Crossdresser

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Mulher da minha mulher

Chegando o carnaval combinei com minha esposa de passarmos alguns dias na praia onde aproveitaria para colocar alguns relatórios em dia e prometendo come-la na praia mesmo que fosse na frente das pessoas deixando-a maluquinha.
Na sexta feira ao sair da empresa liguei para ela para avisar que estava chegando quando para minha surpresa ela avisou que não iria viajar pedindo que viesse logo pra casa porque tinha uma surpresa para mim.
Fiquei puto da vida avisando que iria sozinho caso ela não fosse comigo ficando mais puto ainda quando ela avisou que estava me aguardando em casa e que não iria mesmo comigo.

O transito na estrada estava muito carregado e após refletir muito me arrepender de não ter atendido o celular que insistia em me chamar peguei o primeiro retorno e voltei para casa.
Não sou ciumento porem fiquei muito puto da vida quando percebi que ela não estava em casa porem ao abrir a porta fui recebido por minha cunhada uma menininha deliciosa razão de varias transas animalesca em sua irmã enquanto pensava nela.
Após nos cumprimentar ela avisou que minha esposa tinha ido levar a mãe delas na casa de um tio algumas horas de distancia de casa.
Minha cunhada me disse que sua irmã estava arrasada por ter me contrariado e foi levar a mãe na casa do tio e assim que chegasse ela ia para a praia me encontrar.
Confesso que fiquei bem mais tranqüilo e aliviado aproveitando para perguntar para minha cunhada se ela também iria o que me afirmou que sim me deixando muito feliz pela oportunidade de ver tudo aquilo metido nos minúsculos biquínis.
Confesso que estava ficando incomodado de ver minha cunhada andando de um lado pro outro pela casa enquanto conversávamos sem conseguir desgrudar os olhos de seu corpinho maravilhoso em especial sua bunda coberta com um short de lycra deixando bem visível o contorno de sua boceta com a marca da minúscula calcinha toda enterrada na bunda.
Não conseguia piscar contemplando tudo aquilo e ao vê-la indo para a cozinha grudei os olhos em sua bunda que estava praticamente de fora quando ela olhando pra trás me pergunta:
-Ta olhando o que cunhado?
-Esta bunda deliciosa.Respondi sem pensar ficando surpreso com minha resposta.
Ela voltando para mim disse:
-Olha ta rolando um bailinho na casa de uma amiga minha e estou louca para ficar com ela porem tenho medo de ir sozinha se você me levar lá juro que dou a bunda pra você.
Fiquei boquiaberto com a ousadia de minha cunhada e ainda meio atônito perguntei:
-Ta e sua irmã?
Tudo bem eu convenço ela a ir também.Só tem um problema nesta festa só entra mulher.
Confesso que estava de pau duro pensando na possibilidade de comer minha cunhada de dezoito aninhos e pelo que sei não gosta muito de namorar deixando claro para mim nesta conversa o motivo por isso me comprometi a levar e busca-la mesmo se minha mulher não fosse a esta festa.
Tenho uma idéia melhor.Você sai agora para que minha irmã não te veja e fica me esperando próximo ao local quando estiver lá te ligo ai você chega.
-Sim mais você mesma disse que só entra mulher na festa.
-É mesmo tenho uma idéia espera um pouco.
Ela me deixou sozinho na sala por alguns instantes e voltou me entregando uma sacola com algumas roupas dentro.
Ao abri-la constatei que era algumas roupas femininas e antes que reclamasse ela virou de costa pra mim puxando o short pra cima deixando o bem cavado com suas lindas nádegas a mostra perguntando se não valeria a pena.

Sentindo um frio na barriga quando dei por mim estava na direção do local indicado pó ela.
Parei o carro numa rua escura e totalmente deserta despejando os pertences da sacola sobre o banco e ao vê-los senti o pênis pulsar dentro da calça.
Tratava-se de um vestidinho bem curtinho decotado e vermelho uma minúscula calcinha branca sapatos salto meio alto e um estojo de maquiagem.
Confesso que me sentia uma verdadeira fêmea não me reconhecendo após me maquiar.
Foi preciso me masturbar ejaculando um rio de porra para poder agasalhar bem o pênis dentro da calcinha que estava me matando de prazer ficando toda enfiada na bunda.
Vale lembrar que não tenho nenhum pelo no corpo a não ser sobrancelhas e a vasta cabeleira negra que chega pouco acima dos ombros.
Inclusive na minha adolescência sofri muito preconceito por ter um corpo de menina e ate hoje uso roupas bem másculas com camisas largas para esconder os seios pequenos pra médios para evitar comentários sobre minha pessoa não que me importe muito mesmo porque tenho um metro e setenta cinqüenta e sei quilos manequim trinta e oito sendo que seria uma menina perfeita não fosse o pênis de dezesseis centímetros que minha mulher adora chupar.
Olhei varias vezes no espelho e juro que morri de tesão pela nova descoberta.estava maravilhosa e exuberante e por esta muito excitado fechei o carro e sai caminhando sentindo o vestidinho subir com o vento deixando minha bunda totalmente exposta me deixando cada vez mais louco de tesão.
Os seios pareciam enormes chegando a doer de tão duros que estavam e ao caminhar sentia a calcinha apertando meu pênis entrando cada vez mais e num êxtase tremendo corri para trás de uns carros estacionados na rua e assim que consegui liberar meu pênis gozei forte sem mesmo me tocar sentindo um frio na espinha principalmente pela possibilidade de alguém me ver assim como uma fêmea no cio.
Instintivamente me abaixei abri as pernas prendendo o pênis para trás entre as pernas e ao vesti novamente a calcinha senti as bolas subir deixando a calcinha bem justa em mim escondendo meu pênis me proporcionando um enorme prazer e bem estar.

Estava na porta de um boteco naquela periferia quando o telefone tocou com minha cunhada avisando que já estavam no local e após me dar o endereço virei em direção a saída e já na calcada olhei para trás com a galera toda na porta do bar me chamando de gostosa e outros nomes mais.
Estava me deliciando com minha nova descoberta e após caminhar algumas quadras cheguei no local indicado sendo recebida por uma morena linda que me acolhei com um leve selinho pedindo que entrasse.
Após subir dois lances de escadas julguei chegar no paraíso com mulheres de todos os jeitos uma mais bonita e gostosa que a outra.
Contemplava a paisagem quando alguém me entregou um copo de vodka que foi engolido num único gole enquanto uma linda morena ao meu lado disse:
-Calma gatinha vai devagar viu.
Antes de responder ela segurou em meus braços pedindo que dançasse com ela.
A musica suave o cheiro de perfume seu corpo colado ao meu estava me deixando acesso principalmente quando ela meio sem querer passava a mão em minha bunda procurando o entorno da minúscula calcinha.
Nossos rostos já estavam coladinhos quando ela me rodopiou aproveitando o susto que me dera para beijar minha boca deixando me quase sem fôlego.
Sentindo seus seios colados ao meu pensei em beijar forte porem num estalo lembrei que era uma menina por isso deixei sua boca quase engolir a minha enquanto sua língua ia em minha garganta com suas mãos amassando forte minhas nádegas.
Sem desgrudar de sua boca massageei seus seios fazendo ela arfar com minha mão enfiada em sua boceta dentro da calcinha com ela sussurrando;
-Para ainda não amorzinho.
Ela ate tentou sai de mim porem a segurei firme encostando a na parede levantando uma perna no meio das dela deixando ela totalmente imóvel e integre a meus carinhos e enquanto beijava sua boca tirei um de seus seios pra fora onde alternava com fortes chupões e beijos ardentes em sua boca.
Ela estava totalmente entregue e não fosse alguém me abraçar por trás segurando meus seios sussurrando em meu ouvido:
-Devolve minha gatinha querida.
Vendo as duas se atracarem num frenético beijo sai dali rapidinho avistando minha mulher sentada num sofá recusando todas que se aproximavam dela.
Rapidamente peguei outro copo de bebida e sentei ao seu lado olhando fundo em seus olhos tristes entregando a bebida com ela pegando devido minha insistência.
Após alguns copos conversávamos animadamente comigo falando coisas que sei qua ela gosta de ouvir segurando suas mãos e fazendo caricias em seu rosto e cabelo do jeito que ela gosta.
Meu tesão por ela era tanto simplesmente por contemplar suas coxas lindas e desnudas com sua calcinha rosa a mostra por esta sentada de frente a mim única pecinha separando meu olhar daquela boceta lisinha e sedenta que adoro chupar deixando ela louquinha e muito surpreso por ela não ter me reconhecido.
Conversávamos(em inglês para ela não reconhecer minha voz) animadamente deixando ela cada vez mais louquinha principalmente quando disse em seu ouvido:
-Adoro quando meu homem me pega de quatro entrando bem devagarzinho em mim puxando meus cabelos e me chamando de puta enquanto bate suavemente em minha bunda.
Vi seus olhos brilharem porque esta é uma de nossa posição preferida com ela se contorcendo toda.
Discretamente olhei para sua calcinha já visivelmente molhada contemplando seus seios cobertos somente pelo fino tecido da blusa e conversando bem pertinho com nossas bocas quase se tocando ela pediu outra bebida e ao atende-la entreguei um copo de vodka pura e cheio que foi tomado em um só gole.
Tive que segura-la quando peguei em suas mãos e tirei-a para dançar aproveitando para beijar sua boca suavemente alisar seus seios e em certo momento desabotoei sua saia que foi ao chão deixando somente da calcinha no meio do salão.
Ao alisar sua boceta por cima da calcinha fiquei surpreso com a quantidade de líquidos viscosos que escorriam de sua boceta e vendo ela se contorcer toda ficando muito arrepiada cerrando os olhos mordendo os lábios senti ela encher minha mão com seu gozo abundante e intenso.
È lindo ver minha gata gozando por isso enquanto dançávamos fui empurrando ela para parede porque não tinha lugar nos sofás com as meninas atracadas uma na outra se lambendo freneticamente e enquanto caminhava rasguei sua calcinha com ela soltando um gemido alto de tesão.
Estávamos próximos a parede quando vi minha cunhada dançando animadamente com sua amiga já toda despenteada e sem batom apontando um dos quartos para mim.

Fui aplaudida por todas quando peguei minha mulher nos braços e a levei para o quarto e aos arrancar o resto de sua roupa fiz ela se derreter toda com minha língua serpenteando em sua boceta que mais parecia uma lagoa.
Sorrateiramente fui subindo lambendo sua barriga pescoço seios e ao chegar em sua boca ela gemendo me disse:
-Você é deliciosa, amor.Nunca tinha feito com mulher estou apaixonada por você.
Sentando em sua barriga tirei meu vestido com ela me puxando para si lambendo deliciosamente meus seios do jeito que somente ela sabe me deixando durinha.
Não agüentava mais de tanto tesão beijei avidamente sua boca descendo lambendo horas seus seios sentindo ela gozar varias vezes e quando cheguei em sua boceta fiz ela arfar de tanto prazer prendendo minha cabeça entre suas pernas para gozar avassaladoramente com minha boca cravada em sua boceta.
Após gemer gritar e se contorcer toda ela foi relaxando o corpo enquanto voltei a lamber sua boceta forçando para que virasse para lamber seu cu do jeito que ela adora.
Dava tapinhas suaves em suas nádegas chamando ela de puta safada e outros nomes mais com ela gritando de prazer quando lambi seu cu metendo a língua em seu cu que adoro comer.
Vendo ela gemendo levantando levemente a bunda comigo sentindo o pênis quase explodindo dentro da calcinha tencionava comer seu cu bem gostoso quando para minha surpresa senti mãos suaves no elástico de minha calcinha puxando delicadamente para baixo e após uma língua gostosa suave e molhada lamber toda a extensão de minha bunda senti ela se aconchegando embaixo de mim para abocanhar meu pênis que sumiu todo em sua boca.
Apos algumas chupadas comigo intensificando as lambidas no cu de minha amada gozarmos juntinhas com minha esposa desfalecendo caindo molinha na cama e enquanto saia de cima daquela gostosa para minha surpresa tratava de minha cunhada.
Ao ver minha surpresa ela grudou sua boca na minha dividindo comigo meu gozo e após nos beijarmos avidamente ela voltou a chupar meu pênis deixando ele em ponto de bala para sentar gostoso deixando me extasiado com sua boceta apertadinha mordendo freneticamente meu pênis enquanto cavalgava desesperadamente nele que saia quase todo de sua de sua boceta com ela sentando firme nele que chegava abater em seu útero.
Confesso que fiquei apreensivo devido ao escândalo que minha cunhada fazia e após gozar abundantemente desfaleceu ao meu ao meu lado comigo aproveitando que não tinha gozado ainda para cair de boca em seu corpo delicioso que só difere do da irmã por seus seios serem levemente maiores e a boceta um tufo de pelo loiro tipo triangulo.
Que boceta suculenta que cu delicioso tem minha cunhada que vendo eu lamber toda extensão de sua boceta levantando suas pernas para lamber seu cu com ela extasiada descrevendo com detalhes cada gozada sua me deixando cada vez mais maluca com sua performance.
Ainda gemendo muito após gozar gostoso em minha boca ela ficou rapidamente de quatro oferecendo seu cu que piscava de vontade de rola.
Tive dificuldade para controlar o escândalo que ela fazia enquanto eu estava atolado toda em seu cu que mordia meu pênis de modo nunca sentido por mim e enquanto ela gritava me chamando de puta lésbica e outros nomes intensifiquei as estocadas com ela pedindo pelo amor de deus que gozasse porque estava louca para senti minha porra dentro do seu cu.
Senti o pênis inchar muito com ela apertando forte meu pinto e quando enchi seu cu de porra ela soltou um grito estrondoso dizendo esta morrendo de tanto prazer.
Calmamente deitei em cima de seu corpo que aos poucos foi desacelerando e assim que meu pênis escorregou pra fora ela correu pro banheiro deixando uma marca enorme de molhado na cama.
No banheiro comi seu cu mais duas vezes embaixo do chuveiro e quando tentei comer pela terceira vez ela beijando minha boca disse pra ter calma que agora ela seria sempre minha.

O dia estava amanhecendo quando sai dali vendo aqueles corpos maravilhosos atracados num sono profundo e confesso que foi difícil dirigir ate o litoral.
Após um banho lembrei dos momentos maravilhosos que passei sabendo que um novo horizonte tinha se aberto em minha vida fiz um lanche reforçado e fui dormir feito pedra quase o dia todo.
Acordei ao cair da tarde com minha esposa beijando me freneticamente dizendo me amar mundo e que jamais me deixaria um instante se quer.
Ate tentei saber o que tinha acontecido fingindo de nada saber enquanto ela me descobria na frente de sua irmã abocanhando meu pênis com uma fúria incontrolável e antes que fingisse preocupação com sua irmã ao nosso lado ela se levantou afastou a calcinha pro lado sentando em meu pênis que sumiu gostoso em sua boceta setenta e molhada.
Minha esposa cavalgava freneticamente em mim sem se importar com sua irmã que de pe atrás dela tirava toda a roupa me mostrando a minúscula calcinha fio dental deixando me ler em seus lábios enquanto me mostrava a minúscula pecinha-É pra você meu amor.
Num tesão incontrolável virei minha esposa deixando ela de quatro na cama enquanto segurava suas mãos para trás com seu rosto enfiado na cama para socar forte com minha cunhada vindo bem pertinho de mim enquanto alisava a boceta enterrando os dedos nela enquanto com a outra mão fazia sinal de silencio com um dos dedos nos lábios enquanto me dava o dedo para lamber deixando me sentir o gosto do seu prazer.
Enquanto minha esposa urrava com meu pênis cada vez maior dentro dela minha cunhada após um beijo rápido em minha boca disse ao meu ouvido:
-Acaba com essa puta logo porque depois é minha vez.
Enchi minha esposa de porra ao contemplar minha cunhada saindo rebolando pelada do nosso quarto dando me a visão maravilhosa de sua bunda e antes mesmo de minha mulher cair para o lado como de costume segurei firme em seus cabelos arqueando seu corpo para socar fundo em seu suculento cu fazendo ela desfalecer de tanto gozar.
Enquanto socava com fúria em seu cu mandei que apertasse meu pênis com seu anus e ao fazer isso gozei inundando seu cu tão o escândalo que ela fazia sendo que este ato em si deu muito mais prazer a ela do que a mim.
Após gozar fomos tomar banho onde comi seu cu mais uma vez e após um banho rápido sai somente com uma toalha na cintura deixando minha esposa no banho e ao encontrar minha cunhada na cozinha coloquei ela de quarto em cima da mesa arriando seu short e calcinha para meter gostoso naquela boceta sedenta com ela pedindo que fosse rápido porque minha mulher não tinha desconfiado de nada do ocorrido.
Sabendo que não ia conseguir gozar logo tirei de sua boceta e enfiei numa única estocada em seu cu delicioso que bastou cinco a seis mordidas para eu encher o cu dela de porra.
Quase fomos flagrados pela minha esposa que somente de calcinha preta veio tomar água me pedindo que não demorasse para voltar pra nossa cama.
Mesmo vendo sua bunda deliciosa naquela minúscula calcinha fiquei desanimado e quando ela entrou em nosso quarto minha cunhada me entregou um comprimido pedindo que tomasse e acabasse logo com minha mulher porque ele estaria a madrugada toda mês esperando.

Minha mulher parecia estar com o diabo no corpo porque quando se consegui fazer ela estremecer toda comigo atolado em seu cu já era quase uma hora da manha e após ter certeza de que dormia profundamente vesti uma de suas calcinha coloquei uma camisola bem curtinha e transparente e fui para o quarto de minha cunhada.
Ao abrir a porta apesar de ter a visão do paraíso com minha cunhada deitada pelada com sua boceta totalmente depilada e seu seios pontiagudos apontados para cima pensei desistir julgando não dar conta do recado porem para minha surpresa ela estendeu os braços dizendo:
-Vem minha gostosa vem para nos amarmos eternamente.
Atirei me em seus braços beijando ternamente sua boca e confesso que fiquei muito apreensiva quando meti a língua em sua boceta com ela aos berros e eu com o cu na mão com medo de minha esposa escutar e nos dar um flagrante.
O dia já estava amanhecendo quando minha cunhada após uma gozada avassaladora com meu pênis atochado em seu cu caiu para o lado dormindo feito pedra comigo apagando em seguida.
O sol estava alto quando minha mulher me acordou com vários tapas em minha cabeça fazendo um escândalo danado perguntando o que estava fazendo na cama de sua irmã que fingia dormir profundamente.
Vendo minha esposa de pe ao lado da cama chorando copiosamente segurei em seus
braços puxando a para mim enquanto dizia:
-Calma amorzinho não aconteceu nada.Eu vim dormir aqui com sua irmãzinha porque você estava roncando demais.
Ao ouvir isto minha esposa saiu do quarto xingando deus e o mundo afirmando ser uma calunia porque ela jamais roncou em sua vida.
Minha cunhada descobrindo a cabeça olhou para mim que caímos na gargalhada e enquanto ouvíamos o barulho do chuveiro comi minha cunhada que se derreteu toda em meus braços de tanto gozar jurando estar apaixonada por mim.
Quando gozei sai dali rapidinho e quando rumava para o banheiro onde estava minha esposa percebi que estava de calcinha com minha cunhada rindo da situação.
Ao tira-la joguei para minha cunhada que a pegou no alto enrolando-a na mão cheirando profundamente enquanto me avisava para evitar ira ao banheiro junto com minha mulher porque ela poderia querer se aproveitar de mim.
Sai dali rindo com ela e ao entrar no banheiro tentei mexer com minha esposa fingindo querer come-la sabendo que quando esta zangada não fala com ninguém.
Após fazer xixi com ela me xingando muito mais para me provocar fazendo beicinho ao tentar dar um beijo nela ela evitou virando o rosto dizendo:
-Vai beijar minha irmã ela não ronca.
Ao sair do banheiro disse;
-Boa idéia
E foi assim que ela saiU atrás de mim pedindo mil desculpas e abraçadinhos chegamos na cozinha com minha cunhada somente de calcinha a mesma que eu estava usando preparando nosso desjejum.
Foi difícil me concentrar na conversa porque minha cunhada sentada na mesa ao lado da pia com as pernas cruzadas deixando sua boceta totalmente a mostra coberta pelo fino tecido molhado da calcinha e seus seios durinhos estavam me matando.
Minha mulher vendo meu desespero e a ousadia de sua irmã perguntou:
-Você não esta se agüentando de tesão não é irmãzinha?
Antes mesmo que ela respondesse minha mulher pediu.
-Amor você que transar com minha irmãzinha eu deixo.
Minha cunhada quase morreu engasgada e apesar da surpresa senti o pênis dar coice no ar de tanto tesão devido a surpresa e foi assim que passamos o resto do dia trancados no nosso quarto onde comi as mulheres de minha vida de todas formas e jeitos com elas se lambendo num delicioso meia nove comigo atolado no cu de minha cunhada.
Minha cunhada mudou para nossa casa onde transamos freneticamente ate altas horas da madrugada com direito a elas se lamberem em minha ausência.
Dias desses estávamos em nossa casa na praia e para surpresa minha e de minha mulher minha cunhada me vestiu deixando me uma perfeita mulherzinha e foi assim que caminhamos pela praia tomando sorvetes metidas uma com o biquíni menor que a outra.
Minha mulher amou chegando a subir pelas paredes de tanto gozar e desde então somos felizes comigo assumindo minha condição de fêmea e em nosso circulo de amizade somos conhecidas pela harmonia afeto e carinho de três deliciosas irmã e quando os amigos perguntam quem é o pai dos filhos de minhas irmãs elas dão risadas informando que é produção independente.
Difícil mesmo é convencer a todos que ainda não estou preparada para ser mãe.
Beijos
camilledicarli@yahoo.com.br

 

Aconteceu pelo ORKUT

Olá,
Este é meu primeiro conto, então peço que me desculpem pelas falhas. Uma parte real, a outra é minha imaginação, mas que ainda pode ser real caso alguém leia este conto e goste rsrsrs.
Sou casado (minha esposa não sabe do meu lado crossdress), tenho 29 anos, 1,80m de altura, 63Kg, cabelos lisos, castanhos e olhos verdes.
Vamos ao que interessa…
Na terceira vez que criei meu Orkut (pois nas duas primeiras acabei excluindo a conta), montei um perfil um pouco mais arriscado, expondo minha identidade para alguém que por ventura pudesse reconhecer meu rosto.
Um belo dia, eu conheci outra CD casada de minha cidade que me adicionou no orkut. A gente trocou MSN e em conversas falamos algumas coisas sobre nós e fui encontrar com ela (na versão: ele) em seu trabalho. Para ter coragem de encontrá-lo, fui como Cristina com uma camisa masculina por cima. Cheguei lá, telefonei para ele e fui pegá-lo onde ele disse que estaria. Eu não desci, pois estava com calça feminina. Entrando no meu carro, nos apresentamos novamente, pessoalmente e fomos dar uma voltinha.
Durante a voltinha, andamos por locais menos movimentados e tirei a camisa masculina ficando toda como Cristina (só que estava sem peruca e maquiagem). Ele disse que eu fui a primeira pessoa que ele conheceu pessoalmente que sabe que ele também se monta.
Ele me chamou de corajosa, maluca e por aí.
No caminho de volta, coloquei a roupa masculina sobre a da Cristina e entrei com ele em seu ambiente de trabalho para conhecer melhor. Conversamos por um pouco de tempo e pude ver que ele era uma pessoa legal, simpática, parecia confiável, bonito (eu achando homem bonito? Sim! Pronto! Falei!) e gostoso rsrsrs.
Durante as outras semanas, conversamos mais no MSN e eu sempre com muito tesão. Fui me vestindo com mais freqüência e os pensamentos de perder a virgindade já queriam ocupar uma boa parte do tempo em minha cabeça, por aí dá para saber como eram as conversas. As conversas foram ficando cada vez mais provocantes e um dia perguntei a ele se ele toparia transar comigo. Ele disse que tinha medo e não sabia se estava pronto para ser passivo, mas eu falei para ele que por mim ele seria só ativo e perguntei se ele seria ativo para mim, e ele disse que sim. Fiquei tão excitada que quase gozo só de pensar em como seria perder a virgindade com ele.
Daí ele falou que a esposa dele iria viajar e passar uma semana fora e marcamos para acertar os detalhes finais na segunda-feira que ela já não estaria. Daí nós iríamos dar uma escapulida do nosso trabalho e nos encontrarmos na casa dele. Ê final de semana que quase não passava tamanha era minha pressa de conversar com ele para marcarmos o nosso dia.
Quando foi segunda-feira fiquei o dia inteiro online, mas nada dele aparecer e assim foi até na quarta-feira. Quando foi quinta-feira pela manhã ele apareceu e já foi logo me cumprimentando e pedindo desculpas, pois estava com muita correria no trabalho dele. Tamanha era minha alegria que nem me lembrei dos dois dias de bolo. Conversamos e marcamos para aquele mesmo dia na parte da tarde. Ele me passou o endereço dele e no horário combinado, ou melhor, um pouquinho antes, pois estava muito ansiosa, eu estava lá toda produzida com direito a maquiagem (não estava bem feita, mas tudo bem) e perfume da minha esposa que coloquei no carro no horário de almoço.
Chegando lá, ele abriu o portão para mim e entrei deixando o carro do lado de fora. A rua estava sem movimentação e pedi para ele uma peruca emprestada (eu ainda não tenho) para completar a transformação. Depois de colocar a peruca, voltei ao carro para pegar “minha” bolsa.
Eu estava com um vestido longo que ele gostou ao ver no meu álbum do Orkut.
Quando voltei, não sabia por onde começar, mas ele demonstrando tranqüilidade a maturidade foi me conduzindo e eu deixando rolar naturalmente. Parecia que eu era uma amiga íntima dele que já tinha me sentado no sofá da casa dele outras vezes. Logo ele se aproximou mais de mim e começou uma conversa mais picante e depois as mãos dele já estavam em minhas pernas, costas, cabelos, bunda (hummmm.....) só de lembrar fico toda molhadinha… ele me conduziu para seu quarto e lá ficamos mais a vontade, ele tirou meu vestido minha meia calça e eu tirei a sua camisa, calça, cueca e o deixei como eu o queria… e sem pensar duas vezes, me ajoelhei e fiz algo que sempre quis fazer, mas nunca tive coragem/oportunidade: coloquei aquele membro que ainda não estava completamente duro em minha boca e ele foi ficando cada vez mais rígido dentro da minha boca. Depois o tirei da boca e comecei a lamber da cabeça à base e também as bolas, hummm que delícia. Mesmo sem ter prática nisso, ele estava gemendo e isto também me excitava, fazendo-me pensar que eu estava conseguindo dar prazer ao “meu” homem. Com ele duro, foi hora de colocar a camisinha, algo que eu mesma quis fazer igual num vídeo que vi. Fui colocando a camisinha com a boca e ele parecia que iria explodir de tão duro. Com a camisinha em seu devido lugar, eu já completamente solta, pedi para ele me fazer sua fêmea que não agüentava mais. Sem se fazer de rogado ele me virou de bruço, colocou um travesseiro em baixo de mim para levantar mais meu quadril e começou a me lamber (quase gozei nesta hora). Depois, colocou um dedinho com lubrificante, depois dois e finalmente colocou a cabecinha em contato. Quando a cabeça tocou a entradinha do meu cú, que nesta hora já era dele, eu tentei relaxar e fazer com que ela entrasse. Ele foi forçando até que entrou a cabeça e a dor foi inevitável, mas com o tesão que eu estava ela foi suprimida pelo meu gozo, pois gozei assim que ela entrou, sem nem me tocar. E pedi para ele continuar entrando, pois queria senti-lo todo dentro de mim. E ele assim o fez com maestria que a dor logo se foi e só ficou o prazer. Quando terminou de entrar ele começou a bombar e eu sempre pedindo mais. Quando meu cú já estava acostumado, ele começou a sair tudo e entrar tudo de novo. Ele parecia que não se saciava e eu estava adorando isso. Ele me colocou de quatro e começou a se movimentar de novo, depois eu sentei no seu colo e fiquei subindo e descendo, rebolando… depois ele me colocou de ladinho e por último de frango assado. Nesta posição ele começou a bombar mais rápido e mais forte e eu falei que queria o leitinho, do lanche da tarde. Ele entendeu e ficou mais excitado com isso começou a me penetrar com mais força e mais velocidade até que tirou de dentro de mim e tirou a camisinha colocando aquele lindo membro em minha boquinha que já estava com saudades dele rsrsrsrs. Neste momento ele começou a fuder minha boquinha e em pouco tempo ganhei meu prêmio que parecia não ter fim. Não sei como consegui, mas não deixei perder nenhuma gotinha do meu leitinho o que fez meu homem ficar muito feliz. Enquanto eu estava bebendo meu leitinho, fiquei tão excitada que gozei pela segunda vez sem me tocar. Ao me ver gozando pela segunda vez sem me tocar, ele me disse que nasci para ser fêmea e levar rola. Adorei ouvir aquilo. Rsrsrs.
Depois fomos tomar um banho para nos limparmos e lá ele me comeu de novo me dando mais leitinho no final. Após isso, troquei a roupa e fui para meu trabalho e ele para o seu. Ficamos de repetir a experiência, mas sem compromisso concreto disso. Até hoje não rolou o repeteco rsrsrs

Caso tenham gostado, comentem ou me mandem e-mail. bjs

--
Cristina Crossdress
criscrossdress@gmail.com
PS.: Desculpem-me pelos erros. Escrevi com pressa para ninguém ver

 

A história de um desejo

Tudo começou cerca de dois anosatrás quando estava lendo contos eróticos em um site que sempre entrava. Neste dia li um conto onde um casal esta transando e a mulher estava chupando o pau do homem e resolve ir descendo até suas bolas e passa também a chupá-las e lambê-las o que deixava o homem cada vez mais excitado. Ela resolve explorar mais um pouco com a língua e passa naquela região entre o saco e cú e arranca dele um gemido de prazer. Percebendo que ele gostou, ela desce mais até chegar ao cú dele e começa a lamber, como os gemidos de prazer aumentam, ela também aumenta a intensidade das lambidas levando ele a loucura e decide enfiar a ponta do dedo enquanto chupava ao mesmo tempo.

