Casais

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Marido corno e viado

Casei muito nova por imposição de meus pais que queriam ser parentes de pessoas influentes,como e´de costume nos interiores deste pais.Na época era magrela e rosto sardento como quase toda pré-adolescente que ainda sonha com seu príncipe encantado montado em seu garboso cavalo branco.
Meu príncipe,após nos casarmos com uma grande festa que durou mais de três dias tornou-se um grande e asqueroso sapo daqueles cururu bem grande,principalmente quando morando em uma casa em uma fazenda vizinha a minha família,tinha todo o tempo.
Após os afazeres domésticos passava horas me cuidando e com isso fui ganhando um corpo bonito e estonteante segundo os nossos amigos.
A menina magrela e feiosa deu lugar a jovem senhora de seios médios e empinados com um bumbum arredondado e bem empinado,cintura fina e coxas grossas com pernas bem torneadas,bocetinha carnuda e sedenta,louca pra ser chupada,lambida,mordida e fodida com fúria amor e ternura como todo homem deve fazer com sua mulher principalmente porque era desejada por toda pionada da fazenda..
Porem para minha desilusão meu homem após trabalhar o dia todo cuidando do gado do pai fazia questão que tirasse suas botas e servisse a comida em sua mão,coisa que fiz sempre de bom grado,porem na hora do sexo ele me jogava na cama levantava minha saia arrancava minha calcinha e metia tudo de uma só vez fazendo me sofrer muito com isso e quando começava a sentir um pouco de prazer ele rosnava enchendo minha rata de porra caindo pro lado dormindo feito pedra.
Nesta época eu ainda não conhecia a masturbação por isso vivia sempre com cara de poucos amigos e muito mal humorada.
No primeiro natal após seis meses de casada fomos passar na casa de meus sogros na fazenda vizinha tendo a companhia de todos meus familiares principalmente mamãe e papai.
A noite estava realmente feliz e após a reza do terço e festeiro religioso,comum nas grandes fazendas caímos no forró onde dancei com todos os homens presentes,todos parentes criados e amigos da família.
Em cada rebolada sentia a bocetinha cada vez mais molhada e tesuda com as variadas formas e tamanhos de pintos que encostava nela.
Foda mesmo foi quando um cunhado me pegou de jeito para dancar e por esta um pouco embriagado me abraçou envolvendo todo seu corpo ao meu com a mão em minha bunda forçava minha boceta em seu porrete que crescia cada vez mais no meio de minhas pernas deixando me louquinha e extasiada com um fogo no rabo que nunca havia sentido igual.
Em certo momento meu cunhado me arrastou enquanto dançávamos para os fundos da casa próximo ao jardim e antes que esboçasse qualquer reação ele já estava com uma das mãos em meus seios e outra dentro de minha calcinha dedilhando gostosamente minha boceta molhada e lisinha enquanto beijava loucamente minha boca fazendo me explodir em gozadas avassaladoras e estonteantes deixando me molinha de tanto prazer.
Mesmo sabendo que era errado desejei que me possuísse e quando me encostei na cerca do jardim deixando clara minha intenção meu cunhado ajoelhou em minha frente ficando com a cabeça embaixo de minha saia e após lamber muito minha boceta por cima da calcinha afastou ela pro lado e quando meteu fundo sua língua em mim foi inevitável um gemido meu com sua língua serpenteando dentro de minha boceta.
As lagrimas escorriam abundantemente em meu rosto comigo chorando, gemendo,arfando e gozando muito como nunca havia gozado antes que não percebi a chegada de minha cunhada e quando dei por mim estava somente eu e ela ali abraçadas com ela me consolando.
Fingindo esta passando mal fui conduzida por ela ate um dos quartos,foda mesmo foi caminhar coma a calcinha arriada e a boceta toda babada.
Já no quarto após um banho frio deitei e adormeci sentindo uma calma enorme na alma sendo a mulher mais feliz deste mundo.
Acordei de madrugada com alguém alisando minhas pernas e por esta muito escuro não dava pra saber quem era por isso fingi dormi e com isso a mão de veludo avançou entre minhas coxas e quando dei por mim ela já estava dentro de minha calcinha onde tive três dedos atolados na boceta.
Que mão maravilhosa e que dedos que faziam me gozar copiosamente.
De repente me temi toda com meu marido deitado ao meu lado como que acordando naquele momento veio para cima de mim beijando minha boca enquanto alisava meus seios e pela primeira vez mamou gostoso em meus seios arrancando de mim gritinhos de prazer e felicidade.
Fiquei mais calma quando sua mão dividiu espaco em minha boceta e mesmo morta de curiosidade me entreguei plenamente aos cuidados daqueles dois homens e desfaleci de tanto gozar.
Naquela escuridão era impossível enxergar alguém minha única certeza era que um daqueles dois homens era meu marido e após ser colocada de quatro cai de boca naquele pinto que tanto judiou de minha xaninha mamando feito criança apesar de nenhuma experiência enquanto aquela boca que trabalhava em minha boceta e cuzinho foi substituída por um majestoso porrete que após algumas dificuldade se alojou inteirinho dentro de mim fazendo me urrar de tanto prazer.
Não sabia se gemia ou lambia o pinto do meu homem e quando aquilo tudo começou um vaivém maravilhoso dentro de mim esqueci completamente de meu marido para desmaiar de tanto prazer gozando copiosamente com aquele porrete cutucando fundo em meu útero.
Aproveitando minha total submissão meu invasor atolou o dedo em meu cu e apesar da grande dor adorei tal gesto e quando ele tirou tudo aquilo de mim e pincelou na entrada do meu cu gelei de medo e após muitas tentativas para minha decepção e também do meu invasor ele voltou a atolar tudo em minha boceta onde com algumas estocadas gemeu muito enchendo minha boceta de porra deixando me mortinha de tanto gozar.
Dava pra perceber que os dois conheciam muito bem o local pois mesmo na escuridão total os dois saíram de mim com um deles se posicionando entre minhas pernas lambia ferozmente minha boceta deixando me limpinha e acessa novamente.
Gozando feito louca percebi que era meu marido quando ele saiu de minha boceta e veio beijar minha boca dividindo comigo meu gosto misturado com uma grande quantidade de porra.
Teria cuspido fora não fosse ele neste instante enterrar seu mastro dentro de mim numa única estocada fazendo me gemer alto quase me engasgando engolindo toda aquela porra e confesso que só não o amaldiçoei porque entrou fundo e com poucas,como sempre gozou um rio de porra dentro de mim.
Neste momento ele apesar de ter gozado continuou duro dentro de mim e enquanto beijava minha boca gemia mais que o normal por isso alisei suas costas arranhando fundo e fui descendo ate encontrar pelo tato uma cabeça enfiada em sua bunda lambendo muito seu cu fazendo ele se contorcer todo para em seguida gozar novamente em minha boceta.
Estava passada com esse acontecimento que não estranhei quando ele foi descendo lambendo meu pescoço seios barriga ate chegar em minha boceta ficando de quatro e co isso percebi que ele dividia sua atenção em minha boceta e com aquele homem atrás dele que pelo movimento do seu corpo indo e vindo em mim dava a clara intenção que estava sendo enrabado.
Confesso que fiquei muito enciumada com o prazer que o filho da puta tava tendo sendo que sempre negou isto a mim e muito triste e magoada acabei adormecendo não vendo o desfecho da trepada.
Acordei já com o sol a pino e após um bom e delicioso café tentei saber dele o que tinha acontecido conosco com ele se desvencilhando da conversa.
Ele fugia de mim o tempo todo e após o almoço deitei junto a ele na rede na sacada da varanda e quando toquei no assunto ele quis fugir depois quis me agredir quando perguntei se era meu cunhado que estava conosco a noite e vendo minha reação inesperada ele baixou os olhos enquanto lagrimas corriam de seus olhos saindo dali muito decepcionado com nossa conversa.
Estava sem ação quando minha cunhada veio sentar ao meu lado e enquanto conversávamos ela me confidenciou que seu pai não transa a anos com sua mãe e quando perguntei como ele se vira ela me respondeu:
-Ele não esteve com vocês ontem a noite.Agradeço por vocês ter ficado com ele assim pude dormir sossegada.
E durante nossa conversa esclarecedora descobri que desde pequenos eles são” obrigado” a satisfazer sexualmente seu pai que descobriu que o filho,meu marido,é o único que agüenta seu porrete no cu,por isso é obrigado a dar o cu ate hoje para o papai.
Após me abri com minha cunhada sobre meu relacionamento com seu irmão e por ela pedi minha ajuda pedi que me encontrasse a noite no quarto do pai.
Esperei ansiosamente pela chegada da noite e com isso tive que trocar varias vezes a calcinha de tão molhada que ficava e surpresa comigo mesma com a puta que tinha me tornado em tão pouco tempo.
A noite após um bom banho vesti uma camisolinha bem curtinha e transparente,uma minúscula calcinha que peguei emprestada de minha cunhada que me informou que seu pai adora e meu marido ao me ver assim quis transar comigo que sai rapidinho dali informando que se quisesse me comer teria que ser no quarto do seu pai.
Quando rumava pra lá encontrei minha cunhada de pijama com uma calcinha preta na mão e quando íamos entrar avistamos meu marido vindo em nossa direção todo apreensivo e quando chegou perto de nos sua irmã entregou a calcinha pro meu marido enquanto dizia:
-Vesti pro papai maninho.sei que você gosta.
E muito surpresa e com o tesão a flor da pele beijei loucamente sua boca enquanto sussurrava em seu ouvido pedindo que vestisse pra.
Pela primeira vez na vida notei meu marido todo excitado e feliz com a calcinha socada em seu rabo todo lisinho e depilado.
Meu sogro e sogra levaram um baita susto quando entrei beijando a boca de minha cunhada e de meu marido e após uma transa frenética entre nos três onde obriguei ele e sua mulher a ficarem no sofá me posicionei de quatro na beirada da cama e enquanto minha cunhada comia seu irmão no tapete informei a ele que meu cuzinho seria dele mais somente depois que ele saciasse minha sogra.
Enquanto gemia fazia caretas dedilhando minha boceta com dedos atolados no cuzinho vi meu sogro fazer minha sogra gemer como a muito não gemia,segundo ela e enquanto nos beijava ele socou tudo aquilo em meu cuzinho que apesar de ver estrelas agüentei firme e após ele gozar enchendo meu cu de porra caiu pro lado tencionando dormi quando meu marido saiu de sua irmã e caiu de boca sorvendo todo meu gosto no pinto de seu pai e vendo ele duro sentou nele que sumiu com grande facilidade em seu cu enquanto cavalgava gostoso gozando muito em minha boca enquanto minha sogra gemia muito na boca da filha
E foi assim que nos tornamos uma família mais unida e mais cúmplice um do outro.
Hoje meu marido esta muito mais carinhoso e delicado sendo que na fazenda e o homem responsável que ate engravidou a filha de um dos caseiros porem quando nos reunimos na casa de papai ele se transforma e Rebeca vestido com minhas roupas e sapatos onde eu minha cunhada minha sogra e Rebeca rebolamos gostoso na pica de papai que adora comer meu cu causando muito ciúme em meu marido.
Beijos.
camiledycarlli@bol.com.br

 

 

Corno verdadeiro

Mas fantasia ou realidade, a verdade é que há muitos homens cornos, ou com o desejo concreto de o ser.
Eu me enquadro nesse meio, não fui corno por acaso, aliás, como muitos, me esforcei para me tornar um.
Casei-me com uma mulher bonita, com um corpo muito bonito, desde o início sempre fomos muito safados na cama, ela estava sempre pronta, e com um tesão incontrolável.

Nós, os cornos, temos adoração por nossas esposas, mas a minha, não vou dizer que seja o que não é Tenho lido muitos relatos de cornos, uns verídicos e outros tantos muito fantasiosos.
. Diria que é uma mulher normal como tantas, mas é a minha mulher, isso já faz a diferença. Negra, cabelos não muito compridos, mas muito bem cuidados, lábios carnudos, olhos negros, (tem um jeitinho safado de olhar), seios médios, coxas grossas, bumbum redondo e em pinado, uma xoxota com poucos pêlos, sempre muito bem aparados.
Como eu disse, não fui corno por acaso, começou mais ou menos numa brincadeira, falávamos de nossos antigos namoros, e ela me contou uma transa com um ex dela, dizendo que ele tinha um “pau enorme”, algo que mexeu comigo, e passei a imaginá-la com esse antigo namorado, mas nunca lhe disse nada
Aquilo não me saia da cabeça, passei a me masturbar pensando nisso, e meu desejo em ver ela com outro foi só aumentando, mas eu não tinha coragem de lhe contar.

Não sei se por causa desse desejo de ser corno, comecei a ver muita sensualidade nela, e comecei a dar algumas roupas provocantes, comecei por uma minissaia, e fui aumentando, sempre elogiando-a quando vestia uma roupa mais ousada, seguiram shortinhos, calças justas, roupas transparentes, e uma infinidade de calcinhas, modelos e cores, mas primava sempre pelas minúsculas e fio dental.

As vezes cheirava as calcinhas dela no banheiro, mas nunca sentia nada, até que um dia percebi que algo estava diferente, ela por si só estava muito cuidadosa, qualquer saída que ia dar, sempre se arrumava com esmero, pensei: “se ainda não me corneou, não demora”, mal sabia eu que já estava levando pontas a meses.

Um dia saímos os dois, e a deixei no banco pra pagar algumas prestações, a tarde quando cheguei, notei que a roupa que ela havia usado estava no varal, uma calça preta, uma blusa verde e o conjunto de calcinha e sutiã preto, tive a certeza, precisava agora de paciência para fazê-la me contar.
Ela se tornou ainda mais carinhosa comigo, e eu também com ela, eu sabia, mas queria que ela me contasse, e comecei a dar dicas, as vezes dizia que amava-a tanto que aceitava até um traição, desde que ela me contasse antes que outras pessoas viessem me contar.
Em nossas transas gosto de chamá-la de puta, safada, gostosa vadia, cachorra,(coisas que ela também adora) e numa dessas que a chamei de puta ela disse-me: “puta dá pra mais de um...” e no embalo falei: “minha putinha dá pra quantos quiser, minha putinha tem dado muito?” e continuei provocando :“tem dado essa bucetinha gostosa pra outros machos? Heim? Tem provocando muitos homens com essas suas calcinhas safadinhas né”, ela gemendo louca de tesão soltou :”... não... pra muitos não...” eu enlouqueci, bombava freneticamente em sua xaninha e falava cada vez mais coisas:” ele te pega assim? Heim putinha? Te fode gostoso assim? “

Ela doida de tesão começou a dizer coisas também:”... ai amor... eu não queria... mas aquele tarado é um bruto...” explodimos num gozo intenso, e ficamos um tempão abraçados sem nada dizer.
Após no s recuperarmos perguntei-lhe quem era o tarado bruto, queria saber de tudo, mas que não me escondesse nada. A seguir passo o relato para as palavras dela, serei o mais verídico possível, pois são palavras que nunca esquecerei.
“ È o Meneses, um colega de curso, houve um dia que saímos mais cedo, e ele ofereceu carona a mim e a outra colega, só que ela ficou primeiro, ele então me chamou pra conversar, disse que há tempos queria falar comigo, eu disse que tudo bem, ele então se dirigiu a um bairro novo com poucas casas e pouca iluminação, ficamos conversando e quando vi já estávamos nos beijando, ele disse: ”há tempos que tenho notado você, e tenho um desejo louco por ti.” Confesso que também deseja ele, então fomos pra um motel, quando lá chegamos ele me colocou na cama, tirou minha calça, quase rasgou minha calcinha, e começou a me chupar e bolinar meu cuzinho com um dedo.

pedi pra chupar ele também claro, quando ele tirou o pau pra fora assustei, ele sorriu e disse: “ nunca viu desse tamanho?”, nunca mesmo, enorme, grosso e reto, com a cabeçona vermelha, não consegui colocar nem a metade na boca, fizemos um 69 comigo por cima, ela me lambia desde o clitóris até o cuzinho, e ficava me enfiando o dedo , sentei então naquela tora e fui escorregando mas não conseguia por tudo, ele então me virou ficando por cima, e enfiou tudo, eu gemia e pedia para ele parar, mas ele ria e dizia: “ vai levar vara nessa buceta pra aprender, e vai dar pra mim sempre que eu quizer...” eu falava que seria só aquela vez que eu era casada, ele ria mais ainda e falava: “quem provou dessa pica sempre quer mais, você vai me dar é só eu querer, você agora é minha...” me fez gozar como uma louca.
Quando me deixou aqui próximo pensei, nunca mais saio com ele tarado, ele me deixou quebrada.
Passado uns dois dias saímos mais cedo novamente, ele nos ofereceu carona novamente, pensei em recusar, m as fomos todos, e mais uma vez ele deixou as outras meninas primeiro, quando estávamos sós ele disse: “ então, ta com saudade do meu pau?” falei:”você sabe que não podemos ficar de novo, meu marido pode desconfiar”, ele deu uma grande risada e respondeu: “ seu marido? Seu marido pode desconfiar de quê? Da puta que tem em casa? Seu marido sabe bem o que você é, e acho até que gosta, conheço bem mulher de corno, ou você acredita, que homem sério deixa a mulher usar essas roupas e calcinhas que você usa? Me engana que eu gosto” tentei retrucar: “ não fale assim do meu marido! Você não o conhece!”, ele riu debochando: “ tudo bem não vou mais falar do corno, vamos logo que meu pau já ta estourando”, seguiu pro lugar que se tornou repetitivo, nunca mais me levou num motel, estacionava sempre numa ruazinha escura e me fodia como uma puta de rua, e ria das vezes que me fazia goazar, lambia meu cuzinho e dizia” vai se preparando, que um dia vou entrar pela porta dos fundos”

E assim tem sido meu amor, sou mesmo uma puta, pois ele não me deixa, mas não faço por obrigação, gosto mesmo de dar pra ele, mas nunca dei pra mais ninguém. Pode fazer o que você quiser comigo”.
Na hora acalmei-a dizendo que a amava, e fudemos como nunca, foi uma noite de loucura. Nunca vi ela com ele, mas ela sempre me conta quando fica com ele, e as vezes chega toda inchada de levar vara dele, e isso já passam alguns meses.
Quero contatos como homens iguais a mim, que veneram sua mulher, que sabem que sua esposa dá pra outro, e que goste de trocar relatos de suas experiências.

lupera@bol.com.br

Marcia Negra Casada e Gostosa

ou começar me descrevendo, tenho 45 anos, 1,77 de altura, 80kgs. Dote de 19cm de comprimento por 6cm de diâmetro, discreto e muito sigiloso, já iniciei alguns casais e talvez por isso transmita mais segurança aos casais.

Um casal resolveu me adicionar no MSN daí por diante conversamos varias vezes, e eles se descreveram como ela sendo negra um pouco acima do peso, 1,68 de altura, simpática, ele muito serio Uruguaio altura e peso proporcionais.
No inicio eles me contaram que a fantasia deles era dela sair com outro cara se encontrarem e irem para um motel e durante a transa que ela ligasse para ele contando como estava etc. etc.

Após varias conversas, acabamos marcando o primeiro encontro, ela iria sozinha(pelo menos não percebi ninguém a acompanhando nem de longe), cheguei no lugar combinado conversamos rapidamente fomos para o carro, conversamos mais um pouquinho para eu ter certeza que ela realmente estava afim(a pior coisa que tem é sair com alguém que quer apenas satisfazer os desejos do parceiro, parece que estamos com uma boneca inflável) , daí acertamos que iríamos a um motel, entramos, e logo já estávamos no maior dos amassos, dei um jeitinho e fui tomar uma ducha, depois ela fez o mesmo e demos continuidade em nossas brincadeirinhas ela passou a chupar me pau bem gostoso, só quem já saiu com uma mulher negra para saber como elas são quentes, logo já estávamos no papai e mamãe, ficamos assim por vários minutos, então ela me disse que tinha ficado de ligar para o maridão corninho, eu disse que tudo bem, então falei pra ela ficar de quatro me posicionei atrás dela e fiquei naquele vai e vem lento enquanto ela ligou para ele, começaram a conversar, percebi que ele perguntou algumas coisas e isso me deu mais tesao ainda, então passei a socar mais fundo com mais força ela começou a gemer inconscientemente, dali a pouco ela se entregou por completo eu acariciava a bundinha dela, molhava meu dedo e alisava aquele cuzinho lindo dela, e falava que queria comer ele, ela rebolava mais ainda e dizia que hoje não, ficamos assim mais um tempo até que avisei que iria gozar, então ela saiu rapidinho ficou de frente pra mim abriu sua boquinha, e mandou gozar ali, eu esporei tudo mesmo, ela limpou tudinho deu um sorriso gostoso, e me pediu para levá-la embora, levei e estranhei pois na despedida só me deu um beijinho no rosto.

Marcamos outro encontro e ai falei pra ela que ela foi embora meio estranha, então ela me disse que quando eu a deixei ela correu para o trabalho do marido e beijou ele um tempão, pois ele queria sentir o gosto da boca dela assim ainda toda esporrada só então eu entendi o comportamento dela.

