Família

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Punheta na cona melada de minha irmã

Minha irmã mais nova Sara entrou a correr esbaforida no Café, naquela tarde de domingo, procurou-me com os olhos e chamando-me de lado para os meus amigos não ouvirem a conversa contou-me que nosso pai, pouco momentos antes, chegara a casa e não conseguira entrar pois que ela a fechara por dentro com a chave na fechadura precisamente para prevenir tal eventualidade. Pedia-me que inventasse ter sido eu quem o fizera por lapso e que mais tarde, entrando em casa pela janela do sotão resolvera o problema. Eu já imaginava qual a razão porque ela se fechara em casa e porque não abrira a porta ao papá mas quis ouvi-lo da boca dela.
- Porque te fechaste em casa com a chave na fechadura, maninha?
Sara corando lá me confessou que o tinha feito porque se encontrava com o namorado Carlos e nosso pai não ia querer muito de o saber.
- Não foi bem por isso – observei-lhe eu – Tu fechaste a porta à chave, minha vadia, porque levaste o Carlos lá para casa para te enroscares com ele, não foi? Não tens vergonha?
- Que é que tu a ver com isso? – respondeu-me ela furiosa – Pensas que toda a gente é como tu que se consola só com tocar punhetas? Vais desculpar-me perante o papá ou não?
Minha irmã sabia bem que eu ainda hoje adoro tocar pívias e ela própria com a sua boca, as suas mãos e as suas maminhas tenrinhas me ajudou a tocar muitas, pois por eu saber que ela abria as pernas ao namorado muito a chantageei para a obrigar a participar no meu desporto sexual preferido. Por isso respondi-lhe que lá procuraria convencer o papá que a história da chave não fora causada por ela com o fito de encobrir os seus pecados íntimos como meu pai devia estar desconfiando, desde que ela continuasse colaborando comigo. Porque embora goste muito de tocar punheta prefiro fazê-lo com uma mulher ao meu lado ou no corpo dela. E então o corpinho adolescente de minha maninha entesava-me de tal maneira que só pelo facto de ela me ter confessado ter acabado de transar com o namorado eu ficara de pau feito.
- Tarado – insultou-me ela – tu é que devias ter vergonha de andares a tocar punhetas perante a tua irmã que tem namorado em vez de arranjares uma garota que tas toque. Que é que tu vais querer mais que te faça se até a esporra que vertes nas tuas punhetas já me fizeste engolir?
- Ora –respondi-lhe gozando o tesão de a humilhar e de a forçar perante mim – tu és uma putinha bem bonita e eu um punheteiro como dizes. Nada mais normal que cobre de ti o resultado da tua putice com o Carlos, não te parece?. E contigo arranjo sempre uma maneira de tocar punheta como nunca toquei antes, assim como aposto que tu e o Carlos arranjam sempre umas novas posições para foder.
Minha mana lá acabou por concordar como sempre em submeter-se às minhas exigências e eu depois de nos lavabos do Café me ter masturbado imaginando estar a ver minha irmã apanhando do namorado no quarto lá contei ao nosso pai a história que minha irmã me preparara. Não me parece que ele tenha ficado muito convencido mas Sara livrou-se de apanhar uma tareia como tanto receara.
Uns dias mais tarde cheguei a casa vindo das aulas e reparei que a puta se encontrava mais uma vez fechada no quarto, gemendo muito pois Carlos era um indivíduo dotado de um caralho bem enorme que segundo Sara dizia gostava de lho meter bem até ao fundo. Muito fodiam eles. Era só os nossos pais não estarem em casa e a desalmada corria a levá-lo para pôr-se debaixo dele. Caminhei até à porta do quarto pé ante pé, tentei espreitar pelo buraco da fechadura mas não consegui ver nada mas consegui ouvir a fogosa da minha jovem maninha pedir-lhe entre dois gemidos de prazer:
- Vem-te Carlos por favor que eu estou-me quase a vir também.
Eles já deviam estar ali fodendo há algum tempo para a vaquinha pedir aquilo pois embora não tivesse nenhum experiencia de penetrar uma mulher sempre ouvira dizer que elas demoravam mais tempo do que nós a alcançarem o gozo. Carlos deve ter-lhe feito a vontade pois passado pouco tempo ouvi-a exclamar.
- Ahh, que boa esporradela a tua. Oh que bom, estou-me a vir toda.
Meu caralho estava todo levantado e eu que me ocorrera uma ideia tirei-o de fora e manuseei-o com uma das mãos enquanto batia à porta do quarto com a outra.
- Maninha – disse-lhe eu – não quero ser desmancha- prazeres mas encontrei o papá ali na rua, e ele disse-me que ia só passar na oficina antes de vir para casa.
Desmancha- prazeres seria sim se tivesse dito aquilo antes dele se ter desaleitado na cona da minha irmã. Mesmo assim enquanto metia a pila para dentro das calças ouvi-os dar um pulo na cama e percebi que ambos se vestiam à pressa, muito admirados com o meu aviso já que nem se tinham apercebido da minha chegada. Carlos sabia que o papá era algo violento e não queria por nada que ele o apanhasse no quarto com a minha irmã. Tratou assim de se escapulir pela porta dos fundos depois de ter beijado a Sara na boca e de me te agradecido. Minha irmã deu um arranjo na cama para não se perceber que houvera nela enroscanço e tal como eu queria nem se lavou esperando a chegada de nosso pai. Óptimo pensei, a putéfila devia ter a rata bem melada com o leitinho do Carlos e a mim apetecia-me mesmo gozar uma punheta com ela assim bem meladinha.
- Maninha vadia – disse-lhe pois gostava sempre de lhe dizer o que ia fazer e as posições que queria que ela se pusesse antes de esgadanhar a minha punheta – é agora que me vais pagar o favor que te fiz contando ao papá aquela peta da história da chave. Vais-me deixar encostar a piça entre a tua calcinha e a tua coninha assim bem esporrada como imagino deve estar, enquanto me punheteio.
- Taradão, que nem a irmã respeitam as tuas taras. Então não te atrapalha a chegada do papá ou vais-te punhetear assim tão depressa?
- Cala-te puta que cheiras a piça que tresandas – retorqui-lhe – sabes bem que nunca toco uma punheta apressadamente pois é uma coisa que gosto de fazer bem lentamente, para a saborear como deve ser. A chegada do papá foi um pretexto para fazer o Carlos ir-se embora mais depressa uma vez que já tinha esvaziado os tomates e me deixar a mim esvaziá-los agora da forma que eu aprecio.
Minha irmã insultou-me do piorio como sempre e os seus insultos só me faziam ficar com mais tesão. Ela sabia-o e eu não ignorava que gostava tanto como eu de sentir-se coagida às minhas fantasias.
- Vais ser um punheteiro toda a vida – e é verdade. – Se tivesses uma pila do tamanho da do Carlos não passarias a vida a tocar à punheta no quarto.
- E depois? Cada um fode como gosta – respondi-lhe – De costas puta, que a minha piça pode ser pequenina mas vai-se consolar tanto como a do Carlos quando estiver sendo punheteada mesmo na entrada da tua cona esburacada.
Minha irmã vestia como quase sempre na Primavera e no Verão uma mini-saia muito curta que apenas lhe tapava a calcinha. Que tesão ela não provocava em todos os rapazes do Liceu, e eu não era excepção, posso até confessar que minha irmã foi a moça que mais tesão e à conta de quem mais punhetas toquei na adolescência. Sara sempre chamando-me de nomes menosprezadores da minha masculinidade voltou-se de costas com o tronco ligeiramente apoiado na mesa da sala, pois tudo isto se passou na sala.
- As mamas de fora, maninha, que gosto bastante de te ver as maminhas e aposto que as mãos do Carlos fartaram-se de te dar uns valentes amassos nelas.
Sara despiu a blusa e o sutiã e eu aproveitei para lhe apalpar e apertar os bicos das mamas como tanto apreciava fazer sendo punheteado por suas mãos delicadas.
- Levanta a saia para cima, puta – e como ela me retorquisse não ser nenhuma puta e que às putas devia eu ir já que não arranjava graciosamente outra moça que não ela para me fazer desaleitar os colhões, respondi-lhe – Só uma puta com a cona muito quente é que não tinha vergonha de aparecer na rua com este pedaço de pano que te serve de saia e é ainda mais curta do que o meu caralho.
Sara levantou a saia para cima e eu admirei-lhe as coxas branquinhas e sedosas e a calcinha branca, muito justa realçando-lhe a formas das nádegas. Com a mini -saia como as que ela usava já todos os rapazes do Liceu lhe tinham vestido a calcinha muitas vezes e eu achincalhei-a o mais que pude lembrando-a disso para a convencer que ela não passava de uma reles vagabunda que tal como fazia comigo gostava de inspirar as punhetas de todos os rapazes da escola.
- Dás a cona apenas ao Carlos mas gostas de nos ver correr para a casa de banho quando exibes as tuas calcinhas a todos no recreio do Liceu, não gostas vaquinha? Pois então vais sentir agora a força da minha punheta na tua cona. Vamos, enfia-me a piça por entre a tua calcinha.
Nessa altura eu já baixara as calças e os shorts e minha irmã esticando os braços para trás agarrou-me na bilharda e escarnecendo dela ao dizer que poucos minutos atrás tinha estado com uma bem maior e mais grossa do que aquela introduziu-a por dentro da parte da calcinha que lhe tapava a rata. E que melada e húmida ela estava com o gozo do namorado!
- Pelos vistos o Carlos deu-te uma valente esporradela, não foi ó cona quente? – observei-lhe.
- Claro – foi a sua resposta – o Carlos é um macho de verdade com tomates de homem. Não os tem como os teus que pouco sumo produzem.
Era delicioso ouvi-la dizer aquilo, chamar-lhe puta e sentir o resto da esporra espessa do Carlos pingando-lhe da cona e lambuzando-me o caralho já bem mais grosso e insuflado do que habitualmente, muito apertadinho entre aquela e a calcinha.
- Fecha bem as pernas, mana – exigi-lhe – Quero sentir a piça bem apertadinha entre a tua cona, as tuas coxas e a tua calcinha, senão conto ao papá o que andas a fazer cá em casa com o Carlos.
Sara sabia bem como eu gostava daquilo tipo de punhetas que tocava com ela. Tratou de juntar as suas coxinhas entalando-me o caralho no meio delas e eu sempre apertando-lhe as mamas mandei que ela com as mãos junto aos meus colhões me envolvesse a piça na calcinha e me começasse a punhetear.
- Mas nada de o fazeres com pressas que quando estás a foder com o Carlos não o procuras despachar, vadia.
- Vais-me sujar a calcinha com a tua imunda esporra – comentou ela.
- Minha puta – retorqui-lhe – com a esporra do Carlos que vertes pela cona já suja há muito tens a calcinha.
- Taradão! Ainda fico grávida por conta das tuas punhetas e sem proveito nenhum.
- Minha puta! Estás preocupada em engravidares? Pois não devias. Com a esporradela que o Carlos te depositou hoje nos ovários não deve ser a minha esporrinha quem te vá assegurar descendência. E com um namorado tão bem provido de leite nos colhões mesmo que te engravidasse eu bem lhe podias sem favor atribuir a paternidade que ele nem iria desconfiar que o filho não era dele.
E nestes diálogos que me deixavam cheio de tesão as mãos de minha irmã por cima da tira de pano da calcinha iam-me tocando uma punheta memorável. Ela também estava húmida embora se fosse queixando que eu nunca mais me vinha e eu adivinhava que a sua humidade não era já só agora da esporra do Carlos, mas causada pela minha pilinha pequenina mas bem grossinha e cheia naquele momento roçando-lhe a entrada da greta, beijando-lhe os lábios vaginais com a minha cabeça bem melada, e com os amassos das minhas mãos no seu peito.
- Isso geme, puta, geme – dizia-lhe quando lhe torcia os biquinhos das mamas – que há pouco também gemias bem com o Carlos por cima de ti. Geme e diz-me como é sentires a minha piça lambendo-te a cona enquanto me tocas à punheta.
Minha irmã escarnecia de mim:
- Fininha e pequenina como tens a pila eu nem a sinto esfregando-me na rata – e as suas mãos cada vez com mais força puxavam-me a pila para trás e para a frente tocando-me uma punheta como só a Sara me sabia tocar. Meus quadris também não estavam parados já que com o movimento delas eu procurava imitar o movimento de uma foda a sério tal como via os actores fazerem nos filmes porno. E apesar das palavras de desprezo que a putazinha minha irmã ia proferindo e da foda que acabara de levar do namorado minha pila encostada na sua gretazinha devia estar-lhe dando muito prazer pois que apertava bem as coxas para não a deixar fugir.
- Ah porco que te estás a desaleitar todo na minha calcinha – gritou ela quando eu me comecei a vir.
- E não é só na calcinha, vabagunda – fiz-lhe ver – Hoje tal como o Carlos te faz vou-te molhar igualmente essa coninha de puta com a minha esporrinha. – e que jacto me saiu do cacete molhando-lhe a entrada da rata e ensopando-lhe a calcinha.
- De cada vez eu tiver de mentir ao papá para encobrir os teus pecados íntimos, é esta a receita que vou dar à tua cona – ameacei-a. Mas o brilho nos olhos de Sara dizia-me bem não recear muito a consumação da minha ameaça. Quem achou estranho foi a minha mãe. Com a calcinha toda esporrada Sara não a ia pôr no roupeiro da roupa suja e assim teve de a lavar à mão e a mamã quando chegou a casa viu-a a secar. Quis saber o motivo. À falta de melhor desculpa Sara inventou uma diarreia súbita que nem tempo lhe deu para chegar à sanita. Se minha mãe soubesse que tipo de descarga sujara a calcinha de minha irmã teria tido uma síncope.

 

RIBEIRO

Eu e mamãe

Morámos sozinhas em uma humilde casinha em Santana zona norte de são Paulo onde mamãe trabalhava como auxiliar de enfermagem dia sim outro não e fazia faculdade de medicina só tendo tempo para mim a noite quando volta da escola e jantámos juntas para colocava a conversa em dia.
Mamãe vive muito preocupada comigo que a exemplo dela nunca gostei de muita roupa ficando nua o dia todo dentro de casa.
Mamãe me da muitos conselhos a respeito dos homens avisando que eles só querem comer a gente,acho que por ela ter se casado muito cedo engravidando logo em seguida e por não ter dado certo com papai não queria o mesmo para mim e com isso me protegia com unhas e dentes mesmo porque sou uma menininha muito sapeca e extrovertida com um belo corpo e muito bonita.mamãe vive dizendo que esta muito preocupada comigo me chamando de menina do sorriso no canto da boca.
Sei tudo a respeito de sexo instruída por mamãe e por documentários de saúde da mulher que mamãe recebe mensalmente e principalmente pela net onde passo quase todo meu tempo navegando.
Dias desses mamãe me ligou a tarde avisando que por ser semana de prova ia direto para a faculdade e que trancasse bem a casa pois ia chegar tarde.
Depois de fazer os deveres tomei um banho e fui navegar.
Em certo momento fui convidada a teclar com uma pessoa de nik casadinhaexibacom cam.tratava de uma menina de pouca idade muito bonita e gostosa vestindo somente uma minúscula calcinha branca de rendinha e quando ela posicionava a cam para o meio de suas pernas dava pra ver toda silhueta da boceta quase toda a mostra sob o fino tecido branco e molhado da calcinha e seu homem também só de cueca branca ao seu lado confesso que ele não me interessou nem um pouquinho apesar do imenso volume entre suas pernas.
Delirava com ela falando besteirinhas pra mim sentindo um certo formigamento na boceta e quando a pedido dela passei a mão na minha boceta para minha surpresa e espanto estava toda melada chegando a molhar todo o acento da cadeira.
Neste momento estava entregue as ordens daquela mulher que mandou eu dedilhar a boceta e ao informar que era virgem ela ficou ouriçada pedindo que colocasse a cam bem pertinho da minha boceta o que atendi prontamente.
Com as pernas abetas apoiadas em cima da mesa do pc e com a boceta escancarada espalmei toda ela enfiando a pontinha do dedo médio no meu cu como ela ordenara e quase morri de tanto prazer pela descoberta e novidade dessas sensações.
Estava entregue e ao gozar pela primeira vez na vida fui sucumbida por torrentes de prazer que inundavam minha boceta principalmente visualizando aquele rostinho angelical daquela mulher gozando.
Delirei mais ainda quando ela aos berros chamou minha atenção com aquele rapaz que mais parecia um bebe lambendo sua boceta agachado no meio de suas pernas.
Tendo minha total atenção os dois dava um show deixando me extasiada com os líquidos que afloravam abundantemente de minha xaninha comigo gozando abundantemente sem mesmo me tocar sentindo um forte desejo de estr no lugar dele.
Explodi em um alucinado orgasmo quando instintivamente massageei meus seios que pareciam querer quebrar de tão duros que estavam.
Me contorcia toda na cadeira chegando a cair no chão quando fui pega por mamãe que vendo meu estado falou:
-Quando você acabar ai menina venha para a sala para conversarmos.
Apesar da satisfação e leveza que sentia tremi toda muito mais de vergonha por ter que encarar mamãe.
Após me recompor tomando banho e vestindo um roupão encontrei mamãe em seu quarto desmaiada de roupa em cima da cama.
Calmamente tirei seus sapatos e ao tocar em seus pés algo estranho aconteceu comigo.
Uma sensação estranha e maravilhosa tomou conta de todo meu ser e como estando fora de mim beijei cada pedacinho daqueles pesinhos de anjo.
Em seguida desabotoei sua calca e quando puxei pra baixo fiquei maravilhada com sua boceta lisinha e carnuda coberta pela aquela minúscula calcinha rosa.
Com muita calma e paciência apesar de sentir o coração na boca tirei toda sua calca deixando a toda exposta pra mim.
Sentindo a dona da situação desabotoei calmamente os botões de sua camisa fazendo ela sentir o toque de minhas mãos em sua pele macia e quente.
Quando terminei seus seios estavam exposto mesmo porque dificilmente ela usa sutien e quando aqueles dois monte de prazer que apontavam pra mim alisei os suavemente com eles parecendo crescer mais em minhas mãos.
Enquanto apalpava tudo aquilo notei a cara de prazer de mamãe e com isso me encorajei sentando acima dela colocando sua cabeça em meu colo donde tinha plena visão de corpo agora caprichando com meus carinhos em seus seios.
Massageava desde sua cabeça ate o meio de suas pernas e como que meio sem querer deixava as mãos passarem em sua boceta por cima da calcinha que parecia cada vez mais molhada com mamãe suspirando fundo com meus toques.
Em numas dessas descida de mão meus dedos levantaram o elástico da calcinha e o dedo médio se alojou bem no meio de seus lábios varginais com suas pernas prendendo minha mão ali.
Com o tesão a mil e vendo nenhuma resistência por parte de mamãe deitei em cima dela afundando praticamente a mão toda em sua boceta enquanto mamava feito criança em suas tetas divinas.
Mamei lambi mordi com mamãe se contorcendo toda dizendo palavras incompreendidas e gemendo muito comigo lambendo seus seios subindo para sua boca que recebeu a minha num delicioso e estonteante beijo, primeiro em minha vida bem diferente dos selinhos que trocavamos constantemente, sem me importar com o forte cheiro gosto de álcool que vinha dela.
Aquela boca mágica sugava com vontade a minha retirando de mim toda energia deixando me mortinha enquanto estremecia em múltiplos orgasmos sentindo todo o odor do prazer que emanava de nossas almas.
Desfaleci grudada em mamãe caindo agarradinha em seu corpo me sentindo a mulher mais completa amada e protegida deste mundo e foi assim que acabei adormecendo.
Fui acordada por mamãe que avisando esta atrasada me passou as recomendações do dia e ao sair me dei um leve beijo na boca informando que me preparase pois tinha que explicar a ela tudo o que havia acontecido naquela noite.
Passei o dia todo excitada e aflita não vendo a hora de mamãe chegar me molhando constantemente sentindo os líquidos escorrerem pernas abaixo só em lembrar sua boceta carnuda e sedenta coberta apenas pelo fino tecido da calcinha.Ah e os pés como são divinos e merecem serem lambidos beijados e amados por mim.
Após um banho e desjejum fui cumprir minhas tarefas e dentre elas uma era lavar o quintal e a calcada e foi assim somente de babydoll preto minúsculo e transparente que dei meu showzinho enquanto lavava o quintal ficando praticamente pelada ao me molhar toda porem a calçada não lavei temendo ser estuprada com o alvoroço de pessoas que aglomeraram em meu portão.
Quando mamãe chegou estava dormindo molinha de tanto gozar me exibindo pra galera e após jantarmos tive que explicar o que acontecera e com quem estava teclando naquela noite.
Não sei se foi cisma minha porem acho que mamãe ficou decepcionada comigo ao ouvir minhas explicações,só sei que a partir deste dia ela vive pegando no meu pe principalmente quando estamos em casa onde costumo ficar nua com ela mandando eu vestir calcinha que ela mesmo me presenteou sendo uma menor que a outra e com isso pego ela constantemente olhando para minha bundinha.
Outra exigência dela foi eu sair do meu quarto e me instalar definitivamente no quarto dela dormindo sempre na mesma cama agarradinha a ela onde me tremo toda com ela tocando meu corpo muito displicentemente deixando sempre uma duvida no ar,porem isso só aumenta e muito nosso desejo e que esta preste a se realizar mesmo porque sábado ela estará de folga e prometeu me depilar deixando minha xaninha lisinha igualzinha a dela.
Nos duas sabemos muito bem o que uma quer da outra porem acho que nenhuma quer forçar a barra fazendo o jogo da sedução porem temo não ser nada disso ou ela quer que seja submissa pois depois desta noite sempre cumprimento ela com um beijo ardente na boca onde me tremo toda deixando ela sentir todo meu desejo.
Estou muito ansiosa não vendo a hora de chegar sábado para ser depilada por mamãe e se ao chegar segunda feira eu não escrever contando como foi,podem ter certeza que me matei pois juro que não sei mais viver sem o único amor de minha vida.
Beijos;camilledicarli@bol.com.br