O homem dá uma travada mas ele pede pra ele relaxar e aproveitar o que ele termina por fazer e ela vota a chupar-lhe com mais vontade metendo o dedo inteiro nele, depois mais um e depois de algum tempo quando ele já esta bem acostumam outro fazendo com que ele goze como nunca antes havia gozado.   Depois de ler este conto, queachei muito interessante, passei a encontrar (procurando até) outros da mesma forma e passei a sentir muito tesão quando os lia. Outro dia, li um conto onde um casal começou também com a mulher com língua e dedos e partiu para a inversão de papéis onde a mulher usando uma cinta com um pênis de silicone acoplado (strapon) comia o homem e lhe dava muito prazer. A mulher inclusive quando fazia a inversão de papéis com o marido, fazia com que ele vestisse calcinhas dela (fio dental) e outras roupas femininas. Pronto, quase morri de tesão quando li essa história e decidi que iria experimentar. Peguei uma calcinha de minha esposa que estava dormindo (pra variar) e resolvi usar enquanto lia o conto novamente e bati uma pela punheta. A sensação da calcinha fio dental toda enterrada na minha bunda foi indescritível, e a gozada foi fantástica, realmente fazia tempo que não gozava daquele jeito.   Após isso, receoso com assensações provocadas, fiquei meio desconcertado e resolvi ler mais sobre o assunto. Descobri sites onde homens sentem prazer em vestir roupas femininas e serem dominados e comidos por elas, o CrossDresser (pessoas de um sexo usando roupas do sexo oposto). Desencanei e resolvi curtir da melhor forma. Comprei muitas roupas (lingeries), vários brinquedos (vibradores e pênis de silicone) e resolvi me divertir. Tentei de várias formas encontrar uma mulher para realizar meu sonho mais secreto, uma inversão completa que seria mais ou menos como conto abaixo.   Queria ser mulher por um dia parasaber como era. Como é isso? Primeiro, eu encontrei essa mulher, então ela me ia fazer de mim uma mulher, roupas, maquiagem, e tudo mais... Eu tomei um belo banho. Durante o banho, ela começou a se depilar: raspava as axilas, as pernas, coxas. a virília e ânus ela passaria um creme depilatório para ficar mais lisinho. Então, após o banho, ela secou-se e começou a se depilar com o creme. Fiquei ali vendo ela fazer tudo. Quando acabou, perguntou se eu gostei do resultado. Claro que gostei! Disse que adoro ela toda lisinha. Aí ela veio com aquele creme pra cima de mim. Disse que ia me depilar todo, pra ficar bem lisinho como ela. Depilou meu saco e deixou tudo pelado! Aí foi passar na minha bunda, deixou tudo liso até meu cú.   É uma sensação estranha, masnessa altura já estava ficando com muito tesão!

Meu pau começava a ficar duro, com tudo liso, pelado. Ela veio me masturbando de leve, pegando no meu saco, apertou minha bunda, desceu e enfiou meu pau na sua boca. Deu umas chupadas nervosas. Que tesão! Aí me disse que eu ia ficar uma mulher bem gostosinha, me arrepiei inteiro. Depois fiz a barba, deixando meu rosto todo sem pelos. Fomos para o quarto. Lá ela pegou seu hidratante e passou em seu corpo, pediu-me para ajudá-la e então fiquei alisando seu corpo gostoso. Ela pegou um pouco e começou a passar em mim também. Inicialmente um pouco gelado, mas logo me acostumei. É uma sensação diferente mesmo, estava com um puta tesão.   Logo, ela começou a escolheralgumas roupas no guarda-roupa, separou-as e dizia que eu seria dela por hoje. Pegou uma calcinha fio dental preta e pediu-me para vesti-la. Coloquei e logo senti um conforto gostoso: não me apertava, o fio enfiado na minha bunda e meu pau duro saindo pelo lado da calcinha. Pegou um espartilho também preto com rendas, daqueles que dão um up nos seios, vesti as meias e prendi as ligas, ela colocou uns enchimentos improvisados de meias finas pra dar volume aos seios. Coloquei uma vestidinho preto bem decotado, mas nem tanto, mas que valorizava os seios. Ela só me olhava. Via que estava louca (pois pediu que eu me referisse assim quando falasse de mim, como mulher) de tesão também. Eu estava louco pra ir transar bem gostoso com ela.   Ela me deu uma de suas sandáliasde salto, que eram abertas na parte de trás. Coloquei e meus calcanhares ficaram um pouco sobrando. Prendi a fivelinha e tentei ficar em pé, virando meus pés de vez em quando. Olhamos pelo espelho e vimos um travesti ficando comjeito de mulher. Ela pegou sua maquiagem e começou a me pintar: passou um pó no rosto, rímel, delineador, lápis em volta dos lábios, batom, sombra nos olhos. Estava ficando muito bom, já com mais cara de mulher. Sentado, cruzei as pernas como as mulheres fazem, estiquei a coluna arrebitando a bunda. Ela me disse que estava ficando uma putinha muito bonita e logo ia brincar comigo.   Quando acabou, pegou seu esmaltee começou a pintar minhas unhas, de vermelho, parecido com o batom que havia me passado.

Depois de um tempo estava me sentindo uma mulher, com muito tesão e louca pra gozar. Coloquei uns de seus anéis, brincos de pressão, gargantilha com pingente, braceletes e finalmente, uma peruca ruiva... Estava uma mulher de verdade! Ela começou a se vestir de forma muito sensual e feminina usando também uma lingerie mas com uma calça e blusas mais simples, pediu um minuto, foi ao banheiro e depois voltou. Após toda essa preparação, perguntou como me sentia. Respondi que estava gostando e que estava com um puta tesão! Ela me disse para agüentar porque ainda não ia acabar comigo e me chamou para a cozinha. Fez-me andar de salto pela casa até conseguir andar sem cambalear no salto. Mostrou-me como se anda, esticando as pernas sem curvar a coluna, ficando mais sexy, safada,...   Já era em torno das 14horasdaquele dia, e ela resolveu que íamos sair de carro, daquele jeito. Notei que ela levava com ela uma sacola mas já sabia o que era e só aguardei! Tudo bem então. Fui dirigindo, sem destino, até que passamos por uma rua onde tem um motel. Eu já entendia o que ela pretendia e começava a suar frio, com excitação e medo. Ao entrarmos na suíte, ela foi logo me beijando, me lambendo, me disse que hoje eu era a fêmea e que era pra eu agir como tal. Coloquei minhas mãos em seus peitos e fiquei acariciando. Ela me beijava e me colocou contra a parede. Segurou em minha cintura e veio se esfregando em mim, me beijando e lambendo de cima a baixo. Sentiu meu pau duro saltando pra fora, fazendo um volume no vestido. Me virou de costas e começou a roçar na minha bunda. Ela tinha havia vestido a cinta com o strapon por baixo e senti o volume em minha bunda. Entreguei-me, gemendo de tesão, rebolando, colocando as mão na cabeça, me oferecendo pra ela. Segurou em minha bunda, apalpou-a e deu tapas. Gemia de tesão, louco pra transar e ela ali atrás de mim. Puxou-me para o quarto e me disse: hoje você vai ser a putinha mais safada que existe.   Ela levantou meu vestido e passoua esfregar aquele cacete direto nas minhas coxas e na minha bunda que tremia de tanto tesão e eu com as mãos por trás ficava alisando aquela ferramenta que iria me invadir em pouco tempo. Ela me vira de frente novamente, e manda eu me ajoelhar e chupar o pau de seu macho. Eu me abaixo sem tirar os olhos dela, sempre alisando aquele pau que ela tinha e fico punhetando devagar e olhando pra ela. Ela olha pra mim, me chama de putinha safada, manda eu abrir a boca e começa a socar aquele pau fazendo com que eu vá ao delírio completo. Ela fala assim:   - Esta gostando de chupar meu pauesta putinha? Deixa ele bem molhadinho porque daqui a pouco ele vai te arrobar inteirinha viu.   Eu fico ainda com mais tesão aoouvir aquilo e capricho na chupada. Ela me levanta, me beija, e me manda sentar na cama e voltar a chupar seu pau.

Eu adorava cada ordem que ela me da e ficava cada vez com mais tesão. Quando fui tocar no meu pau, ela fala que não, que eu vou gozar como uma boa putinha sem tocar no meu pau, com ela me comendo.   Ela manda que eu tire o vestido efique apenas de lingerie, pois quer me comer assim, como se come uma putinha como eu. Manda-me desfilar pra ela rebolando bastante como uma boa puta e que se eu não fizer direito, ela não irá me comer. Capricho e rebolo bastante para satisfazer meu macho. Ela dá mais um tapa na minha bunda e manda que eu vá para a cama e fique de quatro, o que faço na hora.   Ela então, vem por trás e começaa dar uns tapas pequenos na minha bunda e manda que eu rebole mais uma vez pra ela. Depois aperta e começa a dar beijos e amassos, puxa minha calcinha de lado, olha pro meu cuzinho todo lisinho e dá um beijo nele. Eu me arrepio na hora e pergunta se a putinha havia gostado. Digo que adorei. Ela então dá uma lambida gostosa e demorada de baixo pra cima arrancando de mim um gemido de puro prazer. Ela segura bem na minha bunda e crava a língua em meu cú e começa a chupada mais gostosa que já ganhei na minha vida. Fico quase gozando só com aquela chupada. Ela começa a meter em mim um dedinho enquanto lambe, bem devagar, me chamando de puta safada, falando que aquele cú era só dela e que ela vai deixar ele todo arrombado.   Continuou a brincar com a línguae meteu mais um dedo em meu cú me deixando cada vez mais louco, meu pau estava estourando dentro da calcinha mas ela fingia que ele não existia. Foi preparando meu cú para o que vinha depois. Meteu mais um dedo e eu delirava pois ela não parava de me chamar de putinha safada, cadelinha e coisas assim. Depois de uns 10 minutos fazendo isso, ela parou, foi pra minha frente, segurou meu rosto com uma mão, me mandou abrir a boca, meteu novamente seu pau e mandou que eu o deixasse todo babado, pois ela iria me comer agora, iria me realizar e me fazer sua fêmea. Aquilo me deixou louco e chupei seu pau com muita vontade, o pau do meu macho. Deixei ele todo babado, ela parou, foi pra trás de mim novamente e começou a enfiar aquele pau gostoso no meu cuzinho que até então, não havia experimentado tanto prazer. Doeu um pouco no começo, mas logo ficou gostoso. Ela meteu devagar mas sem parar até a metade de pau no meu cú. Começou logo em seguida um vai e vem gostoso e cada vez ia metendo mais fundo até que uma hora, me segurando pela cintura, enfiou o restante, todo de uma vez arrancando suspiros de prazer de mim.   Ela parou por um tempo e falou:geme putinha, geme no pau de seu macho. Geme e pede pra eu te comer senão paro agora. Eu pedi a ela para me comer. Para enfiar aquele pau gostoso em mim, pra não parar de me comer. Ela disse que não ouviu direito e falou pra eu gemer como uma putinha e implorar senão ela ia embora. Não me fiz de rogado, falei: Me fode vai, come o cuzinho de sua cadelinha. Fode sua putinha safada vai. Ela veio. Tirou quase inteiramente e enfiou tudo de uma vez. Me segurando pela cintura metia e tirava com uma cadência que me fazia perder o fôlego. Estava quase gozando e falei pra ela isso.

Ela parou na hora e tirou o pau de dentro do meu cú deixando um grande vazio.   Ela disse que putinha não podiagozar assim, que iria ainda me maltratar muito. Foi até a sacola, pegou um outro pênis, maior que o primeiro, vestiu no lugar do outro, aquilo me deu medo, era bem maior mesmo. Ela veio na minha direção, mandou eu abrir a boca e chupar novamente, eu falei que aquele era grande demais e ela me mandou calar a boca. Disse que puta não reclama. Me mandou chupar e eu sem escolhas, chupei, chupei muito, deixei inteiramente molhado e ala falou: Agora eu vou te arrombar como você merece puta.   Sentou em uma cadeira erótica eme chamou. Mandou que eu sentasse no seu pau. Me assustei mais ainda mas fui devagar. Ela acertou a cabeça daquele pau gigantesco no meu cuzinho e mandou que eu fosse descendo. Fiz isso, devagar, mas estava doendo muito. Falei que não ia agüentar que era muito grande. Ela não quis saber. Se esticou e me beijou, relaxei. Assim que relaxei foi que percebi meu erro. Com ela me abraçando com as mãos passadas por trás segurando meus ombros, ela me puxou pra baixo de uma vez só e meu cuzinho engoliu aquele cacete enorme. Lágrimas encheram meus olhos, mas ela não me deixou sair. Baixou a parte de cima do espartilho e colocou meu peito em sua boca e chupou devagar. Aquilo foi ficando gostoso, me fez esquecer a dor.

Quando ela percebeu meus gemidos, pediu pra eu cavalgasse naquele caralho gigante. Comecei a subir e descer lentamente no começo, a dor havia passado. Subi e desci várias vezes e ela começou a dar pequenos beliscões nos méis seios o que dava ainda mais tesão. Ela percebeu pela minha cara que eu não ia mais agüentar e mandou que eu gozasse com uma pica atolada no rabo.   Ficou apertando meus seios mefazendo delirar, aquela pica enfiada entrando e saindo do meu cú. Não agüentei mais e gozei, gozei muito, sem sequer tocar no meu pau.   Ela me chamava de puta safada,dizendo que tinha nascido no corpo errado. Que ela ia me comer todos os dias. Que ia me deixar sempre com o cuzinho arrombado, pois dali pra frente, eu seria sempre sua fêmea, sua cadelinha, sua puta. Cai no chão e me arrastei pra cama completamente mole, todo dolorido, mas plenamente satisfeito.

Tinha realizado minha maior fantasia. Tinha sido a putinha de uma mulher.   É isso.  

Caso alguém ache interessante equeira comentar: casadinhapalmas@yahoo.com.br

Arte de ser menina

O tempo ia passando, eu já tinha 19 anos e tinha descoberto minha verdadeira vocação. Era uma bichinha assumida, delicada, e muito afeminada. Tinha nascido para dar prazer aos homens, ser obediente. Eu não me incomodava se eram casados, namorados,enfim, tinha uma missão, que fazia questão de cumprir e muito bem. Claro que sempre ficava pensando um dia em que aparecesse um príncipe encantado, que me tratasse como eu merecia, e em troca levaria tudo de bom que uma viadinha pudesse proporcionar. Eu não me incomodava mais com determinadas condutas. Andava na rua, bem livre, produzida, com meus trejeitos femininos, bem afetadinhos, e é claro que sempre levava gozação de alguns machões que gostavam de tirar sarro. Até comecei a gostar. O que o povo e suas namoradas ou esposas não sabiam, é que muitos daqueles machões já tinham chupado meu pau, e alguns deles eu já tinha até comido a bundinha.

Arrumei uma amiga parecida comigo, fomos morar juntas, eu com 20 anos, ela com 22. Éramos super parecidas, bem afeminadas, sempre conversávamos sobre nossas experiências, e sempre como melhorar para nossos machos. Eu estava doidinha para arrumar um namorado. Juntas, montamos um salão de beleza, que até hoje vai super bem. Fizemos curso, nos empenhamos, e nosso negócio ia super bem. Era bom, podíamos sempre irmos vestidas a caráter, nossas clientes adoravam fofocar, sempre assuntos de interesse feminino, contávamos nossas experiências, um luxo. Eu mesma dava dicas de sacanagens para as clientes, roupinhas, etc...Fiquei pasma quando a maioria me dizia que nunca tinha dado o cuzinho. Que desperdício. É ai que nós, bichas, entramos!

Um belo dia estava fazendo o cabelo de uma cliente, vou chamá-la de Bianca, quando o maridão dela apareceu no salão para buscá-la. Quando bati o olho naquele homem, já vi que ia me incomodar. Quase não consegui disfarçar a excitação. Meu pau ficou duríssimo, e percebi que o dele também. A partir daí ele sempre começou a ir ao salão, e ficava sentado ali esperando a mulher, enquanto eu terminava. É claro que eu dava várias dicas, dava risada, e levávamos tudo na brincadeira. Disse rindo a ele que se ele quisesse, poderia cortar o cabelo dele, pra deixá-lo mais bonito. Enfim, passados alguns dias, comecei a receber mensagens no celular, e pelo teor, no fundo já imaginava de quem se tratava. Guto queria cortar o cabelo num domingo de tarde, curiosamente o salão estava fechado, mas justificou a urgência em um compromisso. Tudo bem! Cheia de tesão, marcamos às 13h, o salão estaria fechado, mas eu estaria lá, ele poderia estacionar dentro da casa (claro que era pra ninguém ver). Hora combinada, meu gato aparece. Nossa, até fiquei sem fôlego. Bermuda, coxas de fora, camiseta, super básico, cheiro de homem mesmo. Eu havia caprichado no visual só pra ele. Era verão. Shortinho branco, um topzinho deixando meu piercing a mostra, sandália salto agulha, 12cm, soltei os cabelos loirinhos que iam até o ombro, batom e unhas rosa, uma tiara na cabeça, pulseira, brincos de argola, tudo o que ele podia esperar de uma bicha. Depilação caprichada, calcinha vermelhinha de rendinha, super cavada, que dava pra ver por cima do shortinho. Uma putinha. Nem conseguia esconder meu pau. Ele entrou, conversamos, e de repente, quando fui preparar a cadeira pra ele sentar, Guto me abraçou por traz, passando levemente a mão no meu pau. De costas para ele, inclinei a cabeça nos beijamos, nos acariciando. Nós dois sabíamos o que queríamos, mas eu não podia ceder ali naquele momento. Sentei-o na cadeira, abaixei a bermuda, e tratei logo de acalmar os ânimos dele. Caí de boca, chupei aquele pau enquanto ele me fazia carinho na minha cabeça. Subia e descia, sugava a cabeça, passava a língua nele todo, e depois de uns 15 minutos, senti o gozo vindo. Pedi pra ele gozar na minha cara, pra me lambuzar mesmo. Ele quis me foder, mas eu resisti. Limpei meu rosto e ficamos no sofá nos amassando um pouco, eu sempre segurando a vara dele, sentindo aquele pau duro na mão. Ficamos mais ou menos uma hora, Guto teve que ir. Cortei o cabelo dele rapidamente, mas antes do gato ir embora, na porta, me ajoelhei e paguei outro boquete. Não agüentei, e assim que ele foi embora, sentei no sofá, abri as pernas, coloquei o dedinho no cuzinho e toquei uma punheta bem gostosa. Eu queria aquele pau. Continuei atendendo esposa dele, todas as semanas, como sempre fazia. Já na semana seguinte, recebi mensagem no celular, perguntando se ele podia aparecer de noite. É óbvio que sim. Eu fechei o salão e fiquei só esperando, desta vez com uma produção mais refinada. Vestidinho rosa, com um babadinho branco, calcinha rosa, botas cano longo, salto 15, claro que unha e boca rosa, brincos enormes, uma patricinha. Guto chegou, me elogiou do início ao fim. Servi uma bebida e fomos por sofá. Logo começamos a namorar, e era óbvio...cai de boca naquele pau de novo. Chupava e chupava, lambia as bolas, sugava, passava a língua no buraquinho, desta vez ele gozou e eu tomei tudinho. Não resisti. Estava se joelhos na frente dele, com a boca atolada naquela vara, que me encheu de leite. Levantei e saí rebolando, bem menina, fui buscar água. Ele queria me foder novamente, mas eu tinha que resistir. Não podia ser tão fácil. Ele segurou meu pau, ia tirando a calcinha, mas fui mais rápida e comecei a chupar de novo. Durante o boquete o celular dele tocou, era a esposa, minha cliente. De sacanagem comecei a chupar mais forte, e mais até levar outra gozada, ele se contorcia. Não foi desta vez. Ele teve que ir. Salva pelo gongo. Na semana seguinte, Guto me visitou mais 3 vezes. Ganhou 9 boquetes, levei nove gozadas. Eu estava adorando. Era a outra. Num domingo desses, não resisiti...Guto chegou, namoramos no sofá por uma meia hora, eu sempre com a vara dele na mão, e ele segurando a minha. Me ajoelhei, chupei bem devagar meu pirulito, ele foi abaixando minhas roupinhas, eu cedi. Não dava mais pra segurar. Quando dei por mim, eu estava de quatro no sofá, com a calcinha arriada até os joelhos, saia levantada, ele já estava lá. Colocou o pau bem devagar no meu buraquinho, e massageava o meu pau. Logo senti que ele havia enfiado tudinho, e começou a bombar. A sensação de prazer era indescritível, sentia cada centímetro. Ele me fodia, me puxava pelo cabelo, me xingava de safada, piranha, puta viadinha, que eu seria a amante dele, me fodia e me punhetava ao mesmo tempo. Eu de quatro, ele me segurando pela cintura, vai e vem, eu sentindo as bolas bater na minha bundinha. Era delicioso. Ele jogava o peso do corpo por cima de mim com a vara bem enterrada, dava pra sentir o pau pulsando dentro de mim. Gozamos juntinhos....ele dentro do meu buraquinho, eu na sua mão. Tinha arrumado meu primeiro amante, que me ensinou a ser uma bichinha perfeita, obediente, passiva, submissa, a partir daí as coisas começaram a ficar mais fortes. Guto foi me ensinando muitas sacanagens que eu nem imaginava.

Ele ia no salão umas 3 vezes por semana pra me foder. Eu adorava, sempre me produzia pra ele, top! A mulher dele era minha cliente, e sequer imaginava que dividia aquele tesouro comigo. Uma bela tarde de sexta-feira, eu estava fechando o salão, toda suada, cansada, esgotada de trabalho. Enfim, Guto aparece do nada, fecha a porta, e sem dizer uma palavra, tira seu enorme cacete pra fora. Não me fiz de rogada, já sabia o que ele queria. Me ajoelhei e comecei a chupar, tocando uma punheta. Deu uns 20 minutos, eu ali me divertindo, ele tirou o pau da minha boca, eu já quase sem forças, quase sem batom, bateu com pau na minha cara, me mandou olhar pra ele e fazer biquinho. Obedeci, Guto gozou na minha cara e disse que ia me ensinar a fazer bolhinha. Com a porra dele na boca, eu ficava fazendo pequenas bolhas, ajoelhada, enquanto o safado, gostoso, cretino, e maravilhoso começou a mijar em mim. Me deu um banho de mijo. Eu estranhei, mas comecei a gostar, fiquei ali recebendo o líquido dourado. Levantei toda suja, cansada, melada de porra no rosto todo, Guto me colocou no colo e me bateu na bunda. Fiquei com marcas de palmadas, ele violentamente colocou a calcinha por lado, me fez sentar em cima do seu pau, eu de costas, ele sentado, eu sentada em cima dele, com a vara enterrada na última, e meu pau duríssimo. Eu conseguia sentir as bolas dele. Vai e vem vai e vem, nós dois gritávamos, trocávamos juras, e quando ele anunciou o gozo, eu tirei as pernas do chão, enterrando aquele cacete inteiro em mim, enquanto ele me segurava pela cintura. Fui, preenchida, inundada, me senti a mais vagabunda e feliz das bichas. Levei tudo no cuzinho. Virei-me e beijei meu homem, na boca, no pescoço, no peito, prometendo que seria sempre dele, só dele, objeto dele. Que macho delicioso. Outras trepadas vieram, mas fica para outro conto! Paola. Os apelidos são fictícios.

 

O professor de espanhol

Queridos leitores, por causa deste caso, me deu vontade de estudar todas as linguas.

Trabalho em um escritório de advocacia, é normal aparecerem clientes estrangeiros, por isso a diretoria me disse para procurar um curso de espanhol, pois muitos clientes eram do mercosul.

Andei procurando, mas esses cursinhos comuns estão por fora, então um colega me disse que professor particular era melhor. Era mesmo.

Procurei na internet, anuncio de revistas, jornais, encontrei alguns, pedi para fazer uma aula teste e fui conhecer alguns, mas escolhi um cinquentão que era maravilhoso. E ainda falava bem prá caramba.

Chegando lá, sentamos num sofá e conversamos sobre as minhas dificuldades, eu estava muito tenso, nem sei porque, ele ofereceu um drink, para relaxar e soltar a lingua e estavamos nessa conversa e ele me olhava de alto a baixo, me medindo, ele era mais baixo que eu, acho que 1,75. mas era forte, um pouco gordo, com aquela barriga de cerveja sabe, já meio calvo, cabelos grisalhos, bigode, voz forte e rouca, não era bonito, mas parecia muito sério e atraente pelo conjunto, aos poucos me senti mais desinibido.

Em pouco tempo estávamos rindo muito, ele contava piadas sobre professores e "pérolas" de alunos idiotas, então, ele deu uma ajeitada no pinto, eu estava olhando prá ele e ele olhou nos meus olhos e percebeu a deixa, fez uma piadinha e se aproximou um pouco mais, aí ele levou a minha mão até a perna dele e rocei o pinto que já estava duro, e disse para eu alisar, foi o que fiz.

Bom, ele correspondeu, me abraçou e abriu minha camisa, me trouxe junto dele, alisou minhas tetinhas e me beijou, ai eu me entreguei, ele me deitou sobre seu colo e pos o pinto para fora e eu fiquei mamando ali um tempão.

Tiramos o resto da roupa, e subimos para o quarto, tomamos um banho primeiro, juntinhos, nos beijamos de novo, eta homem para beijar bem, e fomos para cama, onde comecei a mamar de novo, então me virei e ficamos de 69, ele me chupava e brincava no meu cusinho, depois virei de novo e ele sentou na cama e me colocou de joelhos no meio das pernas e mandou chupar mais, e pegava minha cabeça e enfiava aquela rola grossa toda,as vezes quase sufocava, então ele gosou, tentei tirar a boca, mas já tinha ido, gosou na minha cara, me lambusou todo, sentia o gosto daquela porra quente na lingua, mas continuei chupando até ele me soltar.

Então fomos tomar outro banho, enquanto eu me secava ele disse que queria separar uma peça de roupa para eu usar, perguntou se eu aceitaria. Como eu nem sabia que tipo de roupa ele ia separar, eu disse que aceitaria qualquer roupa. Então, quando eu cheguei ao quarto ele tinha separado um espartilho preto, com meias 7/8 e calcinha tudo preto, disse que tinha muito tesão em comer um rapaz com roupas femininas. Achei muito esquisito, pensei em recusar, mas acabei aceitando, pois ninguém saberia, e eu podia nunca mais voltar a vê-lo e depois eu estava mais propenso a me deixar levar, vesti a roupa e me olhei no espelho, pensei que se estivesse depilado e de peruca até me sairia bem, então a transa começou a ficar bem quente, mais beijos, mais brincadeiras, e voltamos para a cama, ele disse que iria me comer, seu pinto já foi ficando duro de novo, não era grande mas era grosso, ele pegou o ky e começou a passar em mim, me lambusou bem, brincou com o dedo ou mais dedos, e falava coisas picantes, eu estava muito a vontade, então ele pos a caminsinha e me virou de costas e veio por cima de mim, era gostoso sentir aquele homem pesado em cima de mim, muito gostoso.

Colocou os travesseiros por baixo para ajudar, mandou abrir as pernas e empinar o bundão, sim eu tenho bundão, empinei e ele veio bem devagar, estava apertado, ele afastou a calcinha para o lado e forçou a cabeça, ele mandou relaxar, abrir mais as pernas, e mandou ver, nossa, gritei, como era grosso, eu gemia de verdade, não era frescura, e ele gostava, enfiou tudo e soltou o peso em cima de mim, me mordia a orelha e falava um monte de coisas, sacanagens, e foi bombando devagar, ai que gostoso, ele me chamava de menina e eu gostava, ele bombava suavemente ora rápido ora devagar, me fazia ver estrelas, eu agarrava o lençol com as mãos, me sentia totalmente preenchido por aquela pica grossa e quente, então sentia que estava gozando e meu pinto nem estava duro, foram espasmos ritmados, eu arqueava as ancas e sentia o pinto dele mais fundo ainda, ele gostou tanto que ele gosou de novo, então terminamos, nossa respiração forte ia diminuindo, estavamos tão suados que ficamos do mesmo jeito um tempão, o suor dele pingava no meu rosto, sentia a respiração dele, foi demais, e fizemos muitas vezes, um pouco de aula e um pouco de sexo, acabei me depilando e ele me comprou uma peruca morena, me chamou de menina todas as vezes.

bjs
Pedrita

 

Carnaval - segundo dia

Dormi profundamente, exausto. Acordei tarde ainda confuso comigo, o cheiro de sexo exalava forte na cama. Passei a mão em meu corpo e senti a calcinha moldada em minha bundinha....excitante.
Meu cuzinho comichava, passei a mão ainda estava inchado, dolorido pela intensa atividade.
Que sensações gostosas. Nunca tinha gozado tanto. Como Luiz era viril!

Como foi bom andar vestidinho de mulher, de salto alto, espartilho, aquelas meias...que sensação gostosa. Tinha sido mulher de meu amigo e dado prazer a ele!!!!.
Fiquei relembrando,.... e meus amigos......., remorso...., que pensariam de mim!!! Como foi bom.
Estava decidido, hoje era sábado, até quarta-feira continuaria experimentando ser uma fêmea.
Fui as compras decidido a me montar novamente como uma gatinha.

Comprei outra meia 7/8 bem lizinha, meia 7/8 arrastão, meia-calça, várias calcinhas, outro espartilho bem justinho, modelador (tipo maiô com presilhas no meio das pernas bem justinho), comprei uma sainha plissada tipo colegial, um vestido justinho bem curtinho. Já não tinha vergonha de comprar estas roupinhas, não ligava para os outro, estava de calcinha e até experimentava as roupas no provador. Comprei maquiagem, esmalte, batom, comprei uma peruca comprida morena, ...estava pronta para mais uma transformação.
Meus amigos não paravam de ligar para meu celular, não atendi...
A tarde foi muito excitante, depilei os pelos que ainda tinha e os que começavam a aparecer, tomei um demorado banho de banheira com sais..., passei bastante creme hidratante, perfume corporal, vesti uma calcinha bem justinha, sutiã, o modelador tipo maiô bem justinho , coloquei o vestidinho e comecei a pintar as unhas de vermelho.

