Crossdresser

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Desde adolescente

Sou casado , tenho 1,81, 83kg, pica 19,5x5,5, em forma, 49 anos, discreto, ativo. Adoro usar roupas intimas femininas. Tenho esta tara de usar roupinhas femininas desde adolecente. Minha mulher nem desconfia. Usava as roupinhas da minha irmã escondido. No mes passado fiquei 7 dias sozinho, comprei um espartilho rendadinho pretinho com seios almofadados e com liguinhas, uma meia 7/8,uma calcinha enfiadinha, outra calcinha de um tecido novo sem costura toda recortadinha que fica bem justinha que se amolda na bundinha, um tesão.

A surpresa

Eu e Marcos somos amigos há seis anos, como heterosexuais convictos sempre saímos com garotas e acabávamos, quase sempre, ou no meu apartamento ou no dêle com noitadas incríveis mas, como já disse, sempre como héteros. Sempre admirei a maneira como Marcos cativava econquistava mulheres. Ele sempre sabia como presentear as mulheres com as últimas novidades em perfumes e cremes.

Kátia no shopping


Estava eu sozinho em casa quando de repente meus "fantasmas"
me assaltaram e quando menos esperei lá estava
eu vestindo uma bela calcinha rendada, um soutien meia
taça, a inseparável meia-calça,
o salto agulha, o vestido tubinho e o casaquinho; tudo
preto e combinando. Complementado eu punha a minha peruca
castanha escura e a minha maquiagem. Os lábios
ficaram bem carnudos com o batom vermelho e os lápis
de contorno dos olhos estavam bem aplicados. Eu me sentia
bonita, incrivelmente gostosa. Na minha opinião

Kátia no hotel I


Desde pequeno sempre tive fascinação por
roupas femininas. Sempre que ficava sozinho em casa
procurava usar as roupas de minha mãe ou de minhas
irmãs.
Meu emprego me possibilita viajar pelo interior do estado
e eventualmente para algumas cidades do Brasil. Quando
viajo procuro sempre levar os meus "apetrechos",
para desta forma poder descansar mais tranqüilamente
na posada ou hotel onde fico.

Kátia no hotel II


No relato anterior, contei uma fantasia do que imagino,
quando, estou viajando e resolvo me travestir no quarto
do Hotel. Contei como eu e Jackson, um carioca casado
de aproximadamente 27/30 anos que teríamos nos
conhecido. Narrei o que teria rolado na nossa transa
naquela oportunidade. Agora narro o que teria acontecido
caso tudo não fosse ficção e ele
tivesse vindo visitar-me em minha cidade:

O primo

Esta é uma das fantasias pela qual eu mais me
masturbava entre os meus 13/16 anos. Lembro que nesta
época morava com a gente um primo meu que tinha
vindo do interior estudar e trabalhar na capital e devia
ter mais ou menos 23/24 anos. Portanto ele era bem mais
que eu.

O cúmplice

Era final de tarde de sexta. Todos da minha família
tinham se deslocado para a casa de praia para passar
o final de semana fora... Só iriam voltar no
domingo a noite...e eu é claro, não fui,
já que não ia perder a oportunidade de
aproveitar e ficar só em casa, sem ninguém
para atrapalhar a montagem da minha boneca...
Fechei cuidadosamente o portão, as portas e janelas
e corri para o quarto. Não podia perder um minuto
sequer...afinal a Kátia já não
me deixava conter a vontade... ela queria sair... e
logo de dentro de mim!

O passeio


Era inicio da madrugada de sexta para sábado.
Todos da minha família tinham se deslocado para
a casa de praia para passar o final de semana fora...
Só iriam voltar no domingo a noite...e eu é
claro, não fui, já que não ia perder
a oportunidade de aproveitar e ficar só em casa,
sem ninguém para atrapalhar a montagem da minha
boneca.

