Crossdresser

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Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte IV

Nessa noite, chegamos em casa quase à meia noite, eu tinha bebido pouco, mas estava radiante, feliz, desinibida, e não queria perder o controle ou cair de sono, queria curtir cada momento, cada minuto, cada centímetro dele ... ... ... ...

Fui entrando no quarto e deixando os sapatos e meias pelo caminho, ele parecia feliz, me abraçou assim que entramos no quarto, me apertou e me encoxava, senti seu pinto crescendo, ele afrouxou o abraço e eu me virei, eu ia falar alguma coisa .....mas ele me beijou ...e foi me apertando, apertando, eu resisti...abri os olhos ... nossos olhares se encontraram, então ele apertou mais ainda, me entreguei, gemi e quando ele me soltou dei um baita suspiro.... ele gostou, e tirou minha camisa, afrouxou o cinto e soltou minhas calças, então ele me viu de calcinha, de calça arriada, me levou pela mão até a cama, me abraçou e soltou o peso do seu corpo sobre mim, tive que me jogar para trás, ele é bem pesado, e me beijou de novo, até me tirar o folego, me olhou novamente, passava a mão em minhas pernas, então ele me disse suavemente, quase cochichando, hoje vou tirar o restinho da sua masculinidade, você não é mais um homem, é uma fêmea, vou ser o seu macho, você vai sentir eu te penetrando, e você vai me pedir mais, eu sou o único homem aqui, e vou te penetrar bem devagar, para você não esquecer, vou beber suas lágrimas, e olhar nos seus olhos, enquanto você me chama de macho, de senhor, você entendeu?..... não é isso que você quer?.... faz tempo que quer não faz???....

Fiquei com um pouco de medo, pensando que ele pudesse ser violento, não estava nem um pouco a fim de lutar, estava doido prá me entregar, prá ele me fazer de sua femêa, ele percebeu que eu estava com medo, me beijou mais forte, e continuou falando o que faria comigo, seu pinto estava tão duro que parecia que ia quebrar, eu também estava de pinto duro, mas o dele era maior e mais grosso, e ele falou que assim que me penetrasse meu pinto ia amolecer e eu ia gozar de pau mole, ...porque viado que é viado só goza pelo cu...então, do jeito que estava, com seu peso em cima de mim, ele abriu as minhas pernas, dizendo que ia me comer de frente, para me olhar o tempo todo e gozar cada segundo.....

Dito e feito, na posição que eu estava, de frango assado, ele tinha total mobilidade, eu estava a sua mercê, um misto de ansiedade e de apreensão, ele ria da situação, e me provocava ................... o homenzinho está sumindo, cadê??? .... não estou vendo nenhum .... só estou vendo um viadinho ... que tá doido prá virar fêmea ...não é?? .. então ele se deixava deitar sobre mim, o seu peso me imobilizava, e o seu beijo me tirava o folego, em dado momento, ele segurou minhas duas mãos com uma só mão, e com a outra me desferiu alguns tapas ...... minha apreensão aumentou, será que ele era adepto de violência????? ... talvez ele gostasse de sadomasoquismo ... ai ai ai, eu li tantas coisas sobre isso, quando não é tortura é nojento ...... mas não, foi só para me assustar, ele ria, pegou o gel (nem vi de onde ele tirou o tubinho), e começou a passar no meu cuzinho, senti um geladinho e seus dedos muito hábeis me lubrificando, mas ele não enfiava os dedos no meu cu, só lubrificava, ..... então ele começou a me provocar .... fala "meu cuzinho"... vamos repete!!! ....vai, fala ... "meu cuzinho", ... então eu repetia meu cuzinho........ agora continue e fala assim .... "não é mais meu é do Paulo", .... ele ria, e me dava um tapa. vamos repete!!! ... "não é mais meu é do Paulo", ........então eu repeti, ........mas ele disse ....ahhh mas assim não tem graça.... não, não tem graça....... fala tudo desde o começo, fala como um viadinho fala... olha, sua bunda tá tão vermelha, tô achando que você gosta de uns tapas .... então eu disse, não por favor, não gosto não.... então repete tudo de novo... vai!!! ....então, eu falei......... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ........ falei e fiquei parado olhando ele ........ então ele disse, só isso???, não, assim não, você tem que falar mais vezes, vai repetindo, tem que falar mais vezes, vai!!! faz por mim, vai ......... então eu comecei a repetir, ....... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .......e ele enquanto me beijava, ora lubrificava meu cuzinho (só na portinha) ...... ora me dava um tapa, ... então de repente ele parou, percebi ele lubrificando e ajeitando seu pinto, colocou bem na porta do meu cu, e falou assim ...... agora, você que já era viado, vai virar meu viado, e de viado vai virar minha fêmea, então ele começou a penetração, bem devagar, eu parei de falar e ficamos nos encarando, estava um pouco doído, eu estava tensa, com medo, o seu pinto era muito grande, grosso, ele disse para relaxar, relaxar as pernas....... e ele falou para eu não parar de falar até ele mandar, para repetir tudo de novo, bem alto até ele mandar parar ........... então eu continuei, ....... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ...... MAIS ALTO ele gritava..... meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo .....meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ....., e foi assim mais alguns minutos, quando senti que ele já tinha colocado a cabeça, seu pinto era grosso, estava doendo mais agora, apesar de ele fazer bem devagar, ele não estava sendo bruto, ele estava sendo carinhoso de verdade, ...... mas doía, ..... e eu não fazia anal há meses, e nunca tinha tido um homem do tamanho dele.....engasguei, parei de falar, disse que estava doendo, ele não disse nada, forçou mais um pouco, a dor aumentava, senti muita dor, ... protestei e fui às lágrimas, ele lambeu meu rosto, lambeu minhas lágrimas, parou de forçar, deu uma risada e esperou eu me acostumar, ... então ele disse, que no começo seria assim mesmo, .... iria doer algumas vezes, até eu me acostumar com a pica dele, meu cu iria alargar um pouquinho, meu cu iria se acostumar ao seu pinto e depois não ia doer mais........ então ele começou a me beijar, ele disse para eu rebolar um pouco, mexer com a cintura, prá lá e prá cá, que ajudaria a diminuir a dor, ele passava a mão em meu rosto, eu eu estava banhado de suor, ele deu mais uma estocada e eu não aguentei e soltei um grito .... aaiiiii, aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii Pauloooo, não vou aguentar, tira, tira, tiraaaaaaaa ....... eu chorava e gritava ao mesmo tempo, tentei empurrar ele para cima ......... então ele parou de forçar para me dominar, jogou seu peso contra mim, me beijava e dizia para eu ter calma, para relaxar, ..... ficou esperando eu me recompor ..... eu me sentia totalmente dominada, possuída, ..... ora ele era carinhoso, ora ele era macho, penetrando e dominando sua presa .... sim, sua presa era eu, .... então ele recomeçou, me chamava de viadinho, e falava que eu ... o seu viadinho estava virando "sua" fêmea, de repente ele solta o corpo devagar, senti seu pinto avançando, a dor era grande, ardia, ... quase desmaiei e soltei um gritinho ........ estava tão sem forças que minha voz saiu fina, fina até demais ......... aaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Paulo, pára, por favor, eu não aguento mais, tira, por favor..... então quanto mais eu chorava mais ele ria, lambia meu rosto, .......... senti suas coxas na minha bunda, dava para sentir o seu saco batendo em minha bunda, ele me olhou nos olhos e disse, .... agora eu te penetrei todinha, estou rasgando suas entranhas, rasgando sua masculinidade, de agora em diante, você é o meu viado, meu viado/fêmea, .... eu tentei baixar os olhos e ele pegou no meu queixo e ergueu meu rosto, .... então ele disse ...... Olha prá mim, senão vai levar um tapa........ e continuou, ........ eu estou todinho dentro de você, dentro do seu cu, cadê o homem agora?? responde??? ..... quem é o macho aqui ... a dor agora já era suportável, consegui falar assim .... você Paulo, é o meu macho, eu sou seu viado, sua fêmea, eu sou viado do Paulo, sou fêmea do Paulo, mas não bate em mim, tá doendo muito ......... então ele forçou mais um pouco e me apertou, jogou seu peso todo contra mim, e me beijou, colocou toda sua língua em minha boca, eu me sentia invadido pela boca e pelo cu, a dor estava diminuindo, .... as lágrimas escorriam pelas minhas faces ....... eu nunca mais seria o mesmo, pelo menos perto dele, ..... diante da presença dele eu seria sua fêmea...., voltei a realidade quando então ele começou a dar estocadas, algumas me arrancaram mais lágrimas, e realmente meu pinto estava mole e eu estava todo melado, minha porra escorria, do pinto mole de viado, ele ia e voltava mais rápido, eu me apertava de encontro ao peito dele, enlacei minhas pernas em sua cintura e seguia seu ritmo, seu suor espirrava em meu rosto, sentia o gosto salgado, .... eu pedia mais.... ele me beijava, me lambia, eu não aguentava mais, .... mas pedia mais pica ....gritei, pulei, mas ele continuava no comando, quase desfaleci, gozei de pinto mole, como ele disse ...... eu sentia a grossura do pinto dele me resgando por dentro, mas também sentia uma espécie de prazer .... eu realmente estava gozando, gozando pelo cu....... ele riu ... tá vendo, só viado goza de pau mole, fala pro Paulo quem é viado, fala!!! ...... nessa hora eu gritava SOU EU PAULO, EU SOU SEU VIADO..... eu sou seu viado, sou sua fêmea, sou seu viadinho ........ o que você quiser ......... ele pulava em cima de mim frenéticamente, eu me sentia anestesiado, não sentia mais dor, então ele tirou seu pinto de dentro mim e por uns instante eu senti um tremendo vazio dentro de mim, é como se faltasse alguma coisa em mim, ele me virou de costas, eu obedecia a tudo, estava tão mole, tão sem controle, então ele me colocou de joelhos e falou, ....... agora vou acabar com a sua masculinidade, vou comer seu cu com você de joelhos, morde a fronha para não gritar seu viado escandaloso ..........., e foi enfiando seu pinto em mim, bem devagar, como se estivesse curtindo um doce, eu sentia meu cu alargando de novo, doeu de novo, ele começou a me dar mais alguns tapas, .... gritando para eu rebolar... então eu comecei a remexer os quadris, ... ele gritava agora ... TÁ SENTINDO VIADO.....VIADO ....VIADO...., eu falei que estava, ele enfiou tudo e forçou uma estocada, eu senti a ponta do seu pinto bater no meu estomago, de tão grande que era, foi a sensação que eu senti, parecia que eu estava prestes a ser atravessado, e estocou várias vezes, eu escutava o barulho das coxas dele batendo em minhas coxas, ..... eu queria me largar, mas ele me segurava pela cintura, e mandava pau, eu estava totalmente entregue, totalmente ...... então ele tirou novamente, e me virou de frente, de frango assado outra vez, .... agora você vai deixar de ser viado e vai ser minha fêmea, ...... e sem querer eu falei ... Paulo, goza, goza meu macho, goza prá tua fêmea, goza, Paulo, gozaaaaaaaaaaaaa ..................ele ria eu gritava prá ele gozar, goza Paulo gozaaaaaaaaaaaaaaa ..... eu não estava aguentando, eu me jogava de encontro ao corpo dele, minhas pernas enlaçavam sua cintura e eu empurrava meu cu ao encontro do pinto dele, e o abraçava pelo pescoço, ele me beijava e penetrava minha boca e ao mesmo tempo eu sentia sua língua desbravando o céu de minha boca e seu pinto desbravando o desconhecido dentro do meu cu, estava totalmente possuída, literalmente possuída, eu realmente estava gostando, totalmente e deliciosamente possuída, não consigo descrever aquelas sensações, ..... A VERDADE ERA QUE EU ESTAVA ADORANDO SER ENRABADA, EU QUERIA ISSO ...... então ele deu uma última estocada, bem fundo, eu sentia seu pinto inchando e alargando minhas preguinhas, então aconteceu ......... ele me inundou de porra, esporrou muito, e ficou em cima de mim, com a respiração ofegante, eu me abraçava a ele, meus braços em volta do seu pescoço, e minhas pernas enlaçadas na cintura dele, olhava pra o teto, eu era um viado completo, e agora era fêmea de um macho, forte, como um touro, e que sabia como comer um cuzinho..... eu me sentia realizada...... minhas lágrimas eram de satisfação, eu tinha gozado duas vezes, e fiquei acariciando os cabelos dele e chamando ele de meu macho ...meu macho ...meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ..meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ..meu cuzinho, não é mais meu é do Paulo ....eu sou seu viado, seu viadinho, sua fêmea.... tudo o que você quiser .....meu macho......

Depois dessa noite, teve muitas outras, namoramos bastante tempo, não cheguei a sair do armário, perto das outras pessoas eu aparentava ser um homem normal, mas algumas poucas pessoas sabiam, perto de um homem como o Paulo, eu era mesmo viado, e com ele, era viado-fêmea.

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte III

Olhei para o relógio, 23:40hs, fui dormir confuso, cansado, descobririam tudo? minha cabeça iria estourar, confesso que estava mesmo ansioso para contar tudo a ela e pedir ajuda, como lidar com tudo isso, e principalmente, como lidar com tudo isso e mais a minha vontade de me entregar a ele, como eu deveria agir depois, será que descobririam no trabalho, ou sei lá o que.......fechei os olhos e apaguei .....tive um sono agitado, pesadelos...................................................

Hoje foi um dia horrível, acordei cansado, não conseguia me concentrar... o que eu mais queria era que o expediente terminasse e eu pudesse ir ao consultório da Bia. Era 17:00 recebi uma ligação do Paulo, ele me avisou que estava em NY, me deixou o telefone do hotel e mandou (ai ai me sinto mandada)... ele disse para eu ligar para dizer como foi a consulta com a Bia ou para qualquer coisa que eu precisasse, perguntou sobre o meu dia (não acreditava no que estava ouvindo, eu nunca fiz isso quando era homem.. era??? xiii), me sentia realizada com tanta atenção, que só me toquei que ainda estava no trabalho, quando entrou um colega na sala e disse "que risinho é esse? parece besta, catou alguma mina?" na hora me despedi com um beijo e disse que sim, era uma "mina" ... se ele soubesse que era uma "Mina de Homem" ... eu apanhava ali mesmo. Me deixou os relatórios de vendas e saiu, arrumei as minhas coisas, dei uma lida por cima nos relatórios, caramba ... essa empresa vendia muito ... olhei de novo os e-mails e desliguei o lap top. 18:05hs tchau e bença.

Saí e me dirigi ao consultório da Bia, não era longe, cheguei por volta das 18:50hs, uma moça me atendeu, pediu para eu aguardar numa ante-sala, a própria doutora faria minha ficha, ela comentou que eu era o último cliente, despediu-se da Bia pelo interfone e depois de mim e se foi. A recepção era pequena e modesta, uma mesinha e uma cadeira de visitas, a ante-sala tinha duas poltronas brancas, alguns quadros abstratos, era possível observar o movimento entre as duas salas, pois eram conjugadas, aguardei alguns minutos e então a porta da sala dela se abriu, acompanhou um rapaz até a porta, trocaram beijinhos e ele se foi. Ela se virou para mim, abriu os braços e veio em minha direção, recebi um caloroso abraço e 3 bitocas, ela estava com um conjunto, saia, blusa e casaco de cor marfim, maquiagem leve, cabelos presos em rabo, abriu um sorriso encantador e me guiou pela mão até sua sala. Sentei numa poltrona muito confortável, ela se sentou em frente a mim, numa outra poltrona, respondi algumas perguntas e ela anotou numa ficha, depois colocou-a num móvel ao lado, olhou bem para mim e perguntou se eu estava a vontade, se preferia diminuir a luz, ou recostar no divã, ou se me incomodava que ela ficasse me olhando de frente...... Eu respirei fundo, falei que não sabia o que estava sentindo...mas estava com vergonha, porque ela sabia que eu era gay ... não sabia o que dizer, o que ela pensava de mim, estava com vergonha de ela me achar um bichinha.... ela me interrompeu nesse momento e disse que não estava ali para julgar, mas para ajudar as pessoas a superarem suas dificuldades, ela trabalhava com homossexualismo há mais de 15 anos, especialmente por eu me tornar um querido amigo, ela se esforçaria em me ajudar....

Comecei a chorar, ela me incentivou a chorar e a desabafar, falar qualquer coisa, por para fora.... comecei a soluçar e a gaguejar porque eu? porque aconteceu comigo, nesta idade com 50 anos, porque virei viado, porque?????? ....Fui me acalmando aos poucos, ela falava suavemente, disse que não existia um porque? que o importante era eu compreender e aceitar minhas mudanças, sentir se essas mudanças me traziam prazer, eu sentia atração por esse homem? sim ou não? estava gostando de passar por essa experiência? e falamos e falamos, eu fui me soltando, entendendo algumas coisas, contei sobre o que eu havia lido na internet sobre esses assuntos, ela explicou com mais detalhes e me ensinou como me conhecer melhor, como analisar meus sentidos e impulsos, a situação era que eu apenas despertei para isso, mas esteve adormecido dentro de mim a vida toda........Ela explicou como os desejos se fixam na mente, como lidar com nossos medos, frustrações, me incentivava a por para fora tudo o que vinha na minha mente e falamos por duas horas., quando me dei conta da hora, pedi desculpas, mas ela disse que já esperava que a primeira vez fosse mais demorada, por isso marcou no horário final. Marcamos novamente, para a semana toda, até quinta-feira, ela queria saber mais sobre mim, sobre minha infância, meus pais, escolas, trabalhos, tudo para poder me ajudar, quando fui pagar, ela disse que o Paulo já tinha cuidado disso, fiquei sem graça, ela deu de ombros e brincou, fique tranquilo, você está passando por uma mudança brusca, isso vai passar, não deixe que pequenas coisas atrapalhem........

E assim nos vimos na terça, então falei tudo, das minhas vontades, sensações, contei tudinho o que aconteceu com o Paulo (menos descrever o sexo), contei que comecei a gostar de vestir calcinha e que raspei os pelos do peito, e que me incomodava os pelos das pernas e tudo mais, falei dos beijos, como me sentia, que as vezes me tratava no feminino e me sentia com raiva e ela foi anotando e comentando... jantamos juntas nesses dia, ela era alegre e descontraída, rimos muito juntas, mas nessa noite ele me ligou em casa, perguntou como estava indo e disse que iria demorar mais 3 semanas em NY, isso foi uma bomba ...... desmoronei ... nos despedimos e fui dormir, comecei a chorar e adormeci assim.

O dia foi péssimo, não via a hora de sair e me encontrar com a Bia, ele me recebeu e sem mais nem menos disse: ... você está péssimo!...

Desabei a chorar, e continuamos nossas conversas, contei minhas inseguranças, ela perguntou sobre o meu passado, acabei contando minhas outras experiências, ela ouvia tudo e comentava uma ou outra coisa, então depois da sessão, ela achou que seria melhor começarmos a ter sessões semanais, mas nestas primeiras semanas deveríamos nos ver duas vezes por semana, segundas e quartas, depois passaríamos para uma vez por semana, disse que eu ia passar por fases de altos e baixos, mas que não devia desistir, disse que desilusões fazem parte da vida, e depois do Paulo, haveria outro ou outros, mas o mais importante era que eu conseguisse me aceitar, mesmo que não conseguisse me revelar para o mundo exterior, eu deveria aprender a lidar com esse meu lado feminino, submisso, e viver um romance intenso do que não ter nenhum romance ...... aos poucos fui me refazendo e voltamos a conversar objetivamente, eu disse que não pensava em "virar" uma mulher, mas queria ser um homem mais delicado e que realmente me sentia atraído pelo Paulo e achava excitante ele me namorar ...... e eu queria fazer alguma coisa para agradar, ser "fêmea" para ele ......... estava ansiosa para "dar" para ele, mas queria que fosse especial, e lembrei que uma vez ele falou sobre ter um corpo lisinho, eu queria me depilar ... mas onde??? ... então ela prometeu me ajudar e disse que seria minha psicóloga, mas também queria ser minha amiga, queria um dia para sairmos juntas, um dia só nosso, e ela me ajudaria com algumas coisinhas e poderíamos ser amigas, confidentes e nos divertir muito, então elegemos a quinta-feira como "nosso dia".

Os dias foram passando, o Paulo me ligava todos os dias, perguntava como eu ia indo com a Bia, sobre o trabalho, o que eu fazia, contei a ele sobre nossa quinta, ele ficou feliz e perguntou o que fizemos, mas como eu disse que não podia falar, senti um pouquinho de decepção e ciúme (achei bárbaro), até vi a cara dele (como assim?? não pode me contar... mas que segredo o que?? não pode???? ahh...), ah ah ah, foi muito engraçado, como ele me ligava todo dia, uma vez ou outra perguntava de forma diferente, só prá ver se eu caía, ai ai, tava muito engraçado. Minhas crises foram diminuindo, e eu percebi que tinha um domínio muito bom, ninguém percebia mudança em mim, porque não existiam mudanças exteriores, Na quinta da segunda semana, já estávamos combinadas, íamos sair juntas, só que dessa vez ela disse que me pegaria no escritório, disse que não marcaria cliente no último horário e estaria lá às 18:00 em ponto, disse para eu esperar na rua, pois tínhamos meia hora para sair da av. Paulista e ir até a pompéia, pois tinha hora marcada. Esqueci de perguntar hora marcada prá que, pensei que fossemos sair, passear, beber, como na quinta anterior, eu pensava nisso quando ela encostou na calçada e abriu a porta para eu entrar, por um lado foi bom, várias pessoas me viram entrar no carro de uma mulher, inclusive o porteiro, comentei com ela, e ela respondeu que era isso que queria, pois isso afastava os curiosos e mal intencionados. Achei lindo ela ter pensado nisso, fomos conversando, ela contou algumas piadas, depois disse que hoje nosso programa seria totalmente de "meninas", eu perguntei, ué quinta passada não foi? Ela respondeu que não, pois tínhamos saído para passear, mas estávamos vestidos de forma diferente. Na hora gelei, pensei a maior besteira... Bia por favor, eu não vou me vestir de mulher e sair na rua com você, nunca.... ela me olhou, deu risada, mas você é muito boba, estou indo num salão de uma amiga, hoje é um dia de pouco movimento, ela reservou o salão superior só para nós, é que depois das 18:30, chegam algumas clientes, quero chegar antes para te preservar, mas vamos ser tratadas como princesas, eu e você............. ahhh tá, respondi! Mas também não quero pintar as unhas ..... vou fazer o que num salão???? .... ela me olhou, e disse: prá um homem moreno, você tá parecendo loira ...... calei a boca e fiquei pensando ..... fiquei mais tranquila quando lembrei da depilação... será??? me deu um friosinho, mas comecei a gostar da ideia.

Chegamos e subimos rapidamente, a amiga dela, a Cleide, nos levou até a parte superior, podíamos escolher um monte de coisas, pois iríamos ficar lá até as 10 da noite. O lugar era bem arrumado, duas macas, móveis com rodinhas, cheio de vidros, decoração bem leve, flores e plantas bem cuidadas, uma ante sala para trocar de roupa, banheiro, nooossa o banheiro era grande, com ofurô e chuveiro, podia escolher duas entre vários tipos de massagens, spa das mãos, spa dos pés, reflexologia, podologia, um monte de coisas....., então a Cleide voltou e apresentou a depiladora, a Greice, ( A Bia conhecia ela, era muito hábil, mas não muito delicada, disse que seria ótima para mim), eu ia fazer ofurô, para amaciar a pele, depilação da perna, virilha, hidratação e se desse tempo uma reflexologia, a Bia escolheu ofurô, massagem com pedras quentes, drenagem e massagem facial. Eu me sentia meio deslocado, será que elas sabiam que eu gay? acho que vou fala que sou ciclista... a Bia, lendo meus pensamentos, disse que a Greice atendia muitos casais ... principalmente casais gays.... aí ela veio falar comigo, disse que ela não tina preconceito, que achava que o importante era ser feliz, até porque sua filha era sapatão, e ela sabia dos sofrimentos que deveríamos sentir, perguntou se eu me ofenderia se ela me chamasse de menina, ela disse que assim não precisava decorar nomes de ninguém, todas eram meninas para ela, e ela tinha muitas meninas..... eu aceitei, então ela me deu um tapinha na bunda e mandou eu me trocar que ela iria preparar o ofurô e mandou eu voltar vestida com o roupão.

Estranhei no começo, pela primeira vez eu e a Bia nos vimos nús, ela era muito bonita, tinha seios grandes, barriguinha saliente e celulite aparente, mas fora isso, o corpão dela era lindo, ela tinha 1,70, cabelos compridos, acho que eram 65 kg, ela riu, chegou perto de mim e me deu um selinho, fiquei parado esperando, ela me olhou e disse .... tá esperando o que, pula nessa tina... eu pulei e perguntei porque ela me beijou e ficou nua na minha frente, ela podia ter se protegido com a toalha.... a resposta dela foi certeira e ligeira.... somos amigas, amigas mostram o corpo uma para outra, mas eu queria ver seu pipiu levantar ..... como ele não levantou ... significa que você não sente tesão por mim ..... é um grande passo para sermos amigas ...... íntimas, amigas íntimas....