As vezes parava e caminhava de salto alto pelo AP me sentindo uma fêmea, estava muito bom. Já estava acostumado com aquele salto enorme, caminhar de salto força a panturilha e as coxas, as pernas ficam mais esbeltas, bonitas e levanta a bundinha.
Fiz uma maquiagem bem provocante com as faces vermelhas, batom vermelho forte contornando os lábios com um lápis marrom escuro que deixavam meus lábios maiores e mais sexy. (aprendi na net)
Coloquei cílios postiços e pintei bem os olhos e coloquei a peruca bem comprida....Olhei no espelho e não acreditei....estava linda....parecia uma menina.
Já era tarde e como pretendia sair a noite terminei de me arrumar.
Coloquei uma meia 7/8 bem fina e a arrastão por cima, vesti uma calcinha bem pequenina acomodando meu pinto e minhas bolas, coloquei o sutiã bem justinho apertando e levantando meus peitos, vesti o espartilho pretinho e coloquei as liguinhas puxando as meias,...que tezão.
Coloquei a botinha de salto e me deliciei caminhando assim pela casa.
Desfilava e olhava no espelho, estava linda, sexy.
Coloquei outra calcinha rendada e o vestidinho bem justinho com o cinto largo elástico na cintura que modelava ainda mais meu corpo realçando a bundinha e minhas coxas que apareciam quando caminhava. Quando sentava o vestido encolhia aparecendo a calcinha e as liguinhas.
Luiz ligou, atendi. Disse que eu tinha que sair com ele, fiz-me de difícil, ele insistiu muito dizendo que seria só este carnaval e que ninguém saberia, concordei e ele disse que a noite me apanharia para sairmos.

Terminei a preparação, maquiagem, brincos, perfume e uma pomadinha em meu cuzinho que ainda estava inchado, parecendo uma bucetinha.
Estava pronta, me sentindo uma fêmea e ansiosa para dar minha bundinha novamente.
Luiz chegou e ficou ainda mais espantado com minha produção.
Me agarrou forte e me deu um longo beijo na boca me apertando contra seu corpo.Eu não sabia mais quem era. Aquilo me desarmou totalmente , estava entregue em seus braços, suas mãos em meu corpo, apertando minha bundinha, totalmente grudada nele e já começava a sentir o volume do seu pau crescendo em minhas coxas. Me pendurei em seu pescoço e ficamos nos beijando. Estranho, eu estava com muito tezão e meu pau continuava molinho, meu cuzinho e meus peitos coçavam, um frio na espinha, aquela barba mal feita, sua saliva em minha boca, sua língua, ....estava quase gozando de pau mole.
Ele queria entrar, ir para a cama, pedi para esperar e sairmos um pouco. Queria experimentar mais uma vez sair em público toda vestidinha de menina.
Fomos a outro baile de carnaval em um clube da cidade. Os rapazes me paqueravam, as vezes no aperto sentia uma mão boba em minha bundinha.
Luiz não me deixava, sempre me abraçando e me acoxando por trás.
Caminhar assim de salto alto sendo acoxada e sentindo o volume de seu pau em minha bundinha era muito bom. Caminhava feito uma putinha rebolando naquele pau.
Dancei de salto alto requebrando bastante, rebolando, sentia meu corpo pulsando sobre os saltos, minhas pernas retezadas pelos saltos muito alto estavam sexy com a meia 7/8, as liguinhas, o espartilho, Luiz me agarrava me apertando, me acoxando, que tezão.
Fui ao banheiro, ninguém notou que não era mulher, retoquei a maquiagem, passei batom, fiz xixi agachadinha, arrumei a peruca e sai.
Bebemos, dançamos bastante e fomos para casa.
Luiz dirigia com a mão em minhas coxas, cruzei as pernas apertando sua mão, eu o abraçava e passava a mão em seu pau enorme dentro das calças.
O envolvimento, o tezão entre nós era muito grande, abri sua calça e seu pau saltou para fora, coloquei na boca e chupava, abocanhava, beijava, a cabeça enorme e macia pulsava em minha boca, eu apertava para que não gozasse ainda. Ele corria ansioso por chegar.

Entramos em casa e ele sempre me agarrando, acoxando, fomos direto para o quarto, não via a hora de ser possuído novamente, sentir aquele pau me invadindo.
Ele tirou meu vestido, me agarrou e me levou para a cama de salto mesmo, ajudei-o a tirar a roupa e deitamos na cama, ele por cima de mim me abraçava e me beijava, eu sentia seu pau enorme roçando em minhas coxas, meus seios coçavam, ele apertava tirou uma alça do espartilho e sutiã e começou a chupar. Meus peitos pareciam seios coçando, eu quase me acabava com suas sugadas, estavam durinhos, pedi que me possuísse.
Ele imediatamente me virou, baixou as calcinhas e beijou meu cuzinho, sua língua quente me tocando, invadindo, eu delirava, me contorcia, um frio me subiu pela espinha, ele apertava minha bundinha enquanto passava a língua pelas minhas coxas, bundinha, cuzinho.....era muito gostoso, que sensação diferente, eu dentro daquelas roupinhas me sentindo uma fêmea dando prazer para um homem.

Eu não agüentava mais de vontade , fiquei de quatro e pedi que ele me penetrasse. Ele se ajoelhou e encostou a cabeça de seu pau em meu cuzinho. Que sensação boa, meu cuzinho agora inchadinho abocanhava a cabeça, eu pedi que ele fosse devagar, queria prolongar o máximo este prazer. Aquele homem enorme me segurando firme pelos quadris, eu rebolava em seu cacete, meu cuzinho piscava entrava um pouquinho, saia, ele me segurou forte e começou a me penetrar, a cabeça forçou a entrada, doeu um pouco, eu rebolava e forçava para que não entrasse de uma vez enquanto ele me puxava, ...entrou a cabeça, ..ai ...que dor, que sensação...foi entrando devagarzinho, eu rebolava naquele pau,... que tezão enorme, aquele pauzão me invadindo....., suas veias roçando meu cuzinho, .....eu apertava, .....soltava rebolava, .....piscava o cuzinho, foi entrando,...entrando... entrando... invadindo. .... senti suas bolas em minha bundinha e suas mãos fortes me segurando.
Estava totalmente fudido, ...seu pau estava todo alojado em minha bundinha, ....sentia seu volume me preenchendo....grande dentro de mim. Ele queria socar, pedi que esperasse um pouco, ....fui me deitando devagarzinho, ..ele deitou-se em cima de mim, sentia o peso de seu corpo sobre o meu, ele me abraçava agora com as mão em meus peitos, apertando, ....sentia meu cuzinho arregaçado e aquele volume enorme dentro da minha bundinha, ....eu me contorcia de prazer, estava quase gozando,... comecei a piscar o cuzinho, ....intumecia e contraia involuntariamente, ...ele começou a socar,.. levantava e quando quase saia socava violentamente, ....a cama pulava....eu rebolava o que podia, ....piscava, ...sentia seu pau me arrombando, ...violento, ...doía, ....minhas pernas tremiam, ...sentia calafrios, gritava, ...ele gemia, suava, mordeu meu pescoço, começou a socar com mais violência, ...sentia seu pau maior a cabeça maior, ..macia, ...dura, ...invasiva,....pulsava, ....senti a porra quente me invadindo, ...ele socava muito, meu cuzinho ralado doía, esquentava e sentia a porra escorrendo em minha bundinha, pernas, ..ele estava eufórico, ...socava, ..deitava sobre mim, o peso do seu corpo sobre o meu era muito grande, me imobilizava, ....eu não queria parar rebolava quando podia, ...ele continuava socando, ...gozava ainda, ...sentia sua porra dentro de mim sendo expelida...., me lambuzando, me enchendo,... o cheiro forte, ....comecei a gozar também, ...sentia espasmos pelo corpo todo, ...seios, ...pernas, ...meu cuzinho doía de prazer,.. sentia seu pau e a cabeça enorme dentro de mim pulsando, inchando, ....o cheiro forte de porra.... Tremi todo, quase desfaleci de tanto prazer, ele continuava socando, ...agora mais devagar. Acabamos juntos. Deitamos calados, ele resfolegando em mim.

Luiz dormiu sobre mim sem tirar seu pau.
Eu estava imóvel, chorava baixinho por tudo, ...prazer, ...culpa , ..muitas sensações. Estava gostando de alojar aquele cacete enorme em mim.
Dormi também, ....engatado naquele homem.....
Acordamos mais tarde deitados de conchinha, seu braço sobre mim, seu pau mole, mas ainda grande com a cabeça em minha bundinha, ...tudo melado de tanta porra.
Ele passou a mão em meu corpo, minhas coxas, meias, liguinhas, disse que eu estava um tezão e que nunca tinha gozado tanto, passou a mão em minha bundinha melada, cheirou sua porra, passou em minha boca e beijou-me forte, nos viramos, ele montou sobre mim me abraçando e beijando, sua língua em minha boca, eu o abracei, ficamos nos beijando e acariciando. .. O gosto de porra misturado com batom, sua saliva, era muito bom. Senti seu pau ficando duro em minhas pernas, apertei as pernas, ele montado sobre mim, me beijava, chupava meus seios, socava minhas coxas, estávamos novamente com muita tezão.
Eu queria sentir aquele pau, pedi para chupá-lo, ele se deitou na cama eu me abaixei, segurei aquele pau enorme, melado, lindo, coloquei na boca, chupei, abocanhei a cabeça, macia, beijava todo ele, aquelas veias fortes até as bolas, lambia, chupava, estava me deliciando com aquele cacete enorme, queria sentir mais, abocanhei e comecei a punhetá-lo enquanto mamava, apertava a cabeça, ela foi ficando maior, pulsava em minha boca.

Que delicia, nunca pensei que fosse gostar tanto de mamar um cacete. Apertava a boca sentindo-o pulsar....Eu continuava chupando, sugava, passava a outra mão por suas bolas, seu rego, cuzinho, ele se contorcia e gritava agarrado na cama. Continuei chupando abocanhando aquela cabeçona pulsante, engolia o que podia, ...ele começou a socar devagarzinho, a cabeça estava maior latejando, ...senti que ia se acabar, ...comecei a chupar com mais força, ...apertando com a mão alisando seu saco, cuzinho, ele arfava, gritava, ...senti a cabeça entumecendo mais, ...parecia que ia explodir de tão grande,... mal cabia na minha boca, ...apertei, ...chupei com força e começou a sair jatos de porra dentro da minha boca, na segunda golfada me encheu a boca toda, ...continuei chupando com a boca meio aberta para sair um pouco da porra, ...as golfadas continuavam com menos porra, ....eu abocanhava mais, ...chupava, ...engasgava, ...continuava chupando,.. a porra continuava saindo aos poucos, ...ele gritava, ...eu engolia a porra, ...não largava aquela cabeça linda pulsante, ...chupava, ...parou de sair porra, eu chupei mais com força até sentir o restinho de porra sair em minha boca, ...ele estava exausto, eu continuava chupando, lambendo, o gosto da porra, ...cheiro estava gostando, ...também tinha gozado em suas pernas.

Deitei sobre ele e ele me abraçou e me deu um longo beijo.
Dormimos novamente abraçados.
Acordamos com o dia amanhecendo. O cheiro de porra e suor na cama era excitante. Nós abraçados fomos nos beijando, com a mão eu explorava todo seu corpo forte, ele me acariciava, apertava minha bundinha, brincava com meus seios, meu espartilho, eu o beijava me sentindo uma menina, esfregava minhas pernas nas dele, com as meias era um atrito muito gostoso, depois de algum tempo se esfregando seu pau foi endurecendo de novo. Segurei com a mão alisei a cabeça, apertei um pouco, punhetei devagarzinho e ele ficou duro de novo, ele me acariciava, beijava, eu subi nele fiquei de joelhos segurei seu cacete e direcionei para meu cuzinho, ele estava grande, inchado, senti a cabeçona se acomodando enquanto eu rebolava devagarzinho, ele agarrado em minhas coxas apertava e fechava os olhos, eu comecei a forçar sentindo a cabeça daquele pau enorme começar a entrar em mim de novo, estava me deliciando, ...rebolava , ...mexia,... apertava, ...controlava a situação, forcei e senti a cabeça entrando afastando minhas pregas, ...meu cuzinho engoliu a cabeçona, ...agora já familiarizado, ...continuei descendo sentindo aquele pau forte,... suas veias grossas me invadindo, ...ralando, ...a cabeça penetrando mais fundo,....que delicia, ...continuei sentando , apertando até sentir seus pentelhos em minha bunda, ...a cabeça, o pau tinha invadido minhas entranhas, ...sentia o volume daquele pauzão dentro de mim, ...apertei bastante, ...rebolava esfregando minha bunda nele, ...sentia aquele volume todo dentro de mim me enchendo, ...ele gritava e apertava minhas coxas com mais força, ...eu não sentia dor, .só prazer, .eu saltava, ...pulava naquele pau, ...rebolava, ...socava, ...ele começou a socar também, senti o pau e a cabeça maiores,.... socava, ...esfregava minha bunda nele, ...apertava o cuzinho em espasmos involuntários quando comecei a gozar senti seu pau latejando, ...pulsando mais e algumas golfadas de porra quente dentro de mim,....que delicia sentir o gozo dele em mim....a porra escorria, o movimento ficou mais fácil, ....eu pulava,...rebolava,... socava, ...apertava o cuzinho naquele pau,....que delicia...ele urrava de prazer, ...socou com tanta força que eu subia e pulava sobre ele......cai sobre ele sem forças....ele me abraçou, cruzou as pernas fortes sobre mim, eu juntei bem as pernas e apertei meu cuzinho para trancar a cabeça daquele pau lindo dentro de mim e ficamos assim um bom tempo, abraçados, engatados.....

Era dia quando ele levantou, pedi que fosse embora, ele tomou um demorado banho enquanto eu me recompunha enrolado nas cobertas sentindo o cheiro do sexo, ...porra, ...suor..sentia meu corpo diferente.
Ele saiu do banho , se vestiu, disse que a noite voltaria e foi embora............

 

Crossdresser no carnaval

Sou bem másculo, 25 anos, o que vou contar aconteceu a dois anos. Estava próximo do carnaval e estava com meus dois amigos de infância vendo tv e vimos um bloco de carnaval de homens vestidos de mulher. Achamos muito engraçado e combinamos de nos vestirmos assim no carnaval . Todos somos homens e sempre saímos juntos para pegar gatinhas, ninguém nunca pensou em transar com homem.
Eu quando adolescente gostava de experimentar as calcinhas, maiôs das minhas primas. Uma vez até roubei umas calcinhas delas e usava por baixo da roupa, aquilo me dava muito tesão.
Chegando próximo do dia combinado foi me dando muito tezão e sai para comprar umas roupinhas dizendo que eram para minha namorada, comprei meia 7/8, espartilho, duas calcinhas, segunda pele. sutiã, maquiagem, uma peruca amarela, brincos de argola, batom. Quando cheguei em casa, moro sozinho, me deliciei experimentando as roupinhas.
Faltava um sapato, sai para procurar e demorei para achar um numero 40, comprei uma botinha curta de salto bem alto.
Foi difícil me acostumar a me equilibrar naquele salto, treinei muito a noite no meu quarto.
Chegando o dia combinado meus amigos telefonaram e disseram que iam se vestir e passar as 23 horas para me apanhar.
Eu estava muito eufórico, comecei a me preparar de manhã. Tomei um banho demorado, raspando minhas pernas, coxas, bundinha...todo o corpo. Passei muito creme hidratante até ficar com a pele bem lizinha, sedosa. Vesti uma calcinha bem pequenina que se enfiava na minha bundinha e prendia meu pau e bolas para tráz, coloquei a meia 7/8 preta com ligas rendadas, coloquei um sutiã bem justinho que apertava meus peitos levantando que pareciam dois seinhos, coloquei a segunda pele da Loba pretinha por cima, estava uma delicia , coloquei o espartilho preto bem justinho com as cintas ligas prendendo as meias com um bojo pequeno rendado. Olhei no espelho e parecia um corpinho de menina, a assinturadinho com minha bundinha arrebitada e calcinha enfiada, os peitos pareciam pequenos seios de menina moça. Coloquei outra calcinha rendada que se ajustava na minha bundinha, estava um tezão. Coloquei uma sainha bem curtinha, a botinha e me olhei no espelho, estava uma gatinha linda. Estava com tanto tezão que tive que baixar as calcinhas e me masturbar.
Me recompus, ajeitei as calcinhas acomodando meu pau e bolas para tráz, bem apertadinhos. Fiz uma maquiagem bem bonita, batom, brincos, coloquei a peruca e fiquei desfilando no quarto rebolando a bundinha em cima daquele salto. Olhei no espelho, parecia uma putinha. Estava adorando caminhar assim, me sentia uma fêmea, os saltos arrebitavam minha bundinha, forçavam os músculos de minhas pernas, eu sentia minha bundinha e meu cuzinho forçar enquanto caminhava.
É um tezão andar de salto alto, por isso que as mulheres usam.
O telefone tocou, meus amigos tinham chegado e estavam me esperando no carro. Coloquei um casaquinho por cima e fui encontrá-los. Quando me viram ficaram espantados, suas fantasias eram bem simples, somente um vestido folgado por cima da bermuda. Riram um pouco , me acharam linda, uma menininha. O clima ficou um pouco serio no carro, éramos colegas de festas, bebidas, mulherada e agora eu parecia uma gatinha. Fomos para a festa. Bebemos bastante e fomos brincar no salão. Eu dançava rebolando feito uma menina pelo efeito da bebida , do salto alto e das roupinhas. Meus amigos me acompanhavam e me abraçavam, me acochavam, me tratavam como uma menina me protegendo dos outros e das mãos bobas, eu estava gostando daquilo, me sentia uma fêmea. Quando o Luiz, mais alto me acoxava por tráz me segurando pela cintura eu sentia seu pau duro na minha bundinha, dançando de salto alto rebolava no seu pau e aquilo estava me deixando com muito tezão. Estava com um tezão diferente, de pau mole, meu cuzinho coçava, piscava, meus peitos pareciam seios comichando. Ele estava adorando ser agarrado, as vezes o Marcos trocava com ele e me acochava também. Estava me sentindo uma putinha. Pedi para sentar um pouco e o Luiz me levou para o fundo do salão, meio no escurinho. Sentamos em um sofá bebemos um pouco e ele me abraçou e começou a passar as mãos na minha coxa, alisava minhas meias, brincava com as liguinhas, colocou a mão no meio das minhas pernas e eu instintivamente cruzei as pernas apertando suas mãos. Eu estava confuso, meu amigo me sarrando. Eu estava gostando!!!!
Ele me abraçou e colocou uma das mãos dentro do espartilho pegando meus seios, com a outra mão começou a alisar minhas coxas indo até minha bundinha. Afastava a calcinha e seu dedo se aproximava de meu cuzinho. Eu estava com um tezão diferente, meu cuzinho coçava, sentia arrepios em meu corpo, meus seios sendo massageados , durinhos, coçavam. Eu estava confuso, perplexo pelo meu amigo e gostando de ser sarreado. De repente ele me beijou na boca.......sua língua, sua saliva misturada com o gosto do batom, sua barba roçando minha pele....eu estava me sentindo uma fêmea no cio. Agora não importava mais, eu queria me sentir assim, retribuía seus carinhos, abraçava seu pescoço, passei a mão em sua bermuda, seu pau estava enorme, duro, como era grande, duro, eu apertava, alisava por cima da bermuda, ele cada vez com mais tezão me abraçava, apertava, me beijava, estávamos com muita tezão.
Precisava fazer xixi, perguntei a ele como ia fazer, ele disse que ia me acompanhar ao banheiro feminino. Feminino? como iria entrar lá. Luiz disse que eu estava uma perfeita menininha, ninguém ia notar. Entrei muito sem jeito, ninguém notou, esperei um reservado retocando o batom e a maquiagem, coloquei bastante batom me deixando com uma boca grande, sensual. Entrei no reservado e tirei as calcinhas acocando para fazer xixi. Me arrumei bem. estava me sentido uma fêmea. Saí, o Luiz estava me esperando. Fomos dançar, ele sempre por traz me abraçando, me acochando. Chegamos no salão e fomos para um canto dançar agarradinhos, ele me apertava, passava a mão em meu corpo, apertava minha bundinha roliça que estava durinha de tezão por baixo da saia, roçava meu cuzinho que me deixava toda arrepiada. Me apertava contra seu corpo que sentia o volume de seu pau duro em minhas coxas. Os saltos muito alto forçavam os músculos de minhas pernas que arrebitavam minha bundinha. Estava uma perfeita femea no cio. Não sabia mais quem era, estava com vontade de ser possuída pelo meu amigo. Já queria ir para casa, queria experimentar dar a bundinha.

O Marcos estava com uma menina, de longe nos olhava, parecia que estava com muita tezão por nós.
Eu não agüentava mais de tanto tezão, meio tonto, sussurrei em seu ouvido: - vamos para casa...
Luiz imediatamente me segurou pela mão, avisou o Marcos que íamos embora e me levou para casa em seu carro.
No caminho estava quieto e confuso enquanto ele dirigia e com uma mão alisava minhas coxas.
Chegamos em casa, estava confuso, querendo muito ser possuído mas com medo do meu amigo, o Luiz vinha atrás sempre me agarrando e me acochando. Entramos em casa e disse que ia ao banheiro. O Luiz foi para o quarto e disse que ia me esperar lá.
Entrei no banheiro, o que fazer, será.....meu amigo. Estava com muito tezão, agora iria até o fim. Queria dar, ser possuída, me sentir fêmea, dar prazer a ele.
Retoquei a maquiagem, passei batom, passei um creme desodorante, perfume, lubrifiquei bastante minha bundinha e meu cuzinho...estava pronta.
Entrei no quarto e o Luiz estava de cuecas deitado na cama. Me aproximei, ele levantou-se me abraçou, me conduziu até a cama, deitamos, nos beijamos, rolamos ele me beijava, apertava, segurava minha bundinha, apertava meus seios. Eu estava toda arrepiada, abraçava-o, passei a mão em sua cueca, senti seu pau enorme, duro, apertei, ele empurrou minha cabeça para baixo,.... nunca imaginei isso , mas eu queria chupar aquele pau, tirei sua cueca enquanto ele me beijava o pescoço, as pernas ele se deitou com aquele pau enorme para cima, comecei a chupá-lo, lambia, sentia suas veias grossas em minha boca, lambia a cabeça, abocanhava, ele estava adorando, apertava minha bunda, de repente ele me puxou e disse que queria se acabar dentro de mim, tirou minha saia, minha calcinha e eu fiquei de quatro para ele. Queria demais ser penetrado, ele se ajoelhou na cama , afastou a outra calcinha enfiadinha e apontou seu pau no meu cuzinho e começou a forçar, doía, eu comecei a rebolar sentindo aquela cabeça me forçando, meu coração disparou estava com muita tezão, não entrava, estava apertado, eu rebolava para facilitar a entrada, ele me segurando pelos quadris, forçava, eu gemia, a cabeça começou a entrar, doía muito eu rebolei mais forte saiu e eu pedi para ele esperar, peguei o lubrificante que tinha trazido, chupei seu pau, apertei aquela cabeça linda , salivei um pouco, passei bastante lubrificante, coloquei no dedo e no meu cuzinho, alargando um pouco, coloquei mais lubrificante na bundinha cuzinho.... tremia de vontade....ele me agarrou desesperado, se posicionou novamente, segurou meus quadris, puxou eu rebolava bastante, gemia, ele forçou bastante, a cabeça começo a entrar,....entrou ...ai ...eu gritei...ele esperou um pouco eu rebolava lentamente...ele forçou novamente e eu senti aquele pau enorme me arrombando, suas veias grossas roçavam, entravam, não parava de entrar, era muito grande...eu estava assustado, gostando, rebolava mais para facilitar, meu cu ardia, de repente senti suas bolas em minha bundinha e ele me agarrando firme. Estava enrabado, seu pau estava todo em minha bundinha, sentia aquele volume enorme dentro de mim me preenchendo. Estava adorando aquilo, minha pernas tremiam, sentia dor e prazer. Pedi para ficar quieto um pouco enquanto me acostumava. Ele segurando meus quadris, alisava minhas coxas, seu pau pulsava dentro de mim, ele mexia bem devagarzinho. Me acostumei aquele pauzão dentro de mim, meu cuzinho arregaçado comichava, doía um pouco. Comecei a rebolar devagarzinho, ele ainda agarrado forte em mim começou a socar devagar, tirava um pouco socava, eu sentia aquele pauzão me esfolando, entrando saindo, suas veias grossas, sua potência. Estava me sentindo uma fêmea, gozava pelo cú, tremia, estava me acabando de pau mole sem tocar, estava muito bom, ele começou com um ritmo mais frenético tirava socava, eu gritava, gozava, ele socava cada vez mais rápido, eu tentava rebolar, mexia os quadris, gemia de dor e prazer, suas estocadas ficaram mais rápidas.... de repente ele me agarrou firme, me abraçou forte, ...socou todo seu pau bem dentro de minha bundinha, senti seu pau pulsar dentro de mim, a cabeça crescia, pulsava, estava mais quente, sentia sua porra inundando minha bundinha. ele gozava aos berros, eu rebolava, ele socava com mais força, sua porra escorria pelas minhas pernas, coxas, eu gritava, rebolava, apertava meu cuzinho sentindo aquele volume enorme me enrabando. Era muito tezão , a porra escorrendo, o cheiro de porra, o suor, estávamos em um ritimo frenético, gozavamos juntos, ele não parava , socava, socava, meu cú doía, eu gozava de dor e prazer. Ele caiu sobre mim, desfalecemos deitados na cama, eu estava completamente imóvel com aquele homem enorme sobre mim com o pau todo atolado na minha bundinha.. exaustos acabamos dormindo assim..... enrabado com aquele homem sobre mim.
Acordei mais tarde sentindo um frio em minha bundinha, ele dormia ao meu lado, passei a mão na bunda estava tudo melado, meu cuzinho estava ardido, inchado, corri pára o banheiro, passei a mão examinando, tinha um pouquinho de sangue, meu cuzinho agora era uma bucetinha inchada, sentia um vazio dentro. Me lavei bastante, ardia, passei bastante hidratante, vesti a calcinha , passei mais batom, arrumei a maquiagem, a peruca e voltei para o quarto. Caminhava de pernas abertas toda arregaçada, cambaleava pelos saltos altos. Estava deflorado, mas.......estava gostando de tudo.
Sentei na cama, o Luis acordou, me puxou e me deu um beijo, rolamos na cama, ele me acariciava passando a mão na minha bundinha. Estava me sentindo uma fêmea, ele deitou-se sobre mim e comecei a sentir seu pau crescendo no meio das minhas pernas. Eu o abraçava, peguei seu pau com a mão, já estava duro, enorme, ele ficou de lado e eu estava com muita tezão, abaixei-me e segurando seu pau comecei a chupá-lo. Lembrava-me das meninas quando me chupavam, como é bom chupar um pau. Eu colocava na boca , sugava, apertava a cabeça, massageava suas bolas, lambia suas veias grossas. Que pau lindo, grande , forte , macio com veias grossas salientes. Lambia todo comprimento, abocanhava, sugava, sentia o cheiro e gosto da porra. Ele estava nas alturas, se contorcia dizendo que ia se acabar. Apertei seu pau com as mãos e fiquei de quatro. Queria que ele se acabasse dentro de mim. Queria sentir de novo sua porra quente dentro da minha bundinha. Ele rapidamente ficou de joelhos me segurando pelos quadris. Eu já tremia de ansiedade e vontade de ser enrabado novamente. Quando ele encostou seu pau em meu cuzinho, um frio me percorreu a espinha, comecei a rebolar e apertar a bunda para trás, fazia força me espremendo,....entrou fácil agora, comecei a rebolar enquanto sentia aquele pau maravilhoso me penetrar e me preencher por dentro, gemia....doía um pouco....ele agora socava com força, eu sentia seu pau entrar, ralando meu cuzinho,....suas bolas batendo na minha bundinha,...rebolava....tremia....chorava baixinho...me contraia toda, gozava pelo cu,....ele foi socando mais ligeiro, me segurava os quadris com força,...eu tentava rebolar mais., gemia,,,me contorcia toda....ele me segurou com força contra si,....estava preso...grudado nele com o pau todo dentro de mim pulsando....senti o pau latejar dentro da minha bunda, ....crescia.....estava mais quente.....que sensação gozosa...começou a esporrar abundantemente dentro da minha bunda......eu tremia toda grudado nele... sentia sua porra quente me preenchendo, ele não parava de socar, gritava, urrava, eu parecia que estava engatado naquele homem....não me largava,....socava mais ...e...mais,....ja tinha gozando duas, três vezes...era muita porra, estava com a bundinha cheia de porra, escorria pelas minhas pernas, tudo melado, o barulho dele socando era diferente....aquilo foi me levando a uma excitação tão grande que eu comecei a rebolar bastante engatado nele,.....ele me abraço com força sobre mim...estávamos em sintonia, gemendo, gritando......eu gozava como nunca tinha gozado antes.......seu pau pulsava dentro de mim.....gozamos,...gozamos....gozamos ... muito...até cairmos novamente sobre a cama. Ficamos muito tempo imóveis deitados lado a lado. Comentamos que nunca tínhamos gozado tanto. O cheiro de porra e suor era muito forte....exitante. Olhei para ele, ....meu amigo.....aquilo me deu uma enorme tristeza. Corri para o banheiro e chorei muito. Ele bateu na porta e eu pedi que ele fosse embora.
E agora. O que fiz!!!! Meus amigos.....Tirei todas aquelas roupinhas, tomei um demorado banho, passei bastante creme no meu cuzinho, coloquei a calcinha maior e fui dormir. Que será de mim agora. Meus amigos!!!!

 

Virei namorada por acaso

Meu nome é Rodrigo tenho 28 anos e desde criança o mundo feminino, principalmente roupas e maquiagens me chama a atenção. Quando criança sempre que tinha oportunidade experimentava as roupas de minha que ficavam no banheiro para lavar. Aos 23 anos quando fui morar sozinho comecei a ter minha própria coleção mas isso sempre foi um fantasia reprimida que nunca havia sido revelada a ninguém até esse dia.

