Crossdresser

warning: Creating default object from empty value in /home/maite/public_html/modules/taxonomy/taxonomy.module on line 1390.

Um macho chamado Paulo - parte V (convite)

A Jennifer por ser mais pesada estava no meio dela e ela com as pernas abertas e abraçada por mim estava indo a loucura, seu ventre subia e descia, ela gritava, gritava, escapava dos meus beijos e pedia para ser fodida, mas a Jennifer judiava dela, só com as chupadas e os dedos enterrados no cu dela, então, de repente, ela explodiu em gozo, como eu nunca tinha visto, ela se contorcia, pulava, gemia e a Jennifer com um sorrisinho maroto me olhava de lado ....... foi lindo .... mágico .... uma mulher gozando .... de tanto ser chupada ...... caímos exaustas ... sabe lá que horas eram .......... ficamos entregues e adormecemos do jeito que estávamos .............................

Depois desse fim de semana, os dias passaram voando, os dias se transformaram em semanas, saí algumas vezes com o Paulo, mas notei que ele só liga quando quer marcar de sair, nunca liga depois e some por dias, ele não parece o tipo distraído, ele está mais para egoista, sinceramente, é horrível mesmo, só o Marcelo ligou, perguntou se eu estava bem, que queria me ver de novo, ligou várias vezes, mas surpresas das surpresas, na quinta o Marcelo me manda um presente por um motoboy, fiquei apreensivo, porque na empresa ninguém sabe que sou gay, e a recepcionista toca no meu ramal, me chamando para ir buscar um "presente", graças a Deus, era uma caixa de tamanho médio, embrulho sóbrio, pequei a caixa que não era pesada e voltei ao meu depto, fui ao banheiro e abri, era uma camiseta polo branca, com um bilhete que dizia assim:

"não quero lhe constranger, o verdadeiro presente está embaixo da camisa, a camisa é para mostrar aos outros, quero jantar com você hoje, só ligue para xxxx, se for para desmarcar, se aceitar não faça nada, me espere em frente ao shopping às 18:30hs, " .......

fiquei emocionado, ele pensou no meu bem estar, logo logo todos os colegas saberiam que eu recebi um presente, e seria esquisito receber algo comprometedor, o verdadeiro presente era uma calcinha preta, que imediatamente guardei no bolso, eu fiquei ansiosa, tinha um outro bilhete que dizia .... "você é um homem maravilhoso. M." ...... esse bilhete espantaria qualquer dúvida no trabalho, pois quando sai do banheiro fizeram mil perguntas e mostrei a camisa e o bilhete, as moças adoraram e os rapazes, maldosos, disseram que era eu quem tinha que mandar presente, pois "quem come é que tem que presentear", as moças protestaram, dizendo que as mulheres são independentes e presenteiam se quiserem, conversamos mais de meia hora, depois tudo voltou ao normal e esqueceram de mim, o resto do dia foi entediante, papéis e mais papéis, e o relógio parecia não querer trabalhar, as horas não passavam simplesmente se arrastavam, então, depois de muita espera, chegou as 18:00, e saí voando .......

Ele passou alguns minutos depois, eu entrei no carro e ele me cumprimentou, falou que iríamos num bar gay, ali próximo, e que ficaríamos a vontade para namorar. Eu descansei minha mão em sua perna e ele passava a mão em mim ao trocar a marcha, era bom revê-lo, ele foi super carinhoso aquela noite, e ligou várias vezes, ao contrário de ..... bom, os leitores sabem de quem ...... só de pensar no Paulo me dava raiva, pensei que se começasse a sair com o Marcelo mais vezes, poderia esquecer o Paulo...... Chegamos e deixamos o carro no valet, entramos, era um lugar aconchegante, meia luz, muitas mesas ocupadas, o que significa pouca atenção em cima da gente, porque eu ainda não estava acostumado a sair em público, tinha medo que alguém me reconhecesse, mas num lugar desses, seria bem difícil, mas eu me preocupava ............ estava nesses pensamentos, com ele me guiando pelas mãos, sentamos num dos cantos mais afastados da porta, perto de um pilar e próximo do balcão de chopp, quando a garçonete virou as costas, ele me abraçou e me beijou, a surpresa me deixou mole e só pude retribuir, foi um beijo quente, ardente e senti suas mãos vigorosas me apertando os ombros....... chegaram nossas bebidas, começamos a bebericar e conversar, só bobagenzinhas para passar o tempo, .......... ele me convidou para passarmos a noite juntos, e eu perguntei, porque só agora, depois de tanto tempo, porque não ligou e me convidou antes, então ele disse ........... bom, na verdade, eu pensei muito no dia da festa na casa da Jennifer, e quero te convidar para fazer um ménage ..... fiquei espantado, e ele me contou que pensou várias vezes naquela conversa, que gostaria de fazer ménage e que ele percebeu que eu não tinha experiência, e queria curtir junto comigo ..... fiquei espantado e perguntei, mas com quem mais?? você me disse que não tinha compromisso (namorado para ser mais claro!!!) como assim????? ...... então ele disse que realmente não tem namorado, mas isso importa????? ... tenho amigos, e meus amigos vão dar uma festinha, e o tema da festinha é exatamente .. ménage... só ficam os que estiverem em 3, os que não conseguirem vão embora, e adivinhe quem está promovendo a festa? .... olhei para ele com cara de interrogação?? e arrisquei .. o Ricardo e as travestis?? ... quase, disse ele, as travestis e a Jennifer....., fiquei pasma! .... então elas gostaram (pensei comigo), interessante .... e quando vai ser, quem vai etc etc etc .... então ele me disse que seria no fim do mês, e elas querem convidar 15 pessoas, pois elas tem só 5 quartos, ... (ah! coitadinhas, só 5 quartos, que pobreza né, vai ver por aí as pessoas têm 50 quartos, que coisa!!!!). .... ahhh tá eu disse, e se eu topar, quem será o terceiro? .... aí é que está o problema, eu não sei, como eu não sei se você aceitaria, não pensei em mais ninguém, mas gostaria de iniciar você ..... você gostaria de ser só passivo ou os dois??? ....chegou nossa comida......

Esperamos a garçonete sair e eu respondi que queria ser só passivo, e falei que tinha uma novidade para ele .... ora, ora, então me conta, o que é .... AAAAAHHHHH, QUE DELÍCIA, agora foi a minha vez de deixar ele de boca aberta, enquanto comíamos, fui relatando, pausadamente minhas duas primeiras ménages, e ele não acreditava, ah ah ah, foi muito engraçado, e eu tive uma ideia diabólica, pensei em juntar o Marcelo e o Paulo ...(aiaiai, parece que estou com ciúmes dele) .... então disse que lhe apresentaria um amigo, e ele poderia me apresentar algum amigo também, tínhamos até o fim do mês para pensar .... comemos e fomos embora.... passei em casa e peguei umas roupas, pois combinamos de eu passar a noite com ele ....

Assim que chegamos, ele disse, que não precisava me montar, só usar a calcinha, notei que sua sala era bem grande, sofás espaçosos, então fomos direto ao chuveiro, ... eu entrei, e olhei ao redor, tinha banheira e ducha, ele fechou a porta e me puxou, me encoxando e beijando meu pescoço, tiramos a roupa e fomos para a ducha, nos ensaboamos e brincamos, ele me beijou várias vezes e eu me ajoelhei para fazer um boquete, mas quando começou a endurecer parei, só queria atiçar ele, ele deu tapas na bunda por ter deixado o "serviço pela metade" eu ri e nos enxugamos, ele me levou ao quarto, muito simples, decoração sóbria, cama box, simples mesmo e eu gostei, ele não parecia extravagante nas coisas e objetos, me ajeitei na cama e fiquei esperando, estávamos totalmente nus, vesti a calcinha preta, ele veio por cima de mim e me abraçou, seu peito peludo contrastava comigo, todinho depilado e me beijou e fomos nos beijando, aquilo foi esquentando, e ele me colocou para chupar seu pau, e disse .... ou faz um serviço direito ou vai apanhar .... eu respondi ..... sim senhor!!! imediatamente senhor!!! engolia ele todinho, ele crescia e já não cabia todo em minha boca, como sempre ele estava com os pelos aparados, limpos, estava muito cheiroso, a medida que eu chupava ele crescia e endurecia, eu passava a língua em volta cabeça, sentia o gosto da baba que escorria, já tinha esquecido como o pinto dele era tão grosso, e a cabeça, vermelha, lustrosa, era muito grande e muito bonita, eu chupava e lambia e chupava mais ainda, engolia suas bolas, .... ele gemia. ... segurava minha cabeça e enfiava sua pica cada vez mais fundo, quase engasgava, mais pela grossura.... então, ele começou a socar mais rápido, gemia, se contorcia .... eu sabia que ele ia gozar na minha boca, ele inundou minha boca com muita porra, engasguei um pouco mas engoli tudo, estava gostando, eu fiquei com o rosto babado de porra, ele me lambeu todo, e me beijou, me abraçou forte, e nos beijamos demoradamente, senti que seu pau ainda meio mole meio duro, ele levabntou e ligou a TV e o vídeo, colocou um filme gay, eram só ménages, assistimos um pouco, eu já estava me acostumando com essa ideia, então ele me pediu para virar e fiquei de lado, ele começou a me lubrificar, enfiava um dedo no meu cú, me alisava, passava bastante gel, lubrificou o pau e começou a falar me minha orelha, que ia me fazer de viadinho a noite toda, viadinho só para ele, começou a forçar no meu cuzinho, a cabeça dele era bem grande e seu pau era bem grosso, ...... senti que, tinha entrado a cabeça, não doía tanto como na primeira vez, e então lembrei do Paulo, e nos últimos dois meses eu saí muitas vezes e meu cú estava se acostumando, eu pedi para ele ir devagar, não estava doendo, mas era charminho e ele me atendeu, forçava um pouquinho e parava, sentia ele me rasgando, ...mas estava gostoso, continuei fazendo charminho e comecei a notar que isso excitava mais ele .... .aaaiiii, aaaiii Marcelo, dói, seu pau é muito grosso .... ele parava sussurrava nos meus ouvidos, ......... tá bom, seu viadinho, eu vou devagar, tá bom assim viadinho, ta bom???? e continuou, bem devagar, enfiando, eu sentia cada prega do meu cuzinho se alargando, estava muito gostoso, não doía tanto, só um pouco, porque o pau dele era realmente muito grosso, e essa noite seria só prazer, nas últimas vezes eu senti muito menos desconforto que no começo, e continuei meu joquinho .... aaiiii iii iii, que caralho, ai caralho grossso, aiii iii ii, senti quando ele enfiou tudo, seu corpo estava coladinho ao meu, seu caralho, grosso, duro, estava todinho dentro de mim, eu estava suando, sentia seu peito, sua barriga, seus pelos todinhos se esfregando em minhas costas, estava uma delícia, .... tá sentindo minha pica, tá seu viadinho????...... tôoo eu disse, tô Marcelo ..... ssshhhh, fala o nome do seu macho fala ....... aaai Marcelo, eu sou todo seu, me fode vem ......eu sei, espera que vou comer seu cuzinho todinho, relaxa .... sshhh ... relaxa ........... seu abraço era quente, forte, sentia seus braços me apertando contra seu corpo, a dor que era mínima foi diminuindo aos poucos, comecei a relaxar, meu cuzinho estava se acostumando ... ele começou bombar, bem devagar, tirar um pouquinho e enfiar de novo, bombava bem devagar, com carinho mesmo, ....... senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, estava gostando muito, me preenchendo, as vezes eu pedia para parar, depois ele recomeçava, apesar de não sentir mais dor, eu queria dar àquele macho a sensação de estar me dominando, ele estava sendo tão paciente quanto da primeira vez, tão carinhoso, aaiii ... ele enfiou tudo em mim de novo, ia cada vez mais fundo, cada vez mais rápido, sentia seu pau todinho em mim, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente prá ele, eu me remexia, rebolava, a dor já não incomodava, ele continuava, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele ia mais rápido agora, mais rápido, aiaaaiaiaiaiaaiiai me come Marcelo, come seu viadinho, fode meu cuzinho, eu gemia, rebolava, nós suávamos muito, fazia calor e meu cuzinho ardia em brasa, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, que eu era um viado muito gostoso, ele gostava de comer viado de calcinha, .... fala que é meu viadinho, fala .......... aiaiai eu sou seu viadinho, eu sou viadinho do Marcelo, ...... enquanto eu gritava, sentia sua pica sair e voltar, eu gemia muito alto, pedia mais pica, mais pau, meu cu era todinho dele, a cada estocada ele alargava meu cu mais ainda, ........ sente esse caralho no cu, ele dizia ......... eu estava adorando, quando dei por mim tinha gozado entre minhas pernas, mas meu pau estava meio mole e meio duro, e estava quase gozando pela segunda vez, gozando pelo cu, então ele parou, senti espasmos no seu corpo todo, ele me apertava contra ele, sua pica crescia atolada no meu cuzinho, não aguentei e dei um grito maior ainda, aaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou gozaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrr e então........ eu estava me esporrando todo, todo melado, quando senti seu grito rouco e abafado, junto com um aperto e ele parecia ter conseguido enfiar um pouco mais, sentia seu pau no meu ventre,......... então ele gozou, encheu meu cu de de porra,.... continuou esporrando ..... esporrando e gritando ...... aaahhhh aahhhh aahhhh viado gostoso, ..... aaahahh viado puto ........ .estávamos ofegantes, pelo esforço, pela entrega, continuamos abraçados, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizado, plenamente, adormecemos nessa posição, ......... sonhei com o Paulo e com o Marcelo ...... agora sei ... que queria dar para os dois na mesma noite, não sei se vou aguentar, mas eu quero muito, muito, eles eram parecidos, carinhosos, ..... eu iria gostar muito.... ................... vai ser duro esperar até o fim do mês ....................

 

 

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte IV

E depois nos beijamos os três, foi uma farra daquelas, novamente nos lavamos, mas dessa vez voltamos para cama para dormir, dormi abraçado com a Rose e a Talita me encoxando...... eu estava com o cuzinho todo assado ... nem o Marcelo e nem o Paulo me deixaram assim .... ia precisar descansar meu cuzinho alguns dias ..... não vou aguentar outra surra de pica seguida rsrrsrsrs ..........

... acordei no sábado de manhã, notei que estava só na cama, totalmente nu e coberto apenas pelo lençol, me espreguicei e fui ver as horas ...... aaaaaaaaiiiiiiii, minha nossa !!!!!!! já passava das 11 da manhã, procurei minhas roupas e não achei, vesti a calcinha e o robe e fui ao banheiro, aaaiaiii meu cuzinho estava todo ardido, sentei prá fazer xixi, aiiii que delicia, é tão gostoso fazer xixi sentado... aiai ahh ... bom, me lavei e desci para procurar "as meninas", a cozinha vazia, na sala não estavam, fui procurar na varanda .... cheguei e encontrei a Jennifer fazendo topless numa espreguiçadeira e a Jandra estava mais na ponta, deitada numa esteira acolchoada e totalmente nua, então eu disse .... Bom dia!!! bom dia, meninas!!! .... a Jandra quando me ouviu, deu um salto de gata e correu prá me beijar, pegou em minhas mãos e me fez sentar no sofá pedindo que eu contasse "tudinhoooo" ....
a Jennifer me deu dois beijinhos e perguntou se eu queria café, pois elas tinham acabado de tomar um café, eu disse que sim ..... então, a Jandra, sem soltar minhas mãos, me pedia, conta, conta, conta tudinho....

Então eu contei, o máximo que pude sem corar, ela perguntou se eu tinha gostado e eu disse que sim, então perguntei, ... mas e você? você tá tão eufórica, você gosta??? ... então, de repente ela ficou com o rosto bem triste e disse que até tentou, ela disse mais ou menos assim
.......Olha Pedrita, eu não me sinto bem, sabe a a Jennifer tem vontade de vez em quando, mas eu não me sinto a vontade, a Jennifer prefere chamar homens ou mulheres, tanto faz, mas EU, EU me sentiria um pouco melhor se fossem travestis, eu não gosto de ser penetrada por homens, eles são brutos, e as mulheres não tem graça, porque eu sou mulher, então uma travesti encaixaria bem, poderia me penetrar com a suavidade de uma mulher, e os homens passivos, perdoe a expressão da palavra "são uns merdas" ..... e ooohhh, desculpe, ... eu quis diz---.......

Eu a interrompi, sim, eu sabia, as mulheres acham os homens passivos, nojentos, frouxos, uns merdas mesmo, mas eu estava surpreso, chocado ... fui pego de surpresa, e sei que ela não falou de mim, mas doeu, doeu fundo....

.....então ela consertou dizendo, eu não vejo você como homem, depois que vi você montada, uma CD, você parecia mais mulher, eu enxergo você como amiga, entende??? uma amiga, não importa se você está montada ou não, para mim você é uma menina e aquela imagem não sai da minha cabeça .... você me perdoa ... por favor .....

Então, eu a abracei, e nós duas choramos, eu porque queria ser aquilo que ela enxergava, ela, por ser sensível, sabia que tinha me machucado, e estava doendo, doendo mais que o meu cuzinho todo esfolado, nessa hora a Jennifer chega com uma bandeja, repleta de guloseimas, suco de laranja, iogurte, uma xícara de café fumegante, torradas, queijo branco e uma fatia de bolo de laranja, eu estava faminta, comi tudo, deixei o suco por último e fiquei bebericando enquanto conversávamos, a Jandra confessou o motivo das nossas lágrimas e a Jennifer não acreditava que ela tivesse dito aquilo, fomos mudando de assunto, elas queriam saber se eu poderia passar o fim de semana com elas ou se queria ir embora, a Jandra então praticamente implorou para eu ficar, falou que poderíamos se divertir muito, e elas me ensinariam alguns truques de maquiagem, montagem, depilação, etc.... pensei que seria bom fazer alguma coisa diferente, então aceitei .......... a Jandra pulou no meu colo e me encheu de beijos ....(no rosto é claro...).........

Quando o sol começou a ficar muito forte, levantamos acampamento e entramos, a Jennifer pediu que a Jandra preparasse alguma coisa rápida e leve para o almoço e disse que iria comigo até a farmácia, comprar coisinhas de depilação e maquiagem etc etc .... A Jandra perguntou: Alguém tem alguma sugestão????????

Então eu disse, sim, tenho, salada de algodão, sopa de isopor e de sobremesa gelatina rsrsrsrsrrss .... saí correndo pois uma almofada vinha em minha direção, subimos para nos arrumar e a Jandra foi cantarolando para a cozinha.... enquanto tomávamos banho perguntei para a Jennifer, coitada, ela vai mesmo ficar cozinhando??? ... aí ela riu e respondeu que as empregadas deixavam a comida pronta na geladeira ou no freezer, que era só montar e esquentar, fazia anos que elas não sabiam o que era cozinhar, só lanchinhos rápidos e bebidinhas .... (eu pensei comigo as "empregadas" no plural, caramba!!! é muito luxo...) .... ela me pediu o sabonete e a buchinha e passou nas minhas costas, dizendo que era para dar uma pré-esfoliada, ensaboou as minhas costas, peitos, e depois eu a ensaboei, ela me virou para me enxaguar e passou a mão no meu reguinho, meu cuzinho estava muito dolorido e eu me acusei, ela percebeu e riu e me abraçou por trás e ficou massageando meu cu bem devagar, eu me deixei levar, estava muito gostoso, nos viramos e trocamos um beijo molhado, então ela me afastou e disse, sshshshhh, não podemos fazer isso ... e saiu para se enxugar, eu percebi seu pinto duríssimo, mas era menor e menos grosso que da Rose e da Talita, e eu senti um tesãozinho também, na estava muito duro, mas estava um pouco... .. . saí do chuveiro fui me enxugar e me vestir.

Uns 20 minutos depois, descemos e demos beijinhos de tchau na Jandra, que estava arrumando as travessas para saladas e saímos. A Farmácia era grande, tinha uma grande área de cosméticos para o público feminino, a Jennifer escolheu várias coisinhas, potes de creme hidratante, esfoliantes, creme depilatório, calmante para a pele pós depilação, etc etc,menos de uma hora estávamos de volta, e encontramos a Jandra arrumando a mesa redonda da sala, a sala era grande, mas com as portas balcão abertas e todo aquela claridade entrando, a sala ficava maior ainda, três lugares arrumados, taças, um vinho branco gelando no bale, uma grande travessa de saladas verdes, uma panela de vidro com tampa cheia de arroz branco, fumegante ao que parecia, e ela disse que serviria "filézinhos de peito de frango com batatas coradas assados ao molho de vinho branco", sentamos nas poltronas e ela veio nos trazer um drink num copo pequeno, muito gelado, era vodka, com frutas vermelhas, sentamos as três e papeamos por alguns minutos quando ouvímos o som da cozinha ..... plin, plin!! ... a Jandra levantou e disse ......

..... ahá!! , sentem-se em seus lugares, pois agora está tudo pronto, comemos, conversamos, demos boas risadas e realmente além de leve, a refeição estava muito gostosa, a seleção de saladas era divina, endívias, radíchio, rúcula, escarola e agrião, temperada com uma espécie de molho de azeite, limão e grãos de quinoa, estava realmente uma delícia, ficamos conversando até por volta de quatro horas, então rapidamente tiramos a mesa ( eu ajudei) e fomos lá fora aproveitar o sol do fim da tarde, a jandra trouxe um licor para nós, muito bom por sinal, era de jabuticaba, e ficamos assim por algum tempo .....

Então a Jennifer puxou conversa sobre a noite de ontem, fiz um breve resumo, porque a Jandra já sabia de tudo, ela perguntou ... bom, agora que você já experimentou, você já sabe se gosta se não gosta, você repetiria???????? Ela me deu um olhar significativo, mas a Jandra por estar na outra ponta não percebeu, .... então eu lembrei do banho, senti que aquilo mexeu comigo .... e disse que sim, que repetiria, mas só se fosse com travestis, que são mais meigas, carinhosas, que não estava preparada para sair com dois homens, ... ficamos as três imersas em pensamentos ... e desa vez foi a Jandra, que mordeu a isca que a Jennifer tinha lançado, ingenuamente perguntou .... Pedrita, e se fosse uma travesti e uma mulher, você transaria com elas ????? ....... o sorriso de satisfação da Jennifer era indescritível, pena que a Jandra não podia ver, olha como são as coisas, ela era muito safada e muito esperta, conseguiu o que queria sem ter pedido, isto é, ainda ia fazer cena dizendo que faz todas as vontades da Jandra, mas é muito cara de pau ...... tive vontade de negar, mas na primeira engasgada ela me fuzilou com o olhar .....

Bom, disse eu, ... Jandra, bem, assim de repente, ... bom, eu acho que sim, aceitaria sim, mas antes de concordar eu iria querer conhecer primeiro, sem conhecer eu não faria .... e escutei ela responder com um suspiro de satisfação .... aahn tá! lógico, você está certa, conhecer primeiro, isso é muito bom, muito bom mesmo .... e ficou olhando para o teto.... faltava pouco para o por do sol, a Jennifer então disse, por que não subimos ao nosso quarto?? a varanda lá é enorme e podemos ver o por do sol inteirinho, pois o nosso quarto dá para os fundos de terreno, não tem nada para atrapalhar a visão, nem árvores ..... subimos imediatamente estávamos todas só de calcinha após o almoço e tudo saía como a mente diabólica da Jennifer queria......

Lá ficamos tomando um restinho de sol, e ficamos admirando o sol se pôr, então a Jennifer os chamo para a sessão de "estética" ... vamos meninas ..... o quarto delas era enorme, a cama redonda ocupava quase a metade do quarto, não tinha armários, isso significava que uma das portas levava ao closet e a outra ao banheiro e a outra ???? então, pasmei gente!!!!! era outro quartinho, com duas macas de massagem, um espelho do chão ao teto e de parede a parede e um balcão lateral cheio de badulaques, cremes, e tudo o mais, então eu a Jennifer deitamos e a Jandra seria a "depiladora" primeiro recebemos uma massagem, depois um creme esfoliante, e depois a sessão "tira-pelinhos", é claro que das duas era eu que tinha mais, depois creme hidratante, foi uma delícia, depois ela cuidou das nossas sobrancelhas, desenhou os pelinhos pubianos da Jennifer em forma de coração e os meus em forma de triangulo e deixou bem curtinhos, foi uma festa, rimos demais .....

Então a Jennifer nos chamou para uma ducha, fomos tomar banhos juntas, todas nós, saímos e fomos nos enxugar e colocar uma roupa, a Jennifer disse para escolhermos qualquer roupa, mas tinhamos que escolher um estilo e que ela iria se trocar, estava pensando no estilo motoqueira, a Jandra adorou e disse que me levaria junto para me maquiar, então ela perguntou que estilo eu queria, mas eu não sabia, estava indecisa, então ela disse que se trocaria primeiro, para eu me inspirar, ela colocou uma calcinha branca, de renda e babados, e uma micro saia plissada azul marinho, meias 3/4 brancas, sapato preto baixo e uma blusa branca de mangas curtas, colocou uma gravatinha fina azul marinho também, e enquanto se maquiava perguntou como ela estava e se eu já tinha alguma ideia.. ........ Então, eu fui até o guarda-roupa, escolhi uma roupa de havaiana, ou pelo menos parecia, uma blusa florida bufante de mangas compridas, um saia também florida até o pé, uma calcinha rosa, achei um colar de fru-fru branco e enrolei no pescoço e várias pulseiras, fiquei descalça, aí ela veio me maquiar, lápis nos olhos, um pouco de pó, tudo bem suave, e um batom cremoso rosa, então ela me deu a mesma peruca da outra vez e prendeu com uma fita elástica florida, ficou bem legal, então fomos para o quarto, a luz estava apagada, só um pequeno abajur iluminava parte da cama, chegamos e sentamos a beira da cama esperando a Jennifer, então ela chega, toda de preto, calça de couro justa, botas cano longo, soutien preto, jaqueta de couro e ainda o boné de motoqueiro anos 60, super linda, ela chegou e nos abraçou, e foi logo beijando a Jandra e depois me beijando, e autoritária disse: ... tirem minhas botas .... e beijem meus pés....

Tiramos suas botas, beijamos seus pés e ficamos esperando a nova ordem, ........tirem minhas calças e chupem meu pau ......

Tiramos suas calças e começamos a chupar seu pau, nossas linguas se encontravam e nos beijamos várias vezes, a Jandra parecia bem, e estava aceitando bem a minha companhia, em dado momento, ela passou a mão em meu rosto e me beijou na boca ternamente, me deu um olhar doce e perguntou se eu estava gostando, respondi que sim e perguntei o que ela estava sentindo, .... ela respondeu sorridente que estava gostando muito..... tirem minha jaqueta, chupem meus peitos e beijem minhas mãos ........

Tiramos sua jaqueta, chupamos e beijamos suas tetas e beijamos suas mãos, ela nos puxava e nos beijava, ora uma ora outra, então tirou o boné e jogou num canto, subiu para o alto da cama e chamou nós duas, uma de cada lado, e assim nós alternávamos beijos de língua, beijos nos peitos e beijos entre nós, .... tirem as calcinhas ....quero ver vocês se chupando em 69.....

Tiramos as calcinhas e a Jandra desceu até meu pinto e começou a chupar, e eu chupava sua buceta avidamente, senti a Jennifer acariciar meu cuzinho, depois ela passou um creme, bem geladinho e passou a lubrificar meu cuzinho e enfiar o seu dedo, cada vez mais fundo, senti que ela estava massageando minha próstata, isso ajudou o meu pauzinho ficar mais durinho, a Jandra chupava e beijava com uma maciez incrível, nós nos viramos, agora eu estava por cima da Jandra, ela engolia meu pintinho inteiro, até as bolas, e eu chupava sua buceta com avidez, então a Jennifer passou mais gel no meu, aquela sensação geladinha me aliviava, e percebi que ela estava fazendo isso para me penetrar, senti que a Jandra segurava minhas coxas agora, abrindo minhas pernas e chupando cada vez mais fundo, devagar, calma, então as mãos de Jennifer em minha bunda, arreganhando meu cuzinho, só tive tempo de levantar a cabeça e pedir, com carinho, mas a Jandra juntou os joelhos me prendendo em sua buceta, senti o caralho da Jennifer me penetrando, eu estava com o cuzinho dolorido por causa de ontem, gemi alto, mas na posição que estava, estava completamente dominada, a voz da Jennifer soou imperiosa.....

Relaxa Pedrita, senão vai doer mais, você queria não queria, abre essas pernas, vamos abre menina, me deu alguns tapinhas nas nádegas, ........ e a Jandra me abria as pernas, ela então socou, socou, e foi enfiando, devagar, mas sem parar, gemi, sacudi, estava ardendo, A jandra então falou ..... Pedritinha, vai ..... .. ajuda, rebola que passa..... aceita minha dona como sua dona ..... você vai ficar agradecida ..... vai relaxa ...... amiga.... vamos ...seja boazinha ..... senti as bolas da Jennifer, ela socou tudo em mim, ainda bem que seu pau era menor, mas mesmo assim doía um pouco, e ela socou, socou, ia e volta, e tirava e enfiava de novo, tudo bem devagar, eu já não aguentava, e a Jandra me chupando, estremeci, meu corpo dava espasmos e eu não conseguia me controlar, a Jandra gritou ..... vai gozaaaaaaaaarrrrr .....me deixei largar .. gozei na boca dela e senti a Jennifer esporrando no meu cu, com violência, soltou vários esporros e a cada esporro, socava bem fundo, ela desmontou de cima de mim e eu cai para o lado, a tempo de olhar as duas se beijando e trocando beijos com minha porra nos lábios....... a Jennifer deitou entre nós novamente e eu estava suspirava profundamente, que gozo.... foi incrível, eu gozei bastante também, estava exausta ... pedi água e a Jandra foi buscar......

Enquanto isso a Jennifer me beijou longamente e acariciava meu rosto, e disse ...... eu passei o dia inteiro pensando em te comer, você está muito gostozinha e geme como uma putinha, eu gostei, você gostou??? .... sim eu disse, foi muito bom, gostei sim, a jandra chegou com a água gelada, bebemos muito, todas nós, então a Jennifer mandou a gente chupar o pau dela de novo, e começamos a chupar o pau dela, então ela puxou a Jandra para um longo beijo, e eu chupava seu pau, que já ia endurecer de novo, depois de algum tempo, ela mandou a Jandra sentar no pau dela, e eu assisti aquele pau tão lindo, se esconder na buceta dela, e ela começou a cavalgar e a Jennifer mandou que eu beijasse ela, e a Jandra com o pau atolado na buceta me beijava sofregamente, e gemia muito, ela pulava e se remexia toda, a Jennifer tinha realmente um folego de gata, seu corpo moreno, esguio, pulava e remexia fazendo a Jandra subir e descer, a Jandra gritava agora, seu suor escorria pelo corpo todo, ela subia e se jogava e sentia o pau da Jennifer comer-lhe as entranhas, ...... então ouvimos sua voz novamente .......quero gozar na boca de vocês duas ......... a Jandra desmontou imediatamente e ambas voamos para seu caralho, agora muito duro e a ejaculação subiu forte e nos atingiu direto na boca, dividimos aquela porra avidamente e chupamos tudo, até deixar o pau dela limpinho, mole, mas limpinho.....

Estávamos todas cansadas, suadas, deitamos e a nossa respiração, forte e ofegante, fazia ecos de coral, aos poucos, fomos nos acalmando, tomamos mais água, e então a Jandra falou que queria gozar de novo, então ela pôs a Jandra para me chupar e ela começou a chupar a buceta da Jandra, e eu chupava sua pica, estávamos em um triângulo perfeito, todas estávamos nos chupando, a Jandra enfiava um dedo no meu cu e me chupava animadamente, eu chupava a Jennifer e passei a brincar com o dedo no seu cuzinho, e pelos movimentos ela gostou, e a Jennifer chupava a buceta da Jandra e enfiava o dedo no cu dela, e ficamos nos chupando, muito, e brincando no cuzinho uma da outra, até que a Jandra, foi parando de me chupar, seu corpo tremia, ela gemia muito alto, suas pernas esticavam e o ventre saltava em espasmos ritmados, a Jennifer não parava de chupar a buceta dela e estava com dois dedos enfiados no cu dela, ela gritava agora, forçava a cabeça da Jennifer para entrar em sua buceta, então agarrei seus braços num abraço apertado e a beijei, a cada pausa para respirar ela gritava, gemia, se contorcia, pulava cada vez mais rápido, a Jennifer por ser mais pesada estava no meio dela e ela com as pernas abertas e abraçada por mim estava indo a loucura, seu ventre subia e descia, ela gritava, gritava, escapava dos meus beijos e pedia para ser fodida, mas a Jennifer judiava dela, só com as chupadas e os dedos enterrados no cu dela, então, de repente, ela explodiu em gozo, como eu nunca tinha visto, ela se contorcia, pulava, gemia e a Jennifer com um sorrisinho maroto me olhava de lado ....... foi lindo .... mágico .... uma mulher gozando .... de tanto ser chupada ...... caímos exaustas ... sabe lá que horas eram .......... ficamos entregues e adormecemos do jeito que estávamos .................

 

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte III

Sonhei com o Paulo e com o Marcelo ...... não sei aguentaria dar para os dois na mesma noite, mas eles eram muito parecidos, carinhosos, mas eu fiquei pensando muito em fazer sexo a três ..... mas não sabia como .... talvez as meninas .... ................... amanhã quem sabe ....................

No domingo de manhã, acordamos por volta do meio dia, alguns convidados tinham ido embora, eu já tinha voltado a ser "sapo", tomamos um café e o Marcelo perguntou se eu queria que ele me levasse para casa, mas a Sonia disse que me levaria, as meninas pediram para eu ficar, me despedi do Marcelo e voltei para a varanda para conversar, elas estavam louquinhas para saber como tinha sido, ..... eu contei tudo nos mínimos detalhes, elas riam e se deliciavam ...... elas me disseram que o Marcos perguntou de mim antes de ir embora, queria o telefone e coisa e tal, ... mas elas não deram .... então nessa hora fiquei olhando para o nada e e divaguei .... elas perceberam e perguntaram se eu estava interessada no Marcos .... eu disse que não, mas a Jane espetou um cravo nas minhas dúvidas .... talvez ele quisesse "dois" .... elas riram e perguntaram, ....... ahhh fala Pedro, você tem vontade de ficar com os dois .... me pegaram de surpresa, fiquei corado de vergonha e respondia que não sabia, que nunca tinha me acontecido isso, ...... A Jane falou que se eu quisesse ela ajudaria ...., falei que ainda não estava preparado, ..... então a Jandra e a Jennifer nos convidaram para passar o dia lá, mas a Sonia e a Jane precisavam voltar e eu queria ir pra casa...... estava um pouco cansado..... elas foram se arrumar e a Jandra foi com elas .... fiquei só eu e a Jennifer ........ ela me disse que se eu estava me descobrindo agora, que eu deveria pensar e experimentar qualquer coisa que não me desagradasse, pois depois poderia escolher o que quisesse, amor e sexo são coisas diferentes, às vezes elas também sentem vontades de "apimentar" a relação, a única coisa proibida são as mentiras, se os dois tem a mesma vontade, não é ruim, se um não concorda o outro deve respeitar, então ela me explicou que as duas travestis da festa, moram juntas, namoram a seis anos e elas curtem uma terceira pessoa de vez em quando, preferem homens, mas já tiveram mulheres, são desencanadas, as duas gostam, a Talita (uma delas) gosta mais, até porque é mais ativa, mas as duas curtem juntas, sempre que podem, e o Ricardo é velho conhecido, é de confiança, se cuida, e ele também curte esse movimento .... ela saberia se elas me "notaram" e perguntou se podia passar meu telefone ... eu disse que sim, para qualquer um, eu queria fazer novas amizades, seria bom ......

No caminho de volta perguntei a Sonia o que ela achava disso tudo, ela disse que daria o maior apoio, desde que eu estivesse certo do que queria fazer, cada um pensa de um jeito, ......... eu e a Jane estamos bem juntas, hoje não pensamos nisso, mas eu já fiz programas de casais e ménage antes de nos conhecermos, mas ela não curte e eu respeito, e não sinto vontade, acho que se você ainda não se amarrou em ninguém e tem vontade ou curiosidade, melhor agora do que depois ...... ficamos um tempo pensativos .... logo depois elas me deixaram em minha casa. Fui direto ao elevador, cheguei, caí no sofá e liguei a TV, acho que cochilei ..... quando acordei já eram quase oito da noite, o celular estava tocando ......

.... alô, ........ oi Pedro é o Paulo ...... Oi Paulo, pôxa, que sumiço hem??? ..... Aahhh Pedro, não fala assim, eu estava com uns problemas .......ok, tá bom!!! e então??? o que foi??? bom, estou sozinho em casa, queria conversar com alguém e pensei em você ..... aaahhh Paulo, amanhã é segunda, tô super cansado .... por isso mesmo que eu estou ligando, se você me fizer um café, eu te faço uma massagem no corpo inteiro ......... aaahh, sério?? bem que eu gostaria .....mas me diga ... onde vc aprendeu a fazer massagem??? você quer é outra coisa ..... ... de jeito nenhum levo até o diploma, acabo de me formar ... preciso praticar rsrsrsr ......... bom, só em troca do café??????? .... claro, somos amigos, para os amigos é de graça, o cafezinho é só para esquentar rsrsrsrs ......, bom, então vem..... bjs ... bj..desliguei. Fui tomar um banho, percebi que meu cuzinho estava dolorido, aiai era hoje que ia ficar com o cu assado .....

