Crossdresser

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Demorou, mas a DP enfim aconteceu

OLA, conheco esse site a alguns anos e sempre me deliciei e imaginei qdo chegaria a minha vez, enfim chegou e com estilo...

Tenho 30 anos, de sao paulo capital e uso lingeries desde pekena, mas oficialmente desde q fui morar sozinha aos 23, sempre me exibia pros predios do lado, e sempre fiz d tudo p q alguem me visse, nao me importava, me enchia de tesao, sempre fui audaciosa e meio doidinha...

Em 2007 d tanto por anuncios aqui conheci um cara quarentao q aqui vou chamar de Clovis, safadao, morava c um primo q vou chamar aqui de Carlos, antes vou falar de mim, tenho 1.78, morena clara de olhos verdes, 75 kg saradinha, bem distribuida, me depilo, bem gatinha, safada e cuzudinha, montada arraso, macharada pira, ja dei p uns 10 caras em toda vida, mas nunca dei p mais d um ao mesmo tempo e sempre sonhei com o qto mais melhor, um dia chegarei a dar p um time de futebol, eh a minha meta... Pois bem...

Conheci o Clovis, quarentao mais baixo q eu, separado e bem safadao, conversamos pela net algumas vezes, me deu seu fone e alguns fonemas depois la estava eu indo p casa dele no centro, perto da Frei Caneca, tipica rua d bichinhas, mas como tinha saido do trabalho, estava somenmte d fio dentao por baixo da roupa de trabalho e tinha dito isso a ele, q nao se importou muito, cheguei la, entrei e ele foi bem simpatico, mas embora estava c roupas de menino, ja entrei c a bicha no corpo, rebolando, desmunhecando c aquela voz dengosa, como uma bela bichinha afeminada saltitante, ele logico ja estava a toda, mas se conteve, me serviu um drink e pergunteimo q ele fazia enqto me esperava e ele dissera q estava em seu quarto vendo putaria, perguntei entao se nao podiamos ir p la p vermos mais, logico q ele nem pestanejou, muito simpatico sentou ao computador ao lado da cama e na tela ja estava um site de acompanhantes machos sarados c muitas rolas e cus expostos, achei legal elogiei tudo e perguntei se ele comia muitos viadinhos como eu, ele disse q toda semana tinha uns fixos q ligavam p ele, p dar p ele e pro seu primo, ah, esqueci de mencionar q seu primo nao estava em casa, pois estava num bar longe c amigos e nao chegaria cedo...

Bom, continuamos ali daquele jeito, ele pondo fotos p nos vermos, eu na cama sentado vestido e ele somente de shorts, entao eu ja morrendo de tesao resolvi atacar e pedi p ir ao banheiro, ele me disse onde era e la fui eu, tran quei a porta e ja arranquei as calcas atoxando meu fio dental branco d tira unica bem cavada no rego ate doer um pokito, peguei a camisa de botoes tb branca e enrolei tipo bustie, com um no na frente, levantei as golas p ficar mais sexy, molhei os cabelos e sai decidida...

qdo adentrei no quarto ja fui em sua direcao e ele pirou pois nao sabia q eu estava de calcinha e ainda mais q eu fosse tao gostosa.... cheguei perto e ja me virei de costas p ele ali sentado perguntando o q ele achava do meu cuzinho, bem assim, ele sem pestanejar meteu a maozona me chamando de gotosa, apertou, abriu meteu o dedo, me puxo pelas ancas e comecou a me estapear, eu ja ali dando gritinhos e gemidinhos como puta q sou e ja curvando-me p dar mais abertura ao putao, ele me fez sentar no seu colo e rebolar p eu sentir seu caralho ja duro sob o shorts, me pegou pelo pescoco e me beijou, nao me aguentei me desvincilhei e pulei p cama ja ficando de quatro e pedindo pica... Ele tirou o shorts e me mostrou uma rola grossa e media, uns 16cm e ja veio enfiando na minha guela q eu prontamente fiz questao de mamar direito, ele ali comec ou a fuder minha boka num vai e vem doido, mas antes q ele comecasse a gozar, mudamos de posicao e sem q ele tirasse minha calcinha, montou sobre mim e ficamos num 69 com ele me lambendo inteira, cu, saco e rola e eu engolindo ele o maximo q ele podia, ate q nao aguentando mais entre beijos, chupacoes e gemidos ele inundou minha guela de leite e eu a dele enqto piscava meu rabo num delicioso cunete de 3 dedos.... foi d+.... Nos beijamos como muito afinco e muito leite, um jogando porra na boka do outro, um tesao, mas como ja estavamos estasiados e ele se dizia cansado pelo seu dia, conversamos um pouco, tomei um banho e fui embora prometendo voltar p dar o rabinho p ele e pro primo Carlos, e assim me fui...

Nos falamos algumas vezes por fone comigo prometendo q ia p la e nunca dava, sempre surgia um emprevisto, falei c seu primo por fone tb q parecia tao legal e tarado qto Clovis. Carlos era mais novo e mais gostoso, deve ter uns 28, uns 1.75 e uns 80 kg, careca raspado e pauzudo, uns 18cm... Bom, eis q nesse ultimo fim de semana, passado uns 2 meses desde a sarrasao c Clovis, estava trabalhando num sabado e como nao tinha ninguem na firma a noite, eu tava trabalhando e bebendo umas cervejas tb alone, qdo resolvi ligar p eles e eles estavam em casa de bobeira e me chamaram p ir la dar p eles, disse q iria, mas queria 2 coisas, queria ir p me montar inteira e queria q eles me dessem um banho de xixi (chuva dourada) e me humilhassem bastante, eles adoraram a ideia e disseram q ja iriam comecar a beber liquidos enqto me esparavam nessa hora q levaria p eu ir ate eles...

Corri p shopping ao lado do trab e comprei um baby doll c cinta ligas e meias, maquiagem basica e um saltinho barateeenho p fazer um clima e p la corri... Qdo cheguei c as sacolas em maos o Carlos me atendeu ja pelado, olhei, sorri e pegando na sua vara dura o comprimentei c um beijo, entrei c um tapao na bunda e fui p sala onde Clovis me esperava em pe sorrindo tb peladao, como o Clovis eu ja conhecia mais ele me chamou d putinha e me abracou c um lindo beijo e eu agasalhando com minhas duas maos sua rola... pedi p ir ao banheiro me produzir e se eles nao me fariam um drink especial pq estava c sede, eles muito gentis mas naos e tocando da minha sacanagem, perguntaram o q eu queria beber, como ja sabia pnde era o banheiro, de costas ja me dirigindo p la, sem olhar p traz e rebolando, disse q queria um grande copo d mijo e entrei ao banheiro... saquei as roupas e ela me produzi em qustao de 10 minutos... Entrava o afeminado e saia Drica, a CDzinha obediente, nenhum dos 2 sabia como seria eu totalmente produzida e qdo sai eles piraram, estava ali uma travecona de salto maior q os dois, d mais d 1,80, c uma bunda deliciosa e faminta, ambos me rodearam, elogiaram e Carlos me srviu um copo quentinho d mijo dizendo, to, bebe vagabunda, soltei um gemidinho, agradeci e ali abracei os dois beijando-os, em seguida passei a lingua como uma gatinha no mijo, experimentei e ali comecei a beber devagar aquela urina q depois vim a saber q era um pouco d cada um deles... Mal tinha terminado de beber, carlos se ajoelhou atraz de mim e comecou a chupar meu cu afoitamente enqto Clovis ajoelhou na frente e meteu meu pau na boka, estava sendo sugada ao mesmo tempo, coloquei o copo pela metade na estante e comecei a gemer, rebolar c as pernas semi abertas e falar: "AAAIIIII UIIIIIII, QUERO MACHOS, QUERO MACHOS DE VERDADE, QUERO PICAAAAAAASSSSSS..... AAAAAAAAIIIII UUUUUUIIIIIIIIIIII" e assim rebolava, ate q nao aguentei e ordenei rola, eu q fui ali p ser submissa ja estava mandando, pois bem, eles levantaram e eu ja fui indo p cama do Clovis, me deitei de costas, invertida c a cabeça p fora da maca e pedi p ambos me darem rola na boka, e fui prontamente atendida... ali nao teria mais volta, tinha 2 rolas na boka.. mamei e mamei por uns 10 minutos, ate q Clovis se deitou na cama e pediu p eu mamar mais, sai da cama me ajolhei no chao meio de 4 oferecendo meu rabo p Carlos q prontamente meteu minha calcinha de lado e comecou a chupar, eu com a pica do clovis e sendo lambida por Carlos q passado uns 3 minutos ja meteu uma camisinha no paui e se aprontou... E la estava ele me currando, me lubrificou c KY e entrou facil e sem dor quase tamanho era meu tesao, pronto, meu sonho estava sendo realizado, uma rola na boca e eoutra sarrando meu rabinho num entra e sai gostoso, sendo chingada e levando tapas... eu ali gritando e praguejando me chamando de gay, EU SOU GAY, UI, NASCI P DAR O CU PROS HOMENS, UI, NUNCA QUIS SABER MESMO D MULHER, MEU NEGOCIO EH ROLA ETC ETC ETC e qto mais eu falava mais eles me xingavam e mais o carlos me fodia, entao ele saiu e pediu p eu montar no Clovis e la fui eu, sentando e cavalgando, pulando na pica feito uma doida, eis q a bichona insasiavel falou mais alto e ja q estava ali debruçada sobre o Clovis, me virei e vi o Carlos tocando uma punheta, entao eu disse: "ESTA ESPERANDO O Q P RASGAR MEU REGO?", ele entendeu na hora, pegou o tubo de KY e enfiou a ponta inteira no meu cu expremendo um jorro de creme ladentro junto a rola de Clovis me deixando mega molhada internamemte, naquela altura eu ja nao sabia mais de nada e foi ai q o Carlos se posicionou p me tornar o recheio daquele sanduiche maravilhoso, e enfio devagar deslizando como um profissional, c uma dor bem suportavel eu virei os olhos e meu corpo tremeu todo, pronto, cheguei onde tinha imaginado por tanto tanto, ele enfiou tudo, parou, chegou na minha nuca e baixinho falou em meu ouvido p eu o Clovis ouvir: "AAAAAIIIIII Q CU DOS DEUSES", delirei e entao gentilemnte falei: "MACHOS, PELO AMOR... ME EXTUPREM JA" e entao ambos comecaram a bombar, me arregacaram por uns 20 minutos sem dor comigo gritando e urrando MAAAACHOS MAAAACHOS EU KEROOOOOOO ROOOOOOLLLLLLLAAAAAAAAA, AAAAAAAIIIIIIII MEEEETTTTEEEEEE TTUUUUUUDDDDDOOOOOOOO AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII.... e gritava, entao ambos sairam me deixando oca, aberta, Carlos me pegou pelos cabelos puto e me jopou no chao ordenando q a puta ficasse no chao na frente deles.... me esbofeteou na cara e eu gemi, em seguida ele e Clovis gozaram em todo meu rosto e boka e eu bem obediente mamei e llmpei tudo... Eles ficaram extasiados e eu ali d cu duro e pau tb.. toquei uma punheta p poder gozar enqto beijava o Clovis e enqto pedia p Carlos meter os dedos em mim.. gozei gostoso, agradeci meus machos, tomei um banho e me fui, pois tinha uma festa... Ja faz 3 dias e qdo pisco meu cu sinto uma dorzinha ainda q me faz lembrar a bicha q sou e quem manda no meu rabinho, proximo fim de semana se der estarei la de novo, e me disseram se eu ligar c antecedencia me arrumaram mais um amigo negao dotado.. assim q rolar eu conto...

Quem quiser provar dos meus dotes e tiver amigos ou ate mesmo um cao me adicionem e avisem com antecedendia, curto muitas dominacoes, zoo, etc... beijos mil CD-PATY@HOTMAIL.COM
intes

 

Meus 4 machos

Olà , sou a Raphella Cdzinha Gulosa ,

Quem me acompanha e me conheçe sabe que sou uma CD assumida totalmente feminina de corpo e comportamento e escrava submissa que adora surubas,ser usada ,cumprir ordens sem questionar . Bom ! Vamos ao que interessa.

No final de semana passada ( 16/01/10 ) fui ao shopping Tamborè vestida com uma mini-saia,salto 10 , blusinha decotada e toda empinadinha . Nesse dia acordei com um fogo de sexo . Assim que entrei no shopping me deparei com um moreno lindo,gostoso,uma delicia.ele me mediu dos pès a cabeça e eu fiz o mesmo.Fui passeando de loja em loja e sempre me deparava com ele e sempre me olhando.ai meu fogo acendeu e ja imaginando muitas coisas gostosas.Começei então a me exibir e me insinuar pra aquele macho delicioso com cara de sacana.E assim foi por uns 40 minutos nesse joguinho.Eu com muiiiiiitoooooo tesão resolvi dar uma cartada pra ver se daria certo.Me sentei numa cafeteria e pedi um cafè,pra minha alegria ele fez o mesmo e se sentou numa mesa ao meu lado . Logo me cumprimentou e perguntando meu nome no que respondi toda dengosa Raphaella.Perguntei o dele e soube que se chamava Roberto .

Então ele perguntou se poderia sentar-se na minha mesa , disse que se ele não tivesse pre-conceito que tudo bem então ele me olhou nos olhos e disse : Jamais teria pre-conceito de uma menina linda e deliciosa como vç Raphaella , aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... delirei ao ouvir isso dele , pois vou falar uma coisa a vçs , Ninguèm desconfia que sou menino , pois sou toda menina de corpo e comportamento , começamos a conversar sobre tudo atè chegarmos ao sexo , fui bem honesta com ele sobre minha vida sexual , minhas vontades , minhas fantasias etc... ja estavamos bem intimos e eu estourando de tesão ele se revelou um safado e sem vergonha me dizendo coisas deliciosas no meu ouvido e me arrepiando toda e ele pegou na minha mão e levou atè seu pau . nossa ... senti por cima da calça um cacete enorme e muuuuuuiiiiittoooooo duro que não tive vergonha e nem pudor de apertar e dizer pra ele que deve ser uma gostosura , ai ele me perguntou se eu não queria experimentar , disse que adoraria , então saimos correndo pra casa dele , no estacionamento nos beijamos alucinadamentes e eu não largava aquele cacetão duro , fui seguindo ele no meu carro atè chegarmos no condominio onde ele mora , assim que desci do meu carro na garagem ele ja me agarrou e me encoxou me emprenssando no carro e eu vadia empinava meu rabo no pau dele e pedia pau , eu dizia : eu quero pau meu macho , me da pau , da pau pra sua vadia da macho , ja grudei no cacete dele e ali mesmo ajoelhei tirei pra fora e vi um cacete muuuuiiiito grande e grosso e cai de boca tentando engolir tudo e mostrar pra ele que eu amoooooooo ser puta e vadia , ai ele me perguntou se eu era realmente uma escrava submissa , respondo que sim desde criança e totalmente obidiente , entao ele me deu um tapa na cara que vi estrelinhas , mas amei e pedi mais , ele começou a me bater mesmo sem dò , atè que me arrastou pra dentro da casa me jogando no chão , mandou eu tirar o tenis dele e lamber seu pè o que fiz com muuuiiiiittttoooooote tesão e prazer , lambi cada dedinho , sola , cada pedaçinho , ele estava delirando , ai ele mandou eu tirar a sua roupa começei pela camiseta lambendo seu peito liso e fui abaixando e de joelhos abri o cinto e abaixei tudo livrando seu cacetão que jà ficou bem pertinho da minha boca e que ja fui enfiando na boca , ai senti um tapa na cara e ele disse: eu não mandei vç chupar sua puta de zona ??? e eu de cabeça baixa pedi desculpas , ai ele mandou eu ficar de cachorrinha e seguir ele o que eu fiz , fomos atè o quarto dele , ele se deitou na cama eu no chão como uma cadelinha , nossa ... vçs não tem ideia da visão que eu tinha daquele pau duro apontando pro teto e eu ali sendo humilhada , aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..... Ele madou eu fazer um Strip e tirar minha roupa bem devegar , adoro strip e asim o fiz tirando cada peça e ebolando muito , quando ele me viu sò de fio dental e eu de costas pra ele rebolando meu rabão (115cm) ele ficou loido me dizendo : gostosa,deliciosa,tesuda,vadia,vagabunda etc...eu não estava mas aguentando de tanto tesão , fui chegando perto dele e pedi pelo amor de Deus pra ele me fude todinha sem dò , ele então me puxou pelos cabelos com muita força pra perdo dele e começamos a nos beijar , a nos alisar ... começei a lamber ele todinho atè chegar naquelmonstro de cacete , cai de bola e mamei muuuuuiiiiiittttttooooo , ele me virou de 4 toda empinada e senti sua lingua no meu cuzinho , rebolei , gritei , gemi e rebolando na lingua dele falava sacanagens pra ele , ai ele pegou KY numa gaveta e mandou eu passar no seu pau , pedi a ele que preferia sem , pois adoro sentir cada cm entrando no meu rabo . ele ficou mais doido ainda dezendo que iria me arrombar então e u falei : vem , arromba sua vadia vai , mete sem dò na sua puta ,vem macho , mete , mete tudo , arromba , arromba meu cuzinho vem , ele não perdeu tempo e tentou , tentou , mas era muito grosso e eu me abria toda pra ele , mas nada , ai eu molhei bastante com minha boquinha e fui por cima , encaxei a cabeçona na entradinha e sentei , nossa....quase desmaiei , mas entrou tudo de umavez senti o saco no meu rabo , esperei um pouquinho pra passar começei a rebolar , rebolar ,subir e descer e falando muita putria pra ele e engolindo aquele monstro como um puta , gemendo como uma cadela no cio , fazendo bate estaca e le doido me beijando ,ai sai de cima e fiquei de 4 ,ele alogiando minha bunda e foi metendo tudo e eu gemendo pedindo mais e mais , rebolando , jogando meu rabo pra tras aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que delicia , senti seu cacte crescendo mais ainda sentindo o momento dele gozar , ai travei meu cuzinho , senti um rio de porra no meu rabo e eu travando o maximo que podia e sentindo o pau dele inchando mais ainda e muita porra em envadindo , estava como uma cadela prendendo o cachorro na buceta , mas nesse meu caso era pelo meu rabo . ele desmorou sobre mim e pedi pra não tirar de dentro , ficamos engatados por uns 15 minutos , atè que saiu , me virei e nos beijamos como namorados cheio de amor e carinho , ele dizendo que com toda experiencia dele , nunca tinha gozado tanto e tão gostoso com ninguèm , então disse a ele que sempre que quisesse seria dele . Nisso ele colocou sua perna em cima de mim e sentiu meu grelo 18x4 muuuuiiiittttoooo duro e ficou prescionando e eu fechei meus olhos eu gemendo ele me perguntou se estava gostoso e disse que sim , então ele tirou a perna eu ainda e olhos fechados senti no meu grelo . nossa....que boca deliciosa , ele chupava cada vez mais ràpido e conseguia colocar todinho na boca , falei que ia gozar e ele não parou , atè que enchi a boca dele de porra e ele não parava de chupar , assim que acabei ele veio e me beijou com a boca cheia de porra me ficamos trocando . aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que delicia , ficamos juntinhos uns 15 minutos atè que ele disse que precisava ir ao banheiro , peguei em sua mão e fomos , quando vi que ele queria urinar puxei ele pra dentro do box , me ajoelhei e disse : mija em mim meu dono , marque seu territòrio na sua escrava , na sua putinha , na sua vagabunda , ele não acreditando enfiei o pau dele na boca e pedia : vai , mija macho , mija , ele então começou a me banhar ,que delicia ser humilhada , ser usada , assim que terminou ainda lambi a ultima gotinha , liguei o chuveiro e dei um belo de um banho nele e ele e mim , o tesão voltou e trepamos ali mesmo , desta vez seu pau entrou todinho com facilidade , metemos muito nesse dia . fui preparar algo pra ele comer , levei na cama pra ele e eu sempre de joelhos no chão esperando suas ordens . Ele me perguntou se eu poderia passar o final de semana ali com ele e respondi que sim , então ele me mandou comprar biquine e lingerie bem sexy , sai de la e fui na minha casa que fica perto da dele e peguei algumas pecinhas bem lindas , voltei correndo pra casa do meu mais novo dono , assim que cheguei ele veio ao meu encontro me beijando e falando muitas putarias e eu logo ja fiquei com fogo e novamente fiz uma deliciosa chupeta pra ele atè engolir todinha sua porra que por sinal amei . Nesse dia fui obrigada a fazer 1 hora de massagem nele , lamber seus pès , dar banho , fazer cafè , arrumar a casa e por fim ele me mandou me produzir bem gostosa pra ele , eu estava morrendo de sono , pois havia dormido sò 2 horas , mas estava ali pra servir e ponto . Coloquei um fio dental ,um shortinho de jeans bem cavado todo enfiado no meu rabo,um top e salto 7,5,me maquiei e estava pronta pra ele,enquanto isso ele estava la fora na piscina preparando um churrasco,quando ele me viu ficou tarado e ja me agarrou me beijando,me xingando de puta,cadelinha etc...,batendo no meu rabo e mandando eu andar pra ele me ver . ele não acreditava no meu corpo e dizia que eu era uma mulher perfeita , adoro ouvir isso , amo .... ficamos ali por um bom tempo conversando como um casal , ele me fazendo um monte de perguntas eu a ele , falamos de tudo e estavamos nos dando muuuuiiitttoooo bem ele me contou que ja havia transado com varios travestis , meninos afeminados e que tem um tio que sempre dava o cuzinho pra ele como CD . Ele me perguntou se caso nos entendessemos se poderiamos ser um casal , lhe respondi que sim , que eu adoraria ser a mulher e escrava dele . ele veio e me beijou apaixonadamente , mas falei pra ele que eu queria ser sua escrava e que e ele me usasse sem dò nem piedade , pois esse è o meu prazer e o que me faz feliz num relacionamento , então ele queria tirar a prova se eu era realmente uma escrava sem pudor e sem reclamar , falei que faria tudo que ele mandasse e tudo que lhe desse prazer , então ele madou eu me preparar . nisso ele me deu um tapão na cara e guspiu na minha boca ,jogou um pedaço de carne no chão e mandou eu comer , fiz da maneira que ele madou e fiquei de joelhos pra ele . passamos o dia assim , ele me humilhando de todas as formas e eu amando tudo aquilo , sofrendo muito , mas amando . ele mijou em mim 3 x nesse dia , aiiiiiiiiiiiiiiii .... amei . ja era noite ele mandou eu tomar banho e colocar uma roupa bem sexy , tipo de boite , tomei meu banho , coloquei uma cinta-liga preta , meia 7/8 e salto 10 , estava linda e gostosa , ahhhhhhhhhhhhh...esqueci de dizer que ele mandou eu nao sair do quarto e quando estivesse pronta era pra ligar no celular dele . foi o que fiz , ele atendeu e falei , ele mandou eu ficar no quanto atè ele mandar eu descer e que a partir daquele momento eu era um(a) priminho(a) dele que veio passar uns dias na casa dele . eu respodi que sim Sr. meu dono . Estava eu por 1 hora a espera quando meu cel. tocou e recebi a ordem de descer , o fiz ,vi todas as luzes apagadas , so uma do abajur bem fraca acesa , fui ao seu encontro toda rebolando e empinada , ele delirou , cheguei atè ele e recebi ordem pra ajoelhar aos seus pès , estão ele dise que a partir daquele momento eu estava em prova de minha obidiencia , respondi sim sr. , ele me vendou os olhos recebi 3 tapas na cara e guspiu na minha boca , na cara , xingos , puxões de cabelos , então mandou eu ficar de 4 toda arreganhada e empinada , nossa .... senti um estralo no meu rabo , uma dor imença , e outra e mais , com vontade de chorar , mas não podia , mais tapa na cara e ele sempre me xingando , me humilhando e eu ali pegando fogo pelo corpo todo , atè que ficou em silencio geral , ouvi muito barulho de passos , não estava entendendo nada , atè que ouvi ele dizendo : usem e abusem dessa vagabunda sem dò , ela è uma puta de zona , vai podem usar a vontade , ai senti um monte de mãos no meu corpo , tapas , xingos , dedos paus na minha boca ,linguas no meu cuzinho , pau na minha boca , dedos no meu cù e por final varios cacetes diferentes me fudendo sem piedade , chegou uma hora que não estava mais aguentando e eu pedindo pro meu dono ter piedade de mim e quanto mais eu pedia mais ele mandava aqueles machos judiarem de mim . nao sei por quanto tempo fui estrupada e violentada por eles , mas foram interminaveis , muita porra na boca , no cù e no corpo , ja nem aguentava mai ficar na posição de 4 , atè que ouvi meu dono dizendo , agora quero ver uma DP nessa vagabunda e disse : vai vç e vç que tem paus maiores , depois vai os outros , nossa ... tremi e gelei , pedi pelo amor de Deus . Eu ja havia dado pra um cara com um pau gigante , o maior atè hoje , mas foi diferente , pois nesse momento eu ja estava toda dolorida de tanto dar e apanhar , mas foi em vão , um entrou por baixou de mim e ja foi metendo e outro atras sem dò tbem metou tudo ,eu gritava , e apanhava na cara , ate que outro enfiou o pau na minha boca pra eu me calar , Gente ai a coisa mudou radicalmente , começei a sentir um tesão inimaginaval , dois machos socando fundo no meu cù outro socando na minha boca , começei a rebolar como uma doida ,tava tão bom que nao parava de pedir pra eles socar mais e mais , ate que me encheram de porra e sairam e logo pedi mais o que fui atendita de imediato e ja foram socando e me fuderam muito muito e muita porra tambèm . ai senti um beijo muito lindo gostoso do meu macho , do meu dono , me agredeçendo pelo espetaculo e que eu estava indo muito bem , entao ele amarrou uma corda em meu pescoço e me arrastou de cachorrinha para um dos quartos , nisso eu sempre ouvindo os outros machos falando que iriam me foder muito ainda , subimos as escadas e chegamos ao banheiro , eu de joelhos e ouvi meu dono mandar eles mijarem em mim . nunca senti tanto mijo na cara , corpo , boca e ainda tive que lamber e limpar os cacetes com minha boquinha , ainda vendada dei banho em todos , muito dedo no meu cù que estava em fogo , mas não tinha outra coisa a fazer se não cumprir as ordens do meu macho e provar a ele que sou uma escrava submissa perfeita . depois do banho fui amarrada de 4 na cama e fui deixada assim por acho umas 2 horas , ouvindo eles rindo da situação , os elogios do meu corpo , de como eu trepo gostoso , dele falando que eu era seu primo e que iria fazer que eu ficasse morando com ele .... etc ...Acabei dormindo e fui acordada com um tapa na cara e sendo xingada , pedi mil desculpas , mas não adiantou . como castigo levei varias chineladas no rabo , quanto mais ele me batia mais eu tinha que pedir mais e mais , e assim foi , apanhei muuuuuiiiiitooooo e logo os machos entraram e começaram a meter novmente em mim . meu cù ja estva anestesiado e entra um a um no meu cù e eu sempre rebondo nas rolas deles , atè que todos me fuderam , gozaram e me deixaram largada ali escorrendo porra pelo meu cuzinho dilacerado , nao aguentei mais e desmaiei num sono profundo , dormi ali vendada e amarrada atè o outro dia , fui acordada com um beijo do meu dono,ele me fez carinho e me soltou,nem coseguia me mexer de tanta dor no corpo,mas logo recebi a ordem de me banhar e preparar o cafè pros amigos dele,quando me olhei no espelho não acreditei,estava toda roxa,com marcas pelo corpo todo,mas senti orgulho de mim e fui pro chuveiro,ainda saia muita porra do meu cù,me banhei , vesti um biquine fio dental , salto e um canga,desci,fui pra cozinha e preparei a mesa , nisso foi chegando os machos,nossa....cada um mais lindo que o outro , sò senti as passadas de mao no meu rabo de cada um que chegava atè que meu dono chegou e mandou eu servir cada um deles , o que eu fiz com prazer,eles comentavam sobre a noite de perversão e perguntaram se eu havia gostado e respondi que sim , eles perguntaram se eu faria de novo e respondi se meu dono mandasse eu faria sim . ai meu dono disse que era pra eu servir seus amigos e nao era pra eu deixar eles passarem vontades , respondi sim sr. meu dono . logo ja tive que mamar em cada rola enquanto eles tomavam cafè , tive que sentar na rola de dois deles e rebolar atè gozarem no meu cù e ainda lamber seus paus e deixar bem limpinhos . E assim foi o final de semana que trepei muito com 4 machos o dia e a noite toda por 2 dias sem parar . Hoje estou de caso com Roberto , mas tenho a liberdade de levar outros machos pra trepar na frente dele . ele ama ver a putinha dele sendo fudida por outros . Então venham me fuder venham , vçs vão adorar tenho certeza . Estamos combinando uma suruba com minhas amigas cds e travestis , somos em 5 ao todo , todas vadias e vagabundas na cama .