Nessa segunda vez, fizemos praticamente as mesmas coisas só que quando falei para ela que iria comer o cuzinho dela, ela não disse nada então entendi como que tudo bem, enquanto ela estava de quatro meu pau na sua bocetinha, eu fui lubrificando aquele cuzinho gostoso pondo um dedinho, depois dois, quando estava bem relaxado iniciei o terceiro, então percebi que ela estava pronta, mandei ela ligar para o maridão corninho e ela o fez de imediato, só que quando começaram a conversar eu avisei ela que iria comer seu cuzinho, ela então passou a contar para o maridão que eu estava metendo no cuzinho dela conforme eu dava uma empurradinha ela se contraia eu mandava ela relaxar ela relaxava eu dava mais uma empurradinha ela gemia e assim foi até que senti minhas bolas batendo na bocetinha dela anunciando que o cuzinho dela tinha engolido meu pau todinho, então passei a fazer um vai e vem e ouvia ela dizendo pro corninho que eu estava arrombando o cuzinho dela, que a noite ele iria sentir ela mais larguinha(depois ela me contou que o pau dele tem 14cm de comprimento e fininho), e quanto mais ela falava mais forte eu metia, ficamos assim uns 20 minutos, ai resolvi dar uma paradinha, tomei uma água, ela tinha até esquecido o cel.

Ligado e nem lembrou mais do marido, ficamos abraçados nos curtindo gostoso, ela me falando que tinha adorado, e se eu quisesse poderíamos repetir muitas outras vezes, pelo menos enquanto o marido dela permitisse, e eu claro achei ótimo. Daí a pouco ela veio me dizer que o marido dela tinha uma fantasia diferente e que se eu não ajudava ela a realizar, eu disse que tudo bem (era o mínimo que poderia fazer pra retribuir todo prazer que essa mulher estava me dando), então ela me contou que ele tinha vontade de ficar por baixo dela quando ela estivesse de quatro, e enquanto eu estivesse metendo nela ele queria chupar o grelinho dela, de imediato saquei o que ele queria, eu pensei e disse que se fosse para dar prazer a ela faria sim sem problema algum.

Fomos embora e já combinamos outro encontro para quarta feira da semana seguinte, no horário marcado La estava ela, só que acompanhada de um cara alto, mais ou menos 1,80 de altura, mas logo imaginei que era o marido dela.

Conversei rapidamente com ela ele muito seco só me cumprimento e não disse mais nada o trajeto todo, entramos no motel, como ele estava presente pela primeira vez ficou um clima diferente, mas pedi licença fui ao banheiro e quando voltei ela já estava apenas de lingerie, e ele de cueca, daí cheguei nela e começamos nossas caricias, ele ficou de lado assistindo td e ao mesmo tempo se masturbando, fizemos muito oral um no outro, o papai e mamãe e ele não desgrudava os olhos de nada, ai mandei ela ficar de quatro ele ficou totalmente inquieto, então eu o chamei para bem pertinho, falei para ele ver meu pau sumindo inteirinho dentro dela, ele viu então falei pra ele sente e mandei ele segurar o meu pau enquanto ele deslizava para dentro dela ele meio timidamente o segurou e foi conduzindo para dentro dela foi até o final fiz novamente e pelo que percebi ele adorou a experiência. Meti nela assim algum tempo então ela chamou o maridão corninho conversou baixinho com ele e ele foi se ajeitando por baixo dela, se posicionou bem em baixo da bocetinha dela, e começou a chupar o grelinho dela timidamente e dali ele tinha total visão do meu pau entrando e saindo de dentro dela, logo senti algo quente no meu pau era a língua dele senti que ele timidamente começou a chupar o meu pau junto com a bocetinha dela, essa negra parecia um vulcão em erupção quente rebolava mais que passista de escola de samba, um show de mulher , tanto que avisei que não iria resistir muito mais, então ela saiu e correu chupar meu pau e puxou o maridão corninho junto com ela e ai ela o largou chupando meu pau sozinho e veio ate minha boca e ficou me beijando e nos dois nos acariciando como se fossemos um casalzinho de namorados, enquanto o maridão corninho ficou La chupando o meu pau até que comecei a esporrar, pensei que ele iria largar o meu pau mas para meu tesao maior, ele continuou e sugou tudinho, chupou até secar a ultima gota de porra ai pensei que ele iria parar mas que nada continuou assim mais uns 10 minutos então meu pau deu sinais de vida novamente, ai falei pra ela que queria comer o cuzinho dela novamente, ela de imediato ficou de quatro mandou eu ir firme, me posicionei por trás dela e comecei a meter devagarzinho qdo percebi que ela tinha se acostumado comecei a meter forte e fundo, ela gemia e dizia pra ele “ta vendo é assim que tem que meter, assim que se come um cu, ta vendo porque ele ta arrombado, seu pau fica dançando dentro dele? É que o pau do meu macho é grosso e grande, vou dar sempre pra ele vc vai ter que se acostumar com ele assim todo arrombado” , ele assistia tudo se masturbando, avisei ela que iria esporrar novamente ela falava “vai meu macho pode gozar, me enche de porra enche sua putinha de porra que vou mostrar pro meu corninho” ai passei a esporrar novamente, quando terminei dei um beijinho nela e fui para o banheiro para deixar o casal mais à-vontade tomei cuidado para demorar o tempo suficiente para eles se curtirem.

Quando retornei percebi que ele tinha chupado toda porra que tinha escorrido do cuzinho dela e ela estava terminando uma bela chupada no pau dele, ele esporrou, foram para o banheiro e quando saíram já vieram se vestindo Eu pedi para fecharem a conta e fomos embora. Os deixei onde tinha os encontrado e depois conversamos pelo MSN novamente ele me falou que tinha gostado muito mas estava sem graça comigo, eu logo entendi porque, e disse que não tinha problema algum ele não era o primeiro que tinha essa fantasia, então ele se soltou e repetimos isso diversas vezes, nos tornamos amigos/amantes e sempre que temos oportunidade repetimos a dose.

Espero que tenham se identificado com o relato que foi real se quiserem conversar meu email sandro_garcia@yahoo.com.br

 

Castigo e recompensa do maridinho frouxo

Sou o escravo de minha esposa Raquel e é às suas ordens que escrevo este relato.
Nesse dia à tarde minha querida esposa convidara uma amiga para tomar chá lá em casa. Como faço de empregada doméstica preparei-lhes um bolo de chocolate de que Raquel gosta muito, vários tipos de torradas e um bule de chá que eu mesmo servi. Minha esposa fizera-me envergar um avental e por baixo da minha roupa vestia uma calcinha preta fio dental que uso sempre e que estava certo Raquel me iria fazer mostrar à sua amiga, Clarisse, pois minha esposa adora humilhar-me perante as suas amigas e amantes.
Clarisse começou por estranhar eu ficar servindo-as enchendo-lhes a chávena de cada vez que ela se esvaziava, e cortando-lhes as fatias do bolo, em vez de me sentar com elas a comer.
- Ele sabe muito bem qual é o seu papel no nosso casamento – disse-lhe Raquel. E como Clarisse quisesse saber porque razão eu sendo homem aceitava desempenhar uma figura subalterna a safada da minha esposa respondeu-lhe como sempre gosta de fazer.
- Homem, isto? De facto ele tem uma pilinha e um par de tomates no meio das pernas como os homens, mas coitado é tão mal servido de uma e outros que quando se punha em cima de mim eu nem sentia a coisa dele na minha vagina, não é verdade queridinho? E o pior é que ainda mal a tinha metido e já estava a despejar-me todo o leite, de maneira que se isto é um homem estamos conversadas.
Clarisse perguntou então se isso queria dizer que nós não fazíamos sexo ao que minha mulher respondeu afirmativamente.
- Era para mim uma enorme frustração fazer sexo com tal frouxo. Deixo-lhe tocar umas punhetas de vez em quando, quando ele se porta bem. Mas até é bom ter um marido assim. Sempre sonhei ter um homem que fizesse tudo o que lhe mandasse, e o Géninho quando compreendeu que nunca poderia ser um macho na cama, só para não me perder, aceitou passar a ser o meu escravo. E é um escravo de se lhe tirar o chapéu.
- Então ele não tem nenhum préstimo para satisfazer uma mulher? – voltou a questionar Clarisse.
- Com a pilinha não – confirmou minha esposa – Mas com a boca até consegue levar qualquer mulher ao orgasmo embora a única rata que ele já lambeu tenha sido a minha, já que antes de andar comigo o esporrador precoce nem sabia o que era uma mulher. E também tem jeito para segurar num vibrador com a boca ou com a mão e foder-nos com ele. Confesso que dessa forma já me fez gozar várias vezes.
- Então queres dizer-me que bacamartes de carne, daqueles bem avantajados, com os quais tanto te divertias nos nossos tempos da Faculdade, nunca mais voltaste a provar? – perguntou Clarisse com um ar muito maroto que a tornava ainda mais bela.
- Achas? – respondeu-lhe Raquel – Não penses que por estar casada a tua amiga tenha mudado assim tanto. Se este pila mole não me serve para a cópula eu não vou tomar o hábito e limitar-me aos minetes ou aos consolos postiços. Afinal pilas duras desejosas de entrar numa mulher carente como eu não faltam por aí.
- Queres dizer que corneias o teu marido e que ele o sabe? – perguntou admirada Clarisse olhando para mim.
- Claro – respondeu-lhe prontamente Raquel –Eu não te disse que ele é o meu escravo? Não és, Géninho?
Confirmei. E a conversa passou então a ser sobre os muitos amantes que minha querida esposa já teve, e sobre aqueles que ainda tem. Raquel contou como eu muitas vezes a lubrificava antes de ela ter relações anais com o seu actual amante, um negro chamado Antero, dotado de um cacete enorme, dos minetes que lhe faço após ela ter fodido com ele só para lhe aliviar o inchaço da rata, e por aí fora. Clarisse que é tão vadia como Raquel pôs-se por sua vez a relatar algumas das suas mais recentes aventuras, confessou gostar igualmente de dar o cu a um macho abonado, e que ainda recentemente no veículo de um amigo que a andava comendo tinha sido traçada por dois sujeitos que lhe tinham enfardado a rata e o olho do cu ao mesmo tempo. Minha mulher contou-lhe igualmente algumas DP’s que também fizera, e com aquela conversa eu que tenho mais tesão com os olhos e os ouvidos do que com o caralho, comecei a ficar com este em pé, o que elas notaram.
- Há quanto tempo o teu marido não despeja os tomatinhos, Raquel? - perguntou a amiga.
- Há uns três meses. Sabes que não se pode deixar os maridos submissos tocarem as punhetas que lhes apetece, senão eles tornam-se desobedientes. E não queremos que isso suceda, pois não Géninho meu amor?
Efectivamente eu não queria que isso acontecesse pois amo desempenhar o meu papel de escravo e de maridinho cornudo e frouxo. Assim como amo ouvir-lhe tais interrogações escarninhas dirigidas a mim quando ela está com outras pessoas, em que Raquel usa e abusa dos diminutivos e cujo objectivo é fazer-me concordar com ela, pois me deixam cheio de tesão. Por isso disse logo que não embora tenha acrescentado que ficar meses sem tocar punheta enquanto ela anda bem consolada com os cacetes dos outros seja a maior privação que a sua condição de minha dona me faz passar.
- Coitadinho – disse com comiseração Clarisse – de facto três meses sem o sequer alivio de uma mãozinha e assistindo às transas da Raquel, não deve ser nada fácil para um homem mesmo sendo um esporrador precoce como tu, Géninho. Eu própria que ainda anteontem gozei sobre o peso de um macho em cima de mim, confesso ter ficado bem excitada com a nossa conversa. E tu Raquel como tanto gabaste os talentos para o minete que o teu Géninho tem, em nome da nossa velha amizade será que te importarias que ele me fizesse um?
- Bem – a ideia não parecia agradar muito a minha esposa – como te disse este cornudo nunca teve outra mulher além de mim, pelo que não queria vê-lo habituando-se a petiscar noutras bocetas nem que seja só com a língua. Mas como és uma grande amiga consinto que ele te faça um minete na tua desde que não a vás lavar, me prometas mijar-lhe no final para dentro da boca, e que ele to faça vendada pois não consinto que veja outra vagina além da minha.
- Concordo perfeitamente – exclamou Clarisse batendo palmas – de facto sou de opinião que um homem que não sabe satisfazer uma mulher com o órgão do prazer com que a Natureza o dotou bem merece de vez em quando levar uma boa mijadela do nosso próprio órgão. Mas gostaria mesmo de comprovar se ele é efectivamente assim tão mal desenvolvido de órgão reprodutores como afirmas pelo que gostaria de o ver todo despido quando me estiver lambendo. Além disso não vejo sabor nenhum em ter um homem lambendo-me a boceta vestido.
- Quanto a isso não há problema. Vou mandá-lo despir-se todo pois até gosto que as minhas amigas e os meus amantes vejam o quanto este corno é desprovido de órgãos de macho.
Às suas ordens despi-me e quando Clarisse me viu com as calcinhas femininas ainda se riu mais.
- Também é bicha o teu corninho frouxo? – perguntou.
- Não, mas diverte-me vê-lo assim. Ainda que esteja certa que se o fizesse apanhar com um chorudo caralho pelo cu acima, iguais àqueles que no tempo da Faculdade nos fizeram gozar a ambas, o frouxinho até era bem capaz de gostar. Tão pouca carne tem o seu caralho que de facto o seu baixo – ventre mais parece o de uma moça. Por isso gosto de o ver com calcinhas femininas. É o único homem que gosto de ver com calcinhas femininas, e é só porque o Géninho tem a pila bem pequenina. Mesmo estando de pau feito ela é tão pequena que pouco volume ocupa na calcinha como vês.
- De facto – confirmou Clarisse tocando com as mãos por cima da calcinha o relevo insuflado do meu caralho – mesmo estando com tesão a pilinha do teu Gèninho não há-de medir mais de 10 cms. E os tomates também são assim tão pequenos?
- Nem 10 cms lhe mede a pila – assegurou minha esposa – Já lhe vais ver os tomates mas se quiseres ficar com uma ideia apalpa-os e já ficas com uma noção.
Com a mão igualmente por cima da calcinha Clarisse apalpou-me os baguitos. Eu sentia-me como um objecto mas oh, que bom aquilo era! Agradeci muito a Raquel por tal lembrança, afinal além das dela nunca outras mãos femininas me tinham apalpado tais partes.
- Que bolinhas tão pequeninas – confirmou Clarisse apertando-mas com força sem pudores –Só com a palma de uma mão consigo abarcar as duas e ainda me sobra muito espaço. E como elas esticam todas se as puxar. Até apetece arrancá-las. De facto deves ter a pila e os tomates mais pequenos do Mundo, Géninho, pelo menos nunca vi outros assim tão diminuídos. E que molezinhos são. A tua pila é que está dura apesar de ser bem pequenina. Quero vê-los. Baixa a calcinha.
Sua voz de comando fez-me lembrar a de Raquel. Baixei-as. Minha esposa já estava acostumada mas Clarisse muito se riu quando lhe exibi a pixota e os tomatinhos e pôde comprovar ao vivo o seu pouco tamanho.
- Eu também no lugar de Raquel fartar-me-ia de te meter os cornos ainda para mais se te vens com a facilidade que ela diz. Tu pelos vistos nem tens tamanho nem aguentas a verga tesa muito tempo, não é? Já lhe mediste a pila tesa, Raquel? Não?! Depressa vai buscar a fita métrica porque de facto um tamanho destes, assim tão escasso, merece ser registado.
A fita de costura indicou que mesmo tesa minha pica não media 9 cms pelo que Clarisse lembrou que deviam-na fotografar na marca assinalada o que foi feito como documento histórico. Só então Clarisse se mostrou disposta a deixar-me fazer-lhe o minete.
- Não me vou despir já que a tua esposa não quer que me vejas nua – esclareceu a convidada de Raquel – Vou apenas tirar a minha calcinha que tem mais pano que a tua e tu vais lamber-me a rata tal como ela se encontra, com a minha calcinha tapando-te os olhos, está bem?
Comentei que faria tudo o que minha esposa autorizasse mas que também estava excitado e ficaria ainda mais quando a estivesse lambendo pelo que no final eu muito agradeceria se me fosse concedida a dádiva de uma punheta ou então correria o risco de molhar a cama quando me fosse deitar.
- Não te preocupes queridinho – sossegou-me Raquel – se fizeres um bom minete na minha amiga, que a faça gozar tanto como quando mo fazes a mim, deixo-te tocar hoje uma punheta.
- E eu posso assistir? – perguntou Clarisse – Eu adoro ver homenzinhos frouxos que não se safam com as mulheres, tocando punhetas. São aliás os únicos que gostam de tocar punheta mesmo se estão com mulheres quentes, como nós as duas.
Minha esposa prometeu que Clarisse poderia assistir à minha punheta e que esta seria diferente de todas as que ela alguma vez presenciara. Clarisse então tirou com muita sensualidade sua calcinha azul – escura pelas pernas abaixo sem baixar a saia, após o que me vendou os olhos com ela. Ouvi-a então sentando-se no sofá.
- Anda, vem lamber-me o meu grelinho de puta com a tua língua de maridinho frouxo – e eu de quatro rastejei em sua direcção até sentir os seus joelhos apertando minhas orelhas e me puxarem até ao buraco do meio das suas pernas. Que cheirinho a vagina e a tesão de mulher, o mesmo odor que eu estava habituado a sentir quando Raquel me mandava fazer minetes nela.
- Queres que vá buscar um vibrador para o Géninho te foder com a boca? – Perguntou solícita Raquel.
- Não, obrigada amiga. Quero apenas que o teu corninho frouxo me faça gozar com um minete. Mas primeiro que comece por me lamber o cu. Não me lembro de alguma vez um homem me ter lambido o cu.
E eu fiz, ou fazer minetes não fosse a minha especialidade. Raquel diz que é para compensar eu ser quase frouxo de caralho. Senti que Clarisse levantara as pernas tornando o seu cuzinho macio acessível à minha língua e foi por ali que comecei o minete, passeando-lhe bem a língua no interior do olhinho. Clarisse ia-se masturbando e gemendo de prazer. Só ao fim de algum tempo é que a badalhoca me pediu para lhe atacar a cona o que fiz com ainda mais prazer pois prefiro lamber bocetas do que cus embora aquela também não estivesse bem lavada. No entanto não tinha pentelhos, minha esposa também faz depilação na boceta e eu acho isso muito agradável. Ao fim de quatro ou cinco minutos, e apesar de todas as fodas de machos abonados que já levara a putazinha depois de ter a greta e os lábios bem titilados pela minha linguazinha vinha-se abundantemente nela inundando-a de um líquido adocicado igual ao de Raquel quando gozava em mim..
- Engole-lhe o gozo, meio macho, como engoles o meu – exigiu esta. E eu engoli.
- Que tal querida? – quis saber minha esposa.
- Cinco estrelas de facto – anuiu a amiga – Pode não ter grande instrumento de macho mas mesmo só com a língua o teu Géninho não deixa uma mulher passar mal. Acho que bem merece a punheta que lhe prometeste deixar tocar no final.
- Acordos são acordos, concordo – assentiu Raquel – mas primeiro vais despejar como combinado, a bexiga dentro da boca que te deu tanto prazer para que o Géninho nunca se esqueça que mesmo com autorização minha tocar numa outra boceta que não a da sua esposa fá-lo-á merecer um castigo desagradável.
Na verdade não gosto nada que me mijem na boca nem que seja minha querida esposa e dona a fazê-lo e Clarisse tentou evitar-me tal punição mas Raquel não desarmou. Se queria tocar uma punheta tinha de engolir o mijo da amiga pelo que sem me ter sido removida a venda deixei que ela se sentasse no meu rosto e com a boceta mesmo por cima de minha boca vertesse dentro dela.
- Bebe tudo, queridinho – mandava minha esposa – esse é o preço que tens de pagar por teres feito gozar outra vagina que não a minha. A recompensa vais tê-la já a seguir. Bebe tudo senão quem te abre os queixos sou eu.
E de facto com as suas mãos abrindo-me a boca Raquel cuidou de fazer com que eu não desperdiçasse nada.
- Quero ver a tua língua fazendo de papel higiénico na vagina da Clarisse.
E eu com minha língua bordejando-lhe o interior dos lábios femininos removi-lhe todos os vestígios de urina como se ela fosse uma folha de papel higiénico de que Clarisse se servisse após ter usado o toilette. Mas podia agora tocar a minha ansiada punheta.
- Para esta punheta vou ter de me calçar a preceito – disse Raquel -. E já vamos os três saber se sempre gostas de sentir um esquisso no cu como me parece.
Quando me tiraram a calcinha que me vendava os olhos vi que minha esposa calçava uns sapatos negros de tiras, cujo salto embora fosse fininho como a minha pila media bem uns 20 cms de comprimento, o que não lhe permitia sequer andar com eles. Antero seu amante oferecera-lhos e ela por vezes usava-os na cama quando ele a queria comer, já que o excitavam muito. A mim também. Para além disso durante meu minete Raquel despira-se, vestia apenas uma lingerie escura e umas meias transparentes com ligas, dando-lhe quase até às coxas. Estava um tesão, pelo menos para mim.
- De quatro como as porcas quando vão ao macho de cobrição, miserável mineteiro – ordenou – Vais parecer uma porca perneta pois terás de levantar uma das mãos para poderes tocar ao bicho mas quero ver esse teu rabinho branquinho bem empinado.
Fiz tudo o que me era exigido, satisfeito por lhe estar obedecendo.
- Podes começar tocando punheta, porco.
Levantei minha mão direita e comecei o trabalho de mãos. Senti nesse momento a ponta do tacão dela arrebanhando a entrada do meu cuzinho, primeiro vagarosamente, depois com mais força fazendo pressão para entrar. Uii, aquilo era bom mas doía.
- Vamos porco, vou-te tirar as pregas do cu com o meu salto do tacão – escarnecia Raquel – Não precisas gemer muito que ele é tão fininho como a tua pilinha, não é mesmo queridinho? Quando ma metias eu nem a sentia lambendo-me as bordas, por isso tenho a certeza que o teu cuzinho não tem muitas razoes de queixa do caralho fininho que lhe arranjei mesmo tendo o triplo do tamanho do teu. Continua a punhetear-te e não te venhas já.
Clarisse teve então a ideia de colocar suas mãos por baixo da minha pilinha para que eu ejaculasse sobre elas, sugestão que minha esposa aceitou com agrado. Nesta altura eu já tinha o salto todo enfiado no meu cu e a pressão que ele me fazia na próstata era intensa, às vezes até insuportável. Mas ao mesmo tempo como aquela punheta ficava ainda mais excitante com aquele troço duro furando-me o rego.
- Vamos maridinho frouxo rebola-te todo no meu pau com o uma boa bichinha deve rebolar-se no pau do seu macho – e agora enquanto Raquel me violava atrás com força ia-me dando pequenos pontapés no traseiro. Ohhh, que bom! A pele do meu prepúcio estava toda puxada para trás e da cabeça do meu caralho já pingavam grossos fios do meu gozo. Não me ia aguentar mais. A recompensa de tanta humilhação e do meu minete chegava agora. Impetuosa, branquinha e quente. Nas mãos abertas em concha de Clarisse que apanhou tudo tal como eu apanhara o seu gozo e o seu xixi momentos antes. Raquel muito lentamente começou a tirar seu tacão de dentro de mim.
- Cuzinho apertado – comentou dando uma espreitadela para o meu aro começando a fechar-se – vou fazer isto mais vezes. E então gostaste do teu castigo e do teu prémio?
Sim muito. Tanto de um como de outro respondi com sinceridade.
- Um momento – proferiu Clarisse – tu Raquel já castigaste o teu maridinho por me ter feito gozar, e ele já teve o seu prémio pelo mesmo motivo. Acho que agora estava na altura de eu o castigar por ter evitado que te sujasse o chão com o seu gozo. Afinal tenho a porcaria dele nas minhas mãos e só vejo uma maneira adequada de a fazer desaparecer.
As duas olharam para mim sorridentes com ar de ironia e eu percebi como meu esperma iria desaparecer das mãos de Clarisse. Já tinha engolido tanta cosia naquela tarde, aquilo ia ser mais outra. Levando-me as mãos ao rosto Clarisse ordenou que com a língua de fora as lambesse até as deixar limpas, tal como um gato bebendo uma malga de leite. Bebi tudo demoradamente ouvindo-as chamando-me de puta glutona. Mas a verdadeira recompensa tive-a quando Clarisse se retirou. Minha esposa abraçou-me, beijou-me na boca dizendo-me.
- Portaste-te muito bem Géninho. A Clarisse adorou o teu minete que eu bem lhe vi na cara. E eu fiquei com tanta vontade de estar no lugar dela que até o Antero voltar dormirei contigo todas as noites e te deixarei fazer-me um minete. É claro que vou enfiar qualquer coisa nesse cuzinho de maneira a deixar-to sempre bem aberto como o cuzinho de um maridinho frouxo como tu que veste calcinhas femininas deve ter o seu. E até talvez te deixe tocar outra punheta mais cedo do que pensas.
Ohh, que feliz eu fiquei!
 

