Casais

warning: Creating default object from empty value in /home/maite/public_html/modules/taxonomy/taxonomy.module on line 1390.

Carla - fodida na casa de shows

Sou a Carla, tenho 42 anos, casada há 21 anos com Carlos, tenho 165 de altura, 60 quilos, peitinho pequeno, bumbum grandinho e coxas grossas, minha xana e meu rabo sempre são totalmente depilados, depois que fui liberada por meu maridinho hà 4 anos atrás, até então meu único homem, tive alguns casos, alguns amantes, algumas surubas, que deixaram lembranças deliciosas.

No sábado a noite finalmente meu corninho aceitou sair comigo para dançar numa casa de shows daqui de Curitiba, aproveitando o clima agradável coloquei apenas um vestidinho curto, uma calcinha fio dental pequenininha e uma sandália salto agulha, meu corninho já ficou sentado de forma a entender que não estávamos juntos, enquanto um grupo musical muito bom tocava um pagode muito gostoso, não demorou muito para que um rapaz alto, educado e bem apessoado me convidasse para dançar, convite aceito, já na segunda música nós já estávamos dançando coladinhos, eu sentindo seu pau já duro contra mim, além de me cantar descaradamente, Paulo o nome dele pediu um beijo, sem vacilar enlacei seu pescoço e nos beijamos gostoso, ele sabia beijar divinamente e suas mãos passeavam por todo meu corpo, não terminamos a terceira música, pois Paulo me levou até os fundos, um tipo de camarim, com um sofá velho num canto e enquanto me beijava tirava meu vestido, fez eu ficar de quatro no sofá, puxou minha calcinha de lado e chupou gostoso minha xana meladinha e doida para ser fodida por seu pau, depois de me judiar um pouco chupando-me muito bem, deixando-me mais tarada ainda, finalmente ele tirou seu pau duríssimo para fora da calça e socou de um golpe só aquele mastro delicioso dentro de mim, tirando meu fôlego e encharcando minha grutinha, segurou-me pelo quadril e me fodeu muito gostoso, elogiando minha grutinha apertadinha e quente me fez delirar de prazer, terminamos comigo cavalgando seu pau duro e me acabando num orgasmo divino e recebendo dentro de mim sua carga de porra que escorreu para o chão e depois escorreu pelas minhas coxas, além de deixar minha calcinha melada, voltamos ao salão e dançamos mais algumas danças, agora mais íntimos ele fazia eu colar meu corpo ao dele, demonstrando aos outros que eu lhe pertencia e trocavamos beijos bem quentes, não demorou e ele me carregou de novo até aquele cantinho e sem preliminares, tirou minha calcinha e guardou no seu bolso, para guardar de lembrança minha, eu na mesma posição anterior penetrou meu cuzinho tão gostosamente que nem senti dor com a sua penetração vigorosa, muito excitada eu gemia sem pudores, sendo sodomizada por sua vara deliciosa, atingi vários orgasmos que faziam meu corpo todo formigar, além de me deixar molezinha, de repente o Paulo acelerou ainda mais suas metidas e gozou muito forte dentro de meu rabo, dessa vez percebi que muito de seu esperma que saía de meu rabo totalmente saciado, escorreu pelas minhas coxas, enquanto recuperava meu fôlego, levei um susto ao deparar com outros cinco homens devorando-me com os olhos, eu pelada e toda melada de porra, Paulo rapidinho apresentou-me aos seus amigos, João, Antonio, Luis, Gerson e Pedro, trabalhavam na casa de shows e estavam de olho em mim fazia um bom tempo.

Rapidinho eles tiraram as roupas e exibiram para mim suas ferramentas duríssimas prontas para a ação, um deles deitou no sofá e fez eu cavalgá-lo, parando o tempo suficiente para o outro penetrar meu cuzinho, enquanto o outro me servia seu pau deliciosamente duro e quente para eu chupar, assim com três paus me fodendo ao mesmo tempo liberei meus instintos mais selvagens, chorei, gemi, gritei de prazer, unhei as costas deles, perdi a conta de quantas vezes gozei, sendo preenchida com suas cargas de esperma, tão logo um deles gozava em mim outro pau já me penetrava, sei que todos eles me comeram minha xana e o meu rabo pelo menos uma vez, e vários deles gozaram também em minha boquinha sedenta de porra, depois de horas finalmente saciados eles se retiraram, deixando-me apenas com o Paulo, tomei uma ducha no pequeno banheiro, vesti apenas o vestido e me encontrei com meu corninho que já estava aflito com meu sumiço, no caminho para nossa casa contei-lhe tudinho o que tinha me acontecido e terminei chupando seu pau duríssimo de tesão engolindo seu esperma todinho, já que minha xana e meu cuzinho estavam esfolados e ardidos de tanto serem fodidos pelos meus machos deliciosos.

carlasapphys@gmail.com

 

Carnaval Gostoso

Bom dia para todos. Meu nome é Shirley, sou realmente casada com o Jony há 12 anos, ambos na faixa dos 30 anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, ele me deixa fazer o que quero principalmente arranjar um macho bonito e gostoso para tranzar comigo na sua frente pois ele adora ver ou saber que é corno de verdade, em todos esses anos de convivência fizemos várias amizades e através destas realizamos muitas fantasias, meu marido me incentiva a usar roupas provocantes e paquerar, me ajuda na escolha dos meus pretendentes, escreve esses contos comigo e me realiza por completo pois nós nos amamos. Essa que vou contar agora aconteceu recentemente no carnaval deste ano.

Em pleno carnaval, eu e o Jony estávamos em nossa casa nos arrumando para ir ao carnaval de rua de uma cidade que fica há 40 km da nossa pois lá ninguém nos conheciam e nós ficaríamos mais a vontade para brincar, o Jony me pediu para vestir roupas provocantes pois naquele dia ele queria me ver paquerando, queria que eu arrumasse um namorado, desse a buceta pro escolhido e depois contasse tudo pra ele, eu gostei da idéia mais questionei a minha segurança pois para rolar sexo eu precisaria ir para um local reservado com uma pessoa que eu não conhecia, ele me falou que quando eu arrumasse um pretendente, eu fosse para umas ruas escuras que fica por traz do palco pois lá muitos casais gostam de namorar escorados nos carros que ficam estacionados, por traz das árvores que são baixas e escorados no muro de uma escola que tem umas divisões nas paredes, ele também me disse que ia nos seguir o máximo possível, fiquei mais tranqüila, vesti um short e uma blusa curtinha, branca, pegamos nosso carro e fomos para a festa, chegando lá colocamos o carro em um estacionamento e fomos para a fulia, ficamos em uma barraca próximo ao trio,bebendo, dançando e mantendo uma certa distância um do outro, depois de um certo tempo, chegou quatro rapazes na barraca para comprar cerveja e um deles me chamou atenção, era um moreno, devia ter uns vinte e poucos anos, estatura média, corpo definido, malhado, cabelos curtos, um gatinho muito bonito, eles começaram a dançar próximo de onde nós estávamos, eu não tirava o olho dele, depois de alguns minutos ele percebeu, eu dançava, me abaixava, empinava minha bundinha para traz e ele não parava de me olhar, começamos a paquerar, ele me mostrou para seus amigos e em seguida veio na minha direção, se apresentou por nome de Alex, me ofereceu cerveja e me chamou para dançar, Jony observava tudo há alguns metros de distância, começamos a dançar agarradinhos, se esfregando um no outro, o cheiro dele era muito gostoso, meus seios tocavam seu peito, minha buceta tocava seu pau, eu fazia questão de suspirar forte em seu ouvido enquanto estávamos dançando e isso foi deixando agente excitados, podia sentir o pau dele duro rosando minha buceta, de vez enquanto olhávamos um no olho do outro, ele tentou me beijar na boca mais eu não deixei, ele se contentou de beijar apenas meu rosto e pescoço, a situação foi ficando incontrolável e ele me convidou para dar uma volta, eu aceitei, lembrei da rua por traz do palco que meu marido me falou e fomos caminhando pra lá, olhei para traz e vi que o Jony, meu marido, nos seguia, ele ficou parado na esquina da rua, eu fui andando de mãos dada com o Alex por uns 50 metros, paramos próximo de uns carros que estava estacionado enfrente ao muro de uma escola, estava escuro, nós ficamos em pé, ele se encostou em um carro, eu abracei ele e começamos a nos beijar, ele apertava minha bunda e pressionava meu corpo contra o seu, depois ele colocou sua mão por dentro da minha blusa e começou a acariciar meus seios, depois minha buceta colocando a mão por dentro do meu short enquanto nos beijávamos, o tezão foi aumentando, a minha buceta já estava toda molhada, a vontade de tranzar era grande mais ali próximo haviam outros casais, então andamos mais um pouco e notamos que o portão da escola estava só encostado, Alex empurrou o portão e ele abriu, olhamos e não tinha ninguém, entramos e fomos caminhando até chegarmos em um bequinho escuro entre duas salas de aulas, lá havia dois banquinho de cimento igual aqueles que tem nas praças, sentamos os dois um de frente pro outro como se estivesse montados em uma moto e começamos a nos beijar novamente, em seguida, ele levantou minha blusa, começou a chupar meus seios, depois, colocou a mão por dentro do meu short e enfiou dois dedos dentro da minha buceta, isso foi me deixando louca, puxei seu short, coloquei seu pau para fora e comecei a punhetar, em seguida, ele parou de chupar meus seios, pegou no meu rosto e foi abaixando,direcionando até seu pau, segurei a rola dele com as duas mãos e comecei a chupar, tentava engolir tudo que podia, sentia o pau dele pulsando dentro da minha boca, depois de alguns minutos o pau dele já estava duro feito pedra, então perguntei se ele tinha uma camisinha e ele respondeu que sim, então ele abriu sua carteira, retirou uma camisinha e vestiu em seu pau, em seguida, nós ficamos em pé, eu baixei meu short e minha calcinha até a altura dos joelhos, ele fez o mesmo, depois eu me escorei na parede, de costas pra ele e empinei a minha bunda, ele veio por traz de mim, enfiou seu pau em minha buceta e começou a meter, o pau dele era uma delícia, ele metia muito gostoso, enfiava tudo na minha buceta lentamente, se rebolando, me segurando pelos seios e beijando meu pescoço, eu pedia pra ele me comer inteirinha, meter tudo, estava muito gostoso até que de repente chegou o guarda da escola com uma lanterna na mão e nos pegou no flagra, ele disse que ali não era lugar pra fazer aquilo e que se agente não saísse imediatamente ele chamaria a polícia, levantamos nossas roupas rapidamente, Alex pediu desculpas ao guarda e nós saímos rápido de dentro da escola, fomos andando os dois pela rua se lamentando que estava gostoso demais para acabar tão rápido até que o Alex me convidou para ir até seu carro que também estava no mesmo estacionamento que o meu, quando passamos pela esquina, o Jony, meu marido estava lá, ele continuou a nos seguir disfarçadamente, chegamos no estacionamento, entramos dentro do carro do Alex e ficamos no maior amasso até ele me chamar para ir até o motel, eu aceitei mais disse a ele que eu teria que ligar para minha família e avisar que iria sair com ele, Alex concordou, eu sai de dentro do carro e liguei pro Jony para ver se ele aprovava, o Jony disse que eu poderia ir que ele iría atrás no nosso carro nos seguindo, então entrei dentro do carro do Alex e fomos para o motel, durante o percurso, olhei para traz e vi que o jony nos seguia de carro até próximo do motel, chegando lá, mal agente entrou dentro do quarto e já começamos a nos agarrar e tirar nossas roupas até ficarmos completamente nus, ele me jogou em cima da cama e veio por cima de mim, me beijando, depois começou a chupar meus seios e minha barriga até chegar em minha buceta, chupava com vontade, abria os lábios vaginais e metia a sua língua dentro, eu pedi pra ele não parar de chupar, comecei a esfregar minha buceta e gozei na cara dele, adoro fazer isso antes de ser penetrada, em seguida, ele se deitou na cama e eu fiquei de quatro entre suas pernas, peguei seu pau e comecei a chupar, a rola dele era uma delícia, ele era muito gostoso, até a rola dele era cheirosa, eu lambia a cabeça, chupava as bolas e embaixo delas, ele delirava de tezão, em seguida pedi a ele que colocasse uma camisinha e fui pra cima dele, encaixei minha buceta no pau dele, apoiei minhas mãos em seu peito e comecei a cavalgar, eu subia e descia forte fazendo com que seu pau entrasse todo dentro da minha buceta, depois disso, eu sai de cima dele e fiquei de quatro em cima da cama, ele veio por traz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter me segurando pela bunda, eu delirava com estocas dele, Alex me puxava pelos cabelos e metia fundo na minha buceta deixando somente as bolas do lado de fora e me chamava de puta e vadia, depois disso, ele se sentou na lateral da cama com os pés no chão e pediu para eu me sentar em seu colo de costas pra ele, eu peguei seu pau, coloquei na minha buceta e fui sentando lentamente em seu colo até entrar tudo, depois comecei a pular em cima daquela rola dura, depois de alguns minutos, ele jogou seu corpo para traz e deitou na cama, eu continuei pulando em cima do seu pau com as mãos apoiadas na parede, em seguida, nós dois fomos levando lentamente sem tirar o pau de dentro até ficarmos em pé e ele continuou metendo em minha buceta por traz, me emprensando contra a parede, depois de alguns minutos, ele me pediu um tempo e foi até o frigobar, colocou duas doses de wisk com red bul, nós viramos os copos e bebemos tudo de uma vez, depois de algum tempo, ele me pediu para deitar na cama, de bunda pra cima, ele foi por cima de mim e enfiou na minha buceta novamente, depois de alguns minutos eu comecei a ficar tonta, acho que foi por causa da bebida, via tudo rodando em minha volta e o Alex parecia estar eletrizado, já fazia algum tempo que ele metia em minha buceta sem parar, metendo forte, enfiando tudo, eu coloquei a cabeça no travesseiro, levantei um pouco a bunda e ele continuou metendo forte, depois de vários minutos nesse ritímo, cheguei a gozar três vezes no pau dele e ele não conseguia gozar, foi então que eu pedi pra ele parar pois eu não agüentava mais gozar, ele parou e retirou o pau de dentro da minha buceta que estava quente e vermelha de tanta rola, em seguida, eu me virei de frente pra ele e fiquei deitada de pernas abertas, suspirando, ele veio por cima de mim e passou um bom tempo beijando meu rosto e meu pescoço, depois meus seios, isso foi me ascendendo novamente, enquanto ele chupava meus seios, eu peguei seu pau e enfiei na minha buceta outra vez, comecei a sentir um pouco de dor e pedi pra ele parar mais o tezão dele estava maior do que o meu, ele simplesmente retirou o pau da minha buceta e foi enfiando no meu cuzinho lentamente, como minha buceta estava ensopada de tanto gozar e eu estava nestesiada com wisk, o pau dele entrou todo, sem dificuldade, ele ficou metendo no meu cuzinho e chupando meus seios por um bom tempo, eu comecei a sentir prazer novamente, ele se enclinou um pouco para traz sem tirar o pau de dentro, eu coloquei duas almofadas embaixo da minha cabeça e fiquei assistindo ele comendo o meu cuzinho por um bom tempo, em seguida, ele começou a meter mais rápido e forte, eu passei a acariciar minha buceta batendo uma siririca enquanto ele fodia meu cuzinho, o tezão foi aumentando, nós começamos a gemer alto e acabamos gozando juntos, ele gozou dentro do meu cú enchendo sua camisinha de esperma, eu gozei na minha mão batendo uma gostosa siririca.

Depois disso, nós fomos os dois pro banheiro tomar banho e em seguida nos vestimos, ele pagou a conta e na hora de ir embora, na porta do quarto, me abraçou e trocamos um demorado beijo de língua, ele era muito gostoso, depois entramos no carro e fomos de volta para o corredor da fulia, pouco depois que saímos do motel olhei para traz e vi que o Jony nos seguia em nosso carro, chegando lá eu me despedi dele e disse que ia ficar com minha família, liguei pro jony e ele me aguardava do lado de fora do estacionamento, decidimos ir para casa, no caminho contei tudo pra ele que na hora ficou todo exitado, mesmo dirigindo, meu marido colocou o pau pra fora do seu short e me mostrou o tamanho do tezão que sentia em saber que acabava de levar um chifre, o pau dele estava tão duro que a cabeça estava roxa, eu punhetei ele um pouco, comecei a chupar aquele pau duro e a falar as putarias que deixa ele doido, dizendo;......

Vai amor, goza na boca da sua puta, imagina que até agora ela estava te corneando, dando a buceta e o cuzinho pra outro macho, vai seu corno, goza, depois disso, jony começou a gemer e gozou um rio de esperma dentro da minha boca, eu fiquei feliz com o tezão que ele sentiu e engoli todo seu esperma, foi muito gostoso. Esta foi mais uma de muitas que ainda vamos fazer, não se preocupem que vamos contar tudo pra vocês pois depois do carnaval vem o são joão com muito forró e nós já combinamos de repetir a dose. Até a próxima.

 

Carol, a esposa safada e Jones, o corno feliz que gostava de um torrete

1ª PARTE – A VERSÃO DA ESPOSA.

                        Olá pra todos. Meu nome é Carol, tenho 35 anos, sou casada há 10 anos, tenho dois filhos e...adoro uma pica..rss. Meu marido trabalha numa grande empresa, ganha muito bem e em casa temos do bom e do melhor. Tenho meu próprio carro, não preciso trabalhar e meus afazeres resumiam-se, até começarmos a pagar uma Van,  em levar as crianças ao colégio. O mais velho tem oito anos e o caçula, sete anos. Após deixar as crianças na escola, voltava para casa e me entretinha com alguns afazeres, compras, idas ao shopping e futilidades. Meu marido, Jones, tem 42 anos, é muito bem conservado, ativo e nos damos muito bem. Ficou melhor, de uns tempos para cá, depois que começou o que vou lhes contar.
Quando Jones trocou de carro, adquirindo um 0Km importado, de uma marca de veículos caros e de 1ª linha,   teve lá um problema mecânico com o danadinho e, por uns dois meses, o coitado ficou sem seu carro novo. A revendedora emprestou-lhe um veículo de sua frota, que mais dava problemas, do que andava. Algumas vezes, precisei ir buscar meu marido na empresa, após o trabalho. Como ele sempre saia tarde, ficava por ali,  ouvindo uma música dentro do carro ou dando um volta pelo estacionamento e até pelo quarteirão. Foi num desses meus passeios que conheci o porteiro da empresa, o Adilson.
                        Adilson era um negro assanhado, brincalhão, cheio de gírias, cheio de contar vantagens, que sempre soltava alguma frase maliciosa, ou uma pegadinha malvada. Sempre tinha um Halls para oferecer e, então, dizia: “E aê, quer chupar?”. Precisei vê-lo cair na risada umas duas vezes, para entender o sentido de sua pergunta, a qual eu sempre respondia, “sim, quero, me dá um! E ele dizia: “dooou, pra já, dona!”. Adilson era corpulento, meio gordinho, forte, sempre de cabeça raspada e, por baixo das calças, uma...bela mala!! No verão, quando tudo começou, eu ia buscar meu marido de saia ou de bermuda, sempre de banho tomado...cheirosinha...cabelinho molhado...essas coisas! Notei que o Adilson estava me passando umas cantadas, fazendo muito elogio, muitas brincadeirinhas, muita história e, como meu marido demorava pra sair, fui ficando por ali, conversando e me entretendo com o Adilson. Certo dia, ele me convidou para ir até a portaria, onde era seu local de trabalho. Lá, ofereceu-me alguns doces que, disse ele, teriam sido feitos por sua esposa. Uma televisão estava ligada em circuito com algumas câmeras de monitoramento e, por esse aparelho, dava para se ter uma ampla visão de vários pontos da empresa, inclusive da porta, por onde meu marido sairia. E, assim, lá se foram três, quatro dias...uma semana. Meu marido saia, eu o via pela TV, e ia ao seu encontro. Questionada sobre onde estava, confirmava-lhe que estava na portaria, com o Adilson, jogando conversa fora. Trocávamos um beijinho, entrávamos no meu carro e de lá partíamos. Ao passar pela portaria, meu marido sempre me pedia que parasse o carro, para se despedir do Adilson e lhe desejar um bom serviço, durante a noite. O Adilson era um sorriso só, parecia respeitar muito meu marido e sempre o tratava por Dr. Jones, dizendo sempre: “Cuida bem da patroinha, Dr.”, ao que meu marido respondia: “Pode deixar, Adilson, esta está bem cuidada”.
                        Meu marido, depois de muita briga com a revendedora, conseguiu que lhe fornecessem um outro veículo, quase novo e, com isso, passei a não mais ir buscá-lo. Notei que estava sentindo falta de alguma coisa e, pensando sobre isso, descobri que eram as brincadeiras e piadinhas sacanas do Adilson. Faltando dois dias para o final de semana, para minha sorte, o carro novo de meu marido ficou pronto...a revendedora havia, por fim, conseguido resolver o tal problema de fábrica. A sorte minha foi que, no primeiro dia, o carro pifou, de novo. Lá fui eu, toda feliz, buscar meu marido. Chegando à empresa, e isso era por volta de umas oito da noite, estacionei meu carro no páteo e fui direto para a portaria, conversar com meu caríssimo amigo. O Adilson ficou todo feliz ao ver e, em seguida, lá veio ele com o seu Halls, perguntando, “Quer chupar, Dona?” e eu, sorrindo, respondi-lhe, “sim, quero...e muito!”. Foi o bastante. O cara ficou completamente diferente, todo assanhado pra cima de mim e, aproximando-se, bateu os olhos no decote de minha blusa e ficou mirando meus peitos. Notei isso, fiquei encabulada, e mais ainda, quando notei o volume que se formava sob suas calças. Nesse momento, ele passou por trás de mim, para pegar não me lembro o que e, como a portaria era pequena, recebi uma bela encoxada. Dali pra frente, a coisa rolou. Em pouco tempo, trocávamos um gososo beijo de língua enquanto uma de minhas mãos procurava, ávida, algo para segurar, no meio das pernas dele. Nunca fui muito flor-de-se-cheirar. Mas nunca traí meu marido, até então. No colégio, sempre saia com um ou outro e participava de algumas festinhas que uns caras de uma faculdade próxima à casa de meus pais, faziam aos finais de semana. Já transei com mais de um cara, já paguei muito boquete. Depois que me casei, sosseguei.  No dia seguinte, enquanto aguardava meu marido sair da empresa, eu estava em um local que visitaria muitas outras vezes: em baixo da mesa da portaria, pagando o maior boquete num cacete preto que mau cabia na minha boca, de tão grosso. Não era grande de comprimento, mas era muito, muito grosso. Até hoje me surpreendo, quando me lembro do primeiro dia, entrando em baixo daquela mesa, o Adilson sentando na cadeira, de frente à TV, abrindo o zíper da calça e tirando pra fora aquele gigante duro. Eu, com a blusa erguida até o pescoço, com os peitos de fora, que ele acariciava e apertava com uma das suas fortes mãos, enquanto com a outra, fazia pressão em minha cabeça, de encontro ao seu pau, enfiando-o inteiro em minha boca. Pelo circuito de monitoramento da TV, ele ficava olhando se meu marido estava saindo e, então, me avisava, dando-me tempo para sair dali de baixo e me arrumar, para encontrá-lo. Uma das noites, o Adilson levou-me ao banheiro da portaria e, posicionando-se nas minhas costas, depois de um bom “trato” durante o qual fiquei espremida numa das paredes, abaixando minha bermuda e minha calcinha, pela primeira vez, enfiou aquela tora no meio das minhas coxas, bombando feito um alucinado, enquanto segurava em meus peitos. Naquele dia, quase fomos pegos, porque de onde estávamos, não podíamos vigiar o local pela TV. Mas foi uma daquelas trepadas rápidas, roubadas, mal deu tempo para que eu chegasse a gozar, mas sentir aquela inundação de porra quente, daquele negro-macho safado, que me xingava de tudo que era nome, dentro de minha buceta, foi o máximo. Dali pra frente, não segurei mais, a onda. Passei a marcar constantes encontros com o Adilson, durante o dia, horário em que ele estava de folga. Íamos ao motel, eu não me importava de pagar a conta, o que eu queria era chupar aquele cacete, ser chupada alucinadamente por aquele sujeito, acariciar e lamber aquele corpão todo, que, apesar de  ser, o Adilson,  meio obeso, era um tanto de “carne”  gostosa de se lamber e chupar. Eu dava-lhe uns banhos de língua que até eu mesma me surpreendia com minha ousadia e falta de pudor e, quando aquele cara me pegava por trás, de quatro, e enterrava aquela vara na minha buceta, juntando-me pelo quadril...eu ficava louca, aquilo era uma delícia, ainda mais que, no motel, eu me soltava feito uma verdadeira cadela no cio...e pedia, pedia muito, para ser fodida e comida por aquele cara, para ser xingada, para tomar tapinhas na bunda, e por aí ia. Ficamos nessa por uns quatro meses, saindo quase que todas as tardes e, o que mais me excitava, era que, chegando à noite, em casa, meu marido vinha pra cima de mim, me chupava a buceta, me lambia o cu, me comia e mal sabia ele que eu tinha passado a tarde dando pra outro cara, no motel e, pior, seu funcionário. Quando não saíamos para um motel, sempre dava um jeitinho de dar uma passada na portaria da empresa e, como dizia o Adilson, “pagar uma gulosa pra ele”.
                                   Um belo dia, Jones chega em casa e diz que precisa muito conversar comigo....gelei. Ele estava sério, muito sério. Pensei comigo... “pronto, descobriu tudo!”. Mas, para minha surpresa, qual não era a conversa:
- Querida, sabe aquele rapaz lá da empresa, com quem você sempre está conversando, o Adilson? Pois bem, ele está com uns problemas sérios, coisa de justiça e pediu-me uma ajuda. Disse-me que precisa sair de sua casa o mais breve possível, e passar uns tempos “fora”. Você está entendendo o tamanho do problema? Pois bem, o Adilson cometeu algum crime e ...e, está necessitando se esconder. Vou lhe ser franco e direto e acatar a sua decisão: ofereci-lhe a dependência, nos fundos de casa, para ficar por, pelo menos, uns trinta dias, até resolver alguma coisa. Pode ser? O que você me diz?
Eu, por minha vez, pensei...pronto, fudeu!! Se com ele fora daqui, eu já dava pro cara quase todo dia, imagina com ele aqui, morando quase que dentro de casa e, pior, direto, todos os dias, pertinho de mim. Dei uma enrolada, fiz um ar de contrariada e, por fim, após uma série de imposições, aceitei. Meus amigos e amigas, estava dada a largada. Dali pra frente, foi só vara. Nem eu sabia e, pior, não queria saber, onde aquilo iria parar. E foi longe, viu!! Adilson era incansável. Eu era sem-vergonha e tinha um fogo no meio das pernas....delirante.

2ª PARTE – O MARIDO CORNO.