Ele chegou as nove em ponto, e nem preciso dizer que foi uma noite maravilhosa, fiquei arregaçado, dolorido, com o cu ardendo, mas estava super satisfeito, e não é que o fdp sabia fazer massagem... a d o r e i .....ihihih

A semana passou voando, mas o Paulo nem me ligou, ele parecia o tipo distraído, sinceramente, é horrível esperar alguém ligar e a pessoa "nem tchummm", mas para minha surpresa o Marcelo ligou, perguntou se eu estava bem, que tinha tido um fim de semana ótimo e que queria me ver de novo, ligou segunda e quarta, mas surpresas das surpresas, na quinta quem me liga foi a Jennifer, dizendo que a Talita e a Rose gostariam de me conhecer melhor, ficaram interessadas em mim, principalmente depois que apareci montada, eu fiquei ansiosa, fiz mil perguntas e conversamos mais de meia hora, ela disse que eu devia pensar, porque um encontro desses já se sabe como vai terminar, se eu aceitasse "sair" para conversar e conhecer melhor as pessoas, eu devia escolher, um restaurante ou coisa parecida, se eu as receberia em casa ou iria para a casa delas não teria como voltar atrás, mas como ir montada a um restaurante, fiquei apreensiva, tinha muita curiosidade, e achava melhor estrear com travestis do que com dois homens logo de cara, então ouvia a voz da Jandra ao fundo, logo depois a Jennifer me falou que se eu preferisse ela poderia organizar um jantar na casa dela, se tivesse "clima" eu ficaria e passaria a noite lá com elas, senão iria embora para casa, mas lá poderia me montar e desmontar sem problemas e não iria aparecer na rua. Ela me confirmaria no dia seguinte de manhã, e ficaria marcado para sexta à noite.

Na sexta logo de manhã, a Jennifer liga e confirma, perguntou se eu estava preparada, e que horas poderia chegar, ..... eu disse que iria direto do trabalho e chegaria por volta das sete, ela achou ótimo, disse que eu não deveria perder tempo em comprar nada, elas não queriam me ver montada dessa vez. Passei o dia todo ansiosa, seria minha primeira vez, mas estaria com pessoas do bem, na casa de uma pessoa que se tornou grande amiga com o tempo, então no horário combinado eu cheguei na casa dela. Conversamos um pouco, ela perguntou se eu queria tomar um banho e eu aceitei. Tomei um banho de banheira bem gostoso, passei hidratante no corpo todo, eu estava totalmente depilada, pena que estava de sapo, mas acho que será melhor assim, um dia quem sabe, se eu fizer com dois homens, ficaria montadinha. Depois vesti um robe e fiquei esperando por elas, eu e a Jennifer ficamos tomando um drink na varanda, ela me disse que já tinha feito ménages antes, ativa e passiva, preferia ser ativa, porém pouco fez com duas mulheres, normalmente eram homens ativos ou passivos, mas com a Jandra aconteceram poucas vezes, a Jandra não se sente muito à vontade, então ela não força a barra.

Lá pelas oito da noite elas chegaram, Talita e Rose, estavam lindas, as duas com roupas pretas, calças, botas e blusas, tudo preto, só os colares e pulseiras douradas se destacavam, elas eram altas, mais de 1,80, ambas morenas, mas a Talita era morena clara e a Rose bem branquinha, sentaram do meu lado, e conversamos um pouco, a Jennifer perguntou se elas queriam um drink, elas aceitaram e a Jennifer foi buscar, eu já estava no terceiro e estava super alegre e muito ansioso também, elas sabiam que eu não tinha experiência, mas deixaram claro que eu ia gostar e elas não são adeptas de violência, não deveria ter medo, a Talita passou a mão pelos meus ombros e me puxou para o lado dela, dando-me um beijo, molhado, gostoso, sua língua passeava em minha boca leve e solta, a Jennifer chegou com os drinks, ficamos bebericando e conversando, então a Rose disse que ia subir e arrumar o quarto e para irmos depois de 10 minutos. Conversamos mais um pouco, a Jennifer nos deu beijinhos e disse que ficaria na sala vendo TV e mais tarde iria dormir, após a saída dela nos beijamos novamente, senti sua mão por baixo do robe me alisando, apertando meus mamilos, ela se aproximou do meu ouvido e disse ...... vamos subir ......

Chegamos no quarto, um abajur bem fraquinho iluminava com um fio de luz a cama, grande e branca, e a Rose estava só de calcinhas, deitada, nos esperando, a Talita puxou meu robe e eu fiquei só de calcinhas também, ela se despiu, e me levou para a cama, deitou entre eu e a Rose, e a Rose passou a chupar o pau da Talita e me chamou para ajudar, em poucos minutos, eu e a Rose chupávamos o caralho da Talita, que era bem grande e grosso, chupávamos, lambíamos, as vezes nos beijávamos, em poucos minutos o pau dela estava duríssimo, mas ela não dava o menor sinal de gozo, mandou a Rose ficar de quatro e eu por baixo chupando a pau da Rose, que era um pouco menor mas grosso também, e vi ela enterrando aquele caralho enorme no cuzinho da Rose, e ela foi enfiando, e a Rose balançava o quadril e enfiava seu pau todo na minha boca e quando levantava sua bunda ia de encontro ao caralho da Talita, a Rose começou a gemer, enfiava seu pau com mais força, sentia chegar na garganta, eu chupava avidamente, segurava em suas coxas e sentia o tremor de suas pernas a cada estocada da Talita, esta não demonstrava o menor cansaço, então a Rose gritou e se largou, com o caralho atolado na bunda ela esporrou em minha boca, me lambuzou todo, no rosto, no peito, na cama, era porra prá todo lado, eu tinha engolido um pouco, mas estava com o rosto todo melado, então a Talita me lambeu a cara toda, o peito, e me beijou, profundamente, ansiosa, enquanto estávamos abraçados nos beijando, a Rose começou a lambuzar meu cuzinho com creme, enfiando os dedinhos, tentei me virar, mas a Talita não deixou, ficamos nos beijando até a Rose avisar que estava pronto, ela parecia recuperada agora, então a Talita me virou de frente e montou sobre mim, abrindo minhas pernas e deixando meu cuzinho a mostra, a Rose então veio me beijar, mas eu estava um pouco tenso, com medo do pau dela me machucar, elas sabiam disso, senti o pau dela na minha portinha, a cabeça era grande e o pau bem grosso, ela foi forçando devagar, mesmo lubrificado meu cuzinho doía, ela forçava e eu pedia para ir devagar, a Rose me beijava, eu gemia, sentia meu cuzinho arder, ela enfiou a cabeça, o esforço foi tanto que que fui com a cabeça e o peito para a frente, a Rose não parava de me beijar e agora me punhetava também, eu só soltava uns gemidos, a Talita continuava empurrando, eu sentia meu cuzinho abrindo, alargando, aquele membro duríssimo, grosso, continuava entrando, me rasgando, tentei segurá-la pela coxa, mas ela seguro meu braço e a Rose segurou o outro, eu arfava, gemia, tentei gritar, mas o que se ouvia era um som abafado pelo beijo de língua da Rose, então a Talita deu a última avançada, as lágrimas escorreram do meu rosto, ela parou, foi descendo seu corpo sobre mim, eu não lutava mais, só queria acostumar meu cuzinho para que não doesse, ela então me beijou, as duas me beijavam agora, alternadamente, eu gemia baixinho, a Rose acariciava meus cabelos, elas foram me acalmando, ainda doía um pouco, a Talita tirou bem devagar, eu senti um vazio imenso, parecia que passaria um braço pelo meu cu, então ela trocou de lugar com a Rose, que passou mais creme e começou a enfiar, não doía tanto agora, ele enfiou tudo, e suas coxas batiam nas minhas, enquanto isso a Talita se colocou acima da minha cabeça e agachou de forma a sua rola enorme cair direto na minha boca, enquanto a Rose bombava meu cu sem dó ela fodia minha boca, sua pica enorme e grossa chegava na minha garganta com facilidade, eu comecei a sentir tesão agora, a dor estava passando, então elas trocaram de lugar novamente, me viraram de quatro e agora as duas metiam em mim, eu acabei deitado em cima dos travesseiros, com o cu arrebitado para cima, e as duas me cobriam, uma de cada vez, em senti que ia gozar, com meu pinto prensado no colchão, então a Talita avisou o gozo, e explodiu em porra, inundando meu cu com um leitinho quente, grosso, depois elas me fizeram sentar na cama, e eu recebi mais jatos de porra no peito, da Rose e da Talita, deitamos um pouco para nos refazer, eu estava no meio, a Rose lambia meu pinto, todo o restinho de porra que eu tinha deixado, e a Talita me beijava, a Rose não dava trégua, parecia não se cansar, tanto fez que nos arrastou para um banho de banheira, fomos os três, comparei nossos pintos e o meu era bem menor, nos lavamos, nos chupamos, nos lavamos, nos beijamos, fizemos um monte de sacanagens e voltamos para a cama sem se enxugar, passei a mão no meu cu, estava literalmente arrombado, coisa que nem o Marcelo nem o Paulo fizeram, aquela traveca tinha um pinto poderoso..... a Rose pediu para comer a Talita, então ela falou, ....... tá bom vamos fazer um trenzinho e você me come, elas então me ajeitaram de bruços em cima dos travesseiros e lambuzaram meu cu, então a Talita montou sobre mim e começou a me fuder, devagar, me abrindo, me rasgando, aaaiiii que pau grosso, que eu aainda sentia ele raspando, me alargando, mas doeu bem menos, então senti que ela enfiou até o fundo, foi quando a Rose trepou em cima dela, senti um pouco o peso das duas, então a Rose começou a bombar, começou a bombar, e a cada estocada dela, a Talita me dava uma estocada também, depois trocaram de lugar, eu sentei na cama e a Rose me chupou, chupou e me fez gozar na boca dela, ela sugou tudo e dividiu com a Talita, e as duas agora estava se punhetando e as duas gozaram na minha boca, e depois nos beijamos os três, foi uma farra daquelas, novamente nos lavamos, mas dessa vez voltamos para cama para dormir, dormi abraçado com a Rose e a Talita me encoxando...... eu estava com o cuzinho todo assado ... nem o Marcelo e nem o Paulo me deixaram assim .... ia precisar descansar meu cuzinho alguns dias ..... não vou aguentar outra surra de pica seguida rsrrsrsrs ...........

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Mulher de Belém com carinho especial por cdzinhas procura alguma que queira relacionamento sério

Seu nome ou Apelido: 
Sayuri
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
PA
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
Belém
EU SOU:: 
Mulher
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Crossdressers

Sou descendente de japoneses e sou uma SO (supportive opposite), isto é, sou mulher e tenho maior carinho pelas CDzinhas.
Busco uma CDzinha japinha, lisinha, que adore vestir fio dental e sainha, que curta inversão e dominação com muito carinho e que queira um relacionamento sério.
De preferência que more em Belém, ou podemos coversar sobre isso.
Não estou em busca de algo passageiro ou flerte.
Quero algo sério.
Se você for casado não preciso nem dizer que não tenho nenhum interesse em você.

 

Como CD, minha primeira vez com um homem

Olá a todos, procurei recordar com todos os detalhes, a minha primeira vez e vou contar porque desse apego muito forte que tenho com meu homem hoje.
Na época eu passava por uma crise de identidade e queria um homem/amante.
Meu amigo, e como ele é Advogado, e depois de nos conhecer e ver nossa afinidade marcamos, e combinamos de eu ir até seu escritório depois do horário de expediente e eu me montaria somente para ele ver.
Seria só para eu me mostra e também poder apreciar sua euforia e podia até rolar alguma coisinha rápida.
No dia marcado cheguei lá por volta das 17:50 horas como um cliente, ele dispensou a sua atendente e conversamos um pouco e logo fui ao banheiro me trocar. Tirei minhas roupas e guardei num armário dele e me montei rapidinho e sai de mansinho mais morrendo de vergonha e inibição.
Vi em seu rosto e pelo semblante de seus olhos algo que não sei explicar mais creio que era uma mistura de admiração, alegria, euforia, inibição, etc... tanto como eu.
Dei uma desfiladinha e me aproximei dele para ver sua reação.
Ele sorriu e pediu que eu sentasse no seu colo como uma menina. Beijou meu rosto, alisou meu corpo, minhas cochas, sorriu, e disse: “Minha menina”...
Nisso alguém bateu na porta.
Ele disse: “deve ser a mulher da limpeza, me esqueci”.
Eu ia para o banheiro quando ele disse: “lá não ela vai limpar, entre debaixo da mesa”.
Era uma mesa grande de Advogado e dava sim para se esconder sem ninguém notar.
Ele abriu a porta numa boa e realmente era a mulher da limpeza.
Ele sentou e ficou fazendo de conta que estava trabalhando no computador.
Eu ali debaixo me acomodei e resolvi dar uma de safadinha.
Ele ficou numa boa, e lógico, esperando alguma safadeza minha sim.
Então abri o zíper, peguei sua rola que estava em ponto de bala e comecei alisar.
Nisso a mulher saiu do banheiro dizendo que queria falar algo para ele.
Ele pediu que ela sentar e disse que poderia falar que ele estava ouvindo, mas também iria continuar no computador pois estava recebendo algo que não podia parar.
Aquilo me excitou pra valer e ai resolvi ser mesmo uma Puta sem vergonha e comecei a chupar a cabeça do seu pau e fui abocanhando pra valer.
Ele fazendo que trabalhava no computador e conversando com a mulher, porem ela notou que ele estava com um ar diferente e perguntou se ele estava bem.
Ele respondeu que sim, é que estava tentando elaborar uma defesa alguém especial, uma amiga que estava ali e que estava mexendo com seu estado emocional.
Ai eu comecei chupar pra valer mesmo pra ver o que aconteceria.
Ele explicando a mulher, disse a ela: Eu não posso explicar pra senhora o que ocorre, não iria entender nunca, é algo tão inédito que me deixa atônito, sem ação, da prazer mas creio que NÃO VOU AGUENTAR e vou ACABAR EXPLODINDO.
A mulher que não sabia o que estava acontecendo, porem eu sabia que a mensagem era para mim, ai chupei pra valer.
A mulher disse: “não estou entendendo”.
Ele respondeu com a voz meia tremula: “Não conseguiria entender, é coisas minha.
Mas digo que se explodir vai ser PRA VALER, VAI SER UMA LAMBUSADA SÓ, E VAI TER QUE LIMPAR TUDO ATÉ A ULTIMA GOTA.
A mulher disse: eu limpar, continuo não estou entendendo.
Não é senhora não ira entender, é coisa que esta acontecendo aqui que só eu posso entender, mas A MINHA AMIGA ELA ENTENDE, isto é, POIS É PRA ELA QUE DIGO ISSO, aqui em que estou escrevendo.
A mensagem era pra mim, então ai resolvi dar o “golpe final” e coloquei todo o pau na boca apertei e ele deu uma gozada que quase me afogou. Uma esporrada que senti o jato de porra na garganta. Engoli tudo e devagar fui chupando até limpar a ultima gota. Ai guardei seu pau limpinho e fechei o zíper bem devagar.
Ai ele disse para a mulher: “a senhora pode não ter entendido nada e pediu desculpa a ela por ele agir assim, disse que ele era assim mesmo e fala alto tudo que vai escrevendo, pois era algo que nunca tinha acontecido na vida dele mas que jamais iria esquecer. E finalizou dizendo me de um minutinho que vou escrever aqui para a minha amiga “PRONTO, GOSTEI, FOI MAIS QUE EU ESPERAVA, ESTOU FELIZ MESMO” e ai conversou com a mulher sobre o que ela queria e mandou que ela voltasse no outro dia logo cedo que ele resolveria o assunto.
Ai se levantou e acompanhou a mulher até a porta e voltou... bem ai e depois que conto outra vez.

stelapassini@hotmail.com

 

 

Só passivo (antes do crossdresser)

A maioria dos contos, que encontramos na internet, ou são frutos da imaginação ou fantasiados para o que realmente desejamos, alguns são pura invenção, outros mesmo sendo verídicos, foram fantasiados pelos desejos de quem escreve.......

Eu gosto muito de escrever contos sobre minhas aventuras, mas é dificil não incluir no conto alguns desejos não realizados, porque só nos contos é que nos realizamos verdadeiramente, nós crossdressers sonhamos muito mais do que realizamos, pois poucas de nós são assumidas, e nem todas nós somos tão lindas e corajosas quanto a Betinha... entre uma aventura e outra, entre um conto e outro, vamos levando nossa vida .... é claro que quando conhecemos alguém, através de bate-papos pela internet, que também costumam ler contos e gostam de apimentar uma fantasia, fica mais fácil realizar alguma fantasia ou situação, do que uma pessoa que conhecemos num barzinho....

E foi assim, através da internet, que conheci o Paulo, ele era um leitor habitual de contos, e num dos contos que escrevi ele deixou um comentário, e ainda me mandou um e-mail, perguntando se tudo que eu havia relatado aconteceu de verdade, claro respondi que boa parte dos acontecimentos foram fantasiados... e assim começamos a nos corresponder, até que um dia ele sugeriu de nos encontrarmos, o que realmente aconteceu, foi no Mcdonalds da av bandeirantes ..... não é lindo??????

Eu cheguei primeiro, ansioso que era, ele chegou logo depois, impossível não notar, pois ele era alto, fortão, gordo, grandão mesmo (o encontro só deu certo porque ele se descreveu como grandão, senão eu teria fugido, homem baixinho ... bláááá!!!!), estava de calça jeans, camisa azul, óculos escuros, passou os olhos pelo ambiente e sorriu ao cruzar com o meu olhar, é incrível como esses caras conseguem nos identificar só pelo olhar, ele foi ao caixa e comprou batatas fritas e guaraná, levou para a mesa, se sentou e abriu o maior sorriso, dizendo... aceita?

Conversamos por meia hora, apenas amenidades, pois o local estava meio cheio, mas ninguém reparava na gente, falou do trabalho, que morava no jabaquara, falei do meu trabalho, que morava na lapa, mais um monte de pequenas bobagens, então ele me convidou para conhecer sua casa, tomamos o guaraná e deixamos metade das batatas, e o segui ao estacionamento. Fomos conversando mais abertamente durante o trajeto, contei minhas experiências e minhas fantasias, ele me contou as dele, falou que eu escrevia bem, e queria saber se eu realmente iria a fundo numa transa, se eu seria tão submisso e obediente quando escrevia ... olhei para ele e sorri, dizendo, ... bom para ser submisso e obediente, depende do macho, é o macho que conquista e submete a fêmea. Falei que gosto de tudo, mas não de sadismo, não gosto de apanhar, gosto de ser convencido, um pouquinho de força tudo bem, mas apanhar e sofrer não dá .....

Ele concordou e disse, então, que devíamos experimentar, pois ele gostava de um sexo mais forte, com pegada e gostava de medir forças, e ele se sentia mais atraído por um homem resistente, aquele que não se entrega facilmente e coisas assim ..... e eu também era alto, forte(eu tenho 1,85m e 85kg), ele não entendia porque eu gostava de ser passivo, pois eu aparentava ser bem forte, tive que explicar que eu não fui sempre passivo, até perto dos 30 anos, só saía com mulheres, casei, separei, minha primeira vez como passivo foi com uma travesti, e só depois de algum tempo tomei gosto pela coisa (rsrrsrsrs .... pela pica né?).... aí um dia, saí com um homem, eu ainda não sabia o que era crossdresser e nunca tinha experimentado, e foi com ele, que tive minhas primeiras experiências, num monte de coisas, minha primeira calcinha, primeiro batom, primeira depilação, e foi ele, que foi me convencendo, me fazendo desabrochar, ele dizia, que o homem certo, me faria virar fêmea dele, e quando eu experimentasse, viraria viado para sempre, e aquele homem soube fazer, me transformou em bichinha, que morria de vontades por um pinto.... estávamos nessa conversa quando chegamos na casa dele, era uma casa grande, assobradada, e com uma garagem na frente, os portões se abriram ele entrou e os portões se fecharam.

Eu sabia, que se chegasse até ali, o que iria ser, só não sabia se seria gostoso ou não, perto um do outro, ele era pouco mais alto, mas era grandão, braços fortes, barriga grande, parecia em forma, mas sem exagero, então pela garagem entramos numa sala, e depois numa outra, onde se via uma esteira, uma maca (dessas de massagem), vários almofadões num canto da parede, uma mesa cheia de potes e pequenas toalhas... era o seu cantinho onde ele gostava de ficar ... ali ele deve ter levado inúmeros parceiros ... ele fechou a porta, virou-se para mim e me puxou para um abraço bem forte, então olhou nos meus olhos e me beijou ..... com força, me tirando o folego e me abraçava ao mesmo tempo ... quando paramos de nos beijar ... ele me olhando diretamente começou a me despir ... fiz o mesmo com ele e em poucos minutos estávamos os dois nus, voltamos a nos beijar e ele acariciava meu corpo com suas mãos, fortes e grossas, mas a sensação era muito boa ... ele não teria muito trabalho, pois eu estava deixando me levar e esperava que ele realmente me dominasse por inteiro....

Ele me deitou e eu me ajeitei na maca, ele trouxe alguns potes para o chão e começou a me massagear, foi muito bom, relaxante, em determinado momento ele concentrou-se no meu ânus, me deixando lubrificado e morrendo de tesão, senti seus dedos me conhecendo, desbravando meu cuzinho, até que ele alcançou a próstata e massageou profundamente, e aquilo me deu um tesão incontrolável, não consegui controlar os espasmos, soltei gritinhos e gozei, mas ele continuou me massageando, foi tudo tão rápido, me senti envergonhado por ter gozado tão rápido, mas ele começou tudo de novo, e quando senti meu pinto começar a endurecer, ele parou.... colocou algumas almofadas por baixo de mim, afastou minhas pernas e montou sobre mim, senti seu pau a procura do meu cuzinho, e ao mesmo tempo que ele iniciava a penetração eu dava uma reboladinha para ajudar, ele foi enfiando calmamente, bem devagar, carinhosamente, afagava meus cabelos e me mordia o pescoço, e continuou enfiando, tudo, bem devagar, até que senti suas coxas em minha bunda, eu estava totalmente preenchido, sentia a pica daquele homem pulsando dentro de mim, sua pica era grossa e grande, eu estava deliciado, então ele começou um vaivém gostosa, devagar, calmo, e quando enfiava ia de uma vez, depois tirava devagarinho, e enfiava com tudo, eu sentia suas bolas me tocando, ele naquele ritmo tranquilo, foi me deixando com tesão novamente, então senti que ia gozar de novo, avisei e ele aumentou o ritmo, ambos estávamos empapados de suor, então senti, um jato quente, demorado, e gozei ao mesmo tempo que ele enchia meu cu de porra, porra quentinha, grossa .....então ele se deixou cair sobre mim.... e ficamos ali, em silencio, só curtindo, por um tempinho, nem nos movemos, até que ele falou .... vamos nos lavar ....

No banho, ele me lavou todinho e eu a ele, nos recostamos sobre os almofadões e começamos a conversar, ele me puxou para mais perto e nos beijamos, esse modo de beijar eu nunca esqueci, era um beijo forte, quente, sua língua invadia me boca me tirando o folego, encostei minha cabeça em seu peito e com a mão direita procurei seu pau para acariciar, ele disse que já tinha sido casado, mas logo depois se separou, disse que sua preferência eram homens, e procurou assumir desde cedo, sempre gostou de homens franzinos, delicados, mas às vezes gostava de medir forças com homens que se diziam ativos, e comeu quase todos, ele disse que era uma questão de persuadir, convencer e se impor, um dos machos vai ceder, é uma questão de tempo, perguntei se ele queria me ver vestido de calcinha, ele disse que não, queria me me ver dominado como macho, me transformando em viadinho, eu disse que já tinha acabado de ser viado para ele, ao que ele respondeu .... haahhh isso foi pouco, quero mais ..... e levou meu rosto até seu pau, e me fez chupá-lo, fui chupando e engolindo aquele pau grosso e lambendo sua cabeça vermelha e redonda, seu pau era lindo, não muito comprido, mas bem grosso, a cabeça linda, vermelha para fora (era circuncidado), lambia sua babinha, ele já estava endurecendo, já não cabia inteiro em minha boca, seus pelos bem aparados, cheiroso, lambia e engolia suas bolas, ela gemia, cada vez que eu engolia seu pau, fazendo chegar na minha garganta ... perguntei se ele queria me comer ... mas ele disse que não, que queria gozar em minha boca, me mandou continuar, e eu ora lambia, ora engolia, seu pau já estava bem duro agora, a babinha salgada, escorria em maior quantidade, seu pinto cheiroso, aquele vaivém em minha boca, fechei os olhos e procurei sentir seu pau todo em minha boca, lambia, chupava, lambia seu saco, engolia as bolas, até que seus gemidos ficaram mais fortes, ele tentava pegar minha cabeça, mas eu não deixava, suas pernas se esticavam, ele queria que eu aumentasse o ritmo, mas ia bem devagar, engolia toda sua pica e voltava devagar, pressionando seu pau com meus lábios, tomei muito cuidado para não arranhar com meus dentes, ele tentava se dobrar e eu não deixava, montei em sua barriga e virei minha bunda para ele, ele pe apertava as pernas, mordeu minha bunda várias vezes, mas eu não deixava se pinto em paz, com o peso das minhas pernas eu não deixava ele se virar, e continuava chupando, engolia sua pica de uma vez e soltava bem devagar, lambia a cabeça e a babinha e engolia de novo, ele já se remexia muito, seu corpo chegava a se erguer do chão, seu pinto estava duríssimo, eu sabia que ele estava prestes a gozar, eu fiz o possível para judiar dele, com o peso das minhas pernas continuava forçando o peito dele para trás e com as mãos não deixava ele erguer os joelhos, eu já estava suando muito, sentia sinais de cansaço pelo força que fazia, ele estava completamente empapado de suor, gemia alto agora, eu apertava seu pau com lábios, fazendo pressão logo abaixo da cabeça, então pressenti..... sua pica engrossou de repente, a força que ele fazia para erguer a pélvis era grande, ele gritou e então fui inundado com um esporro tão forte, quente, salgado, grosso, sua cintura se erguia do chão e desabava, ele continuava esporrando, engoli grande parte, senti o gosto na língua, escorreu grande parte, estava com o rosto lambuzado, tinha espirros de porra no pescoço e no peito, me ergui e fui deitar minha cabeça em seu peito, que arfava muito forte, ele nada disse, pensei que ele fosse me beijar, mas ele apenas acariciou minha cabeça e ficamos assim, eu recostado em seu peito e acariciando seus mamilos com a mão direita, estávamos banhados em suor, respiração ofegante, foram muitos minutos para nos acalmar ......

Então, após tomarmos outro banho, ele saiu para buscar alguma coisa... voltou alguns minutos depois e disse assim, vá até o banheiro, deixei algumas coisas lá, acho que você vai gostar ... olhei para ele e o beijei, fui até o banheiro, vi algumas roupas dobradas sobre a tampa do vaso, no lavatório encontrei um creme hidratante e um batom, gostei muito, então me vesti, calcinha (tipo biquíni que amarra dos lados) e blusinha cor de rosa, meias pretas 7/8, passei o creme nas pernas, nos braços, rosto e peito, usei o batom, e nessas horas que eu gostaria de ter uma peruca, mas, tudo bem ..... pelo menos eu estava lisinho, lisinho ........voltei à sala ... ele me esperava de pé, ao lado do banheiro... sorriu e me beijou, aahhhhhh esse beijo .... tudo de bom ... me levou pela mão e me deitou, falou que eu realmente parecia uma bichinha, muito bonita, deitou sobre mim, e me beijou de novo, e começamos o nos esfregar, ele caiu de lado e me levou junto, olhávamos intensamente um ao outro, então ele se posicionou sobre mim, abriu minhas pernas e desamarrou a calcinha, eu olhava para ele, ansiosamente, ele era cuidadoso, a cada movimento parava e me beijava, me olhava e dizia que queria me comer olhando nos olhos, queria ver o que eu sentiria, sendo penetrada por ele, enquanto falava ele lubrificou meu cuzinho, delicadamente, e senti quando ele encostou a cabeça de sua pica na minha portinha, ele começou a forçar a entrada, doeu um pouco, estava dolorido pela primeira trepada, ele forçou mais uma vez, soltei um gemido abafado, ele sorriu e senti a cabeça de seu pau dentro de mim, eu segurava as suas pernas, para que ele não fosse de uma vez, ele foi forçando, devagar, bem devagar, seu pinto era grosso, grande, eu sentia sua penetração, cada veia de sua pica grossa e quente, entrando em meu corpo, me possuindo, me penetrando, ele tentava alcançar minha boca e isso forçava mais ainda a penetração, eu gemia bastante agora, estava totalmente a mercê dele, estava gostando, mas doía um pouco, então, ele fez mais uma tentativa, entrou tudo, eu senti, levantei meu pescoço procurando sua boca, nos beijamos calmamente, ele foi jogando o corpo sobre mim, suspirei e gemi ao mesmo tempo, senti meu cu totalmente alargado, estava suando, pedi para ele esperar eu me acostumar, ele disse sim, a dor foi diminuindo, eu me enrosquei em seu pescoço, com minhas pernas enlacei sua cintura e disse ... vem ..meu macho, meu macho querido, vem toma sua bichinha que sou sua, vem, vem ...... então ele começou um vaivém, bem devagar, ele tirava com calma e enfiava um pouco mais rápido, e foi aumentando, aumentando, eu sentia perfeitamente toda sua pica, me preenchia totalmente, sentia suas veias pulsando dentro do meu cu, e pedia mais, ele aumentava o ritmo, eu não desgrudava do pescoço dele, ele aumentava o ritmo, nos beijávamos, ele sinalizou que iria gozar, apertei minhas pernas empurrando meu cu de encontro ao corpo dele, para que ele enfiasse sua pica o mais profundamente que pudesse, eu gemia, ele tremia convulsivamente, então ele deu as últimas estocadas, fortes, sentia sua pélvis em minha bunda, então um calor tomou conta de mim, sentia seu pau despejando uma porra quente dentro de mim, ele continuava bombando, e mais porra entrando, ele me beijou e agora sentia as contrações, e aos poucos ele foi se acalmando, e nos viramos de lado, um de frente para o outro, eu me sentia totalmente satisfeita, arrumei a blusinha e me aninhei no peito dele ...... cochilamos um pouquinho depois .......

Depois desse dia, nos encontramos muitas vezes, então, um belo dia, ele atendeu o celular na minha frente e falou com alguém por quase uma hora, sua expressão era de grande felicidade, ele estava exultante, era um convite que ele esperava há muito tempo .... uma grande empresa do sul o chamou para dirigir uma fábrica .... dois meses depois nos despedimos ... e perdemos o contato .... faz muitos anos e ambos trocamos de celular e de números e nunca mais nos vimos ..... mas eu nunca mais esqueci aquele beijo .....

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte II (a paquera)

eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia ..... ..... .....

Eu e o Paulo saímos mais algumas vezes, mas ele às vezes dava uma sumida e durantes os meses seguintes aumentei meu círculo de amizades, a Monica, O casal Ricky e Andre, estavam sempre nos nossos programas, conheci outros casais de homens gays, e percebi que os problemas e dúvidas nos relacionamentos, são iguais, quer sejam héteros ou homos, ansiedade, ciúme, possessão, distração, briguinhas e brigonas, acontecem com a mesma intensidade e quantidade, em todos os casais, independentemente de gênero. Saí algumas vezes com a Sonia e a Jane, conheci alguns amigos por intermédio delas também, mas o que achei mais difícil, foi manter uma vida dupla e depois descobri que a grande maioria dos gays ainda não conseguiram sair do armário, e isso era motivo de constante preocupação e frustração, percebi também que as mulheres lésbicas conseguiam se libertar desse estigma com mais facilidade que os homens gays, e então percebi que eu tinha um longo caminho a percorrer, pois eu acreditava que tudo para mim seria muito mais difícil, muito mais ....

A Jane me convidou para uma festa, disse que ela estava organizando junto com uma amiga e elas iriam fazer na casa da amiga que era bem grande. Realmente a casa dela era muiiito grande, num dos residenciais de Alphaville, chegamos no sábado por volta das oito da noite, eu a Sonia e a Jane, alguns casais já estavam lá, estranhei que eram só mulheres, duas travestis, estavam todos na varanda, ou nos sofás ou em poltronas, e... aí notei que era só eu de homem, a amiga de Jane veio nos receber, ela era baixinha, mignon, morena, bronzeada, cabelos curtos, curtíssimos, super delicada, ela se chamava Jandra, dei 3 beijinhos e pensei se ela seria lésbica também, me apresentaram as outras pessoas, e depois a Jandra levou a Jane para dentro da casa, eu fui olhar o jardim e a Sonia me acompanhou, ela acendeu um cigarro e me ofereceu, eu recusei e perguntei sobre a Jandra, ela deu de ombros, disse que era amiga de infância da Jane, mas que já tinha o cacho dela, você se interessou por ela? ... não, me apressei em responder, claro que não.... estou estranhando, aqui tem nove mulheres e só eu de homem, ao que ela me olhou e disse ... Pedro, pelo que você me falou sobre você, aqui tem 10 mulheres, você não conta, mesmo fantasiado de homem, ... aquelas palavras me chocaram, ela percebeu, olhou para mim e falou, pois é, são palavras duras, mas você vai ouvir isso muitas vezes, melhor se acostumar e começar a ouvir de uma amiga, podemos te ajudar até você aprender a escutar sem sofrer, não é??? ... sim, respondi de cabeça baixa, ela levantou meu queixo e disse, se você já se montou alguma vez e se sentiu bem, porque não vai lá dentro e se monta, eu te ajudo e a Jandra tem tudo aqui, ela trabalha com maquiagem, para um studio, e faz trabalhos profissionais para certos fotógrafos, atrizes, travestis e Cds, ninguém vai te criticar, você realmente é depilada??? .. eu disse que sim, mas tinha vergonha de parecer ridícula, ... bom, tem várias mulheres aqui, se depois da maquiagem, você se parecer mais com um viado cinquentão, do que uma CD cinquentona, a gente desfaz tudo, eu te ajudo .....

Entramos, a Jane a Jandra preparavam alguma coisa na cozinha, a Sonia disse para as duas subirem e me darem um trato e ela se encarregaria de levar as bebidas lá fora... subimos e elas pediram para eu tirar a roupa, fiquei nú, e elas elogiaram minha depilação, não encontraram um pelinho fora do lugar, como meu pinto é pequeno, me deram um calcinha apertada que o prendesse para trás, e depois um outra calcinha preta por cima, vesti uma saia, na altura abaixo dos joelhos, pedi uma blusa de mangas compridas, pois estava com vergonha, me deram uma blusa preta de gola alta, eu me olhava no espelho e não me sentia a vontade, falei para elas ... meninas, a roupa é linda, mas a cara não ajuda, então a Jandra disse, .... calma, com peruca é outra coisa, então ela trouxe algumas perucas, pedi as morenas, ela então escolheu um de cabelos pretos, com bastante volume e meu rosto mudou muito, ela perguntou e agora??? .... mudou??? ... me senti melhor, a Jane passou um liquido refrescante no meu rosto e depois esfregou um chumaço de algodão, meu rosto ficou cheio de fiapos, denunciando pelos crescendo, e eu tinha feito a barba poucas horas antes de sair de casa, então ela passou um creme e raspou com aparelho, passou de novo o líquido refrescante e o algodão, agora parecia bem melhor, ela passou outro creme, tirou o excesso, e passou um pouco de pó, .... nada de excessos, não é verdade???? ... a Jandra voltou e delineou meus olhos, terminou a maquiagem, estava bem leve, quase nada, perguntou se eu queria baton ou gloss, olhei para ela com cara de dúvida e ela me passou o gloss, como não tinha sandália no meu número, vesti uma bota, de cano alto, ficou muito bom com a saia, então a Jane desceu para chamar a Sonia, se ela aprovasse, ficaria assim, senão.... bom, aí tirava tudo e voltaria a ser sapo ....a Sonia apareceu, olhou e falou ... nossa, mudou bastante, realmente de peruca você fica com o rosto afeminado, ficou muito bom, muito bom mesmo ... me senti bem e descemos, a Jandra pegou no meu braço e me apresentou a todas novamente, todas gostaram, mas as travestis foram bem econômicas nas palavras, agora estávamos todas na varanda, bebendo alguma coisa, eu estava tomando uma saquerinha de kiwi, as outras bebiam cerveja ou whisky já eram quase 9 horas .... a Jane colocou um disco para ouvirmos ....

A Jandra sentou ao meu lado, ficamos conversando algumas frivolidades, e perguntei se ela serviria algo para comer, ao que ela respondeu, .... sim, claro, daqui a pouco os rapazes vão chegar, eles vão trazer salgadinhos, mais bebidas, ... olhei para ela ... que rapazes??? ... ela disse que havia convidado alguns rapazes, para a festa, eles trariam uns comes e mais bebidas, eram todos amigos, todos gays, todos .... mas nem todos tinham par, ...... e o seu namorado, vem junto???? .... ela sorriu, e disse, ... ahhh, bom ela vem depois ... ahhh, claro ... (ela??, então ela também é gay), bom tudo certo, ninguém vai ficar reparando em ninguém ..... mas essa turma se conhece??? ou você está empurrando algum namoro??? ahh não, muitos se conhecem, você é a única novata, mas não se preocupe tem 3 ou 4 solteiros para você escolher, quem sabe você não faz uma paquera aqui..... sua namorada , como ela é?? ... quer dizer, se quiser falar, .... ahhh, claro, ela é morena, alta, adora uma academia, é professora de educação física e é dona de uma academia, nós estamos namorando há um ano, ela me chamou para morar com ela, então estamos experimentando... ahh, que legal eu disse, e onde vocês vão morar..... ué?!, aqui claro, ahh desculpe você não sabia, esta casa é dela, ..... poxa e você guarda todo esse material, roupas, fica tudo aqui, .... aaah, agora entendi, não, tudo isso que você está usando é dela. ... (enquanto eu ficava de boca aberta, ela continuou) .... sim, ela tem uma coleção de perucas, sandálias, botas, tem muita coisa, roupas então nem se fala, ela tem quase o seu tamanho, por isso as roupas serviram, a bota, ..... ela é uma travesti!!!! é linda!!!! e eu estou gamada nela, e nos damos muito bem, inclusive na cama .... eu sei que você está confusa, mas pense assim .... nós somos duas mulheres, somos mesmo, só que ela tem um pinto e eu gosto, mas não trocaria ela por um homem, porque eu posso passar muito bem sem o pinto, mas não sem ela, entendeu???? ....... a campainha tocou, eram os rapazes......