Eu e mais alguns amigos sempre saimos juntos nos finais de semana, e nesse dia no final da noite um deles, Paulo, o meu amigo mais próximo com quem estava de carona me convidou para passar em sua casa e tomar mais algumas cervejas. Aceitei. Chegando lá comecamos a conversar normalmente, já consideravelmente bebados. Paulo que apesar de ser um cara bonito e com um corpo em forma estava sem namorada a alguns meses e depois de várias cervejas e muito papo resolveu começar a brincar. - Bem que você podia tocar uma punhetinha para mim, ser minha namoradinha. Faz tempo que não como ninguém e uma mão diferente seria uma boa. Levei na brincadeira e não dei bola. O problema é que ele ficava instindo na mesma coisa de tempos em tempos e ficava massageando o pau por cima da calça na minha frente. Até que resolvi entrar na brincadeira e provocar. - Assim direto não dá! Tem que fazer um carinhos, dar uns beijos que eu faço. Inacreditavelmente ele (acho que meio sem noção pela bebida) veio em minha direção e me tirou para dançar (continuei levando na brincadeira), e começou a acariciar minha bunda e logo segurou minha nuca e me beijou. Meio sem reação, assustado, nunca havia tido contato com homem antes (nele ele), retribuí o beijo. Foi um beijo de uns 30 segundos, com vontade, bem molhado.

Paulo sem falar nada pega a minha mão e a conduz ao seu pau e eu começo a acariciar por cima da calça, ele então vai o sofá, tira a roupa ficando só de cueca pede para eu tobar uma para ele. me ajoelho no chão tirou o pau para fora (um belo pau, estava meia bomba mas duro deve ter uns 17 cm, grosso e cabeçudo) e ficou uns minutos punhetando até que não resisto e ponho a boca. Meu amigo vai a loucura e começa a gemer forte fica falando que está uma delicia que minha boquinha e macia. Não demorou muito e ele começou a gozar na minha boca, engoli o que deu, mas era tanto que um pouco acabou escorrendo pelo seu pau. Ficou um clima estranho depois disso como se estivessemos arrependidos e levantei para ir ao banheiro lavar meu rosto. Quando voltei ele estava vestido e falei que ia embora.

No dia seguinte, passado o efeito do alcool não acreditava no que tinha acontecido e tentava esquecer. Fiquei alguns dias sem falar com meus amigos, procurando me afastar, com medo que Paulo tenha dito alguma coisa. Na sexta-feira seguinte pela manhão recebo um email dele agradecendo por ter sido a namorada dele aquele dia e dizendo que havia recebido a melhor chupeta de sua vida. Dizia ainda que queria curtir um final de semana com a "namorada" em casa e estava me convidando para passar o final de semana na casa dele. Achei que ele estava me sacaneando e liguei para ele. Paulo foi extremamente carinhoso comigo ao telefone, não parecia meu amigo falando comigo, mas sim com uma mulher que ele quer comer mesmo. Aceitei o convite. Resolvi que seria a minha oportunidade de ouro para ser a Camila (nome que uso quando estou montada) e fui para casa dele com várias roupas do armário da Camila.

Chegando lá Paulo me abraça e me dá um selinho para quebrar o clima. Falei que já que ele queria uma namorada no final de semana que faria uma surpresa para ele, e fui ao banheiro. Comecei a dar vida a Camila, coloquei uma calcinha de rendinha preta fio dental, cinta liga, meias finas, um par de próteses de silicone para mastectomia em baixo do bojo do sutia (deixam o visual lindo) e uma blusinha fechadinha. Uma sandália salto alto, peruca longa e um pouco de maquiagem. Ao sair do banheiro Paulo ficou boquiaberto, apenas disse: - Caralho! É você mesmo Rodrigo? Respondi: Não Paulo sou a Camila, muito prazer! Paulo ficava repetindo ... que gostosa.... e veio me ao meu encontro.

Logo estávamos na cama nos beijando como casal recem formado e apaixonado. Não demorou para estar com o pau de Paulo na minha boca novamente, dessa vez com ambos sóbrios. Paulo ficava falando: - Vai minha Camilinha, chupa o pau do seu macho, do seu amor, vai minha putinha gostosa, Tesão de boquinha! Aquilo me dava muito tesão e tomei a iniciativa de parar de chupar e entre alguns beijos sussurar no ouvido dele. - Come minha bundinha amor? O olho dele brilhou! Me tascou um beijão e disse: - Claro linda! Me beitei de costas na cama e deixei eu fazer o resto. Beijos minha bunda meu anelzinho e começou e colocar um dedo, dois dedos e logo senti ele se posicionar sobre meu corpo. A sensção da cabeça do pau dele tocando a entrada do meu cu é inesquecível! A dor de quando ele forçou tudo para dentro também! Confesso que ele não foi muito carinhoso no início, mas após meus pedidos ele se acalmou. Estava em transe com seu pau dentro de mim, ele bombando devagar, eu gemendo baixinho e ele bejando minha nuca.Após alguns minutos ele acelerou me comeu forte, sabia que ele estava para gozar e não deu outra, sinta o pau dele pulsar forte no meu cu e não resisti e acabei gozando junto. Paulo desfaleceu sobre mim, me beijou carinhoso e dise: Te amo Camila!

Apesar de ser óbvio que era efeito do climax, aquilo me deixo muito feliz como mulher, saber que tinha realizado meu macho. Tomamos banhos juntos, coloquei uma camisolinha e fomos dormir

No dia seguinte ele me trouxe café na cama e retribuí com uma bela chupeta. Fiquei o final de semana inteiro montada para ele, ele sempre me tratando como Camila e como sua namorada. No domingo a noite enquanto ele tomava banho me troquei e fui embora. Essa rotina se repetiu em alguns finais de semana durante uns 3 meses até que Paulo começou a namorar uma mulher novamente e não nos encontramos mais como casal, mas nossa amizade continua e ele sempre brinca comigo. Manda um beijo pra Camila que eu não esqueci dela não hein!!!!

Se você gostou desse conta e quer trocar experiência ou quem sabe reviver essa história mande um email para a Camila: camilinha-cd@hotmail.com

Minha virgindade de Cdzinha

Oi Maitê, oi amigos e amigas leitoras! Eu sou a Wanessa Valença, sou cdzinha e vou lhes contar como perdi minha virgindade! Sempre fui menina, desde que me lembre e adorava vestir as roupas da mamãe e das minhas tias. Adorava quando podia por uma lingerie e ficar me olhando no espelho, admirando minhas formas femininas. Sempre tive coxas muito grossas e roliças, tipicamente femininas, tendo também um bumbum redondinho e arrebitado, sem ter muitos pelos no corpo, tendo cintura mais fina que os quadris, o que me fazia parecer uma menina. Minhas colegas de escola até falavam da inveja que tinham das minhas coxas e do meu bumbum grande e eu me sentia ótima com isso. Mas até então eu nunca tinha tido coragem de assumir minha feminilidade, me resumindo a me montar para mim mesma, sempre escondida de todos. Nesta época fui com meu tio viajar para uma praia no Espírito Santo, para passar minhas férias. Quando chegamos lá, fiquei na casa de parentes da minha tia, eu meus primos mais novos e meus tios. Conheci então o irmão de minha tia, Cláudio. Um gato!

Lindo, moreno, cabelos pretos e ondulados, forte e másculo! Tudo que eu sempre tinha sonhado!!! Fomos apresentados e eu queria mesmo era beijá-lo, mas não podia me entregar... como ele era mais velho e já tinha uma turma dele, não me deu muita bola e eu fiquei escanteada, já que meus primos eram bem novos ainda. O programa principal era praia pela manhã e à tarde, todos iam para a casa de outra irmã de minha tia, para beberem, conversarem e jogar cartas. Nos primeiros dias fui também, mas como não tinha muito para fazer, resolvi ficar na casa onde estávamos hospedados para me 'montar'. É que a cunhada da minha tia era linda e usava uns biquínis e umas roupitchas deliciosas, que me deixaram louca para me sentir dentro delas. Inclusive eu estava querendo vestir o biquíni e ficar tomando sol no muro, para criar uma 'marquinha'. Então arranjei uma desculpa e fiquei, indo logo pegar o biquíni dela, que estava no varal, vestindo-o, passando um pouco de bronzeador e indo para o muro, que era alto e me fazia sentir protegida. Contudo fiquei ali distraída, quase dormi naquela modorra de depois de almoço em praia e não ouvi quando Cláudio abriu o portão e entrou, somente tendo visto ele quando já estava no muro, em frente a mim, totalmente atônita, vestida no biquíni 'asa delta' da cunhada dele... nem sabia o que fazer quando o vi... tive vontade de correr, depois de chorar, de gritar, todos os sentimentos ao mesmo tempo num segundo, aquilo que mais desejamos e tememos estava acontecendo... eu não sabia onde meter meu rosto e ao mesmo tempo, sentia algo tão bom como nunca tinha sentido antes... como se sempre tivesse desejado aquele momento, em que alguém descobriria a fêmea que havia em mim! Me levantei num repente e quis me cobrir, mas não adiantava pois ele já havia me visto e olhava com um sorriso no rosto, que eu não sabia se era de satisfação de me descobrir fêmea ou se era deboche de quem pensa: “olha que viadinho safado, vou contar para todo mundo”. Entre todos esses sentimentos, prevaleceu a menina que havia em mim e comecei a chorar, querendo explicar o inexplicável e pedindo a ele que não contasse a ninguém e que faria qualquer coisa para que ele nada dissesse sobre o ocorrido. Ele sorriu um riso safado e disse para eu ficar tranquila que não iria dizer nada a ninguém... por enquanto... contanto que eu ficasse lhe devendo um favor... é claro que eu concordei, mas fiquei extremamente desconfiada, tendo ido deitar bem cedo, antes dos meus tios chegarem(embora não tenha dormido nada até todos irem dormir e eu me certificar que não falavam de mim). Quanto a Cláudio, como fazia todas as noites até então, foi para a casa de uma vizinha que ele estava pegando.

Nós estávamos dormindo no mesmo quarto e vi quando ele chegou, pois ainda estava acordada com medo dele ter contado. Fingi que estava dormindo e vi quando ele tirou as calças, ficando só de cuecas... ainda com o pau duríssimo(acho que tinha 'brincado' muito com a namoradinha dele). Eu estava coberta e fingindo dormir, mas percebi que ele ficou me olhando muito tempo, como se quisesse tirar a colcha de cima de mim, ou adivinhar meu corpo ali por baixo. No dia seguinte nada ocorreu de diferente, a não ser as olhadas maliciosas que Cláudio me dava e que me faziam desviar o olhar e baixar a cabeça. Pela noite, já mais tranquila, dormi antes que ele chegasse da casa da namoradinha, mas fui acordada por ele, que pousou uma mão em minha bunda e ficou falando bem perto do meu rosto, de forma que eu acordei sem saber o que acontecia e vi sua boa a pouco mais de meio palmo da minha, tendo dado um salto que até o assustou! Foi quando percebi que ele estava só de cueca, com o pau duríííssimo e fazia um sinal para que eu ficasse calada... percebi o que ele queria e sem trocarmos nenhuma palavra, apenas a partir do meu olhar de fêmea passiva que assente com o desejo do macho que a deseja, ele se aproximou e me beijou sofregamente, enquanto ia se deitando por cima de mim. Senti seu peso de homem e no meio das minhas pernas, pela primeira vez, o que eu sempre desejara, um cacete rijo e, aparentemente, bem avantajado. Ele me beijou a boca por um longo tempo, tendo então passado a fazer carícias em meu ouvido e pescoço, seguindo para a nuca e me fazendo virar de costas e sentir, também pela primeira vez, um pau duro em meu bumbum. Ele me beijou e mordeu a nuca, enquanto roçava seu cacete em minha bundinha e só depois de um tempo, que para mim foi uma eternidade maravilhosa, saiu de cima de mim e se colocou com o pau na frente do meu rosto, esfregando-o, ainda sob a cueca, em meu rostinho.

Não me fiz de rogada e segurei naquele cacete gostoso, beijando-o e mordiscando-o ainda por cima da cueca. Então libertei-o e o olhei e depois olhei de baixo para cima, com aquele olhar de puta que diz ao seu macho que vai chupá-lo com muito gosto e fazê-lo feliz... aquele olhar que eu já tinha em minha natureza de fêmea(e que aperfeiçoei assistindo alguns filmes pornôs), tendo então beijado aquele pinto magnífico(devia ter uns 17cm) e passado a chupá-lo bem gostoso. Nunca tinha chupado um pau, mas segui meus instintos... comecei beijando a cabecinha e depois todo o resto, passei a língua em todo o pênis e, depois de dar ainda outra olhada putérica para meu homem, engoli devagar aquele cacete... depois chupei seus bagos, levando-o ao delírio e antes que eu pudesse pedir que ele não gozasse em minha boca(ainda tinha medo e preconceito), já senti aquele gosto quente e grosso em minha boca, em tal quantidade que eu engasguei e quase acordei a todos... depois de gozar, saciado, meu homem se deitou na cama dele e dormiu... quanto a mim... fiquei ali sentindo o gosto do seu sexo e do seu leitinho delicioso(ali mesmo acabou meu preconceito!! rsrsrsr!!!)... fiquei tão extasiada que nem sequer pensei em me masturbar e dormi como uma fêmea que se sente feliz apenas por satisfazer seu macho!!! no dia seguinte logo ao acordar, ele me falou para me prepara pois iríamos sair naquela noite... fiquei entre extasiada e nervosa, como uma adolescente, uma teengirl que terá sua primeira noite de amor, que sabe que vai ter que dar, que quer dar, mas que tem medo de dar... saí pela cidade e comprei para mim um kite básico: calcinha, sutien com bojo, camisolinha de cetim, tipo baby doll, além de maquiagem básica. Meu medo era onde guardar até a hora e como levar aquilo. Cláudio falou com minha tia que iríamos a um show que haveria de noite e ela mandou que ele tivesse muito cuidado comigo, pois me achava jovem para sair e que não saísse de perto de mim... mal sabia ela que ele não sairia de perto de mim nenhum minuto, iria marcar colado como se diz, rsrsrs!!! saímos no carro do meu tio e logo ele seguiu para um motel barato já fora da cidade, pois éramos menores e não seríamos aceitos em outros lugares.

Na verdade ele já tinha pesquisado o local e antes mesmo que chegássemos lá, ele parou num posto de gasolina onde me mandou ir no banheiro feminino e sair dali uma 'menina', me dando umas roupas que ele havia pegado da sua cunhada. Eu confesso que caprichei na dose e saí dali gostosíssima, vestida na calcinha da cunhada dele, bem pequenininha, com uma minissaia e um legging por baixo(a moda da Madona e Cindy Lauper), uma botinha de salto, blusinha com um jaquetinha jeans por cima e lencinho no pescoço, bem maquiada, uma gatinha... quando ele me viu, me tacou um beijo que tirou todo o batom, tendo que retocar quando cheguei no quarto do motel. Ali ele me agarrou de frente, me beijando e mordendo meus lábios, minha orelha e meu pescoço, se roçando em mim, que sentia sua pica dura em minha virilha, como se fosse minha bucetinha, tendo minha nequinha ficado logo durinha por baixo da calcinha. Depois ele me virou, passando a roçar em minha bundinha, enquanto mordiscava meu pescoço e nuca, me levando ao céu. Então foi baixando e me mordendo sempre, até chegar à saia, mordendo minha bunda por cima, me arrancando um suspiro. Empurrou a saia para cima e mordia minha bundinha por cima do legging, tendo puxado bruscamente para baixo, me deixando só de calcinha. Eu não tinha nenhum pelinho nas pernas e no bumbum, o que me poupou o trabalho de depilação, tendo ele começado a morder minha bunda e introduzir seu rosto e sua boca por entre minhas pernas, deixando minha nequinha ainda mais dura... então ele me empurrou para a cama e mandou eu arrebitar a bundinha... quando ele puxou minha calcinha para o lado e passou a chupar meu cuzinho, minha nequinha dobrada para trás e pressionada contra a calcinha produziu um dos maiores gozos de minha vida e ele se surpreendeu quando viu meu leitinho se derramando pela calcinha, molhando-a toda, enquanto eu me contorcia e gemia, gritando baixinho de gozo. Ele então parou um pouco, para eu me recompor e quando eu estava no banheiro vestindo a calcinha que eu tinha comprado com o baby doll, ele chegou me abraçando por trás, já nu com aquele pau lindo que agora, no claro, eu via melhor e me deliciava.

Ele me puxou para o quarto e me fez ajoelhar aos seus pés, forçando minha cabeça para que eu chupasse seu pau, o que fiz com todo o prazer. Embora não tivesse experiência, parecia que eu nascera para aquilo, pois não o machuquei com os dentes e engolia todos os seu 17cm, deixando seu pau bastante molhado, mesmo à custa de me sentir com um pouco de ânsia, pois sabia que estava dando prazer ao meu homem. Eu queria que ele gozasse em minha boca ou em meu rosto, pois queria sentir de novo aquele gosto delicioso, ou talvez, o que era mais certo, porque estava com medo da hora tão esperada e, no fundo, desejada. Mas ele não quis gozar em minha boca e quando estava no auge, tirou da minha boca e me mandou deixá-lo bem molhado, o que fiz com prazer. Depois chupou mais o meu cuzinho comigo de quatro, cuspindo no buraquinho, enquanto pegava um pouco de lubrificante e passava em meu cuzinho. Quando ele se colocou na posição de 'ataque', me virei bem manhosa e com cara de safada e de quem realmente está com receio, medo, tesão e disse: “amor faz devagar e com carinho que eu sou virgem”. Ele sorriu, aquele riso do macho que vence e conquista o cabacinho da sua fêmea e disse: “pode deixar minha linda, você nunca vai se esquecer de mim”. Realmente eu nunca esqueci!!! ele foi colocando devagarzinho e euzinha queria chorar e rir. Entrou a cabecinha(cabeção na verdade) e foi a hora de maior dor. Então eu pedi para ele tirar um pouco e ele o fez. Roçou meu cuzinho um pouco, enquanto segurava firme em minha cintura, dobrou seu corpo por cima das minhas costas e beijou e mordeu minha nuca e orelhas... eu me virei e dei-lhe um beijo gostoso... ele voltou-se para minha bundinha, meteu os braços sob minhas pernas e levantou-as, me deixando num carrinho de mão, enquanto chupava meu cuzinho, me deixando completamente tesa... passando a meter um, dois e três dedos, enquanto eu rebolava... colocou novamente o pau na portinha do céu e, desta vez, depois de penetrar toda a glande, esperou um pouco... enquanto eu novamente pedia para ele tirar... então ele num só golpe, penetrou todo o cacete em mim... eu fui literalmente ao inferno e ao céu, em um segundo... ali eu já não era mais virgem, já era mulher... sua fêmea... ele continuou metendo e, aos poucos, fui vendo que se eu forçasse o cuzinho, como se quisesse expulsar o pau dele, doía menos e, ao mesmo tempo, dava ao meu homem muito tesão. Então passei a fazer o movimento: quando ele entrava eu forçava para fora, quando ia tirar eu apertava meu cuzinho, fazendo ele gemer muito, enquanto euzinha já não sentia dor, mas prazer... um prazer diferente... viciante... o prazer de dar prazer a um homem... quando senti que ele acelerava os movimentos, perdi um pouco o compasso daquela dança, mas compensei rebolando muito, gemendo, gritando e pedindo para que ele enchesse meu cu de porra(não sei de onde saiu aquela puta, mas fui bem cachorra nessa hora).

Ele urrou, enquanto acelerava os movimentos e me segurava pela cintura com tanta força, que chegou a machucar. Quando gozou eu senti a melhor coisa que já havia sentido na vida, aquele líquido quente nas minhas entranhas foi tanto, que começou a escorrer do meu cuzinho, transbordando... então eu senti o leitinho descendo pelas minhas coxas e pelo meu saquinho e, enquanto ele ainda estava dentro de mim, pois seu pau não amoleceu, ele tirou as mãos da minha cintura e passou-as pela minha nequinha dura e pelo meu saquinho, vindo até o períneo, espalhando o leitinho de volta pelo saquinho e nequinha, o que foi suficiente para eu soltar um jorro de gozo tão intenso, que doeu e esporrou quase em meu rosto de tão longe foi. Não satisfeito, me fez ficar de frango assado e reiniciou o vai e vem, sendo que desta vez gozamos juntos, pois seu corpo se roçava em minha nequinha, enquanto ele me beijava loucamente.

Quando tudo terminou percebi, passando os dedos no meu cuzinho, que não era, realmente, mais virgem, pois ele tinha deixado meu cuzinho bem folgadinho e vi sinais de sangue, o que me deixou realizada, sorrindo sozinha, me sentindo uma menina que acabou de dar pela primeira vez. No dia seguinte ainda encontrei sinais de sangue na calcinha que vesti e guardei-a comigo um bom tempo, para relembrar. Depois disso, transávamos todos os dias daquelas férias e ele chegou a deixar a namoradinha de lado, pois disse que “ela não dava e chupava muito mal, diferente de mim que era deliciosa”. Destas férias eu nunca vou me esquecer. Beijos a todos e quem quiser me contactar é só mandar um e-mail que será respondido. Wanessa.

wanessacdzinha24@gmail.com

 

Essa é uma história real

Sou recém formado, e nunca havia namorado fixo até conhecer Vanessa no 8º período da faculdade. Hoje namoramos há 2 anos.
Depois de um tempo de namoro, bate aquela monotonia de qualquer casal. Geralmente a gente ficava na casa dela nos fins de semana. Eu me considero muito sortudo por estar namorando ela. Ela é uma morena belíssima e tem seios fartos, um belo traseiro e um sorriso contageante. Eu, por outro lado não sou nenhum deus grego. Até consegui emagrecer, mas sem músculos. Ela diz que sou bonito e me ama por ser bonzinho, atento, mente aberta e intelectual. Temos um ótimo sexo, já tentando tudo que um homem e uma mulher podem fazer juntos.
Em Outubro do ano passado, minha namorada e eu estávamos bebendo vinho e jogando mal mal (baralho) em uma sexta-feira friozinha. Enfim, depois de três vitórias no baralho cada, Vanessa recomenda que o desempate fosse interessante. Perguntei o que ela queria apostar. Ela disse que o perdedor teria que ceder ao vencedor uma fantasia sexual. Possibilidades correram pela minha mente e eu rapidamente concordei. Eu percebi que mesmo se ela ganhasse, seria algo novo.

Vanessa venceu facilmente, então eu perguntei o que eu teria que fazer por ela. Seus grandes olhos castanhos brilhavam de malícia quando ela me contou sobre uma grande festa de Halloween em um big hotel na Barra que ela queria ir no dia seguinte. Ela disse que iria pegar as fantasias para nós dois. Fiquei um pouco desapontado, porque parecia uma fantasia bastante inofensiva no momento.

A gente alugou um quarto no hotel onde a grande festa de Halloween seria realizada. Dessa forma, poderíamos sair da festa bêbados e não nos preocuparmos com a condução de carro para casa. Chegamos na parte da tarde, com cinco garrafas de 1 litro de cerveja geladérrima, que bebemos em 2 horas. Vanessa tinha trazido uma série de bolsas também. Ela então me chamou para um banho e me entregou uma gilete. Fui instruído a raspar todos os pelos do corpo. Era evidente que ela queria me vestir como uma mulher, como muitos caras fazem isso para zuar  em carnaval ou no halloween, como os americanos. Eu raspei e fiz uma barba perfeita. Vanessa me ajudou nas partes difíceis, como o meu cofrinho, axilas e bolas. Aí veio a parte dolorosa. Nas pernas, ela usou cera quente. Me zuando muito, ela zombava: "Não é fácil ser mulher, né?"

Enquanto me depilava, eu tinha uma enorme ereção. Vanessa, ao vê-lo, caiu de joelhos e devorou-o em sua boquinha maravilhosa. Ela chupou-me com gosto e em poucos minutos eu deixei um jorro entrar em sua boca. Ela então me pegou desprevinido, tascando um beijão em mim. Minha boca já estava aberta e eu rapidamente percebi que ela não havia ingerido meu esperma porque estava dando tudo de volta para mim. Ela nunca tinha feito isso antes, mas eu gostei de toda a minha porra na boca. Nós nos beijamos apaixonadamente por cerca de cinco minutos antes que ela o quebrou dizendo: "boa menina, agora vamos nos arrumar."

Vanessa tirou sua caixinha de maquiagem e passou mais de uma hora arrancando minhas sobrancelhas, colocando cílios postiços, pintando minhas unhas de um vermelho sangue e aplicando blush, delineador, rímel, sombra em tom de cinza e um batom da cor do esmalte. Durante esse tempo, nós bebíamos Vodca suficiente para afundar um navio.

Vanessa me deu dois pares de invisible bra, soutien branco, cinta-liga branca e uma calcinha de renda bem ousada branca. Larguei meu roupão e coloquei as lingeries. A calcinha tinha uma bolsa que a manteve recheada e em ordem entre as minhas pernas e não revelaram nenhuma saliência na parte dianteira. Eu, então, coloquei um par de meias arrastão branca e saltos de 8 cm. Eu tentei andar com os sapatos. Vanessa me instruiu sobre como caminhar e após uma hora de prática, eu estava confortável. Depois ela tirou a fantasia de enfermeira. Ela me entregou o meu vestido que ficou bem justo e o suficiente transparente para ver a lingerie por baixo. O vestido foi bem curtinho, nem mesmo chegou ao topo das minhas meias. Vanessa me disse para desfazer um botão na parte superior e outra na parte inferior.
Ela então colocou uma peruca loira em mim que me fez parecer um pouco a Pamela Anderson. Sinceramente, eu tava realmente muito gostosa!
Por fim, ela me deu praticamente um banho de perfume bem feminino (“Amó chamego da Boticário).
“Agora que minha amiga ficou linda e pronta em mais de 3 horas, como uma verdadeira patricinha, agora é minha vez!”.
Ela vestiu um par de meias brancas com lacinho em cima, fio dental branco e seu vestido mais transparente que o meu. Ela decidiu ir sem soutien, que deixou ela com farol aceso. Seu vestido era tão pequeno que praticamente só cobria a virilha, com um botão desfeito no fundo. Ela soltou dois botões na parte superior para deixar a mostra seu decote.
Quando ia reclamar do grau de exposição dela, ela quase brigou comigo me dizendo que eu também tava bem a mostra, e que melhor amiga não reclama da roupa da outra. Fiquei quieto.
Colocamos nossas capas de enfermeiras e ela disse, "vamos!" Apesar de toda a vodca, eu estava um pouco nervoso. Para piorar a situação, minha namorada me disse para não falar demais. Ela não queria que as pessoas pensassem que eu era um homem vestido como uma mulher, mas queria que todos pensassem que eram duas mulheres bonitas vestidas como enfermeiras safadas. Foi a sua fantasia, então eu fiz o que ela pediu.

Ao chegarmos, um monte de cabeças se virou enquanto íamos dentro. Ignoramos inúmeras cantadas e assobios. No bar, rapidamente ia pedir uma cerveja, mas então Vanessa negou dizendo que moças não tomam cerveja. E então pediu 2 copos de Clericot de morango com vodca. Antes que pudéssemos pagar, ouvimos uma voz de homem dizendo ao barman que iria fazer a honra. Nós nos viramos para ver dois homens de quase dois metros de altura, musculosos, da cor do pecado: um estava vestindo apenas uma tanga e um colar feito de ossos. Vanessa sorriu flertando para ele e lhe agradeceu. Eu fui ficando nervoso. Ele se apresentou como Tony, e seu amigo Marcão, que estava vestido como um vampiro. Mas continuaram lá. Então que me veio na mente um lampejo de medo. Eu sussurrei no ouvido de Vanessa que era melhor a fente se afastar. Tony disse, "Nada de segredos de meninas, o que vocês estão falando?"

Vanessa zuou, "Minha amiga Cris aqui estava apenas perguntando se eu achava que você estava realmente usando nada por baixo da tanga. Ela é um pouco tímida." Eu fiquei muito vermelho. Antes de eu soltar o ar, Tony pegou minha mão e a colocou sob sua sunga. Eu pude sentir um pau enorme. Ele sorriu, em seguida, foi comprar mais cerveja. Marcão nos levou para a pista de dança onde encontramos mais dois amigos deles, Eduardo e Cesar, dois rapazes negros. Os 3 estavam estavam bem bêbados. Na dança, suas mãos foram pra cima de nós, agarrando nossas bundas e apertando nossos peitos. Vanessa, pra meu espanto, parecia estar incentivando-os. Eu decidi fazer uma pausa, e Marcão me acompanhou para fora da pista de dança. Ele colocou um braço em volta de mim e a mão no meu rosto que só faltou queimar.

Ele sussurrou coisas sexy no meu ouvido, como "você é uma gostosona, eu adoraria fazer amor com você". e coisas assim. Tony estava esperando por mim com mais clericot. Ele olhou feio para Marcão que me soltou. Ficou claro que ele era o líder deste grupo.

Vanessa estava a uns 6 metros de distância dançando com Eduardo e Cesar.
Ele entregou-me minha bebida, em seguida, pegou minha outra mão e colocou de volta dentro da sua sunga. Eu tocando seu pau latejando novamente, ele gentilmente acariciou minha bunda quando perguntou: "Você sentiu minha falta?" Sem falar nada, eu simplesmente assenti com uma resposta tímida.

O pau do Tony começou a endurecer, então eu rapidamente removi minha mão. Ele pegou minha mão e me levou próximo a mais um amigo bêbado Julio, que estava saindo do banheiro. Após, ele me encher de cantadas, me sentia humilhado. Engoli rapidamente minha bebida.
O Tony pediu outra rodada, dessa vez dupla. Minha cabeça rodando, eu nervosamente fiquei sentado com as pernas cruzadas firmemente enquanto Tony colocou um braço em volta de mim e uma mão na minha coxa. Eu bebi rapidamente. Eu estava me sentindo mais solto, e mais ousado. Tony colocou minha mão em seu pênis novamente. Dessa vez eu deixei lá e massagei aquela rocha. Quando percebi que já havia passado um tempo desde que eu vi Vanessa, falei para Tony que deveríamos ir procurá-la. Mas, antes que eu terminasse a frase, ele se virou para mim e apertou seus grandes lábios carnudos na minha boca. Sua longa língua invadiu minha boca. O estranho é que eu gostava daquela sensação enquanto eu derretia em seus braços. Doses e mais doses de clericot com vodca todas pagas por ele, fui perdendo a noção do tempo namorando com um homem. Depois do que pareceu uma eternidade, ouvi a voz de Vanessa e ela vinha para a mesa abraçada com Eduardo e Júlio. Ela sorriu zombando de mim como eu estava preso naquela situação. Seus dois parceiros estavam com os dedos cravados na bunda da minha namorada. Eu podia ver que ela queria continuar essa fantasia e não podia lutar contra isso.

