeiro flirt extra-conjugal me rendeu. Que estúpidos são os maridos exclusivistas, pensei.
Um mês e pouco depois Sofia abriu-me as pernas. Já não a comia há meio ano ou mais mas confesso que nem por isso o meu tesão era muito. Tocara uma punheta pouco antes de me deitar, como fazia praticamente todas as noites cheirando as calcinhas de Sofia onde ainda eram visíveis os restos do gozo com o outro, e por isso os meus colhões estavam praticamente secos. Mesmo assim ainda consegui ejacular umas poucas gotas de esporra para dentro da cona dela, que devem ter morrido muito antes de atingirem os seus ovários. Isso não invalidou que uns dias depois Sofia me viesse dizer que acordara nos últimos dias enjoada e achava estar grávida. Quando o teste ao sangue confirmou as suas suspeitas abracei-me a ela beijando-a e dizendo estar muito contente por ir ser pai. Sofia tranquilizou-se, pensou que eu estava a leste de tudo, e ainda mais tranquila ficou quando depois de nascer o bebé eu não pareci estranhar o facto de o miúdo ser muito mais parecido com o Alberto do que comigo. Como disse, amo muito minha esposa e quero vê-la feliz. E depois há uma coisa que a criança herdou do Alberto e eu não gostaria que um filho meu herdasse de mim: o tamanho da sua pixota. Para felicidade de Sofia adivinha-se que o miúdo quando for grande irá ter uma piroca e um par de tomates enormes.
- Queridinho – disse-me certa noite Sofia mudando-lhe a fralda – apesar de os teres bem pequeninos soubeste fazer-me um filho com os pendentes bem abonados como os de um macho de cobrição. Ao menos a tua futura nora há-de imaginar que nisso o nosso filho saiu ao pai e pensar que também os tens grandes.
Pois, pensei. Será isso que ela pensará, que no tamanho do caralho o filho de Sofia saiu ao pai. E nisso não estará enganada. Ao menos fico eu com a fama. O proveito tem sido todo dela e do Alberto.

 

RIBEIRO

Ajudando a seduzir a esposa e torná-la uma putinha

Sou garoto de programa, tenho 31 anos, 1,96m cabelos e olhos castanhos, 3 graus completo, falo 3 linguas, educado, sigiloso.
Paulo me ligou por volta das 14h00min, disse ser casado a alguns anos e que fantasiava ver a sua esposinha nos braços de outro homem. Porem já tinha conversado com a joana e ela recusou. Paulo contou-me que acredita que ela apesar de ter recusado, tenha vontade de ser possuida por outro macho, pois é uma putinha na cama e sempre quando transam falam sacanagens do tipo:
- Essa sua bucetinha é muito gulosa, não pode viver sem rola...
–é sim, vc tem comer ela todos os dias , se não cuidado!
Enquanto ela mama gostoso no maridinho, ele a masturba e enfia dois ,tres dedos em sua xaninha e fala:
- feche os olhos e imagine que isso é um cacetão gostoso na sua bucetinha enquanto você me chupa.
E disse que ela realmente fecha os olhos e se excita com o jogo, e goza com o pau na boca, e os dedos do seu macho na sua xaninha.
Porem sempre que vai conversar a respeito do fato de ve-la com outro homem, ela se mostra com meias palavras, que não esta pronta para uma terceira pessoa, ele por outro lado, deixa essa fantasia para ela como se fosse algo que falasse apenas na cama e não realmente quisesse fazer.
Falei para paulo que tinha tido uma experiencia com um casal que estava passando por uma situação parecida, e que o marido levou a esposa para o motel e quando chegaram, eu já estava lá. Depois do susto conversamos e em pouco tempo o maridinho, estava ouvindo sua amada esposinha chama-lo de corninho de 4 na cama.
Paulo me falou que isso não dava para fazer, pois, isso poderia acabar seu casamento que apesar de falarem isso na cama, ele não tinha exposto abertamente que era uma fantasia dele, ve-la com outro homem, apenas insinuava na hora do sexo. Mas tinha medo de falar claramente com receio de ela achar que ele não a amava ou que er um gay.
Perguntei o que ele queria fazer, então?
Ele me disse que não sabia ainda ao certo, mas que queria que fosse com um garoto de programa, para não ter risco de ela se apaixonar, e também desta forma não iria expor sua intimidade sexual para uma pessoa da sociedade e sim para um profissional do sexo e que esperava que eu realmente fosse profissional, relacionado ao sigilo e a forma de tratamento com sua esposa.
Perguntou-me se poderiamos nos encontrar, para ele me conhecer e conforme fosse combinarmos alguma coisa. Marcamos num shopping aqui da zona norte um almoço.
Horário combinado cheguei, paulo já estava na praça de alimentação, paulo era um homem na faixa dos 40 anos, uma pessoa bonita, arrumada, cabelos pouco grisalhos, liso, vestia um paletó e gravata.
Conversamos bastente, ele me expoes toda sua fantasia em relação a sua esposa, a situação, que essa fantasia não sai da sua cabeça todas as vezes que iam transar que se masturbava frequentemente pensando nisso. E que estav preocupado dessa fantasia não realizada, prejudicasse seu casamento, pois todas as vezes que iam transar apenas pensava nisso e acabava que não conseguia seguir adiante. Como se fosse algo inacabado.
Combinamos que eu iria tentar seduzi-la, caso obtivesse sucesso, fariamos de alguma forma para ele flagrar, ou então esperar que ele expondo a verdade de sua fantasia para ela, ela abrisse o jogo que já estava levando uma outra rola.
Paulo é um homem culto inteligente e conhece bem sua esposa, afinal quem conhece melhor uma mulher que seu proprio marido? Falou-me tudo a respeito dela. Onde trabalhava, que perfume gostava que tipo de homem deixava ela atraida, como quebrar o gelo com ela, que tipo de assuntos gosta de conversar.
Joana era corretora de imoveis, ficaria facil afinal conhecer essa esposinha deliciosa. Paulo me passou o telefone dela quais imoveis estava vendendo e colocamos em pratica nosso plano.
Marquei com joana para ver um imovel numa excelente avenida aqui na cidade. Conforme orientação de paulo, que sua deliciosa esposa gostava de homens arrumados e bem sucedidos, esse foi o meu papel. La fui eu de terno e gravata ver o apartamento.
Chegando lá, joana já estava me e esperendo, e realmente naquela hora pude comprovar que presente o paulo estava me dando, joana tinha em torno de 1,70m , branquinha, loira, um corpo de dar inveja a muita menininha, e um sorriso maravilhoso. Joana me mostrava o apartamento descontraidamente, enquanto eu falava que estava me mudando para a cidade , que estavamos fechando alguns contratos que iriamos tocar.que estava de carro alugado e em hotel e passaria 2 dias la para definir a questão do apartamento, para depois minha esposa vir definitivamente para a cidade.
Joana é muito descontraida e em pouco tempo me falou que era casada tambem, com um advogado e que já que eu não conhecia a cidade poderia me mostrar outros apartamentos em diferentes bairros , para eu ver todas a s opções.que caso quisesse deixaria meu carro no hotel e me pegaria no outro dia para rodarmos os apartamentos. Era tudo que eu queria, porem disse que preferiria rodar no meu carro (supostamente alugado) por que aproveitaria e dirigindo iria conhecendo a cidade. Fiz isso por que queria saber se iria pega-la em casa, ou em outro local. Pois se fosse a pegar em casa, ela realmente não tinha nem passado pela sua cabeça que estivesse fazendo algo supostamente “errado” e não ia esconder do maridinho. Mas se fosse a pegar em outro local..amigos , essa procura de apartamentos já era um segredo do maridinho e vocês sabem um segredo leva a outro. Falei que queria pega-la logo cedo por volta das 7:30h para dar tempo de rodar os apartamentos. Então perguntei:
- onde a pego?
- la no meu escritorio.
- não é muito cedo pra você 7:30h? Posso te pegar em casa , depois te deixo,para você não ter que sair muito cedo.
- não , não, sempre chego cedo no escritorio. Pode ser 7:30h la, o endereço é esse.
Na despedida a elogiei disse tinha sorte de te-la encontrado que ela era muito prestativa, profissional qualificadissima, simpatica e uma mulher linda e maravilhosa.quando falei isso senti que ela ficou envergonhada e com um sorriso leve agradeceu.
Assim que sai liguei para paulo e contei o acontecido, repeti umas 10 vezes o acontecido, a roupa dela, a impressão que tive dela, o seu perfume. Acho que no escritorio do outro lado ela já se masturbava com a ideia do que poderia ter acontecido e do que estava por vir.
A noite paulo me ligou disse que perguntou a joana o que tinha feito durante o trabalho, ela não destacou nada de cliente em potencial, apenas disse que trabalhou normal, porém iria cedo para o escritório no outro dia , pois tinha uma planilha para enviar para a imobiliaria que tinha que enviar no dia , mas não tinha tido tempo de termina-la.
Falei, bom se ela ta te escondendo que vai sair comigo de carro, sozinha, das duas uma. Ou ela esta te escondendo para evitar ciumes, ou ela ta pensando que pode acontecer algo.ele me falou que iria transar com ela a noite que estava louco de tesão e que iria falar aquelas sacanagens de outro cacete dentro dela.
7:15h da manha meu telefone toca, era paulo, ele estava numa excitação grande, dizendo que tinha transado com sua esposa a noite anterior e enquanto ela o chupava e ele a masturbava mandou ela fechar os olhos como sempre faziam e imaginar outro pau a comendo, disse que ela gozou como nunca. Disse que ela acordou cedo e tinha se produzido toda, que colocou um blazerzinho com uma saia, que nunca ela vai trabalhar de saia , sempre de calça, se maquiou, perfume, cabelos e que inclusive, acha que ela colocou lingerier nova, pois sempre ela troca de roupa com a porta do banheiro aberta e hoje estava fechada, provavelmente para ele não qual lingerier ela estava usando. Falei que já estava indo pegar sua esposinha e que provavelmente nesse dia ele seria o corno que tanto deseja. Ele me pediu para filmar com o celular, caso acontecesse, falei para ele, que não faria isso sem a autorização dela. Ele ficou um pouco puto com isso, dizendo que ela era esposa dele e ele estava pedindo, mas expliquei para ele que não poderia fazer isso , inclusive ele não deveria esta me pedindo isso pois ela era esposa dele e não deveria a expor desta forma. Terminou que ele concordou.
Chegando no escritorio, liguei para joana e ela logo saiu, nossa , ela estava linda com a roupa que paulo descreveu e um salto alto.
-nossa joana, voce esta maravilhosa..
Com um sorriso envergonhado agradeceu.
- fui no shopping ontem a noite comprar isso para você.
E lhe dei uma caixa de chocolates finos.
--isso é um agradecimento por toda sua atenção.
Ela:
-nossa não precisava fazer isso.
Falei:
- uma mulher como você merece muito mais...
E fomos rodar alguns apartamentos, o perfume de joana , aquele jeito meigo estava me deixando louco.sempre deixava ela ir caminhando na frente, ou subir as escadas, para ficar vendo sua bundinha apertada naquela saia justa.
Conversamos bastante sobre assuntos banais, sempre num tom carinhoso e descontraido .la pelas 9:30h ela me falou que so tinha apenas mais um apartamento, falei que pena, logo hoje que todos meus compromissos foram desmarcados, que teria o dia livre para “ficar” com ela. Joana apenas respondeu que o dia dela tambem estava todo livre. O ultimo apartamento era um apartamento mobiliado que pertencia a construtora e estavam vendendo pois era o apartamento decorado de demonstração.sabia que aquela ali seria, talvez a ultima chance de possuir aquela deusa em meus braços.
Ela caminhando na frente mostrando o apartamento e eu não tirava o olho de sua bunda, e ela me pegou olhando , secando sua bunda gostosa, deu um sorriso maroto e não falou nada. Ela parou na porta do quarto para me mostrar o quarto,percebendo que eu estava mais interessando na sua bunda que nos comodos da casa.parei logo atras dela , enquanto ela falava e apontava para as coisas do quarto, senti seu cheiro, o perfume de seus cabelos, já estava de pau duro, e encostei nela..ela continuo falando diminuindo um pouco a velocidade da demosntração e com uma fala mais mansa, fingindo que nada tava acontecendo..encoxando joana , enquanto ela continuava a demosntração do apt, passei o braço direito em sua cintura e a puxei de encontro a meu membro , quase saindo da calça e disse:
-esse apt, vem com tudo que esta dentro dele?
Ele suspirou baixinho e quase sem fala respondeu:
- vem sim ,humm.. Com tudinho..
Dei uma rebolada esfregando o cacete duro em sua bunda e disse?
- fiquei bem interessado nesse, pois quero tudo que esta dentro dele, tudo mesmo...
Ela a essa altura de olhos fechados, respondeu:
- mas você não pode ter tudo que esta dentro dele, eu sou casada.
A virei , passei a mão direita sobre seus cabelos, enfiando os dedos entre eles, segurei sua cabeça, ela olhou me nos olhos com carinha de menina indefesa e disse:
- sou casada.
Enquanto segurava ela pelos cabelos firmemente para que me olhasse nos olhos peguei com a outra mão a sua mão e dirigi para meu cacetão duro sob a calça. E disse:
- depois que você levar esse cacete não sua bucetinha, seu marido vai ser um corno, e nem que seja por um momento , você será minha.
Ela soltou um suspiro enorme e apertou meu cacete, e beijei sua boca com uma vontade fora do normal, chupava sua lingua mordia seus labios, apertava sua bunda, apertava sua bucetinha de encontro ao meu pau, e joana gemia feito uma cadela no cio.empurreia para dentro do quarto, sentei na cama , tirei seu blazer, e comecei a levantar sua calça. Ela estava com uma micro calcinha, deliciosa, a safada, saiu de casa, já mal intencionada.deitei-a na cama comeceia chupar sua boca, pescoço, seios, barriguinha, coxas, batatas das pernas, passei o dedo por cima da calcinha em sua bucetinha, estava pingando de tesão, comentei: -nossa delicia, você esta ensopada! Ela respondeu: -estou assim desde que você me deu aquela caixa de chocolates. Arriei sua calcinha e cai de boca na sua xaninha, chupando o grelinho, labios vaiginais , enfiando a lingua. Ela gemia como uma cadela no cio. Eu falava: -goza, goza na boca de teu macho.e ela gozou , gozou muito gostoso, que mel delcioso! Ela deu um pulo e começou a pegar na braguilha da minha calça parecia faminta, em rapido movimento abriu o ziper, baixou a cueca e viu saltar na sua frente 21 cm de membro durissimo, seus olhos brilharam e sua boca salivou e joana começou um dos melhores boquetes que já recebi.chupava com vontade. Nisso o paulo conforme tinhamos combinado, começou a me ligar. Joana arregalava os olhos , mas não tirava a pica da boca, e eu cancelava a ligação. Ela mamou por uns 5 minutos e começoua pedir leitinho.e quando uma cadela pede, voce da. Gozei gostoso em sua boca que ficou aberta mostrando o leitinho suculento. A essa altura já era por volta de 10:30 da manha e lembramos que tinhamos deixado as portas abertas do apartamento, nos recompomos e deci que ia leva-la para um motel onde iria come-la todinha. Antes de entrar no carro parei no banheiro e liguei pra paulo.
- amigo, pronto! Você já é corno!
- já? O que aconteceu?
-cara , a sua putinha é uma delicia, tem uma boca maravilhosa, e uma bucetinha fantastica. Estou aqui num apartamento decorado que ela estava me mostrando. E chupei ela todinha aqui e gozei na boca da tua putinha corninho.
A essa altura ouvia a respiração ofegante do corninho do outro lado que tenho certeza que estava quase gozando.
Falei: -vou leva-la para o motel , e come-la todinha, fique ligando para mim, que qdo eu atender e desligar vai ser a hora de você ligar para ela.
Entrei no carro e fui com joana para o motel, no caminho ela foi punhetando meu pau, e eu a chamando de putinha gostosa. Perguntei se ela tinha gostado, tinha dito que tinha amando meu cacete, perguntei se o do corninho dela era menor, ela falou que era muito menor, mas que ele iria adorar ver ela pegando, chupando e dando para um macho com um cacete daqueles. Me fiz de surpreso , e perguntei se eles eram liberais, ela me disse que não e explicou que ele vive imagindo ela dando a bucetinha para um outro macho, mas que sabe que tudo aquilo era conversa de cama dos dois e que ele não teria coragem.
Ai falei: - se ele quer ver um cacetão te arrombando, vamos mostrar o quanto ele é corno e o quanto você é puta.
Ela apenas sorriu.
Chegando no motel começamos a brincadeira denovo e o corninho, não parava de me ligar e eu sem atender.
Quando comecei a chupar ela. Peguei o telefone atendi e desliguei. Pronto, dei o sinal.e voltei a chupa-la .ela estava sentada encostada no encosto da cama , de pernas abertas , e eu deitado de bruços no meio de suas pernas chupando sua bucetinha. Quando o telefone dela toca, ela olhou e disse um pouco nevorsa: -é meu marido... Tirei a boca de sua bucetinha e disse:-é melhor atender normal como se tivesse no trabalho... E voltei a chupa-la gostoso.
Ela segurando seus gemidos : -alo.. Oi amor, to no trabalho...- hum..ta com saudades é?
Ela ficou repetindo quase tudo que ele falava e sorria.
-eu tambem to com saudades amor. Também adorei ontem a noite.
- to podendo falar sim amor.
-hum amor adorei tambem. Imaginei sim amor um outro cacete me comendo e eu chupando você.
- você não tem ideia como estou molhadinha, so em conversar com você.
-ai amor ta me dando tesão.acho que vou gozar so em falar com você amor.
- ai amor..fala isso ... Que delicia...ai amor..ai amor....delicia
-arrrrrrrrrrrrrrhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Uns 30 segundos de silencio.
- amor quero é uma rola. Vou desligar aqui que vou tentar me acalmar.
Desligando ela partiu pra cima de mim querendo meu cacete dentro dela.
Chupou, mamou como uma bezerrinha desmada.
Pegou uma camisinha e falou: - agora quero que você meta na sua putinha.
Que bucetinha deliciosa que joana tem. Paulo, corninho, se estiver lendo esse conto, você é um homem de sorte.
Comi joana de todas as formas que uma putinha pode dar, e paulo não me parava de ligar. Esperando outro sinal.
Quando ela estava de bruços na cama, eu atolado em sua bucetinha por tras, com o corpo precionando o corpo de joana sobre o coxão, e segurando seus cabelos com um laço, falando no seu ouvidinho , o quanto ela era uma putinha gostosa e ela iria fazer o corninho dela muito feliz sentando num cacete de verdade para ele ver, enquanto fazia movimentos lentos tirando e enfiando 21 cm de pica grossa dentro da esposinha putinha. Atendi o telefone:
-fala amigo. Cara estou em recife, comendo outra esposinha putinha que nem a sua.
Ela me olhou arregalada, mas o tesão não a deixou me recriminar. Falei:
-amigo escuta ela gemer.. E acelerei os movimentos e coloquei o telefone no viva voz e ela gemia:
- ai...ai... Eu sou uma putinha.. -.e teu marido é o que? - um corno – um corno ...ai que rola gostosa..ai...
Nisso deixei o telefone ligado ate praticamente o final de nossa transa para que ele pudesse gozar escutando sua esposa putinha e ela pensando que era um outro amigo corno.
Depois do sexo gostoso que fizemos , conversamos , falei para ela que o marido dela realmente queria ser corno, pois nenhum homem fantasia isso sem realmente querer. E que ela era uma mulher deliciosa e deveria fazer o que ele pedia.
Ela me falou que a noite iria conversar com o marido enquanto transavam e que ia perguntar se ele queria mesmo. E caso quisesse iria dizer que tem um cliente que ela queria dar bem gostoso na frente dele.
As coisas a noite aconteceram como o esperado, o casal transou na maior loucura,ela lembrando que tinha sido uma puta a tarde e ele lembrando que escutou a putinha dele gemer. Conversaram sobre a fantasia do menage, abriram o jogo. E recebi um telfonema la pelas 11 da noite de paulo que na frente de sua putinha me ligou, como se não soubesse de nada,dizendo que era marido da corretora que me atendeu a tarde, e que tinham a fantasia de ver outro homem transar com ela na frente dele. E perguntou se eu topava?
Bom fui la como se nunca tivesse comido a joana e como se nunca tivesse visto o paulo. Mas bem , isso é uma outra historia.