Os rapazes chegaram, na verdade só tinha um rapaz, os outros eram bem mais velhos, senhores para ser exato, todos foram se apresentando e se cumprimentando, as meninas foram colocando alguns baldes de gelo nas mesas e os rapazes rechearam os baldes de cerveja, conversas e brincadeiras, alguém aumentou a musica, distribuíram os salgados pelas mesinhas, estávamos todos na varanda, a noite estava linda e quente, os inevitáveis grupinhos iam se formando, a conversa era animada, o combinado era ir embora só no dia seguinte, por isso ninguém estava economizando na bebida.... a Jandra me apresentou um homem chamado Marcelo, ele era mais baixo do que eu, calvo, olhos azuis, bigode bem cuidado, barriguinha saliente, hhumm bem saliente, ... mas tinha a voz macia, parecia muito calmo, ... quase Zen, ... ficamos conversando, ele, eu, a Jandra, Jane e a Sonia, comecei a perceber que os casais se formavam, ou trio, porque um dos homens estava sentado entre as duas travestis, e acho que ele queria dar conta das duas, ....a Jandra notou que eu observava e nos contou que eles saíam os 3 juntos, e já tinha algum tempo, não era novidade, o Marcelo perguntou, bom, é só uma variação do ménage, e olhou para mim sorrindo e perguntou, .... não me diga que você nunca teve uma ménage? .... bom, ... gaguejei ....claro que eu sei ....... nem precisei continuar, elas já tinham sacado, a Sonia falou, bom menina ... você precisa aprender, é muito bom ... então eu perguntei, mas quem vai ser minha professora??? você? ... ela retrucou: ... querido, o seu caso só será resolvido com professores, não é Marcelo??? ... ele concordou, dizendo que poderia me ensinar, mas ele era um professor à moda antiga, exigente, autoritário e exigia a lição em todas as aulas .... todos rimos, estávamos nessa folia quando toca ao celular da Jandra, ela saiu correndo para a porta, .. era a namorada dela........

A namorada da Jandra era uma travesti linda, alta, esguia, morena de cabelos bem pretos, chegou numa roupa super justa, de botas até o joelho, chegaram abraçadas, a Jandra realmente era miudinha perto da .....Jennifer, até o nome era lindo, ... eu levantei para lhe dar 3 beijinhos, ... ela retribuiu e reconheceu a roupa e sorriu, dizendo, ...... a Jandra deixou você linda, gostei... eu agradeci corada, quando sentei, senti o braço do Marcelo no meu ombro, olhei para ele, seu rosto estava quase colado ao meu, ele me beijou suavemente no rosto, ... dizendo ... você está entre pessoas de bem, relaxa, aproveita, você quase não bebeu nada, quer trocar a bebida, quer um vinho branco, lambrusco, pode pedir ...... aceitei o lambrusco, ele foi buscar, ... um dos rapazes, o Marcos, que já estava meio alto, veio se apresentar e me tirar para dançar, mas a Sonia me salvou na hora H e o levou lá para dentro, enquanto o Marcelo vinha vindo com a minha taça de lambrusco, ... estava muito gosto e bem gelado, refrescante, fomos para um canto da varanda, um pouco longe dos outros, encostei na parede e ele ficou de frente, ... ele perguntou se eu tinha algum namorado, ... eu disse que não e ele pediu que eu ficasse no quarto dele, ... afinal todos nós vamos dormir por aqui, .... é sempre assim, eu perguntei..... se em cada festa ele ficava com alguém diferente?, ... ele disse, que as vezes sim, o objetivo das festas era esse, aqueles que não tinham compromisso ficavam com quem quisesse, bastava se entenderem, mas poucos ali estavam sem compromisso, só ele, o Marcos (que é um cara muito louco, mas é boa gente, amigão) e o Ricardo (aquele das travestis), ... depois de algum tempo ele disse, você não precisa de "casar", amigos são mais importantes quando estamos sós, além do mais, ... para ter uma boa transa, um bom sexo, não precisa ter compromisso, precisa ter confiança e respeito, não admitimos qualquer pessoa em nosso círculo, e se precisamos de sexo, quem melhor do que um amigo, para podermos compartilhar, desabafar, sorrir e chorar... ele foi buscar uma outra cerveja e eu fiquei divagando nesses pensamentos, ..... é verdade, quando estamos "loucas" para dar, não podemos simplesmente dar para o primeiro homem da net que aparecer, nossa de quanto perigo já me livrei, ... ele voltou, abriu um sorriso ..... e n c a n t a d o r ......, depositei minha taça no muro e me enrosquei no pescoço dele, e me ofereci para ser beijada, e me entreguei completamente àquele beijo, foi tão quente, carinhoso, ... quando nossas bocas se descolaram eu disse ... simplesmente... sim!!!... ele voltou a me beijar, senti uma leve impetuosidade no segundo beijo, acho que ele gostou .....

Demos a volta pela outra sala, passamos pela cozinha e nos despedimos da Jane e da Jandra, elas riram, nos deram beijinhos e subimos, para um dos quartos, no fim do corredor, alguém já tinha subido antes de nós, pois ouvimos sussurros vindos do outro lado, o Marcelo, já estava muito acostumado, porque elas nem disseram qual quarto usar e ele já estava com uma chave ... eu entrei, e olhei ao redor, ele fechou a porta e me puxou, me encoxando e beijando meu pescoço, me ajudou a tirar a bota, então tirei a roupa e fiquei só de calcinha, me ajeitei na cama e fiquei esperando, ele ficou totalmente nú, tinha um peito bem peludo, mas quase todo grisalho, deitou ao meu lado e me beijou e fomos nos beijando, aquilo foi esquentando, e ele me colocou para chupar seu pau, eu engolia ele todinho, mole, cabia todo em minha boca, estava com os pelos aparados, limpo, cheiroso, a medida que eu chupava ele crescia e endurecia, eu passava a língua em volta cabeça, sentia o gosto da baba que escorria, o pinto dele nem era tão comprido, mas era bem grosso, e a cabeça, vermelha, lustrosa, era muito grande, eu chupava e lambia e chupava mais ainda, engolia suas bolas, .... ele gemia. ... segurava minha cabeça e enfiava sua pica cada vez mais fundo, quase engasgava, mais pela grossura, ele socava, eu tomava cuidado em não machucar com os dentes.... então, ele começou a socar mais rápido, gemia, se contorcia ....eu pressentia, que ele ia gozar na minha boca, ele inundou minha boca, com muita porra, engasguei, cuspi, engoli um pouco, mas gostei, estava gostando, eu estava com o rosto e pescoço todo respingado, ele me lambeu todo, e me beijou, me abraçou forte, e nos beijamos demoradamente, senti que seu pau ainda estava duro, ele me pediu para virar e fiquei de ladinho, ele começou a me lubrificar, enfiava um dedo no meu cú, me alisava, passava bastante gel, lubrificou o pau e começou a forçar no meu cuzinho, a cabeça dele era bem grande e seu pau era mais grosso que o do Paulo, ... lembrei do Paulo, fazia duas semanas que não tinha notícias dele, ... senti uma fisgada mais forte, tinha entrado a cabeça, eu pedi para ele ir devagar, estava doendo, ele me atendeu, forçava um pouquinho e parava, sentia ele me rasgando, ... tentei falar ... gaguejei e misturei as palavras,... Ma Marcelo.. .aaaiiii, aaaiii Marcelo, dói, seu pau é muito grosso .... ele parava sussurrava nos meus ouvidos, passou uma perna por cima das minhas, e continuou, devagar, mas enfiando, eu sentia cada prega do meu cuzinho se desfazendo, se alargando, .... aaiiii iii iii, que pau grossso, aiii iii ii, senti quando ele enfiou tudo, seu corpo estava coladinho ao meu, seu caralho, grosso, duro, estava todinho dentro de mim, verti lágrimas de dor .... tá sentindo minha pica, tá sua putinha????...... tôoo eu disse, tá doendo Marcelo ..... ssshhhh, eu sei, espera que seu cuzinho vai se acostumar, relaxa .... sshhh ... relaxa ........... seu abraço era quente, forte, sentia seus braços me apertando contra seu corpo, a dor foi diminuindo aos poucos, comecei a relaxar, meu cuzinho foi se acostumando ... ele começou os movimentos de tirar um pouquinho e enfiar de novo, bombava bem devagar, com carinho mesmo, ....... senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, muito mais grossa que a do Paulo, me preenchendo, as vezes eu pedia para parar, depois ele recomeçava, apesar da dor, eu queria sentir aquele macho me dominando, me penetrando, ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... ele enfiou tudo em mim de novo, ia cada vez mais fundo, sentia seu pau todinho em mim, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, eu me remexia, rebolava, a dor já não incomodava, ele continuava, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele ia mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, nós suávamos muito, fazia calor e eu meu cuzinho ardia em brasa, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, que eu era um viado muito gostoso, ele gostava de comer viado vestido de fêmea, sentia sua pica sair e voltar, eu gemia muito alto, pedia mais pica, mais pau, meu cu era todinho dele, a cada estocada ele alargava meu cu mais ainda, ........ sente essa pica no cu, ele dizia ......... então ele parou, senti espasmos no seu corpo todo, ele me apertava contra ele, sua pica crescia atolada no meu cuzinho e então........ ele gozou, encheu meu cu de de porra, e não parava .... continuou esporrando, estávamos ofegantes, pelo esforço, pela entrega, continuamos abraçados, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, adormecemos nessa posição, ......... sonhei com o Paulo e com o Marcelo ...... não sei aguentaria dar para os dois na mesma noite, mas eles eram muito parecidos, carinhosos, mas eu fiquei pensando muito em fazer sexo a três ..... mas não sabia como .... talvez as meninas .... ................... amanhã quem sabe ....................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte I

ando tão cansado..... preciso tanto me libertar ...

As primeiras coisas que fiz em minha nova vida, quando passei a viver só, foi frequentar lugares conhecidamente como redutos da comunidade gay. Eu precisava de aventura, queria um pouco de romance, queria me expor, mas não queria caçar, queria ser caçado. Para meu próprio prazer, passei a frequentar salões de beleza, adorava me depilar, fazer as unhas, conheci um studio onde podia me maquiar e me transformar numa crossdresser, só quem sabe e já provou pode dizer como é gostoso, excitante, tão prazeroso, experimentar as sensações reservadas ao mundo feminino, para nós CDs, é muito, muito gostoso.

Mas esses momentos, além de raros, duram pouco, pois nem todas Cds têm coragem de sair montadas pelas ruas, então, nos passeios que passei a ter, nos fins de semana, fora de casa, estava sempre vestido de sapo, alguma coisinha, muito sutil, para afeminar a aparência, era o máximo a que me encorajava, pois queria ser caçado, por um homem que soubesse o que estava caçando, que não tivesse dúvidas e que não houvesse constrangimentos depois.... claro, que por baixo da roupa de sapo, eu estava impecavelmente feminina, depilada, unhas feitas, calcinha, camisetinha ou blusinha, meia fina, tudo isso, imaginando que se o papo fosse agradável e a conquista bem feita, poderia me entregar e me derreter facilmente também.

Algumas semanas depois, quando eu já frequentava alguns lugares pela segunda ou terceira vez, é que comecei a ter mais coragem, ou para ir até a pista de dança, sozinho ainda, ou para acenar para pessoas que me reconheciam, eu ainda sentia muita dificuldade em perceber as diferenças entre as pessoas, por exemplo entre as moças e rapazes mais jovens, claro que percebia que eram casais gays, mas nem todos eram espalhafatosos e nem todos os passivos eram "super delicados" e nem todas as ativas era "masculinizadas", isso me assustava, pois eu tinha medo de iniciar alguma amizade e dar bola fora com gente que eu não conhecia, e com os homens mais velhos, então, era mais difícil, porque mesmo aqueles que tinham preferência em ser passivos, não davam na vista, pelo menos para mim, que estava em mundo diferente do que estava acostumado, muito diferente dos contos da internet e da imaginação que temos sobre essas pessoas. Por meu lado, eu queria deixar claro para o homem que me abordasse, que eu era passivo e que queria ser conquistado, mas não sabia como fazer, então passei a usar pequeninas coisas, que para um bom observador, perceberia minha inclinação, pois observação era o que mais se fazia nesses lugares. Então, passei a usar anel, relógio e pulseira femininos, prestei mais atenção nas roupas, nada de calças largas, caindo, camisas fora da calça, e assim fui tateando dentro desse mundo, totalmente novo para mim.

Comecei a frequentar livrarias, cafés, bares, boates, todos próximos dos ditos redutos da comunidade gay, procurei lugares abertos e com bastante movimento, pois não queria me meter com pessoas que se escondiam (principalmente casados, frequentadores de saunas e ocultos pela internet), eu procurava alguém que quisesse conversar, paquerar e não apenas combinar um local para transar e nunca mais se ver, e essas pessoas viviam escondidas, não iam a bares, não se mostravam, não era isso o que eu queria. Como não tinha amigos gays e não conhecia ninguém, tive que esperar as abordagens, o que acontecia pouco e não era o que eu queria. Aos poucos, porém, iniciei algumas amizades e foi através delas que passei a transitar melhor por esse mundo. Procurei me aproximar de homens e mulheres frequentadores das livrarias, e aos poucos, fui fazendo amizade com algumas pessoas, eu adoro história, leio muito e consequentemente sei um bocado de coisas, e encontrei pessoas que têm o mesmo gosto. Foi numa livraria que conheci a Jane, uma loirinha baixinha, que era namorada da Sonia, esta mais encorpada (rsrs), a Jane adorava história, antropologia, arqueologia, essas coisas, e procurava livros sobre a civilização maia, ah! pensei, é comigo mesmo, Maias, Aztecas e outras civilizações antigas me fascinavam, e ficamos tagarelando bastante tempo, e eu a ajudei a comprar dois livros, até um comprei um livro sobre civilizações antigas, foi quando a Sonia estava chegando (com cara de poucos amigos) e a Jane (me pegando pelo braço) me levou ao encontro dela para me apresentar, fiz o possível para parecer inofensivo, dei três beijinhos, e ela foi relaxando aos poucos, convidei-as para almoçar, pois seria uma ótima oportunidade de mostrar quem sou e ainda iniciar uma amizade.

Fomos almoçar num shopping ali perto, foi muito bom, rimos bastante, a Sonia até se desculpou pela maneira fria como me cumprimentou, eu aceitei, dizendo que ela estava certa, tem mais é que cuidar do que é seu, a Jane perguntava um monte de coisas sobre história, engraçado, e nunca me passou pela cabeça ser professor, acho que eu me daria bem nessa área, a Sonia já estava beirando os quarenta anos, e a Jane tinha 28, mais de 10 anos de diferença, eu observava o tratamento das duas, era muito interessante, a Sonia parecia interessada e atenciosa, será que um casal hetero com a mesma idade seira igual? ... e se fossem dois homens? ... , comecei a me interessar por essas coisas, e nos bares e boates comecei aprestar atenção nos casais, e no meu caso, como seria? ... estou com 52 anos, seria melhor alguém com a mesma idade? .... pensei, mais velhos... como seria? Voltando ao almoço, eu disse a elas que era recém separado, morava só e não tinha amigos, elas eram as primeiras pessoas com quem eu conversava depois da minha separação, a Jane se mostrou muito interessada, fiz um breve resumo, e perguntei se poderíamos trocar nossos telefones, pois como eu não tinha amigos, poderia convidá-las para outro almoço qualquer dia destes. A Sonia, sempre desconfiada, perguntou, como você mudou de lado de uma hora para outra? Então, tive que contar, um pouco mais sobre vinha vida anterior, as escapadas, as mudanças .... então, percebendo sua fisionomia, disse, Sonia, eu realmente não me interesso por mulheres, a não ser pela amizade delas, e tirei da minha pasta, o relógio, as pulseira, que eu costumava usar a noite, e confessei .... estou totalmente depilado agora, passe o pé em minha perna e comprove, e ainda estou de calcinha.... Elas ficaram brancas, pasmas, então a Jane caiu na gargalhada e disse, ... então agora você é totalmente ..... sim, eu disse, não precisa dizer, sim, é minha preferência agora, e ela retrucou ... e se você tiver uma recaída ... por exemplo ... se você encontrar a mulher que é o seu tipo ..... eu a interrompi dizendo ... meninas ..... por favor .... eu já tentei isso ... já passei pela fase de dúvida, já tentei .... fui, tentei, mas realmente, não me interessa mais ... não sinto atração e nem prazer, admiro as que sejam belas, mas elas não me atraem, mesmo que eu esteja trancado com uma delas num quarto, não vou atacá-la, ao contrário, vamos chorar juntas e ficaremos amigas ..... entende meu drama ... ? Eu poderia ter me separado mais cedo, mas não tinha coragem, deixei passar muitos anos, poderia ter aproveitado mais, mas não fiz, então vou tentar agora... e a primeira coisa a fazer é criar novas amizades ... pelo menos é o que eu penso ...... trocamos os telefones, nos despedimos e elas prometeram me apresentar aos amigos, me parecia promissor ... estava contente, mas em pleno sábado, às 4 da tarde, não sabia o que fazer, eu planejava ir numa boate, que só abria as 11 da noite, então resolvi ir num studio, me montar e me maquiar, poderia passar algumas horas agradáveis, fazer uma massagem, seria muito gostoso, além do que, eu precisa cuidar muito bem do meu rosto, pois nos finais de semana chegava a fazer a barba duas vezes no dia, isso era muito ruim, olhar no espelho e ver os pelos crescendo era horrível.

Cheguei em casa super relaxada, agora iria tomar uma banho bem quente, hidratar minha pele e sair, quem sabe conhecer pessoas novas nessa boate. Pensei em convidar as meninas, mas achei que seria melhor esperar por um convite delas, então, me arrumei e lá pelas 11 e meia saí de casa, deixei o carro em casa e peguei um táxi, como era noite, e estava indo para uma boate, resolvi passar um batom rosa, bem clarinho, esse era um dos meus fetiches agora, adorava sentir meus lábios com gloss ou batom, era excitante ... muito excitante ... ao chegar no local, peguei o cartão de consumação, comprei uma água e tomei ela toda, é sempre bom estar hidratada e principalmente se fosse beber, não sabia se iria ter companhia ou não, percebi que nessa boate, a grande maioria era de jovens, muito jovens por sinal, o que me deixou levemente deprimida, um ou outro homem que passava estava acompanhado, até fui abordado por uns carinhas, mas ao se aproximar de mim, eles já percebiam a minha sacada e se afastavam, um ou outro puxava conversa de dois minutos, ... achei particularmente engraçado o comentário de um rapaz, com menos de 30 anos, falamos por alguns minutos e ele quase bêbado, me veio com esta ... aaiii, homem hoje em dia tá difícil!!! (eu pensei, ué, tinha que ser difícil mesmo, porque os homens que sobraram estão sendo disputados por nós e pelas mulheres, .....) e se afastou para dançar..... fiquei apreciando o movimento, por volta das duas horas da manhã, a casa já devia estar lotada, muita gente na pista, no balcão e nas mesas, e como tinha muita gente sózinha na pista, resolvi me mexer um pouco, a musica era forte e animada, tentei acompanhar o ritmo, alguns grupinhos se davam os braços e pulavam juntos, alguém do meu lado pegou no meu braço e juntos tentamos repetir os passos do outro grupo, foram 3 minutos de euforia, quando terminou, nos afastamos, eram 3 homens e uma mulher, eles estavam muito suados, já estavam pulando a mais tempo, fiquei só no meio da pista e fui me afastando para o lado, a mulher voltou a cabeça e me achou, voltou um passo e me pegou pelo braço, me convidando para uma cerveja, chegamos na mesa, percebi que todos eles estavam meio altos, pelo menos mais do que eu estava, sentei entre a mulher e o homem mais velho, os mais novos sentaram juntos e se beijaram, não sei que cara eu fiz, mas ela foi logo explicando, eles estão apaixonados, ficam o tempo todo se agarrando, dei uma risada e falei que o amor era lindo, todos riram, ela pediu cerveja, os garçons trouxeram e anotaram na comanda dela, eu me ofereci para pagar uma rodada, afinal me considerava um visitante, todos riram e aceitaram a próxima rodada como minha.

Ela, que parecia líder da trupe, me apresentou aos demais, o casal era Ricky e André, o mais velho era Paulo e ela Monica. Falei que podiam me chamar de Pedrito (era mais charmoso, do que Pedrinho)... brindamos ao amor jovem, ao amor maduro, à cerveja gelada e outras coisas mais, Ricky e André voltaram à pista e eu, Monica e Paulo ficamos conversando, eles notaram meu anel, o relógio e a pulseira, eles também eram gays e não precisei dar maiores explicações, Paulo e Monica eram irmãos, mesmo pai, mães diferentes, ele arquiteto e ela psicóloga, Ricky e André trabalhavam no mesmo studio que ele, ela tinha um consultório na região da Paulista, ela tinha 55 anos, morena, meio gordinha, coxas grossas, braços fortes, peitos grandes, grandona, quase 1,70, e ele 52, bem mais alto, mais alto do que eu, barba, grande e cerrada, cabelos compridos, fortão, não parecia fazer academia, mas era bem grandalhão, parecia estar próximo de ficar obeso, a barriga acusava, mas não parecia muito cansado, eu estava curioso para saber se ele era comprometido, mas não tive coragem, então perguntei para ela se ela tinha namorada, ela disse que sim, que se chamava Ana e que estava de plantão no hospital ... tal (esqueci o nome) ... mas que me apresentaria logo mais, pois ela viria buscar ela e o Paulo, ..... então, quase ao mesmo tempo olhamos para o Paulo, ele esvaziou o copo de cerveja e antes de servir mais, disse que estava só ... e não queria falar nisso e perguntou sobre a minha história, .. suspirei e falei que tinha me separado há pouco tempo, mas que tinha esses desejos há muito tempo e estava tentando me encontrar, fiz um resumo da minha história recente ........ nesse momento Ricky e André, voltam e se esparramam na cadeira, tão suados, que dava para enxergar os mamilos por baixo da camisa branca, a Monica levantou e me puxou para a pista, entramos para dançar, mas atravessamos para o outro lado e fomos ao banheiro, percebi que o corredor estava lotado, muita gente saindo do banheiro e muita gente encostada nas paredes, alguém passou a mão na bunda dela, e ela me disse, se eu fosse ao banheiro, que era para esperá-la ali, se não fosse, se plantasse ali, até ela voltar.... esperei, 3 minutos depois, ela espia e vem ao meu encontro, ouvi beijinhos endereçados a ela, outras mãos esbarraram nela, ela me olhou e agradeceu, voltamos a mesa, então, dessa vez eu disse que iria ao banheiro, atravessei a pista, fui ao fim do corredor, e entrei no outro lado, todos se olhavam, a procura de um sinal, por mais imperceptível que fosse, muita gente, muita gente mesmo, não fui ao privativo, usei o mictório mesmo, os homens se olhavam, tinha fila de 3 ou 4, mesmo no mictório, procurei não olhar na direção de ninguém, chegou a minha vez, e ao começar o xixi, senti a mão roçar em minha bunda, bem devagar, procurei olhar para o lado, ninguém se olhava, terminei e me virei para sair, senti novamente, procurei não encarar, levantei apenas um pouquinho o rosto, era um loiro, bem alto, musculoso, com um risinho no lábio, me afastei e foi a vez dele, me senti estranho, nunca tinha me acontecido isso.... o corredor parecia mais cheio agora, pedi licença para passar, o cheiro de cerveja e de urina naquela parte da boate estava bem forte, senti algumas mãos na minha bunda, e um braço enlaçou o meu pescoço, quando virei o rosto, vi um homem negro, mais alto que eu, eu estava quase grudado nele, minhas mãos estavam em seu peito, tentei me afastar, percebi que ele apertava o braço com força e sua boca vinha em minha direção, então seu braço afrouxou de repente, um outro braço me puxava para longe dali, era o Paulo ..... estava branco, atônito, foi tudo tão de repente, agradeci .... ele me levou pela mão e entramos na pista, era musica lenta agora, paramos e ele me abraçou, dançamos alguns passos, ele perguntou se eu já estava bem, disse que sim, ele me beijou levemente nos lábios e me puxou para a mesa ....

A Monica foi logo perguntando, ele se perdeu ou ia ser devorado ...... caíram na risada, eu fiquei com cara de bobo, ri também, ela já tinha falado a eles que pela minha cara, quando ela foi ao banheiro, que se fosse comigo eu não saberia reagir, pois parecia um coelho assutado, .... ela corrigiu ... uma coelhinha assustada. ... as risadas aumentaram .... ficamos jogando conversa fora, eles foram dançar mais um pouco, a Monica com o Paulo, eu fiquei tomando conta das bolsas, duas musicas depois, ela voltou, dizendo que ele estava me chamando, eu falei que estava com vergonha .... então ela me pegou pela mão ... aproximou seu rosto, ficamos a um passo de um beijo, eu não podia acreditar que ela iria fazer uma coisa dessas .... então ela falou baixinho ..... vai lá agora boba, senão eu arranco tuas calças aqui mesmo ..... começamos a rir e eu fui ..... ele me esperava ao lado da pista, não disse nada, me pegou pela mão e eu encostei meu rosto no dele, ficamos assim duas músicas inteiras, ele me apertou contra ele, senti que ele estava excitado, então ele procurou meus lábios, me abri para recebê-lo, foi um beijo ardente, ele me apertou o quanto pôde, sua língua me invadiu, quente e forte, me deixando mole, suas mãos fortes me aparavam, paramos com as palmas, a banda estava se despedindo e anunciando o bis ...... já passava das quatro, era hora de ir embora ...... voltamos para a mesa, conversamos um pouco mais, pedimos a saideira, o Ricky e o André confessaram ter bebido demais e iriam chamar um táxi, a Monica e o Paulo me convidaram a aceitar uma carona, eles moravam na Pompéia e eu na Lapa, era bem perto (e eu esperava que ele me convidasse para ficar com ele), alguns minutos depois o telefone da Monica toca ... era a Ana dizendo que tinha chegado, levantamos e fomos ao caixa acertar as contas ...

Já na calçada, aquele bolo de gente, nos despedimos do Ricky e do André, e atravessamos a rua, a Ana estava de pé ao lado de um Citroen Picasso, preto, ela era loirinha, baixinha, menos de 1,60m, bonita de corpo, cinturinha ... muito bonita mesmo, achei mais bonita ainda quando soube que ela tinha 40 anos, sinceramente não acreditei, ... mas também não pedi o RG, ... assim que chegamos perto ela se pendurou na Monica e lascou aquele beijo, eu e o Paulo ficamos esperando a cena terminar, depois a Monica me apresentou e entramos no carro. Elas entraram e a Ana perguntou se queríamos ir ao apto delas, pois amanhã era domingo, elas não tinham compromisso e ela prepararia um super almoço, eu estava meio sem jeito, recusei, pois tinha acabado de conhecê-los (e depois queria ficar a sós com o Paulo, mas percebi que eu seria o primeiro a ser levado), enquanto estávamos a caminho o Paulo me perguntou se eu teria compromissos nesse fim de semana, ... eu disse que não, esperando que ele fizesse algum convite .... então, quando estávamos chegando perto do meu prédio, ele perguntou se eu faria um cafezinho para ele, ... olhei e não acreditei... respondi que sim, era só dizer quando e onde ..... então ele me beijou e disse ... agora e na sua cafeteira ..... antes que elas dissessem alguma coisa, ele disse que iria apenas tomar um café e depois iria para casa de táxi, ... pedi para Ana entrar na garagem do prédio, pois assim não teríamos que ver o porteiro, já no subsolo descemos e nos despedimos, ninguém nos viu subir no elevador, e elas foram embora ....

Chegamos, eu estava supercansado, mas também estava super afim, perguntei se ele queria tomar uma ducha, ele aceitou, ... eu disse que colocaria o café para fazer e também iria me lavar, dei uma toalha prá ele e fui procurar alguma roupa que servisse, eu era tamanho 4 e ele tamanho 5, achei uma bermuda de moleton meio velha e emprestei meu velho roupão, deixei a roupa no banheiro e fui fazer o café, preparei e liguei a cafeteira, voltei ao banheiro perguntei se podia entrar, ele respondeu que sim, eu entrei e ele saiu do chuveiro e estava enrolado na toalha, então me despi, e fui tomar a ducha, ai, estava uma delícia, água bem quente, uma gostosura, quando saí, vesti uma calcinha tipo shortinho e um robe curto, ele me esperava na sala, peguei-o pela mão e fomos à cozinha, servi o café e esperei ... ele elogiou, e disse que queria passar a noite comigo, pois já estava de olho em mim antes mesmo de eu ir para a pista a primeira vez, pediu para a Monica descobrir que apito eu tocava, mas nem precisou, tudo ficou mais fácil quando perceberam eu me dirigindo para a pista, eu fiquei corado de vergonha, mas satisfeito, porque alguém tinha me notado ... ele terminou o café e me puxou para sentar no seu colo, nos beijamos novamente, como da primeira vez, então, eu sussurrei que ele viesse atrás de mim, fomos até o quarto, ele se livrou da roupa e tirou meu robe ... nos deitamos e ele ficou me acariciando o rosto e me beijou novamente, abraçou-me e deitou sobre mim, senti seu membro, muito duro entre minhas coxas, ele então me despiu a calcinha, e beijou minha barriga, foi descendo, chupou meu pinto, minhas bolas, e lambeu meu cuzinho, eu já estava rebolando, gemendo, suspirando, antes que ele começasse a me penetrar, peguei seu rosto com ambas as mãos e pedi para não me machucar, e dei a ele o creme, ele me beijou e disse que seria muito carinhoso, que eu relaxasse, ele não iria me machucar ... então ele lubrificou meu cuzinho, a portinha, por dentro, enfiou um dedo e brincou, lambuzou meu cu, enfiava e tirava, eu só via estrelas, estava me deliciando, então ele disse que ia tentar, pediu que eu relaxasse, inciou a penetração, meu cuzinho acusou o golpe, estava doendo, fazia tempo que eu não era penetrado, pedi para esperar, ele procurou me acalmar, passava a mão em meu peito, eu respirava fundo, ofegava, ele recomeçou, senti que a cabeça de sua pica tinha entrado, doía, mas eu queria suportar, as lágrimas brotaram, ele perguntou se era melhor parar, eu disse que não, era só um pouquinho de paciência, ele me beijou, aos poucos meu cuzinho foi se acostumando, eu o abracei e fui puxando sobre mim, bem devagar, senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, me preenchendo, as vezes pedia para parar, depois recomeçava, apesar da dor, eu queria muito dar meu cu para ele, queria sentir um homem, um macho me dominando, me penetrando, queria ser fêmea naquele momento, e ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... senti sua coxas grudarem nas minhas, ele enfiou tudo em mim, sentia seu pau todinho em mim, chegava a sentir ele bater no estomago, doía menos agora, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, ele me disse que adorava eu ser apertadinho, então ele tirou um pouquinho e enfiou de novo, eu me remexia, a dor já não incomodava, ele iniciou os movimentos, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele aumentou a frequência, mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, ele suava muito, seu suor respingava em meu rosto, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele me beijava, sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, me fazer seu viado, eu já estava abraçado enrolado em seu pescoço, sentia sua pica sair e voltar, ele parecia exausto, sentia ele cravar fundo sua pica em mim, eu gemia cada vez mais alto, pedia mais pica, mais pau, queria dar meu cu todinho prá ele, a cada estocada ele alargava meu cu, eu gritava ... me dá sua pica, enfia no meu cu, então ele gritava, .... toma sua puta, sente essa pica no cu, ele tremia todo, senti sua pica inchar e então ele gozou, me inundou com jatos de porra, quente, grossa, muito quente, continuou esporrando, então sua respiração diminuiu, ele se deixou jogar sobre mim, eu acolhi seu leitinho no meu cu e seu corpo no meu, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia .....

apedrito007@hotmail.com

Já nasci menina, mas precisei me tranformar

Vou lhes contar com me transformei numa menina, nasci numa família rodeada de mulheres, tinha minha irma mais velha Dora, que tinha um pouco a mais de diferença de idade para as outras, depois tinha a Beth, e depois tinha eu que nasci com uma irmã gemea, e esta minha irmã teve poucos dias de vida, ela Daniela e eu Daniel, como nasci prematuro, sempre tive uma atenção especial, por parte de todas a minhas irmãs de minha tia, que neste tempo veio morar conosco, meu pai havia falecido. Moravamos numa casa, já na area rural, de uma pequena cidade do interior, casa razoavelmente confortavel com uma sala grande, quatro quartos, dois banheiros, copa cozinha e nos fundos uma area de lazer e serviços Vou lhes contar alguns fatos que aconteceram e me ajudaram a ser a menina que hoje eu sou, livre e leve, hoje com 25 anos, moro em um apartamento em uma grande cidade, trabalho com tradução da lingua inglesa para o portugues, sou free-lancer de uma multi, para ser interprete de alguns de seus funcionários, e por vezes dou aula de ingles, sou indepentente financeiramente e tenho um circulo de amizades bem restrita. Desde de muito pequena, ou melhor desde que me entendo por gente, sempre vesti roupas de meninas, pois cercada de cuidados e de muitas mulheres, foi mais facil ser igual as elas e elas se espelhavam nelas, principalmentre para me vestir, esta maneira de me vestir nunca foi imposta, eu que sempre me senti uma menina, e com a morte de minha irmã gemea, fui matriculada na escola rural com sua certidão de nacimento, e daí em diante passei a ser a Daniele, ou Dani para os mais intimos. Nesta fase da infância fui muito feliz, brincavamos muito, mas tambem não descuidavamos dos estudos, é claro que nossas brincadeiras eram todas de meninas, como desfile de modas, os mais variados, casinha que eu sempre a filhinha, pular amarelinha.

Sempre tive em Dora uma protetora, pincipalmente fora de casa, me habituei com gestos e as fragilidades femininas, pois so fazia xixi sentada e usava um papel higiênico para secar o meu piu-piu. Outro fato marcante, foi que fomos levada ao posto de saude, para furar as orelhas, sendo eu a mais nova, minha mãe não quis contar o que era, para eu não chorar, mas chegando la ela me entregou um lindo par de brincos com uma pequena perola, que eu achei muito bonito e por isso não chorei quando furou minhas orelhas, tivemos os cuidados, mas eu sempre que podia ficava admirando minha orelha com os brincos, me sentia muito mais bonita. Mais uma vez fui surprendida, pois Dora ganhou um jogo de manicure completo, e diversos esmalte, pois ela sempre atenta a minhas reações viu que eu tinha gostado, e logo se propos a limpar e pintar minhas unhas, das mãos e dos pes, e eu me lembro muito bem pintou de rosa bem clarinho, neste dia brincamos de desfile de modas com roupas íntimas, pois estava me sentindo mais mulher, usando cinta, corpetes, calcinhas e sutiã, é claro com enchimento, meias com ligas, meia calças, e sandalias e sapatos de salto, eu preferi as sandalias de salto, pois assim mostrava minhas unhas pintadas.

Dora sempre atenta as minhas preferências, sempre me perguntava se eu realmente queria ser uma menina de verdade, e afirmava que ela sempre iria me ajudar. Um belo dia durante o banho, notei que as tetinhas de Dora, estavam estufadinhas para fora, e que os manilos estavam maior, que já se promunciava um pequeno peitinho ao redor, me fazendo admirar e sonhar como ficaria o meu, fiquei encantada, e gostei muito de alisar com minhas pequenas mãozinhas, e Dora se sentia bem gostando de minhas carícias, naquele final de semana, fizemos uma pequena comemoração, e Dora, ganhou seu primeiro sutiã, era um conjuntinho de calcinha e sutiã, branco com detalhes em rosa, e eu fiquei maravilhada, meus olhos nem piscavam, pois quando Dora foi para o quarto e se trocou, e voltou desfilando seu novo conjuntinho e por cima um hoby de seda, que ela desamarou e amarou, diversas vezes para mostrar como seu conjuntinho de calcinha e sutiã tinha lhe ficado bem, nem preciso dizer que eu fiquei sem piscar os olhos, e Dora é claro que notou, mas não disse nada, e não fez nenhum gesto para me reconfortar, como era de seu costume.

No dia seguinte, para nossa surpresa, minha tia havia comprado, muitos outros joguinhos de calcinha e sutiã, de diversas cores e presenteou a todas nos, foi um dia que rolou outro desfile com roupas íntimas, so que agora com as nossas próprias, ficamos todas muito contente, e eu em particular pois para compensar minha falta de peitinho, Dora providenciou uma bola de soprar, encheu com um pouco de agua, e me disse que era para eu ir me acostumando, com volume e peso de um peitinho, quando vesti meu sutiã, pude ter uma sensação que eu realmente estava com um peitinho de menina moça, pois tinha um pequeno volume que fazia encher o sutiã, e o peso é bem semelhante, pois com qualquer movimento o meu peitinho me fazia lembrar que eles estavam la, fazendo me lembrar da sensação gostosa que era ter um belo par de peitinho de menina moça, desde esse dia eu nunca mais deixei de usar sutiã, ele se tormou um marca registrada de eu mulher. Mais alguns meses se passaram e Dora ficou menstruada pela primeira vez, o que foi motivo de comemoração, e daí a algum tempo ela foi ao ginecologista, que após alguns exames lhe receitou o uso de anticoncepcional que era para regular seu período, e disse tambem que os hormonios femininos de baixa quantidade, iriram modelar seu corpo de mulher. Dora quando ouviu isto, na mesma hora se lembrou de min, e quando chegou em casa já tinha comprado, algumas caixas a mais deste anticoncepcional, conversou com mamãe e com titia, e elas concordaram, titia tinha em sua juventude tinha iniciado o estudo de medicina, mas depois de algum tempo desistiu, porem estes estudos de muito me ajudaram. Comecei ai o processo de me transformar, verdadeiramente em uma menina, pois com doses baixas de hormonios feminino, meu organismo deu os primeiros indicios, mas antes que os hormonios masculinos se aflorassem, tomei um medicamento para anular e inibir seus efeitos, mas tambem continuava com as doses menores do hormonios femininos.