Venham . Isso è real , veridico , sou assumida na sociedade , familia e trabalho , sou respeitada no meu dia dia , sou puta na cama sim , mas sò no sexo . Sou saudavel , me cuido muito , sou puplicitaria e trabalho na àrea , independente totalmente . Tenho 1,78 , 59k , coxas super grossas,totalmente lisa ,115cm de bumbum,18x4 de grelo , seios de menina moça,cabelos abaixo do ombro liso,morena clara. nasci com disfunção hormonal , ou seja , produzo mais hormonio feminino que masculino , por isso tenho corpo de mulher .

Venham me conheçer . No minimo seremos bons amigos(as) . Adoro CDS e TRAVESTIS .
Bjos

 Meu MSN:raphaellacdzinhagulosa@hotmail.com

 

 

Mãozinha extra

Naquela tarde de sábado, Andréia, a cdzinha oriental de Pedro, estava decidida a ter uma foda sensacional. Sabendo que seu homem chegaria para o jantar , preparou-se toda, depilou os poucos pelos que tinha e, nua, colocou seu avental e foi para a cozinha. Pedro adorava uma bundinha lisa sob um avental na cozinha. Não demorou muito, ouviu o barulho da porta se abrir e Pedro a chamou:

- Gatinha, adivinha quem veio nos visitar?
- Que...quem, querido?

Foi então que ela se virou e viu aquela boneca de longos cabelos lisos, castanhos claros e de corpo fenomenal. Uma coisa de parar o quarteirão e enrijecer qualquer cacete: Márcia. Andréia, surpresa, a olhou de cima a baixo. Márcia estava com um vestido "tubinho", curto, mostrando suas deliciosas pernas. Andréia sentiu uma ponta de inveja. Afinal, era ela uma das transas de seu macho antes de conhecê-la. Mas como já a havia conhecido mais intimamente no sítio, há algumas semanas, não pôde evitar também de sentir um tesão imediato. O avental se mexeu e ela rapidamente colou o corpo no armário sob a pia da cozinha.

- Oii...pessoal...estou aqui na cozinha...já vou...

Para disfarçar, molhou um pouco o avental e foi recebê-los.

- Uau, Andréia, como você está sexy...
- Oi Márcia, querida...me dá um beijinho..

Márcia lhe deu um selinho e alisou a bunda de Andréia.

- Você está mal-intencionada hoje, não?

Então ela se lembrou que estava nua. Que havia se preparado para ser o prato principal da noite de seu tarado Pedro. Seu rosto ficou vermelho e ela não sabia o que fazer.

- Ai...gente..nossa...

Pedro olhou bem para ela. Aquele jeitinho de menina é que o deixava mais louco. Menina e, ao mesmo tempo, uma máquina de sexo. Como não amar uma cdzinha linda e tarada?

- Não se preocupe, Andréia. Olha, eu vou tomar um banho e me trocar. Vocês duas se comportem e vão conversando, ok?

As duas lhe responderam afirmativamente e foram para a cozinha.

- Andréia, menina, você está bem apaixonada, não?
- Sim...ai...que vergonha...
- Que é isso, menina, já te mostrei como se preparar para este safado do seu namorado, não?
- Mostrou sim.
- E você não gostou?
- Ah...foi ótimo. Aquela enrabada foi inesquecível....

Andréia olhava para Márcia imaginando como seria ter aquele corpo de fazer inveja a muito modelo profissional. Já Marcia olhava para Andréia imaginando como seria bom ser oriental, ter aqueles cabelos, aquela pele fácil de depilar.

- Está preparando salada?
- Sim.

Andréia teve que disfarçar bem porque o tesão era muito. Márcia e ela conversavam sobre homens, o que deixava Andréia mais atrapalhada. Parecia que Marcia sabia o que estava fazendo. Andréia já tinha dificuldades em cortar a alface e o tomate tendo que disfarçar seu volume sob o avental.

- Andréia, não se preocupe, eu sei que você tem tesão por mim.
- Não, não..não é bem isso.
- Eu entendo. Você é uma cd, uma boneca em flor, com estes desejos diferentes...
- Ai, você me entende...
- Claro, querida...e estou aqui para te ajudar...
- Ai...Marcia, sexo..de novo...?
- Japonesinha, japonesinha...o que você achou que ia acontecer...não estava nua hoje?
- Sim, mas você veio nos visitar...
- Eu sei, ele é seu macho, não é? Já te disse que não vou disputar Pedro com você...
- Eu sei, Marcia...mas...ai...

Relaxando, Andréia se afastou do balcão. Foi então que Márcia lhe deu uma rápida pegada por cima do avental.

- Ui!
- A cdzinha está excitada hoje, não é?
- Sim..ui...

Márcia era uma boneca totalmente passiva. Também ela sentia uma estranha atração por Andréia. Guiou a cdzinha pelo seu "clitóris" e virou-a de frente para ela. Abraçou-a firme. Como boneca passiva, seu instrumento não endurecia.No entanto, ao abraçar Andréia, sentiu como se algo diferente. Roçou bem na cdzinha para sentir seu tesão.

- Humm..você e eu...briga de aranhas diferente.
- Ai...Márcia...que bobagem...
- Não me contesta.

Falando isto, alisou as costas de Andréia, sem deixá-la se desvencilhar. Suas mãos suaves percorreram as costas até a bunda da cdzinha de Pedro.

- Uh...Marcia...que delícia...
- Gostoso, não é?
- Sim...
- Pode me alisar também.

Andréia, timidamente, sentiu o corpo da boneca. O corpo que tantas vezes foi possuído pelo seu namorado tarado. Sentiu-o com ambas as mãos e sentiu que seu tesão crescia.

- Andréia, Pedro já deve estar vindo. O que vamos fazer?
- Ai...não sei...hummm...eu não entendo o que estou sentindo...

Marcia chegou bem perto do ouvido dela:

- Que tal você me beijar bem forte?

Andréia não resistiu.

Foi quando Pedro chegou e se assustou.

- Como??

Ambas olharam para ele. Andréia tentou se soltar, mas Márcia a agarrou.

- Somos duas garotas, gato. Nunca quis ver duas garotas se beijando?
- Sim.
- E este volume aí..põe o pau prá fora, Pedro. Eu te conheço, vamos..
- Mas Andréia..
- Ela é sua, Pedro. Eu quero apenas beijá-la...

Pedro olhou para Andréia que se sentia envergonhada e ao mesmo tempo excitada. Aproximou-se das duas e começou a beijá-la.

- Isso, Pedrinho...beija a japonesinha.

Márcia começou a masturbar Pedro. Olhou para Andréia e, novamente, de maneira bem suave, ao seu ouvido, murmurou:

- Não se preocupe, gatinha, eu não vou chupá-lo, nem o quero em mim. Vou apenas lubrificá-lo para você.
- Hummm..ah....

Andréia não conseguia responder pois sentia o cacete de Pedro lhe pressionando a barriga. Tirou o avental e deu um beijo apaixonado em Pedro enquanto sentia seu cacete lhe roçar. Só que so sentia guiado pela mão de Márcia.

- Olha, querida, como ele está duro. Ele quer você. Ele já me comeu tantas vezes, em tantas posições, e agora ele quer a cdzinha que beija bonecas...

Pedro suava de tesão. Márcia se continha para não cair de boca naquele desejado cacete.

- Por que vocês dois não se deitam?

Pedro e Andréia foram ao chão. Ansioso, com tesão, o macho virou a fêmea e a pôs de quatro. Adorava comer sua gueixinha nesta posição. Marcia interrompeu.

- Espera, Pedrinho. Andréia queria lhe fazer uma salada. Me passa o azeite.

Surpreso, Pedro lhe obedeceu.

- Vamos lubrificar este cuzinho lindo...

Márcia ensopou o rabo de Andréia e enfiou um dedo devagar.

- Andréia, você não quer mostrar a Pedro o quanto sabe cozinhar?
- Sim..uiii...
- Ele adora uma salada....

E continuava a masturbar Pedro com a outra mão.

- Você gosta de pepino, Andréia?
- O que...o que?
- Pedrinho, meu querido, passe-me o pepino. Aquele médio porque japonesinhas são muito apertadas...
- Claro.

Devagar, Márcia introduziu o pepino até a metade.

- Olha, Pedro, como sua putinha cozinha bem...já sabe até o que fazer com o pepino...

Dizendo isto, apertou o cacete que tanto desejava...

- Sim..sim, Márcia...
- E você, cdzinha, o que acha disto?
- Eu, eu..ai...por favor...
- Por favor? Relaxa primeiro, cozinheira putinha...
- Ui...quero ...eu quero...
- Eu sei que você quer...Pedro, atenda o pedido da safada!

Pedro tirou o pepino devagar enquanto Márcia abria a bunda da japonesinha para receber o caralho de Pedro. Andréia estava excitada. Márcia largou Pedro e começou a alisar o "clitóris" de Andréia. Pedro começou a enrabar sua cozinheira oriental. Se Márcia não tivesse ido com ele, talvez ele a tivesse agarrado na cozinha. No final das contas, a situação seria a mesma. A diferença era o toque incofundível de sua boneca, que conhecia bem todo seu cacete e sabia como excitá-lo. Andréia suava e gemia enquanto era enrabada pelo seu macho e siriricada pela sua amiga boneca.

O tesão todo era imenso. Pedro e Andréia não conseguiam se conter. Pedro olhou para Márcia pedindo que acelerasse o trabalho na japonesinha que não resistiu. Foi assim que ambos gozaram, pela primeira vez, com uma mãozinha de Andreia...

 

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Sexo virtual de Andréia e Pedro

Naquele domingo, o sol estava forte. Andréia, como sempre, estava de calcinha e sutiã em casa, tentando se refrescar com um copo de água gelada, já que um picolé poderia lhe causar efeitos perigosos...

Pedro havia viajado a serviço e a cdzinha oriental não tinha nada programado para aquela noite exceto esperar pela ligação virtual de seu amante. Pedro havia prometido a Andréia iniciar uma conversa no chat, mas queria que ela entrasse em uma destas salas de sacanagem, com fotos e tudo o mais. Andréia resolveu entrar com o apelido combinado e, para curtir um pouco, adiantou-se em meia hora.

Na sala de chat, como sempre, havia muita bobagem, propaganda e, claro, muita putaria. Andréia começou a se excitar com aquelas fotos de sacanagem. Boneca com boneca, boneca com homem, boneca com mulher. De vez em quando aparecia uma ou outra foto de alguma cd com homens, mas as bonecas reinavam. Sentada em sua cadeira, sentiu seu "clitóris" enrijecer e melar com tudo aquilo. "O tesão não tem hora, nem lugar". Andréia sempre ouvia isto de Pedro e as palavras ecoavam em sua mente enquanto suas mãos buscavam se controlar para não iniciar uma punheta antes da hora.

Vários tentaram uma conversa com ela, mas Andréia era fiel. Apenas seu homem, Pedro, poderia possuí-la. A esta altura, sua calcinha já estava toda estufada e gotas de prazer escorriam até a cadeira. Foi quando Pedro entrou na sala.

- Querido, que saudades.
- Oi, safada. Como foi o domingo?
- Muito chato sem você. E o seu?
- Chato também. Muito trabalho, agora que sobrou um tempo para descansar. Amanhã eu faço as malas. Colocou a webcam como eu te pedi?
- Claro, amor...
- Então, querida, primeiro, quero que coloque aquela minissaia linda que você comprou e a blusinha branca semi-transparente.
- Espere, tesão.

Pedro adorava sexo virtual. Conheceu muitas meninas como Andréia, meninas de verdade ou bonecas pela internet. Várias delas se tornariam seus contatos e adoravam fazer sexo na rede. Sempre começavam com certa resistência mas quem entra em sala de sacanagem quer mesmo é gozar de um jeito ou de outro. Pedro estava de cueca e já tinha ligado sua câmera, bloqueando outros usuários. Foi quando viu Andréia voltar, deliciosa, para o computador.

- Querido, você já está quase todo pelado...
- E você está um tesão, putinha
- Não me chama de putinha que eu fico louca, safado!
- Putinha e depósito de esperma. O meu depósito!
- Ai, não me trata assim..não sou objeto.
- É sim, é meu brinquedinho particular.
- Não...sou...não...
- Vamos, gatinha, estou com saudades...
- Mostre-me o quanto me deseja, seu puto!
- Claro, putinha.

Pedro tirou logo seu caralho para fora da cueca. Duro, grosso e parecia querer pular na boca de Andréia. Fazendo gestos provocantes, Pedro oferecia o cacete para sua namoradinha virtual. Andréia começou a se alisar de tanto tesão. Sentia-se uma mulher desejada. Precisava ter aquele cacete alisando-a por todo o corpo.

- Ai, tesão, queria a ponta da cabeça do seu caralho me lubrificando nos braços, nas pernas...em tudo!
- Sim, querida, eu também adoraria fazer isto agora.

As palavras de Andréia causaram um calafrio em Pedro que começou a se masturbar devagar. Do outro lado, Andréia tentava espremer seu "clitóris" com as pernas, melando-as mais ainda. Passou a mão e levou-a a boca. Chupou cada um dos dedos, provocando Pedro.

- Safada, caralho, levanta e me mostra suas perninhas sob a minissaia.
- Mas..eu tô excitada.
- Vamos. Levanta!

Andréia se levantou e a minissaia estava estufada na frente, melada. Com vergonha, não sabia o que fazer.

- Minha bonequinha está realmente com saudades, não é?
- Sim,...claro,..deixa eu me sentar?
- Não, querida. Ainda não. Dá uma voltinha.

A minissaia apertada tornava a bundinha de Andréia mais sexy. Pedro começou a se punhetar.

- Olha, querida.
- Ai...tesão...eu posso me sentar?
- Ainda não. Dança para mim um strip legal. Tira a blusinha mas deixa o resto.
- Sim, gato.

Andréia começou um strip gostoso, lento, bem sexy, enlouquecendo Pedro que não sabia mais o que fazer. Sua cdzinha oriental era uma perfeita combinação de namorada e piranha. Tudo o que um homem como ele poderia querer. Parou de se masturbar e exibiu o pau duro para Andréia que alisava discretamente o volume sob a saia.

- Está excitada, não é, minha putinha?
- Ai, mas eu sou mulherzinha..não posso...o picolé...vou pegar...
- Pega um consolo, gatinha. Enfia o consolo para adestrar este cuzinho gostoso...põe ele rasgando a calcinha, mas fica com esta sainha que eu tenho a maior tara!
- Ai, você tem cada idéia..safado...

Andréia pegou um consolo e fez o que sabia fazer de melhor. Pedro ficou louco. O pau pedia movimento e sua mão começou a trabalhar. Do outro lado, Andréia sentia aquele prazer diferente, que só seu macho podia lhe proporcionar.

- Sente-se e pense que sou eu que estou te penetrando, putinha.
- Sim, meu macho, sim!
- Vamos, começa!
- Ai...ui..sim..meu Pedrão está aqui, comigo, em mim, dentro de mim, ui...aiiii..
- Humm..delícia...vamos, quero ver a minissaia meladinha. Meladinha por mim.
- Ai..sim...claro, eu te quero, Pedro.
- Quem é você?
- Sou sua japonesinha safada! Sua gueixinha putinha! Ai...
- Isso, muito bem. Pode bater uma siririca de leve, para mim.

Andréia levou a mão sobre a minissaia e começou. Sentia aquele tecido macio entre sua mão e seu "clitóris". Aquilo a enlouquecia. Ao se lembrar da calcinha por baixo, ficou mais excitada. Cada movimento era um verdadeiro prazer para ela. Ia e voltava devagar enquanto se movimentava sobre o clitóris. Quase fechou os olhos mas podia ver seu homem na câmera, lentamente acompanhando-a em movimentos com o pênis, com e sem as mãos.

- Ai...que gostoso...
- Gostoso, né, putinha? Continua..não pára...
- Sim....sim...te amo,....
- Eu também..
- Quero você sempre dentro de mim...Pedro...sempre...
- Gostosa...como você é linda..minha cdzinha oriental...
- Ai...este consolo tá gostoso...mas me punhetar com esta roupa toda me deixa maluca...ai...ai...
- Eu sabia que você iria gostar de fazer isto..
- Mas só com você, meu gatão tarado!
- Claro..

A masturbação continuava sem parar. Tanta safadeza dita pelo microfone só esquentava o clima e fazia Andréia acelerar. Pedro também não aguentava mais. Ver aquela cdzinha toda sexy, dengosa e fogosa lhe deixava maluco. Acelerou a masturbação ouvindo os gemidos de Andréia. O esporro saiu forte, quente....como merecia sua putinha safada. Andréia, já quase enlouquecida com tanto tesão, não resistiu. deitou-se no chão com o consolo enfiado no cu e fez seu gozo de cd. Gritou de prazer, sem controle, se contorceu toda. Pedro podia ver aquilo da câmera, o que lhe fez punhetar novamente. Ver o prazer real e intenso de sua putinha oriental lhe deixou maluco. Gozou novamente. Andréia se levantou, suada, sentou-se no computador e olhou bem nos olhos de Pedro.

- Ai..estou exausta. Você me matou...
- Se eu estivesse aí você iria ver só, gostosa..
- Sou uma cdzinha safada...
- É, você é uma putinha oriental muito gostosa.
- Obrigada, querido.
- De nada. Gravei tudo aqui.
- Gravou?
- Sim, quero assistir de novo amanhã, ver você gozando por minha causa.
- Ai...safado...não vai mostrar pros seus amigos...
- Nem para a Márcia?
- Aquela boneca? Para ela...humm..pode. Mas eu vou ficar sem graça...
- Pode deixar, só mostro para ela se ela estiver com a gente e mais ninguém.
- Eu gostei da boneca, mas eu quero mesmo é você.
- Não se preocupe, querida.

Andréia ficou em dúvida. Será que estava começando a gostar da idéia de sexo a três? Depois de conhecer Márcia na fazenda, de ser "preparada" por ela para sua entrega a Pedro, Andréia tinha idéias confusas sobre o relacionamento. Pedro se despediu e desligou. Andréia pensou em desligar, mas continuou na sala, muda, observando as fotos de bonecas no computador. Para sua surpresa, sua calcinha estufou novamente, ao ver uma foto de uma boneca que lhe era bem familiar. Não resistiu e iniciou uma nova siririca, desta vez mais lenta, pensando em tudo o que aconteceu. Pensou em como estava se tornando mais pervertida após conhecer Pedro. Imaginou o caralho dele duro, quente, bem a sua frente. Olhou para a foto de Márcia e gozou. Naquele dia, a cdzinha dormiria exausta.

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Andréia e a calcinha da boneca

Quando Andréia, a cdzinha oriental, acordou naquele sábado, quase não se levantou. Olhou para o lado e viu seu macho, Pedro. Passou a mão no caralho de Pedro, com carinho. Ainda de bruços, passou sua outra mão em sua bunda - aquela bunda que enlouquecia Pedro - e notou que ainda estava melada da porra do dia anterior. Pensou:

- Ainda bem, está tudo ali.

Tudo começou quando Pedro a chamou para sair. Foram a um festa especial na qual se podiam ver bonecas desfilando pela casa. Um grupo de amigos havia alugado um sítio e levado as bonecas para uma orgia. Pedro foi convidado e resolveu levar Andréia, sua namoradinha oficial.
Ao chegarem, Andréia notou que havia algo diferente e quis ir embora.
- Ai, gatinho, não quero ficar aqui. Tá rolando um clima estranho..
- Não se preocupe, princesa, nós só vamos aproveitar o quarto que reservei para nós. Nada de dividir minha putinha com outros, outras, ou ambos.
- Engraçadinho...
Andréia estava com um shortinho bem curto, e o top do biquini preto. Nem tanto para provocar Pedro, mas o calor nem a deixava vestir outra coisa.

Ao chegarem, Pedro foi cumprimentando os amigos, as bonecas, e apresentava Andréia como sua namorada fazendo questão de dizer que ela não estaria "na festa". Muitas bonecas olhavam para Andréia com um olhar de despeito. Afinal, muitas delas já haviam cavalgado o caralho de Pedro. Andréia sentiu que deveria evitar tumultos e procurou ser educada com as bonecas. Ao final da manhã, já tinha feito várias novas amigas que até a olhavam com certo desejo...

Os amigos de Pedro começaram com um churrasco leve e a cerveja rolou solta. Pedro bebeu bastante e Andréia ficou preocupada pois não havia levado sua carteira de motorista e também não queria ficar sozinha.

- Márcia, olha o Pedro..
- Querida, não se preocupe, qualquer coisa, amanhã ele está bem. Se dormir hoje....
- Como assim?
- Humm..quando ele bebe muito, sabe, algumas vezes fica com tesão...uma vez...ah, você não quer ouvir, não é?
- Conta, conta!
- Eu e Pedro já transamos muito. Ele fica mais selvagem quando está meio alcoolizado. Se você não deixar ele ultrapassar cinco chopps, poderá ter uma foda e tanto!
- Ai...isso seria ótimo...
- Eu sinto falta de quando ele me comia..mas agora é sua vez, né querida?

Andréia concordou. Márcia era uma boneca muito linda. Andréia não conseguia tirar os olhos dela. Quase involuntariamente, sua mão já alisava os ombros da boneca, que não se fez de rogada e deu uma alisadinha no "clitóris" de Andréia por cima do shortinho.