EUGÉNIO SADOC
 

Esposa infiel - parte VI

Recentemente fui internada com estafa e esgotamento físico que quase virou uma anemia,não fosse mamãe ter vindo passar uns dias aqui em casa para me socorrer.

Isto se deu porque com ela em casa eu não podia transar do jeito que gosto com meu boizinho os porteiros e alguns vizinhos.

Isto me deixou profudamente irritada e abatida tendo que ficar quase uma semana me contentando somente com o porrete de meu marido que muito mais me acendia o tesão do que saciava.
Por insistência de mamãe marquei um dia com meu medico e após a consulta ele resolveu me internar e entre o tratamento tive que passar por um terapeuta sexual onde ficou constatado compulsão excessiva por sexo.

Depois de quase dois meses internada minha única tara ainda era me exibir coisa que o medico disse ser natural.
Quando fui liberada contrariando mamãe principalmente resolvi vir embora de metro e ônibus o que para minha mãe foi um absurdo,comigo conseguindo se desvencilhar dela quando foi junto ao meu marido assinar os papais de minha liberação e buscar papai que nos esperava com o carro na garagem do sub solo.

Sem mesmo me trocar vesti uma blusinha por cima da bata que usava que tem uma amarração na cintura deixando me controlar o tamanho da saia.
Enquanto caminhava rapidamente para a saída lateral aproveitei para puxar a barra bem para cima deixando as dobrinhas da bunda de fora e enquanto caminhava sentia o vento levantando o fino tecido deixando minha calcinha a mostra.
Enquanto caminhava sentia um fogo na boceta que parecia incendiar a alma deixando me louquinha de tanto tesão com os bicos do seios a mostra coberto somente pelo fino tecido da camisola com a blusa aberta fazendo que todos olhassem para mim deixando cada vez mais maluca de tanto prazer.

No metro apesar de ter bastante lugares vagos me coloquei de pé frente a porta onde todos podiam contemplar meu lindo corpo quase nu sandálias tipo descalça cabelos soltos cobrindo o rosto e todo esvoaçado pelo vento.
Delirei quando numa freada mais brusca me segurei no ferro acima de minha cabeça esticando todo o corpo deixando minha bunda praticamente toda de fora com a calcinha apesar de comportadinha toda enfiada no rabo de propósito por mim.

Aproveitei para ficar assim por eternos alguns minutos de onde podia contemplar displicentemente a reação das pessoas sentadas ao meu redor.
Sentindo o corpo todo tremulo gozei como a tempo não gozava sem mesmo me tocar olhando um senhor sentado bem atrás de mim onde arrumava o imenso volume sob a calça social.

Tive que segurar firme para não cair e quando o metro parou na estação sé, fui arremessada literalmente para dentro do vagão sendo colada na parede com milhares de pessoas que mais pareciam animais em estourada querendo entrar todas de uma só vez.
Tive que me encostar na parede do vagão e sem ter onde me segurar me escorava nas pessoas para não cair.
Na estação seguinte entrou mais gente e com isso fiquei grudada na parede com um rapaz colado em mim ficando praticamente no meio de minhas pernas.
Sentia seu hálito em meu rosto e quando tentei sai dali para meu desespero ele entrou mais no meio de minhas pernas com seu mastro duro e em riste cutucando minha boceta sedenta deixando me molhadinha.
Quando o trem andou fui para cima dele e quando o trem parou logo em seguida ele voltou com mais força para mim fazendo me ficar nas pontas dos pés com tudo aquilo forçando a entrada de minha boceta fazendo me gemer alto já com a respiração acelerada e ele percebendo meu estado de total submissão abraçou minha cintura enquanto lambia minha orelha forçava minha boceta em seu porrete fazendo me arfar de tanto prazer.

Estava entregue com ele já massageando meus seios com uma das mãos e com a outra dentro de minha calcinha onde enfiava a ponta do dedo em meu cuzinho enquanto gemia beijando muito meu pescoço e orelhas.
Gemi alto atraindo a atenção das pessoas pertos a nos quando ele num gesto ousado levantou uma de minhas pernas enquanto beijava minha boca a forca afastou minha calcinha pro lado e após algumas rápidas dedadas atolou seu porrete descomunal em minha boceta fazendo me gemer alto,só não gritei de prazer pois minha boca estava ocupada sendo sugada avidamente pela dele que parecia quer me engolir tal a intensidade do beijos.

Estava entregue e como sou doida mesmo grudei em seu corpo abraçando o com minhas pernas onde fiquei suspensa no ar com as costas na parede enquanto ele me comia loucamente com estocadas vigorosas e fundas em minha boceta.
Perdi a conta de quanto já tinha gozado quando ele segurou forte em minha bunda chegando a rasgar minha calcinha quando ele num urro ensurdecedor inundou minha xana de porra que escorreu pernas abaixo chegando a sujar meus pés e o chão do metro.

Calmamente ele me colocou na posição normal sem sair de mim e enquanto beijava minha boca me chamando de louca senti seu membro escorrer pra fora de mim trazendo junto um rio de porra.
Ele ainda me beijava quando o metro parou em uma estação e ao abrir as portas notamos um grupinho de pessoas conversando com um dos seguranças e apontando para nos que neste instante saímos correndo de mãos dadas como dois adolescentes apaixonados e quando fomos cercados por outros seguranças ele mandou que pegasse a direção contraria a dele e enquanto ele era praticamente agredido pelos os seguranças corri para a rua onde peguei um táxi e rumei para casa onde todos me esperavam ansiosos.
Ao entrar em casa enquanto minha sogra sogro e cunhada distraia a atenção de mamãe fui levada para o quarto pelo meu boizinho e enquanto me banhava ele comia gostoso meu cu embaixo do chuveiro.

Após uma rapidinha fomos para a sala onde todos conversava animadamente com meu sogro e minha cunhada todos ouriçados ao me ver e quando minha cunhadinha se ofereceu para preparar um lanche para nos sendo seguida por meu boizinho tive certeza que ela ia rebolar gostoso no porrete do irmão na cozinha enquanto eu sentada de pernas abertas sem calcinha deixava meu sogro de pau duro chegando a babar de vontade de comer minha danadinha.
E foi assim que adormeci acordando horas depois deitada no sofá com a cabeça no colo de mamãe que fazia um gostoso cafuné em mim.

Conversamos muito e animadamente quando adormeci outra vez e quando acordei mamãe dormia gostoso comigo em seu colo.

Vendo aquele corpo lindo e gostoso sentei em seu colo colando meu corpo tremulo ao de mamãe que acordou assustada me abraçando em seguida envolvendo todo meu ser em seus braços e enquanto me molhava toda com seus carinhos em minhas costas e cabeça suspirava fundo em suas orelhas já arquitetando um jeito de transar com mamãe.

Beijos
camille

 

 

Esposa infiel IV





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Ola queridos amigos e má parabéns pela grande vitória
Estou aqui para contar mais um conto que para mim vem sendo muito bom.

...Naquela manha acordei com meu boizinho entre minhas pernas mamando gostoso em minha boceta depois de mais uma louca noite de amor.
O filho da puta morde meus lábios do jeito que gosto esticando-os segurando com os dentes bem na pontinha do grelo enquanto mete um dedo no meu cu fazendo me contorcer toda.
Quando já estou bem molhada e toda mole ele vem deitando em cima de mim para afundar seu porrete de uma só vez em mim fazendo me gritar de tanto prazer.
Depois de meter e me fazer gozar muito ele sai de mim dando um leve tapa em minha bunda,sinal para eu me colocar de quatro onde ele se enterra todinho no meu cu socando ate quase me matar de tanto gozar e quando vai gozar urra alto comigo quietinha sentindo toda sua porra queimar meu canal e assim que sai pego seu pinto com a boca sorvendo todo seu gosto misturado ao meu deixando ele durinho de novo onde me extasio sentada em tudo aquilo que demora muito para gozar me matando deixando me molinha e quando ele urra anunciando seu gozo saio dele e meto a boca deixando ele despejar tudo em minha garganta onde engulo tudo caindo ao seu lado para nos beijar trocando juras de amor.
Estava ainda deitada quando ele voltou do banho já quase todo arrumado para sair pro trabalho e vendo minha bunda exposta ele caiu de boca lambendo toda extensão de minhas nádegas separando-as para meter a língua em meu cu fazendo me gemer muito.
Instintivamente fiquei de quatro onde ele me fez gozar muito com sua língua enfiada em mim e quando saiu de mim cai mortinha já quase dormindo de tão fraca que estava,que não percebi a chegada de meu sogro que segundo ele não tirava os olhos de minha bunda.
Acordei por volta das dez horas e fui para a cozinha procurar algo para o desjejum quando dei de cara com meu sogro que ao me ver pelada me abraçou levantando me no ar e quando me pois no chão fez me deslizar em seu porrete semi duro deixando me um pouco sem graça com a chegada de minha sogra.
Depois de um rápido comprimento corri para meu quarto onde vesti um roupão e fui para a sala conversar com eles mesmo porque fazia bastante tempo que não os via.
Conversávamos animadamente quando minha sogra se ofereceu para fazer um café Por isso fomos todos para cozinha e enquanto conversava com ela meu sogro não tirava os olhos de minhas pernas deixando me molhada lembrando do imenso volume que senti ao abraça-lo.
O café estava sendo coado quando minha sogra pediu que ele fosse na padaria ao lado de casa comprar pão porque o que tinha em casa seria pouco para nos três,nisto ele dando uma desculpa esfarrapada deixando que ela mesmo fosse.
Assim que minha sogra saiu da cozinha el me vendo de costas preparando o jarro de leite,grudou seu corpo ao meu e quando virei para reclamar ele colou sua boca na minha num beijo que me fez estremecer toda enquanto dedilhava minha boceta preparando para come-la.
Mesmo sob protesto ele me pegou no colo sentando me encima da pia escancarando minhas pernas para cair de boca em minha boceta deixando me louquinha com a agilidade de sua língua que serpenteava dentro de minha boceta.
Que língua mágica o filho da puta tem fazendo me gozar avassaladoramente fazendo me cair para o lado.
Estava extasiada mortinha e toda melada quando ele se posicionou entre minhas pernas e ao contrario de meu boizinho foi entrando lentamente em minha boceta fazendo me sentir cada pedacinho de seu porrete que é bem maior que o do meu marido e bem mai grosso.
Quando senti todinho dentro de mim ele olhando em meus olhos me chamava de puta piranha safada ordinária e outros nomes já comigo aos berros com ele entrando e saindo de mim num vai-vem lento e cadenciado.
Eu gritava chorava gemia com ele quase me matando enforcada pedindo que calasse a boca e vendo que não tinha como me calar tapou minha boca com a dele num estonteante beijo que me fez ver estrelas piscando enquanto com estocadas rápidas e fundas gozou juntinho comigo que se não fosse ele me tirar da pia me empurrando para o quarto com certeza seriamos pegos pela minha sogra.
Ao me lavar fiquei surpresa com a quantidade de porra que saiu de minha boceta e quando voltei para a cozinha encontrei os dois conversando animadamente enquanto tomavam café.
O dia transcorria normalmente comigo metida num minúsculo shorts sem calcinha e sempre que passava perto do velho dava um jeito de pegar em tudo aquilo com ele me bolinando toda pegando em meus seios pernas e bunda.
Estava alucinada não vendo a hora de mamar em tudo aquilo porem minha sogra não dava chance acho que percebera o interesse de seu velho em mim.
Após o almoço eles pediram que eu os levassem na casa de uns parentes e enquanto meu sogro tirava meu carro da garagem fui me trocar quase matando meu sogro e sogra do coração ao me ver vestida com uma mini saia tipo colegial branca que só não mostrava a calcinha porque era um fio dental branco todo enfiada no rabo uma blusinha básica sem nada por baixo e lá fomos nos.
Minha sogra me olhava estarrecida puta da vida com seu marido que não desgrudava os olhos de minhas pernas exposta e toda arrepiada.
Aproveitava que estava dirigindo fingindo displicência abria as pernas sempre que ia trocar os pés no pedal deixando meu sogro ver toda minha calcinha que de tão apertada salientava muito minha púbis formando o famoso capô de fusca como dizem com minha sogra beliscando e chamando ele de descarado e sem vergonha.
Chegando na casa de minha cunhada ao descer do carro meu sogro aproveitou a distração de minha sogra para meter a mão na minha bunda enterrando os dedos em minha boceta fato este que foi visto por minha cunhada.
Apesar de quase me urinar toda de tanto prazer fingi decepção e reprovo não querendo entrar com eles em casa.
Por insistência da cunhada e sogra cedi deixando que todos vissem que estava evitando ficar perto de meu sogro passando de vilã a vitima tendo assim toda atenção e carinho por parte das meninas.
Depois de horas de conversa e avisar que íamos embora minha cunhada me chamou de canto e depois de me elogiar muito dizendo que era bonita gostosa e estava muito provocante me ofereceu seu guarda roupa para trocar as minhas por uma mais discreta.
Como tinha que dar atenção para seus pais sendo que seu interesse era me ajuda aproveitei quando ela foi para a cozinha atender sua mãe troquei de roupa deixando minha calcinha e saia em cima de sua cama pegando em seu guarda roupa um vestido de ceda básico que mais escondia do que revelava deixando me muito sexy.
Ao passar por ela já no corredor tendo seus pais a espera no carro lasquei um beijo em sua boca informando que voltaria e quando isso acontecesse ela não me escaparia.
Ao entrar no carro fiquei surpresa com minha ousadia e por esta sem calcinha sentia o frescor na boceta que só aumentava meu tesão.
Chegamos em casa na mesma hora que meu marido estava guardando o carro por isso corri ao seu encontro grudando meu corpo ao dele e enquanto minha sogra abria o portão e meu sogro guardava o carro corri para dentro de casa indo pro nosso quarto puxando meu boi pela gravata e la grudei em seu corpo despindo-o desesperadamente para mamar feito louca em seu porrete que em poucas lambidas despejou tudo em minha boca.
Estava alucinada com meu marido vindo pra cima de mim me comendo feito louco com estocadas rápidas e fundas comigo aos berros sem me importar com a presença de seus pais.
Meu boizinho apesar de estar um pouco apreensivo com meu escândalo socou fundo fazendo me cair mortinha ao seu lado para um merecido repouso e com isso adormeci.
Acordei horas depois com meu marido só de cueca conversando animadamente com seu pai que por esta só de calção não fazia questão nenhuma de disfarça o imenso volume de seu membro sem tirar os olhos de minha bunda e seios.
Meu sogro ficou doido quando sentei na cama cruzando as perna deixando a boceta toda exposta com a porra de meui boizinho escorrendo dela.
Neste instante meu boi falou:
-senta direito querida,não esta vendo papai aqui?
-se ele não quiser ver que tampe os olhos.
Meu boizinho ia retrucar comigo quando meu sogro o interrompeu dizendo.
-Deixa filho.mulher quando não tem vegonha na cara não tem jeito.
Neste momento fiquei fodida da vida e aos berros disse:
-Quando você me comeu encima da pia da cozinha não me chamou de sem vergonha né velho safado.
Meu sogro ainda falava quando meu boizinho me deu um tapa no rosto fazendo me cair na cama e pegando firme em meu cabelos tirou seu pinto pra fora e fez me engolir todinho que cutucou minha garganta parecendo bem maior que o normal.
Sem ação com a reação inesperada do meu boi comecei a chorar me recusando a chupar-lo porem ele esbofeteou meu rosto fazendo me engolir tudo enquanto mandou eu ficar de quatro ordenando ao seu pai que me comece como puta que sou.
O pinto de meu marido crescia muito em minha boca que não deixava meu sogro entrar em mim,muito mais por charme é claro por isso fingi desespero quando ele cuspiu em meu cu e no pinto e calmamente empurrou todinho pra dentro de mim.
Vendo seu pai segurando firme em minha cintura socando gostoso em mim meu boi encheu minha boca de porra comigo aos prantos gozando copiosamente fazendo meu boi crescer novamente em minha boca.
Quando percebi que estava bem duro pulei encima dele beijando muito sua boca pedindo mil desculpas fingindo estar arrependida e com isso ele caiu deitado de costas na cama comigo sem largar de sua boca me posicionei sentada em seu pinto duro feito pedra trazendo junto meu sogro socado em mim.
Foi impossível não gritar de tanto prazer ao gozar avassaladoramente com dois pintos socando fundo em mim que ao berros gemia chorava e pedia mais sem me importar com minha sogra que tentava abrir a porta a forca.
Eu beijava a boca de meu marido mordia chorava arfava e quando meu sogro gemeu alto aproveitei para morder o pinto do meu marido com minha boceta do jeito que ele adora para gozarmos juntinhos ficando molinhos sem nos mechermos.
Quando meu sogro sai de mim molhou muito meu marido e a cama de tanta porra que escorreu do meu cu com ele correndo dali pulando a janela enquanto meu boi foi atender sua mãe.
Meu boizinho estranhou muito eu não corresponder enquanto falava comigo e depois de um bom banho jantamos e quando fomos dormi me tranquei no quarto do meu sogro que tinha brigado com minha sogra que foi embora pra casa de minha cunhada onde me comeu de todas as formas jeitos e maneiras comigo gemendo alto deixando meu boizinho puto da vida.
Meu sogro sim sabe tratar uma mulher.chupa lambe morde e mete como nunca meti com alguém antes e quando ele saiu do quarto pela manha me deixando molinha na cama meu boi veio para cima de mim pedindo mil desculpas me beijando toda e quando abri as pernas ele caiu de boca em minha boceta me acendendo novamente deixando minha boceta limpinha e quando ia meter em mim disse não informando que a boceta seria somente do papai(meu sogro).
Ao ouvi isto vi lagriamas escorrerem de seus olhos e neste instante meu sogro voltou do banheiro comigo se atracando nele puxando ele novamente pra dentro de mim.
Meu sogro deitado de costa na cama comigo cavalgando em seu mastro e o boi de pinto duro ao nosso lado e em certo momento deitei por cima do sograo deixando meu cuzinho exposto e como que adivinhando meu desejo meu boi enterrou todo seu porrete nele de forma agressiva me matando de tanto gozar.
Meu sogro ficou quinze dias em casa e não teve nenhum dia que passei sem dar pra ele que aproveitando que meu marido ia trabalhar me comia o dia todo e a noite me dividia com seu filho.
Semana que vem ele vem passar o fim de semana conosco porem já intimei os dois que antes de qualquer transa nossa quero transar com minha sogra que é um tesão de mulher.
A principio eles ficaram meio apreensivos porem meu marido já esta bastante animado e como falou com o pai quase a semana toda por telefone acho que já convenceram ela a dar pra nos,surpresa mesmo vai ser quando souberem que convidei minha cunhada para vir também contando a ela toda minha intenção com ela dizendo ficar molhadinha só em pensar em transar comigo porem isto contarei em outra oportunidade.