 

 

O dia que virei amante de mamãe

Tudo começou quando ainda moleque tive que abandonar os estudos para ajudar mamãe e papai cuidando da casa e da duas irmãs que ficavam o dia todo sob meus cuidados.
Papai trabalha em uma empresa de ônibus e quase não para em casa,mamãe fica cuidando do pequeno comercio da famila no centro da cidade.
Sendo o irmão do meio e para não deixar minhas irmãs sozinhas mamãe pediu que fizesse esse sacrifício e com isso ela me mantinha dando um bom dinheirinho o qual fui juntando em poupança por isso pude comprar meu apto.
Tenho um corpo legal pernas bem torneadas bundinha arrebitadinha e hoje com marquinhas de biquine.cabelos loiros ate os ombros olhos claros seios médios apesar de ser hominho.
Mamãe me ensinou que em vidas pregressas fui mulher e por alguma culpa hoje sou homem preso no corpo de mulher,não acredito muito nisto,porem como negar um homem com trejeitos femininos,corpo bem definido o que causa inveja em muitas mulheres sendo que os únicos cabelos em meu corpo são a vasta cabeleira e os pelos do sílios,o restante do corpo parece pele de bebe de tão lisinha e bem cuidada..A única coisa que me faz ter que assumir uma postura máscula diante de uma sociedade hipócrita é os 22 cm que carrego entre as pernas.
Como teria que cuidar da casa mamãe permitiu que me vestisse como menina o que sempre foi meu sonho,isto na ausência de papai.
Depois de conversar com minhas irmãs que prontamente me cederam alguns vestidos blusinhas e sapatos notei que os olhos de minha irmã caçula brilharam diferente ao me entregar algumas de suas roupas.
Quando questinei mamãe a respeito das calcinhas e sutiem ela me deu um grande esporro afirmando que era pra tomar vergonha pois assim já era demais.
Os dias passavam tranqüilamente comigo aprovetando a ausência de meus pais e irmãs ficando sozinha a manha toda.
Com meu rico dinheirinho comprei algumas calcinhas de menina moça embora a vontade era de ter os modelitos iguais as de mamãe me contentava porem com números bem menores para que elas ficassem bem enterradinha na bunda.
A única preocupação era a chegada de papai Poe isso quando estava no quintal ficava sempre alerta aprovetando para me exibir ficando muito excitada com as cantadas freqüente e ate passadas de mão na bunda quando estava varrendo a calcada.
Certa manha estava no quintal de mini blusa e sutien bem pequenininho que realçava muito mais meus seios e um minúsculo shortinho onde mostrava toda a borda da calcinha quando fui surpreendida por minhas irmãs que chegaram mais cedo da escola junto com papai.
Foi aquele alvoroço com papai me esbofeteando muito o rosto minhas irmãs chorando e ele me expulsando de casa somente com a roupa do corpo na frente de toda vizinhança.
Corri dali indo para o mais longe possível sem rumo vestida com aquela roupinha que mais revelava minhas formas do que escondia.
Caminhei muito sendo assediada por homens e ate mulheres e enquanto caminhava livre leve e solta sentia um tesão enorme principalmente com o shortinho entrando todo no rabo fazendo meus seios quase estourarem de tão durinhos que estavam.
Já se fazia noite quando entrei naquele bar e estando muito arrepiada muito mais de tesão do que frio pedi um lanche e um suco sentando nos fundos onde estava bem quentinho e aconchegante.
Quando o lanche chegou devorei-o em instante e um senhor que bebia uma cerveja no canto do balcão puxou conversa comigo dizendo:
-cê ta com fome em gatinha...que mais um??
-não brigada respondi educadamente.
Quando dei por mim estava no maior converse com aquele senhor muito educado e cavalheiro apesar de bastante humilde.
Conversávamos animadamente quando ele avisou que tinha que ir embora e ao se preocupar comigo me convidou para ir dormir em sua casa avisando que podia ficar despreocupada pois tinha filhas da minha idade e jamais permitiria que dormissem na rua.
Fiquei mais tranqüila quando ele disse que essas brigas entre os filhos e pais era normal e ao acordar no dia seguinte tudo estaria resolvido automaticamente pelo destino.
Sai dali sob os olhares gulosos da rapaziada nos braços daquele senhor...

Sua casinha muito humilde e limpinha me cativou.tudo muito bem arrumadinho e quando elogiei ele me disse que aprendeu com sua esposa que morrera rescentemente deixando com ele uma filha que ao se casar mudou dali e como ele não que se desfazer da casa lembrando de sua amada resolveu morar sozinho se mantendo com sua aposentadoria e a pensão que recebe da falecida.
Por esta muito a vontade fiz a janta caprichando no cozido e após jantarmos ele me mostrou sua cama de casal onde deveria dormir e ele dormiria no sofá na sala.
Como não cedeu em sua decisão apesar de insistir muito cedi e após um bom e demorado banho vesti um vestido emprestado por ele que informou ser de sua filha que ainda manten algumas roupas ali.ao me vesti apesar de bem comportado fiquei com medo que o vestido revelasse meu segredo por isso resolvi ficar com a mesma calcinha apesar de estar um pouco incomodada com isso.
Quando sai do banho a cama já estava arrumada com ele muito solicito me dando um beijo na testa de boa noite.
Estava com a cabeça a mil quando de repente apaguei dormindo feito anjo.
Acordei já com o sol alto e ao levantar encontrei o café posto a mesa e depois do desjejum encontrei um bilhete e uma chave onde se lia:”menina bonita.desculpe por não saber seu nome ainda.Esta chave é para você entrar e sair quando bem entender de minha casa que agora também é sua.
Converse com seus pais pois eles devem estar muito preocupados com você.
Fique a vontade e volte quando quiser”
De seu amigo e pai João(nome falso é claro).
As lagrimas caiam quando terminei de ler e ao ligar para casa fui atendida por papai desligando em seguida sem mesmo me identificar...

Já era tardinha quando seu joão chegou encontrando a casa arrumadinha e depois de contar todo o acontecido ele perguntou como poderia me ajudar.
Informei que tinha um bom dinheirinho guardado e precisasse que ele comprasse uma casinha pra mim.
Ele sorriu dizendo que eu era mesmo um anjo mandado por Deus pois acabara de vir do banco onde tentou fazer um empréstimo para viajar não conseguindo por estar com o nome restrito em uma compra antiga que sua filha fizera e necessitava viajar para ajudar a filha que estava com o marido doente necessitando trabalhar e não tinha ninguém para deixar as crianças.Sorrindo muito ele avisou que venderia pra mim sua casa pedindo muito menos do que guardado ate ali.
Após assinarmos o contrato de locação no qual ele fez questão e ao nos despedirmos entreguei uma das chaves para ele avisando que a casa era dele e que voltasse quando quizese...

Com o restante do dinheiro fiz uma bela reforma em nossa casa fazendo uma garagem na frente onde montei um pequeno comercio de roupas femininas atraindo muito a clientela que me conheciam como Gisele.
Neste período ligava para casa quase todo os dias falando muito com minhas irmãs e mamãe que só acreditavam que estava bem devido aos presentes que mandava constantemente pra elas.
Certa tarde recebi a visita da filha de seu joão que me entregou os documentos da casa afirmando que era o sonho dele e ao perguntar por ele fui informada que ele tinha morrido...
Sentindo muito dei uma boa quantia em dinheiro pra ela mentindo que ele havia pedido que guardasse e entregasse nas mãos dela quando isso acontecesse.
Estranhamente senti um frio na espinha quando aquela bela jovem me abraçou em soluços,sentindo seus seios roçando nos meus seu hálito quente em meu pescoço e quando ela beijou minha boca fazendo me sentir o salgado de suas lagrimas desabei quse que gozando ali mesmo com o pinto querendo rasgar a calcinha de tão duro.
Não fosse ele sair dali correndo entrando no carro indo embora teria descoberto meu segredo.
Ainda chorava sentindo como que descarga elétricas no corpo quando senti as mãos de mamãe alisando minha cabeça e entre soluços me levantei grudando meu corpo ao dela e enquanto chorando pedia mil perdoes automaticamente nossas bocas se grudaram num beijo louco ardente e apaixonado sem me importar com as minhas clientes.
Ficamos uma eternidade nos beijando e minhas mãos bobas passeavam pelas costas de mamãe apertando descardamente sua bunda.
Institivamente pisquei para uma de minhas amigas enquanto empurrava mamãe para dentro e enquanto beijava sua boca colando ela praticamente na parede suas roupas foram caindo comigo mamando em seus seios beijando sua boca e quando cheguei na boceta parecia que tinha feito xixi de tanto líquidos.
Ajoelhada entre suas pernas fiz ela por uma das pernas em meu ombro e ao afastar sua minúscula calcinha pro lado afundei a boca em sua boceta fazendo ele urrar em múltiplos orgasmo comigo sem experiência nenhuma no assunto.
Mamãe estava mortinha molhando muito minha boca rosto e seios por isso foi conduzida por mim ate meu quarto e estando deitada ficou louquinha ao me ver somente de calcinha fio dental preto.
Sua boca passeava em todo meu corpo fazendo me estremecer toda e quando abocanhou meu pinto fui ao paraíso com sua boca mágica e quando dei por mim sua boceta estava em cima de minha cara onde cai de boca num frenético 69.
Foda mesmo foi quando mamãe sentou em meu pinto gemendo muito informando que era muito maior ao de papai.
Em cima de mim mamãe estava alucinada,gemendo gritando ora beijando minha boca ora meus peitos me levando a loucura e quando coloquei ela de quatro na cama soquei fundo em sua boceta fazendo ele arfar enquanto gozamos simultaneamente.
Calmamente fomos nos ajeitando uma ao lado da outra e depois de por as fofocas em dia partimos para mais uma sessão de amor comigo apesar do trabalho e sufoco meti fundo no cuzinho de mamãe que aos berros pedia que parace e quando parei implorou para enterrar tudo comigo socando muito e fundo inundando seu cu virgem de porra.
Mamãe vem dia sim dia não em casa informando que esta viciada em mim onde apresentei ela como minha namorada a minhas clientes e ao me avisar que vem sábado para passar a noite comigo trazendo suas duas amigas descobri que minha melhor amiga e vizinha ficou muito interessada em transa”lésbica” e com certeza vou dar um jeito de traçar ela mamãe e minhas irmãzinhas.
Fico toda arrepiada e durinha só em pensar em transar com minha irmãs junto com mamãe porem isto contarei brevemente.

Beijos:carliantunessilva@ig.com.br

 

 

 

Mãezinha dos irmãos, mulherzinha do papai

Ola queridos já contei aqui como me tornei amante de meu pai e de meus irmãos,somos em sete, sendo que um esta num seminário estudando para padre e três estão na Bélgica onde jogam futebol alegando que lá terão maiores oportunidades,quanto a mim fiquei cuidando de papai e de dois irmãos.Eu me resumia em cuidar da casa lavar passar limpar e atender as necessidades deles pois quando estavam em casa quando um saia de mim outro já catava tudo isso depois de papai que era um perfeito amante me beijava o corpo todo e antes de meter tudo aquilo em mim deixava me louquinha com sua boca em minha boceta e cuzinho.Parecia uma senhora de trinta anos apesar de meus dessenove.
Em casa vivia constantemente nua e no cio,pois em meio dos afazeres era interrompida para um boquete em um ou uma rapidinha com outro.
Certa tarde estava na cozinha nua como de costume preparando o jantar quando papai chegou e depois de correr em seu encontro pulando em seu pescoço beijando sua boca com as pernas entrelaçadas em sua cintura notei que não estava sozinho.
Papai estava acompanhado por um de seus chefes e ao tentar correr para dentro do quarto papai me segurou enquanto me mostrava para aquele senhor fazendo me girar com ele avaliando todo meu corpo apalpando minha bunda pernas seios e barriga.
Me sentia um lixo principalmente quando papai falou para ele que podia meter a vontade em mim durante a tarde toda poie ele não devia mais nada a ele.
Cabisbaixa fui levada para o quarto e enquanto aquele senhor metia as mãos em meu seios lambendo ora um ora outro com os uma das mãos dedilhando freneticamente minha boceta,apesar da repugnância que sentia estremeci numa gozada animalesca.
Vendo meu corpo todo tremulo e arrepiado aquele senhor me jogou na cama arrancando sua roupa deitando em cima de mim para me matar de tanta dor com seu imenso pênis atolado em minha boceta.
O cara era um animal e mesmo comigo reclamando de dor ele socava cada vez mais fundo em mim urrando em seguida para inundar meu ânus de porra que chegava a arder dentro de mim.
Dei graças aos santos quando ele sai de mim e se posicionou entre minhas pernas lambendo minha boceta me levando ao paraíso.
Que língua ma-ra-vi-lho-a o filho da puta tem sorvendo seu próprio gosto fazendo me gozar copiosamente.
Estava nas nuvens e quando dei por mim ele estava posicionado atrás de mim tentando comer meu cu.O desespero aflorou novamente em mim e juro que ate tentei receber aquele porrete no cu porem estava impossível.
Foda mesmo foi quando ao tentar sair dele me deitei com ele em cima de mim e neste momento ele acertou a entrada de meu ãnus empurrando aos poucos aquilo tudo em mim que chorava pedia implorava para que parasse sem ser atendida desmaiando em seguida acordando horas depois no hospital.
Três dias depois recebi alta medica voltando pra casa e hoje estou empregada tenho acompanhamento psicológico estou estudando e morando sozinha pois papai esta preso meus irmãos foram dois para a Bahia e um pro Japão,a trabalho e papai preso por corrupção de menores formação de quadrilha e outros processos porem vive pedindo que eu vá lhe visitar.
Quando penso nisso fico com a calcinha molhada pensando naqueles homens tarados e maus encarados imaginando sendo comida por papai dentro da cela enquanto eles,lá fora esperam sua vez.
Beijos

camilledicarli@bol.com.br

 

Filhinho comendo o cu da mainha

Ontem tive um sonho sensacional.
Sonhei que mainha estava dando para o seu filhinho, que ela chama carinhosamente de “Amor”.
Ele enfiava o cacete todo em sua bucetona e ela gritava de satisfação.
Em dado momento ele a colocou de quatro e disse que queria comer seu cuzinho. Ela relutou e disse: o cuzinho não, porque o cuzinho já tem dono, mas continuou de quatro na cama, com a bundinha provocante arrebitada. Ele então insistiu: “deixa mainha, deixa!” Ela então falou: “não vou deixar porque seu cacete é muito grande e grosso e vai me machucar; uma vez eu experimentei e fiquei com cuzinho todo dolorido”. Ele retrucou: “deixa, deixa, mainha, prometo que vou colocar devagarzinho; desde adolescente sou tarado com sua bundinha. Sempre que via a senhora tomar banho eu batia várias punhetas e sonhava com o dia em que um dia ia comer a senhora; “Tá bom meu amorzinho, já que você me pede com tanto carinho vou fazer sua vontade!” e arrebitou mais ainda a bundinha para facilitar a enterrada do cacete. Ele deu uma lambida no seu cuzinho, o que a fez dar gritinhos de satisfação, e logo em seguida, ele pegou seu cacetão de mais de 25 cm, encostou bem no meio do buraquinho e começou a enterrar devagarzinho. Ela oscilava entre gemidos de dor e gritinhos de satisfação: “enfia tudo, vai filhinho, come o cuzinho da sua mãezinha gostosa, eu também sempre desejei sentir esse cacetão dentro de mim; toda vez que via você pelado eu morria de tesão! coloca todinho, vai; ai que delicia; nunca imaginei que pudesse ser tão bom dar meu cuzinho para você”.
Ele, cada vez mais afoito, começou um movimento de enfiar e tirar o cacete naquele cuzinho gostoso, em principio devagarzinho, mas, logo depois, com o cuzinho da mãezinha já “amaciado” e ela “chorando” de satisfação, imprimiu um ritmo frenético de entra e sai, dando fortes estocadas no cu dela, o que fez com que ela começasse a urrar mais ainda de prazer e a gritar que estava gozando muito e pedindo para ele colocar ainda mais: “vai filho, enfia tudo, come esse rabinho gostoso da mamãe, ai que delicia, estou gozando, ai, ai, ai”. Ele, no mesmo embalo, começou a gozar também e gritar: “mainha gostosa, eu te amo, deliciosa! Tudo que eu queria era comer esse rabo gostoso”, Começou a gozar forte e encheu o cuzinho dela de porra quente; depois tirou o cacetão do cuzinho dela , todo melado de porra, e começou a esfregá-lo na bundinha dela que continuava dando gritos e suspiros de satisfação; seu cacetão deu mais umas duas esporradas lambuzando de vez a bunda dela.
Depois de satisfeitos ele confessou que seus amigos também morriam de tesão por ela e sempre falavam, na maior cara de pau, que queriam comer sua bundinha; “por isso é que eu morro de ciúme dos olhares gulosos deles para cima da senhora; só eu posso ter esse prazer porque a senhora é toda minha, agora mais do que nunca. Te amo”
Depois disso fui transar com minha parceira, com a libido carregada de erotismo.
A cena do filhinho tarado - com um cacetão de fazer inveja - comendo gostoso o cu da mainha, não me saia da cabeça.
Gozei muito também. Foi ótimo
Não pude contar o sonho porque ela me disse, certa vez, que não curtia ser personagem de fantasias com transas entre familiares - embora tivesse o hábito de ler contos desse gênero, que eu mesmo imprimi para ela - e não dava para fantasiar com isso.
Então, quem curtiu com o sonho fui só eu. Um dia ela vai entender que fantasia é o melhor tempero para manter acesa a chama do relacionamento, porque vale tudo.

 

Outra aventura minha e de meu avô

Bem tenho um outro conto com o nome eu e meu avô. Onde rolou umas coisinhas entre eu e ele, aqui é um outro acontecimento entre nós.
As vezes meu avô e avò maternos, vinham passar uns dias em nossa casa...Moravam meus país, eu e duas irmãs de mais idada que eu. Bem numas dessas vezes que eles vieram eu estava de férias da escola e naquela época brincávamos muito na rua minha mãe não trabalhava era dona de casa e minhas irmãs tb etavam de férias da escola.

Bem eu gostava de ficar na garagem de casa dentro do carro ouvindo músicas no toca fitas (na época) do carro. A garagem era daqueles de porta sanfonada de zinco então eu sempre ficava com ela fechada. Bem numa destas vezes eu estava dentro do carro ouvindo minhas fitas e a porta estava aberta mais ou menos a 1 metro do chão...então vi que alguém levantou a porta e quando olhei era meu avó. Como minha mãe e minha avó haviam saido para compras iriam demorar e minhas irmãs foram com elas ele então aproveitou o momento que estávamos a sós e veio me ver.

Eu estava sentado no bando do motorista do carro e ele então depois que entrou na garagem baixou a porta da mesma até chão para podermos ficar mais a vontade..r.s..

Ele então veio e ficou em pé no vidro da porta onde eu estava e começou a conversar comigo o que estava ouvindo e coisas assim sem muita importância. E enquanto ele conversava ele começou a passar a mão no meu cabelo fazendo um cafuné na minha cabeça e as vezes alisava tb meu pescoço e costa até onde dava...isso me dava um arrepio gostoso e tb uma sensação de carinho.

Ele então depois de um tempo assim com uma mão me alisando com a outro ele começou a alisar seu pau por fora dalça..Há eu estava usando um short daqueles de jogar bola (sem cueca pois o short tinha aquelas sungas junto) ele estava de calça social e camisa social tb...mas usava aquelas calças de frente com botão ainda.

Bem logo notei o volume que se formou por dentro de sua calça e claro que eu tb fiquei super excitado de ver que ele tava naquele estavo e notou que meu short tb apresentava o volume por debaixo..r.s..então ele disse tá gostando dos carinhos netinho no que eu com a cabeça balancei confirmando que sim e ainda disse nossa muito gostoso seus carinhos vô...

Ele então começou a desabotoar os botões de sua calça na braguilha claro que eu já sabia para que...e então tirou aquela rola enorme, brancona, cabeçuda e super dura para fora...e disse pego netinho sei que é isso que quer...eu sem exitar comecei a lisar aquela delicia..eu adorava pegar no seu pau era uma sensação deliciosa, era macia, cheias de veias com uma pele cobrindo a cabeça que eu adorava puxar para baixo para libertar a cabeçona vermelhona para fora...

Então fiquei assim um tempo punhetando ele e já notava que seu pau estava com a cabeça babada de tanto tesão...ele então abriu a porta do carro para podermos ficar mais a vontade e então soltou o botão da calça e abaixou calça e cueca até seus joelhos liberando assim aquela maravilhosa rola todinha para mim com seu sacão enorme tb cheio de pelos brancos...eu adorava beijar tb suas bolas enormes e ele se deliciava quando eu fazia isso..

Então comecei uma chupeta deliciosa para ele subia descia, passava a lingua na sua rola todinha, depois nas suas bola punha as mesma na boca e beijava depois ia para cabeça de seu pau e mordiscava bem de leve e logo em seguida engolia ele até onde dava...ele as vezses forçava minha cabeça para engolir tudo mas não dava era muito grande mesmo e super grossa tb...então eu esgasgava...

As vezes ele ficava um bom tempo segurando minha cabeça bem forte até onde eu aguentava para não sair dali no que eu acabava babando com o engasgo na sua rola assim facilitava a penetração dele dentro de minha boquinha...