- Safada, heim?
- Ai, Márcia, que é isso?
- Calma, só estou te preparando para seu macho.

Em volta da casa, alguns casais já se formavam, outros fornicavam, e Márcia, Andréia e outra boneca, Patrícia, aidna estavam conversando.

- Me pre...parando...?
- Calma, querida, você vai me agradecer.

Márcia se esfregava em Andréia, que mal podia esconder seu tesão.. Ao seu sinal, Patrícia veio por trás e começou a lamber as costas da cdzinha delicada.

- Upa...ai , o que...ai...
- Calma, calma...curte, gata...você quer ser como nós, né?
- Eu não sei...ahhnn...humm..ai...

Com uma boneca lhe beijando fundo na boca, e outra lambendo suas costas e acariciando sua bunda, Andréia suava e se sentia cada vez mais acesa. Do outro lado, Pedro ainda não havia notado o que acontecia.

- Sabe, Andréia, você tem que dar a Pedro o que ele merece que é o maior tesão possível. Tem que gozar com a enrabada dele..
- Ai...sim...sim..por favor...eu vou...

Patrícia resolveu palpitar:

- Cdzinha, você tem que aprender a curtir as bonecas. Somos suas irmãs!
- Ai..mas...humm...

Após dizer isso, Patrícia agarrou o clitóris de Andréia por baixo da calça e o apertou, sentindo o tesão da japonesinha...

- Uiii...calma...meu Pedro, onde está meu Pedrinho..

Marcia já havia experimetado toda a boca de Andréia com sua língua enquanto Patricia encoxava a cdzinha enquanto alisava seu clitóris.

- Ai, queridas,..não, eu quero dar,...dar...
- Para quem?
- Para o Pedro, PAtrícia.
- Quem? Repete!
- Pedro...para o PEdro, Marcia.
- Muito bem, agora você está pronta. Vamos para o seu quarto. PAtrícia, chame Pedro.
- Já vou.

Patrícia foi chamar Pedro enquanto Marcia puxava Andréia pela mão até o quarto.

- Agora, querida, deite-se aí para o Pedro!

Andréia, toda molhada, esfregava uma perna na outra enquanto Márcia enfiava dois dedos em sua boca.

- Chupa, japonesa! Chupa!
- Sim senhora...

Foi então que Pedro chegou e, meio tonto, ficou espantado com a cena.

- O que está acontecendo aqui?
- Querido, Andréia e eu estávamos conversando sobre como seu cacete é grosso.
- Masturba ele para mim, Márcia, por favor. Depois eu quero ele me enrabando..

Pedro não podia acreditar no que ouvia. Márcia não perdeu tempo e começou a punhetar Pedro antes mesmo de tirar sua bermuda.

- Calma, boneca...nossa, estou tonto...não acredito que estou vendo minha boneca favorita e minha japonesinha safada..aqui..
- Fica quietinho, Pedrinho.

Dizendo isto, Márcia chupou o caralho de PEdro, de joelhos, mesmo sem tirar a cueca.

- Ah, adoro isso...gostosa..

Andréia se virou na cama, de bruços, baixou o shortinho e mostrou sua bunda durinha com uma calcinha fio dental que havia encontrado no armário de PEdro dias antes.

- Minha calcinha??

Márcia se espantou.

- Pedro, seu moleque! Você me disse que precisava dela para se lembrar de mim!
- Mas, querida, eu me lembro. Sempre que alguém a usa, eu sonho com você...

Márcia ficou confusa, mas continuou chupando. Desceu a cueca de Pedro e beijou a cabeça da pica. Deu umas lambidas e olhou para Andréia.

- Para você recebê-lo com um gostinho especial, sua putinha!

Levantou-se e foi até Andréia. Baixou a calcinha com força e meteu um dedo no cuzinho da japinha safada.

- Ai, ai...
- Peça perdão por usar minha calcinha!
- Perdão! Perdão!
- Pedro, vem cá e ensine a esta japinha como se come um cu!

Pedro, ainda tonto, não pensou duas vezes. Foi até a cama e encaixou o cacete duro na portinha daquele cuzinho desejado. Agarrou Andréia pela cintura e forçou.

- Ai, calma...
- Minha japonesinha safada...então você e Márcia..
- Não, eu não...foi só...ai...

Foi quando Pedro conseguiu enfiar a cabeça no meio daquelas pernas lisas e brancas de sua putinha namorada.

- Ai...ohh..
- Sim, gata. Agora vou fazer você sentir minha pica.
- Ai, por favor, sim...
- Sinta este cacete duro te lubrificando o rabo, puta oriental!
- Ah....
- Márcia, o que acha da minha namorada?
- Acho que é promissora...posso brincar com Patrícia agora?
- Só se me der um beijo de língua agora.
- Hummm

Márcia deu aquele beijo molhado em Pedro que, metendo cada vez mais forte em Andréia, sentiu aquele tremor e gozou nas profundezas daquele rabo quente e apertado. Ao mesmo tempo, Andréia gozou, melando a cama.

- Ahhhhhh...isso é gostoso, não Andréia?
- Ai,,,espera,....estou cansada...
- Você e eu, juntos, neste quarto...
- Sim...ai...

A conversa não rendeu. PEdro estava tonto e Andréia não tinha mais energias. Dormiram. Foi assim que tudo aconteceu.

Andreia de biquíni

Depois de muito picolé, Andreia, a cdzinha oriental, já se sentia mais mulher do que nunca. Seu desejo de se submeter aos caprichos de Pedro aumentava a cada dia. Foi assim que ambos continuaram se encontrando, todos os finais de semana.
Num destes dias, Pedro assistia mais um pornô com travestis quando a campainha tocou.
- Oi, querido!
- Ora, olha só quem está aqui, minha putinha gostosa, Andreia...
Pedro comia Andreia com os olhos. Desta vez, ela estava vestida com sua roupa preferida: a de bailarina.
- Gata, você não vai querer dançar o “Quebra-Nozes” comigo, não é?
Ambos riram e se sentaram. Andreia começou a assistir o filme junto com Pedro e reparou que todas as travestis estavam de biquíni e, claro, pareciam mulheres perfeitas. Andreia nunca tinha prestado muita atenção a este detalhe, mas lhe pareceu que seria interessante se vestir assim para Pedro.
- Pedro, o que você acha desta boneca aí?
- Qual?
- Esta loira, de biquíni.
- Está uma graça.
Pedro já alisava a perna de Andreia com uma mão enquanto tomava uma cerveja. Ao ouvir a pergunta, logo endureceu. Andreia percebeu que o volume sob as calças de Pedro estava como ela sempre curtia.
- Ai...querido...você não quer me ver de biquíni?
Pedro se lembrou de que uma boneca do programa da semana anterior tinha deixado um biquíni preto em seu apartamento. O biquíni era quase um fio dental e Pedro passara horas se punhetando com ele, mesmo após a boneca ter ido embora.
- Sabe, gata, tem um biquíni que ficou aqui em casa. Como a gente não se encontrava há algum tempo, eu andei namorando...
- Não precisa explicar, tesão.
Andreia sentia seu desejo aumentar e logo se lembrou do picolé. Tentou disfarçar um pouco o volume sob a calcinha, mas foi contida por um beijo forte de Pedro. Largando a lata de cerveja, Pedro agarrou-a e beijou-a com força. Andreia mal respirava.
- Ai, ai...gatinho...quanto tesão...
- Amaria te ver de biquíni, gostosa...vou buscar. Espera.
Assim, Andreia trocou de roupa e ficou de pé, na sala, ao lado da TV, exibindo-se para Pedro como se estivesse com ciúmes do filme de bonecas.
- Olha para mim, gato, não estou linda?
- Muito mais do que estas bonecas do filme, Dedéia.
Ser chamada de Dedéia a excitava. Como já havia treinado, conseguiu esconder bem seu “clitóris” sob a parte de baixo do biquíni.
- Parece mesmo uma gostosa da praia, gata.
Pedro se levantou, foi até ela e a segurou forte pela cintura. Andréia não sabia o que fazer, tamanha a excitação.
- Não se preocupe, minha putinha. Eu sei que você gostou do picolé, mas é natural sentir estes desejos. Seu clitóris é como o de qualquer putinha, fica mesmo molhadinho.
Pedro se abaixou, observou o biquíni e disse:
- Veja, gatinha, está molhadinho de tesão.
- Ai, querido....
Pedro a agarrou por trás, roçou o pau duro na sua putinha de biquíni...
- Olha, gata. Você está com muito tesão.
Alisou sua cintura até os peitinhos e passou a língua pelas costas da tremula Andreia.
- Ai, querido,..sou sua putinha da praia...vem...vem...
Pedro tirou o caralho para fora da bermuda. Podia-se sentir o cheiro do tesão. Todo melado, Pedro lubrificou as pernas de Andreia com ele.
- Que delícia, tesão...
- É meu filtro solar para você, putinha. Há, há, há.
Andreia não agüentou mais.
- Ai, que delicia de praia...quero sentir mais...
Virou-se de frente para Pedro, encarou-o nos olhos e sentiu todo aquele desejo.. Pedro não disse nada. Apenas alisou seus cabelos e forçou-a para baixo. Lá estava ela, Andreia, de joelhos, com um biquini preto, como uma daquelas putinhas que se escondem na praia para fazer o que devem fazer pelos seus machos. Não resistiu e afundou o rosto naquele pau duro. Começou a chupar enquanto Pedro mal se continha..
- Isso, putinha...sempre quis te ver assim, de biquini, chupando...
Andreia chupava mais e logo sentiu que a parte de baixo de seu biquini ficava mais estufada.
Não resistiu, enfiou a mão e começou a bater sua siririca.
- Ah, gatinha...tá gostando, né?
Andreia respondeu que sim, mas sem tirar o pau da boca.. Não conseguia parar de chupar. Era como se tivesse nascido para isso.. Pedro não resistia e forçava mais ainda o caralho na boca de sua putinha.
- Delícia. Continua, querida...
Andreia não resistiu e acelerou ambos os movimentos. Pedro suava e seguiu sua putinha: queria mais daquela boca safada.
- Minha putinha oriental, vamos...mais...continue...
Foi então que aconteceu o inesperado: ambos gozaram na mesma hora. Andreia sentiu os jatos de porra quente no céu da boca, na garganta, ao mesmo tempo em que melava a parte de baixo de seu biquini e o chão do apê.
- Ai, querido....como é bom sentir você dentro de mim...na boca, no cu, em qualquer lugar...
- Sim, putinha...
Andreia se levantou, olhou para Pedro, e disse:
- Você não vai devolver este biquini para a boneca, seu tarado. Ele agora é meu. Compre outro para ela, mas este é meu.
E começou a lamber a própria porra. Uma das fantasias de Pedro havia sido realiazada.
 

A viajem para o Itapetininga

Olá, como vcs já sabem, meu nome é Amanda. Vejam o conto Minha Vontade... Bom, diante do inesperado e a vontade de realização, sem dúvidas acabou acontecendo. Então, vamos à louca viajem para Itapetininga. Era uma sexta-feira, calor infernal, eu louca para viajar, porém, desta vez resolvi não ir de carro, más sim de ônibus; e assim, dirigi-me a Rodoviária do Tietê, para prosseguir em viajem. Neste dia – confesso - estava com um tesão danado, meus poros exalavam sexo, meu instinto feminino deixava-me molhada... meu cu – fonte do meu prazer mais íntimo – hum!!!... nossa!!!... piscava de tesão!!!... _ ainda mais neste dia em que comprei um lindo conjunto de lingiere, na cor violeta, toda rendada, com laçinho roxo, quase transparente... demais... muito sexy...

Cheguei à Rodoviária, dirigi-me ao balcão da V. Cometa, comprei a passagem, e como sempre, poltrona do fundo. Desci para a plataforma de embarque, e caminhando parei para comprar umas cervejas, qdo passou por mim... um cara... um macho... um perfeito Deus Grego... alto (uns 1,75), moreno, perfumado, olhos e cabelos castanhos... sem contar o seu volume, que encarei, sem pestanejar... Porém, mesmo se ligando em meu olhar, não deu há mínima, seguiu plataforma adiante. Aguardei na plataforma até chegar o ônibus, qdo chegou, entrei, logo procurei minha poltrona e sentei... Vocês não imaginam... meus olhos brilharam, qdo sobe no ônibus, adivinhem é, isto mesmo, aquele Deus Grego, que eu havia visto na plataforma... Nossa, que loucura quando o vi entrar, vindo a sentar-se numa poltrona na frente da minha; pois estávamos próximos do banheiro - melhor lugar - para se viajar de ônibus...

Logo, saiu o ônibus, rodou até pegar estrada, às luzes de bordo foram sendo apagadas aos poucos, um silêncio total, a não ser o barulho do motor, qual viria ser nosso cúmplice mais tarde... Como estava calor, abri uma cerveja e comecei beber... pois estava tesuda... incontrolada... com tesão à flor da pele, e meu Deus Grego ali presente, não tive dúvidas!!! levantei-me, fui ao banheiro, e lá vesti minha lingiere, coloquei uma calça jeans justa (bem femenina), uma blusa branca, pronto, estava modificada, passei uma leve maquiagem, e retornei em seguida para minha poltrona, onde após sentar-me, acendi a luz de leitura, peguei um livro de contos eróticos para ler, abri uma cerveja – pois estava calor demais - QUANDO absorto a minha leitura, tomando cerveja, tempo depois comecei a pegar no sono... Porém, antes virei de lado na poltrona, com a cabeça encostada na janela, envolvida em meus sonhos e desejos, adormeci... LEMBRO que após algum tempo, fui acorda!!! Pois algo estava tocando em mim!!!... Hum!!!... que toque suave... que sensação... Quando escuto uma voz rouca dizendo: gatinha vc está linda... demais... gostei a calcinha - pois como estava virada com bunda para o corredor, acho que minha calcinha ficou à mostra - E novamente aquela voz: Quero ter vc... quero vc... E sem pudor algum foi tocando em mim... Suas mãos pareciam invadir minhas nádegas... querendo arrancar minha calcinha... Meu era demais!!!... Uma Loucura!!!.. Derrepente, senti suas mãos alcançar o descer zíper de meu jeans... que logo foi desabotoando, para que assim pudesse tocar-me... Huau!!!!, QDO VIU minha calcinha, ele pirou... ficou tesudo... Queria ver a qualquer custo a lingiere que eu usava... Não me importei, ergui a blusa, desci um pouco a calça jeans.... Meu... ele parecia cego!!!... obscecado!!!... Permaneci imóvel, e voltando a posição que estava antes - para que ele pudesse apreciar-me com mais desejo - senti suas mãos novamente acariciar-me por sob a calcinha... seus dedos pareciam querer entrar.. Más ele tocava-me sutilmente, aquilo era demais... eu já estava delirando, quando senti que suas mãos passou por minha virilha, subindo para minha barriga, qdo chegou ao sutien... imagina o olhar dele... qdo viu a tonalidade da cor de minha lingiere... Meu, qdo ele viu!!! Não deu outra, num gesto brusco, virou-me de frente e tascou-me um beijo... hum!!!... que beijo... que sensação... fui ao inferno e voltei... Então, beijando-lhe, falei: vc é gostoso... tesudo... é um Deus Grego!!! - logo, ouvi novamente aquela voz rouca: gata... quero vc... quero tocar... beijar... penetrar... sentir a fêmea que esta aí dentro... Dito, isto, tesuda como estava, logo fui conferir seu volume... nossa!!!!... fiquei louca... molhada!!!... que pau... que rola... grande... grossa... - confesso nunca tinha tocado em algo assim - abri o zíper de sua calça... e por cima da cueca toquei naquele pau... Hum!!!... que gostoso... não tive dúvidas!!! Abaixei-me e comecei a mordiscar aquele pau.... Hum!!!... pude sentir com meus lábios aquele objeto de mais puro prazer... hum!!!... que gosto – acho que ele tinha ido mijar antes – pois dava para sentir o gosto e o cheiro!!! Porém, não me fiz de rogado, levante-me e de joelhos em sua frente desci sua caça e a cueca, liberando aquele pau só para mim... qdo toquei-o novamente com meus lábios a cabeça de seu pau estava babada, que loucura!!! Nossa... como foi gostoso sentir aquele cheiro!!! Sabor de PINTO que acabara de mijar!!! Ah!!! enfiei-o em minha boca até não caber mais, pois era grande e grosso... Então fui mamando... mamando... e mamando como uma criança (fêmea) sendenta por pinto!!! EU chupava-lhe as bolas... o saco... dava-lhes pequenas mordidinhas... de baixo a cima... de cima pra baixo... ele se contorcia... tremia... me chamava de putinha gostosa... vadia... tesuda... e num gesto gostoso segurou minha cabeça contra seu pau e foi socando.... socando... socando... fazendo–me engolir seu pau... Até enfiá-lo todinho... bem no fundo... até minha garganta, eu agüentando... quando aí sim... foi a melhor parte... foi sentir em minha boca as veias de seu pau dilatar... inchar... engrossar mais e mais... quando já em transe... ele dizia: nossa... como vc chupa gostoso PUTINHA..... vou gozaaaaaaaarrrrr.... ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.... vou gozaaaaarrrrrr, ah!!!! Que delícia, pela primeira vez senti o sabor de porra na boca... que gostoso... Engoli tudo!!! sem desperdiçar uma gota sequer... E fui lambendo seu pau até ficar limpo... Nossa!!! Que maravilha!!! Loucura!!! Aquele cheiro de sexo (porra) no ar... Fiquei maravilhada... Qdo ele, puxou-me para si e abraçando, disse: Agora quero amar vc... quero ter vc... quero te fazer mulher... MINHA PUTINHA!!!!

Dito isto, levantou e conduziu-me ao banheiro... E lá, QDO fechou a porta, trancando-a, foi acariciando-me loucamente. Pois ele parecia querer devorar-me... Parecia que era sua primeira vez, sei lá... meu Deus Grego transformou-se num perfeito amante!!! Me senti a mais linda das mulheres naquele momento... E assim, foi tirando minha blusinha... eu já toda suada... E virando-me de frente começou a beijar-me e foi descendo lentamente até chegar em meus pequenos peitos... Nossa!!! Quase gozei!!! Fui a loucura!!! Quando senti aquela boca quente mordendo-me... Meu!!! Demais!!! Eu quis tirar o sutien, ele não deixou... disse que eu era bonita vestida... não queria quebrar o clima... Eu, fiquei mais extasiada... pois era desejada... querida como mulher. Quando derrepente, virando-me de costas, foi descendo minha calça jeans até os joelhos... deixando-me somente de lingiere... E apertando-me ao seu corpo, pude desta vez sentir o seu pau.... Meu que loucura!!!... Estava com um pau roçando minha bunda por sobe a calçinha!!!... Era demais!!! Então, meu Deus Grego começou a esfregar-se em mim, isto, fez com que aos poucos eu ficasse molhada, com seus pequenos pingos de gozo molhando a calcinha... Eu... Eu, já não agüentava mais, quando virei de frente e beijando-o disse: ME COMA!!! ME POSSUA!!! ENTRA EM MIM!!! NÃO AGUENTO MAIS!!! VC ESTA ACABANDO COMIGO!!! VEM!!!! Me faz mulher... tua fêmea... Estou sedenta de sexo, por pica.... Ele, ao ouvir estas palavras, foi então descendo suas mãos em minha bunda e já por dentro da calcinha... foi tocando-me... quando senti algo procurando por meu rego, ai!!! Desmanchei!!! e com meus olhos fechados e o rostos encostado em seu peito arrebitei mais a bunda, para sentir aquele dedo que cutucava-me; quando, novamente virou-me de costas e foi descendo, descendo, sempre me beijando, até chegar em minhas ancas... já sedenta por levar uma pica... e por cima da calcinha, foi mordiscando-me, até que por final, desceu minha calcinha aos joelhos, chegando ao meu mais profundo ser... ME CUSINHO!!! Nossa!!! FUI A MIL... MEU CORAÇÃO DISPAROU!!! PARECIA BATER MAIS FORTE!!! Então arrebitei mais minha bunda – ainda bem que tinha depilado-a – onde senti ele introduzir sua língua... Uau!!!... Endoidei!!! E aos gritinhos de tesão comecei rebolar... Sua língua entrava e saia... castigava, deixando-me cada vez mais molhada... eu delirava de prazer!!! Quando então, ele disse: Tesão, vamos para poltrona!!! Quero come-la!!! Fude-la!!! Vem, comigo... Fiquei pasma!!! Louca!!! Não via mais nada... apenas queria ser enrabada, comida, fudida, era demais...

Voltamos para a poltrona, notei que o ônibus já estava em um trecho bem escuro da estrada, os passageiros dormiam, apaguei a luz de leitura, abri a cortina, lá fora fazia uma bonita noite de Luar... Que logo clareou nosso cantinho. Sentei-me em seu colo, e de frente para ele, fui beijando e rebolando em seu pau... hum... que gostoso... E assim ficamos por uns quinze minutos; quando ele fez-me sentar na poltrona e colocando minhas pernas em seu ombro, (tipo franguinho assado), colocou minha calcinha de lado e foi procurando meu botão do amor, que já a esta altura estava todo molhado, suado, cheirando a sexo, apenas esperando o momento certo para ser estocado... Qdo aí sim, senti meus desejos serem realizados... foi qdo a cabeça de seu pau entrou em meu reginho, procurando caminho adentro... Pois meu cu estava apertado – há muito não dava – seu pau não entrava, meu cu parecia querer trancar... Foi qdo pedi para ele pegar em minha mochila um Ky.... E assim, ele o fez. Peguei o Ky e fui enfiando uma boa quantidade de lubrificante dentro do meu cu... acho que coloquei quase a metade do tudo... Feito isto, peguei em seu pau... qdo ele disse: algum problema seu come-la sem camisinha... eu disse: não... vc será como meu primeiro... quero senti-lo dentro de minhas entranhas... no meu mais profundo ser... em seguida beijou-me novamente, e desta vez dizendo lindas palavras, com seu pau, na porta do meu rego, foi introduzindo rola adentro... até senti-lo dentro de mim... Olha, meu cu piscava de alegria, embora senti um pouco de dor, era bom tê-lo dentro de mim, pois parecia querer rasgar-me... Eu, às vezes pedia parar, para que meu cu pudesse acostumar com aquele invasor... e assim, ele atendia... Pois qdo eu sentia a dor amenizar, ia rebolando... rebolando... Quando já cheio de tesão, comei a pedir: Vem... Vem... Meu Macho... Meu Homem... Entra em mim... Me faz mulher... Goze dentro de mim.... Ele, ouvindo estas palavras, que foram a senha, então numa verdadeira estocada de um macho... foi movimentando-se num vai e vem bem gostoso.... que ao entrar e sair com força, doía-me até minha alma... E a cada estocada em minhas entranhas, parecia que queria entrar todo dentro de mim... Meu macho bombava... bombava... até eu começar a sentir seu pau pulsar... inchar... dilatar... explodindo em meu rabo... quando disse: não agüento mais... que cu gostoso... que fêmea vc é... que cuceta gostosa vc tem.. Eu, apertava com meu cu – querendo come-lo - ele gemia de prazer... e apertava-me na cintura... Eu já louca... rebolava... rebolava... naquele pau... e não agüentando mais... comecei a beija-lo... enfiando minha língua em sua boca e dizendo: vem.... vem... vem... goza... gozaaaaaaa... dentro de mim... me dá seu leitinho... quero seu leitinho em minhas entranhas... vem.. vem... vem... ele já descontrolado... com muito tesão... já mordendo meus lábios... dizia: CADELINHA.... SUA CADELINHA SAFADA... VOU GOZAAAAAARRRR... TOU GOZANDOOOOOOOO!!!! Ah!!!!!!!!.... E foi enchendo meu cu de porra... que sensação!!!... que loucura!!!... sentir a porra de um macho dentro a gente... E, melhor, dentro do meu cu, enchendo-me por completo... Seu gozo parecia não acabar mais... Como entrou tanta porra!!! Contei umas seis golfadas de porra dentro de mim... que gostoso!!!... Meu cu estava cheiro daquele leite quentinho... viscoso... E meu macho, ainda dentro de mim, movimentava já lentamente, para que eu pudesse sorver as últimas gotas de seu leite... hum!!!... Meu cu agora estava cheio de porra do meu macho, ardia, doía, más a sensação de estará cheio de porra superava a dor, que MARAVILHA... Após ele ficar quieto um pouco, levei meus lábios em sua boca e beijei-o, em agradecimento; ele receptivo, beijava-me e dizia: Nossa... vc foi a fêmea mais gostosa que já comi... que cu gostoso... que cu quentinho... vc me deixou louco... nunca comi alguém assim... com vontade e prazer, vc agüentou meu pau, grande deste jeito e nem fugiu!!! Vc é uma perfeita putinha... uma cadela safada... MEU TESÃO!!!