Vanessa chamou os dois para um canto. Tony também se levantou e me chamou. No caminho ela beijou de língua Júlio. Eduardo desfez um botão em seu vestido e tirou um de seus seios. Ele começou a chupar seu mamilo erecto. Um pouco bêbada, Vanessa demorou um segundo para perceber o espetáculo que ela estava fazendo e parou seus novos amigos. Além de colocar seu seio babado de cerveja de volta para o vestido de enfermeira, ela me espantou novamente, dizendo que todos nós deveríamos ir até nosso quarto e continuar a festa lá. Eu pensei que ela tava apenas brincando pra depois dar um pé na bunda dos caras.

No elevador, Tony puxou-me para ele e nós continuamos a beijar apaixonadamente. Me pegando totalmente de surpresa, ele colocou a mão entre minhas coxas e até minha virilha antes que eu pudesse evitar. Sua mão estava tocando a minha calcinha cobrindo o pinto duro, que foi preso até bem na minha virilha. Para minha surpresa, ele não reagiu. Ele apenas continuou a me beijar. Eu gelei pensando que ia dar merda ali mesmo. "Agora que ele sabia, o quão longe ele iria levar isso?" Eu pensei comigo mesmo. Eu podia ver Vanessa nos observando e ela sorria. Sem dúvida, viu onde a mão de Tony tinha percorrido.

Na nossa sala, Vanessa abriu uma garrafa de vodca, que todos mandaram ver. Eu tinha ido ao banheiro para retocar a maquiagem, não me esquecendo de acrescentar muito mais batom. Agora, mais relaxada, eu me sentia bem como mulher. Voltei na sala, todos estavam sentados trocando idéia. Quando sentei, Tony se levantou bem na frente do meu rosto e puxou sua mala para fora. Eu engasguei de boca aberta em estado de choque, olhando para um pinto grosso e duro de uns 17 cm. Ele chegou mais perto, aproveitando-se da minha boca aberta, colocando a ponta do seu pênis na minha língua e me dizia: "A Vanessa me falou que você está querendo mamar desde que a gente se conheceu. Seu desejo era uma ordem"

Eu odiava ter que admitir que era quase verdade.

Timidamente, eu peguei a cabeça em minha boca salivando. Tony gostou da umidade, e me incentivou a levar um pouco mais dentro cheguei em torno dele e colocou minhas mãos suadas sobre o seu jumento rígido. Eles se sentiram tão bem. Eu estava tão dentro dele que ele agarrou meu rosto e puxou-o profundamente até minha garganta.

Com o final de talo pressionado na minha garganta, eu relaxei e engoli. "Uau! Você realmente sabe como fazer uma garganta profunda", foi única expressão de Tony.

Eu estava completamente observada. Todos os outros na sala foram me zuando. Vanessa: "Você chupa piru bem heim amiga! Tá arrazando!" e vários gritos e gritos dos caras.

Por alguns minutos, eu continuava chupando feliz aquele pinto grande e glorioso. Puxei-o para fora depois de alguns minutos para que eu pudesse dar um beijo e banho de língua por toda parte. Então eu lambia e chupava suas bolas enormes, cobrindo-as com a minha saliva. Após alguns minutos de chupadas nas bolas voltei a chupar o grande talo.

Quando ele ficou muito quente, Tony agarrou minha cabeça e começou a me foder a cara. Dentro de um minuto ele gozou forte na minha garganta. Pediu para eu engolir tudo. Eu obedeci tanto quanto eu podia, mas a força da gozada foi tão grande que o a porra escapou e correu embaixo do meu queixo. Eu adorei o gosto de sua porra.

Antes que eu pudesse captar tudo o que aconteceu, Eduardo tinha seu pau negro e ereto para fora, dizendo que ele queria transar comigo. Antes que eu pudesse entrar em pânico, Vanessa saltou, "Não, Cris agora não. Se você quiser uma buceta pode transar comigo. Se quiser que ela chupe tudo bem. Cris chupa pau melhor do que ninguém que eu conheço." Eu olhei assustado para a minha namorada, eu vi que os meninos tinham aberto o vestido dela e foram apertando e chupando seus grandes seios brancos. Julio teve dois dedos atolado na vulva dela.

Confuso com a cena, eu não percebi uma coisa negra do lado do meu rosto. Virei a cabeça e comecei a chupar Eduardo também. Era grande e grosso, embora não tão longo como o de Tony.

Eu chupei e lambei com igual vigor enquanto eu observava Vanessa ser fodida por Júlio. Depois Tony saltou e trocou com o amigo. Enquanto isso, Eduardo tocava a mala em minha garganta e eu engoli tudo.

Em seguida Júlio veio também me zuar. Eu tentei chupar rapidamente os dois ao mesmo tempo. Consegui, mas quando eles gozaram ao mesmo tempo eu não poderia engolir nenhum deles e levei porra dos dois no meu rosto. Eu tava uma bagunça. Eu peguei o que podia e engoli. Minha maquiagem foi embora. Fui para o banheiro para me refrescar.

Quando eu dei uma arrumada em mim, voltei a encontrar sacanagem. Tony fodia Vanessa, que estava em seus cotovelos e joelhos estilo cachorrinha e chupando ao mesmo tempo Eduardo. Senti-me subitamente ciumento, embora não seja da minha namorada ser fodida por dois caras, mas de Tony me traindo com outra mulher. Eu sei que soa estúpido, mas bêbada, foi o que eu senti na hora...

Percebendo minha expressão, Tony que conhecia meu segredinho, puxou o pinto fora da buceta da minha namorada e Eduardo tomou seu lugar. Tony veio até mim e disse: "Cris querida, sei que você quer meu pau grande aqui na sua bunda branca e doce. Piscando para mim ele disse: "Eu vou tirar sua calcinha de lado para seu amiguinho permanecer escondido. Eles estão bêbados, nem vão notar."

Eu realmente queria ele dentro de mim. Lentamente, inclinou-se sobre a cama com a minha bunda no ar. Eu nunca tinha me sentido tão lasciva em toda minha vida. Minha saia já estava andando por cima das nádegas, expondo minha liga. Delicadamente, Tony puxou minha calcinha branca de lado. A próxima coisa que eu senti foi o seu rosto no meu rabo. Sua língua molhada lambeu para cima e para baixo o meu cuzinho e logo depois entrou fundo no meu rabo. Ele amorosamente me dava um beijo grego na preparação do evento principal.

Após dez minutos de preliminares Tony se levantou e começou pressionando o final de sua varinha mágica no meu buraquinho. Embora doendo, eu apertei de volta para ele, querendo tudo. Ele foi enterrado profundamente dentro da minha bunda. Minha esfincter foi finalmente relaxada o suficiente para ele começar a me foder. Eu gemia para ele me foder duro. Ele o fez. O tempo todo ele socou minha bunda, ele beijou a minha nuca e lambia minhas orelhas apaixonadamente. Eu também estava assistindo Eduardo e Julio fundendo minha namorada. Eduardo sua buceta e Julio sua boca. Ela me olhava como se estivesse no céu.

Eduardo veio até mim com seus nove centímetros ereto e eu ansiosamente comecei a chupar ele. Eu babei  em todo o seu pinto. Enquanto me fodiam, diziam palavras  como gostosa, vadia, puta, piranha, cadela, que faziam inflar mais meu lado mulher. Eu estava perdido em transe, sendo desvirginada, minha mente flutuando quando eu senti uma sensação quente e molhada na minha virilha. Logo percebi que era o minha própria porra em minha calcinha na junção do pinto de Tony e meu cu. Tony aumentou suas estocadas dentro de mim em um ritmo alucinante. Com um grunhido, ele gozou, enchendo meu rabo com esperma. Logo depois, Eduardo jorrou sua porra salgada na minha boca. Tony se jogou em cima do meu corpo exausto, beijando a parte de trás do meu pescoço. Por fim, ficou mole o suficiente para puxar para fora e dar uma cocerinha gostosa no cuzinho. Ele, então, rolou sobre mim, colocou sua boca na minha, e nós compartilhamos um dos beijos mais apaixonados que eu poderia me lembrar.

Até então todo mundo estava exausto. Vanessa tinha terminado com seu amante e ele estava se vestindo para sair. Logo Tony e Eduardo se juntou a ele e os três saíram. Olhei para Vanessa, que toda melada, foi olhando para mim com um brilho nos olhos dela como se ela estivesse dizendo: "Eu quero mais!" Sua boceta estava vermelha, inchada, esticada, e fluindo com a porra de três rapazes. Ela parecia incrivelmente sexy. Ela reparou em mim a olhou para minha virilha e perguntou: "Ei, amiga, quer me comer?" com uma voz alegre.

Eu mergulhei direto e cheguei até o líquido da minha namorada misturado com os gozos dos rapazes. Foi a coisa mais deliciosa que já comi. Depois de esfregar a buceta, dando-lhe um enorme orgasmo, ela me puxou para seu rosto e me beijou. Foi igualmente tão quente como o de Tony e eu.
Depois nós ficamos abraçadinhas e beijando na cama como duas amantes lésbicas. Elanua. Eu, de calcinha, soutien e meias. Eram seis da manhã. No dia seguinte, ela admitiu para mim que ela planejou a coisa toda. Tony foi um colega de trabalho dela, bissexual, que ela sente atração por ele. Ele sempre fantasiou em transar com um traveco. Ela confessou também que sempre quis transar com mais de um cara e me ver passivamente com outro homem. Ela também pediu Tony para ajudá-la com sua fantasia de estar com vários parceiros, que por sua vez chamou seu amigos. Nenhum deles sabia que eu era um homem. Dando gargalhada, contei para ela que não tinha idéia de quanto eu gostei. Fiquei muito feliz com a noite e disse a Vanessa que eu adorava vê-la sendo fodida, e que me sentiu extremamente sexy vestido como mulherzinha
Ela diz que assim que tiver outra oportunidade, combinará tudo. Eu não posso esperar. Quando tiver novidades, escrevo mais. Beijokas
Cris

cris_sissy@hotmail.com

Uma noite que virei Gabriela

Meu nome é Denis tenho 25 anos.

Era uma noite de junho, um amigo de muitos anos Lauro me convidou para um lanche no seu apartamento, com alguns de nossos amigos. Fazíamos isso pelo menos Duas vezes por mês, além de comermos e bebermos batíamos papo e ouvíamos musica. Topei o convite de pronto. Eram reuniões muito divertidas.

Cheguei às 21 horas conforme o combinado, lá já estavam Lauro, Mauro, Sidnei, Francisco e Carlos. Começamos a beber e comer uns petiscos, e claro num encontro de colegas o assunto mulher predominava, as piadas as brincadeiras e tudo mais, alguns de nos já haviam bebido uma ou duas doses, nesse instante chegou Pámela e Gabriela, e alguns minutos depois Lídia e Paola. Amigas de Lauro, Paola era apaixonada por Lauro, mais não rolava nada. As outras eram amigas em comum, apenas amigas. Eram daquelas meninas que falam muito sobre sexo e besteiras mais na realidade não rola nada. Eu não me simpatizava com a maioria delas, não que eu não gostasse de mulher, e não que elas não fossem bonitas, mais eram muito esnobes, mais de uma em especial sempre tive uma antipatia. Era a Gabriela. Ela é uma arquiteta de uns 27 anos do tipo resolvido, extremamente boca dura adorava uma provocação e um bate boca, como não levo desaforo para casa, sempre que

nos encontrávamos saia faíscas, pois ela falava graças a mim e eu a ela e sempre terminava em polemicas e discussão. Sabe quando não bate, não dava certo. Gabriela era alta 1,78 loira olhos verdes, estilo europeu bem troncudo e um pouco acima do peso, braços e pernas grossas, e apesar de se vestir femininamente, não o era, na maioria das vezes, muito desbocada, acho que devido a sua profissão trabalhando em obras e coisas assim. Faz o estilo devassa, falava muito mais besteiras do que as demais, mais o difícil era acreditar que ela conseguisse alguém com seu jeito. Eu não gostava dela, pois ela pegava pesando nas brincadeiras e falava coisas que geralmente ofendiam as pessoas.

Juro que ao vê-la chegar pensei em ir embora, a reunião ia ficar bem explosiva, pois ali estavam os amigos mais sarrudos, as meninas mais liberais, pelo menos só de boca, e Gabriela um poço de ignorância em se tratando de baixarias. Fiz menção de ir embora pretendia viajar no dia seguinte ao litoral onde tenho uma casa, mais Lauro insistiu que eu ficasse, e já me servindo uma dose de vodka com soda. Acabei ficando. Para encarar a situação, acabei bebendo mais da conta. Besteira para lá besteiras para cá e eu ficava esquivo evitando bater de frente com Gabriela, que contava suas aventuras sem despudor nenhum. Contava de seus casos e com detalhes bem, pesados e lógico que o povo principalmente os homens deliravam e davam pilha para ela contar mais era a alma da festa. Passado das 23, Lídia e Paola se despediam, afinal o papo estava bem pesado para garotas com um pingo de vergonha, e foram embora. Como falei antes Gabriela era grandona forte

e ainda um pouco acima do peso, pouco feminina devido ao seu trabalho, mais até que naquela noite estava razoável. Vestia um colam com decote bordado em rendas, mais todo fechado com mangas compridas, uma saia de couro, meias calças e uma bota de cano longo ate os joelhos salto baixo tudo na cor preta, era estranho, pois sempre que a vi estava de tênis calças jeans camisetas largas para disfarçar um pouco de barriga. Entretanto a noite estava fria e acho que ela se arrumou melhor. O tempo ia passando todo mundo já estava meio alto. Eu procurava estar o mais desapercebido possível. Foi ai que cometi meu primeiro erro. Gabriela estava contando que havia saído com um engenheiro da construtora, que aliais conhecíamos de vista, e que ele estaria apaixonado por ela, e o povo gargalhava não acreditando, eu já meio alto, acabei falando que duvidava, o povo tirava sarro, dava pilha, mais nunca duvidava das historias e apesar de não acreditar fingia

para rir mais. E eu falei duvido! Gabriela dirigindo-se a mim perguntou por que, e o povo delirou, afinal alguém, estava peitando a menina e isso ia dar barulho na certa. Você com o Gerson, jamais, continuei. Ela já meio revoltada e o povo gargalhando, perguntou mais explique por que, você duvida? E já me chamou de ridículo.

Claro que não gostei, e emendei: - com esse corpinho de pião de obras, pelo que o conheço, acho que ele tem bom gosto. A casa veio abaixo com os gritos e gargalhadas do povo. Olha quem fala!!! Disse ela. Eu não estava em boa forma, por trabalhar sentado em escritório, tomar muita cerveja e não ligar para academias, estava com uma pequena barriga e também um pouco acima de meu peso para meus 1,75, creio que uns 90 kilos. Ela continuou, a ofender, essa barriga de merda essa cara cheia de espinhas, e coisas assim. Ela ate que falava a verdade não me cuidava, e estava inclusive com barba a fazer, - Parece um maloqueiro gordo. Disse ela, e novamente o povo veio abaixo. Gargalhadas e mais gargalhadas. Para não ficar por baixo, falei: nossa e você com essa roupa parece um traveco pião de obra, você não consegue ficar feminina nem com roupas assim. E novamente gritos e gargalhadas. Ela falou por que gostou da minha roupa? E eu disse é bonita e

ficaria bem em uma menina com um corpo descente, mais em você não melhora em nada, e ai cometi o segundo erro, estava empolgado e continuando falei: - Qualquer um de nos, me referindo aos homens, ficaríamos mais femininos que você com essas roupas. Nossa tinha acabado com ela, não via aonde ela pudesse retrucar, nossa, a gente de fogo tira coisas que nem sabe de onde. O povo tava passando mal de tanto rir, e ela falou duvido quer fazer uma aposta? Como assim perguntei. Quem fica mais feminina com essa roupa eu ou você. Disse ela. O povo gargalho e dava corda, e isso ai vamos apostar. Como assim eu disse. Simples tiramos uma foto minha agora ai nos trocamos de roupas e tiramos uma foto sua e colocamos na Internet para que nossos amigos votem. Quem perder paga uma caixa de cervejas para turma. Na hora fiquei tonto pois claro que o povo aprovou a idéia, e eu quis fugir: - Que besteira que coisa ridícula. O povo queria era ver e dava pilha com um

entusiasmo louco. Para fugir, da historia tentei uma saída perigosa e mais ofensiva, pois eu não tinha como desistir afinal quem provocou fui eu. Olho eu topo, marcamos um dia alguém traz uma maquina digital e a gente faz a parada, nisso o Lauro sai vai ate o quarto e volta com uma câmera Sony digital, e diz: - Não seja por isso a maquina esta aqui, tem de ser agora!! Eu retruquei e disse: tem de ser outro dia, vamos a uma loja compro roupas iguais às dela e a gente faz, afinal cabem, dois de mim nessas roupas!! O povo delirou e gargalhou. – E ela não vai nem entrar nas minhas roupas é uma baleia. Achei que com isso ia acabar com a historia. Ela ficou enfurecida: - Você é ridículo sou muito mais magra que você e não tenho essa barriga ridícula de bêbado. Ela também tinha barriga, e emendei: – Que isso cabem dois de mim ai dentro, deixemos para outro dia. E ela enfurecida: - Ta fugindo da historia to apostando mil reais que suas

roupas ficam largas em mim. Você alem de mais ridículo, é mais gordo do que eu, disse ela. Gargalhei na cara dela, e cometi meu terceiro erro, eu topo vamos combinar um dia ta, e o povo gritando tem de ser agora tem de ser agora!!! Eu mandei um copo de whisk para dentro, falei: - Ta cadê o dinheiro, sem dinheiro nada feito, não aceito cheques. Achei que com isso acabaria a historia. Eis que Gabriela coloca quinhentos reais na mesa e o Lauro e o Carlos completam com 250 cada, e agora, ainda retruquei: - Mais o dinheiro tem de ser dela ela que fez a aposta. Gabriela então abriu a bolsa e fez dois cheques de 250 reais e deu a cada um deles e disse: pronto o dinheiro é meu. Eles gritavam, nos podemos aceitar cheques e riam. Não tinha mais como me safar, e Carlos já me empurrando para um dos quartos enquanto Gabriela ia para o outro quarto sozinha gritando: Tire suas roupas que vou tirar as minhas. Fui pro quarto tirei minha camisa e calças e o

sapato, ficando de cuecas e meia, confesso que pelo meu estado ébrio, comecei a pensar ser agradável vestir aquelas roupas, já tinha reparado nelas e adoraria vesti-las secretamente. O que ainda não comentei, é que gostava de vestir as roupas de minha irmã de vez em quando, fazia isso na adolescência e depois de me vestir me masturbava, adorava o contato das lingeries na minha pele e isso me dava tesão, mais nunca passou disso. Já havia abandonado esses fetiches a alguns anos e por momentos, revivi sensações estranhas, que sentia quando vestia roupas de minha irmã sempre em casa sozinho, e de que as vezes ao ver uma roupa bonita em uma menina tinha vontade de vestir aquela roupa só para sentir as sensações, por muitas vezes agradáveis e estranhas. Confesso que já havia reparado na roupa que Gabriela usava, por uns instantes, mais nunca podia pensar que ia terminar nisso, e ainda mais na frente de todos. Tinha namorada e amigas e

nenhuma tendência homossexual. Meus pensamentos foram interrompidos quando, Lauro entra no quarto com um monte de coisas na mão, já gritando, cadê suas roupas! Depositou na cama, enquanto isso eu já apanhei minhas calças, camisa jaqueta e sapatos para entregar a ele, que aos berros gargalhava. Cadê as meias ela não pode colocar sapatos sem meias, me abaixei para tirar as meias, e quando levantei dei de cara com Gabriela entrando no quarto totalmente pelada gritando, como é donzela não tirou ainda: levantei com as meias na mão e só de cuecas, meio envergonhado, e já olhando para o corpo dela desnudo , muito feio com peneusinhos e já achando que ia ganhar fácil os mil reais. Ela era mais gorda ainda sem as roupas. Falei ta no papo parece um mamute, ela enfurecida veio em minha direção, dizendo ta de cuecas por que, vai tirando ai e já arrancando as cuecas de meu corpo, e para não rasgar deixei que elas caíssem, ela pegou e saiu

dizendo: - Se Vista rapidinho e não estrague minhas roupas, não esqueça de nenhuma peça se vista completamente. A porta do quarto de fechou e só ouvia gargalhadas lá fora, o povo não acreditava no que estava acontecendo. Voltei a meus pensamentos e comecei a lembrar o tesão e as sensações de quando vestia as roupas de minha irmã, confesso que estava começando a sentir a mesma coisa e um certo tesão. Voltei à realidade e fui pegar o monte de roupas que estava sobre a cama, não acreditava no que via, uma calcinha preta de rendas, bem feminina. Não imaginava a Gabriela com um lingerie desses. Estava ainda quente e úmida na parte de sua vulva, nossa delirei e logo vesti, e logo veio uma ereção que só aumentou com aquela umidade vaginal perto de meu pênis, a calcinha serviu como uma luva, e não ficou nem larga, agarrou ao corpo. Peguei uma meia calça preta com alguns desenhos em renda muito fina e macia, a coloquei com cuidado para

não estragar, meu pênis estava duro como uma pedra queria me vestir logo, pois se entrasse alguém ali e percebesse minha ereção iam pensar bobagem com certeza e eu ia agüentar muito mais sarros. Existia uma cinta modeladora cor preta com bojos, mais parecida com um maio de praia mais que modelava o corpo, explicado por que ela parecia mais gorda sem roupas, aquela cinta dava alguma forma feminina a ela. Coloquei com dificuldade, mais com conhecimento, já havia vestido algo assim de minha irmã e me lembro que apertava bastante. Fui subindo e com muito esforço passou pela cintura, parei e coloquei um sutiam de cor preta que estava na cama, ainda quente e úmido, acho que ela suava, bem depois de beber como nos bebemos não seria novidade. Depois de modelar minha bunda foi subindo a cinta e me espremendo para entrar coloquei em fim os braços nas alças, me ajeitei, e senti que minha barriga havia sumido, mais criou peitinhos pequenos mais

salientes em meu tórax, xi ia ser muito sarro, ajeitei, não apertava tanto e o corpo ficou bem feminino mesmo. E o tesão aumentava, quase gozei, mais não podia fazer isso nas roupas dela.

Desviei o pensamento peguei o colam que estava na cama com um pouco de dificuldade vesti, era bem agarrado e tinha mangas compridas, nossa ressaltou ainda mais minha cintura e os peitos para frente, que horror estava feminino mesmo. Vesti as botas que entraram em meu pe como uma luva, acho que ela calçava 40, fechei os gauchinhos do colam por debaixo das pernas e peguei a saia de couro, vesti e fechei o zíper, xi acho que não ia ganhar não serviu tudo direitinho, eu tinha o mesmo corpo dela. Mais o tesão de estar com aquela roupa aumentava estava quente e quase gozando. Nisso Lauro entra no quarto já com a maquina na mão e tirou algumas fotos e saiu me empurrando para sala.Ufa foi na hora, mais um pouco ele me pegava ainda sem a saia e mostrando minha ereção. Ele passou o braço em minha cintura e me levou para a sala, vou apresentar a vocês a minha amiga Gabriela. E debaixo de muitas risadas histéricas eu entrei na sala. Gabriela estava já

sentada usando minhas roupas, me apresentaram a todos com direto a beijinho no rosto dos rapazes e me colocaram de pe num canto. Pediram que Gabriela, que eles agora chamavam de Denis, ficasse do meu lado. Eu estava quase gozando de tanto tesão com o contato da minha pele com o lingerie, o aperto da cinta modeladora, a leveza do colam, agarrado a minha pele, a bota envolvendo meus pés e pernas, as meias bem grudadas a minha pele, a calcinha molhada com o suor e o cheiro dela, e a saia de couro modelando minha cintura e bunda, me deixando deliciosa, feminina e gostosa. Nossa de uma coisa estava certo eu ficava mais feminina do que ela com aquelas roupas. Delirava em meus pensamentos: que delicia usar aquela roupa. Não sentia isso dês de meus 14 anos quando ainda furtava algumas roupas da minha irmã no banheiro para vestir e me masturbar. Tudo servia em mim como uma luva como se eu e Gabriela fossemos a mesma pessoa.

Claro que não admiti, mais fiquei feliz e mais exitado quando os outros falaram: as roupas caíram melhor em você do que nela, e claro Gabriela ficou revoltada.

Modelaram melhor meu corpo, e deixaram minha silhueta bem feminina. Fotos e mais fotos. Gabriela muito sacana e já quase perdendo seu dinheiro, disse: - Esperem isso não esta completo, e eu retruquei: - como não, estou vestindo tudo que você estava usando e Carlos ainda gritou ate calcinhas? Eu que já estava na chuva terminei de me molhar: - calcinhas cinta modeladora sutian e tudo mais, Carlos fez menção de levantar minha saia para verificar, eu estava com ereção e impedi, mais Gabriela que já era uma baixaria abriu o cinto das calças e mostrou, olha aqui, eu estou de cuecas. E ainda emendou: - Ninguém ganhou, a roupa serviu em nos dois, isso prova que ele tem um corpo tão ridículo quanto o meu. - Não os internautas vão dizer isso, Lauro gritou. -Vamos as fotos, e eu chiei: - Bem vamos nos trocar já chega, não vou tirar fotos de cara limpa, e esse foi meu quarto erro. Gabriela retrucou: - Temos de ir ate o fim, e de mais a mais não

foi você que disse que fica mais feminina com essas roupas do que eu e que eu pareço um pião de obras? Bem um pião de obras usa calças cuecas e camisa, estou bem assim. Não vou me trocar e você esta com as roupas certas esta muito gostosa e muito feminina. Acho que se sair por ai pode levantar uma grana fácil. O povo mais uma vez delirou, Pámela disse: - Faço uma maquiagem e ninguém te reconhece assim. Podemos colocar a foto de corpo inteiro na net. Eu recusei, mais Carlos falou te dou mais 500 reais só pela maquiagem, topei, afinal precisava trocar de carro mesmo e com os mil que ia ganhar já eram 1500. Pámela me levou pro banheiro, fiz minha barba, e a chamei. Ela aplicou uma base deixando minha pele uniforme, depois passou uns pós, batom e uma sombra nos olhos, alem de um liquido que deixou meus cílios e sobrancelhas duras e mais pretas. Confesso que ficou muito diferente mesmo, não dava para reconhecer. Voltei a sala e mais fotos,

Gabriela mais uma vez parou, e disse não esta completo e tirando uma pulseira e uns anéis colocou em meus dedos, entraram com muita dificuldade e tirar seria um problema para mais tarde. - Faltam as unhas, disse Gabriela, e mesmo debaixo de meus protestos, Pámela as pintou com um rosinha claro. Voltei à sala com as unhas ainda úmidas, e meio apavorado mais com um tesão e pensamentos muito loucos também. Tomei mais uma dose de whisky e já estava quase tropeçando ia desistir da aposta, mais Gabriela falou bem você ganha, nem precisa ir para Internet, mais falta algo: - Que isso, disse Lauro, esta de calcinhas e tudo mais anéis pulseiras, roupas maquiagem e unhas pintadas, o que falta mais? E para meu pavor ela disse: - Faltam os brincos e todos gritaram e concordaram. Achei que eram aqueles de pressão e eu disse: - tudo bem eu coloco. Nem reparei quando ela os retirou, e Pámela, me levou para o banheiro, eu estava delirando em meus

pensamentos, morto de tesão e meio fora da realidade. Nem reparei que ela segurava uma pedra de gelo no lóbulo de minha orelha, depois senti uma dorzinha e notei que Pámela passava um Mertiolate incolor, quando fui reclamar senti na outra orelha a mesma dor, ela tinha furado minhas orelhas, a dor passou acho que pelo efeito do álcool. Ela ainda ajeitou meu cabelo colocando uma fivela, e fomos para sala. Mexia a cabeça e os brincos de argola balançando. A calcinha já estava molhada de um pré-gozo, que insistia em escorrer.