Todos os nomes são ficticios, os relatos são reais, e os participantes autorizaram a exibição.
João.victor.oliveira12@hotmail.com

 

Os primeiros dias como corno da Paula

Paula levou-me para o seu apartamento. Sabia pela leitura dos seus anúncios no jornal que era nele que Paula costumava receber seus clientes, e o cheiro a sexo que me pareceu sentir impregnando o ar ainda me entesou mais levando-me imenso a desejar esfregar a mão no meu pau perante ela, até fazer verter o jorro esbranquiçado concedendo-me o orgasmo, máximo gozo que aspirava a ter. Mas não o fiz, eu era ainda um noviço, não tomaria nenhuma atitude por minha iniciativa. Paula perguntou-me então se eu acreditava mesmo que ela me tornaria fisicamente num eunuco. Respirando fundo pois era a primeira vez que revelava minha amputação a alguém disse-lhe que não precisaria fazê-lo pois que em criança sofrera um acidente que me deixou com o saco testicular vazio e os bagos completamente esmagados e incapazes de procriar. Confessei-lhe também a minha total virgindade pois que meu pau não se aguentava mais de meio minuto de pé sem esvaziar o pouco líquido seminal que nele se formava, e como a minha incapacidade de macho cobridor me levara a desenvolver outras taras como a de voyeurista das transas dos outros, e que ultimamente uma outra tara se começara a desenvolver, e essa era a de ser seu corno manso.
- Quando tu falaste no café que os machos não tinham de ser todos cobridores, e que o facto de o não ser poderia ser prazeroso para os machos excluídos dos prazeres do sexo, já que outros prazeres lhes são abertos, seja o acto de ver outros, tocar punhetas, ou o acto de ser corno. Devido à minha condição nunca me atreveria a propor-me para teu homem ou amante. Mas quando te ouvi dizer que gostarias de possuir um eunuco que te aquecesse para o sexo que fazes com os outros, senti que falavas para mim e não quis perder a oportunidade para me oferecer a ocupar a vaga.
Paula sorriu, disse que de facto era bom eu não ter tomates porque isso me fazia ainda mais parecido com um eunuco oriental. Disse-me que se os tivesse nunca mos cortaria mas que o seu objectivo quando me mandara segui-la era começar a ministrar-me um conjunto de tratamentos e castigos que com o andar do tempo acabar-me-iam fazendo perder o tesão.
- No entanto não penses que não te vou na mesma castigar genitalmente só porque não tens testículos – advertiu-me com um ar cruel – E que não vou tratar de te estimular sexualmente ao máximo sem te deixar gozar quando me estiveres a aquecer para os outros. E agora baixa as calças que quero ver se és assim tão capado como dizes.
Comprovada a minha falta de bolas e medido o meu pau que não chegava aos 10 cms, Paula ainda me questionou:
- Como nunca ninguém te viu namorando ou frequentando as prostitutas és desde há muito encarado como um pila murcha, o que de facto corresponde à realidade. Queres andar comigo para mostrares que afinal és tão macho que até andas a comer a puta mais cobiçada da Academia, é isso?
Escandalizado neguei ser esse meu objectivo. Eu queria que todos soubessem que eu era o seu criado doméstico, levando-a e trazendo-a dos seus clientes para que ela com segurança pudesse realizar seus negócios carnais sem me importar que ficasse claro perante todos os que nos conheciam que eu nunca teria o direito de me pôr nela nem em mais ninguém. Paula dizendo que nunca fora puta de chulo pelo que não pagaria meus serviços de proxeneta satisfeita estipulou suas condições.
- A partir de agora estás proibido de desejar qualquer outra mulher que não eu e de tocares os teus simulacros de punhetas sem minha autorização, entendeste ó galinho castrado? Se por qualquer motivo sujares a cama como é normal acontecer aos frouxos como tu, ter-mo-ás de comunicar e sujeitar-te ao castigo que te impuser. Passarei a receber os clientes no teu apartamento para o qual por enquanto me mudarei, embora não pretenda desfazer o aluguer deste que tu passarás a pagar. Dormirei na tua cama com quem me apetecer mas tu só dormirás nela com minha permissão. Estou certa que terei clientes que não se importarão que fiques assistindo mas quando isso não acontecer esperarás onde eu te mandar só voltando a entrar quando eu to disser, percebido? Não tardará muito e terás enfeitando-me o alto da cabeça um enorme par de cornos de alce de fazer inveja ao cornudo mais orgulhoso. No entanto e para que não restem dúvidas em ninguém que nunca me chegarás a comer, advirto-te já não me vou contentar apenas em patentear por Coimbra inteira a tua condição de corno submisso, mas vou querer ir muito mais longe e humilhar-te muito mais. Vou-te obrigar a baixar as calças em público, para que todos vejam a tua condição de eunuco de pila murcha e fazer-te pedir ao macho mais abonado que me possua e me proporcione o prazer que não és capaz de me dar. Não me poderás recusar nada, nem que te mande apanhar no cu ou comer-me os dejectos, entendido meu vitelo capadinho que nunca chegarás a touro?
Uns dias antes ter-me-ia recusado a aceitar tantas humilhações mas as suas conversas anteriores e aquele rol pesado de imposições tinham-me aberto novos horizontes, pois não só me tinham feito aceitar a minha condição de ser impotente como mais do que isso estavam-me fazendo sentir orgulhoso dela e ávido de explorar todas as possibilidades de prazer que ela me oferecia, embora para muitos tal prazer pudesse parecer algo mirabolante, pelo que ainda mais excitado fiquei e disse logo que sim a tudo embora o compromisso de lhe pagar o apartamento implicasse o ter de cortar com todos os compromissos sociais.
- Muito bem – comentou então Paula – nesse caso para não esqueceres o dia em que te aceitei como meu eunuco vais receber o teu primeiro castigo.
De quatro, todo nu, fui chicoteado severamente o que quase me fez rebentar o pau de tesão. No final dizendo-me que não tardaria muito a chegar um cliente de hora marcada que nunca dispensava de lhe ir ao cu mandou-me fazer-lhe um caprichado minete nos dois canais, só que desta vez com um prendedor de sexo amarrado na minha pila para a obrigar a ficar só apontando para o chão. Quando o cliente chegou mandou-me sair mas quando ele se retirou mandou que lhe fizesse novo minete no grelo, cheirando ao látex do preservativo que usaram. Desta vez porém mandou-me apoiar as peles vazias do meu saco e o pirilau no tampo de uma cadeira, tendo-se sentado sobre eles, enquanto eu de joelhos lhe voltava a fazer novo cuninlinguis. Não me deixou masturbar nem era preciso porque dorido como estava eu nem pensava em satisfazer-me.
Nessa noite dormimos juntos, e no dia seguinte ela passou a viver regularmente comigo no meu apartamento de estudante. Nele recebia os clientes, marcava encontros sexuais, convidava os amantes, obrigando-me de avental a cozinhar para os seus convidados, e a ter os dois apartamentos aprumados cuidando que nunca faltassem preservativos. Passaram 15 dias em que me consolei de a chupar e de lhe lavar criteriosamente a vagina e o ânus para que os clientes não tivessem motivo de reclamar. E não tive direito a tocar uma única punheta. Nesta altura minha fama de namorado corno obrigado a pagar duas rendas para ter a namorada puta era pública e muitos colegas meus já me tinham virado a cara com desdém. Mas eu andava feliz. Paula disse-me então que alcançado aquele patamar vinha agora o outro: o de eu expor a minha ausência de tomates e a minha incapacidade sexual perante machos verdadeiramente cobridores. Era a humilhação máxima a que já me expusera, mas ser corno também o fora e era a experiência mais gostosa que estava vivendo, pelo que eu estava desejoso que isso acontecesse e desse mais uma prova da minha devoção a Paula. Talvez fosse também o tesão de 15 dias que eu já levava sem despejar aquela espécie de esporra que se me vinha acumulando na pila a estimular-me ainda mais tal desejo.

NÉ LUSO

O vendedor de roupas

Oi ! Meu nome é Jony, sou casado com a Shirley, uma morena clara, gostosa e louca por pica, ambos na faixa dos trinta anos, somos realmente casados e liberais, gostamos muito de sexo, ela adora me trair e eu adoro ser corno, algumas vezes ela me pede pra arrumar um macho de pau grande e grosso para comer ela na minha frente e outras vezes ela mesma procura seus machos, já realizamos muitas fantasias, ela já me corneou varías vezes, muitas na minha ausência, outras na minha presênsa depois ela me conta tudo em detalhes pra eu bater uma gostosa punheta e escrever esses contos. Vou contar mais uma pra vocês.