Assim, depois de dizer as palavras acima, aos poucos fomos voltado do transe, quando senti seu pau saindo do meu cusinho, já arrombado... laceado... alargado... Hum!!!... Levante-me, fui ao banheiro fazer xixi, porém, quando caminhava, sentir a porra escorrendo pernas abaixo... Que sensação... Eu virará mulher... estava servida... Entrei no banheiro, desci a calcinha toda molhada tb de porra, que saia do meu rabo... Eu me sentia larga... E foi qdo sentei-me no vaso para fazer xixi, aí sim, notei a quantidade de porra QUE ENTROU!!! Nossa... foi porra demais... E ainda sentada, fui erguendo minha bunda, qdo passei a mão para sentir meu cu, e enfiando meu dedo... um, dois, três, quatro, quase os cinco dedos, pude perceber o estrago... dava até para entrar quase minha mão. Porém, fiquei ali sentando um tempo, meio que dolorido... cansado... porém satisfeito, qdo ele bateu na porta entrou... abaixou-se em minha frente e disse: deixa eu ver o que fiz com vc... passou suas mãos para trás de minha bunda e enfiando seu dedo em meu c... disse: nossa te arregacei... seu cu está largo... sinto uma quantidade de porra saindo... nossa demais... fica de pé, quero ver melhor... levantei-me e de costas para ele, abri minha bunda... qdo ele viu meu cu... por para fora uma enorme quantidade de porra, disse: meu te fodi mesmo... vc esta com um enorme buraco na bunda... Eu dizia: tudo bem... só a ardência... e a sensação de um vazio dentro de mim... pois ainda esta saindo muita porra... vc goza muito... muito mesmo... enche-me até as entranhas... Subi minha calcinha, mesmo ensopada de porra... vesti minha calça jeans... ARRUMEI-ME e voltamos para a poltrona, e sentando ao seu lado, com a cabeça em seu colo adormeci... Qdo dei-me por mim, já estavamos chegando ao nosso destino... Entre beijos e carícias antes descer, trocamos telefones... Ficamos de nos encontrar novamente e assim foi... Porém, ele é casado, adivinhem... virei sua putinha amante!!! Bom que rolou daí para frente, conto numa outra oportunidade... Ah! desta vez fomos para um motel, e o safado levou um irmão... imaginem... as loucuras que fizemos... Quem quiser viver este momento... É só marcar uma viagem... Quem sabe... pode rolar algo...

Amanda...

 

Picolé

Há muito tempo Pedro não via a cdzinha oriental, sua ninfetinha, Andreia. Semanas após o vestibular, ela se foi e o contato entre eles se perdeu. Pedro não sabia o que fazer até que, em uma noitada, encontrou a menina, agora universitária, toda montada, e mais sexy do que antes. O corpo liso mostrava que depilação era desnecessária para Andréia. Seu visual era mais feminino, mais delicado, enfim, a menina se tornava mulher...

E isso pedia uma comemoração, pensou ele. Ao reencontrá-la na pista de dança, a velha cumplicidade voltou e o funk inicial se transformou em uma pegação digna de quarto escuro. Pedro passava a mão nas pernas, agarrava a cintura, beijava fortemente Andréia e a chamava de coisas como "minha putinha, "minha cadela", enquanto roçava seu pau duro nela. Tanta pegação terminou em um convite educado para que se retirassem. Com o tesão a flor da pele, entraram no carro e mal se seguravam.

- Quanto tempo, Andreia, sua gostosa..
- Ai, Pedrinho, meu querido, tire a mão da minha perna...que saudades.
- Me dá mais um beijo, putinha gostosa...
- Sim, meu macho..

Pedro nem ligava mais para a mancha melada na calça, facilmente visível pelo volume nada discreto de sua vontade de penetrar, mais uma vez, aquele corpo suave e liso de Andréia.

- Vamos lá em casa?
- Claro. Vamos sim. Mas agora sou universit...

Antes de terminar, Pedro lhe deu mais um beijo ansioso.

- Calma, querido...

Andréia não se aguentava de tesão. Sentia sua calcinha entrar no rego, tamanho o tesão pelo reencontro com Pedro. Suando, tentava disfarçar.

- Ah, gostosa, quer ver seu macho de novo, não é?
- Não, não é isso...

Andréia sentia aquele conflito de algumas crossdressers iniciantes, quanto ao próprio pênis. Talvez isso acabasse naquela noite, pensou enquanto fantasiava sobre o reencontro. Lá fora, a paisagem parecia cada vez mais distante, e logo se pegou tentando se masturbar. Viu que Pedro não notou e disfarçou logo.

Pouco depois, chegaram à casa de Pedro.

- Lembra quando nos vimos a primeira vez, gata?
- Claro, querido.
- Então, entre...

Não foi possível entrar andando. Pedro a colocou no colo e a levou até o sofá.

- Minha japonesinha gostosa..
- Ai, ai...delícia...

Pedro abriu o zíper e Andréia se preparou.

- Sabe, ele está com saudades de você.
- Sim?

Andréia curvou a cabeça com a delicadeza de uma gueixa e começou a chupar o pau melado e duro de Pedro.

- Ai, delícia...você é ótima. Andréia, tanto tempo sem te ver...eu até tentei outras "meninas", mas nenhuma era como você.
- humm...sim...humm..ah..nnn..
- Você é uma putinha linda...tanto tempo...e parece que se lembra do meu corpo com detalhes.
- humm...ahhhh..sim, querido....

De repente, Pedro agarrou os cabelos de Andréia e a forçou até seu pau. Andréia sentiu o tesão pingando em sua calcinha. Tentou escapar, mas logo cedeu. Pedro sorriu.

- Querida, você está me chupando deliciosamente, mas espere um pouco.
- O que? Não, querido..deixa eu continuar...
- Calma, eu já volto. Sente-se aí.

Andréia se sentou e tentava esconder seu pênis duro sob a calcinha...sem graça. Pedro voltou com um isopor.

- O que é isso, macho?
- Nada, só umas cervejas.

Sem deixar passar mais um instante, sentou-se no sofá.

- Sabe, estou com saudade deste cuzinho gostoso...que tal você se sentar no colo de seu homem?
- Ai, delícia...sim...

Sem graça, Andréia tirou a calcinha e logo se virou de costas para Pedro. Sentou devagar. Após Pedro, ela teve poucos namorados e ainda não tinha flexibilidade para uma sentada brusca.

- Querido, devagar..
- Claro, dedéia...
- Ai que saudades deste cacete...
- Sim, dedéia...e eu morro de saudades deste seu cuzinho delicioso...ah...tá entrando...
- Sim, devagar....por favor...ainda não me acostumei...
- Calma, querida...mais...olha como entra. Sente ele latejando duro em seu rabo...minha putinha..mais um pouco..
- Ai, a cabeça..
- Sim, entrou. Agora você tem que ser uma boa japonesinha putinha e escorregar no meu pau...
- Ai, Pedro, eu te amo...humm..aii...nossa...

Andréia sentia-se bem, pois Pedro não a via de frente.

- Você é uma vadia gostosa...senta mais.
- Querido...ai..ah..me abre todinha...
- Vamos começar a cavalgada?
- Claro, amor...
- Sobe...
- Desço.
- Sobe...
- Desço...

Andréia sentia mais e mais tesão. Sua calcinha preta já não escondia seu pênis duro. Sentia vergonha e tesão ao mesmo tempo. Até que, de repente, sentiu algo gelado encostando na cabeça de seu pênis. Ao abaixar os olhos, viu a mão de Pedro segurando um picolé de limão. O susto a fez cavalgar bruscamente e seu pênis se retraiu.

- Ai....o que é isso?
- Gostou? Você vai gostar.
- Não, não...espera

Pedro a segurou com força enquanto a tocava com o picolé bem na cabeça do pênis.

- Ai, pervertido, o que é isso?
- Vou te fazer sentir tesão como mulher. Uma mulher com clitóris!
- Ai...uii

Andréia tentava sair, acelerando mais ainda os movimentos. Seu cuzinho esquentava e seu pênis esfriava, encolhia, enquanto Pedro socava mais forte.

- Ai, pare...não...eu...eu...
- Vamos, putinha...clitóris...
- Ai...eu quero me masturbar...
- Você vai...mas com o picolé junto.
- O que? Não, não...eu..

Pedro agarrou a mão direita de Andréia e a levou até o próprio pênis.

- Bate uma siririca com o picolé agarrado. Depois pode chupá-lo.
- Ah...ai...

Andréia pensava em seu pênis encolhido como um clitóris...um clitóris diferente...e lentamente começou a se punhetar com o picolé junto ao..clitóris. Pensamentos loucos lhe passavam pela cabeça, mas a sensação de culpa sumira. Enquanto isto, Pedro aproveitou para agarrar seus peitinhos e socar mais forte naquele tão desejado rabo oriental.

O tesão continuou até que o picolé estivesse na metade. Foi neste momento, sonhando com vários Pedros lhe alisando e comendo que ambos gozaram. Andréia sentiu as contrações do pau duro de Pedro em seu rabo enquanto ela mesma gozava de uma maneira estranha, diferente.

Após o orgasmo, Andréia levantou-se e pulou em cima de Pedro, beijando-o loucamente.

- Gostou, tesuda? Senti sua falta.
- Eu também, querido...
- Da próxima vez, vou querer você de biquini preto, fio dental.

Andréia sorria e chupava o picolé misturado com seu próprio gozo e se sentia livre, leve e solta. Pedro sentou no sofá e continuou alisando as pernas de Andréia. No dia seguinte, Andréia chegou atrasada na aula. Atrasada, mas feliz. Parou na cantinha, comprou um picolé, deu umas chupadas e se lembrou de Pedro. Imediatamente foi ao banheiro. Eles ainda se encontrariam novamente...

Fim

Meus 4 bugres do Mato Grosso





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Olà,
Venho contar mais uma aventura na minha vida.
Meu pai tem uma fazenda no Mato Grosso,lugar que eu amo de paixão.Em Julho fui com meus primos passear por 15 dias,Primos esses que ja tenho intimidade sexual,tanto que no caminho chupei e fui comida varias vezes pelos 3,mas essa è outra historia.Assim que chegamos na fazenda ja fui pro quarto do meu pai tomar um belo banho pois estava cheirando sexo e muita porra saindo do meu cuzinho.Me lavei e fui me produzir.Fio dental è o basico nè,uma calça bem colada e uma camisetinha bem justinha.sai do quarto e meus primos ja começaram a me zuar chamando de delicia,gostosa,putinha e por ai vai.Eu toda empinadinha passei por eles rebolando e sò sentia eles passando a Mão no meu rabão.Todos na fazenda sabem que sou MENINA,mas nunca faltaram com respeito ou insinuaram alguma coisa.Almoçamos e depois meus primos foram arrumar as coisas para a pescaria,enquanto isso fiquei conversando com a Celia,esposa do Almir administrador da fazenda.Celia tem 23 anos,morena clara,linda,um rabo defazer inveja,seios enormes,cabelos bem compridos muito bem cuidados,ela sempre me tratou muito bem pelo meu jeito de ser,atè que num momento da conversa ela me falou: Nossa , vç està linda,teu corpo està maravilhoso,fiquei assustada com que ela disse,pois nunca tivemos essa abertura,mas fiquei feliz,por algumas vezes espiei ela trepando com o Almir e ficava louca pra participar.depois desse papo ficamos mais intimas e ela me fazia um monte de perguntas tipo: como eu fazia pra esconder meu grelo,como eu era na cama com os homens etc... respondia tudo na integra e percebi que ela estava morrendo de tesão,os bicos dos seios dela estavam querendo explodir e estava sem sutien,Ai comentei com ela, ela ficou sem graça com o comentario,sem deixar apagar o fogo peguei nos seios dela e apertei,ela sem reaçao alguma continuei apertando e disse que seus seios eram maravilhosos e que um dia eu teria um igual os dela,ai ela perguntou se eu queria ver,respondi que sim,ela levantou a camiseta e saiu 2 seios grandes e duros,lindos,começei a acariciar e ela fechou os olhos,cai de boca neles e ela sem nenhum pudor mandava eu mamar e dizia:mama,mama,morde meus peitos morde,e eu fazia tudo direitinho,atè que ouvimos barulhos e paramos assustadas.Nossa,meu grelo preso pelo fio dental estava estourando de tanto tesão la ofegante,sai de perto dela a logo estrou o Almir e quando ele me viu me mediu dos pès a cabeça,por um instante me olhou nos olhos e perguntou se eu era eu mesma,disse que sim e perguntei o porque,ele disse:por nada,por nada.me comprimentou e perguntou de meu pai,das coisas em SP etc...pedi a ele pra dar toda assessoria aos meus primos e tudo mais.Ele disse que poderia deixar ele.esqueci de dizer um coisa.A ultima vez que fui a fazenda eu estava de cabelos tipo channel e agora estou com cabelos abaixo dos ombros,meu bumbum cresceu bem mais 115cm bem empinado e cinturinha, de mulher mesmo.Sou assumida perante minha familia e sociedade,mas meu pai não gosta que eu me exponha como MENINA em certas situações e locais,por isso não posso usar biquine na piscina sò no rio e bem longe da sede.Meus primos entraram na cozinha me chamando pra ir com eles pescar,falei que estava cansada pela viagem que em outra eu iria,mas eu queria mesmo era terminar o que eu e a Celia começamos,eles fora e sò voltariam bem tarde da noite.Ai eu e Celia ficamos sozinhas na sede.falei pra ela que iria dar umas voltas e voltaria logo sem antes olhar bem dentro de seus olhos e toda meiguinha lhe dizer que amei mamar em seus seios e que adoraria repetir.ela bem safadinha disse que adorou tbem , mas tinha medo.dei uma bicoca em seus labios e sai saltitante.Andei por 1 hora e voltei pra sede,pois o sol estava terrivel,chegando ela estava na varanda me observando e quando cheguei reclamei do calor,ele entao falou pra eu tomar um banho de piscina,mas falei pra ela que não podia,entao ela perguntou o porque e eu disse que nao poderiar biquine.ela entendeu e disse que pena,pois queria me ver de biquine.isso ja me acendeu de novo,fui ao quarto pra tomar meu banho,fiquei toda cheirosa e gostosa,chamei por ela e quando ela entrou não acreditou,eu estava com meu biquine fio dental todo enfiado no meu rabo e começei a rodar e desfilar pra ela,ele ficoi olhando e disse: nossa... vç tem corpo de mulher,fui atè ela e sem dar tempo dei-lhe um beijo de pegada mesmo,ela retribui enfiando a lingua toda a minha boca eramos como duas femeas no cio,ele gemendo como uma vadia,passava as maos na minha bunda,me apertava com vontade,fomos pra cama e começamos a lamber,chupar,mamei muito nos seios dela que gemia e falava muita sacanagem,atè que ela pegou no meu grelo que ja estava estourando de duro fiquei de barriga pra cima e ele foi lambendo meus seios,minha barriga pegou no meu grelo,tirou ele pra fara e adimirou o tamanho e grossura,sem perder tempo enfiou na boca e chupou muuuuuuiiiiitttttttooooo gostoso,ela me tratava como uma mulher mesmo.isso me deixou mais louca ainda e que avisei que ia gozar,ela tentou enfiar meu grelo todinho na boca,nao aguentei e enchi a boquinha dela de porra,ela mamou todinho e veio me beijar com a boca cheinha de leitinho.nos beijamos muuuuuiiiiiito,eu sou do tipo ninfomaniaca,quanto mais eu gozo mais eu fico com tesao,ai deitei ela de bruços e começei a lamber suas costas,seu pescoço e seu rabo que è enorme e lindo,enfiei a lingua no cuzinho e chupei muito,ela gemia e rebolava na minha boca,meu grelo ja estava duro novamente e falei que ela seria a minha femea agora.ela entao dizia: me come,mete seu grelo em mim ...mete sua puta... sem perder tempo encostei na entradinha do cuzinho,ela empinou o rabo e enfiei bem devagar,mas ela è das minhas,bem vadia,ela empinou de uma vez o que entrou tudo . ela gritava , gemia , rebolava e dizia: vai .... mete tudo no meu cu sua vagabunda ... meu marido não me come .... vai fode .... me chama de vagabunda , vadia , cadela ....vai sua puta me come .... louca de tesão socava tudo e ela dizia que nos eramos duas femea lesbicas nao aguentei mais e enchi o rabo dela de porra e urrava de tesao . ela pediu pra nao sair de cima dela e ficava rebolando bem devagar,isso me deixava louca,nos beijavamos,ate que meu grelo saiu de dentro daquele rabo delicioso.deitei ao seu lado e começamos a nos acariciar como namoradas,ai começamos a conversar.perguntei a ela porque ela fez tudo isso comigo,ela respondeu que o marido dela nao fazia sexo com ela ja pegou ele transando com 2 peoes da fazenda e que ela era bi desde criança e que começou a vida sexual com uma irmã e prima e que tinha mais prazer com mulheres do que com homens,e que ela me via como uma mulher e nao homem.assim combinamos de se encontrar sempre e que seriamos duas MENINAS.fomos tomar banho juntinhas e mais uma vez trepamos gostoso.Somos pra cozinha repor as energias e continuamos nossa conversa,parte dela me contar sua vida de confiar em mim , sendo que era minha funcioaria,ela estava conosco a 5 anos quando se casou com o nosso administrador.nesses 5 anos conversavamos normalmente tipo patrao(patroa) e funcionaria nada mais atè que ela me confidenciou que ja havia me visto dando pros meus amigos e primos e que sempre admirou meu corpo e do jeito que trepava , que se masturbou muito lembrando e se vendo trepando junto,mas disse tbem que nao imaginava que eu gostava de mulher.ai expliquei pra ela como eu sou e disse : nasci menino , mas nunca me comportei como tal e sempre me senti MENINA tipo lesbica que nao tenho tesao por machoes e sim por mulheres lesbicas,afeminados,cds e travestis,que se o homem me tratar como mulher ai eu tenho tesao.perguntei a ela o que ela sentiu em ver seu marido comendo ou dando pra outro homem,ela falou que na hora ficou puta da vida , mas depois ficou com tesao.ouvindo isso meu grelo ficou duro e ela perguntou o porque e lhe disse que estava imaginando ele com outro,pois ele è um tesao.ai ela ajoelhou e começou a chupar meu grelo.peguei ele pelas maos e fomos pro quarto,a deitei na cama e disse:agora vç vai me fazer a sua putinha e femea,ela nao entendeu nada,mas como uma boa vadia que sou quando viajo levo meus brinquedinhos,peguei na minha bolsa 4 consolos de cintura que vai de 12cm a 24x6,adoro paus enormes desde criança como ja relatei em outro conto que perdi meu cabaçinho com 10 aninhos pro meu vizinho que tinha uma rola de 20x4 ai viciei em paus grandes.Ela ficou maravilhada,pois nunca tinha visto,pegou,apertou,cheirou e enfiei um deles na boca e começei a chupar ai começamos a chupar juntinhas,coloquei na cintura dela o de 18x4 e disse: vem me foder agora,vem ser meu macho sua cadela...vem meter no cu da sua putinha vem.começei a chupar todo na cintura dela.nossa.....vçs nao tem nocao de como ela ficou linda com tudo aquilo, nossa....coloquei ela sentada na cadeira e sentei de frente pra ela.aiiiiiiiiiiiiiiiiii que delicia,começamos a nos beijar,ela chupando meus seios,me xingando de vagabunda,puta,vadia ..... e eu subindo e descendo , rebolando , gemendo como uma puta de zona,pedi pra ela bater na minha cara,ela se assustou e eu mandei novamente,.... senti arder meu rosto,pois ela bateu com vontade e fiquei mais doida ainda e pedia mais e mais . sai de cima dela e fomos pra cama e fiquei de 4 toda arreganhada e com meu rabão todo empinado,ela disse que minha bunda è maravilhosa e ja veio metendo tudo sem dò.meteu uns 20 minutos sem parar atè que pedi pra ela meter o maior,trocamos o consolo e ela falou que era impossivel aguentar tudo aquilo, e eu pedi....vai....mete tudo sem dò na sua putinha mete....vem me fode....me arromba sua biscate....ela foi enfiando tudo....sem do e eu sentindo dor,mas esse è o meu prazer... e foi metendo tudo e eu rebolando com 24x6 todo enfiado no meu cuzinho,gritando e pedindo mais,ate que gozei muuuuuuiiiiiiittttttooooooo na cama , sai daquele cacetao e lambi toda minha porra que caiu na cama e fui chupar aquele cacetao deixando todo limpinho.ficamos abraçadinhas na cama nos beijando,acariciando e conversando.ela falou que nao sabia como estava fazendo tudo aquilo comigo,mesmo falando que sempre foi biscatinha desde pequena,mas eu era a patroa dela,a tranquilizei dizendo que estava amando tudo aquilo com ela.demos um super,hiper,mega beijo selando nosso envolvimento.Ja era noite e fui dormir um pouco,pois alem de cansada da viagem e muita foda eu estava com meu rabinho ardendo.liguei o ar condicionado e me deitei nua.ao passar o tempo num sono profundo senti algo no meu cuzinho,abri os olhos e vi um dos meus primos ( Beto ) com a lingua atolada no meu cuzinho.nossa.... que destava aquela lingua,empinei meu rabo e ele perguntou:ta gostando vagabunda...nem respondi...sò gemi e empinei mais ainda meu rabo.levei minha mao no cacete dele que estava muito duro.como ele sabe sou uma vadia submissa ja foi me dando ordem de dar banho nele,e assim eu fui.estava banhando ele quando me bateu e mandou chupar a rola dele e beber de seu leitinho,nao demorou muito pra encher minha boquinha,ainda mandou ficar de joelhos que os outros viriam pra eu dar banho neles.e assim foi com os 3 . depois disso eles me deixaram no banheiro como uma prostituta usada de qualquer maneira.amo ser usada e servir . ja era 2 na manhã ainda tive que servir o jantar pra eles de fio dental e com salto 10.eles ficavam me alisando o tempo todo e eu chupando os paus deles de poquinho em pouquinho.estava adorando tudo aquilo.ai eles tiraram par ou impar pra ver quem iria dormir comigo pra eu ser escravisada,o Thiago ganhou,por sinal è o mais safadinho e puto.primeiro tive que passar creme e fazer massagem pra depois meter em mim por toda a noite. meu cù ja estava esfolado de tanta rola num dia sò,mas o meu papel è esse.dormimos e quando acordei ja bem tarde ele não estava ao meu lado.começei a chama-lo,mas ele e nem ninguem respondia,ai a porta abriu e era a Celia mais linda do que nunca,com uma mini blusa,salto,maquiada,mini-saia,enfim uma delicia,ai ela veio em minha direçao e se sentou na beira da cama e me deu um beijo e disse : bom dia meu amor...eles sairam pra pescar...estamos sozinhas de novo minha delicia....me fazendo carinho me colocou em seu colo e me fazendo carinho disse que não dormiu a noite pensando e nos duas e que nunca tinha sentido tanto tesao.nem preciso dizer que ja começamos tudo de novo nè.chupei o grelo e a xana dela atè sentir ela estremecer e me dar seu gozo que lambi tudo claro.ficamos juntinhas por um bom tempo atè que ela me contou que o marido dela falou de mim e quis saber o que ele falou.ela me falou que ele ficou admirado de como eu parecida como uma mulher e ela percebeu que ele estava de pau duro . perguntei a ela se ela ficou brava e ela para o meu espanto disso que ficou excitada imaginado eu e ele,nisso ela começou a falar em detalhes imaginou entre nos,claro que meu grelo ficou duro e começei a alisar ele.mais surpresa ainda fiquei quando ela me perguntou se eu era capaz de me insinuar pra ele pra ver no que ia dar,falei pra ela que capaz eu era,mas ele sempre me respeitou e nao saberia da reaçao dele.ai ela me ensentivou e disse que ia ajudar falando sobre eu pra ele.ficamos nos 2 tesudas e ja arquitetando como fariamos.nesse dia trepamos 2 vezes ate eles chegarem por volta das 19:00hs . a noite dormi com o Raphael que me comeu gostoso e dormiu.No dia seguinte a mesma coisa,os meninos sairam cedo,sò que desta vez foram com outro peao e o Almir ficou pra vacinar alguns bois,a Celia me contou que ela falou muito pra ele que me viu nua,me viu passando creme no corpo etc...e mais uma vez ele ficou de pau duro mesmo disfarçando.disse a ela que eu ia atacar o macho dela,ela me beijou e disse que me adorava e que estava com medo pelo que estava sentindo por mim.nao entendi,mas deixei quieto.coloquei um shortinho jeans bem cavado e todo enterrado no meu rabo e uma baby luque bem linda.fui atè a mangueira onde Almir estava e quando ele me viu ficou todo ouriçado,eu toda cadelinha e femea fiz perguntas relacionado aos bois essas coisas e me dando toda atençao me respondia nos minimos detalhes.quando ele acabou seus afazeres com os animais pedi a ele pra me levar na prainha que tem um pouco distante da sede.ele sem pensar concordou e fomos a cavalo.eu empinei meu rabo o maximo que pude e sempre andando na frente dele e claro , com o movivento do cavalo eu rebolava muito,mostrando o tamnho do meu rabo com e shortinho todo atolado no meu rabo.chegamos amarramos os cavalos numa arvore e disse olhando bem nos olhos dele: Almir,o que vç vai ver aqui vai morrer aqui e nao quero que vc fique constrangido e que fique a vontade.ele não entendeu nada eu tirai meu baby-luque e depois meu short que por baixo estava de fio dental.olhei pra ele e ele nao tirava os olhos da minha bunda,dei minha roupa na mao dele e aproveitei pra alisar sua mao,sai correndo e entrei naquela agua deliciosa,nossa.....que delicia,nadei pulei,me refresquei bastante enquanto ele estava sentado na beira sem tirar os olhos de mim.nao estava mais aguentando o tesao e resolvi sair,levei uma toalha,fui em direçao a ele sempre rebolando toda feminina,peguei a toaha e estendi bem ao lado dele e me deitei de bruços quase me encostando nele,começamos a conversar e vi que seu cacete ja estava duro e sem pudor lhe perguntei: porque vç ta de pau duro ? nem vi , so senti sua boca coloda na minha e sua mao me pegando com força .que cheiro delicioso , nossa . aquilo me subiu de uma maneira nunca sentida antes.cheiro de animal sabe ? ja fui logo pegando naquela rola por cima da calça senti ser grande,ele começou a beijar minha bunda e eu mandando ele morder sem dò no que ele fez como um animal.mordeu muito,ele tirou a calça e eu de joelhos ja mordendo o cacete dele por cima da cueca.o pau dele è enorme e muuuuiiiitttooo grosso.estava realizada.quando tirei pra fora assustei,pois era maior e mais grosso que meu consolo,meti na boca e chupei com vontade,ele me deitou e pegou meu grelo e enfiou na boca tbem, enfiou 2 dedos no meu rabo e fiz o mesmo no dele.ficamos nos chupando por um bom tempo atè que pedi pra me fuder e meter sem dò.me coloquei de 4 e ele doido ao ver meu rabao,me xingado,batendo no meu rabo foi enfiando com dificuldade,doia muito,mas eu implorava pra ele meter tudo.ate que entrou,sofri muuuuuiiiitttoooooo com aquele cacetao e ele sem dò metia tudo.socava e tirava eu pedia pra ele me bater no rabo e na cara,rebolava como uma louca na pica dele e ele socando ate sentir um rio de porra no meu rabo,assim que acabou enfiei na minha boca e que ainda tinha um pouquinho de leite,nos abraçamos,nos beijamos e como ja disse que sou ninfomaniaca,coloquei ele de 4 e enfiei minha lingua no rabo dele e começei a chamar ele de viadinho,bichona,minha vagabunda mirei meu grelo no cù dele e fui metendo tudo e ele gemendo como uma meninha no cio,meti ate tirar e gozar na boca dele que ele me deu num beijo fenomenal.ficamos ali sem trocar uma palavra,o nos beijando e nos tocando,o tesao veio novamente e fizemos tudo novamente.tomamos banho e voltamos pra fazenda sem trocar uma sò palavra.chegando la chamei pela Celia e nao fui atendida,depois de uns minutos ela chegou toda suada e ofegante,ela veio e ja foi me beijando como tipo a ultima boca do mundo,me abraçando,depois de um tempo que ela contou que seguiu a gente e viu tudo e achou lindo eu dando pra ele.nem preciso dizer que ela ajoelhou e me fez gozar na boca dela.eu estava exausta de tanto trepar desde que sai de SP.fiz questao de contar que em 4 dias dei 10 vezes e gozei 15 vezes num espaço de tempo medio de 4 horas.ninguem è de ferro.fui me deitar e adormeçi atè meus primos chegarugada fazendo bagunça e claro me acordando.minha sorte è que eles estavam acabados e foram dormir direto.dormi como uma aninha essa noite acordandoo meio-dia com um beijo no rosto pela minha femea Celia,que deitou ao meu lado toda nua e dormimos juntinhas por mais 2 horas.quando acordamos estavamos abraçadinhas,ai levei um dos maiores sustos da minha vida,quando olhei pra porta la estava o Almir com a rola dura se masturbando nos olhando,dei um gritinho de susto,nisso a Celia olhou e deu um enorme grito e tentou falar alguma coisa pra ele,mas não saiu uma sò palavra.não sei o porque eu e ela nos abraçamos tipo tentando alguma defesa,ele veio ao nosso encontro com o cacetao pra fora,nos duas assustadissimas com a reaçao dele.ele chegou bem proximo a mim e disse : chupa sua cadela...chupa agora e vç Celia .... sua vagabunda chupa ela... vçs duas vao ser minhas putas agora... nem precisou falar mais nada...fodemos muuuuiiiiittttooo.... aponto de eu comer o cuzinho dele pela primeira vez na frente dela.... foi divino .... e assim foi ate o fim das minhas ferias . eu dando pra todos por 15 dias sem parar . Voltamos a SP e depois de 1 mes a Celia me ligou dizendo nao nao estava aguentando ficar longe de mim e que estava apaixonada por mim e que o marido dela sabia e que nao parava de pensar em nos duas . pedi pra ela vir pra SP , ela veio e ficamos juntas atè a poucos dias . ela teve que voltar pro Mato grosso,sua mãe està doente,mas estamos juntas como duas lesbicas e com nossas aventuras com outras pessoas,mas sempre transando juntas,mesmo se tiver mais pessoas.O Almir ja veio 4 vezes ficar com nos duas e continuam casados mesmo ele sabendo que ela me ama.Somos felizes com esse relacionamento.
Quem quiser se ralacionari com nos duas mande email com foto sem foto não vamos responder . E sò se for de SP-Capital e queira real mesmo sem enrolaçao.tenho anuncio aqui na Maite com fotos .
Sou totalmente MENINA de corpo e comportmento e sò aceito homens se me tratarem como tal.cds,Travestis,Afeminados e Lesbicas serao muuuiiitttttoooo bem vindas
MSN: raphaellacdzinhagulosa@hotmail.com