Gabriela disse pronto você ganhou, é mais feminina que eu, toma aqui o dinheiro, todos aplaudiram peguei o dinheiro e nem tinha onde guardar. Queriam um discurso e eu fiz com voz em falsete e meio esculachado, tipo que Gabriela fazia bem. Novamente o povo foi ao delírio. Ao terminar falei: - Agora chega já é quase duas da manha e precisamos nos trocar para ir embora. Sidnei que só ria, falou: - Não, tem de dançar uma musica lenta com o Carlos, que todos sabiam tinha uma quedinha pela Gabriela, apesar dele sempre negar isso. Gabriela falou: - claro você tem de dançar com o Carlos. Eu me recusei, mais com a promessa que depois disso eu poderia tirar aquelas roupas, acabei aceitando. Arrumaram uma musica lenta e o povo sentou no sofá, eu de pe, Carlos já muito alto me abraçou, fiz o mesmo, meio sem jeito nunca tinha dançado com alguém no papel de uma menina, nem sabia como fazer. Carlos me apertou junto ao seu corpo e dançávamos, nós muito

sem jeito e o povo gritando e aplaudindo, a musica ia rolando e ele propositalmente agarrava minha bunda e apertava, o couro da saia fazia barulho e meu tesão aumentou e muito, nunca tinha sentido isso, muito menos por um homem, eu nunca tive nem vontade nem experiências homossexuais na minha vida, mais também nunca havia dançado com um homem e vestido inteiramente como uma garota. A musica ia rolando quando alguém falou algo no ouvido de Carlos e ele começou a beliscar minha orelha com seus lábios e dar mordidelas, eu ia gozar, nossa será que as meninas sentem isso, que delicia. Mais não podia demonstrar e procurava me afastar. Já estava ficando tonto de tanto que ele me apertava, e o tesão a mil. A musica já estava acabando, e Carlos vaio a primeira vês em direção a minha boca. Desviei, ele afastou o rosto, eu quase sem fôlego, abri a boca para respirar quando senti a língua dele invadindo minha boca num beijo muito louco me sugando o

ar a saliva e minha língua. Quanto mais eu o empurrava ele me apertava e não saia de minha boca. Não tive reação, nessa hora gozei e sem forças deixei para ver aonde ia. Flashs e mais flashs. Não deve ter durado 30 segundos, mais para mim foi uma eternidade, ele se afastou de mim e eu quase cai amparado por Pámela que estava mais perto, o povo ria, mais estava tão atordoado quanto eu ninguém esperava esse final. Carlos tomou mais um whisky e me trouxe um. Bebi para ver se recobrava as forças. O povo falava nossa pegou o espírito da Gabriela, ela beija qualquer um e de primeira, vi as fotos no visor da maquina digital e vi uma menina ( eu) sendo devorada pela boca de meu amigo Carlos. Pedi a Gabriela para nos trocarmos, e ela recusou: - 0 Você esta se saindo bem menina, quero ver mais! Se você não se comportar vou embora e terá de ir assim para casa. Quem sabe ganha um dinheirinho pela rua. Fui ao banheiro para me limpar, tive medo

que meu gozo descesse pela meia, e Gabriela do lado de fora gritava, se tirar uma peça você vai ficar assim. Limpei o que pude, pensei nossa quando devolver essas roupas a ela vai dar barulho. Voltei pára sala, Gabriela e Pámela foram ao banheiro. Lauro chegou a mim e falou nossa Gabriela te pegou você esta nas mãos dela, e ela não te topa, você chamou ela de mulher macho e tudo mais, não sei se ela vai deixar você se trocar, mais acho que você pode ferrar com ela, sabe você esta muito parecido com ela, ela não tem muitas roupas femininas assim, e essa é uma das melhores que ela tem; Todo mundo já viu ela com essa roupa em festas. Interrompi: - aonde você quer chegar. Bem ela tirou a foto do beijo teu com o Carlos e pode mandar isso para todo mundo, mais você pode ser ate mais baixo do que ela, eu não entendi, mais eles sim, Gabriela voltou, eu já com um pouco de raiva cometi meu quinto erro. Como é foi se lamber com Pámela no

banheiro, eu disse. Ela disse e daí, melhor que beijar seu amigo na boca, e eu falei, mais era a Gabriela devassa que beijou. Eu nem sabia o que estava falando, mais queria um jeito de sair daquela situação. Passou se uns 20 minutos e a coisa esfriou, novamente pedi a Gabriela, por favor, vamos nos trocar já esta tarde valeu pela brincadeira, olha eu devolvo seu dinheiro e morre tudo aqui. E ela não quis. Disse que ainda era cedo e que estava gostando de me ver assim. Lauro veio perto de mim e disse: - Quer acabar com isso de uma vês por todas?? E eu disse claro. Olha vamos fingir algumas poses e cenas devassas você esta muito parecido com ela, todo mundo já a viu com essa roupa assim, nos tiramos fotos e ameaçamos mostrar para todos, pois você sabe que ela não gosta do Carlos e fala ate mal dele. Pensei e disse boa idéia. Chamou-me em voz alta para que eu o acompanhasse no quarto dele e Gabriela já gritou, se tirar uma peça de roupa eu

vou embora e você fica assim.

Chegando lá ele me contou dos seus planos, você da um tempo e começa a provocar ela. - Mais ela pode ir embora e não me devolver minhas roupas, não posso chegar vestido como menina no meu prédio e suas roupas não entram nem no meu tornozelo, disse eu.

- Claro, sei disso, mais o que ela pega mais corda, é quando a chamam de feia de gorda e de mulher macho. Provoque ela e faça poses obscenas para cima do Carlos que já esta bodeado0 eu tiro fotos de longe e vai parecer que é ela e cá para nos ela não que ser vista com ele por ai. Ameaço mandar as fotos a todos e como silencio cobro que ela deixe você tirar as roupas dela e ainda que se esqueça tudo que rolou aqui. Passei boa idéia. Voltamos a sala e logo Gabriela foi olhando eu estava do mesmo jeito. Pedi uma ultima vez, vamos trocar de roupas, Gabi querida, num tom bem sarcástico, e ela disse não ainda é cedo e você parece bem confortável nelas, e eu comecei: È mesmo uma delicia acho que não vou querer trocar mesmo ta muito confortável. Essas roupinhas caíram muito melhor em mim do que em você, que desperdício, não quer dar elas para mim? O povo gargalhou e começou a arreliar a Gabriela: Olha ta parecido com você mesmo, se ele

aprontar muito tua fama vai pro brejo. Lauro me dizia vai gabi fica ai pertinho do Carlos que vou tirar uma foto, nos sabemos que você gosta dele, se referindo a pessoa da Gabriela. E ela gritava esse cara nem fudendo, viro sapata mais não fico com ele. - Bem sapata você já é! Esta usando cuecas e com esse corpinho e estivador esta perfeita disse eu, e fui rebolando em direção ao Carlos que estava sentado no sofá. A saia de c ouro ate estalava de tanto que exagerei no rebolado, e o povo foi ao delírio. Sentei no colo dele e encostei meu rosto no dele. Meu tesão já havia voltado e eu já estava em ponto de bala. Eu já sabia o que queria, o beijar novamente. Lauro fez como combinado, tirou fotos a distancia e falava olha ninguém vai dizer que não era você, e mostrava as fotos para ela. Que já estava ficando meio brava.

Vamos Gabi se dirigindo a mim faça seu papel de devassa gritava o Lauro. E eu cheguei bem perto da boca dele quando Lauro bateu a foto. Carlos acordou e me empurrou. Lauro o levou para o banheiro para explicar o que havíamos combinado. Gabriela disse acho que vou embora já não gostando das fotos e eu disse nossa espera ai você não quer ver o show Gabi devassa vou te mostrar como você é. Ela disse claro que quero ver isso. Assustei-me, pensei que finalmente ela iria trocar de roupas comigo, mais agora vi que teria de pegar pesado. Quando Lauro e Carlos voltaram já fui sentar perto dele e comecei a passar a mão no peito dele. Confesso que nem sabia o que estava fazendo, mais o tesão que aquela roupa me proporcionava, tirava minha razão. Meu estado alcoólico, fazia multiplicar esses sentimentos. Estava me transformando em uma real menina. E aquelas sensações estranhas e deliciosas me levavam ao delírio. Já estava com meu braço em volta

dele e continuava acariciando, seu peito por dentro da camisa. Desci ate a barriga e com um tesão doido passei a mão por cima da calça dele e senti o volume de seu pênis. Fotos e mais fotos, gritaria e espanto de todos. Carlos pegou mais pesando ainda e tirou seu pinto para fora, já estava duro como uma pedra. Pensei, será que Carlos tinha mesmo uma quedinha pela Gabriela, será que no seu estado alcoólico estava me confundindo com ela? Sidnei que já estava quase dormindo no outro sofá começou a agitar, vai devassa pega sua devassa e eu em meus devaneios com aquelas sensações que aquela roupa me proporcionava, nem notei para onde estava indo a coisa. Queria muito segurar o pinto de Carlos, mais ao mesmo tempo seria uma desmoralização e possivelmente um fim de amizades, quando estava caindo na real e desistindo daquilo Mauro e Francisco que estavam na mesa de jantar conversando entraram na brincadeira, pago mil para você pegar deixar bem

perto do teu rosto para gente tirar uma foto. Meio que na real, e com receio disse que não. Carlos pegou minha mão e a levou ate seu pinto, ta vendo disse ele não tem nada de mais já pegou. Fiquei vermelho, meu pinto estava quase como uma rocha dentro das calcinhas. Fiquei sem saber o que fazer com oi pinto dele na minha mão. E ai Sidnei sentou-se ao meu lado e empurrou minha cabeça em direção ao pinto dele: - Vai chega só pertinho você já pegou mesmo, e meio sem jeito cheguei com os lábios a uns dois centímetros do pau dele que segurava muito sem jeito com uma das mãos. E Lauro dizia vai Gabi faz cara de puta. Fotos e mais fotos: - Agora faz cara de quem esta lambendo tirei língua para fora e cheguei bem perto mesmo. Mais fotos, Mauro disse, 2 mil se você encostar a língua, queria isso mais do que nunca, hesitei, dois mil com mais os mil da Gabriela e mil de Francisco somavam 4 mil, acho que dava para dar entrada num carro zero, e

minhas vontades estava me sentindo uma menina e queria mais do que nuca lamber aquele pinto queria saber que sabor teria e muito devagarzinho, pensando e fazendo, lutando contra mim mesmo encostei minha língua bem na cabeça do pinto dele. Um gosto amargo meio salgando e quente. E mais fotos, e sem perceber ainda segurava aquele mastro com uma das mãos. Quase gozei e o povo gritando Gabriela puta Gabriela puta e Mauro disse: Mais 2 mil para você envolver a cabecinha com seus lábios. Gritei: - Porra isso é uma chupeta, e Francisco disse, - Não, só deixa entrar um pouco na sua boca fica com ela bem aberta nem precisa encostar, assim tiramos uma foto de lado, e vai parecer uma chupeta. Eu hesitei mais ainda,entretanto eram mais dois mil, e eu queria mais do que nunca experimentar ter um pênis na minha boca. Minha honra e masculinidade já não existiam mais, eu me sentia uma adolescente de 17 anos, em sua primeira experiência sexual. E bem de

vagar, tremendo um pouco, abri minha boca e fui chegando mais perto, sentia o cheiro daquele pênis, não era tão desagradável assim, senti que a cabeça do pinto do Carlos já estava sumindo entre meus lábios, Lauro me guiava, dizendo, mais um pouquinho, mais um pouquinho. Acho que já estava uns 2 centímetros para dentro de minha boca, tava difícil manter a boca aberta. Fotos e mais fotos de perto e de longe e uma gritaria sem fim, não agüentando mais meus desejos e sem o esforço que fazia, fechei meus lábios envolvendo o pênis dele na minha boca, fotos, e o povo gritando vai Gabi cara de puta. Fiz careta sem saber o que fazia, as meninas não acreditava no que viam mais por estarem bêbadas também incentivavam: vai chupa menina chupa que é gostoso dizia Pámela isso durou uns 10 segundos, sentia aquele gosto salgado, bem quente e amargo na minha boca explorei com minha língua, mais com medo dele notar, claro que notou. Por um instante

fiquei lúcido ia me afastar, mais antes que eu esboçasse uma reação, Sidnei e Francisco vieram por traz de mim e me seguraram ao mesmo tempo Carlos pegou por trás de minha cabeça e a empurrou em direção a sua barriga. Seu pênis enterrou em minha boca e garganta, acho que uns 15 centímetros, eu não tinha forças, e nem queria ter queria mais aproveitar aquele momento e aquele mar de sensações, a maioria maravilhosa. Carlos então afastou minha cabeça e depois empurrava de novo, em movimentos lentos estava fudendo minha boca, eu com um tesão que nunca tinha tido na minha vida comecei a instintivamente mexer a língua enquanto aquele pinto entrava e saia de minha boca e garganta, cheguei a engasgar umas vezes sentia as bolas do saco bater em meu queixo fotos e mais fotos, estava molhado de suor, a calcinha já gozada poderia ser espremida, o colam e tudo mais muito molhando o que aumentava meu tesão. E o povo gritando vai Gabi sua puta e

ela olhando e não acreditando no que via, mais continuava provocando e gritando também. Ate que de repente Carlos começou a fazer movimentos mais rápidos e cheguei mesmo a ter ancia de vomito e finalmente senti um gosto amargo, um liquido grosso quente e bem viscoso invadia minha boca e garganta, nem tive tempo de nada engoli boa parte dele, pois senão sufocava e ao gozar ele enfiou mais e mais fundo em minha garganta ate o saco dele grudar no meu queixo. Segurou-me uns 30 segundos ou mais. Estava ficando sem ar e por fim ele soltou minha cabeça. Sai meio tonto mais não tinha sobrado nenhuma gota. Tinha feito uma chupeta para meu amigo e ainda engoli todo seu suco, havia gozado junto com ele, um orgasmo diferente, e ainda estava vestido como uma garota. Senti que a partir dali as coisas não seriam mais as mesmas. Já que estava na chuva mesmo, levantei minha cabeça e fui em direção ao rosto de Calos e dei-lhe um beijo apaixonado. Estava com

alguma porra na boca ainda, e fiz questão de passar para boca dele que não entendendo nada retribuiu. Nossa a casa veio abaixo, todos riam muito e não acreditavam que isso tinha acontecido. Eu já contava perder aquelas amizades mesmo, e ainda morto de tesão continuei provocando a Gabriela: Ta vendo o Carlos ficou comigo e não ficaria com você. E tem mais, imagine essas fotos na Internet, ninguém vai dizer que não era você. E Carlos veio em minha direção e começou a roçar seu pinto na minha saia, levantou a saia que estava meio justa com dificuldades por traz e colocou seu pinto no meio de minhas pernas, e disse nossa que delicia que tesão eu virei de frente e com o espírito mais feminino possível dei-lhe um longo beijo e um abraço bem, apertado e ele me virou de costas levantou mais um pouco a saia e começou a cutucar meu anus com seu pinto, queria mais do que nuca experimentar dar o cu naquele momento. Sidnei estava a minha frente e

tirou seu pau para fora, eu fui logo segurando e enfiando na boca, o que me deixou praticamente de quatro. Era maior do que o de Carlos, que já soltava os colchetes do colam e abaixava minha calcinha e meias Sidnei enfiou tudo na minha boca parecia que ia ate o estomago, quando senti uma dor muito forte, Carlos estava penetrando meu cuzinho virgem com seus dedos. Um depois dois depois três, sentia que lambuzou com um pouco de vaselina, mais eu estava distraído com a chupeta que estava fazendo, senti uma dor horrível, ele enfiou seu pênis que entrou de uma vez com força, arrombando meu cuzinho. Começou a fazer movimentos de vai e vem e logo a dor se transformou em prazer. Nossa um me comia por traz e o outro me fudia pela frente, as fotos continuavam, de dor em prazer em minutos, Combinaram Carlos gozou no meu cu e Sidnei na minha boca e eu gozei nas calcinhas de novo, um gozo diferente parecia um orgasmo feminino. Eu já não fazia cera queria

mais. Francisco começou a me comer por trás e Mauro na minha boca. Lauro que ainda não tinha participado estava comendo a Pámela, nossa a Pámela sendo comida por ele e a Gabriela beijando a Pámela na boca. Uma orgia, os quatro, Francisco, Mauro, Carlos e Sidnei, já tinham me comido e ganhado uma chupeta, cheguei perto de Lauro que estava comendo a boceta de Pámela. Comecei a chupar a boceta dela e o pau de Lauro que a comia e hora tirava e enfiava na minha boca, fudemos assim nus 5 minutos ate que Lauro tirou o pau da boceta dela e enfiou na minha boca gozando. Acho que já tinha bebido um litro de porra, e ai disse quero mais, quero ser mais devassa que a Gabriela foi ai que rolou algo muito estranho, Francisco me sentou no seu colo enfiando seu pau todo no meu cu Mauro veio por cima de mim que estava meio dentado em cima de Francisco, e enfiou o pau dele na minha boca Lauro começou a chupar meu pinto, Carlos aproximou-se ao lado e eu peguei

seu pau e comecei a punhetar, Sidnei do outro lado e com a outra mão também peguei no seu pinto, e comecei a punhetar. Estava transando com 5 caras mais devassa que isso, só Pámela e Gabriela fazendo um 69 bem gostoso, gozamos os 5 ao mesmo tempo. Nossa se não morri de tesão ali não morro mais. Com a barriga cheia de porra e a cabeça cheia de tesão. Ainda vi Lauro fazendo chupeta para os outros, levantei, arrumei minha roupa, claro a de Gabriela, e sentei aliviado no sofá, vendo algumas transas das mais bizarras. Gabriela foi embora de calças jeans cuequinha e sapatos e eu fiquei lá na casa de Lauro ate domingo, claro vestido como Gabriela. Ali tudo mudou, não sou travesti nas ruas mais só em quatro paredes, não sou afeminado e levo uma vida normal, entretanto, viro uma tremenda puta na cama e adoro isso, nossa amizade for reforçada mais do que nuca. Entre nos não existiam garotos e garotas, passivos ou ativos, fazíamos sexo de

qualquer jeito e posição. Vivíamos juntos viajávamos, ainda hoje somos solteiros compramos apartamentos no mesmo prédio, um flet num bairro nobre de São Paulo. Temos um pacto de fidelidade, eu Lauro Francisco, Mauro, Sidnei Carlos a louca da Gabriela, e Pámela. Aquela loucura toda mudou a vida da gente para sempre.foi assim que eu virei menina.

PATRICIA DANYELLE

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CD de São Paulo, com pele macia e delicada, procurar conhecer homens que curtam galantear e seduzir uma "menina"

 
Seu nome ou Apelido: 
Verônica
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
SP
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
São Paulo
EU SOU:: 
Drag
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Homens

Olá, sou uma cd bem feminina de São Paulo. Tenho 35 anos, morena clara, olhos castanhos escuros, pele macia e delicada, rosto de mulher, elegante, discreta, amiga e divertida. Procuro homens que curtam galantear e seduzir uma "menina". Mandem fotos para vedimitri@uol.com.br Se preferir, adicione no msn: veronicadimitri@hotmail.com

Beijos

 

Tudo começou assistindo filmes

OLÁ A TODOS ESSE É A PRIMEIRA VEZ QUE RELATO ACONTECIMENTOS REAIS DA MINHA VIDA PARA OUTRAS PESSOAS

TENHO 30 ANOS SOU CASADO COM UMA MULHER MARAVILHOSA TEMOS FILHOS LEVAMOS UMA VIDA NORMAL A NAO SER PELO MEU 2º NOME JENIFER .

TUDO COMEÇOU QUANDO EU COMECEI A ASSISTIR FILMES COM TRAVESTIS ACHAVA AQUILO O MAXIMO HOMENS QUE VIRAVAM MULHERES AQUILO FOI ME INTERESSANDO COMECEI A PEGAR AS COISAS DA MINHA IRMA ESCONDIDA CALCINHAS SUTIAS E PRINCIPALMENTE BATONS E MAQUIAGENS COMO SOMBRA SAINHAS E BLUZINHAS EU COLOCAVA AQUELAS ROUPAS E ME SENTIA O MAXIMO LINDA COM MEU CORPINHO BEM BRANQUINHO E AQUELES BATONS BEM VERMELHOS FICAVA HORAS EM FRENTE AO ESPELHO ME MASTURBANDO DEPOIS COMECEI A ENFIAR OBJETOS DO MEU RABINHO AI SIM EU PERCEBI QUE EU ERA REALMENTE UMA PUTINHA.COM O PASSAR DO TEMPO AS COISAS FORAM MUDANDO AGORA EU TINHA MINHAS MAQUIAGENS MINHAS CALCINHAS MINHAS SAINHAS TUDO MUITO BEM ESCONDIDO É CLARO.TIVE VARIAS NAMORADAS SEMPRE BANCANDO DE MACHÃO PEGADOR MAIS NO FUNDO O QUE EU QUERIA ERA SER AS MENINAS QUE EU FICAVA AJUDAVA ELAS A ESCOLHEREM A ROUPAS AS CALCINHAS A MAQUIAGEM A COR DOS BATONS COMO EU FICARIA NO LUGAR DELAS ISSO ME DEIXAVA MUITO ESCITADO ENTAO EU TINHA UM ÓTIMO DESEMPENHO NA CAMA MAL ELAS SABIAM O PORQUE DE TANTA EMPOLGAÇÃO EU QUERIA SER ELAS

.BEM O TEMPO FOI PASSANDO E COMEÇOU A SE TORNAR INSUPORTAVEL ESSA MINHA VONTADE DE SER FEMEA DE SER DOMINADA ENTAO CERTO DIA EU DEVIA TER UNS 19 ANOS SAI DE UMA BOATE SOZINHO MEIO DE FOGO PASSEI EM UM PONTO DE TRAVESTIS AQUI NA MINHA REGIAO NAO AGUENTEI E PAREI PERGUNTEI PELO PROGRAMA COMBINAMOS FOMOS PARA UM MOTEL COMFESSO QUE EU TREMIA MUITO ESTAVA MUITO NERVOSA
ENTRAMOS TOMEI UM BANHO PRA RELAXAR E ELA TAMBEM QUANDO ELA ESTAVA NO CHUVEIRO VI SUA ROUPA EM CIMA DA CAMA NAO AGUENTEI VESTI MAIS QUE DEPRESSA SUA CALCINHA SUA SAINHA SUA BLUSA CORRI NO CARRO E PEGUEI UM BATON QUE UMA MENINA TINHA ESQUECIDO NO MEU CARRO 2 DIAS ANTES PASSEI QUANDO VOLTEI ELA JA ESTAVA DE PAU DURO ME ESPERANDO FIQUEI MUITO NERVOSO MAIS TAMBEM MUITO EMPOLGADO NAO SABIA O QUE FAZER DEMOS UM BEIJO LONGO DEMORADO AI NAO RESISTI JOGUEI FORA TODA MINHA MASCULINIDADE A CAI DE BOCA NAQUELE PAU GOSTOSO LAMBI CHUPEI MASTURBEI FEITO UMA LOUCA UMA VERDADEIRA PUTA SAFADA DEREPENTE SENTI UMA GOSTO MEIO SALGADINHO NA BOCA AI PRONTO JATOS E JATOS DE PORRA DELICIOSA NA MINHA GARGANTA FUI AO DELIRIO COM AQUELA CENA EU ACOSTUMADO A POSSUIR ESTAVA SENDO POSSUIDA UMA SAFADA UMA DELICIA DE GOZADA .

ME LAVEI E VOLTEI PARA O QUARTO ELA ESTAVA DE 4 ME ESPERANDO COM AQUELE MASTRO PINDURADO AINDA MOLE PELA GOZADA CHEGUEI BEM PERTO PEGUEI MEU PAU E FUI COLOCANDO NAQUELE CUZINHO ROZADINHO DEI UMAS BOMBADAS QUANDO SENTI QUE IA GOZAR PAREI RAPÍDAMENTE POIS AINDA FALTAVA O MAIS IMPORTANTE.SENTIR UM PAU BEM DURO DENTRO DE MIM MUDAMOS DE POSIÇAO ELA JA ESTAVA COM O PAU DURO DE NOVO BOTOU ELE PRA CIMA EU COMECEI A SENTAR BEM DEVAGARZINHO AQUELA PICA ME RASGAVA NO MEIO DOIA MUITO ATE SANGROU MAIS EU SOBIA E DESCIA NAQUELE MASTRO COMO UMA PUTINHA SAFADA UMA MENINA LEVADA QUE TESAO SENTIR AQUILO DENTRO DE MIM SER MENINA AO INVES DO MENINO UMA DELICIA MUDAMOS DE POSIÇAO VARIAS VEZES CONFESSO QUE A DOR NAO PAROU MAIS O TEZAO TAMBEM NAO QUE SENSAÇAO MARAVILHOSA DE SER A MULHERZINHA DOMINADA SUBMISSA QUANDO GOZEI SENTI MINHAS PERNAS TREMEREM COMO NUNCA HAVIA SENTIDO ANTES COM NENHUMA MULHER FOI A GOZADA MAIS SENSACIONAL QUE JA HAVIA SENTIDO LOGO DEPOIS VEIO AQUELE JATO DE PORRA NA MINHA BUNDA ELA TINHA GOZADA NA MINHA BUNDA ME LAMBUZANDO TODA ESSA FOI A 1º VEZ QUE DEI DEPOIS VIERAM OUTRAS MAIS EU CONTO DEPOIS BEIJOS JENIFER

jenifer20renata@gmail.com

Valéria CD e o amante incentivador

Este relato, do início da minha vida como fêmea cross dresser (cd), começa quando conheci o César num chat gay. Eu entrei com o nick Passivo procura/RJ e ele com MILITARKERFEMEA. Naquela época eu já gostava muito de usar cuequinhas bem sexies, bem cavadinhas, mas não eram calcinhas. O nosso papo evoluiu e começamos a nos comunicar numa intensa troca de e-mails diários em que César queria ser o meu amante, mas antes de mais nada me incentivou a me tornar sua fêmea. César era um homem casado, militar, cinqüentão, viril, pai de três homens lindos, mas que de nada sabiam das fantasias e desejos sexuais de seu pai.

No início, ele foi bem carinhoso e bastante sacana, insistindo para que eu deixasse vir para fora a fêmea escondida dentro de mim. A cada e-mail que trocávamos eu ficava mais dócil, mais carinhosa, mais dengosa com César. A minha feminilidade aflorava a cada dia, pois o que faltava em mim era o incentivo. Eu já tinha recebido o incentivo de vários machos ativos para usar calcinha nos nossos encontros, mas faltava-me a coragem de assumir de vez o meu lado fêmea. Aos leitores esclareço que o meu lado fêmea é totalmente hétero, ou seja, não curto inversões, pois sou totalmente passiva.

Com César, diferente dos outros homens que me incentivavam, ele era sedutor, me envolvia com o seu convencimento de macho alfa querendo possuir a sua presa. Meu amante virtual, ainda, me incentivava muito a relatar a minha história sexual. Contei-lhe que eu já tinha essa fêmea natural dentro de mim desde os seis anos de idade, porque comecei a vida de passiva para os amiguinhos da vizinhança que me faziam de mulherzinha, tanto no interior do estado, onde nasci, como no Rio. Era uma manja-rola nata, pois adorava ver, ou de sentir o contato do volume dentro das calças dos homens adultos, tios, primos, amigos da família, apesar de morrer de medo que descobrissem que eu sempre fui louca por rola. Meu primeiro objeto de desejo como manja-rola foi a do pai do coleguinha, vizinho, que me comeu pela primeira vez. Era muito gostoso sentir o piruzinho dele entrando no meu cuzinho, pois ele me levava pra trás da igreja, onde nunca tinha ninguém, pra que eu mostrasse a ele a minha bundinha e ele metesse nela. Um dia ele me disse pra olhar bem pro pau do pai dele, que ele ia ficar igualzinho quando crescesse. Eu adorava ficar admirando aquele volume dentro da calça do pai dele. Depois dele dei pra outros meninos, tudo muito discretamente, mas sempre adorando ser a passiva, pois nunca tive vontade de meter em ninguém.

Relatei também ao meu macho que na adolescência eu tive um primo amante, quatro anos mais velho, que me comia sempre nas férias e o foi o primeiro pau adulto que enfrentei. Dos 13 aos 18 fui a putinha dele, que me comia sem dó e a seco... doía muito, mas a sensação de dar prazer àquele macho potente me tornava uma putinha sedutora que vivia atiçando para que ele me comesse. Nesse mesmo período, bati punhetinhas e mamei um gato que tinha no meu prédio pouco mais velho que eu durante o ano. Mas a vida de manja-rola não parava... era o desejo recôndito, cada vez maior, de me entregar a um macho ativo.

Aos 18 anos, caí na vida, sendo paquerada, pela primeira vez, por um motorista, instrutor de uma auto-escola no Centro, que parou o carro pra me paquerar e dali mesmo fomos dar uma volta onde mamei o pau dele com ele dirigindo pelas ruas do Centro e da Quinta da Boa Vista. Início inesquecível. Dei muitas vezes pra ele e aprendi muitas coisas que uma viadinha deveria saber. Daí em diante não parei mais de dar e foram muitos amantes, namorados e encontros casuais em que eu soltava, mesmo enrustidamente, o meu lado piranha. Porém, sem usar roupinhas femininas.

Com todos esses relatos pormenorizados e passados ao César, ele me convenceu de que eu tinha vocação para ser sua fêmea e comecei a ter cuidados que antes não tinha. As depilações, os cuidados com a pele, unhas e cabelo passaram a ser uma rotina pra mim. Até que depois de muitos meses trocando e-mails e falando ao telefone, começamos a nos relacionar como amantes. Nessa época eu já havia aprendido a me maquiar, a me vestir como fêmea sexy, sempre incentivada pelo meu amante.

Como não podia ser diferente de outros machos que eu já tinha encontrado pela vida, César quando me viu peladinha e totalmente depiladinha pela primeira vez, logo começou a me humilhar por causa do meu sininho de 8 cm, dizendo que era grelinho de fêmea e que até o meu corpo já dizia para que nasci: para dar prazer a machos. Aquelas palavras soavam como um incentivo e um elogio, pois o meu prazer, e eu bem sabia, era totalmente anal. Para me sentir mais fêmea ainda comecei a esconder o meu sininho, buscando na internet os truques para escondê-lo mais ainda. Eu me sentia deliciosamente fêmea usando as roupinhas sexies entre 4 paredes sozinha ou na presença do meu macho amante.

Meu amante maravilhoso e inesquecível, também me incentivou muito a ter a docilidade feminina, o que me levou a ter uma vivência solitária de fêmea entre quatro paredes – o comportamento feminino no andar, no sentar, rebolar, na hora do banho ou de passar os cremes pelo corpo, curtindo minha feminilidade. Mesmo sozinha, eu adorava me sentir feminina, apesar do corpo não ajudar muito, mas fui sentindo que eu tinha uma sedução natural e um jeito delicado e dengoso que cativava cada vez mais o meu homem.

E aí percebi a diferença entre a passiva e a cross dresser, com submissão natural da fêmea ao seu macho. Com quase quarenta anos me tornei a Valéria, nome escolhido por mim e por César, pois me fazia lembrar de uma colega de escola muito fogosa e desejada por vários rapazes da escola. Achava lindo o jeitinho dela, de bundinha sempre empinada, sainhas curtas mostrando o que devia ser mostrado para seduzir os machos tesudos. E ela se tornou o meu modelo para a minha vida feminina vivida na intimidade.

César descobriu também que eu gozava pela cuceta, como carinhosamente ele chamava o meu cuzinho, e tirou muito proveito disso. Antes de conhecê-lo, eu já brincava com alguns plugues e consolos pra me sentir larguinha e preenchida, e, descobrindo isso, ele passou a me tratar como sua verdadeira cadelinha, me ligando só pra lembrar de que eu deveria ficar plugadinha durante algumas horas para deixar a cuceta laceadinha. Mas tudo começou a mudar no dia em que ele, brincando com um plugue no meu cuzinho, me incentivando a gozar pelo cu metendo e tirando bem rapidinho, brincando com os dedos e mamando nos meus mamilos, eu tive um orgasmo seco, sem ejaculação, quase perdendo os sentidos, com contrações anais e espasmos corporais nunca sentidos antes. Lembro-me bem das suas palavras:

- Como gosta de ter pau no cu, né? Goza minha cadelinha vadia...