Ficamos meia hora no ofurô, tava superquente, a Greice colocou um óleo, que amaciava a pele e evitava ressecamento, e para a Bia sais de relaxamento. Depois fomos para as macas de chão, ela foi receber a massagem (a menina chamava Lea), a Greice preparou a depilação, com cera quente, e começou da perna para as coxas, depois subiu para o bumbum, doeu bastante, principalmente na virilha, no bumbum foi sossegado, ela aparou meus pelinhos pubianos, desenhou um triangulo, bem pequeno, com o pinto enfiado no meio das pernas parecia uma xaninha, depois de quase duas horas eu estava todo lisinho, a sensação era muito gostosa, depois ela começou a hidratação e massagem ao mesmo tempo, entre uma atividade e outra serviram chá de camomila e biscoitinhos, a Greice era muito engraçada, simpaticíssima, rimos o tempo todo, então ela disse para voltarmos na próxima semana, para fazermos outras coisas. Eu me sentia tão bem, tão leve, eu nem estranhava nada, ficamos nos tratando de meninas o tempo todo e eu aceitei numa boa, a Bia disse que agora poderíamos sair e jantar, mas agora seríamos colegas, pois eu estaria vestido de sapo (pois é, aprendi essa também, quando as crossdressers não estão vestidas de menina, elas chamam de vestir as roupas de homem de "vestir-se de sapo").

Assim mais alguns dias se passaram, aprendi muitas coisas, me sentia bem, sabia que precisava me preocupar, não ia virar mulher e nem ser flagrado a qualquer momento, sabia que continuaria tendo aparência masculina, mas perto de um homem como Paulo, seria dominado e seria "fêmea" para ele, e estava gostando disso, compreendi melhor meus sentimentos, graças a ajuda da Bia, eu gostaria até de fazer terapia de vidas passadas, mas ela disse que era bobagem da minha cabeça, mas se eu quisesse mesmo, ela me ajudaria a encontrar alguém de confiança, a Bia me ajudou a comprar algumas roupas íntimas, para usar dentro de casa, li muito sobre o mundo crossdresser, conheci algumas inclusive, aprendi a me lavar antes do sexo anal, mas precisava ir devagar, me preparar para as coisas, foram tantas mudanças em 3 semanas, voltamos no salão da Cleide para outra sessão "menina", até hoje frequento lá, para cuidar de mim, é tão gostoso, agora entendo porque as mulheres precisam de lugares assim, o prazer de cuidar de seu corpo é muito grande.

3 semanas depois, o Paulo me avisou que voltaria para SP, foi numa quinta, conversamos bastante, eu sentia uma ansiedade tão grande, sentia "falta" dele, dos seus beijos, dos seus abraços, estava consciente de que ele me desejava, e depois de uma ausência dessas, ele ia me querer de qualquer jeito, me restava me preparar para isso, fisicamente eu estava como ele "disse" que gostava, bem lisinho, estava bem comigo mesmo, me olhava no espelho e via o mesmo Pedro, mas longe do espelho, me sentia a própria namorada, meu humor havia melhorado muito, a Bia me disse isso nesse mesmo dia quando jantávamos, então, pela primeira vez eu disse a ela uma frase que até hoje não esqueço, foi tão espontâneo que eu mesmo me surpreendi ..... Bia... meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea, ... ela ficou paralisada por um instante e soltou uma sonora gargalhada, ... " já encontrou boba!!! disse ela" .... entendi e rimos juntas, foi extasiante, foi relembrando tudo isso que me arrumei para dormir, agora passo creme hidratante todas as noites, durmo de calcinha e camisola, me sinto bem assim, adormeci pensando nele, ele chega nessa sexta, e teremos um fim de semana só nosso........

Nessa sexta, o dia passou tão devagar, que eu pensei que morreria de velhice antes de bater as 6 da tarde, noossa que horror, liguei para a Bia, conversamos alguns minutos, marcamos para quarta que vem, eu me sentia muito bem com ela, ela me ajudou bastante com estas mudanças, além do que sua amizade foi uma coisa maravilhosa, pois agora entendo o que é ter alguém para compartilhar as coisas, aprendi muito com ela, ela disse que eu estava muito bem e o Paulo ia gostar do que ia encontrar em mim. Ele me ligou, quase no fim de expediente, já estava no aeroporto, pediu que eu o esperasse naquele shopping, ele iria de táxi direto para lá me pegar e me ligava do caminho, disse que gostaria de jantar e passar a noite comigo, então achei melhor ele me buscar em casa, pois tinha algumas peças de roupa ... ele me interrompeu dizendo: não, vai prá casa não, eu quero te buscar daqui a pouco, está entendendo? compra tudo o que quiser nesse shopping me espere lá!!! entendeu!!! ... só me restou dizer um ... tá bom querido.... (ai ai, pensei comigo, preciso começar a me guiar por ele, quando vou aprender ...). Saí quase que imediatamente, fui ao Shopping Center 3, que fica pertinho, comprei praticamente as mesmas roupas que comprei com a Bia, duas calcinhas, uma branca e uma preta, duas camisolas, uma comprida rosa e uma mais curta preta, comprei um creme hidratante, seria bom ter algumas coisas na casa dele, pois percebia que ele me levaria para lá muitas vezes. Acho que não deu nem uma hora e ele me ligou, vinha de guarulhos, tinha trânsito na marginal tietê, disse que estava subindo a consolação e chegaria em 10 minutos, eu estava dentro de uma perfumaria, em frente a prateleira de maquiagem, com o pote de creme na mão, quando dei por mim, olhei para os lados, fiquei com vergonha de ter me distraído, era só o que faltava eu ficar sonhando em frente ao balcão de maquiagem, não podia dar bola fora, precisava ficar mais atento, mas a Bia iria me ajudar, eu queria experimentar alguma maquiagem ou batom, sei lá, alguma coisa....... paguei o creme e fui para a saída do shopping, ficaria fácil ele me ver do táxi.

Eu estava de olho em todos os táxis que passavam e alguns minutos depois um táxi grande, branco, foi parando em frente ao portão do shopping, fui até a calçada para enxergar melhor, a porta de trás se abriu e enxerguei ele ali dentro, corri para o táxi, para não demorar e não ser visto, ele pediu para o motorista ir em direção ao apto dele, nem bem me ajeitei, ele me abraçou e me beijou, com força, eu surpreso demorei a me desvencilhar, olhava prá ele de olho arregalado, fazendo sinal do motorista, ele entendeu e me tranquilizou, o motorista sabia que ele estava buscando uma "companhia", fiquei pasmo, mas ele disse, que motoristas, balconistas, atendentes, conhecem tantos rostos diariamente, que são indiferentes e depois, nesta região da cidade, há muitos "tipos de casais", que essas pessoas não estranhavam mais, ... isso me deixou pensativo...... ele perguntou como foi o meu dia, minha semana, tive que contar tudo o que eu já havia falado ao telefone e mais um pouco, ele se interessava por tudo, falei do salão, das comprinhas com a Bia, falei que tinha gostado de usar e que estava lisinho, e queria mostrar a ele, fiz para agradá-lo, ele me beijava a todo instante, ficamos abraçados o tempo todo, quando chegamos ele se endireitou, pediu ao motorista para dobrar a esquina, no lado contrário ao ponto de táxi da rua debaixo, e descemos alguns metros caminhando, entramos pela portaria, normalmente.

Chegando lá, fomos direto tomar banho, ele me despia com naturalidade, parecia estar acostumado e confiante, entramos juntos no banho, a água bem quente me relaxava, e ele me laçava e me beijava o tempo todo, depois de termos nos lavado um ao outro, ele não cansava de elogiar minha bunda lisinha, e gostou do desenho dos meus pelinhos, ambos estávamos com os pintos bem duros, então ele forçou suavemente meu corpo para baixo, não resisti e me deixei guiar, quando estava de joelhos, ele me ofereceu seu pinto, limpinho e cheiroso para chupar, e dessa vez não esperei ser mandado, chupei carinhosamente, e não demorou muito para ele gozar em minha boca, ainda não consigo engolir toda aquela quantidade de porra, que escorreu pelos meus lábios, mas um pouquinho acabei engolindo, e senti o gosto também, um pouco salgado, ele me puxou e me beijou, acho que ele também sentiu o gosto da própria porra ... eu estava muito excitado ... ele percebeu ... e fez uma coisa que eu achei que ele não faria, ele me chupou, eu gozei muito rápido, mas em menos quantidade, mas ele não cuspiu, engoliu um pouco e subiu e me beijou, me fez engolir minha própria porra, estávamos quites, ele disse que não tinha nojo de mim, e quando eu me acostumasse eu engoliria a porra dele, é só água e sais minerais, sai pela urina. Ficamos mais um pouco lá, na água quente, abraçados, satisfeitos, ele brincava de me encoxar e não parava de mexer na minha bunda, então disse para sairmos e nos trocar, pois íamos jantar fora com amigos ... ele estava de costas, não viu minha cara de decepção, pensei comigo ...(poxa!!?! pensei que seríamos só nós dois...) perguntei quem eram .... ele me olhou e abriu um sorrisinho bem safado e disse assim .... são alguns amigos, quero apresentar minha "namorada" ..... xiiii pensei (lá vem, quem será? porque ele disse namorada?1??) ... me distrai com a roupa, eu passei creme no corpo todo, me sentia bem cheirosa, resolvi por uma calcinha, vesti a mesma calça, uma camisa branca (era dele, e parecia bem maior, fui vendo que apesar de termos quase a mesma altura, ele é encorpado, peitos bem largos e grandes, barriga de chopp, ele é bem grandão, eu sou alto, mas sou magro), a calcinha não incomodava e não dava para perceber, pois a minha calça era um pouco larga, estava me olhando no espelho fazia alguns minutos, quando notei ele pronto, de braços cruzados me olhando ... corei ...peguei a carteira enfiei no bolso e saí andando, descemos até o sub-solo, ninguém nos viu, o beijo durou 5 andares, muito bom, pegamos o carro e saímos.

Enquanto esperava o portão da garagem abrir, alguém ligou, ele disse assim: ... já chegaram? então reserva uma mesa, num canto tranquilo, fomos para um restaurante bem grande, cheio de ambientes diferentes, parecia uma ... uma chácara... isso ... parecia mesmo, fomos andando até o fundo, eu olhava ao meu redor, admirando tudo aquilo, é o pessoal dali sabia fazer as coisas, longe da algazarra das mesas principais, ficamos numa mesa redonda, perto de um jardim, abrigados por algumas árvores e palmeiras, o chão de pedrinhas não deixaria sujar os sapatos de terra, muito interessante, então quem eu encontro!!!!!??? a Bia e um amigo, o Mauro, e o Jorge e o Ricardo, ele me apresentou como namorada e a Bia foi a primeira a me beijar e sussurrar no meu ouvido como eu estava ótima e já tinha um nome prá me batizar na turma, o Jorge e o Ricardo me beijaram e o Ricardo disse que estava torcendo para o Paulo me "pegar", e o Mauro era um professor da EPM. Foi uma noite alegre, rimos demais, o Rick (agora é íntimo) falou para sairmos juntos qualquer dia, disse que me levaria a alguns lugares que podemos frequentar sem sermos incomodados, aceitei claro, me chamou para ir ao banheiro, trocamos algumas confidências, ele perguntou se eu já tinha chegado aos "finalmentes" e respondi que seria hoje ... ele disse que estava torcendo por mim ... ahhh não é uma gracinha??? ele disse também, para eu beber pouco, evitar pimenta e condimentos, e quando eu falei que já sabia como me lavar e preparar, ele deu uma risadinha safada dizendo ... aiai passou a semana estudando né???? rimos muito mesmo ..... Não ficamos até tarde, ele queria mesmo era me apresentar e mostrar sua conquista, todos me tratavam muito bem, principalmente o Rick e a Bia.

Nessa noite, chegamos em casa quase à meia noite, eu tinha bebido pouco, mas estava radiante, feliz, desinibida, e não queria perder o controle ou cair de sono, queria curtir cada momento, cada minuto, cada centímetro dele .....

 

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte II

Foi uma delicia de café da manhã, rimos muito e ele prometeu me ajudar, perguntou se gostaria de fazer uma sessão com uma psicóloga, amiga dele de muitos anos, pensei na Bia claro e meus pensamentos voaram..................................................................

O tempo todo ele foi muito gentil, o tempo todo, eu me sentia estranho, diferente, não sabia como agir, queria ser delicada, quer dizer delicado, quer dizer, não sei, achava que tinha que ter um comportamento feminino, não sabia o que dizer, não sabia o que fazer, comecei a chorar de novo, ele me chamou e sentei no seu colo, procurou me acalmar e contei tudo o que eu estava sentindo, ele me olhou surpreso, parou um pouco ... respirou fundo ... e disse, calma, calma, quando eu disse minha femea, estava dizendo que eu sou o macho, e vou namorar você, vou ser seu homem, mas não quis dizer que você iria virar mulher. Eu sou gay, gosto de homem, é claro que prefiro homens delicados, submissos, mas não procuro uma mulher. Mas tenha calma, vamos marcar uma consulta com a Bia, se você se sentir mais a vontade, eu deixo você lá e busco depois.

Me acalmei, conversamos sobre o trabalho, como me comportar e disse que ficaria uns dias fora, isso ajudaria a me preparar melhor no trabalho, tomamos banho, nos vestimos e ele me deixou no trabalho para pegar meu carro e foi embora. No caminho de casa, fui repassando mentalmente as ultimas 24 horas, estava feliz, ansiosos, mas não sabia se estva arrependido, deixei de ser homem em um dia. Comecei a ter uma crise de culpa, perdi ou não minha masculinidade, estava com raiva de mim mesmo, comecei a chorar, fiquei com mais raiva, porque num dia já chorei 3 vezes, antes eu nem chorava, que merda!!! Meu pensamento começou a voar, será que as pessoas vão perceber, será que vão me chamar de viadinho.... era sábado... não sabia o que fazer... não tinha com quem conversar ... fui prá casa, cheguei e fui direto dormir estava muito cansado.... tirei a roupa e fui vestir a camiseta rosa e a calcinha.... mas que droga!!!! ... eu estava em minha casa procurando uma calcinha... puxa vida!! que coisa... não estava aguentando... queria tanto falar com alguém ... mas quem.... foi pensando nisso que adormeci.....

Quando acordei, estava com fome, olhei o relógio, eram seis da tarde, fui fazer um lanche, estava comendo quando toca o telefone, olhei para o telefone, pensei, nossa, nunca toca, quem seria.... era o Paulo. Estava tão abobalhado, que falei assim... "Oi Paulo, tudo bom, e aí que aconteceu, algum problema?" ... Ele respondeu assim ... "Você bebeu? como assim algum problema, vou passar por aí e te levar para passear, esqueceu que sou seu namorado? Quanto tempo precisa para se arrumar?" ... gaguejei..não ... imagina... eu estava distraída, quer dizer distraído... e pedi para ele me pegar as 8.

Saí correndo para o banheiro, fiz a barba, até o meu rosto ficar bem lisinho, raspei o peito, a barriga, e raspei debaixo do braço debaixo do chuveiro, como eu tinha visto tantas mulheres fazer... olhava minhas pernas e ve-las peludas me deixava mal, não sei porque, queria ficar lisinho para o Paulo, olhei bem no meu rosto, pensei ,,, o que está me acontecendo... fui procurar um creme hidratante, mas eu só tinha creme para o rosto, já usava há muito tempo, foi esse mesmo, usei no corpo todo, depois o desodorante, pensei comigo mesmo ... vou pedir para a Bia me ajudar a comprar um mais feminino, pelo menos para usar de fim de semana ... coloquei calça e camisa pretas, sempre me achei lindo de preto, nem vi a hora passar, pensei que tinha me arrumado em 15 minutos.... o telefone tocou ... era ele ... olhei o relógio.... eram 19:50 hs ... nossa jáaaa....

Falei prá ele subir, era no 5º andar, ele estaria aqui em 5 minutos, tudo o que eu tinha era muito masculino, comecei a procurar coisas menos masculinas.... eu não me conformava, bastava me distrair para me comportar estranhamente, eu parecia querer ser um viadinho, parecia gostar de agradar outro homem, ... meu homem... minha nossa ... que esquisito ... será que quero ser fêmea de alguém ... fêmea do Paulo... eu parecia estar gostando... então quando voltava a realidade me condenava.... não estava nada bem ... nada bem...
tocou a campainha.. me assustei e comecei a suar frio... fui abrir a porta ...ele entrou disse que eu estava lindo e fechou a porta atrás dele ... veio em minha direção ... eu estava paralisado ... ele veio vindo e me abraçou, me beijou e eu acariciei seus cabelos e me entreguei totalmente .... ele me apertou com mais força até eu gemer ... me soltou e eu suspirei ... ele riu dizendo ... tá aprendendo hem...... saímos.

Fomos direto ao subsolo, no elevador ficamos de mãos dadas, só percebi quando a porta do elevador se abriu, entramos no seu carro, era um corolla preto, bonito, perguntei aonde íamos, ele falou, cinema e jantar, o que acha? Eu adorei, enquanto ele dirigia alisava minhas pernas e minha mão estava sobre a dele, mão quente, quente e forte. Quando reparei estávamos em frente ao prédio onde ele morava, olhei sem entender, ele disse ... vamos de táxi... quero beber um pouco. Deixamos o carro lá e fomo a esquina e pegamos um táxi. Queria fazer o possível para ser afeminado sem parecer uma caricatura, estava me sentindo perdida, outra coisa que me incomodava, vira e mexe eu falava ou pensava em mim no feminino, quando ele percebia ele ria ... eu ficava vermelho, um misto de vergonha e raiva, ele falou que havia ligado para a Bia e "contado" sobre nós.... tirou do bolso e me estendeu um cartão com o fone dela, dizendo que ela me esperaria na segunda-feira, após as 19:00, que eu deveria ir sozinho na primeira vez e depois, talvez fossemos juntos um outro dia. Ficamos pensativos e em silencio por alguns minutos, quando voltei a mim, eu estava segurando sua mão, será que o taxista percebia? ... pensei ... ele sorria, todas as vezes que me olhava ele sorria, isso me deixava encabulado, já comecei a perceber que ele estava no controle, fomos ao cinema, na Av. Paulista, no center 3, assistimos o gato de botas (sim, aquele do Shrek), nos beijamos muitas vezes, o gatinho era uma gracinha, ficamos de mãos dadas o tempo todo, eu estava achando lindo, tudo lindo, ele me chamou de "menina" duas vezes, comprou pipoca, saímos do cinema e fomos jantar, num restaurante numa travessa da rua augusta. Ele nem disfarçou, entramos de mãos dadas, eu corei de vergonha, quando entramos e o recepcionista nos desejou boa noite, nem olhei, mas depois quando estávamos a mesa, percebi que todos os casais eram ..... só casais de homens... não havia uma mulher sequer no ambiente, percebi que alguns homens eram "muito" afeminados, pelos trejeitos ou pelas vozes, tudo era muito estranho para mim, o Paulo chamou o garçom, pediu uma cerveja e uma caipirinha para ele e um suco de melancia para mim, perguntou o que eu queria comer, eu não sabia o que escolher, pedi um filet e fritas, ele pediu filet a milanesa e polenta.

Conversamos animadamente enquanto os pratos não vinham, então passei pela minha prova em público, ele se aproximou de mim, pensei que ele ia cochichar no meu ouvido, mas ele me deu outro beijo, morri de vergonha e baixei a cabeça, quando reparei, que ninguém prestava atenção em nós porque ...... porque todos estavam se beijando. O Paulo riu, e disse para eu não me preocupar, naquele lugar ninguém nos conhecia e ninguém se interessava pela nossa vida, eu fui relaxando aos poucos, ele bebericava a caipirinha e me oferecia, eu bebi bastante, pois pedimos outra... enfim os pratos chegaram ... falamos de nossas famílias, a família dele era do sul, não tinha parentes em SP e isso o deixava bem tranquilo, falei da minha, dos meus medos, tudo que passava em minha cabeça, ele achava isso normal, me contou que teve outros relacionamentos com homens, e isso acontecia as vezes. Falou que a Bia trabalhava com homossexualidade a muito tempo e iria me ajudar a superar isso. Terminamos o jantar e ele pediu um licor, sambuca e eu quis experimentar, muito gostoso mas muito forte, eu estava cansado, queria ir dormir, minha cabeça estava a mil, a essa altura já tínhamos nos beijado dezenas de vezes. Ele me olhou e me convidou para dormir com ele de novo, imediatamente me pus em alerta, falei que não me sentia preparado, eu sabia que ele queria me comer, não conseguia me ver sendo penetrado, estava com medo, .... ok confesso que queria ... mas tinha medo... não era a mesma coisa que antigamente..... ele tentou me acalmar ... dizendo que isso aconteceria normalmente, pois eu me entregaria quando estivesse pronto.... me beijou e puxou minha mão para seu colo, desde o beijo no cinema até agora, seu pinto já tinha ficado duro umas dez vezes. Aceitei dormir com ele, estava difícil dizer não, eu queria mas estava com medo, o jeito era deixar a vida seguir.... saímos e pegamos um táxi, no táxi fiquei com a mão em seu pinto o tempo todo, graças ao blazer dele, o motorista não via o que eu fazia, meia hora depois estávamos no seu apartamento.

Desta vez ele me tratava como fêmea mesmo, eu procurei ficar no meu papel, ele me trouxe outra calcinha, agora uma branca e dessa vez nem precisou disfarçar com um camisão, era uma camisola curta mesmo, branca, com babados e com desenhos azuis. Ele notou que eu raspara o peito, e perguntou se eu me sentia bem, disse que sim, então ele disse que gostava de homem lisinho, e que se eu quisesse ele arranjaria para eu depilar as pernas, eu disse que sim, que me sentiria melhor, porque aqueles pelos me incomodavam, deitamos juntos e ele me beijou, com força, apertou até eu dar um gemidinho, ele sorriu, e levou minhas mãos para o seu pinto, que estava super duro... Ahh! Paulo!!! eu disse, estou sem graça ... ele apagou as luzes e me disse que não poderia dormir daquele jeito, que iria me "ensinar" delicadamente o meu papel ... mas eu devia aprender logo ... ele me puxou para perto dele, foi me beijando, me apertando, eu sentia seu pinto em minhas pernas, e novamente levou minhas mãos até seu pinto e disse, vamos faça alguma coisa, faça o que fazia no seu, então eu envolvi seu pinto com minha mão e comecei a masturbá-lo, devagar, carinhosamente, ele foi ficando mais duro, mais duro, então ele me soltou, ficou recostado na cabeceira da cama, e falou para eu ser uma boa menininha e lhe dar uns beijinhos para ajudar a mão .... e foi me levando, me dirigindo, me forçando, quando dei por mim, eu já estava com meu rosto encostado em seu pinto, duro, vermelho, e parecia bem grande agora, escutei ele dizendo, parecia estar mandando! .... chupe, agora, e bem devagar .... senti sua mão segurando minha nuca, não pude retroceder, ele me forçava e dizia ... chupe, lindinha, chupe.... chupe que seu macho quer você ...chupe ... me mostra como é sua boquinha quentinha .....feche os olhos ... você consegue .... eu já estava chupando, o pinto era bem grande, grosso, senti o gosto da babinha, e quando comecei a colocar aquele pinto quente em minha boca, agasalhar em minha boca com cada vez mais vontade, fazia um movimento ritmado e sentia que ele entrava quase pela metade, eu ía e vinha, sentia aquele gosto, parecia salgado, ele ejaculou em minha boca, bem no momento em que eu tentava enfiar um pouco mais, recebi os primeiros jatos na garganta, não pude evitar, engoli sem querer, senti um pouco de nojo, senti o gosto mais forte, do semem, cuspi enquanto ele ejaculava mais ainda, escorreu para o lençol, para seus pelos, sua barriga, estava tudo lambuzado, ele esfregou meu rosto em sua barriga, me fazia lamber, estava me forçando, me lembrava o tempo todo que era meu macho, eu me sentia desnorteado, envergonhado, eu queria sair dali, mas ele me segurou, me fazia lamber, e esfregava seu pinto em meu rosto, me mostrava que eu era a fêmea dele, e por fim, me puxou para junto dele e me beijou, profundamente, um beijo quente, forte, profundo, me deixando mole, senti suas mãos em minhas coxas, percebi que tinha gozado, sem perceber, ele passou a mão em minha perna, recolheu o meu semem e passou no meu rosto, me encarava enquanto fazia isso, no escuro eu encontrava o brilho do seu olhar, ele me beijou mais um pouco, lambeu meu rosto e disse .... vamos tomar um banho.....

Foi nosso primeiro banho juntos, e para mim a primeira vez que tomava banho com outro homem, das outras vezes eu sempre tomei banho só, estava sendo uma experiência diferente, ele me ensaboou todinho, passava suas mãos vigorosas em minhas costas, eu estava gostando, ele lavou meu bumbum e meu pipiu (que começou a ficar durinho), me virou de frente e me beijou, foi muito gostoso, ele passou a mão em meu peito e depois no rosto e me beijou de novo, então foi a minha vez, também passei a buchinha em suas costas, depois lavei seu bumbum, lavei seu pinto com as duas mãos, era grosso e estava meio duro, mas ele falou que logo o banho nos relaxaria e dormiríamos em paz, ele não parecia querer me humilhar, percebi que ele estava esperando eu me sentir pronta, quer dizer pronto ... me peguei pensando no feminino, não consigo entender, até parece que eu queria ser "uma femea" só para ele gostar, estava sendo beijado e abri os olhos, ele estava me olhando, ficamos nos olhando ... ele sorriu e disse calma que você vai conseguir ... fiquei de boca aberta ... parece que ele sabia o que eu pensava..............