O maior que eu já vi

Olà,
Ja contei como virei menina submissa e agora vou contar como levei o maior pau que ja vi.
Na època eu tinha 18 aninhos e estava tipo casada com um macho de 52 anos que eu lhe servia de todas as maneiras , ele adorava me ver dando pros amigos dele ou machos que eu mesmo levava pra nossa casa.Ele tinha uma casa de praia no litoral norte de SP-Ubatuba e sempre iamos passar alguns dias.A casa ficava numa area meia deserta isso eu adorava pois trepavamos a vontade.Adoro caminhar bem cedinho e desses dias como de costume sai as 6:00 da manhã com meu biquine fio dental todo enfiado no meu rabão e fui andando e ao longe avistei um moreno enorme , lindo e delicioso ao meu encontro numa sunguinha branca eu toda empinadinha e rebolando ao seu encontro ,assim que nos aproximamos ele me olhou , deu um sorriso piscadinha,me arrepiei toda,ai nos cruzamos e dei mais alguns passinhos e olhei pra tras,foi quando vi ele parado me observando,dai ele me chamou,eu parei e fui ao seu encontro toda tesuda e molhadinha ja.ele na maior cara de safado me perguntou se eu tinha fogo e eu bem vadia e dengosa lhe respondi `` depende `` .ai ele sem vergonha colocou a mao no pau por cima da sunga e eu olhei e disse que acenderia o que ele mandasse . nem precisou de mais nada . ele me pegou pelos cabelos e me fez ajoelhar,eu sem pudor nenhum comecei a morder aquele cacete por cima da sunga e ele falou se eu gostava de charutao enorme e eu falei que sim,entao ele mandou eu tirar pra fora e foi o que fiz,quando eu vi o tamanho nao acreditei e disse : nossa que isso e ele falou : è o pau do seu macho sua vadia e eu nunca consegui comer um cù,ai eu toda tesuda falei que o meu seria o primeiro,pois ele teria que me comer de qualquer jeito e que eu nao era mulher e sim um menino,foi ai que ele ficou mais louco ainda , me beijou como um alucinado e eu nao largava aquele monstro.ele me chamou pra ir na casa deleque era bem pertinho da praia,assim que entramos nos atracamos como 2 loucos falei pra ele que eu era escrava submissa e poderia fazer tudo comigo sem dòue levei um tapa n cara onde cai nochão toda tesuda e começei a beos pès dele e a lamber e fui subindo,subindo atè chegar naquela a que agora estava maior ainda,tentei colocar na boca,mas nao conseguia e ele me batia e mandava eu engolir tudo , mas era impossivel,ele me arrastou pelos cabelos e so elogiava o tamanho do meu rabo ( que è anorme e empinado ) ele me colocou toda arreganhada e com meu rabo empinado,ai ele colocou meu fio dental de lado e enfiou a lingua no meu cuzinho.começei a gemer na lingua do meu macho,gritava e implorava pra ele me arregaçar toda nao estava mais aguentando aquilo e queria sentir todo aquele cacetao no meu rabo ele foi ao banheiro e pegou um pote de creme e mandou eu passar naquele monstro foi o que fiz e passei no meu cuzinho tambem com 3 dedos enfiados pra me preparar,ai ele me colocou de 4 novamente e senti ele encostar a cabeça do cacetao e tentou de todas as formas meter e nao conseguia e eu ja estava agoniada pra levar tudo aqui,coloquei ele sentado e fui por cima e coloquei a cabeça e tentei sentar,mesmo assim nao conseguia atè que sentei de uma vez,acho que desmaiei por alguns segundos pois quando voltei ele estava batendo na minha cara me chamando e assustado,nossa.vçs nao fazem ideiai,26x8cm todinho no meu cù começamos a nos beijar e eu a rebolar e ja voltando ao normal e alucinada começei a subir e descer naquilo tudo e ele metendo no seu primeiro cù e eu falava muita putaria pra ele tipo : vai macho , come meu cù , mete tudo no cù da tua cadelinha , vai , fodi , mete sem dò , vai , me arromba seu puto . ai sai de cima e fiquei de 4 e ele veio sem dò e meteu tudo e eu rebolava que nem uma cachorra . nunca senti tanto tesao atè hoje,ficamos metendo uns 30 mimutos ate eu sentir o cacetao engrossar mais e ele começou a gritar e gemer e eu pedindo pra ele me dar porra,quanto mais eu pedia mais ele metia,atè que sentie um rio de porra envadindo meu rabo e eu rebolava como uma puta de zona na vara dele.quando acabou de gozar pedi pra nao tirar,meu cù tava em brasa , mas estava adoravelmente delicioso tudo aqui dentro de mim,nos beijavamos,ai ele me disse que precisava ir ao banheiro mijar,levei ele pela mão entrei no box do banheiro,me ajoelhei e pedi pra mijar em mim,ele não acreditou,coloquei o pau na boca pedi mijo,ele começeu no meu rosto,boca,corpo e eu lambendo tudo ate enfiar na boca e mamar ate a ultima gotinha,disse a ele que è assim que os animais marcam o territorio e agora eu era dele.começamos a tomar banho e mais uma vez ele me comeu em pè dessa vez ele encheu minha boquinha de muuuuuiiiiiiitttaaaa porra.ainda fiz o almoço pra ele e metemos mas uma vez.conversamos e disse que era casada e meu dono adorava me ver dando pra outros e se ele importaria de ir na minha casa, falou que tudo bem.ja eram 15:00hrs e voltei pra casa e meu marido estava preoculpado e falei tudo pra ele que ficou maluco e ja começou a lamber meu rabo todo arrombado e ainda tinha porra e ele lambeu tudo.falei que queria aquele macho pra mim e ele mandou eu levar a noite pra eles se conhecerem.foi o que fiz.essa noite foi tudo de bom.meu cù ja estava acostumado com aquele monstro de cacete.meu corno nao acreditou que eu aguentaria tudo.metemos por 10 dias 3 a 4 vezes por dia.ate que meu marido convidou meu macho a vir pra SP conosco. ele aceitou e vivemos por 2 anos e meio , mas ele foi pra cidade dele pra cuidar da mãe doente. hoje estou sò e a procura de uma pau enoooorrrrrmmmmeeeeee , de donos e donas pra me usarem como escrava submissaMoro em SP-Capital sozinha,25 aninhos,120cm de rabo,coxas grossas,lisa,seios pequenos,gulosa,safadinha,totalmente feninina,adepta a tudo sexualmente sem questionar as ordens.sò aceitarei quem real e nao curto virtual ok . vem me usar vem.
Meu MSN:raphaellacdzinhagulosa@hotmail.com
Bjs raphaella

 

Eu era crossdresser e não sabia





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Oi amigas, o que vou relatar apartir de agora é realidade, meu nome é PAULO (PAULINHA)
sou separado , 47 anos, tenho namorada e adoro mulheres,
sou branco, 1,70m, 80 kg, corpo atletico, pernas grossas e uma bunda deliciosa, meu cacete mede uns 17 cm.
Eu sempre fui um cara meio q perseguido por gay, mas eu nao suportava quando um deles se aproximava de mim,
o primeiro caso aconteceu em Tres corações - MG,eu tinha 24 anos, estava na escola de sargentos,
estava em frente ao cinema vendo os cartazes, qdo um homem
elegante, alto, branco, se aproximou e perguntou se eu topava assistir o filme com ele , que ele pagaria para mim,
pois eu era militar e ele adorava militares, confesso q fiquei com vergonha e sai rapido e fui embora.

Passado algum tempo, estou viajando de onibus de Pelotas para Porto alegre, ai eu ja estava com uns 30 anos,
sentei no banco bem da frente, ao lado sentou um rapaz, mais velho q eu, branco, alto, bonito, me cumprimentou,
eu retribui, e como nao sou muito de conversar, acabei dormindo, quando senti que algo estava encostanto em
minha perna, notei q era ele que estava passando os dedos sobre minha coxa, fingi que continuava dormindo,
pois confesso que estava gostando, como eu não demonstrei nenhuma reação, ele continuo, levou a pão até
a altura do ziper de minha calça e começou a bolinar no meu cacete, que logo ficou duro, eu fiquei com muita tesão,
ele gemia e eu tambem gemia, estava adorando a situação, que delícia, ele abriu meu ziper e pegou do meu pau e
continuou a bater uma punheta, eu adorei e logo gozei na mão dele, fiquei com a cueca toda esporrada, foi um gozo
maravilhoso, quando ele viu q gozei, levantou e foi sentar nos fundos do onibus, e eu fiquei ali abismado com a situação,
estranhei nao ter tomado nem uma atitude para q ele parasse.

A terceira vez, foi com um amigo meu, gay assumido, na real era amigo da minha esposa e passou a ser meu amigo,
um dia conversando, comecei a desconfiar q ele era gay, mas nada falei, um dia ele viajou conosco de ferias, mas foi
para um hotel, depois de deixar minha esposa em casa, fui leva-lo e falei a ele q achava q ele era gay e ele confirmou,
mas sei lá, eu continuei amigo dele, sem me preocupar com a sexualidade dele, varios dias após, ja de volta para
nossa cidade, ele nos convidou para comer uma pizza, minha esposa (ex agora) disse q estava cansada e que nao iria,
q era para irmos só nós, confesso q não estava muito a vontade com a situação, mas fui, jantamos e ele pagou toda
a conta, nao me deixou pagar, ai fui levar ele para casa, chegando em frente a casa dele, ele pegou da minha perna,
eu até gostei,mas tirei a mao dele e falei q eu nao gostava de gay, que só transava com mulher, ele estava confundindo
as coisas, ai ele me pediu desculpa e saiu do carro, depois me arrependi pois seria a oportunidade de comer um gay e
ainda amigo e ele nunca mais tentou, eu as vezes ligo para ele e fico com vontade de falar daquele dia,,,

Bom amigas, com o passar dos stempos, passei a pedir para minha mulher chupar meu cu e meter o dedo nele, coisa
que ela adorava, pois minha bunda como falei é muito linda, mas até ai era só isso que acontecia. Acabamos nos separando
e entao comecei a entrar em sytes de bate-papos e sempre aparecia homens querendo conversar comigo, e diziam q
adoravam militar e que gostariam de transar com um e falavam que usavam calcinha, entao um dia achei uma calcinha
q minha ex havia esquecido de levar e coloquei, no começo achei meio estranho, mas depois comecei a gostar e sentir
tesao no rabo com uma calcinha enfiada e com o passar do tempo passei a entrar em sites gays e descobri a existencia
de crossdresser, e agora tenho varios contatos e troco experiencias com eles, nesse momento q estou escrevendo
estou com uma calcinha de renda preta bem enfiada no rabo, fui ao banco com uma bermuda que ficava marcando a calcinha
e me teu o maior tesao, parecia que estavam vendo e confesso que queria q vissem.
Bom amigas, ainda sou virgem, tenho muita vontade de chupar um caralho e dar meu cuzinho e tambem ser chupado e
comer outra cd que nem eu, minha namorada nao sabe de nado disso, mas ela ja chupa meu cu, um dia eu deixei de proposito
e ela gostou e chupa todos os dias.
Como falei ainda sou virgem, mas ja comi o cu de um travesti e peguei do pau duro dele e beijei muito na boca, adorei, foi
o beijo mais gostoso q tive e me arrrependo de nao ter dado meu cu para ele.

Depois de um tempo, estava em casa e me deu um tesao de sair a rua e procurar um travesti para dar meu cu, pois nao
aguento mais a vontade de dar, realizar minha fanstasia. Parei o carro em uma esquina e ela entrou, perguntei se era só passiva
ou era ativa, ela falou q dependia de mim, mas que adoraria comer meu cu. Fomos para o apto dela, quando entramos ela
cheirou um pouco de cocaina, coisa q me deixou com medo e perdi o tesao na hora, mas pensei já que estou aqui, nao vou voltar
atrás, ela me convidou para ir ao quarto e perguntou oque eu queria primeiro, como estava nervoso e com medo, falei que
queria se comido primeiro, ela tirou a roupa ficou só de calcinha fio dental e sutia, ela era muito linda de corpo, entao mandou
eu ficar de quatro e pelado, fiquei de quatro na cama dela, ela pegou ky e passou no meu buraquinho, e eu com um misto de
medo e prazer rebolava minha bunda, entao ela enfiou o dedo e disse que nao era para me preocupar q nao iria doer, quando ela
tirou a calcinha vi que o cacete dela media uns 22 cm, fiquei arrepiado e com medo da dor, pensei azar, ela meteu uma camisinha
e tentou penetrar, senti uma dor horrivel no meu rabo e saltei, ela me disse calma amor, depois q entrar a cabecinha nao doi mais,
tentamos novamente e nao aguentei, mandei q parasse, ela entendeu, pois havia falado q era virgem, entao falou quer me comer e
disse q nao, q queria chupar seu cacete, meti na boca, mas quase vomitei por causa da camisinha e desisti, paguei a ela e fui embora,
arrependido de nao ter deixado ela meter no meu cu....

Com o passar do tempo, ainda virgem, eu acho, pq ela nao penetrou, so meteu um pouquinho e doeu e eu nao deixei mais entao
com o passar do tempo passsei a enfiar objetos no meu cu, coisa q faço até agora, ja meti vela, lapis, os dedos, cabo da escova,
sempre de calcinha fio dental enfiada, mas ainda vou realizar minha fantasia e desejo de estar com uma cd passiva e ativa, quero gozar
e dar prazer ao mesmo tempo, e tambem quero novamente um travesti para terminar o que comecei.
Espero q gostem, amigas, pq tudo isso é realidade de uma cd discreta e sempre escondida pois minha profissao impede de
que eu possa me mostrar, pois como falei sou militar.
se gostaram me escrevam. xhbpara@hotmail.com

 

 