                        Meu nome é Jones, sou executivo de uma empresa na grande São Paulo, e moro numa cidade do grande ABC, onde tenho uma ótima casa, num belo condomínio. Minha esposa, Carol, é uma mulher muito bonita, cabelos longos, cacheados, muito pretos, o que contrasta deliciosamente com sua pele clara. Seu rosto é agradável, simpático, bem do tipo...”essa bem que podia ser minha mulher!”.
                        Na empresa onde trabalho, sou responsável por vários colaboradores, que ficam sob minha administração. Me dou muito bem com meus subordinados e, por sua vez, recebo deles, sempre um ótimo retorno. Algum tempo atrás, um de meus subordinados relatou-me um sério problema pessoal, que, para piorar ainda mais as coisas, envolvia a justiça. Não sei o que me deu na cabeça naquele momento, mas tomei suas dores e lhe ofereci ajuda. Sabia que, dali pra frente, poderia contar com ele em qualquer situação. Era um ótimo funcionário, sempre à disposição da empresa, fosse qual fosse o problema. Esse rapaz, o Adilson, precisava “dar uma sumida”, por, pelo menos, uns trinta dias e, enquanto isso, seu advogado cuidaria do resto. Ofereci-lhe, vejam só, uma dependência, nos fundos de minha casa, arriscando tanto a mim, com minha esposa, por acobertar, vejam só, um cara que estava com um “mandado de prisão”. Hoje penso, onde eu estava com a cabeça, naquele momento. Sou um sujeito formado, conheço muito bem as leis e suas implicações, como também, sei muito bem onde não devo me envolver e, no entanto....
                        Levei o Adilson para a dependência, nos fundos de casa, e lá o instalei. Disse-lhe para que ficasse à vontade. E realmente, ele ficou “muito à vontade”, aliás, mal sabia eu, que ele já vinha ficando “á vontade”, com a Carol, minha esposa.
                        Num final de semana qualquer, as crianças estavam no clube, eu estava conferindo alguns projetos no meu home-office e, após a Carol me comunicar que estava indo até a lavanderia, guardar ou procurar algumas coisas, nem me lembro mais, passados alguns momentos, escutei uns gemidos, que vinham lá dos fundos de casa. Como o negócio não parava e, por trás disso, dava-se para distinguir uma certa voz de homem também, fui averiguar. Sai pela porta que dá acesso à garagem, e segui lá para os fundos. A porta da dependência, onde o Adilson estava morando, estava aberta, porém a da lavanderia, fechada. Dirigi-me ao local onde o Adilson estava, ou melhor, deveria estar. Em lá chegando, cadê o cara? Nada!. Mas, dali, pude ouvir com mais nitidez os sons que vinham da lavanderia e, pensei comigo, aí tem coisa! Fiquei nervoso, trêmulo, um frio e um peso no estômago me surpreenderam naquele momento. Fui devagar, em silêncio e, pelo vitrô da lavanderia, pude ver a Carol, com a saia levantada até o meio das costas, a calcinha abaixada até seu tornozelo, as mãos apoiando-se no tanque e, atrás dela, com um “puta dum cacete” grosso, o Adilson, mandando ver na buceta da minha esposa, grudado no seu quadril, apertando sua cintura. O cara metia como um louco na Carol, chamando-a de puta, de biscate, de vagabunda, dizendo que ia era enfiar o seu caralho na bunda dela, curvando-se sobre ela e lambendo sua nunca, mordendo suas costas, e ela, virando fazendo o possível, para virar o rosto pra trás e conseguir beijar o negro que a comia. Fiquei puto, nervoso, pensei até em matar o cara, em fazer uma puta besteira. Me desconcertei, pensei que mina vida tinha se acabado ali. Sai, fui em direção ao meu escritório, sentei-me numa poltrona. Um peso de toneladas caíra sobre mim. Perguntei-me: “o que fazer, agora?”. Pensei no revólver que tinha guardado em casa, nem mais me lembrava dele. Tomei um uísque e caí sobre a poltrona, novamente. Foi quando fiquei pensando na cena que tinha visto, na Carol, com sua saia erguida até o meio de suas costas, com aquela bunda linda, que eu adorava, afinal, era a minha esposa, virada para aquele sujeito ordinário, que traíra minha confiança, as coxas de Carol expostas, ele passando suas mãos sobre elas, apertando os peitos da “minha” mulher e, de repente, sinto o meu pau ficar duro, um tesão absurdo tomava conta de mim e, naquele momento, o que me passava, de verdade, pelo pensamento, era cair de boca na buceta da Carol, e lamber tudo...tudo o que escorresse de dentro. E mais, outra coisa que não me saia da mente, era o pau do Adilson, eu gostei daquilo, nunca havia visto um tão grosso quanto aquele. Pensei: “Jones, o que é isso, homem, nessa altura do campeonato, um negão comendo sua esposa e você, com tesão nisso e, pior, no pau do cara”. Você é um tarado, safado, sem-vergonha como eles. Cai num puta conflito interno. Fiquei ali, sem saber por quanto tempo, imaginando os dois metendo. Imaginando aquele brutamontes fudendo a minha Carol, estocando nela, deitado sobre ela, esporrando na sua buceta e, mais, como eu queria...ser ela e, na verdade, estar dando para aquele cara, estar...chupando aquele puta cacetão. Eu já havia tido uns problemas assim, quando era mais jovem e, várias e várias vezes, andei saindo com alguns travestis, apenas para ter o gosto de chupar-lhes o cacete, até que me enchessem a boca de porra. Uma vez, um traveco quis me enrabar. Confesso, até tentei, mas doía pra cacete e, confesso, não me dava prazer, não. Mas, chupá-los, eu adorava. Fosse no motel, no apartamento deles, ou dentro do carro, eu adorava fazer um boquete. Certa vez, num cinema, no centro de São Paulo,  numa tarde que fui resolver alguns problemas da empresa, passando pelo local, precisando fazer umz hora, vi em cartaz um filme pornô e entrei. Sentei-me numa poltrona e comecei a assistir ao filme. Chamou-me a atenção um cara que estava sentado à minha frente, como se estivesse também assistindo ao filme. Pouco tempo depois, outro sentou-se ao seu lado e, em seguida, levou uma das mãos em direção ao colo de seu vizinho. Em alguns instantes, ele se debruçava sobre o colo do cara, enquanto o outro, deitando a cabeça sobre o encosto da poltrona, aumentava o ritmo de sua respiração. Pensei comigo, o cara que se abaixou, está chupando o pau do outro. Isso me excitou. Por ali, naqueles tempos, alguns travestis faziam ponto naquele cinema, no meio do dia, arrumando seus “programas”, fosse no banheiro, fosse em algum hotelzinho de quinta, nos arredores. Com isso, em voltando lá certo dia, chamei um dos travestis que “passeavam” pelo corredor e o pedi que sentasse ao meu lado. Sem perder muito tempo, fui logo colocando uma das mãos no meio das pernas do sujeito e pegando seu membro. Alguns travestis possuem paus enormes e, para minha satisfação, aquele possuía um de bom tamanho. Logo deitei a cabeça em seu colo e o chupei até que esporrasse em minha boca. Dei-lhe o que me pediu, em dinheiro e fui direto ao banheiro, lavar a boca. Sentia-me um...nojento, um imundo, mas altamente satisfeito e realizado, ainda mais que, em seguida, bati um punheta deliciosa, dentro do banheiro. Esse tesão por chupar um pau, vem de meu início de adolescência, no colégio. Certa vez, num início de jogos de temporada, fizemos algumas gincanas e jogos. Em algum certo momento, me vi como que numa brincadeira de esconde-esconde, com um rapaz um pouco mais velho do que eu. Nos escondemos num lugar apertado e ficamos ali, quietos, imóveis. O garoto estava atrás de mim, colado ao meu corpo e, nesse dia, ele me iniciou. Dando-me um agarrão por trás, falou que ia tirar seu “pinto” pra fora, porque estava  com tesão, e que eu ia chupar o “negócio” dele, senão eu apanharia ali mesmo. E mas, se contasse pra alguém, apanhava, de novo. Fez-me abaixar em sua frente, tirou o seu “pau” pra fora, e o enfiou em minha boca. Eu chorava, desesperado, mas o garoto não me perdoava e fez até me encher a boca com sua porra. Vomitei, senti náuseas. A partir daquele dia, comecei a evitar as gincanas e brincadeiras mas, certo dia, saindo do colégio, dou de cara com esse garoto e outros dois amigos, que me fizeram acompanhá-los até uma casa abandonada, próxima de onde estávamos. Lá,   tive que pagar boquete para todos eles e, por sorte, consegui escapar sem que me comessem a bunda. O tempo passara, isso passara, cresci, me formei, me casei, segui minha vida normalmente, exceto, claro, a questão dos travecos.
                        Mas, voltando ao momento, no qual o Adilson arrombava minha esposa, Carol, comecei a tremer, a sentir vontade de tê-la em seguida. Foi o que fiz. Fiquei quieto, aguardando para ver como ela iria se portar. Uns trinta minutos depois, ela entrou em casa e, como se nada tivesse acontecido, veio até onde eu estava e, com a maior naturalidade, perguntou-me: “amor, quer um cafezinho, um refresco, alguma coisa? Vou tomar um banho, está muito quente e, na lavanderia, aquelas caixas estão todas empoeiradas.” Filha-da-puta, biscate, vagabunda, puta. Olha só a desculpa da ordinária, para se lavar. Cadela! “Não, querida, agradeço, mas aceito tomar banho com você, meu amor.”. Ela gaguejou, não sabia o que fazer, não era exatamente o que ela queria. Forcei a situação, peguei-a pela mão e conduzi-a para o nosso quarto. Lá chegando a abracei e forcei um beijo em sua boca. Havia um gosto diferente, meio amargo, meio...sei lá, sim, era de...não, não era. Era em sua buceta que eu queria que aquele ordinário tivesse esporrado, pois queria lamber tudo. Carol tentou se esquivar, inventar  uma desculpa, mas a agarrei e a joguei sobre a cama. Deitando-me sobre ela, comecei a beijá-la feito um louco e em seguida, fui descendo, até chegar em meio a suas pernas. Peguei em sua calcinha, que estava toda ensopada, e aquele cheiro de....porra. Enfiei minha mão por dentro de sua calcinha e pude sentir como sua buceta estava melada, lambuzada, escorrendo. Não resisti a aquele cheiro, a aquele melado todo. Tirei sua calcinha, mesmo contra sua vontade, e comecei a chupar sua buceta como um louco, apaixonado, deliciado. Quanto mais escorria líquido de dentro, mais eu chupava. Era o caldinho de minha esposa misturado à porra do Adilson. Era o que eu queria. Depois de algum tempo chupando-a e, ela, vendo que não tinha outra solução, terminou por tirar a sua roupa. Em sua bunda havia uma marca de “palmada”, que ela tentou esconder. Quando Carol estava completamente pelada, levei-a ao banheiro e entramos debaixo do chuveiro. Eu a abraçava e beijava como um tarado, enquanto acariciava cada centímetro de seu corpo. Meu pau estava duro como um ferro e, sem nenhum embaraço, contei a ela o que tinha visto. Ela tentou negar, mas não ouve jeito. Quando confessei a ela que, na verdade, aquilo estava me dando um prazer enorme, ela sentiu-se ofendida, quis fazer uma cena mas, a cada palavra que pretendia dizer, eu enchia sua boca com minha língua. Pouco tempo depois estávamos os dois em nossa cama. Ela, sentada em meu pau, me cavalgando e, eu, dizendo a ela todas as coisas que me passavam pelo pensamento. Naquela tarde, nos encontramos novamente. Nos entregamos como nunca e nos confessamos mutuamente. Naquela tarde conhecemos lados, um do outro que, até então, desconhecíamos. A princípio, nos surpreendemos mas, momentos depois, nos deliciávamos com as novidades e oportunidades que se apresentavam. No dia seguinte, um domingo, levei as crianças à casa dos pais de Carol. Retornando a minha casa, convidei o Adilson para um cerveja em casa. Era a primeira vez que ele entrava em minha casa e, com certeza, não seria a última. Naquela tarde pude, pela primeira vez, ver, frente-a-frente, minha Carol, entrando totalmente pelada em nossa sala, linda, maravilhosa, maquiada, perfumada, gostosa e ávida por algo diferente, ajoelhar-se no meio das pernas de um Adilson desconcertado e apavorado, tirando-lhe para fora o pau e iniciando um boquete fantástico em minha frente. Pude ver minha esposa despindo aquele homem, chupando cada centímetro de seu tórax forte e escuro, enquanto segurava aquela toco roliço e grosso. Adilson olhava para mim com um ar de incredulidade, de perplexidade, até que lhe sorri e lhe disse: “aproveite, minha mulher, agora, é pra você se divertir. Se importa seu eu tirar minha roupa e ficar vendo?” O Adilson deu um sorriso e disparou: “O Dr. Quer chupar também? Disse-lhe, sim! Quero! Posso? “ô...fique a vontade, Dr. Não há o que uma notinha de cem pau não pague, não”. Era o que eu queria ouvir daquele sujeito. Logo em seguida, enquanto ele agarrava minha esposa pela cintura e enfiava sua língua em sua boca, eu engolia aquele pau delicioso, na frente da minha mulher. Adilson, enquanto comia a buceta dela, por trás, olhava pra mim e me provocava, dizendo: “olha só como a sua branquinha gosta do pau do negão, olha só. Quer ver mais, Dr? Vou comer o cu da sua mulher, na sua frente, você vai ver. Diz aí, putinha, o negão aqui já não arrombou as preguinhas desse cu gostoso? Arrombou, ou não? “ E Carol, gemendo, ofegante, respondia, “sim...jáááá, jááá comeeeeu, gostoooso”. E ele completou: “E a branquinha rebolou o rabo no meu caralho, essa puta arrombada. Deitei-me por baixo dela e fui lamber sua buceta, olhando aquele cacete entrando e saindo de dentro. Enquanto chupava sua buceta, dava outras tantas chupadas e lambidas no saco do Adilson enquanto Carol engolia meu pau, na frente. Ficamos por horas metendo e, quando o Adilson não agüentou mais e encheu a buceta da Carol de porra, logo em seguida, caí de boca, sugando tudo o que havia dentro e mais, limpando ainda, o pau de nosso amigo, que fiz o possível para engolir até onde pude. Em seguida, nós três, debaixo do chuveiro, foi uma festa. Eu e Carol cuidávamos para que nosso amigo ficasse completamente satisfeito. Carol se revelou uma puta da melhor qualidade, safada, sem-vergonha, sem pudor, querendo apenas ser penetrada por aquele homem. Eu me revelei tarado por ver a minha esposa dando para aquele cara e pelo pau daquele homem e, mais, por gostar de um torete daquele preenchendo minha boca.

                             O tempo foi passando, e todos os dias, com o Adilson direto por ali, Carol se deliciava na sua vara. A noite, quando eu chegava, fazíamos o momento família, perto das crianças e, quando estas iam dormir, nós íamos, os dois, para a dependência onde o Adilson ficava. Tempos depois, Carol não me queria mais junto, passando a freqüentar a casa dele sozinha. Eu sabia que durante o dia, ambos fodiam o tempo todo, pois minha mulher era insaciável, e o Adilson também. Comecei a ficar preocupado com aquela situação. Certa vez, descobri outro lance que estava rolando entre os dois. Saindo a serviço da empresa na qual trabalhava, passei por uma lanchonete, próxima a um bairro da cidade, onde avistei o carro de Carol. Parei ali perto e fui dar uma olhada. Numa mesa posta numa calçada, estavam sentados Carol, Adlson e um outro cara, um mulato que deveria ter uns dois metros de altura. Esse cara estava com o braço sobre os ombros de Carol e ambos trocavam alguns “selinhos” e carícias. Fiquei observando os três por uma meia hora. Pelo que vira, aquele cara se já não tinha comido, iria comer a minha esposa, com certeza. Como precisava voltar a meus afazeres, fui embora. Lá pelas dezenove horas, Carol ligou em meu celular, pedindo-me que a desculpasse, que eu fosse o quanto antes pra casa, dispensasse a empregada e cuidasse das crianças, pois aquela noite ela não viria para casa. Assim foi e, no dia seguinte, ao vê-la lhe pedi explicações, contando-lhe sobre o que tinha visto. Ela foi direta, dizendo que aquele era o Ronaldo, amigo do Adilson, e que os três estavam saindo juntos havia dois meses. Naquela noite, foram para Santos, pois o Roanldo tinha que resolver algo por lá e os convidou. Dormiram num motel e ela...ela disse que deu muito para os dois, como já fazia a algum tempo. Dois meses depois, Carol saia de casa para morar com o tal de Ronaldo. Ficaram juntos uns três ou quatro meses mas, com isso, o Adilson também se mudou de lá, pois tinha arrumado uma mulher em algum lugar. As crianças ficaram sob minha guarda. Passados os meses que Carol ficou fora, um certo dia ela me telefone e diz que quer conversar. Marcamos um encontro e ela disse estar muito arrependida, pois o tal cara era um tremendo de um bandido e a tratava muito mal. Quinze dias depois, Carol estava de volta a minha casa mas, para minha surpresa, o jogo não tinha acabado. Certo dia, chegando em casa, pego ela e o tal Ronaldo em nossa cama. O cara era imenso, um pau gigantesco e, pior, aquele tudo, quando entrei, estava enfiado na bunda da Carol que, naquele momento, estava deitada de lado, na cama, enquanto o sujeito atolava seu pau dentro dela. Quando cheguei, não tinha muito o que fazer. O cara me colocou pra fora do quarto e continuou o que estava fazendo. Não era como o Adilson, não me permitia participar. Bem, o que fazer? Logo que pude chamei a Carol para uma conversa séria e, a partir daí, resolvemos nos acertar e pararmos com aquilo tudo. Foram dois anos com o Adilson morando em nossa casa, transando comigo e com minha esposa. Depois o tempo que Carol passou com o tal Ronaldo e, por fim o período em que voltou para casa, porém o cara não lhe dava sossego. Com tudo isso, tivemos que vender tudo, tive que pedir as contas na empresa e nos mudarmos da cidade onde morávamos. A situação acabou ficando insustentável e estávamos completamente nas mãos daquele homem, que fazia de nós o que bem entendia. Ele mandava em nossa casa, em nossas vidas, e eu, além de dar-lhe minha mulher, ainda tratava dele. Não me queixo, não! Foi delicioso viver aquilo tudo. Foi ddelicioso chupar o pau daquele negro, sozinho em casa, enquanto Carol foi ao cabeleireiro. Foi delicioso ter levado, pela primeira vez, um pau dentro do cu, e ter que....de verdade, morder a fronha do travesseiro, ser chamado de viado, de corno, de boiola, enquanto um puta macho comia minha bunda, até me encher o cu de porra e, pior, depois comer minha esposa e lhe contar o que tinha feito comigo e mais, fazer o mesmo, de novo, em outro dia, na frente dela. Tínhamos nos depravado, completamente. A situação tinha que mudar. Eu tinha que ser....macho e, tomei, então, a decisão: desaparecemos daquela cidade, deixando, para trás, nosso maior tesão. Daí pra frente, nunca mais arrumamos nada parecido mas, quando transamos, sempre falamos sobre as coisas que fazíamos os três, Carol, Adilson e eu, ou a Carol contava das vezes em que transou com o Adilson e o Ronaldo, juntos e, assim, nos satisfazíamos. Mas nossos desejos não cessaram. Carol é um fogo só, eu tenho meus desejos e, no momento, estamos conversando sobre tentarmos algo parecido, novamente, porém com mais cautela. Abraço a todos, Carol e Jones.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

A esposa do patrão

Olá, meu nome é Ricardo, moro em São Paulo, 33 anos, branco, 1,93mt, 110 kgs, aquela barriga de quem gosta de uma cerveja, mas nada absurdo, trabalho com dedetização, sou técnico em controle de pragas há 8 anos, e há um mês aconteceu algo muito interessante.

Meu patrão é quimico, muito gente boa, sua esposa, pele bem clara, magrinha, cabelos loiros tingidos, sempre sorridente, bióloga, mas dificilmente vem a empresa, a fama dela é de uma mulher extremamente ligada ao computador, seus filhos comentam que ela chega a ficar 18 horas por dia na frente do computador, até então ok, mas como de costume, uma vez ao mês vou a casa deles fazer uma aplicação por toda a residência, já faço isso a 5 anos e como sempre fui despretencioso, sem nenhuma intenção a não ser de executar o serviço, pois bem, ao fazer a aplicãção pelo lado externo da casa, resolvi espionar a janela do escritório dele, pois ela estava no computador, muito interti da digitando, dei uma olhada na tela e ela estava numa sala de bate papo, com o nome ''coroa quer garotos'', nossa, aquilo me enlouqueceu em segundos, na mesma hora entrei na casa, bati à porta do quarto e disse que precisava tirar a cortina e limpar a janela, pois eu iria fazer uma infiltração na base da janela, prevenção a cupins, ela achou normal, nem se abalou e também não parou sua conversa no bate papo, com certeza ela não imaginou que estava lendo tudo que ela escrevia, e a conversa estava quente, ela conversava com um homem de nick Rolãomooca/28 e o via pela cam, um rapaz moreno, se punhetava pra ela na cam, e eu percebi que ela estava inquieta, roçando uma perna na outra, foi aí que joguei todo o balde de agua pra limpar a janela em mim, me mostrei muito assustado, e disse q era solvente, ela ficou muito preocupada e correu pegar uma toalha, e eu tirando a roupa, dizendo que estava queimando, ela me deu a toalha e um roupão, e foi ajudando a me trocar, sem camisa, mas ainda com a calça, coloquei o roupão, e tirei a calça de uma vez, como se a intenção fosse de me cobrir rapidamente, mas meu pau estava muito duro, e eu deixei que ela visse e logo fechei o roupão, mas percebi novamente que ela ficou desnorteada, perguntei se ela tinha pasta d´agua, pois minhas coxas estavam ardendo, ela correu e pegou, pedi desculpas pelo incomodo causado e tal, e pedi que ela ficasse a vontade pois eu iria ficar bem ali, e logo terminaria o serviço, ela entendeu e voltou ao computador, nisso entrou no MSN e passou a contar a uma amiga o que estava acontecendo, e esta amiga por sua vez ficou pondo lenha pra que ela tomasse uma atitude, e vi ela escrevendo que não faria nada se eu não tomasse a iniciativa, baixou a tela e voltou ao bate papo, aí fui pro tudo ou nada, era ganhar ou perder literalmente, levantei, e disse a ela que já estava tudo bem, ajuntei minhas roupas na mão tirei o roupão na frente dela e disse que ela já poderia guardar, fiz isso o mais natural possível, eu peladão na frente dela, o pau muito duro, mas não mudei o semblante, e nessa hora eu a vi estremecer inteira, a pele avermelhou ela deu um passo pra trás sem tirar os olhos do meu pau, eu carinhosamente peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela sem olhar pra mim começou a punhetá-lo, lentamente e eu comecei a despi-la, fui tirando o roupão, uma blusa de moleton, uma camisetinha por baixo e pra aumentar meu tesão ela estava sem sutião, baixei o moleton, e estava sem calcinha, olhei pra ela bem sacana, e ela sorriu ainda olhando pra baixo e disse q só usava lingerie pra sair, em casa não, aí forcei pra que ela baixasse pra me chupar e ela se negou, vindo a me abraçar e se esfregar em mim, virei ela de costas e comecei beijando a nuca, as costas, enquanto esfregava meu pal na bundinha dela, lentamente, e pelas costas fui alternando entre beijos e lambidas fui abaixando atrás dela,apoie as mãos dela no rack do computador, coloquei uma perna dela em cima de uma cadeira, e comecei a chupá-la, bem gostoso, chupando, mordiscando, conforme ela foi molhando, eu deslizava um dedo pela bundinha brincando na entradinha de trás e ela gemia, quando ví que ela estava bem molhada, sentei ela na cadeira, e sem questioná-la enfiei minha rola na boca dela, que nem negou e passou a chupála bem gostoso, acariciando meu saco de leve, e me chupando bem carinhosa, boquinha macia, segurei a cabeça dela por trás e aumentei a velocidade, tipo bombando na boca dela e ela continou chupando, quando ela engasgou, virei ela de costas novamente e fui colando meu pal na bucetinha dela, invadindo mesmo, segurando-a pela anca, logo entrou tudo, percebi que ela amoleceu, aí comecei a bombar, que delícia, ela gemia tão gostoso, fiquei assim por uns 5 minutos, aí me sentei na cadeira e ela logo montou por cima, percebemos que a cadeira não aguenta ria, ela me puxou pela mão e me levou ao quarto dela, deitou na cama e me puxou por cima, entrou tudo, ela gemeu alto e comecei a estocar com força, enquanto apertava os seios dela, após um tempo assim, coloquei ela de quatro na cama e voltei a estocar forte, e com o dedão ia brincando na entradinha da bundinha, fiquei bombando por um bom tempo até que ela foi se deitando e começou a se retorcer deliciosamente, gozando pra valer mesmo, e eu sem parar de bombar fui vendo aquela mulher toda suada, mas com uma cara satisfeita, feliz, e ela começo a jogar a bunda pra trás deixando as estocadas ainda mais gostosas, e pediu que eu gozasse pra ela, e eu no auge do tesão disse que queria gozar na cara dela, ela disse que era só avisar a hora, nessa mesma hora não aguentei, empurrei ela pra frente, ela já se virou segurando os cabelos pra trás e ficou esperando a jatada, soltei umas 5 jatadas fortes, pelo rosto todo, ela enfiou meu pau na boca e foi chupando bem gostoso, enquanto a porra ia descendo pelo pescoço dela, ela deixou meu pau limpinho, sorriu, e disse, vamos tomar um café?...voltamos ao escritório, ela se vestiu novamente, toda esporrada, e me deu roupão novamente, levou minha roupa pra secadora e voltou a conversar comigo se nada tivesse acontecido, levei na mesma forma, umas 2 horas depois, eu tinha terminado o serviço, ela já tinha tomado banho, fui avisá-la que ia embora, ela me deu um beijo na boca, e disse que o sigilo iria gerar outras transas tão gostosas como essa, eu garati que isso era certeza, e fui embora, foi completamente inusitado, porém muito delicioso...

 

Um swing gostoso com um casal de amigos parte II

Boa tarde caros leitores, meu nome é Jony, a minha esposa é a Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, casados há mais de doze anos e loucos por sexo, nosso relacionamento é aberto e liberal, adoramos realizar fantasias e em todos esses anos de convivência já realizamos muitas, não desperdiçamos uma chance, depois agente senta, comenta e escreve para vocês lerem e sentirem como é gostoso fazer aquilo que gostamos. Essa que vamos contar hoje é a continuação do conto ; UM SWING GOSTOSO COM UM CASAL DE AMIGOS que postamos há algum tempo atráz onde eu e a minha esposa Shirley alugamos uma casa e convidamos um casal de amigos, João e Flávia para passar dois dias conosco, lá rolou muita cerveja, dança, sexo e swing, tranzamos os quatros no mesmo ambiente com direito a troca de parceiros e tudo mais, começamos logo após o meio-dia e entramos pela noite, nós quatro já estavámos um pouco exastos, dançamos, bebemos e fizemos um swing gostoso no início da tarde, próximo das 22:00 Hs resolvemos dar uma pausa pra recupear as energias e dormir um pouco, eu e a Shirley fomos pro nosso quarto e o João e a Flávia foram pro quarto deles. Era 01:30 da manhã quando eu acordei com uma sede danada, olhei pro lado e vi que a Shirley, minha mulher dormia, então resolvi descer as escadas da casa e ir até a cozinha tomar um pouco de água, quando eu estava retornando encontrei com a Flávia, esposa do João na porta da cozinha, ela também tinha vindo tomar água, perguntei pelo João, seu esposo e ela me respondeu que ele estava dormindo, enquanto ela tomava água eu fiquei esperando, Flávia é uma loira alta e bonita, sempre fui tarado por ela, ela estava vestida somente de calcinha e sutiã, eu estava vestido em um shortinho curto, sem cuecas, comecei a olhar pra bunda da Flávia que é enorme e gostosa, meu pau ficou duro na hora, como eu estava de short sem cuecas, o volume que se formou por baixo do meu short era enorme e notório, quando ela viu meu pau duro, parou na minha frente e perguntou;..... Nossa, você já estar assim, uma horas dessas, de pau duro ?

E eu respondi;.... Tô sim, foi olhando pra sua bunda que fiquei desse jeito, em seguida ela sorrriu e veio na minha direção, ficamos os dois em pé na porta da cozinha, olhando um pro outro, nos abraçamos, começamos a se beijar e a trocar caricías, em seguida retirei seu sutiã me enclinei um pouco e comecei a chupar seus seios, depois coloquei ela escorada na parede, de costas pra mim, me ajoelhei no chão, retirei a sua calcinha e comecei a massagear aquela bunda enorme e gostosa e a acariciar sua buceta levemente, ela virou seu olhar pra tráz e ficou observando tudo, em seguida, eu abri sua bunda com as duas mãos e comecei a chupar sua buceta e seu cuzinho também, ela começou a gemer de tezão e a rebolar sua bunda em meu rosto, ficamos nessa por alguns minutos até que ela se virou de frente pra mim, pegou na minha mão e me fez ficar de pé na sua frente, começamos a nos beijar novamente, depois ela foi descendo apertando meu pau por cima do short e chupando meus peitos, logo ela se ajoelhou no meus pés, retirou meu short, me segurou pelas pernas, abriu sua boca e começou a chupar meu pau sem usar as mãos, ela chupava muito gostoso, em seguida ela punhetava meu pau e chupava ao mesmo tempo, chupava com vontade, daquele tipo de mulher que chupa pra se deliciar e sentir o sabor da rola, estava um delícia, depois disso, puxei uma cadeira e me sentei, Flávia veio pra cima de mim e sentou no meu colo, de frente pra mim, colocou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar subindo e descendo, eu sugurava ela pela cintura e forçava seu corpo contra o meu fazendo com que meu pau entrase todinho em sua buceta, de vez enquanto eu abria a bunda dela e metia um dedo em seu cuzinho enquanto metia meu pau em sua buceta, ela continuava pulando no meu colo e gemendo de tezão com me pau dentro da sua buceta, ficamos nesta pocisão por muito tempo pois a Flávia não queria parar de cavalgar no meu pau mais estava um pouco tarde e eu queria aproveitar sozinho aquela gata, então resolvemos mudar um pouco, Flávia ficou de quatro em cima da cadeira e eu em pé por tráz dela, peguei meu pau duro e enfiei na sua buceta novamente, fiquei metendo e curtindo a bunda da Flávia que é um tezão de bunda, a Flávia gemia forte mandando eu meter tudo na sua buceta, eu enfiava tudo e ela delirava com minhas estocadas, teve um momento que meti tão forte na sua buceta que a flávia soltou um grito alto me pedindo para parar um pouco pois ela já não aguentava mais de tanto gozar, parei um pouco e retirei meu pau de dentro da sua buceta, ela se levantou e sentou na cadeira, de pernas abertas, de frente pra mim e ficou se abanando com as mãos e respirando forte, eu aproveitei esse momento e me aproximei, me agachei um pouco, levantei suas pernas, coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho e fui enfiando devagarzinho, quando meu pau entrou a metade eu comecei a meter, ela ficava parada olhando meu pau entrando e saindo do seu cuzinho, fiquei comendo seu cuzinho por alguns minutos até que o tezão dela começou a voltar, logo ela começou a passar a língua nos lábios e a se masturbar massageando sua buceta enquanto eu metia na sua bunda apertada e gostosa, ela gemia alto e forte masturbando sua buceta e pedia pra eu meter tudo em seu cú e gozar dentro dele, eu acelerei as estocadas naquele cuzinho apertado enquanto ela punhetava sua buceta e em poucos segundos gozamos os dois juntos, ela gozou com seus dedos na sua buceta e eu gozei dentro do cú dela, foi muito gostoso, depois disso, nos vestimos e fomos em direção dos nossos quartos, quando chegamos no final das escadas encontremos com o João, marido da flávia, antes que ele perguntase qualquer coisa, a Flávia foi logo dizendo que veio tomar água e que por coincidência nós havíamos nos encontrado alí, que ela estava muito cansada e que naquele momento iría dormir, rapidamente ela foi para o seu quarto, eu e o João descemos as escadas e ficamos na cozinha conversando um pouco, eu acabei contando pra ele tudo que havía acontecido entre eu e a Flávia, logo depois disso, João ficou exitado, de pau duro e me pediu para também tranzar com a Shirley naquele momento, eu como adoro ver minha mulher tranzando com outro concordei na hora, contando que eu estivesse presente e assistisse a tudo, tudo aceito entre nós dois, eu pedi pra ele um tempo e fui até meu quarto falar com a Shirley, minha mulher, cheguei lá acordei ela com carinho e disse a ela o que havía acontecido entre eu e a flávia e também do que o joão queria fazer com ela, a Shirley demorou um pouco pra responder pois ainda estava um pouco sonolenta mais acabou aceitando e fazendo algumas exigências, disse que estava um pouco cansada e que queria uma tranza rápida, que era pra eu ficar quetinho assistindo ela e o joão tranzando e se vingando de mim e da Flávia, nesse momento eu fui tirando a roupa da Shirley e pedindo pra ela esperar o João totalmente nua em cima da cama, ela me atendeu e eu fui até a cozinha chamar o joão, quando abri a porta do quarto João já me esperava do lado de fora, nú, de pau duro, logo pedi pra ele entrar, fechei a porta, ascendi a luz e lá estava a Shirley deitada nua em cima da cama de pernas abertas, eu me sentei em uma cadeira e disse ao João que aproveitase logo aquele momento pois já era muito tarde, que todos nós precisavámos dormir e descansar para o dia seguinte, depois disso, João foi em direção da cama, se agachou entre as pernas da minha mulher e começou a chupar sua buceta, ela pegou uma das mãos dele e colocou sobre os seus seios, ele chupava a buceta dela e acariciava os biquinhos dos seios dela com as mãos, isso foi ascendendo um pouco o tezão da minha mulher, em seguida, ela mandou ele deitar na cama e se sentou em cima do seu rosto, depois se enclinou um pouco e começou a chupar seu pau, os dois iniciaram uma meia nove e ficaram um chupando o outro por alguns minutos até que ela saíu de cima dele e se pocisionou de quatro em cima da cama, colocou seu rosto em cima de um traveseiro e com suas próprias mãos abriu sua bunda mandando o joão meter seu pau, João logo foi por tráz dela, enfiou seu pau na buceta da Shirley e começou a meter, enfiava forte e rápido na buceta dela sem parar por vários minutos até que ela pediu a ele parar e mudar de pocisão, ela mandou ele se deitar na cama e foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele o começou a cavalgar pulando em cima do pau dele, ficou cavalgando por alguns minutos naquela rola até que ela se enclinou um pouco e ofereceu seus seios pra ele chupar enquanto ele metia em sua buceta, isso aumentou um pouco o tezão da minha mulher e ela começou a gemer, há essas alturas, meu pau já estava duro e eu comecei a bater uma punheta vendo a shirley dando a buceta pro joão, ele metia na buceta dela e chupava seus seios ao mesmo tempo, não demorou muito e ela acabou gozando aos berros sentada no pau dele, em seguida ela deu um demorado beijo na boca dele e ficou descansando um pouco em cima do João sem tirar o pau dele de dentro da sua buceta, depois de alguns minutos, joão começou a meter na buceta dela novamente e ela pediu pra ele parar pois não aguentava mais, ele aproveitou a oportunidade e pediu para meter um pouco no cuzinho dela, ela aceitou, saiu de cima dele e se deitou na cama de pernas abertas, ele se ajoelhou entre suas pernas, colocou uma almofada por baixo da bunda dela, levantou suas pernas, colocou seu pau na entrada do cuzinho e foi enfiando lentamente até entrar tudo, em seguida ficou comendo o cuzinho dela numa boa, ela estava paradinha assistindo ele meter seu pau em seu cuzinho até que depois de algunus minutos ele começou a acariciar a buceta dela enquanto metia em seu cuzinho, derrepente ela mesma pediu pra ele gozar e começou a se masturbar esfregando sua buceta enquanto ele comia o cú dela, ele foi acelerando as estocadas no cuzinho dela e disse que iría gozar, nesse momento, ela rapidamenete retirou o pau dele de dentro do seu cú, colocou dentro da sua buceta e mandou ele gozar logo, em seguida ele deu umas quatro estocadas fundo e forte dentro da buceta dela e os dois explodiram num gozo forte, gemendo e se contorcendo, agarrando um ao outro e se beijando, joão gozou dentro da buceta dela, depois de alguns segundos, João saiu de cima dela, vestiu sua roupa rapidamente e foi pra seu quarto, a Shirley estava em cima da cama com a buceta brilhando com o esperma que o joão gozou dentro, eu que até aquele momento batia uma punheta assistindo a tudo, me aproximei da Shirley e comecei a chupar sua buceta cheia de esperma, limpei ela inteirinha sugando até a última gota, depois coloquei meu pau entre os seios da shirley, punhetei um pouco e gozei em cima deles, ela limpou todo o meu esperma, caíu pro lado da cama e foi dormir, eu também fiz o mesmo. No outro dia apenas tomamos banho de piscina e bebemos umas cervejinhas.