Beijos:camille
camilledicarli@bol.com.br

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Mulher de meu sogro e amigo(a) de minha esposa

Faz mais , mais ou menos 03 (treis) meses que transformei-me na mulher de meu sogro, Álvaro é um homem maravilhoso , que me faz realmente sentir-me uma fêmea , fazemos amor todos os dias no mínimo 03 vezes. Ele alugou uma casa num bairro para podermos nos encontrar todos os dias , nesse local realmente me transformo numa mulher, visto-me como tal, usando calcinhas, baby-dol, camisola, vestidos , enfim uma verdadeira mulher, só não uso maquiagem, eu o amo e acredito que ele me ama. Isto sem contar que ele fez com que eu (sua nova mulher) e minha esposa , mudássemos para uma casa ao lado da sua, na verdade ele insistiu para que todos nós morássemos numa mesma casa, o que minha esposa não concordou. Perguntei-lhe por aquilo , morarmos perto ou juntos, ele disse , pois assim poderia ver-me sempre e estaria me vigiando contra outros homens (que loucura pois eu era mulher só para ele).

Pois passado este tempo, certo dia cheguei em casa e encontrei minha mulher fazendo amor com outra mulher em nossa cama , fiquei estático e calado , minha mulher pediu a sua companheira que nos deixasse a sós. Ela explicou que não era uma puta ou uma mulher vulgar, mas que não queria homem, mas sim mulher, fiquei calado e perguntei-lhe se ela não me amava mais, ela disse gosto de você , pois sei que agora você é minha “madastra”, pois és mulher de meu pai. Fiquei pasmo como é isso, perguntei-lhe, ela carinhosamente disse-me , sei tudo , mas não me incomodo, pois você esta feliz e faz meu pai feliz, e é isto que interessa.Perguntei-lhe como ela ficou sabendo , meu pai realmente parece apaixonado por você, pois eu vi quando ele te arrastou para a edícola e começou a beijar e acariciar-lhe, inclusive te virando de costas,e , mesmo com roupa forçando sua bunda.Nisso ela chamou sua namorada pediu-lhe que fosse embora que depois telefonaria , sua namorada era linda , ela perguntou-me seu eu não gostaria de te-la, respondi-lhe , nó que transformei-me em mulher de seu pai, foi para valer, agora só sou mulher.

Conversamos a respeito e minha(?) mulher disse , não quero separar-me de você , se você quiser poderemos viver juntos, cada um sendo feliz como gosta.Concordei e ela disse , de hoje, em diante vou lhe ensinar a vestir e comportar-se como uma verdadeira mulher. Perguntei-lhe seu seu pai poderia saber de nossa situação, ela disse melhor não, mas de uma coisa estou certa , agora você poderá dispensar mais tempo ao seu homem.

Ontem estávamos em um supermercado, meu marido(?), minha sogra,minha mulher e eu, quando notei um olhar penetrante do meu macho , e nos dirigimos aos banheiros, lá chegando ele empurrou-me para dentro de um banheiro, começou a beijar-me e abraçar-me, fiquei assustado(a), ele virou-me de costa, senti seu cacete duro encostar-me , ele dizia não agüento mais , preciso de fuder, não agüento ficar com essas mulheres, desce a calça pois vou de fuder, chorei baixinho dizendo não pode ser vai doer muito eu não vou agüentar, ele beijou-me , chorei ainda mais, pois sabia que não resistiria e iria entregar-me a ele, disse-lhe você vai encher meu cu de porra, não terei como limpar, vai escorrer em minhas pernas, não tem problema , qualquer coisa eu te assumo como milha mulher, não resistindo baixei minhas calças e disse-lhe me come , me fode, me faz de mulher, senti aquele cacete sem tamanho penetrar-me, ele enfiava sem dó, e tínhamos que ficar em silencio, pois poderá entrar alguém no banheiro, ele socava violentamente e dizia obscenidades em meu ouvido, quando senti em minha entranhas o calor de sua porra , ele gozou alucinadamente, ficou um tempo dentro de mim e disse vou tirar e você me chupa, pois quero te alimentar e gozando em sua boca.

Nêste período demoramos mais ou menos meia hora, e fomos encontrar com nossas mulheres, chegando minha sogra disse que demora e minha esposa chegando em meu ouvido disse, deram uma rapidinha e rimos , minha sogra perguntou o que foi, nada nada , pensei nosso marido me fudeu.

 

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Enrabado pela esposa por tocar punheta com as calcinhas dela

Mesmo depois de casado a maneira de conseguir aliviar meu tesão continuou a ser, tal como nos meus tempos de solteiro em que nunca arranjava mulher para levar para a cama, quase exclusivamente a punheta. Apesar de Raquel minha esposa ser uma mulher muito apetecível e ter a vagina bem aberta, minha inexperiência em matéria de sexo que não seja feito à mão, leva-me a ejacular muito rapidamente e a broxar com frequência o que desde há muito constitui um factor de dissuasão para a levar a abrir-me a pernas. Por outro lado Raquel também não morre de amores pelo tamanho diminuto do meu caralho e bagos e como não lhe faltam pretendentes muito mais bem abonados do que eu para a servirem não perde nada em dispensar os serviços do meu pau.
Bem ao menos como disse, resta-me o recurso à punheta. E á Internet já que outra das minhas taras é ser mirone. Sempre gostei de ver os outros fodendo e lembro-me de quantas fugas tive de fazer apressadamente por causa da minha mania de espreitar casais em locais impróprios enquanto esgalhava uma segóvia à mão. Graças á Net posso agora tocar descansado minhas punhetas vendo casais em acção. Não acho piada aos filmes de lésbicas nem aos de paneleiros, mas gosto de ver orgias em especial quando uma moça tem de dar para vários machos algo que nos locais discretos onde dantes os espiava nunca via. Aprecio muito os filmes porno de incesto, de sexo forçado, de humilhação masculina e dominação feminina pois neles revivo as cenas do meu casamento com Raquel e descobri também ter uma predilecção por filmes com travestis. Aquelas mulheres belíssimas, de corpos bem feitos, mamas grandes e empinadas, de voz gutural e grave, com um caralho e um par de tomates ao fundo da barriga, quase sempre muito mais maiores do que os meus apesar das formas e corpos deliciosos femininos e sensuais, excitam-me fortemente.
Aos poucos um novo desejo começou nascendo em mim. O de usar trajes íntimos femininos enquanto numa de mirone me punheteava e dessa forma ficar um pouco mais parecido com essas mulheres de caralho pendente que tanto me entesavam. Devo dizer que sempre gostei muito de tocar punhetas cheirando a calcinha e o sutiã de minha esposa, em especial quando ela vem de mais um dos seus encontros adúlteros e traz a rata e o cu a cheirar ainda ao caralho que a comeu. Muitas vezes quando Raquel está de bom humor deixa-me mesmo punhetear com a piça metida dentro da sua calcinha ou do sutiã e muito bem me sabem tais punhetas. Comecei assim, a partir de um determinado momento, a passar a assistir aos vídeos porno vestido com uma das calcinhas de Raquel e com um sutiã enfiado no peito. Com uma das mãos afagava meu caralho, ora por dentro da calcinha, ora por fora, e com a outra mão introduzida por dentro do sutiã apalpava meus peitos imaginando ter ali um par de mamas direitinhas e tesas como as de minha mulher, das actrizes porno e dos travecos efeminados que com o seu caralho e o seu saco ao penduro eram ainda mais bonitas e sexis do que as mulheres de verdade como Raquel. E calcinhas e sutiãs, de todas as cores e tecidos, mas sempre muito ousados e provocantes, sumidinhos e justos realçando-lhe o contorno das suas preciosidades de que todos se servem menos eu, é o que minha mulher tem mais. E como aquela fantasia me levava a orgasmos alucinantes!
Procurei sempre contudo não me vir nas calcinhas de Raquel para ela nunca notar as marcas do meu gozo. No entanto, inevitavelmente, havia sempre uma gota ou outra de esporra que acabava pingando na calcinha e que eu procurava remover da melhor maneira. Achei sempre tê-lo conseguido mas é claro que as mulheres têm um olho mais arguto do que o nosso, mesmo sendo homens como eu dotados de um lado mais feminino do que masculino. Acabou por descobrir que as manchas amareladas sobressaindo nas suas calcinhas de cores mais claras não eram resultado da descoloração provocada pelo Sol na roupa do estendal , mas resultado do sumo produzido pelos meus colhõezinhos imprestáveis como ela lhes chama, pois negam-me o vigor que eu precisaria ter para a satisfazer quando estou dentro dela.
- Punheteiro de merda – vociferou ela furiosa esfregando-me uma calcinha com o meu gozo melado já seco na cara – agora dá-te para tocares punhetas com a minha roupa íntima vestida? Já não te basta passares a noite tocando-te com a mão que até a cama estremece, e ainda tens que me sujar a roupa com esse leite de merda que estás sempre a verter dos tomates?
E como depois de vasculhar nas gavetas da cómoda constasse que todas as calcinhas praticamente ostentavam vestígios dissimulados do meu gozo, decidiu punir-me. E que óptima ideia ela teve!
- Meu tarado sem força na pila para satisfazer a mulher com quem casou mas com tesão suficiente para passar a vida tocando punhetas como quando não tinhas mulher – pronunciou com desprezo - Com que então gostas de vestir calcinhas de senhora, não gostas. Porquê, meu grande panasca? Não sabes mas eu explico-te. Porque com essa amostra de caralho miudinho que mede tanto como o meu dedo mindinho mas cuja grossura não lhe chega nem a metade, e com uns tomatinhos que mais parecem duas amoras, deves-te sentir mais fêmea que macho, não é mesmo? É por isso que quando te punhas em mim mal me metias esse teu tubinho ou ficavas logo com ele murcho ou o que ainda era pior para mim, desaleitavas-te todo. Porque não é o meu buraco do meio das pernas que atrai machinhos como tu, mas antes um bom caralho. De preferência grande e grosso como o que não tens e por que tanto suspiras. Pois hoje vou-te dar a provar um caralho desses que tanto te faz suspirar de desejo. Despe-te meu porco de piça broxa. Quando voltar quero ver-te todo nu e de joelhos.
Apressei-me a despir-me e a colocar-me de joelhos e Raquel saiu, voltando a entrar pouco depois. Vestia um corpete de vinil negro e justo ao corpo, oferta de um amante que se deve excitar tanto como eu quando a vê assim vestida, e trazia nas mãos um caralho grosso em silicone cuja cabeça imitava uma glande circuncidada, cor de rosa.
- Um caralho deste tamanho consegue bem consolar uma mulher – comentou exibindo-o aos meus olhos – Tem tamanho e consistência necessários para dar prazer a uma mulher mal fodida como eu era quando o comprei. Não é como o teu. E tem a vantagem de nunca se esporrar antes do tempo como tu me fazias, nem de ir abaixo como o teu, pica mole. Foi graça a ele, que antes de arranjar os amantes que tenho presentemente e com os quais gostosamente te corneio, me consolei tantas vezes já que o teu caralho não mo sabia fazer. Como já não preciso dele vou-to enterrar bem fundo no teu cuzinho, meu marido tão inútil na cama, e só espero que ele lhe dê tanto gozo, como deu à minha ratinha desconsolada.
Minha esposa prendeu o caralho numa cinta que lhe envolvia o ventre e aproximou-se da minha boca. Como ela parecia um traveco dos filme porno apesar da ausência do saco das bolas. Meu caralho levantou-se.
- É como digo, meu veadinho – comentou vendo-o insuflado – entesa-te mais um caralho armado que não tardará muito a enfiar-se-te no cu, do que a minha boceta húmida. Chupa-mo. E de quatro!
Com as mãos e os joelhos apoiados no chão introduzi seu pau cor de rosa na boca mas nem era preciso pois Raquel agarrando-me pelas orelhas forçou-me a engoli-lo todo começando a dar-me com ele na boca.
- Chupa-me a pica paneleiro de merda que tanto te divertiste masturbando-te com as minhas calcinhas postas – gritava-me ela puxando-me agora as orelhas – Chupa-me o pau enquanto te fodo a boca. Não é isso que fazem aos seus machos as fêmeas como tu que gostam de tocar punheta com lingerie de puta? Pois eu sou o teu macho e já vais provar com o meu caralho pelo cu dentro, punheteiro.
Depois de a ter mamado minha esposa tirou-me o cacete da boca cuspindo nele longamente. Com a mão espalhou o cuspo pelo cacete. Depois colocou-se atrás de mim examinando-me o olho do cu.
- Continua de quatro piça de esponja - ordenou – De facto ainda tens as pregas de trás intactas. És tão virgem de cu como o eras de caralho quando me conheceste e me fizeste tirar-te os três em tão má hora. Além do dedo e apesar das tuas tendências para seres una bicha nunca lhe deves ter enfiado nada de grosso. Ainda bem. Tal como te tirei a virgindade ao caralho vou-te igualmente tirar as pregas ao olho do cu. Com um caralho grosso e robusto como o meu estou certa de te fazer gemer, tanto como gemi eu da primeira vez que dei meu cuzinho ao Bernardo, aquele que dizia ser o teu melhor amigo.
Na verdade gemi quando aquela cabeçorra pressionada pelos movimentos de ancas de Raquel me começou a penetrar.
- Que é isso, panasquinha? Não te querias sentir como uma fêmea fodendo quando brincavas à mão com a pilinha e te aliviavas dentro das minhas calcinhas? – gozava-me – Pois agora já sabes o que sente uma fêmea sendo aliviada por um bom caralho. Espero que gostes mais do que fazendo à mão – e o seu pau dava-me forte no cu até Raquel se cansar dos meus gemidos.
- Paneleiro frouxo que nem com um caralho como o que devias ter nascido consegues apanhar no cu. Não penses que vou parar de te enrabar antes de te deixar este olhinho bem escancarado. Mas como estou farta de te ouvir gemer vou-te enfiar na boca a causa desta enrabadela.
Antes disso contudo voltou a fazer-me lamber-lhe o caralho de maneira, segundo me disse, a limpá-lo de algumas excrescências menos higiénicas removidas do meu ânus e a saborear com a língua o gosto que tinha um cu de paneleiro que só tocava punheta como eu. Depois fui buscar suas calcinhas onde minhas nódoas de esperma ainda eram visíveis e fazendo uma enorme bola com elas enfiou-ma na boca. Tive de a abrir até atrás para que aquela bola de calcinhas femininas com pingos impregnados de esperma me coubesse dentro dela.
- Atravancam-te mais a boca as minhas calcinhas que tanto tesão te inspiraram do que o meu caralho abonado, não é verdade meu maridinho de pilinha fina? – escarneceu – Pois espero que dentro da tua boca te despertem tanto tesão como te despertavam quando as vestias para tocares as tuas punhetazinhas que bem vais precisar dele quando te voltar a ir ao cu. Pernas bem abertas, bichona, que quero ver-te ao entrada do olhinho bem desimpedida.
E novamente por trás de mim enrabou-me pela segunda vez. agora com muito mais violência, puxando-me pelos cabelos, arranhando-me as costas e dando-me palmadas nas nádegas.
- Agora não podes gemer, pois não, paneleiro? – e o seu pau entrava e saía sem rodeios no meu cu – Achas que te estou a enrabar com muita força? Que é isso? Uma puta de verdade como tanto te imaginavas ser com as minhas calcinhas nunca se queixa da violência do caralho que a come. Afinal que tipo de puta és tu? Uma puta que só sabe tocar punheta? Acorda maridinho e aproveita o grosso caralho que a querida da tua esposa te arranjou, mesmo à medida do teu cuzinho. Sabias que o teu amiguinho Bernardo também me deu assim no rabo com o seu caralho portentoso de todas as vezes que me enrabou? E que em muitas dessas vezes eu usava uma dessas calcinhas que te enfiei na boca e onde ainda hoje se conservam os restos da esporra que verteste tocando punheta e sonhando seres uma puta muito dada como eu? Então de que te queixas, verga mole?
De nada, efectivamente não me queixava de nada tão teso me deixaram suas palavras, estou certo de que muito mais do que a sua enrabadela embora esta, tenho de admitir, não me estivesse sabendo nada mal. Ser bicha e apanhar no cu de uma mulher vadia como ela era de facto maravilhoso. Mas as palavras deixaram-me ainda mais em ponto de rebuçado. Então saber que tinha sido o sacana que se dizia meu melhor amigo o primeiro a tirar-lhe as pregas do cu, e que o seu caralho era muito maior do que o meu, punham-me quase à beira de ter um orgasmo. Provavelmente todos os meus amigos e conhecidos a andavam montando e eu rejubilava de tesão só de imaginar tal coisa. Ah, quem dera que isso fosse verdade e que todos nas minhas costas me apontassem como o marido frouxo e corno manso. Naquele momento Raquel não tinha razão em insultar-me de verga mole e incapaz de se pôr de pé pois que meu fininho e pequeno caralho estava todo distendido para a frente apesar das suas ordens para o colocar em baixo. Aliás a pressão que meu leitinho fazia para sair dos tomates era tanta que eu num certo momento não tive com que me conter e esporrei-me todo, molhando as paredes, os cortinados, os móveis da sala.
- Esporrador inútil – bradou Raquel furiosa – quando te deixava montar-me nunca foste capaz de me dares uma aleitadela assim. Porco! Nem nunca te aguentaste tanto tempo dentro de mim, sem gozares. Mas bastou encher-te a boca com o paladar das minhas calcinhas meladas com a esporra das tuas punhetas e ir-te ao cu para que te viesses como um garanhão que nunca conseguirás ser. Se fosses um macho de verdade eu mesma limparia convenientemente com a minha língua todos os vestígios do teu gozo para que nenhuma gota dele se perdesse fora do meu corpo. Mas como não passas de um paneleiro barato vou-te obrigar a provar o sabor do teu gozo tal como eu tantas vezes tive de provar contrariada o sabor do teu, meu ejaculadorzinho precoce.
Sempre vestida com aquele corpete negro, magnifico, que lhe confere ainda mais um ar dominador, colocou-me uma trela e como uma senhora conduzindo seu cachorro passeou-me ao redor da sala, obrigando-me a cheirar cada local onde minha esporra caíra, a lambê-la e a degluti-la até a fazer desaparecer por completo.
- Isso, meu cãozinho amestrado, lambe essa porcaria que fizeste, que quero tudo muito bem limpinho – seus pés apoiados no meu pescoço forçavam minha cabeça, obrigavam-me a chafurdar na poça de esporra - .Já limpaste tudo, paneleirote? Então não pares que tens ali mais. Vamos lá, cachorro. Deves gostar do paladar da tua esporra, não gostas? Afinal é uma coisa que todos os machinhos apreciam  muito.
Limpei tudo. E como complemento do castigo que levara tive de lhe comprar mais umas dúzias de calcinhas sexis e atrevidas com que ela gosta de se apresentar aos amantes e que me levaram quase o orçamento do mês pois Raquel disse logo que não mais voltaria a usar aquelas roupas com que o marido se pavoneara dentro delas de paneleiro e tocador de punheta. Mas generosamente minha esposa consentiu-me que eu ficasse com aquelas. E ao menos agora não preciso de me esconder para as vestir e ficar-me entretendo sozinho com a mão enquanto assisto vídeos porno na NET.