Castigo de um CD amador - parte 3 - Ganhando um par de cornos

Bárbara conduziu o carro durante mais de uma hora. Eu seguia no banco traseiro totalmente despido, com os tomates pousados em cima de um saco de gelo e duas pedras de gelo enfiadas no cu para estancar o sangramento que os quatro africanos me tinham provocado nele, apenas com os olhos e os lábios pintados e as botas de cano alto que ela me calçara antes de sair de casa. Eu seguia excitadíssimo com a ideia de saber com quem minha esposa planeava encontrar-se a fim de me pôr os cornos e finalmente já perto da meia noite, Bárbara parou a viatura perto de um armazém fechado, onde tal como na obra onde eu fora enrabado, ela sabia encontrar-se um guarda nocturno negro. Minha esposa consentiu então que eu tirasse as pedrsa de gelo e me cobrisse com um seu casacão comprido, de cor negra e gola com pele de raposa, ordenando-me em tom firme:
- Agora ó paneleiro vais bater na porta do armazém e quando o guarda vier abri-la vais-lhe dizer que estás com a tua mulher, e como és um frouxo de piça mole que te esporras depressa demais não a consegues satisfazer como um homem deve satisfazer uma mulher, e ela anda por isso muito carente. Como ouviste dizer que ele tem um bacamarte portentoso e 10 filhos das três mulheres com quem vive, vais-lhe rogar o especial favor de me comer. Quero que te humilhes ao máximo quando lhe estiveres pedindo para me cobrir, nem que seja preciso mostrares-lhe a tua pilinha enfezada e os teus ovos de codorniz para o convenceres como és muito mal formado de material masculino e incapaz de te pores numa mulher. Se lhe pedires com jeito até pode ser que ele te conceda deixar-te assistir à nossa trepada para te ensinar como é.
Esta recompensa pareceu-me óptima, vê-la fodendo com outro depois de ter sido enrabado pareceu-me o máximo gozo para culminar aquela noite. Vesti então o casacão preto e dirigi-me à porta do armazém. De facto o colosso que ma abriu era imponente. Não teria mais de 40 anos, mas era robusto e alto, com mais de 1,90 e umas mãos enormes. A minha indumentária feminina surpreendeu-o mas não me tratou com escárnio como os seus conterrâneos poucas horas antes, apenas me perguntou o que queria dali àquela hora. Bárbara a poucos metros de distância espiava-me pelo pára-brisas pelo que procurei desempenhar o meu papel o melhor possível para ganhar o prémio prometido. Expliquei-lhe que ao contrário dele eu era muito mau na cama, não conseguia satisfazer uma mulher pois meus colhões esvaziavam o leitinho mal eu metia numa mulher. Além disso o meu caralho era muito mal desenvolvido, demasiado fininho para um caralho de homem, tão fininho que mais parecia um fósforo pelo que qualquer mulher mais rodada se recusava a apanhar com ele, de tal maneira mal o sentia roçando-lhe as bordas dos lábios. Minha mulher andava por isso muito desconsolada pelo que eu gostaria de a ver sendo servida por um garanhão como ele, com força na verga suficiente para encher por 10 vezes a barriga de três mulheres, coisa que a minha nunca o conseguiria fazer. O homem parecia divertido com a minha história e o pau grosso como um bastão ia-lhe crescendo nas calças mas não parecia acreditar na minha conversa.
- Eu sei – disse-me – o que são caralhos de brancos. E nem de perto nem de longe se podem comparar com os nossos, mas nunca ouvi falar de nenhum branco que o tivesse tão pequeno que não conseguisse satisfazer mulher alguma. Mas se isso é verdade então a sua esposa se não anda a pular a cerca que era o que as minhas mulheres fariam se eu não as satisfizesse, deve trazer a cona tão fechadinha como a de uma virgem, e assim sendo não a aconselhava a provar do meu pois a iria deixar bem rebentada. Ou então como me parece mais certo a sua esposa é mas é um camafeu que nem o marido gosta de a montar.
Bárbara é um tesão embora pequenina e eu fiz-lhe sinal para sair do carro a fim de que o guarda pudesse comprovar como era apetitosa, o que de facto ele comprovou dizendo-me que se eu não tinha tesão suficiente para uma mulher daquelas então nada ma faria pôr de pé. Bárbara confirmou a minha pouca aptidão para foder e o tamanho reduzidíssimo dos meus genitais. E para que não restassem duvidas ela própria me estipulou que abrisse o casacão e os mostrasse ao africano avantajado que ficou pasmado vendo aquelas coisas tão minguadas e arroxeadas do gelo.
- Chica! – exclamou – já vi alguma pirocas brancas e sempre as achei pequenas, mas nunca vi nem nunca verei quero crer, nenhuma outra como essa. Não admira que sua mulher ande desconsolada e ande sonhando com pirocas mais preenchidas. Eu se tivesse uma assim teria vergonha de me pôr em mulher alguma.
Bárbara confirmou tudo o que ele dissera e ainda acrescentou que em sua opinião eu não passava de um paneleiro que acabara de apanhar no cu de quatro matulões, e gostando de me vestir com as suas roupas íntimas maquiado como uma puta. Acrescentou que sendo eu um esporrador precoce gostaria que me comesse à sua frente para lhe mostrar como se comporta um verdadeiro macho em cima de uma mulher. Minha esposa falava como uma mulher da rua e tanto eu como o negro achávamos aquilo fascinante. O caralho dele balouçava nas calças e o meu apesar de enregelado começava dando sinais de vida. Lia na cara dele que sendo aquilo tudo verdade eu era o marido apropriado para levar nessa noite com uma parelha de chifres, mas estava algo desconfiado. Nós éramos dois, ele estava sozinho embora fosse um Hércules, sabia lá se aquilo não era um pretexto para nos introduzirmos no armazém e o roubarmos. Minha mulher sossegou-o:
- Um homem com aspecto tão másculo capaz de assegurar tanta descendência não tem decerto medo de uma esposa mal fodida e de um maridinho panasca e corno. Mas para o tranquilizar mais amarrámos o meu marido e ele não o poderá molestar.
O homem tranquilizado mandou-nos entrar certificando-se que não havia mais ninguém na rua, e Bárbara tirando da carteira um conjunto de cordas que agora nunca se separa, mandou-me pôr de joelhos e esticando-me os braços para trás amarrou-mos aos tornozelos. Depois mandou-me inclinar a cabeça na mesma direcção e passando-me uma corda em torno do pescoço amarrou-ma igualmente aos tornozelos. Assim imobilizado Bárbara passou ao assunto que a levava ali e comentando que pela silhueta do fecho das calças não duvidava que ele tivesse um martelo de grande envergadura pediu-lhe que baixasse as calças e lho mostrasse para ela começar por deliciar sua vista em tal coisa, o que o negro fez prontamente gabando muito seu dote, que de facto agora que o víamos, não desmerecia em nada as palavras. Deveria ter bem perto de 30 cms. de comprimento e era bojudo como nunca vi, circuncidado na ponta e com aspecto tão robusto que me admirei como conseguia ele andar direito com tal peso suspenso. Bárbara exprimiu satisfação por aqueles abonados orgãos de macho.
- Isso sim! – comentou – Isso é um verdadeiro cajado de macho. Não admira que um homem assim tão preenchido viva com três mulheres e ainda tenha tesão para uma quarta.
Sem tirar a saia mas despindo os seios roliços e muito bem feitos, ajoelhou-se perante ele e fez-lhe aquilo que eu tantas vezes lhe pedi para me fazer mas ela sempre se recusou dizendo-me meter-lhe nojo: numa posição de puta submissa chupou os tomates e o pau do negro sorvendo-os como uma guloseima ao mesmo tempo que o punheteava deleitando-se em receber-lhe o sumo branco que ele ia soltando.
- Aproveita branquinha gostosa – dizia-lhe o negro batendo-lhe com a piroca na face sempre que ela engasgada fazia um intervalo na mamada- Aproveita que não levas com um cacete destes todos os dias.
Meu piçalho apresentava agora seu tesão que mesmo assim era 1/3 do dele e o negro aproveitou para comentar que pelos vistos eu tinha mais tesão vendo minha esposa consolando outro do que quando me queria consolar ela a mim. Para demonstrar ainda mais sua superioridade sobre mim passou a agarrá-la pelos cabelos fodendo-lhe a boca demoradamente e insultando-a de brochista. Apesar de alguma violência na sua atitude eu podia bem ver como Bárbara estava gostando de ser dominada pois de vez em quando quando ele tirava a pila da boca dela para a deixar respirar e era a própria Bárbara quem lha conduzia e às bolas para o vale das sua mamas e as apertava com força para melhor sentir aquela massa de carne compacta, dizendo-lhe que aquele era o melhor caralho que sua boca já petiscara e o seu leite o melhor do mundo. Eu estava pingando.
- O esporra barato ainda vai sujar o chão – observou o negro.
- Vamos tratar de evitar que isso aconteça com um cinto de castidade improvisado – retorquiu-lhe minha esposa.
Como meu pauzinho estava todo no ar Bárbara veio ter comigo e pressionando-mo com as mãos para baixo deixou-o apontando para o chão. Com outra corda deu-lhe depois um nó na ponta e estendeu esta de modo a atar a outra ponta também nos tornozelos. O negro pareceu gostar de me ver com o genital atado e impossibilitado de demonstrar sua erecção pois o seu bastão subiu ainda mais e ele disse a Bárbara que era chegado o momento de lhe dar a provar na sua rachinha aquele membro que tanto lhe consolara a boca e as mamas. Advertiu-a que lhe iria fazer doer já que a rata dela tinha pouco uso, não era pelos vistos como a das mulheres dele que todas as manhãs apanhavam nelas quando ele regressava a casa do trabalho, mas Bárbara respondeu-lhe não se importar com isso já que desde há muito andava ela com vontade de ser arreganhada. O guarda do armazém conduziu-a então para cima de uma mesa larga onde a deitou, tirando-lhe só agora a saia e a calcinha. Mirou-lhe a racha do meio das pernas, adivinho que com ar guloso.
- Oh, que pétala em flor tens tu aqui, branquinha esfomeada. E que lábios tão inchados ( tocou-lhe com as mãos fazendo-a gemer e contorcer-se de prazer). E que boquinha rosada tão fechada no meio deles. Quem me dera que a cona das minhas mulheres estivesse ainda assim. Agora sim acredito em ti, poucas vezes levastes com um caralho de macho por ela dentro.
Dizendo-lhe então que ela fora muito boa para ele chupando-lhe o pau ele queria retribuir agora lambendo-lhe o grelinho para não a fazer doer tanto quando lho metesse. Levantando-lhe as pernas para o alto e prendendo-as com as mãos mergulhou o rosto no meio delas e devia ter bastante jeito para o minete pois não tardou muito que eu sentisse Bárbara vir-se.
- És bom em tudo – disse-lhe Bárbara quando ele se levantou sugando-lhe os sucos do prazer – não és como o pila mole que está ali amarrado que nem com a boca sabe foder. Mas só a tua língua não me basta, quero sentir o teu canhão abrindo-me toda que já há muito tempo não sei o que isso é.
- Fica descansada – volveu-lhe o homem – não tarda estás a senti-lo por ti acima pois vou-to enterrar até aos colhões..
Levantou-lhe as pernas ao alto, cuspiu no pau dizendo-lhe que Bárbara tinha a cona virgem para um pau daquelas dimensões e esfregou-lho nos lábios. Minha mulher gulosamente friccionou suas coxas dizendo-lhe como era bom sentir a cabeça daquele membro beijando-lhe a entrada da rata, mas quando ele lho começou a meter Bárbara soltou um grito que o fez tirar fora.
- És mesmo apertadinha – voltou a esfregar a cabeça da pila na rata dela masturbando-a agora com o dedo durante algum tempo para a deixar mais relaxada até a sentir novamente humedecida. Só então voltou a meter um bocadinho mas mais uma vez teve de parar pois Bárbara não aguentava. Repetiu mais duas ou três vezes a operação até finalmente a cona de minha mulher conseguir engoli-la toda. Eu confesso que após a enrabadela que ela me fizera sofrer naquela noite e graças à qual ficara com o cu a sangrar estava satisfeito por ver como também para ela aquela penetração estava sendo dolorosa. Mesmo depois de a ter toda lá dentro, e apesar de se ter entregue toda, de as mãos do negro lhe percorrerem o corpo e de os seus lábios lhe morderem as orelhas como ela tanto aprecia e dos beijos na boca que lhe ia dando, Bárbara não parou de gemer algo que nunca aconteceu quando era eu quem a montava. O negro deu-lhe durante bastante tempo. Eu não perdia pitada daquela cena e se não tivesse a pila amarrada para baixo esta apresentar-se-ia totalmente erecta.
- Vê como se satisfaz uma mulher, corno – dizia-me ele metendo e tirando o dardo enquanto as pernas de minha mulher se lhe entrelaçavam por detrás do pescoço – é preciso ter-se uma piça e colhões de homem para se conseguir satisfazer uma mulher como eu satisfaço, e não umas coisinhas miudinhas como tu.
Bárbara entre gemidos e quase a vir-se concordava com ele, afirmando que as mulheres dele eram bem mais felizes do que ela pois se podiam satisfazer numa vara assim e que paneleiros como eu deviam ser castrados para só poderem foder com o cu.
- Já que gostas tanto da minha vara, branquinha apertadinha – disse-lhe – vou-ta dar a provar noutra posição.
Virou-a de costas na mesa e por trás fez-lhe novo minete. Ainda pensei que lhe fosse ao cu e exultei com a ideia, ver Bárbara sendo enrabada tal como eu fora seria o máximo, mas o tipo não se atreveu a tal ou talvez não gostasse de comer cu, embora a sua língua se lhe tivesse passeado no olhinho traseiro dela. Minha mulher parecia ter esquecido a dor pois lhe pedia com voz lânguida que lhe voltasse a meter o que ele fez sem presas. Quem me dera conseguir aguentar-me tanto tempo como ele e poder saber como é uma mulher a vir-se com a minha pila dentro dela, como Bárbara se estava vindo agora mais uma vez antes de levar com a esporra dele.
- Nada como um caralho africano para dar prazer a uma esposa tão necessitada – gabou-se o guarda do armazém. Mas Bárbara queria mais. Dizendo que quem durante os últimos tempos tivera uma vida sexual tão pobre só duas fodas não lhe bastavam desafiou-o a pô-la de pé uma terceira vez.
- Um caralho tão grande como o teu de certeza que é capaz de tal desafio – provocou-o – as tuas três mulheres afinal têm mais oportunidades do que eu de o provarem noutras alturas pelo que hoje bem podem prescindir da sua foda matinal em meu proveito.
O sujeito retorquiu-lhe que pô-la em pé só dependia do esforço dela.
- Três fodas dou eu todas as manhãs. Só preciso é que no intervalo de cada uma delas me façam uma boa chupadela como aquela que me fizeste há pouco.
Bárbara entendeu a mensagem e fez-lhe novo broche na piroca melada. Mas desta vez o piçudo negro deitou-se por cima com o nariz enterrado entre as pernas dela, entretendo-se ambos num delicioso 69 que me fez crescer água na boca. Bárbara parecia mesmo uma puta, quem me dera que ela fosse assim puta comigo e que eu durante o acto me conseguisse comportar como o guarda do armazém para merecer que ela fosse assim puta comigo. O caralho do negro depois da monumental esporradela que acabara de lhe dar estava murcho quando minha esposa o meteu à boca mas à medida que o 69 ia continuando não tardou a engrossar pois eu bem via que Bárbara abria bem a boca para o poder receber.
. Quero que me fodas outra vez – pediu-lhe sentindo-o no ponto de rebuçado. – Se me deres outra foda prometo que não te peço mais nada.
O negro sentindo-se operacional apressou-se a fazer-lhe a vontade. Sentou-se na borda da mesa e colocando-a no seu colo deu-lhe mais duas trepadas com Bárbara por cima dele. Primeiro sentou-a sobre as suas coxas com as costas encostadas na barriga dele, e depois ao contrário, de frente para ele, barriga com barriga. E como Bárbara pulava à medida que ele a ia cavalgando com força, parecia que aquele pau enorme agora já não a fazia doer, antes a satisfazia inteiramente. Mas desta vez Bárbara não quis que ele se viesse dentro dela. Dizendo-lhe querer sentir um banho de esperma pediu-lhe que a tirasse fora e que se esporrasse sobre ela apontando-lhe a pila para a cara e as mamas de modo a deixá-las bem cobertas com o leite dele o que ele fez. Que inveja me provocou a quantidade de esperma que ele parecia nunca mais acabar de ejacular e que Bárbara tratou de espalhar ao longo do corpo com as mãos.
- Oh sim – voltou a exclamar – isto é leite de macho, o paneleiro do meu marido não tem colhões capazes de produzirem assim tanto leite. Aprendeste como se come uma mulher, panasca? Lambe-me toda, pode ser que te faça nascer alguma nos teus tomatinhos, embora eu duvide.
Desamarrou-me os tornozelos e eu lambi a langonha salgada e ainda morna que o outro lhe depositara até a deixar limpinha. Pude ver que a acção da minha língua nos seus mamilos e na racha lhe deu prazer e percebi que dali para a frente seria esse o único favor sexual que iria obter dela. Não me importei pois percebi igualmente que pelo menos assim eu ia poder continuar a punhetear-me vestido com as roupas interiores dela que me davam tanto tesão.
- Se o teu marido continuar a não dar conta do recado, branquinha – disse-lhe o negro quando se despediram com muitos beijos na boca – podes voltar cá as vezes que quiseres que dou-te outro tratamento igual. Pode ser que com o tempo ele aprenda a ser homem embora não o creia pois estas coisas ou nascem no berço, ou simplesmente não. Bárbara também era da mesma opinião.
- Fica descansado – retorquiu-lhe – Mulher alguma que prove do teu cacete sente mais vontade de provar do dele. E eu fiquei a apreciá-lo tanto que se quiseres continuar encornando tuas mulheres como eu quero continuar a encornar este punheteiro transformista, terei todo o gosto em continuar a cá vir.
Oh, como minha pila minúscula subiu ouvindo aquilo. Sinceramente começou a parecer-me bem melhor ver minha mulher pôr-me os cornos com um homem tão abonado, do que fodê-la eu próprio. De facto ou se nasce ou não. Naquela noite aprendi que eu nascera para tocar punheta, apanhar no cu e ser corno. Abençoado Destino!

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 2

Passei os três ou quatro dias seguintes a minha esposa Bárbara me ter agarrado vestido com as roupas intimas dela, deitado completamente nu de mãos atadas e com uma enorme barra de gelo, que ela ia substituindo à medida que a barra ia definhando, enfiada entre as pernas de modo a ficar com os tomates e a pila bem gelados e ainda mais reduzidos de tamanho do que o costume. No quarto dia Bárbara desatou-me, analisou-me os órgãos pendentes confirmando que eles estavam bem mirradinhos e roxos.
- Assim – disse-me – ficas mais parecido com uma fêmea como pelos vistos gostava de ser. Não é que tenhas pila e tomates de homem, nem que saibas foder como um, mas agora com essa coisinha tão encolhida até parece que nem a tens, tão invisível ela está. Estás mesmo no ponto certo para te fazer proporcionar uma experiencia de fêmea quando está dando para um macho.
Vestiu-me com uma calcinha fio dental de cor rosa e um sutiã da mesma cor dizendo-me que aquela era uma cor bem feminina, colocou-me um corpete branco bem apertado nas ancas, pintou meus lábios e olhos, colocou-me uma carteira vermelha a tiracolo e umas botas de cano alto pretas, meteu-me no carro e conduziu-me assim vestido sem me dizer para onde me levava depois de me ter filmado naqueles preparos, dizendo-me apenas que me iria apresentar a um grupo de homens sem mulher há muito tempo, cansados muito provavelmente de tocar punheta ou de irem ao cu uns aos outros, e para os quais o rabinho de uma puta desnudada como eu deveria ser uma bênção.
Ao fim de mais de meia hora de viagem Bárbara parou o carro perto de uma obra em construção, onde segundo me afirmou num barracão anexo pernoitava um grupo de quatro africanos que nela trabalhavam.
- Vais ter uns bons pares de caralhos a recepcionarem o teu cu, paneleiro – avisou-me com ar de satisfação – e se é verdade o que dizem do caralho dos africanos, algo que eu também ainda hoje vou saber, vais ficar com ele bem arrombado.
Era noite e naquele local não se via ninguém. Bárbara mandando-me então caminhar pelo passeio abaixo ordenando-me que batesse na porta do barracão e fosse lá pedir um cigarro. Tentei objectar, preferia continuar com os colhões sentados na barra de gelo e ser enrabado com o cabo da vassoura do que provar com a pila dos africanos no cu mas a ameaça de revelar a todos o filme onde eu estava tocando punheta vestido de mulher acabou por me decidir a obedecer-lhe. Com o coração batendo mais forte e a respiração entrecortada lá bati na porta. Quem ma abriu foi um negro encorpado de cabelo muito curto que se riu bastante vendo-me em tal figura, e ainda mais se riu quando lhe perguntei se por favor não tinha um cigarro que me pudesse dar.
- Olhem para este, malta – exclamou voltando-se para o interior do barracão onde se achavam mais três, todos igualmente negros e de aspecto físico semelhante ao primeiro – ou se calhar seria melhor dizer para esta, já que pela maneira como vens vestido só podes ser uma florzinha. Ó filha se calhar não é de um cigarro que andas à procura mas antes de um bom charuto. E se assim for vieste bater à porta certa que um charuto é o que cada um de nós tem para te oferecer, e que já há muito tempo não é usado numa racha como a que tu tens, não é assim rapazes?
Os outros vieram ver rodeando-me para não me deixarem escapar.
- Olha o paneleiro – disse um deles – para vir assim vestido deve estar cheio de calor. Pois podes ficar descansado que já to vamos tirar todo.
Outro ainda comentou ser pena eu não ser uma mulher de verdade pois assim teria mais de uma racha com que os pudesse fazer divertir-se ainda mais, mas os colegas fizeram-lhe ver que para quem estava em jejum há muito tempo ter o cu de uma bichona à sua disposição já não era nada mau, e depois de me empurrarem para dentro do barracão amarraram-me com as mãos atrás das costas. Como eles eram mais fortes e em maior nº nem tentei reagir, mas de facto eu nem o queria fazer já que a perspectiva de ter o meu olhinho violado por aqueles quatro portentosos machos estava-me deixando bastante entesado, tão entesado como quando vestia as calcinhas da minha mulher e me masturbava com elas. Eu agora estava começando a imaginar o prazer que uma mulher sente sendo subjugada por um macho de pau grande e o meu caralhito começou a insuflar por baixo da calcinha cor de rosa. Os quatro voltaram a gozar-me.
- O tipo é mesmo paneleiro. Olhem como ele fica de pau feito só de imaginar que lhe vamos ao cu. E tem uma boquinha bonita assim com o batôn. Fica descansada ó borboleta que não vai ser só o teu cu a provar os nossos sarrafos, a tua boquinha também vai ter de os chupar bem chupadinhos se quiseres sair inteira daqui.
O sutiã e a calcinha foram-me então arrancados e quando os quatro matulões me viram a pilinha desataram a humilhar-me.
- Não admira que sejas bicha. Com a piça que tens decerto que não podes fazer mais nada a não ser foder com a boca e com o cu. Ora diz lá se os nossos não são uns caralhos muito mais dignos de machos do que o teu? E diz-nos lá se não gostas de uns caralhos como os nossos?
E tirando os seus caralhos da abertura das calças exibiram-nos perante mim, batendo-me com eles na cara e na cabeça. Eram caralhos enormes, todos com mais de um quarto de metro, e grossíssimos, eu nem podia imaginar que existissem caralhos assim tão grandes e grossos. Como não lhes respondesse um deles pregou-me duas sonoras bofetadas na face, agarrou-me pelos cabelos arrancando-me alguns e repetindo-me a pergunta. Respondi então que sim, que gostava dos caralhos deles mas que por favor me deixassem ir embora e não me violassem pois eu não era paneleiro, aquilo fora uma brincadeira mas eu tinha o cu virgem de caralho e queria continuar a tê-lo.
- Ai é uma brincadeira? – perguntou-me um – Pois vais ver o que é brincares de puta com homens de colhões pretos que já não vêm a boceta de uma mulher à uma data de meses.
Mandando-me colocar de joelhos e abrir a boca, à vez foram metendo seus bacamartes nela aconselhando-me a que nem pensasse em trincá-los. O negro que me abrira a porta foi o primeiro a servir-se da minha boca enfiando nela seu pauzão enorme e com bastante cheiro a mijo, obrigando-me a que eu de língua de fora lhe fosse lambendo os balões enquanto ele me fodia a boca. De vez em quando vinha outro e metia nela também e eu tinha de chupar dois paus ao mesmo tempo o que quase me sufocava, em especial quando me agarravam pelos cabelos e me comprimiam meu rosto contra a sua região abdominal tentando meter-me os cacetes gigantescos pela garganta abaixo o que eu mesmo abrindo ao máximo a boca não conseguia fazer. Ou quando me apertavam o nariz por pura malvadez e quase me faziam sufocar. Quase desloquei meu maxilar quando um deles me obrigou a abocanar-lhe os tomates e o cacete ao mesmo tempo, mas eles estavam gostando do meu broche pois reviravam os olhos de prazer dizendo que já há muito suas piças, que estavam pingando profusamente, não se satisfaziam tão gostosamente assim.
- É mesmo bom que chupes como deve ser, paneleiro. Estás vendo como elas são grossas e não vais ter outro lubrificante – avisaram-me. Eu confesso que fiquei satisfeito ouvindo-os gabar meu jeito para a mamada e adoraria ter as mãos livres para poder tocar uma punheta. Contudo apesar do meu desempenho com a boca e a língua havia quem estivesse com pressa de me meter. Como eu estava de joelhos mamando-lhes nas varas, mandaram-me esticar minhas costas para a frente e dois deles passaram a analisar-me o olho do cu, metendo nele os seus dedos grossos dando-lhe palmadas com as suas mãos fortes e cuspindo-lhe no buraco.
- Afinal o paneleiro- comentou um – ainda tem o olho do cu bem fechadinho. O rabeta deve andar com fogo no cagueiro e veio aqui para lhe tirarmos as pregas do cu. Vai saber bem comer um cuzinho assim apertadinho.
Um deles tinha o lábio rachado e foi esse o primeiro a enrabar-me. Deitando-me as manápulas ao pescoço para não me deixar erguer encostou a ponta do caralho bem junto à entrada do meu rego esfregando-o longamente e deixando-me a entrada melada. De vez em quando forçava um pouco a entrada da chapeleta tentando alargar o buraco, e mesmo sem meter o pau fazia-me gemer de dor. Dois deles voltaram a agarrar-me pelos cabelos mandando-me continuar a mamar neles sem barulho. Eu pedira um cigarro e estava levando quatro charutões pelo que segundo eles não tinha do que me queixar. O do lábio rachado abriu-me então as bordas do cu com as mãos libertando-as do pescoço e meteu nele a sua tora avantajada deixando-me o rabo todo a arder. Infelizmente os dois caralhos que eu tinha na boca impediam-me de gritar até porque eles quando sentiram que o parceiro tinha-a enterrada em mim até aos colhões voltaram a forçar a entrada na minha garganta. Eu engasgava-me todo.
- Não querias dar o cu, panasca? – perguntou o do lábio rachado – Pois então dá-o como um verdadeiro paneleiro o deve dar e rebola-te todo na minha piça.
Fiz o meu melhor e à medida que me ia rebolando nele, sentindo-lhe a vara entrar e sair do meu cu ao mesmo tempo que seus tomates rugosos e suados me batiam na pele suave das nádegas, comecei ganhando entusiasmo por aquela enrabadela e por aquele macho que me fazia sentir todo seu, algo que eu nunca sentira quando fazia apressadamente amor com Bárbara, e agora o meu piçante apesar de quase congelado nos dias anteriores apresentava-se na sua máxima dimensão.
- Olhem a piça dele também se põe de pé como a dos homens – ouvi-os dizer – Nós bem sabíamos que uma bichinha com fome de pau ia gostar muito de apanhar no cu de quatro machos negros bem servidos.
O do lábio rachado parecia estar apreciando igualmente muito meu cuzinho que acabara de inaugurar e os outros também tinham pressa em prová-lo. Um deles comentou que já esperara de mais pelo momento de me comer e dizendo que onde cabe um caralho cabem dois deitou-se por baixo das minhas pernas de pau ao alto exigindo que me sentasse sobre ele sem tirar a outra fora. Horrorizado tentei negar-lhe tal desejo mas logo os outros dois pressionando-me os ombros me obrigaram a baixar-me sobre ele e a enfiá-lo por mim acima. A dor foi horrível, imagino que seja a dor que alguém sente sendo empalado vivo num pau afiado e duro, senti um fio de sangue deslizar por mim baixo, o meu caralho murchou, mas nem assim os dois safados pararam. Chamando-me donzela de cu mimoso redobraram suas estocadas, eu agora tinha de me rebolar no pau do lábio rachado e cavalgar no sarrafo do outro que me empalava ao mesmo tempo que continuava mamando no cacete dos outros dois. Mas quando novamente aquele par de paus me começou a bater na próstata a minha coisinha esporradora precoce voltou a subir e fazendo-me sentir grato por aquele castigo que Bárbara preparara para mim.
- Uma punheta – supliquei – quero muito tocar uma punheta.
Não mo consentiram embora o que estava por baixo de mim me tenha agarrado nos colhões, ora massajando-os ternamente ora torcendo-os com ferocidade dizendo que um paneleiro capaz de apanhar no cu com duas varas ao mesmo tempo não precisava daqueles apêndices masculinos para nada. Foi este o primeiro a vir-se copiosamente embora a tenha tirado fora antes disso dizendo que com as doença novas que existem ele nunca arriscava a vir-se dentro de putas como eu. Suspirei de alivio pois apesar do gozo que aquela violação dupla me dava a dor era também imensa, mas eles não me deram tempo de descansar. Mal o outro se retirou esporrando sobre a minha barriga, logo o que me abrira a porta e parecia ser o mais velho lhe tomou o lugar. Apesar do seu caralho gigantesco e de o do lábio rachado ainda estar dentro de mim não senti tanta dor quando me penetrou e compreendi que o meu olho estava já suficientemente lubrificado e aberto para acusar o ataque com a mesma intensidade que sentira momentos antes. Mas mesmo assim o sangue voltara a escorrer-me com mais intensidade, prova evidente que eu não estava sendo tratado com meiguice. Nem mesmo Bárbara nos quatro dias anteriores me tratara com tanta violência.
- O panasca era mesmo virgem – riram-se – é de maneira que não se vai esquecer desta noite.
Podem crer que não. Os dois vieram-se quase ao mesmo tempo e tiveram a mesma precaução do primeiro o que muito lhes agradeço, mas não ejacularam sobre minha barriga. Tirando os respectivos cacetes fora, pediram licença ao colega que me estava fodendo a boca, ocuparam-lhe o lugar e punheteando-se com gosto despejaram dentro dela. E que peganhosa e quente era sua esporra, muito mais viscosa e espessa que a minha, parecia que se me colava à saliva da língua e custava a cuspi-la. A minha era muito mais aguada e morna, aquela sim tinha a certeza de ser o gosto de uma verdadeira esporra de macho.
O último que restava preparou-se então para me ir ao cu. Agarrando-me pelos cabelos, arrastou-me até um catre onde provavelmente costumava dormir, apoiou minha barriga em cima da coberta, colocou-me de rabo empinado e dando-me palmadas nas nádegas, enfardou-me por trás. Depois ele próprio agarrando-me pelos quadris começou a conduzir meus movimentos, metendo e tirando o pau com bastante jeito. Já nem precisava que me mandassem, eu próprio, ou talvez fosse melhor dizer eu própria pois estava gostosamente me sentindo muito uma fêmea bem putinha, me rebolava toda dengosa naquele pau, procurando sempre senti-lo cada vez maior arregaçando meu cuzinho. Os três que já me tinham comido e se entretinham assistindo e manuseando seus paus, estavam de novo começando a entusiasmar-se e vieram sentar-se na beira do catre. Meu tronco deixou de estar apoiado no cobertor e foi sendo conduzido para o regaço dos negros, agora num, agora noutro, e depois noutro, e obrigando-me de novo a chupar-lhes os talos e os ovos até os deixar outra vez em ponto de rebuçado. Resultado: quando o que me comia o cu se veio esporrando-se agora sobre o meu rabo, os outros três exigiram de novo possuírem-me. Tive de sofrer assim uma nova rodada geral que me deixou completamente esfrangalhado e a cagar-me por todos os lados o que os fez rir muito. Minha pilinha estava outra vez mirrada e em ponto morto pois eu me viera com as massagens que as suas cabeçorras me tinham dado na próstata mas sem que tivesse sentido meu leitinho sair.
- O cu de um paneleiro como tu quando se caga é porque está satisfeito – disseram -. Diz lá se as charutadas que levaste nele não valeram bem mais que o cigarro que não te chegámos a dar?
Pedi-lhes que estando eles já satisfeitos me deixassem agora ir em paz que eu não contaria a ninguém. Eles confirmando que de facto a minha aparição lhe fizera quebrar um longo jejum de outra forma de sexo que não fosse a punheta, desamarraram-me e mandaram-me então embora.
- Quando voltares a sentir o mesmo formigueiro no rabo que estavas sentindo quando bateste à porta, já sabes onde encontrar dois pares de caralhos de pau preto prontos a encher-te esse cuzinho de bom grado. Mas vais deixar aqui a calcinha e o sutiã, bichona. Não é todas as noites que nos aparece uma puta assim disponível como tu e até que venha outra eles sempre são um bom consolo para as punhetas que nos vemos obrigados a tocar no dia a dia.
- E indo tu toda nua – acrescentou outro – quem sabe se não encontras outro grupo tão necessitado como nós e ainda não fazes mais alguém feliz esta noite?
Isso era o que eu não queria nada. Felizmente Bárbara estava perto, ficara combinado ir ter com ela no final, por isso achei melhor não discutir e pirei-me todo nu. Quando cheguei ao carro e minha esposa me viu chegar com as pernas todas abertas, fedendo a esporrra a suor e a mijo de macho, pingando porra por mim abaixo e o olho do cu vertendo sangue comentou:
- Pela demora já vi que a festa foi em cheio. E pelo estado do teu olho do cu e da tua pila também. Agora que já sabes o que um verdadeiro caralho de homem faz a um paneleiro como tu, vais assistir ao que ele pode fazer a uma mulher carente como eu e que o teu com a pressa que tem em cuspir o leite não consegue. Vamos que a nossa noite ainda não acabou. Paneleiros casados como tu que gostam de se vestir de mulheres merecem ser cornos e é isso que vou agora fazer de ti.
De uma mala térmica tirou uma saca com cubos de gelo, mandou-me enfiar dois no cu para estancar o sangue e colocar os restantes sobre a pila e os tomates para os fazer diminuir ainda mais e arrancou. Eu estava em pulgas para saber como Bárbara me iria pôr os cornos e estava agora encantadíssimo por ela me estar castigando pela minha fantasia cd.