Depois de um bom tempo assim ele disse..vamos para o banco de trás do carro...então quando me levantei e sai do carro para entrarmos pela porta de trás no banco traseiro do carro ele arpoveitou e me deu um beijo na boca que senti auqela lingua gostosa me explorando a boca deliciosamente...ele sabia mesmo beija rmuito gostoso e enquanto me beijava e me apertava contra seu corpo baixou meu short até os joelhos tb...e disse vamos entrar agora netinho

Então entramos no banco de trás do carro e eu acabei tirando meu short todinho das pernas pois estava atrapalhando..então ele disse fica de 4 para mim aí no banco fica..e obedeci e claro que já sabia o que vinha...então me ajeitei no banco de bruços ajoelhado no banco e baixando bem meu corpo para debaixo do meu corpo assim ficava com minha bunda para cima e toda exposta para ele...

Ele então começou a beijar minha nuca, orelhas, começou a descer com seus beijos e lingua por minhas costas no que eu já gemia de tesão e ficava todo arrepiado e ele percebia esta excitação e então chegou com sua boca e lingua até minha bunda...passou a dar umas mordiscadas nas nadegas e depois pasosu a lingua no meu cu...nossa nesta hora dei um gritinho de tesão que ele então segurou minhas nádegas forte com as mãos abrindo bem meu cú e enfiou a lingua bem dentro e ficou me chupando o cu como nunca sugando e enfiando a lingua até onde conseguia eu gemia rebolava de tanto tesão..estava super excitado..

Ele então deu umas cuspidas no meu reguinho enfiou um dedo, depois outro tornou a cuspir e foi me melando todo de cuspe por dentro e por fora do meu cu depois que estava bem lubrificado ele então encostou a cabeçona no meu reguinho..forçou não entrava doeu um pouco ele parou...então passou mais cuspe e enfiou novamente os dedos 1o. um depois outro e ficou assim laceando gostosamente...e ia cupindo e fazendo o cuspe entrar dentro...depois passou cuspe na cabeçona do seu pau e veio novamente quanto tocou na entradinha senti aquela sensação maravilhosa e então forçou me segurando firme na sintura e forçou até a cabeçona entrar nossa senti maior dor e disse tira...ele então disse calma relaxa que já passa a dor...e ficou me segurando fortemente para mim não sair de sua rola..

E ficamos assim um tempo até que a dor começou a passar mesmo...então ele ia me beijando as costas, minhas orelhas para me relaxar e me deixando sempre excitado e arrepiado quando então disse parou de doer..eu consenti com a cabeça ele então me pegou fortemente e enterrou o resto de sua rola dentro de mim...doeu novamnete mas já era uma dor suportável e então começou aquele vai-e-vem gostoso, gemendo de tesão me comia loucamente as vezes me beijava as costas, a nuca e as orelhas e me chamava de netinho gostoso que era na verdade ha netinha dele eu adorava ouvir sua respiração ofegante e as palavras de carinho...então acelerou as estocadas e num gemido louco gozou dentro de mim e deixou seu corpo cair sobre o meu...então disse nossa netinho que delicia de cuzinho...que sempre comer essa gostosura ele é apertadinho e muito gostoso..dizia isso e beijava minha nuca e costas deixando todo arrepiado...eu na época ainda não gozava...ficou assim um tempo dizendo palavras carinhosas para mim que adorava ser chupado por mim e depois comer minha bundinha branquinha e gostosinha além de ser apertadinha tb..então depois que seu pau amoleceu ele tirou de dentro..no que eu senti escorrer sua porra de dentro...e senti tb meu cu arrombado, pois deu para sentir o ventinho dentro dele...mas foi uma delicia ser enrabado por ele com tanto carinho...ele sabia como fazer...olha não sei como aguentei sua rola mas sei que fiquei uns dias dolorido na entradinha do cu...mas veu muito a pena..

Quem quiser escrever fique a vontade. guine43@itelefonica.com.br

 

Abusada pelo tio com a tia sedada

Perdi a virgindade com meu tio padrinho, em casa de quem vivia, que me violou numa noite em que minha tia hospitalizada recuperava de uma melindrosa operação aos ovários. Durante o tempo em que minha tia permaneceu hospitalizada meu tio comeu-me todas as noites ainda que com excepção da primeira vez evitasse ejacular na minha greta. Até engravidar dele e fazer um aborto nunca tomei a pílula, e ele quando muito quando se queria vir dentro de mim aguardava pelos melhores dias do calendário. Nos restantes fazia-me chupar-lhe o caralho imenso e bojudo, dar-lhe uns bons sorvos nas bolas peludas e vermelho vivas, antes de me meter longamente na rata, muitas vezes recebendo-o eu deitada de costas e de pernas abertas, noutras comigo por cima dele, minhas coxas entrelaçadas nas suas sentindo-lhe a tora penetrando-me de baixo para cima. Quando queria gozar tirava o caralho fora e apontando-o com as mãos por cima dos meus pentelhos castanhos esguichava forte sobre eles. Mas também sobre a minha face ou sobre o meu cabelo, quase sempre esparrinhando para o travessão da cabeceira da cama ou para a mesinha de cabeceira, obrigando-me a limpar tudo para que no dia seguinte a doméstica diária não notasse nada. E ainda sobre as minhas mamas proporcionando-me as primeiras experiências com espanholadas.
Quando a irmã de minha mãe voltou para casa meu tio parou de me comer e eu tenho de confessar que embora me sentisse culpada por deixar que ele me fizesse aquilo sentia prazer com tais actos e comecei a sentir falta daquelas trepadas clandestinas e adúlteras. Meu tio apercebeu-se pois apesar de eu sempre começar tentando me negar a seus avanços entregava-me vorazmente a eles quando sentia seu caralho roçando-me a gretazinha e sempre me vestia provocantemente quando nos encontrávamos a sós. Novinha e com carinha de inocente mas já muito putinha safada, como se vê. Meu tio costumava comentar no fim de me foder que apesar de eu ter o sangue da minha tia era muito mais quente do que ela e tinha até vocação para puta. Neste capítulo não se enganou pois o cheguei a ser de facto. E comentava mesmo que eu puxava mais à minha mãe. Mais tarde vim a saber que a razão porque fui morar com os meus tios foi o marido da minha mãe ter descoberto um relacionamento adúltero de sua esposa, que se mantinha desde a época em que nasci e ter por isso questionado a paternidade da minha concepção. Não sei como isso ficou mas ainda hoje continuo a considerar o corno reformado do Exército, marido de minha mãe, como meu pai. Meu tio embora tivesse outras amantes por fora também devia estar com saudades da minha ratinha pois eu era a única teenager que ele andava montando, todas as outras eram mulheres quarentonas como ele e todos sabem que galo velho ou entradote como era o caso, sempre prefere pinar pitinha nova e fresquinha, acabadinha de estrear. Certa vez com a minha tia na sala dando ordens à doméstica, agarrou-me por um braço no corredor, eu estava de saia pelos joelhos, encostou-me à parede e enquanto com uma mão por dentro da calcinha me apalpava a pássara penetrando-a com os dedos, pespegou-me na boca um chocho de tirar o fôlego. Tentei afastá-lo mas apenas consegui que me comprimisse mais contra a parede. Depois prendendo-me a língua com os dentes sorveu-a um bom bocado. Eu já não resistia. Ficara toda húmida e com o grelinho em pé como sempre que meu padrinho me tocava.
- Putazinha gostosa. Hás-de sempre gostar de foder – disse-me quando me soltou a língua – Já estás húmida só por te ter penetrado com os dedos. Também tens muita fome da minha piça não tens, rameirinha? Logo que para cá vieste vi isso e jurei a mim que seria o primeiro a mostrar-te o que era um homem com tesão, a bem e a mal, e já o consegui. Mas continuo com muitas saudades de voltar a enfiar o caralho na tua rachinha de puta recém - inaugurada. Com a tua madrinha em casa tem sido mais difícil mas vou em breve dar um jeito nisso. E até lá quero que durmas toda nua como o fazias quando ela estava no hospital e passávamos a noite juntos. E bem lavadinha e cheirosinha como eu gosto. Quando voltar a ir ao teu quarto quero encontrar-te nua e perfumada. E livra-te disso não acontecer pois nem sabes o que te fazia.
Eu estava com muito medo que minha tia ou a criada nos apanhassem naquela situação e por isso mal meu padrinho acabou de dizer aquilo tratei de me escapulir. Com a esposa em casa não sei o que ele me podia fazer se eu não estivesse nua quando entrasse de novo no meu quarto para me desonrar mas o que é facto é que sua promessa me excitara tanto como o toque dos seus dedos. Tal como da primeira vez em que na sala, eu ainda era virgem, ele veio por trás de mim e lhe senti o piçalho teso cutucando-me o cu por cima da saia, não descansei enquanto não me fechei no quarto e na falta da coisa dele, em cima da cama toda nua esfreguei vigorosamente minhas maminhas e minha passarinha com as palmas das mãos até me vir num orgasmo solitário que deixou uma mancha na coberta. Mas passei, sem questionar, a dormir toda nua, com a cona inchada, desejando secretamente que a noite em que o meu padrinho transporia a porta do quarto para reclamar mais uma vez com o seu dardo inflamado a posse do meu corpo que ainda só ele provara, não tardasse. Não tive de esperar muito felizmente.
Duas ou três noites após tal episódio meu tio mandou-me levar um copo de leite a minha tia que desde que viera do Hospital era sempre a primeira a deitar-se. Foi ele mesmo quem o preparou na cozinha. Fiz o que ele me mandara, tomei um banho usando bastante gel e fui-me deitar. Já passava da meia noite, a casa estava em silêncio quando ouvi meu padrinho tomando banho e em seguida os seus passos encaminharem-se em direcção do meu quarto. Excitada como andava eu não conseguia adormecer antes da madrugada ir alta, e só depois de esfregar muito minhas pernas uma na outra, vigorosamente mas sem nunca procurar chegar ao orgasmo pois queria estar o mais sedenta possível no momento em que ele me viesse tomar. No entanto temerosa como sempre ficava quando sentia aproximar-se o momento, ainda para mais sendo aquela a primeira vez que meu tio me ia comer com a minha tia em casa dormindo na cama do quarto ao fundo do corredor, acto que eu achava muito imprudente, fingi estar dormindo. Tinha uma secreta esperança que meu tio me vendo dormir se retirasse com receio de acordar a mulher, ainda que por outro lado estivesse desejando imenso que ele não fizesse isso pois bastante me apetecia provar-lhe o gosto da pila naquela noite.
Ele também devia estar bastante atiçado pelo desejo pois abriu de mansinho a porta do meu quarto encaminhando-se em direcção da minha cama. Percebi que trazia calçados os chinelos de quarto e que na mão transportava uma pequena lanterna de bolso pois lhe senti o jacto de luz apontando-me para a cara. Suspirei e virei-me de lado como se me tivesse voltado a dormir mas tirando os braços nus para fora do cobertor como se indirectamente o estivesse convidando a descobrir-me o resto do corpo, tapado apenas pela roupa da cama tal como ele me mandara aguardá-lo. Senti que o seu corpo se inclinava sobre o meu, suas mãos agarraram-me pelos ombros e fizeram voltar-me de barriga para cima, seus lábios pousaram sobre meus ombros e braços beijando-os suavemente. Era raro meu tio beijar-me das vezes que me violara. Pelos vistos ele acreditava mesmo que eu dormia pois fazia-o muito suavemente, aflorando muito ao de leve minha pele com o seu toque, seus beijos sabiam-me como afagos e eu que nunca fora beijada assim pois nunca tivera namorado senti-me então ainda mais mulher do que quando ele me roubara a marca da inocência. Em todo o caso eu não podia ficar ali quieta como uma múmia, não só seus beijos e carícias me estavam provocando um tal calor no corpo todo, como imaginei ficar ali parada far-lhe-ia ver que eu estava de facto acordada. Mexi-me assim mais um pouco como se me fosse voltar de lado, o que meu tio mais uma vez não me deixou fazer, e tirei então uma perna de fora. Imediatamente sua boca pousou nela mais uns beijos mansinhos. Senti que ficou contente ao ver que tal como os meus braços minha perna estava nua. Sua mão subiu por dentro dos cobertores por ela acima até às coxas.
- Muito bem minha putinha – ouvi-o sussurrar – Estás nuazinha e perfumada como te mandei estar. Oh, que bom cheirinho a água de banho! Nunca me engano quando vejo uma puta por mais inocente que ela se tente fazer. Aposto que estás ainda com mais fome da minha piça do que eu da tua cona. E que a trazes bem húmida. Ora vamos lá a ver isso melhor.
Afastou-me os cobertores para trás e com a lanterna pousada na mesa de cabeceira, mas com o feixe de luz apontado para mim, examinou meu corpo passando suas mãos nos meus peitos e no meu entre pernas. Instintivamente fechei - as mas meu tio abriu-as de novo puxando-me os joelhos para os lados.
- Que é isso, minha putazinha precoce? Com vergonha de mostrar a cona ao seu tio que tanto prazer lhe deu? Vamos. Mostra-me lá como a trazes húmida e ansiosa por receberes nela o meu caralho.
Aparentemente ele não acreditava que eu ainda estivesse dormindo e por isso não valia a pena manter aquele papel. Seus dedos grandes e grossos, dedos de homem com piça e colhões grandes já se acercavam da entrada da minha greta e um deles, o médio, já me penetrara os lábios, fazendo-me soltar um grito abafado de dor.
- Tio! – exclamei, abrindo os olhos como se só agora despertasse. Além dos chinelos nos pés meu tio vestia apenas um roupão cinzento apertado apenas por um cinto de trespasse – A tia vai ouvir. O que está a fazer?
- Não te preocupes com a tua tia. A dose de Somniun que lhe misturei no leite vai fazê-la dormir como uma pedra. Muito aposto em como à falta de um caralho autêntico não te importarias de seres sempre acordada com um dedo grosso como o meu entrando-te pela cona acima. De facto, traze-la bem húmida.
Seus movimentos eram rápidos, compreendi que meu tio padrinho drunfara minha tia e por isso não haveria perigo, e sabendo isso só me apetecia pedir-lhe que não parasse de me foder com o dedo, não precisaria de muito mais tempo para atingir o orgasmo, mas meu tio não queria que isso acontecesse já.
- Calma gulosa – recomendou-me tirando o dedo – não tenhas pressa de gozar já que temos tempo. Além disso tenho uma coisa melhor que o dedo para te fazer gozar. Isto foi só para te abrir um pouco essa coninha apertadinha pela falta de uso, para o grande caralho que a há-de escancarar dentro de momentos.
- NÃO, TIO, NÃO, POR FAVOR. A tia não ia gostar de saber que o tio me metera a pila, não por favor, a pila não – mas os meus olhos e os movimentos frenéticos de minhas ancas espojando-se sobre o lençol do colchão diziam o contrário.
- Cala-te, menina fogosa - impôs-me tapando-me a boca com as mãos – pensas que eu não vejo como passas a vida quando tua tia não está a exibires-me as tuas coxas e o decote das mamas? E como estás constantemente a olhar para zona da minha piça nas calças e que desde que te comi estás sempre a suspirar pelo momento em que vais voltar a provar dela?
Acrescentando ainda que minha tia ia gostar tanto de saber que ele me dera a provar o bacamarte como que acabara de me meter o dedo na cona, desapertou o roupão deixando-o cair no chão. Estava nu e o seu pau gigantesco exibia toda a sua pujança.
- Oh, que mamas lindas e direitinhas tens Sandra, minha querida sobrinha – e agora era sua boca quem mas beijava fazendo meus mamilos empertigarem-se de tesão – a tua tia nunca teve umas mamas assim. A tua mãe sim, que lhas vi algumas vezes. Ohh, como me apetece trincá-las e comê-las – e das palavras passou aos actos, começando primeiro por me contornar com a língua toda a textura das mamas, lambendo em seguida em volta dos mamilos, e só então mordiscando estes, por vezes com ternura e por vezes com alguma raiva, mordendo-os mais fortemente. Nessa altura eu já tentara baixar as minhas mãos para afagar minha pássara húmida mas meu tio impediu-o, prendendo-mas com os joelhos:
- Hoje quem te vai consolar a cona sou eu – disse-me. Seu caralho insuflado estava agora por cima da minha área genital. Soerguendo-se um pouco meu tio esfregou-o longamente na minha barriga enquanto sua boca e seus lábios me continuavam fazendo delícias no peito. Depois descendo um pouco meteu a cabeçorra na minha brecha. Gemi como gemia sempre que ele me começava a penetrar. Que saudades desses meus tempos de estreia e do buraquinho apertado que tinha então!
- Dói-me tanto, tio - queixei-me ainda que mais para defender a honra do convento do que outra coisa, já que apesar da dor aquela entrada estava-me sabendo muito bem.
Só a cabeça da piça, Sandra, só te quero para já meter a cabeça da piça – assegurou-me – agora só te quero ouvir gemer e abrir-te um pouco a entrada da cona. O resto do tronco fica para depois.
Meu tio era perito naqueles preliminares e ficou ali bastante tempo, metendo e tirando a cabeça da piça da minha entrada íntima, mas sempre sem entrar muito fundo, proporcionando-me uma excelente massagem no clítoris e nos lábios. A cama gemia um pouco, meus gemidos ainda que abafados por vezes ecoavam no corredor, meu tio estava mesmo confiante na dose de Somnium com que recheara o leite da consorte. Quando parou com aqueles movimentos a cabeça estava toda melada e os meus lábios vaginais não estavam menos langonhados que a cabeça do caralho de meu tio. Este apertando-me as mamas enfiou-o no meio delas.
- Ohhh, sim, que maminhas duras e lindas tens Sandra – gabou – Como o meu caralho se consola de se achar assim bem aconchegado no meio delas. Ohhh, deixa que elas provem o gosto do leite do meu caralho. Umas maminhas como as tuas que um dia darão de mamar a alguém bem merecem ser aleitadas com o leite de um bom caralho.
Meu padrinho sabia que insultar-me ou dizer palavrões durante o acto me deixava super excitada e acho que essa era uma das razões que também o levavam a gostar tanto de foder comigo, apesar do perigo a que se expunha. E então ouvi-lo dizer tais coisas com a piroca afogada nas minhas mamas e estas esganadas nas suas mãos, ultrapassava tudo o que já experimentara com ele antes, em matéria de prazer. O clima estava muuuito intenso.
- Chupa-me a piça, vagabunda – mecanicamente já eu lhe agarrava nos tomates com uma mão e com a outra no martelo insuflado e os levava à boca, mamando ora nuns ora noutro.
- Nem é preciso ensinar-te nada, desavergonhada – voltou a gabar-me – Tens um talento natural para lidares com caralhos, e eu reconheci isso desde a primeira vez que te vi. Não percas o jeito nem o gosto e farás muitos homens felizes.
Também nisto não se enganou e ele foi o primeiro a quem satisfiz, ainda que não me tenha pedido o consentimento para tal. Bem chupadinho como tanto gostava, meu tio fez-me uma coisa que nunca me tinha feito. Até então sempre fora só eu a gargarejá-lo mas desta vez sem lhe pedir nada ofereceu-se para me fazer um minete.
- Foste tão querida com a língua, Sandrinha, que vou-te proporcionar um prazer idêntico que só faço a coninhas tenrinhas como a tua.
Meu padrinho quando me violava não cuidava só de obter prazer para si, mesmo forçando-me à prática de certos actos e batendo-me por vezes em tais ocasiões quando me procurava negar a eles, sempre gostou que eu sentisse prazer e me viesse. O que sempre conseguiu.
-Abre as pernas putinha que te vou lamber a cona – o facto de eu a ter bem besuntada com a esporra dele não o pareceu incomodar nada. Sua língua titilou-me cada cantinho do meu clítoris e dos meus lábios antes de entrar afiadinha na minha brecha. E nessa altura seus movimentos com ela pareciam os de uma cobra sugando uma pequena presa, levando os meus quadris a esfregarem-se todos no seu rosto. DELICOSO. A sucção dos seus lábios, quando meu tio lhe imprimia um ritmo mais vigoroso parecia fazer-me inchar a vulva, grudando-a neles. Eu gemia intensamente de prazer, tal como quando ele ma metera este era também um prazer novo, sublime, que só se sente uma vez, a primeira.
- Tio, as minhas maninhas – pedi em voz sumida. Ele compreendeu. Meus mamilos são minha zona erógena por excelência e não tardou que suas mãos, e sobretudo seus dedos experientes, se me viessem pousar sobre eles, acariciando-os mas também torturando-lhes os biquinhos, apertando-os e torcendo-os como tanto gosto. Não demorei muito a vir-me.
- Ahhh grande putazinha apressada que não esperaste pela minha piça – insultou-me batendo-me na cara, não com muita força e parando com o minete mal sentiu o doce do meu suco escorrendo-lhe para a boca – Não penses que escapas ao meu sarrafo, grande putazinha com carinha de inocente. Não estive aqui gastando meu tempo a lamber-te a cona de puta fresca para não provar o pitéu principal.
Eu apesar de me ter vindo não faria má cara a receber a visita daquele troncho inflamado porque uma coisa é ser lambida, mesmo gostosamente, e outra é ser encabada pelo instrumento de prazer de um macho. Gosto da primeira mas já na altura ela apenas me abrira o apetite para a segunda. Apesar de tudo para ostentar a imagem de menina pudica que sempre exibi com meu tio mesmo nos seus momentos de adultério e lhe procurar demonstrar que só cedia a ele na base da força, procurei demovê-lo da sua intenção oferecendo-me para lhe esgalhar uma punheta.
- Pensas que já alguma vez estive com uma mulher como nós estamos agora, apenas para ela me tocar uma punheta, meu traste debochado? Punhetas esgalhei algumas quando era rapaz, não agora que tenho aqui a minha sobrinha puta de pernas abertas e com fome da minha vara.
Mandando-me colocar de gatas, uma das suas posições favoritas, encochou-me por trás esfregando-me a piroca melada longamente na entrada do cu. Das primeiras vezes pensei que meu tio me ia enrabar mas ele nunca se mostrou interessado em aguçar o cajado em tal lura. Gostava simplesmente de esfregar o pau nela antes de me dar na entrada da frente.
- Deixa o teu cuzinho tomar o gosto da minha esporra, Sandra – dizia-me habitualmente – E deixa que a minha piça tome o gosto do teu cuzinho que vai-me saber melhor ir-te ao pito, galdéria.
Uma das suas mãos enlaçara-me a barriga, deslizara por entre ela afagando-me a vagina, voltando a penetrar-me com o dedo, só que agora com cada um à vez, voltando a fazer –me sentir húmida.
- Puta, és mesma uma puta Sandrinha – xingava-me – humedeces com uma facilidade que só visto. Pois já que estás húmida toma lá piça.
Seu caralho entrou por mim dentro como um prego. Precavidamente meu tio tapara-me a boca com a mão e foi isso que evitou que o meu grito se ouvisse pela casa toda.
- È para que saibas, minha putazinha recém inaugurada, que tenho piça para te rasgar toda e te fazer doer tanto como da primeira vez que te furei o selo de origem, ouviste bem? – ameaçou-me com uma voz má, habitual nele quando se aproximava o momento do orgasmo – Por mais puta que penses ser tenho a piça suficientemente tesa e os colhões suficiente cheios para te fazer doer sempre que te for ao pito.
Seus movimentos de ancas eram agora suficientemente rítmicos, seu caralho entrava e saía velozmente de dentro de mim, seus colhões batiam-me por trás, suas mãos voltaram a plasmar-se nas minhas mamas e na minha vagina. Nestas ocasiões meu tio procurava meter um dedo dentro dela sempre que o caralho recuava o que me fazia gemer ainda mais, e depois bastante humedecido levava-mo à boca obrigando-me a chupá-lo como lhe chupara no cacete
- Gostas de esporra na cona não gosta putinha? E na tua boquinha não? Pois então enquanto a provas na boca de baixo prova igualmente a que trago no dedo com a de cima e diz-me lá ao que sabe o paladar da tua cona e da minha esporra dentro dela.
E por trás não apenas me metia o dedo melado na boca como também me beijava o pescoço e as orelhas, e me mandava lamber a minha língua na língua melada dele. E de facto a língua e o dedo sabiam-me e cheiravam-me à minha rata quente e ao gosto da esporra que meu tio impregnara nela. Nessa altura os meus gemidos já não podiam ser abafados com a mordaça da sua mão nem com o rosto na almofada como ele tentou fazer. Minha madrinha estava mesmo pedrada mas era perigoso arriscar mais do que já fizéramos. Meu tio mandou então deitar-me de costas e comeu-me ainda durante mais um bom bocado de tempo na posição tradicional do missionário até eu me vir novamente.
- Coirona que já gozaste duas vezes e eu ainda estou de pau duro e com os tomates cheios. Mas já vamos tratar disso – urrou. Ohh, tio que loucura gostosa estamos fazendo, apetecia-me dizer-lhe, como me parece divina a tua gigantesca piça fodendo-me toda, escancarando-me, arreganhando a minha gruta secreta, melando-me profusamente com o seu líquido quentinho e viscoso. Oooh, que bem me sabe a pele rugosa e dura dos teus colhões acariciando-me os lábios da vulva, posso até imaginar a quantidade de sémen que tens dentro deles. Se os anjos não têm sexo não quero ser anjo, quero ser o contrário deles. Ohh, como tudo isto é bom! Que parva é minha tia com um macho assim potente e dominador não o chupar até lhe sentir todo o tesão possuir-lhe a boca como eu faço, e não gostar de foder com ele, mas como isso é bom para mim, sua sobrinha, que estou aqui de pernas abertas apanhando no grelo como uma mulher ou uma simples puta, e isso me está sabendo tão bem…
Ia eu perdida nestes devaneios quando um súbito click se me acendeu. Estar fodendo com meu tio com minha tia sedada a poucos metros de nós parecia-me demasiado bom para tentar mais a sorte. Tivesse tido o mesmo click um ano mais tarde e não teria engravidado dele.
- Tio, NÃO, é perigoso gozar dentro de mim. Esta semana não – ele ensinara-me as regras do calendário e eu desde que perdera a virgindade andava particularmente atenta a elas.
- Está descansada que na minha idade não pretendo ser pai – respondeu dando-me mais meia dúzia de enérgicas piladas com sua haste inflamada. Quando lhe senti a cabeça tremer com mais intensidade anunciando a esporradela iminente tirou-a fora, meus músculos fecharam todos à sua saída, liberta daquela massa de carne dura eu sentia-me outra vez menina, pura e casta como antes da minha primeira vez.
Como contei, habitualmente meu tio sempre que interrompia o coito despejava toda a sua energia sobre minhas mamas ou barriga mas naquela noite tudo foi diferente. Mal tirou o caralho fora, agarrou-o com as mãos e soerguendo-se aproximou-o de minha boca. Foi então que escutei uma outra revelação sua que me fez suspeitar que em tempos aquele malandro também comera a minha mãe. Não me admirei. Meu tio padrinho sempre tivera a fama e o proveito de um verdadeiro fodilhão.
- Abre a boca, sobrinha puta, tão puta como tua mãe o foi antes de te parir – uma das mãos já me forçava a abrir o queixo, com violência – Abre a boca Sandra ou prego-te tantos estalos que te rebento os dentes e hás-de depois chupar-me a piça com as gengivas moles. Já que fui o primeiro a aleitar-te a cona com o meu leitinho vou também ser o primeiro a aleitar-te a boca com ele e tu vais enfiá-lo todo pela goela abaixo.
Já chupara a piroca melada de meu tio muitas vezes mas nunca lhe engolira todo o produto da sua ejaculação. Aquilo na altura não me pareceu próprio de uma moça decente e mais por isso do que por nojo supliquei-lhe que me poupasse a tal cena. Até chorei um pouco.
- Por favor tio, antes nos meus peitinhos, engolir-lhe a esporra não – pedi tentando negar-lhe a visão da minha nudez pois puxei o cobertor da cama sobre mim mas ele logo o afastou. E agarrando-me pelos cabelos puxou meu rosto de encontro àquele pedaço de tentação, lustroso como eu nunca o vira e que não parava de balouçar.
- Cala-te puta! Choras agora por me ires engolir a esporra, tu que nunca choraste quando me lambias a piça, nem quando apanhavas com ela por essa tua cona com desejo de puta recalcada? Vais fazer o que te mandar ou conto à tua tia que te andas a atirar a mim. E olha que ela não gosta nada da forma descascada como te vestes.
Isso já imaginava eu.
- Boca aberta puta, não quero nem uma gota fora. E esfrega-me o caralho com as mãos já que te ofereceste para me tocar uma punheta.
Com uma das mãos dele agarrando-me o queixo e a outra os cabelos, sacudiu-me a cabeça de um lado para o outro. Não tive outro remédio que não estender o braço, envolver-lhe a pila com a palma da direita, o prepúcio esticado para trás, a glande fremente a poucos centímetros da minha boca. E comecei a punheteá-lo. Não precisei de muitas esfregadelas para o seu gozo quente me inundar a boca. Suas mãos comprimindo minha nuca empurraram-me toda na direcção daquele jorro, o caralho entrou-me pela boca dentro como um torpedo, parecia querer rasgar-me a garganta. Só trincando-o eu me poderia livrar dele ou impedi-lo de consumar seu intento.
- BEBE O MEU LEITINHO, VADIA – exortou – NÃO QUERO VER UMA GOTA CAINDO FORA DA TUA BOCA, VACA.
Os jorros sucediam-se, tanta esporra acumulada nos colhões tinha meu tio, queria recuar mas não podia, estava com a face completamente encostada ao seu baixo ventre, os pentelhos farfalhudos dele entravam-me pelos olhos e nariz dentro, mas as suas mãos na nuca pareciam tenazes obrigando-me a permanecer com o caralho dentro da boca, violando-me a garganta enquanto ele se vinha, vinha, vinha..A certa altura, afogada naquela pressão que não parecia terminar nunca, um engasgo quase me fez golfar tudo fora.
- Minha grande puta, não estavas morta por piça e por um banho de esporra quentinha, acabadinha de mugir? Pois não te queixes que aí as tens. Se vomitares na cama faço-te engolir tudo.
Aquela ameaça era terrível. Meu tio contudo pressionou com uma das mãos o caralho suspendendo por alguns momentos a ejaculação o que me permitiu engolir grande parte da langonha que tinha na boca, antes de receber o resto e ele se confessar aliviado. Não fora tão nojento como pretendera fazer-lhe crer só para me mostrar relutante como o deveria ser naqueles anos em Portugal uma moça suposta filha de um sargento do Exército. Pegajosa sim, antes de lhe pegar o jeito de a engolir quase se colava como visco ao céu da boca e à saliva mas nada nojento. Até fiquei a gostar do seu paladar.
Do caralho de meu tio agora flácido e a apontar para o chão, sem já nenhum daquele vigor do tesão que tanto me fascina num caralho, pendiam grossos fios de esperma e de saliva. E do meu suco idem. Os cantos da minha boca, do meu peito, barriga, pentelhos e rachinha também se achavam reluzentes com o líquido seminal dele.
- Afinal ainda tens muita esporra para limpar com a língua, querida Sandrinha – a sua piça era agora só peles mas isso não o impediu de me voltar a empurrar de encontro a ela e de me fazer lambê-la murcha como estava até lhe remover todos os vestígios do nosso comum prazer.
Nessa noite tomámos banho juntos como nas noites que minha tia passara no hospital, e tal como então meu tio ainda dormiu uma parte do resto da noite comigo. A ela foi preciso acordá-la na manhã seguinte ainda bastante ressacada. A dose tinha sido efectivamente potente e não foi a única vez que meu tio usou tal expediente para me possuir com ela em casa e se não o fez mais vezes foi por recear, e com razão, que o seu uso mais amiúde far-lhe-ia perder o efeito.