Até a próxima !

 

Enrabada na praia

Como já relatei aqui sou um menino preso num corpo de mulher porque tenho um metro e setenta e cinco sessenta e oito quilos corpo bem definido e todo lisinho naturalmente devido a um tratamento depilatório que mamãe fez na adolescência sem saber que estava grávida de mim.
Tenho cabelos loiros pouco abaixo dos ombros coxas grossas e bem torneadas bunda arrebitada e com marquinhas de biquíni seios pequenos com quarenta e quatro centímetros.
Seria uma mulher perfeita não fosse o membro de dezesseis centímetros que carrego entre as pernas e que deixa as mulheres doidas quando transam comigo.
Quero deixar bem claro que não sou travesti sou uma menina com cabeça e membro masculino.
Sempre tive problemas com relacionamento desde que me conheço por gente tenho que lutar muito para superar grandes conflitos de relacionamentos familiares escolares e pessoais para ser aceita numa sociedade machista e conservadora.
Por sorte sou de família rica com meus pais me apoiando em tudo acho que por isso consegui vencer na vida sendo hoje uma bem sucedida empresaria casada e feliz.
Sou uma menina muito meiga e carinhosa cativando a todos que me rodeiam porem quando completei vinte e dois anos minha namorada atual esposa pediu que me transformasse em sua fêmea me presenteando com calcinhas sutiãs e outros apetrechos necessários para uma menina.
Confesso que nunca havia antes me vestido como menina porem ao colocar aquela minúscula calcinha preta enterrada na bunda e um sutiã que parecia abraçar meus seios um vestidinho preto salto alto batom e maquiagem não conseguir conter a felicidade de ver nascer uma linda e desejosa mulher.
Estava muito feliz e realizada principalmente ao ver o tesão estampado no rosto de minha namorada que me puxou para o quarto fazendo um escândalo enorme enquanto transávamos sem importar com a presença de meus pais na casa que com certeza ouviram seus gemidos e sussurros.
Papai e mamãe ficaram boquiabertos ao me ver assim com mamãe super feliz porque sou filho único e seu sonho era ter uma filhinha.
Fazia tempo que não via meus pais tão felizes e para surpresa de todos meu pai anunciou que deveríamos mudar para outra cidade onde nos apresentaria como suas duas filhas.
Passado o susto da surpresa do momento acertamos os detalhes duas semanas após nos mudamos para uma cidade onde papai tem duas empresas.
Estava muito feliz podendo passear livre leve e solta pela cidade onde era desejada por muitos com minhas roupas bastante decotadas e provocante.
Meu único desespero era não poder abraçar e beijar minha namorada embora era nítido que tinha algo entre nos duas.
Papai nos apresentava com muito orgulho entre seus sócios amigos e funcionários e eu particularmente me deliciava com eles olhando para mim com olhos de desejos e tesão.
Estava cada vez mais apaixonada por minha namorada e em pouco tempo nos casamos somente no civil para desgosto de meus pais que são muito religiosos e tementes a Deus.
Como presente de casamento ganhamos um cruzeiro e após vinte dias de viajem resolvemos desembarcar em uma cidade praiana em recife onde ficaríamos por mais alguns dias descansando e curtindo nosso novo relacionamento amoroso.
Estava muito excitada com meu pênis duro fazendo com isso a minúscula calcinha entrar cada vez mais em minha bunda com os bicos dos seios totalmente expostos no fino tecido da blusa branca só aumentando e muito meu tesão.
Deixamos o motorista do táxi maluco com nosso namoro enquanto rumávamos para o hotel e não fosse minha mulher me segurar teria transado com ela ali mesmo.
Ao desembarcar carreguei minha amada nos braços ate nossa suíte desejando joga-la na cama e meter bem gostoso nela.
Porem para meu desespero ela pediu mil desculpas dizendo estar indisposta chegando a vomitar varias vezes e vendo que não tinha outro jeito após ser medicada fomos dormir porque teríamos muito tempo para nos divertir.
Por mais que tentasse não conseguia pegar no sono ficando cada vez mais excitada vendo o corpo desnudo de minha amada que dormia profundamente.
Após um leve retoque na maquiagem e sai para passear pela orla marítima sentindo o vento suave tocar minha pele me deixando arrepiada e alucinada com algumas meninas metidas em seus micros biquínis e shorts nos quiosque da orla por onde passava sendo muito assediada e cantada pela rapaziada.
O dia já estava amanhecendo quando caminhava de volta pela praia deserta e ao passar próximo a uma galera notei que três deles levantaram e vieram atrás de mim me elogiando muito com um deles passando a mão em minha bunda levantando minha saia deixando minha bunda toda de fora coberta somente pelo fio dental branco.
Tentei argumentar que não era quem imaginavam e ao tentar desvencilhar deles fui jogada no chão enquanto um deles pulava em cima de mim me esbofeteando muito me chamando de puta safada sem vergonha e outros nomes mais.
Estavam todos bêbados e por ter curso de defesa pessoal era mole acabar com eles porem para surpresa minha estava muito excitada e tendo um deles sentado encima de meus seios enquanto tinha minha saia calcinha e blusa arrancada do corpo enquanto ele se ajeitava me oferecendo um enorme cassete que abocanhei sem conseguir pensar nas conseqüências deixando ele alucinado com seu pênis tocando em minha garganta.
_Olha o que temos aqui.
Ouvi um deles argumentando enquanto segurava firme meu pênis duro enquanto conversavam entre gargalhadas.
Fui ao paraíso quando senti um deles abocanhar meu pênis chegando a engolir literalmente minhas bolas juntas enquanto tive uma das pernas levantada para ter o cu desvirginado por um dedo hábil que apesar da dor e desconforto momentâneo me acendeu ainda mais.
Saindo de cima de mim sem tirar seu porrete de minha boca vi aquele rapaz esticar o corpo apoiando as mãos e as pontas dos pés ficando totalmente esticado fazendo flexão enquanto me deixava sem fôlego com seu porrete indo fundo em minha goela.
Engasguei tossindo muito quando ele encheu minha boca de porra enquanto ele caia ao meu lado que ao tentar levantar fiquei de quatro enquanto vomitava uma quantidade imensa de porra sem consegui impedir que um deles segurasse em minha cintura para enterrar sem dó tudo aquilo em meu cu que parecia estar sendo rasgado ao meio com um fogo que parecia queimar minha alma
Pensei em levantar e acabar com todo meu sentimento quando senti um prazer crescente vindo do fundo de minha alma estremecendo todo meu corpo gozando forte e longe sem mesmo me tocar enquanto o rapaz intensificava as estocadas para fazer me sentir sua porra quente inundar meu cu deixando-me alucinada de prazer.
Ao sair de mim olhei para o lado vendo o rapaz que tinha me afogado de porra alisando seu imenso porrete e como cadela no cio levantei me ajeitando encima de tudo aquilo que aos poucos foi sumindo dentro do meu cu enquanto tinha os seios sugados com grande volúpia pelas bocas gulosas dos outros dois.
Como uma puta gemia chorava e pedia mais deixando ele cada vez mais duro e tenso dentro de mim que levantava a bunda deixando ele quase sair de mim apertando o canal do ânus como que mordendo tudo aquilo e chegando encima soltava o peso do corpo sentindo ele entrar fundo chegando a bater em meu estomago com sua cabeça imensa e vermelha.
Urrei gemi e gozei forte enquanto ele enchia meu cu com sua porra abundante enquanto outro gozava fundo em minha garganta com seu pênis atolado em minha garganta e o outro mordia meus seios me levando a loucura.
Estava toda mole sentindo o corpo dolorido e o cu em brasa quando eles me despertaram pedindo que vestisse apontando uma turma que vinha longe em nossa direção.
Rapidamente me joguei na água lavando meu corpo saindo da água em direção deles que ajudaram a me vestir e quando a galera passou por nos me viram beijando ardentemente a boca de cada um agradecendo pelo imenso prazer e ao me despedir me deram o endereço de onde estavam hospedados fazendo prometer que ia visitar eles.
Após um banho e desjejum acordei minha amada e vendo a um tanto febril levei ela ao hospital onde constatou tratar-se de uma virose e a noite em casa enquanto ela dormia profundamente sob os efeitos dos medicamentos vesti uma calcinha vermelha e minúscula um vestido tipo tubinho preto bem decotado com os seios quase todo a mostra salto alto e fui ao encontro dos meus machos que me receberam com muita alegria onde me apresentaram mais dois amigos e foi assim que após dançar sensualmente para eles enquanto tirava minha roupa bem devagarzinho ficando somente de calcinha a pedidos deles rebolei gostosos nos mais variados porretes que me comeram por todos meus buracos me deixando toda molinha de tanto gozar.
O dia já estava amanhecendo quando fui carregada literalmente pra casa e já como sol a pino fui acordada por minha esposa toda animadinha que teve que me levar as presas para o hospital devido a febre alta.
Passei o dia todo tomando soro com os médicos afirmando ser apenas um esgotamento físico.
Dias depois vestidas em minúsculos biquínis saímos para passear onde aproveitei para levar minha amada próximo a casa de meus machos sem ela saber é claro e ao sermos flagradas por dois deles enquanto ela urrava com minha língua em sua boceta fomos arrastadas com certa violência por eles ate sua casa onde enquanto três encarregavam da minha esposa dois me despia enquanto um deles para surpresa e espanto de minha mulher ajoelhou em minha frente engolindo meu pênis que devido ao meu estado de excitação gozei rápido enchendo sua boca que saiu de mim rapidinho e foi dividir com minha esposa grudando sua boca na dela que arfava de tesão parecendo querer engolir a boca do rapaz.
Enquanto era enrabada vi minha mulher sendo comida de todos os jeitos e maneiras e em certo momento enquanto mamava gostoso em um porrete tendo outro atolado em meu cu vi minha amada gemer gostoso enquanto sentava em um porrete enquanto outro invadia impiedosamente seu cu fazendo ela gemer alto jurando me amar agradecendo pelo imenso prazer que tinha proporcionado a ela.
Estávamos molinhas nos lambendo enquanto os cincos de pe em nossa volta nos presentearam com suas porras enquanto se masturbavam vendo nos duas nos lamber gostoso.
Nos vinte dias que passamos ali não teve um dia se quer que ficamos sem dar para eles e no penúltimo dia estava acamado e confesso que fiquei com pena de minha esposa que foi sozinha a casa deles voltando toda mole e dolorida de tanto meter sem imaginar que eu já tinha passado por isso.
Hoje somos muito amigas de dois deles que sempre que vem a nossa cidade se hospedam em nossa casa onde passamos a noite transando.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Final de semana em Ubatuba

Eu e minha esposa moramos em uma cidade do Vale do Paraíba. Sempre que podemos, nos finais de semana, vamos curtir uma praia em Ubatuba, aos domingos. Como havia um feriado prolongado, resolvemos alugar uma casa e aproveitarmos melhor esses dias. Aluguei, de um conhecido, uma casa da praia do Perequê-Açú, nessa cidade. Uma casa simples, de praia, com poucos móveis, sem sala, mas com uma cozinha muito grande, dois quartos bons, sendo um de casal, que  tinha o luxo de um banheiro privativo, e outro, contendo umas quatro camas e um beliche, um banheiro de uso comum e mais nada. Na área externa, nos fundos da casa, uma área de serviço coberta, com uma churrasqueira excelente, uma geladeira...amarrada com cadeado a uma argola de ferro...medo  de roubos, só que para tira-la de lá ou seria pelo teto ou arrombando a porta da casa. Na frente da casa, uma boa área que dava para estacionar uns três carros, um terraço com locais para armar redes de cadeiras-de-praia. Adoramos a casa e, logo que chegamos, procuramos dar um boa limpeza em tudo, abrir as janelas e tirar um pouco daquele cheiro de casa fechada. Em seguida, fomos ao supermercado, nos abastecer de algumas coisas e, as principais, cerveja, vodca, limão, açúcar e salgadinhos de pacote...eram imprescindíveis. Minha esposa chama-se Vera, e é uma mulata linda, dona de um corpo maravilhoso, formas generosas, coxas firmes e grossas e um par de peitos fantásticos. Não houve economia na hora de criar a sua bunda...é um estouro...grande, carnuda e durinha...deliciosa. Com seu cabelo comprido e todo cacheado,  agora com uma cor dourada e algumas luzes....ela ficou um arraso. Ah...e tem um fogo a danada...adora uma vara, para que eu dê conta da Vera, preciso sempre manter-me em forma. Vera adora tomar umas caipirinhas de vodca e, quando fica meio alta, pelo efeito do álcool, ela dá trabalho, sim! É preciso tomar cuidado com ela.
                        No dia seguinte, pela manhã, fomos à praia, e estacionamos nossa “carreta” num quiosque à beira-mar. Peixinho frito aqui, camarãozinho frito ali, cervejinha gelada, caipirinha, um banho de mar, Vera entrando no mar e voltando toda molhadinha, com aquele cabelo todos escorrido....linda, não tinha quem não olhasse pra ela...e pra sua bunda deliciosa. Sem contar, os peitos, é claro, pois o biquíni ficava bem grudadinho e era uma visão deliciosa aqueles peitões quase explodindo para fora do sutiã. A calcinha do biquíni, entrando no rego de sua bunda...eu estava com vontade de comê-la o quanto antes...ainda mais que, após umas bebidas, o tesão é ainda maior. Relaxamos bastante nos dois primeiros dias. Praia pela manhã, bebidas, soneca à tarde e muita...muita meteção à noite. Regadas a mais bebidas, claro.. E nessas meteções, saiu uns papos de sacanagem que foi o máximo. Vera entrou de sola nas fantasias e começou a falar coisas que nunca havia ouvido ela dizer. Pelo jeito, já tomei uns bons chifres da minha mulata tesuda. Pra falar a verdade, gostei e a incentivava a falar mais e, entre uma bicada e outra de caipirinha de vodca, enquanto me cavalgava, Vera foi despejando umas fantasias muito loucas.
                        Bom, eis que chegou o domingo, último dia de folga, dia de voltar pra casa...ah, que desesperador. Mas, antes de ganhar na Mega-Sena e poder curtir a vida sem se preocupar com a segunda-feira, fomos à praia, pela manhã, como de costume. Uma caipirinha, uma cervejinha, Vera, como sempre, muito gostosa e, na mesa ao lado, uns caras tomando sua bebida, sem tirar os olhos da minha mulata, trocando conversas entre eles. Conversas essas que pareciam bem picantes, pois riam com caras de safados. Algumas vezes, os peguei oferecendo bebida pra minha mulher, mandando beijinhos, achando que eu não os estava vendo. Vera chegou pra mim e disse:
- Aqueles caras não tiram os olhos de mim, estou até com vergonha. Na última vez, que fui ao balcão, pegar pedir outra bebida, um deles quase me encoxou, chegou a esfregar-se em mim. Pelo jeito, estão doidinhos de vontade de comer a sua “neguinha”, o que você acha, meu amor??? – Olhei para ela, assustado, sem saber o que dizer, no momento. Passado o susto, e pelo efeito do álcool e as lembranças das fantasias das noites anteriores, resolvi esquentar a coisa, dizendo:
- E você, linda, ta a fim de conhecer esses mal-acabados? Vão querer te enrabar. Quer convidá-los para beberem com a gente?- E não é que a Vera aceitou. Momentos depois, os três caras estavam sentados em nossa mesa, bebendo com a gente, contando piadas de mal-gosto, olhando nos peitos da minha esposa, esfregando as coxas nas coxas dela, na minha frente. Um deles até a convidou para um banho de mar e, pelo que pude perceber à distância, rolou um belo de um beijo na boca entre os dois, no meio do mar...seria somente um beijo na boca, ou o cara estava com outra coisa nela, também? Demoraram demais para saírem do mar...estavam muito “juntinhos”. E, é claro, os outros dois perceberam a situação e começaram a trocar piadinhas e gracejos entre eles, e pagando-me mais bebida, induzindo-me a ficar bêbado. Quando Vera e o rapaz voltaram do mar, e pela hora que era, pensamos em terminar o domingo em casa. Tínhamos alguma carne, na geladeira, um bom estoque de bebidas, que não estávamos a fim de levar de volta para casa e, assim, perguntei à Vera, o que achava de convidar os caras, para um churrasquinho lá em casa. Era próximo dali, apenas algumas quadras, a pé. Se ficássemos bêbados, tinha muito lugar para dormir. Além do mais, o sol estava muito forte, e o calor, sufocante. De pronto, os caras toparam. E lá fomos todos, rumo a nossa casa.
                        Chegando em casa, fui direto para os fundos, acender a churrasqueira. Vera foi tomar um bom banho, num chuveiro improvisado que havia do lado de fora da casa, para tirar a areia do corpo e, claro, os caras entraram nessa com ela. Quando vi que não chegava ninguém, fui ver o que acontecia. Sob o chuveiro, minha mulher e três caras, se ensaboando e aproveitando a água fresquinha do chuveiro. Sob as sungas dos caras, lógico, dava pra perceber que seus membros estavam querendo pular para fora e arrombar minha mulher. Ela, mais do que safada,sorria escancaradamente, deixando os caras se esfregarem o quanto queriam na sua bunda. Fiz de conta que não vi nada, mas soube que, ia ter coisa pesada saindo dali. Volteis à churrasqueira, comecei a preparar a carne e, de lá, comecei a chamar o pessoal, para que viessem conhecer o local. Acho que o desejo de “tomarem mais uma” falou mais alto e, em pouco tempo, todos eles estavam por ali, abrindo uma lata de cerveja, tomando um gole. Vera trouxe uma toalha e, para meu desespero, fez questão de enxugar um por um, os caras. Eles adoraram aquela mulata linda e gostosa, passando uma toalha delicadamente em seus corpos. Coloquei uma música e a carne sobre a grelha. Os caras arrumaram umas cadeiras, se sentaram e começaram a falar...falar da minha mulher, sem a mínima cerimônia, na minha presença, começaram a comentar sobre sua bunda, suas coxas, seus peitos...e a vontade que tinham de “lhe enfiar a vara”. Olhavam para mim com um certo desdém, já meio alterados pelo álcool, e meio arrogantes para comigo...tipo, “fica na sua cara, não se mete, que vai sobrar pra você”. Começaram a comer uns pedaços de carne, uns salgadinhos e, de repente, Vera desaparece para a cozinha, dizendo que ia fazer mais caipirinha. Um dos caras foi atrás dela. Não o mesmo que tinha entrado no mar com a Vera. Dez, quinze, vinte minutos...e nada da Vera voltar com a caipirinha. Passado mais algum tempo, ela aparece, trazendo na mão um jarro de caipirinha e, atrás dela, o cara, com uma puta cara de safado. Logo imaginei...esse cara aprontou com a minha esposa. Em seguida, Vera arruma um pretexto para fazer outra coisa e, assim, voltar à cozinha e, dessa vez, é o outro cara quem se oferece para ajudar.
                        Nessa altura do campeonato, eu estava era bem chapado. Mal consegui comer um ou outro pedaço de carne. Bateu-me a dor de corno e comecei a beber feito louco. Em três tempos, apaguei. Quando acordei, umas três ou quatro horas depois, olhei em volta e não vi ninguém. De dentro da casa, do quarto, para ser mais exato, já que a janela fazia fundos com a área externa, deu para ouvir umas risadas altas, umas palavras tipo: “vai puta, pede mais, biscate. Queria vara, agora toma...chupa, piranha. E mais, uns gemidos, e era a voz da Vera, pedindo...”mete mais...enfia....me come, seu safado, me arromba, seu ordinário. Levantei depressa e entrei em casa, indo direto ao quarto. Qual não foi minha surpresa, ao ver Vera, segurando na cintura de um dos caras e com o cacete do mesmo enfiado em sua boca e, o outro, enfiando um puta de um cacete, no cu da Vera, enquanto o terceiro, se masturbava e esfregava o pau no rosto dela e com uma das mãos mexias em seus peitos. Quando o que estava com o pau na boca da Vera, me viu entrar, tirou o seu membro de onde estava e veio em minha direção, bravo, arrogante, gritando: “some daqui cara, vai se fuder, seu corno. Vai encher o rabo da cachaça que da sua mulher nós cuidamos...vamos arrombar essa biscate gostosa. Some daqui, ô viado...vai, vai...anda logo”. E foi me empurrando pra fora do quarto. Pensei em chamar a polícia, em pedir socorro, mas voltei assustado para perto da churrasqueira, peguei um resto de caipirinha de um copo e comecei a beber novamente...e a me lembrar da cena, de Vera dando o cu para aqueles caras, chupando o pau daqueles homens. Levantei-me e me aproximei da janela. Por uma abertura, dava para ver a cama e ver Vera dando pros caras. Comecei a bater uma punheta, vendo os caras comerem a minha mulata linda. Vera estava completamente sem-vergonha, engolindo os paus dos caras, oferecendo seu cu para todos, abrindo a sua bunda com as mãos, esfregando os peitos no pau deles e os punhetando com os mesmos. Que consegui ver, foi mais de uma hora de meteção entre eles. Os caras revezavam para comer o cu da minha mulher, para enfiar na sua boca, para deitarem sobre ela e comerem sua buceta...e  metiam, os sujeitos...pareciam loucos sobre ela... metendo com vontade, com gosto. Quando o primeiro a começou a meter com mais força e a gemer, vi que ia encher o cu da Vera de porra. Foi o que aconteceu. No mesmo instante, o outro que estava com o pau enfiado na boca da minha mulher, tirou seu pau dali e foi direto enfiar no cu dela, fudendo-a violentamente, até esporrar também. O terceiro, a jogou na cama, deitou-se sobre ela e enfiou em sua buceta, metendo com força e vontade, até conseguir gozar. Quando todos esporraram em minha esposa, pegaram suas coisas, se vestiram e foram embora, felizes da vida. Pensei...pelo menos, nos deixaram em paz...foram embora.
                        Não deu para voltarmos no domingo, estávamos acabados. Eu numa ressaca total, Vera toda quebrada de tanto dar. Tomamos um banho juntos, no qual comentamos sobre tudo. Vera confessou que, aquela, não era a primeira vez que transava com mais de um cara, que fazia uma sacanagem. Disse-me que, se quisesse continuar com ela, era para não se importar, pois apenas o meu pau, não a satisfazia. Disse-me, ainda, que havia dado o seu telefone para todos os caras e que, sempre que viéssemos a Ubatuba, ela ligaria para eles, se oferecendo para lhes servir.
                        Continuo sendo o marido de Vera, muito feliz, corno assumido, sabendo que minha mulata é um arraso, que topa qualquer sacanagem e que, com certeza, o cara que está passando na calçada ao lado, pode, muito bem, já ter comido a minha mulher. A partir daquele dia, vamos mais vezes para Ubatuba, mas não conseguimos arrumar uma transa igual a que tivemos aquele dia. Por mais que minha mulata dê mole, na praia, não temos dado sorte com os caras que aparecem. Sei que ela tem contato com os três que a fuderam aquele dia, sei que, às vezes, marca encontro com um ou outro deles, que vai para o motel com eles e tal, pois, pelo que fiquei sabendo, moram em uma cidade próxima a nossa. Mas os caras não me permitem participar da jogada. Não querem me deixar ver. Isso eu acho sacanagem. Fico sabendo de tudo somente quando estou comendo a Vera e ela me conta sobre os momentos que tem com os  seus amigos. Gostei, pois o cu da Vera está uma delícia pra meter, e entra fácil...gostoso...e ela adora dar a bunda. E eu adoro a minha mulata gostosa e assanhada.

José Roberto, Vale do Paraíba-SP.