 

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 1

Eu nunca tive jeito para foder. Minha pila é muito pequena e como a minha experiencia nesta matéria é escassa uma vez, que antes de me casar apenas fodera com putas que me procuravam despachar o mais depressa possível, esporro-me ao fim de poucos minutos após a ter metido, muito menos minutos do que o tempo que uma mulher leva a atingir o orgasmo. Por isso, e mesmo sabendo que a moça com quem namorava, Bárbara, não era virgem nunca a tentei comer antes do casamento, nem mesmo depois de lhe ter pedido a mão, com medo que ela conhecendo o meu problema me rejeitasse. Não admira por isso que a lua de mel e os meses subsequentes ao nosso matrimónio tenham sido um Inferno, com Bárbara acusando-me de ser um egoísta incapaz de lhe proporcionar prazer, e não saber para que servia um marido como eu que além de ter um pilau tão diminuído nem sequer o sabia usar convenientemente com uma mulher. Cheguei a pensar propor-lhe arranjar um amante pois me sentia incapaz de viver sem ela, e só não o fiz por temer a sua reacção embora saiba hoje que ela não se importaria nada com tal proposta.
Bárbara é uma mulher lindíssima embora baixinha, e gosta de se vestir provocantemente, sempre de mini - saia exibindo suas pernas torneadas e botas de cano alto pretas ou vermelhas, o que lhe dá um ar algo de puta mas me deixa extremamente excitado. Para além disso minha esposa sempre curtiu muito usar lingerie sexy, calcinha fio dental, cuequinhas rendadas que deixam entrever seus pentelhos castanhos sempre bem aparadinhos, meias a ¾ ou de perna inteira com ligas, sutiãs cai - cai que lhe revelam por inteiro as mamas formosas e as mantêm empinadas. Logo nos nossos primeiros tempos de casados comecei a perceber que ficava de pau duro só de a ver em lingerie, muito mais duro do que quando a via nua. Tão duro e excitado me deixava tal visão que muitas vezes me esporrava todo só de a ver em trajes íntimos, antes mesmo de lho meter o que me valia logo ser por ela taxado de ejaculador precoce e pila frouxa cujo órgão para além de mijar não servia para mais nada. Apesar da vergonha que sentia adorava ouvir aquilo e até confesso que não me importava nada de me vir rapidamente só para a ouvir insultando-me furiosa pela trepada que ela não chegara a gozar. Mas também constatei que para me entesar e alcançar o orgasmo nem precisava de a ver vestida com tais peças, comecei a perceber que para obter o mesmo efeito bastava ver-lhe as calcinhas e os sutiãs dentro dos gavetões e tocar-lhes com as mãos ou esfregando-os no meu corpo. Comecei então sempre que Bárbara não estava em casa a usá-los para me masturbar e aquelas foram sem dúvida as punhetas que melhor me souberam na vida, muito melhor me sabiam do que quando metia nela, ou quando em solteiro ia às putas. E um novo apetite despertou em mim: vestir as suas roupas interiores, fazer de mulher e masturbar-me com elas postas. Todo nu frente ao espelho do guarda fatos do nosso quarto colocava um dos seus sutiãs, alguma das cuequinhas rendadas ou das calcinhas fio dental, vestia uma das cintas que ela usava ao redor da barriga para prender as suas ligas, e ficava tacteando meus colhões e meu pilau com uma das mãos enquanto fazia deslizar a outra por sobre o sutiã, imaginando ter um par de mamas e as estar apalpando até me vir. Por vezes não tinha tempo de tirar a pila para fora da calcinha e molhava-a com o meu gozo o que me obrigava a remover as manchas de esperma lavando-as e secando-as rapidamente para que Bárbara não se apercebesse. Pensava eu que com sucesso, até um dia… Um dia estando eu só em casa, corri ao guarda vestidos dela e produzi-me com os seus adereços íntimos. Sutiã cai-cai bem decotado, vermelho vivo, calcinha vermelha transparente na frente e com folhos na cintura, meias de licra cor de carne à altura das pernas, presas a uma cinta preta. Não calcei as suas botas pois não me serviam mas como achei que Bárbara ainda iria demorar pintei os olhos e os lábios, fiz mesmo o contorno dos olhos com o crayon e coloquei rouge  nas faces. Apenas não me atrevi a usar o seu verniz das unhas pois a sua remoção é demorada e o cheiro da acetona poder-me-ia trair. Quando conclui minha maquilhagem não pude deixar de apreciar o meu trabalho no espelho e fiquei satisfeito com a minha obra. Eu estava ou pelo menos sentia-me, uma verdadeira puta e o meu pilau minúsculo começou logo dando sinais de vida e a crescer. Acariciei-o, senti-o hirto e firme e com o braço comecei fazendo os movimentos de uma punheta. Estive muito tempo gozando a sensação de me estar punheteando vestido de mulher pois ao contrário de quando metia numa, sempre que me masturbava conseguia conter indefinidamente minha ejaculação, Tão entretido estava com aquilo que não escutei qualquer ruído. Foi de repente que a porta do quarto se abriu e minha mulher entrou de rompante. Felizmente vinha sozinha caso contrário ter-me-ia de enfiar pelo soalho dentro.
- Ah meu grande paneleiro – gritou-me Bárbara – então é assim que te divertes quando eu não estou, não é mesmo? Por isso é que há muito vinha dando conta que as minhas calcinhas e os sutiãs estavam ficando mais largos. Não admira que não saibas satisfazer uma mulher. Deves ser daqueles homens que em vez de apreciarem dar nas mulheres gostam mais de apanhar no cu. E ficas muito bonito assim vestido, não haja dúvidas. Pois vou tratar de te fazer a vontade e proporcionar-te uma experiencia de fêmea se é que o teu cu não a experimentou antes, como me parece mais provável.
Muito atrapalhado tentei explicar-lhe que nunca na vida dera ou pensara dar o cu e aquilo não passava de uma fantasia inocente como quando em rapaz me masturbava perante fotos de mulheres nuas, mas Bárbara nem me quis ouvir. Com a frustração acumulada por todos aqueles meses de vida em comum em que nunca eu a conseguira foder convenientemente, ameaçou-me de não só revelar minha tara que acabara de presenciar a todos os conhecidos, como também a facilidade com que me vinha dentro dela como se não gostasse de lhe comer a rata, se não me submetesse a um castigo que estava pensando aplicar-me.
- Será também a minha doce vingança por todos os orgasmos que não me conseguiste dar – disse-me. E o seu rosto tinha um ar deliciosamente mau o que surpreendentemente me deixou ainda mais excitado do que quando ela me abria as pernas e lhe via a vulva. Não me parecia ter outra saída que não fosse deixá-la punir-me da forma que muito bem entendesse e acedi por isso a ser castigado por ela ainda que sem nenhum entusiasmo, como é bom de ver.
- Muito bem – disse-me então Bárbara pegando no telemóvel e começando a filmar-me travestido – para começar vais baixar a calcinha e eu vou-te filmar nesses preparos para que de futuro se te portares mal todos possam ver a pilinha imprestável que tens, e como te entreténs quando estás só em casa. E continua masturbando-te panasca como estavas fazendo quando entrei. Mas sem te vires.
Recomecei a tocar ao bicho como Bárbara me mandara e enquanto me estava tocando ela ainda me obrigou a confessar, para que minhas palavras ficassem registadas, que eu era um paneleiro de cacete frouxo e um esporra fácil gostando mesmo de apanhar no cu vestido de mulher, porque meu órgão não me permitia usufruir do sexo de outra maneira. Fiquei punheteando-me longo tempo até não me poder aguentar mais e só então minha mulher me mandou parar.
- Vai agora, ó mulherzinha de pila tesa, à arca frigorífica e traz-me uma barra de gelo, que eu vou tratar de arranjar uns acessórios de que vamos precisar para te fazer passar a vontade de te vestires com as minhas roupas.
Fiz o que me era mandado e quando voltei ao quarto minha mulher empunhava um rolo de cordas e uma colher de pau. Nessa altura eu estava apenas com o sutiã posto mas meu pilau continuava inflamado e Bárbara disse-me então que a uma putazinha como eu não ficava nada bem ostentar aquela coisa entesada, tal postura devia ser apenas reservada a machos potentes, não a bichonas como eu.
- Vou tratar de ta pôr em baixo como uma fêmea deve andar sempre.
Deu um nó escorregadio na ponta de uma das cordas e nela enfiou a cabeça do meu caralho, puxando-a depois toda por baixo dos meus colhões. A corda acompanhando o desenho da coluna dorsal foi-me então amarrada à volta do pescoço como uma coleira, de modo a que eu não pudesse movimentar meu caralho.
. Agora panasca, deita-te em cima da barra de gelo – ordenou-me – Mas de maneira a que a tua piroca e os tomates fiquem em contacto com ela. Vais ver como com a temperatura que a barra apresenta vais ficar não só com os espermatozóides congelados, como a tua pilinha não tarda estará ainda mais encarquilhada e pequenina do que de costume.
No entanto para não ficar com tais partes sensíveis queimadas pelo gelo, Bárbara colocou sobre a barra um fino plástico o que atenuou um pouco tal tortura, antes de passar uma outra corda nos meus quadris, cujas extremidades foram atadas aos pés do guarda fatos de modo a não me deixar levantar. Apesar do plástico no entanto não tardei a sentir o frio tomar conta de minhas bolas e pirilau e a sentir este ficando cada vez mais mirrado, como se estivesse sumindo.
- Tens frio nas partes, paneleiro? – perguntou-me em ar de gozo – eu devia ser mazinha e deixar-te em cima do gelo sem nada de maneira a que amanhã tivesses essa zona toda queimada, para que saibas quanto te custa emporcalhar minhas cuequinhas. Mas para não correres o risco de te constipares vou-te aquecer o cu. Desgraçadamente para ti não o vou poder fazer com uma pixota como de certo te agradaria mais, mas com uma colher de pau como se faz aos meninos que se portam mal.
Mandando-me contá-las em alta voz começou a bater-me com força com a colher de pau alternadamente numa nádega e na outra. Foram 100 colheradas no total o que me deixou com o rabo todo vermelho e esfolado, dizendo-me que nos próximos dias sempre que me quisesse sentar me iria lembrar dos meus pecados e da lição que ela me estava dando por conta deles. As pancadas nas nádegas comprimiam-me a piroca e os tomates ainda mais contra a barra de gelo provocando-me um ardor insuportável naquela área. No entanto, e muito estranhamente, apesar de nem sequer conseguir pôr a pila em pé tão gelada a tinha, eu estava achando aquele espancamento muito excitante, muito mais excitante do que tocar punheta vestido com as suas roupas íntimas. Quando terminou de me bater amarrou minhas mãos para eu não conseguir desamarrar a corda da cintura, dizendo-me que ficaria ali manietado sem comer nem beber até a barra de gelo derreter totalmente e filmou-me naquela posição, dizendo que o filme ficaria muito bem guardado como uma garantia do meu comportamento futuro e da minha total submissão a ela.
- Já que gostas de ser mulher eu vou passar a ser o teu amante, e tu vais passar a obedecer-me incondicionalmente como uma boa esposa à moda antiga. E como não prestas para nada na cama, eu vou passar a arranjar os amantes que quiser, sempre que precisar que me consolem de maneira a deixar-te a cabeça bem coberta de chifres. E agora vou consolar-te eu a ti como as mulheres gostam de ser consoladas pelos seus machos: com um cajado bem grande e grosso.
Meu rabo estava todo empinado, mesmo em posição de ser enrabado. Bárbara foi à casa de banho e voltou com uma bomba de sucção de desentupir canos, com o cabo em madeira. Dizendo-me que devido a eu não cumprir convenientemente as minhas funções de marido já por diversas vezes se desenfastiara com ele, mandou-me chupá-lo e cuspir nele abundantemente para não me doer tanto a penetração, e alargando-me o olho para os lados enfiou-me aquele cabo pelo cu acima.
- Rebola-te nele, panasca, rebola-te nele como uma fêmea sedenta de prazer se rebola numa piroca de macho.
Eu sentia meu olho todo rasgado e não me apetecia nada rebolar-me naquela coisa dura mas fiz o meu melhor embora gemendo bastante.
- Tens jeito para paneleiro, de facto. A tua vocação em matéria de sexo é apanhares no cu e tocar ao bicho já que para cobrires mulher não tens jeito nenhum - observou-me. - Vamos, continua minha bichinha e ai de ti se o deixares sair.
O cabo estava bem enterrado no meu cu e eu apertei mais minhas nádegas para não o deixar escapar enquanto me rebolava nele, temendo a reacção de Bárbara se ele saísse. Minha esposa baixou então sua calcinha e agarrando-me pelos cabelos obrigou-me a levantar a cabeça na direcção do seu sexo. Estava mais húmido do que era habitual quando fazíamos amor e eu pude assim perceber que aquela sessão a estava deixando tão excitada como a mim.
- Cheira minha rata, bichona, cheira-a e lambe-a que de agora em diante será apenas desta forma que terás acesso a ela. De preferência depois de te ter metido os cornos para que limpes com a tua língua a esporra que os meus amantes nela vão deixar. Daqui para a frente dá-la-ei apenas a homens de verdade, de piroca e tomates grandes porque os teus só os esvaziarás à mão muito de vez em quando, quando te der permissão para tal, ouviste? Caso contrário o filme há-de ser visto por muita gente.
Bárbara acocorou-se diante do meu rosto e as suas mãos conduziram-no até ao seu entre pernas. “ Língua de fora”. Estendi a língua e fiz-lhe um minete com o cabo da bomba bem enterrado no cu. Minha mulher estava cheia de tesão e não foram precisos muitos minutos para que se viesse e me fizesse engolir seu gozo. Pela primeira vez na vida eu proporcionara um orgasmo a uma mulher, à minha mulher. Não fora com a pila é verdade mas fora o primeiro orgasmo que uma mulher tivera comigo e sentia-me muito orgulhoso com isso.
Como estava frio e a barra de gelo era enorme, ela demorou mais de 24 horas a derreter e eu permaneci todo esse tempo, tal como Bárbara me dissera, amarrado a ela com a piroca e os tomates congelados e quando ela me soltou minha pilinha estava de facto tão sumida que não me atreveria a mostrá-la fosse a quem fosse, quanto mais a tentar metê-la, o que levou minha esposa a escarnecer dela dizendo-me que se soubesse que eu era assim tão curto nunca teria casado comigo.
- Por isso - disse-me - é que nunca me quiseste comer quando namorávamos com medo que eu te fugisse, não foi?
Enquanto estive amarrado à barra de gelo fui ainda enrabado por diversas vezes não só com a bomba de sucção mas também com um toco de vassoura, e por diversas vezes tive de lhe voltar a fazer minetes até ela alcançar o orgasmo, ouvindo sempre Bárbara dizendo-me que já que eu não tinha pila podia e devia aprender a foder com a língua.
- Hoje abri-te esse olhinho do cu, meu maridinho ejaculador precoce de pila reduzida -. disse-me minha esposa quando me desamarrou – Desta vez foi só com dois acessórios de pau mas muito em breve quer-me parecer que vou fazê-lo experimentar uns pares de paus de machos a sério. E talvez depois quando sentires o leitinho quente dos mesmos inundando-te o rego tu vás gostar ainda mais de seres paneleiro e de te vestires de fêmea.
Bárbara cumpriu o prometido. Meia dúzia de dias mais tarde fez-me ser enrabado por quatro mânfios de quem ela me pôs à disposição para se encarregarem de tal tarefa. Foi um episódio memorável que marcou também o inicio da minha condição de corno manso e que consumou definitivamente a minha transformação num homem-fêmea inteiramente submetido a minha mulher, condição que presentemente tão feliz me deixa.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Já praticava crossdresser sem nem saber - Parte 1

Como disse em outro conto, fui cd sem saber, pois à época não se usava esse termo delicioso. Simplesmente porque fui seduzido e me entreguei vestido de mulher e foi maravilhoso. Quando me vi num espelho produzida pela primeira vez fiquei fascinado. Estava vendo uma mulher bonita, gostosa e fogosa por sexo. E ,de fato, quando me entreguei pela primeira vez e depois todas as outras, me sentia e me sinto femea dando prazer a quem estou apaixonada, pelo menos naqueles instantes.

Fiquei exclusiva do Clóvis por dois anos, e depois de um ano de relação fui morar só e ampliei meu guarda roupas. comprava roupinhas lindas, a mini saia estava na moda e eu comprava minis, midis, botas, tudo o que era moda e que até hoje acompanho. Chegava em casa e me produzia pra mim mesmo sonhando com algum homem, pois já a essa altura nosso relacionamento havia esfriado pois ele sendo casado tinha suas obrigações sexuais com a esposa, o que não estava dando certo, pois com o meu fogo, exigia muito dele rsrsrss. Meus pais possuiam um apartamento na Praia Grande, (o qual é meu hoje)que num momento de solidão nas férias resolvi ir para lá. Explico que é desse prédios antigos de 3 andares, onde todas as portas dão para um pátio central, então dá pra se ver quem entra e sai. Nosso é no térreo pequeno com um 1 quarto e quintalzinho no fundo. Estacionei, entrei e vi que teria de fazer uma faxina. Coloquei um shortinho e comecei meu serviço. quando vejo uma família chegando no ap ao lado. Ela morena, comum, 2 crianças e êle alto não muito bonito, e uma barriguinha...Como era comum ao fim de tarde sentei na porta do ap e o casal tambem e nos apresentamos. O nome dele era Paulo (ainda é) e eram muito divertidos e como não podia deixar de ser a conversa virou pro assunto sexo. Não havia como esconder minha preferencia sexual devido ao meu jeito já bem mais afeminado e saiu muita bobagem e muitas risadas e eu de vez em quando olhava para o volume de sua bermuda e ficava assanhada.

De manha cedinho saíram pra ir a praia e eu deixei a porta aberta para que ele me visse. Me escondi na parede da cozinha e quando percebi que ele estava passando apareci "sem querer" de regatinha, parte de baixo de um biquininho e tamanquinhos. Ele me comeu com os olhos e me senti devorada, rapidamente me exibi, virei de costas para ele sorrindo e feliz. Terminei de arrumar a cozinha e fui ao banho, mas quando estava pensando em botar minha sunga de sapo e ir à praia ele voltou com a desculpa que precisava ir ao banheiro, pois a praia é perto. Êle estava só de sunga, mais nada, nem chinelos, nadinha. Barriguinha de cerveja, peito peludo, 1,82m (eu 1,67, cabelos loiros compridos na época, bumbum arrebitado) e eu num fogo que fazia gosto, apareci todinha na frente dela e ele me disse: voce fica bonita assim e muito sexy. eu disse: a intenção é essa mesmo, já colocando a mão em seu peito, daí fomos para um beijo, ele me passando a mão e eu virei de costas e sentia seu volume atras de mim. Me esfregava naquele pau. Virei de frente novamente abaixei sua sunga e lambi seu saco, chupei seu pau lindo, reto, não muito grande mas grosso e muito cabeçudo, sempre olhando nos olhos e fazendo carinhas de safada (sempre gostei de chupar um pau, olahndo pro macho e fazendo carinha de puta) até que Paulo gozou na minha boca dizendo: engole tudo sua piranha gostosa!

E engoli mesmo era o segundo homem de quem eu tomava leitinho. Me beijou e voltou para a praia com a promessa que na próxima noite inventaria algo para nos vermos quando sua familia fosse à feirinha. Nessa noite conversamos como de hábito. eu , eles e outros vizinhos.

Dia seguinte, praia, almoço descanso, e a noite chegando. Eu já sabia que ele iria dizer que ia a um bar próximo encontrar velhos amigos enquanto seu pessoal ia passear.

Eram 18:00 hs fui para o banho, depilei um pouquinho que teimava em nascer, esmalte rosa nas mãos e pés, calcinha vermelhina, vestidinho amarelo mini e sandálias brancas de salto 7 com apenas uma tirinha em cima dos dedos e presa no tornozelo. Maquiagem e cabelos rabo de cavalo, brincos de argolas ( de pressão ainda eu não tinha furado as orelhas).
Sinceramente me senti sensual. Ouvi que eles estavam saindo eram 20:30. Deixei a porta destrancada (já combinado) e sentei no sofá esperando ansiosamente. Ele chegou, entrou e para provocar cruzei as pernas deixando as coxas a mostra. Eu queria ser devorada, estuprada arreganhada, mas me contive. Ofereci uma bebido e tomamos abraçados no sofá, quando ele tirou o copo de minha mão e me beijou. Chupava minha lingua com gosto e eu abri minha boca o mais que podia pra receber sua lingua, sua saliva, seu hálito de whisky. Com habilidade me pos de lado no seu colo, enlacei seu pescoço e continuamos a nos beijar com ele passando a mão em minhas pernas (adoro isso até hoje). Levantou pegou em minha mão e disse : quero te comer! e respondi quero ser sua, a sua Carlinha. fomos para a cama e sempre nos beijando, fomos tirando a roupa um do outro. Fiquei só de calcinha e ele de cueca que puxei com os dentes até os pés. e que pés! Não resisti ao 43 lindo. Peguei seus pés e lambia cada dedo com voracidade beijava a sola e passava na minha cara, subi pelas coxas e comecei lamber usa virilha, passava a lingua na virilha, no saco e no outro lado da virilha, fazendo um "W" até que cheguei no que eu queria. Duro por minha causa, eu lambia, chupava, passava a lingua na cabeça e descia e engolia. Fazendo meu homem gemer bastante. Eu já estava sendo "xingada" e isso me dava mais tezão ainda. até que Paulo me virou de costas e disse abre! Obedeci e abri e senti a lingua, úmida, molhada tentando ser bastante dura que com a ajuda de um depois dois dedos entrou no meu buraquinho e mexia gostoso. Não aguentado eu pedia: Por favor me fode meu amor, me arromba meu macho. ele dizia: cala a boca vaca, voce vai receber meu pau agora. Pos na portinha e entrou tudo de uma vez. Socou tudo. apesar que já estava abertinha, doeu e eu dei um grito: Aiiiii seu FDP!!!. Ele tirou e me deu um tapa na cara. Não era o meu pau que vc queria? E agora seu viado vai querer ou não? TA fugindo? eu chorando me abracei a ele e pedi desculpas mas expliquei que queria devagar e com carinho. Eu nunca tinha apanhado de homem e confesso que passada a dor fiquei com mais T ainda. Ele arrependido me fez um carinho e de novo de 4 pos o cabeçudo na minha entradinha e desta vez devagar. Eu gritava, batia os dentes e mexia e mordiscava o pau dele com o cuzinho fazendo ele urrar e dizer que era a bundinha mais gostosa que ele havia comido.