SANDRA

 

 

Violada por meu padrinho

Por razões que não vêm ao caso, fui morar com os meus tios/padrinhos, que viviam em Lisboa, e não tinham filhos. Meu tio trabalhava no Ministério dos Negócios Estrangeiros, era um homem com quarenta e poucos anos, muito charmoso, mas mulherengo, e minha tia era doméstica. Meu tio era muito simpático comigo, levava-me ao Jardim Zooológico, ao cinema, às festas no Coliseu, a passear de carro, mas minha tia que conhecia bem os pecados do marido, procurava sempre evitar que eu me encontrasse sozinha com ele. Comecei a compreender a atitude dela quando reparei que sempre que ele me dava um beijo, o procurava fazer na boca, o que eu tentava evitar, muitas vezes sem sucesso, e quando ele no escuro do cinema me afagava as pernas, ou pousava as mãos no meu regaço, procurando apalpar-me a passarinha por cima das saias, ou as mamas por cima da camisola. Uma vez , quando ajudava minha tia a pôr a mesa, aproveitando uma curta ausência dela na cozinha, ele veio por trás de mim e esfregou-se no meu traseiro, fazendo-me sentir o seu pau teso. Eu desencostei-me imediatamente, mas ele riu-se.
- Ainda não sabes o que é bom!
Para dizer verdade, eu não gostava quando ele me mexia na passarinha, mesmo por cima da roupa, mas ficava sempre excitada quando me tocava nas mamas. Ainda hoje, mal me tocam em tal sítio, eu fico logo com os marmelos duros, e meu padrinho com muita experiência em comer mulheres percebia isso. Nesse dia fiquei contudo com um tesão danado ao sentir-lhe o pau duro, mesmo sem ele me ter tocado nas mamas. De um momento para o outro senti desejo de levar com um cacete daqueles pela minha ratinha dentro, mas é claro que não me atrevi a dizer-lhe isso, afinal ele era meu tio, marido de minha tia que me estava a criar. Depois do almoço não me contive, e trancada no quarto masturbei-me pela primeira vez. Masturbei-me é como quem diz. Não me atrevi a meter o dedo lá dentro, com medo de furar o hímem, mas afaguei demoradamente minha ratinha, até me vir. Nessa tarde tive o primeiro orgasmo da minha vida.
A virgindade contudo só a perdi uns dois meses depois. Minha tia fora operada a um quisto nos ovários, a operação não coreu muito bem, e ela permaneceu quase duas semanas no hospital. Quando minha tia foi internada, eu percebi que meu padrinho ia finalmente conseguir os seus intentos, e acho que ela também o suspeitou. Eu percebia que ele andava me espreitando quando tomava banho, embora pouco conseguisse ver, lia-lhe o ar guloso com que me fitava quando minha tia não estava presente, e apesar da excitação que aquilo me provocava, fiquei com medo quando me vi a sós com ele. Durante o dia não havia problemas. Eu estava na escola, ele no Ministério, e havia uma empregada externa, já de idade que vinha fazer as limpezas e cozinhar, enquanto minha madrinha estivesse internada. Mas à noite, ele teria oportunidade de fazer comigo o que muito bem entendesse.
Não sei porquê, mas logo no primeiro dia que minha tia deu entrada no Hospital, vesti-me provocadoramente. Uma blusa de alças azul-clarinha, decotada e me deixava à mostra o rego das mamas, já perfeitamente formadas, e uma saia rosa por cima dos joelhos. Acho hoje que eu queria ser comida, embora não me atrevesse a dar o primeiro passo, por isso procurei que meu tio me visse assim produzida, e fizesse comigo o que já há muito andava pensando fazer.
Ele chegou a casa um pouco tarde, pois passara no hospital após a saída do trabalho, e a empregada já se fora. Gostou de me ver assim vestida.
- Estás muito bonita, Sandrinha – agradeci-lhe com um sorriso, esquivei-me ao seu beijo na boca, apesar de estarmos sós ele não se importou, o seu olhar dizia-me, “hoje não me escapas”. Jantamos empadão de carne, meu tio no final saiu a tomar café como sempre, enquanto eu lavava a loiça, mas voltou quase logo, e entretivemo-nos a ver televisão até meu padrinho me dizer:
- Vai tomar banho, Sandra, que são horas de ires para a cama.
Ele nunca me mandava tomar banho. Percebi que ia ser agora e minhas pernas tremeram. Ansiava por aquele momento, e no entanto temia-o. Contudo obedientemente lá fui para o banheiro. Ele ainda não tentara nada, nem me olhara com aquele seu jeito lúbrico Quando cheguei à casa de banho, vi que a chave quer costumava estar na fechadura já lá não se encontrava, pelo que não me poderia fechar lá dentro. Bom, não ia ter remédio mesmo. Lavei primeiro os dentes, e em seguida despi-me e abri o chuveiro. Já me tinha ensaboado quando meu tio entrou. Vestia um roupão e os chinelos de quarto.
- Chega-te para lá que eu também quero tomar banho! - ordenou-me. Eu procurando tapar minhas partes íntimas e minhas mamas, pedi-lhe que não fizesse isso, que me deixasse acabar de tomar banho, que a tia não ia gostar de saber, mas ele disse-me com alguma lógica.
- A tua tia só vai saber se lhe contares. E se o fizeres eu mato-te.
Que é que eu poderia fazer? Ele tirou o roupão, ficou completamente nu, a pila e os tomates dele eram enormes, meu deus, pensei, se ele meter aquilo em mim, vai-me rebentar toda, eu ouvira dizer que a primeira vez era muito dolorosa, e ao ver aquele bacamarte que se começara a pôr de pé não duvidei da veracidade da afirmação. Eu já vira algumas pilas apesar de ser virgem, havia colegas rapazes na escola que por vezes, por exibicionismo, a exibiam provocadoramente em locais discretos, mas nunca vira uma pila tesa, e apesar do tesão que me provocava achei-a monstruosa, como me parecia incrível meu pai ter feito o mesmo à minha mãe. Voltei-me de costas para ele, procurando ocultar dos seus olhos os meus pentelhos, mas a visão do meu rabo gordinho deve ter-lhe servido de consolo, pois o seu pau não voltava ao ponto morto.
- Vou-te ensaboar as costas.
Não me ensaboou apenas as costas. Desprezando a esponja de banho, com as mãos cheias de sabonete esfregou-me as costas, desceu até às minhas nádegas, ensaboou-as com volúpia e penetrou-me o rabo com o dedo. Eu procurava estar o mais quieta possível, só queria que ele acabasse porque não me parecia certo o que estávamos fazendo, pensava como iria encarar minha tia depois daquilo, mas o seu dedo no meu cu, entrando e saindo, estava-me deixando louca, minha coninha ia ficando cada vez mais húmida como quando me masturbara, sua mão esquerda forçando-me o pescoço obrigava-me a dobrar o tronco, naquela posição meu cu estava mais oferecido, as pernas dele flectidas encostaram-se mais às minhas, agora além do dedo enfiado no meu cu sua piroca também parecia querer forçar a entrada, eu sentia-a toda molhada e não era da água do chuveiro que não parava de correr sobre nós, era um líquido mais viscoso que lhe saía da pila, esperava que ele não a quisesse meter ali, atrás ia-me doer muito mais tinha a certeza, mas ele não a meteu no meu cu, apenas lhe esfregava a cabeça na minha entrada, agora tinha-a retirado e continuando a massajar-me com o dedo, esfregava-a na minha entrada da frente, meteu um bocadinho e doeu-me, fez-me gemer, e ele pareceu ficar contente.
- Estou a ver que és mesmo virgem. Óptimo, daqui a bocado vou fazer de ti uma mulher. Agora volta-te que te vou ensaboar à frente.
Mais uma vez me tentei recusar, mas ele ameaçou me bater.
- Oh, que lindas maminhas tens. E direitinhas, vê-se logo que nunca deram de mamar a ninguém – e enquanto me ensaboava ia-me trincando levemente os mamilos, e deixando-me louca de gozo à medida que eles iam ficando duros.
- Estás a ver, minha tola? A fazeres-te de difícil, e cheia de vontade de apanhar nele! Oh, que pena não teres leite nas maminhas para dares ao teu padrinho.
Sabia-me bem ouvi-lo dizer aquilo e instintivamente ia-lhe abrindo as pernas procurando sentir melhor a sua mão esfregando minha vagina.
- Vês como gostas ? Agora é a tua vez de me lavares a mim.
Eu comecei a ensaboá-lo mas não me atrevia a fazer-lhe o mesmo na pila e nos tomates. Ele exigiu que eu lhe ensaboasse os genitais.
- Tio, por favor não!
Uma bofetada foi o que obtive.
- Isto foi só para aprenderes. Da próxima vou buscar o cinto e dou-te com ele. E olha que não está cá tua madrinha para te valer. Com as mãos, não é com a esponja.
Foi procurando conter as lágrimas, que lhe ensaboei a pixota e os tomates. A bofetada tinha acalmado um pouco meu tesão, mas ao sentir nas minhas mãos a força daquele caralho túrgido e pulsante, voltei a sentir um calor percorrer-me toda, um calor gostoso cujo centro era o meu buraco no meio das pernas.
- Isso, devagarinho – meu tio ia-me dando instruções - deixa a tua mão deslizar suavemente ao longo da piça. Agora começa a lamber-me os tomates, muito bem.
Minha língua lambia-lhe os tomates,
Mas quando ele me pediu para lhe chupar o pau voltei a recusar-me.
- Não! Por favor! Isso não. A pila não! Tenho nojo de a meter na boca.
- Mas nojo porquê – perguntava ele – Então tu não acabaste de a lavar?
Mesmo assim! Ele metia-a em tanto lado, não era só na parreca de minha tia. Novamente teve de me convencer com umas boas palmadas desferidas com força, que me deixaram toda marcada.
- De joelhos! – e foi de joelhos assentes na base da banheira, que tive de lhe fazer um broche. A pila dele, avantajada como era, atravancava-me a boca toda, ele procurava empurrá-la até ao fundo da garganta, e no inicio atrapalhei-me um pouco, ainda lha pensei trincar com força para me ver livre daquilo, mas não me atrevi, ele arrancar-me-ia a pele, mas devo ter ganho rapidamente o jeito, pois meu tio gabava os meus talentos de brochista.
- Vês como é fácil? Se tivesses obedecido logo terias evitado as palmadas que levaste. E não quero só a boquinha a trabalhar, quero que ma lambas também com a língua.
Apressei-me a fazer como ele queria antes que me batesse de novo, e enquanto o chupava ia fazendo com que a minha língua não ficasse inactiva, e lhe percorresse todo o pau, de trás para a frente e de frente para trás. Ele delirou. Fiquei a chupá-lo mais de cinco minutos, a cabeça da pila dele estava novamente coberta de esporra, e eu estava apreciando aquele sabor viscoso, morno e salgado que nos fez vir a todos ao Mundo, mas ele não se vinha, parecia que cada vez estava mais duro.
- Já chega – disse-me – Vamos para o quarto.
Limpámo-nos mas ele não me deixou vestir o roupão, apenas me consentiu que embrulhasse o lençol de banho ao redor do corpo, e conduziu-me toda nua ao quarto. A mim parecia-me um sacrilégio ir apanhar dele na mesma cama onde ele se deitava com minha tia, mas não disse nada. Tirou-me o lençol da cinta e mandou-me deitar, assim nua, na cama dele, as pernas bem abertas, o toalhão debaixo de mim. Até então, ele ainda não me vira a rata, apenas tocara nela com a piça, até então nunca nenhum homem ma vira, e eu nunca sonhara que o primeiro a vê-la com olhos de desejo seria um homem com idade para ser meu pai, preparando-se para me violar. Sentia muita vergonha por aquele momento que estava a passar, ter de mostrar meu órgão sexual para ele, imaginava que após esse muitos outros se seguiriam, como se seguiram, mas tinha de me submeter.
Meu tio, em todo o caso, foi bastante carinhoso comigo. Ajoelhou-se agora ele ante mim, e fez-me um delicioso minete. Sua língua acariciando-me o clítoris, e lambendo-me os grandes e os pequenos lábios, depois de todos os preliminares anteriores no banheiro, levaram-me rapidamente ao sétimo céu, e ao fim de alguns momentos, os movimentos da minha pélvis indicavam o meu orgasmo iminente. Meu tio com toda a sua experiência de mulheres compreendeu-o logo.
- Não quero que te venhas já. Espera para quando tiveres a pila lá dentro.
Eu estava toda dengosa. Momentos antes pedira-lhe para parar, agora só queria que ele continuasse e acabasse o que começara. Já que me forçara a ir até ali, agora queria o resto
- Oh, padrinho, não demore muito! – supliquei-lhe.
Ele então, estendeu-se ao comprido por cima de mim, e com jeitinho, lentamente, fui enfiando seu caralho na minha coninha, gemi, mas ele continuava a meter, e a minha coninha abria-se para receber seu violador. Afinal aquilo não era um buraco tão apertado como parecia, nem podia ser pois por ali um dia iriam ter de sair bebés, ele metia, metia, mas como o seu caralho era enorme e ele metia devagar parecia que nunca mais acabava de meter, até que por fim senti os colhões dele encostados à minha entrada, meu entre pernas todo húmido, mas agora era um líquido quente, compreendi que a ruptura da minha membrana me fizera sangrar, senti pena de não poder vir a entregar aquele símbolo da minha castidade quando encontrasse o amor da minha vida, como sempre fantasiara fazer, mas a dor não fora insuportável como tantas vezes ouvira dizer, e agora com os portões escancarados meu tio socava-me com força, já não era o mesmo amante carinhoso metendo o pau devagar em mim, mas um violador que ali tinha em cima do meu corpo, trespassando-me com a sua estaca ferozmente como se me estivesse a castigar, e que castigo tão bom era aquele, bem melhor que as bofetadas da casa de banho!
Eu vim-me primeiro que ele, mas meu tio quando me viu satisfeita procurou vir-se o mais rapidamente para não me magoar, e conseguiu-o.
- Diz lá minha tonta, foi bom ou não foi?
Não lhe queria dizer que sim.
- Não sei como vou conseguir olhar para a cara da madrinha - foi a minha resposta.
- Com a cara de sempre. Não és a primeira mulher que eu como desde que estou casado com ela, e a menos que morra hoje, não serás a última. E a partir de hoje em diante, já sabes o que te espera. Para já, enquanto a tua tia estiver no Hospital dormirás comigo. Quando ela vier, logo se verá. Uma palavra sobre isto a ela, aos teus pais, ou seja lá a quem for, e desfaço-te à pancada – voltava a ser o meu padrinho mau, o violador. – e agora vai meter esse toalhão em água e sabão. Não quero que ninguém veja essas nódoas de sangue.
Durante as duas semanas que minha tia permaneceu internada, dormi todas as noites com ele, mas ele passou a tirar a pila fora antes de se vir, e só não o fazia quando pela tabela da última menstruação achava que não havia perigo de engravidar. Mesmo assim uma vez enganou-se e eu engravidei dele mas o produto dos nossos actos adúlteros não chegou a nascer, porque ele me obrigou a abortar.
À minha tia é que não foi necessário contar nada. Desconfiada dos olhinhos que o marido me deitava, certa manhã com a empregada entrou no meu quarto, me acordou à força, e despindo-me da cintura para baixo, constatou a minha desonra. Bateu-me furiosamente, mesmo sabendo que eu não poderia ter grande culpa, insultou-me, mas não me expulsou de sua casa. Quando aos fui colocada na Universidade de Coimbra, no Curso de Direito deixei aquela casa, e respirei de alívio. Só o voltei a ver, e a foder com ele, nas vésperas do meu casamento. Nunca guardei rancor ao meu tio por me ter violado, mas pelo menos agora estava livre.