Surpresa de adolescente


Isto aconteceu quando eu era adolescente. Durante o
período das férias escolares, eu e meus
amigos da Escola sempre nos encontramos para nos divertirmos.
Pela manhã invariavelmente, a gente ia a praia,
ou para o clube. Sempre íamos de ônibus
pois naquela época ninguém tinha carteira
de motorista, muito menos carro disponível.

A atração inesperada


Na vida, certas coisas acontecem para que possamos nos
conhecer e nos descobrir melhor. Quando as coisas acontecem
sem planejamento prévio ai sim que a surpresa
é realmente maior e a gente se descobre ainda
mais.

A iniciação de CD com minha tia

Meu nome é Lucinha, sou uma CD de 25 anos, tenho 1,70, sou super feminina, carinhosa e fetichista.
Sou tarada por lingeries e principalmente meias finas.
Vim morar em São paulo com uma tia que é separada e sem filhos. O nome
dela é Marilu. Ela é uma pessoa muito especial. Desde pequeno sempre
tive uma atração por ela, ou seja, gostaria de ser ela. Ela tem 46
anos, loira, seios médios, bumbum enorme e muito sensual.

Flagra de calcinha

Meu nome é Sandro. O que vou narrar aconteceu de verdade e marcou minha
vida ao tirar a minha dúvida de que sou, de fato, gay, mesmo sendo
casado e amando muito minha esposa. Hoje 35 anos e me visto por
completo com roupas femininas. O que narro aconteceu em 2005, mas foi
maravilhoso. Como eu sempre fazia, esperei minha esposa sair de casa,
após o café da manhã, e fui correndo colocar uma calcinha fio dental,
para ir ao trabalho.

Sonho de todo CD

O que vou descrever agora não é apenas um conto, mais foi algo que realmente aconteceu, ou melhor, fiz acontecer.

Quando despertou meu lado feminino

Ola, sou a Dani, conheci este site há pouco tempo, mas me apaixonei
logo de cara, principalmente pelos contos, então resolvi contar algumas
aventuras minhas também. Tenho 20 aninhos, quase 21 e não lembro bem
quando despertou meu lado feminino, mas sei que foi bem cedo. Tenho uma
irmã 5 anos mais velha que eu, o trabalho de meu pai sempre fez com que
ele viajasse muito, e eu passava a maioria do tempo só com minha mãe e
minha irmã. Lembro de um dia por curiosidade, aos 12 anos, reparando
nos shortinhos minúsculos que minha irmã usava, sempre atoladinhos,

Comi o cara de calcinha

Aí galera! Já escrevi outro conto que aconteceu comigo para esse site.
Tenho 30 anos, loiro, olhos azuis, 1,78m, 77kg, 17cm, ativo e passivo,
moro em Curitiba, não sou (mas curto) efeminados e machos também. Meu

Um presente de aniversário diferente

Conheci a Cris (22 a) na faculdade e logo ela se tornou a minha
melhor amiga, uma pessoa superlegal e que adora sexo. Ela sabe tudinho
sobre mim, sabe que tenho 20 a, gosto de homem maduro e de me travestir
(já me transformei pra ela várias vezes). Quando chegou a semana do
aniversário dela ela me pediu um presente, falou: ‘- Vivi, quero te
pedir um presente de aniversário, quero ver você transando com o seu
namorado, mas com uma condição, ele não poder saber nada sabre mim”. 
Respondi “- Tá bom, com você eu topo”. Falei com o Léo (40 a), ele

Transei com um efemido - Curitiba

Ae galera! Já escrevi outro conto que aconteceu comigo para esse site.
Tenho 30 anos, loiro, olhos azuis, 1,78 m, 77 kg, 17cm, ativo e
passivo, moro em Curitiba, não sou (mas curto) efeminados e machos

Anúncio nos amigos virtuais

oi, sou eu novamente com outro conto!
Este é mais uns dos meus contos que parte são reais e outras ficção, só
que este conto cerca de uns 90% são realidade, ou seja, aconteceu
comigo.


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