Me virou, me pos de frango assado e enquanto me fodia me beijada, esfregava sua cueca na minha cara e seu pau entrando e saindo até que com seu urro veio seus jatos invadindo meu cuzinho que tambem nao aguentando gozei na minha barriga e peito. Eu estava satisfeita. fui daquele homem. eu estava me soltando da paixão pelo Clóvis. A partir desse dia sozinha no quarto à noite, decidi que sendo independente não devia ficar preso a um homem e que eu seria a Carlinha que sairia com outros homens e conheceira a vida. Apesar de trabalhar vestido de sapo sempre foi como CD que curti a vida e tive muitos homens e até hoje sou feliz.

 

coroapassivo54@hotmail.com

 

Como virei menina submissa

SEMPRE FUI DIFERENTE DOS MENINOS DE CORPO E COMPORTAMENTO . DESDE PEQUENA TINHA CORPO E JEITO DE MENINA E POR ISSO NA ESCOLA TODOS MEXIAM COMIGO E ADORAVA AS PASSADAS DE MÃO NO MEU BUMBUM QUE POR SINAL JA ERA BEM GRANDE E EMPINADO.AMAVA AS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA ONDE USAVAMOS SHORTINHOS E CAMISETA , EU COMO ERA TODA DELICADINHA TINHA ATENÇÃO ESPECIAL DO PROFESSOR QUE ERA UM TESÃO DE HOMEM . EU NA ÈPOCA TINHA 13 ANINHOS , MAS COM MEU CORPO BEM DESENVOLVIDO E ELE SEMPRE QUANDO DAVA UM EXERCICIO ME APALPAVA E ME ALISAVA E EU ME ARREPIAVA TODA E ELE SABIA DISSO . UM DIA APÒS A AULA QUE FOI A ULTIMA FOMOS TODOS PRO VESTIARIO E OS MENINOS SEMPRE MEXIAM ME CHAMANDO DE VIADINHO , RABUDA , BICHINHA ETC... EU NEM LIGAVA , PELO CONTRARIO , ADORAVA . NESSE DIA FIQUEI A ULTIMA A SAIR E QUANDO ESTAVA ME ENXUGANDO OLHEI PRO LADO E VI MEU DELICIOSO PROFESSOR ME ADIMIRANDO DOS PÈS A CABEÇA , FIQUEI ENVERGONHADA , MAS ELE SE APROXIMOU SEM FALAR NADA ME PEGANDO PELOS CABELOS E JA FOI DIZENDO `` A PARTIR DE AGORA VC VAI FAZER TUDO QUE EU MANDAR SE NAO VOU TE COBRIR DE PORRADA SUA CADELINHA . A PARTIR DE AGORA VC VAI SER MINHA PUTINHA ENTENDEU ? `` EU COM MEDO E SEI LA COM UMA COISAS GOSTOSA FIZ SINAL COM A CABEÇA AFIRMATIVA . ELE MANDOU EU AJOELHAR O QUE FIZ RAPIDINHO E ENTAO ELE ME PERGUNTOU SE EU JA HAVIA FEITO ALGUMA COISA COM OUTRO MACHO . EU DISSE QUE NAO . AI QUE ELE FICOU LOUCO . DIZENDO `` ENTAO EU SEREI SEU PRIMEIRO MACHO ??? EU DISSE QUE SIM . ELE ME PUXOU PELO CABELO ME LEVANTANDO COM FORÇA E ENFIOU A LINGUA NA MINHA BOCA . FIQUEI LOUCA NA HORA E RETRIBUI , FIQUEI MOLINHA COM AQUELE BEIJO , ME SENTI UMA MULHER NAQUELA HORA COM UM DEUS ME PEGANDO DE JEITO , NISSO ELE PASSAVA A MAO PELO MEU CORPO , ME DIZIA QUE EU ERA UMA FEMEA PERFEITA , UMA GOSTOSA E QUE EU SERIA A MULHER DELE A PARTIR DAQUELE DIA . EU GEMENDO DIZIA QUE SIM . QUE SOU A FEMEA DELE E FARIA TUDO QUE MANDASSE . NISSO ELE PAROU DE BEIJAR E ME DEU UM TAPA NA MINHA CARA E MANDOU EU REPETIR O QUE FALAVA . DISSE QUE SERIA A CADELINHA DELE , A FEMEA , A ESCRAVA E FARIA TUDO QUE MANDASSE . ASSIM ELE MANDOU EU TIRAR O SHORT DELE . NOSSA . JA HAVIA VISTO OS PAUS DOS MENINOS DA ESCOLA , MAS QUANDO VI O DELE FIQUEI COM MEDO MUUUUIIIITTTTOOOO GRANDE E GROSSO . SEM TEMPO ELE JA ENFIOU NA MINHA BOCA . QUE DELICIA CHUPAR UM CACETAO . PARECIA QUE JA SABIA , TENTAVA ENFIAR TUDO NA BOCA , MAS ERA IMPOSSIVEL , FAZIA TUDO QUE ELE MANDAVA , POIS ELE VIU QUE NAO TINHA EXPERIENCIA , MAS LOGO PEGUEI O JEITO E LEVEI ELE AS NUVENS ,TANTO QUE ENCHEU MINHA BOQUINHA DE LEITINHO E ENGOLI TUDO E NAO LARGAVA DAQUELE CACETAO QUE AINDA DURO FIZ ELE GOZAR NOVAMENTE . ASSIM QUE ELE GOZOU ME COLOCOU NO SEU COLO E TODO MEIGO E CARINHO COMECOU A ME BEIJAR E DIZER COISAS LINDAS ACARICIANDO MEU ROSTO , MEUS CABELOS , ME FAZENDO SENTIR UMA MENINA DE VERDADE . COMO JA ERA TARDE ELE ME LEVOU ATE MINHA CASA , SENDO QUE NO CAMINHO AINDA FIZ UMA CHUPETA BEM DELICIOSA PRO MEU MACHO . A PARTIR DESSE DIA VIREI REALMENTE A MULHER DELE . APRENDI TUDO COM ELE E FICAMOS JUNTOS POR 3 1/2 . ME TRANSFORMANDO NUMA MULHER COM ROUPAS , MAQUIAGEM , SALTOS ETC... NESSE TEMPO DE RELACIOMENTO VIREI UMA VERDADEIRA ESCRAVA SUBMISSA AO PONTO DE TRANSAR COM VARIOS AMIGOS DELE DE UMA SÒ VEZ SEM QUESTIONAR SUAS ORDENS . TINHA QUE SERVI-LOS TODOS, ERA USADA E ABUSADA SEM DÒ POR ELES . HOJE TENHO 24 ANINHOS E SOU UMA FEMEA PERFEITA HOJE . CONTINUO SENDO ESCRAVA SUBMISSA A PROCURA DE DONOS .
FOI ASSIM QUE VIREI UMA VERDADEIRA MENINA SAFADINHA . VEM ME USAR VEM .
EMAIL E MSN : RAPHAELLACDZINHAGULOSA@HOTMAIL.COM

 

Virando puta

Hoje transformado numa mulher , me visto como tal , pois meu “marido” assim o quer, malho todos os dias sob orientação para mudar meu corpo , transformando minha silhueta numa forma bem feminina, penso até em fazer implante de silicone. Tudo bem meu “marido” é que me transformou em mulher ,eu o amo perdidamente apesar de ter arranjado um amante , só para sexo , pois com meu marido faço amor, com meu amante sexo. Não sei se atração por homens negros ou se minha situação como mulher , me transforma , pois bem , vou lhes descrever por que acho que estou virando “puta”. Dias atrás levei meu carro para uma revisão , na oficina , o chefe era um negro fascinante , lindo de morrer , sorriso aberto,mais ou menos 1,80mt altura, peito largo e muito educado , seu auxiliar também negro , de 1,60mt altura, não,era nenhum “adonis” , mas para mim o bastante era ser negro. Combinei os serviços e que voltaria mais tarde para buscar o carro. Na hora combinada voltei e procurei para acertar os valores dos serviços , quando verifiquei o valor perguntei se aceitava cartão , cheque ou outra forma de pagamento.
Quando Álvaro (o grandão) perguntou qual seria a outra forma de pagamento , sem vacilar lhe disse na cama , com vocês dois. Álvaro riu e disse , acho que você deveria pagar para irmos com você para cama, pois você não é mulher de verdade . Tudo bem para posso lhe assegurar que nenhuma mulher lhes dará tanto prazer como eu lhes posso dar . Álvaro me agarrou e disse então vamos se gostarmos você não paga, tudo bem pois agora voceê vai levar a melhor chupada de sua vida de e comer um cuzinho delicioso.
Tiramos nossas roupas e cai de boca nos dois cacetes , que a medida que ficavam duros me assustavam, pois eram grossos demais , bem como cumpridos, momento que achei que não agüentaria os dois.
Álvaro me colocou de quatro e disse, agora vou tem arrombar , pedi ao mesmo que lubrificasse aquela cacete maravilhoso para facilitar a entrada , ele disse não “viado” eu que é te arregaçar , colocou aquela rola louca no meu cuzinho e começou a enfiar, gritei como uma louca , pois ele estava me machucando,ele dizia rebola sua puta , eu não sabia mais nada , pois chupava no cacete do seu amigo, rebolava no seu pau , e , chorava copiosamente de prazer e dor , ele bombava no meu cu , alucinadamente
e dizia por haver cu igual mas melhor não , e nisso senti seu pau crescendo mais , bem como o de seu amigo na minha boca , foi uma loucura , pois Álvaro jorrava copiosamente porra o meu cu , e seu amigo em minha boca. Descansamos alguns minutos , quando aquelas duas feras , disseram , agora vamos inverter meu amigo vai no seu cu e eu na sua boca , e começamos tudo novamente. Quando acabaram comigo , disseram para o pagamento ficar correto , newsta semana você terá que vir todos os dias.
Eu argumentei que não poderia , pois eles me machuram muito e meu “marido” poderia desconfiar.
Mas ai veio o maior problema eu estava virando uma puta , pois voltei durante toda semana , e , agora vou lá vê-los pelo menos a cada 15 dias.

 

Camilla-cdzinha " O Primeiro encontro"

Ola primeiramente gostaria de confessar que estou adorando relatar as minhas aventuras como Camilla-cdzinha , a ums três anos atrás logo que descobri o msn e passei a usar tal ferramenta para completar as minhas tardes , ou seja as tardes que me transformo em Camilla e fico me cutindo toda montada em casa quando é possivel "pena não ser toda a tarde", pois adoro morro de paixão , eu acho que eu ja fiz mais de cem marmanjos se acabarem na cam com minhas roupinhas , em uma dessas brincadeiras conheci um cara da cidade de Bauru interior de São Paulo , eu ja havia teclado com ele varias vezes e varias vezes eu o fiz gozar pela cam , tantas vezes que estavamos ficando até intimos rsrsrrs , pois sempre que terminavamos de nos exbaldar na cam , ficavamos conversando como um casal normal , rsrsrrs , que com o tempo ele foi se abrindo e eu também sobre nossas vidas particulares ele era casado com filhos 38 anos um pouco mais velho do que eu , naquela ocasião ele trabalhava como representante comercial de uma empresa e me disse que também gostava de se vestir de mulher e fazia isso desde pequeno ou seja ele tem uma vida bem parecida com a minha , tamanha foi as particularidades que tinhamos em comum que nos tornamos bons amigos mesmo sendo virtualmente , um dia ele me mandou um email dizendo que estaria em minha cidade por dois dias a trabalho , quando recebi seu email me deu um frio na barriga , mas respondi prontamente que seria bem, vindo visto que a gente sempre fantasiava um encontro , depois que ele me disse que seria para daqui a três semanas , aquela mistura de medo e excitação tomou conta de mim , passei a me preparar para o tão sonhadao encontro e a Camilla dentro de mim passou a comer menos para emagrecer , passei a dividir minhas tardes em tomar sol nú em casa para ficar bem queimadinha passei a me sentir uma menina que esperava pelo namorado que estava em viagem .
E chegou o tão esperado dia , assim que ele chegou em minha cidade me ligou , fui ao encontro dele , quando eu o vi fiquei todo tremulo , e acredito que ele também , conversamos por algun tempo , almoçamos ele me disse que ja havia se hospedado em hotel no centro de minha cidade , ele era muito legal de bem com a vida , então marcamos para mais a noite nos encontrarmos no shopping , naquela tarde eu parecia uma noiva no dia do seu casamento rsrsrs , importante ressaltar que sou casado imagine o que eu tive de fazer pra poder realizar meu primeiro encontro como Camilla , fui pra casa pois minha esposa trabalha e só chega no inicio da noite , tomei um belo banho , fiz uma ducha intima , me depilei o bumbum , virillia e aquixilas ou seja fiquei toda lisinha menos as pernas que não da pra esconder no meu dia dia, passei oleo de amendoas pelo corpo todo , usei o perfume de minha esposa que me deixa loco quando ela passa junto com o oleo , peguei minhas coisinhas ou melhor as coisinhas de Camilla e fui como faço um curso a noite minha esposa nem desconfiou , por volta das sete e meia estava eu no shopping no meu carro no local combinado meu coração batia como se fosse estourar , parecia que ia roubar um banco de tanto medo e desejo que eu estava , foi quando ele chegou , parou do lado do meu carro e eu rapdamente entrei no dele , nossa ele tava todo cheiroso e bem arrumado que o ar condicionado do seu carro não fazia efeito sobre mim , ele perguntou onde era mais seguro e fomos para um motel proximo onde a guarita só tem o interfone bem discreto , quando entramos no apartamento os dois muito tremulos resolvemos beber pra relaxar e tomamos um vinho branco suave , conversamos banalidades então tive a idéia de mostrar algumas fotos que tenho no meu notbook de crossdressers e cdzinhas amigas da net , ele gostou e ficou até admirado com algumas pelos lindos bumbums , foi quando ele levou a mão nas minhas pernas e me disse chama a Camilla agora , eu simplesmente sorri , me levantei peguei minha bolsa e fui para o banheiro da suite , coloquei meias 7/8 pretas , salto alto preto , uma calcinha de renda preta que havia comprado para aquela ocasião , vestido de crepe de seda com as costas abertas que prendia no meu pescosso deixando minhas costas a disposição e ressaltava meus pequenos seios , peruca preta até no meio das costas , mais perfume , baton vermelho , sombra e rimel , me olhei no espelho fiquie surpresa nunca tinha me visto assim , tão produzida .
Quando abri a porta a suite tava com uma luz bem suave , adorei pois fiquei mais a vontade , mais cade ele , nesse momento senti suas mãos no meu quadril e sua boca no meu pescosso me dizendo oi Camilla quanto tempo esperei por isso me cheirando a nuca , não preciso dizer que me arrepie inteirinha , ele me virou me beijou demoradamente nessa hora me lembrei das novelas de como uma mulher se porta levei minhas mãos em seus cabelos acariciando , ele me deu a taça competou com o vinho , nos sentamos em uma namoradeira e começamos a nos comportar como verdadeiros namorados eu até me fiz de dificil evitando as passadas de mãos dele rsrsrrs , mas não aguentei por muito tempo e me entreguei aos seus carinhos , quando dei por mim ja estava em cima dele com as mãos em sua nuca puxando sua boca contra meus pequenos seios , nesse momento ele me puxou para a cama eu então passei a tirar suas ropuas lambiquei seus peitos com a boca soltando botão por botão de sua camisa chegando a calça que a essa hora ja escondia um volume incrivelmente duro , tirei seus sapatospuxei sua calça e fiquei alisando sua cueca e aquele menbro duro que se encontrava ali , mordi por cima da cueca lambi me acabei queria que demorasse aquele momento , quando tirei seu pau para fora todo melado pela minha sede abocanhei com tanta fome que meu macho agora se assuatou me dizendo calma temos muito tempo , eu chupei aquele homem até que ele me enchesse a boca com seu liquido quentinho e aos urros senti ele depositar aquele precioso leite em minha boca , me deitei ao seu lado beijando o e lhe fazendo carinhos em suas coxas , enquanto ele relaxava novamente enchi as taças de vinho bebemos e ele me disse a com maior cara de safado que eu tinha uma boca maravilhosa e se eu não podia repetir com gostinho de vinho eu disse que sim e ele começou a derramar o vinho de sua taça em sua barriga nesse momento eu ja passei a lamber tudo para não perder nada , não precisa falar que não demorou nada para ele estar em forma novamente e dessa vez eu queria me divertir , coloquei o preservatico com a boca fui lambendo o até chegar em sua boca no mesmo momento em que eu ja montava nele e ja sentia seu pau latejando e se esfregando em minha calcinha , não me fiz de timida puxei ela pro lado passei minha saliva mesmo em buraquinho e a essa hora ja era o meis feliz do mundo , me ajeitei em cima coloquei a cabecinha e sentei bem devagar naquele instrumento de prazer , eu rebolava tanto que me olhava no espelho e não acretitava no que eu via eu gemia como loouca em cima daquele macho , quando eu vi que ele estava pra gozar mudei de posição fiquei agachada e começei a fazer um coqueirinho com batidas bem fortes , esse homem gemia tanto junto comigo que nos acabamos em gozo alucinante me deixando molinha e mohada em cima dele onde fiquei por alguns bons minutos sentindo seu pau sair do meu buraquinho todo molhadinho com seu leite. Bem vou parando por aqui um grande beijo a todos e até o proximo conto.

Camilla-cdzinha.

camilla-cd@hotmail.com

 

Camilla-cd - Como tudo começou

Ola meu nome hoje é Camilla-cd , sou uma cdzinha que adora se curtir como menina quando estou só ou entre quatro paredes , gostaria de contar como me descobri assim , quando tinha mais ou menos doze anos fui trabalhar com meu pai em uma loja que ele tinha no centro da cidade, aqui no interior de são paulo , la havia um outro garoto que aqui vou chamar de Luis ele era um pouco mais velho com uns quinze anos acredito , sempre ficavamos conversando de diversos assuntos e banalidades , um dia veio a loja uma amigo de pai que enquanto aguardava a chegada de meu pai , ficou por ali conversando com a gente e em uma de suas prozas ele perguntou se nós haviamos ja feito troca troca e que erabom fazer para não virar viado (rsrsr), fiquei meio sem graça e logo ele foi embora , ai perguntei ao Luis o que era e ele me explicou fiquei meio assustado mas curioso

não queria virar viado (srsrsr) , a partir desse momento Luis vendo que eu tinha um certo interesse passou a me provocar todos os dias e a idéia passou a ficar na minha cabeça , até que resolvi aceitar o tal troca troca , Luis que ja estava louco para que isso acontecesse passou a me preparar para o ato com brincadeiras , encoxadas que eu confesso não gostava depois passei a gostar até dava umas reboladinhas , algumas pegadinhas por cima da calça eu sei que a coisa foi tomando rumos cadaveis mais quentes , ah eu desde pequeno ja tinhas pequenos seios que luis em umas das suas passadas de mãos acabou descobrindo , e adorou pois passou chupalas quase todo dias era só ficarmos ´sós que ele sentava num banco que tinha na loja atrás do provador eu sentava de frente pra ele , ele levantava minha camiseta e chupava meus peitinhos enquanto eu rebolava no seu colo , era muito bom pois sentia seu pau duro em baixo de mim , um dia ja nao aguentando mais Luis insistiu para me penetrar e eu aceitei tentar ainda que com muito medo e desejo .

No outro dia fomos buscar lanche para os outros funcionarios e paramos em um banheiro público , entramos com resseio em um boxe , Luis tirou seu pau pra fora e pediu para que eu o masturbasse e assim eu fiz e não demorou muito pra ele pedir pra que eu virasse e abaixasse os shorts fiz prontamente , Luis começou a passar seu duro na minha bundinha , brincando e me dizendo coisas que eu adorei houvir , logo ele passou saliva na cabeça de seu pau e no meu reguinho e começou a passar a cabeça no meu reguinho subindo e descendo (Nossa parece que to sentindo que delicia sentir meladinho perto do meu cuzinho ainda virgem) , até que disse que ia penetra eu então fecheia as pernas segurando seu penis no meio das pernas ele achou que tinha enrado mas logo percebeu que não , então começou a me perguntar onde era o buraquinho e eu dizia mais pra cima mais prta baixo até que eu disse é ai , Nossa ele pediu pra mim arregaçar a bunda pra ele e eu fiz , ele empurrou só a cabecinha , rsrsr cabecinha nada cabeçona nossa que dor , doeu muito , mais muito mesmo que , tentei sair dele mas eu parecei uma cadelinha engatada com um cachorro grande ele me segurava pelas ancas e pedia pra ficar quieto , até que consegui sair dele meu coração desparou encostei-me na parede , meu cuzinho ficou em brasa , entao ele me disse calma que você logo vai se acostumar , amanhã tem mais , no outro dia ele chegou na loja me deu minha encoxada matinal seguida da minha reboladinha e me disse como vai minha menina , aquilo ficou na minha cabeça apartir dai passei a exprimentar roupas de minha mãe , tias , primas e a introduzir alguns brinquedinhos no buraquinho agora guloso.

Ainda tenho muitas histórias pra contar da Camilla-cdzinha , esse foi meu primeiro relato ou a minha história.

Beijos a todos , camilla-cd@hotmail.com

 

Adoro escravos

Olá pessoal, venho contar mais umas de minhas experiências ..rs adoro ter um homem sub bem escravo ou uma cd, conheci o "Afonso" nome ficticio, pela net e conversamos por muito tempo isso me agradava pois ele era louco pra dar pra uma mulher... e eu amo poder colocar um cara de quatro,frango assado,rsrs conversamos por um bom tempo.....praticamente nos tornamos amigos mesmo, até o dia em que resolvemos nos encontrar pessoalmente, mas ja marcamos de sair pra realizar o sonho dele pois um belo dia ele me confessou que nunca tinha dado o cuzinho ai eu me ofereci pra tirar a virgindade dele...rsrs e foi muito bom....coloquei ele de joelhos pra chupar meu consolo de 21cm por 4,4 imenso e grosso pra ele que ainda era virgem.....rsrs e ele de sainha e calcinha como uma bela putinha.....depois foi para coleira como um cachorrinho e de quatro eu lambuzei a bundinha dele de ky e fui enfiando um dedo depois dois e depois meu consolo, até que ele tentou escapar...mas segurei pelo quadril e meti demais naquele cuzinho virgem e o afonso gemendo e pedindo pra parar pois doia demais , meu consolo era muito grande pra ele que era virgem......

mas nao trato escravo com do nem piedade, e quem manda sou eu, e eu decido a hora de parar.....tirei todas as pregas deles....meu consolo num vai e vem gostoso e o "Afonso" chorando e apanhando como qualquer outro escravo, foi uma delicia... chegou num ponto que ele ja sentava no meu consolo e fazia o entre e sai..foi acostumando e fazendo tudo direitinho como um bom escravo deve servir sua dona, usando varias roupinhas femeninas.... e que delicia era ele mamando meu consolo....até que eu deixei ele gozar, e o lambuzei com sua bunda com a propria porra e comi mais o cuzinho dele... depois disso saimos mais algumas vezes pois ele adorava dar o cuzinho para mim...

agora perdemos o contato é uma pena...amo ter um escravo....se vc for um homem submisso bem escravinho e for livre e desempedido(nao quero caso com homens ou cds casados) quero conhecer alguem que possa assumir um namoro e algo ate mais serio quero ter um escravo para servir a mim se vc for este escravo etiver afim de me conhecer.... sou morena 158m 68k cabelos e olhos pretos moro em bh mg, gostaria que os pretendentes tbm fosse de bh mg pois quero algo real nao virtual.....se quizerem me add no msn morenafofinha1970@hotmail.com ou mandem email.....vou adorar te escravizar....bjs e ate um proximo conto delicioso....

 


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