SANDRA

 

Mãe danada

Como já escrevi em outra oportunidade, minha mãe é uma mulher negra de 45 anos, bunda bonita e seios fartos e apesar da idade, firmes. Ela após separar de meu pai, que foi embora para outro Estado, ficou irreconhecível, sempre fomos muitos ligados, ela inclusive quando está em casa sempre usou roupas leves que demarcam seu corpo, após uma noitada de sexo entre eu, ela e um amigo, ela se soltou ainda mais, uma verdadeira puta...

No feriado da independência, fomos (eu e ela) para uma casa na Ilha Comprida - SP, para nossa supresa (agradável por sinal), a casa dividia o quintal com outra menos, esta ocupada por um grupo de joves, muitos simpáticos, nos ajudaram com a bagageme em retribuição, os chamamos para tomar umas cervejas á noite, o que nem todos aceitaram, pois entre els havim muitos casasis e preferiram sair para a balada, veio até nós somente três pessoas, dois rapaes e uma garota, que logo se despediu e foi dormir, os dois rapazes já altos de cerveja, se mostraram muitos solícitos, principalmente com minha mãe, que a estava com um vestido florido muito leve e curto, marcando seus seios e bunda, eu percebia que os rapazes estavam tentando me embebedar, eu querendo ver onde aquilo iria chegar, falei que estava "bebado" me despedi e fui dormir, os deixando sós, deitei e não demorou muito e eles já estavem numa esfregação, esperei mais um tempo e após sair do quarto com todo o cuidado para nao fazer barulho, dei a volta e os avistei numa área que havia nos fundos das casas, ela era o recheio de um sanduíche de machos, não demorou muito e ejá estava sendo fodida pelos caras, que a xingavam e socavam com força, pena que a distância não me permitia ver muita coisa, mas ouvia todos os sons da trepada, os rapazes gozaram logo, pelo que percebi nos seios e rosto dela.

Corri para casa e a esperei, quando ela entrou, fiz questão de recepcioná-la, falei que havia visto tudo, ela disse que tinha certeza que eu não estava "bebado" e que tudo tinha sido para deixá-la livre, fomos dormir, aliás, eu só dormi depois de uma gostosa punheta, nos três dias que ficamos no local, eu deu para uns quatro caras, mas acho que todos lá sabiam do que havia acontecido, pois a olhavam de forma diferente, eu morrendo de ciúmes, mas com muito tesão, não fui contemplado desta vez, mas a vi chegar suja de esperma várias vezes.

cristianosouza1973@yahoo.com.br

Minha mãe de pileque é PHODA

Meu nome é Cristiano e tenho 22 anos,minha mãe chama-se Cristina; uma negra de coxas grossas, seios fartos, mas ainda firmes apesar de seus 45 anos, sua bunda redonda é alvo dos olhares dos homens e para meu desespero de amigos meus também.

Sempre achei minha mãe bonita, mas nunca a olhei com outros olhos, mas após a separação de meus pais, ele passou a se produzir mais, sair à noite e usar jeans apertados e decotes, alguns até ousados demais...

Numa bela noite de sábado, um calor terrível, estavámos eu e um amigo em casa; jogando conversa fora, minha mãe chega do supermercado, nos avisa que havia comprado cervejas, depois que bebemos algumas, ela vai tomar um banho e quando saiu do banheiro; fiquei surpreso, ela estava com um conjunto destes que as mulheres usam paa dormir, composto de um shortinho leve, curto, que marcava a calcinha e a blusa, decotadíssima e de um tecido também muito fino, o que marcava o "farol aceso".

Meu amigo tomou um susto maior ainda, mas cara de pau como ele só, fez um elogio a ela, disse que do bairro, era a mãe mais em forma, devo confessar que ele estava coberto de razão. Os constantes elogios de meu amigo, aliado a cerveja, fez com que ela se soltasse cada vez mais e logo os risinhos e conversas aos sussuros estavam mais frequentes entre os dois, eu também embalado pelo alcool, incentivava estas conversas me ausentando sempre para ir ao banheiro e demorando cada vez mais, ate que numa desas idas ao banheiro, voltei e os encontrei dançando agarradinhos, depois dele ela me chamou e assim sucessivamente, até que numa outra música, ela dançando com ele, me chamou para dançarmos juntos, os três, naquele momento tive certeza que a coisa iria fugir do controle, meu amigo de frente para ela, eu por trás; com meu pau; que já não havia como disfarçar uma pré-ereção, se é que existe este termo. Dançamos assim por um tempo, depois invertemos os lados, ela de frente para mim e meu amigo, este sim, estava de pau visivelmente duro, se esfregando na bunda da minha mãe, ela entre uma risada e outra nos "acusava" de sermos dois tarados e aproveitadores de mulheres indefesas, eu já não me aguentando de tesão, disse que a culpa era a roupa que ela usava, culpando o decote; observei que ela rebolava freneticamente no pau do meu amigo e não resistindo mais, botei os peitos dela pra fora e comecei a mamar neles, ora em um ora em outro, não demorou muito e ela estava nua; agachada no tapete e com duas vara na mão, revesando na punheta e nas chupadas, neste instante, era tarde demais para usar o bom senso, meu amigo sentou no sofa, a puxou para o colo dele, fazendo com que ela recebesse todo o seu pau na buceta, não resisti e gozei fartamente na boca da minha mãe, que bebeu tudo, eu um pouco saciado e também constrangido, fui para o banheiro, tomei uma ducha, mas ao voltar para a sala; o sexo rolava quente etntre os dois, minha mãe de quatro, gemia e rebolava feito uma vadia, meu pau subiu imediatamente, me aproximei dos dois e dei meu pau para ela mamar de novo, o que ela fez com maestria, ficamos nesta loucura por muito tempo, eu e meu amigo tarado, nos revesamos na boca e buceta dela, ele tentou botar no cuzinho dela, mas ela disse que não aguentaria o pau dele, que devo admitir era muito maior que o meu, posso afirmar que era imenso. Após toda aquela loucura, ela foi para o chuveiro e meu amigo, após me prometer que o fato ficaria entre nós,foi embora, eu constrangido, corri par meu quarto, no dia seguinte, fiquei gastando tempo, com receio de encontrá-la pela casa, o que dizer, como agir? Para minha suspresa, ela foi ate meu quarto, disse que o domingo estava lindo e que iríamos ter um almoço especial, percebi ao longo do dia, que ela estava mais carinhosa comigo e coincidência ou não, desta data em diante, minha casa virou point de meus amigos.

Nós (ela, eu e meu amigo), fizemos outras loucuras, mas é fica para a próxima.
Beijos

cristianosouza1973@yahoo.com.br

 

Punheta na calcinha da minha irmã grávida

Eu gosto muito de tocar punheta. E então punheta tocada no corpinho de minha irmã mais nova Sara, ou esgalhada pelas suas mãozinhas, dava-me um prazer imenso. Durante alguns anos consolei-me de esfolar a pila à mão com a Sara pois quando descobri que ela andava fodendo com o namorado Carlos comecei a chantageá-la à conta disso e a obrigá-la a aliviar-me da forma que ainda hoje mais gosto. Apesar da minha atitude condenável, a verdade é que as punhetas que a obriguei a tocar-me davam-lhe tanto prazer a ela como a mim e até a deixavam mais receptiva a abrir as pernas ao namorado como muito bem eu percebia. Quando finalmente ela casou e saiu de casa deixei de ter argumentos para a obrigar a masturbar-me e tive de voltar a fazê-lo sozinho o que sempre achei um pouco insípido. È certo que continuava a contar com a colaboração onanista da Sara pois enquanto vivemos debaixo do mesmo tecto precavera-me tirando-lhe imensas fotos com ela de quatro e em várias posições, exibindo suas calcinhas com o relevo da rata, suas maminhas deliciosas e mesmo toda nua com a pachacha e os pentelhos bem escancarados, e tais fotos pousadas em cima da tampa do autoclismo, passaram então na ausência dela a acompanhar minhas ordenhas manuais tocadas ao fim da noite antes de me deitar. Ficava-me tocando, contemplando babado todos os contornos do seu corpo e ainda hoje só de pensar nisso fico de pau feito.
Ao fim de alguns tempos de casada minha irmã ficou grávida e nesse ano passamos os três, as férias de Verão juntos no Algarve. Sara andava no quinto mês de gravidez, engordara bastante e tinha a barriga como uma bola embora eu a achasse ainda mais bonita do que anteriormente pois sempre me atraíram imenso as barrigas redondas de grávida e neste aspecto a dela era uma obra -prima, toda esticada mas lisinha sem nenhuma estria. Vê-la de biquíni fazia logo o meu pau pular no calção e impunha-me sempre uma ou duas punhetas quase sempre tocadas dentro da água salgada do mar, porque assim enquanto me aliviava sempre a ia seguindo com os olhos no areal da praia e a punheta sabia-me muito melhor. Sara conhecendo bem as minhas taras estou certo que se apercebeu de muitas delas e percebi que ficava satisfeita por mesmo casada me continuar despertando o tesão.
Pelos vistos porém, nessas férias não fui só eu quem teve de recorrer à ajuda do braço para despejar o saco. Um dia de tarde ao entrar na casa de férias que alugáramos fui à casa de banho pensando estar desocupada e surpreendi meu cunhado Carlos com a tampa da sanita levantada entretido a praticar o meu desporto sexual favorito. Devido ao meu velho hábito de me punhetear nunca sentira necessidade de estar com mulheres, era mesmo ainda virgem de pito na época, e fiquei muito admirado por ver o meu cunhado, sendo casado, e que tinha um cacete enorme bem maior que o meu como aliás minha irmã já me dissera, fazendo uma coisa que pensava só os machinhos como eu que não arranjavam parceiras faziam e disse-lho. Meu cunhado não se atrapalhou nada com a minha presença e sem interromper a cadência furiosa dos seus movimentos retorquiu-me:
- Cala-te que mesmo casado e tendo uma mulher boa como a tua irmã não a como as vezes que quero. E então agora, por causa do tamanho daquela barriga que o meu piço fez o favor de lhe encher já há perto de três meses que não me ponho nela. Por isso como vês tenho tanta necessidade como tu de tocar à mão ou então de ir às putas.
Rindo-me, fechei a porta da sanita deixando-o curtir sua punheta tranquilamente. Até me apeteceu emprestar-lhe algumas fotos da Sara para o ajudar a apimentar a esfoladela que estava dando ao pau. Mas fiquei a pensar naquilo. Então meu cunhado não afiava o pau na rata de minha irmã já há alguns meses e pelos vistos não o iria fazer até ao final da gravidez dela. Sara era uma moça quente habituada a foder desde os 14 anos e apesar dos incómodos da gravidez deveria andar com a cona aos saltos com falta de peso. Ou seja, devia estar no ponto para eu lhe encostar meu caralho naquela sua greta por onde dentro de meses sairia meu sobrinho, e lhe tocar uma punheta como tantas vezes lhe fizera em solteira. Contudo apesar dessa minha certeza e da vontade que tinha em o fazer, a presença do meu cunhado levou-me a não me atrever tentar nada.
No entanto mal as férias terminaram e meu cunhado voltou para o trabalho aproveitei uma tarde em que sabia estar Sara só em casa, e fui visitá-la. Levei-lhe um bouquet de rosas brancas o que a deixou encantada, beijei-a e mal o fiz logo meu pénis inchou o que a fez rir.
- Agora sem as minhas mãos para te esfregarem a pila as tuas punhetas já não te devem saber ao mesmo, pois não? – perguntou-me malandra – Ainda continuas exclusivamente a satisfazer-te à mão?
Disse-lhe a ambas as perguntas que sim, mas fiz-lhe notar que ela também devia andar com muita vontade de apertar as mãos no meu palito até lhe espremer todo o sumo dos tomates, tanto mais que eu sabia andar ela em jejum há alguns meses. E contei-lhe como apanhara o marido a aliviar—se do mesmo jeito que eu. Ela reconheceu ser verdade, consequências do seu estado de pré –mamã e eu disse-lhe então qual a finalidade da minha visita.
- Andámos os dois com muitas saudades de uma boa punheta, como me deixavas tocar antigamente junto a ti, querida mana. E depois de me ter consolado vendo-te em biquíni na praia, só de saber que já há meses que não és comida pelo teu marido dá-me um tesão que até me faz subir pelas paredes. Sempre foste uma putazinha fodilhona desde nova e por isso te amo tanto, minha linda irmãzinha, e também por isso sei que mau grado a tua barrigona deves andar com a passarinha bem desconsolada com falta de cacete. Aposto que se me deixares tocar uma punheta juntinho a ela, quando a sentires bem meladinha com a minha esporra como no tempo em que eras solteira, logo à noite vais voltar a sentir vontade de dares para o Carlos.
- Eu logo vi que não foi a preocupação com a tua maninha de barriga cheia que te trouxe aqui mas a pressão leitosa dos teus colhõezinhos que nunca serão capazes de encher a barriga a nenhuma mulher – respondeu-me. Mas de facto se me quiseres devolver a vontade de transar com o Carlos logo à noite, já valerá a pena a esporradela que te deixar gozar na entrada da minha gretinha.
Eu sabia que minha maninha andava com tanta vontade de me ver masturbando à moda antiga, como eu o tinha de o fazer. Safadinha, sempre reclamando das minhas taras e gozando-me por eu não procurar garota para meter a minha coisa, antes preferindo punhetas como os rapazinhos, mas sempre disponível para avivar o meu fogo.
O Verão ainda não terminara, minha irmã vestia uma blusa azul com os ombros e parte das costas descobertos, e uma saia larga, estampada. Pedi-lhe para a levantar e me mostrar a calcinha o que Sara tratou de fazer. Era uma calcinha branca, em jeito de corpete, o que não me agradou. Pedi-lhe que a trocasse por outra vermelha, muito mais curta o que ela fez imediatamente mudando a calcinha na minha frente, ainda que sem remover a saia, a qual só foi finalmente arreada quando a calcinha vermelha tomou o seu lugar entre as coxas dela. Eu já me despira por inteiro, meu piçalho esticado balouçava todo com vontade de ser punheteado. A uma ordem minha irmã estendeu os braços e começou manuseando-me os tomates enquanto eu deixava correr minha mão por sobre meu pau teso.
- Agrada-te mais a piça do Carlos por ser maior do que a minha, não é vadia? – perguntei-lhe porque ouvir uma mulher depreciando-me o caralho deixa-me ainda mais teso.
- Sabes bem que sim – confirmou-o – Por isso é que só lhe abro as pernas a ele, a ti e a qualquer homem com uma pila tão pequenina como a tua, limito-me quanto muito a tocares-lhes umas punhetas como te estou fazendo agora.
- Também lhe deste o cu, porca desavergonhada? – quis saber e Sara assentiu novamente:
- Já lhe dei todos os buracos que uma mulher tem e onde pode caber um cacete abonado como o dele, meu maninho curtinho. De quatro e de todas as posições. Nunca mulher te dará o que eu já dei ao Carlos.
E eu ralado com isso, tão bem me estava sabendo aquela punheta, imaginando-a de quatro sendo enrabada, e levando com a tora do meu cunhado de lado, ou de pernas para o ar.
- Puta! – gritei-lhe – És uma puta sem vergonha que até o cu dá ao marido. Tivesses sempre tomado pelo cu, ou chupado no caralho dele até ele te aleitar essa boca de porca, e não estarias com a barriga tão cheia como a trazes.
- E tu não passas de um punhetazinhas de merda que nem uma segóvia satisfatória consegues esgalhar sem a ajuda da tua maninha mais nova a quem insultas de puta – retorquia-me Sara – Já que tanto aprecias umas mãos femininas aliviando-te aos tomates, em vez de os usares nelas como os usam os machos de verdade, ao menos devias procurar uma puta de verdade para te fazer este serviço, em vez da tua irmã de barriga cheia. Mas isso tu não fazes, pois tens vergonha de mostrar a pilinha às putas, não tens, meu punhetezinhas?
Oohhh, aquele diálogo fazia-me subir o leitinho todo pelos colhões acima a caminho da cabeça do caralho onde grossos fios quentes e pegajosos já se começavam a acumular. De facto não haviam punhetas como as tocadas com minha irmã. Que falta que aquilo me estava fazendo. Minha irmã deu-lhes algumas lambidelas, sorvendo-os gostosamente.
- Huummm !– suspirava Sara, ente cada lambidela no buraquinho da cabeça – Leitinho de meu maninho punheteiro. Huuum, tem o mesmo gosto do leitinho dos machos a sério como o Carlos, que gostam de enfiar o ferrete nas rachinhas das mulheres. Huuumm! Mesmo assim prefira bem mais estar a chupar o caralho dele e a engolir-lhe o leitinho Huuummm!
- Descobre as mamas, maninha, que antes que o meu sobrinho venha a mamar nelas vai o meu caralho aleitar-tas – exigi-lhe.
Minha irmã descobriu a blusa, desnudou a barriga que minhas mãos trataram de acariciar e depois de ter removido o sutiã começou tocando-se nelas antes de eu esfregar longamente meu pau peganhento nelas.
- Quero deixar-te as mamas impregnadas com o cheiro da minha piça, putinha mana – disse-lhe – Logo se o teu marido decidir chupar nelas quero que ainda sinta o cheiro do gozo da minha picinha punheteira.
Minha irmã com efeito estava com tanto tesão como eu. O que ela me deixava esfregar a pila e os tomates nos marmelos inchados pela gravidez. Eu podia apostar contra o que fosse que nessa noite a vadia não resistiria a apanhar do Carlos.
- Quero ver-te de quatro, puta – gritei-lhe – Faz de conta que vais apanhar no cu com a pázona do Carlos.
Minha irmã colocou-se na posição que lhe mandei, a calcinha vermelha ainda no sítio, o volume da barriga visto por trás era extremamente apelativo à minha punheta.
- Não é do tamanho que estás habituada, cadela, mas talvez te faça despertar o desejo para seres comida por uma maior logo à noite.
Primeiro por cima da calcinha afaguei-lhe ternamente a área do grelo e do cu até a sentir bem húmida. Depois fiz-lhe o mesmo mas com a mão por baixo da calcinha, sentindo nela o contacto dos seus pentelhos e o volume dos seus lábios vaginais. Punheteiro como sou escusado será dizer que executando tais carícias nela com uma das mãos, mantinha a outra ocupada coçando meu pau teso. Só ao fim de algum tempo é que levantei mais um bocado a tira de pano que lhe tapava a coninha e por trás encoxei por cima dela minha piça. A cona de minha irmã ficou pousada sobre meu caralho, e este em cima da calcinha.
- Aperta bem as coxas, mana – pedi-lhe – Aperta bem as coxas que quero sentir minha piça bem apertadinha no meio delas. Faz de contas que estás a apertar a piça do Carlos dentro da tua rata.
Sara efectivamente apertou as coxas ainda que continuando a humilhar-me:
- Se tivesses ao menos uma piroca com grossura e tamanho suficiente para ser apertada como a do meu marido, seria possível fazê-lo. Agora assim por mais que junte as coxas mal ta consigo sentir.
- Cala-te vadia e aperta bem as pernas. E esfrega-te nela como se ta estivesse metendo de facto.
Minha irmã habituada a saber do que eu gosto começou a deslizar no meu pau, apertando-o o mais que podia e apesar das suas palavras depreciativas fez um excelente trabalho. Era ela quem apertando as coxas, friccionava meu caralho ente a calcinha e a rata, simulando os movimentos do coito e executando desse modo toda a punheta. Minhas mãos estavam livres e eu para tornar aquela punheta mais parecida com uma foda verdadeira estampei-as sobre o seu peito, apertando-lhe os mamilos, muito mais duros do que eu estava habituado a sentir. Quando senti que a esporra queria sair aos borbotões mandei-a virar mais a cabeça para baixo em direcção ao seu baixo –ventre e à cabecinha da minha pixota.
- Quero acertar-te com a minha esporra na cara e na tua barriga de prenha. – avisei-a. Era um pouco difícil para Sara mas consegui-o pois forcei-lhe a cabeça. Levantei então o cós da calcinha, a cabeça de minha piça emergiu por entre ele e começou cuspindo-lhe o gozo do meu tesão, finalmente liberto. Como já há muito não o fazia nela, o entusiasmo dos meus colhões foi tanto que o esguicho de facto atingiu-lhe a cara, besuntando-lhe de passagem a barriga inchada, as mamas pendente e com uma intensidade que eu não recordava de ver.
- Abre a boca, mamona - exigi-lhe vendo que a minha esporradela parecia não ir terminar tão cedo – Abre bem a boca e mama a minha esporra toda como mamavas quando querias fazer desaparecê-la sem deixar vestígios.
Minha irmã sempre gostou de engolir esperma, fosse a minha fosse a do então namorado. Por isso abriu bem a boca e embora não a conseguisse ver por trás sei que alguma entrou nela pois quando tirei o meu membro da calcinha a badalhoca tinha ainda uma porção dela na língua que ia deglutindo aos poucos. Depois com os dedos lambuzados enfiou-os na cona. Minha pilinha estava agora toda flácida.
- Ohhh, gosto muito de sentir a esporra quentinha aquecendo minha racha. Já te vi tocar muitas pívias e nunca te vi esporrar tanto –reconheceu minha irmã – Até parece que estás há tanto tempo sem tocar ao bicho como eu estou sem foder, para os teus colhõezinhos miudinhos terem acumulado tanto leitinho. Pelo menos quer-me parecer que tão cedo não vais conseguir levantá-la de novo. Eu é que não tive tanta sorte. Gostei de sentir a tua pila por dentro da calcinha esfregando-me a ratinha mas não gozei ao contrário de ti
Concordei que efectivamente estava há muito mais tempo sem tocar punheta com ela e por isso me excitara tanto. Quanto a não me apetecer voltar a tocar outra brevemente já não tinha tanta certeza assim.
- Basta que logo à noite me ligues a dizer que deste uma com o Carlos para eu voltar logo a levantá-la como acontecia quando vocês ainda namoravam. Vou é levar a tua calcinha para a cheirar e voltarei a tocar uma punheta quase tão boa como esta.
Minha irmã disse-me que com a barriga naquele estado não tinha a certeza se se atreveria a dar para uma tora tão grande como a do Carlos, mas que talvez o fizesse só para me saber tocando mais uma. E com efeito nessa noite, já bem perto da uma da manhã o telefone tocou. Era ela. Carlos adormecera como sempre que se punha nela e Sara ligara-me para me dizer que acabara há momentos de transar finalmente com ele. De lado e com uma das pernas levantadas.
- Serás que tens ainda tesão para mais uma? – perguntou-me a safada do outro lado da linha. Meu palito já estava de pé respondi-lhe, embora não tão inchado como de tarde.
- A punheta segue dentro de momentos, querida mana – respondi-lhe antes de pousar o telefone e de pegar na calcinha dela onde minha pila tinha sido enfiada e de a levar ao nariz para me dar mais tesão. E seguiu-se. Na sanita, que é para onde habitualmente corre o gozo dos solitários como eu que gostam muito de tocar punheta.