Nos enxugamos, nos vestimos e fomos dormir, ele me abraçou, falamos um pouquinho, e eu adormeci, recostada no ombro dele, ele tinha um cheiro gostoso, sonhei com coisas extravagantes, que eu fiz um tratamento e operações para ser um transexual, e ter uma aparência de mulher, plásticas, hormônios, implantes, perucas, nunca tinha pensado nessas coisas. Acordamos quase ao meio dia, eu precisava ir almoçar com meus pais, afinal era domingo, fui me trocar e ele fez apenas um cafezinho, nos despedimos, dele disse para eu não faltar com a Bia, dele viajaria hoje a noite e voltava na quinta, eu disse que sim, que estava ansiosa, quer dizer ansioso para falar com ela, nos beijamos e saí.

Nunca me senti tão mal com meus pais, o tempo todo me policiando pensando se eles iam descobrir alguma coisa, pensei no Paulo o tempo todo, minha mãe notou a minha preocupação, mas acreditou ser problemas de "trabalho" pois segunda-feira eu tinha muitos problemas para resolver, após o almoço, fiquei mais pouco conversando e logo depois disse que ia sair com uma "conhecida" para ir ao cinema .... foi assim que me livrei deles ... que pena .... fazia tempo que não os visitava .... mas eu estava tão incomodado que pensei que ia explodir.

Fui para casa pensar em tudo, ora me sentia bem ora me sentia mal, as vezes sentia raiva de mim mesmo, bastou apenas um dia para um homem me transformar numa femea, para sua força e erotismo me dominarem, minha masculinidade estava muito abalada, eu não entendia como isso podia aflorar tão rápido dentro de mim, e como eu aceitava me entregar e ser tão submisso junto dele. Estava tudo diferente, ele me dominava, eu iria me entregar a qualquer momento, e não seria troca-troca, ele iria me penetrar e consumar sua masculinidade sobre mim, e eu seria sua fêmea sempre, pelo menos enquanto estivéssemos juntos, eu senti muito prazer usando calcinha e camisola, e já sabia alguma coisa sobre esses desejos, liguei o computador e entrei em vários sites sobre gays, crossdresser, lésbicas, e fui lendo, lendo, é difícil acreditar, mas eu me encaixava em grande parte das coisas que lia, lembrei das palavras dele .....
"você é gay, e é gay passivo, você perto de homem deixa de ser homem, entendeu? Sua masculinidade se desfaz se outro homem chega perto e te domina. Ponha isso na sua cabeça, perto de outro macho, você se amedronta e se entrega como uma fêmea"......"Eu sou gay, gosto de homem, é claro que prefiro homens delicados, submissos, mas não procuro uma mulher".........

Olhei para o relógio, 23:40hs, fui dormir confuso, cansado, descobririam tudo? minha cabeça iria estourar, confesso que estava mesmo ansioso para contar tudo a ela e pedir ajuda, como lidar com tudo isso, e principalmente, como lidar com tudo isso e mais a minha vontade de me entregar a ele, como eu deveria agir depois, será que descobririam no trabalho, ou sei lá o que.......fechei os olhos e apaguei .....tive um sono agitado, pesadelos....................................................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Meu sonho é encontrar um homem que me faça sentir uma fêmea. Parte I

Tenho 50 anos, estou separado há algum tempo, depois de 20 anos de casamento, no final nossa libido esfriou tanto que parecíamos irmãos, aliás essa era a queixa frequente dela, mas a verdade é que eu não sentia atração por ela, e aos poucos deixei de olhar para outras mulheres também, me sentia frustrado e desiludido. Cheguei a ter algumas experiências com homens e travestis, nada muito excitante, mas o suficiente para me deixar indeciso sobre minha preferência. Hoje eu toco minha vida entre o trabalho e as leituras, visitas a livrarias e sebos da cidade. Engraçado como sobra tempo quando vivemos sós. Trabalho como contador e foi num cliente que conheci o Paulo.

Paulo é advogado e professor, solteiro, 55 anos, alto, corpulento, adora chopp, ele divide um escritório com um sócio na Av. Paulista e nessa época ele foi prestar assessoria tributária para a empresa onde eu também prestava serviços. Ele é muito simpático, extrovertido, confiante, daquelas pessoas que fazem amizade com facilidade e justamento por isso eu simpatizei com ele desde o primeiro instante, pois sou muito tímido e tenho dificuldades em fazer novas amizades. Numas das reuniões com a diretoria, ficou decidido que eu deveria trabalhar diretamente com o Paulo, devido aos meus conhecimentos com ICMS e ele com conhecimento de créditos tributários judiciais.

Trabalhávamos juntos há algumas semanas e todas as sextas-feiras íamos tomar um chopp em alguns dos bares ali próximos. Ele era muito falante, gostava de qualquer assunto, e se interessava pela minha vida, perguntava como eu me sentia depois de tanto tempo casado e agora vivia só, ele não escondia que era liberal, disse já ter tido relacionamentos com mulheres e até rapazes, mas no momento não tinha ninguém fixo, pois estava numa maré de solidão. Acabei contando coisas do meu casamento e que eu não tinha atividade sexual há algum tempo. Nessa sexta ele me convidou para ir numa balada, tomar alguns drinks e se divertir, sair da rotina e jogar conversa fora. Falou que encontraria alguns amigos por lá e que seria bom eu fazer novas amizades, pois era muito fechado eu poderia deixar o meu carro na empresa e iríamos com o dele.

Fomos até lá, era uma boate gay perto da Pompéia, mas tinha tantos casais heteros, só de meninas e só meninos, que eu acabei acostumando com o movimento, seus amigos nos esperam numa mesa para seis pessoas, perto da pista de dança, a musica não era boa, sabe essas musicas com batida irritante e repetitiva, que os jovens adoram?. Bom, conheci todos eles o casal Jorge e Ricardo eram arquitetos, a Bia era uma psicóloga, o Daniel gerente de um Banco ali perto. Conversamos muito, demos muitas risadas e bebemos muito também. Como o Jorge e o Ricardo estavam naquele fogo de inicio de namoro, os demais estavam mais para a paquera, todos, exceto eu, saíram para dançar, pelo menos uma vez, vira e mexe alguém convidava a Bia para dançar e o Paulo e o Daniel frequentemente iam azarar as mulheres na pista, lá pelas duas da madrugada, estavam todos dançando uma musica lenta, que não lembro direito qual era, notei que o Paulo estava dançando com um homem (apesar de saber de sua liberalidade, não me senti bem) que aparentava estar próximo dos 50 anos, o Daniel com uma mulher loira que acabei não conhecendo, e a Bia dançava com o Jorge. Ficamos na mesa eu e o Ricardo, todos nós já tínhamos bebido o suficiente para para ficar mais que alegre, menos a Bia e o Ricardo, que não bebem, então ele me contou sobre seu trabalho, como conheceu o Jorge, como se apaixonaram, sobre sua condição de homossexual (entendi que ele era passivo na relação), pois elogiava atitudes masculinas do Jorge (por ele ser sério, autoritário etc etc) e além disso, o Jorge era bem mais velho (uns 10 a 12 anos), e isso o atraía muito e também lhe passava certa segurança. Aos poucos fui notando sua delicadeza, coisa que pareceria despercebida num outro ambiente e ele parecia feliz, realizado até.

Então, ele me fez uma pergunta, direta e tão espontânea, que pela minha surpresa e indecisão, falaram mais que minha resposta. Ele me perguntou se o Paulo estava me paquerando, eu neguei firmemente, mas ele não pareceu convencido, e passou a me falar um pouco de todos, quanto tempo se conheciam, que eram amigos há muito tempo, e nesse meio (por ele ser homossexual) as amizades eram poucas e os relacionamentos idem, porque em certos lugares não havia como se comportar naturalmente. A maior queixa deles e acho que da maioria dos gays ainda não assumidos era essa, ter que se comportar de um jeito em certos lugares (as vezes na maioria dos lugares) e sobrar pouco tempo para ser o que realmente é. Ele falou com tristeza sobre as reuniões de familia, pois quase nunca estavam juntos, as vezes ele se sentia tão enamorado, com vontade de beijar o Jorge, mas como fazer isso dentro da empresa (complicado né?). É nessa hora que fui entendendo como é difícil para esse grupo de pessoas suportar ter uma vida dividida, as cobranças familiares e todos esses problemas que assistimos na TV ou lemos nos jornais, realmente não é fácil e talvez por enxergar um pouco de angustia nesse rapaz, enquanto ele discorria sobre esse mundo, seus sentimentos, as dificuldades, o medo que existia dentro dele e dentro de todos, então passei a olhar esse rapaz com outros olhos, e senti uma misto de admiração e pena, pois acho que ele se sentiria muito feliz e realizado se já tivesse ousado se expor e assumido de vez essa condição. É muito fácil falar da vida dos outros, se eu fosse você faria isto, se eu fosse você faria aquilo, mas enfrentar a realidade com todas as suas dificuldades não é para qualquer pessoa, seja ela homem, mulher, gay, rico ou pobre, branco ou preto, seja o que for, falta coragem para muita gente e aí percebi, que eu ainda tinha muito a evoluir, pois coragem também é uma coisa que me falta......

O Jorge trouxe a Bia para a mesa e levou o Ricardo, pela insistência dela contei o que estávamos conversando, ela queria saber minha opinião sobre tudo isso, sobre os gays, principalmente, eu disse que não me incomodava mais como no passado, e quando conhecia de perto uma história como a do Ricardo, ficava triste, pois só nessa hora compreendemos o quão difícil é para essas pessoas. "Essas pessoas" disse ela, você ainda faz um certo tipo de separação, pequena mas faz, o que você realmente sente, nojo? repulsa? perguntou ela. Respondi que não, que como não tinha amigos com essa preferência, nunca tinha me sentido "tão próximo" desses sentimentos, mas respeito a opinião de todos, e acho que todos devem procurar o melhor caminho para suas vidas. Ela olhou firmemente em meus olhos, e enquanto me encarava perguntou se eu havia sido beijado por um homem, ia abrir a boca para falar não, então ela me beijou, tentei corresponder, mas ela percebeu, foi um beijo de surpresa, mas morno, ela procurou minha língua mas eu estava retraído. Ela me olhou e disse acho que você nunca foi beijado por um homem, (nesse momento pensei, ela errou, eu já beijei, travestis e alguns rapazes), pois você não sabe a diferença. Jorge e Ricardo voltaram a mesa e perguntaram se íamos iniciar uma paquera, eu fiquei vermelho, senti meu rosto em fogo e gaguejei, foi só uma brincadeirinha, mas ela riu gostosamente, e falou que eu não correspondi, talvez por ela não ser meu tipo. Qual o seu tipo, se apressou a perguntar o Ricardo, eu não sabia o que responder, tentei explicar que não sabia, que não tinha um tipo, que essas coisas deviam acontecer, que deveria acontecer uma "química" ou "rolar uma centelha", estava nessa enrolação, quando o Paulo voltou a mesa.

Após se inteirar da conversa, o Paulo disse que essa química que acontece entre homem e mulher, também acontece entre mulheres e entre homens, todos concordaram e eu parecia não acreditar, pois estavam todos me olhando, então o Jorge disse, eu namorei alguns rapazes antes do Ricardo, mas quando o beijei pela primeira vez, senti uma descarga elétrica dentro de mim, então pensei, vou ganhar este garoto! O Daniel volta para a mesa e ao se inteirar do papo, opina que a atração, entre sexos diferentes ou não, é que manda, inclusive ele falou que todos os homens e mulheres são homossexuais, só que alguns acabam se atraindo pelo sexo oposto, e que a homossexualidade esfria. Outros acabam se atraindo pelo mesmo sexo e a heterossexualidade esfria. A Bia disse que faria um teste, que beijaria todos de igual forma, e revelaria suas sensações para julgamento de todos. Começou beijando o Jorge, Ricardo, Daniel, Paulo e eu. Depois disse, que os beijos do Rick e meu, foram os mais mornos, coisa de irmãozinho. Os beijos do Jorge e do Paulo foram no dizer dela "burocráticos", menos excitantes (tipo beijo técnico de novela) e o melhor beijo foi o do Daniel. Todos brindamos a ele, ele agradeceu, e disse que um outro candidato deveria agora fazer o teste contrário, pois o teste da Bia provou apenas que o Daniel era o único a ter uma atração "forte" por ela. Tentamos dissuadi-lo, mas a Bia, tomou posse de dona de concurso e achou que o Jorge e o Paulo deveriam tirar no par ou ímpar, para saber quem seria o próximo "pesquisador". Ganhou o Paulo.

O Daniel, por ter sido vencedor da fase anterior, tentou se excluir, mas todos dissemos que seria a contraprova, normas das "Olimpíadas" e pronto. Ele resignou-se e foi o primeiro, mas o beijo do Paulo nele foi tão rápido e tão mal feito, e a cara que os dois fizeram, nos fizeram rir a vontade. O Daniel estava salvo e bebeu a isso. Depois foi o Jorge, que também foi fraco, o beijo no Ricardo foi mais bonito, mas o Ricardo disse que sentia estar beijando a "vovò". Beijou a Bia, mais demorado, mas ela não entregou os pontos. E depois se aproximou de mim, senti meu rosto arder, eu estava ansioso, mas não queria me entregar, e ele me abraçou, para que eu não me soltasse, procurou minha lingua, era para ser alguns segundos, mas pareceu uma eternidade, por uma fração de segundos deixei de resistir e suspirei, todos notaram o suspiro, mas ninguém soube que eu havia ejaculado nas calças e com o pinto totalmente mole. Ele então, deu seu veredicto. O Paulo "ainda" permanece hetero convicto, a Bia também, o Jorge e o Ricardo, gostaram mas não se entregaram por estarem apaixonados, e o meu beijo foi o que ele mais gostou. Todos brindaram a mim e eu fiquei de boca aberta e queixo caído. E assim rimos e brincamos até tarde da madrugada.

Todos saímos por volta das quatro horas, nos despedimos, o Ricardo e Jorge saíram primeiro, o Ricardo foi dirigindo, porque o Jorge estava mais prá lá do que prá cá, na despedida recebi um beijo carinhoso no rosto e o Ricardo disse que gostou de me conhecer, agradeceu por eu ter ouvido seus desabafos e pediu desculpas se falou alguma bobagem, eu sorri apenas, disse que também tinha gostado da conversa, fiquei olhando eles se foram....perdido em pensamentos, fui acordado pela Bia, que ia levar o Daniel e já me estalava 3 beijocas no rosto, me deu um sorrisinho maroto, falou que ia inventar um diminutivo prá mim assim como Rick, e foi embora, então olhei para o lado e o Paulo estava me observando.... só observando.

Sobrou apenas nós dois, ele pediu o carro e fomos embora, pelo horário ele achou melhor tirarmos um cochilo em seu apartamento e depois me levaria para a empresa buscar meu carro. Chegamos ao prédio, muito bonito por sinal, no bairro higienópolis, subimos ao apartamento, que era grande, mas modesto, me mostrou o quarto de hóspedes e me ofereceu uma camiseta e uma bermuda, e foi tomar banho........ Voltou de roupão, e foi a minha vez, tomei um banho bem gostoso, bem quente e voltei para a sala, ele estava assistindo um filme e disse que sempre espera "uma meia hora" para chamar o sono. Sentei ao lado dele, para ver o filme, era o In & Out (será que ele é), eu olhei para ele e perguntei se ele tinha levado a sério a brincadeira da Bia, ele me olhou e perguntou, bom...você levou na brincadeira?

Eu disse que sim, estávamos todos meio "altos", e tinha o Jorge e o Ricardo, mas eles são gays não é, estão acostumados, mas "nós" não.... então ele disse que eu havia correspondido, tentei dizer que não, que ele tinha bebido muito e não sabia a diferença, que isso nunca mais se repetiria, que tinha sido engraçado, mas só engraçado... então ele me abraçou novamente, trouxe meu rosto bem junto ao dele, e me disse, prove!

Começou a me beijar, tentou forçar a entrada de sua língua em minha boca, eu fiquei com raiva, porque queria que ele concordasse que tinha sido apenas brincadeira, pois eu não queria ser homossexual (pior é que eu já era, só não enxergava), então ele me apertou, com bastante força, meus braços estavam imobilizados, só podia fazer força com o tronco, tentei me jogar para trás, e ele percebeu, e veio junto para cima de mim, senti o peso dele em cima de mim, agora ficou difícil, nem a cabeça para trás dava para jogar, ele apertou mais ainda o abraço, parei para respirar e ele entrou, com sua língua, quente, sentia a sua respiração muito forte, ele não desgrudava os olhos de mim, então fechei os olhos e deixei.... foram muitos minutos, eu relaxei as pernas, os braços, e instintivamente passei a mão em seus cabelos, ele afrouxou o abraço, eu dei outro suspiro e el continuou me beijando mais um pouco... parou, eu abri os olhos e ele perguntou... você ainda não provou que era brincadeira, tente? e me beijou de novo, e desta vez me entreguei mais ainda, fechei os olhos e me deixei levar, foi um beijo muito gostoso, muito mesmo.... paramos, ele se endireitou no sofá e eu também, ele passou o braço no meu ombro e puxou meu pescoço, recostei o rosto em seu ombro, e ele puxou meu braço para seu colo, depositou minha mão em cima de seu pinto muito duro. Fiquei ali parado, sem saber o que fazer.

Ele me olhou, novamente, eu baixei os olhos, mas me ele forçou a encará-lo, então disse com todas a s letras, eu nunca mais esqueci, nunca mais, ele disse: ..........Pedro, seu casamento acabou, porque você não sente atração por mulher, aliás talvez você nunca tenha sentido, apenas deixou a vida te levar, com as tradições decidindo sua vida, encontrou uma boa moça, tiveram uma boa vida, ficaram amigos, mas acabou, você é o que é, você é gay, e é gay passivo, você perto de homem deixa de ser homem, entendeu? Sua masculinidade se desfaz se outro homem chega perto e te domina. Ponha isso na sua cabeça, perto de outro macho, você se amedronta e se entrega como uma fêmea, e isso te excita. É por isso que você se entregou ao meu beijo, eu senti, e todos perceberam, e agora você não está bêbado, nem estava antes, você bebeu bem pouco, bem menos que todos, e você está todo molhado. Baixei os olhos, a bermuda estava com uma mancha úmida, bem típica.....

Ouvir tudo isso, saber que ele estava certo, minha insegurança (porque não consigo resistir?), toda aquela situação, baixei os olhos e desabei, comecei a chorar, e então tive que reconhecer, que ele estava certo, eu estava confuso, inseguro, (lembrei das vezes que sai com rapazes e travestis), achei que era apenas um sacana, pagando por um pouco de prazer e mandava na situação, mesmo tendo feito troca-troca, mas não sentia minha masculinidade contestada), agora era diferente, ele me chamou de gay, de passivo e de fêmea, quando dei por mim, ele estava de pé, me oferecendo um pouco de água, eu bebi entre lágrimas e soluços, ele me abraçou de novo e disse se eu estiver errado, faça o seguinte, vista suas roupas, aqui tem R$ 200,00 deve dar para o táxi, tem um ponto de táxi 24 horas, na esquina descendo a rua, vá para sua casa e procure esquecer. Eu vou para o meu quarto, se eu estiver certo e você ficar, sabe que será minha fêmea, não estou namorando ninguém, estou livre e podemos namorar, e farei o possível para te ajudar, e me entregou uma calcinha e uma camiseta bem larga e cor de rosa. Fique e assuma ou vá embora. Ele foi para o quarto sem olhar para trás.

Eu fiquei ali, atônito, o filme tinha acabado, fiquei lendo os créditos, uma calcinha nas mãos, minhas roupas numa cadeira na outra ponta e em cima da mesa de centro os 200,00 para o táxi. Passado alguns minutos vesti a calcinha e a camiseta, mas acho que era um mini vestido ou sei lá, só chegava na altura do quadril, mal cobria o bumbum. Fui para o quarto e deitei em sua cama do lado esquerdo embaixo do lençol, ele estava do lado direito lendo um livro. Ele não disse nada, guardou o livro, apagou o abajur, me abraçou e me beijou, eu correspondi e pedi se ele podia ser paciente comigo. Ele disse ....... claro! vou ter toda paciência, então se deitou, eu me aproximei, recostei a cabeça no ombro dele, começando a sentir um monte de sensações, o cheiro dele, seu peito cabeludo, a barba dele era grossa, já estava aparecendo e parecia gostoso passar a mão no rosto e no peito dele, adormecemos assim.

Quando acordei passava das 11:00 hs, ele não estava na cama, então me levantei e fui ao banheiro, então me senti mal, a barba por fazer, e pela primeira vez senti nojo dos meus pelos, não sei se era nojo, mas me incomodava. Então procurei no armário o barbeador dele, achei e mandei brasa. Eu sempre mantinha a barba feita, sempre gostei do gosto liso (sempre??!? xi, não sei não). Então arrisquei e aparei os pelos do peito, que afinal sempre foram ralos (xi??!? sempre??), então senti vergonha de ficar de bermuda, voltei a vestir aquela camiseta rosa e procurei uma calça, achei no armário dele uma calça bem larga de moleton azul, foi essa mesma, saí do quarto e fui procurá-lo... ele estava na cozinha.

Quando pisei na cozinha, ele me olhou, disse bom dia, e ligou a cafeteira, deu a volta na mesa e ligou a torradeira, a mesa estava posta, com geleia, requeijão, xícaras, talheres, queijo banco, ele vinha em minha direção, estava com o mesmo roupão, me beijou longamente e me abraçou bem apertado, e apertou mais, até eu gemer, então parou. Olhou nos meus olhos e disse, só paro se você suspirar ou gemer. Me beijou de novo, me abraçou e sua mão escorreu para minha coxa e apertou minha bunda, estremeci, me desvencilhei e só consegui balbuciar...você prometeu..... Ele prontamente voltou a me beijar e me levou à mesa.

Foi uma delicia de café da manhã, rimos muito e ele prometeu me ajudar, perguntou se gostaria de fazer uma sessão com uma psicóloga, amiga dele de muitos anos, pensei na Bia claro e meus pensamentos voaram............................................................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

Minha primeira vez num Motel

Aqui vai minha 1° vez num motel,que só agora tive tempo de escrever: Conheci um rapaz por e-mail,ele de São José dos Campos,eu de Campos do Jordão ele viu minhas fotos num site e me enviou um e-mail me elogiando. Trocamos vários e-mails,descobri que era casado,e sempre que possivel enviava fotos minhas. Até que vendo que ele queria algo mais sério passei meu telefone.

No dia seguinte de manhã ele já me ligou e combinamos de nos encontrarmos em uma cidade neutra,por sigilo. Assim fizemos,eu cheguei primeiro e liguei avisando-o. Ele disse que se atrasaria ,mas estava a caminho.Fiquei com medo de ter sido enrolada mas esperei. Chegando na cidade onde eu estava ele me ligou e rapidamente me pegou com seu carro. Fomos até um Motel ali por perto,eu coloquei uma peruca para entrar. No quarto do motel peguei uma toalha,tomei um banho rápido,e comecei a me montar:furei as orelhas,vesti calcinha,meia 7/8,corpete,sandalia de salto 10 cm, uma legging e um vestido rosa.Me maquiei,olhos,rosto,lábios.Coloquei outra peruca anéis,pulseira ,colar e me olhei no espelho. Não gostei da roupa,e como sempre levo uma troca,vesti uma blusinha rosa decotada e uma saia que adoro.Me olhei no espelho,gostei e fui até o quarto.

Ele já me esperava só de cueca,pediu para eu dar uma volta.Gostou e já pediu para tirar sua cueca e chupar seu delicioso pau. Após alguns minutos me pediu para ficar em pé e fazer um strip para ele,tirando a saia e a blusinha.Fiz isso e voltei a chupar seu pau,agora com a bunda virada para ele,de forma que ele lambia meu cú. Já bem excitado me pediu para ficar de quatro,colocou camisinha e carinhosamente me penetrou.Mudamos de posição,me pediu para cavalgar em seu membro,o que fiz com prazer. Me pediu para trocar a peruca pois a que estava usando lembrava uma ex namorada. Fiz isso,troquei também brincos e batom. Voltei para a cama e ele ja enfiou sua vara em minha boca até o fundo,senti até ansia mas gostei.

Me penetrou de quatro,de lado fazendo questão de me mandar olhar para o espelho no teto e dizer que ele era meu macho. Me pegou na posição"frango assado",mandando olhar no espelho do teto para ver meu homem e chama-lo de meu amor.Sentia até suas bolas batendo em minha bunda,enquanto passava a mão naquele corpo gostoso de Meu Macho. Ele então ficou em pé na beira da cama,me pediu para sentar de frente para ele e chupar seu pau pois iria gozar.Enquanto chupava aquela pica gostosa senti todo seu leite quente em minha boca,era tanto que deixei escorrer até meu peito,ele urrava,tirou o pau de minha boca e terminou de gozar na minha cara. Foi maravilhoso. Fui ao banheiro e por lá gozei,me desmontei,tomei um banho e então ele me levou até onde o havia encontrado.