Quando minha tia percebeu que os hormonios masculinos, não mais me afetariam definitivamente, ela passou a usar os hormonios femininos com uma concentração e dosagem maior e ai sim tive modificalçoes significativas, e a primeira evidencia foi com meus peitinhos, pois os mamilos ficaram, inicialmente muito senciveis, o peitinho que começava a despontar, ficou um pouco dolorido, porem alguns dias depois, eles ficaram bem grandinhos, e já não cabiam em um sutiã de tamanho P, meus manilos ficaram pequenos e com uma coloração rosacea, e os biquinhos que pareciam estar sempre pontudinhos, ficava a admirar, sempre de sutiã para que eles não perdessem as formas, porem sempre que podia vestia uma blusinha de malha, bem justinha e um pouco transparente, e juro que ficavam lindos. Minha cintura havia afinado e minha bunda crescido, mas num tamanho bem proporcional, pois eu sempre fui do tipo fisico bem miuda, mas agora quando eu vestia minhas calcinhas, eu as sentia mais justinhas e quando rebolava sentia os olhares dos meninos de cobiça. Pelos eu quase não tinha, pernas, região pubiana, meu cuzinho, barba, axilas, tudo é muito lisinho e quando algum pelo aparecia, Dora tratava de arancar, calçava nº 35, durante o tratamento meus cabelos cresceram muito, e neste decorrer, experimentei diversos cortes, gostei mais deles com franjas e altura ate os ombros, eles são castanhos claros, e eu tenho a pele marena bem clara, e olhos castanhos, de altura tenho 1,61 m, e tem tambem o meu pintinho, que ate agora so usei para fazer xixi, fiz cirúrgia de fimose ainda quando bebe, e por isso não tenho prepúcio, durante o tratamento ele ficou bem pequeno e dolorido, porem isso melhorou, quero dizer, quando ele esta bem durinho, já medi tem quase 11 cm espero que na hora H ele funcione, porem pelo que já vi e ouvi, eu quero mesmo é ser menina, sempre.

Vou contar aguns fatos que aconteceram em minha infância: quando estudavamos em um colégio na cidade, tinha uma menina de outra sala e de outra turma, que sempre implicava comigo, dizia que eu era homem vestida de menina, e Dora sempre por perto me defendia, porem um dia ela falou que iria provar, Dora ouvindo isto, no dia seguinte após o banho, antes de irmos a aula, me fez sentar na banheira com agua fria e gelo, ate o que eu aguentase, quando sai ela me enxugou e me fez vestir uma calcinha bem pequenininha, tipo tapa sexo, uma calcinha de lycra e da cor da pele, eu saquinho tinha quase sumido, minhas bolas se abrigaram na cavidade pelvica, e meu pintinho estava do tamanho da falange de um dedo, o que ficou facil de esconder tudo, melhor tudinho, sendo que atras a calcinha fica toda atoladinha na minha bundinha, e por cima ela me vestiu uma calcinha, tipo normal, quando me olhei no espelho, nem estava acreditando, pois estava lindo, liso, assim como se eu tivesse uma vagininha, vesti meu uniforme e fomos para o colégio, a única recomendação Dora é que eu não usase o banheiro, que segurasse um pouco. Pois na hora do recreio,esta tal menina, me empurou para dentro do banheiro, e dizendo que queria ver minha periquita, quando entramos, Dora estava la dentro como tivesse nos esperando, ela me abraçou, piscou seu olho para min, e me colocando de costa para a tal menina, levantou minha saia e abaixou minha calcinha, e me virando de frente, começou a gritar, dizendo para esta menina, que se ela continua-se a falar estas coisas, que iria denuncia-la, assim ela não reparou a outra calcinha que eu usava por baixo, e acho que ela consegiu ver minha periquita, e asustada foi embora, não falando mais neste assunto.

Dora me protegia e sempre que podia me ensinava, ela percebendo que eu poderia me relacionar com algum menino, e consequentemente transar com ele, me ensinou que quando eu usa-se o banheiro, que eu deveria usar o chuveirinho, para fazer uma boa higiene dentro do meu cuzinho, no inicio achei meio esquisito, pois não controlava a quantidade de agua, e com isso voltava e demorava no trono, depois que consegui controlar a quantidade de agua, as coisa ficaram mais rapida e eu nunca mais perdi este habito, e estou sempre com meu cuzinho, bem limpinho para o que vier. Dora teve alguns namorados, ela não deu para todos, e para os que ela deu ela so dava o cuzinho, a principio eu ahava que ela tinha medo de engravidar, porem num dia que ela estava mais próxima de min, ela me confidenciou, que so dava o cuzinho, porque sempre pensava e min e queria me orientar e passar todas as sensações que ela sentia, porem os escolhidos eram pelo tato primeiramente, e depois ao ve-lo, os maiores e os mais grossos eram os preferidos, mas ela me disse que tambem experimentou um menor e mais fino, so que este apesar de ter sido bom,não foi tão ótimo como os grossos e grandes que doiam, que ela achava que iriam lhe rasgar, que saía com seu cuzinho bem ardido, esfolado, que ate precisou usar hipoglos, para se refazer, e dentres estes escolhido um para ser o primeiro a me comer, Nando não tinha um tipo fisico forte, era ate bem magro, mas segundo ela, ele tem uma pica linda e enorme, com a glande toda esposta, bem feita com a pontinha um pouco mais fina e com a parte de tras da cabeça com diametro maior que o restante, mas o melhor era a grossura, bem grosso firme e ao mesmo tempo macio, e de comprimento longo, ela não chegou a medir, porem quando ele estava deitado, ela via ele passar do seu proprio umbigo, para testar este ela deu para ele diversas vezes, e sempre preparando o terreno para ele me comer, mas seus pais mudaram e o contato com ele se perdeu.

Dora me disse que ate para chupar esta pica ela tinha dificuldade, pois so cabia a cabeça e um pouquinho mais, e que quando Nando ia gozar ela tinha que ficar so com a cabeça, senão ela podia se engasgar, mas que ela acha simplesmente ótimo e não disperdiçava nada, sorvia com muito gosto. Uma das transa de Dora, foi em casa, estavamos so as duas e ela com seu namorado, fiquei escondida em um dos quartos, tinhamos instalado uma camera, escondia sob alguns livros, que estavam na estante, porem desarumados, e eu assistia a tudo muito apreensiva, Dora tomou as iniciativas, tirou-lhe a camisa, desabotou sua calça, enquanto ele tirava seu tenis e a meia, ficando de cuecas e com sua pica parecendo que iria estourar a sua cueca, então Dora deu-lhe alguns beijinhos por cima da cueca, e percebi que sua pica tinha levantado ainda mais, tal era seu tesão, Dora não deixava que ele se mechesse, a seguir ela levantou sua cueca, deixando somente a cabeça de sua pica para fora, e colocou-a dentro de sua boca, eu so conseguia ver sua lingua percorendo toda aquela glande e seus labios sugando aquela pontinha de pica, tinha a impressão de ser muito doce, e eu rolava na cama e com uma almofada fazia pressão entre as pernas, de repente ela parou não queria ver ele gozando antes do tempo, tirou-lhe a cueca, foi ao banheiro e trouxe um creme, condicionador de cabelo, passou em sua pica e pediu que ele passase em seu cuzinho, o que ele fez enfiando um depois dois dedos, e fez movimento de vai e vem, eu vendo aquilo me contorsia de tesão, após isso ela o colocou na beirada da cama e foi lentamente sentando em sua pica, ele com suas mãos na cintura dela, e ela descendo lentamente, porem sem parar, seu rosto mostrava um desconforto de dor, porem seus labios se abriam a um sorriso muito contente, quando ela sentiu que tinha entrado tudo, ficou uns instantes imovel, e lentamente começou a rebolar com se tivesse um pouco mais de pica para entrar, suas mãos abriam as bandas de sua bundinha a procurar um pouco mais, eu não conseguia ver a cara do seu namorado, pois ela estava na sua frente, porem conseguia ver que toda aquela pica tinha sumido dentro de seu cuzinho, agora ela fazia os movimentos de sobe e desce, pude escutar um urro de prazer de seu namorado, seus movimentos eram bem devagar mais cadenciado, porem as mãos em sua cintura, era para que este movimento se intenficasse, e foi o que ela fez, levantava seu corpo e a pica que estava enterrada em seu cuzinho, so ficava com a cabeça dentro, e em seguida ela sentava fazendo entrar tudo novamente, e uma vez la dentro ela rebolava e subia mais rapidamente, ate que ele a segurou abraçando pela cintura, não querendo a solta-la mais estava gozando tudo que podia, no mais fundo do cuzinho de Dora, fiquei extaziada, rolava e apertava a minha almofada, estav completamente aerea, Dora ainda ficou mais um pouco com a pica no seu cuzinho e quando deu sinal que estava mole ela saiu de cima, levou-o ao banheiro e quando voltaram já tinham se trocado. quando ele foi embora Dora veio ter comigo, fiquei tão surpresa que nem percebi que pelo meu pitimho tinha vazado algum liquido mais gossinho e tinha molhado minha calcinha, ficando bem encharcada, Dora pediu que eu lavasse meu pintinho no chuveirinho do vaso e trocase minha calcinha, quando voltei Dora tinha lambido e cheirava minha calcinha que ainda estva úmida. Naquele dia, quando nos preparavamos para domir Dora uniu nossas camas, e meio a minha surpresa, me beijou, a princípio suavemente, com seus labios bem molhado, com um hálito de creme dental, e com sua lingua procurando a minha e quando a encontrou, tive a impressão, que estava fora do chão, agora com mais intensidade e vigor, porem suavemente delicado, soltou-me e disse bem baixinho dentro de meus ouvidos que queria me ensinar, algo mais prático ao vivo, sendo eu a protagonista, tirou meu babydol, sem presssa, beijou- me novamente e descendo seus labios encontrou meus peitinhos, que apesar de grandinhos, estavam sendo acariciados pela primeira vez, ela se revesava, ora em um ora no outro com peqenos beijos chupadinhos e com gostosas lambidas com toda a extensão de sua lingua, desceu mais me lambendo toda,que delícia, demorou na minha região pubiana, eu me contorsia toda e me deliciava, ela abaixou minha calcinha o suficiente para libertar meu pintinho, e ainda que meio mole ela com um sorriso nos labios, acho que é por causa do seu tamanho, ela colocou-o todinho em sua boca e seus labios chuparam meu saquinho, ora uma se minhas bolas ora a outra, a sensação é indescritivel, chupou tambem com muita firmeza e uma certa pressão dos seus labios a cabecinha de meu pintinho, que nesta altura já estava durinho no seu máximo, foi muito delicioso esta carícia, mas o melhor estava por vir, ela me deitou de bruço, não tirou minha calcinha, apenas abaixou abriu minhas pernas e com as mãos abriu minha bundinha e beijou, lambeu e por fim enfiou sua lingua no meu cuzinho, e com certeza nesta hora entrei em órbita, com meu cuzinho bem molhadinho, ela enfiou em dedo senti um pequeno desconforto, mais estava gostando tanto, que nem liguei, e com o movimento de entra e sai fui ficando cada vez mais mole, sem reação, e com a cabeça em órbita, sei la de qual estrela, no movimento de eu ficar de bruço, minha calcinha, na parte da frente tinha subido um pouco e meu pintinho ficou dentro dela e em um dado momento eu levei uma espécie de choque, gosei pela primeira vez, gosei gostoso, meu corpo estremeceu, meu cuzinho se fechou prendendo o dedo de Dora, minha boca estava muito seca, mas minha cabeça estava muito longe, Dora me virou lentamente, tirou meu piruzinho da calcinha e disse, agora você realmente gosou de verdade e não se fazendo de rogada, chupou, lambeu, procurou em cada fio de minha calcinha tudo que pode sorver, chupou mais uma vez meu pintinho, como que tirando a última gota, e outra surpresa, me beijou dividindo comigo, toda minha porra, adorei o sabor a textura, deixei em minha boca e aos poucos fui engolindo, e me deliciando, ficamos abraçadas, eu disse que estava muito contente, feliz e gostando de como aconteceu, Dora me disse que eu era um meninha muito gostosa mas em breve iria, me tormar uma mulher nos braços de um homem, dorminos abraçadinhas, toda molhadinha e com o cheiro do sexo em nossas bocas e cabeças.

O meu primeiro amor como cd

No meu tempo de cursinho eu era um dos caras mais disputados pelas meninas da escola. Surfista sarado, sempre bronzeado, cabelos negros longos até os ombros, alto com um belo par de olhos verdes num rosto de traços delicados. Eu era o "gatinho" do cursinho por quem as meninas suspiravam. A minha popularidade junto ao público feminino só perdia para o "Gatão" da escola, o Hans. Filho de diplomata escandinavo, o Hans, também surfista, era como um deus viking. Mais alto do que eu, loiro, olhos azuis, de ombros largos e musculosos, todo coberto de pelos loiros que contrastavam com a pele bronzeada do sol de praia. Hans e eu estudávamos na mesma sala, sentávamos juntos, lado a lado, com a turma do fundão e formávamos a dupla dos sonhos das mulheres da nossa turma. O assedio feminino e a rivalidade com os demais caras do cursinho, sempre enciumados conosco, fez com que tornássemos bons amigos. Estudávamos, paquerávamos e íamos para as baladas sempre juntos. Muitas vezes compartilhávamos até as mesmas garotas em festinhas a quatro, verdadeiras surubas de troca de pares, às vezes em drive-ins ou em motéis.

Em meados de setembro o cursinho costumava dar uma semana de folga para os estudantes do extensivo. Um tipo de "semana do saco cheio". O Hans estava muito cansado e resolveu ir para casa de praia da família em Angra. A casa estaria vazia. A sua idéia era somente mar, sol, windsurfe e nada mais. Ele me convidou para ir também já que totalmente sozinho seria chato de mais. Aceitei prontamente o convite e lá fomo nós.

Chegamos a noite. A casa era maravilhosa e ficava numa ilha praticamente deserta. Além de nós, lá estavam somente os empregados, como a cozinheira, a empregada, o caseiro e um segurança. Estávamos bem cansados da viagem e após jantarmos fomos logo dormir. O Hans sugeriu, para um melhor conforto e liberdade, que eu ficasse no quarto da sua irmã, que estava estudando nos Estados Unidos. No quarto, após desfazer as malas, deparei-me com algumas roupas da sua irmã, como biquínis bem cavadinhos, pois o fio dental era a moda da época, vestidinhos de praia curtíssimos, cangas, calcinhas, sutiãs, shortinhos e numa das gavetas achei ainda babydolls, corsets, cinta liga, meias 7/8, etc. A irmã do Hans costumava dar escapas para essa casa em Angra com os seus namorados e provavelmente deixou esse "enxoval" já que a maioria das peças não teria utilidade nos EUA. Para mim que desde pequeno sempre fui fascinado pelas roupas femininas era um sonho ter tudo aquilo disponível na total privacidade do meu quarto. Naquela noite eu praticamente não dormi. Experimentei tudo o que havia ali, incluindo até um modess dentro da calcinha. Quando finalmente me rendi ao sono fui deitar de calcinha, sutiã e baby doll. Que delícia!

Na manhã seguinte encontrei o Hans na cozinha já tomando o café. O Hans perguntou-me se eu havia dormido bem já que ele levantou a noite para tomar água e viu pela janela do quarto a luz acesa. Eu gelei. Será que ele tinha me visto travestido? Não poderia ser. As cortinas tampavam as janelas e a porta estava trancada. Eu desconversei e disse que havia estranhado a cama. Após o café, fomos aproveitar aquela praia paradisíaca. Nadamos, andamos por quilômetros, tomamos muito sol. Num certo momento o Hans resolveu tirar toda a roupa para sentir o sol e o mar totalmente em pêlo. Eu fiz o mesmo e foi delicioso. O sentimento de liberdade e privacidade era demais. Depois de muita atividade ficamos os dois deitados desfalecidos, cada qual na sua toalha, morgados pelo suave sol de setembro. De olhos fechados eu recordava como eu fiquei linda na noite passada vestida com as roupas da irmã do Hans. Fiquei imaginado que à noite eu estaria novamente sozinha com todas aquelas roupas sexy. Fiquei bastante excitada e planejei que naquela noite iria usar maquiagem e bijuterias também. Eu queria ficar uma perfeita mulherzinha. Era pena não haver um consolo de borracha para que o meu deleite ser ainda maior. Com esses pensamentos na cabeça e cheio de excitação imaginando-me mulher, olhei para o Hans que dormia ao meu lado. Aquele macho lindo, másculo e bem maior do que eu, atiçava as minhas fantasias. Comecei a imaginar eu todinha produzida sendo bolinada pelo Hans, o número um das menininhas do cursinho. Ai, que tesão gostoso e diferente comecei sentir.

Já cheios de sol e mar voltamos para a casa. Tomamos uma ducha fria ao lado da piscina e fomos almoçar lá pelas quatro da tarde. Os empregados da casa eram discretíssimos deixando-nos sempre a sós. O que me intrigava era que quando tínhamos contatos com as mulheres da casa elas sempre me olhavam de forma meio estranha. Comentei isso com o Hans e ele me contou que a irmã dele fazia muitas festinhas por lá. Verdadeiras orgias na praia, pela casa e principalmente na piscina. Os empregados estavam acostumados e talvez até estranhassem quando tinham hospedes na casa tão comportados como nós. Imaginando as orgias da irmã do Hans, que provavelmente rolaram na cama que eu dormiria, aflorou ainda mais o meu lado feminino. Eu não via a hora de ir "dormir". À noite, após o jantar, fui logo dizendo boa noite e dirigindo-me para o quarto. O Hans estranhou muito e ficou na varando lendo revistas.

Naquela noite eu me montei o melhor que pude usando a maquiagem, presilhas no cabelo e demais adereços. Fiquei com um rosto bem feminino. Vesti a calcinha fio dental, sutiã, cinta liga, meias 7/8 e o corset, todos pretos. Por cima de tudo pus um vestido preto longo, mas com uma abertura na perna que ia até a calcinha. O clavage nos meus peitos grandes ajudou muito, mas para melhorar o visual pus ainda, como enchimento, algumas meias. Ainda bem que apesar dos peitos grandes o resto do corpo sempre foi franzino. Quando me olhei no espelho, tomei um susto. Eu estava uma linda mulher. A única coisa que realmente atrapalhava eram os pêlos das pernas, já que no resto do corpo, inclusive no rosto, eu praticamente não tinha pêlos. Infelizmente esse era um detalhe que eu não podia mudar o que me frustrou muito. Nessa segunda noite perdi a conta de quantas vezes eu me masturbei, sempre fantasiando com o Hans.

Na manhã seguinte acordei cansada e bem tarde, lá pelas 11hs. Pus o meu "bermudão" de surfista, mas não resistindo, por baixo, vesti um biquíni fio dental branco. Eu não queira parar de sentir aquela doce sensação de algo enterrado no meu bumbum. O Hans aguardava-me na praia já há muito tempo. Assim que cheguei na areia ele me perguntou se a "noitada" tinha sido boa para eu acordar assim tão tarde. Achei a pergunta estranha e comecei a desconfiar que ele sabia de alguma coisa, mas isso era impossível, pois estive sempre trancada e sozinha no quarto. Eu retruquei que afinal era para isso que nós tínhamos vindo, ou seja, descansar. Ele deu um risinho maroto dizendo: é isso aí. Nesse segundo dia de praia o Hans tirou logo o seu bermudão e sunga, ficando nu. Fiz o mesmo, mas tirando tudo de uma só vez para ele não ver o que eu vestia por baixo da bermuda. O dia estava quente e ficamos lá morgando sob o sol. Para relaxarmos tomávamos muitas caipirinhas que o caseiro nos servia a todo a hora. Antes de irmos para nadar, fizemos uma longa caminhada. Quando voltamos tomamos mais caipirinhas e logo caímos na água. No mar, já meio alto, o Hans começou a brincar de me dar caldo e volta e meia ele mergulhava para me agarrar por traz e afundar a minha cabeça. Assim que eu lutando me livrava dele lá vinha ele de novo me dominando com facilidade já que ele era maior e mais forte do que eu. Solto pelo álcool, extasiado pela liberdade de nadar nu numa praia deserta, fui deixando me levar pela excitação. A cada nova investida dele ele eu oferecia menos resistência. Ele me agarrava tentando brincar e eu me imaginava vestida de biquíni fantasiando que estava sendo estuprada por aquele homem que se tornou o meu objeto de desejo. Ele começou também a brincar de me enconchar em cada caldo. Ele dizia que como não tinha mulher por ali eu ia ser a putinha dele. Eu protestava dizendo: "pega aqui no meu cacete, seu bundão!" Eu fingia, que por estar bêbado, não conseguir desvencilhar-me dele. Ainda bem que ele não percebeu a minha excitação e ereção do meu membro.

Depois da brincadeira, recompostos, voltamos para areia. Já era fim de tarde. Vestimos a nossa roupa e voltamos para a casa. Que delícia sentir o meu biquininho entrando de novo entre as minhas nádegas. Antes de tomarmos a ducha de água quentinha no cano que ficou o dia todo sob o sol, tomamos mais algumas caipirinhas. A essa altura eu já estava bem embriagado e sem muito controle do que fazia. O Hans levantou-se e foi para a ducha primeiro. Tirou toda a roupa e percebendo que eu não tirava os olhos dele, começou a esfregar o sabonete bem devagar exibindo o seu corpo de macho para mim. Depois passou a usar o sabonete para esfregar o seu pau e o saco sem parar até que o seu membro estar bem ereto. Ele estava a me provocar descaradamente. Eu estava paralisado, num misto de excitação e susto. Tinha medo de lançar-me em algo que sempre desejei, mas nunca havia feito. Eu não queria cruzar além a linha da fantasia e do prazer de só vestir-me de mulher. Xinguei ele de viado e parei de olhar. Ele retrucou que sabia que eu gostava, mas talvez temendo expor os seus desejos parou a bolinação no seu pau. Ele sentou-me ao meu lado e eu imediatamente levantei-me e fui para a ducha. Não queira ficar do lado dele com medo de ficar ainda mais excitada, perder o controle e fazer alguma besteira. Havia uma certa tensão no ar. O meu instinto já sabia que daqui para frente alguma coisa iria acontecer. Estávamos ainda no segundo dia das nossas férias e de forma inusitada o Hans estava realmente flertando comigo. Eu não sabia o que fazer, pois não estava preparada para esse tipo de comportamento dele. Eu podia controlar as minhas fantasias e desejos, mas jamais iria supor que ele, o Hans, um dos caras mais machão que eu conhecia iria me assediar. O pior e que não tinha como fugir daquela situação. Enquanto eu estava sob a ducha, mesmo bêbada, tentava me controlar e pensar em como agir frente aos seus assédios caso a suas brincadeiras fossem longe demais. Ainda meio alta pela bebida e amortecida pela água morna da ducha, continuei o meu banho pensando em como barrar qualquer provável investida do Hans. Estava até disposta a parar as minhas brincadeiras solitárias de mulherzinha das últimas noites. Talvez assim, o Hans não me deixasse desconcertada e nem excitada com as suas insinuações. Eu estava com muito medo de soltar a "franguinha" que sempre viveu debaixo da minha carcaça de garanhão. Absorta nos meus pensamentos e meio zonza pelo álcool tirei a bermuda e fiquei lá no banho de sunga. Imaginava eu estar de sunga. Naquele instante eu esqueci que estava de biquíni fio dental. De repente, senti as mãos do Hans massageando os meus ombros. O Hans sempre foi ligado em do-in e outros esoterismos orientais. Ele começou a falar para mim que eu devia esquecer as brincadeiras dele, pois eram apenas brincadeiras. Essas palavras dele me deram segurança e eu fui relaxando o medo e a tensão. O álcool, o calor da água e a massagem do Hans me levaram para um outro estado de consciência e relaxamento. Eu não percebia que tudo isso me inebriava e que uma sensação de torpor tomava o meu corpo. O Hans aproximou o seu corpo do meu. Uma das suas mãos começou a alisar a minha barriga e depois subiu para os meus peitos. A outra mão subia pelas minhas coxas, lentamente até a bunda. Quando a sua mão esfregou indecentemente a minha bunda eu percebi que eu estava de biquíni e não de sunga. Eu tinha me revelado. A essa altura o membro do Hans estava duríssimo e roçando entre as minhas pernas. Fiquei em estado de choque e quase entrei em pânico, mas estava paralisada pela surpresa de suas ações. O Hans, senhor total da situação, começou a chupar a minha nuca e a sussurrar no meu ouvido. Ele chamava-me de tesão. Ele falava que era meu amigo incondicional. Dizia para eu me soltar que estávamos sozinhos lá e que devíamos liberar os nosso desejos. As minhas pernas tremiam de tesão e eu me sentia fraca de mais para reagir. Fui caindo no domínio daquele homem. A mulher que eu sou aflorava suavemente, mas de forma imperativa. O Hans desceu a sua mão dos meus peitos e deslizou até o meu sexo. Só então eu percebi que o meu membro estava duríssimo como pedra. O Hans estava me mostrando o quanto o meu corpo denunciava os meus desejos. Tentei olhar para traz para ver o seu rosto e assim acreditar que tudo aquilo estava realmente acontecendo. Olhei nos seus olhos e ele novamente, antecipando as minhas reações, beijou a minha boca. Foi como se um raio tivesse me atingido. A mão do Hans no meio pênis, o seu cacete encoxando a minha bunda e a sua língua invadindo a minha boca tirou de mim os últimos resquícios de masculinidade e de resistência. Retribui com furor o seu beijo. Ele continuou a bolinar suavemente o meu pênis dizendo no meu ouvido: "Ah que bocetinha gostosa". A sua outra mão já puxava o biquíni para o lado e seus dedos entravam pela porta do meu buraquinho. Outro beijo. Eu já estava desesperada de tesão por aquele homem. Naquele momento eu me sentia totalmente mulher.

O Hans pegou a minha mão e conduziu-me para o meu quarto. Sentado na cama, enquanto ele me beijava, ele puxou a minha mão para o seu membro. Era enorme. Eu já suspirava só de segurar aquele pinto nas minhas mãos. O Hans levantou-se e me segurou pelos cabelos ordenando: Chupa o meu pau sua putinha! Eu ajoelhei-me a seus pés, debrucei as minhas mãos sobre as suas coxas musculosas e comecei a abocanhar aquele mastro enorme. A sensação era incrivelmente deliciosa. Eu me sentia totalmente submissa tentando dar o máximo de prazer para o meu homem. O Hans, cada vez mais excitado, iniciou um vai e vem puxando e empurrando a minha cabeça com as suas mãos grandes. Eu era um objeto a mercê do seu prazer (ou do meu prazer?). O ritmo aumentou e eu, já ansiosa, preparava-me para receber uma cachoeira de leite na boca. O Hans então, subitamente, parou, me puxou para cima e virou-me de costas para ele. Eu instintivamente inclinei-me apoiando as mãos sobre a cama. Oferecida, empinei o meu traseiro para traz. Confesso que eu esperava mais preliminares, mas o Hans, estava louco e descontrolado. Com medo da sua força, muito superior a minha, eu fazia o que ele mandava incondicionalmente. Ele puxou o biquíni para baixo. Ui, que gostoso! E logo meteu a sua língua no meu reginho. Eu tremia muito, suspirava de tesão e confessava os meus desejos de mulher, dizendo: "Ai meu macho, meu tesão, me lambe toda. Ai, é disso que eu gosto, de homem, de macho. Me fode, me faz mulher." O Hans esfregou hidratante no meu bumbum e a seguir enfiou os seus dedos nas minhas entranhas. Eu gemia muito, pois a sensação e o tesão eram intensos demais. Ele no vai e vem dos seus dedos debruçou-se sobre mim e chupava a minha nuca e orelha. Ele dizia: "Vou te comer toda. Vou te foder sua putinha. Vou te fazer minha cadelinha". Eu não agüentando mais gozei com as suas palavras, com as suas coxas me apertando, com o seu corpo de macho sobre o meu e os seus dedos me violando. Ele rindo maliciosamente disse: "Que putinha tá gozando só de sentir o seu macho brincado com o dedinho é?" Eu retrucava: "Ai meu amor, eu já me sinto fodida por você. Já me sinto tua mulher". Mais bolinação de dedos e gozei novamente. Ele continuava a tortura de bolinação, de baixarias no meu ouvido e agora dava tapas na minha bunda quando me chamava de puta. Louca de tesão eu implorava que ele me penetrasse, não sei se pelo tesão ou pela dor dos tapas daquele gigante. Finalmente ele foi me penetrando com maestria, bem devagar, mas de forma segura e constante. Eu gemia de dor, mas o tesão era tão grande que eu empurrava a minha bunda para traz tentando enfiar tudo o que eu tinha direito. Assim que eu estava totalmente preenchida, ele ficou parado por alguns instantes dizendo mais coisinhas para mim. Ele perguntava. "Tá gostando de ser minha putinha, benzinho?" E eu respondia: "Ai amor, estou gostando demais. Eu te quero muito meu macho, meu homem. Goza em mim, goza". Eu tentava segurar um novo gozo, mas em vão, gozei mais uma vez. Ele, a seguir, começou o vai e vem bem devagar. O ritmo foi pouco a pouco aumentando entre tapas no bumbum e mordiscadas na nuca e orelhas. Eu já não agüentava mais, mas ainda me esforçava empurrando meu traseiro para traz. Quase sem forças as minhas pernas começavam a dobrar, mas o Hans me segurava. A essa altura ele urrava, tirava e puxava os meus quadris sem dó. Eu estava a ponto desfalecer, pois não agüentava gozar mais e nem mesmo continuar de pé. Finalmente, urrando muito e me batendo fortes tapas no bumbum ele gozou muito, enterrando o seu pau e levantando-me para cima. Parecia que eu seria rasgada ao meio e surpreendentemente, também gozei novamente. O meu gozou desta vez foi longo e intenso, mas sem ejaculação, pois eu não tinha mais nem uma gota. Nunca na minha vida eu tinha sentido um prazer tão forte. O Hans empurrou-me sobre a cama e ficamos lá deitados, quase desfalecidos, com ele sobre mim. O seu membro semiduro ainda enterrado na minha "buceta". Depois dessa verdadeira catarse, dormimos juntinhos na minha cama. Abraçadinhos, trocávamos beijos e caricias como dois velhos amantes, enquanto jazíamos naquela cama de putaria e amor. Ainda estávamos no segundo dia de férias, ou melhor, de "Lua de Mel", mas o resto da estória fica para a parte dois.

Parte II

Acordei na manhã seguinte com um pouco de ressaca da bebedeira. O Hans dormia ao meu lado. Estava meio tonta e constrangida com tudo o que aconteceu. Preocupada eu indagava. Como seria a nossa amizade daqui para frente? Seria a minha masculinidade comprometida depois dessa minha entrega? Levantei-me para tirar o biquíni quando o Hans acordou. Ele levantou-se todo sorridente e deu-me um beijo na testa.

_Bom dia, Bruninha.

Eu fiquei ainda mais embaraçada por ser chamada de Bruna ao invés de Bruno.

_Olha, Hans, não é nada disso que você está pensando. Eu não sou homossexual e não quero mais esse tipo de relação. Eu gosto de mulher, você sabe disso. O Hans alegre e de alto astral perguntou-me.

_Você gosta de vestir esse fio dental?

_Sim, mas eu não sou...

_Eu sei que você não é viado. Já estive em muitas baladas contigo.Além do mais quando você está como Bruna você não é homem e sim mulher, não é?

_Olha Hans eu não sei o que você está pensando, mas...

_ Não tem, mas, mas. Vocês brasileiros são muito preconceituosos e preocupados demais com a masculinidade. Nós escandinavos, bem mais liberais, não temos nenhum problema em curtir os nossos desejos sexuais. Relaxe! Eu gostei bastante e não estou nem aí. Afinal eu te desejei e o você era um homem vestido de mulher, certo? E daí, qual é o problema? Tenho certeza, que a despeito disso tudo, vamos continuar azarando as gatinhas, como dois garanhões que somos. Sabe, acho que somos privilegiados porque além de curtir a mulherada podemos também ter outros tipos de prazeres. Isso é um privilégio e não um problema. Tem muito machão por aí que não consegue nem ter prazer sexual direito com as mulheres. Nós, ao contrário somos afortunados, pois podemos ter mais de um tipo de prazer.

O Hans com aquelas palavras demonstrava uma segurança incrível. Fiquei mais calma e acreditei nele. Ele tinha razão. Eu tenho uma mulher dentro de mim, isso ficou claro, mas era um homem também. O Hans prosseguiu.

_ Além do mais, que legal que isso aconteceu entre a gente, dois amigões do peito, que jamais fariam qualquer coisa que prejudicasse a amizade. Não é melhor assim, que o seu lado mulher e o meu desejo por alguém travestido tenha sido entre nós?

_Sim, você tem razão.

_ Se você acha que eu tenho razão vamos tomar banho juntos, mas como dois homens, sem rolar nada. Depois disso a gente conversa sobre esse assunto novamente.

Fomos juntos para a ducha. O Hans começou a falar sobre outros assuntos sobre a turma do cursinho e do seu stress pré-vestibular e outras amenidades. Eu esqueci o ocorrido e tudo pareceu ter voltado ao normal. Saímos do banheiro e no quarto peguei a minha bermuda e a camiseta para vestir. Foi então que o Hans interveio.

_Olha, como eu te disse, eu gostei muito da Bruna. Eu gostaria muito se ela ficasse até a semana terminar como a minha namorada, em tempo integral ou parcial. Agora é com você. O que você decidir eu vou respeitar, mas pense bem, pois temos uma oportunidade única de explorarmos os nossos desejos sem censura, com privacidade e segurança. A menos que você não confie em mim.

_ Agora vendo como você está tirando de letra essa situação, eu confio ainda mais.

_Ok, eu vou descer então e te esperar para o café. Você vir como Bruna ou Bruno. Vou torcer pela Bruna. Não se preocupe com os criados, pois são discretíssimos e estão acostumados com qualquer tipo de coisa.

Fiquei sozinha pensativa por algum tempo lutando entre o desejo e o medo do desconhecido. Comecei então a analisar todas as roupinhas da irmã do Hans, o mundinho feminino daquele quarto. Comecei a ficar excitada e impulsivamente vesti um biquininho amarelinho, fio dental. Ajeitei o quanto pude a peça de cima do biquíni. Pus uma tiara amarela nos cabelos. Com muito cuidado, passando a gilette, retirei todos os pelos das minhas pernas, bunda e nas axilas. Depois usei e abusei de cremes para amaciar a pele da irmã do Hans. Pintei as unhas dos pés e mãos de vermelho vivo. Acrescentei um batom vermelho forte nos lábios. Acertei as sobrancelhas com lápis e passei sombras nos olhos. Por fim vesti uma canga amarela alaranjada, curtinha e aberta do lado para exibir as minhas pernas depiladas. Um par brincos de pressão de conchinhas, colarzinho de ossinhos de tubarão e pulseiras de argolas de casca de tartaruga, completaram o visual de ratinha de praia. O resultado final, comprovei no espelho, foi fantástico. Nascia ali a Bruna, agora uma mulher decidida e assumida.

O Hans quando me viu descendo a escada, rebolando suavemente, engasgou de susto o café que tomava.

_ Oi amor, demorei muito? Eu sou uma dorminhoca, né, benzinho?

_ Não meu bem, vale a pena esperar por você. Tome logo o seu café para irmos bronzear e marcar esse corpinho de mulherzinha gostosa. Estou doido para passar o bronzeador nessas pernas.

Foi um dia maravilhoso. Eu agia o tempo todo como mulher. Passeamos de mãos dadas. Tomei banho de sol com o biquíni e ganhei as tão invejadas marquinhas no bumbum e nos peitinhos. O Hans me deu um trato de bronzeador que me deixou excitadíssima. Se não fosse o segurança estar na praia eu teria implorado para ser fodida ali mesmo. No mar ele me agarrou e ficamos malhando o tempo todo em beijos e abraços apaixonados. Eu me esqueci completamente da minha masculinidade. Eu era a mulher do Hans, apaixonada e totalmente entregue ao meu homem. Voltamos para areia agora deserta. O Hans me abraçou novamente e trocamos um longo beijo. Ele pegou as minhas mãos e levou até o seu pau duríssimo. Enquanto uma das suas mãos alisava as minhas costas a outra esfregava indecentemente a minha bunda. Quando ele terminou o beijo me deu tapa na bunda - Ai! - tirou o calção e disse:

_Ajoelha e chupa meu cacete sua vagabunda.

Eu mais do que depressa entrei na brincadeira e cai de joelhos. Peguei o seu membro e inicie uma chupetinha bem vagarosa, enfiando e tirando a sua glande na minha boca. Com a outra mão eu ora apertava levemente o seu saco, ora alisava a suas pernas loiras e musculosas. O Hans gemia. Fui aumentando o vaivém, enfiando o seu pau cada vez mais fundo, até que sentindo a iminência do seu gozo, enterrei tudo até a sua glande tocar a minha garganta. Ele urrando gozou. Um gozo longo e farto. Eu estava com a boca cheia da porra do meu homem, quando ele me puxou para um beijo. Juntos, saberemos aquele leite.

O Hans era assim, um doce de homem. Tratava-me como uma princesa, mas quando transávamos, ele era dominador e me fodia como uma puta. Cansada, deitei-me de bruços sobre a toalha com o Hans do meu lado. Ficamos ali deitados. Ele me acariciava, beijava as minhas costas e nuca, passava a mão nas minhas pernas e bunda. Fui ficando excitada e ele já estava duro de novo. Ele tirou com violência o meu biquíni, pós uma toalha dobrada embaixo dos meus quadris e encharcou o meu reguinho com hidratante. Os seus dedos invadiram-me e ele manipulava o meu ânus, alargando as paredes. Ele dizia:

_Vamos relaxa essa boceta, vagabunda.