Depois desse dia tive vários orgasmos anais e o meu homem começou a me alargar a cuceta mais ainda com a brincadeira de meter o plugue, ou um consolo, e o pau juntos, usando muito lubrificante gel, fazendo tudo deslizar como se fosse um buraco enorme. Adorava me sentir alargada, possuída e protegida pelo meu macho alfa. Ele sempre me dizia que eu era fêmea para dar prazer a mais de um homem. Ao fazer dupla penetração anal com seu pau e o consolo e me dando seus dedos pra chupar. Às vezes, trocava os dedos pela sua língua voluptuosa, invasora, em beijos maravilhosos, que me faziam delirar. Se tornaram constantes os gozos arrebatadores nas mãos do César. Ele adorava meter durante muito tempo com o seu pau de tamanho de médio pra grande me fazendo empinar e me oferecer como a fêmea sedenta por pica, me xingando deliciosamente. A alma de fêmea, puta e submissa, aflorava cada vez mais. Ele ficava cada vez mais safado e me dizia coisas que toda fêmea gosta de ouvir do seu macho:

- Mexe gostoso, minha vadia, aperta sua cuceta no meu pau...

- Abre esse cuzinho pra pica do teu macho entrar bem gostoso... isso assim, mostra que nasceu pra ser minha vagabundinha... vai piranha, dá pro seu macho bem gostoso...

- Rebola, putinha... essa frase, inequivocamente, era sempre seguida de tapinhas gostosos na minha bundinha ou na minha carinha safada...

Nossos encontros às quintas-feiras eram cheios de prazer. Dia e hora marcados para ficar à disposição do meu macho casado, para ter e dar prazer ao meu maior incentivador. As sacanagens eram sempre muito prazerosas, até que César começou a atiçar a minha imaginação me fazendo imaginar a presença de outro homem com a gente.

Cada vez mais entregue aos caprichos do meu macho comecei a pensar em como seria ser fêmea putinha de dois. Lia muitos contos eróticos para poder me inspirar nas mulheres e casais que praticam o swing, o que me levou a ter um desempenho gostoso com o meu amante. Via todos os vídeos pornôs que encontrava, aumentando o desejo de ser possuída por dois. Esses incentivos para me ver com outros na hora da transa, me faziam cada vez mais fêmea e, como consequência, já estava soltando a franga dentro de casa e procurando alargar a cuceta, me preparando para o que desse e viesse. Como César era deliciosamente tarado, sabia que eu tinha que me preparar para esse dia tão anunciado durante nossas transas. E esse dia chegou!!

Naquela quinta-feira, dia em que eu não trabalhava, recebi, logo cedo, o seu telefonema me perguntando se eu já estava me preparando para recebê-lo, ao que respondi que estava, como sempre. Já havia melhorado a depilação na noite anterior e já havia separado a roupinha, a peruca e a maquiagem para me produzir bem gostosa pra ele. Ele respondeu, dizendo:

- Hoje eu te quero bem diferente. Faz uma maquiagem bem carregada de puta porque estou com um tesão muito grande... bota uma calcinha bem enterrada no cuzinho, já fica plugadinha antes de eu chegar, e se prepara para um encontro cheio de sacanagens gostosas.

Aquelas palavras se tornaram ondas de tesão que me subiam pelas costas, pelas pernas, pelo barriga e indo parar no cu. O tesão que me tomou me fez começar a me produzir o melhor que pudia. César já estava me preparando para este momento fazia tempo, pois além dos plugues, já conseguia meter quatro dedos dentro de mim. Fiz a chuca com todo o cuidado, me deixando limpinha por dentro e por fora... o clima de tesão era imenso e eu sentia o meu corpo queimando de tesão. Nem podia imaginar o que me esperava. Fiquei prontinha esperando meu amante chegar.

Deu a hora do almoço dele e o interfone tocou. Meu coração disparou de ansiedade. Atendi, mas recebi um banho de água fria porque a voz não era a dele. Era um tal tenente Marcos que trazia um recado do César pra mim. Pensei comigo, será que é hoje que serei fêmea pro meu macho e um amigo seu? Abri a portaria pelo botão do interfone e liguei imediatamente pro celular do César, mas o sacana tinha desligado e eu fiquei muito aflita, porque nunca tinha me apresentado como fêmea, montadinha, pra outro homem. Insegura com a minha feminilidade posta à prova assim, o que será que o outro iria dizer?

A campainha tocou e fui olhar pelo visor da porta. Um homem alto, mais jovem que o César, estava em pé do lado de fora... olhei bem se não havia nenhum vizinho no corredor e abri a porta. Ele, muito gentilmente, disse que trazia um bilhete do César pra mim, me entregou e eu encostei um pouco a porta, nem percebendo a falta de educação que estava cometendo, provocada pela surpresa e pela exposição. O bilhete dizia:

"Minha Valéria, hoje surgiu um imprevisto e não posso me encontrar com você. Receba o meu amigo, tenente Marcos, e seja a melhor anfitriã que puder ser. Beijos, César."

Ao ler o bilhete me deu um nó na cabeça... o que eu faria agora com aquele desconhecido? Resolvi obedecer ao meu macho e abri a porta convidando-o a entrar. Muito imponente, com seu jeito de macho militar, mesmo à paisana, o convidei a sentar-se e ofereci água ou cerveja, que o César sempre gostava que estivesse à sua disposição. Depois de bem acomodado no sofá, servi a cerveja e me sentei, bem submissamente, na poltrona à sua frente. Ele devia estar se deliciando com a surpresa, mas foi muito gentil e sedutor. Contou a lorota de que o César teve que atender a um chamado do comandante e que havia pedido a ele que me visitasse, pois já tinha falado de mim pra ele. Me contou que também era casado, mas que também achava muito interessante e excitante (usou esses termos) conhecer uma fêmea como eu. Tentando me fazer ficar relaxada, contou que também já tivera uma amante cd passiva e que curtia muito as coisas que o César havia contado a nosso respeito. Perguntei o que ele sabia e ele respondeu:

- Acompanho esta história desde o começo e sei bem do que você gosta.

Me deu um frio na barriga. Será que o meu amante havia traído a minha confiança? Mas deixei rolar o papo pra ver onde ia dar e aquele macho delicioso me convidou a sentar ao lado dele no sofá. Sentei ao lado dele, meio na ponta do assento do sofá, e fiquei numa pose bem feminina, de pernas juntas pro ladinho e as mãos juntas sobre a coxa. Ele passou sua mão por trás do meu braço, me acariciando, e continuou a dizer algumas coisas sobre o fato de eu ser a fêmea passiva do César. Passava o dedo indicador pelo meu pescoço, me olhando fundo nos olhos, me transformando na própria presa do macho alfa. Aquelas carícias e elogios iam no fundo da minha alma e eu fui me entregando aos poucos, me desarmando e sentindo um calor intenso com a sedução daquele macho tesudo. Quando ele passou o dedo perto dos meus lábios, elogiando a cor rubra do batom (bem de puta, mesmo), eu não agüentei e abri os lábios. Aquele dedo foi se aproximando da minha boquinha e eu não resisti e dei um beijo, bem sedutoramente... e o dedo entrou na minha boquinha. Como César me dizia que eu era uma boqueteira nata, não hesitei em chupar, delicadamente, o dedo do tenente Marcos... aiii, que sensação inesquecível... ele não teve dúvida, com a outra mão pegou uma das minhas mãos e levou ao seu pau totalmente rígido e preso na cueca. Naquele momento eu não sabia se dava atenção ao dedo na minha boca ou acariciava o pau dele. Tentei me desdobrar na atenção aos dois e ele foi se antecipando, tirando o dedo da minha boca e descendo a alça do vestidinho curtinho, levando o seu dedo molhado até o meu mamilo. A sensibilidade que tenho nos mamilos me deixam atordoada com essa carícias...

Marcos era um tesão de homem, moreno jambo, mais ou menos 1,80m, forte, sem ser malhado, diferente de César que era pouco mais alto que eu, branco, grisalho. As brincadeiras de Marcos nos meus mamilos se intensificaram e eu me derretendo sob o toque dos seus dedos e depois lambendo-os com a sua língua e mamando com a sua boca treinada... aí, não teve mais jeito, a fêmea lasciva já estava aflorada, gemendo dengosamente, acariciando levemente os cabelos daquele macho tesudo com uma mão e massageando a sua pica tesa com a outra.

Marcos parou de mamar meus mamilos e me disse:

- Safadinha, vem tirar a minha roupa... e estendeu os pés pra frente se esticando no sofá.

Me ajoelhei a seus pés, como uma boa fêmea submissa deve agir, treinada pelo meu amante, e fui tirando os seus sapatos, sua meia, sentindo o cheiro gostoso do seu pé... dei alguns beijos neles e subi para desafivelar o cinto... ele ficou em pé e então pude ver o volume da pica que me esperava. Aiii, que sensação gostosa aquela... um visual inesquecível para uma manja-rola nata. Ele só me olhava com aquele olhar dominador, sensual e cheio de tesão ao mesmo tempo. E eu fui tirando o cinto, bem delicadamente, e abrindo o botão da calça, enquanto uma das mãos escorregava pelo volume da piroca dura. Só pensava no meu amante e dava toda a razão pra ele: eu tinha nascido pra aquilo. Ao descer o zíper, me deparei com uma cueca tipo boxer, que não hesitei em expor baixando suas calças, e revelando o objeto de desejo que o meu macho tinha escolhido pra mim. O tenente Marcos, já com a camisa na mão, me disse:

- Tira a minha calça, pega a camisa, a cueca e a meia, e deixa tudo estendido para não amassar e volte com a boca bem molhada pra me mostrar o que você sabe fazer com essa boquinha de vadia que eu tinha curiosidade em conhecer...

Nada mais gostoso do que ouvir palavras de incentivo de um macho sacana... aiiii... mais que depressa me apressei em obedecer a ordem dada e voltei, ardendo de tesão por dentro, para me dedicar àquela mamada. Ele continuava em pé e eu me ajoelhei a seus pés e comecei com os lábios bem macios envolvendo a cabecinha e logo já estava lambendo, mamando, chupando e sugando aquela pica grossa, gostosa, que levava até o fundo da minha garganta e voltava.... passei a alisar o seu saco, depois lambi e botei uma bola de cada vez na minha boquinha faminta por pica e enfiei minha boquinha na virilha dele. Ouvi aquele macho tesudo dizer:

- Realmente, você tem uma boquinha de veludo, putinha gostosa...

Ouvir aquilo me dava mais vontade de mamar gostoso. Ainda fiquei mamando aquele pau por muito tempo, me babando toda quando engasgava na garganta profunda, e espalhava a saliva deixando o pau, o saco e a virilha bem molhadinhos.

O tenente Marcos então disse pra mim:

- Vira e empina a bundinha, fica de 4 aí no chão mesmo que eu quero ver esse cuzinho relaxado.

Ao me virar, ele viu que eu estava com o plugue que o meu macho amante havia mandado colocar. Não agüentou e logo disse com a voz muito sedutora:

- Pronta pra levar pica, né safada... como gosta de pirú, bem que o César disse.

Me derreti toda, me sentindo uma cachorra, uma piranha pronta pra servir ao macho. Ele afastou o fio dental e pegou a base do plugue, tirou bem devagar e pude sentir o meu cuzinho beijando o plugue com as beirolas. Ele enfiou novamente, enquanto se punhetava, ficou nesse vai e vem, e eu gemia dengosamente:

- Aiii, tesuuuudo, isso é tão gostoso... só senti o tapa estalar na minha bundinha.

Ele continuou, sem falar nada, a enfiar e a tirar o plugue, me dando uma ânsia em ser possuída que perdia a noção das coisas... só queria pica naquela hora!!!

Me mandou pegar a camisinha e botar com a boca no seu pau e me lubrificar bem. Atendi submissamente às suas ordens e me coloquei de quatro na beira do sofá, com a bundinha bem arrebitada, pronta para ser penetrada. Mas o sacana, formado na mesma escola do César, me deixou mais ansiosa ainda quando me disse que queria ser mais mamado. Voltei pro chão, agora com ele sentado, me ajoelhei entre as suas pernas e comecei a mamar o pau envolto na camisinha... não é a mesma coisa, mas o clima era de safadeza pura.

No meio da mamada, toca o interfone. Atônita, olhei pra ele. Ele sorriu e disse:

- Vai atender, vadia, é o seu dono que está chegando...

Não sabia o que fazer. Parecia que ia explodir de tesão... era o dia em que seria a putinha de dois machos tesudos e desejados: o meu amante e seu amigo! César se identificou, logo abri a portaria e em poucos minutos ele chegava ao meu apartamento. Abri a porta e ele me disse:

- Nossa, que carinha de putinha safada, minha Valéria... e foi entrando.
Se dirigindo ao amigo, o meu amante perguntou:

- Minha safada está sendo boa anfitriã, né não? Já está com a maquiagem toda borrada... E riram muito...

Eu sem saber o que fazer fiquei de joelhos, como uma boa cadelinha que sou, esperando as ordens. Meu macho já tinha intimidade na minha casa e foi logo tirando a roupa e mostrando a pica dura pra mim e me mandou:

- Vem logo, gulosa, vem deixar o seu macho em ponto de bala...

Caí de boca naquela pica que eu tanto gostava e o amigo dele se levantou também e ouvi a ordem pra mamar os dois. Não sabia o que fazer de tanta excitação. Mamava um e punhetava o outro. Depois babava bem as cacetas duras e punhetava com as minhas mãos macias.

César vira para o amigo e diz:

- Não disse que ela é louca por pica...

Dei um sorriso bem safado e voltei a mamar as picas. César logo tinha outras coisas em mente, e me disse:

- Senta ali, Marcos, deixa ela te mamar enquanto vou deixá-la mais larguinha pra podermos brincar gostoso.

Marcos tirou a camisinha, sentou no sofá, eu me empinei toda pra deixar o cuzinho à disposição do meu macho e comecei a mamar o amigo do meu amante. Que sensação gostosa era a de me sentir uma puta. Me dediquei a mamar o tenente enquanto o meu macho me lubrificou bem e começou a enfiar os dedos. Um, depois dois, depois três... e, finalmente, quatro dedos... virou e falou:

- Mostra pro nosso amigo o que cabe na sua cuceta, gostosa...

Me virei e me senti um brinquedinho na mão dos dois machos. Eles comentavam entre si como o meu cu já estava larguinho e como eu agüentava bem. Marcos disse que em pouco tempo eu agüentaria até uma mão toda, mas meu amante tinha outros propósitos: só me queria com a cuceta larga para agüentar duas picas ou uma piroca bem grossa, como a de um colega deles. Riram e comentaram que o pau do tal colega só puta de zona, bem larga, é que agüentava. Eu me sentia a própria... e a minha cabeça foi a mil imaginando um cacetão me possuindo. Há muitos anos não encontrava um cacetão tão grosso e gostoso como o que encontrei depois e inspirou o conto/relato "Valéria e o coroa dotadão".

Meu macho continuou a mostrar os meus consolos e plugues, que estavam numa mesinha próxima, e foi enfiando um, outro, deixando o colega também brincar no meu cuzinho, cada vez mais laceado, enquanto me fodia a boquinha com o seu pau. Ele enfiava devagar até encontrar resistência, eu me sufocava um pouquinho e, involuntariamente, empurrava pra fora o plugue ou o consolo na mão do Marcos. Eles estavam ficando cada vez mais excitados como cavalos no cio querendo montar na sua égua. Meu amante disse ao amigo:

- Faça as honras da casa, agora vamos meter na minha putinha...

Eu já estava quase gozando só de ouvir os dois sacanas conversando e falando putarias a meu respeito. Marcos me mandou empinar o cu pra ele meter e, já encamisado, meteu gostoso, devagar e lentamente até o fundo. Eu já estava quase tendo uma coisa e gemi:

- Uiiii, que delícia de pica, tenente!!!

- Geme dengosa, putinha, hoje você vai mostrar como seu macho tem orgulho de você – disse o meu amante.

- Ai, César, obrigada, meu macho, que presente delicioso... aiiii... e sentia a pica do Marcos entrar e sair com toda a vontade.

Marcos começou a acelerar a velocidade da metida e eu só sentia o prazer da minha cuceta estar sendo bem fodidinha. Parecia que tinha muito tempo que ele não metia com ninguém, mas a realidade era outra, ele gostava mesmo era de foder muito. Eu me sentia realizada, quando César me deu a ordem para sentar no pau do amigo e chupar seu pau. Me levantei, puxei o vestidinho bem até a cintura, sentei rebolando na pica de Marcos, de costas pra aquele macho tesudo, enquanto começava a mamada na pica do meu amante. Sem perceber, a microcalcinha fio dental que eu usava saiu toda pro lado e o meu sininho, molinho, ficou exposto. César não perdeu tempo:

- Olha o grelinho de fêmea, Marcos... tinha que ser putinha de macho, né não?

Marcos parou pra olhar e falou rindo que era só servia pra fazer xixi mesmo, que de macho eu não tinha nada, que a minha cuceta estava virando uma buceta de vaca... e riram... Achei um pouco grosseiras aquelas palavras, mas era assim mesmo que eu estava me sentindo: uma puta com uma buceta de vaca...

César emendou:

- Já está na hora de ela sentir as duas picas. Você quer, vadia?

- Claro, meu tesão, sou toda sua – respondi submissamente e com toda a sedução que fui capaz.

Me mandaram levantar, o tenente Marcos como era maior deitou no sofá, sentei de frente pra ele, enfiando a pica até o fim na cuceta e me mandaram empinar a bundinha. Fiquei toda empinadinha e comecei a sentir o pau do meu amante ocupando o mesmo espaço da pica grossa do seu amigo... a sensação da entrega, como posse do meu macho, foi incrível e eu gemia, bem dengosa e com a voz bem afeminada...

- Ai, que tesão no cu... parece que vou ficar entalada nas duas picas... aiiii

- Já está entalada e preenchida, piranha gostosa – César respondeu e terminou de enfiar sua pica todinha na minha cuceta.

A princípio ficou a sensação de que o cu estava inchado, mas depois, lentamente, eles começaram no vai e vem e foi só prazer... eu já estava tendo um daqueles orgasmos secos, sem ejaculação, e eles nem aí, pra mim, Marcos dizia:

- Goza nas duas picas, vagabunda, agüenta as pirocas dos dois...

E eu tentava ficar bem empinadinha pra servir aos dois tesudos garanhões que metiam deliciosamente e eles me seguravam para que as duas cacetas não saissem. Depois que sentiram que eu estava voltando ao normal, inverteram a posição, com o César por baixo e o Marcos por cima, e pude curtir de frente a cara de felicidade do meu amante.

- Está gostando, minha fêmea gostosa?

- Estou adorando, meu amor... você sabe fazer as coisas.

- Pode esperar que sempre vamos fazer coisas tesudas como essas... ainda faremos muita putaria juntos

- Aiiii... é tudo o que eu queroooooo... e tentei apertar a cuceta nas duas pirocas.

Eles não agüentando mais, me mandaram ficar de joelhos no chão pra receber o leite deles. De joelhos, com a boquinha aberta, só senti os jatos de leite quente e grosso melando a minha carinha safada. Com os dedos espalhei o leite e lambi os dedos. Me senti o máximo, pois invejava as estrelas pornô que recebiam leitinho dos machos fodedores nos vídeos.

O tenente Marcos disse umas três vezes:

- Sua putinha faz muito gostoso, César.

Fiz carinha de puta safada e sorri pros dois.

Esse amante ainda me deu muitos momentos de prazer. Quem sabe um dia eu continuo a contar?

Sou uma viadinha cdzinha totalmente passivinha, quarentona, branquinha, carinhosa, meiga, dengosa, mas bem safadinha, 1,74m, 80kg, quase toda depiladinha (menos os braços) e adoro ser tratada como fêmea. Discrição e sigilo são fundamentais, pois sou fêmea e me monto somente entre 4 paredes. Se você é homem, macho totalmente ativo, acima dos 30 anos, com boas intenções, que saiba valorizar uma alma feminina aprisionada em outro corpo, ou seja, que saiba do que uma femeazinha gosta e precisa, e gostou do meu conto/relato, entre em contato, tá? Beijocas molhadinhas a todos que curtiram o meu relato.
MSN: valeriapassivinha@hotmail.com

 

Aprendendo a ser mulher

Bem o que passo a contar aconteceu realmente comigo ,alias acontece ate hoje em dia
Tenho uma amiga já a muitos anos do tempo de colégio,que era a única pessoa que sabia deste meu lado fêmea ,
Sabendo dos meus desejos ela se prontificou a me ajudar , mas eu teria que ser uma boa aluna
Me fez ficar andando de salto em sua casa de uma lado para o outro ate eu acostumar e aprender a andar como uma mulher de salto rebolando bem o quadril
e com movimentos suaves e sex
depois me ensinou a sentar de saia e como usar as mãos ,em gestos e pegar as coisas de unhas grandes ,fiquei treinando a voz a ficar feminina e falar
como mulher ,palavras ,modos etc..
Totalmente depilada ,rumamos para a praia de bikininho para bronzear o corpo e com as marquinhas ficar mais arredondado , e os homens adorão
Procuramos um medico endocrinologista fiz todos os exames e comecei a me hormonizar ,para ficar com formas mais femininas e ter seios de menina
meus mamilos estão bem dilatados e bicudinhos e o volume do seio de uma menina de 16 anos
Sempre que dava viajávamos juntas e eu ficava o tempo todo de mulher uma delicia ,pintava cada homem maravilhoso para nos duas
Ela sempre me dizendo como agir com eles ,fazer charminho e deixar eles loucos de tesão
Amo ser assim e tudo que aprendi tem dado super certo
Sonia
soninhatrans@hotmail.com

 

Minha entrada definitiva no mundo feminino

Sempre que podia me montava ou andava de calcinha por baixo da roupa de trabalho,adoro sentir a calcinha entrando no reguinho e me fazendo rebolar intuitivamente
Fui fazer uma viagem a trabalho e como não podia deixar de ser levei minhas coisinhas de mulher na mala
Estava previsto de ficar 5 dias ,mas na verdade para o trabalho so foi preciso 3 dias e já tínhamos resolvido tudo , e sem ter o que me preocupar minhas fantasias
femininas começarão a vir a tona
Coloquei uma calcinha e uma calça jeans stretch que marca bem a bundinha grande que eu tenho e mostra bem o contorno da calcinha também, uma blusinha de manguinha bem curtinha enfim estava me sentindo mais feminina com esta roupa e estava mesmo logico
Peguei o carro meio sem destino e com a cabeça a mil ,passei em frente a um salão e vi que quem atendia era uma travesti linda e super bem cuidada,tomei coragem e fui ate lá
Entrei meio sem saber como me comportar e o que falar , mas prontamente a Silvia a travesti que me referi veio me perguntar o que desejava,e claro ela percebeu que
eu precisava um pouco de privacidade para expor o que queria , me pediu para aguardar um pouco ela terminar o que estava fazendo com sua ultima cliente e me daria atenção
Esperei mais uns 30 min o suficiente para me acalmar e pensar no que realmente queria ,Silvia se despediu de sua cliente e veio falar comigo
Antes de que eu pudesse falar o que pretendia Silvia ja veio falando ,esta querendo ficar mais feminina? ja notei por suas roupinhas que esta querendo se produzir melhor
fui relaxando e contei a ela o que passava em minha cabeça
Silvia mais uma vez se mostrou uma pessoa especial ,ja passava das 18 horas então fechou o salão e me levou para sua casa e no caminho fomos falando como 2 velhas amigas,consegui lhe falar tudo o que sentia e pretendia
Bem ela me depilou todinha ficando bem lisinha me passou um creme hidratante maravilhoso que deixou minha pele uma seda , fez minhas unhas do pe e da mão ,limpou um pouco minhas sobrancelhas enfim me deu o maior trato como a muito queria fazer e não sabia como
Pedi uma pizza para lancharmos e marcamos de sair ,quando estávamos nos arrumando Silvia recebeu um telefonema de um paquera que vivia querendo sair com ela
na mesma hora falou que estava com uma amiga e que eu era de fora da cidade e não tinha como sair sozinha , o seu amigo na mesma hora falou que levaria uma companhia para mim tambem ,ela explicou que eu ainda não era travesti mas uma crossdresser ,ele falou que seu amigo e que na verdade era seu primo tinha acabado de fazer 18 anos e adoraria me conhecer
Ficamos de nos encontrar em um barzinho ,Silvia me produziu como uma garota ,fez uma maquiagem incrível bem natural principalmente nas sobrancelhas ficou bem fininha ainda me levou rapidinho no salão que era bem pertinho de sua casa ,me colocou um bikini e me fez um bronzeamento a jato que eu mesma não acreditei,so de ficar com as marquinhas do bikini meu corpo ficou bem contornado e feminino lindo amei
Chegamos atrasadas uns 25 min seu amigo ja estava ligando acioso ,eu estava que super nervosa ,Silvia estava um arraso de mulher de vestidinho de alcinha branco e eu de mini saia e blusinha que deixava a mostra a marquinha do suiten do bikini uma sandalha ana bela com salto 12 de cortiça tava bem garota
Armando seu amigo e Roberto seu primo nos receberão com muita simpatia ,eu de cara fiquei encantada com Roberto agora sei que ele também
Fomos para um drive-in com a desculpa de ver um filme,mas claro a intenção era outra
Roberto me deu a mão e me levou para o carro dele e Armando levou Silvia ,
ja no carro Roberto me deu um beijo na boca delicioso e falou que adorou me conhecer,no drive-in não paramos de nos beijar e acariciar estava encantada me sentindo uma mulher como nunca havia sentido
Roberto um homem maravilhoso educado e super gostoso
Silvia ligou no meu celular falando para irmos para casa que la seria tudo melhor com mais liberdade e espaço para me soltar totalmente
Ja em casa deixou os rapazes na sala e fomos para dentro, me colocou no quarto de hospedes e me deu todas as dicas de como me comportar igual uma garota, ainda me levou na sua suite e me fez uma duchinha higiênica perfumada uma delicia e já me aplicou KY para ficar pronta para ele
De volta na sala ja não tínhamos muito o que falar so ficávamos nos beijando todos com muito tesão , o pau do Roberto parecia que ia fura a calça de tão duro , sem resistir muito ele me levou para o quarto no colo
Fiz tudo como Silvia me ensinou,fiquei excitando ele ao máximo ,sem me entregar totalmente ,ele colocou minha mão em cima da sua pica na calça ,eu apertei bastante e com ele me beijando como louco abri o ziper e coloquei a mão la dentro nossa que delicia,depois abri lentamente o cinto e abaixei a sua calça ficando so de cueca e a pica de tão dura pulou logo para fora apontando para minha boquinha ,mamei com muito amor e delicadeza de uma mulher ,ele ficava me elogiando as mãos de mulher com as unhas feitas e pintadas de vermelho ,uma delicia
Ele me jogou na cama e começou a tirar minha roupa ,pedi para ele esperar me levantei como Silvia tinha me dito e fui tirando pecinha por pecinha deixando ele maluco de tesão fiquei so de calcinha e salto , e ja me sentia uma mulher realmente so pensava em ter prazer com meu homem e dar todo o prazer que ele merecia
Foi então que eu pude ver o poder de uma marquinha de bikini faz em um homem,Roberto ficou maluco quando pediu para eu tirar a calcinha e viu minha marquinha feita as pressas por Silvia, e olha que eu fiquei meio receosa em fazer e ela mais uma vez me ensinando a ser mulher falou vamos fazer logo que hoje voce vai ver a diferença que faz no nosso corpo e nos homens eles adorão e realmente eu fiquei imprecionada
Roberto me colocou na cama me beijando e não pude mais resistir ele me penetrou com muita vontade e força me pegando pelo quadril ,foi uma sensação maravilhosa
e como eu ja estava preparada para dar foi incrivel pude so me preocupar em rebolar e sentir tudo la dentro,ele tem uma pica de uns 19 x 5 bem gostosa,ficou tão tesudo que gozou 3 vezes durante a noite em que passamos juntos e nos vemos ate hoje
Silvia se tornou uma grande amiga e conselheira, ja tenho tomado um pouco de hormonios e meus seios são de uma menininha de 16 anos com os mamilos bem dilatados e pontudos
Em fim cada vez mais me sinto mulher
Sonia

soninhatrans@hotmail.com

A minha primeira calcinha

Era o primeiro dia de minhas férias e era sábado. Logo pela manhã, depois de uma longa noite de sono, do café reforçado e demorado, resolvi ler meus e-mails e entrar em meus perfis de sites de relacionamento pra ver como andavam as atualizações, pois esperava algumas respostas e surpresas interessantes. Que tipo de surpresas? Bom, eu havia pensado sobre minhas realizações amorosas e sentimentais até o momento presente e, ao perceber que não tinham sido nada objetivamente intrigantes e substanciais, resolvi criar um perfil num site de relacionamento onde as pessoas atualizavam suas realizações sexuais e liberavam seus fetiches. Numa tentativa de arranhar meus desejos e fugir para novas aventuras, entrei num dos meus perfis, e comecei a ler minha postagem sobre mim e minha procura naquele site. Ele se iniciava assim:
 “Sou empregado doméstico. Tenho 30 anos, 1,66 e 67 quilos. Sou branco, tenho pêlos, barba e sou consideravelmente calvo. Sou solteiro, discreto, não-efeminado, a não ser que me peça, sou submisso e dedicado. Lavo, passo, limpo, cozinho e me submeto passivamente ao seu domínio.”
“Estou à procura de um trabalho em casa de um homem solteiro, viúvo, desquitado ou casado, mas que more só. Um Patrão que seja necessariamente gordo. Procuro por um Patrão robusto, que seja hétero ou bi, um homem dominador, porém, inteligente. Um Dominador Patrão que queira um empregado submisso que bote ordem em sua casa e respeite suas ordens ativas e que me coloque passivo aos seus pés.”
Após ler meu perfil, conclui que estava bom e que transmitia minhas vontades íntimas, sem precisar de alterações. Decidi que iria procurar por um contato que se encaixasse num perfil restrito dos meus fetiches. Tinha uma loucura por realizar a idéia de ter um Patrão que me fizesse, não só de empregado submisso, mas também de puta aos seus pés, recebendo suas ordens e eu, obedecendo-as.
            Assim que entrei nas atualizações, percebi que já havia alguns contatos e li:
“Oi vadia. Quero fazer uma entrevista contigo, viado. Sou casado, mas moro e trabalho em outra cidade e preciso de uma puta submissa pra arrumar minha casa e me servir quando eu chegar do trabalho. Gostei do seu perfil, das fotos com o fio dental enfiado no rego e da sua cara de vadia doméstica com um avental e um lenço na cabeça. Quero que venha amanhã pra entrevista e comece a me servir, logo. Sou um Patrão folgado e dominador e vai ter que me obedecer direto do jeito que eu gosto. Quanto a minha aparência veja minhas fotos.”