Um dia inesquecivel......

Vanessa

vanessalidu@hotmail.com

Cíntia conhece Pedro

Todas as tardes, no bairro da Liberdade, uma tgirl causava furor entre as pessoas: Cíntia. Tinha uns 20 anos e ninguém diria que não era uma mulher de verdade, sem pinto. Seu rosto era o de uma boneca japonesa. Sua silhueta sugeria um corpo também bem torneado, fruto de muito cuidado com a saúde. Durante a semana, parecia apenas cruzar o bairro para ir a algum lugar, talvez estudar. Mas nos sábados e domingos, divertia-se com os amigos e amigas na praça.

Pedro que sempre passeava por ali, não podia deixar de notá-la. Sempre atento a qualquer mulher, com ou sem pinto, ele não conseguia se conter ao ver aquela jovem. O tesão de vê-la era maior do que qualquer outro sentimento. Como já era um especialista em "garotas" e garotas, deu um jeito de puxar convers com ela, um dia, dentro de um pequeno restaurante de comida chinesa do bairro.

Ao chegar, da entrada viu aquela garota com sua blusa e jeans bem justos, mostrando a todos que ela era tudo, menos um homem. Pedro não sabia como abordá-la e foi caminhando até que, ao aproximar-se da mesa da solitária garota, acabou tropeçando sem querer. Apoiou-se na mesa e viu a tgirl assustada: "o senhor está bem"? Pedro, quase instintivamente, respondeu que sim. Perguntou a ela se poderia se sentar ali e Cíntia não se incomodou.

Foi então que percebeu a chance que estava em suas mãos. Tentou puxar um diálogo.

- Não se incomode. É só até me recompor.
- Tudo bem.

A resposta foi fria, nem receptiva, nem agressiva.

- Puxa, eu venho sempre por aqui, e nunca me aconteceu isto. Olha, nem me apresentei, sou o Pedro.

Estendeu a mão em busca de um cumprimento. Cindy cumprimentou-o com o olhar.

- Será que poderia lhe agradecer pagando-lhe um refrigerante?
- Por que? Eu não fiz nada?
- Fez sim. Nem todos ajudam as pessoas hoje em dia. Mas você me evitou um bom tombo.

Riu meio sem graça e notou que Cíntia esboçou um pequeno sorriso. Sentiu que poderia ter uma pequena chance de conhecê-la melhor.

- Você é..
- Pode me chamar de Cíntia.
- Ah, Cíntia. Ok.

Pedro notou que Cíntia havia reparando algo nele.

- O que foi?
- Ah, nada...estava apenas vendo que o senhor tem uma camisa legal.
- Obrigado, comprei numa loja aí em cima. Ei, olhe que boa idéia. Que tal se eu te agradecer comprando uma destas para você?
- Que isso...não...
- Mas não é cara. Eu insisto.
- Bem...

Cíntia usava um pouco seu charme natural em um misto de interesse pelo homem e interesse infantil em ganhar uma camisa. Pedro também começou a reparar cuidadosamente nas formas da garota. Tentava ser discreto, embora sentisse cada vez mais tesão por ela.

- Eu espero você terminar sua refeição e vamos.
- Mas o senhor...
- Não me chame de senhor, já falei, sou o Pedro.

Sentado, ali, de frente para ela, "aquela gata que sempre via por aqui", pensava em como fazer para disfarçar seu tesão. Tentava se ajeitar na cadeira, discretamente, e, embora fosse um homem normal, fazia uma força para evitar tocar o próprio pênis. Sim, o tesão era realmente muito grande. Pensou em ir ao banheiro, mas poderia assustar a recém-conhecida garota. Então tentou se acalmar pensando em outras coisas. O tempo passou, ele se acalmou e Cíntia terminou.

- Vamos então, Pedro?
- Ah, sim, claro.

Levantaram-se, Cíntia pagou a conta e foram até a tal lojinha que ficava no segundo andar de um pequeno shopping. As camisas, de malha, tinham as frases mais engraçadas. Pedro havia passado por lá um dia antes e comprado sua camisa. Cíntia perguntou-lhe se poderia experimentar uma ou duas.

- Claro, hoje é sábado. Tenho todo o tempo.

Sorrindo, notou um sorriso mais amistoso no rosto de Cíntia.

- Eu também tenho muito tempo livre hoje, Pedro. Já volto.

Cíntia pensou que não deveria ter falado aquilo. Poderia ser interpretada como uma facilzinha qualquer. Mas logo se esqueceu disto ao experimentar as camisas. Pedro estava muito contente com aquilo tudo.

- Bem, pode ser esta aqui, Pedro?
- Ela fica bem em você.
- Obrigada.

Pagaram e saíram. Começaram a conversar sobre vários assuntos. O passeio era tão bom que não viram a hora passar. Falavam sobre eles mesmos, sobre interesses, cinema, etc. Quando se deram conta, já eram umas sete da noite.

- Nossa! Já está tarde!
- Você tem algo importante a fazer, Cíntia?
- Bem, na verdade...tenho que ir para minha casa. Minhas amigas querem sair...tenho que avisar...
- Não se preocupe. Eu te levo em casa.
- Mas...a gente mal se conhece...este trabalho todo...
- Que é isso, Cíntia. Vamos comigo?

Cíntia pensou que poderia estar correndo perigo, mas, pela hora, resolveu aceitar, já que não morava longe mesmo.

Entraram no carro e conversaram mais um pouco. Cíntia apoiava seu queixo e olhava para Pedro, agora com um pouco mais de interesse. Sentia-se feliz, sem saber bem o porquê. Pensava se deveria chamá-lo para sair, mas ao mesmo tempo lembrava-se que mal o conhecia. Da janela, viu seu prédio se aproximar. Quando faltavam alguns quarteirões, começou uma chuva forte.

- Nossa!
- Calma que logo chegaremos, Cíntia.

O trânsito ficou um pouco pior, mas isso não os atrasaria muito. Logo, o carro chegou na esquina. Mas a chuva forte havia piorado bastante o trânsito.

- Eu desço aqui?
- Não senhora! Não quero que minha nova amiga se molhe toda!
- Ah...bem...vamos esperar um pouco...

Pedro começou a sentir novamente a sensação de tesão, mas tinha medo de assustá-la. Mas Cíntia notou o volume discreto surgindo sob sua bermuda. Como toda mulher, ficou muito excitada em saber que causava aquilo em um homem, mas estava confusa com a rapidez daquilo tudo. O carro andava lentamente, seguindo o fluxo, sob aquela chuva forte. Não estava fácil chegar até a entrada do prédio de Cíntia. O fluxo de carros lembrava uma cobra movendo-se lentamente sob aquela chuva toda.

- Pedro...
- Sim.
- Hoje foi ótimo, não foi?

Surpreso, Pedro respondeu que sim. Cíntia pegou sua mão, causando-lhe uma sensação incrível.

- A gente pode, sei lá, sair...
- Quando??
- Sei lá...um dia destes..

O olhar daquela princesa foi a gota d'água. Pedro agarrou-lhe e lhe beijou apaixonadamente. Cíntia não resistiu. Pelo contrário, retribuiu com o mesmo ardor. Mas a buzina dos carros interromperam aquele momento.

- Tudo bem, vamos ao meu apartamento então.
- Agora?
- Você quer? A gente pode ver um filme, fazer um lanche...quem sabe?

Cíntia ficou em dúvida sobre se deveria fazer aquilo. Mas o beijo tinha acendido algo nela. Seu lado selvagem, mulher, seu lado que se entrega com paixão. Tentou organizar os pensamentos, mas se viu beijando Pedro no rosto. Olhou discretamente para as calças de Pedro e resolveu aceitar o convite.

- Só se for agora!

O trânsito fluía lentamente e eles se tocavam no rosto, beijos rápidos, o que esquentava bastante o interior do carro. Pedro quase morria de tesão e já não tinha tanta vergonha de se manifestar. Após mais uns quarenta minutos, chegaram ao prédio onde Pedro morava. Entraram na garagem e não conseguiram resistir. Pedro começou a beijar o pescoço de Cíntia que já o abraçava com força. Pedro tentava colar seu corpo no dela e Cíntia discretamente tentava se afastar. Qual seria a reação dele se descobrisse que ela era....

Pedro insistiu e colocou as mãos entre as pernas da bela Cíntia que se assustou.

- Oh...
- Pedro...eu posso explicar...
- Não precisa, Cíntia. Eu não tenho problemas com isso.
- Não??
- Se você conhecer melhor, verá que você não é a primeira mulher "especial" que eu conheço.

A felicidade de Cíntia foi às alturas. Poderia curtir um pouco aquela noite com um homem? Saíram do carro já em ponto de explodirem e pegaram o elevador. A pegação entre eles fazia inveja a muito casal. Ao chegarem no apartamento de Pedro, Cíntia pôde ver alguns DVDs pornôs de filmes com travestis. Sentiu-se aliviada. Ambos cairam no sofá, rindo e se pegando. Cíntia enfiou a delicada mão na calça de Pedro e sentiu o outro lado daquele moço simpático e alegre. Isso a deixou mais excitada. Pedro arrancou a blusa e viu que Cíntia tinha pequenos peitinhos, de hormônio. Começou a beijá-los e a brincar com eles, roubando alguns suspiros da sua nova princesa.

Cíntia suava e Pedro mais ainda. Seu membro rijo e todo úmido foi delicadamente abrigado na boca de Cíntia que lhe fez um boquete como nunca ele havia visto antes. Pedro, admirado com aquela pele bem cuidado, pegou-a de lado, tirando seu caralho daquela boca faminta e começou a alisar-lhe as pernas, os braços, tentando excitar mais ainda Cíntia. Colocou-a de frente para a parede e começou a lhe dar leves palmadas naquela bunda firme. Cíntia começou a amar o momento. Pensava em todo tipo de fantasia com homens.

Pedro, por sua vez, estava quase fora de controle. Fugiu rapidamente para o quarto, pegou uma camisinha e um gel. Voltou e, cuidadosamente, acariciou o gel onde toda mulher deve ser acariciada. Cíntia gemia baixinho com aquele dedo lhe causando um desconforto que ela não queria deixar de sentir. Pedro veio devagar. Forte, mas devagar, para fazer daquele momento um momento inesquecível.

Devagar e forte, úmido...aos poucos seu corpo se colou ao dela. Abraçou-a com força. Beijou-lhe a nuca. E então começou a trabalhar como um homem para sua pequena garotinha. Ela sentia o desconforto, mas gostava. Se Pedro pudesse, ficaria ali para sempre. Mas estava com tanto tesão acumulado que não demorou muito a encher a camisinha de porra. Porra grossa, quente, de cheiro forte. Cíntia sentiu as vibrações e se mexeu com mais força. Foram se ajoelhando lentamente e deitaram-se no chão, exaustos.

Fim

 

O relato de Bruninha

Me chamo Bruninha, tenho 23 aninhos e isso que vou relatar aconteceu a duas semanas, como tenho um emprego publico nunca pude usar roupinhas o tempo todo, só na intimidade e isso me consumia, então preparei as ferias dos meus sonhos, rs, antes de entrar de ferias deixei o cabelo crescer e fiz minha barba a lazer, porém o corte de cabelo era masculino ainda. Chegada as ferias viajei para Belo Horizonte e fiquei em um hotel onde não conheço ninguem e nem tenho familia, o primeiro passo foi fazer um alisamento progressivo no meu cabelão que chegava na cintura,cortei bem feminino com uma franjinha do tipo que a angelina jolie estava usando recentemente,fiz a sombrancelha, pintei as unhas de vermelho, e depilei todo o corpo, sou branquinha e da boca vermelhinha, so faltava a marquinha, vesti um biquininho e fui pra piscina do hotel e queimei a tarde inteira, não peguei muita cor mas fiquei com a marquinha,pra isso tudo gastei dois dias, estava linda, muito mesmo, e ia por a prova minha beleza nas ruas Belo Horizontina, fiz o ultimo toque, com uma agulha de vacina e um seringa bem grande inseri subcutaneamente 300 ml de soro fisiologico em meus peitinhos, fiquei top, vesti um espartilho e amarrei bem na cintura pra ficar bem feminino, coloquei a cinta liga e as meias 7/8 pretas de rendinha, vesti um vestidinho tomara que caia bem curtinho que quase não escondia a cinta liga pra me deixar bem sexy, aparecendo a marquinha, passei blush, baton vermelho pra realçar mais minha branqueza, passei lapis e sombra estilo Jade, porém bem discreta, estava perfeita, tenho 1,73 m, e um bundão com coxas grossas tava um arraso com meu salto agulha estava muito parecida com a tgata Bailey Jay só que coma bunda maior.

Decidi sair e ir a uma boate Gay que tem em bh chamada Eros, chamei um taxi e desci até o saguão do hotel pra esperar ele chegar e testar minha beleza, e fiz o maior sucesso, os funcionarios do hotel so faltavam me atacar, quando taxi chegou do saguão até o taxi recebi uns fiu-fiu de pessoas que estavam na porta do hote, quando entrei no taxi o taxista me encarou bem e com um olhar safado me perguntou pra onde iria, quando disse que era pra eros ele entendeu tudo rs, chegando na eros, fui logo comprar bebida e comecei a dançar perto do bar, ainda meio timida com a esposição, em determinado momento fui me dirigir ao banheiro tendo que atravessar o salão e enquanto andava senti uma puxada e um giro quase fiquei foi tonta, e quando percebi era um homem moreno claro de quase 2 metros e todo fortao, que simplesmente me disse sussurrando no ouvido- lindinha eu ainda te pego- afastei um pouquinho meu corpo olhei pra ele e apenas sorri a um palmo de sua boca, ele sorriu e disse- daqui a pouco a gente conversa- e saiu com seus amigos, eu estava lokinha queria conversar agora, naum depois, mas obediente fui ao banheiro me retoquei e fiquei dançando de forma que ele me visse fazendo a distraida e derrepente quando me distrai mesmo senti uma encoxada bem forte por traz, olhei meio de lado e era meu deus grego, que logo me lascou um beijo de lingua que correspondi e de quebra empinei a bundinha no pau dele, que por sinal ficou durrasso, nos beijamos muito e fomos conversar, ele me disse que chamava Lucas e era veterinario e morava em bh mesmo, que adorava pegar travequinhas e por isso estava na Eros com seus amigos, depois de um tempo fomos atéa rodinha de amigos dele e ele me apresentou dizendo _ essa a bruninha, cuidado com a intimidade que ela é minha- e eu molhei toda, ficamos conversando e dançando e ele sempre me bulinando e enconxando sei que tarde da noite ele me mordeu a orelha e disse que queria me levar pra sua casa, e eu fazendo a bobinha perguntei- pra que- e ele seco me respondeu - pra te comer- molhei na hora e respondi com um beijão na boca e ele entendeu, nos despedimos dos meninos e fomos no seu carro, enquanto dirigia ele me apertava a coxa e eu adorando, apertou meus seios mas doeu um pouco, acho que pelo enchimento com soro, assim que entramos na garagem fiquei meio tremula de medo, ele percebeu e me disse- calma princesa vai ser como vc quiser, sem pressa- fiquei mais calma e excitada entramos em casa e ele foi logo me beijando e dizendo que eu estava linda, gostosa e coisas assim me segurou pela cintura e me levou pro quarto, fiquei lokinha, chegando lá não aguentei desci até seu pau e chupei ele todinho das bolas a cabeçona, passava a lingua circularmente pela cabeça ele não aguentou o boquete e gozou meio que na minha boca e parte no meu olho, me limpei engolindo tudo e reclamei pke ainda nem tinha levado no rabinho e ele me disse que isso não era problema que na verdade me comeria a noite toda pediu apenas pra que eu fisesse um strip pra ele e eu prontamene atendi, dancei no seu pau ainda de vestido, e depois tirei o vestidinho devagarzinho, mostrando meu espartilho e minha cinta liga ele pirou me pegou com força me deu um beijão na boca me virou na cama ainda me segurando, cuspiu na mão e arredando a calcinha meteu sem do no meu cuzinho eu gritei alto e as lagrimas começaram a escorrer pelos olhos, implorei pra ele ir devagar, e ele disse -você me provocou agora aguenta rola- eu tava sentindo muitaaaa dor, ai ele segurou minha cintura apoiou seu peso em mim e começou meter forte e quase que como magica a dor foi virando tesão, desci minha mão ate minha rolinha e comecei me masturbar e tava gostoso demais ele me dava tapas na bunda e chamava de cachorra eu quase gosava e por fim ele estremeceu todo e encheu meu cuzinho de porra e so entaum vi que estavamos sem camisinha, ele me beijou e me convidou pra dormir lá, mas eu não aceitei queria ir embora então ele me levou ate o hotel trocamos numeros e aguardo anciosa ele me ligar denovo.

meu email é bubucd@hotmail.com

 

As fantasias

Eu e Guto estávamos indo de vento em popa. Apesar da esposa que não desgrudava dele, dificultando nossos encontros, eu era uma bichinha muito dedicada, feminina e obediente. Deu uma folga na semana, a esposa dele viajaria para a casa dos pais, e recebi um convite de meu macho pra passar a semana no apartamento dele, somente nós dois. Logo tive mil idéias, e disse a ele que ele teria uma surpresa, e era pra deixar eu fazer direitinho. Cheguei na casa dele num domingo de noite, prontinha pra passar a semana toda, fui com duas malas. Logo na entrada, Guto me recebeu com um beijo gostoso. Eu estava com roupas um pouco masculinas, uma maquiagem super leve, e ali mesmo, na porta, já fiquei de joelhos para chupar meu homem. Fomos logo dormir e se preparar para a semana que viria.

Segunda – feira – A empregadinha

Era minha primeira surpresa para meu gato. Acordei cedinho, tomei um bom banho, me depilei. EM seguida coloquei um vestidinho de empregada preto, com um babadinho branco. Meias brancas 7/8, com ligas. Calcinha fio dental com tirinhas de silicone, um cinturão de ceda branquinho na cintura. Um scarpin preto, salto 12. Brincos de argola, unhas e boca vermelhas. O vestidinho era curto, rodado, deixando um pedacinho do bumbum a mostra, quando me inclinava. Passei um talco na entradinha do meu buraquinho, fiz a sobrancelha, enfim. Fui direto arrumar a casa, esperei meu gato acordar. Quando Guto acordou, elevou um susto. Eu estava de 4 no chão, esfregando o piso. Pedi desculpas a ele de cabeça baixa, ele me mandou terminar tudo. Ainda tinha uma pilha de roupas pra passar, e o almoço pra fazer. Tinha deixado o café dele pronto. Depois do café, Guto chegou perto de mim, que ainda estava no chão, tirou sua vara de dentro da bermuda, me mandando apenas colocar a língua pra fora. O safado tocou uma punheta e gozou na minha cara. Eu agradeci e ele me deu um tapinha na cara, dizendo pra eu cuidar da casa. Guto saiu, foi trabalhar, e eu passei o dia arrumando, limpando, lavando, esfregando, cozinhando, passando, esfregando, ufaaa!! Que canseira. Lá pelas 18:30h, terminei o serviço doméstico, fui me arrumar para esperar meu macho. 19:40h em ponto ele chega, estou na cozinha terminando um prato, ele me pega ali mesmo, em cima do salto, levanta o vestidinho da sua empregada, me morde no pescoço enquanto me fode bem devagar, massageando bem de leve meu pau, super duro. Eu vou nas nuvens e volto, que macho, que homem, como ele sabe foder uma puta!! Aprecio em meu cuzinho cada centímetro de sua vara, não agüento e gozo em sua mão. Ele goza lá dentro. Eu ainda me ajoelho pra limpar aquele pau maravilhoso. Limpo com a boca, claro. Limpo com os lábios, com tudo o que o macho tem direito. Guto foi comer e depois dormir. Fui terminar de limpar a louça e dormir com meu homem, não sem antes colocar um baby doll branquinho, super confortável.

Terça – feira – A patricinha

Essa era umas das fantasias preferidas de Guto. Ele acordou cedo e me deixou dormindo, não sem antes me fazer um boquete delicioso. Acordei, de fato, alguns minutos depois, e fui para a minha segunda produção da semana. Coloquei um vestidinho rodado, rosa pink, com umas rendinhas brancas na cintura, calcinha rosa pink bem cavadinha, unhas e boca bem rosa, óbvio. Pulseiras douradas, uma tiara dourada, sandália salto 12 dourada, tudo pra ficar uma verdadeira boneca. Ele gostava de produção. Estava uma paty. Fiz escova no cabelo, caprichei no rimel. Deixei o cabelo liso, solto na altura dos ombros. Assim que Guto voltou do trabalho, tomou um susto com a minha produção. Eu estava impecável, andava rebolando, agia com total delicadeza, até os gestos um pouco mais delicados, e muito, muito feminina, talvez como nunca estive. Ele me chamava de “Minha Princesa”, que eu estava uma barbie, quase uma Paris Hilton. Aquilo me deixava envergonhada. Guto sentou no sofá, e pediu que eu o chupasse. Fiquei de joelhos na sua frente, abri lentamente a calça, com muito cuidado tirei sua vara para fora, e com mais carinho ainda comecei a chupar, cuidando para não manchar o pau dele de batom. Eu chupava bem devagar, sem tirar a boca daquele pirulito. Subia e descia naquele pau maravilhoso, gemia baixinho, ele me chamava de princesa, de bonequinha, de paty, de amor. Eu delirava. Não demorou muito senti um jato em minha boca. Fiquei ali sugando aquele mel, e quando larguei o pau dele, limpei com os dedos os cantos da boca. Verifiquei com cuidado se o pau dele não estava sujo. Dei-lhe um beijo na boca, saí rebolando em cima do salto, delicadamente. Olhei pra traz e perguntei, “gostou, amor?” Ele balançou a cabeça. Naquele dia não poderia me desarrumar, tinha que cuidar ainda mais do visual. Fui me retocar para dar uma volta com meu gato. Já de noitinha, eu toda de pink, Guto me levou numa boate GLS um pouco afastada. Entramos de mãos dadas, como dois namoradinhos. Nessa ocasião usei minha bolsa Victor Hugo, um luxo. Quando entramos, todas as bichas que estavam ali ficaram com uma invejinha de dar dó. Eu estava super produzida, e de namorado. Andamos pela boate, eu sempre rebolando em cima daquele salto 12. Várias bichinhas na pista, dançamos muito, ele sempre me tratando como uma lady. Nos beijamos, abraçamos, rebolamos, e quando fomos embora, Guto me pegou de costas, me debruçou sobre o capô do carro, e me fodeu, ali mesmo no estacionamento. Sem dó nem piedade. Levantou o vestido, colocou a calcinha pro lado e meteu forte, meteu gostoso, bombava no meu cuzinho, e eu ali agüentando tudinho, amando aquele momento. Gozei sem nem encostar no meu pau. Guto gozou dentro do meu buraquinho, como ele adorava fazer. Amei, delirei!! Fomos pra casa dormir.

Quarta – feira – A submissa

Acordei de manhã cedo, e Guto queria desde cedo mostrar quem mandava. Como eu amava ser a putinha dele, logo entrei na onda. Estava só de calcinha, tentei ir no banheiro, mas ele já foi logo mandando eu fazer um boquete, antes mesmo de levantar. Obedeci, me posicionei no meio das pernas dele, chupei, lambi, suguei, acariciei aquele pau maravilhoso, óbvio que tomei porra de novo. Ele disse que acordou sem muita paciência, e que era pra eu obedecê-lo. Tomei um banho coloquei uma roupa leve, shortinho curto, blusinha de alça, gloss, passei somente base na unha, e um tamanquinho básico. Calcinha de rendinha branca, estava super básica. Mal saí do banho e já me mandou de novo fazer outro boquete. O gato estava insaciável. Lá fui eu, chupei-o sentado no sofá da sala. Desta vez, ele gozou na minha cara. Não quis me comer. Ele me mandou ir cuidar dos afazeres domésticos e foi trabalhar. Meio dia voltou, me trazendo uma surpresa. Tirou da bolsa uma coleirinha de cachorro, e disse que eu seria a cadela dele. Fiquei extasiada de alegria. Coloquei a coleira, e meu homem me puxava pra lá e pra cá. Eu ia toda feliz, rebolando e obedecendo. Depois do almoço, ele foi descansar, deitei ao seu lado, fazendo carinho em sua cabeça. Lá pelas duas da tarde meu taradão acorda cheio de vontade. Logo manda ficar de quatro no chão, me puxa pela coleira, tira o pau da bermuda, bate na minha cara, eu amando tudo e olhando pra ele com um olhar apaixonada. Ele me dá outro puxão, e eu já entendi. Caí de boca de novo. De forma lenta e gradativa, fui novamente saboreando aquele pinto. Não deu 5 minutos, ele tirou o pau da minha boca, gozou no chão do quarto. Não entendi, mas logo em seguida ele me manda ficar ali quietinha, de joelhos, me dá uma mijada, que me deixa toda encharcada. Fiquei ali, recebendo aquele líquido dourado, ele dizendo, ”Toma cadela, depois vai limpar tudo isso”. Assim que ele terminou, fui me levantando, o safado me deu um tapinha no rosto e disse pra eu lamber seu gozo no chão. Pedi desculpas pela falha, prontamente fiquei de quatro de novo e limpei o chão com a língua. Perguntei se podia me limpar, ele disse que sim. Logo fui pra sala, Guto sentou no sofá, fui sentar ao seu lado. Recebi ordem de que cadela senta no chão. Sentei no chão ao seu lado enquanto ele assistia televisão. No meio da tarde, ele resolveu que queria me humilhar ainda mais. Só me dava ordens, me colocou de joelhos, e bateu com pau na minha cara. Me mandou lavar as roupas sujas dele, me mandou chupar seu pau e me deu porra de colher pra tomar. Me fez segui-lo de 4 andando pela casa, me puxando pela coleira. O ápice do tesão foi de noite, quando ele me fodeu de 4 no chão, gozou num potinho de comida pra cachorro, levei mais uma mijada daquelas, e ele me fez lamber toda a porra de 4, no pote. Uiiiii, foi demais, me senti usada, humilhada, servindo meu dono. Meu homem foi dormir, eu do lado dele, no chão, claro.