 

EUGÉNIO SADOC

Esposa infiel - parte III

Oi queridos olha eu de novo aqui para partilhar com vocês mais este conto que me deixa molhadinha só em lembrar,porem deixa eu me apresentar fato que não o fiz nos contos passados.
Sou uma menina de vinte aninhos olhos claros tenho um porte físico bem definido mesmo porque minha carreira artística exige.Seios e bumbum médios pra grande xaninha carnuda sedenta e toda depilada sempre molhada pois vivo no cio o tempo todo sendo ninfomaníaca,tendo que trocar de calcinha de três a quatro vezes por dia de tão molhada que fico vendo sexo e possibilidade de transar em tudo,isto quando estou sozinha pois quando meu boizinho esta comigo dou jeito dele me comer onde quer que estejamos.
Minha transa mais recente foi em um estádio de futebol e foi assim.
Como toda boa palmeirense adoro ver o timão se ferrar e meu marido sendo corintiano insistiu que fossemos assistir ao jogo do timão no interior de sampa uma vez que segundo ele tinha perdido o mando de campo e não podei jogar em casa. Casa?(risos).
No momento dei varias desculpas alegando que estava muito a fim de transar e que ficássemos em casa,porem como todo corintiano me dispensou preferindo o timão.
Fiquei puta da vida e vendo ele se trocar resolvi acompanha-lo lembrando que estaria no meio de um bando de homens que se abraçam e se agarram no pretexto de comemorar o gol,calma sãopaulinos,estou falando do curintians,pedindo que esperasse corri para meu quarto e após um banho rápido vesti uma mini blusa branca sem sutien bem decotada na intenção de que quando levantasse os braços meus peitos ficassem expostos,um shortinho de lã bem cavadinho também branco,tênis boné e lá fui eu.
Meu boizinho ao me ver com a bundinha praticamente de fora me agarrou e quase me comeu ali mesmo no saguão do prédio não fosse os amigos dele que chegaram justo nesta hora.
Estávamos em oito pessoas,cinco homens e três mulheres sendo a esposa e filha de nosso vizinho e vendo que elas estavam um pouco incomodadas com minha pouca roupa disfarçadamente corri ate meu apto vestindo uma saia verde clara por cima do shorts,só não o tirei porque estava sem calcinha.
Na viagem foi aquela agitação parecia um bando de crianças indo ao parque com todos me zuando mesmo porque era a única que não torcia pro timão.
Estava muito excitada molhando visivelmente meu shorts e como estava dirigindo fingi prestar atenção na estrada não vendo a hora de chegar lá onde gozaria muito somente pelo fato de ter contato com outra pessoa mesmo que não fosse meu marido.
Por imposição minha ficamos no meio da massa como dizem com minhas amigas morrendo de medo pelas constantes encoxadas e passadas de mãos que estávamos levando.
Com muita dificuldade conseguimos nos instalar bem no meio da massa e por implicação de alguns torcedores tive que tirar a saia pelo fato dela ser verde,acho, e ao fazer isso joguei ela na cara de um neguinho que estava atrás de nos sendo o mais agitado de todos.
Fazendo isto ele agarrou a sainha levando ao nariz cheirando-a enquanto me encarava com uma cara de safado e tarado.Pensei comigo:é hoje.
O jogo corria tranqüilamente com nosso amigo tendo que explicar cada acontecimento à sua filha e esposa e eu fingindo entender tudo prestava atenção no lance e nas explicações dele.
Como sou uma eximia dançarina rebolava gostoso ao som do batuque e quando finalmente saiu o tão esperado gol,do timão infelizmente,minha amiga me abraçou comigo aproveitando para colar meu corpo tremulo e febril ao dela respirando fundo sentindo todo seu perfume que me deixava cada vez mais tesuda quando fomos surpreendidas pelo neguinho que colou atrás de mim abraçando nos duas ao mesmo tempo.
Neste momento dei um gritinho para surpresa e espanto de minha amiga ao sentir tudo aquilo cutucar minha bundinha separado apenas pelo fino tecido do shorts e sua calça de moletom.
Percebendo minha ousadia minha amiga comentou que era louca e quando minuto depois saiu outro gol,vendo o moleque indo seco em nossa direção abracei minha amiga virando rapidamente fazendo ele colar na bunda dela para sentir todo o calibre do menino e com isso aproveitei para dar um beijinho meio sem querer no canto de sua boca enquanto o moleque colado atrás dela espalmava minha bunda enfiando a mão dentro do meu shorts deixando minha bunda toda exposta.
Estava delirando quando tudo passou ele sai de nos e minha amiga exclamou:que loucura colega.Esse menino é um jegue.
Neste momento segurei em suas mãos e disse:vamos ao banheiro?
Como ela excitou um pouco puxei-a pela mãos e vendo que o moleque não tirava os olhos de nos,dei uma piscadinha pra ele e saímos dali em direção ao banheiro.
Se não tivesse com muito tesão e vontade imensa de fazer xixi teria desistido de entrar naquele xiqueiro onde aprovetei para secar a danadinha e ao sair demos de cara com o garoto e outro amigo.
Tentando esconder o molhado na frente de meu shortinho tentei passar por ele meio de lado e neste instante ele colou em mim beijando minha boca,alisando meus seios me empurrando para um bequinho onde alguns meninos queimavam um fuminho.sem largar de mim ele por ser mais baixo que eu mamava gostoso em meus peitos enquanto com grande facilidade afastou meu shorts pro lado e afundou seu imenso pinto em mim numa única estocada fazendo me arfar gemendo muito atraindo a atenção da rapaziada que não tiravam os olhos de nos.
Gemendo e gozando avassaladoramente sem tirar os olhos da galera torcendo que viessem me comer também já com o shorts no joelho e a blusinha no chão me divertia com o desespero do menino que estava com minha amiga que não permitia nada além de beijo na boca e passadas de mãos em seu corpo.
Urrei,gemi e ate chorei de tanto prazer quando aquele moleque me estocava fundo rápido e veloz gozando juntinho comigo deixando me molinha.
Estava em espasmos quando ele me deixou toda exposta sumindo dali rapidinho e quando a rapaziada correu também,me recompus rapidamente com a policia chegando em seguida enquadrando todo mundo.
Vendo minha amiga que se urinou toda segundo ela de tanto tesão e medo abracei-a passando no meio da galera avisando que estava socorrendo minha amigo que tinha passado mal.
Ninguém entendeu quando encontramos a galera com minha amiga me chamando de louca por ter transado sem camisinha e foi assim que assistimos o final do jogo com ela grudada em minhas costas comigo enfiando a mão em sua boceta disfarçadamente com ela gemendo baixinho em meus ouvidos.
Ao termino do jogo nos perdemos dos homens e no empurra, empurra colei em sua bunda alisando toda as costas pescoço e num movimento mais ousado meti a mão dentro de sua calça e calcinha afundando os dedos em sua boceta muito molhada e ao tira-los lambi deliciosamente sentindo todo seu sabor com ela segurando na cintura de sua filha a nossa frente virou o rosto beijando ardentemente minha boca para dividir comigo seu gostinho e com o alvoroço da galera nos recompomos correndo para o carro onde aguardamos uma eternidade a chegada dos bois que aproveitaram para tomar uma cervejinha.
Enquanto esperávamos no carro riamos muito uma com a outra e mesmo receosas com a presença da filha foi inevitável um amasso bem gostoso entre nos com passadas de mãos lambidas ardentes.
Estávamos no banco traseiro e vendo o interse de sua filha em nos deitei o banco que ela estava caindo em cima dela beijando sua boquinha quente havida e inexperiente enquanto mamãe massageava seus lindos seios com ela suspirando forte com minhas mãos em sua bocetinha.
Não fosse a chegada dos homens teríamos transado ali mesmo.
No caminho de volta combinamos juntar panela na casa do vizinho do décimo andar que estava sozinho com sua esposa viajando.
Tudo combinado, fui tomar um banho com meu marido me pegando no banheiro para uma rapidinha me deixando mais acessa.
Como já era tarde e todos já estava lá reunidos e sem saber o que fazer vesti um minúsculo vestido preto básico e transparente sem nada por baixo salto alto e corri para lá pedindo ajuda para a minha amiga que se prontificou em me ajudar enquanto os demais ficavam bebendo.
Ao entrarmos no elevador já estávamos atracadas com beijos ardente gemidos e passadas de mão e chegando em casa nos jogamos no tapete da sala onde nos amamos eternamente num delicioso e frenético meia nove.
Foda mesmo foi quando ela se posicionou entre minha boceta colando na dela e num requebrado sincronizado desfalecemos de tanto gozar ficando mortinha uma ao lado da outra e quando pensávamos em sair dali demos de cara com sua filhinha sentada no sofá dizendo:adorei ver vocês transando...quem vai me comer também...
Simultaneamente caímos em cima dela e enquanto eu cuidava de sua boca e seios sua mamãe dedicava todo carinho em sua boceta virgem segundo ela.
E após umas três horas de amor as duas foram tomar banho deixando me mortinha no chão da sala e quando saíram do banheiro encontraram meu marido socando fundo em meu cu com seu pinto crescendo muito mais ao vê-las saindo abraçadinhas trocando caricias.
Convidamos elas a se juntar a nos porem por resistência da filha foram embora enquanto meu boizinho enchia meu cu de porra comigo aos berros prometendo que ia dar um jeito dele comer também a filhinha de nossos amigos.
Após gozar meu boi caiu ao meu lado comigo beijando seu lindo e adorado corpo e quando abocanhei seu pinto ele cresceu muito e antes que gozasse em minha boca sentei em tudo aquilo onde gritei gemi chorei me esperneei cavalgando em tudo aquilo onde passamos quase a madrugada toda transando com ele,por ter bebido muito,desfaleceu ao encher minha xaninha de porra.
Juro que tentei dormi após um banho,porem o fogo no rabo estava demais por isso sai peladinha indo ate a cabine da portaria onde fui seguida pela filha da vizinha que sentada no balcão teve a saia levantada a calcinha arrancada indo parar no calcanhar e enquanto eu lambia sua xaninha molhada sedenta e carnuda gemi gostoso com o vigia socando fundo em minha boceta posicionado atrás de mim.
Estava maravilhoso lamber aquela bocetinha enquanto alisava seus peitinhos com o vigia socando fundo em mim que contemplava aquele rostinho de anjo fazendo biquinho por isso segurei meu orgasmo ate ela gozar comigo gozando junto enquanto mordia o porrete do vigia com os músculos da boceta fazendo ele despejar rios de porra dentro de mim sem tira os olhos da princesa que despediu com um beijo em minha boca se recusando dar pra ele e vendo seu pinto ainda duro cai de boca mamando gostoso deixando ele durinho me posicionando de quatro na mesa onde gemi muito com ele comendo meu cu deixando-me toda ardida.
Por mim ficava ali pra sempre,porem a pedido dele fui embora já com o dia amanhecendo passando por alguns condôminos que me olhavam assustados e atônitos ao me ver entrando no elevador toda despenteada com o corpo avermelhado e sua de porra totalmente pelada.
Chegando em casa vendo meu boizinho deitado no chão cai de boca em seu pinto fazendo ele encher minha boca de porra acordando em seguida e antes de sair para o trabalho me comeu gostoso deixando-me mortinha no tapete da sala comigo acordando por volta das dez da manha e após um lanchinho básico corri para o apto da vizinha vendo a filhinha sai indo para o colégio onde passamos a tarde toda transando e como sou uma menina muito má fiz ele desfilar pelo jardim do condomínio somente de calcinha e sutien sedendo ao seu pedido que por mim iria peladinha,e quando retornou cai de boca em sua boceta que quase me afogou de tanto que avia gozado no passeio apesar de afirmar estava morrendo de vergonha.
Desde deste dia meu marido e os porteiros tem sofrido em nossa mão pois agora são duas devassas e em breve seremos três.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa Infiel parte II

Depois que me descobri puta meu casamento melhorou 100% com meu boizinho me comendo em qualquer hora e lugar.Na cozinha enquanto fazia comida,no tanque na escada de incêndio,no carro estacionado em ruas pouco movimentada e nos estacionamento dos shopping.
Fazia questão de me expor porem não autorizava eu dar pra ninguém na frente dele.
Certa tarde estava em casa somente de camisola preta e transparente e calcinha rosa toda enterrada na bundinha e de tão apertada realçava minha boceta expondo o famoso capô de fusca como dizem,quando meu marido ligou avisando que um boy vinha em nosso apto pegar uns documento e ao informa-lo de como estava vestida ele mandou que atendesse o garoto somente de calcinha e salto alto.
Quando o porteiro avisou de sua chegada senti as pernas tremerem e o cu piscar de tanto tesão.Só quem é exiba sabe como é excitante saber que estamos sendo desejada.
Me preparei toda arrancando praticamente a camisola ficando só de calcinha que de tão pequena e apertada chegava a doer,estando visivelmente muito molhada com um visco brilhoso bem na frente na entrada da boceta.
Estava num frenesi total quando neste instante meu marido ligou querendo saber o que estava acontecendo e ao informa-lo o corno teve a seguinte idéia.
Deveria entregar somente um envelope a ele e quando estive na portaria era pra avisar que esperasse e iria levar o outro envelope com o total de documentos sem desligar o celular atualisando-o de todo o acontecimento.
Quando a campainha tocou quase tive um orgasmo e ao abrir deparei com um jovem de uns vinte anos barba por fazer e meio gordinho porem era notório o imenso volume que se formara entre as pernas.
Pedindo que entrasse enquanto falava ao telefone com o boi,caprichei no rebolado com ele praticamente colado atrás de mim.
Ao pegar o envelope em cima da mesinha deixei cair propositadamente me abaixando em seguida sem dobrar as pernas e com isso a calcinha entrou de tal jeito que foi possível ver meus lábios varginais que saltaram pra fora pela lateral da calcinha.
Demorei uma eternidade para levantar e quando isso aconteceu fiz questão de segurar o telefone com o ombro e levando as mãos para trás tirei a calcinha do rego primeiro puxando ela totalmente para baixo para depois com os dedos tirar ela de dentro da bunda.Ao me virar o rapaz estava pálido enquanto alisava seu pau por cima da calça e ao entregar o envelope a ele fiz questão de que pegasse em minha mãos que estava com os dedos molhados com meu néctar.
Ele educadamente beijou meus dedos lambendo meu gosto e ao sair parecia uma múmia ao andar sem tirar os olhos de meu corpo principalmente da boceta e dos seios que doíam de tão durinhos que estavam deixando meus bicos eretos e avemelhados.
Meu marido ao ser informado por mim me chamava de puta safada vadia e outros nomes mais me deixando mais tesuda ainda e qundo informei que o boy estava no portão mandou que fizesse o que tínhamos combinado.
Rapidamente pedi ao porteiro que mandasse ele aguardar um pouco peguei o envelope e sai rapidinho.A entrar no elevador quase tive um treco ao encontrar dona Maria do quarto e sua neta.
Fingindo preocupação desci no térreo saindo pelo corredor lateral deixando os empregados e alguns moradores estarrecidos com minha ousadia.
Quando cheguei ao portão os líquidos varginais escorriam pelas minha virilha de tanto prazer que estava tendo e ao sair na rua sucumbi num estrondoso orgasmo ficando molinha tendo que me encostar no muro para não cair.
O rapaz veio ao meu auxilio e quando entreguei o envelope ele disse me:
Puxa dona você é muito gostosa.pensei que você vinha quebrar meu galho,veja como você me deixou,mostrando o volume de seu pinto duro e grande.
Quando me despedi dele o filho da puta meteu a mão em minha boceta fazendo eu gritar de tesão e surpresa e com isso gozei gostoso molhando muito sua mãos que ao sair de mim foram direto para sua boca.
Não fosse o fato de estarmos noa meio da rua as três horas da tarde em uma terça-feira com a galera atônita olhando para mim,teria dado pra ele ali mesmo,porem sentindo os bicos do seios em brasa me encostando no muro com ele colando em mim atolando os dedos em minha boceta enquanto mamava em meus seios comigo totalmente entregue e rendida quando fui socorrida pelo desgraçado do porteiro que me pegou pelo braço e praticamente me carregou para dentro sobre o reprovo de alguns condôminos.
Fingindo ter uma recaída me acabei em choro copioso correndo para dentro de casa entrando corri para meu quarto arranquei a calcinha e desfaleci em gozadas avassaladoras enquanto siriricava a danadinha enterrando praticamente a mão toda nela.
Foda mesmo foi quando meu boizinho ligou para mim e acionando o vibro do celular enfiei ele no cu para estremecer com tudo aquilo que sumindo todo dentro de mim me deixava extasiada toda vez que tocava.
Gemia chorava gritava e gozava chegando a desfalecer de tanto gozar e já mortinha com o corpo mole e sem energias corri para o banheiro onde tive que evacuar para liberar o celular que foi descarga abaixo é claro.
Quando meu marido chegou me encontrou dormindo peladinha no sofá da sala com a porta aberta e ao me ver ali pulou em cima de mim para me comer como somente ele sabe fazendo me arfar socando tudo em meu cu enquanto esbofeteava minhas nádegas.
Passamos a noite toda transando e assim que ele gozava me sujando toda me preparava para dormir,e par meu desespero o filho da puta me punha de quatro para socar com fúria ora na boceta ora no cu deixando me muito cansada e toda esfolada sem falar as varias vezes que tive que descer ate o saguão em uma delas peladinha para pegar as correspondências ou para levar água gelada para o porteiro e os sewguranças.
Quando voltava para dentro apesar de cansada e acabada tinha que sentar gostoso em seu pinto em riste e quando ele me liberou o sol já raiava por isso me tranquei no quarto de hospedes onde dormi o dia todo acordando a noitinha com um dos segurança tocando a campainha pedindo um pouco de água gelada.
Ao atender-lo deixei a porta aberta e ao chegar na cozinha fui forçada por ele que me seguia a deitar sobre a mesa para com estocadas rápidas fundas e vigorosas inundar meu cu de tanta porra que escorria pelas pernas.
Ainda delirava toda aberta quando meu marido chegou me pegando daquele jeito e antes que me recomposse ele caiu de língua sorvendo com vontade a porra junto com meus líquidos enquanto me matava de tanto gozar principalmente depois que limpou toda minha xaninha para meter gostoso em mim.
Confesso que apesar do fogo que tenho no rabo estou pedindo arrego e ao encontrar uma caixinha de estimulante em sua gaveta estou pensando em substitui-la por outra vitamina.Que vocês acham da idéia.
Beijos camille.
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

 