 

rafaellaillya4@yahoo.com.br

Esposa advogada

Sou casado com |Paula há 15 anos. Hoje tenho 35 e ela, 33. Paula é uma mulher atraente, envolvente, belíssima, com um corpo delicioso, apesar de sua idade, deixando muita garota pra trás. Quando nos casamos, tudo corria muito bem. Ela se formou advogada, começou sua carreira em seguida e estava indo muito bem. Eu tinha um escritório de negócios imobiliários, e também posso falar que estava me dando muito bem nos negócios. Dois anos após nosso casamento, descobri que não poderia ter filhos. Isso, à época, foi muito difícil de superarmos, pois queríamos formar uma família. Pensamos em adotar uma criança, mas tanto eu como ela, passamos a valorizar nossa vida profissional acima de qualquer coisa.
                        Nessa época comecei a me relacionar com uma garota, que trabalhava em minha empresa e que me deu muita dor de cabeça. Paula descobriu sobre meu relacionamento e, a partir daí, começamos a brigar muito, o que culminou em algumas separações momentâneas, pois sempre terminávamos voltando uma para o outro. Foi numa dessas separações, já que eu insistia em continuar me relacionando com a garota, tanto porque a mesma não me deixava em paz e não desistia, que meu casamento mudou completamente. Após uns dois ou três meses de separação, que dizíamos ser “pra sempre”, voltamos a morar juntos. Dias depois, fomos jantar fora, ter uma noite romântica. Tomamos uns vinhos a mais e fomos para um motel qualquer. Lá chegando, Paula pediu mais vinho e nossa noite foi esquentando. Lá pelas tantas, enquanto transávamos, por uma bobeira qualquer, começamos a discutir. E isso, no meio de uma bela transa. Em dado momento, surgiu o nome da garota com que eu havia me relacionado e, irritada, Paula me deu um belo de um troco: confessou-me que, durante o período em que nos separamos pela última vez, havia conhecido um advogado, de outra cidade, que a procurou, em seu escritório, para tratar de um assunto profissional para um seu cliente. Disse-me ela, que esse advogado a convidou para um jantar e, sozinha, sem nenhuma outra preocupação, louca de vontade de descontar as traições que lhe infringi, aceitou o convite. Após o jantar saíram para uma volta de carro, estacionando-o em algum ponto qualquer da cidade e, lá, ele se aproximou dela e começou a beijá-la, o que, disse-me ela, retribuiu-lhe com muita vontade. Em seguida, disse-me que abriu o zíper da calça do sujeito, tirou seu pau pra fora, e fez-lhe uma maravilhosa chupeta. Paula, nervosa, gritava comigo, dizendo que o pau do cara era muito maior e melhor do que o meu, e que o chupou até que esporrasse em sua boca, enchendo-a de porra, que ela engoliu toda. E isso, eu sabia muito bem que ela adorava fazer: bebia tudo. Fiquei nervoso, chateado, brigamos muito aquela noite. Voltamos para casa e fomos dormir, novamente, em quartos separados. Passou-se uma semana sem que trocássemos uma palavra sequer. Eu percebi que estava com ciúmes de Paula e, durante a noite, em meu quarto, passei a fantasiar situações nas quais Paula transava com seus colegas de trabalho, com seus clientes e tudo mais. Por outro lado, percebi que isso estava me dando um tesão danado, tanto que, em certa noite, em não agüentando mais, fui ao quarto de Paula e pedi a ela que conversássemos um pouco, tentando, mais uma vez, me reconciliar com ela. Deu certo! A partir dessa noite, nosso relacionamento mudou completamente.
                        Alguns dias depois, louco de desejos por Paula, telefonei ao seu escritório e a convidei para jantar. Lá fomos nós, mais uma vez, em busca de uma noite romântica. E foi! Muito vinho, novamente um motel, um início de uma ótima transa e, enquanto Paula me cavalgava, com muito jeito, confessei-lhe que havia sentido muitos ciúmes dela com o seu colega advogado, mas que, por outro lado, aquilo havia me excitado bastante. Paula, que tinha tomado bastante vinho, estava bem à vontade, solta, sem nenhum pudor e, ouvindo isso, falou-me baixinho, ao ouvido:
- Ah..então você gostou de saber que eu chupei o pau gostoso do cara, né, safado, sem-vergonha. Pois foi isso mesmo, e digo mais, ela só não me comeu porque não deu tempo, chupei tanto pau dele, que o cara não agüentou e me encheu a boca de porra. Infelizmente, depois dessa noite, não o vi mais, mas se o visse, teria dado até o cú pra ele.
                        Isso me deixou louco de tesão e comecei a chamar-lhe de puta, de biscate, de vagabunda, a dar tapas em sua bunda e, pra minha felicidade, ela adorou tudo aquilo...havíamos perdido o cabaço e a vergonha um com o outro. A partir desse momento, nas nossas transas, eu sempre contava minhas fantasias para Paula, dizendo-lhe que gostaria de ver outro homem a comendo, enfim...aquelas conversas e desejos de todo bom corno. Por outro lado, Paula retribuía, dizendo que havia dado pra esse e aquele cara, que fulano a havia comido, que sicrano metia nela toda semana e por aí seguíamos. Enquanto falávamos de nossas fantasias, enquanto falávamos besteiras e nos xingávamos, transávamos maravilhosamente bem, nos satisfazendo completamente.
                        Alguns anos depois, essas conversas já estavam ficando monótonas e já conversávamos sobre fazer algo verdadeiro, uma transa diferente. Ficávamos horas na internet, à noite, em salas de bate-papo, sobre sexo, escrevendo um monte de bobagens enquanto nos acariciávamos um ao outro, vendo imagens pornográficas que nos motivava ainda mais. Chegamos ao ponto de entrar em contato, por e-mail, com um sujeito de São Paulo, para que enviamos algumas fotos da Paula, com o rosto mascarado, evitando seu reconhecimento, e recebendo fotos do cara, com o pau de fora, exibindo sua ferramenta. Nessa época, quase fomos nos encontrar com esse cara, de verdade. Mas as coisas tomaram outro rumo.
                        Certa noite, Paula chegou em casa e enquanto comíamos alguma coisa, disse-me que havia sido contratada para defender um sujeito em algum processo qualquer. Disse-me que o cara não era flor de se cheirar, que era “bandido” mesmo, mas...pagando, que mal tem? Foi o que ela me disse. Esse cara a procurou no escritório e lhe apresentou sua situação, perguntando-lhe se aceitaria o caso. Ela prometeu ir ao fórum, verificar o processo, pedindo-lhe que voltasse em seu escritório na semana seguinte.
                        Paula, sempre se veste muito bem para ir ao trabalho. Está sempre bem maquiada, perfumada, cabelos bem arrumados, roupas combinando e adora um vestido, o que a deixa deliciosamente “gostosa”, principalmente quando coloca seus tubinhos. No dia em que esse sujeito retornou ao seu escritório, ela estava “deliciosamente” vestida, com uma saia bem justa e uma blusinha de alças fininhas, deixando seus ombros completamente de fora...sim, estava muito “gostosa”. Porém, o sujeito não foi sozinho, levando consigo um amigo. Mais tarde, Paula disse-me que tinha ficado constrangida frente ao cara. Enquanto conversava com seu cliente, o sujeito, mal-encarado, de óculos escuros, mascando um chiclete violentamente, sentou-se bem em frente a ela, em um sofá de seu escritório, atrás de seu amigo, que sentava-se na poltrona que ficava à frente da mesa de minha esposa. Enquanto ouvia o seu cliente e lhe instruía sobre isso ou aquilo, o cara do sofá, não parava de encará-la, mexendo em seu próprio pau. Disse-me ela, que ele apertava o pau a todo instante, fazendo-a achar que o tiraria para fora e se masturbaria na sua frente a qualquer momento e, o pior, sem exibir nenhuma reação com o rosto, como se aquilo fosse natural para ele. Paula falou-me que aquilo, apesar de tê-la constrangido muito, a havia excitado bastante, levando-a a baixar uma das mãos por debaixo da mesa e começar a esfregar sua buceta. Ao despedir-se de seu cliente e, também, do companheiro do mesmo, fechou a porta de seu escritório, voltou a sua mesa e pôs-se a alisar novamente a buceta, segurando, com a outra mão, uma caneta, que levou à boca. Nesse momento, a porta do escritório se abriu, e o amigo de seu cliente apareceu, apontado o dedo para Paula e, com a outra mão, pegando em seu pau, por sobre a calça, e fazendo-lhe um gesto obsceno. Fechou a porta e foi-se embora. Paula disse-me que ficou tremendo, preocupada, sentindo-se ofendida com a atitude do sujeito mas, pouco tempo depois, louca de desejos e fantasiando mil e uma coisas, tanto que não conseguiu mais se concentrar no serviço. Naquela noite, em nossa cama, demos uma das melhores trepadas de nossa vida, fantasiando sobre o sujeito mal-encarado, que, ainda por cima, era grande, moreno e...sem-vergonha.
                        Dias depois, o cliente de Paula volta ao seu consultório, com o amigo, novamente. Apresenta a Paula alguns documentos, senta-se, conversa um pouco, o amigo senta-se no sofá, novamente, mexendo em seu pau, como da outra vez, e encarando minha mulher, observando como ela estava ficando sem jeito, descontrolada com a situação. Ambos saíram do escritório e, pouco tempo depois, como da outra vez, a porta se abriu novamente, franqueando a entrada do mal-encarado que, dessa vez, entrou mesmo, fechando a porta atrás de si. Veio até perto de minha esposa, abriu a vista da calça, tirou para fora seu pau e o ofereceu a minha esposa. Paula disse-me que não sabia se gritava por socorro, se saia correndo, nem o que mais mas, quando viu aquele pau duro, na sua frente, o cara levando uma das mãos a sua cabeça e a puxando de encontro a ele, ela não resistiu e fez o que o sujeito queria que fizesse: chupar o seu pau, algo que ele, com certeza, sabia que minha mulher desejava fazer...e muito.
                        Após chupar o pau do moreno, ela disse que se levantou, foi até à porta, trancou-a com a chave, pediu  a ele que não a machucasse pois faria tudo o que pedisse naquele momento. Em seguida, ela disse-me que, pela primeira vez, ouviu sua voz, quando lhe disse:
- Tira a roupa todinha e vem pro sofá, tesuda.
                        Foi o que ela fez, tirou a roupa, ajoelhou-se na frente do sujeito, puxou suas calças, sua cueca, levando-as até as canelas, desabotoou sua camisa e começou a lambê-lo, acariciá-lo, masturbá-lo, até voltar a engolir seu pau novamente. Enquanto o chupava, ouvia-o falar ao telefone com o amigo, dizendo:
 - Falei, cara, a puta tá engolindo meu caralho, tá mamando feito um vaca...tá peladinha e vou meter a vara nela...essa gostosa do caralho.
                        Foi o que ele fez pois, logo em seguida, puxou minha mulher sobre seu colo e a fez sentar-se de frente para ele, enfiando seu mastro em sua buceta, fazendo-a cavalgar seu pau ao mesmo tempo em que chupava seus peitos e a beijava loucamente na boca. Em seguida, deitou-a no sofá, subiu por sobre ela, enfiou seu pau e a comeu violentamente, com força e vontade, até a encher com jatos de porra. Paula, disse-me, enquanto eu a comia, que não agüentou e que gozou feito louca, gemendo debaixo do cara. Quanto ele terminou, saiu de cima dela e mandou que ela lambesse seu pau e o limpasse, o que ela disse ter feito com toda gratidão e carinho. Em seguida, vistiu-se, ligou para o amigo e falou:
- Taí, veio, meti a vara na biscate, enchi ela de porra, agora é minha, vai fazer o que eu mandar, ta tudo gravado.
                        Caindo na risada em seguida, mostrou a Paula o seu celular, no qual havia gravado todos os sons dos dois transando. Em seguida, virou-se e foi embora.
                        Na semana seguinte, Paula começou a demorar muito para chegar em casa, já passava das dez horas da noite, e nada. Comecei a ficar preocupado, pois não era normal ela fazer isso e não se comunicar. Tentei ligar em seu celular, mas deu fora de área. Lá pelas onze horas, ela chegou, veio até mim, beijou-me gostosamente na boca, passou a mão em meu pau e pediu-me para ir com ela para a cama. Estranhei, pois Paula não vai para a cama sem tomar banho, mas naquela noite, foi diferente. Ela se despiu rapidamente e chamou-me ao seu lado. Eu estava com o pau já duro e, deitando-me ao seu lado, comecei a alisar-lhe o corpo, a beijá-la, enquanto ela me alisava o cacete com uma das mãos. Em seguida, quando escorregou na cama para me chupar, comecei a sentir em minha boca um gosto estranho e, também, um cheiro estranho. Sempre que ela começa a me chupar, pelo-lhe para se virar para mim, fazendo com ela um delicioso “69”. Naquela noite, senti algo bem diferente...sua buceta estava melada, muito melada. Tinha um gosto diferente, um cheiro diferente, uma textura diferente de seu “caldinho” habitual. Quando ela sentou-se sobre meu pau e após beijar-me com muito desejo, confessou-me:
- Amor, dei praquele sujeito agora a pouco. Fomos parar num motel e ele me comeu feito louco. Estou toda cheia de porra desse cara e você está lambendo tudo.

                        Foi o suficiente, não resisti no momento, fiquei puto, quis bater nela, esbravejei, xinguei-a, tirei-a de cima de mim, saltei da cama, corri ao banheiro para me lavar, para lavar a boca mas, ao vê-la em minha frente, pelada, passando uma das mãos em sua buceta e chupando um dos dedos da outra mão, pulei sobre ela, abracei-a e a beijei com vontade. Ela, sem seguida, disse-me:
- Isso te deu tesão, não deu? – Tive que responder que sim e, voltando a nossa cama, chupei-a feito um louco. Quando meti meu pau nela, senti que estava larga, que realmente havia dado...e muito, e que o pau do cara era maior que o meu. Fiquei com mais tesão ainda.
                        Depois daquela noite, começamos a fantasiar muito com esse cara, ate que, em dado momento, confessei a Paula que meu desejo era vê-la ser comida por esse cara. Ela aceitou, dizendo que também tinha vontade de ser comida na minha frente. Perguntei a ela se o cara toparia e ela disse-me que falaria com ele. No final de semana seguinte, Paula ligou-me do trabalho, pedindo-me para vir buscá-la pois deixaria o seu carro no estacionamento. Lá pelas seis da tarde, fui apanhá-la no escritório...ela não saiu sozinha. Com ela vinha uma cara moreno, forte, mal-encarado, de óculos escuros, mascando chiclete, que entrou em meu carro e nem olhou pra minha cara. Sentou-se no banco de trás e Paula ao meu lado. Em seguida, Paula pediu-me para que fossemos a um barzinho do outro lado da cidade, um local de prostitutas, bêbados e jogadores. Lá chegando, ocupamos uma mesa, no ponto mais isolado do local. Paula pediu três caipinhas e enquanto aguardávamos, o sujeito abraçou minha mulher, puxou-a para perto de si e começou a beijá-la na boca enquanto passava uma das mãos em suas coxas. Percebi que outras pessoas no bar estavam olhando os gestos dos dois, fiquei com vergonha, mas fiquei firme...era o que eu queria, me sentir corno.
                        Depois de duas ou três caipirinhas, o cara já enfiava a mão debaixo do vestido de minha mulher e alisava sua buceta descaradamente. Quando percebi que ela também passava a mão sobre o pau do sujeito, resolvi pagar a conta e convidar os dois para irmos juntos para outro lugar. Ao ver minha esposa sair de um boteco, abraçada com outro cara, assanhada, deixando o cara passar a mão nela inteira, foi um horror. Entramos em meu carro e saímos dali. No caminho, percebi o cara enfiando a mão pela lateral da blusa de Paula e começar a pegar nos peitos dela. Paula, por sua vez, alisava sua buceta com muito desejo e urrava de desejo. Parei o carro e convidei-a a passar ao banco de trás, junto com nosso carona. Nos dirigimos a um motel, na beira da estrada. Pelo retrovisor vir Paula tirar o pau do sujeito pra fora e abocanhá-lo. Mal cabia em sua boca...era enorme, viril...lindo!!! Logo percebi a razão do desejo e do descaramento de minha esposa. Aquele pau era delicioso até para mim e fiquei com inveja dela.
                        Chegando ao motel, Paula tirou a roupa toda, ficou pelada em meu banco traseiro, punhetando, chupando, beijando e lambendo aquele cara e o seu pau  maravilhoso. Foi uma delícia me virar no banco da frente, olhar no banco traseiro e ver minha mulher peladinha, sendo alisar por aquele macho.
                        Paula abriu a porta do carro, desceu, puxou o cara pela mão e ficaram ambos em pé, na garagem do motel, se beijando, enquanto o sujeito passava as mãos em sua bunda, coxas, buceta, peitos e se divertia com minha mulher. Logo em seguida, ela olhou pra mim e me convidou a entrar com ela para o quarto. Lá chegando, ela ajoelhou-se na frente do cara e caiu de boca no seu pau, que estava pra fora da calça. Paula chupava vorazmente, engolia aquele caralho com vontade, feito uma louca e, enquanto fazia isso, ia despindo o cara. Ao ir vendo o corpo do sujeito, fiquei com mais desejo ainda, pois também queria lamber aquele homem e, não resistindo mais, fui beijar minha esposa, na boca. Nesse momento, o cara colocou o seu pau no meio e, meio sem jeito, acabei o lamber seu pau. Esse foi o início pois, em seguida, Paula veio me beijar, mas o cacete do cara estava entre nós, e não teve jeito, nos beijamos com o pau do cara entre nossos rostos. Após isso, Paula tomou frente e convidou-me a chupar o pau do sujeito junto com ela. Não teve jeito, eu estava louco por aquilo e, da melhor maneira possível, fiz de tudo para engolir aquele caralho lindo, delicioso, duro, forte, gostoso. O cara gostou da idéia de ter minha mulher e eu, seu marido, chupando seu pau. Pouco tempo depois, estávamos todos nus, no chuveiro, tomando um delicioso banho, no qual sentia aquele pau esbarrar em meu corpo, esfregar-se no de minha mulher e, pela primeira vez, vi aquele cara meter na Paula. Ela a pegou por trás, apertou-a contra si e enfiou seu pai vigorosamente em meio a suas pernas. Paula gemeu, agarrou-se a mim, foi se abaixando até chegar ao meu pau, quando começou a me chupar deliciosamente. O cara metia nela feito louco, com vontade, xingado-a de tudo o que era nome, e a mim também, dizendo:
- Toma aí, corno do caralho, ta vendo tua mulher gostosa levando ferro? É isso que você queria, viado. Pois agora eu vou comer ela e você junto, seu boiola. Maridinho de merda dessa cadela sem-vergonha e puta. – Em seguida, tirou o pau da buceta da Paula e me fez ajoelhar na sua frente e chupá-lo.
                        Após o banho, fomos para o quarto, mais uma caipirinha pra cada um e, pouco tempo depois, vi minha mulher levando aquela cacete inteiro dentro do rabo. Ela pegou o travesseiro e o mordeu com força, enquanto o cara enfiava sua vara na sua bunda. Eu, nesse momento, me punhetava. Mas, vendo aquela cena, entrei por debaixo dos dois e comecei a lamber a buceta da minha mulher e o saco e o pau do cara, que entrava e saia da bunda da minha esposa. O gosto era de deixar louco, o cheiro também me deixava louco, eu estava louco...de tesão, de vontade de chupar, de dar a bunda, de ver minha mulher sendo fudida, de tudo. Após o cara meter com vontade na bunda da Paula, ela pediu a ele que parasse um pouco, pois queria que fizesse outra coisa. Ele tirou o pau de dentro dela e enfiou em minha boca. Nesse momento, senti minha mulher passar-me algo gelado, molhado e oleoso na bunda. Senti um calafrio. Ela pediu ao seu parceiro para meter em mim. O cara, já alto pelas caipinhas, não pensou duas vezes e veio para o meu lado. Virou-me de lado, deitou-se atrás de mim e começou a forçar a entrada do seu pau no meu cu. Paula olhava e se bolinava, apertando os peitos com uma das mãos. Quando viu que o cara estava me comendo, foi olhar. Eu gemia, estava doendo, porém aquele óleo todo, facilitou pro cara que, com vigor, forçava a entrada de seu pau em meu cu. O que aconteceu. Ele me arrombou, em frente  a minha esposa, que parecia estar louca de tesão, pois entrou por trás do sujeito e foi lamber seu saco. Aquele era, naquele momento, nosso homem, nosso macho.
                        O cara me comeu o quanto quis, eu só conseguia morder o travesseiro e gemer. Paula lambia o saco e as bolas do cara. Quando ele parecida não agüentar mais, tirou seu pau de dentro do meu cú, colocou-me com o rosto colado ao de Paula, e esporrou em nós dois, gemendo feito um louco e nos xingando a todo instante.
                        Ficamos a noite toda naquele motel e, sinceramente, não sei como consegui agüentar tudo o que aconteceu: fui enrabado na frente de minha mulher por um macho maravilhoso....gostei, apesar da dor. Não havia tido experiências assim, apesar da já ter saído com  alguns travestis, em São Paulo, mas apenas chupetinha, nada de penetração como a que sofri naquela noite. Vi minha mulher ser comida de todas as formas possíveis, engolimos porra daquele cara, nos beijamos em seguida, nos lambemos inteiros e inteiramente lambuzados de porra. Não senti o mínimo de constrangimento na frente de minha esposa e muito menos ela, que se revelou uma puta fabulosa, louca por uma vara e por muita sacanagem, adorando ver-me chupar o pau do homem que a comia. Fomos várias vezes tomar banho e era uma sacanagem só, pois éramos encoxados e todo momento pelo sujeito, nos submetíamos a chupar seu pau a todo instante, assim como, aos seus palavreado chulo e que nos intimidava. No final de tudo, quando nos preparávamos para irmos embora, vi minha esposa dando algum dinheiro ao cara...não acreditei: ela pagou por aquilo tudo e, por isso, o cara topou a minha presença.

 Depois daquela noite, passamos ardentemente a desejar a chegada do
final de semana e nos encontrarmos com nosso querido macho, tomarmos umas e outras juntos, ver aquele cara encoxar minha mulher a todo momento, e na minha frente e, mais, constatar que Paula adorava ser envolvida por aquele cara sem-vergonha que a chamava dos piores nomes possíveis e a humilhava na minha frente, assim como a mim na frente dela.   

                        Após dois meses que estávamos nessa pura sacanagem, em dado final de semana, Paula me comunicou que viajaria sozinha, com o tal sujeito, que vou passar a chamar de Rodrigão. Não houve como desmotiva-la de tal propósito e, chegando sexta-feira, lá fomos nós para casa. Paula tomou um banho demorado, se depilou completamente, se maquiou, se perfumou e vestiu seu vestido mais sexy, curto, decotado e que deixava suas costas completamente de fora...estava linda. Senti ciúmes dela com aquele cara, senti inveja dela por estar tão bonita e poder se dar inteiramente  para o Rodrigão e por um final de semana inteiro. Lá pelas nove horas, ela me deu um beijo de despedida, pegou seu carro e saiu, levando consigo uma pequena mala com alguns pertences pessoais e algumas poucas roupas de troca. No fundo, eu sabia que o que menos ela usaria, seriam roupas.
                        Não consegui dormir naquela noite, pensando em Paula, com seu amante, fantasiando e imaginando minha mulher com aquele sacana, sabe-se lá onde. Sábado, não foi nada melhor e, a mim, só restava me masturbar insistentemente, pensando nos dois. Na noite de sábado, tomei um porre homérico e, dessa forma, desmaiei na cama. Acordei por voltas das dez horas, do domingo. Uma ressaca horrível me consumia mas, por outro lado, sabia que minha mulher voltaria naquele dia. Foi, de fato, o que aconteceu, às dez horas da noite...e eu puto da vida, pois ela não respondia às minhas ligações, meus torpedos...nada. Chegou em casa com a maior cara de puta que já vi, desnorteada da vida, dessarumada, cabelos desgrenhados mas, pelo jeito, feliz da vida. Ao chegar, beijou-me deliciosamente na boca e me carregou com ela para o banheiro. Lá tirou suas roupas, tirou as minhas e, nesse momento, pude ver as marcas em seu corpo. Sua bunda estava cheia de marcas de palmadas, estava avermelhada; suas coxas estava cheia de marcas escuras, seus joelhos estavam esfolados. Paula ligou o chuveiro e me levou com ela para debaixo da água, onde ma abraçou e me beijou novamente. Com uma das mãos, pegou no meu pau e começou a acariciá-lo e, em seguida, olhando nos olhos, falou:
- Amor...foi o final de semana mais delicioso que já tive. Você não pode imaginar tudo o que fiz e o que fizeram comigo. – Pérai, pensei eu...como, fizeram? E Paula explicou-se.
- Não fomos só eu e o Rodrigão, foi também o outro cara, o meu cliente e, se não bastasse só os dois, levaram outro cara junto, outro amigo deles. Aluguei um chalé numa cidade do interior e fomos os quatro para lá. Na viagem, fui sentada no banco traseiro, tendo ao meu lado, sempre dois caras, que se revezavam. Chupei-os a viagem inteira enquanto eles me passava a mão na buceta, na bunda, nos peitos, nas coxas, me beijavam, me xingavam e tudo mais. Quando chegamos ao chalé, estávamos todos loucos de tesão e a primeira coisa que fizemos foi tirarmos nossas roupas e começarmos a melhor de todas as sacanagens de que já participei. O meu cliente...era maravilhoso, tinha um pau deliciosamente grande e...amor, como me comeu durante esse final de semana. O outro cara, só queria saber de meter na minha bunda...ficou louco quando soube que poderia me enrabar. O Rodrigão tirava fotos e filmava...fui uma puta perfeita e completa para os três caras. Passei o final de semana inteiro levando vara, engolindo porra, sendo enrabada, comida, chupada e chupando. Amor, creio que vamos ter que mudar de cidade, pois aqui vai ficar complicado para mim e para você, também. Esses caras gostaram do que fizeram comigo e com você. O Rodrigão contou a todos o que fez com você, o que fez comigo e, agora, eles todos querem a mesma coisa. Se vazar as fotos e os filmes, desse final de semana, em algum lugar...estou fodida. Vão, com certeza, nos chantagear, mas foi delicioso, me liberei completamente e permiti a eles que fizessem o que quisessem comigo. Numa das vezes, depois que todos me comeram e esporraram em mim, fizeram deitar-me no chão e mijaram sobre mim. Depois, fomos todos tomar banho...e você nem imagina o que é uma mulher pelada no meio de três homens, debaixo de um chuveiro. Apostaram que iria dormir comigo...foi meu cliente quem ganhou e, sozinha com ele, no quarto, tive que obedecer plenamente aos seus desejos...ele me enrabou como um louco, cheguei a desmaiar de tanto gozar. Passei o final de semana inteiro sem vestir uma roupa sequer, somente sentando em paus.
                        Eu não resisti mais, esporrei na mão de minha esposa, beijei-a loucamente e confessei que a amava mais do que tudo e aceitaria dividir com ela tudo o que viesse, pois ela estava me proporcionando uma experiência maravilhosa...eu estava adorando ouvir aquilo tudo. Vou parar por aqui, pois a minha história já está muito comprida e sei que muitos nem vão ler mas, para quem chegou até aqui, tenho a dizer o seguinte: “Não mudamos de nossa cidade, continuamos juntos e maravilhosamente felizes. Estamos nos dando como nunca em nossas vidas e mas, antes, tínhamos apenas o Rodrigão para sairmos aos finais de semana e, agora, temos três homens para dividirmos. Eu não sou mais o homem de nossa casa, sou tão fêmea como minha mulher, pois troquei de lado e, hoje, embora transe com minha esposa uma ou outra vez, quem mais a come são os três caras que, além dela, me comem todas as vezes também. Uso maquiagem, lingerie, me depilo inteiramente, me perfumo e vou como uma verdadeira mulher encontrar-me com os três caras, junto com Paula. Os caras nos aceitam como somos e sempre que podemos lhes damos um bom dinheiro, o que os deixa mais felizes ainda. O terceiro sujeito, o que Paula ainda não conhecia, é o meu macho e, com ele, saio muito, mesmo durante a semana. No banco do meu carro, faço-lhe gulosas fantásticas e engulo toda a sua porra. Ouras vezes, quando ele prefere, sou sua mulher e viro-me de costa pra ele, sentindo aquele pau delicioso entrar em meu cu e me arrombar com força e tesão, ouvindo ser chamado de viado, boiola, bicha, corno, puto e tudo mais mas, quando aquele homem goza...quando sinto aquele leite gostoso invadir meu cu...é uma delícia...e tudo o que ele me faz passar, compensa. Sei que Paula pensa do mesmo jeito e se submete aos três inteiramente, como uma mulher completa, satisfazendo a todos os desejos daqueles três homens machos e maravilhosos que mudaram as nossas vida.

Abraço a todos.

 Antonio Carlos e Paula, com amor e carinho, para nossos amigos desconhecidos.