Nós temos um vizinho que se chama léo, um loiro alto, vendedor de roupas, casado, somos amigos e cliente dele há alguns anos, ele frequenta nossa casa constantemente, para vender roupas e tomar umas cervejinhas comigo, eu e ele já conversamos abertamente sobre sexo liberal e fantasias, um certo dia ele me confidenciou que gostaria de realizar várias fantasias com sua esposa, que gostaria de ver ela tranzando com uma mulher e quem sabe até outro homem mais ela, sua esposa, é evangélica e por motivos religiosos não poderia nen sonhar em fantasias sexuais, já eu, por outro lado, aproveitei a oportunidade que estávamos conversando sobre esse assunto e disse ao léo que tinha um casamento liberal com minha esposa e que já havia realizado várias fantasias, preservando acima de tudo o sigilo absoluto, a higiêne pessoal e o respeito, que não realizamos fantasias com qualquer um(a) e sim com pessoas selecionadas, de total confiança, depois disso, Léo me contou que sempre admirava minha esposa, que achava ela muito bonita, que sonhava um dia ser nosso amigo de confiança para fazer parte das nossas fantasias, ele também me disse que depois que casou nunca traíu sua esposa, que só tranzava com ela mais por outros motivos ela não fazia tudo que ele queria na cama, eu por outro lado disse a ele que a minha esposa me realizava por completo, na cama parecia uma atriz pornô, fazia tudo que um homem queria, era uma verdaira puta entre quatro paredes, Léo começou a ficar exitado e perguntou qual era a minha fantasia preferida, eu respondi que gostava de ver ela tranzando com outro na minha frente, de preferência um homem paciente, de pau grande e grosso pois é desse tipo que a minha mulher gostava, nesse momento Léo ficou tão entusiasmado que abriu seu short, colocou seu pau duro pra fora e me perguntou se era daquele jeito que minha esposa gostava, quando olhei vi que o pau dele era grande e grosso, aproveitei e disse a ele também que se ele prometece sigilo absoluto e segurança eu falaria com minha esposa e nós realizaríamos uma fantasia a três, ele disse que não se preocupasse, que ele jamais contaría nada pra ninguém, que ele nunca teve doênça sexual e que até aquele momento só havia tranzado com sua esposa. Depois disso, deixei ele sozinho na sala e fui falar com minha esposa que estava no nosso quarto, eu contei tudo pra ela e perguntei se ela topava tranzar com ele na minha frente naquele momento, ela respondeu que sim, que há muito tempo já fantasiava dando pra ele mais tinha medo dele não aceitar e contar pra esposa dele. Tudo combinado, falei pra Shirley que o Léo iría mostrar pra ela umas roupas intímas e que no momento oportuno eles poderíam começar a se amassar na miha frente que eu iría apenas observar. Voltei para a sala e combinei também com o Léo, em seguida a Shirley chegou e comprimentou nosso vendedor, Léo retirou da bolsa um roupão azul, aberto, tipo aqueles que se usa após o banho e deu pra minha esposa provar, ela pegou o roupão, foi até o nosso quarto, em seguida voltou vestida nele sem nada por baixo e parou na nossa frente, a peça de roupa estava aberta e dava pra ver parte dos seios e da buceta, Léo vendo aquilo tudo não se conteve e foi até ela para lhe mostrar como se amarrava aquela roupa, ele sentou no sofá e ela ficou na sua frente, quando ele tocou na alça para amarrar ela abriu um pouco mais a parte de cima, deixando seus seios a vista, ele não perdeu tempo e caíu de boca nos seios da minha mulher e começou a chupá-los, chupava os seios dela e ao mesmo tempo tocava sua buceta mais ela estava louca por uma rola na boca, não demorou muito e ela sentou do lado dele, se enclinou um pouco, retirou seu short e começou a chupar seu pau, chupava com vontade tentando engolir tudo, batia punheta, passava a língua em volta da cabeça, chupava as bolas e em seguida socava tudo na sua boca, o pau dele era enorme e ele gemia de tezão com a chupeta dela, a Shirley não aguentava mais esperar, ela retirou sua roupa e sentou-se no colo dele, de frente pra ele, pegou seu pau e encaixou na sua buceta e começou a subir e descer em cima dele fazendo entrar tudo na sua buceta, eu assistia a tudo, sentado de frente, batendo uma deliciosa punheta, ela gemia muito dizendo;.... Que pau gostoso você tem Léo, sempre tive vontade de dar minha buceta pra você, me come gostoso e enfia tudo dentro de mim, olha amor como é gostoso pular em cima dessa rola ahahahahhahhaha, Léo metia tudo precionando a bunda da minha mulher contra o seu pau, em seguida os dois resolveram mudar de posição, a minha mulher ficou de quatro em cima do sofá, Léo se ajoelhou por tráz dela, pegou na sua cintura e enfiou de novo na sua buceta, metia tudo, ficava só as bolas do lado de fora, a Shirley gemia sem parar e de vez enquanto, com umas das mãos, acariciava o seu cuzinho e enfiava um dedinho, aquela cena era muito gostosa, eu me acabava na punheta vendo minha mulher dando a buceta pro nosso amigo, depois de algum tempo eles mudaram novamente, ela se sentou na pontinha do sofá, jogou o corpo para tráz ficando quase deitada, levantou e abriu as pernas deixando sua buceta toda aberta, Léo se ajoelhou no chão e meteu novamente na buceta da Shirley segurando-a pelas pernas, de onde eu estava dava pra ver que seu pau entrava todinho dentro da buceta dela, ele metia e de vez enquanto acariciava sua buceta, ela se contorcia toda e dizia pro Léo;....

Me come meu macho, enfia tudo, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora ver a mulher dele dando pra outro,hahahahahahahhaha, quando ouvi isso quase gozei de tanto tezão, Léo metia forte sem parar, em seguida ele mudaram mais um vez, ele deitou de lado no sofá e ela fez o mesmo deitando de costas pra ele,Léo levantou uma das pernas da minha mulher e meteu seu pau na buceta dela segurando-a pelos os seios, Shirley estava adorando aquela rola, ela olhava pro Léo e dizia;... Que rola gostosa você tem Léo, aparti de agora quero que você me coma sempre, é muito bom sentir essa rola grande e grossa todinha dentro da minha buceta, Léo quando ouviu isso ficou louco de tezão, olhou pra minha mulher e perguntou;...Shirley, eu posso colocar meu pau um pouco no seu cuzinho agora ? E ela respondeu;.... Pode sim Léo mais vá com calma, devagar pra não doer, tá ? Léu tirou o pau da buceta da minha mulher, lubrificou um pouco e foi enfiando aos poucos no cuzinho dela mais o pau dele era muito grosso e ela só aguentou entrar a cabeça da rola, mesmo assim ele ficou comendo o cuzinho dela por alguns minutos, quando ele retirava o pau do cú dela dava pra ver o buraco que ficava, era enorme, o cuzinho dela estava táo apertado que o Léo não aguentou e acabou gozando dentro do cú dela, enchendo de esperma, a Shirley quando sentiu a gozada falou pro Léo que não era pra ele ter gozado naquele momento pois ela queria que ele gozasse junto com ela, dentro da sua buceta, Léo pediu desculpas e disse que iría tomar um banho e que em cinco minutos estaría pronto pra gozar com ela outra vez, e assim o fez, ele foi tomar banho e eu fiquei com a Shirley na sala, enquanto ele não voltava, a Shirley olhou pra mim e disse;....

Amor, olha o que ele fez no meu cuzinho, enfiou sua rola aqui e deixou todo dolorido, vermelho e cheio de esperma, vem limpar amor e prova o gosto do esperma dele que estar no meu cú, limpa tudo vai ! Eu me ajoelhei e caí de boca naquele cuzinho, chupei tudo, retirei todo o esperma que havia nele, deixando-o bem limpinho, em seguida o Léo voltou, seu pau estava semi-mole, ele parou enfrente a minha esposa e pediu pra ela chupar ele novamente, ela não perdeu tempo e caíu de boca naquela rola, ele segurava ela pela cabeça e metia tudo na boca dela, parecia que estava enfiando em uma buceta, não demorou muito e o pau dele já estava duro novamente, ela se deitou no sofá e ele foi por cima dela, enfiou seu pau naquela buceta e começou a meter forte, enfiando tudo, a Shirley urrava feito uma cadela gritando;....Ahahahahahahah eu vou gozar, goza comigo meu macho, goza na minha buceta e enche ela com seu esperma, goza junto comigo, agora vai, Léo acelerou as estocadas e os dois explodiram em um gozo alucinante, ele gozou dentro da buceta dela e depois deram um demorado beijo na boca. Depois disso, ele se vestiu rápidamente e disse que teria que ir embora pois já era tarde, eu acompanhei ele até a porta, voltei para a sala e lá estava a minha mulher, exasta de tanto levar pica dura,sua buceta brilhava cheia de esperma, me abaixei e caí de boca naquela buceta, chupava com vontade limpando todo o esperma que o Léo havia gozado, em seguida chegou a minha vez de gozar, a Shirley disse que não aguentava mais rola na buceta e nen no cuzinho pois estava toda dolorida do pau do Léo, então, mandei ela se ajoelhar no chão e fiquei em pé na sua frente, ela pegou meu pau e começou a chupar e como chupava gostoso, não demorou muito e gozei na boca dela, inudando tudo com meu esperma, ela sugou até a última gota não disperdiçou nada. Em seguida fomos tomar banho e nos vestir.

Estamos mais uma vez realizados e felizes. Até a próxima !

 

Sonho em dividir esposa

Olá, sou o Roger, 37 anos casado com com Sônia, uma linda mulher de 34 anos, morena clara, 1,72, mais ou menos 75 kilos, pernas grossas, seios medios, enfim, uma delicia de esposa. Sempre fantasiamos muito ter mais alguem na cama, seja um outro homem ou outra mulher. Eu queria primeiro iniciá-la com um outro homem, pois a idéia de dividi-la com outro me deixa louco! Tanto que vou relatar aqui a fantasia que tenho, e gostaria muito que a iniciação se desse desta forma.

Nos preparavamos para sair, ela tomou banho e vestiu uma bela calcinha, bem pequena, que deixa sua bunda linda..Vestiu um short comportado e uma blusa bem decotada, que mostra seus lindos seios. Saimos , fomos a um bar com musica ao vivo, onde ela se empolgou, apos uns shopinhos e começou a dançar. Percebi q ue um cara , de estatura media, aparentando uns 40 anos, bem vestido a comia com os olhos, ele estava sozinho. Disse a ela que ele a olhava muito e ela disse que já havia percebido e começou então a fazer charme, para ver se ele vinha até nossa mesa. Então sai por 5 minutinhos , indo ao banheiro, quando voltei vi que ele ja estava se apresentando a ela em nossa mesa. Cheguei me apresentei e o convidei para sentar-se com a gente, ele mais que depressa aceitou. Conversamos bastante, e o assunto acabou indo para o sexo, e começou a ficar picante. Percebi que ele ficou bem "aceso" quando eu disse que minha fantasia era dividí-la com outro homem, mas que este teria de ser atraente, legal e de bom dote! Nisso percebi que o volume de sua calça aumentou, ele usava calça de sarja branca, e assim percebemos o grande vergão que surgiu entre suas pernas. Ele disse que se enquadrava no tipo que buscávamos, e concordamos! Ele queria tocá-la ali mesmo, mas nao permiti pois t emos que manter a nossa privacidade..Convidei então ele para irmos a outro lugar, e fomos. Fomos a um motel que adoramos frequentar, ate entao íamos so nos dois, e neste dia iriamos acompanhados. Ele foi com o carro dele e eu e minha esposa no nosso carro, eu ia dizendo a ela, se gostou dele, o q achou, se ela notou o tamanho de pau dele na calça..e ela disse que adorou, que aquela noite ela seria uma verdadeira putinha de dois machos, que queria muita putaria! sem pudores, me punhetava enquanto eu dirigia....

No motel, entramos pedimos algumas cervejas e pedi a ela e fosse tomar banho, mas que se depisse ali de frente nós..ela prontamente se despiu ficando so de calcinha, que estava encharcada de tanto tesão, e foi pro banheiro...Entao eu e nosso novo amigo, Mauro, conversamos e nos despiamos tambem e fomos ao seu encontro na ducha ,ela quando viu os dois de pau duro, no banheiro ao lado dela, não aguentou, caiu de boca no meu pau, como forma de agradecim ento pela noite, enquanto punhetava o belo e enorme mastro do Mauro, que tambem rapidamente foi abocanhado pela Sonia! que maestreza, chupava como se fosse o ultimo pau do mundo!..entao toquei sua buceta e vi o quanto ela estava molhada, eera muito tesão!!!!!!! saimos dali e fomos para a piscina, ela no colo de Mauro o beijava mujito, e esfregava sua buceta na pau dele, mas sem penetração..eu cheguei por tras dela lhe apertava sua bunda linda, e roçava meu pau em sua bunda e cuzinho, ficamos ssim um tempinho e então e pediu para irmos para o quarto...Ela sai primeiro e se enxugava e nos dois apreciavamos ela de dentro da piscina...em seguida Mauro saiu e foi ao encontro de Sonia no quarto..Eu esperei, propositadamente uns 10 minutinhos e sai...quando cheguei no quarto me deparei com Sônia de 4 na cama, tendo a buceta e cuzinho chupados por Mauro, que imagem linda, minha esposa sendo lambida e chupada por outro macho e eu vendo tudo!!!!!
Ela ja não aguentava mai s e me pediu para que Mauro a comesse, queria sentir aquele pau tesudo enorme em sua buceta molhadissima! Então pedi a Mauro que colocasse uma camisinha, e enquanto ele colocava, eu preparava Sonia para receber aquela pica , lambendo sua buceta e abrindo ela com meus dedos! ela esta muito molhada, tanto que ate o cuzinho dela estava enxarcado!!!!!!!!Mauro então veio por tras dela, e eu abrindo sua bundinha presenciei cada centímetro daquela pica enorme invadir sua buceta...Levei meu pau à boca de SOnia que o engolia e gemia feito uma puta no pau de Mauro, que ja estocava seu pau com força em sua gruta!...Ela tremia de prazer..Então pedi a Mauro que se sentasse para Sonia lhe cavalgar , que maravilha, de novo vi seu pau se enterrar naquela buceta enxarcada ate as bolas colarem na bunda de Sonia...Sonia envergou seu corpo de forma a beijar a boca de Mauro, deixando sua bunda empinada me mostrando todo seu cuznho que eu prontamente comecei a enfiar-lhe a lingua o qu e levou ela a um gozo fenomenal,com minha lingua em seu cuzinho e uma linda enorme rola na bucetinha!Não resisiti e penetrei seu rabinho com meu pau, ela então gemia de prazer sendo invadida por duas picas, uma em cada buraco de prazer, rebolava, xingava, gritava e por fim veio outro gozo que explodiu de vez , me levando tambem a gozar em seu cuzinho e o Mauro tambem gozou, foi um gozo a tres de inexplicavel prazer!!!! Levantamos fomos os tres para o banho, nos acariciando e apos adormecemos!

quem quiser saber mais de nossa fantasia, nos escreva, roger.santos1973@bol.com.br, será muito obm receber emails dizendo como nos ajudar! Amigos bem dotados e discretos, somos do abc paulista, é so escrever que podemos entrar em contato! abraços

Roger Santos

 

Minha mulher foi comida no meu carro

Bom estou aqui mais uma vez pra relatar mais uma aventura que aconteceu comigo e minha esposa. Somos casados há dez anos, meu nome é Jony e ela é a Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, ela muito safada, adora me cornear. Um certo dia estavámos em um sítio com vários casais e amigos, Lá conhecemos o Jackson, um rapaz de 18 anos, que estava ali a convite de um casal amigo da gente, pois bém, fiquei por ali tomando umas e outras e a minha esposa se bronseando na beira do açude, ela usava um biquine fio dental onde dava pra ver toda a sua bunda, notei que o Jackson não tirava o olho dela e para provocá-lo peguei o bronzeador e fui passar na minha mulher, ele se aproximou e sentou por tráz da gente, um pouco afastado, fiz de contas que não estava vendo ele, continuei passando bronzeador na Shirleu e comecei a provocar ela, dizendo que ela era muito gostosa, que eu já estava de pau duro, que queria comer ela ali mesmo, a medida que eu ia passando o bronzeador aproveitava e tocava sua buceta com meus dedos e a Shirley foi se exitando e logo dizendo;....

Amor pare com isso se não vou querer sua rola aqui mesmo. Eu respondi;.... Se você quiser eu posso te dar minha rola aqui mesmo, é só agente se afastar um pouco do pessoal para que ninguém nos veja, ela topou, peguei na sua mão e fomos pro outro lado do açude, em uma área isolada, enquanto caminhavámos olhei para tráz e vi que o Jackson nos seguia, aproveitei e falei dele para minha mulher, disse a ela que o Jackson estava de pau duro olhando ela se bronzear e que ele deveria estar morrendo de vontade de comer ela, nesse momento a Shirley olhou pra tráz e viu o Jackson, disse que ele era bonito e gostoso e me perguntou o que agente iria fazer com ele, eu respondi que a princípio deixasse ele ver agente tranzando e que depois eu pensaria em algum plano. Chegamos do outro lado do açude e sentamos em uma pedra, olhei em volta e pude perceber que o Jackson nos olhava, escondido por tráz das árvores, falei pra minha mulher, combinamos de exitar ele ao máximo e começamos a tirar nossas roupas, me abaixei e comecei chupando seus seios e depois sua buceta depois foi a vez dela cair de boca no meu pau, ela estava com muito tezão e sabendo que estava sendo observada, a Shirley chupava minha pica com vontade, engolia tudo, aquela chupeta estava tão gostosa que não resisti e acabei gozando na boca da Shirley que em minutos ficou brava comigo, ela olhou pra mim e disse em voz alta;... Não era pra você gozar agora, seu pau vai amolecer, olha como eu estou, eu quero uma rola grande e grossa agora dentro da minha buceta, eu pedi a ela pra ter calma e que me desse um tempo para eu repor as energias, que nós dois deveríamos voltar naquele momento para próximos dos outros e que quando nós chegassemos em casa, nós tranzaríamos bém gostoso, ela olhou pra mim um pouco chateada e disse;...