Quinta – feira – A noivinha

Toda mulher sonha em casar. Toda bichinha sonha em ter um homem para si. Guto me fez uma surpresa, queria que eu fosse a noiva dele nesta quinta- feira. Gamei! Demais! Ganhei um véu pra cabeça, um corpete branco, meias 7/8 e uma liga. Ganhei uma tiara com flores, um scarpin branco, nossa, um arsenal completo. Era cedinho, fui correndo me montar. Caprichei, e como caprichei. Batom vermelho, rimel, cabelo escovado, unhas vermelhas, brincos, tiara, tudo o que tinha direito. De tanta excitação, foi difícil esconder meu pau, que estava duríssimo. Quando saí do quarto, com as flores nas mãos, a noivinha sexy, fiquei pasma. Ganhei um anel lindo! Com um brilhante em cima. Demos um beijo apaixonado, longo, quente e demorado. Estava amando. Meu noivo me pegou no colo, me levou pro quarto, me deitou na cama, passou a língua no pescoço, mordidinhas, e eu ali, passiva, obediente, meu maridão. De repente, ele tira minha vara fora e começa a me chupar lentamente. Imaginem, “noite” de núpcias, a noiva bichinha ganhando uma chupeta de seu homem. Que tudo! Ele chupava devagar, lento, anunciei que ia gozar, ele nem se importou. Colocou o dedo no meu cuzinho e continuou chupando. Logo tomei a iniciativa, fiquei de bruços, coloquei-me de 4 na cama, com o véu na cabeça, olhei pra trás e disse...-vem, meu marido, me fode, por favor, esperei muito por este dia.- Guto nem tirou a calça, apenas a vara. Apontou para a entrada do meu rabinho, me segurou pela cintura, me penetrou. Ficou bombando devagar, ficamos ali, curtindo, ele me chamando de esposa, eu revirando os olhos de tanto tesão. Ele me dava o dedinho pra chupar, eu ali sendo a mulher dele, na posição mais sublime que uma bicha pode querer. De 4, bunda empinada, segurada pela cintura. O must total! Gutoo me vira de frente, quer frango assado. Ele vem por cima, coloca tudinho lá dentro, me olha nos olhos e segura minha mão como um casal de namorados. Não agüentei, meu pau estava duríssimo, gozo na minha barriga, no meu traje de noivinha. Me dominava por completo. Um momento não agüentei e pedi para chupá-lo. Ele ficou de joelhos na cama, eu de 4 na frente dele, abocanhei aquela vara enorme, doce, gostosa, me divertia ali, enquanto ele fazia carinho na minha cabeça. Chupei, acariciei o saco, fiz pose de safadinha, fiz um biquinho esperando seu leite, que não demorou nada. Tomei tudinho. Finalmente ele havia gozado na sua mulher.

Sexta – feira – Dia de ir embora

Nossa semana havia chegado ao fim. Dia de levantar acampamento. Ficam as lembranças da maravilhosa semana, e de meu homem. A sensação toda de se sentir a mais viadinha das meninas, é algo indescritível. Ser dominada, possuída, bem tratada, tudo faz parte da feminilidade. Em minha humilde opinião, as melhores sensações que uma bichinha pode experimentar, é ser objeto de seu homem. Se produzir toda, colocar a boca num pau maravilhoso, ficar subindo e descendo cada centímetro da vara, chupar e lamber a cabeça, massagear o saco e olhar pra carinha dele se contorcendo de tesão. Como eu amo chupar! Não vivo sem um pau na boca. Um doce pirulito, uma diversão, uma obrigação. Nasci pra cair de boca. Com a boca bem macia, pintada, sugar caga gota de porra, bater com o pau na língua, na cara, tudo de bom! Nessa semana pude experimentar tudo isso, deixar aquela vara viciada na minha boca. Na hora de levar vara, prefiro a posição mais sublime que uma menina possa sonhar. Claro que de quatro, com o gato segurando pela cintura e bombando firme. Você se sente a fêmea, o objeto, de quatro sendo comidinha, sentindo o saco bater em você, sentindo a pegada, com o macho massageando seu pau, ou fazer gozar sem sequer tocar nele. Lembro-me de uma vez que fui comida de quatro, a cabeça do meu pau roçava na cama, gozei alucinadamente. Sentir as pulseiras, colares e brincos balançando a cada estocada. Levar porra lá dentro, no bumbum, ou mesmo na cara. E por fim, esperar ansiosamente a mijada do seu macho, pra te transformar no objeto de prazer dele, só dele, totalmente dele, pra se levantar e fazer tudinho de novo, e é claro, sem descer do salto alto!!!

Podem me chamar de Carol

O que vou contar nada mais é do que eu mesma. Desde criança adoro lingeries, na lojinha de meu tio sempre dava um jeito de roubar uma calcinha e naquela epoca era só de malha mesmo. Lembro que tinha uns 10 anos ja afanava as calcinhas da loja de meu tio e sempre me achei diferente mas tinha ainda mais três irmãos e uma irmã mais nova que não poderiam saber de minhas preferencias.


Cresci com este gosto maravilhoso por calcinhas e tudo o que envolvia traje feminino. Não me considero, ainda, um gay. Principalmente por não ser assumido. Tenho uma familia com dois filhos e estou em um segundo relacionamento heterosexual mas nunca me esqueci de meus gostos por lingeries. Pode ser fetiche mas passa o tempo e gosto mais ainda, mesmo que escondido de todo mundo.


É estranho porque minha primeira mulher descobriu e acabou comigo. Nunca consegui ter um relacionamento normal com ela apesar dos dois filhos (hoje com 34 e 33 anos). A minha segunda mulher sabe porque contei mas nas brigas ela falou sobre o assunto principalmente quando ela encontrou em minha gaveta de cuecas e pijamas, umas 5 calcinhas e me colocou mais para baixo que capacho.


Bem, a historia é longa. Tenho 57 anos hoje e tenho devaneios com relação homosexual mas não tenho coragem de procurar uma. O maximo que consigo é uma seção de cenouras e vibradores de silicone. Hoje por exemplo passei o dia inteiro, no trabalho, com uma calcinha cinza e outra rosa por cima (sempre gosto de por duas, uma pequena e outra maior por cima) e para proteger coloco um protetor diario de calcinhas (tipo always). Isto para que não suje muito a gostosa pecinha.
Minha atual mulher sabe que faço isto mas não comenta nada mas sei que ela sabe e sua filha tambem sabe. Principalmente porque aquelas calcinhas que ela achou na gaveta, deu todas para a filha (usadas). Então, hoje para dar um exemplo,minha mulher viajou e volta somente depois de amanhã a noite e pela manhã peguei uma cenoura e guardei em uma das gavetas do guarda-roupas e passei o dia todo com as calcinhas, fui trabalhar normalmente e agora a noite fiz o seguinte, esperei meu sogro e a filha de minha mulher irem dormir, peguei um vibrador que temos em casa bem guardado, um oleo lubrificante e duas camisinhas. Não tive duvidas nem receio, vesti a cenoura e o vibrador com as camisinhas no banheiro mesmo. como estava vestidinha (com um soutien de renda branco e as calcinhas), comecei a passear pelo quarto e banheiro chupando o vibrador (que não é pequeno, medindo uns 20x6 cm).


Besuntei a cenoura e o vibrador com o lubrificante, passei tambem no meu cuzinho que ja estava diodinho para ser penetrado e tirei as calcinhas. Em pé mesmo, no banheiro posicionei a cenoura (menor que o vibrador) e fui forçando bem devagar. Claro que meu pau começou a soltar aquele liquido maravilhoso, que fui pegando gota a gota com um dedo e fui engolindo todo ele. Enquanto isto fui forçando a cenoura que foi forçando as paredes meu meu rabo com muita dor tanto fora como nos ossos. Parecia que iria quebrar tudo mas continuei até sentir que tinha dado uma laceada e empurrei a cenoura para dentro. O lubrificante ajudou muito pois logo em seguida pude fazer os movimentos de vai e vem. Com a cenoura no rabo, fui para cama procurando não manchar nada e deitei-me de barriga para cima e pernas par o alto e fui enfiando a cenoura. Ai que delicia sentir o vai e vem da cenoura. Troquei de posição ficando de quatro na cama e empurrando a cenoura. Foi magico, delicioso sentir ela la dentro, sempre lambendo os dedos com o liquido de meu pau. Levantei e voltei ao banheiro onde estava o vibrador. Como a cenoura ja havia aberto o caminho, foi facil colocar o vibrador todinho dentro de mim ele ja estava lubrificado e entrou muito facil mesmo, apesar do tamanho, "engoli" por inteiro, deitado, de quatro, em pé, sentado nele na tampa da privada. Foi uma loucura. Estou até agora com o rabo queimando e (acho) que querendo mais. Vez por outra ele da uma piscada.


Quando me cansei e com o cu já quente mesmo, tirei o vibrador que trabalhou muito entrando e saindo de meu cu, fui tomar banho, guardar e jogar fora os objetos utilizados (camisinhas, envolucros, etc). Não gozei mas adorei a seção especial que tive (nunca tive tal oportunidade antes mesmo porque não havia pensado na cenoura).


Quando terminei de tomar banho procurei novas calcinhas e peguei uma fio dental branca e lilas e mais uma calcinha azul para por por cima. Coloquei o sutiã branco e um vestidinho velho de minha mulher (que ela descartou por ser velho) e estou aqui escrevendo.
Para falar a verdade, estou vestidinho mas ainda, um dia, vou conseguir o que muito quero, que é um verdadeiro pau na minha frente para me deleitar. Enquanto isto vou aproveitando as oportunidades para me deliciar com o vibrador, a cenoura e minhas calcinhas e soutiens que tenho escondidos.


Esta é uma historia de hoje. Um dia qualquer conto mais historias minhas ao longo deste tempo todo como amante de lingeries (e qualquer roupa feminina).
Bem, vou dormir agora pois tenho que trabalhar amanhã cedo. Amanhã verei com quais calcinhas vou trabalhar.


Beijos
Podem me chamar de Charol

Vestidos de Vento

INTRODUÇÃO
                                 
Um escritor é um espelho vivo.
Este conto é dedicado aos “crossdressers” que tem um apreciação sexual mais suave e, ao meu ver, muito bonita!...
Dentro da Alteridade que lutamos por construir ,Deus deu a eles a tarefa  de trazer  novas roupas.Que, se não servem pra todos, nos inspiram com as cores do arco-íris.
Queria deixar aqui a dedicatória a três ou quatro nomes que considero estrelas, simbolizando todo esse novo universo.
São a Yummi, a Lia Ferraz, a Elisabeth Bardoti e a Maitê.
Isto é um longo abraço que passa inapelavelmente por elas.
Com toda a modéstia, espero que o público goste.

             Afetuosamente :  

                       Prisma

 

         VESTIDOS DE VENTOS       

   Tudo aconteceu talvez porque tenha comido uma semente de flor.
   Talvez um gerânio.
   Isso porém, de absoluta fertilidade aconteceu muito depois.
   Vivia, nos meus quatorze anos, com minha mãe. Separada de meu pai, que  viajava
muito ao estrangeiro ___(ele nos visitava no Natal!).
   Minha mãe era Major do exército. Alcançar o posto, depois de muita luta ( era militar
de carreira ). Como levava a vida militar muito a sério ( morávamos a três quadras  das edificações militares, amplas, simétricas, iguais ___brancas e caiadas numa  cadência monocórdica___o passo militar não admite intervalos ) ___nossa vida era rígida.
   Acordávamos às cinco horas da manhã. E após a ginástica... tarefas!...
   Tudo impecavelmente limpo!
   A lógica era implacável:café, almoço, janta e cama. Nessas nuvens brancas, nenhum rasgo de sol, ou de noite escura, fértil em estrelas. Tudo claro, limpo, engomado.Implacavelmente fardado.
   E como, ao primeiro ponto de sol ela transpunha os portões do quartel, deixava-me u-
ma tabela. A executasse.Uma vez por semana, uma diarista. Uma boa ajuda para as rou-
pas, o chão, sempre varrido e brilhante ___ ...e o pó!Tirado assepticamente com  aspira-
dor... tanto quanto espanador !... O ar ficava esterilizado.Poder-se-ia comer no chão !...
   Por uma singularidade quase inexplicável nossa casa ___bem  perto dos  “headquar-
ters “ tinha membros mais dissolvidos e mais orgânicos. Não era uma casa marcial, antes uma casa bela, de média a grande, num estilo mais antigo, decorada do lado de fora com balaústres de pedra e rendilhados relevos. De dois andares, com ampla sala e uma escadaria ___que me atraía. Lá fora o jardim, entregue ao perfume das flores, ao  verde das gramas, as copas arredondadas das árvores e aos todos o ventos. De  longe  fazia
um lindo efeito.Tinha uma privacidade militar sem por isso ser um eremitério, ou um ovo fechado na sua brancura. (Vejo isso ,hoje,situado depois do meu tempo de transição que,
 na época, pela extrema simetria de sua “alma”  interna, causava  apenas  uma  certa opressão.E aflição. Como um calendário sempre atrasado.Ou um relógio que só focasse
o tempo futuro e fosse só cordas !...).
   Faltava, apenas, caricaturalmente, um daqueles postes de mãos de prontidão que existem no corpo de bombeiros !...
  Apesar dessa rigidez elevada ( o uniforme de mamãe era o mais brilhante e impecável
de todo o quartel ___uma pontualidade extremada corrigia o próprio tempo ! ). A mãe era naturalmente boa e tinha um hobby ___que a fazia relaxar de suas horas. Cultivar flores. Seu jardim era verdadeiramente exuberante.A ponto de as tropas ao marcharem olharem disciplinadamente para o lado na grata intenção incontinente de todo vê-lo, deleitá-lo.Um alívio para tanta norma!
   Flores eram o seu orgulho.
   Evidentemente, esse ambiente implacável como o brilho o aço não condiz com fertili-
dade. Antes fala de um modo de ver impessoal como o senso extremado de dever espalhado por todo o universo. Como a cabeça da medusa semeando uma seriedade e
em extremo secando a semente do humano.
   Pois foi num banho de banheira que tudo aconteceu.
   E porque eu , inadvertidamente, comi uma semente de Gerânio!...Tenho certeza.Ou...
quase !
   Mas todas as coisas, a menor delas, nos diz a sabedoria com sua amplidão de Praça, Pública, todas elas têm uma ao de ser, um significado. E é por isso que todas as coisas
( mais cedo ou mais tarde ) têm cura. E as peças todas acabam se encaixando , abrindo
a imagem do quebra-cabeças. Do nosso quebra-cabeças que tem vindo de muito longe.
   Isso torna os Inícios,na verdade como um Sempre Novo...
   Mas vieram minhas primas.
   Certo dia elas assomaram ruidosas, abrindo suas verdes folhas vaporosas de  bom humor, cindindo todo o espaço com graça. Vieram passar  dias. Haviam  feito  inscrição
para uma escola afamada e, o restante das férias passariam com  sua tia, conhecer toda
a nossa cidade, queriam. Gostei.
   Eram a Stéfane, a Linda e a Ema. De sobrenome Queirós, do Alto-Goiás ___região de fértil, boa lavoura e criação.
   Tinham a situação estabelecida, eram modernas, os pais, fazendeiros.
   Ficaram no quarto colado ao meu.
   Só então houve um espaço naquela colada disciplina militar.  Era  como se só agora respirássemos.
   Minha mãe as amava e se desfez em amabilidades.
   Já eu tive de me acostumar com todo esse sopro feminino, novo para mi8m. Porque e-
las eram femininas ... e como !...
   Nossa rotina, então, ficou cheia de fru-frus e jovens rendas.
   Como sementes à procura de solo, elas se dispuseram ali, todas florires, com seus per-
fumes e bem situados caprichos.Eram, realmente, luminosas !...
   Coloco aqui apenas algumas palavras que mostram em imagens o que Foi  o desabro-
char ali dessas sementes em flor:
    Pequenas minúcias, dedinhos esticados, olhos primorosos, losango negros, peles bran-
cas, pele negra com  prata da noite,  lacinhos-lembrança,  biquininhos  verdinhos cor de esperança, calcinhas a fartar  pra não faltar,  rostinho  de  atrevidas, malhas de oncinha, camisolas de  sono  sempre acordado, acetinado, sapatilhas,  tutus de balé, saltos altos, pequenos  coraçõezinhos  espalhados  sobre o branco,  rabos-de-cavalo, laços floridos, aparelhos de chá d porcelana negra, equilíbrios instáveis e cores desmaiadas, tons  pastel, triângulos a que não faltam calcinhas, fofuras, dobras gordinhas, tufos de  flores,  suspen-
sas  orquídeas, montes macios, pina resolutas, sardas, areia que arrasta, gruda, branca e dourada,  suspiros  absorventes,  pulsos  abertos para os arco-íris,  meneios circulares, pulseiras,  felpos  de  toalha  azul, molas cheias de amor ____labirinto de  reentrâncias, banhos demorados, sementes de amor... Acho que é só !
   O quarto delas ficou sendo um mundo.
   E um dia partiram.
   Mas antes fizeram uma brincadeira comigo.
   Me eram um cartão de despedida, dizendo : “Nós voltaremos !...” Ao  abrir, lá  estava o meu rosto: era um cartão espelhado, e...cercado de flores e rosas... como um  vaso ou um jardim. Tudo vermelho, cor-de-rosa e branco. E... a assinatura das três...
   O abrir foi surpreendente.
   Passaram os dias e eu senti muito a falta delas.Elas haviam  traçado um risco no centro do rio de nossas vidas. E os rios, por mais comuns que sejam,  têm a destinação  de regar. De levar e trazer as águas...
   Saudosos, voltamos ao “normal “...
   Até um dia...

 

   Nossa casa tinha uma bela banheira. Era branca e, com as águas, era como se a  alma
do mármore falasse. Como se brilhasse por dentro o pó mais nobre que faz a vida.  Minha mãe havia aberto sementes de gerânio.Nesse dia resolvi tomar um banho mais  demorado. Passei pela sala e sujei sem querer as mãos nas sementes de Gerânio.Sem querer, também, levei a mão à boca.
   Água enchendo. Banho.
   Fiquei uns cinco minutos naquela água morna, quando tudo aconteceu.
   Era inverno.
   O vento dava tapinhas na transparência das janelas.
   O universo todo, então, pareceu flutuar.
   De repente senti um pequeno vento interno. Ele  se ampliou. As águas  se  tornaram leitosas, se espessaram. E todo o estofo daquele quarto delas ___  de  muita vivacidade !___penetrou em mim e pela brecha da alma ___ e era uma Imensa Rosa Aberta ___com seu miraculoso pólen, cheio e perfumes e voltas... Ah! Que instante ! Vi o universo contido num círculo. Respirei fundo.Por dentro brilhava e as pálpebras se achegavam, cheias, para um longo abraço. A casa dava flor !...
   E o por dentro se modificou. Em abertas luzes.
   Flores e laços e rendas e painas.
   A alma flutuava numa imensa rosácea azul.
   Meus olhos viam tudo, mas... femininamente.
   Olhei o corpo ( sabia que era o mesmo ) repassado de perfume.
   Floria. Como jamais pudera supor.
   Meus sentidos ficaram mais aguçados.
   Minha voz ( a interior ) mais clara.
   O olfato ( dir-se-ia ) me faria sentir até mesmo os tons mais recônditos da alma. Ficou primoroso.
   E havia um peso de todas as concretudes em mim.
   Denso e categórico como (perdão pela imagem! )___ um repolho.
   Quando olhava era outro o espaço e outra a visão.
   Lá dentro de mim se abriu uma imensa sombrinha, ou uma imensa saia ( o que sei ?!...) ___toda fofa e rendada, preciosa de pérolas de amor. Como se espera um dia que a dor se mude definitivamente em Glória!...
    Muito, nos intervalos de semente, eu não sei...
   Só sei que me sentia no enlace suspenso e quando andava, abria, num triângulo, as  a-
sas esvoaçantes que falavam tanto do passado da vida quanto do futuro.
   Como o mais leve vestido de cauda.
   Desci... e então a escadaria brilhou.
   Parecia ela a noite que esperava uma estrela.
   Senti toda a casa. Todo o seu passado.Preenchi cada recanto de memória viva. Senti que as estradas das filha de Eva (com o cordão umbilical de Maria ) passavam por ali... e abrindo irradiante Jardim.
   Perfumes.
   Pequenidades gostosas de tocar, sentir e ver.
   A fragilidade dos cristais, a ternura dos pássaros,  a  fofura  dos  bichos,  a  vitalidade ingênua das plantas...
   Dentro em mim senti então porque era o sexo frágil.
   Como estrela que teima reinar no céu ( não importam as tempestades )...
   O arco-íris floriu... e minha mãe chegou. Abriu a porta.
   Era que, desde as primas, ela se modificara.
   Estava atenciosa e mais sonhadora.
   Naquela noite, aconchegado a um roupão, tudo falei pra ela !... Parecia  esperar  aquilo. Seu olhar era longo como o Infinito. Sorriu, apenas. Aberta a porta do coração, acreditou. E eu, delicadamente ( não podia agora ser diferente ) pedi :
   E nem precisava.
   Ela concordou.   Como um conto , “O espelho “, que havia lido há muito tempo ( Ma-
chado de Assis ) precisava que a alma exterior abrisse Vida. Me desse confirmação. Até
isso acontecer, tudo era expectativa.
   Dois dias depois ela veio com as compra.
   E me vestiu.
   A Vida tem sempre um conto que vai preencher o ar. É a oferta mais pura. É a esquina aberta. Por isso é tão importante. E por isso veste o Sonho Humano ___estrela  que  não finda em sua luz e nos liga à alteridade.
    Sim, me vestiu. Foi o encontro da feminilidade. Nunca foram suas mãos tão  carícia e belos aconchegos. As calcinhas de flor e bichinho, segundo a mescla da minha idade,  as meia coloridas num visual moderno, soutien com seu bojo de cândidos leites e suas  cha-
ves de elástico mel. Luvas nas mãos, brancas de toda  expectativa  futura. As  sandálias, perfeitas no seus pontos de flores, lençol que envolve  o  próprio perfume.  Cabelo  com apliques, franjas e   tranças.  Brincos. Bem  bonitos,  brilhando à face  suave,  pintada, discretamente para uma moça ___deve ser!...___ Sombra sonhativa e exclamativa, nunca chamativa. Enfim, a suavidade das saias, babadas de algodão, o hálito puro  da  blusinha, pronunciando abraço no seu látex tecido de ruguinhas ___preocupações mulher,  indaga-
ções ___ entre menina e moça. E bolsa. (Onde sempre esperamos, por mais diminuta que seja, caiba tudo ! ).
   Unhas normais ___ a base que cura as garras.
   Um ponto de perfume.
   Só.
   E o esplendor vai sempre continuar, como o show que “must go on!”  Candelabro  que ilumina todo o universo. E se ata à Estrela Maior.
   Realizadas !...
   Dia depois, na tarde, hora divina que abre portais e esperança, veio o banho de reforço.
   E nele, as águas do sonho eram maiores que a Vida. Full Scream. Sonho  concreto  e real... aliás... na candura dos lírios, como deve ser todo Sonho !...

 

   Não sei o que vai acontecer daqui em diante. Não uso as roupas . Não preciso !  esse vento que teima por dentro é o melhor ! É o melhor e leva pra longe. Lá, naquela região do céu ( com ou sem flores ) em que as estrelas todas dão a mão.
   Gerânios são flores muito mais que lindas.
Ela florem perfume. Se integram no cotidiano... na porta do dia-a-dia. Levam sempre a um melhor !
   O chão refletirá sempre a eternidade que precisa de um corpo.
   Branco mármore é mais precioso com inclusões.
   Linda como uma flor aberta no ar e completa. Verdadeiro/verdadeira porque flor que sou só não precisa de vestir ___só do Vento do Dentro.
   Pérola, a mais suave cura, como estrelas e seu perfume que envolveu a noite escura.
   E tudo brilha e nada some.
   Belos elos de amor pronunciando vitória contra o vazio.
   Agora... só preciso de um nome !...