rafaellaillya4@yahoo.com.br

Escapadinha na praia em 2010

Oi meu nome é Norminha e do meu marido Abel (Nossos nomes e de todos os envolvidos neste Conto são Fictícios) bom o que vou relatar agora, aconteceu comigo realmente no ano passado; sem combinarmos nada, meu marido conseguiu uma casa de praia emprestada com um amigo e me levou pra passar um final de semana lá, é coladinho há uma área reservada para a prática do nudismo, chegamos no sábado á temperatura estava fria ótima para namorar.
Então lá para ditardinha fomos dar uma volta na praia conhecer o local e lá chegando avistamos um casal que ali estava, pelo que podemos observar eles estavam com; boas intenções, rsrsrsrs... Ficamos por ali um tempo disfarçando pra ver se víamos o clima esquentar entre os dois, mas nada aconteceu acho que eles ficarão com medo.
Então voltamos pra casa já estava na hora de dormir, e com aquela noite um pouco fria nos acomodamos na rede, meu marido passou quase a noite toda me bolinando, louco para dar uma... Mas não rolou nada, estava um pouco indisposta. No dia seguinte fomos à praia bem cedinho, ainda não tinha ninguém, a praia estava deserta, tiramos a roupa e começamos a tirar algumas fotos minhas nuazinha em pêlo! minha bocetinha estava feita nas laterais, meio por fazer na testa modelo triângulo e meus peitinhos arrepeadinhos de frio e tesão, muito tesão!!! Por está nua ao ar livre em plena praia mesmo sabendo que ali era normal a prática do nudismo, mas como era nossa primeira vez estávamos excitadíssimos. Então aproveitei e tirei varias fotos de vários de ângulos e poses: De costas empinando o bumbum que por sinal já é bem arrebitadinho! De quatro deixando bem avista minha xaninha carnuda! E outras posições super eróticas, safadas e muito excitantes! Meu Abel estava com tanto tesão! Que até a respiração dele estava ofegante o pau tava tão duro e latejando que mal conseguia se segurar de me ver ali nua e fazendo poses eróticas e sensuais! E eu também não vou mentir, estava muito excitada! Quando de repente no piscar de olhos ele avançou pra cima de mim e me pegou no colo e me levou pra traz de uma pedra grande, me virou de frente pra ele ainda me segurando no colo abril minhas pernas deixando-as bem abertas e enterrou aquele CASSETE gostoso que eu amo tanto! E começou a bombar de baixo para cima na minha bocetinha como se fosse um cavalo descontrolado eu nessas alturas tb já estava toda inundada, ele penetrava, me beijava, me lambia, chupava meus peitos, o homem tava incontrolável parecia um vulcão entrando em erupção! E eu claro a ponto de explodir de tanto tesão com aquela situação e ao mesmo tempo com um pouco de medo que alguém visse aquela cena maravilhosa, mas enfim fomos metendo e ficando mais loucos ainda de tesão, ele me soltou no chão e me virou de costas inclinou meu corpo pra frente enfiou aquela VARA com força na minha bocetinha e começou um movimento frenético e forte de vai e vem estava uma loucura, um frenesi total... Naquele momento me deu um estalo de alguns contos que li na internet e fiquei mais louca ainda, estava doida que tivesse alguns homens bem gostosos nos olhando e batendo uma deliciosa punheta em minha intenção, ou simplesmente nos abordassem e pedisse á meu marido que deixassem eles me foderem também, há... Como seria maravilhoso realizar esta fantasia! E quando eu estava prestes a gozar, heis que meu marido goza e jorra uma quantidade enorme de leite quente dentro da minha boceta e eu acabei ficando na mão.
É... Mais calma queridos leitores, não terminou por ai não, voltamos para casa já era quase meio dia e eu precisava terminar de aprontar o almoço, (Uma deliciosa Moqueca de Camarão) Abel adora e logo depois de almoçar ele costuma tirar um sono depois e justamente nesse dia ele dormiu um pouco mais devido a comida deliciosa que eu preparei pra ele e o esforço que fizera antes...
Ai quando foi lá pelas quatro da tarde, voltei sozinha á praia de nudismo pra andar um pouco nua e ver se encontrava alguém por ali pra bater um papinho ou quem sabe algo a mais, a praia já estava quase vazia devido o friozinho que fazia! E eis que encontro 2 lindos rapazes, Alex e Paulinho logo percebi que eles me olhavam descaradamente eu me senti um pouco envergonhada pois nunca nenhum homem tinha me visto nua, baixei a cabeça e segui em frente, pois sou uma mulher casada, muito bem casada! Mas um deles (Alex) veio e me abordou, segurou minha mão e me convidou pra conversar um pouco, como estava de cabeça baixa vi que o pinto do Alex, lindo grosso e grande e estava um pouquinho excitado! Aquilo me deixou com as pernas tremulas e a bocetinha já toda molhadinha e meus mamilos começaram a ficar durinhos de tesão!
Então disse a eles que não, que eu era casada e não ficaria bem eu ali nua e sozinha conversando com dois homens Tb nus e além do mais meu marido é muito ciumento. Mas acho que eles perceberam minha excitação e insistiram; disseram não se preocupe nos não somos ciumentos e deu aquela risadinha safada... Então eu olhei em direção a casa que estávamos pra ver se Abel estava vindo e não avistei nada e resolvi aceitar o convite deles para conversar, aí começou os elogios e as perguntas meio libertinas tipo: Gata você é muito linda! É muito gostosa e tesuda! Tem uma boquinha maravilhosa e um jeitinho que deixa os homens locos de tesão! Não é? Eu já toda sem jeito e ao mesmo tempo morrendo de vontade de dá pra eles ali mesmo, doidinha pra que me pegassem e comecem todinha, metessem no meu cuzinho e na minha bocetinha que piscava de tesão! Conversamos mais algum tempo e logo veio a pergunta juntamente com o convite; "Ei gata você já transou com dois caras de uma só vez? E eu disse: Ainda não, e eles novamente: Já fez DP?" Nessa hora quase gozava ali mesmo! E eles fazendo essas perguntas e massageando aqueles lindos CASSETES... E que CASSETES! Eu olhava aqueles membros crescendo nas mãos deles e só me dava ainda mais vontade de voar pra cima deles, então criei coragem peguei, segurei e apertei os dois CASSETES pra senti-los em minhas mãos fiquei alguns segundos num leve movimento de vai e vem e depois abocanhei com muita vontade aquelas maravilhas e comecei a mamar, há... Que delicia! Gostosa Estávamos doido pra lhe comer! Nessa hora olhei novamente em direção a casa que estávamos pra ver se avistava o Abel, e nada do Abel rsrsrsrs... Parece que o Universo estava conspirando pra que o adultério fosse consumido ali mesmo. Aí olhei pra eles e disse "Eu quero, quero muito... Transar com vocês, mas tem que ser rápido, não posso demorar se não meu marido pode acordar e ficar furioso por eu não está em casa." Então sugeri á eles um lugar que conhecia muito bem e lá fomos nos três... O Alex me agarrou pela cintura e lascou aquele beijo quente!... O Paulinho abaixou e abriu minhas pernas e comecei a chupar minha xaninha, eu tava pra desmaiar de tanto tesão, juro pensei que ia ter um troço não imaginava existir sensação igual aquela! (Medo e tesão) Imagina você; uma mulher muito bem casada, honesta e de repente ta ali trepando com dois caras maravilhosos! E meu maridinho em casa dormindo tadinho rsrsrsrs... Sim vamos ao que interessa, de repente o Alex abaixa minha cabeça até o seu membro grosso e grande e me botou pra mamar enquanto o Paulinho já enfiava aquele PAU colossal nas minhas entranhas me rasgando toda! Meu corpo tremia com as estocadas do Paulinho, logo depois o Alex me puxa e me bota pra sentar em seu colo de frente pra ele e fala pro Paulinho "Paulinho vamos realizar o sonho dessa putinha gostosa, meta o pau no cuzinho apertadinho dela e foda com vontade sem pena que eu vou meter Tb sem pena nessa bocetinha" E foi o que Paulinho fez; enterrou todo aquele CASSETE em meu RABO enquanto o Alex enterrava na minha BOCETINHA que já nesse momento Tb já estava toda arregaçada!... Então começou aquele vai e vem forte e frenético sem parar até que eu não agüentando mais e GOOOZEI... Eu urrava, gemia, chorava beijava meus machos e pensava no meu maridinho Abel que talvez estivesse me procurando e eu ali sendo fodida e muito bem fodida por dois GARANHÕES INDOMÁVEIS! Foi quando os meninos deram sinal que iriam GOZAR e eu pedir que não GOZASSE dentro da minha boceta, por medo de engravidar, que GOZASSE na minha boca, então fiquei de joelhos e meus dois garanhões esporaram aquele leite quente por todo meu rosto inundando minha boca de gala. Eu nunca tinha fudido e gozado tão gostoso igual naquele dia e tenho certeza que eles também não. Logo em seguida caímos os três na areia exaustos ficamos ali um pouco relaxando e felizes parecendo que tínhamos visto um passarinho azul rsrsrsrs...
Depois fomos nos lavar na praia lavei meu rosto e minha boca e minha boceta pro meu marido não desconfiar de nada, sair da água depressa e fui pra casa feliz da vida e cheia de culpa por ter traído meu maridinho Abel, mas tudo bem valeu a pena!... Há como valeu! Acho que nunca mais vou fazer isso de novo.
Ao chegar em casa ele estava me esperando doido pra me comer novamente, seu pau estava tão duro, Ele perguntou a onde eu estava? E eu lhe respondi: Dando uma volta pela praia, respirando o ar puro e a brisa do Mar, então ele disse que estava com muito tesão por lembrar da transa mais cedo que tiveram lá na praia atrás da pedra e também estava com pena de mim pq eu não tinha gozado rsrsrsrs... Há se ele soubesse o quanto fui fodida á alguns minutos atrás!!! E agora? Eu tava com as pernas bambas meu cuzinho e minha bocetinha assada de tanta ser bombada por dois garanhões! E aí não deu outra, ele me puxou pelo pescoço, enterrando os dedos dentro de minha boceta e lascou aquele beijo gostoso enfiando a língua dentro de minha boca acho que até sentiu o gosto das PICAS que eu havia chupado a poucos instantes... E aí comecei a Trepar novamente intensamente com meu Abel! E o interessante é que ele tava tão doido de tesão que me chamava de vadia, cachorra, puta safada, vagabunda gostosa e me pedindo pra chamar ele até de: Meu corninho gostoso, essas palavrinhas ousadas que toda mulher gosta de ouvir e falar na hora da sacanagem, e o interessante é que; não era de costume ele falar essas coisas comigo, fiquei meio desconfiada, mas não reclamei, chamei ele de meu corninho, disse que eu era a sua Norminha e ele era meu Abel o homem ficou mais louco ainda! E também é claro; eu tava me sentindo a própria. Mas logo veio o gozo simultâneo, eu e Abel gozamos loucamente, foi uma loucura!!! Eu praticamente cair desfalecida de tanto PAU! Ufa...
Enfim nesse dia fiquei com meus lábios, minha bunda, meu cuzinho e minha bocetinha inchados e pegando fogo de tanto beijar, levar tapinhas, chupar e levar PAU, do meu Abel e dos meus dois Garanhões! Meu coração batia muito forte e minhas pernas estavam trêmulas de tanto fuder...
Gente o que posso dizer; é que foi a sensação mais maravilhosa que já tive!!! Essa foi uma de minhas fantasias que se realizou... Só sei dizer que desse dia pra cá minhas transas com meu Abel ficaram indecentes, conseqüentemente mais quentes!
- Depois dessa aventura ainda tenho outras para experimentar.
- Se você nunca teve uma aventura dessas, não sabe o quanto é gostoso!!!...
- Se Você tiver uma oportunidade, não deixe passar em branco, aproveite.
- Talvez Você não terá outra.
* Beijos cheios de tesão e bem molhadinho da Norminha...
E-mail:abelenorminha@gmail.com

 

Esposa engravida do amigo e marido lambe porra sem saber

Escrevi este relato, a mando do pai do meu filho. Ele insistiu que eu relatasse exatamente nosso romance, desde o início, sem omitir nada, e depois publicasse na internet. Ele ainda queria que eu criasse uma situação para meu marido ler, mas isso não tive coragem, afinal só decidi publicar, após muita insistência e discussão, pois eu era contra isso.
Sou casada, feliz no casamento, tenho um bom emprego onde conheci uma pessoa. Sabe aquela pessoa que você se identifica logo de cara, almoça junto todos os dias e acaba ficando amigo? Como almoçamos quase todos os dias juntos, acabamos nos conhecendo bem, sabia de suas namoradas e ele um pouco de mim. Comecei a pegar carona com ele ao final do expediente, fato que achei melhor esconder do meu marido, ele acha que eu volto de ônibus, mas ônibus são tão lotados e demorados. Um dia, o transito estava horrível parado por enchentes, e ele sugeriu paramos em uma ruazinha para dar um tempo, por sorte o carro tem vidros escuros dando mais segurança. Ele conversava virado para mim com a mão no encosto do meu banco, e estranhamente comecei a sentir bem ficar ali com ele. Continuamos conversando, nisso ele começou a passar a mão nos meus cabelos, me elogiando sem parar. Comecei a sentir uma estranha, excitação interna, não exatamente por ele, mas pela situação. Afinal, para mim que sempre levei vida de esposa fiel, tudo era novidade, e novidade sempre atrai as mulheres.

Ele desceu a mão até meu pescoço, sentia sua respiração. Me arrepiei, ele percebeu e veio se aproximando cada vez mais, segurou meu rosto, foi aproximando seu rosto até que encostou seus lábios nos meus. Eu não sabia o que fazer, fiquei surpresa e paralisada. Senti a língua dele passando suavemente, até entrar em minha boca e tocar minha língua. Senti um choque e um calor pelo corpo todo, por essa situação inusitada. Fiquei toda sem jeito, eu o empurrei, me afastei um pouco, ficamos olhando um nos olhos do outro, sempre ele segurando meu rosto, eu já com a respiração acelerada. Depois ele puxou minha cabeça novamente, encostou seus lábios nos meus novamente. Ele começou a introduzir novamente sua língua dentro da minha boca. Acabamos nos beijando mais e mais, meus braços o abraçaram.

Em um desses beijos eu já estava quase em transe, tremendo, ofegante, deixando escapar uns huuuumm, huuuuumm, ele começou a passar a mão nos meus seios por sobre a blusa (os mamilos já estavam duros), sem querer eu soltava uns aaaaiiiiiii, aaaaiiiiiii, a sussurrar no ouvido dele dizendo: “pára, pára por favor, não faz isso, sou casada, me larga, pára por favor” e ele me beijava mais e mais. Confesso que aquilo me dava um prazer quase que desconhecido, era uma delicia sentir nossas línguas se encostando enquanto ele apertava meus seios.
Ele pegou minha mão e colocou sobre seu pênis que já estava duro, aí eu não agüentei, fechei a mão e apertei, sentindo me umedecer toda, fiquei segurando um pouco já ficando maluca, ele tomou meu gesto como aceitação da situação e desabotoou minha blusa, enfiou uma mão dentro do bojo do soutien e segurou meu seio na mão, com outro mão ele começou a abrir o zíper da calça dele, quando percebi, eu estava segurando o pênis quente dele direto na mão, levei um choque, um estremecimento percorreu meu corpo, soltei um gemido “ahhhhhhh”, mas também me despertei, e parei definitivamente com aquilo. Eu o empurrei, abotoei minha blusa com mãos tremulas, e ele colocou o pênis dentro da calça. Fomos embora quase calados.

Nessa noite, na cama com meu marido, só de me lembrar do que aconteceu, comecei a ficar muito excitada. Eu segurei o pênis do meu marido, fechei os olhos imaginando ser o pênis do meu colega, abaixei a calça do pijama dele e comecei a lamber a glande, até que coloquei na boca. Mas sempre de olhos fechados imaginando ser o pênis do meu amigo e não do meu marido. Meu marido que nem imaginava meu pensamento, ficou excitado, seu pênis ficou duro, arranquei minha calcinha, puxando-o entre minhas coxas e forçando-o a me possuir (ele queria por camisinha, mas eu puxei até que o pênis entrou em mim). Eu sempre de olhos fechados, imaginando ser o pênis do meu amigo, tinha de fazer força para não falar o nome do meu amigo, por isso eu só dizia, “que gostoso amor, enfia mais amor, me come, me come, me abre toda amor”. Ao ouvir isso ele me possuiu gostoso, e chegou uma hora que não agüentei mais e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar amor, ahhhhh to gozando, to gozando, to gozando amor” mas eu estava falando era para meu amigo. Meu marido também não agüentou e acabou gozando, primeiro queria sair de dentro para gozar na minha barriga, mas eu prendi e ele despejou dentro. Senti jatos de esperma sendo lançado dentro de mim, eu ainda de olhos fechados, imaginando ser meu amigo que estava me enchendo de esperma, abracei forte meu marido com braços e coxas.
Um dia meu amigo me chamou para almoçarmos em uma churrascaria perto da marginal e lá fomos nós. Na verdade, eu não pensava em outra coisa a não ser beijá-lo novamente e sentir toda aquela sensação vivida há uns dias atrás. Ele novamente parou o carro, e começamos a nos beijar. Os beijos foram esquentando ele, passando as mãos pelos meus seios por cima da blusa, nas minhas costas, suas mãos começaram a acariciar meus joelhos, fazendo a saia subir, deixando parte de minhas coxas a mostra, cruzei as coxas, impedindo a investida dele. Eu não tinha a menor intenção de dar para ele, só queria ficar sentindo aquela sensação gostosa.

Ele queria me levar a um motel, isso eu não queria, minha consciência não me deixava levar aquela aventura a esse ponto. Ele com aquela lábia que tinha, começou a dizer que éramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria, pois sabia que eu era casada, e estaríamos mais seguros dentro do motel, sem risco de sermos assaltados. Ele tomou meu silencio como um consentimento, ligou o carro e foi. Eu ainda lutava por dentro, entre colocar um ponto final naquela loucura ou continuar aquela sensação tão gostosa. Coloquei na minha cabeça, que não passaria dos beijos, que eu tinha plena consciência do fato de ser uma mulher casada, adulta, responsável. Quando percebi, estávamos parados na portaria do motel, e por resquício de culpa, abaixei a cabeça, tentando me ocultar da moça da portaria, sentia como se ela percebesse que eu era casada. Ao estacionar, a porta fechou, isolando nos dos olhares indiscretos. Descemos do carro, eu com as pernas bambas, não acreditava ainda no que estava fazendo, entrando num motel com um homem. Mas eu ainda dizia, para mim mesma, que nada iria acontecer, além de beijos. Ele trancou a porta do apartamento, me puxou para sentarmos na cama. Conversamos um pouco, ele sempre segurando minhas mãos, se virou para mim, pegou meu rosto em suas mãos, e veio se aproximando, até que colamos os lábios e nossas línguas se encontraram, me fazendo sentir aquela sensação, mas o ambiente agora já era outro, estávamos em uma cama, num quarto de motel. Quando falei que minha blusa estava amassando, ele gentilmente desabotoou e começou a tirar a minha blusa para não amassar, eu a esta altura já estava toda entregue a aquele homem lindo, forte e sensual.
Já sem blusa, me abraçou, nossas línguas se encontravam, suas mãos foram à minha costa e desabotoou meu soutien. Depois com toda delicadeza, abaixou as alças pelos meus braços, pegou o bojo e tirou meu soutien, deixando meus seios que não são pequenos, livres. Suas mãos começaram a segurar, apertar, ele foi se abaixando, dando beijinhos em meu pescoço, orelha, colo, ombros, braços, até que segurando meus seios falou “puta que o pariu, mas que peitão gostoso, lindo, tesão de peito”, começou a lamber meus mamilos. Era demais, eu estava com a respiração ofegante, não conseguia me conter e meus gemidos escapavam pelos meus lábios, por mais que eu tentasse, acabei soltando uns “ahhhhh, ahhhhh”. Ele lambia os bicos dos meus seios de uma maneira delicada que só aumentava meu tesão. Eu falava para mim mesma, que não passaríamos daquele ponto. Ele começou a me chupar de uma maneira tão maravilhosa fazendo barulho das chupadas, foi me puxando para me deixar em pé, até que começou a acariciar minhas nádegas, levantando a minha saia, nem senti ele tirar suas calças, eu estava totalmente entregue, sendo acariciada e beijada. Quando percebi, estava sem saia e sem calcinha, totalmente nua abraçada a ele que totalmente nú apresentava um pênis ereto apontado para cima, que se comprimia entre nós. Ele me fez cair na cama, se abaixou, abraçou minhas pernas e começou a beijar minhas coxas. Eu fechava minhas pernas, ainda achava que conseguiria me manter fiel ao meu marido, mas ele sabiamente, não me forçava a nada, só beijava e acariciava minhas pernas, minhas coxas, minha barriguinha, passava as mãos nos meus seios me fazendo arrepiar toda, até que depois de quebrar toda minha resistência, eu mesma acabei abrindo as pernas, abri minhas coxas lentamente já sem nenhum pudor em mostrar minha vagina a outro homem. Ele se aproximou do ventre, vendo os grandes lábios depilados sem nenhum pêlo e só com um triangulo de pêlos acima do rasgo. Ele separou os lábios vaginais com os dedos e começou a lamber minha vagina lentamente, com toda delicadeza, me arrancando gemidos, eu não conseguia abafar e gemia “aiiii, aiiiii, aiiiii, que gostoso amor, aiiiii”, ele vinha lambendo tudo, o rasgo da vagina, até o buraquinho do ânus, coisa que ninguém fez, e isso me arrepiava. Eu não parava de gemer, “aiiii, aiiiii aiiii, que delicia amor, aiiiiii que delicia”. Ele continuou, até engolir e lamber meu clitóris, não parava de chupar o meu clitóris, fazendo barulho da chupada. Eu não agüentei tanta carícia, senti uma onda vindo e disse: “ta vindo amor, ta vindo amor, vou gozar, vou gozar, to gozando, to gozaaaaaando, aiiiiiiiiii”, fiquei sem fôlego, meu corpo se estremecendo todo, gozei soltando gemidos, gritinhos, me estremecendo, eu não consegui controlar, mas por dentro, eu ainda dizia que não passaria dali, eu já achava que tinha ido longe demais, para uma esposa casada.

Então, ele começou a subir com sua língua quente, vindo para cima de mim, me lambendo o triângulo peludo que deixo acima do rasgo vaginal, depois veio lambendo a barriguinha, lambeu meu umbigo, segurou meus seios com as mãos enquanto lambia os mamilos. Depois continuou me lambendo até o meu pescoço e se posicionando em cima de mim segurando minhas pernas, de forma tal que eu ficasse na conhecida posição papai mamãe e quando ele começou a chupar meu pescoço e a enfiar sua língua na minha boca, senti seu pênis encostando na minha vagina. Eu tomei um susto e voltei à realidade, tentando sair de baixo, mas ele estava encaixado dentro das minhas coxas. Ele me segurou forte pelos ombros, acelerou os movimentos da sua língua em minha boca, o que me deixou mais louca, ainda mais sentindo seu corpo quente e peludo se esfregando em todo meu corpo. Meus movimentos de luta, ajudaram a fazer com que o pênis dele encaixasse na entrada da vagina. Quando senti a cabeça do pênis na entrada da minha vagina, gemi soltando um aiiiiii, misto de medo, surpresa e tesão, tudo ao mesmo tempo. Por um lado eu sabia que não deveria deixar, mas eu não tinha mais força para resistir, não conseguia. Creio que é como o desejo que os viciados sentem das drogas, não tem como resistir, afinal eu estava deitada toda nua numa cama, com um homem totalmente pelado sobre mim, lindo, peludo, amável, um tesão de homem e com a cabeça do pênis encaixado na entrada da vagina, toda lubrificada. Ele fez uma pressão no quadril e senti a cabeça do pênis pular para dentro da minha vagina e começar a deslizar para dentro. Ele introduzia na minha vagina, me penetrando vagarosamente, deliciosamente. Ele dizia, “puta merda amor, que buceta quente amor, lisinha, caralho, que buceta apertadinha amor, engole meu pau, engole amor”. Eu não acreditava, jamais imaginei que um dia fosse fazer isso com meu marido, mas era tão gostoso, mas tão gostoso, que eu não parava de gemer. A única coisa que eu conseguia dizer era “aiiiii, aiiiii, aiiii amor, aiii que gostoso amor, aiiiii”, e ainda o abraçava puxando o mais ainda para dentro de mim, por mais que tentasse, não agüentei mais tanto tesão, eu gemia sem parar, minha respiração ofegante, eu dizia: “aiiiiii que delicia amor, aiiii, me fode me fode toda, me come toda amor, aiiiiiii que delicia amor”. Ele dizia: “vou te comer toda, abre essa buceta, abre essa bucetinha quente e apertada, puta que o pariu que buceta gostosa”.

Eu sentia cada centímetro daquele pênis desconhecido, entrar dentro de mim, eu gemia sem parar, não conseguia me controlar, até que comecei a gozar como nunca. Meu tesão era enorme, (talvez apimentado por uma situação proibida). Eu não podia acreditar, comecei a apertar a bunda dele com minhas mãos.
Logo ele se virou para o lado, deitou e me puxou para cima dele para eu cavalgar e pude ver aquele pênis ereto e em pé, peguei-a com muito carinho aquela tora quente e molhada, bem mais grossa e longa que do meu marido. Pincelei ele pelo rasgo da minha vagina até encaixar no buraquinho da entrada e fui sentando em cima dela, engolindo pouco a pouco, até que entrou tudo em mim. Senti que por dentro, a cabeça do pênis dele empurrando meu útero. Comecei a rebolar, ir pra frente e pra trás, logo, ele me virou de quatro e começou a meter vigorosamente, me segurando firme pela cintura. Toda vez que entrava tudo e a cabeça do pênis socava meu útero, eu deixava escapar um aiiiiii, aiiiii, e logo eu já estava gozando de novo, ele massageava meu clitóris enquanto enfiava aquele cacete gostoso e ficava roçando os pentelhos na minha bunda.
Quando menos esperava, senti o pau dele ficar mais grosso, inchado, ele parou de se movimentar, me puxou forte para junto dele, fazendo seu pênis entrar profundamente, empurrando meu útero. Ele gemeu dizendo “puta que o pariu, vou gozar, abre a buceta que vou gozar amor, toma leitinho amor” e aí veio aquele jato que com certeza entrou tudo dentro do útero, e pude sentir aquela porra quente me inundando por dentro. Que loucura, eu poderia ficar grávida de outro homem que não o meu marido. Só aí recobramos a consciência, nos vestimos rápido, sem nem tomar banho, pois nosso horário de almoço estava chegando ao fim. Voltamos ao trabalho sem almoçar. Na empresa, fui ao banheiro e vi aquela gosma branca escorrendo nos fundilhos da minha calcinha, parte escorrendo pelas coxas e atingindo a saia. Só aí é que percebi a loucura que acabava de cometer. Existia o perigo de ficar grávida de outro homem, mas já era tarde, nada mais poderia ser feito. Me limpei da melhor forma possível, coloquei um absorvente para recolher o resto do esperma que ainda iria descer.
Como é estranho sentimento de culpa, a noite, eu não conseguia olhar diretamente nos olhos do meu marido. Ele percebeu algo diferente e quis saber se aconteceu algo. Eu disse que estava com dor de cabeça, falei ao meu marido que iria tomar um banho para ver se melhorava minha dor de cabeça. Ao entrar no banho, tirei toda roupa, arranquei o absorvente que estava úmido por ter absorvido mais esperma. Durante o banho, lavei bem minha vagina. Depois pequei o absorvente, embrulhei bem em papel higiênico e coloquei entre minhas roupas sujas.
A noite, na cama, meu marido queria saber se eu já estava melhor, e como percebi que ele estava excitado, achei melhor dizer que ainda não. Assim pelo menos evitava ele ver algumas marcas de dente ao redor dos mamilos, nas nádegas, até nas coxas, e se ele fizesse sexo oral, teria perigo de ele sentir gosto de esperma, além de eu estar exausta, pois nunca gozei tantas vezes seguidas.

Eu prometi a mim mesma que aquilo jamais se repetiria, mas como já disse, acho que é como vício de drogas, foi só vê-lo, que me vieram aquelas lembranças tão agradáveis dos momentos que passamos juntos. Na semana seguinte, ele falou queria ir almoçar comigo, para eu dar um jeito de sair 5 minutos antes. Eu gostei disso, pois evitava de algum colega do serviço nos verem juntos. Assim que entrei no carro dele, com os vidros escuros fechados, ele voou para o motel. Chegando lá, ao fechar a porta da suíte, ele já me abraçou e começou a desabotoar minha blusa, e eu a camisa dele. Num instante estávamos totalmente pelados, abraçados beijando. E fomos beijando, sem parar para a cama. Ficamos um tempo nos beijando, abraçados, até que ele foi se virando, até que chegou à minha vagina e eu vi diante de mim, o pênis ereto dele. Fizemos um 69 maravilhoso, gozei gostoso em sua boca. Eu estava bem mais solta, não me continha mais, eu gemia sem tentar conter os gemidos como na primeira vez. Na hora de gozar eu chegava a urrar, me estremecendo como que estivesse tendo um ataque epilético, coisa que não acontecia nem com meu marido. Depois disso ainda saímos mais umas vezes, eu sempre dizia para mim mesma que não haveria próxima vez, mas que se houvesse, seria com camisinha, mas na hora do tesão eu não conseguia dizer não e a gente não se lembrava de colocar camisinha. Para evitar de ficar grávida dele, sempre que eu ia ao motel com ele, a noite, fazia questão de fazer amor com meu marido, dizendo para ele fazer sem camisinha para eu sentir o pênis dele, e dizia que eu tomava anticoncepcional (na verdade não tomava), acho que porque, o perigo de me engravidar de outro macho criava um clima mais forte de tesão.

Até que ele um dia, ele acabou me engravidando, eu sabia que era dele, porque meu marido tinha ido viajar a serviço justo nessa época, e por isso não fazíamos amor há quase uma semana, no meu período fértil, e após ir com ele ao motel, no dia seguinte estava sentindo enjôos pela manhã. Para meu marido não desconfiar, assim que ele retornou, a noite eu mesma o procurei dizendo que não agüentava de desejos devido ausência. Por sorte ele também estava excitado, só que ele queria usar camisinha. Eu falei que não tinha perigo, e fiz com que ele gozasse dentro de mim. Depois de um mês eu sempre ocultando meus enjôos, comecei a dizer a ele sobre enjôos. Ele insinuou que eu poderia estar grávida, eu disse que isso, nem pensar, pois eu tomava anticoncepcional. Ele disse que nem sempre o anticoncepcional é seguro, e logicamente eu concordei com ele, mas para disfarçar, eu disse, “só faltava falhar justo conosco”. Fui ao médico, ele confirmou a gravidez, ao contar meu marido ficou super feliz, o que foi um alivio para mim. Meu marido não me procurou mais, com medo de prejudicar a gravidez, mas meu amigo, fazia questão de me levar ao motel, ver a evolução da minha barriguinha e ver meus seios ficarem maiores, e me possuía, enfiando aquele pênis enorme, e ejaculando lá bem no fundo, no útero. Acho que o bebezinho, viu diversas vezes o pênis do meu amigo, ou melhor o pênis do pai dele, entrar até lá e lançar jatos de esperma. Meu amigo chupava tanto meus seios, que antes mesmo do bebê nascer, já começou a sair leitinho. Ele sabia até o gosto do meu leitinho, e meu marido mesmo, não conhece o gosto do meu leitinho até hoje. Com a gravidez, meus seios que já não eram pequenos, ficaram maiores ainda e o meu amigo, não perdia oportunidade de prender seu pênis entre eles. Ele adorava ficar segurando, chupando por muito tempo, me deixando os bicos doloridos, mas com muito tesão.

Meu marido não sabe de nada até hoje, acha que é o pai do menino, que nasceu com a cara do meu amigo, eu disse que parece mais com o pai dele, e o avô fica todo contente com isso. O médico recomendou evitar sexo por 2 meses após parto. Eu tirei 4 meses de férias. Quando o bebezinho tinha 3 meses, ele telefonou querendo ver o bebezinho e queria se encontrar comigo pois iria tirar folga nessa tarde. Coloquei uma roupa linda no bebezinho, afinal ele iria se encontrar com o verdadeiro pai. Encontrei me com ele, e para minha surpresa, me levou a um famoso hotel, onde ele se registrou. No apartamento, depois de muito brincar com o bebezinho, depois de me ver amamentar, o tesão dele falou mais alto, ele deixou o bebezinho dormindo numa cama de solteiro ao lado. Veio me abraçando e beijando e me despiu toda, segurando e acariciando meus seios que estavam bem maiores, quando ele chupava saia leitinho. Ele ficou também pelado com o enorme pênis ereto. Eu ficava vigiando o bebê pelo espelho, onde refletia nós dois pelados na cama ao lado. Quando eu falei que meu marido ainda não tinha me possuído após o parto, ele dizia, “não acredito, não é possível, como é que você dorme com ele, com esse corpinho, essa bundinha, coxas, essa cinturinha de adolescente, com esses peitões balançando e ele não te come?” Ele falava para o bebezinho que dormia, “veja como é linda sua mamãe peladona e o corno do marido dela não sente tesão por esse corpinho, dá uma olhada nesses peitões, essa bundinha a cinturinha e essas pernas branquinhas”, enquanto ele segurava, apertava e chupava meus seios, fazendo espirrar leitinho, dizia: “você me deixa tomar um pouco do leitinho, no peitão da mamãe, prometo que não vou tomar tudo, você deixa?”, quando ele mergulhava a cabeça entre minhas coxas, dizia: “olha como o papai chupa bem gostoso a bucetinha da mamãe e ela adora”, enquanto me possuía, dizia: “olha o caralho do papai entrando todo na bucetinha da mamãe, essa buceta que o corno do marido dela nem comeu ainda depois que você saiu daí” e ficava enfiando e tirando bem devagar, me matando de prazer e arrancando gemidos da minha garganta. Ele continuava a brincar, dizendo, “que delícia essa bucetinha toda molhada de onde você saiu, olha os pelinhos na buceta da mamãe estão começando a crescer. Quando você saiu por aqui, a bucetinha da mamãe tava toda raspadinha, sem nenhum pelinho”, e enquanto ele colocava seu penis em minha boca, dizia: “olha a mamãe chupando o pauzão do papai, e depois o corno do marido vai chupar o pau do papai por tabela quando beijar a mamãe”, e enquanto me possuía, dizia: “olha o papai fazendo um irmãozinho pra voce”, e me possuía forte, me inundando de esperma dizendo “abre a bucetinha que to gozando, toma porra amor, vou encher sua buceta de porra”. Voltei para casa, com o bebezinho no colo ainda dormindo e com a vagina cheia de esperma, escorrendo pelas coxas.

A pedido do meu amigo, fiz uma loucura nesse dia, fiquei sem trocar a calcinha com ela toda úmida e melada, fiquei sem tomar banho nessa noite, fui dormir com a mesma calcinha com que voltei do hotel, no meu corpo todo, nos meus seios ainda havia saliva ressecada do meu amigo, nas coxas e nádegas, resto de esperma seco. Na hora de dormir, tirei a roupa na frente do meu marido, conforme meu amigo mandou, ficando com os seios cheios de leite livres só com a calcinha cavada tipo tanga, que deixava a mostra minhas nádegas e na frente, os pelinhos que começavam a nascer, meu marido ficou vendo mas não fez nada, me dava medo e tesão ao mesmo tempo saber que minhas coxas e nádegas estavam com esperma ressequidos, que até dava para eu ver. Coloquei uma camisola por cima ficando com a calcinha molhada. Meu marido me viu vestindo a camisola, com os seios soltos e balançando, ainda bem que ele não quis me possuir, meu medo era esse, e o meu amigo queria que meu marido me possuísse assim do jeito que eu saí do hotel, cheirando a ele e com esperma escorrendo.
Me deu tesão a noite toda, só de saber que estava com o corpo cheio de saliva do meu amigo pois ele tinha me dado um banho de língua, e com a vagina cheia de porra. Eu sentia o cheiro dele no meu corpo e abraçada ao corno do meu marido. Nem acreditava, mas ainda fiz o que meu amigo mandou, isso é, passei o dedo na vagina, melecando meus dedos no esperma dele, depois coloquei os dedos na minha boca, lambendo tudo, e logo depois sem engolir a porra, dei um beijo sensual na boca do meu marido. Ele com certeza, deve ter sentido um gosto diferente, só não sabia que era gosto de porra de outro macho.