Busquei suas fotos e eram deliciosas. Tinha 1,80 e 120 quilos. Peludo, um cavanhaque grisalho bem desenhado num rosto cheio, com bochechas gordas e bronzeadas e que demonstrava certo amadurecimento na idade. Era parcialmente calvo de cabelos negros. Seu peito largo e peludo demonstrava que ele malhava apesar do excesso de peso. Seus braços eram tinham muitos pelos e parcialmente brancos, o que, cada vez mais, me fazia feticheosamente desejá-lo como um paizão dominador. Sua barriga era larga e gorda com pelos que desenhavam a divisão dos lados esquerdo e direito e enrolavam a medida que chegava próximo ao umbigo. No restante do corpo eu só podia ver que ele possuía pernas grossas, compridas e com cochas bem largas. Usava uma calça jeans apertada que realçava consideravelmente sua mala que me parecia razoável, nada de grande, mas com certeza um volume apreciável. À medida que eu admirava suas fotos, verificava que eram ousadas, revelavam um homem sério, destemido, resolvido. Ora ele estava sentado em uma cadeira de praia com as pernas bem abertas com as mãos apoiadas atrás da cabeça e com a mala em posição bem estratégica de visibilidade fazendo volume na calça jeans; ora estava de pé mostrando seu peito que brilhava com o reflexo da luz do sol em cima do suor que lambia seu peitoral aberto e imponente, peludo e desenhado pelo excesso de massa malhada.
Suas poses descreviam um homem charmoso, folgado, sério e mandão. Suas fotos o colocavam numa posição de privilégio financeiro, estava sempre ao lado de uma piscina e um pequeno jardim ao lado e ao fundo de algumas fotos, revelava que ele morava num apartamento, pois se avistava o mar visto de cima para baixo.
Fiquei excitadíssimo e minha imaginação fútil e apressada já me fazia pensar que eu logo estaria lavando suas cuecas vestindo apenas um fio dental vermelho enquanto ele assistia seu futebol sentado folgadão de pernas abertas em seu sofá me esperando que logo lhe levasse sua cerveja e me pusesse a receber suas ordens de Patrão dominador.  Procurei logo responder a ele que iria amanhã mesmo me encontrar com ele e que telefonaria ainda aquele dia pra combinarmos tudo.

magro_quer_gordo@hotmail.com

 

 

Direto de Chapecó conheça a crossdresser Melissa que quer algo sério e alguém que a ame

 

Seu nome ou Apelido: 
Melissa Agatha
Em qual Estado do Brasil ou País você mora?: 
SC
Qual o nome da cidade onde você tecla?: 
Chapecó
EU SOU:: 
Crossdresser
PROCURO POR: (obs - você pode selecionar mais de uma opção neste ítem): 
Homens
Envie sua foto: 
Imagem 007.jpg

Bem, sou um rapaz gay que se veste de mulher por gostar disso e, portanto, considero-me uma legítima crossdresser. Sei que há vários estilos de crossdressers, mas sou do tipo que gosta de homem ativo, educado, inteligente, sincero, simpático, muito carinhoso e, indubitavelmente, que me goste e me aceite do jeito que sou. Descarto afeminados, curiosos e insensíveis. Procuro por alguém que queira algo sério, que me ame acima de tudo e que se sinta bem ao meu lado.

 

Uma realização

Tive minha primeira experiencia ainda quando mais jovem. Brincávamos no pátio da casa com alguns vizinhos. De repente senti que um deles me olhava de jeito guloso, aquilo me chamou a atenção e paguei prá ver o que ele queria. Dei mole! E ele se aproveitou se chegando por trás e roçava seu pau em mim. Gostei e relaxei! Dias depois ele me convidou para ir ao cinema. Quando fui me sentar na poltrona já senti sua mão por baixo de minha bunda, me acariciando. Pediu para que eu abrisse um pouco mais a calça e enfiou a mão o meu cú, devagarzinho, com carinho, me acaraciando lentamente. Aquilo me levou a loucura. Ele sussurrava no meu ouvido, perguntando se eu estava gostano. Minha vontade era de sentar em cima dele naquele momento, mas eu não tinha forças de tanto resão que sentia. Isso demorou todo o filme e no final ele levou minha mão para acariciar o pau dele, duro e gostoso. Ele fazia o mesmo em mim. Ah se não tivesse fim! Mas teve!
Sai do bairro e da cidade onde morei e não pude transar com ele, como desejávamos. Passou muito tempo e voltei para minha cidade. Nunca o esqueci!

Uma certa tarde de fim de semana, estava sozinho e me lembrei de minha primeira paixão. Decidi procurá-lo. Passei numa loja e comprei uma calcinha preta, linda, bem cavada. Vesti a calcinha em um banheiro do shippoing e fui procurá-lo. No bairro, indaguei sobre o César, me disseram que tinha um bar onde antes ele morava. Sentei em local estratégico onde ele pudesse me ver de costas e propositadamente deixei a calcinha preta a vista. Pedi um drinque e ele me serviu, senti um arrepio enorme e uma sensação de tesão que tomava o corpo todo. Ele não me reconheceu mas olhava insistentemente prá mim, admirando meu belo rabo. Depóis de alguns drinques servidos sempre por ele resolvi pedir para ir ao toilete, ele ofereceu o que ficava na parte superior do estabelecimento e me deu a chave e disse que em seguida ia me mostrar o acesso. Entrei num quarto, singelo, com cama bem arrumada, banheiro e um barzinho no canto. Enquanto esperava resolvi me despir para tomar uma banho e esperar por ele.

Quando estava no banheiro, ainda de calcinha, ele entrou e foi me ver, já me abraçando e me beijando todo o corpo. Senti seu pau duro, como antes. Tomamos banho juntos e eu segurava seu pau e chupava com muito vigor até que ele gozou na minha boca. Exaustos fomos para a cama e ele começou a me fazer perguntas. Nas minhas respostas me identifiquei e ele pronamente me reconheceu. Tomamos mais uns drinques e fizemos muito amor. Ainda hoje vou ao seu bar e sempre que chego ele pede para que eu suba. É lá que me preparo para receber os carinhos do meu homem.

 

Minha realizacao como fêmea

Tenho 37 anos e vou contar como tudo começou: Fui criado em uma casa com 5 mulheres, minha mãe, minha tia e três irmãs mais velhas, era o caçula. Morava em Belo Horizonte e tinha uma educação tradicional. Quando adolescente, desde os doze anos gostava de experimentar as calcinhas que ficavam no banheiro. Tinha roupa de mulher por todo lado, a delicadeza das roupas femininas me fascinavam. Dos 14 aos 17 anos sempre que podia ficava em casa sozinho e experimentava as roupas de minhas irmãs, calcinhas, maiôs, shortinhos, sutiãs, lingeries, me sentia bem com estas roupinhas. Sempre fui magro e com o corpo bem torneado, tenho uma bundinha roliça e grande que chama atenção. Adorava usar maios, espartilhos, bodys e roupinhas bem justinhas que me deixavam mais acinturado. Era bem másculo e ninguém desconfiava, as vezes até saia para rua, colégio usando lingerie por baixo da roupa nos dias frios, me sentia muito bem assim. Ninguem notava nada.
Aos 18 anos comecei a namorar e parei de usar. Quando na faculdade tinha bons amigos e estávamos sempre juntos. Um dia, eu já com 23 anos, a Clara convidou nossa turma para passarmos os 4 dias de feriado em sua fazenda no interior que não tinha ninguém e poderíamos ficar a vontade, iríamos a Clara , a Bia, a Tati, a Fernanda, eu, o João, o Diogo, todos colegas e amigos e o Fabio amigo da Clara que não conhecíamos. Todos tínhamos namoradas e elas namorados e tivemos que inventar algumas mentiras para que fossemos passar o feriado sem eles.
Fomos em dois carros, uma Pajero e um Pálio. A única condição que a Clara propôs é que na sexta-feira quando chegássemos faríamos um jogo e sortearíamos os casais, no sábado iríamos a uma festa no clube da cidade , ficaríamos como casais na fazenda e voltaríamos para casa na terça-feira, todos concordaram com a condição.
Chegamos a tarde, passeamos pela fazenda bem descontraídos e a noite lanchamos e fomos jogar e fazer o tão esperado sorteio. Todos estavam apreensivos, a Clara já tinha um pote com o nome de todos e outro com o papel de cada um M-mulher, H-homem e fez com que jurássemos de mãos dadas que todos ficariam com o par sorteado e quando voltássemos ninguém mais falaria nada do que tinha acontecido nestes dias. Todos concordaram e apreensivos começou o sorteio. A Clara, a anfitriã comandava tudo. O primeiro par sorteado foi a Tati-M e o João-H , o segundo foi a Bia-M e o Digo-H , o terceiro par foi a Clara-M com a Fernanda-H o que deixou todos surpresos, ficando Eu-M e o Fabio-H de par. A Clara a Fernanda e o Fabio concordaram logo o que me deixou surpreso. Eu, mulher do Fabio!!! Quis mudar mas todos lembraram do juramento e que tínhamos que manter o compromisso e continuar a brincadeira.
Ficamos nos divertindo com os pares sorteados e rindo bastante, ficou combinado que no sábado os homens-H iriam passear na fazenda e voltariam a tardinha enquanto as mulheres-M se preparariam para a festa no clube. Fomos dormir um par em cada quarto, eram 4 quartos todos com cama de casal. Não gostei muito mas fomos dormir tarde e me deitei de roupa, ficando bem longe do meu par.
No sábado, após o de jejum, o João, Diogo,Fabio e a Fernanda foram passear conforme o combinado, ficando a Clara a Bia a Tati e Eu para nos prepararmos. Fomos para o quarto da Clara que era uma suíte enorme com vários armários , penteadeira e até banheira de hidromassagem. Não sabia como agir, mas as meninas sempre brincando muito diziam que iam me transformar em uma menininha linda. Estava demonstrando estar chateado, mas gostando. Prepararam um banho com sais para mim e eu fiquei fechado no banheiro um bom tempo enquanto elas procuravam roupas para mim e se preparavam, eu era o foco das atenções delas. Depois de quase uma hora no banho a Clara bateu na porta pedindo que eu entregasse minhas roupas e pegasse outras para vestir. Para minha surpresa era uma calcinha, uma camiseta de alcinha e um shortinho. Aquilo me fez voltar as lembranças de minha adolescência, coloquei as roupinhas , ficaram justinhas mas serviram, estava delicioso. Quando sai as meninas vibraram e me disseram que eu estava linda e que agora iria começar minha transformação. Usava o cabelo longo penteado para trás, elas lavaram, secaram e fizeram escova, penteando para os lados de modo que fiquei com os cabelos mais volumosos, até os ombros, pareciam de menina, pintaram minhas unhas das mãos e dos pés de vermelho, me deram um aparelho de barba e pediram que eu tirasse os poucos pêlos que tenho da cintura até próximo do joelho, da bundinha e dos meus peitos. Agora já obedecia sem dificuldades. Após me deram um creme hidrante para eu passar em meu corpo. Fiquei no banheiro passando creme e massageando minha bundinha, corpo, peitos e me deliciando com tudo aquilo um bom tempo. Elas estavam se arrumando também e eu ali me deliciando velas experimentando roupinhas, se embelezando e as vezes só de calcinha e sutiã, todas tinham um belo corpo. Depois foram me maquiar, cortaram minhas sobrancelhas, passaram creme, base, maquiagem, pintaram meus olhos, lábios com um batom vermelho da cor do esmalte das unhas, fizeram até uma pintinha em minha bochecha, me pentearam bastante e quando me vi no espelho não acreditei, estava uma perfeita mulherzinha, elas adoraram. Os rapazes já tinham chegado e estavam se preparando também . Elas já tinham tudo preparado, todas iriam com roupas parecidas, meia 7/8, saia curta, espartilho bordado com bojo e liguinhas e um casaquinho de seda, tinham até roupas do meu tamanho. Me deram duas calcinhas para vestir, uma bem pequenina enfiadinha que mantinha meu cacete para trás e dissimulava o volume e outra rendada com abas largas que se enfiava em meu rego. Coloquei a calcinha pequena com a parte da bundinha para frente e a outra parte ficou uma tirinha enfiada no Rêgo e ajeitei minhas bolas para dentro e o cacete para trás que a estas horas estava bem pequenino, murchinho, e depois coloquei a outra calcinha rendada, maiorzinha, por cima. As meninas adoraram me ver só de calcinha assim, colocaram um esparadrapo que não conhecia que levanta os peitos, pareciam seios pequenos e me colocaram um espartilho preto bem justinho que modelava minha cintura, estava me sentindo maravilhosa, coloquei duas meias 7/8, uma preta bem fina, lisinha e outra rendada por cima, e as meninas colocaram as liguinhas por baixo das calcinhas que era para eu ir ao banheiro se precisasse. Coloquei uma saia preta plissada curtinha que mal cobria o inicio das meias 7/8. Quando me olhei no espelho fiquei atônito, parecia uma menina, estava linda, até meus peitos pareciam seios naquele espartilho bordado com bojo, as meninas também estavam linda e adorando minha transformação. Faltavam os sapatos, todas de salto alto e conseguiram para mim alguns sapato de salto alto numero 38 da mãe da Clara que calcei ficando um pouco apertado, o ~único que serviu melhor foi uma botinha curtinha de salto bem alto, um pouco apertada pois calço 39. Tentei caminhar e elas me seguravam para que eu me acostumasse, fui no espelho e fiquei até chocado comigo, estava uma perfeita gatinha que de salto alto arrebitava minha bundinha (um pouco grande e roliça) ficando muito sexy com aquela sainha plissada tipo colegial. Caminhei um pouco para me acostumar, elas me ensinando a rebolar um pouco, de salto alto não tem como não rebolar um pouco quando se caminha de salto alto, adorava caminhar assim, as ligüinhas puxavam as meias, o barulho do slto, o espartilho bem justinho, sentia minha cintura menor me dando arrepios. Todas vestiram um casaco curtinho. Todas estavam lindas, roupas pretas todas parecidas e eu ali era uma perfeita menina.
Com elas já tinha me acostumado, estava apreensivo quando os amigos me vissem assim. Chegamos na sala os meninos ficaram maravilhados com as meninas e comigo, riram bastante, o Fabio ficou de boca aberta me olhando. Eu e a Tati éramos as mais altas, tenho 1,75 e com os saltos altos ficava com mais de 1,80, o Fabio, meu par tinha 1,86 e era bem forte e robusto, estávamos combinando bem. A Fernanda tinha colocado tênis , uma calça de brim, uma blusa de malha, o cabelo curto dentro de um boné e tinha até colado um pequeno bigodinho, parecia um garoto.
Quando saímos à rua, estava um pouco frio e senti um frio na bundinha descoberta com aquela pequena sainha, o vento levantava a saia de todas deixando aparecer as calcinhas bem enfiadinha nas bundinhas e as meias com liguinhas, me deixava arrepiado. Parecia que estava nu, que sensação estranha...sexy.
Resolveram ir para a cidade todos na Pajero, foram o João dirigindo, e a Tati a seu lado, atrás estavam o Diogo com a Bia no colo, a Fernanda no meio com a Clara no colo e o Fabio comigo no colo. A principio fiquei sem jeito me fazendo de difícil, sentava de lado em suas pernas, mas ninguém estava ligando, todos brincando e com os trancos da estrada de terra eu escorregava e me encaixava em seu colo. Fui me acostumando a ficar encaixadinho em seu colo, aos poucos fui sentindo o volume de seu pau, ficando duro, cutucando meu selinho, aquilo me deixava arrepiado, tentava me afastar mas ele com as mãos segurando minha cintura puxava de leve para si, eu me encaixava em seu colo e aos trancos me apertava contra seu pau, estava adorando e decepcionado comigo, nunca tinha tido uma relação homossexual e estava gostando de ser acochado por aquele homem másculo, sentir seu pau duro roçando minha bundinha e meu anelzinho . Me sentia uma menininha, estava calado, gostando de tudo e confuso comigo.
Chegamos no clube da cidade, era uma boate, todos entraram com seus pares abraçados e ninguém notava nada que eu era homem e a Fernanda mulher, era escuro, com pouca luz, fiquei mais descontraído. Meu par me agarrava forte pois ainda tropeçava um pouco com os saltos, estava gostando de seu contato em meu corpo. Fomos caminhando e Fabio me acochava por trás, vez me abraçando ou me puxando pelos quadris, com o salto e a bundinha arrebitadinha se encaixava perfeitamente em seu pau, roçando em meu cuzinho, estava me sentindo um fêmea toda arrepiadinha.
Sentamos em uma mesa grande, todos bem juntinhos, conversando, brincando e o Fabio colocou a mão por baixo da mesa em minhas coxas, rapidamente afastei sua mão e fiquei um pouco zangado, mas com o passar do tempo, um pouco de bebida, todos estavam alegres, se beijavam e ninguém ligava para os outros. Fábio colocou novamente a mão no meio das minhas pernas eu apertei as pernas instintivamente em sua mão, fui consentindo e gostando de ser acariciado por aquele homem másculo. Passava a mão nas meias coxas, apertava, brincava com as liguinhas, passava a mão na minha calcinha, bundinha, eu tentava me conter mas estava arrepiado de tesão.
Todos levantaram e foram dançar uma música bem romântica, o Fabio me convidou, fiquei indeciso, insistiu e aceitei. Eu me atrapalhava todo dançando por causa dos saltos altos e não estava acostumado a dançar como fêmea, não sabia como segurá-lo. Ele começou a me segurar e apertar contra seu corpo, com o braço eu o afastava um pouco, mas sentia seu pau duro me acochando, aquele volume no meio das minhas pernas estava me fazendo sentir como uma menininha. Ele me acochava, a sainha levantava um pouco e eu sentia seu pau duro no meio das minhas pernas, roçava em minhas cochas desnudas, estava louco de tesão, ele me levou para um canto onde estava a Clara e a Fernanda se beijando loucamente, me apertou bastante com uma das mãos em minha bunda e me deu um forte beijo de língua. Aquilo me deixou completamente sem reação, estava gostando, perplexo e resolvi ceder totalmente, abracei-o em volta do pescoço ele me apertou contra seu corpo me beijando freneticamente, com uma das mãos em minhas pernas e bundinha, a outra em minha cintura me puxando contra seu corpo, sentia seu pau duro no meio das minhas coxas, meus peitos pareciam seios durinhos roçando em seu corpo, coçavam me deixando com muita tesão, nunca tinha sentido aquilo antes, estava adorando ser abraçado, beijado, acoxado, apertado por aquele homem másculo, forte, musculoso. Eu na ponta dos pés de salto alto apertado contra aquele corpo másculo enorme, me beijando, sentido seu tezão por mim, seu pau duro nas minhas coxas, suas mãos passeavam pelo meu corpo, apertavam minha bundinha desnuda, seguravam meus seios, estava sentindo um prazer diferente, meus peitos eram seios coçando, durinhos, meu pau parecia que tinha sumido , molinho dentro daquela calcinha, meu cú coçava e piscava com aquela calcinha enfiadinha em minha bunda e aquela mão máscula me apertando a bundinha e por vezes passando um dedo forte em meu cuzinho que me deixava todo arrepiado.
Não sei quanto tempo dancei pendurado naquele homem que me conduzia lentamente, me beijava a boca, o pescoço, me elogiava baixinho, me dizendo que hoje eu seria sua fêmea. Quando parou a música fomos todos para a mesa, as meninas quando me olharam com o batom todo borrado riram muito e me convidaram para ir ao banheiro ajeitar a maquiagem. Aceitei um pouco sem jeito, envergonhado.
No caminho a Clara me confidenciou que o Fabio era seu amigo a muito tempo, era uma pessoa boa e de confiança, eu podia me entregar sem problemas, ela sentia um tezão pela Fernanda e a tempos estava planejando este encontro e uma maneira de formar os casais e ficar com a Fernanda. Como tínhamos combinado, na terça-feira quando voltássemos ninguém mais falaria deste final de semana e tudo voltaria ser como antes, os outros pares também tinham seus compromissos e neste fim de semana tudo seria diferente. Fiquei surpreso e aquilo me deu um alento que me fez me soltar mais deixando a coisa rolar me sentindo uma fêmea completa pela primeira vez na vida, era a realização dos meus sonhos de adolescente.
No banheiro feminino foi muito divertido ver aquelas meninas baixando as calcinhas, arrumando os sutiãs, as maquiagem, tive de esperar um reservado para sentar e tirar as calcinhas e poder mijar, a porta não fechava e as meninas ficaram na porta me cuidando esperando e rindo de me ver como uma menininha de sainha acocada para mijar. Tive alguma dificuldade de colocar aquela calcinha pequenina enfiadinha e dissimular ao máximo meu pau, pois agora já estava me sentindo uma fêmea sem culpa e queria me sentir assim. Depois de nos arrumar-mos as meninas me maquiaram novamente, colocaram batom bem vermelho e desta vez fizeram um contorno em meus lábios com um lápis mais escuro que me deixou com os lábios mais grossos, olhei no espelho, estava linda e ..... sexy.
Voltamos para nosso canto e meu par me recebeu com um abraço apertado, um beijo com aquela língua máscula que invadiu minha boca, me entreguei totalmente abraçando-o e ele me apertando com a mão por baixo de minha saia em minha bundinha, naquele momento todos viram que eu tinha cedido totalmente, riram e se voltaram para seu pares, as meninas estavam lindas, sexy e deslumbrantes, eu me sentei e me aconcheguei em seu abraço másculo como uma menina indefesa...
Dançamos mais um pouco e agora já estava totalmente entregue aos braços daquele homem que me apertava, acochava, apertava meus seios que pareciam maiores agora. Por vezes eu passava a mão em sua calça e sentia o volume do seu pau duro, enorme, alisava um pouco o que o deixava mais tesudo, me agarrando. Estava me sentindo uma fêmea, com muito tezão e vontade de ser possuída por aquele homem.
Na volta para casa ninguém falava, todos abraçados, se beijando, a Tati na frente deitou-se no colo de João e no caminho já tinha tirado seu pau para fora e dissimuladamente fazia um boquete. Os três casais atrás se beijando, abraçando, Fabio passava sua mão máscula em todo meu corpo, alisava minhas coxas com as meias, minha bundinha, passava a mão em meu cuzinho que já piscava de desejo, apertava meus seios, eu com a mão apertava e alisava seu pau por cima da calça , era enorme e duro enquanto o abraçava sentado no seu colo. Não agüentava de tanto tesão.
Entramos em casa e eu corri para o banheiro da Clara, fiz uma lavagem intima com o chuveirinho, passei bastante creme hidratante em minhas pernas e bundinha, perfume, retoquei o batom, me preparando para o que viesse.
Na sala todos conversaram um pouco e foram para seus quartos, Fabio me deu a mão e me conduziu para o quarto, veio por trás me abraçando e eu sentindo o volume de seu pau roçando na minha bundinha. Entramos no quarto ele fechou a porta me abraçou, nos beijamos bastante e ele me levou nos braços para a cama. Me beijou , tirou a sainha e ficou me admirando de espartilho e meia 7/8. Eu toda depiladinha, de meia 7/8, calcinha, esparilho era uma perfeita menininha. |Ele tirou a camisa, a calça e só de cuecas se deitou em cima de mim me beijando. Estava adorando ser abraçada sentindo o peso daquele macho em meu corpo, ele foi descendo, tirou a alça do espartilho, segurou meus seios, apertou beijou , chupou bastante, me sentia uma fêmea, tinha tesão nos seios, coçavam, formigavam, a pontinha durinha, foi decendo mais, beijou minhas coxas, me virou, beijou minha bundinha, eu estava nas alturas, me aproximei dele que ficou de joelhos na cama, abaixei sua cueca e seu pau saltou para fora, duro apontando para cima, passei a mão e instintivamente me abaixei e comecei a chupá-lo. Nunca tinha feito isso, lambia até o saco, apertava em minha boca tentava colocar todo na boca, mas não conseguia era muito grande, chupava a cabeça linda, lambia e colocava na boca, apertava aquela cabeçona, só a cabeça enchia minha boca. Como era grande, será que eu ia agüentar tudo aquilo no meu cuzinho, estava disposta a tudo naquele momento.
Estava chupando já a uns 10 minutos , ele se contorcia de prazer, quando ele me segurou e disse que queria se acabar no meu cuzinho. Fiquei de quatro com as pernas bem juntinhas, ele baixou minhas calcinhas, beijou minha bundinha, eu estava todo arrepiado, meu cú piscava de desejo. Ele se posicionou, molhou o dedo na boca e colocou no meu cuzinho, ficou colocando e tirando devagarinho, me arrepiei todo de tesão, queria ser penetrado. \Pegou o pau duro como haste e encostou aquela cabeçona no meu cuzinho e começou a apertar, doía, eu rebolava e a cabeça começava a entrar um pouquinho, doía, eu apertava o cuzinho rebolando e saia, entrava no meio das minhas coxas, eu sentia aquele cacete enorme me roçando, ele tirava , encostava de novo no meu cuzinho, apertava eu rebolava e saia de novo, ficamos assim um bom tempo estava uma delicia, ele deu uma cuspida na mão, passou saliva em seu pau , colocou de novo o dedo no meu cuzinho me alargando um pouco e encostou seu cacete no meu cuzinho forçando agarrado em meus quadris, estava doendo eu suava frio, comecei a rebolar com mais intensidade e forçar para traz até que a cabeça entrou me rasgando, doía mas eu estava adorando, pedi que fosse devagar. Fiz força como fosse cagar e rebolando bastante senti aquele pau enorme me invadindo. Doía mas era delicioso, ele me segurou firme e socou forte, senti seus pentelhos em minha bunda e um volume enorme dentro de mim, tinha sido totalmente enrabado, comecei a rebolar loucamente, ele me puxava pelos quadris e começou a bombar rapidamente, estávamos em um ritmo frenético, eu gritava, gemia, doía, estava me acabando sem tocar em meu pau, gozava pelo cú, Fabio me socava forte, sentia suas veias entrarem e sair de meu cuzinho, rebolava, me contorcia de prazer, não sei quanto tempo ficamos assim até que ele me agarrou forte, puxou com força e enfiou tudo e senti seu pau pulsando dentro de mim, sentia a cabeça crescer e esquentar, senti um liquido quente em minhas entranhas, era muita porra, ele me apertava, urrava e me socava com força, eu apertava meu cú o máximo que podia para sentir aquele pau me invadindo, não doía mais, era só prazer, aquele pauzão agora entrava e saia, me enchia de gozo, apertava a cabeça para que não saísse, ele socava com força, gozamos juntos por muito tempo. Escorria porra pelas minhas pernas. Ele foi se deitando de lado, me abraçando e ficamos de conchinha com seu pau dentro de mim, me deu um longo beijo e deitados assim dormimos um bom tempo, estávamos exaustos.
Acordamos de madrugada, Fabio me beijou e foi ao banheiro, passei as mãos na minha bunda e pernas, estava tudo melado de porra, passei a mão em meu cuzinho e me assustei com o tamanho, estava ardido, grande, deflorado. Coloquei a calcinha maior e fui me limpar, caminhava ainda de salto alto, arregaçada com as pernas abertas como uma putinha.
No banheiro Fabio estava no chuveiro, quando entrei veio até a porta, me abraçou molhado e me beijou, me ajudou a tirar o espartilho, as meias 7/8, o sapato, entrei no chuveiro de calcinha, peguei seu pau que já estava ficando duro, me abaixei e comecei a beijá-lo, chupava deliciosamente, a cabeça era enorme , molhada, vermelha, lisinha, linda, abocanhava e chupava, apertava com a boca, ele ficou bem duro, a cabeça parecia que ia explodir, brilhava, ele me levantou, me virou de costas, eu me apoiei com as mão na parede, ele me abraçou por trás afastou a calcinha e foi introduzindo seu pau em minha bundinha já acostumada com aquele cacete. Nesta posição encaixou perfeitamente, custava ainda a entrar a cabeça, rebolei e arregacei bem a bundinha para trás, ele forçou e a cabeça entrou me rasgando, ai que delicia, senti um frio por dentro e logo um calor e aquele volume dentro de mim, ele me abraçou e começou a socar com força, a água nos molhando, eu forçava para trás enquanto ele me socava maravilhosamente, me apertava com a mão em meus seios, beijava meu rosto, pescoço, eu indefeso rebolava e pressionava para trás sentindo aquele pau enorme me invadindo ele com os joelhos um pouco dobrados me socava com tanta força que me levantava no ar, eu estava nas alturas, adorando ser fudida por aquele homem másculo, forte, viril, meu cú piscava, doía, apertava aquele pau que entrava e saia de minha bundinha, apertava a cabeça para que não saísse, ele socava, sentia as veias grossa me ralando, a água nos molhando, eu gozava abundantemente, sem reação, indefeso. De repente socou tudo que senti aquele pau me invadindo fundo em minhas entranhas, esticou as pernas e me abraçou forte eu ficando no ar e começou a ter espasmos violentos , socava me pressionando contra a parede enquanto gozava dentro de mim, eu gozava sentindo a cabeça de seu pau inchar e expelir o gozo quente dentro de mim, escorrendo por minhas pernas. Quase desfalecemos e caímos. Deve ter ficado me fudendo assim uma meia hora. Nos lavamos, secamos e voltamos para a cama exaustos para dormir um pouco. Coloquei a outra calcinha pequena e dormimos abraçadinhos de conchinha até tarde da manhã.
Acordamos com as meninas nos chamando. Ainda tínhamos dois dias e uma noite juntos, continua....

 


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