Aventuras de Mariane

Oi pessoal,sou de Sao Paulo e meu nome é Mariane Miyuki,pode me chamar de Má (mas sou boazinha - brincadeira)! ou Mari! vou contar nos meus contos (este é o primeiro) um pouco de minha história misturada com minhas mais profundas fantasias; não tenha vergonha e qualquer duvida pode me perguntar ok? mmiyuki89@yahoo.com.br

Hoje tenho 22 anos, 1,69 de altura tenho descendencia japonesa; como toda cd, desde pequena gostava de experimentar roupas e acessórios femininos, e isso realmente até hoje me deixa muitíssimo excitada! Tenho mega fetiche por sapatos, roupas, maquiagem, cabelos (eu de peruca), mas o que mais me excita mesmo é lingerie.
Sempre tive namorada, mas sabe como é, quem tem esse vicio nao consegue escapar nunca, e logo vc para de experimentar coisas dos outros e quer as suas proprias!
So que chega uma hora que vc realmente quer experimentar como e se sentir mulher de verdade, nem que seja apenas por um dia!
Sempre entrei em chats e salas de bate pato, mas como nunca saí do armário, só flertava so com os garotos e coroas do chat; fiz muito sexo virtual e sempre gostei muito de pornografia!.
So que um dia, la estava eu flertando denovo com os garotos qdo um em especial me chamou a atencao, eu estava logada como Julietcd, e um cara entrou como YourRomeu e entao comecamos a teclar, trocamos email e nos falavamos diariamente, sobre minhas e as fantasias deles, isso durou 1 mes.
O problema de quando vc conversa virtualmente e que todos tem 1 limite sabe, nao faz aquilo ou tem medo de outra coisa e tal, mas esse Romeu parecia mesmo interessado em mim, como se fosse apaixonado mesmo sabe, ele havia se separado a algum tempo, entao tinha mto tempo livre como trabalhava de autonomo.
Sempre trabalhei em escritorio, mas como na epoca tinha minha propria sala, podia me corresponder com ele todos os dias,
Ele chegava e falava:
- Vamos nos encontrar meu docinho queria te conhecer!
Eu respondia:
- Ok, vc ja tirou seu exame de sangue? sou super precavida!
- Claro meu amor! - e mandou uma foto do exame que era real mesmo.
E cada coisa que eu pedia ele atendia, me mostrava fotos e eu ficava cada vez mais com medo e encabulada, pois pra mim um encontro real sempre me pareceu impossivel de acontecer!
Como ja contei,tenho olhinhos puxados,1 69 de altura e 53kg, olhando a primeira vista nao pareco afeminado; mas qdo me produzo, pareco uma digna ladyboy (pra quem conhece); tenho pele branquinha mas nao tao clara, lisinha, quase sem pelos, sem pelo na barriga, costas e rosto, tudo natural!; pernas bem torneadas, um pouco longas para um homem , por isso bem femininas, bumbum macio; orelhas, nariz delicados e labios da boca carnuda para uma japonesa! - minhas maos sao femininas e macias, e cintura e ombros finos também! e um nervosismo digno de menininha mesmo!
Ele me passava fotos dele, da casa e onde ele trabalhava, e de uma serie de presentes que dizia ele ter comprado para mim, isso realmente me deixava com um frio na barriga.
Escolhi uma manhã de um dia de folga, pois trabalho quase todos os dias, inclusive feriados (um tanto quanto workaholic) e ele logo aceitou.
Combinanos de ele me buscar num metro, escolhi 1 bem longe! ( morro de medo ainda ate hj) e fui la normal de calca jeans e camiseta mesmo.
Quando cheguei ele ja estava me esperando, me apresentei e ele logo gostou do meu rosto delicado e sussurou no meu ouvido:
- Hummm, vc vai dar 1 menininha perfeita!
- Ahh eu ja combinei que nada de dar no primeiro encontro!
- HaHa, Ok Ok minha linda: vc é quem manda!
Ser chamada desse jeito feminino na net é uma coisa, ao vivo causa arrepios que eu lembro até hj (é por isso que as garotas adoram elogios).
Ja estava com as pernas tremendo quando entramos em seu carro, a cada quarteirão meu nervosismo aumentava ( é assim que elas devem se sentir no primeiro encontro?) entramos num motel e deu uma baita vergonha quando a moca da recepcao nos viu! eu parecia o passivo (e era) - (Meu Romeu chamava-se Rodolfo, tinha 1,88 cabelos castanhos e um corpinho de coroa, mas daqueles que vai na academia sabe?; todo depilado com belos musculos no torax, e com aquele bronzeado de praia de final de semana, realmente um belo partido! ( devia ter aceitado ir na casa dele mesmo! ) porém era cedo umas 7h da manha e o motel parecia vazio. Ele logo pegou a suite + cara e pediu o periodo de 8h e uma garrafa de vinho.
Na hora pensei ( aiii estou fodido hj, ou melhor fodida) e corei de vergonha!
Entramos no quarto e eu ainda com uma baita vergonha, ele tirou do porta-malas uma mala grande de viagem e falou:
- Gatinha, está tudo aqui o que vc pediu... vou ficar aqui te esperando!
Peguei tudo e logo entrei corrrendo no banheiro da suíte.. ficar sozinha me deixava um pouquinho mais calma..
Quando abri já esperava pelo conteúdo..em cima o exame de sangue dele (do proprio dia - ele deve ter madrugado!); mas uma surpresa ainda me esperava.. uma bombinha para fazer enema com o liquido sabor morango.. quando vi senti um frio na espinha (e na bundinha lógico). Nao hesitei e pensei (ahh uma lambidinha nao mata! - mal sabia que me arrependeria daqui a pouquinho!), coloquei o liquido na bombinha e comecei a me limpar, era a primeira vez que eu fazia enema... é como se fosse uma dor de barriga bem leve induzida, logo que acaba vc se sente bem mais leve e limpinha!(e putinha tb).
Levei um susto quando Ro gritou do quarto:
- Está tudo bem querida? precisa de ajuda?
- Está, está! a noivinha sempre chega atrasada lembra?
E continuei a minha preparação. Grudei os cilios posticos, certificando que o removedor estava lá, passei o lápis, a sombra de duas cores, um pouco de blush e a máscara nos cilios, com isso ja fiquei praticamente outra pessoa, pela primeira vez coloquei uma peruca com fixador por pressao, fiquei com os cabelos lindos, pretos lisos e bem longos , bem de japonesinha mesmo! mas tambem finos e macios, com uma leve franja na frente cobrindo so a testa; só a sensacao dos cabelos tocando as minhas costas ja me arrepiavam todinha! e nessa hora nenhuma cd resiste e faz aquele beijinho no espelho! nossa eu me apaixonaria por mim mesma! Passei um batom rosa claro com gloss, aqueles que dao efeito molhado e brilhante, qdo vc vê, ja sente vontade de beijar, e como todo macho vc pensa - hummmm imagina essa boca beijando o meu p.. !
Coloquei os brincos de pressao em formato de argola prateados (meu deus ele pensou ate nisso) e uma gargantilha bem curta com um coracaozinho prateado. Agora faltava a melhor parte..
Sempre me imaginei a sensacao de humilhacao e submissao que seria usar calcinha para outro homem... e esse dia era hj!... coloquei a calcinha fio dental pequenininha, daquelas que o bumbum engole na hora que vc poe... toda branca rendada, com lacinhos,combinando com o resto do conjunto... um espartilho branco todo romantico cheio de rendas, que com sua transparencia na frente deixava meu umbigo a mostra (mto sexy!) com muitos lacinhos! do jeito que os homens adoram mas ficam com vergonha de pedir pra esposa usar! parecia lingerie de noiva.. ele havia trazido ate prótese de seios também de pressao.... pensei - esse cara e perfeccionista aiai, grudei e ajeitei, com minha cintura fina e esses seios ja estava ficando com aquele jeito de lolita porém gostosa sabe? Coloquei lentamente as meias brancas 7/8 rendadas tb.. tinham lacinho na parte de tras e uma linha visivel tb na parte de tras.. (meu deus qdo coloco meias sexy assim fico mto excitada); encaixei as ligas na frente e atras, nessa hora ja senti o meu p.. durinho...
Grudei entao as unhas posticas (verifiquei que o removedor estava la tb) em estilo francesinha, com as pontas longas e quadradas, modestia a parte minhas maos sao de princesa! e uma tornozeleira no pé, essa estava escrito Mari Love atras, me pegou de surpresa!( e assim que elas se sentem quando ganham presentes ne!).
As Sandalias eram um show a parte, brancas e altas, no maior estilo pornstar sabe? grossas na frente com os dedos a mostra, salto altissimo e fino atras, prendendo no tornozelo, isso tudo empinava meu bumbum e realçava minhas pernas; nossa ele vai desmaiar quando me ver pensei.
Por último um roupao de seda perolado, e uma borrifada de channel no5 ( brincadeira! era so um perfume floral bem suave!).
Abri a porta do banheiro foi ai que senti o terceiro maior medo da minha vida! Pensei -
Ai... ele vai querer me comer, nao vai se satisfazer com uns amassos ou uma chupada..(coisa que nos tinhamos combinado) e sai andando na direcao da cama... A cada passo o plek plek dos saltos anunciavam a minha entrada.. andei de maneira sexy, bem mulher fatal mesmo, uma perna cruzando na frente da outra; parei e dei um rodopio e um sorriso pra ele, que ja estava com cara de bobao!
Ro estava deitado so de camisa social branca semi aberta, calca jeans e cinto (sim, faz parte dos meus fetiches! abrir o cinto naquela hora sabe) e ficou de boca aberta!
Ele levantou e me abracou.. me senti como nunca havia sentido na vida, e muita diferenca a sensacao de abracar uma mulher.. e ser abracado como uma... uma sensacao de protecao.. e ao mesmo temo calor e posse sabe... como se eu fosse dele..
Ele entao sentou e me pediu pra sentar no seu colo, sentei lentamente, e quando cruzei minhas pernas a la hollywood ja senti algo endurecendo tentando espetar o meu bumbum...
Fiquei extasiada, excitada demais! Finalmente eu era a femea sentada no colo de meu macho!
Ele retirou o meu roupao beijando meus ombros e pescoco, fiquei toda arrepiada! Foi nesses proximos minutos que senti o segundo maior medo da minha vida.. quando fui me sentar denovo, agora pele com pele, parecia que estava sentando num daqueles canos sabe? e ainda por cima estava quente! dei quase um salto e sai de cima dele; ele levantou e me puxou contra ele,os sapatos me deixavam numa altura otima para beija-lo, coloquei as duas maos no peito dele e dei uma arranhadinha de leve, com aquelas unhas ele realmente estava ficando doidinho!
Ganhei entao o que considero o primeiro beijo da minha vida, de lingua, molhado, profundo, e entendi porque que algumas putas nao beijam!.. o beijo me deixou bobinha bobinha, sem folego.. e minha calcinha quase explodindo!
Nessa hora senti o medo... na minha barriguinha eu senti o penis dele contra mim...e parecia realmente grande...
Ro perecebeu que fiquei assustada.. achou que eu seria dificil, mas se aproveitou a situacao e viu que eu estava facil facil! Seu penis, o simbolo da virilidade masculina e submissao feminina estava me deixando toda mole!
Ele pediu que eu tirasse a camisa dele... desabotoei de forma bem provocante e deixei uma marca de batom em forma de beijo no colarinho! ele viu e achou graça...aquilo me acalmou um pouco.. por pouco tempo... ele me sentou na cama de frente pra ele.. naquela altura sabe... me senti como uma verdadeira menininha virgem.. e pediu pra eu tirar as calças dele... abri a fivela do cinto e puxei.. aquilo me deixou nas alturas!..e
abaixei as calcas...a cueca preta boxer nao escondia nada o tamanho da masculinidade dele..meus 10 cm duro.. o pau dele tinha qse o dobro e ainda estava mole! - meu deus fiquei de boca aberta...queixo caido..logo abaixei a cueca e comecei a salivar... meu deus.. ainda mais eu sendo japa (aquelas piadas de tamanho né!), percebi a diferenca de ter um pipizinho ( logo vi que o meu estava mais pra um clítoris mesmo perto do dele) e ter um pau, um pauzão de verdade bem na minha cara!...
Aquela sensação era indescritível, fiquei hipnotizada pela beleza de um pau de verdade, as veias,o comprimento, a grossura, a glande, grande e lisinha,num rosa escuro brilhante, parecia estar olhando para mim!... Não resisti e peguei de leve com carinho.. toda assutada pela dureza e temperatura daquele pintão!Olhei entao pra cima e vi que ele estava rindo de mim..aquela risada de homem safado que todos têm sabe?
Senti então suas duas mãos nos meus ombros me empurrando para baixo.. nessa hora senti o que estava prestes a acontecer... um dos momentos que toda cd espera a vida toda...Ele puxou um travesseiro e jogou no chão na minha frente...
E lá estava eu, de joelhos, calcinha atolada na bundinha, lingerie mega sensual,salto alto, e com minhas duas mãos no pau dele, punhetando levemente.. e com água na boca! (já já seria leite!)
Uma coisa que toda putinha submissa tem q fazer é olhar pra cara do seu macho na hora do primeiro beijo na cabecinha do pau! Sempre fui super fissurada em sexo oral, e agora chegava a hora de pagar meu primeiro boquete!
- Mari, ja chupou pau de alguem antes?
- Não, não tinha nem beijado outro homem antes!
- Hahaha... relaxa e aproveita gatinha... faz de conta que é um pirulito (nossa que pirulitao), pode lamber e chupar a vontade é todinho seu.. no final tem recheio de leite condensado! e acariciou a minha nuca, subiu para a parte de trás da minha cabeça, e tocou os meus lábios com a cabeca do pau.... só nao vale morder! (sim, consigo abrir a boca sem mostrar os dentes!)... tá de boca aberta agora tem que cair de boca gata!
Essas piadinhas machistas e humilhantes sempre me excitaram muito!.. a sensação de ter um pau de verdade na mao é indescritível, na boca entao.. hummmm...humilhação, submissão, mas muiiiiito tesão!
Me senti então uma menininha de verdade!, agora era oficialmente uma putinha chupeteira de verdade! Depois do beijinho... um beijinho de lingua naquela cabecinha molhada, era muito lisinha e gostosa,comecei a sugar levemente.. ele gemia a cada sucção minha... comecei a fazer aquele sobe e desce que vcs tanto gostam...
- Mari, parece clichê, mas é a melhor chupeta da minha vida!
Eu sorri pra ele de boca cheia ainda,(eles realmente adoram quando olhamos para cima) continuando o sobe e desce, minha calcinha explodindo ja de tao durinho q eu tava... lambi toda a extensão do pau... explorei cada centimetro.. apalpei suas bolas que davam 3 das minhas bolinhas!... lambi seu saco... chupei suas bolas e senti o pau crescer cada vez mai e ficar cada vez + duro... então resolvi fazer o que toda mulher sempre tenta no primeiro boquete, sabe, é questao de orgulho!
Tentei colocar o máximo que dava na minha boca, comecei a engasgar, a cada engasgada eu tentava mais fundo e ele gemia mais alto! Vcs adoram isso ne? doi sabia? e não, por mais que vc ja tenha uma garganta não sensivel, é impossivel a garganta profunda no primeiro encontro!
Ele segurou meus cabelos em forma de rabo de cavalo, e comecou a fazer um vai e vem.. estava literalmente fodendo a minha boquinha! Senti o seu saco bater no meu rosto, nada mais humilhante que levar bolada no queixo né?
Ele fodeu minha boquinha durante uns 10min e depois me deixou continuar do meu jeito..
a cada chupada e sobe e desce eu fazia melhor e mais gostoso... perdi a noção do tempo enquanto matava a minha fome de pau...
O pau comecou entao a dar umas tremidinhas e inchar..eu ja sabia oq estava pra vir...só nao sabia como reagir... ele tirou da minha boca e comecou a se punhetar na minha cara... fui a loucura..! tao louquinha que me esqueci da piada + importante! ( nunca se esqueçam meninas... não deixa gozar na cara não, mete a boca!) não achei q no primeiro encontro eu ia levar esporrada na cara!
O pau tremeu e comecou a espirrar, ou melhor esquichar muito, mas muito leitinho! a primeira foi na testa, depois na bochecha, cabelos, quase acertou no meu olho, antes de eu me lembrar de por na boca... coloquei na boca e ainda tive que sugar muita porra antes de deixar o pau dele limpinho...(sim sou fa do peter north) cheguei a pensar que a porra dele tinha cerca de 30 vezes mais chance de engravidar uma femea do que eu!Aiiii.. ia dar ate vergonha de gozar na frente dele...ele ia ver que minha porra era menos que o pre-cum dele!
Meninas, não tem segredo, o gosto é forte, o cheiro é forte e de agua sanitária e tipo meu amargo e gosmento, gruda no dente e desce devagar na garganta... mas vou falar...
é uma delícia... e vicia! Além da sensação de missão cumprida!

FIM DA PRIMEIRA PARTE

correspondam-se comigo pessoal! demoro + respondo! mmiyuki89@yahoo.com.br

 

 

 

 

Como virei uma putinha

Olá eu venho contar uma das minhas experiencias que continuo realizando até hoje.
Fiz amizade com um vizinho isso quando morava em SP, onde estava louko pra transar não com mulher mas sendo uma, desde criança eu sempre me transformava em menina, eu adorava e cada vez mais me aperfeiçoando, até esconder tudo, dai mostri para minha mãe que ficou louca comigo e depois ela contou para minha irmã mais velha, que ficou me perguntando como fiz para esconder o dito, um dia mostrei para ela e apartir dai ela só queria me provocar dizendo olha que homens gostosos aquilo me deixava doida, pois o que eu mais queria era me olhar no espelho e não ver nada pendurado, apenas aquele vãozinho que eu adoraria ter, mas o tempo passou eu me tornei amigo do meu vizinho agui,até que um dia estavamos sozinhos em minha casa ai não aguentei e me produzi para mostrar para ele, logo ele ficou loko ao ver eu vestida de bikini fio todo lizinho de batom salto e tudo que tinha direito, logo passou a mão em minha bundinha isso me deixou com mais tesão, logo não aguentando mais me ajuelhei na sua frente e baixei seu short e a cueca pra me revelar o que eu mais queria ver aquilo enorme e duro na minha frente não resisti e cai de boka chupando tudo, ele não aguentando muito tempo e só me elogiando como chupava gostoso, logo explodiu num gostoso orgasmo, enchendo minha bokinha toda engoli tudo que pudi, ficamos conversando um tempo até ele se recompor e fazer o que eu mais queria leveio para minha cama empurrei-o na cama já decidida em possuir aquele lindo e gostoso membro dentro de mim.
Dei uma chupadinha e logo tirei o bikini de ladinho e encaixei-o no meu reguinho foi uma loukura sentir aquela cabecinha me invadindo com aquele calor sem igual, fui com muita sede e quando ele se deu conta estava todo atolado em minha bundinha fogosa, iniciei uma cavalgação em ritimo lento pois queria sentir lá no fundo depois de uns dez minutos ele pediu para trocar de posição fiquei de quatro ele me alisou a bundinha lisinha e meteu sem dó até eu vi estrelas e não aguentando mais me encheu de novo, logo ele desmaiou em cima de mim eu tava tonta de tanto que gosei naquele mastro que me fez sentir a senseção mais gostosa que havia sentido, logo virei sua putinha e dava pra ele quatro vezes por semana cada vez mais gostoso.
Contei para minha irmã o que tinha feito ela me deu um abraço e me elogiuo bastante e perguntou se eu tiha gostado de ser mulher?
responi que sim dai em diante ela passou a me dar acesso s suas roupas desde que as devolva limpas, eu adorei.
Logo ela me pediu para me montar para ela ver como tinha vestido para ele, de novo coloquei o bikini e o salto logo ela me elogo e disse que eu fiquei gostosa logo me deu um tapa na bunda e rindo falou isso vai levar muito cacete.
E me perguntou se já tinha esperimenado um moreno?
Respondi não e fiquei curiosa ela me disse apenas experimenta depois me conta.
Confesso que fiquei curiosa e como tava de bikini confessei que estava com muito tesão logo ela me deu cartão verde para que se eu quisesse ela arumaria um macho para mim só pra me ver transando como uma puta.
Mas isso é pra outro dia que contarei. rsrsrsrsrsrsrsrs.

Crossdresser de Sampa, com foto e que trabalha na área de Educação, procura por relacionamento sério

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Bom, apesar de nao ser do meu feitio, vou tentar ser direta, uma vez que percebo que a maioria das pessoas nao costuma ler as coisas. Meu nome é Paty, tenho 30 anos, 1,68m., 65kg.,corpo todo lisinho, sou crossdresser, independente, nível superior, tranqüila, passiva, carinhosa... Enfim, sou uma pessoa simples, que procura algo SÉRIO E ESTÁVEL. Pretendo voltar a morar sozinha até novembro, na zona oeste de SP, trabalho na área de Educação e não curto promiscuidade. Por isso, procuro um homem de bom caráter, bom papo e que goste das coisas boas e simples da vida, para um relacionamento gostoso e sincero.
Não tenho problema com idade. Pra mim, o que vale é atitude e caráter. Só peço que homens casados, enrolados, indecisos, complicados e/ou comprometidos NÃO me procurem. Quero conhecer alguém pra construir uma história do começo, sem stress.
Tenho um blog em que escrevo sobre sexualidade, sob meu ponto de vista. Se quiserem conhecer um pouco sobre mim, dêem um pulo lá:
http://cdpaty.blogspot.com
Meu álbum de fotos está no uolk. Meu look atual é o ruivo:
http://patypatysp.album.uol.com.br/uolk
Termino essa apresentação com um texto do Fernando Pessoa que eu adoro e que me inspiro na busca de um homem que me ofereça isso:
"Eu quero um colo, um berço, um
braço quente em torno ao meu pescoço
E uma voz que cante baixo e pareça querer fazer-me chorar
Eu quero um calor no inverno
Um extravio morno da minha consciência
E depois sem som
Um sonho calmo
Um espaço enorme
Como a lua rodando entre as estrelas ".

 

Dicas de como cuidar de seu homem

Desde os 19 aninhos já era uma bichinha perfeita, sempre feminina, viadinha, mas sempre amando a minha condição. Nunca quis ser mulher, e sabia desde o início que minha função era dar prazer aos homens. Ufa! Acho que foi a coisa mais difícil que tive que me confrontar. Claro que me apaixonei, tive alguns homens e boas estórias para contar. Comecei com uma brincadeira, virei amante, e hoje sou praticamente esposa de Guto, o ainda marido de uma cliente minha no salão.

Para vocês, bichinhas, que estão em busca de algo sério, primeiro de tudo, coloquem-se em sua posição. Somos o objeto deles, seus brinquedinhos. Nascemos para satisfazer e obedecer nossos homens, e nossa condição é a de bichinhas submissas. Somos nós quem queremos, desejamos, amamos aquele cheiro de homem, aquelas coxas grossas, aquele pau duro e gostoso que entra e fode nossa boca e nosso cuzinho. E sabe por que? Por que nos sentimos bem assim, nós queremos isso, e desejamos ser vice-esposas de nossos homens e em troca receber tudo o que as titulares não recebem. Somos bem e muito bem comidas, chupamos e damos a bunda muito melhor do que elas, e ainda, quando eles querem, ainda podem usar nosso brinquedinho, que está sempre a disposição.

Amigas, uma das premissas iniciais é que a produção para nossos homens deve estar sempre impecável. Para quem é super patricinha como eu, o rosa e as rendinhas não podem faltar. Vestidinhos curtos rodados, rosa pink, calcinhas rosa (sugiro as da Victorias’s Secret), longuetes, são essenciais. Sugiro abusar das rendinhas e adereços. A calcinha eu gosto de fio dental, claro. Amo ligas e camisolinhas estilo baby doll, preferencialmente as transparentes. Cintos, cetim, pregas, e bordadinhos também fazem parte do visual. Para arrasar num traje de noite, um vestido longo, meio ombro, decote médio, justésimo. Para o usual do dia a dia, uma mini saia, shortinho jeans, e um top são minhas sugestões. O salto alto agulha é básico, eu prefiro sandálias, douradas, rosa ou prateadas, as presas no tornozelo são muito sensuais. Para o inverno, as botas de cano longo. Um dia meu gato me fodeu em pé por trás, enquanto eu fazia o almoço, e o que facilitou a vida dele, foi o salto 15. Eu amo vestidinhos rosa pink curtinhos e rodados, colados ao corpo. Meio ombro, tomara que caia (para as que tem seios). Mas cuidado, amigas!! Para as que tem pau grande, os vestidos colados podem virar uma surpresa. Quando ficamos excitadas, pode marcar o vestido.

Uma boa paty não pode ficar sem vários adereços. Brincos de argola, tiara na cabeça estilo princesinha, uma gargantilha podem ser ótimos adereços. Eu amo pulseiras. A bolsa, claro, essa não pode faltar. Para mim, quanto mais paty, melhor. Uma coisa que eu amo, é ser fodida de quatro, e escutar o barulho das pulseiras balançando, sentir os brincos balançando, uiiiii, divino. Da mesma forma é delicioso ser comida de roupinha, dá uma sensação de que o gato vai te devorar.