Minha sorte é que o bebezinho não entende nada, senão iria contar ao meu marido, que a mamãe foi para um apartamento de hotel com um homem estranho, e que ele tirou toda roupa da mamãe, deixando a totalmente pelada e outro homem ficou pelado também, e que ele era muito peludo e ficaram se abraçando, beijando, ele tomando o leitinho dos peitões, prendendo o pauzão entre os peitos e que a mamãe não protestava, só gritou, gemeu e chorou quando o pauzão do homem peludo sumiu dentro da bucetinha da mamãe.

O pai do bebezinho foi o primeiro que me possuiu depois da gravidez, antes do meu marido. Meu marido ainda com medo de me machucar ficou mais um mês sem me procurar, sem saber que outro pau muito maior que o dele, já tinha aberto minha vagina após o parto, socado forte, lançando porra dentro e que ele até tinha provado o gostinho da porra de outro macho que saiu de dentro da vagina da sua esposa.

 

Eu sou a Sônia

Eu sou a Sonia, sou gostosa, boca sexy, clarinha, coxas grossas e bundao  grande , peitinhos empinados, com 1,50 mts e 45 kg, estava noiva do Sergio, moreno, 1,65 mts e 60 kg, não acontecia nada de mais entre nós, alem da passaçao e agarras-agarras, acabei casando virgem.
Alguns anos depois ele pedia e não parava de  insistir para eu usar roupas mais sexy, mais batons, cores berrantes nas unhas, brincos grandes , sandálias altas, vestidos mais curtos e decotes ousados. Com muita briga com os meus princípios e modos, mas por ser meu marido e aconselhado pela minha mãe e pela minha irmâ mais velha, fui aos poucos cedendo. Um certo dia nos iríamos para a praia e ele me fez acompanhá-lo nas compras para meu uso na ocasião;alem dos vestidinhos curtos , sandálias sexy e altas, sainhas, bustiês, me fez comprar dois bikininhos micros, a cortininha não cobria nada e o fio dental sumia no meu bundao, com na frente a bucetinha, agora depilada por ordem dele, sai pra fora. Relutei muito, mas a mãe me aconselhou a tomar cuidado, se não ele iria arrumar uma amante que usaria o que ele queria. Mãe me dizia. Vai : relaxa, desfrute e não fique procurando obstáculos. Achei por bem ficar com o Sergio, pois já tínhamos um nenê e eu queria outro. O nenê ficou com a minha mãe e fomos. No Caminho, bem longo de Goiania a perto de Ubatuba, paramos num motel para dormir e o Sergio já me vestiu de mulher fatal, meio que de safada também e me levou para jantar na cidade de Campinas com uns amigos  dele da faculdade: Marcondes ( 1, 85 m, 80 kg) e Pedro (1,90m , 90 kg) , pois a 10 anos não se viam e tinham morado na mesma republica por 5 anos. Morria de vergonha com os olhares destes e de outros homens para as minha pernas, pro meu decote sem suitians, etc. Eles cheios de elogios para mim e o Sergio sem reagir. Passei a desconfiar de que havia algo diferente, para me suportar e para não reagir ,passei a beber vinho, um copo atrás do outro. Na volta o marido começou a elogiar o pau do Pedro e a falar da quantidade de porrá que o Marcondes ejaculava, não entendi na hora o papo. A noite eu queria dar uma ,pois fiquei exitadissima, ele pulou fora, disse estar cansado e que iríamos viajar na manha. Pela manha me fez por uma bluzinha rosa quase transparente , com um vestidinho branco que com calcinha branca fio dental me deixava a sensação de estar pelada,e todos viram os meus regos. no café quase que me comem com tantos olhares. Falei para ele= e´isto que você quer ? acharem que sou uma puta?, uma vadia ? , Ele disse que eu estava entendendo os desejos dele e que eu estava mais uma vez fazendo ele feliz. Assumi o papel. Na estrada tirei as sandálias, a saia e a blusa, coloquei os pés no painel e pedia para ele ficar bem ao lado da janela dos caminhões para ouvir eles gritarem PUTA, VADIA, ``para ai na frente``.O  Sergio estava de pau duríssimo, quando quis fazer um boquete ele não quis, desconfiei de algo mais errado estava se passando. Coloquei a roupa e fiquei calada o resto da viagem e sofrendo com meu tesao reprimido.
Uma vez na casinha alugada de um pescador, na praia longe da estrada fui logo pra água e areia, meu mini bikini atolado, me fazia pelada . O Sergio iria procurar um barco para alugar no cais, sentei num bar na frente da casa de um pescador, camarão, peixe e como só tinha cerveja ´´quente´, aceitei uma caipirinha, mesmo sabendo que sou fraca para bebidas eu somente tomava vinhos, por volta das 2 hs fui ate as pedras e acabei me masturbando, ai sim totalmente pelada, pois era deserto por La. Assustada com o que fiz ,voltei para a casinha alugada, sendo engolida pelo olhares dos pescadores puxando uma rede, Sergio não havia me informado onde ficava a chave, fui no vizinho que nos alugou e este me informou que o Sergio estava numa outra casinha com 2 amigos que haviam chegado também e La chegando fui entrando e me deparo com o Sergio de 4 com o Pedro enrrabando o cu dele, enquanto mamava a picona do Mendonça. Sai correndo, com eles atraz pedindo para me explicar, me alcançaram quase na água . ai fiquei sabendo que o Sergio foi  a bonequinha da `republica da faculdade` e que era homem mas gostava de se vestir de mulher, de dar e chupar machões. Imaginem a minha cara.Susto terrível. Alem de zonza da caipirinha, minha cabeça não parava de rodar, com vagar fui para a nossa casinha com o Pedro me acompanhando , com a calma de um psicólogo fez com que eu me controlasse e levou um papo muito bom, me serviu um vinho e foi me conquistando a confiança. Eu já estava rindo atoa da situação quando pegou na minha mão   e beijou, gostei da elegância dele, passou a acariciar meu braço, o que me arrepiou, passou a mão  na minha nuca e tremi, me beijou o rosto e gostei, Pedro e´um galanteador e romântico, alem de ser carinhoso e calmo.  Quando dei por mim já estava beijando na boca. Com maestria soltou a parte de cima do bikini, elogiou os peitinhos com bicos rosados e beijava e mamava e mordiscava, eu já subia na parade, quando suas mãos foram ao meu joelho e acariciando sem pressa foi ate a coxa e daí ate a bucetinha foi um pulo. Tirou a parte de baixo, que já não escondia muito e me vi pela primeira vez como mulher nua na frente de um segundo homem, pois ate a minha medica tinha que ser discreta . Me beijando a barriga, as coxas e me passando a mão  pelo corpo chegou no grelo, que estava super duro (o meu tem 3 cm), mamou, mordeu ,chupou ate eu ter um orgasmo.Tirou do shorts, um tremendo pau de tamanho muito maior do que do Sergio (imagino o dobro), muito grosso e já babando. Não necessitei de convite e já fui na gula enfiando ate a garganta, ai constatei de que o do Sergio tem 11 cm e o dele 20 cm, de bitola então a diferença era imensa. Ele gozou rápido e acabou na minha garganta , boca, coisa que eu não fiz com o Sergio, sempre eu tirava antes. Engoli tudo e gostei do gosto e cheiro. Pedro me Poe na curva da cama de bruços e enfia a língua no meu cu, incrível sensação, nunca tinha feito isto. Quando  ele disse que me amou e estava apaixonado  e que iria comer meu cuzinho virgem eu aceitei. Passou manteiga no pau e na minha bunda toda, enfiou um dedo, depois dois, depois 4 e doía, eu gemia e deixava, com retiradas e novas entradas meu cuzinho virava cuzao, colocou a cabeça na portinha e enterrou, dei um grito e chorei muito, ele ficou parado esperando a dor passar, depois com movimentos iniciais lentos foi aumentando, agarrou meu grelo e apertou ate eu gritar e gozou gostoso , eu finalmente sentia um leite quente nas minha entranhas. Tirou de vagar aquele pauzao do meu agora cuzao e mordiscava minha nuca. Descansamos um tempo e Pedro passa a elogiar meu corpo, meu rosto, etc. fui ficando exitada e mamando naquela picona que crescia ate eu me por a calvagar tal qual uma louca , terminei por ter uns orgasmos seguidos, algo que não tinha acontecido comigo, Ficamos deitados agarradinhos. Após um banho , saímos pela Vila , nos de mãos dadas. Paramos num boteco, que ele já conhecia e encontramos o Sergio e o Mendonça namorando. Aceitei a condição e após os comes e bebes voltamos pela areia, ate perto das pedras, quando resolvem que eu e o Sergio deveríamos trocar as roupas entre nós. Vi que meu marido era mesmo um viadinho, rebolava e falava tal e qual um travesti, eu ria e ria. Ao chegar na casinha deles, passei a chupar o Pau do Mendonça e o Sergio o do Pedro, meu marido de pau duro disse que queria meu cu, mas na hora já lhe disse que jamais ele teria isto e sentei na pica do Mendonça, cavalgando, ate que o Pedro resolve enterrar na buceta o cacetao gostoso, uoau. Huau, vem o Sergio e enfia na minha boca aquele pintinho, foi uma tripla penetração.
Todos gozaram dentro da Soninha, menos o Sergio que não tem este direito .Hoje já tenho mais filhos, com o Sergio  namorando com os dois e os dois me levando ao paraíso de tanto eu gozar.Continuo me vestindo e saíndo por Goiania como uma puta e vadia para agradar o marido e tenho traído os três com outros amigos na escondida.
Minha mãe e minha irmã sabem das coisas.

 

serpvalerio@bol.com.br

Esposa partilhada após 12 anos de casamento

Minha esposa, muito gostosinha, gordinha e baixinha, bunda grande, seios perfeitos, clarinha, coxas roliças, uma bocona sensual.
Tínhamos uma vida sexual pra dar inveja a qualquer casal, no entanto eu sempre tive vontade, tara mesmo, de ver minha esposa sendo arregaçada por outro homem e fui aos poucos! Pedia para ela chamar-me com nomes de outros homens e foi aí que percebi que ela começou a ter orgasmos mais intensos e querer foder cada vez mais, Passamos a usar um lindo consolo, com dupla penetração e a fazia chamar o outro pelo nome de amigos nossos. Eu a tratava como uma princesa, Levava nos melhores cabeleireiros, massagistas, personal- training. Comprava sempre as roupas mais sexy, curtas, transparentes, bons perfumes, jóias, etc. Sempre passeava nos bares e festinhas, mostrava aos amigos, aos clientes da fábrica, etc. Aos poucos ela foi aceitando a idéia, apesar do medo. Quando então a levei para a praia, num biquíni micro, sua bunda toda à mostra, sua xana depilada quase pula pra fora, um mini bustiê de renda e curtininha. Parou a praia! Não a deixei usar a canga e a fiz ir pela rua até o barzinho assim mesmo. FOI UM DELIRIO TOTAL! Ela já tinha tomado o vinho que tanto gosta, PARA TER CORAGEM!

A Convidei para irmos ao motel, saímos quase correndo. No caminho , mesmo dirigindo tirei com a mão direita o seu sutiã, deixando seus peitos à mostra. Ela ria muito! Depois, no motel o recepcionista levou um susto e eu também! Sem eu perceber, ela tinha tirado a parte de baixo. Quando entramos no apto, ela era outra mulher! Telefonei para a portaria e encomendei tudo que queria. Em minutos chegaram as bebidas e o garoto de programa que eu havia escolhido um dia antes pela sua grande altura, porte físico e pau bem grande. Ela se assustou. Com carinho, passei a chupar seu grelo. Ela grita, geme etc. O rapaz a agarra por traz e começa a passar a mão nos peitos e a chupar seu pescoço. Saí de perto e fui fotografar tudo. Ela enfiou a pica do rapaz na garganta e ele mordia seu grelo. Quando já estava bem na hora, ele a colocou de quatro e enfiou-lhe até o saco! Ela só pedia mais e mais. Ele deitou na cama de costas e ela iniciou uma cavalgada maluca. Pulou muito e gozou como eu nunca tinha visto antes. Quando ele foi gozar ela tirou a xana fora e chupou ate o gozo total estar na sua boca. Engoliu tudo, coisa que nunca fez comigo. Dormiu uns minutos e voltou à LUTA. Depois de uns minutos o cara já estava duro de novo! Ela passou gel lubrificante no rabo e sentou naquilo. Gritava de dor, mas queria mais e mais, ficou arrombada.Sacanagem pois nunca me deixou meter no cu dela. Ele foi embora e ela me deixou fazer a faxina geral com a minha língua. A partir desta data. Não foi mais necessário usar garoto de programa, era só sair oferecendo. Sempre que o COMEDOR do dia quisesse, eu a levava até ele. Ajudava a servir o vinho, tirava a roupa dela e ficava do lado só assistindo. Ajudava a passar o lubrificante no rabinho e ajudava o COMEDOR, abrindo os buracos. Abria bem as pernas dela, ate ao máximo e ficava segurando para o COMEDOR enfiar tudo. Às vezes eram duas por dia, às vezes com dois ao mesmo tempo. Eu ali, quieto, só olhando e cuidando dela. Hoje ela já viaja com os mais conhecidos, uns sempre levam ela nas pescarias no Araguaia por uma semana ou mais, onde ela se entrega nestes dias para 4 ou 5 homens e eu fico no trabalho cuidando da casa e dos filhos. Nesta ultima os ´´PESCADORES´´no ultimo dia deram ela de presente aos dois barqueiros que moram por lá e não vem mulher por 12 meses ou mais, ela conta que os ´peões´´ ficaram malucos e passaram o dia encima dela, com cada um gozando 4 ou mais vezes durante as  24 hs. bebeu  tanta porra que ate se engasgou e tiveram que esperar na troca de avião em Brasilia por 12 hs ate ela se restabelecer no hotel por estar toda arrombada que não dava pra sentar. Chegou em casa muito feliz, alegre e faz o nosso casamento cada dia melhor.

 

serpvalerio@bol.com.br

Fiz minha esposa virar puta

Estimulada pelo marido, comecei desde o reveion  a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais. Tenho 1,53 m, peso 48 k, sou clarinha de olhos verdes. Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, comecei a me exibir, olhar para os homens,  tudo isso com incentivo do candidato a corno, Comecei a ousar cada vez mais. Exibia minhas pernas com coxas grossas,  deixava os seios sem  sutiã parcialmente a mostra, andava lentamente requebrando os quadris, empinando minha bundona , fazia questão de chamar a atenção, de ser desejada pelos machos.Passei a usar maquiagem mais sexy,na minha boca sexy,  ainda gargantilha, pulseiras, brincos enormes, tornozeleira, tudo que me deixasse mais desejada, que atraísse olhares gulosos.
Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de mini-saia e sandálias  passaram a fazer  parte da minha rotina.Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o Sergio meu marido, envolvido nessa excitação, passou a comprar mais jóias e bikinis ousados para mim, procurando saias e blusas em lojas, assim como sandálias de salto muito alto e acessórios, que me deixavam com visual mais destacado, e ele gozava ao me ver vestida assim,
Veio a proposta do marido :  eu receberia pagamento, como uma puta.isto me excitou  e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, me entregando ao prazer.ele ficava exitado e gozava.
Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós.Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo.Eu, sentada, bebendo o meu vinho favorito, de pernas cruzadas, mostrando minhas pernas, balançando o pezinho e o Sergio  do lado, eu era encarada por um mulato cara de safado de uns 1,95 m, muito forte que não se intimidava com a presença de meu marido. Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando e eu excitada falei ao meu marido que ia ao toalete.
Levantei e  passei pelo cara e fui ao toalete.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que eu era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o cafetão sobre isso.
A ousadia do cara e seu jeito de mandão, cafajeste, me excitou ainda mais.
Sentei na mesa, visivelmente alterada e comentei com o Sergio que um cara queria dançar comigo e perguntei o que ele achava, com um sorriso no rosto.Ele falou que era eu quem decidia e que aparecia a oportunidade que ele buscava , que eu seria bem paga por isso.
Me senti uma puta ali na mesa e excitada, tomei dois copos de vinho, olhei para o mulato, sorrindo e fui para a pista de dança.
O cara sorriu e foi em minha direção me pegando pela cintura e me pondo para dançar agarrada a ele.Me apertava, e falava no meu ouvido que eu era uma gostosa, pegou na minha bunda, apalpou, me deixava com tesão.
Depois de uns 20 minutos me soltou e falou que iria dançar comigo dali a meia hora, e que eu deveria tirar a calcinha e devia ver como o cafetão estava gostando de ver a putinha nova do pedaço  com um macho.Voltei para a mesa toda amassada, inquieta com isso tudo, que fazia me sentir uma vadia, ali na frente do meu marido.
Ele me olhou com cara de felicidade, dizendo estar feliz com meu comportamento.Era o sinal de ir em frente. Tinha me oferecido mas só transado com conhecidos EM FANTASIAS `´. Este vai ser outra historia na minha vida``-respondeu `´ pode ir, se diverte que eu te apoio``.
Informei que iria tirar a calcinha no banheiro, Ele deve ter gozado de me ouvir falando como puta.....ainda disse que me esperava toma grana aqui e vai tirar a  calcinha....ele abriu a carteira, tirou R$ 500,00 e me
entregou, dizendo:agora você é puta. Pus a grana na bolsa, fui ao banheiro e em minutos  quando saí, o mulato me esperava na porta.Foi falando, me entrega a calcinha,que eu sou colecionador,  guardou no bolso , mandou deixar a bolsa na mesa e ir para a pista.
Me pegou, dançando e me amassando e depois de algumas músicas disse que me queria em outro lugar, de quatro, recebendo um pinto que eu merecia.Senti que o cara estava de pau duro e que monstro de pau se esfregava na minha perna para eu sentir e eu me soltava cada vez mais.Ele me arrastou para um canto escuro na varanda e me apalpava, meteu a mão por baixo da saia e começou a me tocar na buceta. dedilhou mais forte minha xana até eu gozar na sua mão.Ele falava que eu era uma vadia, piranha, puta,cachorra, putinha, galinha, biscate, e me deixava mais excitada.Disse que iria me comer e muito e que eu iria adorar, assim como o cafetão... puta e que eu seria a vaca devassa dele.
Depois de um gozo na cueca , o mulato disse que se juntaria a nós em minutos...;fui para a mesa , me sentindo uma vadia , contei pro Sergio o que tinha acontecido e ele adorou, quase gozou nas cuecas tambem.
O cara chama-se  Marcelo, sentou na mesa com uma garrafa de Vodka gelada e ofereceu ao Sergio, viu que eu tomava vinho e completou o meu copo, Virando-se para o Sergio perguntou= Quanto  $ e´uma noite com sua garota? Quero um programa completo, O Sergio de brincadeira falou que ia fazer R$ 600,00 porque eu era a esposa dele, o Marcelo riu do susto , pagou e nos levou pro estacionamento, falou pro Sergio ir atrás e esperar na garagem.
 No caminho enfiou a mao no meio das minhas pernas e apertou o meu grelao sem dó , gemi , gritei e adorei .Tirou o pau pra fora e mandou eu chupar, que maravilha, 24 cm e 6,5, já todo ensopado, mamei gostoso , mas ele não quis gozar. Entramos no edifício e deixamos o Sergio no carro esperando.
Ao fechar a porta do AP. tirou a roupa, foi pra poltrona e me fez chupar ate me encher ate a garganta com muita porra, Armou uma câmera de vídeo e passou a me filmar, elogiando cada pedaçinho do meu corpo, falando coisas obscenas, eu me contorcia de tesão e bebia mais vinho, tirava peça por peça bem devagar quando entra na sala outro cara, que susto ate ele me avisar que era primo dele que morava ali também e que não havia risco. O Marcelo começou por me chupar o grelo e com os dedos ia alargando o meu cu , Marcio atacou um seio e apertava muito o outro bico, se alterando e me levaram  ao orgasmo, Marcelo foi reposicionar a câmera quando Marcio me deu um pau quase igual ao do primo para eu mamar, era uma deliciosa obra de arte, com meu rabao pra cima levei, fui arrobada pelo Marcelo que alem de me alargar minha xana bateu La no fundo e com estocadas fortes e ritmadas gozou dentro, o outro se deita no sofá com aquele mastro armado e me chama pra cavalgar, mesmo com a minha xana babando de porra,não me fiz de rogada , gozei gostoso, mas num passe de mágica eles estavam me ajudando a enterrar com muito Ky o cu no pauzao do Marcelo, chorei, gemi mas aos poucos com muito carinho foi entrando e arrombado ate a ultima prega. Ele gozou com muitos gemidos, me chamando de vagabunda e puta safada. Juro que desmaiei no orgasmo.Quando já estou levantando para um banho, vem a proposta de me darem mais $ 500,00 se eu permitisse a dupla penetração e por eu ter aceito o primo sem reclamar. Não me fiz de rogada e fui com muito cuidado e carinho levando o Marcio no cu, quando estava todo dentro o Marcelo veio por baixo e enfiou no bucetao já bastante largo. UFA que dor incrível de gostosa, com movimentos iniciais leves foram aumentando o socar ate que eu gozei como nunca na vida, em pouco mais tempo foi o Marcelo e por fim o Marcio que me lotou de porra. Dormi uns minutos e eles do lado só filmando, tive que limpar a pica dos dois engolindo o que restava.
Fui ao banheiro, mas decidi não tomar banho,so me vesti. Ganhei mais $ 600,00 e o Marcelo me levou ate a garagem para abrir o portão. Me passou um envelope com o $ e a copia do filme para se eu quizesse mostraria ao Sergio.Foi o inicio de uma nova vida de uma nova puta .Sonia.

serpvalerio@bol.com.br

Elzinha no sitio

Um fim de semana legal.
Um amigo Grassiano nos convidou para um churrasco em seu sitio.
Na verdade trabalhamos juntos já há anos. Fomos padrinhos de casamento um para o outro.
A esposa dele Bárbara é uma mulher bem linda. Também é jovem como Elzinha e se dão muito bem. Ele não tem filhos, nós temos dois meninos.
As duas vivem se encontrando para ir ao shopping para comer algo ou ir ao cinema.
Estão sempre de papos, assim de pé de ouvido, riem demais.
O sitio é bonito e tem uma linda piscina.
Lá chegando, todo o pessoal ia tirando ou trocando de roupa por um calção ou biquíni.
O dia estava ensolarado e quente. Alguns mergulhavam, outros jogavam vôlei ou ainda futebol.
Um tio de Grassiano que era produtor de abacaxi era o churrasqueiro.
Com o tempo o pessoal deixou as atividades esportivas e passou a atacar o churrasco. Tinha tudo o que se quer de bom. E cerveja, muita cerveja super gelada. Assim, o papo foi rolando o churrasco também e a cerveja idem. Horas depois percebi que grande parte do pessoal já tinha ido embora. Eu tinha bebido um bocado e estava com sono.
Chamei Elzinha e perguntei se ela gostaria de tirar uma soneca. Ela também tinha bebido um bocado. Concordou comigo e fomos para dentro da casa, agora fresquinha.
Procuramos um quarto com duas camas de solteiro. Deitamos juntos. Eu tentei transar com ela, mas fui empurrado de lado, pois ela dizia estar morta de sono. Assim, passei para a outra cama.
Não sei quanto tempo depois despertei de meu sono com murmúrios que vinham da cama de Elzinha.
Eu ainda estava zonzo e meio dormindo. Apenas abri os olhos e vi algo fascinante acontecendo.
Elzinha estava sentada sobre os quadris do Grassiano e se mexi loucamente. Ao mesmo tempo mantinha uma das mãos sobre a boca dele. Mesmo falando baixinho eu podia ouvir:
Não se mexe muito, não faz barulho para ele (eu) não acordar... Fica quietinho, deixa eu te comer meu safado gostoso. Fechei meus olhos e senti uns horrendos ciúmes. Uma vontade louca de gritar, espernear, matar os dois.
E ao mesmo tempo senti um tesão maior que tudo o que já havia sentido na vida. Eu sempre soube, até falávamos muito sobre isso. Ela sempre fazia seus programas e me contava os detalhes. Tudiho mesmo. Cada gesto, palavra, onde, como e quando. Quanto, de que maneira e por ai ia. Ela adorava ser comida, podia ser em um carro, elevador, em motel, na praia e isso com gente por perto. Quando voltava do trabalho, com seu carro dava carona para alguém a comer. De ônibus sempre ficava na traseira, para poder chupar um pau gostoso ou também poder dar uma rapidinha. Em todas as viagens de ônibus que fez, sozinha ou em grupos, sempre estava sendo comida por alguém. Eu adorava ouvi-la contando os detalhes dessas fódas todas.

Percebi que eles dois estavam gozando juntos. Pela respiração ofegante dele e os gemidinhos dela. Ela continuava por cima dele, imóvel.
Algum tempo depois, ela se levantou e colocou-se de quatro com o peito apoiado na cama.
Ela estava do outro lada da cama, assim de frente para mim.
Ele se ajoelhou atrás dela, e percebi pelo movimento e por um gemido que ele estava comendo seu ânus. Ela gemia baixinho e rangia os dentes. E eu podia ouvir ele dizendo que ela era uma cadela vagabunda e que ele queria encher o cú dela de porra. Mais movimento e um gemido.
Enfia mais viado gostoso, me arromba toda seu puto...
... põe mais fundo, quero mais, mais, me arrebenta seu corno safado...
Eu podia ouvir o movimento de entra e sai do pau dele no cú dela.
Pelo resto de luz que vinha da janela, percebia como ela estava com os olhos brilhantes e o rosto coberto de suor. Uma indescritível feição de tesão.

Eu já nem sabia mais o que fazer. Ficar ali fingindo de morto. Ou dizer algo, ou ainda bater uma punheta mais louca. Meu tesão e raiva eram incríveis.
Devo dizer que era um marido honesto. Eu era louca e totalmente apaixonado por ela. Já contei antes, casei com ela por saber que era uma putinha, ou galinha. Sempre gostei de putas. Meu sonho era casar e viver a vida todo com uma.
E desde o começo de nossa relação, sempre a incentivei em suas saídas e casos.
Tanto que era eu que comprava suas roupas, as mais safadas e ousadas. Seus biquínis e especialmente sua lingerie.
Meu tesão era sair com ela mostrando como era gostosa e safada. Pois ela sempre flertando com alguém. Com sua, dela, próxima vitima. Isso acontecia onde íamos, barzinhos de praia, restaurantes, no shopping, na praia. Ora em qualquer lugar. Ela sempre usou minissaias, assim também costuma sair sem calcinha para ficar se mostrando nos lugares que estávamos.
Lembro de rapazes ou homens que quase perdiam os olhos, de tão esbugalhados.
E o a pior malvadeza, sutilmente ela ficava se masturbando com as pernas bem abertas por baixo da mesa. E ria, ria demais do que estava fazendo. Eu por minha parte enlouquecia de tesão.

Passados mais alguns instantes notei que ambos se levantaram e foram para fora do quarto.
Graças sejam dadas. Já não agüentava mais. Estava com o pau duro e comecei a me masturbar, devagarzinho, lembrando dos sons e as imagens que tinha percebido ali a meu lado. Gozei como louco. Senti o orgasmo em cada célula de meu corpo. Gozei varias vezes.
A delicia das delicias.

Quando também fui para o jardim, notei que bem poucas pessoas, ainda estava por ali.
Com a cara cansada de tanto comer e beber.
Encontrei Elzinha deitada em uma esteira. Como que dormindo.
Me aproximei beijando sua face e perguntei:
-- Vamos para casa?
Ela respondeu: E o Grassiano? Temos que nos despedir dele, agradecer pelo churrasco.
Eu lhe disse que Grassiano tinha ido dormir. Assim me disse Bárbara.
Elzinha levantou-se vestindo a blusinha negra de gaze transparente e seu micro short que deixava sua bunda ainda mais arrebitada e com as polpas a mostra.

Chegando em casa, fomos direto para nossa enorme cama e ele se agarrou a mim e com uma voz que só ela tinha em hora de tesão disse:

Como você foi um amor e bonzinho como sempre. Tenho um presentinho para você.
Colocou em minha mão, sua calcinha negra. Toda molhada e melada de porra.
E continuou: --- Você não vai saber quem foi, nem onde foi. Mas foi uma delicia. Comi e fui comida divinamente. Poe tua mão aqui nas minhas coxas. Ta sentindo. Esta escorrendo quentinha ainda. Só para você meu amor.

Ato continuo sentou-se em minha cara e começou a esfregar sua maravilhosa bucetinha em minha boca, dizendo:
Bebe amor, bebe até a ultima gotinha. Tudinho só para você.
Se você gostou me escreva que conto mais: Biscate69@aol.com

 

Elzinha com raiva

É uma coisa muito chata mesmo.
Eu e Fernando somos casados já há alguns anos.
Temos dois filhos, 9 e 11 anos de idade.
Fernando trabalha como consultor em uma empresa internacional.
Eu decidi cuidar dos filhos e da casa. Ambos vão à escola, assim ajudo nos deveres.
Claro, também cuido. E muito bem do Fernando.
Casamos-nos depois de um longo caso amoroso. Trabalhei na mesma empresa. Ambos morríamos de tesão um pelo outro. Assim, era comum fugirmos do trabalho e ir para um hotel onde passávamos tardes sem fim.
Eu havia saído de um casamento anterior, assim tipo café-com-leite.
Nossa vida era calma e gostosa. Nos fins de semana íamos a praia ou então velejar. Alias, coisa que eu não gostava muito.
Como sempre ocorre, com o passar do tempo, o tesão entre nós dois de alguma forma diminuiu. Bem, o dele. Minha continuava a toda. Nunca fui fiel, assim vez ou outra tinha algumas aventuras rápidas e em lugares os mais loucos. Sempre gostei de jovens. Assim, estava sempre de olho no primeiro que tivesse algo a oferecer.

Em uma tarde de sexta-feira, levei os meninos a casa de uma amigo onde iriam ficar pelo fim de semana. Fernando e eu iríamos a uma festa em desses clubes finos e cheios de gentes lindas. Passei o resto da tarde me preparando fiz o cabelo e escolhi um vestido bem lindo. Um tubinho branco acetinado, com um grande decote nas costas.