Tudo bém mas hoje você merecia um par chifre, merecia ser corno, vou tranzar com o primeiro que eu encontrar pela frente, seu corno. Eu nada disse mas notei que o Jackson ouviu tudo que ela disse, nos vestimos e voltamos para próximo dos outros, logo em seguida o Jackson veio atráz, ele se aproximou de mim e começamos a conversar e a tomar umas cervejas, nos tornamos amigos e parecia que agente se conhecia a muitos tempos, a Shirley percebendo nossa amizade veio se bronzear em uma cadeira próximo de nós, há uns dez metros de distância, sentou-se de pernas abertas de frente para nós, era impossível disfasar, eu e o Jackson estavámos de pau duro, ele começou a elogiar minha mulher dizendo que ela era muito bonita, jovem etc. Eu e o Jackson continuamos a beber cerveja e ficamos um pouco altos, começamos a falar de putaria e sexo abertamente, em dado momento começamos a debater sobre o tamanho do nossos paus, ele dizia que eu pau dele era maior do que o meu e eu dizia que não era, nós dois bebiámos e olhavamos pra Shirley se bronzeando de pernas abertas naquela cadeira, era impossível não ficar de pau duro, quando fomos ao banheiro, mijamos de pau duro, o Jackson tocou no assunto novamente dizendo;... Olha aqui Jony, veja como meu pau é maior do que o seu, quando olhei pude ver que o pau dele era enorme, eu já estava muito exitado e então respondi;.... Nossa opinião não vale, se a minha mulher pudesse ver nós dois de pau duro ela diria quem tinha o pau maior, ele não perdeu tempo e aproveitou a brexa que eu dei dizendo;... Se vocês não ficarem chateados, nós poderíamos sair daqui nós três juntos, eu, você e sua mulher, iríamos para um local seguro, ficaríamos de pau duro pra ela ver qual era o maior, eu respondi;.... Do jeito que ela estar hoje, se ela ver sua rola dura desse jeito vai querer cair em cima dela com tudo, ele respondeu;... Não tem problema, se você me permitir eu posso dar minha rola a sua mulher com maior prazer. Depois disso nós voltamos para onde estavámos e eu fui falar com a Shirley, disse a ela que havia conversado com o Jackson, que a rola dele era enorme e que ele estava louco pra comer ela, a Shirley pegou na minha mão e me chamou pra ir até o Jackson, que queria conhecê-lo, apresentei o Jackson a Shirley, conversamos um pouco e resolvemos ir para nossa casa, enquanto a Shirley foi pegar nossas coisas eu tratei de conversar com o Jackson sobre alguns detalhes, sobre sigilo absoluto, preservativo etc. Antes de entrar no nosso carro a Shirley me chamou para ir até o banheiro com ela, lá dentro ela olhou pra mim e disse;... Amor olha como estou, a minha buceta estar toda molhada, quero que aquele macho me coma gostoso, não sei se vou aguentar esperar chegar em casa, tá ? Eu respondi;... Tudo bém amor, não se preocupe. Chamamos o Jackson, entramos nós três no nosso carro, eu e a Shirley na nos bancos da frente e o Jackson no banco de tráz e rumamos para a nossa casa. No caminho pude perceber que a Shirley colocava a mão sobre sua buceta várias vezes, ela estava muito exitada, peguei uma das mãos dela e coloquei sobre o meu pau que estava duro feito pedra, ela abriu meu short, colocou meu pau pra fora e começou a me punhetar, o Jackson vendo tudo isso, colocou seu pau pra fora e começou a bater uma punheta, a Shirley quando viu o tamanho do pau do Jackson não resistiu, olhou pra e disse;.... Amor não aguento mais, pare o carro dentro dos matos, quero a rola dele aqui mesmo, dentro de mim, dirigi mais um pouco e avistei uma estrada de terra, estava deserta, não tinha ninguém transitando por ela, estacionei o carro debaixo de uma grande arvore, desci do carro e abri as duas portas da lateral direita, puxei uma pedra para perto do carro e sentei nela, olhei pra minha mulher e disse;... Pronto amor, ele é todo seu, pode fazer o que você quiser, ela respondeu;...

Obrigada amor, você é o melhor marido do mundo, em seguida ela desceu do carro e sentou no banco do motorista, Jackson desceu também do carro, veio até ela, se ajoelhou na sua frente e começou a beijar ela na boca, em seguida retirou sua blusa e começou a chupar seus seios, ao mesmo tempo eles iam tirando suas roupas e em poucos instantes eles já estavam completamente nús, ele que até então chupava os seios da minha mulher, se abaixou mais um pouco e começou a chupar a buceta dela, metia a língua lá dentro, ela segurava ele pelos cabelos e precionava forte o rosto dele contra sua buceta, ele alternava e chupava a buceta e o cuzinho ao mesmo tempo, ela não resistiu mais e gozou a primeira vez na cara dele, depois disso ele ficou de pé na frente dela e ofereceu seu pau pra ela chupar, a Shirley não perdeu tempo e caíu de boca na rola dele que era enorme, ela abria sua boca ao máximo para aquela rolona entrar, ela chupava com gosto, de vez enquanto ela tirava a rola dele da sua boca e passava no piquinho dos seios, passava no seu rosto, metia sua língua no buraquinho da rola dele e em seguida engolia tudo, eu assistia a tudo batendo uma deliciosa punheta, ela chupava ele, olhava pra mim e dizia;....

Amor olha o tamanho dessa rola, olha como ela é grande e grossa, é uma delicia, quero ela todinha dentro de mim, em seguida Jackson foi até sua bolsa pegar uma camisinha, eu aproveitei esse momento e dei uma chupada na buceta da minha mulher, ela pegou meu rosto, me deu um beijo de língua e disse;... Eu estava até agora chupando a rola dele, me beija e sente o gosto da rola dele na minha boca, não é uma delícia ? Em seguida me afastei e o Jackson chegou com seu pau duro vestido em uma camisinha, a minha mulher estava sentada no banco do motorista, ele se aproximou, abriu suas pernas e meteu aquela rola enorme dentro da buceta dela, ele gemia de prazer e dizia;.... Me come meu macho, enfia essa rola todinha dentro de mim, arrromba minha buceta na frente desse corno, ele adora ver a mulher dele dando pra outro, em seguida ele saiu de cima dela, ela se virou e ficou de quatro em cima do banco, ele veio por tráz, abriu a bunda dela e enfiou seu pau todinho na buceta, era muito gostoso ver ela dando a buceta pra ele, ela gemia gritanto quando ele enfiava tudo;... Ahhh, me come Jackson, mete todinho de uma vez dentro de mim, a sua rola é muito gostosa, em seguida eles resolveram mudar de posição, ela saiu de dentro carro e se escorou no mesmo, em pé de costas pra ele e empinou sua bundinha, ele em pé mesmo veio por tráz dela e meteu na sua buceta segurando ela pelos seios, ficaram nessa posição por alguns minutos, depois disso, eles foram para a frente do carro, ele deitou ela em cima do capu do carro, abriu suas pernas e perguntou;... Shirley eu posso comer seu cuzinho ? Ela respondeu;... Pode sim mais coma com bastante carinho para não doer e me machucar, eu fui até o carro, peguei um gel lubrificante e dei para ele passar no cuzinho dela, depois de feito isso, ele começou a meter sua rola no cuzinho dela, foi metendo lentamente até que a cabeça da rola entrou, ele ficou comendo o cú dela enfiando só a cabeça da rola pra ela ir se acostumando, ela sentia um pouco de dor e foi então que ele resolveu chupar os peitos dela e a acariciar sua buceta, isso acendeu o fogo da minha mulher, ela olhou pra ele e disse;... Enfi essa rola todinha dentro de mim, arromba meu cú na frente desse corno, vai meu macho, mete essa rola todinha dentro do meu cú, ahhhh... Ele obedeceu e enfiou toda sua rola dentro do cú da minha mulher, dava pra ver que só ficava as bolas do lado de fora, quando ele tirava o pau de dentro do cú dela dava pra ver o buraco que ficava, ela gemia forte dizendo;....

Ahhh, tá gostoso demais essa rola no meu cú, me come meu macho, ahhh quero gozar, em seguida, Jackson retirou seu pau do cú da minha mulher, trocou a camisinha e meteu forte na buceta dela enfiando tudo, ela gemia de tezão e pedia a ele;..... Me come gostoso Jackson que eu quero gozar, mete em mim e ao mesmo tempo chupa meus seios que eu gozo gostoso, goza junto comigo vai ! E assim ele obedeceu, enfiava sua rola todinha na buceta da minha mulher e ao mesmo tempo chupava seus seio, não demorou muito e os dois gozaram alucinadamente, em seguida, ele retirou o pau da buceta dela e eu pude ver que a camisinha estava cheia de esperma, ela retirou a camisinha do pau dele e derramou todo o seu esperma em cima dos seus seios e ficou espalhando sobre ou bicos dos seios, Jackson se afastou e foi se vestir, ela olhou pra mim e disse;......

Vem amor, é sua vez de gozar, abri as pernas dela e meti na sua buceta, ela olhava pra mim e me dizia;... Olha amor, meus seios estar cheio de esperma da rola do Jackson, me come e passa a língua nos meus seios vai, limpa tudo e sente o gosto do esperma dele, ele me comeu gostoso, obedeci a minha mulher e limpei com minha língua todo esperma dele que estava espalhado nos seios da minha mulher, em seguida gozei dentro da buceta dela. Depois disso nos vestimos e fomos deixar o Jackson na casa dos seus familiares. Essa foi mais uma das muitas que virão por a frente.

Até a próxima.

 

Meu amigo comeu minha mulher

O fato que vou contar agora é mais uma das minhas aventuras com minha esposa. Somos realmente casados há dez anos e adoramos uma sacanagem gostosa, principalmente quando ela arrruma seus machos e me corneia. Vou relatar mais uma. No início desse ano recebemos um convite de um amigo nosso para passarmos o final de semana no sítio dele, o nome dele é Sérgio, ele tem 30 anos e tem uma namorada, a Simone, combinamos que iriamos nós quatro, eu e minha esposa Shirley, nosso amigo Sérgio e sua namorada Simone, sairíamos no sábado de manhã e retornaríamos na segunda-feira cedo. No sábado de manhã cedo cheguei na casa do Sérgio acompanhado da minha esposa Shirley, fomos recebidos por ele e perguntamos sobre a Simone, ele nos respondeu que os pais dela não queriam deixar ela ir o passeio com agente, que havia conversado com ela e que fossémos nós três na frente e que ela iria tentar ir depois, quando conseguisse despistar os seus pais.

Pegamos nosso carro e fomos os três na frente, eu e minha esposa Shirley e o nosso amigo Sérgio. Chegando no sítio desembarcamos, ascendemos a churrasqueira, abrimos uma cervejinha e comersamos a conversar, uma cervejinha aqui, outra acular e a conversa ía rolando as soltas, até que a Simone ligou pro Sérgio e disse que haviam chegado umas visitas na sua casa e que não iría poder comparecer no sítio, que nós três tomassem todas por ela, se divertissem que na próxima ela viria com agente. O Sérgio não se conteve, ficou triste, tentou ir embora mas nós aconselhamos ele á ficar e que talvez a Simone pudesse aparecer e ele resolveu ficar. Por volta das dez horas da noite, entre umas cervejas e outras, minha esposa já estava assanhada, falava no meu ouvido que queria rola mas não era a minha, que queria gozar em outro pau comigo bém pertinho, assistindo a tudo. Eu fiquei exitado na hora mas disse a ela que ali era quase impossível, só tinha eu, ela e o Sérgio e ela disse;.... Tem tudo pra dar certo, só estamos nós três, eu posso seduzir e dar em cima dele ? Eu respondi afirmativamente e ela começou as suas investidas. Estavámos sentados nós trés na varanda, eu e ela sentados um ao lado do outro e o Sérgio sentado na nossa frente, ela de saía e blusa, falou no meu ouvido que iría ao banheiro e iría retornar sem calcinha para provocar nosso amigo.

Quando ela voltou disse que estava com muito calor e em seguida pegou um jornal e mostrou uma matéria para eu ler, abri o jornal e ele cobriu toda a minha visão, enquanto eu lia o jornal, a minha mulher encostou a cabeça no meu ombro e abriu ao máximo suas pernas, deixando sua buceta visivél pro Sérgio ver, ele olhava pros lados, pra cima mas não conseguia tirar o olho da buceta da minha mulher, ela discaradamente colocou a mão sobre sua buceta e começou a acariciar, eu olhava por cima do jornal disfarçadamente e via que o Sérgio passava a mão sobre seu pau que já estava duro feito pedra. O clima estava alto e foi quando a cerveja acabou, eu sabendo das intenções da minha esposa me prontifiquei a ir buscar outras cervejas e deixar eles dois a sós, peguei o carro e uns vassilhames e fui comprar cervejas, quando voltei, deixei o carro na entrada do sítio e fui a pé, devagarinho pois já imaginava o que estava rolando entre os dois, fui por tráz da casa, dei a volta e fui pra varanda onde estavam os dois, por tráz da parede olhei disfarçadamente e vi o que esperava, minha mulher sentada em uma cadeira com as pernas abertas e o Sérgio sentado no chão, entre suas pernas, chupando sua buceta, fui me aproximando devagarinho até que eles me viram, o Sérgio ficou assustado mas minha esposa falou;.... Fique frio Sérgio, se você me jurar que não conta pra ninguém eu dou minha buceta pra você na frente do Jony, ele adora ser corno e gosta de ver outro macho me comendo, continua chupando minha buceta vai....... E assim Sérgio o fez, chupava a buceta da Shirley com gosto, ela retirou sua blusa e começou a acariciar seus seios, eu me sentei em uma cadeira, tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta, Sérgio subiu lambendo a barrriga da minha mulher até chegar nos seus seios, segurou os dois com as mãos e começou a chupá-los, ela não perdeu tempo, com suas mãos foi até a cintura do rapaz, baixou um pouco seu short, pegou seu pau e teve uma surpresa, era uma rola enorme, grande e grossa, dura, a cabeça era enorme, quando ela viu não resistiu, mandou o Sérgio ficar de pé e caiu de boca naquele pauzão, ela mal conseguia colocar ele todo na sua bouquinha mas chupava com sede, passava a língua em volta da cabeça e nas bolas depois engolia tudo, ele passou a meter na boca dela como se fosse em uma buceta, segurava ela pela cabeça e enfiava e tirava sua pica da boca dela até que ela falou;.... Sérgio não aguento mais, coloca uma camisinha e mete esse pau duro dentro da minha buceta... , e assim Sérgio fez, minha mulher sentada em uma cadeira de pernas abertas e ele metendo nela, enfiando tudo, ela gemia de tezão e dizia;.....