Um tapa forte nas nádegas me excitou ainda mais. Ai, como eu gosto de apanhar desse homem. Excitadíssima, comecei a suplicar para ser penetrada logo. O Hans ajoelhou-se atrás de mim, abriu as minhas pernas e em seguida puxou para os lados as minhas nádegas me expondo toda para ele. Ele deitou-se sobre mim colocando a cabeça do pau na entrada do meu buraquinho. Ter aquele homem grande, pesado e musculoso deitado sobre mim era um sonho. Ele então de forma autoritária, ordenou.

_Tá gostando, cadela? Pede para eu te meter, pede!

_Ai, amor, mete, mete tudo. Come a sua puta. Sou tua, toda sua. Por favor, mete logo que eu não posso mais viver sem esse caralho dentro de mim.

Ele agarrou as nádegas e iniciou a penetração. Eu empinei os quadris para traz e tentei relaxar ao máximo. Doía, mas à vontade de dar era enorme. Ele foi enfiando e parando para eu ir acostumando. As muitas caipirinhas que tomamos ajudou a minimizar a dor. Logo o seu membro de 20 cm estava todo dentro de mim. O Hans ficou lá um tempão, com o pau enterrado, sem se mover. A única coisa que fazia era manter o seu pau latejando lá dentro, me levando a loucura de tesão. Eu não demorei muito para gozar. Novamente gozei sem tocar no meu membro. Depois do meu gozo ele começou, lentamente o vaivém. Ele metia o seu mastro bem fundo, apertando as suas bolas contra a minha bunda, depois puxava para traz deixando apenas a cabecinha no meu ânus. O meu membro estava encolhidinho, quase sumido, mas assim mesmo gozei de novo, sem ejaculação e sem ereção. Seria um gozo de mulher? Ai, eu era a mulher mais feliz desse mundo. O meu homem era uma máquina de me dar prazer. O vaivém foi se tornando pouco a pouco mais frenético. O Hans entre tapas na minha bunda puxou o meu quadril e eu, submissa, fiquei de quatro. Arrebitei todo o bumbum para traz e ele deu um risinho dominador. Ele enterrava com força, sem dó. Parecia que eu estava sendo atravessada ao meio. Eu gemia baixinho sem parar. Ai, ui, ai.

_Me come toda, sou tua puta, tua mulher.

_Puta, sua puta, galinha...

Ele urrando, enterrou bem fundo e gozou, enquanto ora me batia nas nádegas ora puxava os meus cabelos. Caímos desfalecidos lado a lado sob a toalha. Já era fim de tarde. Eu olhei para ele. Aquele homem lindo de morrer, dormindo lá do meu lado, numa praia só nossa. Eu estava perdidamente apaixonada por ele. Depois de recompostos, levantamos. Ele me beijou na boca suavemente. Eu vesti a minha canga, calcei os meus chinelinhos amarelos, retoquei o batom, escovei e prendi os cabelos com a tiara.O Hans, cavalheiro, pegou as cadeiras de praia e as toalhas. Voltamos para o nosso ninho de amor de mãos dadas sob um céu cor de rosa. Rosa de mulher. Rosa de amor.

Parte III

Foi um fim de tarde maravilhoso. O Sol já se punha num céu sem nuvens. O mar estava calmo, baixo e revestido por uma coloração de prata como um tapete sem fim. Sob aquele céu carmim e aninhados pela suave brisa quente, caminhávamos vagarosamente de mãos dadas como se não quiséssemos nunca chegar. Eu andava sensualmente como uma mulher, balançando as ancas e trocando olhares e sorrisos com o Hans. Sem trocar palavra alguma, o Hans passou o seu braço na minha cintura e apertou-me junto ao seu corpo. Deu-me um beijo suave e longo.

Chegamos a nossa casa. Fui para o banho na suíte da irmã do Hans. Queria privacidade para me produzir. Tirei a canga e o biquíni e me admirei no espelho. As marquinhas me deixavam bem feminina, mesmo nua. Que delícia ver-me mulher no espelho. Eu estava apaixonada e feliz. Estava amando um homem e só queria dar prazer e carinho para ele. Sob o chuveiro só pensava na tarde maravilhosa que passei ao lado do meu homem. Depois, passando creme pelo meu corpo todo, deslizando as mãos pelas coxas e nádegas depiladas eu sorria de alegria. Sou mulher, disse a mim mesma. Neste momento, neste lugar, neste ninho de amor, com este homem, sou mulher, pensei. Eu esqueci totalmente do meu gênero biológico. Escolhi demoradamente a calcinha, uma tanga branca cavada e rendada. Sem sutiã, vesti um top branco bem apertado, ajeitando os meus seios. Uma mini saia pequenérrima rosa e sandálias de tirinhas, brancas e pronto. Escovei bem o cabelo e prendi com um tiara branquinha. O resto foi na maquiagem. Produzi os olhos com rimel e lábios de baton com brilho vermelho desejo. Acertei as sobrancelhas, que ficaram o mais próximo possível do feminino. Os brincos de argolas de pressão e as várias pulseiras de prata, além do colarzinho branco de pérolas, complementaram a gata. As minhas unhas ainda estavam pintadas de vermelho da produção da noite anterior.

Desci para o jantar. A mesa estava posta pelos criados, mas o Hans estava na varando curtindo a noite quente. Abracei-o por traz. Ele se virou e nos beijamos. Ficamos sentados na varanda trocando carícias e risos, esperando pela fome. Jantamos a luz de vela trocando olhares. O Hans perguntava sobre a Bruna. Como se fossemos namorados recentes, ele queria saber sobre os meus gostos e preferências: música, cores, passeios, relacionamento e homens. Eu entrando na brincadeira respondia com desenvoltura. As respostas saiam naturalmente e eram muito diferentes do que o Bruno responderia. O Hans comentou.

_ Você percebe, Bruna, que você realmente está respondendo o que sente. Isso não é brincadeira é o seu eu verdadeiro.

Refleti por um momento e disse:

_ É verdade Hans. Eu gosto realmente de música romântica, de vermelho e rosa, de relacionamentos sinceros, sem jogos, e de homens carinhosos, mas dominadores. Meu deus! Eu gosto de homens.

_ É natural, Bruna. Você é mulher.

Depois do jantar e da conversa voltamos a varanda. Namoramos bastante na rede. Ele me beijava quase tirando-me o fôlego. E eu sentia o seu membro duro como estaca pressionando a minha bunda. Suas mãos percorriam as minhas costas,coxas e nádegas como se as condissessem a muito tempo. Já louca de tesão, pedi que ele me levasse para o quarto. Fomos para o quarta dos seus pais, onde uma enorme cama redonda nos aguardava. O Hans dócil da rede, no quarto tornou-se impetuoso. Beijava-me loucamente. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e seus dedos tocavam o meu ânus. Suas chupadas no pescoço e ouvido me derretiam toda. Eu me entregava totalmente a ele. Faria qualquer coisa que esse homem pedisse. Eu beijava o seu peito grande e cabeludo. Agarrava a suas pernas musculosas e viris. Eu era todinha dele e ele sabia disso. Ele de pé, ordenou me que de joelhos no chão o chupasse. Ajoelhei-me e lambi docemente as suas bolas, a parte interna das suas coxas e segurando o saco com uma das mãos enfiei aquele membro dentro da minha boca, lambendo sempre em volta da glange. O gosto e cheiro do macho me embriagava, tornando-me uma fêmea no cio. Agarrei as suas pernas e num vai e vem fundo e ritmado fiz com que ele gozasse abundantemente na minha boca. Eu engolia e lambia cada gota daquele leite do meu macho. Ele então levantou-me e retribuiu com um beijo molhado de língua enquanto suas mãos deslizavam nas minhas costas, nádegas e seus dedos penetravam novamente a minha intimidade. Sua virilidade era impressionante. Seu membro novamente duro como pedra cutucava a minha barriga. Virei-me de costas, então. Adora ser bolinada por traz. Ele beijava o meu pescoço e mordiscava minha nuca com ninguém, enquanto suas mãos percorriam coxas e peito. Ele sussurrava: Vou te comer fundo. Você vai querer ser mulher para sempre, ouviu. Vai sentir-se vazia sem um macho te agarrando e te penetrando. Eu louca de tesão, implorei: Hans, meu amor, me fode. Me fode toda. Quero tua gala bem dentro de mim. Quero ser tua fêmea, tua puta, tua cadelinha no cio. Ele jogou me de bruços sobre a cama e deitou-se. Aquele corpo grande me cobria toda. Ele continuou a chupar a minha nuca e pescoço e a sussurrar baixarias no meu ouvido. Encheu o meu anus de creme hidratante, abriu as minhas nádegas, expondo-me todinha para ele e iniciou a penetração. Com jeito foi entrando. Apesar da dor eu desejava demais ser comida. Quando tudo finalmente estava dentro ele mexia devagar e continuava a chupar, mordiscar e sussurrar no meu ouvido mostrando-me a putinha que eu me tornara. Tesão e amor. É tudo que eu sentia. Eu tremia de tesão e jorrava em gozo. Ele puxou me de quatro e começou a meter e a tirar fundo. Ai, como eu apanhei! Ele adorava bater numa bunda enquanto metia sem dó. Quando gozou, enterrou tão fundo o seu cacete, que quase desfaleci. Gozamos aos gritos. Naquela noite ele ainda me comeu diversas vezes. Praticamente não dormimos. Tornamo-nos definitivamente amantes. Sei que não poderia mais ficar sem esse homem.

No dia de voltarmos o Hans disse que eu podia levar o que quisesse das roupas da sua irmã. Como eu morava sozinha em Sampa, peguei tudo. A Bruna tinha agora um enxoval. Coloquei a roupa de sapo para a viagem de volta, mas por baixo mantive a calcinha. Cueca? Nunca mais usei na vida. Não vou contar aqui o resto da minhas estória com o Hans, pois se por um lado fomos amantes por ano, teve também suas desilusões. Fui uma amante apaixonada e muito feminina e durante o tempo do nosso amor. O meu sapo ficou morto e enterrado, pois eu só queria ser mulher, a fêmea do Hans.

Bruna Lippi - brunalippi@hotmail.com

Amiga Solidária

Sempre tive vontade de me sentir e ser menina, desde o começo da adolescência. Quando fiz 20 anos, fui morar sozinha num apartamento em outra cidade para fazer faculdade. Minha família nunca desconfiou de nada.

Eu sempre via Talita, 22 anos, passando na rua, rumo ao seu trabalho, num salão de beleza próximo de meu apartamento. Era uma menina linda, delicada, e muito sexy, roupas provocantes a não ser por um pequeno detalhe. Tinha nascido homem e, como tal, era uma "menina" muito safadinha. Não escondia de ninguém que era um homem, que gostava de se sentir "mulher". Um belo dia, criei coragem e abordei-a na rua. Ela logo percebeu, pela minha voz tremulada, que eu a admirava e no fundo queria ser como ela.

Convidei-a para ir ao meu apartamento e logo ficamos amigas. Ela se ofereceu pra me ajudar, com dicas de roupas, montagens, e como agir para ser mulher. Deu-me sugestões de como andar, maquiagem, roupas, enfim, tudo o que uma bichinha precisava. Deu-me até uma aula teórica de como satisfazer um macho, e eu, aluna curiosa e aplicada, prestava muita atenção. Fiz minha depilação e procedi a uma montagem junto com minha amiga. Em umas 3 semanas já estava bem caracterizada e ela sempre ia ao meu apartamento para fofocarmos, trocarmos idéias de como ser uma moça.

Eu já tinha comprado várias roupinhas, saias, vestidinhos, sandálias de salto agulha, calcinhas, um arsenal completo. Quando estava em casa, eu vivia de mulher o tempo todo. Andava pra lá e pra cá de salto e fazia tudo em casa como tal. Talita freqüentava minha casa e nos tornamos grandes amigas. Ela sempre me dando dicas e ajudando na difícil arte de ser mulher.

Porém, estava faltando algo. Eu precisava de algo que me fizesse sentir menina por completo. Seria uma boa vara e uma boa chupeta em um macho que soubesse tratar sua bichinha, e me fizesse de sua mulherzinha. Comentando esse assunto com Talita, ela me disse que ia falar com Marcos, um rapaz moreno, forte e viril que era a válvula de escape de Talita quando seu cuzinho piscava. Um rolinho pra todas as horas. Eu topei, meio ressabiada.

Uma semana depois, Talita veio me dizer que Marcos topara em me conhecer e na mesma hora eu tremi nas bases. Eu já era uma bichinha completa, quase uma menina, mas nunca tinha chegado aos finalmente. Marcamos para sexta feira ás 23:00, no meu apartamento. Naquele dia, a minha amiga me ajudou na produção. Tomei um banho de sais perfumados, depilei-me, e passei um talco na entrada do cuzinho. Perto das 21h:00 coloquei uma saia rodada bem curtinha branca, um top azul, sandália de salto agulha, 12 cm, unhas e boca rosa, brincos de argola, uma calcinha fio dental branquinha, uma tiara vermelha na cabeça, fiz a sobrancelha, tudo sob a supervisão da minha orientadora. Ao finaL, eu estava uma perfeita "viadinha" a espera de seu dono. Eu estava linda e sexy. Talita estava orgulhosa, pois tinha uma "amiga" perfeita.

O relógio passava 5 minutos das 23:00 quando marcos chegou. Ficamos nós três conversando uma meia hora pra quebrar o gelo, quando o celular de Talita tocou, e ela "teve" que sair. Ficamos eu e Marcos. Ele me olhava, me elogiava e dizia que Talita tinha falado muito bem de mim. Eu ofereci uma bebida e ele aceitou. Quando me levantei, ele veio por trás de mim e me deu um beijo no pescoço. Nessa hora meu pau já estava duro e eu senti o dele mais duro ainda. Eu me virei e Marcos me agarrou e me beijou fortemente. Primeira vez que beijara um homem. Adorei!! Ele então disse: " A minha mulherzinha disse que você também queria ser menina não? Está precisando levar vara pra virar bichinha totalmente." Ele então tirou o pau pra fora e eu tremendo, não sabia o que fazer. Ele mandou eu me ajoelhar que ele ia me ensinar chupar uma pica.

Ajoelhei e coloquei a cabeça rosada na minha boca vermelha e ele mandou eu relaxar e imaginar que era um pirulito. Eu comecei a chupar e logo parecia que eu tinha nascido pra fazer aquilo. Fiz um boquete lento e suave e ele adorou. Enquanto eu ia e vinha no cacete duro e imenso, ele me chamava de viadinha, bichinha, putinha e cadela. Continuei chupando. Eu estava adorando aquilo. Depois de alguns minutos ele tirou o pau da minha boca e mandou eu colocar a língua pra fora. Eu coloquei, ele segurou minha cabeça e gozou fortemente na minha boca, mandando eu não perder uma gota, o que fiz sem pestanejar. Com a boca melada ele mandou eu chupar novamente, o que fiz de pronto. Ele mandou eu me levantar e eu, ainda meio grogue, estava super feliz.

Foi então que ele, com o pau melado, me apoiou na mesa, eu de salto alto, levantou minha saia, colocou a calcinha de lado e mandou eu empinar a bundinha. Preparei-me pra receber a tora. Ele colocou devagar no meu cuzinho. O pau melado facilitava a entrada. Doeu no começo, mas depois me acostumei e amei a posição de bichinha submissa. Ele me comeu gozou novamente na minha boca. Logo após, disse que ia embora e que se eu não fosse a outra viadinha dele, nunca mais eu ia saborear aquela pica doce.

Desde então ele passou a comer a mim e Talita alternadamente, o que eu e ela adorávamos. Eu e Talita somos grandes amigas, saímos juntas somos confidentes. E foi assim que descobri o prazer de ser menina, a coisa mais deliciosa desse mundo. Levar vara e chupar um grande e delicioso pirulito.

Paula Lex - paolalex_2@hotmail.com

Uma noite muito diferente





Untitled Document

Essa estória que ocorreu comigo foi muito legal, foi um momento muito gostoso e bonito da minha vida. Bem eu moro numa cidade do interior vizinha de Campinas. Um dia estava a tarde a toa em minha casa e resolvi dar uma volta no Shopping Iguatemi em Campinas. Bom era um dia de semana muito ensolarado e bonito. Um amigo meu havia recomendado esse lugar para eu dar umas voltas, me disse que havia mulheres bonitas e disponíveis no meio da semana procurando homens e resolvi então dar uma conferida. Tenho 35 naquela época estava com 33 anos.

Chegando em Campinas fui pegar um ônibus para ir até o shopping, e quando entrei fui passar a roleta e vi um rapaz muito bonito, olhos castanhos redondos, um rosto afeminado, pele bem branquinha, jeito de bem afeminado, nossa gostei demais a hora que vi, esqueci que estava procurando paquerar alguma mulher, nossos olhos se cruzaram, pensei em sentar ao seu lado era minha maior vontade no momento mais não o fiz.

O ônibus parou em seu destino e descemos, pude olhar aquela silhueta sumir a tarde nos corredores do shopping, e pensei nossa se esse rapaz se montasse seria um show, eu já havia saindo com cd bem feminina, gosto muito, minha grande e secreta paixão. Fui dar a volta que eu queria havia algumas mulheres que paquerei, pude reparar também que tive a impressão que vi alguns rapazes que ali certamente procuravam mulheres, mais não virou nada mais valeu o passeio, estava a toa de folga do trabalho.

Sempre conheço cds pelo chat, as vezes no orkut ou no uolk, e uma tarde entrei no chat de Campinas, depois de um mês mais ou menos daquele passeio no shopping, e vi que havia alguém na sala com o nick de cdzinha, e começamos a trocar uma idéia, e trocamos fotos por e-mail, nossa uma loirinha muito linda montada, mas eu pensei, eu já vi esses olhos antes quando vi aquela foto, muito produzida, bonita. Em seguida me ligou no celular, uma pessoa educada um doce de menina ela gostou também da foto que mandei.

Começamos a trocar mensagens todo dia no celular no almoço, na noite, conversávamos sempre ao telefone, uma conversa sadia e legal. Ela queria ser minha esposinha e eu nas mensagens era seu maridão foi tão legal, sempre uma emoção, as vezes no almoço deitava na obra em que trabalhava, trabalho na construção civil, pra descansar um pouco e mandava mensagens e ela sempre me respondia, essa paixão aumentava mais e mais, era tão gostoso ouvir sua voz tão feminina e linda, no escuro do meu quarto deitado na minha cama amava sua voz.

Bom liguei pra ela de madrugada e disse tudo que queria com ela, ela também não se agüentava mais e queria me conhecer eu também. Marcamos então, já fazia umas duas semanas que havíamos nos conhecido virtualmente. Marcamos em uma sexta a noite eu um hotel no centro em Campinas, nossa um hotel muito aconchegante. Cheguei a cidade no centro e liguei pra ela e ela me pediu mais uns 10 minutinhos, entrei em um bar tomei uma coca-cola, não sou bebo bebidas alcoólicas, e fui ao hotel, passei pela recepção e subi. Cheguei ao quarto quando ela abriu a porta pra mim foi uma grande surpresa.

Nossa que loirinha linda e meiga de vestidinho azul, toda produzida, uma pessoa maravilhosa de corpo e alma, não pude resistir nossos lábios se encontraram ali mesmo, acariciei seu corpo de menina, magrinha tão frágil. Ergui ela nos meus braços e nos beijamos gostoso. E ali rolou de tudo aquela noite nosso desejo se concretizou ela queria ser minha esposinha e eu seu maridão naquele momento, passamos aquela noite toda junto depois daquele sexo gostoso ela dormiu abraçadinha comigo, adorei aqueles olhos castanhos e redondos. As luzes da cidade eram tão linda naquela noite estávamos no décimo primeiro andar.

Acordamos pela manhã tomamos um banho e nunca mais vou esquecer aquele sorriso bonito enquanto estava com a toalha cobrindo seu corpo, ela é uma pessoa linda tanto desmontada quanto montada, para mim o que importa é a mulher que existe dentro dela, me arrependo até hoje de não ter entrado na ducha junto com ela. Fomos tomar café no saguão do hotel, lógico ela desmontada, nos pegamos de novo no corredor do hotel e no elevador abraços e beijos gostosos mesmo, aquele abraço me transmitia tanta coisa linda que jamais pensei que poderia ocorrer em minha vida, uma paixão assim diferente.

Bem no saguão do hotel disse para ela que havia visto ela em um ônibus uma tarde indo para o shopping mais de um mês atrás, e ela me confirmou que era ela mesmo, pois ela trabalha em uma loja em um outro shopping em Campinas e era difícil ir ao Iguatemi, mas aquela tarde ela havia ido fazer um teste em uma loja de lá, e me disse que havia alguém interessante no ônibus mas não se lembrava quem era, em uma cidade de dois milhões de habitantes mais ou menos ter ocorrido esse fato foi uma coisa interessante, nossa ficou tudo mais gostoso com essa estória nosso encontro.

Subimos ao quarto depois mais uma pegação gostosa e descemos pra eu pegar o circular que vai pra minha cidade nossa fomos juntos até o ponto, queria abraçar essa pessoa maravilhosa ali no ponto, trocar mais umas caricias, mais não foi assim, ai senti o peso de como deve ser homessexual nesse sociedade, já era umas onze horas da manhã, mas mesmo assim valeu ela com sua presença do meu lado, foi gostoso, depois o ônibus se foi comigo e eu vi sua imagem ficando cada vez menor até sumir.

Bem depois disso nos encontramos mais uma vez mas só trocamos idéias, valeu a pena, hoje somos grandes amigos, valeu a pena ter vivido um momento assim, e ter conhecido uma pessoa tão maravilhosa e ver que vida tem momentos maravilhosos pra se viver. Hoje ela vive com um outro homem assim de disse, mais a paixão ainda resiste. Espero encontrar alguém assim pra eu esquecer ela. Bem esse é meu conto, conheci outras cds também, mais paixão assim não a conheci por isso foi uma noite muito diferente.

gato disponivel - gatodisponivel-35@hotmail.com


O dia em que resolvi furar minhas orelhas

Olá amigas essa história como a de minha iniciação, cujo título é "Minha iniciação não podia ser melhor" é totalmente verídica.
Tudo começou quando estava um dia sozinha em casa vestindo somente um biquíni estilo asa delta amarelo bem bonitinho, com as alças cor de rosa e quando não mais que de repente, aparece minha mãe em casa, e por minha sorte consegui sair correndo para meu quarto e não ser descoberto o meu segredo.

Chegou a noite e minha mãe junto de meu pai começou a dizer que gostariam muito de que eu tivesse nascido uma menininha, eu logo fiquei super animado e achei que seria hora de assumir minha condição perante todos, afinal pensei que iria ter o apoio de todos, e não perdi tempo fui logo imaginando uma forma de surpreender a todos, aquela noite foi sem dúvida alguma, a melhor noite de minha vida, pois pensei que seria a última noite que dormia de menino,  e que a partir dali eu seria para meus pais e para a sociedade uma menina toda meiga e delicada que se chamava Patrícia.

Amanheceu, e quando acordei, já estava sozinho em casa pois todos já tinham ido para seus compromissos, e que a partir dali, meu coração pulava pela boca pensando como seria feliz em ser aquela menininha que sempre sonhei ser.
Comecei a minha transformação indo para o banho e depilando todos os pouquinhos pelos que tinha com 15 anos, passei 1 hora e meia passando cremes,  shampoo, e tudo que uma garota tem direito.

Saí do banho toda cheirosa, coloquei uma calcinha branca bem pequenininha enfiadinha em meu bumbum, e quase gozei só de lembrar que agora em diante sentiria sempre aquela sensação deliciosa que só as mulheres tem este privilégio, depois coloquei uma minissaia jeans bem curtinha com a barra desfiada e uma blusinha de alcinha branca para combinar com minha calcinha que ficava aparecendo as tirinhas do lado, pintei os olhos com rímel, penteei meus cabelos para trás e fiz um rabinho de cavalo que adoro, coloquei dois anéis, uma pulserinha e uma tornozeleira linda tudo combinando, passei um batom bem clarinho, e escolhi uma sandália rasteirinha pois iria andar bastante até meu objetivo que era a farmácia para felizmente realizar um de meus sonhos que era ter as orelhas furadas com dois furinhos cada uma, para usar uma argola e um brilhantinho sempre juntos, acho lindo e muito sexy.

Criei coragem e sai de casa morrendo de medo das pessoas da rua me reconhecerem, antes dos meus pais terem me visto.

Cheguei até a farmácia , escolhi uma farmácia que nunca tinha ido antes, a atendente perguntou assim:

- Olá posso ajudá-la ?

Meu coração bateu a mil de felicidades pois vi que estava convencendo, e respondi que gostaria de furar as orelhas, e que  pretendia fazer dois furos em cada uma, fomos para a sala do fundo e ela disse que não iria doer e realmente a vontade era tanta que não senti nada mesmo, ela colocou em mim dois brinquinhos lindos, um era uma lua prateada e o outro um brilhantinho redondinho, depois que terminou disse que sabia que eu não era mulher que já tinha me visto antes pelo bairro e que tinha muita coragem de me assumir, pois disse que eu fiquei uma menina sexy, e que os outros balconistas da farmácia estavam comentando entre eles, sobre a nova menina do bairro e que sabiam que eu não era mulher e que iriam fazer de tudo para me conquistar, me senti a mais sexy de todas as mulheres dei um beijinho no rosto da atendente paguei pelos brincos e pelos furos, e sai rebolando o máximo que conseguia só para ver a reação dos funcionários.

Quando já estava na metade da esquina um deles, seu nome era Ricardo veio correndo atrás de mim e me perguntou se nós não poderíamos nos conhecer melhor.

Ele era muito lindo e logo respondi que sim, afinal eu estava louca para transar com um homem diferente, pois nessa época só transava com meu primo como disse no conto sobre minha iniciação.

Convidei ele para ir até minha casa que ficava a alguns minutos dali, e que se ele fosse não iria se arrepender, ele me pediu o endereço e disse que iria inventar uma desculpa na farmácia para ir até lá, pois afinal eu ficava a manhã inteira sozinha em casa e não iria ter nenhum perigo.

Cheguei em casa toda feliz pois estava me achando muuuuuiiiitttooo feminina com aquela roupa e as orelhas furadas, eu ficava passando a mão na tarracha que prendia os brincos toda hora , pois não estava acreditando em tudo aquilo.

Passou 20 minutos que eu tinha chego, Ricardo  tocou o interfone apareceu em casa todo suado pois tinha vindo correndo, olhei aquele homem lindo em minha frente e sabia que iria ser maravilhoso se tomássemos um banho juntos para quebrar o gelo inicial, foi o que eu propus a ele e Ricardo imediatamente aceitou, sem vergonha nenhuma foi logo indo para o banheiro dizendo que estava louco de tesão e que desde que eu entrei na farmácia tinha ficado encantado com meu jeito de menina comportada e ao mesmo tempo insinuante, pois disse que viu minha calcinha no momento que sentei de costas para a outra funcionária furar minhas orelhas e que tinha achado linda e gostaria de me ver com outras mais vezes se eu deixasse é claro.

Paramos de nos falar começamos nos olhar quando ele me agarrou e me deu um beijo de língua bem demorado, logo foi se despindo e entrando no chuveiro , era tão gostoso ficar o admirando se lavando que não conseguia imaginar outra coisa a não ser aquele membro delicioso arregaçando meu cuzinho apertadinho.

Ricardo me convidou para tomar banho com ele, e não pensei duas vezes tirei minha blusinha e minha minissaia, fiquei só de calcinha ele abriu a porta do box e me virou de costas na parede e começou a lamber meu cuzinho de maneira tão deliciosa que fiquei excitada e acabei gozando em menos de um minuto, ele achou lindo e disse que seria sua vez, mas que gostaria de me ver de biquíni antes, não pensei duas vezes, me lavei e fui logo para meu quarto e coloquei um verde água bem cavadinho e uma sandália branca e vim ao seu encontro, ele me elogiou muito e disse para relaxar que iria querer gozar muito aquele dia, pediu que fica-se de quatro tirou me biquíni de ladinho lambeu meu cuzinho e já muito excitado começou a dar estocadas maravilhosas gozou muito rápido e pediu que ficasse fazendo desfiles de lingerie pela casa para ele, foi o que fiz e a cada desfile era uma chupada que dava nele e depois de alguns minutos transávamos, e me pedia para cada hora ficar em uma posição diferente, depois de um bom tempo nos despedimos ele foi embora para seu trabalho e eu fiquei em casa ansiosa esperando minha mãe chegar para definitivamente lhe mostrar a filha linda que ela tinha, mais isso é uma outra história que conto mais para frente afinal já me estendi de mais, beijinhos a todas.

Patrícia Sex - patriciasex@ig.com.br

A irmã de Kika

De tudo o que mais me chamou a atenção e me fez ter certeza de que a minha transformação não seria tão solitária, foi o que minha irmã me disse ao desligar o telefone:
- Até amanhã Kika, minha irmã .......

Acho que comecei no mundo CD muito antes do que eu mesma possa imaginar.
Lembro que quando tinha uns 9 para 10 anos, minha irmã e uma amiga fizeram uma brincadeira e me vestiram de menina. Eu fiquei muito brava e quando mostraram aos meu pais e eles riram, fiquei mais chateada ainda. Mas aquilo não saiu da minha cabeça, tanto que quando tinha 12 anos comecei a me vestir com peças da minha irmã e sempre me lembrava daquele dia. Foi assim até os 17 quase 18 anos. Eu sempre que podia fazia pequenas montagens com as roupas dela, sem que ela percebesse, ou fazia que não percebia.
Um dia estavam minha irmã e a mesma amiga, que ficamos um tempo sem ver, conversando na nossa casa, quando o assunto entrou naquele dia que me vestiram de mulher. Rimos muito, dessa vez não fiquei mais nervosa, e acabou por ai. Quando nossa amiga foi embora, não sei bem porque esse assunto voltou entre eu e minha irmã.
Ela disse que seria engraçada fazer novamente e perguntou se eu toparia. A vontade de dizer SIM na mesma hora foi grande, mas eu me segurei, disse que não, mas para minha sorte ela insistiu tanto que eu concordei. Então eu disse que seria um pouco diferente que da outra vez:
- Como vai ser ? perguntou ela
- Quero que seja por completo.
- Não entendi ainda.
- Não vai ser só roupa. Vai ser calcinha, soutien e tudo mais.
Notei que ela não se espantou muito, parecia que já sabia que eu pediria isso e topou. Aproveitamos um fim de semana que nossos pais estariam fora e começamos a transformação. Devo explicar que já não tenho muito pelo e estava usando cabelo um pouco comprido. Tomei um belo banho, ela me fez as unhas, cabelo, maquiagem e escolheu um belo conjunto de calcinha e soutien preto (que ela nem podia imaginar que eu já tinha usado e morri de tesão neles), mini saia jeans, camiseta bem justa, e um tênis, para dar um toque bem esportivo. Pronto, eu me achei linda. Ela disse que eu estava um arraso. Decidimos sair para dar uma volta de carro. Voltamos rapidinho e nossa conversa esquentou. Ela notou que eu estava gostando daquilo e quando uns caras nos paqueraram eu nem me importei e até dei uma certa bola. Então ela foi direta:
- Você já mexeu nas minhas gavetas que eu sei. Gostou de se vestir hoje que eu notei. O que está acontecendo ?
- Não sei. Só sei que gosto de me vestir de menina.
- E rapazes ? Gosta também ?
Preciso fazer outra explicação. Na verdade que ja sabia do que gostava. Uma vez tinha saído com um travesti, ou seja, não era mais virgem. Mas me fiz de inocente.
- Não sei. Estou confusa, ou melhor, confuso ...... não sei .....
- Você precisa se decidir.
Minha irmã é meio liberal, mas por via das dúvidas achei melhor não me abrir inteira.
- E o que você sugere ?
- Eu tenho um conhecido que curte sair com viadinhos ...... desculpe o termo.
- Eu não sei se sou viadinho.
- Eu sei - ela disse se desculpando novamente - posso falar com ele, sem dizer que é meu irmão. Topa ?
- Não sei ..... mas você tem razão .... preciso me decidir ..... tá eu topo.
Ela conseguiu marcar para o próximo fim de semana. Mas como faria para me vestir ? Ela pesou em tudo. Iríamos par o apartamento do Tadeu (esse era o nome dele) umas horas antes e lá eu me montaria, claro que ele chegaria depois.
Para esse dia eu não quis nada de roupas de minha irmã. Compramos tudo novo.
Vestido, meia, sapato, lingeries e acessórios. Para não ter surpresa, usei um famoso pretinho básico, com uma bela calcinha fio dental, soutien meia taça e uma maquiagem bem simples. Não esqueci de uma minúscula camisola. Tudo pronto, minha irmã foi embora e combinamos que ligaria para vir me buscar.
Quando Tadeu chegou, fiquei meio sem jeito, pois, embora quisesse muito aquilo, era a primeira vez que tinha um encontro marcado.
- Oi - ele disse
- Tudo bem com você ?
- Sim. E antes de mais nada quero dizer que você é mais bonita do que sua amiga disse.
- Obrigada - e baixei a cabeça como encabulada.
Tadeu então levantou minha cabeça e me deu um beijo na boca molhado e já pude sentir que sua calça iria estourar.
- Fique calma. Sua amiga disse que era para eu ir devagar pois você é iniciante.
- Sim, é verdade. Mas vou fazer de tudo para termos uma noite ótima.
- Tenho certeza que sim, Ericka.
- Pode me chamar de Kika. E retribui aquele beijo maravilhoso.
Tadeu me beijou com vontade e já levantou meu vestido apertando a minha bundinha. Eu até parei o beijo para dar um gemido de tanto tesão.
Ele percebendo que eu estava louca, tirou seu pau para fora e pediu para chupar, o que obedeci. Comecei pela cabeça vermelha, grossa e linda.
Fui beijando, engolindo de leve e meu macho que gemia forte agora. Então ele tirou o seu cacete duro da minha boca, fomos para sua cama e lá ele ficou nu e pediu para eu tirar tudo menos a calcinha. Me pos de 4, lambuzou meu cuzinho com creme e começou a penetrar devagar. Logo todo aquele delicioso membro estava dentro de mim. Ficamos em um vai-e-vem e ele apertando meus peitinhos e dando tapinhas na minha bundinha e, como que adivinhando que eu gostava, começou a me chamar de cadelinha, putinha, safada e tudo que sempre quis ouvir enquanto estava sendo enrabada.
Ele gozou e eu também gozei sem que tivesse que encostar no meu pintinho.
Trepamos mais umas 3 vezes até que ele disse para eu dormir com ele. Então liguei para minha irmã e ela disse que já sabia que isso iria acontecer e me desejou boa sorte.
De tudo o que mais me chamou a atenção e me fez ter certeza de que a minha transformação não seria tão solitária, foi o que minha irmã me disse ao desligar o telefone:
- Até amanhã Kika, minha irmã .......

Ericka Cristina Dias - ecrisd@hotmail.com

Namorado Voyeur

Meu namorado é Voyeur. Faz quase quatro anos que estamos juntos e desde o início ele sempre desejou de alguma forma me ver com outro homem. À princípio, ele se contentava em fazer sexo nos olhando no espelho, depois começamos a tirar fotos transando, eu as enviava por e-mail para que ele, de sua casa, nos visse transando. Agora estamos mais sofisticados, fazendo filmes VHS os quais ficamos assistindo quando ele vem me ver. Várias e várias vezes ele me pediu para mandar fotos sem nossos rostos, só para ele me imaginar transando com outro homem. Muitas vezes eu me montava como empregadinha, ou loira vamp, ou ruiva fatal, só para que ele se imaginasse com outra mulher e assim poder me ver em várias produções transando com ele.

Mas, essa sua fantasia está cada dia mais forte e tomando rumos cada vez mais estranhos e perigosos. Agora ele começou a exigir que eu arrume outro homem para poder nos observar. Todos os contato que eu faço, constrangida, explico ao pretendente que caso haja um encontro, meu namorado gostaria de estar presente, proposta essa que sempre afasta qualquer intenção de avanço numa relação inicial. A cada recusa, meu namorado fica mais e mais furioso, a ponto de começar a me ameaçar de não mais sair comigo se eu não satisfazer seus instintos ou pelo menos de me empenhar em satisfazê-lo..

Eu me esforço e a cada nova conquista, ligo para ele entusiasmada e ele enlouquecido pede para deixar o fone fora do gancho para escutar a transa, ou fica atrás da porta, correndo o risco de ser descoberto e criar uma situação terrível e sempre me pede para perguntar se aceitam uma relação a três, o que é sempre negada.

A sua insistência em escutar eu transando com outro homem é tanta que às vezes dá certo e quando o rapaz vai embora, ao pegar o fone para verificar se ele ainda continua lá, percebo-o alucinado dizendo para eu não me mexer, pois está a caminho para me ver e terminar o serviço que o outro começou... é uma delicia de vida e continua sendo, pois ainda continuamos a procurar este outro homem.

Semana passada, num belo dia, a coisa deu certo... confirmando aquele velho ditado profundo e filosófico: “Quem procura acha...” e nós achamos.

Fui acessada pela Net por um homem, e na troca de e-mails e papos pelo chat, trocamos telefone, fotos e ficamos algumas semanas nos conhecendo e trocando informações... expliquei que eu namorava e que meu namorado era voyeur e gostaria de estar presente para assistir nossa transa, ele ficou meio assim, não gostou muito mas disse que aceitaria desde que antes pudesse estar comigo para me conhecer e ver se haveria empatia entre nós. Aceitei lógico.

Liguei para o meu namorado e contei o que estava rolando. Conheço-o muito bem, a partir desse momento ele não me deu mais sossego, ficava insistindo para estar presente logo no primeiro encontro, me pondo numa situação terrível de desespero, pois não queria contrariá-lo e nem contrariar o outro.

Escondida, marquei encontro com o rapaz num sábado a noite, dei meu endereço, e combinamos que assim que ele chegasse, me ligaria e eu desceria e ficaríamos conversando no carro. Estava me aprontando e meu gato me liga e pergunta o que eu estava fazendo, disse que havia marcado um encontro e que estava me aprontando para conhecê-lo. Sua resposta: To indo já para ai.. nem deu tempo de contestá-lo, ele desligou e de propósito, deixou o seu celular fora do ar. Comecei a ficar nervosa. Eu estaria com um homem que eu não conhecia, e meu namorado apareceria e não sei o que poderia haver entre os dois.