Quando Fernando chegou, não estava de bom humor. Tanto que quando o beijei, ele não correspondeu. Achei raro, e não gostei nada. Mas, sempre tem uma mas.
Como toda boa esposa, falei que ele devia banhar-se e aprontar-se para irmos a tal festa.
Novamente mal humor, e também rispidez. Porem, acabou indo banhar-se.
Quando fui ao quarto, ele estava praticamente pronto.
Eu me servi de um frasco de meu perfume preferido, Poison.
Nisso ele diz para mim: O que! Esse perfume de piranha, esse vestido de piranha.
Fiquei inicialmente sem saber o que dizer. Ele me havia dado o perfume, e dizia que amava meu vestido.
Como sempre fazia, Fernando foi para o banho, largando suas roupas pelo corredor.
Eu como sempre as recolhia e guardava o que era para ser guardado e colocava o restante na cesta de roupas para lavar. Foi quando vi que havia uma grande mancha de batom em um dos ombros de sua camisa. Minha reação inicial foi de ódio mortal. Porem decidi não dizer nada. Não agora.
Mas, já na entrada da festa é que me dei conta que ele devia ter aprontado algo e por isso estava me ignorando. Alem de ser ríspido.
Entramos, cumprimentamos e achamos um grande numero de amigos e conhecidos. Gente do trabalho dele e algumas amigas minhas. Pelo visto a festa iria varar a noite toda.
Encontrei Ângela, minha amiga e esposa de Walter um colega de Fernando. Ela estava mal humorada e raivosa. Perguntei o motivo e ela me disse: Descobri que o Walter andou aprontando hoje de tarde.
Menina! Disse eu: você não vai acreditar, o mesmo aconteceu comigo.
Fala daqui, conta de lá, ficamos as duas em uma conversa bem acida sobre nossos “esposos”.
Foi então que Ângela disse. Sabe eu não vou deixar isso assim não. Você bem saber eu sou filha de árabes, assim: dente por dente...
E me perguntou: Você vem comigo?
Ir ode, fazer o que? Qual é tua idéia?
Deixa comigo, disse-me ela. Agarrou minha mão e fomos ambas saindo para o estacionamento do clube.

Depois de coisa de 15 minutos de carro, chegamos em um barzinho. Perto da praia.
Um ponto de reunião de jovens. Meninas e meninos. Mas, cada menino.
Estacionado o carro, fomos para o tal barzinho e da forma como estávamos vestidas, éramos a atração dos meninos. E assim logo, passaram a dirigir olhares e também a enviar torpedos por um dos garçons. Um dos torpedos vinha de um garoto alto e forte, de olhos azuis. Que ambas já estávamos de olhos. No torpedo estava escrito: Para as duas rainhas, somos os súditos que trarão o amor infinito. Ângela fez um gesto convidando o jovem a aproximar-se.
Carlos seu nome. Lindo, lindo, lindo. Tão jovem.
Sem perder tempo ele foi dizendo que poderia nos proporcionar algo que jamais iríamos esquecer. E se estávamos a fim? Ambas acenamos dizendo que sim. Sem saber o que seria.
Fomos para a calcada e lá havia um grupo de jovens amigos de Carlos. Se apresentaram e perguntaram se topávamos ir até o fim de umas das praias para conversar e beber algo.
Concordamos e fomos buscar nosso carro, conosco vieram três dos jovens. Os demais estavam em outro carro. No total eram nove os jovens.
Chegamos ao fim da praia, carros estacionados mostravam que o interesse geral era o namoro.
Descemos e os jovens deixaram musica invadir o silencio da noite. Alguns tinham algumas garrafas a mão e iam bebendo e passando ao próximo. Vodca e Conhaque. Nos duas também bebemos. Assim começamos a dançar lá na areia. A noite estava quente e convidativa.
Sem grandes pudores Carlos, tirou as calcas e estava nu. Rindo e abraçando nós duas disse: Venham, vamos nadar.
Ambas não pensamos duas vezes, o álcool já fazia efeito. Tiramos nosso vestidos e de biquíni, cinta-liga e sutiã fomos as carreiras para dentro do mar. Junto os jovens, fazendo grande algazarra. Mergulhamos e nos deliciamos com a água quase morna.
Voltamos para junto dos carros e quando perguntamos sobre uma toalha para nos secar. Carlos disse: Nossas rainhas, agora vão servir a vossos escravos. E assim, estávamos de súbito, ambas, deitadas na areia com mil mãos a nos acariciar. Delicada e gentilmente acarinhadas. Claro que isso não poderia ficar por ai. Carlos passou a me beijar, e eu senti seu corpo sobre o meu. Ângela estava por sua vez com dois dos garotos como se fosse um recheio de sanduíche. Sim, eles faziam um sanduíche dela. O que foi logo acontecendo comigo.
Carlos agora estava deitado de costas, eu sobre ele e um outro rapaz sobre mim. Nisso percebi que era penetrada por ambos. Um na frente o outro atrás. Senti um prazer incrível. Estava toda arrepiada e já estava gozando. Nisso um outro rapaz ficou de cócoras a minha frente, e enfiou o membro dele com força em minha boca. Não me fiz de rogada. Me mexia para os dois que me penetravam e chupava o outro com o maior tesão.
Assim, percebi quase a meu lado Ângela que gemia e estava na mesma situação.
Como se sob comando os três que estava me usando, gozaram quase juntos. Dando gritos de prazer. O mesmo fiz eu. Logo a seguir foi Ângela quem gozou gritando muito mesmo.
Não sei quem, mas percebi que era novamente duplamente penetrada e tinha um grande pau em minha boca. Meu prazer, o meu tesão foi aumentando de forma incrível, eu gania e rebolava sentindo o tesão daqueles jovens. Fundo, muito fundo dentro de mim. Em minha boca, em meu coração. Novamente eles gozaram. E eu mais ainda.
Dessa forma o tempo passou, coisa de duas horas. Cada uma de nós foi devorada por cada um dos rapazes. Na frente, atrás e na boca. Eu sentia que tinha esperma escorrendo pelas minhas coxas. Nos duas nos vestimos e demos um jeito em nossos cabelos. Assim, na praia e nos escuro. Fomos de volta para o clube, no caminho deixamos os jovens com nossos telefones.

Tanto Fernando como Walter estavam na porta clube a nossa procura.
Onde vocês estavam? Grande era nossa preocupação com vocês duas.
Vossos cabelos estão molhados. O que aconteceu?
Ângela e eu quase em uníssono dissemos: Foi a chuva.
Demos um pulo lá na zona dos barzinhos, e pegamos. Digo fomos pegas pela maior chuva.
Ambas estamos molhadinhas. Totalmente.
Vocês nem podem imaginar.

Nessa noite Fernando quando já estávamos em casa, queria por que queria fazer sexo comigo.
O que recusei. Eu dizia estar cansada em tinha que dormir.
Ele não gostou de minha atitude. Porem, desistiu.
Nisso colocou sua mão entre minhas coxas e disse: Meu amor, mas que chuvarada, você esta toda molhada até aqui nas tuas coxas...

Se gostou escreva para: biscate69@aol.com

 

Minha puta Elzinha

Sempre gostei de putas.
Desde de bem jovem sempre busquei e aprendi com elas.
Tanto assim, que passei a sonhar, bem acordado, em casar com uma puta.
Acabei casando com algumas. Mas, sempre tem um mas. Nem todas eram como eu desejava ou havia sonhado.
Me separei, casei e separei.
Até o dia em que encontrei Elzinha.
Morena, baixinha, magra e de peitinhos duros e lindos.
E a bunda de tomate mais linda que vi em minha vida.
Trabalhávamos em uma mesma firma. Ela psicóloga e eu um dos chefes.
Todos comentavam que ela era uma biscate, uma putinha da pior espécie.
Que corneava o marido, com qualquer um.
Isso me encheu de tesão e vontade de a conhecer melhor.
Passei a perguntar e pesquisar e de fato obtive a confirmação que ela era mesmo da pá virada.
Assim, comecei a freqüentar suas atividades do teatro amador.
E assim nos aproximamos e começamos a nos conhecer.
Coisa de dois meses depois, eu havia me separado novamente e perdido minha mãe.
Elzinha veio um dia ao meu escritório para me dar pêsames e me consolar.
Ao sair, se aproximou de mim e me beijou. Não um beijinho, senão um beijo de língua que me fez ficar louco de tesão.
Tranquei a porta do escritório, plenas 14:30 de um dia de trabalho.
Agarrei sua cabeça e beijei-a loucamente.
Enquanto isso, ela abriu o zíper de minhas calças e se ajoelhou a minha frente, passando a me chupar.
Ela o fazia de forma maravilhosa, literalmente engolia meu pau e o mordiscava me dando mais e mais tesão. Assim, gozei como louco. Ela não perdeu uma gotinha de minha porra.
Conclusão, coisa de três meses mais tarde nos casamos. Um escândalo na firma. Uma parte comentando sobre o novo corno. A outra com inveja por eu ter aquela mulher linda, louca e maravilhosa só para mim.
Fodiamos de manha, na hora do almoço e de noite.
No escritório dela, no meu. No carro, na praia, quando andávamos de ônibus interestaduais. Em elevadores que parávamos entre dois andares. Fodiamos o tempo todo, que tivéssemos um instante a disposição.
Um domingo na praia, ela acabou por me contar todas, quase, suas historias de amores loucos.
Isso me encheu de tesão e um louco desejo.
Pedi a ela para sair mais tarde. Ir com nosso carro a praia e encontrar alguém para ela comer e ser comida. Sorrindo ela aceitou meu pedido. Colocou uma micro saia, uma blusinha de seda branca e o melhor para mim. Completa lingerie negra. Calcinha, o sutiã e cinta liga. As meias também fininhas e negras.
Depois de duas horas ela voltou para casa. Chorando muito. Perguntei o por que e depois de muito esperar ele me contou que tinha fodido demais, com um rapaz lindo e que ele havia gozado em sua boca e na bunda alem de duas vezes na buceta. Mas, o que ela queria era que eu estivesse lá, junto com eles. Louco de tesão e de ciúmes comecei a enfiar meus dedos em sua buceta e senti-la toda molhada e melada. Suas calcinhas estavam úmidas e suas coxas também. Ela gemia e dizia que queria mais porra.
Assim, fodemos, por horas. Um calor danado, suamos o que podíamos. Gozamos e gritamos tanto que acordamos os vizinhos. Alguns meses depois percebemos que o zelador ficava sob nossa janela, 1° andar, e se masturbava loucamente nos escutando...

Eu trabalhava muito e ela tinha muitas folgas devido ao trabalho na cidade.
Algo que me deixava louco de tesão e ciúmes era imagina-la fazendo de suas artes com alguém. Na praia, em casa, no carro. Ora em qualquer lugar.
Tesão e ciúmes que se abrandavam quando eu chegava em casa e ela sorria me dizendo: tem um presente para você.
O presente era ela me contar o que havia feito, nos mínimos detalhes. Não me deixava tocar nela. E depois levava minha mão para o meio de suas coxas quentes, onde eu podia sentir aquela umidade que me enlouquecia. Ela toda era um mar de porra. E isso me deixava louco de mais tesão ainda e fodiamos como loucos.
O que ela mais gostava de fazer era mentir para mim.
Sempre mentia que não tinha feito nada. Como eu podia pensar isso. Que ela não tinha tempo nem tesão. Que todo seu, dela, tesão era por mim.
Ato continuo quando eu fazia cara de pidão e desolado por não haver presente. Ela ria, aquele sorriso perolado e safado e me puxava para o quarto onde metia minha mão no meio de suas coxas. Depois arrancava suas calcinhas, sempre negras, e esfregava em minha cara.
E assim começava tudo de novo.
Elzinha foi de fato a mais perfeita e maravilhosa pauta que tive em minha vida.
Ela fodeu com todos meus amigos e conhecidos e claro desconhecidos também.
Com o tempo descobri que o que ela gostava mesmo era de jovens. Bem jovens mesmo.
Assim, ela passou a colecionar amantes jovens e bem feitos.
A maior parte ela me apresentou como seus amigos. E eu como tio dela.
Se você gostou conto mais mail: biscate69@aol.com

 

Um plano para ser corno

Oi ! Mais uma vez estou aqui para relatar mais uma das nossas aventuras. Meu nome é Jony e ela se chama Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, ela baixinha, gostosa e safada, adora ficar com outro na minha frente e eu adoro assistir ela tranzar com outro(a). Casados, somos um casal liberal e nos amamos, gostamos muito de sexo e de realizar as nossas fantasias, já realizamos várias e estamos aqui para contar mais uma que aconteceu conosco no final do ano passado. Em dezembro resolvemos viajar e passar o final de semana no litoral, na casa de um casal amigo nosso, Roberto e Edna, eles são casados, sem filhos, ela é do tipo santinha, só curte papai e mamãe, muito tímida, ele é bastante liberal e sigiloso, já comeu a minha mulher duas vezes mas a esposa dele, a Edna, nada sabe sobre isso e nen nós demostramos nada pois o que rolou entre nós não foi envolvimento emocional e sim sexual, foi desejo e tezão e o respeito deve prevalecer. Pois bém, em um belo dia de manhã, nós quatro resolvemos pegar os nossos carros e ir para a praía pegar um bronze, chegando lá armamos uma barraca de apoio para aconchegar nossas coisas e resolvemos todos se bronzear, Roberto passava bronzeador na Edna sua esposa, quando ele terminou, a minha esposa pediu a ele que passase bronzeador nela também, como somos amigos, ninguém estranhou nada, depois disso, a Edna entrou na barraca para organizar algumas coisas, eu fiquei sentado na areia e Roberto continuava a passar bronzeador nas costas, pernas e na bunda da minha mulher, notei que enquanto ele passava bronzeador nela eles conversavam algo baijinho, quando ele terminou eu chamei minha mulher em uma conversa particular e perguntei a ela o que eles conversávam e ela me falou que eles estavam relembrando o dia em que tranzaram na nossa casa, que ele disse estar com saudades da tranza que tiveram e que estava louco pra comer ela outra vez mais que com a esposa dele ali no pé ficava muito difícil, notei que minha mulher também estava afim de dar pro Roberto e eu também afim de assistir a tudo, pois bém ficamos os quatro ali na praía até que apareceu um casal já meio idoso, se tratavam dos tios da Edna esposa do Roberto, eles perguntaram se poderiam ficar com agente e nós respondemos que sim, que seria um prazer, foi daí que surgio a primeira idéia, chamei minha esposa e combinei com ela pra ela me chamar para voltar em casa para pegar o seu celular e que quando ela me chamasse eu diría que estava cansado e que ela pedisse ao Roberto pra ir com ela no carro dele já que ela não sabia dirigir, e não é que deu certo, ela me chamou e eu confirmei que estava cansado e o Roberto ouvindo tudo se prontificou a ir com ela pois queria passar em outro lugar para pegar umas coisas que havia esquecido, como somos todos amigos ninguém percebeu nada e os dois entraram no carro do Roberto e saíram, alguns minutos depois, eu forjei uma ligaçao de um amigo da empressa em que trabalho, onde ele me pedia urgentemente para enviar um e-mail contendo um documento para que concluise seus trabalhos, falei pro pessoal que ficou que precisaria me ausêntar alguns minutos para procurar uma lan house para enviar esse documento e que eu não demoraria, em seguida peguei meu carro e parti para a casa do Roberto, no caminho liguei para o Roberto e ele me disse que minha esposa já havia lhe contado todo o plano e que eles iríam deixar a porta da casa destravada para eu entrar.

Quando cheguei, entrei , travei a porta da casa e segui a passos lentos pela casa, passei enfrente aos quartos e não vi nada, então fui para a cozinha da casa, chegando lá me deparei com uma cena que já esperava, os dois já estavam nús, ela sentada em uma cadeira de pernas abertas e ele de joelhos entre suas pernas chupando seus seios, quando me apresentei eles olharam pra mim e a Shirley me falou;... Amor estava esperando só você chegar, senta aí e assisti a tudo, Roberto continuava chupando os seios dela, em seguida ele foi descendo até que encontrou a sua buceta e começou a chupá-la, passava a língua no clítores e depois enfiava lá dentro da buceta dela, ela adorando tudo pegava a cabeça dele com as duas mãos e precionava contra sua buceta fazendo movimentos circulares no rosto dele, não demorou muito e ela gozou na cara dele, ela adora gozar nas preliminares, nesse momento, eu retirei minha roupa e comecei a bater uma punheta, depois disso,a Shirley se ajoelhou no chão e Roberto ficou em pé na sua frente, ela pegou o pau dele e que pau ele tinha, era enorme, deveria ter uns 22 cm e muito grosso, parecia uma garrafa mais a minha mulher gosta assim mesmo, ela punhetou o pau dele um pouco e em seguida colocou na boca, mal dava para a cabeça entrar na boca dela de tão grossa que era mas no desenrolar das coisas, minha esposa abria a boca ao máximo e tentava engolir tudo que podia, chupava com muita vontade, colocava a rola dele entre os seios dela, passava a cabeça nos biquinhos dos seios, passava a língua em volta da cabeça, lambia as bolas, punhetava um pouco e depois colocava tudo na boca, fazendo uma deliciosa chupeta no nosso amigo, ela olhava pra mim e dizia;.... Amor, olha o tamanho da rola dele, é grande e grossa do jeito que eu gosto, é uma delícia chupar essa rola, em seguida, ele sentou ela novamente na cadeira, abriu suas pernas deixando sua buceta completamente aberta e enfiou aquele pau enorme dentro da buceta dela, começou colocando a metade depois já enfiava tudo, ela gemia de prazer com aquela rola enorme dentro dela, gemia urrando feito uma cadela, eu continuava batendo minha bunheta assistindo a tudo, em seguida eles resolveram mudar de lugar e de posição e foram para a sala da casa, lá ela deitou no sofá e ele se pocisionou de joelhos entre suas perna e meteu na buceta dela outra vez, dessa vez dava pra ver que entrava tudo dentro da buceta dela, só ficavam as bolas do lado de fora, a minha mulher olhava pra mim e dizia;....

Me come Roberto, mete tudo dentro de mim, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre, Ahahahha Me dar esse pauzão, Roberto metia forte e ela delirava de tezão, depois disso, eles mudaram de posição mais uma vez, ela ficou de quatro em cima do sofá deixando sua bunda empinadinha e aberta, ele se pocisionou em pé por tráz dela e meteu novamente na sua buceta, ele metia lentamente, em seguida ela desceu suas pernas do sofá, apoiou as mãos no mesmo mais continuava de quatro pra ele, eles gemiam muito, estava gostoso aquela foda, depois disso, ele se sentou no sofá e ela foi pra cima dele, setou no seu colo, de frente pra ele, colocou aquele pauzão dentro da buceta e começou a subir e descer pulando em cima daquele pau duro, ele metia e chupava os seios dela ao mesmo tempo, ela delirava de tezão, depois de alguns minutos ela continuava sentada no colo dele, só que desta vez de costas pra ele, sem tirar o pau de dentro, com as pernas bém abertas, eu sentado de frente assistia a tudo, batendo uma gostosa punheta e vendo aquele pau enorme entrando e saíndo da buceta da minha mulher, ele segurava ela pela cintura e metia forte, ela estava com olhos cheios de lágrimas de tanto tezão pedindo pra ele diminuir o ritímo pois ela já havia gozado três vezes no pau dele, depois disso, a Shirley se levantou do colo do Roberto e se deitou no chão, ele não perdeu tempo e foi pra cima dela, abriu suas pernas e meteu na sua buceta novamente, ela laçou ele com suas pernas, colocou as mãos no pescoso dele e começaram a se beijar sem parar de tranzar, depois disso, Roberto anunciou que iría gozar e saiu de cima da Shirley, ficando em pé na sua frente, a Shirley se ajoelhou, pegou o pau do Roberto e começou a punhetar, batia uma punheta e chupava ao mesmo tempo, não demorou muito e o Roberto gozou na boca da minha mulher enchendo sua boca, era tanto esperma saindo daquele pau que a boca da minha mulher não coube tudo, escorria pelos cantos da boca, caindo em cima dos seios e no chão, em seguida, Roberto pegou suas roupas e foi se vestir, eu me ajoelhei no chão, abracei a minha mulher e começamos a nos beijar, ela com a boca cheia de esperma dizia;... Me beija amor, sentiu o gosto ?

O esperma dele é uma delícia, em seguida Roberto chegou e mandou agente se apresar, peguei na mão da minha mulher, pegamos nossas roupas e fomos para o banheiro, depois pegamos nosso carro e voltamos para a praía, chegamos lá os três juntos e dissemos que por coincidência nos encontramos ali próximo, ninguém desconfiou de nada e continuamos o passeio normalmente. No outro dia, estavámos conversando eu e minha esposa na garagem da casa, ela me falou que gostava de tranzar com Roberto, que o pau dele era grande, que ele metia gostoso etc, eu perguntei a ela se ela havia engolido o esperma dele e ela respondeu que sim, que o esperma dele era muito gostoso, em seguida ela me perguntou se eu havia engolido também o esperma dele quando beijei sua boca, eu respondi que não, que apenas tinha lambuzado os lábios quando beijei ela, ela me falou que era pra eu ter engolido pois assim sentiría melhor o gosto, ela me disse também que da próxima vez que tranzasse com Roberto, ela iría guardar todo o esperma dele dentro da sua boca depois passaría tudo pra mim me fazendo engolir tudo, que safada esta minha esposa, depois disso, Roberto e Edna chegaram e começamos a falar sobre o passeio do dia anterior, minutos depois a Edna falou que iría até a casa de uma amiga dar umas aulas particular de matemática pra ela e que em trinta minutos estaria de volta, Roberto acompanhou a esposa até o portão e em seguida retornou até a garagem, ficamos nós três conversando até que de repente o Roberto abraçou a Shirley por tráz, dizendo que queria tranzar com ela outra vez alí mesmo, a minha mulher falou que não, que tinha medo de alguém chegar e dar um flagra na gente mais Roberto insistia dizendo que podería ser uma tranza rapidinha, sem tirar totalmente as roupas, a Shirley olhou pra mim e perguntou se eu aprovava, eu respondi que sim que eles poderíam tranzar alí mesmo por tráz dos carros e que eu ficaría ali em pé vigiando, pra ver se chegaria alguém no portão, sem perder tempo, o Roberto abriu sua calça e colocou o pau pra fora, já estava quase duro, a Shirley se ajoelhou e caiu de boca no pau dele, punhetava e chupava ao mesmo tempo tentando engolir tudo, eu coloquei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta vigiando a tranza daqueles dois, não demorou muito e o pau do Roberto já estava duro na boca da minha mulher, em seguida ela se levantou e se encostou no carro de costas pra ele, baixou a calcinha até altura dos joelhos, levantou a saía, empinou a bunda para tráz e disse;.....Roberto, meta esse pauzão todinho dentro da minha buceta e me coma gostoso, vai logo antes que chegue alguém, em seguida, Roberto se pocisionou por tráz dela, colocou a cabeçona do pau na entrada da buceta dela e foi enfiando até entrar tudo, depois ele começou a meter rápido e forte pois não havia muito tempo, ela delirava com estocadas dele dizendo;....

Que rola gostosa você tem Roberto, mete tudo, arromba minha buceta Ahahahha, depois disso, ela se virou de frente pra ele e levantou sua blusa deixando seus seios a vista, Roberto não perdeu tempo e começou a chupar os seios da minha mulher, enquanto ele fazia isso, a Shirley pegava seu pau e passava na sua buceta tentando colocar pra dentro, quando Roberto percebeu isso, escorou a minha mulher no carro, abriu um pouco as pernas dela e meteu seu pau na buceta, metia e chupava os seios dela ao mesmo tempo, enfiava tudo metendo forte, nesse rítimo não demorou muito e a Shirley gozou no pau dele, em seguida, a Shirley subiu sua calcinha, baixou sua saía e blusa, abriu a porta do carro e se sentou, Roberto se apróximou e ela caiu de boca no pau dele, punhetava e chupava forte engolindo aquele pau enorme, Roberto pegou ela pelos cabelos e começou a enfiar o pau na boca dela, metia igual estivesse metendo em uma buceta, em dado momento ele começou a respirar forte, diminuiu o rítimo das metidas e acabou gozando tudo dentro da boca dela, ela ainda chupou um pouco o pau dele sugando até a última gota de esperma, em seguida ela se levantou, pegou na minha mão e nós dois saimos correndo para o banheiro, chegando lá eu fechei a porta e me sentei no vaso sanitário, ela se apróximou de mim, eu levantei sua blusa e comecei a chupar seus seios, depois de alguns seguntos, ela pegou no meu rosto, abriu minha boca e soltou todo o esperma do Roberto que estava na sua boca me fazendo engolir tudo, em seguida começamos a nos beijar, ela olhou pra mim e disse;...Gostou amor ?

O esperma dele não é uma delícia ? È bom engolir o esperma do macho que comeu sua mulher, é ? Agora é a sua vez de gozar, em seguida peguei a Shirley e coloquei de quatro no chão, meti o pau na sua buceta e em alguns minutos gozei enchendo sua buceta com meu esperma, depois disso, tomamos banho, nos vestimos e voltamos para a garagem como se nada tivesse acontecido. Foi um final de semana inesquesível.

Até a próxima !

 

Minha mulher deu pro Marcos

Meu nome é Jony e sou casado com a Shirley há dez anos, sou corno e adoro ver ela dando pra outro na minha frente. Em mais uma de nossas aventuras entramos em contato com um amigo nosso, o Marcos, que mora em uma cidade próxima a da gente, liguei pra ele e disse que minha mulher estava doida para dar pra ele na minha frente e perguntei se ele queria comer ela para eu ver, ele concordou e disse que em uma hora estaria em nossa cidade e pediu para eu ir buscá-lo no terminal rodoviário. Peguei o carro e fomos para lá esperar o nosso amigo. Depois de algum tempo o ônibus chegou, ele desembarcou e veio até nós, me deu um aperto de mão e um abraço na Shirley e perguntou qual era programação, eu disse a ele que o motel nos esperava, entramos no nosso carro, eu e a Shirley nos bancos da frente e ele no banco de tráz, levantamos os vidros com película para ninguém nos ver e fomos para o motel.

O tesão era grande e no caminho mesmo peguei a mão da Shirley e coloquei em cima do meu pau que estava quase estourando a minha calça, nosso amigo vendo isso começou a acariciar os seios da Shirley, ela levantou um pouco a blusa e pediu pra ele chupar seus seios, eu quase não conseguia dirigir com tanto tezão, com uma mão dirigia e com a outra abri a minha calça e comecei a bater uma punheta, a Shirley olhou pra mim e perguntou ;..... Amor posso ir pro banco de tráz ? Eu repondi que sim e ela não perdeu tempo, pelo retrovisor eu via os dois no maior amasso, se beijando e se esfregando um no outro. Anunciei que estavamos chegando ao motel e a Shirley voltou para o banco da frente. Entramos no motel e fomos para uma suíte, fui pro banheiro tomar banho com a Shirley depois foi a vez do Marcos, depois do banho voltamos só de toalha, deitamos na cama os trê, a Shirley deitada no meio de nós dois, colocamos um filme pornô e ficamos assistindo, não demorou muito e o tezão começou a aparecer. Eu e o Marcos começamos a bater uma punheta, a Shirley retirou a toalha e ofereceu seus seios para nós chupar o que fizemos com vontade, o Marcos desceu mais em baixo, abriu as pernas da minha mulher e começou a chupar sua buceta, ela começou a gemer e a precionar a cabeça dele contra sua buceta, ele chupava com vontade, até que ela gozou na cara dele.

Eu como gosto de observar, me afastei um pouco, me sentei em um banquinho e comecei a bater uma punheta. O Marcos ficou em pé em cima da cama, a Shirley se ajoelhou e começou a chupar o pau dele que era enorme, quase que a cabeça não entrava na boca dela que tentava engolir tudo, punhetava o pau dele e lambia suas bolas, pegava a cabeça do pau dele e passava no biquinho dos seios depois voltava a chupar de novo. Eu peguei uma camisinha e dei pra ele que tratou logo de colocar na sua rola, minha mulher ficou de quatro e disse; .... Marcos enfi essa rola todinha dentro da minha buceta e me coma gostoso para o meu corno ver, ele adora ser corno, Marcos se ajeitou por tráz da minha mulher e meteu tudo na buceta dela, eu assistia a tudo batendo uma gostosa punheta, ela olhava pra mim e dizia;.... Olha amor como é que come uma buceta, a rola dele é uma delícia, tá me comendo gostoso, em seguida Marcos se deitou de costas na cama e a Shirley foi pra cima dele, colocou o pau dele dentro da sua buceta e começou a cavalgar pulando em cima daquele pau enorme, ele metia nela e chupava seus seios, ela delirava de tezão,depois disso, ela deitou de lado e ele meteu por tráz, segurando seus seios e beijando sua boca, ela morrendo de tezão pedia a ele;.... Mete tudo meu macho, enfia tudo, mete com força, me arromba na frente desse corno, ahahhaahhahaa, Quando ouvi isso quase gozei naquela hora.

Depois disso eles deram uma pausa na tranza, ele foi pegar uma bebida e ela veio até onde eu estava, se aproximou e disse;.... Amor quer chupar minha buceta agora ? E eu respondi que sim, ela se sentou no banquinho e abriu as pernas, eu me sentei no chão e comecei a chupar sua buceta, Marcos se aproximou de nós, retirou a camisinha e deu seu pau pra ela chupar, era muito gostoso chupar aquela buceta vendo bem de pertinho a Shirley com o pau do Marcos todinho dentro da sua boca, em seguida a Shirley parou de chupar o pau do Marcos e mandou ele colocar a camisinha novamente, enquanto isso, ela pegou no meu rosto e me deu um beijo gostoso de língua e perguntou baixinho no meu ouvido;..... Sentiu o gosto do pau dele ? Não é uma delícia ? Eu nada falei, em seguida, eu me sentei no banquinho para bater minha punheta mas a Shirley veio até a mim e sentou no meu colo, olhou pra mim e disse;.... Abra minhas pernas e deixe minha buceta arreganhada para o Marcos meter, e assim eu fiz, ela sentada no meu colo, segurei suas pernas e abri, o Marcos veio, ficou entre suas pernas e meteu tudo, eu segurava ela pelas pernas e ele metia tudo, em seguida, ela resolveu mudar de posição, eu estava sentado no banquinho e ela ficou em pé na minha frente e deu seus seios para eu chupar, enquanto eu chupava seus seios Marcor veio por tráz e em pé mesmo meteu seu pau na buceta da minha mulher, ele metia forte e ela gemia de prazer, ela abaixou um pouco a cabeça e começou a chupar meu pau e eu abria sua bunda com minhas mãos pro Marcos meter, em seguida, ela anunciou que queria gozar e foi pra cama, deitou de costas, abriu as pernas e chamou o Marcos dizendo;.....