Esposa infiel - parte 1

Quando me casei tinha somente dezessete anos e foi com meu primeiro e único namorado,que fazia tudo para me agradar principalmente na cama onde passávamos horas nos amando com ele me lambendo todinha por horas e quando me penetrava eu já estava extasiada e mole de tanto gozar.
Gemia chorava me esperneava com ele todo dentro de mim,sou muito escandalosa quando transo.
Porem ao completar cinco anos de casamento sentia que faltava algo mais em nosso relacionamento.
Com um corpinho bem definido pernas bem torneadas,bundinha arrebitadinha seios médios e pontiagudos com os biquinhos sempre eretos devido ao constante cio,me vestia de forma sensual e provocante principalmente quando saiamos juntos para festas baladas ou passeios.
Certa noite estávamos em um barzinho com alguns amigos e como estava de mini saia justa e muito curta fiz questão de sentar bem próximo a pista de dança ao levantar constantemente abria as pernas displicentemente deixando que todos vissem minha minúscula calcinha branca e quase transparente muito molhada que estava,e já com os seios eretos de tanto desejo de ser possuída ali mesmo na frente de todos se possível fosse.
Estava na vitrine causando um freeson na galeja ,e o bobo do meu marido nem ai coma hora do Brasil.
Estava muito acessa devido aos drinks e por adorar me exibir e em certo momento tirei minha blusinha ficando somente com um top sumario que mal cobria meus seios.
Neste momento me senti a rainha da noite tendo a atenção de todos a nossa volta menos a de quem me interessava,meu marido é claro.
Quando ele soltou o copo vindo em minha direção tremi toda de desejo,porem antes que chegasse ate mim fui arrastada pelas meninas para a pista onde fomos cercadas pelos meninos para dançar descontraidamente sem nos importar com as encoxadas e passadas de mãos constantes na bunda.
Estando alheia a tudo rebolava gostoso no centro da pista quando rolou uma musica lenta e suave.neste momento as meninas voltaram para mesa e antes que pudesse fazer o mesmo fui abraçada por trás com alguém colando seu corpo ao meu fazendo me sentir o imenso volume encostado em minha bunda.
Fechando os olhos coloquei as mãos pra trás espalmando tudo aquilo enquanto suspirava fundo me entregando totalmente já com ele beijando loucamente meu pescoço em busca de minha boca.
Quando sua boca atingiu a minha resisti ao perceber que pela pegada não poderia ser meu marido e neste momento aquele rapaz negro me virou de frente sem sair de mim para beijar freneticamente minha boca enquanto suas mãos passeavam pela minhas costas descendo ate minha bunda levantando minha saia deixando me somente de calcinha no meio da galera que fizera uma roda em volta da gente para apreciar nosso shwouzinho.
Estava com o corpo em brasa tremendo da cabeça aos pés sabendo que tinha que resistir e fugir dali porem o tesão o desejo e a luxuria se apossou de mim revelando uma puta vadia e sem vergonha me entregando numa orgia total com aquele desconhecido pintudo.
Gemia descaradamente com a saia levantada o top arriado e a calcinha no joelho enquanto ele mamava freneticamente em meus seios dedilhando minha boceta com a mão praticamente toda dentro dela.
Ao me sentir totalmente entregue o rapaz tirou o pinto pra fora e antes que esboçasse qualquer reação ele afundou tudo aquilo em mim me pegando por trás com estocadas fundas e vigorantes com seu porrete tocando fundo em mim.
As lagrimas escorriam em minha face tal a intensidade do orgasmo que tivera e toda molinha fui inclinada para frente onde ele segurou em minha cintura para inundar meu útero de porra que escorria pelas pernas.
Estava entregue por isso não me importei quando alguém ocupou seu lugar assim que ele saiu de mim e uma garota loirinha assim como eu me abraçou alisando deliciosamente meus seios enquanto beijava freneticamente minha boca.
Sentia múltiplos orgasmos quando começou o empurra empurra e com isso fui jogada ao chão com o meu invasor sumindo dali rapidinho.
Quase fui pisoteada com a galera sendo empurrada pelos seguranças e antes que me machucasse um rapaz negro e muito sorridente me pegou em seus braços me encaminhando para uma sala reservada acima do palco onde se tem plena visão do ambiemnte,me colocando em cima de uma maca arrancando minhas roupas lambendo todo meu corpo dando maior atenção para meu cuzinho que piscava de tesão.
De onde estava podia ver minha turma bebendo conversando e o boi do meu marido sentado no canto da mesa se acabando na cachaça enquanto eu tinha uma língua ávida experiente e muito ágil na boceta e uma tora na boca num frenético meia nove.
Aquele porrete ia fundo em minha garganta quase me matando sufocada enquanto aquela língua acabava com toda minha resistência.
Em certo momento ele me colocou de quatro para invadir minha boceta numa única estocada comigo aos berros gozando avassaladoramente.
Ele socava socava e socava e eu gritava feito louca quando ele tirou tudo de mim tentando comer meu cu ainda virgem.
Juro que ate colaborei porem estava impossível ele me penetrar e com a chegada de mais dois de seus amigos resolvi ir embora dali prometendo voltar outro dia para completar o serviço.
Ao chegar em minha mesa meu boizinho correu em minha direção me abraçando muito beijando minha boca estranhando o gosto comigo disfarçando avisando que era porque tinha vomitado.
Demostrando muita preocupação para comigo meu marido me levou pra casa onde corri para o banheiro dando graças aos deuses por ele não ter passado a mão em mim senão ia descobrir que tava sem calcinha e depois de um bom e demorado banho gemi gostos em seu porrete com ele me comendo praticamente a noite toda.
Estranho mesmo ele ficou quando eu me posicionei de quatro na cama e pedi bem dengosa:
-benzinhoooo..come meu cuzinho.
Feito um animal ele se posicionou atrás de mim e mesmo comigo aos gritos pedindo que fosse de vagar pois estava doendo muito ele afundou sem dó e piedade todo aquele ferro em mim que me sentindo como que sendo partida ao meio gozei como nunca na vida agradecendo muito a ele por ter aberto a caminho.
Estava mortinha quase dormindo quando meu homem lambendo meus pés pernas e coxas como só ele sabe afundou sua boca em minha boceta fazendo me arfar em sua boca.
Delirei pensando em tudo o que tinha aprontado naquela noite e sentindo minha boceta arder principalmente quando ele afundo tudo aquilo deitando em seguida em cima de mim e enquanto nos beijava ternamente trocando juras de amor eterno explodimos simutâneamente em mais um gozo comigo como que mordendo seu porrete com meu canal varginal como ele adora.
Eu que já vivo num cio constante não via a hora de poder voltar naquele lugar dando quase todo dia pro maridão que fazia questão de me comer no elevador na garagem do prédio na sacada do terceiro andar onde moramos.
A pedido dele uso roupas curtas e provocantes e quase sempre sem calcinha,porem ele faz questão que seja sempre na presença dele,pois vive dizendo que não que concorrência.
A grande oportunidade surgiu quando ele em uma sexta feira ligou pedindo que encontrasse ele em frente ao seu trabalho por volta das vinte horas para uma esticadinha.
Estava no banho quando ele ligou novamente avisando que não era pra eu ir porque tinha ocorrido uma emergência em uma loja em Campinas e como a equipe dele é responsável pelo suporte técnico ele teria que viajar para lá imediatamente voltando provavelmente somente dia seguinte.
Juro que não ouvi este segundo recado,por isso vesti uma minúscula calcinha rosa e transparente e um vestidinho que mais parecia uma camisola de tão fino e transparente sem sutien salto alto e la fui eu para o “encontro com meu homem”.
A pista estava pegando fogo e assim que entrei corri para o meio da galera e quando dançava freneticamente com a galera em minha volta fui segura pelo braço e fingindo resistência sob os protestos da galera fui levada para o abate onde gemi gostoso com aquele negro todo enterrado em meu cu um alemão em minha boceta enquanto mamava gostoso no pinto de outro moreno.
Como é maravilhoso ter dois pinto dentro da gente.só de lembrar fico molhadinha.
Os três estavam insaciáveis não me dando descanço a noite toda pois semre que um saia de mim outro já me catava após a ronda pela casa.foda era quando os três me catavam de uma só vez e quando me liberaram não tinha força nem para dirigir com um deles tendo que me levar ate a esquina da rua de casa,mais para não descobrirem onde moro.
Ao entrar em casa toda molhada com porra ate nos cabelos com o vestido rasgado com os sapatos nas mãos e sem calcinha dei de cara com meu marido que assustado informou que tinha acabado de chegar querendo saber o que tinha acontecido comigo.
Chorando muito enquanto ele me abraçou me desvencilhei dele avisando que não era digna dele pois tinha acabado de ser estrupada por cinco homens e que a culpa era dele que marcou comigo e não foi.
Chorava copiosamente muito mais por culpa quando ele me abraçou pegando me em seu braços me levando para nosso quarto pedindo mil desculpas que tinha avisado para eu não ir e quando avisei que precisava tomar banho ele deitou em cima de mi beijando minha boca enquanto pedia que contasse com detalhes como tudo aconteceu.
Enquanto narrava os fatos senti minhas poucas roupas sendo rasgada de mim com ele delirando sorvendo toda porra de minha xoxota me deixando extasiada e já toda molinha de tesão
Quando ele afundou todo seu mastro em mim gemi chorei delirei com seu pinto feito pedra socando como nunca antes ate o talo em minha boceta.
E ao contar que tinha sido comida por três de uma só vez ele me forçou a ficar de quatro para com estocadas fundas rápidas e animalesca me fez derreter toda no melhor gozo anal de minha vida.
Transamos ate na hora dele ir trabalhar me deixando mortinha só conseguindo levantar por volta das treze horas.
Após um bom e demorado banho avistei em cima da cama um conjunto de mini saia ,mini blusa de lycra e uma minúscula calcinha fio dental ambos pretos um buquê de rosas vermelhas um conjunto de brincos anel e pulseira de ouro e um bilhete onde se lia:
“Amor vou chegar tarde hoje.vista estas roupinhas e saia para passear.
Beijos de quem te ama muito.”
Os:cuidado para não ser estrupada viu.
Ao me vestir era impossível esconder a bundinha e os seios e confesso que estava ate envergonhada me sentindo totalmente nua ao dirigir pelas ruas de sampa e julgando ser muito perigoso parar em algum lugar desconhecido corri para aquele salão e entre assovios e passadas de mãos na bunda fui direto para os fundos da pista entrando para a sala do pau como é chamado o local,onde tive que satisfazer cinco homens safados e sedentos de mim,porem isto contarei brevemente.
Foda mesmo foi quando cheguei em casa toda esfolada suja e fedida e tive que encarar o biozão que me comeu valendo pelos cinco.
Beijos.
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

Importante é gozar e ser feliz

IMPORTANTE É GOZAR E SER FELIZ (Ninguém é de ninguém)
By aventura.ctba

Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres.
Não sou do tipo super dotado como a maioria dos personagens de contos eróticos, mas me orgulho muito do meu companheiro, por nunca ter me deixado na mão.
De uns tempos pra cá, venho tendo uma leve desconfiança, que minha esposa está me traindo com meu concunhado, o Silas.
Até agora não dei muita relevância ao fato, por não ter notado nada que merecese uma investigação mais apurada, e talvez essa minha cisma, seja porque há tempo venho traçando minha cunhadinha, a Sandrinha, irmã mais nova da minha esposa e atual mulher do Silas.
Minha esposa se chama Clara, hoje com 30 anos, loira, 1.65m, olhos azuis da cor do céu, cintura fina, quadris largos, apesar da idade e de duas gestações, mantém um corpo perfeito que sempre chama a atenção dos homens por onde passa.
Perdi as contas de quantas vezes esperava minha esposa sair pro trabalho, pra levar Sandrinha na nossa cama, e meter meu pau na sua bucetinha novinha, lisinha, Cheirosinha e apertadinha.
Minha cunhadinha viciou no meu pau, transávamos no mínimo duas vezes por semana enquanto trabalhou em casa.
Quando minha esposa começou a trabalhar, Sandrinha veio morar em casa para cuidar do nosso filho que era novo e não queríamos deixá-lo na creche, por isso resolvemos pagar um salário pra ela cuidar durante a semana, e nos sábados e domingos voltava pra casa dos meus sogros.
Sempre tive um tesão danado pela minha cunhadinha. 18 aninhos, moreninha, 1.62m, peitudinha, com os biquinhos dos seios tão durinhos que pareciam furar as camisetinhas que usava.
Uma cinturinha fininha, com uma bundinha durinha, empinada, e um sorrisinho sapeca cada vez que falava uma sacanagem pra ela.
Sempre tive vontade de chegar junto, mas me continha por receio dela contar pra minha esposa e um escândalo na família seria inevitável, por isso fiquei na minha, só estudando e preparando o terreno até que surgisse uma oportunidade.
Quando minha cunhadinha vestia umas camisetinhas bem ousadas mostrando boa parte dos seus peitinhos, uns shortinhos apertadinho deixando aparecer à polpa da sua bundinha e resaltando o relevo da sua bucetinha, não tinha como esconder o tesão que sentia por ela, e nem tentava disfarçava o volume que formava na minha bermuda.
Cansei de pegar minha cunhadinha disfarçadamente de canto de olho observando meu pau duro sob a bermuda.
Quantas vezes esperava minha cunhadinha sair do banho, para logo em seguida entrar no banheiro e tocar uma punheta cheirando suas calcinhas ainda quentinha, e depois gozava enchendo de porra a parte que cobria sua bucetinha, depois ela me contou que sabia das minhas punhetas deixando toda esporrada suas calcinhas, pois era ela que lavava nossas roupas.
A oportunidade tão desejada chegou num dia que fomos ao casamento de um parente distante, e minha cunhada ficou o final de semana pra cuidar da casa.
Quando voltamos, minha esposa descobriu nos lençóis que Sandrinha se esqueceu de lavar, vestígios de uma trepada em nossa cama, e devido as evidências, ela não teve como negar que seu namoradinho da época veio dormir com ela.
Fiquei com pena de ver minha cunhadinha chorando, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus para não contar pro meus sogros, pois eram muitos rígidos e não saberia o que podia acontecer quando soubessem.
Clara ficou uma fera, pensando seriamente em contar para seus pais, daí resolvi tomar as dores da cunhadinha e convenci minha esposa de esquecer tudo, dando mais um voto de confiança a sua irmã, apazigüei a situação botando um basta em tudo.
Depois Sandrinha confidenciou a minha esposa, que naquela noite tinha sido sua primeira vez, fiquei louco de inveja do pirralho que tirou o cabacinho dela, mas logo depois terminaram o namoro.
Claro que fiquei com o maior moral com minha cunhadinha, com o tempo fui ganhando sua confiança e nossas brincadeiras quando estávamos a sós em casa foram ficando cada vez mais ousadas, até chegar ao ponto de passar a mão na sua bundinha cada vez que passava por mim, dizendo que ela estava um tezãozinho, quando ela estava lavando louça na pia, ia tomar um copo d’água só pra dar uma encochada na sua bundinha e esfregava meu pau duro no seu reguinho.
No início ela era meio arisca, mas devido à insistência, ela foi cedendo e dava umas reboladinhas no meu pau, mas não passava disso.
Certo dia ela estava lavando roupa usando uma minissaia curtinha, eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, meu pau já deu sinal de vida.
Cheguei nela por trás e encochei com gosto aquela delícia de bundinha, ela me disse:
- Pare seu tarado!
- Iimagina se minha irmã descobre suas safadezas?
– Ela acaba com você e comigo!
- Ela vai ficar sabendo se você contar, disse.
- Pensa que não sei o que você faz no banheiro com minhas calcinhas logo depois que saio do banho?
- Minha irmã não esta dando conta dele?
Falou pegando no meu pênis por cima da bermuda.
A partir desse momento não teve mais volta, foi à deixa que faltava para comer aquela gostosinha.
Continuei com meu pau encaixado na sua bundinha ainda por cima da roupa, meti minhas mãos por dentro da camiseta, e pela primeira vez senti seus peitinhos em minhas mãos enquanto chupava seu pescocinho e esfregava meu pau na sua bundinha.
Ela gemia de tesão enquanto sarrava seu corpinho.
Virei-a de frente pra mim, retirei sua camisetinha e me deliciei chupando aqueles peitinhos que era uma verdadeira loucura.
Minhas mãos foram percorrendo sua barriguinha até chegar à sua bucetinha que de tão molhadinha tinha encharcado sua calcinha.
Ela com os olhinhos fechados gemia baixinho curtindo todo o prazer que estava lhe proporcionando.
Meu tesão aumentava, cada vez que seu corpinho tremia anunciando que tinha gozado.
Delirei quando ela encostou-me na máquina de lavar, se ajoelhou na minha frente, libertou meu cacete de dentro da bermuda.
Percebi sua carinha de espanto quando meu pau saltou na sua frente majestoso e imponente mostrando toda sua virilidade, louco para entrar na sua bucetinha semivirgem, rescém descabaçada, que iria acolhê-lo centímetro a centímetro fazendo sentir totalmente preenchido dos lábios da sua bucetinha até seu útero.
Fui às nuvens quando senti sua boquinha deliciosa sugando minha rola, sem experiência no início, mas logo pegou jeito e mamava como uma desesperada. Parecia uma criança descobrindo seu novo brinquedo.
Pra não gozar na sua boquinha, sentei-a na máquina de lavar, abri suas perninhas, puxei de lado sua calcinha e pude pela primeira vez sentir em minha boca o gosto da sua bucetinha.
Minha língua explorava toda sua extenção, ela gemia de tesão cada vez que brincava com seu grelinho, abria seus grandes lábios e sugava todo seu néctar levando-a, a verdadeiro devaneios.
Não agüentando mais, tirei sua calcinha, entrei no meio das suas pernas, ela tremeu quando sentiu a cabeça do meu pau encostar-se à entrada da sua grutinha.
Encachei meu pau e fui forçando devagar até que passou a cabeça, não encontrei muita resistêcia devido o estado de ecxitação que se encontrava naquele momento.
Fui penetrando devagar fazendo Sandrinha sentir toda a extenção do meu caralho invadindo seu território de prazer ainda pouco explorado.
Quando tinha entrado pouco mais da metade, Sandrinha me pediu pra ir devagar, pois estava sentindo um pouco de dor.
Parei um pouco para ela se acostumar com o novo invasor, e quando senti que estava mais relaxada, com uma forte estocada a penetrei completamente arrancando um gemido rouco da sua garganta.
Comecei num vai e vem devagar e aos poucos fui aumentando o ritmo, minha cunhadinha chorava de tesão dizendo:
- Aaaaiiii você vai me matar!!!!
– Que delícia de pau, me fode cunhadinho gostoso...
- Eu vou gozaaarrrr....Uuuuiiii, e mais uma vez seu corpinho estremeceu anunciando outro orgasmo.

Coloquei minha cunhadinha encostada na máquina de costa pra mim, levantei sua bundinha e atolei tudo de uma vez na sua bucetinha. Ela gemeu quando sentiu minha pica forçando seu útero, fodia como um louco sua bucetinha por trás, não demorou muito e minha cunhadinha gozou novamente na minha rola, e não agüentando mais segurar, gozei inundando sua bucetinha de porra que escorria por suas pernas.
Fiquei um pouco com meu pau dentro dela curtindo aquele momento, quando retirei, percebi que junto com minha porra vinha um pouco de sangue daquela bucetinha rescém descabaçada, ela disse que só tinha transado com seu namoradinho duas vezes, e que não sentiu nem uma parte do que tinha proporcionado a ela, disse que sua irmã teve sorte de encontrar um homem tão gostoso como eu, claro que fiquei lisongeado.
Depois da nossa primeira vez, sempre rolava uma transa entre nós, fui a loucura quando descabacei seu cuzinho, minha cunhadinha chorou de verdade até seu cuzinho acostumar com o calibre do meu pau, contarei com detalhes em outra ocasião.
Minha cunhada cuidou do meu filho por dois anos, depois arranjou um novo emprego, conheceu Silas, namoraram, noivaram e se casaram.
Após seu casamento continuamos transando esporadicamente, pois ficavam cada vez mais difícil nossos encontros, e depois que seu filho nasceu, ficou quase impossível nossas aventuras.
Silas meu concunhado, era um cara bacana, alto, loiro, bonitão, desinibido e tinha fama de pegador.
Ele era dono de restaurante, e nos finais de semana, sempre aparecíamos para almoçar, jantar, ou simplesmente para tomar umas geladas e ouvir músicas ao vivo.
Em certa ocasião estávamos eu, minha esposa, minha cunhada e o Silas conversando e bebericando numa mesa, quando minha sobrinha começou a chorar e minha cunhada saiu para brincar com ela no pátio, eu fui ao banheiro, e na volta percebi algo de estranho entre Silas e minha esposa.
Em um canto afastado, percebi que disfarçadamente, Silas dedilhava a bucetinha da minha mulher por debaixo da mesa, pois seu rosto a denunciava, e minha esposa disfarçadamente alisava o cacete do Silas por cima das calças.
Tive certeza, quando Silas se levantou e saiu assim que me viu voltando pra mesa.
Ao passar por mim pude perceber que estava com pau duro tentando disfarçar, e também notei minha esposa disfarçadamente arrumando sua saia.
Fiz-me de inocente dando corda pra ver até que ponto ia chegar, disse pra minha esposa que iria até o carro pegar um cigarro.
Ela se levantou e disse que ia ao toillete, da porta vi que ela em vez de entrar no banheiro feminino, entrou por uma porta que levava ao depósito de bebidas.
Olhei pra minha cunhadinha, ela brincava com minha sobrinha no parquinho.
Esperei um minuto, e fui ver o que minha esposa foi fazer no depósito já desconfiado no que ia rolar.
Fui com cuidado pra não perceber minha presença, ouvi barulho num canto escuro me aproximei e vi minha esposa agachada na frente do Silas fazendo uma chupeta em seu pau.
Percebi que o Silas também tinha um senhor cacete.
Ouvi Silas dizer que tinha que ser rápido pra ninguém notar a falta deles.
Minha esposa se levantou, Silas ficou por trás dela, levantou sua saia, puxou de lado sua calcinha, Clara se abaixou firmando o corpo em uns engradados de cerveja e Silas atolou de uma vez seu pau na bucetinha dela. Minha esposa gemia baixinho enquanto Silas desfrutava da sua bucetinha ardente.
Clara olhou pro Silas e disse pra não gozar dentro dela, pois sua porra ficaria escorrendo por suas pernas e ela estava desprevenida, Silas aumentou o ritmo do vai e vem dizendo que estava quase gozando, percebi que minha esposa já tinha gozado, pois seus gritinhos já tinham denunciado, e eu a conheço muito bem.
Silas disse: - Vou gozar!!!!!!
Minha esposa ajoelhou na sua frente, abriu a boca e Silas com jatos fortes encheu sua boca de porra que Clara engoliu tudo, deixando limpinho o Pau do Silas.
Eu claro, me acabei numa punheta enquanto registrava a trepada deles na câmara do meu celular.
Saí de fininho enquando minha esposa e Silas, tentava se livrar de quaisquer vestígios daquela foda.
Fui ao pátio do restaurante e minha cunhada sentada num banco, cuidava da minha sobrinha brincando na areia.
Peguei meu celular e mostrei pra Sandrinha o que tinha filmado.
- Filhos das putas, eu já tinha notado alguma coisa, mas não tinha certeza disse-me.
- Minha irmã quer se passar por santa, mas não passa de uma putinha.
- Não me arrependo nem um fio de cabelo pelo que aconteceu entre nós, e tem mais, passa em casa segunda feira porque depois de deixar Stefany na creche, vou ficar o dia todo em casa, e como segunda o restaurante não abre, o Silas vai a uma convenção em São Paulo e volta só na terça a tarde.
Nem precisa dizer que passamos o dia todo transando de todas as maneiras, matei a saudade da bucetinha e também do cuzinho da cunhadinha que tinha deflorado a tempo.
Decidimos manter em segredo nosso caso, e também não fiquei com ciúmes da minha esposa com o Silas, pois nosso casamento estava meio abalado, e essa reviravolta fez solidificar nosso relacionamento.
Sandrinha também deixou rolar dizendo que agora não se sentia culpada por trair seu marido e sua irmã.
Se gostarem faça um comentário, e se puder de seu voto.
Abraços a todos e até mais.
Meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

 

Minha primeira vez... Foi assim...