Me come Sérgio, me arromba, come minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre..... Sérgio socava com força até que eles resolveram mudar de posição, eu sentado na cadeira batendo minha punheta, ela se ajoelhou no shão, ficou de quatro empinando a sua bundinha e começou a chupar meus peitos me batendo uma punheta, eu abri sua bunda e sua buceta, o Sérgio se ajoelhou por tráz da Shirley e enfiou tudo na buceta dela, ela olhava pra mim e dizia que estava gostoso demais e que me amava e eu delirava de tezão. Ele saiu de tráz dela e foi se sentar em uma cadeira, ela foi atráz dele e sentou em seu colo, com as costas para ele e de frente para mim, encaixou o pau em sua buceta e começou a pular em cima daquela rola subindo e descendo, eu sentei no chão bém pertinho, onde dava pra ver a rola dele entrando e saindo da buceta da minha mulher, não resisti e de vez enquanto eu chupava a buceta da minha mulher com a rola do Sérgio dentro dela, era uma delícia. Depois disso Sérgio foi até o banheiro, eu aproveitei e abri as pernas da minha mulher e comecei a chupar sua buceta, ele voltou, retirou a camisinha e deu seu pau para ela chupar, estava muito gostoso chupar aquela buceta vendo bém de pertinho a Shirley chupando aquele pauzão, em dado momento, ela retirou o pau dele da boca e me deu um beijo de língua dizendo;..... Amor, olha que pau gostoso ele tem, é uma delícia, me beija e sente o gosto dessa rola em minha boca.... Depois disso ela se levantou e ficou em pé enfrente a parede, jogou a bunda para tráz e dissse;.... Sérgio, vem aqui e mete nessa bundinha, mas mete com carinho para não doer, ta ? Põe devagarinho.... Eu peguei uma cadeira e coloquei ao lado dela, abri sua bunda e passei um creme hidratante em seu cuzinho, Sérgio se aproximou e eu peguei com minhas próprias mãos o pau dele e coloquei no cuzinho da minha mulher, o pau dele era muito grande e grosso e ela só aguentou a cabeça, mesmo assim ele ficou comendo o cu dela, enfiando só a cabeça em seu cuzinho e enfiando os dedos na buceta dela, ela delirava de tezão, olhava pra mim e dizia;.... Olha seu corno, aprende, ele estar comendo até meu cuzinho, ai, quero gozar...... Quando ele tirava o pau do cu dela dava pra ver o buraco que ficava, era enorme. Ela não aguentando mais disse que queria gozar e então resolvemos entrar dentro da casa e fomos até o quarto, ela se deitou na cama e ele foi por cima dela e meteu na sua buceta, ela louca pra gozar dizia;..... Mete essa pica dentro de mim meu macho, mete tudo com força, pula em cima de mim e me arromba na frente desse corno, me come e chupa meus peitos ao mesmo tempo que eu gozo na sua rola......

Sérgio metia forte e com força, ela gozou duas vezes mas ele não conseguia gozar, estava energético, ela não aguentava mais rola e foi então que ela se sentou na cama e ele ficou em pé na sua frente, ela retirou a camisinha do pau dele e começou a chupar, ele de olhos fechados metia sua rola na boca da minha mulher como se estivesse metendo em sua buceta, tinha hora que ela se engasgava com o pau dele todinho na sua boca, ele acelerou os movimentos e começou a gemer, ela percebendo que ele iría gozar tentou tirar o pau dele da boca mas ele segurou ela pelos cabelos e gozou um rio de esperma dentro da boca da minha mulher, o volume de esperma era táo grande que escorria pelo canto da boca caindo em cima dos seus seios, ele pediu desculpas a ela e foi pro banheiro tomar banho, quando ele saiu eu me aproximei da minha mulher e nos beijamos demoradamente, a boca dela ainda estava cheia de esperma do Sérgio, ela me beijava e perguntava;..... Tá sentindo o gosto do esperma dele amor ? Não é uma delicia ? Lambe o esperma que estar nos meus seios amor, a rola dele é muito gostosa......

Depois disso era minha vez de gozar, a Shirley chupou meu pau um pouco e depois abriu as pernas, eu punhetei meu pau um pouco, coloquei no rabo da Shirley e gozei enchendo seu cuzinho de esperma. No outro dia trepamos de novo mais essa história eu conto na próxima.

 

O Jantar Em Que Expûs a Minha Condição de Corno Manso

- Chegou a altura do meu corno manso mostrar em público a sua diminuta pilinha e o saco vazio dos tomatinhos – disse-me Paula findos os primeiros quinze dias de vida em comum – Quero que todos saibam da tua inaptidão física para o acto de cobrir uma mulher e porque motivo faço de ti um corno.

Concordei claro, afinal ela frisara sempre bem que deixaria claro que apesar de vivermos no mesmo tecto e de ser uma moça de costumes fáceis, ela queria demonstrar que a liberdade sexual que concedia aos outros não se estenderia a mim, e eu queria muito dar-lhe tal prova de submissão. Beijei-lhe os pés e respondi-lhe estar pronto e ávido de tal humilhação.

Ficou combinado que na sexta seguinte eu convidaria um grupo de 10 colegas, todos homens, para virem jantar a casa. Ainda lhe implorei que convidássemos também raparigas para que a minha vergonha fosse ainda maior, mas naquela minha primeira exposição pública, Paula queria ser a única fêmea, e ser assim ela a única a suscitar o desejo de todos, e quando me explicou isso concordei com ela. O jantar seria preparado por mim, o que nem era preciso dizer pois desde que Paula viera viver comigo eu fazia-lhe de criada doméstica, cozinhando e arrumando a casa e fazendo desaparecer os preservativos usados que ela gastava, na nossa cama, com os clientes. Minha namorada fizera-me vestir um avental branco, de pregas, muito serviçal e muito feminino, e foi vestido com ele que lhes abri a porta quando chegaram, por volta das 20 horas. Ficaram algo surpreendidos por me verem naquela figura e eu procurando disfarçar o meu primeiro embaraço da noite desculpei-me com a história do jantar, mas Paula atirou a primeira farpa da noite:

- Deviam vir cá a casa mais vezes para o verem de avental. Aliás é o maior talento do N.., ser uma fantástica doméstica. Quanto ao resto tem tudo em ponto pequeno ou nem sequer o tem de todo.

Todos se riram, eu também, embora não tivessem percebido o que Paula queria dizer. Habituados contudo à minha recente fama de corno, provavelmente proxeneta (e aí é que eles se enganavam), e a comportar-me perante ela como um cãozinho embevecido ao qual ela nunca fazia nenhuma festa, perceberam que o inusitado jantar era um pretexto para me verem enxovalhado e ficaram secretamente satisfeitos com isso, como muito bem lhes percebi nas feições. Entraram por isso satisfeitos e minha pilita, apesar do pouco tesão que habitualmente tem, começou a querer empinar-se por baixo da calça. A coisa prometia, pensei igualmente satisfeito.

A primeira humilhação começou às 8 e meia e não creio que tenha sido coincidência. Paula usava dois telemóveis, um para a sua vida de prostituta e outro para a sua vida pessoal. Quando não andava na vida, desligava o profissional o que não fez nessa noite sinal que ou estava esperando chamada ou não se importaria de a receber. O jantar ia começar, Paula e os convidados estavam bebendo uns aperitivos enquanto eu sozinho me ia desenrascando em ter tudo pronto, quando o telemóvel da puta chamou. Paula atendeu, falou por monossílabos e entre dentes, mas todos a ouvimos dizer que podia ser, o preço era o mesmo, quanto tempo ia demorar, estava no inicio do jantar mas os convidados não iriam estorvar. Quando desligou desculpou-se perante eles com um imprevisto negócio que teria de resolver, se não se importariam de adiar o jantar por uns três quartos de hora, ao que eles animados com os aperitivos e expectantes no que aquilo ia dar, disseram logo que não se importariam. Entrou no quarto, demorou-se um pouco, eu sabia que ela estava a vestir um top castanho decotado e a saia de ganga por cima do joelho realçando-lhe a perna perfeita e que Paula gostava de envergar ao receber os clientes, e de facto foi assim produzida que ela voltou à sala. Notei que os cacetes de vários colegas se tornaram salientes e ela toda coquette deixou-se estar na sala alimentando-lhes o tesão até a campainha tocar e ir abrir a porta depois de ter fechado a porta da sala para que a identidade do homem que demandava seus serviços ficasse preservada. (Paula só atendia a porta quando tinha foda marcada com um cliente). Perceberam todos que ela se fechara com ele no quarto, e se dúvidas houvesse o ranger das molas da cama que não se tardou a ouvir, lá estaria para as dissipar. Foi só então nessa altura que consegui tempo para beber o meu primeiro aperitivo – um moscatel de Setúbal – ao que se seguiram vários outros. Paula atendeu-o, conduziu-o à porta no final, tomou banho, voltou a vestir o vertido justo de noite que trazia antes de o receber, e com mil desculpas voltou para o nosso convívio. O jantar atrasara mais de uma hora, mas já todos a olhavam com olhos de a quererem comer a ela, mais do que ao jantar. E de preferência ali comigo. Afinal se a vagabunda alugava o corpo na casa do corno na hora do jantar, não só na sua frente como na frente dos seus amigos, era legitimo supor que não se importaria de ser servida a eles como sobremesa findo aquele. E foi o que aconteceu. Mas nem todos teriam direito a desfrutar do seu corpo. E eu ainda não lhes tinha mostrado a pila pequenina e fininha e o meu saco espalmado sem bolas a fim de ser humilhado por eles. Mas já não faltava muito.

 

 

NE LUSO

 

 

Um dia de corno

O fato que vou narrar agora aconteceu comigo ano passado. Meu nome é Jony, sou casado há dez anos com a Shirley, ambos na faixa dos 30 anos de idade.Sempre tive vontade de ver ela com outro mais tinha medo das suas reações, sempre que lia relatos de cornos eu me exitava muito e me masturbava imaginando ela dando a buceta pra outro na minha frente. Antes de fazer amor com ela eu colocava filmes pornô para aquecer o ambiente e depois tranzavamos muito só que ela percebeu que quando eu colocava filmes com cenas de mulheres traindo seus maridos na frente deles eu me exitava muito mais e comia ela mais gostoso, foi aparti desse ponto que contei a ela que gostaria muito de ver ela com outro mais sem envolvimento algum e que nossas vidas continuaria normalmente.

A princípio ela não aceitou, disse que eu era louco mas com o passar do tempo ela ia me perguntando se isso realmente fosse acontecer como seria, com quem, como faria pra encontrar uma pessoa que topasse e não contasse nada pra ninguém e etc. Pois bém, começamos a aprofundar nossas conversas e ela me disse que estava curiosa e que se eu prometesse que depois que tudo jamais a deixaria, ela tranzava com outro na minha frente para realizar a minha fantasia e matar sua curiosidade. Comecei uma busca na internet em sites de sexo e também fiz um msn, procurei pretendentes nas cidades vizinhas e encontrei vários caras com quem fiz amizades e uma delas foi com o Carlos, um moreno de 28 anos. Nós conversava-mos os três no msn e ele mostrava a vontade e o tezão de comer a minha mulher, um certo dia ele mandou um e-mail com uma foto de pau duro, era enorme, mostrei a ela e perguntei se gostou, ela respondeu ;... amor é do jeito que eu gosto. Fiquei louco de tezão e tratei de marcar logo o nosso primeiro encontro para o próximo final de semana, combinamos que seria na sua cidade que fica a 130 km da nossa pois lá ficaríamos mais a vontade.

Chegado o dia combinado fizemos as malas, pegamos o carro e partimos, era uma sexta-feira e chegamos por volta da 15:00 hs, quando chegamos no centro da cidade ligamos para o Carlos e ele disse que estava nos esperando enfrente ao banco do brasil, chegando lá estacionei o carro e descemos, ele veio em nossa direção e nos comprimentou, me deu um aperto de mão e em seguida foi comprimentar a Shirley, deu dois beijos no rosto e um abraço e disse que estava acompanhado de um amigo e que iria dizer a ele que iria com a gente para sua casa, que nós eramos velhos amigos e ficaríamos hospedados na sua casa já que ele é solteiro e mora sozinho. Enquanto ele foi falar com seu amigo minha mulher me disse que no abraço deu pra sentir que ele estava de pau duro e que teve uma sensação gostosa ao sentir a rola dele. Ele voltou, entramos no meu carro e seguimos para sua casa que ficava próximo, chegando lá tiramos as malas e entramos na casa, ele nos mostrou o quarto onde nós ficaríamos e foi fechar as portas da casa, quando voltou ele nos mostrou a suíte do quarto e perguntou se agente queria tomar um banho e eu respondi que seria bom que nós três tomassemos banho mais um de cada vez, ele respondeu tudo bém você deve saber o por que, a primeira a entrar no banheiro foi a Shirley, eu e carlos ficamos conversando na cama, eu disse a ele que o próximo a tomar banho seria ele e depois eu e quando eu voltasse do banho já queria ver os dois se comendo e ele gostou da idéia.

Quando voltei do banho me deparei com a Shirley de baby dool sentada na lateral da cama batendo uma punheta no pau do Carlos que estava nú em pé na sua frente, me sentei em uma cadeira, tirei a toalha e comecei a bater uma deliciosa punheta, a Shirley olhou pra mim e disse ;... Amor estava esperando só você chegar... e em seguida colocou a pau de Carlos na boca e começou a chupar, chupava como se fosse a última rola do mundo, olhava pra mim com cara de safada, passava a língua nas bolas e na cabeça do pau dele e em seguida disse;... Amor olha que rola gostosa ele tem, veja como é grande e grossa, quero que ele enfi todinha dentro de mim.... Depois disso Carlos se ajoelhou entre as pernas da minha mulher e retirou a sua roupa, em seguida deu um demorado beijo de língua na boca dela, foi descendo pelo pescoso e chupou seus seios com vontade, depois foi descendo até encontrar a sua buceta, ele chupava ela com vontade e ela precionava a cabeça dele na sua buceta e esfregava até que gozou na boca dele. Há essa altura eu estava me acabando na punheta assistindo a tudo. Depois disso a minha mulher olhou pro Carlos e disse;...Agora quero que você enfi toda essa rola dentro da minha buceta e me coma bém gostoso para o meu corno ver, ele adora ser corno e ver um macho me comendo... Em seguida ficou de quatro em cima da cama e empinou a bundinha pro Carlos comer, eu peguei uma camisinha e dei pra ele que não perdeu tempo, vestiu sua rola e enfiou tudo na buceta da minha mulher, ela gemia muito e dizia; .....

Tá gostando corno de ver sua mulher dando pra outro, a rola dele é uma delícia, olha como é que come uma buceta.... Em seguida eles resolveram mudar de posição, Carlos deitou na cama e a Shirley foi por cima dele, cavalgava feito um égua pulando no pau dele, depois ela deitou de lado e ele enfiou nela por tráz e ficaram tranzando e olhando eu batendo minha punheta, era muito gostoso ver aquilo tudo. Em seguida ela se levantou e veio até onde eu estava, se enclinou um pouco e começou a me beijar, Carlos veio por tráz dela e em pé mesmo enfiou na sua buceta, fiquei chupando seus peitos e ela foi no meu ouvido e perguntou; ....Amor quero gozar, como é que você quer que agente goze ? Eu respondi;..... Fica a critério de vocês.... Ela me disse;.... Tá bom mas antes de gozar vou te fazer uma surpresa e sei que vai gostar.... Em seguida se ajoelhou na frente do Carlos, tirou a camisinha da sua rola e começou a chupar bém forte, tentava engolir tudo, pensei que ela queria uma gozada na boca mais depois veio a surpresa, ela chupou mais um pouco, veio até a mim e me deu um beijo na boca e disse baixinho no meu ouvido;.... Não é uma delícia ?..... Depois disso ela deitou de costas na cama, abril as pernas, mandou Carlos colocar outra camisinha e ir pra cima dela pois queria gozar, Carlos fez tudo que ela pediu, foi pra cima dela e enfiou tudo, ela gritava e gemia;.... Me come meu macho, me faz gozar, só que eu vou gozar sozinha e você goza batendo uma punheta nos meus peitinhos, tá ?....