O make, amiga, esse você tem que caprichar. Rimel, sombra, delineador, e claro, o batom, ou gloss, essencial para a bicha. Eu amo rosa, e uso muito batom dessa cor. Prefiro os que são um pouco mais cremosos, sabem por que? Claro, para chupar o pau, que deixa tudo mais macio e desliza muito melhor. E de mais a mais, imaginem como fica o seu macho vendo uma boquinha bem pintada subindo e descendo no pau dele. Ou então, você ali paradinha e ele fodendo sua boca. Simplesmente divino né? Vou dar uma dica, se você é uma viadinha, seja por completa. Sempre de batom e salto, sempre! Não esqueça das unhas, bichinha tem que estar sempre com a unha feita, e combinando. Já imaginou você segurando o pau do seu homem com aquela mão masculina? Uiiiii, nem de longe, tem que estar pintadinha, combinando com o batom.

Como uma viadinha deve se comportar? Claro, sempre delicada e feminina, abusando dos trejeitos. Todos sabem que você não é mulher, mas você deve se esforçar. Eu, por exemplo, ando sempre no salto, bundinha empinada para trás, e rebolando. Gestos delicados, cruzada de pernas, e sempre obediente a meu macho. Um dia eu estava na casa de meu gato, e ele me mandou fazer um boquete. Delicadamente me ajoelhei, tirei o cabelo da testa, e com carinho coloquei a boca e comecei uma mamadinha, com amor. Ser safadinha, amigas, não quer dizer ser rampeira, uiii!! Você pode dar para o seu macho, bem safada, bem viadinha, mas com amor, o importante é que você se coloque na condição de bichinha, mas pode beijar na boca, fazer carinho, toda dengosinha, fazer amorzinho. De vez em quando é bom que ele seja mais forte para mostrar quem manda. Um dia eu estava dando de quatro para o meu macho, ele me segurou pelo cabelo, mandou eu inclinar a cabeça para trás e colocar a língua para fora. O safadão cuspiu dentro da minha boca, para dizer que eu era sua propriedade. Foi exatamente como me senti, como objeto dele. O importante é seguir as ordens, amigas. Meu maridão ama que eu desfile para ele de lingerie e salto, e eu amo colocar uma calcinha transparente, porque sei que ele adora ver o meu pau duro.

Como tratar uma vara, amigas? Isso é muito importante. Tem que ser com delicadeza, carinho, é nosso instrumento de prazer, de desejo, de obsessão. Para chupar gostoso e dar muito prazer ao seu homem, o batom é muito importante. Prefiro os de cores fortes e macios, que fazem com que a boca deslize na vara. Chupe com carinho, com amor, seja devagar ou rápido. Eu particularmente gosto de chupar ou lento, ou em velocidade moderada, porque sinto o pau latejando dentro da boca, aprecio cada centímetro, e faço uma pressão leve, para aumentar o prazer do meu gato. Passar a língua na cabeça e no buraquinho é essencial. Também é bom fazer carinho no saco com o pau na boca, normalmente os homens vão a loucura. Alguns gostam que enfiem o dedinho dentro do cuzinho durante o boquete. Minha técnica preferida é chupar em velocidade moderada, sem colocar as mãos. Seja de joelhos, com o gato em pé, ou deitado. Ele vai a loucura. Gosto que goze na minha boca e na cara, e quando sinto que ele vai gozar, aumento um pouco o ritmo, aliso o saco, e sem tirar a boca, tomo tudinho, ou coloco a língua pra fora para levar um banho de porra. Aiiii, delícia. O importante é dar prazer ao homem, e ele sentir que está te dominando. Chupar é um ato de submissão total! A bicha por excelência!! É ótimo também quando ele simplesmente quer foder sua boca, e gozar lá dentro. Mas aí a escolha é dele, affff!

Amiga, nosso buraquinho sempre tem que estar à disposição. Somos objeto de prazer dos homens, e quando eles simplesmente querem nos foder, temos que dar né? Tem vezes que meu gato vem aqui em casa, eu abro a porta, levo um tapa na cara, ele me encosta na mesa, levanta meu vestido, mete, fode, goza e vai embora sem dizer uma palavra. Nem chupar ele deixa. Mas enfim, é isso mesmo. Eu adoro ser comida de quatro. A posição da bicha submissa. Amo quando ele me segura pela cintura e mete forte, me xingando. Amo sentar no pau dele também, e levantar as pernas para entrar tudinho. Importante, eu gosto, pode ser que vocês gostem, enquanto sou comida, meu gato me masturba, segura forte meu pau. Eu amo gozar na mão dele. Outra delícia que eu recomendo, é quando estou dando a bunda de 4, meu gato fica parado, com o pau duro, e eu mexo a bundinha para frente e para trás. Tem um segredinho, amigas, inclinem-se para baixo, empinem a bunda, que a cabeça do nosso pau vai roçar na cama nos dando muito prazer, enquanto você faz o movimento, e vocês dois gozarão juntos. O máximo!!!

Por fim, seja sempre delicada, meiga e safadinha. Deixe seu gato lhe usar, humilhar, isso é bom paras nós. Meu macho ama me dar banhos de mijo. Eu fico ajoelhada na frente dele, depois de chupar, claro, e ele me mija todinha. Também adora bater com pau na minha cara, e ai de mim se as tarefas domésticas não estiverem prontas, e ai de mim se eu estiver sem salto, calcinha ou batom. É, dá trabalho, mas compensa. Depois você cai de boca ou se agarra naquela vara e não quer mais soltar né? Sempre assim...

 

Virei Luana

Conheci Verônica numa sala de bate-papo e além do nome que acho lindo a palavra “cross” me chamou a atenção.
Teclamos um bom tempo e ela me explicou o que era uma crossdresser.
Trocamos e-mails e depois de alguns dias telefones.
Ela era executiva de um banco na Paulista, residia nas imediações e procurava alguém fixo.
Eu administrava um restaurante também no Jardins, o que facilitava muito um encontro.
Eu era casado, mas de vez em quando comia uns caras que conhecia na net, mas tudo sem envolvimento ou compromissos.
Ela, quando de homem era branco, 1,74, uns 70 quilos, delicado, quase afeminado, embora não fosse assumido.
Eu, branco, 1,87 e 85 quilos, atlético, másculo, liso também, pois detesto pelos, e acima de qualquer suspeita.
Louco de curiosidade marcamos um encontro em seu apartamento.
Eu esperava encontrar um cara de calcinha e só; mas foi uma grata surpresa quando me deparei com uma mulher abrindo a porta.
Ela estava de calça jeans apertada, salto alto, blusa preta e peruca loira; suas formas femininas me deixaram extasiado.
Eu já sabia que ela tomava hormônios há anos e por isso seu pau era pequenino e broxa, logo não estranhei a ausência de volume entre suas pernas com aquela calça tão apertada.
Conversamos animadamente, pois tinha-mos muito em comum, até que ela me perguntou o que achei dela...
Respondi com um longo beijo de língua naquela boca carnuda e de batom rosa.
Neste momento pegamos fogo e fomos aos amassas até o quarto dela,
Eu a beijava toda, a apertava de encontro ao meu corpo e ouvia seus gemidos de excitação, cada vez mais altos.
Ela me alisava todo, dizendo que eu era gostoso e que queria ser minha mulherzinha.
Já despidos ela começou a beijar meu tórax, mamou nos meus mamilos e foi descendo aquela boca deliciosa pelo meu corpo até chegar ao meu pau que estava duro feito pedra e todo babado.
Começou a me chupar devagar e foi aumentando o ritmo até enfiar tudo na boca, até a garganta e parar assim por algum tempo.
Eu me contorcia e urrava de tesão; nunca havia sentido tanto prazer em ser chupado.
Ficamos assim algum tempo e ela me virou de bruços, foi para minha nuca e novamente descendo aqueles lábios deliciosos pelas minhas costas até que chegou na minha bunda.
Foi abrindo minha bunda com a língua e encontrou meu cuzinho que até então nunca havia sido tocado.
Começou a me penetrar com sua língua safada e eu num gesto involuntário me empinei todo para ela.
O auge do êxtase chegou e gozei loucamente sem ao menos tocar meu pau.
Ficamos deitados alguns minutos e depois fomos tomar um banho pois eu estava todo melado de porra.
Aí pude observar aquele corpo lisinho, com um pau quase infantil e um saquinho bem pequenininho, peitinhos despontando como numa adolescente e as curvas bem femininas dela.
Voltamos para a cama e recomeçamos tudo com longos beijos...
Fizemos muitas loucuras; eu chupei seu pintinho, algo inédito também, e comi aquele cuzinho apertado e rosado por muito tempo.
Viramos namorados.
Falávamos-nos todos os dias por telefone e nos víamos umas duas vezes por semana e minha esposa nada desconfiava.
Um belo dia, ao chegar em seu apartamento ela me disse que queria fazer algo diferente comigo.
Perguntei o que e ela disse “te vestir de menina também”.
Eu disse que não achava que ficaria bom pois sou grande, músculos definidos e cara de homem; acabaria ficando caricato e tiraria o sentido de ser crossdresser...
Mas quando ela disse “por favor” com a carinha mais safada do mundo eu respondi “ta bom”.
Fomos para o quarto e sobre a cama já estava uma vestimenta completa para mim.
Primeiro me ensinou a esconder meu pau, e me ajudou a colocar a calcinha, depois o sutiã, a meia calça e a saia jeans, depois a blusinha de alcinha não muito justa.
Eu estava achando estranho, mas adorando a brincadeira.
A peruca preta tipo Chanel veio em seguida e depois a maquiagem.
Depois de aproximadamente uma hora ela me levou até o espelho e disse “olhe!”.
Abri os olhos e vi um mulherão refletido no espelho.
Fiquei tão excitado, tão abobado com o resultado que disse “não acredito” e ela respondeu “agora somos duas amigas lésbicas e você será a partir de hoje a minha Luana”
Nos atracamos num delicioso beijo; meu pau que estava duro saltou para fora da calcinha e meu saco que é grandinho também escorregou para o lado deixando minhas bolas livres.
Como eu já havia descoberto que aquela língua safada no meu cuzinho me dava um enorme prazer foi fácil me entregar a ela como se eu fosse a mulherzinha e ela o homenzinho da história e apesar dela ser broxa eu adorava cada esfregada daquele pintinho flácido no meu buraquinho e tudo o que ela falava, sempre se referindo a mim no feminino daquele dia em diante.
Agora nossos encontros tinham mais cumplicidade ainda, eu era o ativo mas era tratado como uma mulherzinha e adorava cada segundo daquelas loucuras deliciosas.
Ela continuava a ser minha putinha, minha mulherzinha delicada e feminina, mas agora eu também era uma menina safada e achava muito mais interessante do que quando eu era só o menino.
Ficamos juntos por dois anos e meio.
Um dia ela me falou que havia sido procurada por um Hunter que ofereceu uma vaga num banco em N.Y. e que ela estava muito afim de aceitar pois isso seria a coroação de sua carreira aqui e abriria um mar de possibilidades lá fora.
Eu respondi que apoiaria sua decisão, fosse qual fosse.
Não havia paixão entre nós, mas sim uma cumplicidade absurda e uma enorme vontade de ver o outro feliz.
Embora ela tivesse já um patrimônio bem sólido esta proposta era muito importante para ela.
No nosso último encontro passamos um final de semana montadinhas e trepando de todas as formas para selar a despedida.
Alguns meses depois de seu embarque perdemos contato; mudei de e-mail, de emprego, troquei o celular e a vida se encarregou de nos afastar, mas nunca esquecerei dos momentos vividos ao seu lado e nem tampouco esquecerei que ela é a responsável pelo nascimento da Luana.
O gosto pelo mundo cross me pegou de jeito e sempre que posso me monto, mas sem a maquiagem pois não sei fazer e nem tenho como guardar coisas de mulher pois continuo casado e minha esposa não aceitaria este meu outro lado.
Sai com uns três homens usando basicamente calcinha e camisolinha e fui passivo, mas não curti muito e ainda não encontrei outra CD com quem eu possa ter a mesma cumplicidade que com a Verônica, mas quero amiga passiva para juntas sermos cúmplices,
Entre em contato...meiga.sp@bol.com.br / lapa.sp@hotmail.com

Caminhos descruzados

          PREPARATIVOS

   Tudo aconteceu muito rápido. Mas devo dizer que a culpa não foi só  minha.  Antes,
 uma “arte” de meu velho e bom amigo Gustavo. Depois disso passei a ter mais cuida-
do. Ou pelo menos se tenta.
   De qualquer modo  o feitiço virou contra o feiticeiro. E todos lucramos com isso.
   Não é sempre que aquela simples virtude chamada ___atitude___ pode mudar  pa-
ra melhor toda uma história de família !...
   Era que ia haver em nosso clube uma dança junina. Um baile caipira daqueles tradi-
cionais. O que havia de diferente é que, na parte propriamente da dança as garotas iri-
am vestidas de homens e os meninos deveriam aceitar um desafio : irem vestidos  de ...garotas. Seria uma bela “caipira ao contrário “...
   A localidade em que eu morava ___pequeno pedaço luminoso dos apagados subúr-
bios ___era tão calma e pacífica que lembrava uma cidade do interior.
   Eu ia fazer de quatorze para quinze anos, era bem querido ali ... e enturmado.
   Vivia bem com a mãe e a irmã___mais velha que eu ___ e o único  problema  era o
pai.O pai ___que já tivera sucesso na vida, quando mais novo___acabara  se  apagan-
do na localidade. Pra dizer a verdade, não me tratava bem. Havia um  certo desrespei-
to.  Isso acontecia, embora eu tentasse acender várias lâmpadas que   iluminassem a-
quela alma.
   Problemas eu não dava. E era até um defeito  minha  qualidade  de  caráter. Talvez aprendida com a mãe ___levava tudo a o pé da letra. Tanto às vezes exagerava  que
faria mesmo a honestidade parecer desonesta, o jejum, gula ____e a castidade... uma liberdade ...irrestrita.
   Reconhecia isto e tentava mudar ( embora fosse difícil !,,,)
   Neste setor da vida só o belo e bondoso empurrão do Vento da Providência  dá  jeito
(coisa aprendida, sabida e repassada !...)
   Era uma tarde de domingo, clara, o ar diáfano de não mais ver. Era um junho com sa-
bor de setembro ___quando se abrem as espigas... e as rosas ! E foi aí  que o Gustavo apareceu...
   Deveria ter suspeitado, que o riso dele destoava da tarde ___não era claro !
   ___Ôi !... logo me disse depois de entrar. Nossa casa era confortável e nos dirigimos
ao quarto. “Vim informar da festa caipira ___você está convidado ___  continuou.  Mas
essa ano tem uma coisa nova ... Explicou então que seria ao contrário. E aí, rindo, e de-
pois vi o por-
quê ___completou.”Eles pretendem que não se vá propriamente de “caipira “, mas  co-
mo se fosse uma festa glamourosa e solene. Olhou para o  chão e arrematou :  as  me-
ninas trajando impecáveis smokings e os meninos... bem...como se vai a estas  festas...
   ___Mas quando é ?...falei, admirado.
   ___Daqui a duas semanas___dá um bom tempo para se arrumar!...
   Bem, foi aí que começou o “erro”.
   Despedimo-nos e eu... acreditei.
   Até pensei em não ir. Mas minha irmã __sempre séria e responsável pra tudo__  ha-
via ouvido e instou comigo. Ela mesma me ajudaria nos preparos.
   E duas semanas foi pouco para os preparativos.
   Numa bela manhã um pouco chuvosa saímos para as compras.
   Andamos bastante e quase voltamos, depois de percorrer os shoppings da região.Na-
da agradava minha irmã.
   ___Quem vai se vestir ? Eu ou você ?...
   ___Está bem... mais uma chance.
   No último shoping center encontarmos um andar deslumbrante. As  vitrinas  coloridas
 com exuberantes trajes de gala. Havia desde lindas camisolas para solenes  casamen-
tos  aos mais perfumados cor de rosa e enlaçados vestidos para damas de  honra. Em  todos  os  tons : azuis, verdes, amarelos. E havia vestidos   de noite,  as  cinturas  enla-
çantes,  as fímbrias docemente bordadas.
   Enfim achamos uma vitrina que nos atraiu pela originalidade.  Desejávamos, mesmo, conhecer o vitrinista ( ou a vitrinista ).
   “Bem... entremos !...” ___disse ela __entre tantos laços lindos ___  retomou :  “Você escolhe, eu experimento . Em casa vamos testar em você ...”
   Dispenso o longo caminho até acharmos o traje ideal. Mas só pra dar uma idéia , eram roupas muito elegantes que conjugavam todo o alfabeto das boas roupas ___laços, exó-
ticas rendas, bordados que tornam a beleza que Deus deu visível e mais concreta ___tu-
do da brancura do lírio à grandeza amarelada do  ouro do  Sol... Tudo   um   só perfume  
que ganhava o ambiente e mais além. Só há uma palavra pra dizer isto : lindo!...
   Sorri ao vê-la saindo do provador, uma linda postura delicada e amorosa.
   Havíamos escolhido.
   ___Bem...um terço da missão foi cumprida, disse minha irmã ___saindo os dois da loja com um belo pacote. Agora, um das coisas mais importantes ___disse ___  indicando  a sessão de lingerie .
   Lá estacou : que tal uma linda cinta-liga combinando também com um belo soutien ? Ah ! ___ e calcinhas! ....
   Dentro da loja, escolhemos.
   A cinta-liga com tons de negro combinando com o vestido que era amarelo ___  lindos brocados de pérola à região dos seios, uma faixa com um belo laço. “Olha, vamos quebrar essas cores”, ela disse. E pegou um soutien cor-de-rosa, bojo amplo, elástico como o quê. As calcinhas vieram por último ___cheias  de  rendas, fofas  e  também  rosa em seus tremeliques.Só que nisso ela foi farta ___comprou-me mais ___”sempre se precisa”___ela disse...
   Fomos ao setor de meias e ela me sugeriu umas rosa-claro. “Fica mais festiva!”, ela me ponderou, olhando minhas pernas como se antevisse como ficaria a saia do vestido abrin-
do em contraste.
   Isso feito, saltos altos.
   Rica era de caixas e prateleiras a sapataria.
   “ O problema é equilibrar-se nesses saltos ...”
   “Mas fica bem... Experimenta !... Não tem ninguém olhando !...”
   Um tanto receoso deslizei os meus pés de pé fiquei perfeitamente equilibrado depois de duas tentativas...
   Ela olhou, olhou e olhou. “Vai ficar bem “___por fim disse... Vamos levar ...”
   A sessão de maquiagem foi a mais demorada. Havia mil e uma  riquezas  em  estojos compactos, lápis e tubo.
   “Batom Pink...delineador...sombra...modelador ciliar... ah !...rouge ___não pode faltar !___ pan- cake...pó-de-arroz...loção...”
   “Tudo pronto. Vamos...”
    “ O meu brinco eu te empresto !...”

 

            EM  CASA

   Chegamos em casa  justo para o almoço. Descansamos. (Afinal, merecíamos ...)
   “De tarde” ____ disse  minha  irmã ___”...vamos  treinar... Agora,  o  melhor   mesmo  é tirarmos um bom sono e ficarmos descansados.
   Não sabia___disse de minha parte ____ que se vestir dava tanto trabalho !... Vocês são uma heroínas !...
   “ Apenas , isso faz parte do jogo ___tornou ela com um ar sábio.
   Bem   de tardinha,  acordamos. Havia  prenúncios de  sol  como  se  as  nuvens  fossem afugentadas. A tarde se prolongava clara como se quizesse recuperar os cinzento  anterio-res do dia.
   Automaticamente minha irmã me levou para o quarto. Passou a chave ___não fôssemos perturbados em coisa tão importante. E logo estávamos em volta de todos aqueles pacotes abertos. Estendemos tudo sobre a cama para atuarmos por partes.
   ___Deixa ver...___coloque primeiro a cinta...
   Eu o fiz ( com uma certa dificuldade )
   ___Não, não vai dar certo ___falou, olhando o efeito. Vê?!...Você  está  muito  cabeludo. ..Vamos!...
   Levou-me ao banheiro. Lá, tirando todo o material que  já   tinha  fez-me sentar  e  proce-
deu a uma sessão de depilação. Total.
   ___Agora, sim . Olhe como ficou no espelho !
   Realmente, o resultado era o mais limpo. Aliás ___ o mais limpo possível.
   Passamos, então, ao soutien e às calcinhas. Ela me ajudou a colocar, tudo  fazendo um belo contrate ___ o rosa sobre o branco ___ cores calmas, bem pacíficas.
   “Ótimo ...” ___ disse ___” dá uma andadinha ...”
   Andei, meio sem jeito, ela me corrigindo.
   ___ Olha, não é questão de beleza, mas de tempo. O Tempo é um supremo desenhista. Nós, muheres, temos um outro tempo interno. Ele deve fluir com calma, mas com atitude !
   Depois de um certo tempo as pétalas já se mostravam.
   Tirou ela do embrulho o vestido. Ajeitou-o e falou : “chega aqui!... E suspendendo-o com as duas mãos : “vai cair como luvas !...”
   Entrei.
   Os laços ajeitados, fazia um contorno longo, a cintura mais estreita ___  a  saia rodada...
   ___ Falta uma coisa.
   Ela foi até seu próprio quarto e trouxe...
   “Isso vai ficar muito bom !”. Era uma meia saia, própria pra ficar por baixo, lisa e rugosa
 a um só tempo, cheia de efeitos como a alma da brancura dos pompons.
   Coloque agora os sapatos.
   Coloquei... Dei então duas meias voltas e voltei enfim à posição original...
   Ela se abriu num sorriso.E só exclamou :
   ___Nossa Senhora de Todos os Sonhos !...
   (Era uma entidade mística que ajudáramos a criar... Ela realizava todos os sonhos, mas preservando o Amor !)
    “Ficou ótimo !...”
   Demos uma pausa pra tomarmos refrigerantes. Sentei, com    certo  cuidado ___  e   nos olhamos enquanto matávamos a sede.
   ___Faltou só uma bolsa. Pra mulher, ela atua como uma memória. Vou    conseguir  uma
pra você...
   Treinamos bastante nesse dia. Realmente minha irmã estava encantada. Lá pelas   cinco da tarde paramos. E só faltam os cabelos. No dia mesmo nos  aprontamos.  Tenho   idéias
 que vão deixar sua cabeça rica de sugestões...
   E assim se passou todo esse dia.

   Dois dias antes da Festa ___minha irmã mais alvoroçada do que eu.
   Um dia ante da Festa ____ repassamos  todas  as   lições. A  elegância  requerida  para andar, a postura, a atitude.
   Dia de Festa.

   No dia da Festa, acordamos cedo, tomamos café. Ela iria me fazer o cabelo pela parte da tarde e às seis horas me levar de carro até  o  clube.  Minha  situação  com meu  pai   havia piorado. Ele estava ríspido, talvez nos culpasse pela perda de seus sonhos...
   ___Atitude,disse minha irmã. Vou lhe repassar alguns segredo...
    ___Acho que você está levando isso muito a sério,è só uma festa à fantasia...
   Ela apenas olhou e disse : “Pronto para o banho ?...”
   Foi um banho caprichado, com muito “shampoo” e condicionador.Ela me havia  repartido um segredo : deixar a água atuar como mensageira. É uma de suas funções. Ao banhar ela modela e tudo passa a ser mais fluido.É o tempo  fazendo   mais tempos.   Pronunciava   as palavras liquidamente. O tempo passa e as coisas mis importantes, elas ficam. E é só deixar água agir. Ela  tem  poder  curativo. O  que  dizer disso ? ... Afinal   era  muita  Sabedoria.  A modéstia da Filosofia que é a sabedoria, mas incorporada à vida. Acabei  o banho e  ela me preparou. Antes me passou as puras cremosidades e loções. Me perfumou.
   Os cabelos.
   Ela havia me recomendado que não os cortasse. Ela mesma faria o corte. E  o  fez. Tenho cabelos castanhos claros ( quando terminar a festa, eu corto de novo e deixo como estavam ___ ela me tranqüilizou ) cheios, com mechas. Ela  aproveitou  tudo  isso.  O   resultado  foi satisfatório: franjas e uma parte dele espigado.  Está  na  moda.  Colocou  um   aplique  não destoante, fazendo rabo de cavalo. E aprontou minha cabeça cheia de enfeites  estrelados. O cabelo faz primeiro, recomendou. Depois as roupas. Por último a maquiagem...
   Comecei, então e pela prática foi rápido. Cinco e meia e estava tudo  pronto.  A  cinta,   o soutien, as calcinhas ___ficaram estofadas e tive que ajeitar... “assim...mais naturais ...” Então as meias, linda meias rosa-claro, as prendi na extensão das ligas e, por fim, o vestido.
   Exuberante ___minha irmã disse.
   Olhei no espelho : estava.
   Sentei ao toucador.
   Ela então me colocou o pan-cake. Um pouco de rouge e passou às sobrancelhas e  aos olhos. Ajeitou meus cílios que ficaram engrossados e  consistentes de rímel,  passou  aos olhos. Fez olhos bem sólidos ___atitude,  dizia  ela ___    pálida  sombra  verde.  A   tudo arrematou com o frasco e perfume. Só algumas gotas. Acionou o borrifador, e... tudo  era
um outro ambiente.
   Ao olhar ao espelho mal pude crer.
   Era uma total transformação.
   Me fez pôr então os belos sapatos de saltos.
   Por último isso ___ fez ela ___tirando como que por mágica uma linda bolsa ___   tama-
nho médio, com uma cor contrastante.
   A bolsa ___me falou ela ___ está cheia de apetrechos que você  pode precisar.  E     era : pó-compacto, lenços de papel, uma mini-agenda com lugar para telefones, tubos de batom...
   Ultimou tudo com um par belo de brincos, como luzes brilhando, pendurado.
   O batom ela deixou para eu colocar.
   Um batom brilhante, de cor suave e rosada. Fui até o espelho e o fiz.   Toquei  os   lábios
 um no outro... e estava pronto.
   O trajeto até o clube foi rápido. Não muito mais   que    quinze    minutos. Mas  em  quinze minutos se pode decidir todo o futuro de uma vida!...
   Chegamos.
   E foi aí que tudo aconteceu.
   Bem antes de entrarmos passando pelo jardim    do  clube  cheio de    florzinhas  brancas, minha irmã me deu um sorriso cheio de admiração e me disse, comovida :
   ___Não sei por que, mas você está com cara de Myriam... E assim te chamarei !...