 

Princesinha da mamãe

OI GALERA ESTOU AQUI PARA CONTAR UMA AVENTURA MINHA QUE SEMPRE QUE LEMBRO FICO COM A CALCINHA MOLHADA E LOUQUINHA PRA SENTAR NUM PENIS BEM GRANDE. SOU FILHA UNICA,MORAMOS EM UM LUXUOSO CONDOMINIO AQUI NA ZONA SUL DE SAMPA MANTIDOS PELA PENSÃO QUE PAPAI ME ENVIA MENSALMENTE APESAR DE NÃO CONHECE-LO E PELO CARGO DE MAMAE QUE É DIRETORA COMERCIAL EM UMA CONCEITUADA EMPRESA DE TELEVISÃO NO RIO DE JANEIRO.

GRANDE PARTE DE MINHA INFANCIA PASSEI NA PONTE RIO SAO PAULO VIAJANDO COM MAMAE QUE NÃO TINHA COM QUEM ME DEIXAR NO PERIODO DE FERIAS PRINCIPALMENTE,O RESTANTE DO ANO FICAVA NO COLEGIO. TUDO MUDOU QUANDO MAMAE ASSUMIU ESTE CARGO AQUI EM SAO PAULO E COM ISSO PODEMOS FICAR MAIS JUNTAS E PARA MELHORAR AS COISAS TITIA SEPAROU DO MARIDO E VEIO MORAR CONOSCO E PARA MEU DELIRIO VEIO TAMBEM MEU PRIMO MUITO BONITO GOSTOSO E TARADO.SEMPRE QUE PODE FICA ME ENCOXANDO,PASSANDO AS MAOS PELO MEU CORPO NA MAIOR CARA DE PAU APESAR DAS BRONCAS DE TITIA.MINHA PRIMA MORA NA REPUBLICA NO PARANA ONDE FAZ FACULDADAE. COM ISSO MINHA LIBERDADE E A DE MAMAE ACABOU POIS CONSTANTEMENTE ESTAVAMOS DE CALCINHA MINUSCULAS SHORTS DOL OU PELADAS.AGORA DIVIDINDO A CASA COM TITIA E O SAFADO DO MEU PRIMO ERA IMPOSSIVEL POIS O FILHO DA PUTA VIVIA ME COMENDO COM OS OLHOS CLARO DESCARADAMENTE AO ME VER DE SHORTINHOS DE LYCLA MEUS PREFERIDOS OU DE CAMISOLINHA. ERA MUITO INSEGURA APESAR DE ADORAR ME EXIBIR PARA ELE AO CONTRARIO DE MAMAE E TITIA QUE SEMPRE QUE TINHAM OPORTUNIDADE SENTAVAM EM SUA FRENTE COM AS PERNAS ABERTAS DEIXANDO O COITADINHO OURIÇADO COM SUAS CALCINHAS SEMPRE ENTERRADINHAS E MUITAS DAS VEZES MAMAE DEIXAVA ELE APRECIAR SUA BUCETA QUE DIFICILMENTE USA CALCINHA SOB AS MINIS SAIAS E VESTIDINHOS CURTOS.

NAO ENTENDIA QUANDO AO VER ELAS ASSIM ELE ESCONDIA O PINTO COM AS MAOS DISFARCANDO O VOLUME QUE FORMAVA SOB A BERMUDA CORRENDO PARA O BANHEIRO ONDE FICAVA POR HORAS TRANCADO EM SEU QUARTO,EMQUANTO MAMAE E TITIA SE DIVERTIAM COM A CENA. CERTO DIA VOLTEI MAIS CEDO DO COLEGIO ESTAVA MEIO FEBRIO,AO ENTRAR EM CASA NAO VI NINGUEM .AO PASSAR PERTO DO QUARTO DE MAMAE OUVI RUIDOS POREM NAO ME IMPORTEI INDO PARA MEU QUARTO E AO TENTAR DORMIR DEPOIS DE TOMAR UM ANALGESICO,OUVI TITIA DIZENDO:DEIXA UM POUQUINHO PRA MAMAE QUERIDO...VAI DAR TUDO PARA A TITIA??? AO OUVIR ISSO ME ALEGREI SABENDO QUE MAMAE ESTAVA EM CASA.LEVANTEI E CORRI PARA SEU QUARTO.

A PORTA ESTAVA SEMI ABERTA E QUANDO IA ENTRANDO OUVI GEMIDOS PARANDO ONDE ESTAVA E PELA FRESTA VI TITIA E MAMAE CHUPANDO HAVIDAMENTE O ENORME PINTO DE MEU PRIMO. SENTI O CHAO SUMIR DE MIM PRINCIPALMENTE QUANDO AS DUAS BOCAS LABIAM AQUELE PORRETE DE BAIXO PRA CIMA E QUANDO ACABAVA NA CABEÇA GROSSA E AVERMELHADA ELAS GRUDAVAM AS BOCAS COMO QUE UMA QUERENDO ENGOLI A OUTRA SEM LARGAREM O DESCOMUNAL CACETE DO PRIMINHO. SENTI UM FOGO INESPLICAVEL NA BUCETINHA PRINCIPALMENTE QUANDO TITIA ABOCANHOU TUDO AQUILO TENTANDO ENGOLI OQUE ERA IMPOSSIVEL ENQUANTO MAMAE LAMBENDO SUAS ORELHAS NUCAS E COSTAS DEIXAVA TITIA PELADINHA ENQUANTO SE AGACHANDO ATRAS DELA PUXOU A CALCINHA PRO LADO PARA METER A BOCA NA BUCETA DE TITIA QUE TINHA OS GEMIDOS DESSESPERADORES ABAFADOS PELO PINTO EM SUA BOCA. DE ONDE ESTAVA TINHA UMA VISAO PRIVILEGIADA DA CENA SEM ME IMPORTAR QUE ME VISSEM. MAMAE LAMBIA COM FURIA A BUCETA DE TITIA QUE BABAVA NO CACETE DO PRIMO QUE COM OS OLHOS FECHADOS SUSPIRAVA FUNDO QUANDO TUDO AQUILO AFUNDAVA INDO NA GARGANTA DE TITIA. FODA MESMO FOI QUANDO MAMAE SAIU DE TITIA FAZENDO ELA LEVANTAR ARRANCANDO SUA CALCINHA POSICIONANDO ELA SENTADA NA PICA DO FILHINHO QUE AO ENTENDER O QUE MAMAE PRETENDIA TENTOU SE ESQUIVAR POREM MAMAE DEU UM TAPA EM SEU ROSTO DIZENDO:SENTA NA ROLA DO MENINO SUA PUTA VADIA.DEIXA ELE ENCHER SUA BUCETA DE PORRA... VENDO A RESISTENCIA DE TITIA MAMAE SEGUROU ELA PELOS CABELOS PUXANDO ATE QUE O PINTO ENCOSTOU NA ENTRADA DA BUCETA DE TITIA QUE SEGURANDO TUDO AQUILO PINCELAVA MOLHANDO O PINTO SEU PULSO E MAO ENQUANTO GEMIA MUITO. MAMAE SAI DALI SE POSICIONANDO ATRAS DELES SEGURANDO TUDO AQUILO HORA CHUPAVA ENGULINDO TUDO DEPOIS PINCELAVA NOVAMENTE NA BUCETA DE TITIA QUE ARQUEANDO O CORPO PRA FRENTE DEIXAVA O FILHINHO MAMAR GOSTOSO SEUS LINDOS E APETITOSOS SEIOS. EM CERTO MOMENTO AO PINCELAR A CABEÇA NO GRELO DE TITIA ESTA TEVE UM ESPAMO FICANDO ESTASTICA ENQUANTO TREMIA TODA AOS BERROS PARECENDO QUE ESTAVA TENDO UM ATAQUE EPILETICO,MAMAE APROVEITOU A CHANCE SEGURANDO O CACETE PELAS BOLAS PUXANDO PARA CIMA E QUANDO A CABEÇA ENTROU TITIA DEU UM GRITO SOLTANDO TODO O CORPO QUE ENGOLIU TUDO AQUILO ENQUANTO CAVALGANDO FRENETICAMENTE GRUDOU EM MAMAE BEIJANDO COMO LOUCA SUA BOCA ORELHA PESCOÇO CHEGANDO AOS SEIOS ONDE SE DELICIOU MAMANDO FEITO CRIANÇA NELES. NESTE MOMENTO INESPERADAMENTE EU ESTAVA COM A CALCINHA NO JOELHO A CAMISOLA NO CHAO E AS MAOS NA BUCETA DEDILHANDO GOSTOSAMENTE COM OS DEDOS FUNDOS DENTRO DA BUCETA ENQUANTO SAI DE MIM SENTINDO O CORPO ESTREMECER NUM PRAZER INEDITO E ESTONTEANTE QUE ME JOGOU AO CHAO DEIXANDO ME ALI POR UMA ETERNIDADE. OUVI LONGE OS GEMIDOS GRITINHOS E PALAVROES QUE VIAM DO QUARTO. QUANDO ME POSICIONEI QUASE MORRI NOVAMENTE.TITIA ESTAVA DEITADA DE COSTAS NA CAMA COM MAMAE DE QUATRO MAMANDO SUA BUCETA ENQUANTO RECEBIA TUDO AQUILO DO PRIMINHO QUE SEGURANDO EM SUA CINTURA SOCAVA FUNDO E FIRME NA BUCETA DE MAMAE. SENTINDO O CORPO EM BRASA ALISEI OS BIQUINHOS DOS SEIOS AINDA EM FORMAÇÃO SENTIMDO COMO QUE ONDAS ELETRICAS PERCORREREM TODO O CORPO ALOJANDO NA BUCETA E QUANDO MEU PRIMINHO SAINDO DE MAMAE PINCELOU TUDO AQUILO EM SUA BUNDA,MAMAE SABENDO DE SUA INTENÇÃO DEITOU EM CIMA DE TITIA DIZENDO:NO CU NAO.VOCE TA LOUCO...ASSIM VOCE ME MATA...

NESTE MOMENTO TITIA GRUDOU EM MAMAE BEIJANDO SUA BOCA SEGURANDO A EM CIMA DE SI ENQUANTO O MALVADO DE MEU PRIMINHO ENTENDEU O RECADO ABRINDO A BUNDA DELA E DEPOIS DE LAMBER MUITO CUSPIU NO CUZINHO DELA QUE AOS PRANTOS TENTAVA SE DESVENCILHAR DELE COM TITIA GRUDADA EM SEU CORPO. TITIA ABRIU BEM AS PERNAS DEIXANDO MAMAE ESCANCARADA E QUANDO O PRIMO DEITOU EM CIMA DELA O AAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIINAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOO DESESPERADOR QUE MAMAE SOUTOU SÓ NAO FOI MAIOR PORQUE TITIA ABAFOU GRUDANDO SUA BOCA NA DELA. QUANTO A MIM SÓ LEMBRO QUE QUASE AFUNDEI A MAO TODA NA BUCETA ACORDANDO HORAS DEPOIS EM MINHA CAMA DE CALCINHA ARRUMADA A BUCETA TODA BABADA E SUJA DE BATOM. ACHO QUE FOI TITIA POIS DESDE ENTAO TEM LANCADOS OLHARES DIREFENTES PRA MIM.MEU PRIMO ME TRATA NORMALMENTE E MAMAE SEMPRE DISFARÇA MUDANDO DE ASSUNTO SEMPRE QUE PERGUNTO PORQUE ESTA SENTANDO DE LADINHO. DEPOIS DO OCORRIDO ESTOU MAIS SAPECA CORRESPONDENDO DESCARADAMENTE AS PEGADAS DO PRIMINHO PARA SURPRESA E ESPANTO DE MAMAE. QUANDO ESTOU EM CASA USO SEMPRE E TAO SOMENTE CALCINHA AS MENORES POSSIVEIS PARA DELIRIO E DESESPERO DO PRIMINHO.

BEIJOS AH MENINAS ME ESCREVAM:camilledicarli@bol.com.br

 

Siga 17 regras para evitar acidentes domésticos com crianças

 Nada mais natural do que uma criança que mexe em tudo, afinal explorar o ambiente à sua volta faz parte do desenvolvimento. Para que isso não vire uma tragédia, porém, é preciso que pais e responsáveis saibam que muitos dos acidentes na infância ocorrem dentro de casa e poderiam ter sido evitados com medidas simples de segurança. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, a maioria das quedas até os 9 anos de idade, por exemplo, se deu no lar doce lar.

Informações coletadas em unidades de urgência do Sistema Único de Saúde (SUS) de 37 cidades brasileiras mostraram que, dos 10.988 atendimentos a crianças nessa faixa etária, 5.540 (50,4%) foram provocados por quedas - sendo que a maioria, 3.838 (69%), dentro da casa das vítimas.

"É muito fácil prevenir, com hábitos que parecem óbvios e simples, mas que podem salvar vidas ou evitar que crianças vivam com sequelas de um acidente", alerta a cirurgiã pediátrica Simone de Campos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e membro da ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br). Cabe, portanto, ao adulto, garantir um ambiente seguro à criança, que nunca deve ficar sozinha em casa ou ser cuidada por outras crianças.

"Os pequenos aprendem com o exemplo dos pais. São eles que precisam orientar os filhos sobre precauções com a segurança dentro e fora de casa", afirma. Parecem bobos e sem importância, mas os cuidados precisam fazer parte do dia-a-dia de forma preventiva, como uma vacina. Confira as principais orientações:

1. Instale grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos.
2. Não deixe cadeiras, camas e bancos perto de janelas, pois as crianças podem escalar e se debruçar. O mesmo vale para móveis baixos perto de estantes e armários altos.
3. Instale portões de segurança no topo e pé das escadas. Se a escada for aberta, opte por redes ao longo dela.
4. Cuidado com chão liso e tapetes. Não encere o piso e providencie antiderrapantes nos tapetes para evitar escorregões. Na maioria das quedas infantis atendidas nos postos do SUS, as crianças caíram do mesmo nível, ou seja, as quedas foram causadas por tropeções, pisadas em falso ou desequilíbrios.
5. Oriente seu filho a brincar em locais seguros. Escadas, sacadas e lajes não são espaços de lazer.
6. Crianças com menos de 6 anos não devem dormir em beliches. Se não houver outro local, instale grades de proteção nas laterais.
7. O uso de andadores não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, pois pode comprometer o desenvolvimento e causar sérias quedas.
8.Quando for trocar fralda, mantenha sempre uma mão segurando o bebê. Nunca deixe um bebê sozinho em mesas, cama e outros móveis, mesmo que seja por um instante.
9. Proteja as tomadas com protetores específicos ¿ baratos e facilmente encontrados em home centers, supermercados e lojas de produtos infantis. Além disso, oriente seu filho a não colocar o dedo na tomada, pois ele pode frequentar outros locais que não tenham a proteção. Cuidado: as queimaduras elétricas podem ser graves, expondo a criança ao risco de morte e seqüelas.
10. Não deixe o ferro de passar quente ao alcance da criança, mesmo que esteja desligado.
11. Os cabos das panelas devem ficar virados para dentro do fogão.
12. Use protetores nas portas para evitar que a criança prenda a mão ou dedos.
13. Para uma criança se afogar, bastam 2,5 cm de profundidade. Cuidado, portanto, com água em baldes e tanques, além de vasos sanitários e piscinas sem proteção adequada.
14. Teste a temperatura de alimentos líquidos e sólidos antes de oferecer à criança.
15. Antes do banho, teste a temperatura da água da banheira com a parte interna do cotovelo.
16. Nunca deixe remédios ao alcance das crianças, nem faça associação de medicamentos com balas e doces.
17. Não coloque produtos de limpeza em embalagens de alimentos e refrigerantes. A criança pode confundir e ingerir. Evite também deixá-los na parte de baixo de pias e armários

Confira 10 dicas para fazer seu filho dormir sozinho

Lugar de criança é na cama dela e no quarto dela. E essa atitude deve começar desde cedo, ainda bebê. Parece um sonho? Se o seu filho teima em dormir no meio do casal, pare agora, antes que o sonho vire um pesadelo. "Quanto mais tempo a criança dormir com os pais, mais difícil será tirar esse costume", disse a psicóloga Angélica Capelari, da Universidade Metodista de São Paulo. Comece, portanto, a aplicar as dicas da professora de psicologia para evitar problemas no futuro. Para a criança e para o casal. Não é fácil, requer paciência e perseverança, mas vale a pena.

1- A partir dos seis meses já é possível deixar o bebê dormindo sozinho no seu próprio quarto. Só será preciso levantar durante a madrugada para as trocas e eventuais mamadas noturnas. É claro que deixar o bebê na cama dos pais pode ser mais cômodo para eles, mas a especialista garante que é bem mais fácil espantar a preguiça agora do que ensinar a criança - já maior - a dormir no seu próprio quarto.

2- Os pais podem se revezar nessa tarefa, já que não é fácil levantar no meio da noite, com sono, cansado e, às vezes, com frio.

3- Se o filho já está acostumado a dormir no meio dos pais, é hora de reverter a situação. A rotina pode ser uma grande aliada, portanto imponha um horário para a criança e vá preparando a casa momentos antes: diminua as luzes, desligue a TV e aparelhos de som e feche as janelas. Assim a criança vai entrando num ritmo menos acelerado, mais propício ao sono.

4- Coloque regras que possam ser cumpridas. Não adianta dizer à criança que ela precisa dormir às 21h, mas a casa continua agitada.

5- Nada de deixar a luz principal do quarto infantil acesa. Se precisar, use abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite.