Carlos atendeu mais uma vez, acelerou a tranza metendo tudo, com força, entrava tudo e ela gozou feito uma louca, em seguida foi a vez do Carlos gozar, ele retirou a camisinha e colocou seu pau no meio dos seios da minha mulher, começou a esfregar e bater um leve punheta e em seguida esporrou um rio de esperma nos seios da minha mulher e dizendo que ela era muito gostosa, em seguida carlos foi tomar banho, eu estava me preparando para gozar quando a Shirlei olhou pra mim e disse;... Vem gozar aqui também..... Eu me aproximei e ela disse;... Só que antes você vai ter que limpar tudo... Pensei em pegar uma toalha mais ela segurou minha mão e disse;.... É pra limpar com a língua pra sentir o gosto do pau dele......Obedeci e limpei tudo e em seguida gozei em cima dela.

Depois fomos tomar banho, nos vestimos e fomos passear, quando voltamos para casa para dormir já era noite e eles queriam mais, só que essa história eu conto na próxima.

 

Corno quer saber mais

Casado á vários anos, sempre tive um enorme tesão em saber das cantadas que minha mulher recebia na rua, no trabalho em todos os lugares que ela ia.
Meu sonho era sempre o de ser corno, o prazer e o tesão que me dava só de imaginar ela sendo possuída por outro, sendo penetrada com vontade, gemendo de tesão sendo chamada de gostosa de putinha, sentido o gozo do parceiro.
Recentemente ela me confessou você é CORNO!!!! È corno desde o nosso namoro quando morávamos em cidades separadas.
Um misto de tesão e nervosismo tomou conta de mim e aos pouco o meu lado corno foi ficando mais forte e o tesão cresceu e eu fiquei escutando o seu relato, no qual vou troquei alguns dados e passo a transcrever mas deixarei algumas pistas na esperança do pegador lembrar e a primeira é que as iniciais do nome dela são A. C., nome composto!

“Ela estava na faculdade de Direito, ela estudava no segundo ano noturno, em uma cidade da Zona da Mata Mineira (fato verdadeiro) , quando um amigo que eu vinha olhando a algum tempo, veio conversar comigo, ele tinha os cabelos pretos, pele um pouco morena, forte, umas pernas bem grossas e dava pra ver que eram cabeludas e estava de pau duro o que deixava uma bela trouxa entre as pernas. Conversamos e pintou um clima e ele quis roubar um beijo, não deixei pois havia pessoas que sabiam do nosso namoro, que contei para ele quando ele me convidou para ir em uma cidade próxima ver um encontro de motociclistas eu iria acontecer no dia seguinte.
Pensei que seria um passeio legal e aceitei, marcando para ele me pegar, na parte da tarde, próximo a minha casa, longe dos olhos da minha família e vizinhos.
Vesti uma saia curta, alias curtinha mesmo, de cor roseada, feita de crochê, blusinha curta sem mangas de crochê branco calcinha branca e não usei sutiã e meia calça e calcei um tênis branco, aquele que você me deu, dizia ela.
Quando entrei no carro ele me olhou da cabeça aos pés e me comeu com os olhos e me perguntou se eu estava pronta para viajar até a cidade, eu disse sim e ele se aproximou e me deu um beijo na boca que eu correspondi e fomos para o encontro de motociclistas.
Na cidade ainda ele veio me falando que eu estava bonita e que adorou ver a minhas pernas, que ele gostava de mulher branquinha como eu e com um sorriso no lábios começou a passar a mão nas minha coxas apertando alternadamente e como viu que eu não me importei ele começou a passar a mão na parte de dentro das coxas e eu para facilitar e mostrar o meu tesão abri um pouco as pernas.
Logo entramos na estrada e ele foi mais ousado e começo a levar a mão até a minha bucetinha roçando de leve, eu então falei para ele prestar a atenção na estrada ai ele me disse que ia dar um jeito nisso e entrou com o carro em um pequena estrada e parou sob uma árvore.
Gelei vpois com essa eu não contava, esperava deixá-lo louco de tesão e dar o fora nele, pois eu já te disse que adorava me exibir, mas ele assim que parou veio sobre mim me abraçando e beijando meu pescoço e quando tentei falar algo ele destravou o banco do carro e com o deu peso o fez descer e assim ele se deitou sobre mim.
Ali estava eu com o meu amigo deitado sobre mim a minha sai já curta levantada acima das minhas coxas, deixando a calcinha amostra ele me chamava de gostosa, meus braços abertos e assim que segurei nos ombros dele para empurrá-lo para cima ele botou a mão na minha bucetinha e viu que eu estava molhadinha começou a alisar forte e enfiou os dedos e começou a me masturbar.
Eu tremi e pedi para parar, mas ele começou a chupar meus peitos e morder os biquinhos e me chamar de gostosa e disse que uma menina, tinha 24 anos na época, assim devia aproveitar a vida e além disso, mostrou o pau duro e disse que agora eu teria que dar um jeito nisso que duro e com tesão ele não ia ficar e não adiantava falar que era noiva, pois não havia mandado eu mexer com fogo, agora ia ter de dar de qualquer jeito.
Senti nessa hora ele afastar a minha calcinha pro lado e senti o pau dele penetrar com força e ele viu que eu gostei quando dei um grito e relaxei e puz a minha perna direta no painel do carro.
Ele falou isso gostosa mexe como a puta que você é, me mandava rebolar, gemia forte e ele bombava com força eu falava que tava doendo um pouco e ele fazia com mais força e dizia, puta não tem vez, mordia meu peitos e falava que ia deixar marcado para o noivo ver, eu falava não faz isso e ele dizia então rebola vadia. Eu rebolei com medo das marcas e ele fazia forte ai meu tesão começou a crescer comecei a gemer alto sem medo e me soltei.
Ele percebeu que eu ia gozar e falou tá com tesão putinha então goza!!!!!!
Gozei com louca falando para ele meter e meter forte na puta dele senti ele apressar o ritmo e de uma vez tirou o pau para fora, e gozou nos meus peitos e barriga.
Só ai eu vi que ele não usava camisinha e eu fiquei com medo pois não tomava remédio, né.
Assim que gozou ele sentou no banco e eu comecei a me recompor, quando ele falou :
Você vai assim suja para casa para se lembrar do dia de putinha!!
Ele me levou até perto de casa, me deu um beijo e disse que outro dia ia passear comigo de novo sai dali suja passando pela rua com a saia curta e sentindo que os homens estvam em olhando.”

Esse foi um dos relatos que minha mulher me contou, existe outro com outro colega da faculdade, espero que o comedor ou comedores se lembrem e mandem email para almirantevalente@yahoo.com.br que adorarei saber da vida de putinha da minha mulher.

 

Viagem inesquecivel, comi a esposa de meu melhor amigo!

Bom, meu nome é Mateus tenho 22 dois anos o relato que vou contar aconteceu em Abril de 2010.
Moro em Caxias do Sul RS e a uns 5 anos meu melhor amigo saiu daqui para morar em Roraima RS.
Sempre prometi que iria visitar a cidade dele até que chegou a oportunidade peguei um avião e
sai na minha aventura.
Quando cheguei no aeroporto de Boa Vista estava mais ou menos uns 25°c quem me recebeu foi a esposa de meu amigo
Loira olhos cor de mel 1,60m aproximadamente muito bem vestida para o meu gosto e uma delicia
dos pés a cabeça mas como era mulher do meu amigo não dei muita bola. Sai dali e fomos a um barsinho. Como fazia muito tempo que nos não nos víamos
conversamos bastante comemos um lanche mostramos fotos cantamos no karaoke até que ele disse que ia ao banheiro.
Nessa hora ela se levantou passou atrás de mim e encostou os peitos da minha cabeça sentou a meu lado pegou na minha mão
e disse que nos iríamos se divertir muito por ali.
Quando ele voltou pagamos a conta e saímos conhecer a cidade. Paramos em uma avenida lotada
com muito forró tocando mulheres lindas insaciáveis pela dança quase um verdadeiro escárnio.
Tiramos fotos bebemos caipirinhas de todos os sabores até que pelas quatro da manhã me convidaram para ir até um banho para curar a ressaca antes mesmo que ela chegasse.
Saímos dali ela no banco da frente bem comportada rindo das situações inusitadas como a travesti, Michele que conhecemos
bem afeiçoada que convidou nós para conhecermos um puteiro bem badalado da capital .
Papo vem papo vai e um trajecto de estrada de chão chegamos ao tao banho paramos a uns 10m do local com o farol do carro iluminando o ambiente trazendo um ar de experiência única .
Descemos do carro ele retiro a roupa um moreno bem forte de 1,75 cabelos negros e traços de uma mistura de cabloco
com gringo. Pedi licença para ele se poderia tirar a roupa toda também pois a mulher estava junto, ele falou que sim na mesa hora arranquei toda minha roupa e sai correndo para o banho passando mil coisas pela minha cabeça menos a experiência que estava por vir.
Entrei primeiro a água estava bem morna depois ele em seguida ela como estávamos contra luz pude ver suas curvas sinuantes
o cabelo liso pela cintura e o volume dos seus seios lindos e dourados sendo molhados pelas correntes do rio.
Fiquei meio ao longe pensando naquela experiência até que começaram a se beijar de pronto começei a a me masturbar
pensando que teria uma experiência única de voyager, olhando eles naqueles amassos percebi que estavam cochichando dizendo que não tinham combinado nada, até que ele meu amigo de alta data pediu para mim chegar mais perto. Me encorajei meu coração quase saltava pela boca meu corpo flutuando dentro da agua sentindo a areia em cada passada que dava até que me aproximei bem perto e dei um beijo no pescoço dela, se virou me me agarrou como eu fosse o que ela mais queria naquele momento acariciei suas lindas pernas sua chana molhada seus seios enquanto vislumbrava a silhueta da penumbra que aquela madrugada estava me presenteando.
Naquele momento me levantei de pronto ela se agarrou no meu Pau e começou a chupar
deliciosamente como uma safada que sabe o que está fazendo, enquanto ele bombava por trás
e sorria pra mim dizendo, aproveita bem, nunca imaginou que iria tranzar com a mulher do teu amigo, né safado!
Ela trocou de pau e eu comecei a comer aquela buceta gostosa no balanço que só a água pode proporcionar
enquanto ela entre gemidos implorava para que nós continuássemos dizendo que queria ser enrabada pelos dois e ao mesmo tempo.
Meu amigo agarrou ela pelas perdas socou tudo que dava enquanto ela separava com as duas mãos sua bunda tesuda quase gritando dizendo põe no meu cuzinho, quero ver se você é realmente o que falam quero sentir duas pirocas dentro de mim anda logo estou louca para gozar com dois machos dentro de mim, ai que delicia continua assim que ta gostoso continuamos e trocamos novamente ele por trás comendo aquele cuzinho
apertado enquanto eu comia a buceta da esposa depravada. Se agarrávamos aonde podia ela agarrada da meu pescoço gemendo que nem uma alucinada até que gosamos os três juntos.
Dei mais um beijo gostoso nela e deixei os dois sozinhos para dar um mergulho e tentar acreditar que realmente aconteceu está passagem na minha vida. Saímos dali fomos para o carro
rindo e comentando sobre proezas que fazíamos eu e ele na minha cidade natal.

Mateus Matê!!!

 

Minha exibida fodendo no carro

A minha mulher sempre fica com tesão na praia. Diz que não pode tomar sol na periquita que já fica com vontade de dar. Naquela noite tinha uma banda tocando num bar a beira mar e eu levei a danada pra dançar. Tomamos alguns “capetas”, olha o nome do drink, por aí você imagina o efeito que causa. A putinha, que estava excitada de tanto ficar com a bunda exposta ao sol, ficou alegre que só vendo. Ficamos por lá, bebendo e dançando, até de madrugada. O tesão estava demais. Muito birita, e o calor foi baixando na piriquita dela. Tava que tava, rebolando toda, com uma sainha curta que deivaxa suas coxinhas muito tesudas. Resolvi levar a vadia embora pra passar-lhe a vara, que é o que um macho deve fazer numa hora dessas.
Quando chegamos no estacionamento, cheio de carros e meio escuro, lembramos que tínhamos deixado nosso filho com meus na casa que tínhamos alugado. Pequena, todo mundo dormindo meio empilhado, não ia dar pra trepar ali. Ainda mais que a cadelinha grita que nem uma louca na hora de gozar.
Louca de tesão, ela queria dar de qualquer jeito. Com as biritas na cuca, foi tirando logo a calcinha, nem se importou com uns dois ou três carinhas que estavam por ali, batendo papo encostados num carro próximo. Pelo contrário, ficou foi mais tesuda ainda, louca pra que vissem pelada e levando vara. Dedilhei a bucetinha que tava inchada, como eu gosto. Ela me beijava, enfiando a língua na minha boca e gemendo, abrindo bem a pernas. Os caras perceberam que tava rolando sacanagem, mas tentavam disfarçar, continuando a conversa animada, rindo muito, mas um deles que estava de bermuda de surfista, encostado no carro, não parava de alisar o pau. Não chegou a tirar pra fora, mas minha safadinha gostou de ver que ele ficava se pegando e foi ficando cada vez mais excitada. Gemia alto e perguntava:
-Será que eles tão vendo minha xaninha? Olha aquele se alisando todo... é fortão... será que dá pra ver bem de lá?
- Acho que não. Se quiser que vejam bem, vai ter que empinar esse rabo, sua vadia.
Passei para o banco do carona e ela veio por cima, empinando bem sua bundinha pequena mas muito bem formada. Sua pele branca com certeza contrastava com a semi-escuridão no interior do carro. Aqueles moleques estavam vendo tudo, com certeza. Fiquei meio apreensivo de que tentassem alguma, mas eles continuaram disfarçando, falando alto, como se não estivem nem aí. Mas pelo modo como o sujeito apertava o pau por cima da bermuda era óbvio que tava curtindo.
- Empina bem essa bundinha, o fortão tá excitadão... senta no pau, mostra pra ele que você sabe foder uma pica.
Subi a saia da putinha, deixando seu rabo todo à mostra. Ela gemia e virava a cabeça pra trás, pra conferir se estavam observando. Voltava a cabeça e me beijava, doida de tesão.
- Mostra os peitinhos pra eles também. Deixa eles verem tudo de uma vez.
Não precisei falar duas vezes. Com a maior facilidade ela puxou seu topizinho por cima da cabeça e ficou nua, sobrando só a sainha toda levantada na cintura. Virava meio de lado, pra que pudessem ver suas tetas de perfil, bem empinadinhas e bicudas que são. Eu mamava e soltava pra ela mostrar. Estava irreconhecível, nem parecia uma senhora casada, mãe de um filho. Tava mais pra uma atriz pornô. Só que não tava fingindo.
- Tá gostando de dar na frente deles, sua cadela?
- Ái, eu to... que tesão... não vou aguentar muito tempo... se me chamar de cadela de novo eu gozo já.
Fiquei quieto por um tempo, só apreciando a performance da minha esposinha exibida. Que bela sem vergonha estava me saindo. E pior é que eu estava gostando. E os caras lá fora também. Começaram a ficar mais ousados e alisavam suas picas menos disfarçadamente.
- Será que ninguém vai tirar o pau pra fora... queria ver o pau daquele fortão... deve ser grande e grosso.
Mas nenhum deles ousou mostrar a vara. Acho que porque estavam em três. Um cara sozinho com certeza teria posto pra fora e tocado uma punheta. Mas para azar da minha exibidinha, ninguém teve coragem.
Não agüentando mais, ela urrou, avisando que ia gozar. Sentou forte no pau, várias vezes, gemendo que nem louca. Depois foi sossegando, até parar, com o rabinho ainda empinado para os sortudos. Quase desmaiou a putinha. Eu também gozei forte, me segurando pra não gemer alto demais.
Assim que nos recuperamos, bateu aquele medo, meio arrependimento, meio culpa. Pulei rapidinho pra banco do motorista, liguei o carro e saí acelerando, torcendo pra que não tivessem anotado a placa do carro. No caminho ela foi se vestindo e acabou dormindo, exausta e ainda meio bêbada.
Foi a única vez que fizemos algo assim, mas não esqueço de como ela estava excitada. Se os caras tivessem chegado mais perto, não sei o que poderia acontecer. Ainda bem que ficou só por isso. Mas descobri nessa noite que minha mulher pode ser uma tremenda vadia quando bebe.