Vem meu macho, mete na minha buceta e me faz gozar, Marcos foi pra cima dela e começou a meter forte, ela gritava e gemia muito, não aguentando mais ela gozou com o pau do Marcos enfiado na sua buceta, em seguida, ele retirou o pau de dentro da buceta dela, tirou a camisinha, bateu uma leve punheta e gozou em cima da barriga dela, depois ele deu um beijo nela e foi tomar banho, eu que atá aquele momento batia uma punheta fui até ela e comecei a lamber sua buceta, limpando tudo, ela me pegou pelos cabelos e fez eu limpar também o esperma do Marcos que estava em cima da sua barriga, limpei tudo e me preparei para gozar, coloquei o pau na sua buceta, dei algumas estocadas e gozei dentro dela, enchendo sua buceta com meu esperma, foi muito gostoso. Depois disso tomamos banho e fomos deixar o Marcos no terminal rodoviário para ele pegar o ônibus para a sua cidade e nós voltamos para casa felizes e satisfeitos.

Até a próxima.

 

Transando na chácara com um amigo do meu marido

Oi ! Meu nome é Shirley, sou casada, morena clara, na faixa dos trinta anos, liberal, meu marido é um gato, liberal, me deixa e incentiva a fazer muitas aventuras e é por isso que estou aqui, para contar mais uma delas. Um certo dia recebemos um convite do Claudio, amigo do meu marido, para passar um dia na sua casa de campo, ele é um gato, divorciado, mora em uma chácara afastada da cidade, uma casa enorme, linda, onde ele cuida das plantações e do gado. No domigo de manhã, eu e meu marido Jony pegamos nosso carro e fomos para a chácara do Claudio, no caminho meu marido me falou que já havia conversado com o claudio, que ele era um cara legal, de confiança, sigiloso e que queria me ver tranzando com ele na sua frente, que já estava tudo combinado e só restava esperar o momento certo, eu adorei a idéia. Chegando na Chácara fomos recebidos pelo o claudio, um moreno alto, educado, malhado e muito gostoso, nos cumprimentamos e fomos para a varanda da casa, lá havia dois sofá, um grande para dois lugares e um pequeno, meu marido Jony sentou no pequeno e eu sentei no sofá grande sozinha, claudio veio logo em seguida e sentou do meu lado, começamos a conversar,, eu estava anciosa e muito exitada, Jony já estava de pau duro e eu estava com a buceta toda molhada,conversa vai, conversa vem foi quando meu marido resolveu mostrar pro claudio a marca do biquine bronzeada sobre meu ombro, o claudio passou a mão no meu ombro e desceu por dentro da minha blusa até meu seios pegou no biquinho, olhou pra meu marido e perguntou;.... Eu posso ? Ele respondeu;... Nesse momento ela é toda sua,em seguida, claudio me pegou pelo rosto e começou a me beijar, baixou minha blusa e começou a chupar meus seios, eu acariciava seu pau e o Jony assistia a tudo bém pertinho, tirei a blusa e dei pro Jony segurar, depois tirei o Short do claudio deixando ele só de cueca, fui acariciando suas pernas até chegar no seu pau, coloquei ele pra fora, punhetei um pouco, olhei pro meu marido e disse;...

Olha amor o pau dele, é maior do que o seu, claudio retirou a cueca e sua camisa, ficando totalmente nú, eu também retirei meu short ficando só de calcinha, sentei no sofá ao lado do claudio e comecei a chupar seu pau,, colocava tudo na minha boca, passava a língua em volta da cabeça e engolia tudo que podia pois a rola dele já estava grande e bém dura, em seguida claudio se levantou, me deitou no sofá, retirou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta, ele lambia muito gostoso, eu segurava uma das mãos do meu marido pois a outra ele tocava uma punheta olhando o claudio me chupar, ele chupava minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo, estava uma delícia, depois disso, claudio se sentou no sofá e me pediu para chupar sua rola novamente, eu me posicionei de quatro no sofá, coloquei seu pau na minha boca e comecei a chupar, ele delirava de tezão, meu marido assistia a tudo batendo punheta e acariciando minha bunda, era muito gostoso chupar aquela rola enorme, depois disso, claudio se levantou e foi pegar uma camisinha, nesse momento aproveitei e dei um beijo de língua na boca do meu marido dizendo;.... Me beija amor e sente o gosto da rola dele na minha boca, em seguida claudio voltou já de pau duro vestido em uma camisinha, deitou no sofá, eu deitei pertinho dele,de ladinho e abri minhas pernas, ele pegou aquele pau duro, enfiou na minha buceta e começou a meter e como metia gostoso, era uma delícia ver e sentir aquele pau duro entrando e saindo da minha buceta, enquanto o claudio me comia eu olhava pro Jony meu marido e provocava ele dizendo;....Me come meu macho, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora ver a mulher dele dando pra outro, nesse momento o jony se acabava na punheta, em seguida resolvemos mudar de posição, eu me levantei e fui pra cima do claudio, sentei na rola dele e comecei a pular em cima, cavalgavando naquele pau, claudio gemia de tezão dizendo;...

Que buceta gostosa você tem Shirley, quero te comer toda semana, ele metia em mim e chupava meus seios ao mesmo tempo, eu comecei a tocar na minha buceta e essa combinação me deixou louca de tezão, a minha buceta estava toda molhada, foi então que o claudio me pediu para comer o meu cuzinho, de imediato me posicionei de quatro em cima do sofá e empinei a minha bundinha, claudio se posicionou por tráz de mim e colocou a cabeça da sua rola na entrada do meu cuzinho e começou a enfiar devagarinho, o tezão era tão grande que quando percebi ele já me puchava pelos cabelos e já enfiava tudo dentro do meu cú, no começo doeu um pouco mais depois era puro prazer, era muito gostoso dar pra ele que metia tudo no meu cuzinho, depois mudamos de posição, ele sentou no sofá e eu sentei de costas no colo dele de frente para meu marido, peguei seu pau e coloquei todinho dentro do meu cuzinho, abri as pernas e comecei a pular em cima daquela rola, meu marido olhava o pau entrando e saindo do meu cuzinho, eu comecei a tocar minha buceta e acabei gozando com o pau dele dentro do meu cuzinho, em seguida eu me levantei e me sentei no outro sofá, claudio se aproximou, subiu em cima do sofá, retirou a camisinha e gozou no meu rosto, me enchendo de esperma, aproveitei e chupei seu pau novamente deixando ele bém limpinho, o jony veio logo depois e gozou no meus seios, depois disso fui tomar banho com meu marido, nos vestimos, conversamos com o claudio e fomos pro quarto dormir um pouco, claudio também fez o mesmo. Quando acordamos eu fui com meu marido para o outro lado da casa, lá havia uma mesa de madeira e uns banquinhos, sentamos e começamos a conversar, meu marido me perguntou se eu queria tranzar com o claudio novamente pois ele adora me ver dando a buceta para outro, eu respondi que sim, disse a ele que o claudio era muito gostoso e metia muito bém, nesse momento meu marido entrou na casa e já voltou com o claudio, ele se aproximou de mim e retirou seu short, seu pau estava duro, ele olhou pra mim e disse;.....

Me chupa, mostra pra esse corno a puta que tu és, quando olhei pro lado o jony já estava de pau duro, batendo uma punheta, eu peguei o pau do claudio, coloquei na minha boca e comecei a chupar, chupava com sede de rola, tentando engolir tudo, em seguida o claudio se levantou e se deitou em cima da mesa, eu fiquei em pé, me enclinei um pouco e continuei chupando seu pau e as bolas também, ele pegava minha cabeça e precionava contra seu pau me fazendo engolir tudo, depois disso ele me deitou em cima da mesa, retirou minha calcinha e começou a chupar minha buceta, meu marido não se conteve e começou a chupar meus seios, o claudio chupava minha buceta e o jony meus seios, eu me contorcia de tezão com aquelas línguas, em seguida claudio colocou uma camisinha no seu pau e meteu na minha buceta, eu deitada na mesa e ele em pé metendo tudo dentro mim, Jony ainda chupava meus seios e o claudio me comia gostoso, eu olhava pra ele e dizia;....Que rola gostosa você tem claudio, mete ela todinha dentro de mim na frente desse corno, quero ser sua puta pra sempre, quando disse isso ele começou a meter forte, enfiando tudo de uma só vez, dava até pra sentir a cabeça do pau dele batendo no meu útero, era uma delícia, depois disso ele me desceu da mesa e retirou meu vestido, eu fiquei de costas pra ele e me apoiei com as mãos em cima da mesa, ele se posicionou por tráz de mim, pegou na minha cintura e meteu de novo na minha buceta, meu marido estava adorando tudo aquilo, ele batia punheta de olhos vibrados na gente, resolvemos mudar de posição, o claudio foi se sentar ao lado do meu marido, eu fui também e sentei de costas no colo do claudio, encaxei seu pau na minha buceta e comecei a subir e descer pulando naquela rola, depois disso claudio se deitou em cima da mesa, eu também subi em cima da mesa e me deitei em cima dele de costas e com as pernas abertas, o claudio pegou seu pau colocou no meu cuzinho e forçou meu corpo contra o dele, fazendo com que seu pau entrasse todinho dentro do meu cuzinho, estava gostoso dar o cú pra ele, eu olhava pra ele e dizia;... Me come meu macho, arrromba meu cú, sua rola é uma delícia, ele começou a meter forte e disse que queria gozar, eu sai de cima dele e me deitei no chão de pernas abertas, ele veio por cima de mim e enfiou novamente no meu cuzinho, ele metia no meu cú e ao mesmo tempo enfiava dois dedos na minha buceta, estava muito gostoso, o tezão foi a mil e acabamos gozando juntos, eu gozei nos dedos dele e ele dentro do meu cuzinho, em seguida ele se levantou e eu retirei a camisinha do pau dele, ela estava cheia de esperma, em seguida ele foi tomar banho dexando só eu e o meu marido Jony, peguei a camisinha e derramei todo esparma que havia dentro dela em cima dos meus seios, olhei pro Jony e disse;...

Vem amor, quero gozar com você, enfi seu pau na minha buceta e me encha de esperma, Jony veio por cima de mim, meteu na minha buceta e começou a bombar forte, aproveitei o momento e fiz ele lamber todo o esperma do claudio que estava nos meus seios e em seguida gozamos os dois juntos, ele encheu minha buceta de esperma, foi muito gostoso, depois fomos tomar banho e em seguida nos despedimos do claudio e fomos para casa, felizes e realizados.

Até a próxima !

 

Um swing gostoso com um casal de amigos

Bom dia caros leitores, meu nome é Jony, tenho 32 anos, minha esposa é a Shirley, 30 anos, somos realmente casados há 10 anos, temos uma convivência ótima e liberal, gostamos muito de sexo e de realizar fantasias, já realizamos várias, ela adora tranzar na minha frente e eu adoro assistir, dependendo do momento até posso participar mais prefiro mesmo é ver ela dando a buceta pra outro. Estou aqui para contar mais uma que aconteceu conosco há alguns meses atráz. Temos uma amizade colorida e liberal com um casal, joão e Flávia, ambos 30 anos, casados e assim como nós liberais, gostam de swing, menage e tudo mais, nos conhecemos em uma festa, fizemos amizades, fomos aos poucos aprofundando nossas conversas, adquirindo confiança e em poucos meses, nós quatro, já falavamos de sexo e de fantasias abertamente, tinha-mos gostos e vontades parecidos e isso foi fundamental para realizarmos algumas fantasias.

 

Vou contar uma delas. Alugamos por dois dias uma casa de campo, com piscina, sala de jogos, três quartos e em um dia de domingo convidamos o casal João e Flávia para passar o dia com agente, quando conversei com o João disse a ele que essa seria a oportunidade de nós colocarmos em prática tudo aquilo que fantasiamos pois entre os dois casais nunca havia acontecido nada, combinamos que só estaria nós quatro em casa, que tomaríamos umas cervejinhas e naturalmente faríamos sexo o dia todo principalmente swing no mesmo ambiente ou não. No domingo de manhã, já estavámos na casa eu e minha esposa quando um carro buzinava no portão, quando fomos ver era o João, ele estava sozinho, abrimos o portão e ele entrou, desembarcou, nos comprimentamos e perguntamos pela sua esposa, a Flávia, ele respondeu que o patrão dela havia ligado na noite anterior e havia pedido a Flávia para ela ir fazer umas horas extras no trabalho, que a Flávia só chegaría até nós após o meio-dia, pois bém, estando só nós três, por enquanto, eu, a Shirley e o João, resolvemos mostrar toda a casa a ele, o quarto onde eles iríam ficar hospedados, a piscina e em seguida resolvemos tomar banho, João foi pro seu quarto e nós para o nosso, enquanto tomavámos banho, eu e minha mulher começamos a falar de putaria e eu perguntei pra ela se ela queria tranzar com o João na minha frente enquanto estavámos só nós três naquela casa, ela respondeu que sim, que há muito tempo tinha vontade de tranzar com ele, ouvindo isso, tratamos logo de armar o nosso plano, combinamos que após o banho ela fosse pro quarto e ficasse lá esperando e que eu e o João iríamos para a sala de jogos, tudo combinado, assim fizemos, a Shirley estava no quarto e eu e o João na sala de jogos, começamos a jogar uma partida de ping-pong, o jogo estava acirrado, jogavámos e falavámos putaria ao mesmo tempo, a partida estava empate quando chamei o João para fazer uma aposta no último ponto, quem ganhasse podería pedir o que quisesse em termo de sexo, acordo feito, fomos pro jogo e eu ganhei no último ponto, joão ficou um pouco sem jeito e me perguntou qual era o pagamento que ele devería me pagar por ter perdido a partida de ping-pong, eu respondi,...... João já que estamos só nós três aqui e vinhe-mos pra cá pra fazer sexo, eu quero ver você tranzando com minha mulher depois eu participo, ele concordou na hora e perguntou pela minha mulher, eu disse a ele que ela estava no quarto esperando por ele, que ele fosse até lá e tranzasse com ela que eu ficaría escondido, assistindo a tudo por uma janela e que depois de um certo tempo, ele e minha mulher fossem para a sala, que eu estaría lá esperando os dois, para tranzarmos nós três juntos, João já estava de pau duro, ele abriu o ziper da calça, colocou o pau pra fora e foi em direção ao quarto da Shirley, eu fui atráz e fiquei escondidinho atráz da janela, joão entrou no quarto com o pau duro do lado de fora, a Shirley estava sentada na cama, somente de calcinha e sutiã, ele se aproximou dela e disse;... Seu marido me mandou vir até aqui saber se você estar precisando de algo, em seguida a Shirley perguntou;.... Onde estar meu marido ? O João respondeu;...

Ele estar lá na sala de castigo pois perdeu uma partida de ping-pong pra mim e o pagamento é ele ficar lá até que eu e você resolva ir pra perto dele, ela logo entendeu tudo, ele de pau duro na sua frente e ela sentada na cama só de calcinha e sutiã, o resultado não foi outro, ela pegou no pau dele e começou a punhetar, em seguida ela segurou ele pela cintura, abriu a sua boca ao máximo e engoliu aquela rola, chupando com vontade, passava a língua em volta da cabeça, lambia as bolas depois engolia tudo que podia ficando somente as bolas do lado de fora, ele delirava de tezão com a chupeta que ela fazia, depois disso, ela se pocisionou de quatro em cima da cama, ele retirou a camisa e se pocisionou por tráz dela, puxou sua calcinha pro lado, pegou seu pau, colocou na entrada da buceta da minha mulher e começou a enfiar até entrar tudo, depois começou a meter, eu assistia a tudo por tráz da janela, batendo um deliciosa punheta, o tezão entre os dois estava alto, eles gemiam sem parar, João metia na buceta da minha mulher e dizia;....Que buceta apertada e gostosa você tem Shirley, vou enfiar meu pau todinho dentro dela, João metia forte, de onde eu estava dava pra escutar o barulho do pau dele entrando na buceta da minha mulher, depois de alguns minutos, João convidou minha mulher para ir até a sala, onde eu supostamente estava, para tranzar-mos nós três juntos, quando ouvi isso, corri pra sala e fiquei esparando os dois, em poucos segundos eles chegaram, eu estava em pé, de pau duro, próximo a mesa de ping-pong, a Shirley veio em minha direção, se ajoelhou nos meus pés e começou a chupar meu pau, João se ajoelhou por tráz dela e meteu dois dedos em sua buceta enquanto ela me chupava, depois disso, João também ficou de pé e deu seu pau pra ela chupar, a Shirley se reversava chupando nós dois, de vez enquanto ela colocava os dois paus dentro da boca, depois punhetava um e chupava o outro, não demorou muito e eu peguei ela pelas pernas e suspendi ela do chão, colocando-a contra o meu corpo, abri suas pernas, puxei sua calcinha de lado e meti tudo na sua buceta, João ficou em pé, do lado, batendo uma punheta, depois disso, eu me sentei em uma cadeira, a Shirley veio, se ajoelhou no chão, de quatro, entre minhas pernas,pegou meu pau e começou a chupar, João vendo isso, se ajoelhou no chão por tráz dela, pegou seu pau, afastou a calcinha dela pro lado e meteu na sua buceta, estava uma delícia, ela me chupava e dava a buceta pro João ao mesmo tempo, ficamos nessa por alguns minutos até que resolvemos mudar de pocisão, eu deitei no chão e ela foi pra cima de mim, encaixou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar, pulando em cima de mim, João se sentou na cadeira ao lado e ficou nos observando, batendo uma punheta, a Shirley se enclinou um pouco e começou a chupar o pau do João enquanto eu metia na sua buceta, eu segurava minha mulher pela bunda e metia tudo e ela não tirava o pau dele da boca, chupando tudo, depois de alguns minutos nessa, João não se conteve, ele se levantou, empilhou cinco almofadas grandes uma em cima da outra, pegou minha mulher e deitou ela de pernas abertas em cima das almofadas, tirou sua calcinha, se ajoelhou entre suas pernas e meteu seu pau na buceta dela, ela delirava de tezão pois ele enfiava tudo de uma só vez, deixando somente as bolas do lado de fora, eu me sentei do lado e fiquei batendo uma punheta, assistindo o João metendo na minha mulher, João metia forte, a Shirley começou a delirar de tezão e a falar putaria, dizendo;.....Me come João, mete esse pau todinho dentro de mim, arromba minha buceta na frente desse corno,ele adora ver a puta dele dando pra outro, João ouvindo isso começou a meter forte, enfiando tudo, parecia que ele ia entrar pra dentro da buceta dela, eu quase gozava nesse momento batendo uma punheta, enquanto ele metia, ela acariciava sua buceta se masturbando, não demorou muito e ela gozou pela primeira vez no pau dele, em seguida ele saiu e eu fui ocupar o lugar dele, me ajoelhei entre as pernas da minha mulher e meti na sua buceta, eu e João ficavamos nos reversando, ele metia um pouco depois eu, ficamos nessa por alguns minutos, metendo na buceta dela até que resolvemos mudar de posição, eu me deitei no chão, ela veio pra cima de mim e sentou no meu pau, de pernas abertas e de costas pra mim, segurei ela pela cintura e forcei seu corpo contra ao meu, fazendo com que meu pau entrasse e saísse da sua buceta, João se apróximou, tirou o sutiã da minha mulher e começou a chupar seus seios, nesse momento ela começou a gemer forte, seu corpo começou a se contrair e ela gozou pela segunda vez, com meu pau dentro da sua buceta, João ficou de pé e deu seu pau pra ela chupar, ela chupava ele e dava a buceta pra mim, estava muito gostoso, depois disso, eu sai debaixo dela, João pediu pra Shirley ficar de quatro no chão, com bunda bém empinada, ele se agachou um pouco e meteu na buceta dela na pocisão de cachorrinho, nessa pocisão, o pau dele entrava todinho dentro da buceta dela, ele puchava ela pelos cabelos e metia forte na sua buceta, ela gemia de tezão dizendo;......

Que pau gostoso você tem João, enfia tudo dentro da minha buceta e me come gostoso,ahahahhahahah, eu assistia a tudo batendo um punheta, João continuou metendo forte e anunciou que iría gozar, depois de alguns segundos, ele retirou o pau da buceta dela e ficou em pé na sua frente, ela se ajoelhou, pegou o pau dele e começou a punhetar, quando ela sentiu que ele estava prestes a gozar, ela colocou somente a cabeça do pau dele na sua boca, com uma das mãos acariciava seus testículos e com a outra punhetava seu pau levemente, não demorou muito e ele gozou na boca dela e como gozou, era tanto esperma que a boca dela não coube tudo, escorria pelos cantos, caíndo em cima dos seios, ela chegou a se engasgar com tanto esperma, depois disso, ele disse que iría ao banheiro tomar banho e se vestir para esperar a sua esposa, em seguida eu pedi a minha mulher que se deitasse no chão de pernas abertas pois era a nossa vez de gozar, ela se deitou no chão e eu fui pra cima dela, abri suas pernas e meti meu pau na sua buceta, ela gemia e dizia pra mim;.... Amor, você é o melhor marido do mundo, mete na minha buceta e goza junto comigo, vai !!! Em seguida ela pegou no meu rosto e me deu um demorado beijo na boca passando pra mim todo o esperma que o João havía gozado na sua boca, ela me fez engolir tudo dizendo;.... O esperma dele não é uma delícia amor ? Engole tudo amor e prova o gosto do esperma do macho que comeu sua mulher, depois que ouvi isso o tezão foi a mil e nós acabamos gozando juntos, em seguida fomos tomar banho, nos vestir e esperar a Flávia, esposa do João.

Depois de feito tudo isso, ficamos nós três na sala, ouvindo música, tomando umas cervejinhas e comendo alguns petiscos, lá pelas 13:00 hs a esposa do João chegou, nos comprimentamos, em seguida Flávia foi tomar banho e depois se juntou a nós, já era quase 18:00 hs, entre umas cervejas e outras começamos a dançar, eu com a Shirley e joão com a Flávia, notei que enquanto eles dançavam, eles conversavam baixinho no ouvido, não demorou muito e eles começaram a se beijar e a se tocar por cima da roupa, o clima foi esquentando, joão deitou a Flávia no sofá e se sentou no chão, entre as suas pernas, tirou a saía e a calcinha da sua mulher e começou a chupar sua buceta, eu me sentei no outro sofá, botei o pau pra fora e comecei a bater uma punheta, a Shirley, minha mulher, tirou sua roupa ficando somente de calcinha e sutiã, sentou no outro sofá e começou a tocar sua buceta vendo João chupando a buceta da sua mulher, Flávia era uma loira alta e bonita, notei que ela não tirava o olho de mim enquanto João chupava sua buceta, então resolvi mim aproximar deles dois, ela não tirava o olho do meu pau, pedi licensa ao João, peguei na mão da Flávia, sua mulher e puxei ela em direção do outro sofá, em pé mesmo eu agarrei ela por tráz e fiquei acariciando seus seios e sua buceta, joão foi em direção do outro sofá onde estava a Shirley, minha mulher, quando olhei pro lado vi a Shirley de quatro em cima do sofá e o João ajoelhado no chão chupando sua buceta, em seguida, ele retirou a saía e a calcinha da minha mulher, retirou sua camisa, abriu o ziper da sua calça, colocou seu pau duro pra fora e colocou na entrada da buceta da minha mulher e foi enfiando devagarinho, quando entrou tudo ele começou a meter na buceta dela, ela de quatro em cima do sofá e ele em pé metendo na sua buceta, eu fiz o mesmo, coloquei a Flávia de quatro em cima do sofá, me ajoelhei no chão e comecei a chupar sua buceta e seu cuzinho também, a Flávia delirava de tezão com as minhas chupadas e assistindo seu marido joão metendo na Shirley, minha mulher, no outro sofá, depois disso, João se sentou no sofá, a Shirley sentou no chão, entre suas pernas e começou a chupar o pau dele, ela segurava o pau pelas bolas e tentava engolir tudo, ela chupava com vontade, eu continuava a chupar a boceta da Flávia até que ela perguntou se meu pau estava duro, eu respondi que sim, ela em seguida se ajoelhou na minha frente, abriu minha calça, retirou meu pau pra fora e começou a chupar, segurava ele com as duas mãos e punhetava chupando a cabeça, ela chupava muito gostoso, enquanto isso, olhei para o outro sofá e vi a Shirley sentada no colo do João, de frente pra ele, cavalgando no seu pau, ela subia e descia com vontade, pulando em cima da rola dele, João segurava ela pela bunda passando um dedo no seu cuzinho e metendo na sua buceta, Flávia ainda continuava me chupando e ao mesmo tempo acariciava sua buceta, em seguida, ela retirou toda a sua roupa e ficou de quatro em cima do sofá, eu fiz o mesmo, retirei minha roupa e em pé mesmo coloquei meu pau na buceta da Flávia e enfiei tudo de uma vez só, ela deu um grito e começou a gemer, eu metia na buceta da Flávia e assistia o João metendo na Shirley, minha mulher,derrepente a Shirley muda de pocisão, parecia que ela queria ver eu metendo na Flávia, ela continuava sentada no pau do João mais dessa vez de costas pra ele e de frente pra mim e flávia, ela de pernas abertas subia e descia no pau de João e ao mesmo tempo acariciava sua buceta, depois disso, eu me sentei no sofá, a Flávia veio e se sentou no meu colo, de frente pra mim, encaixou meu pau na sua buceta e começou a cavalgar pulando em cima de mim, ela descia tão forte que meu pau entrava todo dentro da sua buceta, eu segurava ela pela bunda para ajudar nos movimentos, derrepente tivemos uma surpresa, a Shirley se aproximou de nós e começou a acariciar minhas bolas, olhei pro lado e vi que o joão estava sozinho no outro sofá, perguntei pra Shirley o que tinha acontecido e ela me respondeu que queria trepar um pouco comigo, nesse instante, a Flávia saiu de cima de mim e foi em direção do seu marido João, a Shirley se abaixou e chupou meu pau por alguns minutos, em seguida, ela veio pra cima de mim, sentou no meu colo e começou a cavalgar na minha rola, olhei pro lado e vi que o João e a Flávia faziam o mesmo, na casa só se ouvia os gemidos da gente, aquela foda tava muito gostosa, em seguida, deitei a Shirley no sofá, abri suas pernas e meti meu pau na sua buceta, a medida que eu ía metendo ela acariciava sua buceta olhando meu pau entrando e saíndo, olhei pro lado e vi que o João e flávia mudaram de pocisão, ela estava de quatro em cima do sofá e ele por tráz dela, metendo na sua buceta até que ela olhou para o seu marido e disse;.... João, quero que agora você meta seu pau no meu cuzinho, tá ?

Devagazinho, com carinho pra não doer, logo em seguida, João retirou o pau da buceta da sua mulher e colocou na entrada do seu cuzinho e foi enfiando lentamente, em poucos seguntos já estava tudo dentro do cú dela, ela parecia gostar pois gemia igual a uma cadela, eu e a Shirley cotinuavamos trepando e assistindo o João comendo o cú da Flávia, de tanto olhar ele comendo o cuzinho da sua mulher me deu uma vontade enorme de comer o cú dela também, sai de cima da Shirley, minha mulher e fui em direção do joão e da Flávia, me aproximei dos dois e pedi ao João para eu comer o cú da sua mulher, ele me respondeu que sim , que eu ficasse a vontade e saiu de perto de nós, eu coloquei a Flávia, mulher do João, de quatro em cima do sofá e em pé mesmo comecei a enfiar meu pau no cuzinho dela, quando a cabeça entrou ela pediu pra eu parar pois meu pau era muito grosso e ela não ía aguentar, eu pedi calma a ela e fui metendo devagarinho acariciando sua buceta, em poucos minutos ela mesma jogava sua bunda para tráz fazendo com que meu pau entrasse todinho dentro do seu cuzinho, olhei pro lado e tive outra surpressa, a Shirley se aproximou de nós e ficou de quatro em cima do sofá, ao lado da Flávia, João veio por tráz e meteu na buceta da minha mulher, ficamos os quatro trepando, um ao lado do outro, o tezão era tão grande, que a shirley começou a chupar os seios da Flávia enquanto elas davam pra nós, em seguida, Flávia pegou no rosto da minha mulher e elas começaram a se beijar, eu e o João vendo aquilo tudo começamos a meter forte nelas duas, joão percebeu que eu metia no cuzinho da flávia, sua mulher, então ele resolveu fazer o mesmo com a Shirley, joão retirou o pau da buceta da minha mulher e meteu no seu cuzinho, como o pau dele não era muito grande e grosso, entrou fácil e rápido no cuzinho da minha mulher, agora sim, elas duas davam o cuzinho para nós dois e começaram a falar putaria, a Flávia olhava pra mim e dizia;...Jony, mete esse pauzão no meu cuzinho e me come gostoso, sua rola é uma delícia, arromba meu cuzinho, A Shirley olhava pro João e dizia;...João, que rola gostosa você tem, enfia ela todinha dentro do meu cuzinho, me abre ao meio e me fode, tava gostoso demais aquela tranza, depois disso, joão falou que a sua esposa queria fazer uma dupla penetração, pois bém, eu me deitei no sofá e a Flávia veio por cima de mim, colocou meu pau na sua buceta e começamos a trepar, João veio por tráz dela e enfiou seu pau no cuzinho da sua mulher, pronto, estava feito a DP, eu metia na buceta e João no cú da Flávia, a Shirley que assistia a tudo, se aproximou de nós e deu seus seios para Flávia chupar, eu não acreditava que aquilo tudo estava acontecendo, estava uma delícia, de vez enquanto, a Shirley e a Flávia trocavam beijos de língua na nossa frente, depois disso, resolvemos mudar de posição, deitamos as duas no sofá uma ao lado da outra, eu abri e levantei as pernas de Flávia e meti na sua buceta, joão fez o mesmo com a Shirley, elas gemiam sem parar e se beijavam loucamente, elas disseram para nós que já haviam gozado várias vezes sem que agente percebesse, depois disso, eu e o João resolvemos voltar para nossas parceiras, eu fui meter na buceta da Shirley, minha mulher e o joão foi meter na buceta da Flávia, nós metiamos forte, sem parar e elas duas começaram a pedir esperma, pedir para agente gozar, o resultado não foi outro, aceleramos as estocadas e gozamos, joão retirou o pau da buceta da sua mulher e gozou na boca dela, enchendo sua boca de esperma, eu fiz o mesmo, retirei o pau da buceta da Shirley e gozei em sua boca, a gozada foi ótima, em seguida, a pedido nosso e com as bocas cheia de esperma, Flávia e Shirley trocaram um demorado beijo de língua, passando uma pra outra o esperma que haviam em suas bocas, depois disso, cada um foi pro seu quarto tomar banho e se vestir. No outro dia rolou mais sexo mais essa história eu conto depois. Foi uma experiência muito gostosa.

Até a próxima !


Conteúdo sindicalizado