6- A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Os pais podem contar histórias, colocar músicas suaves e conversar sobre a rotina do dia até a criança dormir.

7- Essa transição não pode ser traumática para o filho nem para os pais. Portanto, eles devem ficar no quarto. Nos primeiros dias, deitados com a criança até ela dormir. Depois, sentados. E, por fim, permanecer na porta para dar boa-noite. Ou seja, vão saindo de cena aos poucos, para a criança se sentir segura e eles não acharem que estão abandonando o filho.

8- Os pais precisam colocar limites e não ceder a manhas. Se ceder uma vez - por frio ou doença -, a criança aprende que os pais cedem e vai repetir a manha sempre, não importa onde e em que situação. É essencial não ceder a choros, súplicas e chantagens: ela deve ser colocada de volta na sua cama sempre que necessário. Uma hora ela desiste.

9- Se a criança acorda no meio da noite e pede para dormir com os pais, é bom investigar as causas. Se ela está doente, deve continuar no quarto dela recebendo os cuidados necessários dos pais. Se está com medo, vale dar um passeio pelo quarto infantil, abrir armário e gavetas, olhar debaixo da cama e observar cada cantinho para mostrar que não existem monstros nem fantasmas. Mas, nunca a criança deve voltar para a cama dos pais.

10- Um pedido para os pais deixarem o filho dormir entre eles, sem desculpas (medo, sentimento de abandono, doença fictícia), pode ser acatado eventualmente, mas é bom deixar claro que é por um tempo limitado e a criança vai voltar para a cama dela.
 

Criança na cama dos pais pode revelar problemas no casamento

Deixar a criança dormir com os pais é um alívio temporário, quando eles não conseguem dizer não. E a situação ainda contribui para a falta de privacidade do casal e, conforme a criança cresce, ocupa mais espaço na cama, gerando desconforto e, muitas vezes, acaba em desavenças conjugais. "Principalmente se a decisão não é de comum acordo", disse a psicóloga Angélica Capelari, professora da Universidade Metodista de São Paulo.

A psicóloga diz que é preciso investigar por que os pais deixam o filho entre eles na hora de dormir. "Pode ser uma desculpa para um relacionamento que não anda bem", disse. E, se for uma crise velada, a tentativa de modificar a situação fica mais difícil. A dica é resolver os problemas conjugais para não gerar outros problemas para o filho.

Enfim, pode parecer uma maldade deixar o pequeno sozinho no seu quarto, mas os pais precisam ter em mente que a criança precisa aprender a ter seu próprio espaço e a enfrentar os medos no seu quarto para se tornar um adulto independente, capaz de manter a sua individualidade e respeitar a dos outros.
 

Minha primeira experiência com meu primo

Em 1957 tive a minha primeira experiencia com meu primo

Quando eu era adolescente, tinha um primo que era levemente afeminado e na pequena cidade em que nós vivíamos, praticamente todo mundo achava que ele era viado. Ele era incapaz de se defender das gozações dos outros meninos e teve até mesmo uma vez em que uns garotos mais velhos tentaram currar ele a força.

Na nossa família, pensávamos que ele era muito tímido e por isso ele tinha aquele jeito meio delicado, mas ninguém achava que ele fosse homossexual. Isso foi em 1957 e naquele tempo, ser viado era até perigoso, já tinha até ouvido falar de gente que tinha sido espancada por ser homossexual.

Eu achava meio incômodo ter um primo tão mal falado, mas a defesa da honra da família me obrigava a defender ele, sempre que eu via alguém mexendo. Eu detestava, pois isso fazia que eu também fosse alvo de brincadeiras dos outros moleques. De vez em quando eu acabava na vias de fato com algum outro garoto.

No sítio onde eu morava, havia três casas e uma era do meu avô, outra era onde minha família morava e na terceira morava o meu primo e os seus pais. Era um lugar meio afastado e nossa família vivia de plantar laranja e criar algumas vacas, cujo leite era vendido para uma pequena fábrica de queijo que ficava na cidade.

Eu e meu primo gastávamos a vida cuidando das vacas e levando leite para a fábrica de queijo ainda pela manhã. À tarde íamos para a escola e voltávamos a noite para trazer as vacas do pasto para o curral, tomar banho, brincar uma pouco no terreiro e depois dormir. Era uma vida simples, da qual eu tenho saudades.

Até um belo dia de 1957, eu até tinha alguma desconfiança sobre o meu primo, mas sempre que eu pensava nisso, tentava esquecer logo, pois achava que até mesmo pensar sobre isso já era ofensivo para com ele.

Naquele verão, estávamos no paiol reunindo espigas de milho para dar para as vacas quando começamos a brincar de luta sobre a pilha de espigas secas. Empurrávamos um ao outro e nos segurávamos de costas no chão dizendo para que o outro desistisse. Ninguém se machucava pois não havia socos, mas mesmo assim tínhamos que fazer muita força segurando o outro. Num certo momento ele virou-se de costas quando eu estava sobre ele e meu pau ficou encostado em sua bunda, nossos velhos calções eram de tecidos finos e nenhum dos dois tinha o hábito de usar cuecas.

Senti certa maciez nas nádegas dele e achei gostoso ficar com meu pau colado ali, mas mesmo assim eu pensava que ele não estava percebendo o meu prazer. Era ingenuidade minha, pois meu pau ficou duro bem depressa. Ele não fez muita força para escapar durante algum tempo, mas depois virou-se de frente para mim e me deu um rápido beijo na boca. Eu fiquei meio pasmado, tanto pela atitude dele, que confirmava aquilo que todos falavam e que eu sismava em não acreditar como pelo fato de ter percebido que a virgindade dos lábios não ter sido tirada em um beijo com minha primeira namorada. Enquanto eu ficava pasmado por cima, ele segurou meu pescoço e me agarrou com força, dando-me um beijo muito mais longo e enfiando a língua na minha boca.

Eu deixei e gostei muito, mas pouco depois eu me dei conta de que aquele gostar significava que eu também era viado. Levantei-me e enquanto ele ainda estava deitado sobre as espigas, olhei-o com raiva. Ele sorria com um tipo de felicidade que eu nunca tinha visto, mas eu sabia que era a satisfação de ter realizado um desejo. Aquele sorriso me encheu de raiva e eu chutei o rosto dele com força. Eu realmente o machuquei de propósito. Só disse ele nunca mais deveria abrir a boca para falar comigo.

Saí e quando olhei para traz, pude vê-lo se levantando do chão com o rosto avermelhado e o choro desavergonhado que só as mulheres e os homens mais delicados sabem usar para afogar as mágoas. Senti pena e remorços. Tive vontade de voltar atrás e pedir desculpas pelo que eu tinha feito, mas não fui capaz. Meu orgulho de macho ferido era maior que os anos de amizade e que a dor de ver meu primo chorando daquele jeito.

Nas semanas que se seguiram, realmente não trocamos nenhuma palavra, mas ainda tínhamos nossas obrigações e as fazíamos juntos, em silêncio. A cada dia, minha vergonha de ter batido nele aumentava e minha vontade de retornar a nossa antiga amizade ficava maior, mas cada vez que eu tentava pensar um jeito de voltar atrás, percebia que seria impossível pois eu já sabia que meu primo era viado e também não estava mais tão certo a meu respeito. Na verdade, eu achava que ele tinha percebido que eu gostei do beijo e de ter ficado com o pau encostado na bunda dele.

Nas noites, quando eu estava sozinho na minha cama, aquele beijo retornava e eu chegava a passar a noite em claro lembrando do calor dos lábios dele e do gosto de saliva. Aquele tinha sido o primeiro beijo da minha vida e eu fui aos poucos me deixando levar e comecei a beijar meu travesseiro e por fim me masturbar pensando da bunda dele.

Certa manhã, quando passei em frente ao paiol, pude vê-lo catando espigas de costas para a porta. Cada vez que ele se abaixava eu podia ver a bunda dele e ficava imaginando como ele ficaria se estivesse sem os calções.

Pensei que se eu refizesse a amizade com ele, poderia voltar a ouvir sua voz e quemj sabe faze-lo sorrir novamente e nas noites, quando eu me masturbasse em segredo, pensando nele, poderia me lembrar de um sorriso ao invés do olhar magoado que ele trazia o tempo todo.

Entrei no paiol e o chamei pelo nome. Ele me olhou com medo e raiva, então eu lhe disse que tudo bem, não ia lhe fazer mal. Disse que se ele quisesse voltar a ser meu amigo, eu topava, mas adverti que aquilo que aconteceu não podia ser e que nunca mais eu deixaria aquilo acontecer outra vez, além disso, ele não poderia fazer aquilo com outros caras da cidade pois eu não queria que as pessoas dissessem que meu primo era viado.

Ele me disse que topava e me pediu desculpas por ter perdido o controle. Sentei-me ao lado dele começamos a conversar de coisas banais, tentando fazer com nossa amizade retornasse ao ponto em que tinha parado, mas pouco depois eu parei de ouvir o que ele estava dizendo e cada segundo da minha atenção era dedicada aos lábios dele.

Eu o via molhar os lábios com a ponta da língua e aquilo me enchia de tesão. Meu pau estava tão duro que eu já sabia que era impossível esconder dele o que estava sentindo. Imediatamente eu percebi que minha tentativa de voltar as coisas a serem como eram, somente nas aparências era inútil. Vi que era impossível ficar conversando com ele durante o dia e guardar meu desejo para bater punheta de noite.
Levantei-me sem dizer nada e pensei emir correndo até o banheiro e bater uma punheta pensando nele. Ele levantou-se assustado com a minha atitude repentina e quando eu o vi em pé, percebi que também estava de pau duro.

Não teve mais jeito, voltei até onde ele estava e o puxei para o fundo do paiol onde ninguém poderia nos ver. Agarrei-o em meus braços e beijei aqueles lábios que eu já desejava a tanto tempo. Nossas mãos se aninharam nas costas um do outro e ficamos ali, em pé com ele de costas contra a parede e eu forçando o meu pau contra o pau dele.

Minhas mãos seguravam as nádegas dele por sobre o calção e eu o apertava com força contra a parede. As mãos deles estavam repousadas sobre as minhas costas e me acariciavam com ternura. Nossos lábios já deixavam que nossas salivas escorressem para fora da boca lambuzando nossos rostos e então ouvi, incrédulo a minha própria boca dizer pra ele, sussurar em seu ouvido:

- Eu te amo
- Eu também te amo – ele respondeu

Ele começou a tirar minha camiseta e beijar meu peito enquanto eu fazia a mesma coisa com a camiseta dele. Ficamos os dois, beijando e fazendo carícias um no outro enquanto ele me beijava o peito e começava a me dar uns leves beijos sobre o calção. Não resisti, pois sabia o que ele queria fazer e fiquei nu da cintura para baixo.

Ele ajoelhou-se e segurou minhas nádegas. (para minha surpresa eu não consegui proibir que ele fizesse isso) e eu senti sua boca envolvendo a cabeça do meu pau. Nunca na vida eu tinha imaginado ser possível sentir tanto prazer de uma vez só. Ele me chupava enquanto apertava minha bunda e acariciava minhas costas. Comecei a sentir que nos momentos em que a mão dele deixava a minha bunda e ficava um pouco mais de tempo sobre as minhas coxas ou as costas, eu sentia falta. Torcia para que a mão dele voltasse logo para a bunda. Não sei como explicar, mas com o passar do tempo eu comecei a torcer para que ele tocasse o dedo no meu cu, mas não tinha coragem de pedir.

De certa forma, eu ficava aliviado por não ir tão longe, pois ainda queria ter uma ilusão de que aquilo tudo não passava da minha necessidade de comer alguém e já que as meninas não estavam querendo dar pra mim, um viadinho era bem vindo. Eu me enganava dizendo que eu não era viado. Era só um cara que comia um viadinho e que isso era normal na adolescência.

Depois de algum tempo ele parou de me chupar e tirou o próprio calção. Pude ver que ele tinha um corpo lindo e com poucos pelos, quase como uma menina e quando ele virou de costas para mim, finalmente via a sua bunda nua. Fiquei louco de tesão, a realidade era ainda melhor que a imaginação que me movia nas punhetas noturnas. Passei descaradamente a mão na bunda dele, deixando meu dedo brincar com força no cu e vi ele rebolando enquanto meu dedo subia pelo rego dele. Seus olhos, virados para trás enquanto deixava a bunda arrebitada pra mim eram a mais pura safadeza. Vi novamente aqueles olhos contentes de tesão que eu tinha visto no dia do nosso primeiro beijo.

Ele me pediu para esperar um pouco e foi até um lugar no canto da pinha de espigas e desenterrou um saco de lona velho. De lá ele tirou um pedaço do galho de uma goiabeira de uma que tinha sido escupido até ficar sem farpas e com uma ponta arredondada em forma de cabeça de pica. Dentro do saco tinha banha de porco e ele esfregou melhor aquele pedaço de pau e depois virou-se de costas para mim e pude ver enquanto ele enfiava o galho esculpido no cu. No começo ele fez devagar e depois começou a ir mais depressa até que parou e se aproximou de mim e me disse:

- Pode comer, agora eu já deixei ele abertinho para você.

Ele se aproximou de mim e voltamos para a parede do fundo onde estávamos nos beijando e ficou em pé, de costas pra mim, segurando as nádegas com as mãos e expondo o cu.

- Passa um pouquinho de banha na pica – ele disse.

Passei a banha e encostei a rola no cu dele.

- Posso enfiar? – eu perguntei.

Ele acenou positivamente com a cabeça e eu comecei a forçar meu pau para dentro daquela bunda linda e sem pelos. Ele gemia e dizia coisas como: Ai que delícia – Come mais, Isso. Afunda a pica em mim.

Eu ficava por traz. Enterrando a rola força, mas o cu dele não cedia fácil. Meu pau escapou várias vezes, mas nós não desistimos. Teve uma hora que entrou e ele gemeu de dor. Tive medo e ameacei tirar, mas ele disse: - Põe outra vez. – Enfiei e dessa vez não teve falha, entrou tudo até o fim. Ele virou o rosto que tinha um semblante de dor para trás e me pediu um beijo.

Foi um beijo delicioso. Meu pau estava parado, enterrado até o fundo no cu dele e nossas bocas ficavam se lambendo mutuamente. Ele me disse que me amava e lhe disse que sempre o amaria.

Quando nosso beijo terminou, segurei-o pela cintura e comecei a comer com gosto. Realizando as fantasias que eu tinha a noite na cama, quando me masturbava pra ele. Ele começou a se masturbar enquanto eu comia. Éramos adolescentes e nossas gozadas vieram logo. Acho que menos de um minuto depois que eu comecei a fuder fazendo o tira-põe ele gozou e eu gozei logo em seguida dentro do cu dele.

Nós dois perdemos a virgindade naquele dia, não necessariamente as pregas, pois fique sabendo que ele já se masturbava com o galho de goiabeira a algum tempo.

Depois da foda, vestimos nossas roupas e tentamos voltar ao trabalho, mas não conseguíamos falar de outra coisa que não fosse sexo. Cada um de nós confessou os sentimentos que tinha um pelo outro. Confessei que batia punheta pra ele desde o dia da briga e ele me disse que já fazia muitos anos que ele se masturbava pensando em mim e tinha preparado o galho de goiabeira só pra poder imaginar que eu estava comendo ele.

Durante as nossas confissões no paiol, eu acabei contando que gostei quando ele ficou passando a mão na minha bunda enquanto chupava.

Você quer que passe a mão em você outravez?
Quero, mas eu tenho vergonha. – eu respondi

Eu estava sentado na pilha de espigas e ele estava ao meu lado, quando senti sua mão sob a minha bunda, ainda por cima do calção. Eu não disse nada e fiquei olhando pra ele sem saber o que dizer. Eu não queria que ele pensasse que eu também era viado mas eu estava gostando muito daquilo. Continuei quieto e deixei ele me passar a mão.

Depois de um tempo, meu tesão foi crescendo e eu me levantei e fiquei em pé, de costas pra ele e comecei e senti-lo me passar a mão com mais força. Acariciando-me as nádegas e fazendo força no rego. Mais uma vez eu não agüentei de tesão e abaixei o calção e quando me abaixei para tirar completamente o calção, senti a língua dele lambendo meu cu.

Puta que pariu, que gostoso – foi o que eu disse

Ele me segurou pela cintura e ficou me enfiando a língua dentro do cu e eu comecei a rebolar pra ele. Toda a minha vergonha tinha ido embora.

Depois de algum tempo, vi que ele pegou o saco de lona e lubrificou a mão com banha e depois passou por trás de mim também. Aos poucos ele foi enfiando o dedo no meu cu e eu rebolava e pedia mais.

- Enfia o galho – eu pedi.

Pouco depois eu senti ele se levantando e segurando as minhas ancas e me disse no ouvido, com um sussurro:

- Deixa eu comer seu cu?
- Deixo

O pau dele já estava lubrificado com banha e eu senti ele fazendo força para enfiar. As mão dele estavam me segurando pela bunda e os polegares ficavam puxando as nádegas pra fora.

O pau dele entrou no meu cu, com muito mais facilidade do que o meu no dele. Doeu, mas o prazer foi tão maior que a dor que nem me passou pela cabeça, pedir pra ele aliviar.

Poucos segundos depois que a cabeça entrou, eu já estava sentindo os pentelhos dele na minha bunda. Eu sabia que estava sendo comido e estava adorando aquilo. Novamente no beijamos, mas agora era ele quem estava por trás.

A foda demorou um pouco mais e ele fodeu meu cu com muito mais violência do que eu fodi o dele. E eu adorei a força e a velocidade com que ele me comia. Não bati punheta mas meu pau estava duro como pedra. Ele sempre ficava segurando a minha bunda para me deixar bem aberto e de vez em quando ele fazia força para me levantar do chão e enterrava a rola até quase me enfiar as bolas e eu adorava tudo.

Eu fiquei pensando em guardar minha porra para comer ele depois que ele gozasse em mim, pois eu já estava achando que ele estava me comendo melhor do que eu comi ele.

Não teve jeito – Na hora que ele gozou, eu senti seu pau se contraindo e percebi que ele estava afundando tudo com uma força descomunal no meu rabo. Ele bufava atrás de mim como se estivesse gritando:

- Ah, UHH!, Toma! Sente a porra! Bicha gostosa!
- Goza! Isso! Isso! Vai com força!

Quando eu senti aquela gozada no meu cu, meu pau despejou uma enorme quantidade de porra no chão. Gozei dando o cu, sem nem me masturbar.

Paramos e vestimos as roupas novamente. Terminamos o nosso trabalho e ficamos o resto da manhã no paiol trocando beijos, carícias e juras de amor. Fomos namorados secretos durante cinco anos e sei que ele foi o meu primeiro amor. Acho que foi o meu amor mais sincero e até hoje sinto falta dele.

Em 1962 ele mudou-se para alfenas para estudar e eu fui para a academia das agulhas negras. Depois de alguns anos, parei de pensar nele e nunca mais tive relações homossexuais com ninguém. Casei-me em 1969 e respeitei minha mulher durante os trinta anos que fomos casados. Hoje sou viúvo e depois de todos esses anos tive uma outra relação sexual com um homem. Gostei muito e já que estou reformado e desimpedido penso em me tornar definitivamente homossexual.

Nos últimos três anos, não tenho me sentido atraído por mulheres e sempre que penso em sexo entro em páginas gays da internet. Não sei exatamente o que vou fazer, mas já estou 64 anos e embora ainda possua um corpo proporcional e relativamente interessante devido aos anos de exercícios do exército, não tenho esperanças de conquistar homens jovens e bonitos. Penso mais em homens de meia idade, com mais de quarenta, casados ou não, mais não estou a fim de assumir nada pois não quero que minhas filhas saibam que sou gay.

segredo201@gmail.com

 

Esclareça 15 dúvidas sobre etiqueta relacionada a crianças

Os filhos são uma alegria e tanto para os pais, mas trazem uma série de dúvidas quando o assunto é etiqueta, assim como aos parentes, amigos e conhecidos: "Posso falar que não gosto que apertem a bochecha da criança?", "Qualquer um pode visitar o recém-nascido na maternidade?", "Se meu pequeno recebe um presente e diz que não gostou, devo me desculpar com a pessoa?". Para responder a essas e outras questões, o Terra conversou com os consultores de etiqueta Fábio Arruda e Ligia Marques, que ensinam como driblar as possíveis saias-justas. Confira:

Recém-nascidos
1 - Quando o bebê nasce, quem deve ir à maternidade, quanto tempo dura a visita e é preciso avisar o horário à família?
Os consultores afirmam que apenas pessoas mais próximas devem ir à maternidade. A visita pode demorar, no máximo, 15 minutos. Portanto, nada de colocar o papo todo em dia. Seja breve. Antes, ligue e pergunte qual é o melhor momento para ir ao hospital.

2 - Quanto tempo depois que a mãe chegou com o bebê em casa pode-se visitá-los?
Segure a curiosidade de ver o bebê e espere que a mãe se costume, na medida do possível, com a nova rotina. A consultora Ligia recomenda ligar após dez dias perguntando se pode visitá-los. Arruda prefere dar um tempo maior, de um mês.

3 - Como deve ser a visita em casa?
Assim como na maternidade, Arruda recomenda que seja rápida, mas existe a possibilidade de se estender um pouco mais, por cerca de 30 minutos. Se quiser usar perfume, OK, mas é interessante fugir de excessos e fragrâncias muito fortes. Vale lembrar da importância de lavar bem as mãos, já que o ato pode reduzir a transmissão de doenças contagiosas, inclusive a gripe causada pelo vírus Influenza A (H1N1), conhecida como suína. Por falar nesse assunto, o consultor lembra que, por causa da disseminação da patologia, seria interessante evitar visitas.