 

Minha mulher chupou meu cú

Olá, meu nome é Alex, tenho 42 anos e sou casado ŕ 20. Tenho uma vida conjugal muito sólida, minha esposa é maravilhosa, porém muito recatada.

Eu adoro sexo oral e acho que entre 4 paredes vale tudo para o prazer, ela até já fez sexo oral algumas vezes, mas parece năo gostar muito.
Em todo esse tempo de casado eu ainda năo a tinha levado a um motel. Um dia resolvi fazer uma surpresa uma surpresa, convidei ela para dar uma volta, e sem dizer nada entrei num motel. Ela ficou calada, quando já estávamos lá dentro eu disse que queria realizar esse sonho.
Ela estava meio tensa mas foi relaxando aos poucos, talvez pelo ambiente, os espelhos, etc… senti que a minha esposa estava diferente, com mais tesăo, mais solta, mais liberal… de cara ela me fez um boquete maravilhoso sem que eu pedisse, isso em casa era impossível.
Fomos para a piscina, estava uma delicia pois era Verăo e a água estava numa temperatura super agradável. Fizemos amor ali mesmo…
Minha esposa năo é de beber, mas ali nós já estávamos na segunda garrafa de vinho. Ela já estava meio alterada, começámos entăo a fazer um 69 delicioso, eu estava por baixo e a visăo daquele cuzinho na minha frente me deu um tesăo enorme… Entăo eu resolvi inovar, fazer o que ela jamais permitiria de sóbria.

Comecei a passar a língua na sue bucetinha até ao cuzinho, senti que ela deu um gemidinho, entăo continuei, passei a demorar mais um pouco no cuzinho enfiando toda a língua e colocando o dedo na sua bucetinha. Ela passou a gemer mais alto, quase gritava. De repente ela parou de me chupar e enfiou a língua no meu cu também, fiquei assustado mas era gostoso demais… ela me chupava e me punhetava, eu nunca tinha experimentado uma coisa assim, só quem já fez é que sabe o quanto é gostoso senti que ela estava me imitando, entăo continuei chupando a sua bucetinha e enfiei um dedo no seu cuzinho que já estava lubrificado, passei a fazer um vai vem bem gostoso, ela rebolava, dizia que estava gostoso, gemia, gritava. De repente meteu meu pau todo na boca até ŕ garganta, depois enfiou o dedo no meu cu que também já estava lubrificado com a sua saliva… Aí foi demais, eu é que passei a rebolar, a gemer e a gritar, pedia para ela enfiar mais…. Ela metia e tirava, fazia um vai vem e eu fazia o mesmo com ela. Năo sei quem rebolava, gemia e gritava mais!!! Nessa loucura gozamos juntos um na boca do outro.
Foi um orgasmo tăo intenso que dormimos naquela posiçăo, depois de 2 horas de sono acordamos meio tontos, ainda tentei mais alguma coisa mas ela disse que queria ir embora, estava preocupada com as crianças…
No carro quase năo nos falamos, nunca mais tocámos no assunto. Em casa já tentei fazer a mesma coisa mas ela năo me deixa, nem a bucetinha ela me deixa chupar.

Uma vez estavamos fazendo amor de 4 e tentei colocar meu dedo no seu cuzinho, mas ela rapidamente mudou de posiçăo.
Já a convidei para ir-mos ao motel novamente mas ela năo aceita. Năo tenho coragem de tocar no assunto, pois tenho medo que ela pense que eu sou Gay, o que năo sou, mas confesso que aquela experięncia mexeu comigo. Como eu gostaria que ela fizesse de novo!!!!
Como ela quase nunca faz oral comigo, ŕs vezes vou a essas galerias eróticas onde acabo levando uma chupada de algum viadinho ali presente.

rayketo@hotmail.com

 

Uma fantasia perigosa

Por: claudiacasada23@hotmail.com

-Amor, vamos passar naquela avenida onde ficam as prostitutas?
-Vamos, assim poderemos nos divertir um pouco
-Olhe Roberto, aquela loirinha... que linda!
-Hummm não sei não Cláudia, acho que é travesti...rs
- Ah! Mas bem que você ficou excitado olhando para a bunda dela...rs
- Você teria coragem de por uma roupa daquelas e fingir que é uma prostituta?
-Claro que sim... Se você deixar...
- Eu deixo, mas duvido que você tenha coragem
-Quer apostar? Se eu for, vc deixar eu dar para o meu ex?
- E se você não for? Você deixa eu sair com minha prima?
- Fechado, aposta feita.
- E se eu gostar de algum “cliente”?
- Nada disso, o máximo que você pode fazer é passar a mão na pica dele e mesmo assim por cima da calça.
- Ah meu corninho, e se ele tirar a pica prá fora e pedir prá eu dar uma lambidinha... só na cabecinha.?
- Vamos ver... Mas não quero ninguém passando a mão em você
- Ah não meu boizinho, passar a mão não arranca pedaço
- Ok minha vaquinha, mas não quero que passe disso, sou um corninho ciumento
Assim era a vida deles, cheia de fantasias, cheia de tesão. A avenida estava cheia de prostitutas se oferecendo, os carros iam e vinham. A maioria do homens estavam sozinhos, mas também passavam casais e grupos de amigos.
Roberto ficou com aquela fantasia na cabeça, na verdade ele adoraria ver sua deliciosa esposa de mini-saia, sem calcinha sendo cobiçada por aqueles homens a procura de sexo pago.
Chegaram em casa, e ele estava ancioso, sentiu vontade de realizar aquela fantasia.
- Amor, põe aquela sainha preta, curtinha... Vamos voltar lá.
- Você quer levar a nossa aposta adiante?
- Vamos apenas estudar o terreno
Cláudia fez o que Roberto pediu, vestiu uma sainha preta, rodada bem curtinha, vestiu também um calcinha branca, que ficava enfiada naquela bundinha deliciosa.
Roberto decidiu ficar numa rua próxima à avenida das prostitutas, onde o movimento era bem menor.
- Desce aqui minha cadelinha, fique proóxima ao ponto do ônibus, vou dar a volta no querteirão e ficar te olhando de longe.
Cláudia estava nervosa e, ao mesmo tempo, excitadíssima com aquela situação. Ela não conseguia ficar parada devido à sua anciedade. Andava bem devagar pela calçada, de longe Roberto podia ver aquela sainha preta balançando de um lado para o outro, aparecendo um pedacinho da calcinha branca... Como ela estava linda.... Não demorou muito parou um carro ao seu lado.
- Oi gata, tudo bem?
-Oi tudo bem. E você? Ta afim de um programinha?
Claudia não sabia o que dizer, era uma mistura de medo e tesão.
- Quanto?
- R$350,00 mais o motel
Ela deu um valor bem alto, para que o cara desistisse, normalmente as mulheres cobravam uma média de R$80,00.
- Nossa...Tá muito caro, por esse preço da prá comer a Cléo Pires...rs
- Este é o preço, se você não pode pagar...
- Valeu, quem sabe outra hora.
O cliente se foi, mas nem todos eram bem educados assim, muitos a xingaram de nomes que ela nem sabia que existia. De longe Roberto observava tudo.
Por volta das 3h da madrugada, parou um carro ao seu lado, ela não sabia a marca, mas sabia que era um carro importado.
- Oi tesuda, quanto é o programa?
- R$350,00 mais o motel.
- Uma vadia linda como você vale R$1000,00, eu topo, entra ai.
Claudia gelou, ela jamais podia esperar que alguém aceitasse gastar quase R$500 por uma trepadinha.
- Infelizmente eu já estou indo embora, quem sabe amanhã?
O sujeito não gostou da resposta.
- Quem você pensa que é, sua vadia? Você deu o preço e eu aceitei... Agora exijo que você cumpra a sua parte.
Ela continuou negando, ele desceu do carro e começaram a discutir. Robertou notou que algo estava errado, ligou o carro e foi socorrer sua esposa.
- O que esta acontecendo aqui?
- Essa vadia, combinou um preço comigo e agora quer pular fora.
- Mas é um direito dela, se ela não quer você tem que respeitar a decisão dela.
- Respeitar o caralho! Ou ela faz o programa ou o bicho vai pegar.
A situação estava fora de controle. Cláudia não queria transar com o estranho, mas propôs o seguinte:
-Olha eu estou muito cansada, mas prá você não ficar no prejuízo, eu posso fazer uma chupetinha bem gostosa prá você e não vou cobrar nada.
- Ok! Eu aceito...vamos.
-Mas tem uma coisa, eu quero que seja no carro desse cavalheiro. Disse Claudia apontando para o marido, que neste momento estava apavorado.
- Mas porque?
- Porque ele parece um bom sujeito e vai me proteger de você, nós ficamos no banco de trás, ele fica dirigindo até você gozar, depois volatamos aqui e cada um segue o seu rumo.
O sujeito aceitou, afinal de contas, iria ganhar uma chupeta de graça, de uma loirinha linda e gostosa.
E lá foram eles, Roberto dirigindo, Claudia e o cliente no banco de trás.
Pelo retrovisor Roberto observava tudo, o cliente encostado do lado direito do banco, com as pernas abertas esperando pelo prêmio.
Cláudia se ajoelhou entre as pernas dele, com calma baixou o zíper, enfiou a mãozinha trêmula entre a cueca dele e pegou um cilindro grosso, que pulsava forte de tanto tesão. Com esforço ela puxou aquela pica pra fora, ela nunca tinha visto uma daquele tamanho, a cabeça enorme estava pingando... Roberto dirigia lentamente e apreciava a cena, cheio de tesão.
Claudia lambia a cabeça daquela rola com maestria.
- Que rola deliciosa. Ela dizia – Hummmm que delícia.... Bem mais gostosa do que a piroquinha do meu marido.
- O cliente se contorcia, sentir aquela boca macia, molhada...era o paraíso.
- Se você for um bom cliente, e voltar outro dia, eu deixo você comer minha bucetinha... e se você lamber meu cuzinho eu dou ele também.
O cliente estava quase explodindo:
- Deixa eu chupar sua buceta.... depois eu gozo na sua boca.
Claudia deixou, sentou-se no banco, tirou a calcinha e abriu as pernas. Os olhos do cliente brilhavam de felicidade, nunca tinha visto uma bucetinha tão perfeita. Ele lambia, enfia a língua, mordia... parecia um animal no cio. Claudia gemia alto:
-Que delícia... como você chupa bem...queria que meu marido visse prá ele aprender como se faz...hummmm
Roberto assistia tudo calado, cheio de ciúmes e de tesão....
E o cliente chupava gostoso, Claudia gemia alto... Ele parou um pouco, começou a limpar a boca com a mão. Claudia vendo isso disse:
- Não limpa assim não, dá a sua boca aqui que eu limpo com a minha língua.
E lambia a boca dela, o nariz... o rosto todo, e chupava a lingua dele com gosto.
O cliente não agüentando mais disse:
- Chupa minha rola... não agüento mai segurar.
Claudia pelo aquela pica enorme e chupou com vontade, com tesão até sentir um liquido quente espirrando em sua boca, a porra escoriia pela boca dela... Ela tirou a pica da boca e ainda levou três jatos na cara.
Roberto parou o carro, o cliente saiu satisfeito, dizendo que a procuraria novamente.
Claudia passou para o banco da frente, seu tesão estava à flor da pele, ela e marido se beijaram, um beijo longo, molhado, desesperado... Pararam no primeiro motel que encontraram e fizeram amor gostoso, rindo e relembrando a aventura que tiveram. Ao amanhecer foram prá casa, como se nada tivesse acontecido.

Gostou do conto? Me mande um email: claudiacasada23@hotmail.com

 