Nossos contos podem estar repletos de chavões, mas revelam muitas verdades reais ou imaginárias que povoam nossas mentes. Reprimidas pela cultura, mas próprias da nossa natureza humana. Contudo, “o que pode” e “o que não pode” muda conforme cada tempo. Eu que o diga, pois apesar da minha formação tradicional, da família patriarcal, cristã, doze anos de casada..., viver uma experiência como a que vou contar parecia muito mais distante do que foi. Mesmo que desde meus 17 anos a leitura de contos eróticos me leva com facilidade ao clímax, não imaginava que um dia passaria com certa naturalidade da leitura à experiência.
Quem não tem suas fantasias? Nossa imaginação as alimenta tão facilmente; saber que muitas pessoas as vivem excita ainda mais. Pensar que meu maridão me estimulava a experimentar, então!!!
Como já se passaram dez anos, posso contá-la sem receios.
Com as facilidades das tecnologias virtuais “conheci” alguns homens com os quais passei a ter provocantes conversas, principalmente por telefone, que aqueceram muitas noites e madrugadas; conversas que me desestabilizavam e com alguns deles, somente pela voz e jeito conquistador me levavam não raras vezes a molhar a calçinha e provar o prazer. Aos poucos não fui resistindo e me via cada vez mais envolvida naquela que seria minha primeira vez com outro homem depois de doze anos de casada.
Um belo dia sai da cidade onde morava para uma próxima, pois tinha combinado um encontro com Antônio, com o qual imaginava passar a noite. A viagem até lá foi recheada de imaginação fértil, como não podia ser diferente. Na realidade, ao conhecê-lo pessoalmente, não senti aquela química que pudesse provocar o que eu fantasiava e tanto ansiava; preferi aguardar para outra oportunidade. Mesmo assim me senti livre, leve e solta por estar naquela situação e até poder me dar ao luxo de dizer não. Mas a que foi pra valer foi assim...
Meu gostoso personagem foi Márcio, vou chamá-lo assim. Era casado, trabalhava com comunicação, eu o assistia frequentemente pela TV e já o achava um gato, tentação, lindo, charmoso..., daqueles homens que só da para imaginar coisas maravilhosas. Tão logo que passei a ter contato com ele, meu desejo para ir pra cama ficava cada vez mais intenso. Em nossos contatos, quando falávamos ao telefone, aquela voz soava tão bem no meu ouvido e sabendo que era só pra mim, então! Ficava cada vez mais excitada e muito provocada, tentada... Depois de algum tempo em que conversávamos com mais freqüência não agüentei mais e tinha a certeza que minha hora havia chegado. Um dia fui para Chapecó, cidade próxima de onde eu morava e na qual ele trabalhava. Combinamos que nos encontraríamos no seu apartamento do hotel, aonde também fazia parte do seu trabalho. Cheguei ao final da tarde, tomei meu banho vesti uma saia jeans e uma blusa decotada, que deixavam em evidência minhas coxas roliças e realçava meus seios que, modéstia a parte a natureza me privilegiou. Enfim, pensei, tinha que estar bem quando aquele meu sonho chegasse, pois era o que eu mais esperava e desejava naquele momento. Apesar da ansiedade que me fazia parecer que o tempo demorasse a passar estava bastante tranqüila e segura; isso me fazia sentir uma sensação maravilhosa que se espalhava por todo o meu corpo..., sentia-me lubrificada, aquecida, pronta para amar..., estava vivendo uma situação como poucas vezes havia experimentado.
Quando ele chegou foi uma sensação indescritível, afinal estava a sós com alguém que eu idealizara e fantasiara por muito tempo para um momento tão especial como esses. Aquele homem forte e bem vestido me abraçou de forma carinhosa, apertava-me contra seu corpo enquanto suas mãos percorriam o meu e nos beijávamos calorosamente. Depois de curtirmos esse momento ele foi para um banho e, por mais que fosse rápido, tinha a sensação que demorava muito, pois estava vivendo meu sonho; mas aquela situação também me deixava com mais vontade ainda, até porque eu estava totalmente à vontade, tanto que até me surpreendi comigo mesma.
Enfim ele de volta, enrolado numa toalha... Eu sentada no sofá do lado “escritório” do apartamento. Ele se aproximou e nos beijamos com tanta volúpia que eu literalmente esqueci o mundo... Estava tão entregue àquela situação que nem passou pela cabeça que poderia estar sendo filmada e só lembro que ele estava de pé em minha frente e eu de cócoras sobre o sofá chupando meu homem com muita vontade. Nem imagino quanto tempo fiquei assim, mas lembro que estava super-excitada por ter aquele homem sob meu domínio. Ele sussurrava palavras que me provocavam a cada instante, via seu olho brilhar, sentia seu suspiro intenso, ele me chamando de gostosa e dizendo que logo se cobraria e que queria me possuir...
Fomos então para a cama. O quarto estava com luz baixa, em clima bem agradável e aquele ambiente propício para o amor se intensificou. Só lembro que estava totalmente em seus braços e entregue àquele clima, envolto com muitas carícias, toques e beijos calorosos e demorados. Logo suas mãos, língua e boca começaram a explorar meu corpo e eu me sentia totalmente entregue àquele homem. Habilmente livrou-me das minhas roupas começando pela saia, depois com jeitinho também tirou minha blusa, quando lembro tenho a sensação que suas mãos ainda percorrem meu corpo... então começou a me lamber todinha. Isso me fez sair do ar e quando percebi estava sem nenhuma peça mais em meu corpo. Sua boca e língua explorando meu corpo me excitavam muito, em especial quando passavam delicadamente por meus seios, pescoço e orelhas. Naquele clima, não havia como ser diferente, eu também o acariciava com vontade e o chupava, pois a cada instante estávamos mais entregues um ao outro. Gostosamente perdi a razão e a noção do tempo..., eu queria tanto sentir aquele homem me invadindo que o puxei com vontade sobre meu corpo; nem percebi como havia colocado a camisinha e logo passei a sentir as delícias daquela sensação de invasão da minha gruta que estava totalmente lubrificada e receptiva. Eu me deliciava com aquelas estocadas gostosas e com seus sussurros e gemidos em meu ouvido. Deleitei-me com tudo e me sentia totalmente entregue a ele e àquela situação. Retribuía o prazer daquele momento acariciando com gosto meu Davi. Afinal, naquele momento desfrutava uma das mais gostosas sensações de prazer que um homem pode proporcionar a uma mulher. Digo que foi uma das melhores que havia sentido nos últimos tempos, pois estava envolta com a sensação do proibido, do inconcebível para muitos, o que a deixava ainda mais excitante e prazerosa.
Foram tantos detalhes que não da para narrá-los todos, mas a noite de amor que passei e a experiência em si, de dormir com outro homem e ser despertada com suas mãos acariciando meu corpo, depois de tanta espera, foram indescritíveis.
A experiência foi tão provocante e motivadora que minha vontade passou a ser de reviver isso de tempos em tempos. Tinha certeza que isso me faria sentir mais livre, mais leve e mais Mulher.
Depois disso nos encontramos mais quatro vezes. Eu me envolvi gostosamente com ele, tanto que fantasiava demais em levá-lo para a cama na minha casa, mas infelizmente isso não deu certo. Apesar do desejo de repetir de tempos em tempos o caso com ele, sua transferência de cidade dificultou nosso reencontro.
Foi assim... que, além de outros detalhes, eu contei para meu marido. Devo dizer que sem o estímulo e consentimento dele dificilmente teria vivido essa fantástica e indescritível experiência.
O que isso rendeu para nossa cama? Precisaria de muitas páginas ou muitos contos para dizer tudo, mas um dia escreverei outros capítulos. Digo que o resultado foi ótimo, pois ainda hoje rende muito tesão quando relembramos nossas aventuras e principalmente quando ele diz que sonha em me assistir fazendo o que fiz com Márcio. Quem sabe se for conquistada por um novo Davi não narre um novo capítulo a vocês.

Nika - Chapecó – SC – poliamores@bol.com.br

 

Fotos para aquecer o casamento II

Como foi(está sendo) grande sucesso o primeiro conto que enviamos”FOTOS PARA AQUECER O CASAMENTO”, temos recebido dezenas de e-mail’s por dia, resolvemos contar como fazemos para manter a nossa relação apimentada. Só para lembrar somos do Rio de Janeiro, e a Ana Claudia é uma morena mãe de dois filhos, mas que tem um corpo que é um tesão. Alem das fotos, eu procuro muitas formas para manter o nosso relacionamento sexual a todo vapor, e a internet ajuda muito nesse sentido. Procuro sempre dar sinais para Ana que aquela noite vai ser daquelas, logo cedo quando acordo procuro dar uns abraços e beijos mais demorados, e com isso ela já vai se preparando durante o dia. Faço também alguns telefonemas durante o dia, e falo para ela ir preparando colocando uma das minúsculas calcinhas dela, pois quero ver a xaninha dela bem molhadinha.

 

Quando chego em casa na vejo a hora dos dois filhos dormirem. Quando isso acontece vou direto para o quarto e encontro Ana Cláud ia deitada na cama já coma maquina na mão, e abrindo as perninhas para eu tirar fotos daquela bocetinha linda, e toda molhadinha, e impressionante como fica até escorrendo caldinho da bocetinha dela, então tiro as fotos que fazem a alegria de muita gente, pois a Ana Cláudia é realmente uma delicia, e as fotos da bocetinha dela em close particularmente me deixam de água na boca, e tenho certeza que deixam MUITA gente doido para experimentar. Então depois das fotos eu tenho que divertir também ,pois já estou que não aguento mais, o meu pau já está duro a como um ferro.

 

Então começo enlouquecer a Ana(só para descontar o que ela fez comigo,me deixando mais de 30 minutos com o pau duro feito um ferro tirando fotos dela e xaninha dela) coloco ela deitada na cama com a bocetinha bem arreganhada , e começo a beijar e lamber os seios dela , então fico na posição 69 por cima com o meu pau esfregando os seios dela, ela fica louca quando sente o meu pau pulsar em cim a do biquinho do seio dela, e fico do jeito que mais gosto, com o rosto bem no meio das pernas dela(sou completamente tarado em uma boceta bem arreganhada no meu rosto) cada vez que meu pau pulsa no seio dela, ela contrai a vagina, fazendo aquela boceta deliciosa abrir e fechar, nesse momento quase não seguro o gozo, pois é TESÃO muito grande ver aquela boceta inchada bem arreganhada cheia de tesão, a Ana então já está se contorcendo louca de desejo, pois está sentindo o meu rosto a poucos centímetros da xana dela , e o meu pau continua a pulsar nos seios dela, ela abre e fecha as pernas, e implora para eu colocar a minha boca na boceta dela, fica levantando o quadril para ver se a boceta dela toca na minha boca, mas eu continuo a “maltratar “ ela, pois gosto de deixar ela de um jeito que quando coloco a minha boca naquela boceta , ela goza quase que no mesmo instante.

 

Quando a Ana já não aguenta ,(nem eu rss) eu fico de frente pra ela ela continua se mexendo como uma louca procurando algo para tocar na boceta dela(as vezes ela puxa o travesseiro e coloca ponta e fica se esfregando , eu fico louco de tesão quando ela faz isso) então coloco dois dedos na boceta dela, e um na bundinha, quando coloco a minha boca nela ela praticamente goza na minha boca, então ela começa um movimento frenético de sobe e desce, vai e vem, se esfrega e se contorce com dois dedos xana , um na bundinha e minha boca esfregando naquela fêmea tesuda. Quando a Ana goza feito uma louca, eu já estou no meu limite, então para de masturbar ela , e coloco o meu pau na boceta mais gostosa que conheço, ficamos como loucos sem controle, não conseguimos manter um ritmo, pois estamos os dois descontrolados e prestes explodir num gozo fantástico , quando chegamos ao orgasmo e uma sensação indescritível, somos casados a muito tempo, mas a forma que fazemos amor e como se fosse a primeira vez.

E tenham certeza que esse tesão tem a participaçã o de cada um de vocês, que olham as fotos da Ana e fazem comentários, deixando ela (e eu também) cheios de tesão e vontade de transar dessa forma.

Como relatei no primeiro conto não queremos fazer TROCA DE CASAIS, SWING ... etc. Queremos apenas receber e-mail’s com comentários educados, e cheio de tesão de vocês. SE QUISEREM VER AS FOTOS DA ANA CLÁUDIA , mandem e-mail para eduardosec@bol.com.br que mandarei os sites onde estão as fotos da Ana Cláudia

 

Minha esposa esqueceu o celular ligado e escutei tudo

Os aparelhos celulares estão cada vez menores, mais baratos e com mais funções, mas graças a ele, testemunhei a traição de minha esposa.
Tudo começou quando o celular da Lúcia, minha esposa, começou a dar problemas após tomar chuva. E ela como secretária executiva precisava de um celular, para resolver questões urgentes que surgiam na empresa, até no horário de almoço.
Um dia, numa galeria que vende eletrônicos, deparei com um novo aparelho celular, para 2 chips, com TV, gravador de som, batia fotos com flash, msn, e-mail, filmava, tinha jogos, e muito mais recursos, com memória até 4 Gb, tudo por R$ 350.00.
Comprei e dei de presente à Lúcia, que ficou meia atrapalhada, com tantas funções que o pequeno aparelho possuía.
Um dia ao chegar em casa na hora que ela costumava voltar, ela me ligou dizendo que devido serviço urgente que surgiu na última hora, ela voltaria mais tarde para casa, pois tinha de preparar material para a diretoria enviar à matriz na Europa ainda naquele dia.
Como isso acontecia também na empresa que eu trabalho, tomei aquilo com a maior naturalidade e perguntei se queria que fosse buscá-la mais tarde, mas ela me disse que como não tinha previsão de término, ela chamaria um taxi, e desligou.
Ou melhor ela achou que tivesse desligado, mas esses novos celulares só se desliga se apertar "Close", ou se o outro celular, no caso, o meu desligasse.
Eu ia perguntar se ela queria que eu pedisse uma pizza para quando voltasse, mas ela deve ter colocado o celular em cima da mesa.
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Logo ouvi a risada de um homem, perguntando: "O corno acreditou?", e ela disse, "claro que sim, porque não acreditaria? É normal aparecerem serviços imprevistos numa grande empresa e ele sabe disso".
Fiquei em silêncio para ela não me ouvir e perceber que a ligação não estava desligada. Fiquei ouvindo a conversa deles:
Ele: Chegaram nossas bebidas, vamos brindar. E disseram : tchin tchin, depois de um tempo, ouvi vários estalos de beijos sendo trocados.
Apesar da evidência, não conseguia acreditar, por isso deixei o celular na sala e fui ao quarto e de outro telefone disquei para o telefone direto do serviço, que caia na mesa dela. Liguei e depois de muito tocar, atendeu uma voz de mulher que se identificou como sendo a faxineira, e respondendo a minhas perguntas, dizendo que não tinha ninguém trabalhando mais naquele andar, isso confirmava que minha esposa não estava trabalhando coisa nenhuma.
Devia estar num motel com outro homem.
Voltei correndo para a sala, peguei cuidadosamente o celular para não fazer nenhum barulho e continuei ouvindo barulho de beijos, de vez em quando o rapaz dizia, "gostosa", "tesão" e mais barulhos de beijos.
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Depois ouvi risos da Lúcia, dizendo "não é atrás, o fecho é aqui na frente", percebi que ela se referia ao fecho do seu soutien que abrem na frente no sulco entre os seios. Depois de um tempo a voz do rapaz dizendo "Que peitão gostoso, macio, escuta, o corno sabe tratar bem deles?" Ela rindo dizia "sim, mas não tão bem como você, seu convencido"
Ouvi barulhos e identifiquei que ele estava chupando os peitos dela, e de vez em quanto ouvia os suspiros dela dizendo "aiiiiiiiii, que gostoso, aiiiiii, chupa o outro também amor".
Fechei os olhos e via minha esposa com aqueles seios fartos e firmes expostos e alguém segurando os peitões, acariciando e chupando os mamilos róseos, e isso me dava uma raiva e também vinha um tesão, acabei tirando toda roupa, e me estirei no sofá, com uma mão no meu pau e outra mão segurando o celular, ouvindo as chupadas que alguém dava nos peitões da minha esposa.
Ouvi a voz dela dizendo, não joga no chão, vai amassar e o outro dizendo "tá, deixa que eu penduro na cadeira, tira a saia também, que coloco aqui" ..... percebi que ela tirou a saia e entregou a ele, pois ele falou, "pronto, não amassa mais amor, essa sua calcinha é aquela que eu te dei ?".
Ela: "é amor, adoro essa calcinha, meu marido estranhou quando me viu com ela na primeira vez, porque ele sabe que não gosto muito de calcinha tipo tanga, tive de dizer que comprei para ficar sexy para ele, e ele adorou" ... e os dois riram.
Eu me lembrei da calcinha, branca, de seda que descobri ao despi-la uma noite. Por trás a calcinha entrava no meio da bunda e depois do rego para cima, formava um triângulo que continuava em tiras para as laterais, pela frente mal cobria a linda buceta dela, mas a deixava um tesão de mulher, a calcinha era tão pequena que a tira de pêlos que ela deixava sem raspar, na parte de cima da buceta que era depilada, ficava aparecendo o que dava mais tesão ainda.
Naquele dia, na hora que vi aquela calcinha, não acreditei que minha linda e recatada esposa estivesse usando aquilo e agora sei que foi presente do macho dela.
E lembrei que no dia que ela estava usando aquela calcinha, também disse estar chegando tarde por causa do serviço urgente que teve de terminar, mas na verdade devia estar voltando de um motel a filha da puta, onde deve ter dado para esse amante.
E eu com pena dela naquele dia, resolvi fazer uma massagem no chuveiro, por isso que a levei ao banheiro e quando a despi, contra a vontade dela, eu vi aquela calcinha.
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Me revoltou e ao mesmo tempo me deu um tesão, de eu recordar que naquele dia, chupei a bucetinha dela, como sempre faço, devo ter chupado resto de porra do macho dela, filha da puta, putona! Isso deu um tesão e meu pau ficou mais duro ainda.
Continuei escutando a conversa deles.
Ela: "ainda não me acostumei com esse pauzão, morri de medo na primeira vez que vi, achei que você fosse me rasgar" Vi que ele tinha ficado pelado com o pau de fora.
Ele: "Isso que é pau de homem, amor, e não o pauzinho do corninho. Escuta, seu marido consegue fazer você gozar com o pauzinho dele?" e riam.
Ela: "ele me faz gozar, porque agora, sempre que trepo com ele, fecho os olhos e penso que é você que está por cima me comendo, aiii, vai rasgar minha calcinha, seu bruto". Pronto.. vi que ele tirou a calcinha dela, pensei nela pelada, com aqueles peitões a mostra, uma tira de pêlos sobre a buceta, aquela cinturinha fina, bunda durinha, pernas longas e torneadas, o rasgo da buceta, rosto lindo, enfim um tesão de mulher.
Ela: "pára, não, não agora não, deixa eu tomar um banho primeiro, pára, pára com isso"
Ele: "deixa amor, pode deixar, já conheço o cheiro da sua buceta melhor que seu marido, deixa amor, cacete, que buceta gostosa" e ouvi barulho de chupadas.
Ela: "não, não não ... aahhh ahhh ahhh aiiiiiiiiii, puta merda, puta merda, assim eu gozo, pára, pára amor, pára amor, aiiiiiii aiiiiii, não agüento mais. ahhhh que língua gostosa amor. Me chupa, me chupa toda toda aiiiiiii, que gostoso amor, aiiiii"
.
Fechei meus olhos e visualizei ela com as coxas abertas, ele com a cabeça enterrada no meio das coxas da minha esposa, chupando aquela bucetinha linda e deliciosa, eu não agüentei e acabei gozando sobre minha barriga.
Tive de fazer força para não gritar de tesão enquanto lançava jatos de porra, senão ela poderia escutar.
Bom, nem vou ficar contando tudo o que eles fizeram durante 2 horas no motel, pois vocês já devem imaginar, pois pelos barulhos eu fui imaginando o que acontecia. Só tinha certeza do que acontecia quando eles falavam explicitamente, como:
Ela: "devagar amor, seu pau é muito grande"
Ela: "bate mais amor, mais quero apanhar de você, bate mais forte" e ouvia os tapas que ele dava na bunda dela.
Ela" está vindo, está vindo .... vou gozar... vou gozar ...agora, ahhhhhh aiiii aiiii aiiii"
Ele: "buceta gostosa ... fica de joelhos .. empurra sua bunda pra tras .. ahhh vou gozar amor .. ahhhh ahhhhh ahhh"
..
Só sei que quando ela chegou em casa, fingi estar completamente bêbado, puxei a para a cama, falando como um bêbado total, com cheiro da bebida que espalhei pelo meu rosto e na boca.
Durante nossa vida de casados, eu já fingi algumas vezes, estar totalmente bêbado e no dia seguinte fingia não me lembrar de nada, por isso ela não desconfiava de nada.
Ela estava tranqüila, porque imaginava que eu estava tão bêbado que não iria me lembrar de nada no dia seguinte.
Desabotoei a blusa branca dela, tirando em seguida, só para saber a visão que o amante dela teve ao vê-la de saia e de soutien com os sulcos entre os peitos aparecendo no lindo colo. Era uma visão linda, ela com saia justa preta, pernas longas e finas, soutien branco deixando ver parte dos peitos. Depois enfiei a mão entre os peitões para segurar o fecho e abri o soutien para saber o que o amante dela viu, me deu um tesão quando os peitões dela apareceram de dentro do soutien, o filho da puta deve ter visto exatamente aqueles peitos pulando fora do soutien balançando, segurei os peitos com as mãos e comecei a chupar, depois que vi marcas de dentes de vermelhidão das chupadas e vi também o vermelhidão na bunda onde o amante bateu forte.
Que tesão vê-la só de saia justa preta com os peitões balançando.
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Depois soltei a saia e tive a visão dela com a calcinha tipo tanga que o filho da puta deu de presente e ele deve ter visto assim, ela só de calcinha, com os peitões balançando, os pêlos da buceta que saía sobre a calcinha, filho da puta, filho da puta.
Notei, que a calcinha estava lambuzada de porra e de tão estreita a tira de pano que cobria a buceta, que parte da porra, escorreu para os lados nas coxas dela.
Lutando com ela depois de deitá-la pelada na cama, consegui abrir suas coxas e colar minha boca naquela buceta toda molhada com restos de porra, que ainda escorria de dentro, enquanto eu chupava, lambia e empurrava minha língua dentro, fiquei louco de raiva e tesão ao sentir gosto de porra na buceta dela.
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Me senti um perfeito corno lambendo a buceta da esposa lambuzada com porra do macho e lambendo também a porra que estava grudada nas coxas dela.
Enfiei meu pau buceta a dentro e fodi com raiva e tesão até gozar dentro, misturando nossas porras e a filha da puta também gozou junto comigo gemendo e se contorcendo, ela estava de olhos fechados, devia estar imaginando o pau do amante fodendo a buceta dela.
De manhã cedo vi a enorme mancha das duas porras que foram escorrendo da buceta da puta durante a noite e que se formou no lençol.
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Se voce comedor da minha esposa ler este conto, por favor entre em contato comigo, e gostaria de trocar idéias com quem teve esse tipo de experiência, pelo e-mail:
galileusp2009@hotmail.com

 

Fotos para aquecer um casamento

Ola, meu nome é Eduardo mais conhecido como Edu. Sou casado com uma linda morena,carioca.Que apesar de dois filhos e 41 anos, dá de dez em muitas meninas de 20 poucos anos, pois tanto ela quanto eu nos cuidamos muitos, pois acho muito importante cuidar da parte física para funcionar absolutamente tudo bem, tanto no emocional quanto no sexual.