O rapaz chegou, eu desci entrei em seu carro e ficamos conversando... disse que estava muito nervosa, pois meu namorado estava vindo e queria estar presente... vi o ar contrafeito no rosto dele. Nisso o meu tel toca, era ele, me pergunta onde eu estava, disse que estava no carro, ele pede para falar com o rapaz, trocam idéias sobre mim, e nisso eu percebo que o rapaz começou a concordar com algo que meu gato estava propondo. Desligaram e ele me disse então que iríamos esperar meu namorado chegar.. Meu coração estava a mil.. não fiquei mais preocupada, pois conheço muito bem meu namorado, sei da sua paixão e do seu tesão por mim, conheço a sua idoneidade e de seu imenso carinho para comigo e fiquei tranqüila, pois com ele por perto eu estaria segura.

Eu estava com uma blusinha preta de alcinha que demarcava muito bem os meus seios, uma saia xadrez tipo escocesa, bem curtinha, meia-calça preta, estava bem maquiada, um salto preto.. estava como se diz: “disponível”...

O rapaz tocou os meus seios e me pediu para tirar minhas meias, pois queria acariciar minhas pernas. Cada gesto que eu fazia percebia que ele se contorcia de tesão.. quando levantei a perninha para tirar a meia do pé, ele não se conformou com o meu pezinho, pegou-o, beijou-o e exclamou: Que coisinha linda... ahhh eu estava no céu.

Pediu para eu ficar de ladinho, queria ver a minha bundinha. Reclamei... aqui na rua? Acho que não vai dar.. vamos para um lugar mais tranqüilo. Nisso chega meu namorado... ele encosta, eu aceno para ele, ele estaciona e vem em nossa direção, entra no carro no banco de trás.

Aquele clima constrangedor, e eu ali, de saia levantada mostrando que estava sendo explorada. Fomos para um lugar mais tranqüilo... estacionamos, ficamos conversando um pouco, meu namorado dizendo ao rapaz para ele tocar nos meus seios, explicando como eu era gostosa, como eu fazia um boquete delicioso, e eu li escutando dois homens falarem da maravilha que eu era. Ele quis conferir e voltou a pedir para eu ficar de ladinho.. fiquei, minha saia foi levantava, senti suas mãos tocarem em mim, e um dedo tentou explorar meu cuzinho.. meu namorado delirava lá atrás. Virei meu rosto e ele me beijou alucinadamente... o rapaz estava com a sua respiração ofegante. Toquei no seu pênis por cima da calça e percebi a monstruosidade, pedi para colocá-lo para fora, eu ainda de ladinho, com a minha bundinha empinada para aquele garanhão, peguei no seu pênis e vi como estava duro.

Não deu tempo, ele me virou de lado, pegou um creme, colocou a camisinha e enterrou no meu anus, eu gritei de dor... depois acostumei e fui possuída ali mesmo sem dó. Fiquei de quatro no banco, ele se posicionou atrás de mim, enfiou com força e meu namorado no banco de trás com o pau pra fora se masturbava.. pediu para chupá-lo. Dar e chupar dentro de um carro não é nada fácil, precisei me contorcer para manter minha bundinha empinada e para alcançar com a boca a rola deliciosa do meu gato.

Os dois gozaram ao mesmo tempo... um dentro de mim, e o outro na minha boca... nunca me senti tão puta, tão vagabunda, tão de rua como nesse sábado... meu namorado tinha razão.. dois é bem melhor do que um, e depois sempre dá para temperar e viver novas emoções.

Limpei o pênis do meu namorado com a boca, depois tirei a camisinha do outro e dei outra limpadinha com a boca.. eles estavam extasiados, largados, cada um no seu canto. Eu me recompus, coloquei a minha calcinha, as meias, refiz minha maquiagem no espelhinho, penteei meu cabelo e fiquei pronta para voltar ao meu ap.

O rapaz, nos deixou em frente ao meu prédio e foi embora, meu namorado me deu um beijo na boca, ali na calçada mesmo, disse que me amava. Voltei ao ap, um pouco triste, mas contente por ter dado prazer ao meu gato que eu adoro.

Estamos agora, os dois, procurando novos parceiros para viver esta vida maravilhosa.

Selminha - selminha@hotmail.com

Uma antiga paixão

Depois de alguns meses namorando o Fernando (ver “Minha Amiga Sandra”), pouco a pouco fomos nos afastando e tudo acabou, sem traumas felizmente. Já não havia aquela paixão inicial e achamos, os dois, continuar apenas bons amigos.

Eu fiquei um pouco decepcionada porque realmente no início esperava muito daquele relacionamento, e por isso dediquei-me totalmente ao trabalho nos meses seguintes. Saí umas duas ou três vezes porque sem sexo não dá para ficar totalmente, mas foi uma coisa sem envolvimento, com gatinhos que encontrei numa ou outra balada. Nada de especial. Eu precisava de um homem mas eles só me conseguiram me satisfazer como machos. Na hora foi gostoso mas foi uma coisa meio vazia.

E enquanto não encontrava meu Príncipe Encantado, um homem com H, que me satisfizesse não só as necessidades físicas mas também as intelectuais e espirituais. Por isso dediquei-me a trabalhar, juntar um dinheirinho e comprar roupas e jóias, o que qualquer de nós a-do-ra.

Para mudar um pouco o visual, pintei meu cabelo de preto e deixei crescer até os ombros. Fiz ainda uma tatuagem muito bonitinha, de uma flor, bem no finalzinho das costas. E comecei a malhar bastante, tendo perdido uns dois quilinhos, o que me deixou com um corpo bem bonito, modéstia à parte, 54 quilinhos e 1m70 de altura.

Uma tarde, era um fim de semana, acho, estava em casa quando minha mãe me ligou. Nós já havíamos resolvido todos os nosso problemas e ela finalmente me aceitara como Tanya:

- Oi Tanya, é sua mãe, como vai.
- Oi mãe. Tudo bem. E você?
- Tudo ótimo. Você se lembra do Bruno, perguntou-me?

É claro que eu me lembrava. Eu havia saído com ele, fora um de meus primeiros namorados, só que ninguém sabia, porque na época eu ainda morava em casa e vivia uma vida de menino. Mas havíamos nos distanciado e há muito eu não via. Mas se ele não havia mudado, era um gatinho. E imediata,mente senti um friozinho na barriga.

- Claro, disse, porque?
- Ele está indo aí para o Rio e disse-me que queria te ver. Será que eu posso dar o endereço para ele? Ou seu telefone? Não sei se ele vai te entender. Aliás nem sei sem ele sabe que agora você é a Tanya.
- Não tem problema mãe, pode dar o meu telefone prá ele.

Conversamos mais um pouco e logo depois desligamos. O Bruno, pensei, como estará ele? Gordo, magro? Ele tinha um corpinho bem sarado, mas éramos jovens.... O nosso caso, se é que posso chamar de caso, foi rápido, coisa de adolescentes. Três ou quatro vezes, enquanto estudávamos. Ele era um ano mais velho que eu, mais experiente e viu que eu estava a fim. Na primeira vez ele veio por trás e roçou o pau duro na minha bundinha. Quando eu ia protestar ele me deu um beijo pegou minha mão e quando eu segurei nele foi um gozo só. Depois disso ele foi menos apressado e transamos direito, com penetração e tudo. Mas logo em seguida ele saiu da cidade e, quando voltou,, quem havia saído era eu.

Agora iríamos nos ver novamente. Será que ele sabia? Estaria casado, divorciado?

Confesso que nos dias seguintes o Bruno vinha à minha cabeça com frequencia, afinal eu estava curiosa para ver a reação dele. Estava muito orgulhosa de mim, do meu corpo, muito segura de minha feminilidade e há muito sem gostar de ninguém. O Bruno era uma possibilidade. Afinal, dizem que amor que fica é amor de p...

Uma quarta-feira à noite toca o telefone:.

- Alô, respondi.
- Tanya?
- Sim, quem é, perguntei.
- É o Bruno. E ficou em silêncio.

Eu estava com a minha voz mais feminina possível e ele me chamara de Tanya! Logo ele sabia.

- Minha mãe te deu meu telefone não?
- É, foi sim. E também me contou que agora você não é mais o Beto. É a Tanya! Puxa, que mudança! Mas como vai você?
- Bem, muito bem mesmo, e você Bruno, como você tem passado?
- Tudo bem. Trabalhando muito. E você?
- Eu também. Agora sou tradutora. Não paga muito mas eu faço meus horários e posso trabalhar e,m casa se quiser. Tem lá suas vantagens. E você? O que você faz? Casou?
- Casei sim mas separei-me há uns dois anos. Agora estou solteiro. Só trabalhando. E estou indo ao Rio porque recebi uma oferta de emprego num banco e vou falar com os caras. O negócio está quase certo, é só eu ficar uns dias com eles para ver se vou me adaptar e tudo mais. Aí lembrei-me que você morava no Rio e falei com sua mãe. E ela me contou as novidades.
- Aha, entendi.
- E como vai sua vida, muitas festas e badalações pela Cidade Grande?
- Nada disso, eu estou só trabalhando.
- Eu gostaria de te ver. Você pode ou tem alguém?
- No momento estou sozinha. Morei com um cara, o Fernando, por dois anos, mas agora estou sozinha. Só trabalhando também. Então, quanto tempo você vai passar mesmo por aqui?
- É, vou passar uma ou duas duas semanas por aí e gostaria mesmo de te ver, bater um papo.
- Seria ótimo, se bem que eu estou um pouco, digamos, diferente.
- Imagino, disse ele. Mas tenho certeza de que você deve estar bem bonita. Aliás, você sempre teve traços finos e delicados.
- Isto não sei, mas não tenho recebido reclamações, respondi dando uns risinhos.
- Olhe, estou de saída para viajar. Nos vemos hoje à noite?

Resolvi ser um pouco dura e disse: “Hoje não posso mas que tal nos vermos amanhã para almoçar, você pode?”

- Bem, tenho umas duas horas livres e podemos. Onde você quer que nos encontremos. Eu posso te pegar em sua casa.
- Não é necessário. Eu te encontro para você não perder tempo.

Marcamos um local para almoço, um restaurante tranquilo, na Zona Sul, e despedimo-nos.

No dia seguinte acordei cedo, terminei rapidamente um trabalho que tinha para fazer e planejei meu dia. Eu ia levar a coisa devagar. Não iria me entregar a ele assim sem mais nem menos. Queria ver como nos sentiríamos. Era óbvio que ele se lembrava de nossos encontros e se estava me procurando era porque queria mais. Só que agora eu não era mais a mesma pessoa. Estava segura de mim e sabia oque queria.

Por isso tomei um banho tarde, coloquei uma maquiagem bem leve, apropriada para o dia, sem carregar muito mesmo porque ia estar de óculos escuros. Retoquei as mãos (deveria ter ido à manicure, mas deixei para depois, se saíssemos, ou quando saíssemos à noite) e coloquei um vestidinho preto, com bolinhas brancas, um pouquinho acima do joelho, uma graça. O decote era discreto mas mostrava um pouco dos meus seios, sem exagerar. Amarrei meus cabelos num rabo de cavalo, botei uma sandalinha preta, alta, algumas jóias discretas e fui para encontrar o Bruno. O que será que me aguardava?

Não iria demorar a saber. Cheguei um pouquinho atrasada e logo vi que ele já estava no bar, muito elegante, de terno e gravata. Ele a princípio não me reconheceu. Quando eu cheguei perto, parei, coloquei as mãos na cintura e disse:

- Ué Bruno, não tá me reconhecendo?

Ele ficou me olhando sem dizer nada um bom tempo até que levantou-se com um sorriso e disse:

- Tanya, que linda você está! Nunca iria te reconhecer.
- Poxa Bruno, mas eu te reconheceria facilmente. Você continua o mesmo. E isto é um elogio hein!
- Mas o meu também é um elogio. Você não sabe como! Você está linda mesmo. E sem tirar os olhos dos meus seios, concluiu: “E com muita saúde...”.

Sentamo-nos, ele pediu um chope e eu uma Diet Coke. Depois de uns momentos assim meio sem jeito o papo fluiu naturalmente. E ele foi logo ao ponto:

- Olhe Tanya, eu não sumi assim sem mais nem menos, é que meus pais saíram da cidade e...
- Eu sei, respondi. Mas mesmo assim senti saudades. Mas isto já passou.
- Espero que não, respondeu. Vou matar estas saudades nestes dias. A não ser que você não queira....

Bem, agora já era quase uma cantada. E eu queria ser cantada mas não podia ser muito fácil. Como não sabia o que dizer, mudei de assunto.

- Bem, vamos pedir, estou morta de fome.

Pedimos o almoço, comemos e continuamos conversando amenidades, até que o telefone dele tocou. Pela sua cara vi que não havia gostado nada mas respondeu “está bem, amanhã estarei aí” e virando-se para mim disse:

- Uma pena mas há uma emergência e terei de voltar esta noite. Não temos muito tempo. Uma pena..e segurou minhas mãos por sobre a mesa e ficou me olhando com aqueles olhos fundos enquanto acariciava minhas mãos.

Eu fiquei, claro, decepcionadíssima porque estava muito a fim dele. E acho que ele notou. Tanto que levantou-se de seu lugar e veio sentar na cadeira de meu lado. Passou o braço sobre meus ombros, puxou-me de encontro a ele e beijou-me, delicadamente mas com paixão.

Não consegui resistir e retribui o seu beijo. Depois encostei minha cabeça em seu ombro e quando senti suas mãos acariciando meus cabelos virei-me e voltamos a nos beijar, desta vez um pouco mais demoradamente. Sua mão, sobre meus ombros, enquanto nos beijávamos, tocava delicadamente meu corpo, procurando meus seios e minhas mãos. Que estavam entrelaçadas sobre minhas pernas escorregaram até que pude sentir sua virilidade.

- Acho que temos tempo para matarmos um pouco de saudade, o que você acha, murmurou no meu ouvido.
Eu não via nada, somente assenti com a cabeça e voltei a encostá-la em seu ombro, enquanto ele me apertava com força para junto a si e pedia a conta.

Não podíamos perder o controle porque, afinal, ainda estávamos no meio da tarde, mas ficamos namorando, discretamente, até que a conta veio e saímos agarradinhos à procura de um taxi que nos levasse até seu hotel. Olhando no relógio ele disse:

- Poxa, já são quase duas horas e às seis tenho de sair para o aeroporto. Mas qualidade é melhor que quantidade disse sorrindo....

No taxi, até o hotel, beijamo-nos algumas vezes mas com cuidado para não dar vexame. A minha vontade era de chupá-lo todinho alí mesmo. Os seus olhos não saiam de meu decote e por mais de uma vez sua mão boba já “sentira” meus seios.

- Quero chupar estas tetinhas a tarde toda sunssurou ele no meu ouvido enquanto se ajeitava para que minhas mãos ficassem mais à vontade. Mas percebendo que o motorista estava de olho no banco de trás mantive-me discreta até chegarmos ao hotel.

No elevador, por sorte, estávamos sós e fomos nos beijando até o andar em que ele estava hospedado. Felizmente o quarto era próximo ao elevador porque nenhum de nós ia aguentar muito tempo mais. Ao abrir a porta e fechá-la ele me agarrou contra a parede e pude sentir, junto à minha barriga, sua excitação por completo.

Enquanto ele buscava os botões para tirar meu vestido eu soltei meus cabelos e ajudei-o a desabotoar, já que do jeito ansioso que ele estava iria me estragar todo o vestido que caiu no chão, deixando-me somente de calcinha e sutien.

Enquanto ele me apertava contra a parede segurando uma de minhas mãos no alto, com a outra soltava um de meus seios do soutien e beijava-me toda, começando no pescoço e até colocar o mamilo todo – que já estava durinho - eu sua boca.

Ninguém falava nada, só gemíamos de prazer. Mas quando consegui, com a mão livre, soltar o cinto, abrir sua calça e colocar a mão dentro de sua cueca para acariciar e sentir aquela maravilha duríssima, ele não se controlou:

- Ah meu amor, que gostoso. Você está maravilhosa. Acho que vou ficar apaixonado e soltando a minha mão que estava contra a parede acabou por tirar meu soutien e acariciar (e beijar) com carinho meus seios. Com um movimento de pernas ele livrou-se da calça e isto foi como um código. Tirei sua cuequinha com a duas mãos e foi me abaixando até ficar de joelhos, chupando aquela pica gostosa.
Foram uns dois minutos de chupada quando senti que o Bruno não ia resistir. Fiz que ia para mas ele pediu para que eu continuasse e pouco tempo depois ele estava me dando aquele leitinho todo que escorria pelos lados de minha boca enquanto ele urrava de tesão e prazer.

Eu bem que tentei engolir tudo mas não consegui e quando ele finalmente ficou mole levantei-me fui até o banheiro, onde lavei a boca e quando ia voltar para o quarto senti que o Bruno me encoxava por trás enquanto acariciava meus peitos e beijava meus ombros. Ficou assim uns 30 segundos e novamente pude sentir que ele estava pronto para outra.

E mais uma vez ele tomou o controle. Levou-me para a cama e deitou-me de costas. Em seguida, já com o pau duro, veio por cima de mim, beijando-me o rosto todo, os peitos, as orelhas até que perguntou-me se eu tinha camisinha. Por sorte eu tinha e também estava com pomada para que ele me lubrificasse todinha.

Coloquei a camisinha em seu pau no mesmo momento que ele enviava um e depois dois dedinhos no meu rabo que estava ansioso por algo mais substancioso. Depois de mais uns 30 segundos de preliminares ele botou-me novamente de costas, Pôs um travesseiro embaixo da minha bundinha e penetrou-me, a princípio devagar e, quando sentiu que eu já estava aberta, estocou com mais força.

- Ah meu amor, que gostoso. Me penetra todinha e ne faz sua fêmea eu gemia enquanto ele gemia e dizia que ia me fuder todinha e estocava seu pau todinho para dentro de mim.

Depois de alguns segundos e começou a beijar-me enquanto eu, de pernas abertas, do gemia e grudava minhas unhas em suas costas, na posição submissa de fêmea querendo mais e mais o seu macho. O Bruno perguntou-me se eu precisava que ele tocasse uma punhetinha pata que eu gozasse mas fiz que não com a cabeça e puxei-o mais para junto de mim.

Ficamos assim, ele me beijando e penetrando por quase 15 minutos quando eu senyi que iria gozar:

- Aí amor, eu vou gozar eu disse. Quero que você venha junto comigo. Ele aumentou a frequência e uns 30 segundos depois ele explodia dentro de mim ao mesmo tempo que eu chegava ao orgasmo mais maravilhoso que tivera em toda a vida.

Eu estava apaixonada de novo...

Tanya Trich - tanyatrich1@yahoo.com

Doce Transformação de Carlinha

Vou tentar contar como foi meu inicio de minha vida como mulher, temo que o conto seja um pouco longo, mas acho que vcs. Vão gostar. Sou moreno, quarentão, 1,75 alt. 85 quilos, simpático, mas vamos ao que interessa quando me tornei rapaz de mais ou menos 18 anos, sempre que podia me vestia com lingeries, de minha irmã ou de minha mãe, tinha sido muito feliz como fêmea de meu pai e meus tios, no passado quando garotinho.

Mas estava só e não me encontrava como homem e não tinha como ser mulher, pois tinha de trabalhar e não podia me depilar e nem tomar hormônios ou coisa parecida, era responsável por ajudar nas despesas da família, tinha pai aposentado, mãe ligeiramente doente e minha irmã que dependia de mim.

Conversando com minha irmã certo dia ela me disse por que eu era tão tristonho e não sei como me abri com ela e contei que gostaria muito de ser mulher e me vestir como tal e que já tinha tido experiências quando garoto com o papai e meu tio, ela ficou horrorizada e disse que iria me ajudar, pois achava que eu tinha sido abusado por eles e que isto não poderia ficar assim, eu fui aos poucos expondo a ela que não eu tinha deixado e tinha adorado, mas meu tio faleceu, meu pai era um velho doente e eu fiquei sem ninguém, mas que isto já faziam mais de 8 anos eu tinha desejos de ser mulher, mas não podia devido as convenções sociais, ela disse que no dia seguinte Falaríamos sobre este assunto.

Passado alguns dias minha irmã que vou chamar de Dani, me chamou e disse que tinha solução para meu caso, eu teria de viver duas vidas, da seguinte forma: ela iria me arrumando roupas intimas suas e eu sem que ninguém soubesse iria usar por baixo de meus ternos e me depilaria nos locais que não fosse visível, como coxas, braços, pois eu trabalhava de terno, corpo, bundinha, peito, etc. eu vibrei e aceitei suas idéias e comecei a viver meu paraíso escondido.

Quando recebi o primeiro pagamento de salário, do mês seguinte, ela separou uma parte e disse que fariam economias na casa e foi comigo a uma loja de lingeries, e compramos soutiens, calcinhas, camisolas etc.

Então sempre estava depilada e passei a me chamar quando na intimidade de CARLINHA, e todos os dias ia ao trabalho de calcinha e no inverno quando usava malhas, por baixo ia de soutiens também, mesmo sem ter os seios desenvolvidos (usava alguns enchimentos).

Assim fui formando meu guarda-roupa, e adorava estar depiladinha e de calcinhas, minha irmã vendo minha felicidade, resolveu falar com minha mãe tudo o acontecido comigo, e disse ela iria deixar eu me portar e me vestir como mulher em casa na intimidade, minha mãe ficou emocionada chorou muito, pois não sabia de meu passado com meu pai, e disse que sim que eu fizesse o que fosse melhor para mim e que iria obrigar meu pai aceitar também

Senti-me no paraíso, passei a me vestir com saias, corpetes, lingeries, meia calça, e tudo o que conseguia comprar com as sobras de meu salário, passei a ser a Sandrinha feliz daquela casa.

Com o passar do tempo a vida que estava deliciosa, passou a ser uma coisa só minha embora com o incentivo de mãe e irmã, mas faltava algo, e minha irmã começou a procurar alguém para ser meu homem, e brincávamos muito com isto, ela perguntava e no trabalho não tem ninguém que te olha, eu dizia que não, pois me portava como machão, e no metro, no ônibus eu dizia nada querida DANI, ela disse vou continuar procurando, pois vc. Fica linda quando produzida, vai ter que ter alguém para lhe amar de verdade, não como os homens que vc. Teve na infância, mas como mulher de verdade.

Um dia estava só em casa toda produzida e tocou a campainha eu não sabia o que fazer para atender, corri para meu quarto a procura de uma roupa de homem e não encontrava, pequei de qualquer jeito um roupão e fui atender a porta, era o Sr. Fernando dono da padaria, que foi entregar uma encomenda de minha mãe, ao apanhar o pacote o roupão abriu e ele viu meu soutiens e que eu estava depilada, mas nada falou, depois soube que viu também minhas meias de nylon.

Ele disse a minha irmã em um dia que ela foi à padaria que gostaria muito de conhecer sua irmã, ela disse que não tinha irmãs e sim um irmão, ele disse é ele mesmo gostaria de lhe conhecer e falar com ele, Malu ficou de falar comigo, mas eu recusei-me a recebê-lo, pois tinha vergonha e ele era muito conhecido no bairro.

O Sr. Fernando era um homem maduro de uns 50 anos, forte, másculo, negro, com alguns fios de cabelos grisalhos, com 1,80 de altura, 80 quilos mais um menos, enfim um deus grego havia ficado viúvo há uns 10 anos e que se soubesse nunca mais tinha tido ninguém.

Quando minha irmã chegou a casa estava esfuziante de alegria e disse CARLINHA, o Sr. Fernando que falar com vc, eu fiquei assustado e contei para ela que ele havia me visto de soutiens e não sei mais o que, fiquei morrendo de medo que ele fosse depois espalhar pelo bairro que eu era mulher, quando todos me conheciam como homem.

Um dia minha mãe foi as compras e o Sr. Fernando, falou se ele poderia vir visitar sua filha, ela pensando que fosse minha irmã disse pode sim e ele marcou que iria no próximo sábado por volta das 8h00 minha mãe disse tudo bem.

Quando ela contou para minha irmã, ele disse mãe ele quer é visitar a Carla, pois já havia perguntado sobre ela para mim, e tenho certeza que ele quer conversar com ela e não comigo.

Ao me falarem eu fiquei apavorada, pois nunca tinha recebido visitas de homem, que estivesse interessado em mim, mas quando foi chegando o dia minha irmã disse, vamos fazer uma super produção em vc. e vai aparecer para ele como Sandra, e começamos a me arrumar, fazendo as unhas, me depilando todinha, escolhemos as roupas adequadas para a ocasião, calcinhas, soutiens, meia calça, mini saia, top e sandália de salto., segundo que me viu fiquei um tesão.

Minha família, mãe, pai e irmã, estavam apreensivos, do que iria acontecer, quando chegou à visita, minha irmã o recebeu e pediu para entrar e aguardar na sala apareceu meu pai e mãe também, e ele disse e a sua irmã não vem, ela então foi me buscar.

Quando entrei na sala todos ficaram deslumbrados com a visão proporcionada por mim, inclusive seu Fernando, ficou paralisado, e disse linda vc é nunca pensei que fosse tão linda.

Entregou-me um ramalhete de rosas vermelhas e disse que eu era a rosa mais linda de todas e pediu para falar comigo a sos, ao ficarmos sozinhos, eu muito constrangida tentei explicar para ele porque me vestia e me portava assim na intimidade, ele de pronto respondeu, sou um negro, viúvo, não lindo para aspirar alguém como vc. mas gostaria de pedir vc. em namoro, e ai após nosso casamento eu lhe farei mulher, sempre quis alguém como vc. e pediu quer namorar comigo.

Se vc. aceitar vou falar com seus pais, e aos poucos vc. poderá deixar de ser h na rua e será somente fêmea linda como agora, acho que posso lhe fazer feliz, de pronto muito emocionada falei, mas não sou mulher e vc. pode encontrar muitas mulheres completas e que o farão muito mais felizes do que eu que ainda quero me transformar em mulher, ele disse estou apaixonado por vc. desde o dia que lhe vi de roupão, vi que vc. é a mulher ideal para ser minha companheira pela vida toda, aceite, eu disse aceito.

Falou com meus pais e todos ficaram contentíssimos, e minha mãe ainda alertou que seria muito difícil os vizinhos e conhecidos aceitarem a nossa situação, mas se era de gosto de nos dois ela daria a maior força.

O Namoro

No dia seguinte Fernando como havia prometido, chegou logo após terminar seus afazeres e como havia prometido, me levou a um cinema, lá nos beijamos e fiquei encantada com seus carinhos, suas gentilezas etc., etc. após o cinema fomos jantar em uma cantina no centro de São Paulo, como dois namorados, pois eu estava linda completamente feminina, com um lindo vestido preto tubinho e lingeries da mesma cor, salto alto, meias enfim uma verdadeira dama, meus cabelos castanhos caiam sobre meu ombros escondendo o decote, que ia quase ate a cintura nas costas, enfim estava um tesão

Fernando disse que infelizmente não poderíamos passar a noite em um motel, pois só iria por ocasião de nosso casamento, eu estava louca para ser possuída, morrendo de tesão e ele também, pois sua calça quando ao volante do carro pude notar estava com o pau duríssimo e pela altura do monte, deveria ser enorme.

Assim todo o dia chegava correndo em casa, me vestia me maquiava e ficava esperando meu namorado chegar, pois fechava seu estabelecimento por volta das 22:00h e namorávamos muito.

Um dia ele me beijava me acariciava e eu com bastante tato, mas eu ao olhar para o seu pau, sabia que era para só o aliviar. Alisei seu pau, por cima da calça... Sentia o suave perfume do seu cacete atravessando o tecido da roupa. Esfreguei o rosto sobre o pau que endurecia, era a primeira que sentia o cheiro do pau do homem amado. Ainda por cima da cueca, fui mordiscando, beijando o pau dele, esfregando, pegando, apertando e sentindo a jeba ficar durona. Puxei a cueca dele e aquela tora, duraça, apareceu latejando na minha cara. quando vi o tamanho do pau dele, quase não acreditei era enorme com cerca de 23/24 cms de comprimento muito grosso, apesar de meio curvado prum lado, torto, era gostoso, as veias saltadas, que ia engrossando ainda mais na direção da base e com uma cabeçona respeitável. Abri bem a boca engolindo cada pedacinho daquela pica deliciosa. Beijei, lambi, engoli a baba que saia, desci lambendo todo aquele tronco grosso e cheio de veias, beijei e mordisquei as bolas, chupei a virilha e, dando um banho de língua, fui descendo pelas coxas, pernas e pés, até tirar a cueca por completo, deixando-o peladão ali deitado. Era uma visão do paraíso. Voltei a chupar a pica e ele gemia de prazer: - Ahhhh! Que boca gostosa! Chupa mais, chupa. Aaaaaaaaaiii, sua puta safada. Era isso que você queria, então toma. Tua boca parece uma buceta agasalhando meu cacete. Viado gostoso. Chupa meu cacete, chupa mais. Ele mexia os quadris enfiando o cacete na minha boca, me fodendo, segurando minha cabeça e empurrando ela na direção da sua vara. Remexia as pernas, se contorcia de tesão. Eu chupava e ele fodia. O pau chegava na minha garganta e eu quase perdia o fôlego de tanto levar vara na boca. Ele urrava de prazer e pedia mais: chupa, deixa ele duraço que eu vou te foder. Você vai ser minha puta. Esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu, quero este monumento dentro de mim e disse, não aquento mais quero ser sua, vou tentar agüentar esta maravilha, ele disse vamos ficar noivos logo ai poderá concretizar seu sonho.

O Noivado

Fernando resolveu abrir de vez nosso relacionamento e quis fazer uma festa de noivado, e me apresentar para todos os parentes e amigos, e assim foi feito, convidou seus parentes eu os meus e seus amigos, junto comigo fomos escolher roupas para a festa, compramos varios conjuntos de lingeries, vestidos, saias, tops, sapatos, sandálias, perfumes, etc.

Convidamos cerca de 100 pessoas, e alguns sabiam que algo não era normal no noivado do Fernando, algumas nem imaginavam qual o mistério de nosso noivado tão repentino, pensavam que a noiva poderia estar grávida ou coisa parecida.

A festa iniciou com a chegada de convidados, eu fui ao salão de beleza, fiz o cabelo, maquiador, massagista, manicure, e por volta de 10:00h, com quase todos os convidados presentes, Fernando foi me buscar no camarim do salão de festas, e entramos de mãos dadas, foi um frenesi geral, ninguém conhecia a noiva e fui apresentada a família de meu noivo, amigos, e todos ficaram encantados com minha beleza e performance.

Quando a festa terminou após muito baile, e de muitas valsas com Fernando e com seus familiares, ele me beijou um delicioso beijo de língua e falou, a partir de hoje vc. vai se transformar em mulher realmente, vai a especialistas, vai tomar remédios para se feminilizar, hormônios, para crescerem seus seios, e tudo mais, tudo com acompanhamento medico, e vai pedir demissão do emprego, eu cuido de seus familiares, quando muito vc. Pode me ajudar em meus negócios, mas sempre a meu lado. Ele assumiu para seus parentes e amigos que eu era um homem e que iria virar mulher e quando isto o acontecesse iria casar comigo e viveríamos sempre juntos.

Toda a noite esperava ansiosa por Fernando, para poder beijar e acariciar meu homem, e quase sempre terminava em uma chupada deliciosa e ele me beijava inteirinha e todos os dias chupava meus peitinhos que começaram crescer com os hormônios e remédios que os médicos me receitaram e fui ficando mais mulher ainda. Ele me tirava a roupa e lambia meu corpo todo ia me beijando a boca, enfiando aquela língua deliciosa, e depois beijava minhas costas e lambia toda a minha bunda me fazendo gemer e gritar de tesão, quando ele enfiou sua língua em meu cuzinho, gosei tanto que até minha irmã, ouviu pois me perguntou como tinha sido, eu disse que não ainda, foi só a língua dele entrando em mim. Aproveitei e contei a minha irmã que tinha um pouco de medo pois o pau dele é muito grande e a muito tempo eu não recebia nada em meu cuzinho, ela disse tenha sempre a mão um tubo de ky, e eu passei a fazer isto deixando sempre em minha bolsa.

Uma noite ao chupar seu pau, ele gozou muito em minha boca e eu engoli tudo, fazendo-o segundo ele o homem mais feliz do mundo ele então disse, vamos ao seu quarto, pois hoje vc vai ser minha mulher.

 Ao chegar à porta do quarto ele me pegou nos braços e levantou-me e beijando minha boca, enfiando sua língua dentro dela, entramos no quarto. Fez questão de tirar toda a minha roupa beijando cada parte que ficava exposta, depois chupou meus peitinhos durinhos, e lambeu minha nuca, pediu para eu me deitar de bruços e começou a lamber cada centímetro de minhas costas e foi baixando, até chegar as nádegas onde lambeu cada pedacinho e enfiou com bastante tesão a língua em meu cuzinho, eu estava nas nuvens fiquei louca e pedi por favor me come meu macho, come.

Ele então com muito carinho colocou a cabeça no meu buraquinho, mas era muito grande eu disse peque o ky em minha bolsa amor, ele assim o fez, e com muito jeito conseguiu enfiar a cabeça de seu enorme pau em meu buraquinho eu gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, ele continuou enfiando bem devagarzinho e conseguiu enfiar até o meio do pau e quase desmaiando de dor chorava e pedia para ele não parar, mas ele ficou com receio de me machucar e gozou com apenas a metade de seu pau dentro de meu cu, foi porra para todo o lado, delirei de prazer e desmaiei de dor.

Cobrindo-me de beijos ele pediu desculpas, pois tinha cometido duas falhas, tentado me comer antes do casamento e me machucado, quando voltei a mim estava toda ardida e com o cu em brasa, e fiquei triste por não ter agüentado aquela jeba toda no cu. Nos beijamos e prometi que da próxima vez eu agüentaria, ele muito feliz disse que eu era uma mulher maravilhosa, e que sabia que com o tempo eu acostumaria e nunca mais conseguiria viver sem este pau no cuzinho diariamente.portanto iria providenciar o casamento para o quanto antes.

O Casamento

Ele me convenceu e a meus pais que deveríamos casar o quanto antes, pois queria me colocar em sua casa para cuidar dele e ajudá-lo em seus negócios. Portanto marcou o casamento para dali a um mês, não fazia nem um ano que nos conhecemos, o casamento consistia em uma festa, na qual assinaríamos um contrato de união estável, e um testamento me deixando como herdeira de todos os seus bens. Eu falei em seu ouvido não quero nada disso só quero o seu pau inteiro dentro de mim mais nada.

Minha irmã me levou logo cedo ao salão de beleza, onde eu iria me preparar para casar, era o dia da noiva, fui logo cedo, tiraram a sobrancelha, cuidaram do cabelo, maquiagem depilação etc.

A festa e a cerimônia foram divinas, eu estava contentíssima, afinal iria me casar com o garanhão do bairro, já conhecia o tamanho de seu pau, era cheirosinho e carinhoso, enfim iria me fazer a mulher mais feliz do mundo. Ele disse esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu? Aquela era a primeira vez, a partir dali, de muitas que seria a mulher dele e estava gostando... Aquela pica era seu trunfo para mostrar quem mandava de nós dois... As minhas forças foram vencidas, a barreira masculina que havia, em mim, estava quebrada, meu espírito estava quebrado, e eu nada mais podia fazer, a não ser me entregar totalmente como mulher para seu homem. Fernando chegou como um conquistador de nações, foi se apoderando de mim, como se todo o corpo fosse dele... Ele ordenou que eu parasse, para a minha surpresa... Fernando colocou me de quatro e, depois me calçou a barriga com os travesseiros... Pelo espelho da cabeceira da cama, de quatro, via um homem nu preparando-se para possuí-me. Eu agora seria a mulher de Fernando, acolheria em meu corpo o pênis de um homem, que estava viril ao extremo. Por vezes olhei para meu próprio pênis que não manifestava sinal de vida, apenas ficava mole, inerte e melado. Aguardou então a decisão do homem de me invadir, o que não demorou muito.

Paulo avidamente segurou-me pelas ancas, que bem definida, e começou a forçar a entrada. Paulo pediu para eu colaborar rebolando. Além de aceitar um homem dentro de mim, teria de colaborar? Assim o fez, e a cabeça começou a tomar conta de meu interior. Doía, mas nada mais podia ser feito. Fernando me segurava com força, e forçava cada vez mais, no que restou me, apenas, relaxar e rebolar, enquanto Fernando se regojizava ao ver seu pênis cada vez mais me invadir. Lágrimas brotavam de meus olhos e ele via isso pelo espelho. Após pelo menos quinze minutos, Paulo retirou seu mastro de mim, e mandou me virar de frente, pois queria que eu olhasse bem no rosto do homem que me tirou a minha masculinidade. Novamente fui possuído, vendo-se com as pernas erguidas nos ombros de Fernando, e meu traseiro totalmente livre para aquele homem se satisfazer. Após um tempo, Paulo gozou e me fez gozar junto, sem ereção, apenas sendo penetrado. Uma coisa eu sabia. Homem eu nunca mais seria. Senti seu caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia sair da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Era magnífico ter os genes do Fernando serem absorvidos pelo meu corpo e a misturar-se com os meus. Acabamos adormecendo, jamais irei esquecer como foi ser mulher de meu macho e até hoje parece estar vivendo cada momento.

Marcela Ramos - marcelaramos74@yahoo.com.br

Virei namorada por acaso

Meu nome é Rodrigo tenho 28 anos e desde criança o mundo feminino, principalmente roupas e maquiagens me chama a atenção.

Quando criança sempre que tinha oportunidade experimentava as roupas de minha que ficavam no banheiro para lavar. Aos 23 anos quando fui morar sozinho comecei a ter minha própria coleção mas isso sempre foi um fantasia reprimida que nunca havia sido revelada a ninguém até esse dia.