Uma aventura no drive-in

-Que calor!
-Verdade, a gente podia sair pra passear, o que você acha, Roberto?
- Tudo bem Cláudia, que tal irmos a um drive-in, como fazíamos quando éramos namorados?
-Boa idéia, coloque uma bermuda, assim fica mais fácil, vou colocar algo mais leve também.
Roberto vestiu a bermuda e ficou na sala esperando por sua esposa, quando ela apareceu, vestia um vestido de alcinhas, transparente na luz, ela usava sandálias havaianas e estava sem calcinha. Roberto a abraçou e passou as mão suavemente nas sua nádegas, por cima daquele vestido macio.
- Então vamos? Claudia perguntou com um sorriso sacana...
No caminho havia um trânsito lento, e o calor estava insuportável.
- Você fica um tesão neste vestido!
- Sei que você gosta, por isso o coloquei.
Roberto adorava exibi-la, quando um caminhão parou ao lado do carro, ele começou a passar a mão nas coxas grossas de Cláudia, que abriu as pernas para que ele pudesse brincar com sua bucetinha molhada.
Quando Roberto percebeu que o caminhoneiro estava olhando pra eles, não teve dúvida, puxou o freio de mão e passou a lamber aquela bucetinha gostosa, e só parou ao ouvir a buzina do carro que estava atrás. A esta altura, Cláudia gemia de prazer. O trânsito andou e eles foram para o drive-in.
Enaquanto esperavam pelo atendente, Roberto pediu a Claudia:
-Amor, coloque o pé direito sobre o banco, quero que o atendente veja sua buceta, vou fingir que não notei nada!
Cláudia fez o que o marido pediu, a luz do box deixava claramente aparecer aquela buceta delicosa, quase totalmente depilada, ela inclinou um pouco o banco e fingia ler uma revista quando o atendente chegou:
-Boa noite!
-Boa noite!
-O que vão querer? Ele fala com Roberto mas, mas não tirava os olhos daquele espetáculo maravilhoso....
-Queremos somente uma cerveja.
-Ok! Já volto.
Quando o atendente saiu Roberto olhou do lado, o banco do carro estava molhado, Cláudia estava cheia de tesão, Roberto também, e ele sabia que o atendente ficou excitado.
-Roberto tirou a pica pra fora, estava latejando de tesão, enquanto esperavam pela cerveja, Claudia não resistiu, passou a lamber aquela pica que ela tanto desejava.
- Com licensa, aqui está a cerveja. O atendente fala com voz trêmula, excitado com a visão daquela mulher linda, chupando a pica do marido.
Roberto agiu naturalmente, como se nada estivesse acontecendo.
José, o atendente, não conseguia disfarçar o tesão que sentia, Claudia estava debruçada no colo do marido, seu vestido estava puxado para cima mostrando aquela bunda redondinda, macia, rosada....
Quando José estava fechando a cortina, Roberto olhou pelo retrovisor e viu um enorme volume sob suas calças.
Os dois se divertiam com aquele exibicionismo, o tesão entre eles aumentava mais e mais....
-Meu corninho, vamos sair do carro pra você chupar a buceta da sua vaquinha sobre o capô?
- Vamos sim minha cadela, vou te por de qutro sobre o capô, vou chupar essa buceta deliciosa e lamber seu cuzinho...
Eles saíram do carro, ela nem precisou tirar o vestido, ficou debruçada sobre o carro, Roberto levantou seu vestido até seu pescoço, aqueles seios enormes encostados no capô, aquela bunda gostosa arrebitada, aquela buceta toda encharcada de tesão....
-Hummmm que delícia...adoro chupar essa bucetinha.....
-Ai meu corninho.... estou com vontade de chupar uma rola enquanto você me lambe....Posso?
-Pode sim minha cadelinha, pode o que você quiser....
Eles adoravam aquela fantasia, aquilo os deixava super excitados.
-meu corninho, e se depois que chupar ele quiser me fuder?...vc deixa?
-Claro que sim minha vaquinha, mas você tem que chupar minha pica enquanto ele te fode.
-Claro meu corninho, depois vocês trocam de... De repente ela leva um susto e para de falar
- O que foi sua vaca? A pica dele tapou sua boca?
Ela susurrou nervosa:
-Amor, acho que vi alguém nos espiando.
Roberto parou e olhou para a cortina do box, havia alguém na porta, do lado de fora, mas ele só podia ver os pés.
-Minha putinha, deixa ele olhar
- Ah meu corninho, e se ele entrar aqui?
- Deixe... Estou louco de vontade de ver você chupando uma rola diferente
Mesmo eles sussurrando, do lado de fora José ouvia tudo, seu coração batia forte, tinha vontade de entrar, colocar a rola na boca daquela mulher tão linda, mas tinha medo, e se eles me denunciarem? Não posso perder este emprego.
-Meu corninho, deixa eu chupar a rola dele?
Roberto não agüentava mais de tanto tesão.
-Claro minha vaquinha.... se ele entrar você pode fazer o que quiser.
José não entrava, ficava do lado de fora, passando a mão na rola que já estava pingando.
Roberto teve uma idéia:
-Amorzinho... vou até o banheiro... já volto.
Ao sair, notou o nervosismo de José, que não conseguia disfarçar o tesão que sentia.
-Por favor, preciso ir ao banheiro, você poderia tomar conta do meu carro? não quero que ninguém fique olhando para a minha mulher.
-Pode deixar Sr. Respondeu José com a voz trêmula
Claudia continuava na mesma posição, contorcia as nádegas de tesão, de vontade se ser penetrada.
-Por favor, disse ela a José, você poderia encher meu copo de cerveja?
José entrou no box, o tesão era maior do que o medo. Com as mãos tremendo, mal conseguia segurar a garrafa. Encheu o copo e deu a ela:
- aqui está!
Ela tomo um gole, e passou a língua maliciosamnte sobre os lábios....
-como você se chama?
-José.
-Você sempre fica escondido, olhando os clientes?
- Não... mas depois do que vi senti vontade de olhar
- Hummmmmmm.... gostou do que viu?
- Nunca vi uma mulher tão linda e gostosa tão de perto
- Você deve ter uma rola bem grande... Chegue mais perto.
José se aproximou, ficou de costas para a entrada do drive, Claudia abaixou o zíper de sua calça, ele estava sem cueca, uma rola enorme saltou para fora, Claudia acariciou aquela pica enorme com as duas mãos... Neste momento Roberto já estava do lado de fora, agora era ele quem espionava, Claudia percebeu e entrou no jogo do marido.... Ela lambia aquela pica, José não agüentava mais....
- Moça, acho melhor eu ir, seu marido deve estar voltando.
- Não se preocupe ele vai demorar, quando ele chegar você sai.
Ela mal conseguia chupar, a cabeça da rola preenchia toda a sua boca....
Não agüentando mais de tanto tesão, ela parou de chupar e ficou de quatro esperando ser fudida por auquela rola.
José meteu tudo de uma só vez, parecia um cavalo desesperado, o carro chegava a balançar com as estocadas. Roberto do lado de fora se masturbava, a visão de sua esposa sendo comida por outro era incrível e inédita para ele.
- Gostosa... nunca comi uma buceta tão deliciosa...tão apertada....
- Eu nunca senti uma pica tão grande me fudendo
- Hummmmm mexe gostoso.... que bunda linda que você tem...
- Que pica deliosa... que tesão....
-Vou gozar....
- Não.... na minha buceta não, quero que você goze na minha cara... quero ver esta pica gozando
José tirou o mastro... Quando Claudia tocou nele, a pica de José começou a espirrar porra para tudo que era lado, o rosto de Claudia ficou todo melado.
Neste momento Roberto decidiu entrar, queria que José pensasse que ele não tinha visto nada, pois não queria que outro homem o chamasse de corno.
Roberto deu alguns passo para trás, tossiu alto, alertando José sobre sua chegada.
Vendo que Roberto estava chegando, José saiu rapidamente, satisfeito...feliz.
Roberto olhou para Claudia, ela estava se contorcendo de tesão sobre o capõ do carrro, ainda não havia goszado... Roberto também não.
Roberto tirou a pica pra fora, segurou sua amada bem forte pela cintura e meteu tudo.
- Agora é minha vez, minha vaca gostosa.
- Me fode meu corninho gostoso, te adoro...
- Gostou de sentir outra rola?
- Adorei... Que pica deliosa que ele tem...você é um amor...meu corno!!!
E os dois gozaram juntos e tiveram a melhor foda de suas vidas, pediram a conta e foram embora, como se nada tivesse acontecido.
 

Aventura de exibicionismo

Eu tenho 39 anos sou casado a treze ano com uma morena gata e muito gostosa ela tem 1,65 de altura , olhos castanhos pele morena peitos médio e bumbum empinado.
Eu tenho 1,67 de altura olhos castanhos pele clara .
Bom vamos começar este relato real que aconteceu .
Eu sempre quis que ela se exibisse mais ela é muito tímida e envergonhada mais aos poucos fui conseguindo derrubar certos barreiras e medo da parte dela em relação a estar adrenalina que o exibicionismo nos dar, so de sou eu saber que ela estar comigo em um bar de saia ou vestido e sem calcinha , isso para min já é o Maximo quando isso aconteceu pela primeira vez ela ficou um pouco sem graça mais eu a estimulei para que ela agisse naturalmente ela foi aos poucos vendo como é estimulante esta brincadeira e ate gostou mas não chegou a se exibir como eu gostaria que acontecesse.
Passado alguns dias nois saímos de novo desta vez não precisei pedir-la para ir sem a calcinha ela mesmo já foi sem ela .
Só que eu queria um pouco mais de adrenalina pedir para que ela não ficasse tão retraída que se exibisse um pouco ela não entendeu o que eu queria dizer. Então eu mostrei dois rapazes sentados numa mesa em frente a nossa ai ela entendeu mas disse que não tinha coragem não.ai eu falei
---abre amor as pernas e aja naturalmente como se estivesse vestido de calcinha .
Ela meio sem jeito começou a abrir as pernas
da onde estavam os dois rapazes dava para ver perfeitamente a xereca da minha esposa o primeiro que viu conversou com o outro e eu fingindo que nada estava acontecendo
Minha esposa ficou sem jeito e disse que iria fechar as pernas eu disse calma amor deixe eles se deliciarem em verem uma xereca tão bonita como a sua. Eu comecei a encher o copo de cerveja dela e ela bebia de uma maneira que eu nunca tinha visto eu acho que era devido ao nervosismo de estar se exibindo daquela maneira para dois desconhecidos.eu caros leitores já estava com o cacete todo molecado só de ver este fato depois de uns vinte minutos eu paguei a conta nos fomos para casa e trepamos feitos loucos .eu ti digo caros leitores toda adrenalina é estimulante para o sexo e quanto mais adrenalina mais gostoso fica o sexo
Transa Na praia

Eu tenho 39 anos sou casado a treze ano com uma morena gata e muito gostosa ela tem 1,65 de altura , olhos castanhos pele morena peitos médio e bumbum empinado.
Eu tenho 1,67 de altura olhos castanhos pele clara .
Sempre tive uma fantasia que era de assistir ao vivo a um casal transando ou mesmo alguém assistir eu e minha esposa transando para mim a adrenalina ou tezão é o mesmo quero deixar bem claro que assistir não participar da transa.
Eu armei um esquema sem minha mulher saber arranjei uma casa de praia de um amigo e convidei ela para passar o final de semana comigo ela aceitou de imediato , eu comprei um biquíni branco não era devasso no tamanho mais era praticamente transparente idéia minha é claro.chegando na casa de praia descansamos um pouco almoçamos e eu dei para ela o biquíni que ela iria usar ela olhou para o biquíni e disse amor quando molhar não vai ficar expondo a minha buçeta para os outros varem. Não amor a vendedora falou que este biquíni não fica transparente não que ela tem um igual deste e ela usa sem problema ela mi respondeu
----tudo bem então
Famos para praia chegando lá ,para sorte dela não tinha muita gente só umas vinte pessoas e nois ficamos ou pouco isolados pois ela gosta de ficar sem muita gente por perto de nois;e eu doido para que ala fosse tomar banho para eu ver como ficaria o biquíni depois de molhado, ela me chamou para ir para a água eu disse vai você amor depois eu vou pois agora eu vou comprar uma cerveja para nos bebemos , eu sai para comprar a cerveja e ela foi para água tomar banho, demorei uns dez minutos quando voltei ela estava ainda na água sentei e esperei ela sair da água nisso apareceu um jovem e um senhor de seus 50 anos e sentaram perto de onde eu estava, fiquei na expectativa de v er minha esposa sair da água pois agora com certeza teria show de buçeta a mostra é gente e ela saiu da água e nem percebeu que o biquíni que ela estava usando praticamente a deixava nua ,os dois homens não conseguiram tirar os olhos de cima da minha mulher e nem eu mesmo não conseguiria pois estava um espetacular de visão.
Ela chegou e disse amor a água estar muito gostosa e eu falei e você também amor ,ela me olhou e falou porque você falou isso agora amor, eu disse porque este biquíni em você é deslumbrante.
Foi aí que ela notou a transparência total do biquíni e ficou vermelha de vergonha, eu acalmei e disse calma amor agora não tem mais jeito o rapaz e o senhor já te viram do jeito que você estar e pode deixar que eu não me importo de você estar assim ela olhou para mim e dissse
--- você é doido vou mi vestir logo, não vou ficar assim nada
Eu falei tudo bem então amor pode se vestir ela se vestiu,
e mi disse: você é muito safado mesmo mi disse que o biquíni não ficaria transparente e era mentira sua.
Bom amor foi isso que a vendedora mi disse amor mais eu gostei de te ver assim e fiquei com um tezão danado; que tal nos irmos para água fazemos amor.
Você é louco e estes dois homens ai em frente, que já mi viram praticamente nua, vão logo perceber o que nos estaremos fazendo na água.
Eu respondir.
___e o que tem amor isso eles podem perceber, sim mais não participar e tem mais esta é uma fantasia minha e gostaria que você aceitasse vai amor vamos para água.qual casal que ainda não transaram em um rio ou em uma praia .
Ela olhou para mim olhou para os dois homens e disse :
---ta certo eu vou pois sei que você vai ficar sangado comigo se eu não for, mais eu vou enrolada na tolha de banho pois não quero mi exibi mais do que eu já min exibi para estes tarados que não param de olhar para ca.
Ela levantou se enrolou na tolha e foi para água, eu não pedir tempo e fui atrás dela chegando na agua não contei conversa fui logo baixando ela puchei o biquini para o lado e metir a minha pica naquela xereca gostosa entrou macio devido a agua e a lubrificação natural da buçeta, ela gemia e olhava para onde os dois homens estavam e mandava eu meter mais rapido e eu é claro metia com vontade na excitação eu coloquei seus seis para fora e comecei a bolinar neles e ela min chamava de puto gostoso ,safado tesudo e mim xingava de tudo que ´e nome e os dois homens com certeza estavam percebendo o que estava acontendo pois não satisfeitos por estarem longe levantaram e vieram para água aonde nos estavamos minha es posa vendo eles se aproximarem mi pediu para parar pois os dois homens estavam vindo eu falei:
Deixe eles virem amor mais eu não vou tirar a minha pica da sua xoxota não.
Fiquei parado com a minha pica enterrado na xoxota dela ,ela colocou de volta a parte de cima do biquine e ficamos assim como se nada estivesse acontecendo .o senhor de idade chegou e perguntou se podia ficar ali tamando banho eu disse que não teria problema eu fiquei metendo devagar e beixando o cangote dela ela pedia para parar e eu metendo ela com certeza estava exitada com a situação e falou já que voce quer que eles vejão então meta gostoso poxa galera eu metir com mais gosto do que nunca sabendo que logo ali perto de nois estava dois caras praticalmente assistindo minha foda .ela começou a gemer sem se importar mais com os dois homens e com certeza eles estavam batendo uma tremenda punheta pois eu via o movimento dos braços deles gosei como nunca tinha gozado na vida nesta nossa aventura .depois que gosei falei no ouvido dela quero que voce sai da agua sem a parte de baixo pegue a toalha e min espere safada ,
Se isso que você quer então la vai ,tirou a parte debaixo do bi quine e saiu naturalmente os dois homens nesta hora eu acho que gasaram pois eu goszaria com esta cena .ela se agachou para pegar a toalha e de morou para se levantar mostrando tudo o que so eu tinha visto ate hoje foi maravilhoso este espetáculo, sai da água pegamos nossa coisa e formos trepar mais ainda na casa de praia .
Mandem comentários para rambo137894@bol.com.br

 

Proposta

Em primeiro lugar, deixe me apresentar.Tenho 45 anos, loira , 1,64m, 54 kg, tipo perua, exibicionista, gostosa, casada com um homem agora corno manso assumido.

Sou advogada, formação rígida e conservadora, e que ao longo do tempo fui liberando a fêmea dentro de mim, e assumindo meu lado vulgar, devasso e sedento por prazer.

Estimulada pelo marido, comecei de uns tempos para cá a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais.Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens, paquerar, tudo isso com incentivo do futuro corno, que se excitava com isso.

Comecei a ousar cada vez mais.Exibia minhas pernas, deixava os seios parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bunda, fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais carregada, gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.

Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de cinta-ligas com meias 7/8 passou a fazer parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o marido, que começou e falar que eu deveria experimentar outro macho.Era o início de uma nova fase.

Meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar roupas mais ousadas para mim, procurando sais e blusas em lojas para putas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim, já um pouco vulgar e com jeito de mulher oferecida, fácil.

Veio a proposta do marido : saia com outro macho e receber uma grana como pagamento, como uma puta.Isso me excitou , e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, vulgar, me entregando ao ´prazer.

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho,era encarada por um mulato, cara de safado, que não se intimidava com a presença de meu marido.Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando, e eu, excitada falei ao meu marido que ia ao toilette.

Levantei, e rebolando passei pelo cara e fui ao toilette.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o corno sobre isso.
A ousadia do cara ,e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.

Sentei na mesa, visivelmente alterada, e comentei com meu marido que um cara queria dançar comigo, e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que buscava , que eu seria bem paga por isso.

Me senti uma puta ali na mesa, e excitada, dei um gole na bebida, olhei para o mulato, sorrindo, e fui para a pista de dança.

O cara sorriu e foi em minha direção, me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma loira gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.Depois de alguns minutos me soltou, e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha, e devia ver como o corninho estava gostando de ver a esposinha com um macho.

Voltei para a mesa amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente.Falei o que o mulato queria, e disse que iria tirar a calcinha no banheiro, reforçar minha maquiagem e me entregar ao cara.Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que esperava minha grana ali, antes de tirar a calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 200,00e me entregou, dizendo:agora é com você.

Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos , quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha, deixa a bolsa na mesa e vamos para a pista.

Me pegou, dançando e me amassando, e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que ela merecia.Senti que o cara estava de pau duro, se esfregava na minha perna para eu sentir, e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta.Prendendo minhas mãos acima da minha cabeça, me imobilizou e dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer, e muito, e que eu iria adorar, assim como o corno...foi falando que tinha experiência com casal assim, esposa puta e marido corno, e que eu seria a vaca devassa dele.

Depois de um gozo intenso, o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia safada, sabendo que começava uma nova fase da nossa vida...

Continua........

 


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