4 - Vou visitar um recém-nascido. Posso pegá-lo no colo ou tocá-lo?
Não. Contente-se em olhá-lo. Além de diminuir as chances de contaminá-lo com micro-organismos que trouxe da rua, também evita situações que podem lhe deixar sem graça, como o pedido da mãe para tirar as mãos de seu filho.

5 - Se fui convidada para o chá-de-bebê e levei os itens solicitados na ocasião, devo presentear a criança novamente quando for visitá-la?
Sim, é gentil. "O presente de chá-de-bebê é uma lembrancinha bem modesta, como mamadeira, fralda e chupeta. O presente da maternidade deve ser algo melhor, como uma roupinha bonita, por exemplo", disse Ligia. O consultor Arruda lembra que pode ser até flores para mãe, desde que não seja alérgica, é claro.

6 - Na hora de escolher o presente, devo ligar para os pais e perguntar o que a criança precisa ou posso escolher o que quiser?
Não precisa ligar e pode escolher o que quiser. Se tem intimidade com os pais e não quer errar, a ligação se torna uma boa aposta, como observa Arruda.

7 - Se a visita chegar e o bebê estiver dormindo, devo acordá-lo ou pedir desculpas?
Nenhuma das duas alternativas. A prioridade é o conforto do bebê, que deve dormir sossegado. Não precisa ficar com peso na consciência e acender a luz do quarto ou tirá-lo do berço. Se a visita quer ver a criança acordada, nada melhor do que ligar antes e saber o horário ideal para conhecê-la, certo?

8 - Os pais do bebê devem dar lembrancinhas?
É um gesto simpático, mas não obrigatório. Se optar por presentear as visitas sem gastar muito, uma lembrança por família já está ótimo.

Crianças maiores
9 - Se meu filho recebe um presente e diz que não gostou, devo me desculpar com a pessoa?
Sim, com certeza. O consultor Arruda recomenda dizer algo parecido com "Desculpe, estou precisando trabalhar melhor a educação dele." E nada de brigar com o filho na frente dos outros. A situação já é desagradável e não tem por que torná-la ainda mais. Quando estiver a sós com a criança, explique o problema e como deveria ter agido.

10 - Vou organizar a festa de aniversário do meu filho. Quem não posso deixar de convidar?
Ao contrário do que muitos pais fazem, a prioridade é para amigos do filho. Afinal, ele é o aniversariante. Depois, de acordo com Ligia, coloque na lista os parentes próximos e amigos, sempre pensando na quantidade de convidados que pode receber bem, por questões financeiras e de espaço. Uma dúvida que costuma surgir é se há a necessidade de chamar colegas de trabalho. Arruda recomenda responder a duas simples perguntas para descobrir como agir: "Eles conhecem seu filho? Os filhos deles são amigos de seu filho? Se a resposta é não, não precisa convidar."

11 - Decidi dar uma festa em casa e vi que o filho do meu amigo estava mexendo nos armários e tirando as coisas do lugar. Devo repreendê-lo, avisar ao pai sobre o fato ou fingir que não vi?
A questão causa divergência entre os consultores. Arruda opina que não se deve dar bronca nos filhos alheios, mas falar sobre o problema de maneira simpática com o amigo. "Por exemplo, diga que a criança está mexendo em alguma coisa e tem medo que ela se machuque." Ligia, por sua vez, recomenda chamar a atenção do pequeno travesso. "Não tenha medo disso e, se os pais reclamarem, seja firme em sua posição. Não precisa avisar aos pais, que na hora se sentirão envergonhados."

12 - Levei meu filho para brincar em um parquinho. Quando percebi, ele estava brigando com uma criança. O que devo fazer? Repreendê-lo, reclamar com os pais da outra criança?
O consultor Arruda deixa bem claro que a hipótese de tirar satisfação com os pais da outra criança não deve nem passar pela sua cabeça. O melhor é simplesmente separar a garotada. "Procure ver o que está acontecendo e ser justo na avaliação. Se for culpa do filho, faça-o pedir desculpas. Se for culpa do outro, peça que ele também se desculpe e, caso não obtenha sucesso, afaste-se dessa criança", disse Ligia.

13 - Decidi passear com meu filho no shopping e ele fez um verdadeiro escândalo porque não comprei o brinquedo que pediu. O que fazer nessa situação?
Não ceda aos caprichos da criança. Se não parar com a manha com uma conversa, simplesmente leve-a embora, mesmo que esteja gritando. A consultora Ligia dá a dica de que a bronca deve acontecer no carro e não no meio do shopping.

14 - Se acredito saber uma forma de lidar bem com a situação que a criança enfrenta (como doença ou comportamento indesejado), posso oferecer ajuda aos pais dela e passar minhas experiências?
Os consultores discordam na resposta dessa questão. Enquanto Arruda fala que não se deve interferir, Ligia sugere dizer com delicadeza que passou por situação semelhante e que, se os pais permitirem, pode dar alguma dica, sem insistir no assunto.

15 - Se não gosto que apertem a bochecha do meu filho ou que toquem nele, posso falar para parar?
Sim, mas sempre de forma delicada. Peça para que não faça isso dizendo que o filho fica irritado ou não gosta. Afinal, quem acha legal que apertem suas bochechas? Não é à toa que os pequenos costumam fugir dos parentes com esse costume. Caso tenha mania de querer tocá-los, controle-se tanto com recém-nascidos quanto com crianças maiores.

Especial para Terra

 

Eu e meu irmão

ESSA EU NÃO PODERIA DEIXAR DE CONTAR PRA VOCES. TO CADA VEZ MAIS LOUCA PRA DAR PRO MEU IRMÃO! ELE TÁ 1 TEZÃO!! SÓ QUE ELE NÃO MORA NA MINHA CASA. ESTOU LOUCA PRA ELE FICAR PERTO DE MIM DE NOVO. EU VOU ESFREGAR OS MEUS PEITINHOS NELE, E ELE NEM VAI PERCEBER. SEMPRE QUE EU POSSO EU DEIXO MEUS PEITINHOS A MOSTRA PRA ELE VER. FINJO QUE VOU PEGAR ALGUMA COISA E ME ABAIXO SÓ PRA ELE VER OS MEUS PEITINHOS. ACHO QUE SE PUDESSE EU DEIXAVA ELE CHUPAR MEU PEITINHO UMA SEMANA INTEIRA E DEPOIS IA SER A MINHA VEZ DE CHUPAR AQUELE PAU LINDO QUE ELE TEM! IA CHUPAR MUITO ATÉ ELE GOZAR TUDO NA MINHA BOQUINHA. IA ENGOLIR TUDINHO E NÃO IA DEIXAR NEM UMA GOTINHA PRA TRAS. ACHO QUE ISSO NÃO TEM ROPLEMA POIS VÁRIAS AMIGAS MINHAS FAZEM ISSO COM OS IRMÃOS E TODOS FICAM FELIZES! NÃO CONSIGO DORMIR E NEM TOMAR BANHO SEM ANTES ME ACARICIAR PENSANDO NELE! DEPOIS DE GOZAR FICO CHUPANDO O MEU DEDINHO TODO MELADO COM O MEU MELZINHO E FICO IMAGINANDO ELE ME CHUPANDO TODA!
 
DEPOIS ELE ME VIRA DE COSTAS E METE TUDO NA MINHA BUCETINHA E ANTES DE GOZAR NOVAMENTE EU DE PRESENTE DOU A MINHA BUNDINHA PRA ELE!! ELE LAMBE MINHA BUCETINHA E DEPOIS LAMBI O MEU CUZINHO ROSA E DEIXA BEM MOLHADINHO, DEPOIS ELE VAI ENFIANDO BEM DEVAGARZINHO ATÉ ENTERRAR TUDO NA MINHA BUNDINHA. EU FICO LOUCA SÓ DE PENSAR!! SÓ QUE ANTES DELE GOZAR EL TIRO E FAÇO ELE GOZAR DE NOVO NA MINHA BOQUINHA! DEPOIS EU CONTO MAIS PRA VOCES POIS AGORA JÁ ESTOU QUASE GOZANDO SÓ DE CONTAR ISSO! SE EU FOSSE VOCÊS ESPERIMENTAVA SÓ APIMENTAR UM POUQUINHO MAIS A RELAÇÃO DE VOCES. VOCE VAI GOZAR SEMPRE FELIZ ANTES DE DORMIR. DEIXA ELE SEM QUERER ENCOSTAR NO SEU PEITINHO, OU TE VER TOMANDO BANHO OU TROCANDO DE ROUPA. FAÇO ISSO DIRETO COM O MEU IRMÃO, PENA QUE ELE NÃO MORA MAIS NA MINHA CASA! MAIS DA PRÓXIMA VEZ QUE ELE VIER ATÉ AQUI VOU DEIXAR ELE MALUCO COMIGO!!!!! SÓ PARO SE ELE ME DER O LEITINHO DELE PRA EU TOMAR!!!!! DEPOIS EU CONTO MAIS!!!!!!
SE TIVER VONTADE DE CONTAR UM FATO QUE JÁ OCORREU OU UMA FANTASIA ME ESCREVE SUA BOBINHA, FAZ O QUE ALGUMAS AMIGAS FIZERAM E CRIE UMA NOVA CONTA NO GMAIL. TENHO CERTEZA DE QUE VAMOS GOZAR MUITO JUNTINHAS AINDA!!!!! UM BEIJINHO BEM NA PONTA DO PEITINHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! suapsempre@gmail.com
 

Ai Papai

...FAZIA TEMPO QUE NÃO VIA MEU PAI.MORANDO E NAMORANDO COM MAMAE SENTIA
SAUDADES DE VEZ OU OUTRA DELE POR ISSO SENTI UM CALAFRIO NO CORPO SENTINDO A
CALCINHA MOLHAR QUANDO NOS ENCONTRAMOS NOVAMENTE.
SENTI QUE MAMAE APESAR DE DEMOSTRAR GRANDE AMOR E DESEJO POR MIM,BALANÇOU
AO VE-LO NO AUGE DE SEUS CINQUENTA ANOS CABELOS GRISALHOS CORPO MASCULO E
BEM CUIDADO.
CONFESSO QUE SENTIA CIUMES DELES MESMO PORQUE MAMAE NÃO ME DEIXAVA SOZINHA
UM SEGUNDO COM ELE QUE SEMPRE QUE PODIA ME COMIA COM OS OLHOS.
EU PROVOCAVA SENTANDO COM AS PERNAS ABERTAS MOSTRANDO MINHAS CALCINHAS
ALISAVA OS SEIOS PERGUNTANDO A ELE SE ESTAVAM NO TAMANHO CERTO.
MAMAE RIA COM A MINHA EXIBIÇÃO E POR SABER SE PEGASSE ELE SOZINHO IRIA DAR
PRA ELE NÃO DESGRUDAVA UM MINUTO DE NOS.
NESTA EPOCA MORAVAMOS EM UMA CIDADEZINHA QUE A PEDIDO DE MAMAE NÃO VOU
DIZER O NOME,E LÁ ERAMOS CONHECIDAS COMO LÉSBICAS POIS NINGUEM DESCONFIAVA
QUE ERAMOS FILHA E MAE.
COM O REENCONTRO DE PAPAI VOLTAMOS PARA SAMPA INDO MORAR EM SEU LUXUOSO
APTO NO ALTO DA LAPA.
ERA NITIDO MINHA VONTADE DE TRANSAR COM PAPAI QUE NADA FAZIA PARA REPRIMIR
ISSO E COMO TUDO OQUE TEM DE ACONTECER....
NAQUELA MANHA ACORDEI MUITO MAU HUMORADA POIS COM PAPAI EM CASA NÃO
CONSEGUIA TRANSAR COM MAMAE TENDO QUE ME CONTENTAR COM AS INUMERAS SIRIRICAS
QUE SÓ ME DEIXAVAM MAIS TESUDA E COM DESEJOS,POR ISSO RESOLVI SAI PARA
PASSEAR INDO NA CASA DE MINHAS TIAS VOLTANDO A TARDEZINHA.
DEPOIS DE UM BOM BANHO VESTI UMA CAMISOLINHA DE SEDA BEM CURTINHA E VENDO
PAPI SENTADO NA SACADA DO TERCEIRO ANDAR DE SEU APTO CORRI SENTANDO EM SEU
COLO.
ME SENTIA INCOMODADA COM TUDO AQUILO CRESCENDO CADA VEZ MAIS ENTRE MINHAS
PERNAS SEPARADO SOMENTE PELO FINO TECIDO DE SUA BERMUDA.
DEPOIS DE COLOCARMOS OS ASSUNTOS EM DIA,ELE ME EXPLICAR PORQUE FOI
EMBORA,VOLTOU E FOI EMBORA DE NOVO,PEDIU QUE O PERDOASSE.
DISSE A ELE QUE PARA PERDOAR ERA PRECISO HAVER MAGOA E DE MINHA PARTE NÃO
HAVIA NENHUMA,IRIA FICAR MUITO MAGOADA SE ELE NÃO ME COMECE NAQUELE MOMENTO
COMIGO ESPALMANDO SEU ENORME PORRETE DE UNS 22CM QUE PARECIA QUE IA ESTOURAR
EM MINHAS PEQUENAS MÃOS.
COM MUITA MAESTRIA ABOCANHEI TUDO AQUILO QUE CRESCIA MUITO INVADINDO MINHA
GARGANTA E DEPOIS DE CHUPAR MUITO SENTI ELE INUNDAR MINHA BOCA ENCHENDO-A DE
PORRA.
INTENSIFIQUEI AS CHUPADAS DEIXANDO ELE EM PONTO DE BALA NOVAMENTE E QUANDO
ME COLOQUEI DE QUATRO IMPLORANDO QUE ME COMESSE O FILHO DA PUTA DISSE NÃO
INFORMANDO QUE A PEDIDO DE MAMAE NÃO IA FAZER NADA ALEM DO QUE ACABARA DE
DEIXAR EU FAZER.
CHOREI XINGUEI ESPERNEEI,FIQUEI PELADINHA POREM O FILHO DA PUTA ESTAVA
INRREDUTIVEL.
QUANDO FORCEI A BARRA ELE CONFESSOU QUE SABIA DO CASA ENTRE EU E MAMAE E
QUE A PEDIDO DELA NÃO IA INTERFERIR EM UM RELACIONAMENTO TAO BONITO E
VERDADEIRO COMO O NOSSO.
ME SENTI LISONGIADA AMADA COMPLETA POREM SABIA QUE NÃO IA CONSEGUI
RESISTIR AQUELE IMENSO PORRETE QUE JA ESTIVERA DENTRO DE MIM NA INFANCIA.
FUI PAR MEU QUARTO TOMEI UM BANHO FRIO E FUI DORMI.ACORDEI DE NOITE COM
MAMAE CHEGANDO DO SERVIÇO.
QUANDO DESCI ENCONTREI OS DOIS CONVERSANDO ANIMADAMENTE NA SALA E SEM QUE
ME VISEM FIQUEI DE ESPREITA COM PAPAI FAZENDO DE TUDO PARA COMER MAMAE.
ELA AGARRAVA PASSAVA AS MÃOS EM SUA BUNDA ALISAVA SEU ROSTO SEIOS,POREM O
MAXIMO QUE ELE CONSEGUIU FOI DEIXAR MAMAE NERVOSA DIZENDO QUE TUDO
AQUILO,REFERINDO AO SEU CORPO,TINHA DONA.
PAPAI LEVANTOU JA COM TUDO AQUILO NA MÃO AGARRANDO-A ENCOSTANDO NA PAREDE E
AO DOMINA-LA TENTOU BEIJA SUA BOCA ENQUANTO INTRODUZIA TUDO AQUILO COM FURIA
EM SUA BUCETA.
ELE ARFAVA GEMIA FALAVA PALAVRAS INCOMPLEENSIVAS ENQUANTO BOMBAVA E AO
PERGUNTAR AO PARA MAMAE ELA NUMA FRIEZA INCALCULAVEL INFORMOU QUE ELE ESTAVA
COMENDO ELA SEM CONSENTIMENTO O QUE CARACTERIZAVA ESTRUPO.
CALMAMENTE SE AJEITOU COM PAPI SAINDO DELA CABISBAIXO SENTANDO NO SOFA COM
AS CABEÇA ENTRE AS MÃOS ENQUANTO MAMAE IA PRO SEU QUARTO SEM NENHUM
COSTRANGIMENTO APARENTE.
CORRI PARA MEU QUARTO DEITEI FINGINDO DORMI QUANDO ELE DEITOU AO MEU LADO
DANDO-ME UM BEIJO TENRO E MACIO NA BOCA ME AVISANDO QUE IA TOMAR BANHO
DEPOIS VINHA ME AMAR QUE AQUELA NOITE SERIA SOMENTE NOSSA.
AO PERGUNTAR SOBRE O PAPAI ELA ME DISSE QUE EM SUA VIDA NÃO TINHA LUGAR
PARA MAIS NINGUEM.
ENQUANTO MAMAE ESTAVA NO BANHO,SABENDO QUE IA DEMORAR CORRI ATE PAPAI QUE
ESTAVA NA SACADA DO PREDIO SOMENTE DE ROUPÃO APROVEITE PARA SENTAR EM SEU
COLO E ENQUANTO CONVERSAVAMOS SENTIA TUDO AQUILO CRESCER MESMO COM ELE
TENTANDO ESCONDER DE MIM.
EM CERTO MOMENTO NÃO AGUENTANDO MAIS DE TESÃO ABRI AS PERNAS SENTANDO EM
TUDO AQUILO NUM GESTO REPENTINO E QUANDO ELE QUIS ME TIRAR DALI JA ESTAVA
TUDO DENTRO.
EU SUBIA COM ELE ME EMPURRANDO DEIXANDO TUDO QUASE SAIR DE MIM PARA SENTAR
NOVAMENTE
SENTINDO TUDO AQUILO BATER EM MEU UTERO.
NÃO RESISTINDO MAIS ELE SEGUROU EM MINHA CINTURA PARA ESTOCAR AQUELE FERRO
DURO DENTRO DE MIM QUE AOS BERROS GOSAMOS SIMUTANEAMENTE COM ELE TENTENDO ME
TIRAR DALI VENDO A CHEGADA DE MAMAE.
SENTINDO AQUILO TUDO AINDA MEIO FRACIDO PULSAR DENTRO DE MIM MORRI DE MEDO
TESÃO E ANGUSTIA QUANDO MAMAE SENTOU AO NOSSO LADO PARA CONVERSAMOS
ANIMADAMENTE.
ERA FODA PARA MIM CONCENTRAR NA CONVERSA COM TUDO AQUILO CRESCENDO CADA VEZ
MAIS DENTRO DE MIM.
AQUILO PARECIA QUE DAVA COICE NO MEU UTERO E ENQUANTO MAMAE CONVERSAVA
CONOSCO EU GEMIA BAIXINHO ABRACADA EM PAPAI COM O CORPO EM BRASA E TODO
TREMULO.
PARA DISFARÇAR COMECEI LEMBRAR FATOS TRISTE E COM ISSO COMECEI CHORAR
COPIOSAMENTE MUITO MAIS PARA EXTRAVASSAR TODO O TESÃO CONTIDO COM TUDO
AQUILO SOCADO EM MINHA BUCETA.
MAMAE CARINHOSAMENTE ABRACOU ME ARRANCANDO DOS BRACOS DE PAPAI E AO TENTAR
LEVANTAR SENTI AQUILO SAI DE MIM E QUNDO ESTAVA QUASE TUDO FORA PAPAI ME
AGARROU SOCANDO FUNDO EM MIM ME MATANDO DE TANTO GOZAR.
NESTE INSTANTE FOI IMPOSSIVEL CONTER OS GEMIDOS E ENQUANTO MAMAE ENCHIA ELE
DE PORRADA CHUTES E TODO TIPO DE PALAVROES ELE INTENSIFICANDO AS ESTOCADAS
ENCHEU MINHA BUCETA COM UMA QUANTIDADE SURPREENDENTE DE PORRA E AO SER
ARRANCADA DELE FUI CONDUZIDA PARA MEU QUARTO POR MAMAE QUE DEPOIS DE ME
XINGUAR DE PUTA SAFADA E OUTROS NOMES ENQUANTO ESBOFETEAVA MEU ROSTO ME
JOGOU NA CAMA PARANDO POR ALGUNS MINUTOS EM PE AO MEU LADO.
EU DEITADA COM O CORPO ARQUEADO CHORAVA AMARGAMENTE QUANDO ELA
CARINHOSAMENTE SE ATRACOU EM MIM BEIJANDO MINHA BOCA PEDIA MIL DESCULPAS
ENQUANTO SUAS MÃOS MASSAGEAVAM GOSTOSAMENTE MEU CORPO.
CARINHOSAMENTE ELE ME ABRACOU DEITANDO-ME SOBE SEU CORPO E ENTRE CARINHOS E
AFAGOS ADORMECI,ACORDANDO HORAS DEPOIS COM ELA MAMANDO GOSTOSAMENTE EM MINHA
BUCETA.
AO ME VER ACORDADA ELA VEIO ATE MINHA BOCA DEPOSITANDO NELA O MEU PROPRIO
GOSTO E FOI NESTA LOUCURA QUE AMANHECEMOS NOS AMANDO COM UMA GOZANDO MUITO
NA BOCA DA OUTRA.
JA COM O DIA CLARO LEVANTAMOS PARA O DESJEJUM E COM A MESA JA POSTA
ENCONTRAMOS UM BILHETE ONDE SE LIA : MEUS AMAORES A CASA É DE VOCES.FIQUEM
EM PAZ SEJAM FELIZES NUNCA VOU ME ESQUECER DE VOCES
BEIJOS PAPAI
AH POR FAVOR AVISEM O PORTEIRO QUANDO FOREM EMBORA.
NAQUELE MESMO DIA FOMOS EMBORA COM MAMAE ME CONSOLANDO ABRACADINHA EM MIM
ENQUANTO DIRIGIA DE VOLTA PARA NOSSA CASA.
BEIJOS
DEBORHA

ME ESCREVAM:carliantunessilva@ig.com.br

 


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