Eu e mais alguns amigos sempre saímos juntos nos finais de semana, e nesse dia no final da noite um deles, Paulo, o meu amigo mais próximo com quem estava de carona me convidou para passar em sua casa e tomar mais algumas cervejas. Aceitei. Chegando lá começamos a conversar normalmente, já consideravelmente bêbados. Paulo que apesar de ser um cara bonito e com um corpo em forma estava sem namorada a alguns meses e depois de várias cervejas e muito papo resolveu começar a brincar.

- Bem que você podia tocar uma punhetinha para mim, ser minha namoradinha. Faz tempo que não como ninguém e uma mão diferente seria uma boa.

Levei na brincadeira e não dei bola. O problema é que ele ficava insistindo na mesma coisa de tempos em tempos e ficava massageando o pau por cima da calça na minha frente. Até que resolvi entrar na brincadeira e provocar. - Assim direto não dá! Tem que fazer um carinhos, dar uns beijos que eu faço. Inacreditavelmente ele (acho que meio sem noção pela bebida) veio em minha direção e me tirou para dançar (continuei levando na brincadeira), e começou a acariciar minha bunda e logo segurou minha nuca e me beijou. Meio sem reação, assustado, nunca havia tido contato com homem antes (nem ele), retribuí o beijo. Foi um beijo de uns 30 segundos, com vontade, bem molhado.

Paulo sem falar nada pega a minha mão e a conduz ao seu pau e eu começo a acariciar por cima da calça, ele então vai ao sofá, tira a roupa ficando só de cueca pede para eu tocar uma para ele. me ajoelho no chão tirou o pau para fora (um belo pau, estava meia bomba mas duro deve ter uns 17 cm, grosso e cabeçudo) e ficou uns minutos punhetando até que não resisto e ponho a boca. Meu amigo vai a loucura e começa a gemer forte fica falando que está uma delicia que minha boquinha e macia.

Não demorou muito e ele começou a gozar na minha boca, engoli o que deu, mas era tanto que um pouco acabou escorrendo pelo seu pau. Ficou um clima estranho depois disso como se estivéssemos arrependidos e levantei para ir ao banheiro lavar meu rosto. Quando voltei ele estava vestido e falei que ia embora.

No dia seguinte, passado o efeito do álcool não acreditava no que tinha acontecido e tentava esquecer. Fiquei alguns dias sem falar com meus amigos, procurando me afastar, com medo que Paulo tenha dito alguma coisa. Na sexta-feira seguinte pela manhã recebo um email dele agradecendo por ter sido a namorada dele aquele dia e dizendo que havia recebido a melhor chupeta de sua vida. Dizia ainda que queria curtir um final de semana com a "namorada" em casa e estava me convidando para passar o final de semana na casa dele. Achei que ele estava me sacaneando e liguei para ele. Paulo foi extremamente carinhoso comigo ao telefone, não parecia meu amigo falando comigo, mas sim com uma mulher que ele quer comer mesmo. Aceitei o convite. Resolvi que seria a minha oportunidade de ouro para ser a Camila (nome que uso quando estou montada) e fui para casa dele com várias roupas do armário da Camila.

Chegando lá Paulo me abraça e me dá um selinho para quebrar o clima. Falei que já que ele queria uma namorada no final de semana que faria uma surpresa para ele, e fui ao banheiro.

Comecei a dar vida a Camila, coloquei uma calcinha de rendinha preta fio dental, cinta liga, meias finas, um par de próteses de silicone para mastectomia em baixo do bojo do sutiã (deixam o visual lindo) e uma blusinha fechadinha. Uma sandália salto alto, peruca longa e um pouco de maquiagem. Ao sair do banheiro Paulo ficou boquiaberto, apenas disse:

- Caralho! É você mesmo Rodrigo? Respondi: Não Paulo sou a Camila, muito prazer! Paulo ficava repetindo... que gostosa.... e veio ao meu encontro.

Logo estávamos na cama nos beijando como casal recém formado e apaixonado. Não demorou para estar com o pau de Paulo na minha boca novamente, dessa vez com ambos sóbrios.

Paulo ficava falando: - Vai minha Camilinha, chupa o pau do seu macho, do seu amor, vai minha putinha gostosa. Tesão de boquinha! Aquilo me dava muito tesão e tomei a iniciativa de parar de chupar e entre alguns beijos sussurrar no ouvido dele. - Come minha bundinha amor? O olho dele brilhou! Me tascou um beijão e disse: - Claro linda! Me deitei de costas na cama e deixei eu fazer o resto. Beijos minha bunda meu anelzinho e começou e colocar um dedo, dois dedos e logo senti ele se posicionar sobre meu corpo. A sensação da cabeça do pau dele tocando a entrada do meu cu é inesquecível! A dor de quando ele forçou tudo para dentro também! Confesso que ele não foi muito carinhoso no início, mas após meus pedidos ele se acalmou.

Estava em transe com seu pau dentro de mim, ele bombando devagar, eu gemendo baixinho e ele beijando minha nuca. Após alguns minutos ele acelerou me comeu forte, sabia que ele estava para gozar e não deu outra, sinti o pau dele pulsar forte no meu cu e não resisti e acabei gozando junto. Paulo desfaleceu sobre mim, me beijou carinhoso e disse: Te amo Camila!

Apesar de ser óbvio que era efeito do climax, aquilo me deixo muito feliz como mulher, saber que tinha realizado meu macho. Tomamos banhos juntos, coloquei uma camisolinha e fomos dormir

No dia seguinte ele me trouxe café na cama e retribuí com uma bela chupeta. Fiquei o final de semana inteiro montada para ele, ele sempre me tratando como Camila e como sua namorada.

No domingo a noite enquanto ele tomava banho me troquei e fui embora. Essa rotina se repetiu em alguns finais de semana durante uns 3 meses até que Paulo começou a namorar uma mulher novamente e não nos encontramos mais como casal, mas nossa amizade continua e ele sempre brinca comigo. Manda um beijo pra Camila que eu não esqueci dela não hein!!!!

Camila Maia - camilinha-cd@hotmail.com

Que prima

Isso que aconteceu é real e nunca mais saiu da minha cabeça!! Quando eu tinha por volta de uns 9 anos era comum para minha família passar o final de semana na casa de praia e ficávamos todos juntos primos e primas. Todo final de semana a casa sempre ficava lotada, era uma casa grande e ficavam mais ou menos umas dez crianças brincando.

Numa certa ocasião só estava na casa eu e minha prima Sofia, além é claro de nossos pais. Sofia na época devia ter uns 14 ou 15 anos e naquela noite dormimos no mesmo quarto, não me lembro quando dormi, só sei que estava cansado e dormi bem cedo.

Nesta noite que tudo aconteceu. Só sei que de madrugada percebi que minha prima estava mexendo em mim, quando vi ela tinha tirado meu shorts e minha camiseta e me colocado um vestidinho dela, inclusive sua calcinha já estava nos meus joelhos, não entendi nada e disse pra ela parar. Ela me segurou a força e me deu um beijo na testa e foi descendo até a minha boca, então ela disse:

-  Vi isso num filme, fica quietinho que vai ser bom pra gente.

Realmente fiquei assustado mas estava gostando!! foi o meu primeiro beijo!! ela ficou me acariciando e eu gostei!! logo em seguida ela me colocou em pé e começou a arrumar o meu vestido (tudo isso no escuro). Eu tinha o cabelo um pouco comprido e ela ficou me penteando  e me acariciando, ela dizia somos duas meninas lindas, eu retrucava dizia que não e ela colocava a mão na minha boca e logo em seguida me dava um selinho!! Isso durou pouco porque nossos pais poderiam acordar, tirei a roupa e fiquei atordoado!! Não consegui dormir!!

No dia seguinte aconteceu a mesma coisa ela me acordou e já foi tirando minha roupa e me colocando um vestidinho de praia. Ficamos mais tempo desta vez!! O Diferente foi que ela ficou um bom tempo acariciando minhas partes intimas, todas elas e dizendo baixinho: - Ta Gostando!! E lambendo meu ouvido ao mesmo tempo!!

 Na tarde de domingo nossos pais queriam fazer uma caminhada para o morro da asa delta, antes de irmos embora, disseram: -  fiquem aí que vocês não vão agüentar a caminhada, daqui umas duas horas voltamos.

Era tudo que ela queria, assim que nossos pais saíram ela já foi até o quarto pegou um biquíni e veio em minha direção eu tentei fugir mas ela era mais forte, me segurou, tentei resistir mas não deu!! Ela me colocou o biquíni, penteou meu cabelo e pôs uma tiara, me levou até a frente do espelho, eu estava realmente parecido com uma menina!! De repente ela falou:- Esqueci de uma coisa importante!! Pegou um baton, fiz que ia fugir mas ela me segurou pelo cabelo e passou com todo cuidado!! quando terminou ela começou a me beijar pra valer!! Recebi um belo beijo de língua!!  Beijou também meu pescoço!! Ficamos deitados na cama todo tempo com ela dominando a situação!!

De repente ela disse chega de biquíni agora vou te transformar numa menina de verdade. Ela pegou o secador de cabelos e começou a fazer uma escova, pegou uma caixa de maquiagem e me colocou sentado no colo dela e foi fazendo tudo com muito cuidado!! Pegou também um vestido, uma calcinha e um sutiã, de novo tentei impedir mas ela era bem mais forte, me segurou novamente pelo cabelo e não teve jeito!! Depois disso ela me vestiu e me colocou de frente pro espelho, não acreditei estava parecendo uma menininha!!!

Então ela me pegou me beijou novamente  e ficamos no sofá e eu gostando de receber muitas carícias. De repente ela resolveu prender o meu cabelo, pegou um spray, jogou nele e fez um cock de bailarina, de novo eu estava parecendo um menina!! O pior é que eu estava gostando!!!!

 Percebemos que já estava ficando perigoso, ouvimos o barulho do carro dos nossos pais e  tirei tudo rapidamente!!!! ela guardou toda roupa. Corri e pulei na piscina lavando toda minha cara e atrapalhando todo cabelo!!! Neste mesmo dia fomos embora, na hora da despedida ela só me olhou com uma cara de sacana e perguntou pra minha mãe se voltaríamos no carnaval!!

Depois deste final de semana nunca mais tivemos a oportunidade de fazer tudo isto de novo!! Nunca mais tocamos no assunto!! Hoje ela mora no interior e quando nos vemos sinto que ela me olha diferente!! Toda este episodio mexeu comigo para sempre!!

Lara Matos - laracma@hotmail.com

A minha amiga Sandra

Era uma sexta-feira e eu ainda não sabia o que iria fazer. E, como geralmente acontece nestes casos, resolvi ir até o shopping, dar uma olhada na s lojas e comprar uma roupinha nova, para ficar bem bonitinha no final de semana.

Como era fim de tarde eu não fui vestida, porque apesar de já estar no décimo sétimo mês do meu tratamento hormonal ainda não tinha coragem de assumir para todos a minha identidade de Tanya.

E ia eu tranquilinha, admirando as vitrinas quando escuto:

- Oi Beto, há quanto tempo!

Virei-me e dei de cara com a Sandrinha, uma antiga colega de colégio e a quem não via há uns 8 anos. Ela sempre fora a mais bonita da classe e o desejo de todos os rapazes, eu inclusive, já que naquele tempo ainda não havia me encontrado. Ela continuava linda e estava ao lado de um homem um pouco mais velho (nós temos a mesma idade, 26 anos, naquela época) que ela me apresentou como sendo o seu marido, o Toninho que, cá entre nós, não era de se jogar fora.

Confesso que tive de me controlar um pouco para não dar na pinta já que vinha aperfeiçoando meus modos femininos e conversamos algum tempo, trocando telefones de casa e do trabalho e cada uma foi para seu lado. Eu então continuei com minhas compras, me esquecendo completamente da Sandrinha.

Mais ou menos uns 15 dias depois, eu estava no escritório (era uma quinta-feira, lembro-me bem) quando toca o telefone. Era a Sandra, me convidando para sairmos, os dois sozinhos.

Eu estranhei um pouco quando ela frisou que estaria sozinha porque ela estava casada mas disse que tudo bem. Foi até difícil encontrar uma roupa boa para sair. À noite, ao contrário do dia e do trabalho, já há algum tempo saia de menininha e arranjar uma camisa largona (para meus seios não ficarem evidentes) e bonita foi complicado. Mas para não alongar muito, consegui me virar e às 9 horas em ponto estava no restaurante que a Sandrinha havia escolhido. Cheguei antes e fui para o bar, onde pedi um copo de vinho branco e sentei-me para esperá-la.

Era um local mais ou menos isolado e muito romântico. Isto não vai acabar bem, pensei comigo mesma, mas havia prometido ir e não tinha como fugir. Uns 15 minutos depois chegou a Sandrinha. Estava arrasadora, num vestidinho preto curtinho que me deixou morta de inveja. Eu elogiei-a e ela, entendendo a coisa pelo lado errado, disse-me que precisava conversar muito comigo, já que sempre confiara em mim e estava precisando de um amigo.

Sentamo-nos e ela explicou que estava casada há dois anos mas que de uns tempos para cá seu marido, que ela ainda amava muito, estava distante, estranho e frio e ela achava que ele estava tendo um caso com sua secretária. E isso não poderia suportar.

Eu fiquei meia sem jeito mas disfarcei o mais que pude até que ela começou a chorar, dizendo que não entendia essas coisas. Ela o amava muito e sabia que ele também a amava. Mas que não conseguia revelar suas desconfianças. O que fazer?

Realmente fiquei sem jeito e principalmente sem saber o que falar. Além disso não entendia porque a Sandra estava se abrindo tão rapidamente comigo, já que não nos víamos há tantos anos. Nos dez minutos seguintes falei muito sem dizer nada até que a Sandrinha me interrompeu e perguntou:

- Você acredita que se pode amar duas pessoas ao mesmo tempo?

- Não sei, respondi, porque, perguntei inocentemente.

Aí a Sandra pegou minha mão (ainda bem que não examinou bem, porque minhas unhas estavam feitas, sem cutícula e razoavelmente grandes) olhou em meus olhos e disse-me desafiadoramente:

- É que eu sempre tive o maior tesão por você. E com tudo isto que está acontecendo comigo quero sair com você para ver se realmente amo meu marido. E eu me lembro que você sempre me olhava, me olhava e não tinha coragem de chegar perto. Agora então eu resolvi tomar a iniciativa.

Se eu já estava um tanto ou quanto sem jeito, com aquela revelação fiquei realmente trêmula. E enquanto tomava uma gole de vinho pensava no que fazer. E decidi-me pela verdade:

- Sandrinha querida. O que você está dizendo deveria deixar qualquer um louco. Mas sei que você está fazendo isto por causa de seus problemas. E além do mais, tem uma coisa que tenho de confessar. Eu já te desejei muito. Mas atualmente só me veja como um amigo. Aliás, como amiga. Eu tenho que lhe dizer que sou gay. Na cama só tenho prazer com homens. Estou fazendo tratamento hormonal, me depilo toda e meus amigos e amigas atuais me chamam de Tanya. Ainda ando vestido de homem durante o dia por motivos profissionais. Desculpe a franqueza mas na cama nós duas queremos a mesma coisa. Um homem de verdade.

Se de repente o George Bush aparecesse de braços dados com o Fidel Castro na mesa ao lado não teria causado tanta surpresa para a Sandrinha. Ela abriu a boca e por uns 40 segundos tentou falar alguma coisa mas não saiu nada. De repente ficou vermelha e, falando baixinho mas indignada, se abriu:

- Seu safado. Então você é desses também não é? Como é que eu fui me enganar desta forma! O mundo é mesmo um nojo. Eu só não te dou um tapa na cara porque não quero me meter com uma bicha safada. Até logo!

Ato contínuo levantou-se, pegou sua bolsa e sem dizer mais nada foi embora, deixando-me sozinha(o) no meio do restaurante. Fiquei envergonhadíssima mas continuei na minha. Acabei de jantar, paguei a conta, peguei meu carro e fui embora. Queria esquecer aquela noite e fui dormir.

Nos dias seguintes ainda fiquei um pouco aborrecida com a Sandrinha mas no fundo até que entendi sua atitude, pela surpresa e por causa de seus problemas pessoais com o marido.

Com o passar do tempo esqueci-me do incidente principalmente pelas grandes mudanças pelas quais passei nos meses seguintes e que praticamente mudaram minha vida. Primeiro fiz um regime forte. Tenho 1m70cm e pesava 68 quilos. Com muito esforço, dieta e ginástica baixei para 56 quilos.

Ao mesmo tempo consegui me firmar profissionalmente como tradutora. Já podia trabalhar em casa e, assim, viver 24 horas como mulher sem satisfações para ninguém. Para complementar, um grande passo. Fiz um implante nos seios para que ficassem maiores, não enormes, mas grandes o suficiente para me sentir orgulhosa de mim mesma. Eles ficaram lindos de morrer! E minhas medidas, com 1m70, 56 quilos, 94 de busto, 64 de cintura e 92 de quadris me deixaram muito satisfeita.

E também mudei-me de apartamento porque não aguentava mais os olhares das pessoas que me conheciam como Beto. Fui para um menor, mas muito confortável, num edifício pequeno, de três andares, tranquilo e sossegado.

Depois da operação também mudei um pouco o meu ritmo de vida. Não abandonei meus amigos e amigas mas decidi dar uma parada. Tinha de repensar minha vida sentimental com calma. E estava tranquila, mas triste, sem nenhum namorado, numa vida bem caseira. Não queria sair com nenhum homem que me conhecesse como Beto, pelo menos um homem com quem tivesse algum relacionamento mais profundo.

Mais dois meses e minha vida estava se estabilizando. Me mudara e passara a ser apenas a Tanya para todos meus vizinhos, uma mulher bonita e responsável. A transformação completa ainda ficaria para mais tarde. Na verdade não sei se teria coragem para tanto, embora o desejo de eliminar por completo qualquer vestígio de masculinidade fosse grande. Mas já me sentia quase mulher, ainda mais que meu cabelo crescera, estava com as unhas grandes e bem cuidadas, as sobrancelhas feitas e jogara fora todas minhas roupas masculinas. Nunca tivera muita barba e a depilação à laser que fizera funcionara muito bem. No resto do corpo quase não tinha pelos mesmo, apenas o comum em quase todas as mulheres e uma cerinha resolvia (apesar da dor). Minha voz também melhorara bastante – nunca fora muito grossa mesmo - e na rua não sentia quase nenhum olhar estranho, apenas as costumeiras olhadas de desejo dos homens.

Na época da operação eu pensei em também mexer nos quadris mas resolvi não fazê-lo porque tenho as cadeiras largas, não tão largas como as de uma mulher, mas bastante passáveis. E é claro que continuava com o tratamento hormonal, para ficar cada vez mais feminina.

Um fim de tarde havia chegado do cabeleireiro – havia decidido ficar loura, com reflexos e estava admirando minha nova cor de cabelos no espelho - quando toca o telefone celular. Atendi e do outro lado ouvi a Sandra:

- Alô, atendi.

- Beto? Quem está falando?

- É a Tanya, respondi, não reconhecendo a voz da Sandra.

- Tanya, sou eu a Sandra. Eu queria desculpar-me. Não tinha o direito de fazer o que eu fiz com você.

Respirei profundamente e disse que entendia caprichando na minha voz mais feminina possível.

- Não precisa se preocupar, respondi.

- Não, de verdade, eu agi muito mal e preciso me desculpar. Posso ir até sua casa? Eu gostaria de conhecer a Tanya pessoalmente. Há algum tempo que estava tentando falar com você mas custei a me lembrar do celular, já que no antigo número não sabem para onde você se mudou.

- É, foi de propósito, queria me afastar um pouco. Mas tudo bem, respondi. O Beto já não existe mais. Pode vir que estou te esperando e dei meu endereço.

Eu estava com um shortinho curto, como sempre fico em casa e uma blusinha também curta, de alça, sem soutien, bem confortável. Como queria estar bonita somente dei uma retocada na maquiagem, botei um chinelo (sempre ando de salto alto) mais ajeitado, arrumei o cabelo e sentei-me para esperar a Sandra. Meia hora depois ela chegou e ao abrir a porta até se confundiu:

- Eu queria falar com..... Tanya! . Desculpe. Meu Deus! Tanya. Não deveria ter agido daquela forma. É que foi um choque para mim. Mas você está linda. Gatíssima! E loura!

- Sandrinha, entre e fique a vontade. Tá tudo bem.

- Como você mudou! E, entre risos, e apontando para meu busto disse e como está peituda!. Teus seios parecem lindos, deixe-me vê-los!

Eu tirei a blusa não só porque ela pedira mas porque estava muito orgulhosa de meus peitos, com uma auréola bem grande e rosada. Ela quis logo saber qual era o meu médico porque ela pensava em fazer o mesmo e tirou sua blusa para mostrar-me seus seios, que eram muito bonitos mas um pouco menores que os meus.

- Eu sempre quis tê-los assim, durinhos e grandes como os seus, disse. Eu vou falar com o Toninho. Também quero me turbinar.

- E é ele quem vai se aproveitar, disse-lhe sorrindo.

Interessante é que quando ela examinou meus seios e depois mostrou os seus não houve nada de sexual entre nós, éramos apenas duas amigas trocando confidências.

Depois nos sentamos, tomamos uma Coca-Cola (Diet é claro!), comemos uns bolinhos e conversamos como duas amigas. Trocando segredos. E ela queria saber como os homens agiam comigo. Se era verdade que sempre acabávamos sendo ativas. Como era a minha vida:

- Você nunca se arrependeu Tanya? Nunca fica insegura?

- Ah Sandrinha, às vezes eu me sentia muito insegura, mas depois que resolvi assumir e viver 24 horas por dia mulher melhorei muito de cabeça, principalmente porque me abri para minha família.

- Você contou para seus pais? Como foi a reação deles? Eu me lembro que vocês se mudaram para o interior um pouco antes de entrarmos para a Faculdade e foi aí que perdemos o contacto!

- Bem, quando fomos para o interior eu tinha de 15 para 16 anos e era um rapaz normal. Mas logo depois tive uma experiência com um colega bem mais velho, nada que eu não quisesse é claro, mas um mundo novo abriu-se e não teve mais volta. Aliás saí de casa quando completei 18 anos porque não agüentava mais a atitude de minha família. Era evidente que eu não queria nada com garotas, que era homossexual e então era recriminação de todo lado. Mas, você sabe, depois fizemos as pazes porque mãe é mãe e família é família. Hoje em dia eles sabem que eu sou a Tanya mas nunca me viram assim porque até há seis meses atrás eu disfarçava e quando ia em casa ia como Beto nunca ficava sem roupa na frente de ninguém para não dar bandeira, com os peitinhos já crescendo.

- E como você se virou por aqui, sozinho ou, desculpe-me, sozinha. Deve ter sido muito difícil não?

- Eu nunca me prostituí, respondi. Não que ache isso errado, eu vendo e dou o que é meu e pronto. Agora eu dei sorte porque recebi uma herançazinha de minha avó e pude comprar um apartamentinho e sobraram uns caraminguás para eu me manter enquanto conseguia um emprego de tradutora o que eu fiz logo e não parei mais de trabalhar. Eu sou muito boa de língua disse enquanto dava uma gargalhada. Com trocadilho! E ríamos as duas, felizes. Mas a Sandrinha estava curiosa.

- Por falar em língua, me diga se é verdade que os homens que saem com travestís gostam é de ser passivos?

- Bem, é o que algumas amigas que tenho e que estão na noite me dizem. Mas eu só gosto de homens ativos. Eu sou passiva, gosto de ser dominada e de ser penetrada. Um 69zinho também é muito gostoso, principalmente quando o cara é bom de lingua e enfia ela com força no meu buraquinho. E você, vai dizer que não gosta de um 69 também?

- É claro que gosto. Mas eu sou mulher e nós gostamos de sentir e dar prazer. Você vai ver que quando você estiver amando, dar prazer para o homem às vezes já nos deixa realizadas. Se bem que nada como um orgasmo à dois. E você, como você sente prazer? Você tem de se masturbar ou seu amante te masturba?

- Bem, acontece de todas as formas. Mas eu gosto mesmo é de ser possuída e beijada ao mesmo tempo. E quando a transa é boa, quando eu fico taradinha, gozo sem masturbar. Mas isto é muito raro. Só me aconteceu uma ou duas vezes e eu estava com muito tesão no cara. Sei lá, era a primeira vez com ambos, mas depois não consegui mais, só me masturbando, ou sendo masturbada.

- E dar a bundinha não dói muito? Eu experimentei uma vez com o Toninho e não gostei muito. Doeu demais.

- Bem, em primeiro lugar não tenho outra opção para ser possuída não? Mas quando o homem me deixa com tesão e sabe me tratar na cama não dói não. É uma delícia. Eu me sinto entregue, dominada, uma fêmea à mercê do seu macho. Como você diz que há coisas que somente as mulheres entendem esta é uma coisa que, acho, somente nós homossexuais e passivas, ou melhor, vamos falar mais claro, nós bichinhas sentimos.

- E com mulheres, nada? perguntou-me

- Meu amor. Vocês são lindas, arrasadoras. Mas o que eu gosto mesmo vocês não podem me dar. E nós não conseguimos enganar os homens como vocês. Se eu não ficar excitada meu amante vai saber logo, não é verdade? Felizmente que não tenho muitos problemas em ficar excitada se bem que nos últimos tempos estou um pouco parada.

- Você já se apaixonou por alguém, já encontrou aquele homem que não sai de sua cabeça 24 horas por dia, que te deixa meladinha só de pensar nele?

- Não, ainda não. Já tive aquele tesão, aquela sensação de loucura mas que depois do sexo passou. Eu não sei se algum dia vou me apaixonar. Eu gostaria tanto de ter alguém que me fizesse sentir assim, toda derretida, uma pessoa a quem eu quisesse me entregar por inteiro. Mas não sei se terei esta felicidade.

E ela concordou e até riu. Trocamos de assunto e passamos a falar de algo que gostava muito mas precisava aprender mais, moda e maquiagem, mas volta e meia voltávamos ao nosso tema preferido. Homens. Ela queria saber como fora minha primeira vez, qual o meu tipo preferido, se eu gostava de sexo oral, como meus homens me acariciavam, tudo enfim. Até que eu perguntei:

- Você não veio aqui para tentar me seduzir, não?

- - Bem, eu até que pensei, mas depois que te vi desisti imediatamente. Não, isto é brincadeira. Já resolvi meus problemas com o Toninho e era tudo paranóia minha. E tive uma outra idéia. Você é, posso considerar agora, minha amiga. Você sabe que eu nunca tive muitas amigas mulheres. Mas você é, digamos, diferente não? Na realidade o que eu queria mesmo é desculpar-me e para provar que não há nada por trás disto quero te convidar para passar o fim-de-semana do feriado conosco, em nossa casa nas Montanhas.. O que você acha!

Tentei escapar mas ela não aceitou nenhuma desculpa. Fazia questão que eu fosse e quando tentei dizer que seu marido não ia gostar exclamou:

- Que nada! Você não conhece o Toninho direito. Ele é muito liberal em tudo. E pode ficar tranquila porque como isto envolve uma situação um pouco, digamos, diferente, eu explicarei a situação para ele e tenho certeza que não haverá o menor problema. Se eu gosto de você e a considero minha amiga ele irá agir da mesma forma.

Nas duas semanas seguintes não fiz muita coisa. Trabalhei muito e não saí nenhuma vez. Já estava morrendo de tesão porque desde a operação que não transava. Mas como estava muito ocupada e iria passar quatro dias fora de casa trabalhei muito para aprontar uma encomenda que recebera de última hora.

Era um desses fim-de-semanas compridos, com um feriado na quinta-feira e um dia enforcado na sexta, de modo que na quarta à tarde estava prontinha para viajar. Por incrível que pareça era a primeira vez ia viajar sem levar nenhuma roupa de homem.

Como eu ia no carro só com a Sandrinha a viagem ia ser mais tranqüila e, coloquei uma blusinha rosa clarinho, de viscose, com um decote no busto e de manga curtinha, uma mini saia de babados, do mesmo tecido e cor e sandálias bem altas, também rosa claro.

A Sandrinha chegou na hora (que coisa rara!) e me olhou de cima embaixo:

- Puxa Tanya, você tá querendo provocar hein! Os homens vão ficar loucos quando virem estes teus peitos p’rá fora e estas pernocas à mostra.

E bem que ela tinha razão. Paramos numa lanchonete no meio do caminho e enquanto comiamos um grupo de rapazes não tirava os olhos de nós. E para provocá-los um pouco mais eu volta e meia como me espreguiçava, levantando os braços vagarosamente e juntando-os sobre a cabeça. Com isso esticava meu corpo e fazia com que meus seios fossem para frente, como se quisessem sair da blusa. A Sandrinha também notou que eles estavam nos olhando e fazia das suas, já que era muito bonita e gostosa. Posso confessar que nos divertimos muito com a provocação.

- Estou vendo que você aprendeu rápido disse a Sandrinha e ria, fazendo carinhas e boquinhas.

Voltamos para o carro e pouco depois estávamos em sua casa. Uma delícia, linda e muito grande, com um jardim maravilhoso e uma piscina muito bonita ao lado de uma churrasqueira e uma sauna semi-profissional. Uma coisa de doido!

Ela me apresentou para as duas empregadas (esta aqui é a Dona Tanya, falou e me deixou flutuando nas nuvens) e foi mostrar-me minha suíte. Como não podia deixar de ser, uma gracinha, todo em tons pastel claro. Coloquei minhas malas no chão e perguntei como deveria vestir-me para jantar quando ela me surpreendeu:

- Coloque alguma coisa simples mas bonita porque vamos jantar fora. O Toninho vai chegar daqui há pouco com seu irmão, sua cunhada e o cunhado e já reservei uma mesa no La Foulée, que tem uma cozinha francesa maravilhosa.

- Mas Sandrinha, você não me disse nada sobre outras pessoas! Pensei que fossemos somente eu, você e seu marido!

- Não se preocupe. O Toninho chamou o irmão e a cunhada, que se chama Valéria e ela disse que o irmão dela teria de vir. Ele é um rapaz de uns 28 ou 30 anos, muito simpático. Você vai ver.

- E, disse, com um sorriso maroto, acho que vai gostar.... E pode ficar tranqüila que todos já sabem quem você é e tirando a Valéria, que é boazinha mas às vezes meio chatinha, você não terá problema com ninguém. Agora vai se aprontar e fique bem bonita para sairmos.

De repente eu fiquei ainda mais nervosa. Não bastava encontrar o Toninho, que conhecera há poucos meses e quando eu ainda era o Beto (argh!) e agora ia ter todo esse pessoal. Mas resolvi seguir o conselho da Sandrinha e me arrumar.

Escolhi uma calça jeans strech, de cintura baixíssima e apertadíssima, que dava até para ver que estava usando uma calcinha bem pequenininha por baixo. Um cinto negro bem largo e uma blusa preta, de renda, semi-transparente, de mangas bem largas. Soutien de seda preto, meia-taça, e calcinha, também de seda, bem pequenininha, também preta.

Havia tomado um banho rápido e prendi os cabelos (como disse recém havia feito reflexo nos meus cabelos, agora louro cinza escuros) num rabo-de-cavalo simples. Coloquei uma maquiagem leve, batom bem vermelho (havia ido ao cabeleireiro pela manhã e fizera aos mãos e os pés), uma sapato preto de salto bem alto, algumas jóias (não tinha muitas), meus brincos pingente bem grandes e logo em seguida ouvi a Sandra me chamando, que os outros haviam chegado.

Respirei fundo e pensei comigo mesma que isto era o que eu havia escolhido para mim e fui para a sala encontrar o pessoal.

Fui andando devagar, sem exagerar no rebolado mas fazendo questão de mostrar minha feminilidade. É claro que o ruído dos meus saltos no piso de pedra normalmente já seria o suficiente para me excitar (estas coisas ainda me surpreendiam). Mas estava nervosa demais para isto.

Quando cheguei na sala a Sandra veio correndo me pegar pelo braço e levou-me para me apresentar a todos. A Valéria me olhou de baixo em cima e cumprimentou-me com um sorriso leve. Seu marido, o irmão do Toninho, o Juca, foi mais amável e me deu dois beijinhos. O irmão da Valeria era realmente um gato. Mais alto do que eu e com um sorriso ma-ra-vi-lho-so. Seu nome era Otávio e disse-me para chamá-lo de Tátá. Mas apesar disso não me pareceu muito simpático.

O Toninho nãp estava na sala e logo chegou, muito amável, dizendo que queria muito me conhecer que a Sandra não parava de falar em mim, etc.. Muito gentil. Ele me ofereceu um drink e como estavam todos bebendo vinho resolvi tomar um pouco também. O papo correu gostoso por uns dez ou quinze minutos quando o Toninho disse que teríamos de ir por causa da reserva.

Fomos em dois carros. Os rapazes no carro do Toninho e nós com a Sandrinha. Quando chegamos e sentamos notei que era um misto de restaurante e boate, com uma pista de dança ao fundo e um conjunto muito bom, tocando todos os tipos de música dançáveis, lentas e rápidas.

Pedimos uns drinks para começar e enquanto esperávamos os dois casais foram dançar. Eu e o Tátá ficamos na mesa, conversando. Um papo um tanto ou quanto sem jeito mas ele logo desculpou-se porque havia visto uns amigos em outra mesa. E deixou-me sozinha, o que para mim estava bem. Em primeiro lugar estava acostumada e sabia que nem todos me encaravam com naturalidade. E o Tátá obviamente estava sem jeito. Além disso eu estava muito confiante em mim mesma. Sabia que estava bonita pelo jeito com que os homens nas outras mesas me olhavam.

Pouco depois a Sandrinha e a Valéria voltaram para a mesa com seus maridos porque os drinks haviam chegado. A Sandrinha nos chamou para ir ao banheiro.

- Ao banheiro feminino é claro, disse-me no ouvido. E disse ao Toninho que íamos retocar a maquiagem.

No caminho ela perguntou a Valéria pelo Tátá, que havia me deixado sozinha, mas eu respondi imediatamente que não havia problema, ele encontrara uns amigos e fizera bem em ir conversar com eles e que não me importava de ficar sozinha.

Neste momento passávamos pelo bar e um sujeito, de uns 38 ou 40 anos, que afastou-se para que pudéssemos seguir em frente, ouviu o que eu dizia e falou:

- Eu não sei de quem você está falando mas eu não ia te deixar sozinha, e riu levemente.

Eu fiquei momentaneamente surpresa mas, já me acostumando a ser a caça e não o caçador, somente olhei-o e virei rapidamente a cabeça, fazendo com que o rabo-de-cavalo roçasse em seu rosto, sem dizer nada e segui em frente, como se ficasse ofendida.

Ao chegarmos no banheiro a Valéria disse que ouviu o que ele havia dito e que ele lhe parecera bem bonito. A Sandrinha, que não escutara a gracinha, mas também o notara (estava percebendo que as mulheres era muito perceptíveis para os homens, o que eu também era) concordou.

- É, eu também achei ele bem interessante.

E imediatamente as duas passaram a me dar conselhos para a melhor forma de conquistá-lo. E, isto, é uma coisa que somente as mulheres sabem. E a opinião foi unânime. Ao passar por ele na volta, não deveria dizer nada, mas dar uma olhadela rápida, de modo a que ele notasse que eu o havia notado. E seguir em frente, se possível com um andar bem sexy e provocante. E assim eu fiz, dando uma ligeira olhadinha para ele enquanto passava. Notei que ele viu meu olhar e imediatamente virei o rosto, seguindo em frente e fazendo questão de rebolar provocadoramente, mas sem exagerar.

De volta à mesa sentei-me e continuei conversando normalmente, mas volta e meia olhava para o bar e podia ver que ele continuava me olhando. A Sandrinha viu que eu estava olhando e como estava de costas para ele e não podia ser vista, murmurou:

- Tanya, não dá mole não e para de ficar olhando o tempo todo para ele. Basta uma olhadinha e quando você estiver a fim um pequeno sorriso assim meio disfarçado. Ela vai vir logo depois.

- Bem é que a fim eu estou. Ele não é gatissimo mas também não é de se jogar fora né?

- Bem, isto é com você. Como eu te disse achei-o bem interessante.

Resolvi seguir seus conselhos, parei de ficar olhando e concentrei-me na comida e no papo. Fiquei só vigiando de canto de olho para ver se ele não saia. Uns dez minutos depois virei o rosto de lado para o bar, enquanto conversava com o pessoal na minha mesa e ao notar que ele continuava me olhando sorri ligeiramente, fiz uma boquinha e retornei à conversa.

Não se passaram nem 30 segundos e vi que ele levantou-se e veio em nossa direção. Ao chegar perto de mesa eu levantei os olhos para ele que chegou-se mais perto e perguntou:

- Oi. Você quer dançar?

- Tudo bem, respondi. Vamos.

Gentil ele ajudou-me a levantar puxando a cadeira e deu-me a mão para irmos até a pista de dança. Eu estava me sentindo muito bem, apesar de um pouco envergonhada, não sei porque.

- Obrigado. Muito prazer. Meu nome é Fernando, disse ele, e o seu?

- Eu sou a Tanya. Ele usava um perfume delicioso, acho que era o Eternity, que eu acho um dos melhores perfumes masculinos.

- Você está muito bonita, disse-me e o perfume é delicioso.

- Obrigada, respondi. É Giorgio. O seu também é muito gostoso.

Como chegamos logo à pista e a música era ligeira, tipo techno, e muito alta, começamos a dançar sem oportunidade para maiores papos. Eu podia ver que a Sandrinha e a Valéria ainda estavam na mesa mas estavam me vigiando. Coloquei o Fernando de costa para elas e imediatamente as duas fizeram discretos sinais de positivo para mim. Eu não sou a melhor dançarina do mundo mas aquela música rápida estava me fazendo muito bem, principalmente porque eu procurava saltar o mais possível, para fazer meus peitos balançarem. E podia notar que o Fernando, mesmo buscando ser discreto, não conseguia tirar os olhos deles.