 

          A FESTA

   A chegada foi cheia de surpresas.
   Logo divisei o Gustavo ___que ria. Só então eu entendi.
   Toda a turma, em trajes caipiras... e eu ___todo enfeitado.
   O treinamento foi tão eficiente que eu causei espécie. Deslizava, tão bem   trajado,  que, surpreendidos, todos se afastavam pra me ver passar.
   ___Gregório ___é você ?...uma das meninas perguntou, surpresa.
   Todos quedaram, admirados. Na verdade não gostava do meu nome, apenas o aceitava. Me fora dado pelo meu pai. Minha irmã então interveio :
   ___Por hoje, só por hoje, o nome ... é Myriam!
   Sorri timidamente. Na hora da dança me chamaram. Dançamos e, solícita, as    meninas pediram que tudo finalizasse numa valsa. Dancei com uma delas. E o desfecho  foi  muito elegante !...
   As meninas foram outra fonte de surpresas.Fiquei receoso de alguma rejeição.Mas em
Todo o meu desempenho só lembrava de uma palavra : atitude. Cercaram-me,  curiosas, querendo saber muitas coisas, elogiando o   bom  gosto  do  vestido   e   da   maquiagem
impecável. Estavam, realmente, perplexas e admiradas !
   Na verdade havia razão para isso.
   A figura que u fazia era extremamente elegante. Emergia naquele vestido como um laço de flores. E era eu que colhia a admiração. As linhas da vestimenta encontravam a  sobrou-
pa folhuda como nuvem. Os cabelos brilhantes  desciam  em  cachos. Segurava  a    bolsa imitando delicadeza. E meu perfume abria um novo mundo !...
   Foi  então que vi ___ meu pai havia ido à festa. Ele  me  viu ___na atitude   que   sabia  todos   os   desastres   ( e  a  vida   é   cheia   deles ) e  seus  olhos  então  brilharam.  Foi comunicação instantânea. Atitude! E ao olhá-lo, senti algo novo : vi que tinha  ( assim  me parecia ) toda a aparência de todos os meus avôs e avós.
   A noite correu depressa   como toda a noite feliz. Amigáveis,  antes de ir,  os  amigos  e amigas me pediram que posasse para fotos. O fiz,caprichando na postura.
   Atitude ___minha resposta à  brincadeira do Gustavo . Que  não  ria mais. Parecia até mesmo mis admirado do que todos.
   Minha irmã me trouxe de volta e a Noite acabou...
   Os dias voltaram a ser iguais, voltei à minha aparência  de  todos os dias,  meu   cabelo voltou ao seu velho feitio...
   Mas havia ainda uma surpresa.
   Não sei como, meu pai passou a tratar-me com mais respeito. Voltou ao seu antigo brilho e logo arrumou uma ótima colocação. Iniciou-se  outro tempo  mais  brilhante  e feliz   para nossa família. A água, essencial, domada ___como deve ser em  nosso espectro  humano , desenhava outro tempo. Mais rico. Mais pleno. Mais feliz!...
   E mais... eu, tão subestimado, passei a ter um  tratamento   muito melhor. Tratamento só reservado___que a gente vê ___ aos príncipes... e às princesas.

SUNNY

 

A marca do sutiã me entregou

O que vou relatar realmente é verdade.
Aconteceu em 2008.
Sou cd desde criança, porem sempre escondida.
Era domingo de verão. Dezembro, minha mulher havia saído cedo pra casa da mãe dela, em uma cidade perto da nossa.
Ai que alegria, teria o dia todo para ficar a vontade e montadinha, e foi o que fiz........


Coloquei uma lingerie de rendinha Pink, a minha cor predileta,  calcinha um pouco comportada rsrsrs, e sutiã sem bojo, só rendinha , adoro, pois a natureza me privilegiou em ter seios ......42 que delicia, desde criança sou alvo de brincadeiras dos meninos , e daí ...........depois conto tudo.
Uma sandalinha não muito alta, um shortinho de cotton branco, uma blusinha tbm de cotton branca cavada e La estava eu andando solta pela casa, sempre passando na frente do espelho e me admirando ufffa que lindinha, estava pronta para começar a me maquiar , quando de repente a campainha toca , que susto , fui olhar era meu primo Carlos, lembrei que ele iria vir buscar um livro que havia emprestado, corri no banheiro tirei blusinha, o sutiã, a sandalinha e coloquei uma bermuda meio grande , pois não queria tirar o shortinho e a calcinha e fui atender a porta.........


Ele entrou e me olhou , nada falou , eu fui logo pegar o livro dele que estava na estante , e derrepente senti suas mãos me tocarem o quadril, nossa gelei , um frio me correu a espinha tremi toda , que isso Carlos , disse a ele , ai ele me falou , que isso digo eu , essa marquinha de sutiã em você........... gelei de novo .....
Nesse momento senti ele encostar na minha bundinha seu quadril e seu pau já duro sob a calça, nunca transei com homem , somente com travestis , nessa hora não sabia o que fazer quis sair e ele não deixou .


Sempre fui meio desconfiado de vc , sempre sem muitos pelos , esse peitinho só não levei em frente porque vc é casado, mas olhando bem vc é uma gatinha.
Quis me explicar mas não deu jeito, ele começou a me apertar , e esfregar seu pau já bem duro em mim , comecei a me arrepiar , então ele baixou meu calção e me viu de shortinho e calcinha a i não teve mais jeito, começou a falar coisas em meu ouvido....... vou te comer agora , vc ta muito gostosa , que nome quer que eu te de .... ai não agüentando mais falei a ele – Daniela – bem meigo – ta bom Dani – nessa hora me entreguei, vá colocar o sutiã e fique bem linda pra seu novo macho....corri para o banheiro e me montei, sutiã , sandália, shortinho e lógico um batom vermelho bem carregado, quando voltei a sala ele já estava nu , nossa nunca havia visto um pau tão grande, veio me pegou , me virou de costas e pos seu pau entre minhas pernas, olhei pra baixo e vi aquele mostro se esfregando em mim , quase desmaiei de tanto tesão, logo ele me virou e mandou eu chupar , não perdi tempo , cai de boca naquela vara linda e engoli tudo , lambi , beijei, nossa estava vendo estrelas..... então ele me colocou de quatro e começou a forçar a cabeça no rabinho, quando menos esperei estava entrando, senti um frio na espinha novamente e gozei sem por a mão, ele viu e ficou louco, ta com tesão bonequinha, então toma , e começou o vai e vem, me jogou no sofá de frango assado e novamente ate que senti seu pau começar a pulsar e ele louco me encheu com seu liquido maravilhoso e quente, aquilo escorria pelas minas pernas, nossa fiquei tremendo de tanto tesão..... logo ele tirou senti mais tesão ainda quando seu pau estava saindo  do meu rabo....... nos beijamos loucamente...... ele se limpou e foi embora , na saída me disse que viria buscar mais livros........ entendi o recado...rsrsrsrs, as próximas conto depois.
Bjs  dani

 

Me fez de mulher

Olá pessoal, há muito tempo leio contos e agora criei coragem para contar uma de minhas aventuras. Tenho 40 anos e alguma experiência, mas isto aconteceu quando eu tinha 35. Sou magro, rosto liso, feições delicadas, mas não aparento ser gay. Bom, eu sempre tive atração por homens com mais de 50 anos, foi quando eu conheci o Paulo, um advogado, cabelos grisalhos, alto, forte.

Fui entregar uns documentos em seu escritório e já passava das 18:00, eu estava impaciente esperando na recepção. Foi então que ele abriu a porta da sla, dispensou um outro cliente e mandou entrar. A sala era grande, mesa, estante, cadeiras e um sofá grande do outro lado. Notei que ele me mediu de alto a baixo quando entrei, mas não me toquei na hora. Enquanto ele examinava os documentos, passei a mão pelo pescoço, pois estava com dores na costas e no pescoço.

Ele notou e perguntou, eu disse que doia, tinha passado um dia estressante, então ele disse que sabia aliviar dores nas costas e se levantou dizendo para eu sentar reto. Então ele começou a apertar meus ombros, massagear o pescoço, e isso foi me deixando meio mole, ele falava baixinho e perguntava se estava melhorando, então elogiou meu rosto, dizendo que era lisinho e enquanto passava as mãos pelo pescoço seus dedos roçavam meu rosto, depois meus lábios, estava tão bom, aquelas mãos quentes e firmes, e eu me deixei levar e dei um beijinho nas pontas dos dedos.

Ele se animou dizendo que seria melhor se eu abrisse os botões da camisa, para massagear melhor as costas, atendi e ele gostou das minhas costas lisinhas, ele pediu para eu relaxar e fechar os olhos que seria muito melhor, então comecei a sentir sua respiração mais perto e seu perfume, então ele virou meu rosto e me beijou suavemente e eu correspondi, foi tão gostoso, que quando me dei conta, ele já me puxava para o sofá, foi tirando minha roupa devagar, chupava meus mamilos, então tirou seu pinto para fora e foi levando minha boca até ele, tentei resistir, mas ele era forte e autoritário, algo me impelia a obedecer

Então, depois que estavamos totalmente nus, ele pegou uma pomada e me virou de quatro, lambusou meu cuzinho e foi me preparando com o dedo, nessa hora eu já estava com tanta vontade que nem resistia mais, então ele foi me penetrando, devagar, só a cabecinha, eu gemia e ele parava, depois mais um pouquinho, eu gemia ele me acariciava, sussurrava e ia colocando mais e mais, até que eu senti suas coxas e bolas baterem no meu bumbum, então ele começou o movimento de tirar e por bem devagar, depois mais forte, dizia que gostava do meu cuzinho, que era apertadinho e tal, e que queria me comer numa cama, que me levaria num motel e faria todas as posições.

Senti que seu pinto deu uma engrossada, e ele ia começar a gosar, então me virou de frente, meteu de novo, olha nos meus olhos e me masturbava, gosei naquele mesmo momento, enquanto ele gosava dentro de mim. Exausto, ele tirou a camisinha, me fez chupar mais um pouuinho, depois nos limpamos e ele prometeu que fariamos outras vezes. Depois desse dia, ele sempre aparecia com uma surpresa, calcinhas, meias, shorts, pois eu era a mulher dele. Fiquei sendo a mina dele muito tempo.

apedrito007@hotmail.com

 

A travesti e eu

Vou relatar um caso dos tempos em que comecei a me descobrir gay, sabe como é, aquela vontade e angustia ao mesmo tempo, principalmente quando a gente acostuma com um parceiro e depois termina. Bom uma vez eu sai com uma travesti.
Como eu só tinha tido experiencia como passivo, achei que uma travesti mudaria isso. Corpo de mulher e coisa e tal, me faria mudar, a ser mais homem, mas estava enganado.
Procurei então pela net e fiquei um tempo analisando e me correspondendo, até criar coragem, foi então que conheci uma travesti, batemos um longo papo e ela tinha foto, era bonita, cabelos bem negros, e combinei uma visita.
Chegando lá, ela morava num apartamento no centro, e era muito bonito, bem decorado, limpo, ela me recebeu vestida com uma roupa de couro preta, cabelos negros, alta 1,80 e belos seios. Ficamos conversando um pouco, enquanto isso ela colocou um video porno, só para relaxar, contei minhas preferencias e algumas das últimas aventuras, e ela disse ficasse tranquilo e faríamos o que desse vontade. Ela me disse que se eu tivesse jeito para ativo ela descobriria e despertaria meu lado ativo e eu teria certeza do meu futuro.
Então ela se aproximou e começou a me beijar, primeiro com suavidade depois com furia, e eu fui me entregando, então ela me tirou a roupa e sugeriu um sexo lésbico, aí eu pirei, o que é isso, com quem? Nós, ela disse, vou te vestir que nem travesti e vamos ser duas travestis fodendo.
Ela tinha várias perucas, mas a que serviu era uma preta, tipo chanel, como eu tenho o rosto liso, maquiar foi fácil, ela passou um pouco de pó, uma base nos olhos e rimel preto, batom igual ao dela, meio marrom, meias daquelas furadinhas, que vai só até a coxa, presas por cinta, um baby doll e o mais legal, ela tinha aquelas botas até o joelho, nossa depois que olhei no espelho, parecia que eu estava vendo outra travesti.
Então, ela me levou pra cama, deitamos e começamos a nos acariciar, beijos, e ela virou para um 69, muito gostoso, devagar, suave, ela voltava e me beijava, ficamos de joelhos e ela me abraçava por trás, me vi no espelho, parecia duas travestis, estava uma delicia, foi quando ela perguntou se eu queria dar primeiro, eu disse sim, então ela me ajeitou de lado e voltei a mamar, e ela foi passando gel no meu cusinho, aquele "friosinho" do gel me excitava mais, ela brincava com o dedo para eu ir me acostumando, então ela se deitou e pediu para eu sentar, nossa nunca tinha sentido tão gostoso, eu mesmo fui controlando e sentindo aquela pica entrar, nossa fui a loucura, comecei a rebolar e depois a cavalgar, senti a noção exata do que é isso, acabei gosando na barriga dela, mas quando quis tirar ela não deixou, me virou e continuou bombando, aquilo já começou a doer, porque quando a gente gosa parece que o cusinho fica apertado, estava sentindo um certo desconforto, pedi para tirar, mas ela não tirava, falou que logo o tesão voltaria e meu pau ficaria duro de novo.
Mas não ficou, eu comecei a gemer, aí ela pirou, foi se dobrando e me beijou, e metia mais fundo e mais forte, acho que escorreu lágrimas dos meus olhos, então o desconforto diminuiu, meu pau estava começando a endurecer, quando ela disse que ia gosar, eu já não aguentava mais, estava tão mole que só obedecia, ela tirou seu pau e gosou na minha barriga.
Depois fomos tomar banho juntas, estava muito legal, realmente pareciamos duas lesbicas, pena que não tirei fotos, mas tenho muitas saudades, depois do banho voltamos para cama pois seria a vez dela de dar, e foi aquela pegação, ela beijava tão bem, fizemos 69, até lambi o cuzinho dela, mas na hora H, não teve jeito, ela percebeu que eu estava querendo dar de novo e não perdeu tempo, vestiu a camisinha e passou gel no meu cuzinho, e me sentou no seu colo, fui sentindo aquele pau me penetrar e me alargar, foi até o talo, eu revirava os olhos de prazer, no colo dela, bem de frente, ela me apertava contra o peito e me puxava para baixo, sentia o pau dela inteiro dentro de mim, ela então me beijou, colocando sua lingua quente em minha boca, eu chupava aquela lingua gostosa e gemia a cada estocada, e a cada gemido ela dizia que eu nasci para ser femea de alguem, e seria femea de homem e femea de travesti, depois dessa vez tive certeza que sempre seria passivo, e quanto mais o tempo passava mais me sentia uma femea.
E, nos meus momentos de solidão, me visto e me pinto, só para olhar no espelho, fechar os olhos e sonhar com o macho que irá me levar para cama......

apedrito007@hotmail.com

 

Minha primeira vez como fêmea

Olá a todos, procurei recordar com todos os detalhes, a minha primeira vez. Essa iniciação foi marcante, para eu me tornar o que sou hoje. Eu tinha 30 anos.

Naquela época eu passava por uma crise de identidade muito grande, tinha acabado de me divorciar, foi um caso estressante, e eu para fugir da realidade, procurava sair muito, em barzinhos, procurando namorar para esquecer e passar o tempo, como não tinha internet, eu costumava escrever para uma revista chamada classifisex, a gente colocava um anúncio ou respondia os anúncios que lá eram publicados. Eu escrevia para muitas garotas, mas sem nenhum resultado, então pensei, vou colocar um anúncio, assim ao invés de escrever para um monte de gente, só vou ter o trabalho de analisar quem me responder. O titulo do anúncio foi "recém-separado carente".

Pois é, nenhuma mulher respondeu, apenas uma carta de um cara chamado Paulo, dizendo que gostou do anúncio, viu que eu era uma pessoa sensível e era psicólogo, podia ajudar e tal e coisa.
Mas eu fiquei com tanta raiva, naquela hora, pensei, putz, não tenho sorte mesmo. Bom, para encurtar, semanas depois, após muitos problemas com os advogados por causa da separação, eu estava tão prá baixo, que pensei em fugir, sei lá, abandonar a cidade, suicídio, vai saber, era uma época que eu estava bebendo muito. Aí lembrei do anúncio, peguei a cartinha e liguei para o Paulo, pensando em marcar consulta.

Bom, chegando lá, não era um consultório, era uma casa, das grandes, ele me atendeu, passamos por um corredor e fomos para uma ante-sala, nos fundos da casa, onde além de uma escrivaninha, e demais coisas de um consultório, dava para ver atrás de um biombo, uma maca, dessas de massagem, um sofá, e um pequeno colchonete no chão, dessas de ginástica.

Bom, o cara era alto e forte, já meio calvo, tinha mais de 50, um pouco barrigudo, óculos, bigode, barba por fazer, jeans e camiseta, sinceramente, ninguém merece! pensei! Mas já que era uma consulta, a primeira coisa que perguntei era, cadê a recepcionista, e o valor da consulta? Bom, ele trabalhava só, e a primeira consulta era gratuita, sómente depois se houvesse tratamento seria pago, coisa que nunca aconteceu, pois era só disfarce, e olha, era um disfarce dos bons.

A primeira coisa que fizemos foi conversar alguns minutos, ele perguntou algumas coisas do casamento, da separação, perguntou dos relacionamentos depois, sexo etc. Depois disse, vamos avaliar seu estress, tire a camisa, a calça e os sapatos e deite-se na maca, até aí tudo bem, eu já fazia massagens em shoping, estava acostumado.

Bom, então ele começou, a massagear minhas costas, falava bem devagar e baixo, falava dos pontos de estress, pedia para eu fechar os olhos e relaxar, e ele realmente conseguiu, eu fui ficando cada vez mais mole, fechei os olhos e viajei, e ele ali sussurrando, então ele falou que iria começar a passar uma loção para relaxamento muscular, avisou que tiraria a cueca e colocaria uma toalha para me cobrir, e foi indo, a loção era de sândalo ou de melissa, ou outra coisa que tinha um perfume, que ia entrando pelo nariz, parece que eu ficava amortecido, nossa isso era bom demais, ele disse para eu relaxar, abrir a mente, para novas experiências, e nessa hora eu concordava com tudo, então ele me virou de frente, foi massageando o peito, o rosto, começou a chegar bem perto, e me beijou. Na hora arregalei os lhos, mas ele pedia calma, naquele sussurrar, tentei falar alguma coisa, mas ele tampou minha boca, continuou falando, calmamente, para relaxar, feche os olhos, relaxe, relaxe...nada vai acontecer...relaxe...deixe o corpo fluir...relaxe...relaxe... e até hoje eu lembro desse sussurro...relaxe...relaxe...relaxe...
Então, ele começou a sussurrar outro tipo de coisa, você está só, relaxe...relaxe...está carente... relaxe...relaxe, esqueça a raiva...relaxe...relaxe...mulheres são terríveis não é...relaxe...relaxe...é melhor fazer como elas...relaxe...relaxe...elas conseguem qualquer coisa...relaxe...relaxe...é só chorar um pouquinho...relaxe...relaxe...é só fazer biquinho...relaxe...relaxe... se quiser pode chorar, desabafe relaxe...relaxe...você está se sentindo feminina...relaxe...relaxe... e isso foi entrando no meu cerébro como se fosse um mantra, e a tudo eu respondia sim, acho até que balbuciava, pois estava tão longe, meio adormecido.

Foi nessa hora que a massagem normal, passou para massagem sensual, ele massageava a região da púbis, as coxas, e ele pedia alguma coisa e eu respondia, ou repetia, ele mandava eu respirar fundo, mandava que eu desse gemidos, e foi indo, me virou de novo, e foi indo, começou a massagear meu bumbum, e foi indo, nesse momento eu já estava totalmente envolvido, magnetizado naquela névoa, e sinceramente, foi naquele momento que senti dúvidas sobre me sentir macho ou femea. Eu queria reagir, mas gostava de sentir aquela mão forte, áspera no meu bumbum, relaxe....relaxe...
Então, ele me ajudou a descer da maca para o colchonete, a saleta já estava em penumbra e ele estava nú, me deitou de costas e continuou no meu bumbum, que ele agora já estava lubrificando a portinha do meu cuzinho, e ficou com o dedo lá um tempão, até eu me acostumar, e o pior é que aquilo dava um tesão enorme, eu nunca tinha sentido aquilo, aquilo me confundia todo, e ele não ficou um momento sem sussurrar.

Então ele separou minhas pernas, colocou uma pequena almofada por baixo, se deitou sobre mim e começou a penetração, como seu pinto não era tão grosso, não senti muito desconforto, logo comecei a me acostumar, então ele mudou os sussurros, agora já estava colado em meu ouvido, começou a tirar e por, e sussurrar que eu era uma femea, a femea dele, e eu aceitei. Antes que ele gozasse, eu já tinha gozado, engraçado que depois de gozar, parece que você quer tirar o pinto de dentro de você, mas ele não deixou, ... espera minha femea... aí sim, começou a doer, a aí eu senti que ele fazia força para me dominar, ...espera minha femea..., e eu por minha vez queria sair e não queria, mas ele me subjugou, até poder gozar. Só depois que ele amoleceu, ele tirou o pinto de mim, me pôs de frente, sentado no seu colo, me olhou bem nos olhos, e falou que eu seria uma femea, sua femea, me abraçou com força, até machucar, eu soltei um gemido e ele parou, me beijou. Eu não queria aceitar, estava confuso, e ele me disse que eu já era passivo e só faltava o macho certo e eu seria a femea dele por muito tempo e ele iria provar.

Então fomos tomar banho, ele me lavou todinho, e só me tratava de menina, eu estava moritificado de vergonha, mas não queria ir embora, e é isso que é a submissão, você não querer querendo, ele me ensaboava e provocava, me beijava e quando eu começava a corresponder ele tirava e ria, foi ai que ele mostrou sua força, me abraçou por trás até eu perder o folego e me deixou escorregar, me deixou de joelhos ofegante, e mandou eu chupar sua pica, eu obedeci. E chupei gente, chupei muito, a água do chuveiro caía no meu rosto e eu fechava os olhos e como gostava de chupar.

Saímos do banho e ele então abriu um armário e tirou algumas roupas, foi aí que eu pensei, é agora, se eu aceitar nunca mais vou me libertar. Então eu reagi, disse que ele era louco, que aquilo era humilhação, que eu era macho e xinguei e levei um tremendo tapa, depois outro e caí estendido no chão, meus olhos lacrimejaram. Eu não acreditava que estava chorando, ele bateu de novo e dizia não vai o que?, as lágrimas desciam aos montes, não vai o que? engasguei, ele ergueu a mão de novo e eu pedi para não apanhar, chorava e soluçava, então ele me abraçou, me sentou no colo, lambia minhas lágrimas, dizia que não queria me machucar, mas eu era burra e forçava ele a ser bruto.

Então ele perguntava se eu ia ser boazinha, eu disse sim, não parava de soluçar, estava com vergonha de aceitar assim passivamente, mas estava com medo de apanhar, ele me beijava, me apertava, e aí entrou todo o poder de sedução e da força dele, então ele me ajudou a vestir, meias, calcinha, saiote, baby-doll, tudo preto, me fez olhar no espelho, me abraçava e me beijava em frente ao espelho, me levou de novo para o colchonete e começou tudo de novo, me pos de quatro, ele de jouelhos atrás de mim, e me penetrou novamente com toda aquela roupa e me fazia olhar no espelho, eu via o rosto dele por trás de mim, e repetia meu macho... meu macho... e ele falou que eu aprenderia a ser sua femea. Me virou de frente, colocou minhas pernas em seus ombros e me penetrou novamente, olhava em meus olhos, e pedia para eu repetir, ele me estocava fundo, sentia suas bolas em minha bunda, ele ria, disse que iria gosar, me abraçou forte, jogou seu peso sobre mim, e me beijava, e mandou eu repetir de novo...

Eu realmente aprendi ... sou sua femea...sou sua femea...sou sua femea..., foi minha primeira vez, meu primeiro macho, durou quase 4 anos e até hoje quando sonho com ele eu digo ... sou sua femea...sou sua femea...sou sua femea...
Nunca mais conheci ninguém como, mas ainda procuro.....beijos a todos
apedrito007@hotmail.com

 


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