Como temos 15 anos de casados, apesar de uma mantermos a nossa vida sexual em alta, começamos perceber que estava faltando algo para apimentar a nossa relação. Não tenho nada contra quem faz swing, mas não temos cabeça para isso, eu não aceitaria ver minha mulher em outros braços, e ela também não me aceitaria com outra mulher. Mas comecei a tirar fotos dela na praia, e percebi que ela cada vez mais ela se insinuava ,e se mostrava mais safadinha.

Nesse dia quando voltávamos da praia ela pediu para deixarmos as crianças na casa da minha sogra, achei es quisito mas segui direto para lá,quando sainos ela se virou para mim e mostrou a bocetinha dela puxando o seu biquini de lado, estava a coisa mais linda ,toda molhadinha e inchada, a vontade que tive foi de parar o carro e cair de boca naquela xana gostosa, mas me controlei até chegar em casa.

Foi uma louca ,nunca tinha visto a Ana Cláudia daquele jeito. Foi então que começamos a tirar fotos mais ousadas, sempre para eu arquivar no meu computador e ficar apreciando a delicia de boceta da minha morena. Até que no final do ano passado resolvi comentar a com a Ana Cláudia sobre enviarmos para sites de fotos amadoras, e para minha surpresa ela gostou da idéia. Mandamos a primeira vez e recebemos centenas de e-mails com propostas de troca de casais,swing... outros apenas para elogiar. E agora não vivemos mais sem esses comentários, temos fotos da Ana Cláudia espalhadas por vários sites do Brasil e de outros países.

Cada vez que lemos esses e-mails e comentários fica mos completamente loucos de tesão a Boceta da Ana parece que vai explodir de tão e molhada e inchada que fica, eu me aproveito da situação depois de cada sessão de fotos, caio de boca naquela boceta e depois coloco meu pau dentro dela até a Ana gozar feito louca no cio. Nosso casamento melhorou e muito depois das nossas sessões fotográficas, e ainda brindamos nossos amigos com lindas fotos da Ana, e olha que são fotos das mais variadas posições, e principalmente da linda xaninha dela, que sempre aparece bem molhadinha.

QUEM QUISER VER AS FOTOS DA ANA ME PASSA UM E-MAIL PARA eduardosec@bol.com.br que retornarei informando o sexlog dela.

Tenham certeza que é uma deliciosa ESPOSA.

 

Sonhos de mulher casada II

Bom somos o Casal SAMSHE, somos liberais e temos vários outros contos publicados.

Bom no segundo dia que a She foi novamente para o novo emprego, acordou quase na hora do almoço, e depois de almoçar, ficamos conversando a respeito da situação, e ela me disse que gostou muito, tinha uma ideia bem diferente do que era, e imaginava que fosse de um jeito diferente.

À noite a She saiu para seu emprego noturno, feliz e contente com um perfume maravilhoso e um ar de satisfação incrível.
Chegando lá ela me disse que se apresentou ao gerente e as amigas, que lhe disseram que se prepara-se, pois era noite de Sexta feira, e o movimento é o melhor da semana, ela tratou de me ligar e dizer que hoje o bicho ia pegar bom fiquei em casa navegando na internet, conversando com os amigos do swing, e já era por volta das 23h20minh o celular toca é ela dizendo que estava cheio e iria subir pra fazer o primeiro cliente da noite.

Depois de umas 2hs ela me liga dizendo, o que aconteceu que ficou conversando com esse primeiro cliente no bar, e ele nem ia fazer programa estava ali só para matar o tempo, e ver os shows de strip coisa que ela depois me disse que era muito comum, clientes que não comem ninguém e ficam apenas tomando uma cerveja, são chamados esses de chimbadores, voltando disse que esse cliente foi muito carinhoso, que conversaram vários assuntos um cara bom de papo, disse ela, que no quarto ele tirou as roupas dela com suavidade e delicadeza sem se preocupar com o tempo, ela faz o mesmo com ele, mandou a ela deitar-se na cama e começou a chupar sua boceta, com calma e com o passar do tempo ia aumentando os movimentos e o ritmo, e acabou fazendo a ela gozar em sua língua, o cara foi ao delírio disse que já tinha saído com garotas de programa mais nunca tinha visto ou sentido uma gozar de verdade, ela colocou seu pinto na boca e começou uma chupada fenomenal, quase levando o cliente a loucura e ao gozo, e ele pediu a ela que parasse, pois queria fode-la antes de gozar, ela colocou a camisinha com a boca no pau dele, ele a deitou na cama, fazendo um papai e mamãe gostosinho disse ela, ele estocava profundamente e lentamente e depois rapidamente, e na portinha brincava com a cabeça, e ela gozava a mandou ficar de quatro, e começou a foder, ai metia como um animal faminto pegava pela cintura e fodia com força, fazendo-a gozar intensamente, o cliente a mandou cavalgar em cima dele, ela chupou um pouco seu pau, colocou outra camisinha, e veio por cima, montando seu cliente, e rebolando no pau, coisa que ela faz com maestria, ficou nessa posição por pouco tempo, pois o cliente gozou, e disse que pra ele tinha sido ótimo, e foi tomar uma ducha, ela foi ao banheiro ele deu um beijo nela e começou a dar banho nela, deixando ela limpinha... Esse cliente pediu seu telefone queria manter contato, fez ate uma proposta pra ela, disse que estaria indo embora do Brasil, e queria leva-la, desde que ela saísse da vida... mau sabia ele.

Ela desligou e disse que o salão estava cheio, e tinha que atender os clientes, mais me ligaria assim que fosse possível, não demorou muito ela ligou novamente avisando que iria subir novamente, com outro cliente, mais que o primeiro não tinha ido embora, e queria de todo jeito sair com ela depois do fim da noite.

Por volta de umas 04h00minh da manha ela me liga, falando que havia subido e que o cliente, mandou-a ficar sem roupas e chupou sua boceta, e ele ficou batendo uma punheta enquanto a chupava, e que numa certa hora ele pediu para ela o chupar, ela começou outro boquete maravilhoso, quando o cliente estava prestes a gozar ele pediu a ela, que brincasse com seu cú, você quer que eu faça o que? Quero que você me coma enquanto me chupa, e ela colocou dois dedos dentro da camisinha e começou, a brincar com o rapaz, mais sem penetrar só ameaçava ele se contorcia e ela ameaçava de novo, não demorou nem 10 minutos ele gozou, com ela batendo uma punheta pra ele, que pediu desculpas e ficou envergonhado com a situação, tomou uma ducha e foi embora, nisso o movimento já havia caído e a noite já estava chegando ao fim.
Ela chegou em casa já trazendo pão e leite, e disse que iria descansar e depois conversaríamos.

Email: casalsamshe@hotmail.com

Nossos contos são reais, não somos escritores apenas traduzimos para o papel aquilo que vivenciamos.

 

Sonho de mulher casada I

Bom somos o Casal SAMSHE, somos liberais e temos vários outros contos publicados.

A She sempre teve a fantasia de ser ou se tornar garota de programa, estávamos um dia conversando sobre fantasias e ela me confidenciou esse desejo, eu disse que poderíamos realizar se ela estivesse mesmo afim, só que para isso teríamos que tomar alguns cuidados do tipo onde seria, em qual casa, de preferência longe de casa e tal.

Depois de todas as precauções tomadas ela foi visitar uma casa, dizendo ao gerente que essa seria sua primeira vez, que nunca havia trabalhado como garota de programa e tal, que seria mais pelo tesão do que pelo dinheiro, mais um dinheirinho a mais não ia fazer mal algum, o gerente conversou com ela, e disse que essa é uma das mais comuns fantasias femininas, ele disse ainda como seria o valor cobrado a parte da casa e tal, a convidou a estar na outra noite as 18h00minh, pronta pra trabalhar, e se prontificou a ajudar caso necessário.

Bom a She passou o dia, no salão de beleza, fez cabelo, unhas, maquiagem ficou mais linda do que já é, comprou uma ou duas lingeries novas, bom entrou mesmo no papel, o gerente havia lhe dito que trouxesse roupas normais, tipo vestido ou saias e blusas generosas no decote, a She levou uma saia que compramos no aniversario dela, porque íamos comemorar a data em uma casa de swing, e uma blusa transparente com os botões em madeira tipo oriental, quando deu 17h30minh ela liga no meu celular e diz que já esta indo para seu novo emprego, e que na medida do possível me ligaria à noite pra me contar como estavam as coisas, não deu meia hora vem à primeira ligação, que dizia que já havia chegado e que estava meio vazio, e conversando com as outras garotas ficou sabendo que a casa enchia mais depois as 21h00minh, o gerente a apresentou a algumas meninas e pediu a elas que dessem uns “toques” de como fazer e tal, pra ela não beber muito, não esquecer jamais a camisinha e que anal tem um preço combinado com o cliente e pago a parte.

Bom à noite passava calma quando já la pelas 23h30minh ela me liga ofegante, e diz só “estou subindo, depois te conto.. tchau.”, nossa aquilo me deixou louco, fiquei imaginando coisas e situações, e nada da noite passar, eu já sabia que o programa no maximo é de 2hs, que não passavam nunca, quando deu por volta da 12h40minh ela me liga de novo, dizendo que havia acabado de sair do quarto e só ligou pra avisar que estava tudo bem, a minha cabeça ia longe, pensando, fantasiando, só consegui perguntar se ela tinha gostado o que ela disse que sim, e desligou dizendo que um cliente queria falar com ela. Fiquei mais tarado ainda, mais depois de inúmeras punhetas acabei conseguindo dormir, quando foi tipo 3:30h acho, pois estava meio com sono e nem via a hora direito no relógio ela me liga de novo, dizendo que estava calmo de novo e poderíamos conversar, e perguntou se eu queria saber, imagina a resposta e ela começou a contar , disse que havia subido com 1 cliente ate àquela hora, e havia brincado com vários outros durante a noite, com o que subiu ela disse, que o cara ficou louco na bunda dela e queria comer seu cuzinho a todo custo, mais ela estava cobrando R$300,00 pelo anal e ele acha caro, disse que o cara chupou sua boceta, e a fodia com os dedos, e ela adorava, e gozava, que o cara tinha um pinto pequeno e fino, o qual não causou grandes sensações mais pra primeira vez estava de bom tamanho, e mesmo assim havia gozado,e que seu cliente acabou tirando a camisinha e gozando em seus peitinhos,e disse também que estava jogando bilhar com outro cliente e esse mesmo, numa abaixada dela veio por trás dela e começou a foder sua boceta com os dedos no meio do salão e ela quase gozou ali, mais o cara era muito mão de vaca e queria apenas fazer programa de meia hora, e ela não aceitou,e o cliente acabou indo embora... E disse que já havia sido liberada pelo gerente e que já estava voltando pra casa.

Chegou por volta das 05h00minh eu já a esperava fingindo que dormia, e vi-a indo tomar banho, cheirava a sexo, e um forte cheiro de cigarro, deitou na cama ao meu lado, me beijou e quando fui pra cima dela ela pediu que parasse, pois estava morta de cansada de tanto dançar e disse que para ser uma boa puta tinha que descansar e que amanha tinha mais.
Continua...

Nosso email para contato:
casalsamshe@hotmail.com

She e Italiano II

Era uma noite de sexta feira, iríamos sair à noite pra jantar, em SP, como fazemos de vez em quando, a She queria dormir num Hotel, pois em casa tem filho, cachorro, não da pra se liberar e ficar a vontade chamamos minha mãe pra dormir em casa e fomos passar a noite fora e avisamos que voltaríamos só lá pelo meio dia.

Havia conversado com o Italiano a semana toda, e o convidamos pra dar uma passada no Hotel onde estaríamos hospedados, bom saímos pra jantar e passeamos um pouco pela noite, chegamos no hotel por volta de 23:30hs, a She estava com um fogo imenso e começamos a foder, eu a fodia de papai e mamãe de quatro, de ladinho por cima de todas a maneiras possíveis e ela gozava deliciosamente, ela tinha trabalhado o dia todo em dois plantões seguidos, e pediu parar dormir um pouco. Quando foi por volta da 00:10 o Italiano nos liga no cel, perguntando onde estávamos, disse a ele que estávamos no Hotel Requinte na Vl. Ema, ele perguntou se poderia nos visitar, mais demoraria tipo mais 01 hora pra chegar, como a She estava dormindo, não me importei... quando deu por volta de 1:10 nosso amigo chega, a She estava dormindo, mesmo nua embaixo do lençol e eu apenas de camiseta e cuecas fui recebe-lo na porta, pedi a ele pra fazer silencio pois ela estava dormindo, ele ate queria ir embora, mais eu disse que ela só estava descansando, ele foi ate a cama e ficou alisando seus cabelos e pescoço, e eu já preparando a maquina de fotografia....

Ele começou a beijar seu pescoço, e falar coisas em seu ouvido, ela foi acordando... E o bicho pegou como ela estava deitada eles começaram a se beijar, ele já foi brincar com a bucetinha dela, ela foi se virando e acabou deitando sob ele, e foi beijando e tirando suas roupas, ele se beijão feito namoradinhos com excitação sabe aquele beijo bom ate de se ver, ela tirou a roupa dele, deram mais alguns beijos e ela já montou no seu pau, começou uma foda lenta, tirava todo o pau para fora da buceta e colocava inteiro de novo, e iam falando coisas um pro outro baixinho no ouvido, como se fossem namorados mesmo, um tesão da porra.... e eu apenas fotografando e filmando no meu cantinho, num dado momento ela o vira de frente e começa a foder de papai e mamãe, ficam assim por um bom tempo, ele bombando nela, que beijava e alisava suas costas com carinho e tesão, vocês tem que ver a cara de tesão que ela faz, olhando pra mim, tipo que cara delicioso, minha puta, safada gozava varias vezes naquele pau que ela já lhe trazia tanto prazer, ela pediu a ele, que tirasse o pau de dentro dela um pouco e ficasse pincelando na porta da sua bocetinha, ela foi ao delírio, ele passava o pau no clitóris e no piercing dela, e a buceta dela babava no pau dele, ele as vezes enfiava, e tirava e depois pincelava de novo, um verdadeiro tesão, ela dizendo que ia gozar de novo, o fez meter com força e vigor na sua bocetinha, que recebia o convidado fazendo festa, ela gozou inúmeras vezes e ele pediu alguns minutos pra respirar, saiu de cima dela e ficou olhando ainda ela tendo espasmos...Ficou observando por uns cinco minutos e começou a beijar seus seios a She vai ao delírio, passou a beijar seus lábios carnudos, a She se levantou e foi mamar na pica dele, e como ela chupa bem viu, chupava dava mordidinhas de leve, lambia o saco um tesão.

Ele a pos de ladinho e veio por cima dela, fodendo sua bocetinha de ladinho, foi virando ela de costas e começou a foder por cima dela, ela gozava e delirava, montou em cima dele e cavalgava gostoso e pedia pica pra ele meter mais fundo, mais rápido, olhava pra mim com cara de vadia, puta, como ela havia prometido a ele, ele a deitou de bunda pra cima de novo, pegou o Ky e começou a massagear seu cuzinho, colocava um dedo, e tirava só brincando, a She adora isso e chega a gozar com um pau nó cú, quando ela estava bem acostumada, ele tentou foder seu cuzinho, tentou e não conseguiu, ela estava em uma posição desfavorável, mais a She morrendo de tesão disse a ele que deitasse e deixa-se o pau pra cima, ela foi montar em seu pau, mais o Italiano, também não conseguiu colocar assim, pois seu pau tem a cabeça muito grande, ela novamente o mandou ficar meio deitado, meio sentado sob as pernas e foi conduzindo a penetração, rebolando acomodando o pau no cuzinho, depois que entrou ele a abraçou por traz e ela pedia pra comer o cú dela, pedia pra meter arregaçar o cuzinho dela, nesse momento estava filmado a cena, e ela olhava pra câmera e dizia que estava dando o cuzinho pro Italiano e ele estava arregaçando ela, deixando ela louca de tesão, coisas desse gênero... Ele pos ela de 4 e começaram a meter pra valer, ele fodia o cu dela como uma boceta e ela gozava orgasmos múltiplos que chegavam a escorrer pelas pernas, a She mudou de posição e montou em cima do italiano de bunda pra ele, e pediu um DP, meu pau já estava duro como pedra...entrei entre as pernas dela e comecei a foder sua boceta enxargada, uma verdadeira puta safada, uma delicia ficamos assim por vários minutos, como o Italiano estava por baixo, ele acabou ficando cansado, e pediu um tempo.., a She me olhou e disse come meu cuzinho vai....coloquei-a de 4 e meti em cuzinho largo por um bom tempo, puxando seus cabelos, e dando tapas em sua bunda e rosto coisa que ela adora quando esta sendo puta, ela gozou sei La quantas vezes com meu pau no seu cu, e caiu na cama morta, o Italiano vendo a cena, e já refeito virou ela de novo de ladinho e mandou ver na bucetinha dela, que parecia uma cachoeira, estávamos os 3 tomados pelo tesão, a She pede ao Italiano, que encha a boceta dela de porra, que goze la no fundo, que deixe escorrer pelas suas pernas, ela me olha e pergunta se eu deixo, eu apenas aceno com a cabeça, o Italiano aumenta seus movimentos, mais não consegue gozar, eles se deitam um ao lado do outro, ela começa a brincar com a boceta e ele a bater punheta e ela falando putaria pra ele, que quer sentir a porra dele na buceta dela e tal...o cara vai ao delírio e aumenta o ritmo da punheta , diz a She que vai gozar, e mete em sua buceta, gozando bem la no fundo e a She goza junto com ele, sentindo a porra quente invadindo sua boceta os dois ficam abraçados no papai e mamãe, quando o Italiano se levanta, começa a escorrer de dentro da buceta da She toda porra dela e do seu macho...escorria pelas pernas e pingava no colchão, nisso olhamos no relógio e já eram 5:30 da manha, fomos tomar um banho, os três juntos e o italiano foi embora, acabamos dormindo no Hotel mesmo, só que pedimos pra trocar os lençóis...

No próximo conto vou escrever como a She se tornou garota de programa em um puteiro de SP por uma semana.

casalsamshe@hotmail.com

 


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