Logo depois o DJ colocou uma música lenta e, sem perguntar nada o Fernando me puxou para junto dele, passando as duas mãos em volta dos meus quadris. Mesmo com meus saltos ele era um pouco mais alto do que eu, que coloquei minhas mãos atrás de seu pescoço e deixei-me ser conduzida.

A música era deliciosa e, para mim, muito significativa, "The man I love", com a Liza Minelli. Ele era melhor dançarino do que eu, que procurava apenas seguí-lo. Suas mãos estavam firmes nos meus quadris e eu comecei a rebolar um pouquinho, para provocá-lo, o que parece ter surtido efeito porque ele me puxou para mais perto. Resisti e mantive alguma distância entre nós. Tudo muito discreto, como deve ser. Mas eu já estava excitadíssima. Ao final da música perguntou-me se não queria ir sentar com ele. Aceitei e fomos até um canto do bar, onde estava sua mesa.

Antes mesmo de sentarmo-nos numa espécie de sofá comprido, de couro vermelho, que corria ao longo de toda a parede, ele perguntou se eu queria beber alguma coisa.

- O que você está tomando, perguntei?

- Ah, eu estou no whisky. Você quer um também?

- Pode ser, mas com muita água.

Eu sentei-me e ele sentou ao meu lado. Não muito perto mas o suficiente para que eu continuasse sentindo seu perfume. No início a conversa foi um pouco sem graça ("você vem sempre aqui?", "você é bonita demais para eu nunca ter te notado antes") mas pouco a pouco engrenamos e eu soube que ele tinha 42 anos (eu tenho 26), era desquitado, não tinha filhos e trabalhava num banco de investimentos. Pelas roupas e pela conversa era, se não rico, bem de vida.

- Você sabe, o divórcio nunca é legal. Mesmo em meu caso, quando não houve rancor de nenhuma das duas partes, disse-me ele. Mas é sempre uma sensação de falha, de vazio. Mas foi melhor assim e, felizmente que minha ex-mulher já arranjou outro.

A conversa então começou a fluir bem fácil. Os drinks chegaram e começamos a bebericar até que, depois de uns cinco minutos pedi licença para ir até o banheiro:

- Fernando, vou até o banheiro mas antes vou até minha mesa para falar com minhas amigas que devem estar pensando que eu sumi, disse.

Fui até minha mesa e disse à Sandrinha e a Valéria, que conversavam, se não queriam ir até o banheiro. As duas se levantaram mais que depressa e já no caminho começaram o interrogatório:

- E aí, como é que está indo? Ele é amigo da Táta e, segundo me disse, muito bem de vida! Falou a Valéria.

- Não vai ser muito fácil nem muito difícil hein! Olha lá, os homens valorizam as conquistas difíceis, mas não muito difíceis, disse a Sandrinha.

- Podem ficar tranqüilas, disse. Está tudo sobre controle. Ele é muito simpático. Eu só vim dizer que vou ficar sentada com ele e quando vocês forem embora me avisem. Hoje, não importa o que aconteça, vou para casa cedo, e ri.

- Muito bem. Acho que por mais que você esteja com vontade de fazer algo diferente você está certa, disse-me a Sandrinha. Agüenta firme porque depois ele vai comer na tua mão. Ou em qualquer outro lugar e deu uma gargalhada.

- Eu tinha de vir ao banheiro porque vou te confessar que estou toda molhadinha respondi. Mas vamos ver o que acontece finalizei enquanto retocava a maquiagem e soltava os cabelos, deixando-os cair sobre meus ombros. Peguei minha bolsa na mesa e voltei para o Fernando, que ao ver-me levantou-se e sorriu.

- Poxa, já estava pensando que você me abandonara! Mas valeu a pena porque gostei muito dos seus cabelos. Você ficou ainda mais bonita. Não quer dançar mais um pouco?

- Claro, vamos e de mãos dadas voltamos à pista de dança, onde uma música bem balançada animava os casais.

E dançamos umas duas ou três músicas assim. Minha cabeça estava à mil. Eu estava me sentindo super feminina mas começava a me preocupar em como dizer para ele que, na verdade, eu tinha um detalhezinho a mais. E estava com medo da sua reação embora quisesse aproveitar ao máximo aquele momento. Afinal era tudo o que eu sempre quis. Estava bonita, bem vestida, gostosa (impressionante como meus peitos aumentaram minha confiança em mim mesma) e sendo paquerada por um homem que, evidentemente, queria mais do que uma simples dança. E quando a próxima música lenta começou e ele me puxou para junto dele, fui naturalmente, não impedindo que nossos corpos se aproximassem. E encostei minha cabeça em seu ombro enquanto deixava que ele me guiasse pela pista, como um casal apaixonado.

Foram uns cinco minutos assim, sem nem uma palavra, embalados pela música e pelo desejo. Eu podia sentir sua excitação por baixo da calça. O que me deixava cada vez mais louca de tesão porque sabia que aquele homem estava buscando me conquistar porque me queria como mulher, para fazer de mim sua fêmea. Eu estava até trêmula e nem vi que a Sandrinha e a Valéria também estavam dançando, já que estava literalmente sonhando com os olhos semi-cerrados. Mais tarde elas disseram-me que eu parecia estar andando nas nuvens, coisa que realmente estava. E sentia que estava toda molhadinha, com meu pipi bem durinho entre minhas pernas, bem escondido dele.

A música foi ficando cada vez mais lenta e o ambiente mais escuro, quando vi que ele recuara a cabeça. Levantei o rosto para olhá-lo e ele fixou seus olhos nos meus e vagarosamente, enquanto continuávamos a nos movimentar ao som da música romântica, fechou os olhos e chegou seus lábios junto aos meus, beijando-me delicadamente. E, ao notar que eu correspondera e retribuía o beijo, puxou-me ainda mais para junto dele enquanto nossas línguas se encontravam e trocavam carícias.

Repentinamente a música voltou a ficar animada e ele perguntou se não era melhor que fossemos para a mesa. Eu concordei. Quando chegamos ele sentou juntinho a mim, passou o braço esquerdo por cima de meu ombro e, fitando-me de frente falou:

- Tanya, você é linda, e começou a beijar-me com força me puxando com o braço esquerdo para junto dele enquanto a mão direita ia discretamente para cima do meu seio. Eu, que estava com as pernas juntinhas e cada vez mais molhadinha, retribuí. Meu braço direito ficara entre nossos corpos e minha mão foi naturalmente para cima de sua calça. Quando arrastei minhas unhas por sobre sua perna pude sentir o tamanho do seu desejo. De-li-ci-o-so. Depois de uns trinta segundos o empurrei ligeiramente e tirei sua mão de cima do meu peito. Tomara a decisão de contar-lhe a verdade e, enquanto ele se afastava um pouco eu me ajeitei e disse:

- Olha Fernando, você é uma pessoa muito legal. Eu não tenho muito tempo hoje porque tenho de voltar para casa com minhas amigas e vejo que elas já estão se levantando para ir embora.

- Mas eu te levo depois, não se preocupe, vamos ficar mais um pouco. Eu sei que você também está gostando, respondeu.

- Realmente, eu estou adorando. Mas hoje eu vou e...

- E amanhã, você pode sair, perguntou?

- Posso, se você ainda quiser depois do que eu vou te contar, respondi.

- Não entendo, foi a vez dele falar.

- É que eu tenho de te dizer uma coisa que não sei se você vai entender ou gostar. É que eu souum pouco, digamos, diferente das outras meninas que estão por aqui. Eu...

- Não vai me dizer que você é travesti? me interrompeu com um sorriso. Isto não é novidade para mim. O Tátá me disse. Ou você acha que eu fui para o Bar quando vocês foram para o banheiro por acaso?

Minha surpresa foi enorme. "Então o Tátá esta falando de mim para todos?".

- Não é o que você está pensando. Ele sabe que eu tenho atração por travestis. Por isso separei-me de minha mulher. Foi um caso conhecido e nunca escondi isto de meus amigos. Se eles querem ser meus amigos têm de me entender. Não precisa se preocupar.

Confesso que naquele instante fiquei confusa e não sabia mais o que dizer, apenas que uma sensação de alívio muito grande tomou conta de mim e quando ele perguntou se "então posso te ligar para a gente sair amanhã?" eu só fiz que sim com a cabeça e recostei-me no banco para respirar fundo. Estava realmente confusa com toda a situação.

- Eu quero que você saiba que você é a mais bonita daqui e de muitos outros lugares, disse-me quando viu que eu estava confusa. E que eu amanhã eu passo por sua casa às 8 e meia para a gente jantar, dançar e se divertir. Tá bom?

Eu mal balbucie um "tá" quando ele me olhou fundo nos olhos novamente e me veio uma espécie de dor, ou agonia no coração (e também entre as pernas). O beijo apaixonado que trocamos em seguida foi o seguimento absolutamente natural. Não foi violento como o anterior mas muito mais carinhoso e apaixonado. Deixei meu braço sobre suas pernas enquanto sua mão acariciava meus cabelos e de olhos fechados nos beijamos por algum tempo.

- Tanya, eu preciso de você. Não quer ir comigo para minha casa?

- Fernando, hoje não. Estou um pouco confusa e preciso pensar. Vamos sair amanhã, como você falou, respondi.

Na verdade não sabia que sentimento era aquele. Eu achava que realmente estava ficando apaixonada por aquele homem, maduro e gentil. Minhas pernas estavam trêmulas e sentia uma espécie de dor no peito só de pensar em estar na cama com ele, com seu membro duro em minha boca e depois com ele me possuindo devagar e carinhosamente. Eu estava quase gozando só de pensar que iria fazê-lo feliz. Isto já me deixaria realizada. Será que isto era o amor que a Sandrinha falara? Ou apenas paixão momentânea? Bem, paixão era mas acho que era um princípio de amor. Será? Nunca sentira nada disso anteriormente e estava realmente confusa!

Feliz(ou infeliz)mente a Sandrinha veio até a nossa mesa e disse:

- Tanya, já estamos indo! E virando-se para o Fernando:

- Como vai Fernando? Você é amigo do Tátá não. Ele falou-me que na realidade trabalha com você, na sua corretora. Eu lamento mas vim pegar minha amiga. Ela está lá em casa e já estamos indo.

- Eu sei disse o Fernando. Eu pedi a ela que ficasse, que eu a levaria em casa mas ela disse que não podia que tinha de voltar com vocês. Eu não entendo, vocês são muito complicadas. Mas tudo bem, já desisti de entendê-las. Mas combinamos que amanhã eu passo para pegá-la às 8 e meia, certo Tanya? Não se esqueça hein e virando-se para a Sandrinha continuou "cuide direitinho dela porque vejo que ela está um pouco confusa. Linda, mas confusa".

- Ok disse a Sandrinha sorrindo, pode deixar. Ela (eu a-do-ra-va quando me chamavam de ela, embora neste momento estivesse com a cabeça longe dali) vai estar prontinha na hora certa. E uma gata como sempre. Tchau, um beijo.

- Ok Sandrinha, já estou indo, disse-lhe eu. Virei-me para o Fernando, beijei-o na boca e disse baixinho para que somente ele ouvisse "tchau meu amor, te espero amanhã". Ao levantar-me passei minha mão por seu rosto para que ele sentisse minhas unhas arranhando-o levemente, virei-me rapidamente e fui atrás da Sandrinha, rebolando provocadoramente. Quando alcancei-a disse:

- Espero que você esteja certa com esta história de jogo duro. Porque hoje ele estava durinho, deu para sentir. E se ele não aparecer amanhã te mato. Por falar nisso não peguei seu telefone. Espera aí que eu vou lá um segundo e já ia me virando quando ela disse.

- Meu amor, pode ficar tranqüila que ele vai aparecer. O Tátá tem o telefone dele e ele o do Tátá. Então não há porque dar esta bandeira. Você fêz muito bem em agüentar firme. Um dia pelo menos não? e sorriu.

- Menina eu nunca senti nada assim. Fiquei derretida. Mas fiquei mesmo. Umas sensação de afogamento de uma coisa me rasgando aqui no meio do peito. Que coisa! E um tesão que nem te falo. Só de pensar em estar em seus braços com ele dentro de mim quase gozei. Quase gozei sozinha. Você não sabe o que é!

- Pôxa, isto está parecendo amor à primeira vista! Estas foram as mesmas sensações que eu tive quando conheci o Toninho! Estes homens nos deixam loucas não!

- E aí Tanya, como é que foi, disse a Valéria que chegou junto à nós enquanto esperávamos o carro porque os rapazes já haviam saído porque queriam ver um programa qualquer na TV. Um jogo de tênis pelo satélite, acho. Conte-me tudo e não esqueça nada.

Eu contei para elas passo a passo tudo o que havia acontecido. Até que eu pude notar sua excitação enquanto dançávamos e, depois, quando estávamos nos beijando. E toda aquela sensação estranha que eu sentira, a tesão que eu estava sentido por aquele homem e também que ele sabia como eu era.

- Será que estou ficando apaixonada, perguntei? Nunca me senti assim antes. Não consigo tirar ele da cabeça. Já sei que quero dormir para descansar e ficar bem bonita para ele amanhã mas não vou conseguir. Estou excitadíssima! Será que estou apaixonada gente!

As duas concordaram que se não estava, dava toda a impressão.

- Mas isto é ótimo Tanynha, disse a Sandrinha. Para todas nós há uma primeira vez. Este deve ser a sua. E, por experiência própria você vai ver que é a melhor coisa do mundo quando vocês estiverem se amando, um nos braços do outro. E para você ficar bem bonita amanhã de manhã vamos sair logo depois da piscina que eu quero comprar um vestido novo para você e depois te levar no cabeleireiro.

- Boa idéia disse a Valéria. Eu quero ir para ajudar você a escolher este vestido. E se você quiser te empresto uma bolsa do Louis Vuitton que eu trouxe e não vou usar. E também pode pegar algumas jóias emprestadas.

- Pôxa, vocês são muito boas. Eu realmente preciso de alguma ajuda. Meu guarda-roupa não é lá essas coisas, afinal estou começando há pouco não é? Além disso não trouxe as melhores coisas que eu tinha porque não sabia que isto ia acontecer. E eu quero ficar bem bonita para o Fernando amanhã.

- Pode deixar disseram as duas, nós vamos te ajudar.

Chegamos em casa e fui direto tomar um banho. Mas ao me ver no espelho, loura, linda, com aqueles peitos bem grandes (eu ainda não me acostumar de todo) e apaixonada por um homem tão gostoso não consegui me segurar e masturbei-me delicadamente enquanto enfiava um vibrador que eu trouxera no meu cuzinho e pensava em estar sendo possuída pelo Fernando.

Foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Não que aquilo me tirasse o Fernando da cabeça mas, junto com um banho bem morno e demorado, me relaxou o suficiente. Coloquei a camisola que comprara um pouco antes de viajar (curtinha, rosada e bem cheia de rendas e babados) e dormi profundamente. Não me lembro se sonhei mas ao acordar o Fernando ainda estava em minha cabeça.

- É pensei, não estou sonhando. É hoje o meu dia!

Levante-me cedo e quando desci para tomar café já encontrei a Sandrinha dizendo para eu colocar um biquini para irmos um pouco à piscina:

- O sol está ótimo e você vai ficar ainda mais bonita, comentou.

- É, além disso, como estou muito branquinha, vai ficar uma marquinha que os homens normalmente gostam, disse eu e fui correndo colocar meu biquíni novo (o antigo não servia porque o soutien era muito pequeno para meus seios novos e eu ia ficar com vergonha na frente de todos)

Depois de umas duas horas ao sol, conversando com a Sandrinha e a Valéria sobre as minhas expectativas para aquela noite fomos tomar um banho rápido para irmos às compras. Vesti-me rapidamente, prendi o cabelo e coloquei um vestido comprido, bem soltinho, só com um soutien e uma calcinha por baixo e uns tamancos bem altos que eu pegara emprestado com a Sandrinha (ela tinha o pé menor que o meu, 37 contra 38) mas como eram lindos de morrer e combinavam com minha roupa resolvi ir assim mesmo.

Nossa primeira parada foi numa boutique de uma amiga da Sandrinha e ela foi logo dizendo ao chegar:

- Marianinha, esta é a Tanya. Quero que você consiga algo lindo para ela arrasar esta noite. Uma coisa ao mesmo tempo elegante, simples e super-sexy. Fácil não!

- Oi Tanya, disse a Mariana, eu acho que tenho algo bem assim. É um pretinho básico, de seda aveludada, bem cintado e curtinho. Não é muito chamativo porque não é decotado, ele não tem gola mas deixa o pescoço e o início do peito à mostra, bem acima do busto. As mangas são longas e justas, deixa eu te mostrar porque, deixa ver, você é bem alta mas tenho no seu tamanho. Vamos experimentar para ver se precisa dar alguma ajustada.

- Não disse a Sandrinha. Acho melhor aquele conjuntinho ali, e apontou para a vitrine onde uma manequim estava vestida com um conjuntinho de saia justíssima e bem

curtinha, um cinto grosso, todos pretos, uma blusa de seda creme e um bolerozinho, também curtinho preto. Uma graça!

- Pera aí, quanto custa, eu não posso pagar muito, disse.

- Que é isso, disse a Sandrinha, eu faço questão de pagar. Tenho uma conta-corrente com a Marianinha e pode botar nela que eu faço questão de pagar. Afinal, para que é que serve um marido rico? Nem se discute este assunto. Vai experimentar e deixa de ser boba Tanya disse a Sandrinha.

Eiu ainda tentei protestar mas não deu. Experimentei e o vestido ficou ótimo. O conjunto também. A Marianinha deu só uma ajeitadinha no casaquinho, para ficar bem sexy. A saia era bem curtinha e mas fazia o efeito que eu desejava. Estava escondendo pouco e insinuando muito. Era uma roupa simples e sexy. Linda.

Dalí fomos a uma sapataria onde comprei uma sandália de salto bem alto, abertinha com duas faixas cruzando sobre o peito do pé e uma florzinha delicada bordada bem no meio. As meias, também pretas mas bem finas, também eram novas. Daí fomos para o cabeleireiro. A Sandrinha e a Valéria haviam "decidido’ que eu devia mudar meu penteado e pediram para o Jacques (esse era o nome do cabeleireiro) fazer algo bem sexy, deixando meus cabelos meio ondulados e meio alvoroçados, com aquele "look" selvagem. E sugeriram, e eu aceitei, que re-fizesse as unhas dos pés e das mãos, pintando-as à francesa, com base de esmalte incolor e as pontas brancas. Ficou di-vi-no. A-do-rei.

Fomos para casa e quando cheguei, uma surpresa muito agradável e que me deixou emocionada. O Fernando havia enviado um bouquet de rosas (champagne) para mim. Lindas.

-É, ele está mesmo querendo te conquistar, disseram. Você parece estar com sorte porque não se fazem mais homens assim atualmente.

Eu peguei minhas flores e levei-as para o quarto, para ficar olhando e me lembrando do Fernando. Eu estava morrendo de desejo por ele e aquilo me deixara ainda mais ansiosa em agradá-lo, em ficar mais bonita e gostosa para ele. É, eu realmente estava ficando apaixonada e pensei comigo mesma que se naquele momento ele aparecesse na minha frente faria qualquer coisa que ele pedisse. Depois de uma suspirada profunda voltei para a sala. Enquanto tomávamos um café a Sandrinha disse que iria fazer minha maquiagem.

- E olhe que eu sou muito boa nisso, disse, você vai ver.

- Poxa Sandrinha, não precisa se incomodar. Desculpe e não me entenda mal, mas até parece a mãe preparando a filha para sair pela primeira vez, comentei.

- Olha que é quase assim que eu me sinto, afirmou. E fico feliz em ajudá-la. Afinal, você, como menina ainda é novinha e não sabe todos os nossos truques, pelo menos em relação à moda e maquiagem, riu.

As três rimos muito e depois fui tomar um banho, de banheira para não estragar o cabelo. Aproveitei para depilar-me por completo, ficando sem uma penugenzinha sequer. Ao terminar coloquei um soutien de renda preta, bem delicado mas que cobria os seios inteiramente, e uma calcinha também preta, pequenina, as meias pretas finíssimas, enrolei-me numa toalha e chamei-as (a Valéria disse que também ia ajudar) para maquiar-me.

Quando chegaram a Sandra pediu para eu tirar o soutien e mostrar meus peitos para a Val porque ela havia comentado e a Val queria ter uma idéia de como ficaram. Eu fiquei meia sem jeito mas como elas insistiram ("deixa de ser boba, qual o problema" perguntaram) acabei tirando o soutien e mostrei orgulhosamente meus seios, que foram elogiadíssimos e deixaram a Val (que também mostrou os seus, durinhos mas pequeninos) morta de inveja. Curioso é que mais uma vez ficamos todas nuas, comentando sobre os seios e foi algo inteiramente normal, não houve nada de sexual na coisa, eu realmente estava agindo e sentindo o que uma mulher normal sente.

Logo em seguida a Sandra começou a maquiagem, e foi direto nas minhas sobrancelhas, deixando-as bem certinhas e iguais. Depois limpou minha pele com uma loção hidratante e que eliminou a oleosidade excessiva, passou uma base e um blush chegado ao rosado. Em seguida aplicou uma sombra cintilante sobre toda a pálpebra e, apenas na parte de baixo, espalhou uma sombra pink, bem mais escura, só até a parte do côncavo dos olhos. Depois passou delineador preto bem juntinho à linha dos olhos, em cima e embaixo. Nos lábios passou um gloss mais escuro, quase marrom e depois o rímel. Quando olhei no espelho, ao final de quase meia hora de produção, estava linda:

- Ficou ótimo Sandrinha, amei. O que você acha Val?

- Também gostei muito disse.

Daí fui me vestir, complementei com um colar de pérolas emprestado pela Val que combinava com uma pulseira que ela também me emprestara e também de pérolas. Eu havia levado meus brincos de pingente de pérolas, que faziam um conjunto muito bonito. A Sandrinha me emprestou dois anéis bem delicados, de ouro com pedras (rubis) pequeninas e eu também coloquei meu pequeno anel de brilhante, que havia comprado há muito e com muito esforço. Era pequenininho mas uma graça. Coloquei bastante perfume (Lauren), arrumei uns itens de maquiagem na bolsa e ouvi a campainha. O Fernando havia chegado e escutei ele conversando com o Toninho e a Sandrinha na sala.

Dei uma última olhadinha no espelho, ajeitei a saia, peguei minha bolsa, suspirei fundo (estava gostosamente ansiosa) e fui para a sala encontrar o Fernando que, ao me ver chegando, levantou-se, veio até mim, deu-me dois beijinhos bem comportados e falou:

- Bem pessoal, foi um prazer mas temos de ir. E então está confirmado para amanhã, as duas da tarde hein, estou esperando.

E pegando minha mão puxou-me para sairmos, mal dando tempo de despedir-me da Sandrinha (que piscou o olho para mim) e do Toninho.

- Calma Fernando, sorri. Eu já vou. Obrigada pelas flores. São lindas. Eu amei. Mas afinal, o que está marcado para amanhã perguntei?

- É que eu convidei-os para um churrasco lá em casa. Você não se importa, não?

- Ué, claro que não. A casa é sua! Acho ótimo.

- Eu também, quero ficar o tempo todo ao seu lado meu bem, é isso disse com um sorriso que deixou-me derretida e ato contínuo colocou o braço sobre meu ombro enquanto eu abraçava sua cintura. Ao chegarmos no carro ele abriu a porta para eu entrar, cavalheirescamente e ainda pude ver a Sandrinha olhando pela janela. Parecia minha mãe mesmo!

O Fernando disse que íamos voltar ao La Foulée já que era uma cidade pequenina e sem muitos lugares bons e lá poderíamos comer bem, dançar e relaxar.

- Você não se importa de repetirmos não?

- É claro que não. Lá é muito gostoso e para mim está ótimo.

- Você está linda, como sempre. E queimadinha! Ficou muito tempo na piscina?

- Não porque tive de sair para fazer compras e ir ao cabeleireiro. Mas deu para me queimar um pouquinho não?

- É, ficou ótima.

- Você também está muito bem, disse eu ao reparar que estava muito elegante, com um paletó esporte xadrez e uma camisa branca muito fina. E repetira o Eternity.

- E muito cheiroso novamente, disse.

Não saíra de carro com homens muitas vezes, pelo menos não assim, toda arrumada e com alguém que queria ficar comigo. Aliás, desde a operação não saia com ninguém e a situação estava me deixando absolutamente doida. Eu estava atraidíssima pelo Fernando e me sentindo hiper feminina. Sentada no banco do carro coloquei o cinto entre os seios, com cuidado para não amassar o vestido e cheguei meu corpo para a esquerda, mais para perto dele, enquanto juntava as duas pernas e as inclinava os joelhos para a esquerda.Os dois pés também deixei naturalmente juntos, bem inclinados de modo a que o sapato tocasse de lado no chão. Cruzei as mãos sobre minhas pernas para mostrar meus anéis e, como não podia deixar de ser, empinei-me todinha, para realçar os seios.

Não deu para conversar muito porque logo chegamos ao restaurante. O porteiro abriu a porta do craro para mim e falou "Boa noite madame". O Fernando saltou e logo veio para junto de mim, pegou minha mão e levou-me para dentro, onde fomos sentar numa mesa próxima onde estivéramos na noite anterior. Pedimos uns drinques e a conversa fluiu normalmente:

- E aí, o que você fez além de piscina e cabeleireiro?

- Não houve tempo para muita coisa não. Fomos também comprar esta roupa e estes sapatos. Eu não havia trazido nada de muito especial para cá.

- Mas não precisava. Ontem você estava simples e linda. Não que não esteja ótima hoje também, está sensacional. Linda de morrer. Só que não precisava de tanto esforço.

- Obrigada. Mas eu queria mesmo estar bem bonita para você. Achei que você ia gostar.

- Eu já te disse que adorei e beijou-me delicadamente na testa.

- Olhe,está tocando uma música ótima, vamos dançar, continuou já se levantando.

- Vamos sim e levantei-me.

Fomos de mãos dadas para a pista. Eu estava cada vez me sentindo melhor. Sendo paquerada por um homem com H maiúsculo, carinhoso, gentil e que a cada momento me parecia mais atraente. Não era lindinho, como um garoto, mas de traços firmes e quase ásperos, e estava me deixando tonta, apaixonada e com muita tesão. Além do meu pintinho que já estava durinho há muito eu podia sentir os mamilos duros de desejo. E eu tinha certeza de estar provocando as mesmas sensações. O que nos deixava ansiosos mas ao mesmo tempo com vontade de aproveitar todos aqueles momentos mágicos. Era uma cumplicidade óbvia mas excitante.

A "música ótima" era uma seleção do Frank Sinatra, que eu adoro, ainda mais porque permite dançar coladinho. Ao andar para a pista, de mãos dadas, fui rebolando e consciente de que os olhares de vários homens estavam em cima de mim. E isto me fazia sentir cada vez mais feminina, principalmente porque eu via que eles olhavam direto para meus peitos, como se eu estivesse nua. E notei que o Fernando sentiu uma pontinha de ciúme porque apertou forte minha mão e ao chegarmos à pista abraçou-me pela cintura e puxou-me para junto dele.

Não me fiz de rogada, e com o rosto colado ao dele deixei-me levar pela música enquanto passava a mão carinhosamente por seus cabelos e seguia seus passos, de olhos fechados e aproveitando ao máximo aquele momento. Dançamos assim por uns dois minutos, tempo suficiente para eu sentir que o Fernando estava tão excitado como eu, já que podia sentir o seu membro delicioso roçando na minha barriga enquanto ele se movia. Suas mãos acariciavam meus quadris delicadamente e eu aproveitava para balançá-los de um lado para outro, acompanhando o ritmo da música mas mostrando toda minha feminilidade.

Quando começou a música seguinte, também lenta, ele veio com as mãos até meu rosto, levantou-o e beijou-me nos lábios, à princípio delicadamente mas, à medida em que era correspondido e eu aceitava sua língua dentro de minha boca e a chupava e mordia de leve, cada vez com mais força. Até que ele não se conteve e, afastando-se olhou-me dentro dos olhos e disse:

- Tanynha, eu preciso de você. Hoje.

- Eu também preciso de você meu bem, respondi, toda melosa.

- Eu quero te comer. Vou fazer de você a minha mulherzinha esta noite. Você está muito gostosa, um tesão!

- Meu amor, e eu quero dar prá você. Quero ser toda sua.

- Ah que tesão, disse ele. E continuou a me beijar com força enquanto me puxava para junto de si.

Ficamos mais alguns momentos abraçados e depois voltamos para a mesa. Ambos estávamos a fim um do outro e até havíamos esquecido a fome. Eu sentei no sofá e ele sentou-se a meu lado, passando o braço sobre meu ombro e me puxando para junto de si. Sua outra mão foi inicialmente para cima de minhas coxas e depois foi subindo por dentro do meu casaquinho até chegar na blusa. Seus dedos entraram entre os botões e ele começou a buscar meus seios. Quando tocou no mamilo encontrou-o durinho, de paixão.

- Hum, que gostoso. Ela também está excitada. Adoro um peitinho durinho. Vou te chupar muito esta noite, tá bom? E você vai me beijar também?

De tenta tesão e amor eu quase não conseguia falar. Só de ser beijada e acariciada por aquele homem delicioso já estava quase gozando, imagine quando ele me levasse para a cama e eu pudesse sentir aquele pau durinho em minha boca ou em meu rabinho, que estava ansioso para ser penetrado.

- Você vai ver que eu vou te deixar louco de tesão, disse-lhe eu. Vou fazer você gozar várias vezes, pode deixar. Só espero que você me agüente.

- Não se preocupe, com o tesão que estou em você vou te comer a noite toda. Vou botar no seu rabinho bem devagar e gostoso. Vou te deixar louquinha e taradinha.

- Já deixou meu amor, já deixou. E enquanto nos agarrávamos (já não era mais um simples beijo) minha mão escorregou para cima de suas calças e comecei a acariciá-lo mais diretamente, deixando-o ainda mais doido.

- Vamos embora, eu não quero comer nada aqui. O que eu quero é te foder todinha. Vamos!

- Vamos, eu também quero ir logo, quero que você me foda todinha a noite toda. Chama o garçon e peça a conta porque eu já estou que não me agüento mais e dá para notar que você está ficando em ponto de bala. E não quero perder nem um pouquinho desse pau maravilhoso qu eu estou sentindo agora por debaixo de suas calças.

Logo que chegou o garçon, pagamos a conta e saímos agarradinhos. No caminho de casa eu estava sentadinha a seu lado, com sua mão direita nas minhas coxas e no meu peito enquanto eu abria sua barriguilha e segurava no seu pau que já estava enorme e com a cabecinha molhada. A cada para beijávamo-nos enquanto eu seguia segurando aquele pau maravilhoso e de ve em quanto passava a pontinha da unha no seu pré-gozo e o trazia até minha boca, chupando-o como se fosse sua pica e o deixando ainda mais doido.

Quando chegamos em sua casa mal entramos e ele me agarrou com força e recomeçou a beijar-me, os dois de pé, no meio da sala escura, somente iluminados pelo luar e por nosso desejo. Ele levou-me até o sofá, levantou-se para colocar uma música romântica no som e voltou correndo, já sem camisa. Enquanto beijávamo-nos, ainda sentados, ele foi tirando meu bolerinho e depois, pouco a pouco, tirou minha blusa, deixando-me somente de soutien e saia. Em seguida ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo. Enquanto sua mão entrava dentro do meu soutien e puxava meu peito para fora ele levantou-me e começou a acariciar meu mamilo, que estava durinho. Eu então comecei a tirar seu cinto e a caça caiu no chão.

Minha mão foi para cima de sua cueca e eu pude sentir toda a sua tesão. O Fernando me agarrou pela cintura e beijou-me fortemente na boca, enfiando sua língua até minha garganta.

Eu gemia de paixão quando ele voltou a beijar meus seios. Para facilitar eu, numa posição muito sexy, abri o soutien e joguei-0 no chão. O Fernando começou a me beijar os peitos loucamente, passando sua lingua durinha sobre os meus mamilos enquanto dizia:

- Meu amor, que gostosa você é! Que peitinho maravilhoso! Vou te chupar todinha.

- Ah, gostoso é você! Me beija, chupa meus peitinhos. Você é o primeiro homem que eles vêem! Me chupa, vai!

Ele continuava a me chupar como se o mundo fosse acabar mas eu queria mais. Estava sentindo o seu pau duro contra minha barriga e estava louca de vontade de chupá-lo também. Pouco a pouco fui me abaixando, enquanto também beijava-o no corpo todo. Ele era bem cabeludo, o que me deixava ainda mais louca de tesão. Devagarzinho fui me ajoelhando até que cheguei onde queria e gentilmente comecei a passar minha língua ao longo de seu pau que., a esta altura, esta duríssimo e delicioso.

Enquanto agora era a vez do Fernando gemer eu continuava chupando e suas palavras só me deixavam mais taradinha e com vontade:

- Isso meu amor, chupa meu pau! Chupa com força sua bichinha safada. Mostra que você é a fêmea que eu estou querendo falava enquanto acariciava meus cabelos. Depois de uns cinco minutos ele disse:

- Vamos para a cama Tanynha, eu não agüento mais se não vou gozar e quero fuder tua bundinha gostosa.

Ato contínuo levantou-me e de maõs dadas fomos para a sua cama. Confesso que neste momento nem notei quão bonito era ou mesmo que cor era. Só pensava naquele homem, em seu pau e no prazer que ele iria me dar e como eu podia fazê-lo ainda mais feliz. Eu estava realmente apaixonada.

Detitamo-nos ou melhor, caímos na cama já nos beijando, eu segurando seu pau e ele com a mão dentro de minha calcinha, já acariciando meu cuzinho ansioso para recebê-lo. Ele mesmo foi tirando minha calcinha enquanto estava deitado de costas na cama. Eu fui novamente beijando-o ao longo de todo o corpo até chegar no seu pau, que engoli por inteiro.

Neste momento o Fernando virou-me de costas e enquanto eu continuava a chupar seu pau ele começou a enfiar a lingüinha em meu cuzinho, fazendo-me gemer de tesão. Logo depois ele enfiou um dedinho, depois dois e quando eu já estava bem abertinha, botou

uma camisinha e deitou-me de costas na cama. Eu queria tanto ser fodida que não agüentava mais esperar e quando senti ele me penetrando somente conseguia dizer:

- Vem meu amor, me fode, me fode gostoso. Bota na minha bundinha!

- Ah meu amor, eu vou te fuder todinha sua putinha. Ao ver que me pauzinho estava durinho ele ainda gritou "ah, sua safadinha, você está gostando não é" e deu-me um tapinha no rosto que quase me fez gozar. Ser comida por aquele homem gostoso e ainda ser dominada era algo que me deixava absolutamente fora de mim.

E nos próximos minutos ele me fodeu de todos os modos. E eu dei para ele de frente, de lado, de costas, de cachorrinho, em pé, deitada, sentada até que finalmente enquanto cavalgava aquele pau delicioso senti que ele ficava ainda mais duro e o Fernando gritou:

- Goza meu amor porque eu vou gozar já já, vamos juntinhos e em seguida comecei a sentí-lo vibrar dentro de mim enquanto ele agarrava meus peitos com força. Eu mal cheguei a mão no meu pauzinho e também comecei a ter um orgasmo delicioso (havia colocado uma toalha para não sujá-lo).

O Fernando gozou por um longo tempo até que parou de mover-se e lentamente puxou-me para junto de si e começou a beijar-me.

- Hum, que gostosa que é você minha bichinha! Você também gostou?

- Claro meu amor, você é delicioso. Eu vou querer mais.

- Não se preocupe. Eu só estou começando. Vou deixar seu cuzinho ardendo.

Fomos até o banheiro, lavamo-nos e voltamos para a cama, onde eu aconcheguei-me em seus braços, com a cabeça em seu peito enquanto o Fernando ia acariciando delicadamente meus seios enquanto conversávamos. Não demorou muito meus mamilos começaram a ficar pontudinhos e, notei, seu pau reagiu imediatamente, principalmente porque como não quer nada eu também passei a, carinhosamente, manipulá-lo.

Tenho de confessar que nossa conversa na realidade não durou muito. Não resisti àquele pau duro, à sua conversa e em breve estava beijando e em seguida estava novamente de quatro em cima da cama, com aquela pica dura dentro de minha boca.

Chupei-o de todas as formas e logo ele estava com seu dedo dentro do meu rabinho pedindo para me comer:

- Vem cá minha bichinha, deixa eu te foder gostoso e enquanto me virava de lado ia enfiando aquele pau duro no minha bundinha.

Eu fiquei de costas na cama, com a perna levantada sobre seus ombros enquanto ele socava meu cú com aquela pica deliciosa e, ao mesmo tempo, passava as mãos em meus peitos. Eu gritava e gemia de prazer e pedia mais:

- Me fode meu amor, bota mais e puxava sua corpo para junto de mim o mais que podia.

Mais uma vez foi uma foda maravilhosa. Ele me comeu de todas as formas. De cachorrinho, em pé, por sobre mim, de lado, comigo cavalgando seu pau. E sempre falando bobagens ao meu ouvido como "você gosta de um pau em sua putinha?", ou "que bichinha gostosa!".

Mas, quando ele me colocou de lado na cama, penetrou-me profundamente enquanto acariciava meus seios e disse-me, enquanto enfiava a sua língua em minha boca "agora você vai ser a minha fêmea, só minha. Eu quero fazer um filho em você..." eu não resisti. Sabia que ele estava dizendo aquilo só para me deixar louca, mas o resultado é que deixou-me super excitada e comecei a gozar incontrolavelmente. Ele, ao ver aquilo, começou a socar-me o cú com mais força e começou a gozar juntinho comigo. Foi a glória.

Gozamos tanto e tão profundamente que depois do banho até esquecemos que não comêramos nada. Eu, mais uma vez, aconcheguei-me entre seus braços e pouco depois estávamos dormindo.

Tanya Trich - tanyatrich1@yahoo.com


Conteúdo sindicalizado